Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 44 | 15.02.26

Conecta Espiritismo TV 16/02/2026 (há 1 mês) 1:09:30 27 visualizações 1 curtidas

Estudando com Jesus | 15.02.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 44: Deus em nós Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Ei, bom dia, boa tarde ou boa noite, né, para você que vai nos assistir em outros horários. Mas muito bom dia para vocês que estão aqui conosco agora no ao vivo. Tivemos aí um imprevisto tecnológico, mas estamos aqui. A gente é perseverante, não desiste, né, She? Isso mesmo. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos. É uma alegria a gente estar aqui novamente iniciando, né, 2026 com esse estudo maravilhoso, né, Patrícia? Então, a gente temos desafios aí tecnológicos, mas tudo resolvido, um pouquinho de atraso, mas estamos aqui. Estamos firme e forte aqui com todos os corações que puderem estar conosco aqui agora, né, ou depois pra gente dar continuidade a esse livro, mais esse livro abençoado, né, Espírito Verdade aí. em tantos espíritos queridos, né, que trouxeram reflexões para nós acerca do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, a gente já agradece, né, todos vocês que nos acompanham e aos canais parceiros pela retransmissão, o Conecta, Espiritismo, Portal da Luz, TV Goiás Spirit, Discover Spiritist Network, lá nos Estados Unidos. A Jose aqui acompanhando a gente. Bom dia. Bom dia. E nós vamos colocar então, né, Sheila, uma música aqui de Sâmia, porque o nosso capítulo de hoje, né, é Deus em nós. Aí eu falei: "Ai, Sâmia tem uma música tão linda chamada Dança com Deus para nós nos harmonizarmos aí e inspirar as nossas reflexões. Vamos lá. Quando a tristeza te invadir, abre a janela e sentir a luz do sol a te aquecer. com sua eterna chama te joga plena a receber esse calor perenatidão, abre teus braços, dançar. E se as nuvens o esconderem com suas cinzas cores? E o templo se fechar em águas encharcando as ruas. e te sentir fracassando, não te cede as dores. Abre tua porta, sai pra rua e vem dançar na chuva. E quando a noite te chegar e tu sem desculpa por encontrar teu pior erro na tua noite escura, volta olhar ao bomboar que por te amar te cura e teus braços te perto, dança e sorri pra lua. E quando enfim alvorada te sorrir ao ver que jorras de tua alma, amor,

teu pior erro na tua noite escura, volta olhar ao bomboar que por te amar te cura e teus braços te perto, dança e sorri pra lua. E quando enfim alvorada te sorrir ao ver que jorras de tua alma, amor, sabedoria. E tudo já tiver passado, como diz Maria, deixa o passado no passado e vem dançar pra vida. Porque o sol a te aquecer é Deus te consolando. A fia a chuva te molhar. É Deus te despertando na tua noite. O ar é Deus já te curando. alvorada eterna é Deus sempre te amando. Porque eu sou a te aquecer. É Deus te consolando. A fia a chuva te molhar. É Deus te despertando na tua noite. O ar é Deus já te curando. E a alvorada eterno em meio que é Deus sempre te amando. Deus fez da vida uma graça eterna harmoniosa, que te convida simplesmente a dançar com ela. Segue o ritmo, sublime das divinas notas. Dança com Deus e faz da tua vida a canção mais bela. Ei, coisa maravilhosa. Muito bom. Muito linda, muito linda. E aí mostra para nós, né, que Deus está em tudo e também está em nós. Vamos ler a nossa mensagem, então, aqui, ó, esta mensagem é o capítulo 44, espírito de verdade, da verdade. É uma mensagem de Emanuel hoje. E aí é uma referência ao capítulo 25, né, do Evangelho, item um, que é pedir eh busca e achareis, né? E também ele inclui uma citação de Atos dos Apóstolos, eh, né, trazendo lá que Paulo, né, que Deus, pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. Aí já dá pra gente um um pequeno uma pequena antevisão do que que ele vai propor para nós, né, desse Deus em nós. E aí ele diz assim: "Quem pode delimitar a extensão das bênçãos que demandam da altura? Por ser sempre de origem inferior, o mal é limitado como todas as manifestações devidas exclusivamente às criaturas. O bem, no entanto, possui caráter divino e semelhante aos atributos do pai Excel em si a qualidade de ser infinito em qualquer direção. Antes de tudo, vigora a intenção sincera do espírito no ato que procura executar. Assim, utiliza as próprias possibilidades a serviço da vontade divina. oferecendo o coração às

to em qualquer direção. Antes de tudo, vigora a intenção sincera do espírito no ato que procura executar. Assim, utiliza as próprias possibilidades a serviço da vontade divina. oferecendo o coração às realizações com Jesus e o ilimitado surgitará gradativamente nas faixas da experiência sobre a forma de esperança e consolação, júbilo e paz. Quer ir parando? Vamos direto. Que que você tem? >> Acho que vamos direto, né, Patrícia? dieta. Então, por mais sombrios que te pareçam os ideais de hoje, a os ideais de hoje, os dias do passado, não te entregues ao desânimo. Ergue os sentimentos e conjuga as próprias ações ao novo roteiro entrevisto. Após a purificação necessária, a água mais poluída da sarjeta se torna límpida e cristalina, como se jamais houvesse experimentado o convívio da impureza. O presente é pereço de união entre os requícios do pretérito e uma vida futura melhor. Plasma em ti as forças reconstrutivas de tuas novas resoluções para que se exprimam em obras de aprimoramento e de amor. Reconhecendo a nossa origem na fonte de todas as perfeições, é natural que podemos e precisamos realizar em torno de nós as obras perfeitas a que estamos destinados por nossa própria natureza. Eis o valor do registro dos Atos dos Apóstolos ao recordar-nos a magnitude das tarefas de Paulo, quando o iniciado de Damasco se dispôs a caminhar auxiliando e aprendendo no holocausto das próprias energias a exaltação do bem. As mãos, tanto quanto o conjunto de instrumentos e possibilidades de que nos servimos na vida comum, esperam passivamente o ensejo de se aplicarem aos desígnios superiores, segundo as nossas deliberações pessoais. Quando agimos no bem, sentimos a presença de Deus em nós. Medita no emprego dos teus recursos no campo da fraternidade. Desterra de teu caminho a barreira do desamento e prossegue confiante. Vanguarda fora. O solo frutifica sempre quando ajudado pelo cultivador. Usa pois o arado com que o Senhor te enriquece as mãos. trabalhando a leira que te cabe com firmeza e esperança na

ue confiante. Vanguarda fora. O solo frutifica sempre quando ajudado pelo cultivador. Usa pois o arado com que o Senhor te enriquece as mãos. trabalhando a leira que te cabe com firmeza e esperança na certeza de que a colheita farta coroarte os esforços cada vez mais, desde que permaneças apoiado no propósito seguro de corresponder ao programa de trabalho que o Pai te reserva na Oficina da Luz em busca da alegria inalterável. É um texto belíssimo, né, para nós trazermos nessa época em que o mundo, né, nos chama para fora para buscar as coisas do mundo, né, para satisfazer os nossos prazeres aí, irmos, né, em busca das sensações e não dos sentimentos e não do encro com a nossa essência, né? Então esse texto realmente mostra para nós, né, Emanuel aí nos dando esse panorama de como nós somos criaturas divinas, nós somos esses seres espirituais, né, e que Deus está em nós e atua através de nós o tempo todo, né, como ele tá trazendo aí o exemplo especificamente de Paulo. né? Mas para nós que já tivemos algum contato aí com mais literaturas, né, vamos lembrar também de que até as roupas de Paulo curavam, né, além das mãos deles, dele, né, dele estar presente fisicamente. E aí, o que eu acho interessante, Sheila, eh, tem tantas questões aqui, né, para para serem trazidas, mas, eh, primeiro, né, a gente lembra da questão do consolador, a questão 135, né, sobre o determinismo do bem. Esse primeiro parágrafo é uma descrição bem suscinta da resposta aqui do Consolador, que é um pouco mais eh comprida, né, mais longa, mas que ele diz que o determinismo divino se constitui de uma só lei, que é a do amor para a comunidade universal. E aí nós, né, confiando mais em nós do que em Deus, transformamos, né, a nossa fragilidade em foco de ações contrárias a essa lei do amor. Porque nós buscamos fora o que deveríamos estar buscando dentro, porque nós temos tudo, somos completos, né, fomos criados simples e completos. essa construção da nossa identidade espiritual, do nosso ser espiritual.

mos fora o que deveríamos estar buscando dentro, porque nós temos tudo, somos completos, né, fomos criados simples e completos. essa construção da nossa identidade espiritual, do nosso ser espiritual. Então, a gente tem essa esse caminho de construir, de se construir, né, como ser espiritual, pleno e com a suaibilidade. E sim, temos as nossas fragilidades nessa construção, nessa maturação. Mas quando a gente confia mais em nós e busca fora da lei, aí a gente não consegue alcançar o determinismo do bem ao qual estamos destinados, né? Então a gente vai criando as nossas dívidas, né, os nossos débitos com uma lei divina. E aí logo em seguida, né, me chamou muito atenção a próxima frase dele, é antes de tudo, vigora a intenção sincera do espírito no ato que procura executar. Então, eh eh dentro dessa consciência que nós vamos, né, adquirindo, vamos nos estruturando, vamos despertando, como está a nossa intenção? Está nas coisas transitórias ou está nas coisas, né, transcendentes? Está só em nós, como ele diz aqui, né, confiando mais em nós mesmos? ou está na intenção do todo, né, desse que existe essa lei maior, que existe esse criador, né, que nos organizou e nos coloca aonde temos que estar para o nosso melhor, para que nós alcançamos o nosso melhor, né? Então essa intenção, né, se ela é egoísta ou se ela já é mais fraterna, né, vai revelando como está esse Deus em nós, né, Sheila? se esse reino de Deus está realmente sendo edificado e, né, eh, solidificando as nossas potencialidades e afastando as nossas fragilidades. >> Isso mesmo, Patrícia. E é muito interessante esse título, né, Deus em nós, né? Eu fiquei pensando o quanto, né, esse Deus vive em nós, né? Ah, vamos dar bom dia aqui pro Sérgio, né? Ele tá falando lá de Porto Alegre, né? Seja muito bem-vindo, Sérgio. Paraajo, também todos os nossos irmãos, né, que estão conosco e muitos não estão se manifestando ali, né, no chat. Então o que eu fiquei pensando, né, o quanto esse Deus, né, está em nós, o quanto nós

Paraajo, também todos os nossos irmãos, né, que estão conosco e muitos não estão se manifestando ali, né, no chat. Então o que eu fiquei pensando, né, o quanto esse Deus, né, está em nós, o quanto nós demos espaço, né, quanto nós damos espaço para esse Deus fluir em nós, né, porque ele já se remete ali a Paulo, né, e pensando um pouco na história de Paulo, né, em todas as suas encarnações aqui na Terra, né, o quanto ele também, né, esteve envolvido pelo mal, digamos assim, né, e só depois de muito sacrifício, muito esforço, muita boa vontade, que ele conseguiu, né, sentir esse Deus que sempre esteve dentro dele, assim como sempre esteve dentro de nós, está dentro de nós, né? Afinal de contas, nós temos essa centelha divina dentro de nós, né? Então, o quanto nós damos voz para este Deus agir dentro de nós, né? Muitas vezes nós estamos, como você disse, né? Buscando fora. E quando a gente busca fora, a gente não consegue encontrar, né, essa satisfação real, essa alegria, essa felicidade, né? A gente tem momentos, né, de felicidade, de alegria, mas são tão passageiros. E quando nós temos Deus em nós, que nós sentimos essa centelha divina dentro de nós, que nós sentimos esse pai amoroso em nós, nós temos essa força, essa coragem, como fala ali na música, né, tão bem colocada ali por você ali que a Sâmia trouxe pra gente, né, essa força, essa coragem, né, de enfrentar os desafios, porque afinal de contas nós estamos, né, né, vivendo num planeta ainda de provas e expiações, né, e como ele fala ali também no texto, né, muitas das questões que nos são colocadas bem do pretérito, né, então nós estamos passando sempre por dificuldades, por desafios, mas quando esse Deus está em nós, quando nós demos espaço para que esse Deus viva em nós, a gente vai passar por esses desafios, né, por essas provações. com resignação, com coragem e com alegria, né? Eh, aquela história, né, que a gente ouvia falar de Chico, né? Chico tinha muitas doenças ali que perturbava ele no corpo físico, né? Mas

ssas provações. com resignação, com coragem e com alegria, né? Eh, aquela história, né, que a gente ouvia falar de Chico, né? Chico tinha muitas doenças ali que perturbava ele no corpo físico, né? Mas quando perguntavam para ele, ele falava que o corpo dele estava enfermo, mas a alma dele estava saudável e feliz, né? Porque a gente daí entende que tudo o que a gente tá vivendo aqui é passageiro e necessário, né? Mais importante disso. E daí isso nos traz a responsabilidade, né? Para mim esse texto ele é um chamado, né? Um chamado que Emmanuel nos traz paraa nossa responsabilidade e a responsabilidade individual de cada um, né? E essa responsabilidade de ter bom ânimo, ter força e esperança, né, fazendo a nossa parte, porque ajuda, ajuda está aqui, né, ajuda sempre disponível, né, a espiritualidade tá sempre disponível para nos auxiliar, mas eles nunca vão fazer por nós, né, porque ele coloca ali, né, ergue os sentimentos e conjuga as próprias ações, né? Então, é sempre nós que temos que dar o primeiro passo, né? A partir do momento que a gente dá o primeiro passo, essa semana eu ainda conversando com uma amiga minha, a Gi, ela falou assim: "Chea, dá o primeiro passo que Deus coloca o caminho, né?" E é é muito ter essa fé e essa esperança, né? E confiar, confiar nesse Deus que tá em nós, né? que quando a gente se dispõe a dar o primeiro passo, mesmo que seja difícil, né? E muitas vezes esse primeiro passo é difícil mesmo, né? Mas que Deus faz do caminho, né? E a gente sente, a gente sente esse amparo, né? Sente essa força, essa essa esperança que vem. Muitas vezes a gente diz assim: "Ai, não sei da onde que vem essa força, mas eu tô sentindo que vai dar tudo certo. Apesar de tudo que tá acontecendo, tô sentindo que vai dar tudo certo. Tô sentindo que algo bom vai vir, né?" Então, esse chamado de Emmanuel, né? E um chamado de Emanuel que na verdade, né? Uma das suas encarnações foi Paulo, né? Então, por isso citado ali por ele, né? tão tão bem colocado, né, que a gente precisa dar esse primeiro passo,

, né? E um chamado de Emanuel que na verdade, né? Uma das suas encarnações foi Paulo, né? Então, por isso citado ali por ele, né? tão tão bem colocado, né, que a gente precisa dar esse primeiro passo, precisa fazer por nós e com muita boa vontade, né, muita boa vontade e perseverança, né, para que a gente possa estar nos ajudando também, né, e assim receber ajuda que vem do alto, né? E outra coisa que me me chama atenção quando a gente pensa em Paulo, né, é aquela aquela velha fala que a gente fala muito no espiritismo, né, é deixar o homem velho, né, que não cabe mais em nós para dar lugar ao homem novo, né? E esse processo, ah, refletindo um pouco sobre esse processo de deixar esse homem velho, é um processo que se assemelha ao luto, né? Se a gente for olhar, ele se assemelha muito ao luto, né? Porque é matar, digamos assim, entre aspas, esse homem velho, né? E esse luto ele vai vir com sentimentos de dores, de tristeza, de falta, muitas vezes conflitos internos, né? E muitas vezes ele traz afastamento de pessoas que nós considerávamos essenciais paraa nossa vida, né? Então a gente sente dor porque >> as abstinências, né? >> É, das abstinências, né? A gente sente falta de muito, muitos vícios, né? Vícios físicos, vícios morais que nós temos e que a gente precisa, né? Nesse momento evolutivo que a gente tá buscando, né? Esse reencontro com Deus em nós, nós precisamos, né? deixar para trás tudo isso, porque não cabe mais, não cabe mais, não tem mais espaço para isso, né? Deus está preenchendo todo esse espaço e a gente precisa ter essa consciência de que esse vazio que a gente sente às vezes num primeiro momento, né, quando sente falta, muitas vezes para mim, né, eu me reporto muito a falta de pessoas, né, porque muitas pessoas acabam se afastando, mas são pessoas que não estão na mesma sintonia com que a gente, né? E essa falta que a gente sente num primeiro momento, ela ela vai ser preenchida, né? Ela vai ser preenchida ali por Deus, né? A gente vai dando espaço para Deus agir em nós, né?

a com que a gente, né? E essa falta que a gente sente num primeiro momento, ela ela vai ser preenchida, né? Ela vai ser preenchida ali por Deus, né? A gente vai dando espaço para Deus agir em nós, né? Então isso para mim ficou assim muito muito claro essa questão do do quanto este processo se assemelha ao luto, né? Porque ninguém passa pelo processo do autoconhecimento, né? porque ele se inicia lá no autoconhecimento. Eu preciso primeiramente me observar >> para da entender, né, esse esse processo que eu tô vivenciando, essa entrega que eu tô fazendo, né, eh, para Deus, pro Pai Maior, né, essa entrega, essa confiança, né, eu entrego e eu confio que Deus está cuidando de tudo e ele está fazendo o melhor, mesmo quando eu não entendo, porque muitas vezes é isso mesmo, nós Nós não vamos entender o que está acontecendo na nossa vida. E tem momentos que não cabe o entendimento mesmo, porque nós somos muito pequeninos, né? Nós somos crianças. >> Cabe a confiança, né? A fé. >> Cabe confiança. Confiança e entrega, né? Eu não entendo, mas eu confio e eu entrego. Eu entrego minha vida, eu entrego minhas dores para Deus e sei que ele vai fazer o melhor por mim. E daí eu sigo na ação, né? Eu sigo no processo de caminhar, de trabalhar por mim, porque eu também não posso. Eu entrego para Deus e fico deitado na minha cama esperando que Deus ache. Não, eu entrego, eu confio, mas eu me levanto, eu vou caminhar para a vida, né? Eu sigo com a vida caminhando, né? E assim eu vou sentindo as portas se abrindo, as pessoas que são necessárias naquele momento sintonizam e vão se achegando até mim. Porque Deus é isso, né? Deus fala através das pessoas que estão na nossa vida, né? As pessoas são colocadas muitas vezes na nossa vida para nos mostrar a mão de Deus agindo ali naquele momento, né? Acredito que todos nós, se a gente for se reportar, a gente vai perceber que algum momento da nossa vida, alguma pessoa chegou, como a gente diz do nada, né? E ela fez todo sentido naquele momento. Ela trouxe uma

todos nós, se a gente for se reportar, a gente vai perceber que algum momento da nossa vida, alguma pessoa chegou, como a gente diz do nada, né? E ela fez todo sentido naquele momento. Ela trouxe uma ajuda inesperada naquele momento. E eu confio muito que essas pessoas são os anjos que Deus coloca na nossa vida para nos auxiliar, né? Mas depende de nós o esforço, né? >> Sim. Sim, somos todos instrumentos, né? Mas pra gente aperfeiçoar esse instrumento que somos, a gente tem que cada vez mais nos olhar como espíritos, né, e não como corpos. E é por isso que a citação, né, do Evangelho é justo da do capítulo eh 25, que é buscreis, mas ajuda-te que o céu te ajudará, né? Não, o progresso, né? Ele faz essa metáfora aqui bem interessante da água, né, da purificação. Então, o progresso ele não vai acontecer sozinho, né? Essa por essa renovação não vai acontecer do nada. Nós temos que ativar a nossa vontade. Lembra que a fala lá no pensamento e vida para dar o direcionamento ao nosso espírito, ao que nós realmente queremos para nossa vida, né? para cada vez mais com o nosso entendimento aprofundado da transcendência, a gente possa escolher não mais confiar em nós mesmos e sim confiar na providência divina, como a Sheila colocou, né? Por isso que esse processo da purificação, né, que ele vai colocando aqui, eh, ele tá baseado, né, nessa revisão da nossa intenção, de como nós estamos escolhendo as coisas, de como nós estamos fazendo as coisas, porque ainda, né, na nossa imaturidade, a gente ainda faz o bem como moeda de troca. Mas a gente precisa ir saindo dessa mentalidade, né, e também dessa condição que é muito do mundo, né, e fazer o bem pela sinceridade do entendimento e do sentimento, porque a sa eh é é a compreensão, né, e o e o e a e o sentimento, né, e o e o sentir visceral. de que é o único caminho pelo qual nós poderemos ser felizes, nos aperfeiçoar e sermos os verdadeiros instrumentos, né, da obra divina aí, como diz lá na na questão 132 do livro dos espíritos, né,

al. de que é o único caminho pelo qual nós poderemos ser felizes, nos aperfeiçoar e sermos os verdadeiros instrumentos, né, da obra divina aí, como diz lá na na questão 132 do livro dos espíritos, né, que nós somos cocriadores, mas aí como nós estamos utilizando os nossos talentos. E é muito interessante que aí eu vim procurar, lembrei, né, dos talentos. Vi para onde que tá a parábola dos talentos no evangelho, né? E tá no capítulo 20, não, 16, que eu já não sei mais ler numeral romano, gente. 16 de servir a Deus e a mamão. Ou seja, então para que, como nós estamos utilizando os nossos talentos para revelar o Deus que há em nós? Porque Jesus disse: "Vós sois deuses, né? Podis fazer o que eu faça, muito mais, ou para ficar escondendo esses talentos divinos e só servindo a busca das coisas do lado de fora, confiando em nós mesmos, no nosso orgulho, no nosso egoísmo, na nossa vaidade. Aí eu vou ler só um trechinho aqui do item 12 desse capítulo, Servir Deus e a Mamã, que é tem esse capítulo é enorme, gente. Tem muitas, né? eh mensagens dos espíritos aqui, orientações dos espíritos. E tem um aqui da do espírito protetor, né, que dizem que é Joana de Angeles lá de Cracóvia. Ela passou essa mensagem, o espírito passou essa mensagem dizendo: "Olha, quando considero a breviade da vida, causa-me dolorosa impressão a vossa incessante preocupação com os bens materiais". Enquanto dedicais tão pouca importância e consagrais tão reduzido tempo ao aperfeiçoamento moral que vos será levado em conta na eternidade, que é isso que ele tá falando aqui, ó. Plasma em ti mesmo as forças reconstrutivas das tuas novas resoluções, como a Sheila falou, o homem novo, né? para que te exprimam em obras de aprimoramento e de amor. Mas a gente precisa decidir então o que que a gente vai fazer com o nosso tempo, que é o presente aqui. O presente que é um presente, né? O presidente é tudo é agora. Se a gente quer esse futuro de alegria, de felicidade, de construir, né, e levar os valores eternos de sair dessa fragilidade, o

te aqui. O presente que é um presente, né? O presidente é tudo é agora. Se a gente quer esse futuro de alegria, de felicidade, de construir, né, e levar os valores eternos de sair dessa fragilidade, o momento é agora, né? E aí ela fala: "Seria de crer ao ver se a atividade que desenvolver eh tratar-se de uma questão da mais alta importância para a humanidade, quando na verdade trata-se quase sempre da satisfação das vossas necessidades exageradas da vaidade ou de vos entregardes aos excessos". Então a gente, né, coloca o referencial do lado de fora no passageiro, no transitório e não faz esse convite, né, da transformação, buscando o passado como referência do que nós não queremos mais, mas não nos paralisando em culpas, em pesos, né, e sim agradecendo a oportunidade e escolhendo agora né, as novas resoluções com vontade firme e lúcida. Quando você falou ali sobre a vida futura, eu me eu me lembrei que nós normalmente fazemos isso, né? A gente passa uma vida programando e pensando no futuro, principalmente, né, na aposentadoria. Então, quando eu me aposentar, eu vou ter tempo para ir na casa espírita. Quando eu me aposentar, eu vou ter tempo para falar com os meus amigos, >> voluntariado, né? >> Quando é, então tudo é lá na vida futura. E a gente esquece que essa vida futura ela é construída no hoje, assim como a nossa vida futura falando espiritualmente, que é a nossa vida verdadeira. Se nós queremos lá no futuro ter uma vida, né, de bênçãos, a gente precisa construir essas bênçãos no hoje, no agora. E não é esperar o desencarne para lá na vida futura começar a fazer. É fazer no hoje, fazer no agora. Mas a gente tem esse hábito de ficar nessa procrastinação, né? >> Muito >> de deixar lá paraa frente. Por quê? Porque a gente esquece que a nossa vida ela é momentânea aqui. E a qualquer momento, quando Deus determinar e daí ninguém sabe o momento, a gente não vai mais estar aqui. Mas a gente vive como se nunca fosse morrer, né? Morrer falando do corpo físico, né? >> Sim. Então, a gente esquece disso. A

s determinar e daí ninguém sabe o momento, a gente não vai mais estar aqui. Mas a gente vive como se nunca fosse morrer, né? Morrer falando do corpo físico, né? >> Sim. Então, a gente esquece disso. A Jose colocou ali uma questão interessante que ela fala dessa zona de conforto. Acho que ela tava se referindo à aquela fala ali que eu fiz, né? >> Então ela fala: "Estar na zona de conforto, por mais que haja sofrimento, ainda nos é confortável, porque é uma dor conhecida. E evoluir, sair da nossa estagnação, nem sempre inicialmente é confortável. Toda mudança traz desconforto, né? E daí ela ela finaliza dizendo que é libertador. Sim. Depois que a gente passa, né? Primeiramente a gente precisa ter a vontade, né? Vamos lá, vamos chamar a vontade que Emmanuel nos colocou ali. A gente precisa ter essa determinação e essa vontade de fazer essa mudança. Quando a gente tem a vontade, a gente toma a decisão de fazer a mudança, eu entro naquele processo que eu chamo ali semelhante ao processo do luto, porque vai trazer sofrimento, vai trazer dor, vai trazer sentimento de falta, né? Aí eu chego num processo que muitas vezes eu quero voltar para trás, porque por mais que aquele sofrimento ali tivesse também me trazendo dor, mas eu já conheço, eu já conheço, né? Uhum. >> Então eu quero voltar. Mas quando a gente cachorro lá, né? É, exatamente, >> quando a gente persiste, a gente segue em frente, a gente vai caminhando mesmo nesses dias de desafios e confiando, né, que Deus está conosco, ele está agindo através de nós, né, e lembrando que tem uma frase que ele fala ali, um parágrafo, né, que a gente esteja, né, e em conexão com a vontade de Deus, né, com a vontade divina, né? Então vamos lá, a gente caminhando para o bem, né? >> Então a gente caminha para o bem, está em conexão com Deus. >> Logo à frente a gente vai perceber o quanto foi libertador sair daquela zona de conforto, mas é um processo e durante esse processo a gente precisa ter muita vontade, muita coragem e muita perseverança, né?

frente a gente vai perceber o quanto foi libertador sair daquela zona de conforto, mas é um processo e durante esse processo a gente precisa ter muita vontade, muita coragem e muita perseverança, né? muito e e se a gente não souber bem, né, por onde começar a descobrir esse Deus em nós, eu tava vendo aqui um um capítulo do Atitudes Renovadas aqui do Ramed, né? É, o capítulo chama Ligar-se a Deus. E e ele diz assim: "Perceber a verdadeira realidade do mundo que nos rodeia é fator imprescindível para vivermos bem na intimidade de nós mesmos". Então, olha, tudo isso, né, que nós precisamos fazer por nós, que ninguém vai fazer, nós vamos receber sim recursos, vamos receber irmãos que vão nos auxiliar, mas nós temos que fazer é dentro de nós, né? Então, a gente precisa ir para esse lugar íntimo, mas quanto mais a gente perceber a verdadeira realidade, mais tranquilo é, né, fazer a mudança, deixar o hábito antigo, deixar o vício, porque a gente vai ganhando a lucidez, né? E aí ele fala: "Olha, nossa vida mais lúcida, mais íntegra, mais prazerosa, mais criativa, indissolúvel, se desenvolve dentro de nós mesmos". nas atividades recondidas dos pensamentos, dos sentimentos, da imaginação produtiva e da consciência profunda. Que é isso que Emanu tá falando. Olha, quando agirmos no bem, sentiremos a presença de Deus em nós, porque a nossa consciência vai estar conectada com as leis e vai estar nos mandando esse sinal que a Sheila falou. Não fica. Esse é o caminho, não? Olha, tá aqui uma sensação de uma força, de uma coragem, né, para seguir fazendo o a escolha que nós fizermos, né? E aí ele fala, olha, interiorizar-nos na oração, vivendo cada vez mais a plenitude da vida por dentro, faculta-nos observar o que somos, quem somos, o que realmente está acontecendo em nossas vidas. facilita também nossa percepção entre o real e o imaginário, diminuindo as possibilidades de iludir-se ou fantasiar-nos com ocorrências, né, e fatos exteriores. E aí ele lembra, né, a passagem que que

facilita também nossa percepção entre o real e o imaginário, diminuindo as possibilidades de iludir-se ou fantasiar-nos com ocorrências, né, e fatos exteriores. E aí ele lembra, né, a passagem que que Paulo traz lá em Coríntios. Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Então, que a gente possa fazer o recolhimento, né, que desde Jesus já é exemplificado. E aí, né, todos os estudos a gente fala de Santo Agostinho, que só reafirmou, né, no livro dos espíritos, que é necessário esse recolhimento. Eh, pode ser diário, pode ser a cada situação que aconteça nas nossas vidas, né? Mas que a gente pare e faça essa conexão, né, para entender o que nos aconteceu e ver qual é o sentido daquilo, né, e como nós iremos agir diante do que está nos acontecendo, buscando sempre as diretrizes das leis divinas. né, buscando sempre agir no bem, sairmos de nós mesmos, né, para que a gente possa fazer o movimento em direção de sermos os instrumentos da obra divina, né? >> É, aí tudo se reporta ao autoconhecimento, né? Isso. >> Eu preciso primeiro identificar, né, o que não está bom em mim, o que está trazendo sofrimento para daí depois disso eu tomar a decisão de sair desse processo, né? E eu também separei aqui no livro da Joana, o homem integral, ela tem um capítulo que ela aborda, né, a busca da realidade. É o capítulo 13 e ela aborda a autorresponsabilidade. >> E nessa autorresponsabilidade ela diz: "Cada criatura é responsável pela própria evolução. Ninguém pode realizar o esforço de iluminação interior em lugar do outro. O auxílio superior chega como inspiração e amparo, mas a decisão e a ação pertencem a nós. Então ela explica, né, que o ser humano deve assumir a condição da sua própria vida e não esperar que o milagre aconteça. Porque muitas vezes é isso, né, Patrícia? A gente quer que o outro faça por nós. >> Sim. Muitas vezes a gente procura a casa espírita esperando um milagre, né? Um milagre que a minha vida mude, o milagre que aquele irmão desencarnado que está

A gente quer que o outro faça por nós. >> Sim. Muitas vezes a gente procura a casa espírita esperando um milagre, né? Um milagre que a minha vida mude, o milagre que aquele irmão desencarnado que está em sintonia comigo se afaste de mim. Eu quero que as pessoas façam isso acontecer na minha vida. E na verdade isso nunca vai acontecer, porque depende de nós, né? A casa espírita através de um passe, de uma água fluidificada, né, ali do trabalho mediúnico, ela pode trazer um bálsamo ali naquele momento para nos trazer um pouco, né, aquele respiro para que a gente crie força, coragem, né, nos dê aquele impulso. Mas se nós não mudarmos e se nós não nos esforçarmos, aquilo ali volta tudo novamente para nós. Porque é aqui dentro que eu preciso mudar, né? A partir do momento que eu trago, como diz Joana, essa autorresponsabilidade, né, que a minha vida depende de mim e de ninguém mais e que eu tenho que fazer por mim, né, eu começo a mudar esse olhar. E é desafiador, é desafiador saber que ninguém pode fazer por mim, que não vai ter uma pírula que eu vou tomar e vai melhorar tudo na minha vida, né? Que não vai ter uma pessoa que vai lá, vai me dar um passe e como um passe de mágica, tudo na minha vida vai mudar, né? Depende de mim. >> E muitas vezes nesse processo a gente se assusta quando percebe isso. E o que que a gente faz? A gente volta para dentro do nosso casulo >> e segue a vida olhando para fora novamente. >> Porque quando a gente quer olhar para dentro, né, a gente decide olhar para dentro, é doloroso. É difícil muitas vezes perceber que nós não somos perfeitos, que nós temos muito mal e nós, como é que é aquela aquela frase de aquela fala de Paulo? O mal que eu não quero. >> O mal que eu não quero eu ainda faço. O bem que eu quero eu ainda não consigo fazer. >> É, então a gente pode dizer que essa frase ela resume muito deste texto, né? Porque é isso quando a gente busca esse autoconhecimento, traz para nós essa autorresponsabilidade. A gente percebe que o bem que eu desejo,

pode dizer que essa frase ela resume muito deste texto, né? Porque é isso quando a gente busca esse autoconhecimento, traz para nós essa autorresponsabilidade. A gente percebe que o bem que eu desejo, que eu quero, ainda não está em mim, né? 100%, né? Nós temos muito mais do mal que eu não quero >> do que do bem que eu quero. Mas é é o processo, né? é o caminhar, eh, é o esforço de tirar essas ervas daninhas aqui do meu, né, da minha plantação, do meu cultivo, né? Isso demanda esforço, muito esforço. >> Mas é possível, é possível. Nós temos inúmeros exemplos que a espiritualidade nos traz, né? >> Sim. >> Mostrando que é possível. O próprio Paulo, né? tá aí como um grande exemplo para nós, né? É, já que que Jesus foi colocado num pedestal tão alto para que a gente nem tentasse, né, nem tentasse alcançar o que ele disse, porque é isso que tá escrito aqui, ó, nessa última frase, vós sois deuses, só que não vai acontecer da noite pro dia, como Sheila falou, é um processo de construção, de querer, de vontade, de se manter nesse caminho, de não sair do caminho da porta estreita, né, de assumir a responsabilidade. E aí que ele fala, ó, gradativamente o ilimitado vai te surgir. E aí, que que é isso? É isso, é que nós vamos ter acesso pelo nosso merecimento, né, a novos recursos que já estão em nós, mas nós precisamos construir, nós precisamos ir buscá-lo. Ninguém vai fazer por por nós. A Sheila tava falando, lembrei daquela frase que tem na internet que o pessoal fala: "É tudo volta, isso te conforta ou te assusta?" E eu acho que a gente pode colocar paraa nossa responsabilidade, né, nossa autorresponsabilidade pela nossa pela nossa evolução. Eh, você é responsável pela sua evolução, isso te assusta ou te conforta? Porque delegar, né, a nossa a nossa responsabilidade ao outro também pode gerar muitos desatinos, muitas escolhas equivocadas. atrasar, né? Eh, paralisar a nossa marcha do progresso. Agora, se eu tenho controle, se eu tenho a responsabilidade, eu assumo, por mais

ambém pode gerar muitos desatinos, muitas escolhas equivocadas. atrasar, né? Eh, paralisar a nossa marcha do progresso. Agora, se eu tenho controle, se eu tenho a responsabilidade, eu assumo, por mais doloroso que seja, por mais incômodo que seja, eu tenho eh a decisão está comigo. A decisão está comigo, né? E aí é ir fazendo pouco a pouco, passo a passo, né? Não querer abraçar o mundo com as pernas e fazendo, né, cada eh incômodo que a gente sente ir em busca do que está acontecendo, né? Por que aconteceu? Porque eu me senti assim, porque e situações se repetem, né, na minha vida? Então, vamos olhar, né, as lições que estão chegando e não o acontecimento em si ou personificar, né, aquela pessoa fez isso, aquela pessoa falou aquilo. A escolha é dela, né? Mas claro, nos afeta, porque estamos todos conectados, envolvidos com quem estemos, temos que estar para nosso melhoramento. Mas também uma situação mais adversa é para vivermos, por exemplo, a nossa capacidade de viver a verdadeira caridade, porque a gente já sabe qual que é benevolência, indulgência e perdão, né? Então, eh, é um caminho desafiador, é, né? é um caminho desafiador. Jesus nunca disse que ia ser fácil, mas que a gente ponha eh muita atenção nessa intenção que ele colocou aqui, nesse interesse, com qual interesse nós estamos no mundo. Nós temos agido no mundo, temos utilizado os nossos talentos, né? Porque isso vai mostrar para nós o que nós temos que trabalhar, né? Aonde que nós temos que ir para fazer essa alteração lá de pensamentos, de sentimentos, para poder fazer o bem que a gente quer, né? intelectualmente já eh conseguimos abarcar, mas que ainda não sai por nós. >> Eu acho que pegando essa tua fala, nós como espíritas, eu considero que a gente de certa forma é privilegiado, né? Porque nós temos o conhecimento da vida futura, né? da lei de ação e reação. E quando a gente fala ah o que estamos buscando, nós espíritas, deveríamos, né, nem sempre é assim, né, eu me incluo nisso, nós deveríamos olhar

nhecimento da vida futura, né? da lei de ação e reação. E quando a gente fala ah o que estamos buscando, nós espíritas, deveríamos, né, nem sempre é assim, né, eu me incluo nisso, nós deveríamos olhar mais para realmente para essa vida futura, né? Então, nesse plantil que estamos plantando hoje para colher lá na frente, e muitas vezes a gente se deixa envolver pela vida material. >> Uhum. Muitas vezes a gente acaba deixando muito mais das nossas horas do dia paraa vida material, né, do que pro que realmente importa, que é a nossa vida espiritual, né, que é essa vida que Deus veio nos colocar. A gente muitas vezes, ah, mas eu tenho que trabalhar, ah, mas eu tenho que fazer isso. Ah, mas eu tenho. Na verdade, se a gente for olhar bem a miúde, são desculpas que nós mesmos arrumamos para nós. Precisamos, precisamos sim da vida material. Faz parte do progresso, né? >> Claro. >> Mas que ela não seja exagero, né? Que tenha um equilíbrio, que a gente possa e é como a gente fala, né? Nós temos o corpo físico, né, e o corpo mental, o corpo espiritual, que a gente consiga ter tempo para cuidar de todos eles, né? Então, nós precisamos dedicar um tempo pro nosso espírito, paraa nossa alma, buscar conhecimento, buscar, né, entendimento para que a gente tenha cada vez mais consciência. Porque a partir do momento que nós temos essa consciência de que tudo aqui é passageiro, que a gente não vai levar o nosso carro, que a gente não vai levar a nossa casa, que os nossos filhos não são nossos filhos, que os nossos maridos não são nossos maridos. Muitas das dores acabam quando nós temos essa consciência, porque eu não sofro quando eu não tenho o meu carro ou quando eu tenho e acontece alguma coisa e eu perco ele, né? Eu não sofro porque eu não tenho uma casa tão linda e maravilhosa quanto o meu vizinho tem, porque eu entendo que aquilo ali é passagem, passageiro, né? são bens que Deus nos coloca na nossa vida para que sirva de aprendizado para nós e não para que a gente crie raízes naquilo ali, né? O a gente precisa criar

que aquilo ali é passagem, passageiro, né? são bens que Deus nos coloca na nossa vida para que sirva de aprendizado para nós e não para que a gente crie raízes naquilo ali, né? O a gente precisa criar raízes lá no na nossa moral, né? trazer para nós os ensinamentos do Cristo. Isso sim precisa estar enraizado em nós. Agora, o material nós precisamos pro necessário, o necessário para nossas vidas, né? A a vida em família, né? Hoje a gente fala muito, né? Que as famílias estão se perdendo, né? E esses dias ainda eu vi um vídeo que falava sobre ao redor da mesa, né? O quanto a comunhão do alimento ao redor da mesa é importante paraa família, né? Eh, a através dessa reunião, desse jantar, desse almoço em família ao redor da mesa, muitas, muitos sentimentos ali são depurados, muitos sentimentos, né, se fortalecem ali naquele momento, né, muitas coisas acontecem e hoje a maior parte das famílias não está mais tendo esse momento, né? A tecnologia tomou conta dos nossos lares hoje. Muitas vezes a gente diz que não tem tempo para dar atenção para as crianças. Na verdade, não é que não temos tempo. Nós preenchemos o tempo que temos com coisas que não vão, né, agregar na nossa vida futura. A gente tá muito no aqui agora, no momentâneo, né? A gente esquece que a educação, a atenção que nós damos para aquelas crianças que estão, né, sobre a nossa tutela, ela tem um período ali, né? E a partir do momento que passa esse período, que eles estão mais suscetíveis ao aprendizado, depois nós não conseguimos mais resgatar aquilo ali. E daí lá na frente acontece horrores, né? Por quê? Porque são crianças que cresceram sem discernimento, >> sem direcionamento, né, dos pais, achando que podem tudo, que o pai e a mãe nunca disseram não, por sempre supriram a criança de tudo porque faltava atenção. Então, como eu não dou atenção, eu vou dar, vou dar brinquedo, vou dar todas as coisas que eles pedem, né? E daí crescem crianças que não sabem o que é o não, que não tem limites, né? E ali a gente peca também.

o eu não dou atenção, eu vou dar, vou dar brinquedo, vou dar todas as coisas que eles pedem, né? E daí crescem crianças que não sabem o que é o não, que não tem limites, né? E ali a gente peca também. Então que a gente possa trazer esse nosso olhar para tudo isso, né? >> É falando aí, ó. A gente cresce não quando atinge os objetivos, mas o que a gente faz no decorrer do caminho. A que custo buscamos as coisas. A gente observa os nossos obstáculos. Não, a gente não tá aproveitando a jornada, a gente tá só querendo chegar no destino e não tá absorvendo, né, a experiência da jornada, que é isso que nós vamos levar. Eu tava aqui, achei ele tava falando, eu escutei uma uma palestra do Dr. Décio agora de manhã de É que para mim já tá tarde, gente. E e ele falou de um capítulo aqui do livro da esperança, exatamente, que falava: "A hora que a gente chegar na nossa passagem, nós vamos deixar tudo. Nós vamos deixar tudo, porque ele tava falando sobre identidade, né? E é uma coisa que o Hamed falou aqui, achei muito interessante, né? Para quando a gente vai para dentro, a gente começa a ver quem eu sou, que eu sou, como eu sou. Então, Dr. D estava falando sobre isso, porque a gente já não sabe mais se reconhecer como filhos de Deus, porque a gente precisa de todas as coisas da matéria para achar a nossa identidade. Então, né, esse depois eu vou achar esse capítulo aqui, não, não adianta, a gente não vai levar esse brinco, a gente não vai levar esse óculos, né? E aí ele citou, obviamente a experiência do Vittor Flank lá no campo de concentração, né, que a primeira coisa que ele fala é eles tiram a nossa identidade, né, e corta o cabelo e a roupa tudo igual e mal nem o número não aparecia na roupa. Então é realmente nós estamos desconectados do que nós realmente somos. Nós estamos eh vivendo num estádio no estágio de transição, né? Aproveitando só as coisas da matéria que não vão construir a nossa vida futura, como falou, elas são referências, como, né, todo esse capítulo aqui, servir a

o num estádio no estágio de transição, né? Aproveitando só as coisas da matéria que não vão construir a nossa vida futura, como falou, elas são referências, como, né, todo esse capítulo aqui, servir a Deus e a Mamon, traz pra gente de uso de propriedade, né, da riqueza e tudo e posses, mas elas são os instrumentos para nos melhorarmos e melhorarmos aos outros. Olha, medita no emprego dos teus recursos no campo da fraternidade. Eu tá falando recursos, teus recursos é tudo, é tudo que tá incluído no nosso pacote do planejamento reencarnatório, talentos, eh, pessoais, né, e talentos materiais que nos foram emprestados, mas a gente vai ficar agarrado neles, como Jos falou, né? não vai nem dar atenção ao valor do obstáculo, a lição do obstáculo e vai só, né, se matar e chegar lá na aposentadoria e estar, né, eh, sem saúde para aproveitar o que tanto foi imaginado aqui. Por quê? Porque não se aproveitou a jornada, né? Não se aproveitou o processo. Então a gente tá querendo ser feliz no final, sem construção, né? Sem edificação íntima, só com coisas que não sustentam, com a casa na areia, né? E não com a casa na rocha. E olha só, Patrícia, olhando aqui o evangelho que eu tava com ele aqui do lado nesse capítulo, buscar e acharei. Tem um item, observar os pássaros do céu, né? >> Isso. >> E ele fala assim no item seis, né? Só um trechinho. Não ajunteis tesouros na terra, onde a ferrugem e os germes os devoram, onde os ladrões os desenterram e roubam. Mas formai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os germes os devoram. Porque onde está o vosso tesouro, aí está o vosso coração. >> Isso, >> né? Então eu acho que com esse trecho, né, eu já posso deixar com minhas considerações finais, porque cabe muito a isso, né? A gente olhar para nós, olhar pro que realmente é essencial na nossa vida, né? Porque a gente muitas vezes está em conflito, né? Não consegue ter consciência do que realmente é essencial. E eu acredito que um exercício pra gente fazer, para trazer essa consciência do que é o essencial é

gente muitas vezes está em conflito, né? Não consegue ter consciência do que realmente é essencial. E eu acredito que um exercício pra gente fazer, para trazer essa consciência do que é o essencial é nos lembrarmos, né? que muitas pessoas quando estão lá no seu leito de morte, eles não reclamam os carros que não tiveram, as casas que não tiveram, as viagens que não fizeram. Eles não reclamam nada disso. Eles reclamam o momento que deixaram de estar com seus filhos, né? Aquele perdão que não foi não foi dado, né? não foi recebido >> aquela palavra de amor que eu te amo que não foi dito, aquele abraço que ficou, né, sem ser dado. Isso, né? Então, que a gente possa fazer esse exercício e pensar, se hoje, né, fosse o dia do meu desencarno, >> o que seria essencial para mim hoje? O que eu levaria daqui hoje, né? Então eu fecho esse estudo de hoje com essa reflexão. O que eu levaria daqui hoje? O que é essencial para mim? O que vai me fazer falta quando eu não estiver mais aqui. É, meus amigos, muita coisa pra gente pensar aí, porque a gente tá a gente tá precisando mudar esse referencial, né? O essencial tá dentro, não está fora. E como disse Emano, Deus está em nós, não é? Nós precisamos eh nos certificar dessa verdade, né? Para isso a gente precisa fazer esses movimentos, senão a gente vai ficar, ó, rodando, rodando, dando volta, não vai saber o que é o essencial, não vai saber o que escolher, né, para levar paraa nossa jornada imortal e vai ter que retornar, né, já sabemos que não com as mesmas oportunidades, da mesma maneira. Então, realmente importa aproveitar tudo como está sendo agora, né? Porque não volta da mesma forma. Eu vou terminar e com o Leão Denim no capítulo final do amor, né, que também eh tá eh tá no problema do ser, do destino da dor, né? E que ele diz assim, pra gente ter certeza que nós temos esse Deus em tudo, né? Mas a gente precisa se abrir, a gente precisa fazer o mergulho íntimo e abrir a nossa alma, abrir a nossa consciência para senti-lo. Aí ele diz assim: "Quem

erteza que nós temos esse Deus em tudo, né? Mas a gente precisa se abrir, a gente precisa fazer o mergulho íntimo e abrir a nossa alma, abrir a nossa consciência para senti-lo. Aí ele diz assim: "Quem pois num dia de verão, quando o sol irradia, quando a imensa cúpula azulada se desenrola sobre nossas cabeças e dos prados e bosques dos montes e do mar sobem a adoração, a prece muda dos seres e das coisas. Quem pois deixará de sentir as irradiações de amor que enchem o infinito? a perfeição da natureza que tem tudo, que tem esse Deus, né, que comanda com seu determinismo do bem. É preciso nunca ter aberto à alma essas influências sutis para ignorá-las ou negá-las. Muitas almas terrestres ficam, é verdade, hermeticamente fechadas para as coisas divinas, ou seja, para si mesmo, porque nós somos divinos. E então, ou então se sentem nas suas harmonias e belezas, escondem cuidadosamente o segredo para si mesmas. Parecem ter vergonha de confessar o que conhecem ou o que de maior e melhor experimentam. A gente tem vergonha de ser filho de Deus, de humildar, né, de quebrar o nosso orgulho e e admitir que somos todos irmãos. E aí ele diz: "Tentai a experiência. Abri o vosso interior, abri as janelas da prisão da alma aos efúvios da vida universal. E de súbito essa prisão encherá de claridades, de melodias. O mundo todo de luz penetrará em vós. Sentirá no universo um poder soberano e maravilhoso que nos ama, nos envolve, nos sustenta, que vela sobre nós como o avarento sobre a joia preciosa. E invocando dirigi-lhe um apelo ardente, será logo penetrada a sua presença, de sua presença e de seu amor. Então que a gente, né, não tenha vergonha jamais, nunca mais de sermos filhos do nosso pai de amor e bondade. E roguemos a ele, né, que possamos sentir a sua presença em nós, nas nossas vidas, nas nossas escolhas, né, nas nossas decisões, que a nossa consciência esteja cada vez mais desperta e lúcida para fazer o bem e viver esse amor. Obrigada, Sheila. Obrigada por esse estudo maravilhoso.

nas nossas escolhas, né, nas nossas decisões, que a nossa consciência esteja cada vez mais desperta e lúcida para fazer o bem e viver esse amor. Obrigada, Sheila. Obrigada por esse estudo maravilhoso. >> Eu que agradeço, Patrícia. Agradeço a você. Agradeço essa doutrina que nos traz tanta consciência, tanto aprendizado, a oportunidade de estar aqui nessa encarnação como espírita, né, que nos favorece tanto o entendimento, né? Agradeço a todos os nossos irmãos que ficaram presentes aqui conosco, a todos que vão estar acompanhando esse estudo depois na sequência, enfim, que esse estudo possa realmente, né, nos tocar e tocar a cada um que aqui, né, chegue através desses canais que sempre nos apoiam aí. Muito obrigada a todos. Obrigada, gente. Um bom domingo. >> Ai, vamos fazer a prece. É, eu já eu já embalei aqui no Leon. >> Eu fiquei na dúvida se já era a tua prece. OK, nós sinalizamos. >> Podia ser, mas >> é, mas então vamos só >> isso >> rogar a Deus, nosso pai de finta bondade e misericórdia. ao nosso mestre amado Jesus, que nos oriente sempre, coloque em nosso coração o bom ânimo, a esperança e a coragem de dar-nos o passo que cabe a nós em busca dessa vida futura, essa vida de esperança, de felicidade, de bênçãos que nos espera. Que possamos dar voz a essa centelha divina que está dentro de nós. Que possamos a cada dia mais ter consciência do que é essencial pras nossas vidas. Que nesse caminhar a gente não se perca no ego, no orgulho, na vaidade, e sim que a gente possa fortalecer em nós o amor ao próximo, o auto amor, o perdão, o autoperdão, a resignação diante das dificuldades dos dias difíceis. E sempre com a confiança de que Deus está em nós hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Obrigadão. Deus abençoe a todos. Um bom domingo para todos. >> Bom domingo, gente. Até. เฮ

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