Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 36 | 09.11.25

Conecta Espiritismo TV 10/11/2025 (há 4 meses) 59:12 6 visualizações 2 curtidas

Estudando com Jesus | 09.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 36: O filho do orgulho Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ E bom dia ou boa tarde, né, ou boa noite. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso Estudando com Jesus aqui na nossa casa do Jese com os canais parceiros. Bom dia. Bom dia, minha amiga Sheila. >> Bom dia, Patrícia. Bom dia a todos que estão conosco, a Teca, o Walter aí. Sejam bem-vindos hoje para mais um estudo, né, mais um aprendizado desse livro maravilhoso, né? E vamos que vamos, né, Jos entrando aí também. >> É isso aí, coisa maravilhosa esse ano, esses espíritos amigos, né? Hoje uma mensagem aí. Meu Deus, meu Deus, meu Deus. Vamos colocar aqui uma um poemazinho de Sâmia pra gente nos harmonizar, né? Sintonizar aqui com os benfeitores espirituais e pedir a permissão para que a gente possa fazer reflexões eh com bom senso, com amor, né, que nos agreguem na nossa jornada. Eu mergulho [música] no abismo de mim mesmo. Me procuro na caverna em que me escondo e me encontro [música] encurvado em sofrimento na escuridão. [música] Meus erros camuflando. Me aproximo [música] e em meio a densas trevas me conheço, me abraço, me consolo, me perdoo me acolhindo [música] e sem reservas, com ternura, me aconchego no meu colo. Regozijo [música] ao descobrir-me sem ser falso. Me preencho por amar-me e ser amado. [música] e decido a mim mesmo resgatar. Me retiro da caverna nos meus [música] braços. Me apresento a liberdade encantado e me entrego [música] inteiro à vida por me amar. >> Muito bem, vamos aí ao nosso autoencontro, que é o que precisamos para sermos felizes, para vivermos mais harmoniosamente, né? Vamos fazer a nossa leitura, então esse capítulo de hoje, 36. Ai, foi difícil, né? >> Verdade, né? >> É, esse aqui >> é um encontro com nós mesmos. >> Então, esse é o autoencontro. Pois é. Vamos ver aqui, ó. O filho do orgulho é uma mensagem de Caiar Chuteel hoje. O melindre, filho do orgulho, propele a criatura a situar-se acima do bem de todos. É a vaidade que se contrapõe ao interesse geral. Assim, quando o espírita se melindra, julga-se mais importante que o espiritismo e

ho do orgulho, propele a criatura a situar-se acima do bem de todos. É a vaidade que se contrapõe ao interesse geral. Assim, quando o espírita se melindra, julga-se mais importante que o espiritismo e pretende-se melhor que a própria tarefa libertadora em que se consola e esclarece. O melindre gera a prevenção negativa, agravando problemas e acentuando dificuldades ao invés de aboli-los. Essa alergia moral demonstra má vontade e transpira incoerência, estabelecendo moléstias obscuras nos tecidos sutis da alma. Você quer seguir até o final ou nós vamos parando porque esse texto é um pouquinho longo, né? Tanto esse texto ã fala. Vamos até o fim. pode ir >> ler até esse trecho ali, né, que ele começa é o diretor e depois a gente vai >> vai lendo mais um pouquinho, que senão é muito extenso, né, pra gente >> é bem extenso esse texto de hoje, né? A e também o texto ao qual ele faz referência, né, no Evangelho que é o capítulo sete, né? Bem-aventurados os pobres de espírito. Uhum. >> O item 11, a mensagem de La Cordé. Eh, é uma extensa reflexão, né? Então, a gente vai trazer alguns pontos, né? Aí, porque não vai dar para ler tudo também, né? Então ele já deixa, olha, ele fala, evitemos tal sensibilidade de porcelana que não tem razão de ser, porque aí depois ele vai dar os exemplos, né, do de onde nós encontramos as essas atitudes de melimbres, né, e ele começa de dentro do núcleo espírita, né, como ele cita aqui no início, para depois ir para a vida, né, para fora, pro geral, porque nós, eh, eu fiquei pensando aqui, né, como ele fala, já eh esclarecidos, né, e um pouco mais eh mergulhados aí no entendimento da verdade, deveríamos ser os primeiros a não mais alimentar esse filho, né, do orgulho nas nossas nossas consciências, né, nas nossas atitudes e que vem, né, não deixa eh de ser do nosso próprio egoísmo, né, porque ele fala, coloca o bem eh o seu bem acima de todos. Então a gente vê lá em Joana, né, no Jesus evangelho, a luz da psicologia profunda, que o orgulho é filho do

er do nosso próprio egoísmo, né, porque ele fala, coloca o bem eh o seu bem acima de todos. Então a gente vê lá em Joana, né, no Jesus evangelho, a luz da psicologia profunda, que o orgulho é filho do egoísmo, né, que ela fala. Então a gente vai vendo essa sequência, né? Se a gente alimenta o nosso egocentrismo, o nosso interesse pessoal, invariavelmente seremos orgulhosos, porque é uma consequência natural da, né, da da forma de operação do espírito nessa faixa ainda evolutiva, né, da sua um sintoma dessa fraqueza moral. E aí a reação inevitável é o melindre diante de situações que não favoreçam, né, eh, aquilo que nós gostaríamos, né, que a gente sente que é injusto, que eu não merecia, ao invés de olhar paraa oportunidade e aproveitá-la, né, como eh um convite que sempre é, né, cada oportunidade é um convite para que a gente saia de nós mesmos, né? Renuncie a essa condição ainda inferior e faça um movimento eh de encontro com as leis, né? Reajustando com as leis e com o evangelho. Então, foi isso que eu fiquei pensando aqui nesse início. É, é coisa, hein, gente. Parece, é fácil de falar. Vem, vamos fazer, né? Vamos fazer. Como é que vai, Sheila? É, é isso mesmo, né? Essa tua colocação tá muito, muito assertiva, né? E na verdade eu tava aqui refletindo também sobre isso, né? E daí já me venho na cabeça ontem aqui preparando o estudo que qual é a maior chaga da humanidade, né? Segundo os espíritos nos colocam, é o orgulho, né? Orgulho. Então, é a maior chaga da humanidade. Até até tem uma pergunta no livro dos espíritos que eu acabei lembrando só agora, se não teria procurado, que ele fala, né, ah, o que a gente deve combater primeiro, né, em nós, né, na na busca dessa nossa transformação moral, né? E o que devemos combater primeiro, ele diz que é orgulho, né? Porque justamente orgulho é a chaga da humanidade. Uma vez combatido o orgulho, a gente já vai botando por terra todos os os nossos vícios morais, né? Como ele fala ali, o melindre é o filho do orgulho, né? E propele criatura

é a chaga da humanidade. Uma vez combatido o orgulho, a gente já vai botando por terra todos os os nossos vícios morais, né? Como ele fala ali, o melindre é o filho do orgulho, né? E propele criatura situar-se acima de do bem de todos, né? A vaidade que se contrapõe ao interesse geral. E você colocou ali essa questão do movimento espírita, né? Do meio espírita. quando nós estamos nesse movimento espírita e a gente acaba se envolvendo em várias atividades, enfim, e muitas vezes isso acontece, né, quando nós temos esse orgulho muito forte ainda dentro de nós, né, a gente se melindra e se melindra de várias formas, mais paraa frente ali ele vai citar, né, mas muitas vezes quando a nossa vontade não é aceita, né, quando a nossa opinião a gente sugere alguma questão e ela não é aceita, a a gente se melindra, a gente fica, né, magoado, ferido e daí muitas vezes a gente abandona, abandona o estudo, abandona a casa espírita, abandona, né, os amigos que a gente fez nessa caminhada, porque a gente entende que o nosso ponto de vista é o correto, né? E o que Kaibar Chuteos nos mostra aqui, na minha visão, é que nós devemos ampliar, né, essa essa esse ponto de vista. a gente deve colocar o bem de todos, né, acima da nossa vontade, principalmente quando a gente fala, né, de um grupo de estudo ou no trabalho também, né, que a gente vai ver um pouco mais paraa frente. Isso em tudo na nossa vida, né? Quando a gente começa a olhar pro bem de todos e a gente percebe que muitas vezes aquela minha opinião, aquela, né, a minha sugestão ou a minha vontade, ela é muito boa para mim, né? Muitas vezes para mim, >> para algum companheiro meu, mas na grande maioria não é boa pro grupo em geral, né? Então a gente tem que ter essa consciência de trabalhar em nós isso, né? e não simplesmente querer que a nossa vontade seja feita acima de qualquer coisa, né? E você já mencionou ali o Evangelho Segundo Espiritismo, né? E no Evangelho Segundo Espiritismo, eu peguei uma uma citação que eu achei muito interessante, que diz

a feita acima de qualquer coisa, né? E você já mencionou ali o Evangelho Segundo Espiritismo, né? E no Evangelho Segundo Espiritismo, eu peguei uma uma citação que eu achei muito interessante, que diz assim: "O melindre é uma forma sutil de orgulho. Surge quando nos magoamos facilmente ou esperamos reconhecimento, né?" >> Sim. Quantas vezes nós estamos trabalhando, estamos nos empenhando, né, porque nos empenhamos realmente nas atividades que estamos fazendo no meio espírita, no nosso trabalho, no nosso lar muitas vezes, né, e não recebemos esse reconhecimento. E daí a gente fica triste, a gente se magoa, a gente começa muitas vezes a mudar o nosso comportamento em relação às pessoas. Ah, se ninguém me reconhece também não vou mais fazer isso. Deixa que alguém que queira faça, porque já que ninguém, né, me dá valor, é melhor eu não fazer. E na verdade Jesus nos convida a simplicidade e a renúncia do orgulho, né? A grandeza da verdade, a a grandeza verdadeira está em servir sem buscar o reconhecimento, diz ali no Evangelho, né? Então, que a gente busque o reconhecimento. Sim, eu acho que a gente tem que buscar o reconhecimento, mas não é o reconhecimento externo, é o reconhecimento interno da minha consciência tranquila, de eu ter dado o meu melhor, apesar que pra visão às vezes do externo não tenha sido o melhor, mas eu sei que eu dei o meu melhor, né? E e Joana, inclusive ela fala, né? que quem se conhece aceita suas limitações e compreende as aleias como deixa, deixa eu ver aqui, quem se conhece aceita suas limitações e compreende as aleias, deixando-se de sentir-se ferido por insignificâncias, né? Então eu acho que é muito isso, né? essa conquista desse autoconhecimento. Porque quando eu me conheço, eu não preciso dessa validação do externo, não preciso desse reconhecimento do externo. Eu faço porque eu faço por amor. Eu faço dentro do meu lar porque eu amo a minha família, eu amo os meus familiares. Lá no meu ambiente de trabalho eu tô fazendo porque eu quero servir bem. Eu

xterno. Eu faço porque eu faço por amor. Eu faço dentro do meu lar porque eu amo a minha família, eu amo os meus familiares. Lá no meu ambiente de trabalho eu tô fazendo porque eu quero servir bem. Eu fui contratada para dar o meu melhor ali naquela empresa que seja, né? No movimento espírita também. Eu tô trabalhando em prol do Cristo e não em prol de um, dois, três ali, né? Então, sempre colocar isso em primeiro lugar e nunca o nosso reconhecimento externo, né? É isso. E >> isso realmente eu acredito que como Joana diz aqui nesse livro dela, né, o autodescobrimento, uma busca interior, é muito isso, né? É aquela tranquilidade com a nossa consciência. Uma vez que estamos tranquilo, a as opiniões alheias não vão nos tirar a tranquilidade, não vão fazer com que a gente deixe de trabalhar no movimento espírita, não deixe de fazer com amorosidade dentro do nosso lar, uma atividade cotidiana, né? Então é é buscar realmente em nós, né? E não no externo. >> É por isso que é amar a Deus sobre todas as coisas, né? é um mandamento maior, porque aí a gente ganha essa referência, essa referência que tá em nós, porque nós estamos em Deus e Deus está em nós. Então isso que a Sheila falou, a gente não precisa mais olhar para as referências que foram criadas no mundo, né, que são completamente demandantes e que não nos levam ao caminho que nós precisamos para fazer a verdadeira transformação. E aí, queria falar só um bom dia aqui, ó, pra Ventina, é uma amiga querida. Tudo bem lá Juiz de Fora? Que bom que você tá aqui com a gente, ó. É uma das maiores feridas interiores do orgulho. Exatamente. Exatamente. Porque o orgulho se sente ferido. O eu, o personalismo, né? Por isso o egocentrismo se sente ferido e se acha no direito de fazer essa manifestação, né, acima do bem de todos, para seu bem, para o seu interesse, né? E não como a Sheira falou, esse interesse geral, nós precisamos, né, cada dia mais ter essa consciência de que somos todos filhos do pai. E se ele quisesse, né, que nós

bem, para o seu interesse, né? E não como a Sheira falou, esse interesse geral, nós precisamos, né, cada dia mais ter essa consciência de que somos todos filhos do pai. E se ele quisesse, né, que nós vivêsemos, eh, todos iguaizinhos, ele teria nos criado iguais. E ele não nos criou iguais, ele nos criou cada um, né, com a sua identidade para que essa diversidade impulsione o nosso progresso, para que a gente utilize desse recurso uma grande ferramenta e não como o Kaibar diz aqui, né? Eh, gera uma prevenção negativa, eh, é uma alergia moral. Por quê? O emano tem uma frase que fala: "O melindre é a flor negativa do orgulho ferido". É isso porque geram reações que não nos auxiliam e nem auxiliam aonde nós estamos, esse ambiente que nós estamos, como ele vai apresentar aqui, apenas, né, nos deixa centrados em nós mesmos e nós viramos um entrave ao progresso e a melhoria de nós mesmos. e do outro, achando que nós temos mais direitos, né, que o outro e nos esquecendo que não nascemos ontem, que somos espíritos milenares e que nada do que nos acontece acontece sem uma razão, né? Sem uma razão, sem uma causa devida. do mesmo jeito, né, que eh Deus é a causa inteligente de toda a criação. Então, o que acontece conosco hoje é a colheita da nossa sementeira dessa vida mesmo, né? dessa vida mesmo. Não precisamos nem fazer tanta regressão, mas se tá tão difícil de compreender, se não há sentido, já investigamos tudo, então talvez seja de um outro momento. Então, que a gente não se esqueça que nós não nos encontramos ao acaso. Somos todos, né, filhos do pai, sendo esses instrumentos cocriadores da sua obra. E pra gente fazer uma boa cocriação, nós precisamos fazer esse movimento de purificação, né, de essa caminhada que começa então pelo quê? Pela humildade. Pela humildade. Senão Jesus não teria dado o roteiro lá das bem-aventuranças, né? Vamos ler mais um pouquinho, então. Ó, basta ligeira observação para encontrá-la a cada passo. É o diretor que tem a sua proposição refugada e se

não teria dado o roteiro lá das bem-aventuranças, né? Vamos ler mais um pouquinho, então. Ó, basta ligeira observação para encontrá-la a cada passo. É o diretor que tem a sua proposição refugada e se sente desprestigiado, não mais comparecendo às assembleias. O médium advertido construtivamente pelo condutor da sessão quanto à própria educação mediúnica e que se ressente fugindo as reuniões. O comentarista admou estado fraternalmente para abaixar o volume da voz e que se amua na inutilidade. Então, qualquer referência que é feita, né, para nossa melhoria, não é levada em consideração, né? Nós a eh por isso que ele fala que é uma reação, né, negativa, porque nós nos retiramos do trabalho, nós nos retiramos do campo de ação, tiramos a nossa própria oportunidade de melhorar. A gente não vê, a gente acha que tá afetando o outro, né? Mas a gente tá afetando primeiro sempre a nós mesmos, porque nós não estamos aproveitando a oportunidade. E aí ele fala: "O colaborador do jornal vê o artigo recusado pela redação e que se supõe menosprezado encerrando atividades na imprensa. A cooperadora da assistência social esquecida na passagem do seu aniversário e se mostra ferida, caindo na indiferença. o servidor do templo, que foi certa vez preterido na composição da mesa orientadora da ação espiritual e se desgosta por sentir-se infantilmente injuriado. O doador de alguns donativos, cujo nome foi omitido nas situações de agradecimento e surge magoado, esquivando-se a nova cooperação. pai relembrado pela professora das aulas de moral cristã, com respeito ao comportamento do filho e que, por isso se susceptibiliza, cortando o comparecimento da criança. O jovem aconselhado pelo irmão amadurecido e que se descontenta, rebelando-se contra o aviso da experiência. A pessoa que se sente desatendida ao procurar o companheiro de cuja cooperação necessita nos horários em que esse mesmo companheiro, por sua vez, necessita de trabalhar a fim de prover a própria subsistência. O amigo que não se viu satisfeito ante a

ompanheiro de cuja cooperação necessita nos horários em que esse mesmo companheiro, por sua vez, necessita de trabalhar a fim de prover a própria subsistência. O amigo que não se viu satisfeito ante a conduta do colega na instituição e deserta, revoltado, englobando todos os demais em franca reprovação, incapaz de reconhecer que essa é a hora de auxílio mais amplo. Deixa eu ver se tem mais algum. Não, vamos parar nos exemplos, então, porque >> e ouvindo esses exemplos, né, Patrícia, quem aqui não se reconhece em algum deles ou em muitos deles, né? Isso. >> E eu tava aqui te ouvindo falar da humildade, né? E fiquei pensando, né? A a humildade é um exercício, né? A gente precisa exercitar, né? Até que ela seja adquirida, né? Por nós, né? >> Isso. >> Então é aquele exercício diário mesmo, né? De pouquinho em pouquinho, de gotinha em gotinha, né? até que a gente tire toda aquela água suja daquele copo e fique somente a água limpa, né? Então, pensando aqui nessa água suja, sendo esse orgulho, né? Então, de pouquinho em pouquinho eu vou trabalhando, né, a minha humildade para que eu coloque sempre um pouco mais de humildade para que automaticamente o orgulho vá saindo aos pouquinhos, porque se eu for querer simplesmente de hoje para amanhã tirar o orgulho do meu vício moral aqui, eu não vou conseguir, né? Nós estamos muito materializados ainda, né, para que a gente consiga abandonar esse orgulho de vez nessa encarnação. Então, a gente precisa trocar, né, trocar esse nosso vício moral por uma virtude. E isso é um processo lento, um processo dia a dia, ação ação, palavra a palavra, né? Então, a gente precisa estar atentos porque a gente cai muito nas armadilhas, né, >> do automatismo. Muitas vezes a gente tá no no piloto automático e a gente age sem pensar, né? a gente simplesmente deixa esse orgulho agir por nós, porque se a gente para, reflete, analisa um pouquinho, a gente vai perceber, né, que muitas vezes a gente precisa calar a nossa vontade, calar a nossa opinião para que a uma opinião que faça

por nós, porque se a gente para, reflete, analisa um pouquinho, a gente vai perceber, né, que muitas vezes a gente precisa calar a nossa vontade, calar a nossa opinião para que a uma opinião que faça melhor o uso daquilo ali para o bem de todos, né, prevaleça. Nós estamos muito no automatismo e muito na defensiva. A gente muitas vezes nem ouve o que o outro está falando. A gente já está no mesmo instante que a pessoa está falando, a gente tá pensando na resposta que a gente vai dar. Isso eu acredito que é uma armadilha, porque se a gente refletir com atenção, né, com cuidado e muitas vezes precisamos colocar amorosidade nessa nossa reflexão, a gente vai conseguir exercitar essa humildade, deixar a vaidade de lado, né, e perceber que o outro tem razão na sua posição e que mesmo que ele ele não tenha naquele momento, mas quem sabe mais paraa frente a gente vá entender os motivos que levaram ele agir daquela forma, né? Então, é realmente confiar, como disse você, né, em Deus, porque nada acontece por acaso. Muitas vezes a gente pode tá sendo até injustiçado, né, entre aspas, né, porque injustiçados não existe, né, mas a gente pode se sentir injustiçado, mas essa, num primeiro momento, injustiça que nos pareça, ela nos tira de um local e nos coloca em outro local onde nós precisávamos estar. né? E a gente vai perceber isso lá na frente. Ah, se não tivesse acontecido aquilo, se eu não tivesse saído de lá, hoje eu não estaria aqui. Hoje eu não estaria exercitando isso, não teria aprendido o que eu aprendi, né? Porque realmente não é sobre o ponto de chegada, é a caminhada em si. Isso, >> esse caminhar que nós fizemos todo dia é que nós vai vai nos levar nesse objetivo final lá, né, nesse ponto de chegada. E Emanuel, ele Emanuel não, André Luiz, no sinal verde, ele diz que melindres arrasam as melhores plantações de amizades, né? Então, se a gente se se reportar aqui pro nosso interior, com certeza nós em algum momentos nós ficamos magoados, ficamos, né, feridos com alguma

indres arrasam as melhores plantações de amizades, né? Então, se a gente se se reportar aqui pro nosso interior, com certeza nós em algum momentos nós ficamos magoados, ficamos, né, feridos com alguma colocação de algum amigo nosso, né? Então, que a gente se reporte para isso, né? Porque as consequências do melindre são muito grandes, né? Ela prejudica a convivência, o trabalho fraterno, né? como André Luiz diz, rompe os laços de amizade, de serviço, né, e alimenta ressentimentos, né, e de esses ressentimentos, eles distanciam o nosso coração do evangelho, nos distanciam de Deus, da espiritualidade de luz, né? Então, que a gente possa imediatamente, quando reconhecermos esse melindre, que a gente possa ressignificar esse sentimento, né? orar, pedir para que Deus, né, nos ajude a tirar, né, esse orgulho, essa vaidade, né, do nosso coração, que a gente tenha clareza para poder visualizar esse ponto de vista que o nosso irmão muitas vezes tá colocando para nós e que naquele momento a gente não tá tendo capacidade de visualizar, né? >> Exatamente. Olha o que a Ventina falou aqui, ó. Somos diferentes e as diferenças são as provas para tirar 10 e não estacionar. É isso. Perfeito. >> Então isso que a falou, se a gente não tá vendo a lição naquele momento, que a gente entre em oração, em meditação, né? impedir esse auxílio, essa força para que a gente possa ver a prova, para que a gente possa compreender a lição, porque não há nada fora de lugar. mesmo que eh o irmão, né, a gente não tenha feito nada pro irmão, a gente pode aprender com aquela situação. E o exercício que eu tenho feito, né, a Sheila tava falando aí como, né, a gente fazer o exercício que eu tenho feito para não eh me sentir injustiçada é me colocar nesse papel de instrumento, de instrumento. Se eu faço as minhas reflexões, se eu vasculho o meu íntimo, né, se eu busco auxílio em toda essa literatura maravilhosa que a gente tem e além, né, dentro da psicologia, quando você tava falando antes, eu lembrei do

nhas reflexões, se eu vasculho o meu íntimo, né, se eu busco auxílio em toda essa literatura maravilhosa que a gente tem e além, né, dentro da psicologia, quando você tava falando antes, eu lembrei do Carl Rogers, né, que ele fala: "Quando você se aceita, você começa a mudança." Então, se eu busco toda essa literatura, faço a minha meditação e ainda assim eu não encontro razão para aquele, para aquela, para receber aquela atitude, então que eu possa olhar com os olhos da outra face e compreender exatamente isso, que as diferenças são instrumentos, né? São instrumentos. Então, talvez eu esteja convidando o meu irmão a fazer a reflexão que ele precisa, né? Não me melindrando, não entrando na situação, não caindo na armadilha, como a Sheila falou, né? Então eu fazendo o meu trabalho interno, eu consigo realmente ser esse instrumento cocriador de algo melhor para mim e pro outro. né? Essa reflexão. E aí o o Lacorder aqui, né, ainda fala para nós lá no no Evangelho, no item 11 do capítulo 7, todos os homens são iguais na balança divina, somente as virtudes os distinguem aos olhos de Deus. Então, se nós, né, buscamos, já temos a consciência e já temos, né, a intenção do nosso coração, da nossa alma, do nosso entendimento, de buscar os tesouros dos céus, que nós não caiamos nas armadilhas. Porque cair nessa armadilha, né, e se melindrar, é buscar os tesouros da terra que as traças corróem e a ferrugem, né, estraga. É isso, né? É, é bem é bem essa, essa diferença que nós temos que entender. Mas se nós não despertarmos paraa nossa essência divina, né, pra nossa imortalidade, aí fica realmente desafiador, porque aí a gente não tem parâmetros da verdade, né? a gente fica sem os parâmetros da verdade, da vida espiritual para nos embasar, para nos dar essa sustentação, essa força, né? buscar o auxílio do guia espiritual, da espiritualidade amiga ou de um companheiro, né, encarnado que esteja aí já mais amadurecido e possa nos passar a sua experiência, a sua vivência e a gente, né, com admiração, honrando, né,

iritual, da espiritualidade amiga ou de um companheiro, né, encarnado que esteja aí já mais amadurecido e possa nos passar a sua experiência, a sua vivência e a gente, né, com admiração, honrando, né, essa essa esse auxílio, vai procurar seguir, né, vai procurar seguir. Vamos lá, vamos seguindo. Ah, Ventina, nessas reflexões. Estamos todo mundo aqui. Patrícia, uma questão que você colocou ali, né, esse autoconhecimento, né, o quanto é importante, né, e a espiritualidade cada vez mais, né, na literatura, enfim, nas reuniões mediúnicas, tudo tá sendo muito colocado para nós, né, e mesmo fora do meio espírita também, né, tá sendo colocado para nós esse autoconhecimento, porque muitas vezes a gente só, muitas vezes não, a gente só vai mudar em nós aquilo que a gente reconhece, >> o que a gente aceita. Exato. >> É o que a gente reconhece, o que a gente aceita. Porque se eu não me considero orgulhosa, eu jamais vou mudar isso em mim. Porque para mim o orgulho não existe em mim, né? Existe em você, existe nos nossos amigos, enfim, mas em mim ele não existe e eu jamais vou conseguir mudar, né? Sem reconhecer e sem aceitar. Então, o primeiro passo é o autoconhecimento, a gente fazer essa reflexão de nós mesmos, né? E e é uma reflexão difícil de ser feita, porque é muito fácil a gente falar do outro, mas quando a gente vai falar de nós, a gente vai observar as nossas atitudes, é muito difícil, muito difícil a gente olhar para as nossas sombras, pro mudar. E muitas vezes a gente eh é até inconsciente, a gente não faz isso. A gente busca fugir, né, dessas reflexões. >> Uhum. >> E e muitas vezes a gente vai nos enchermos das coisas externas para que a gente não olhe para nós mesmos, né? Então, achar as desculpas no outro é porque o outro é egoísta, porque o outro não entende como eu faço, porque o outro não me valoriza, porque o outro, né, deveria ver o quanto eu estou sofrendo, porque o outro não sabe tudo que eu estou passando, é sempre o outro, porque é mais fácil para nós apontar o dedo pro

outro não me valoriza, porque o outro, né, deveria ver o quanto eu estou sofrendo, porque o outro não sabe tudo que eu estou passando, é sempre o outro, porque é mais fácil para nós apontar o dedo pro outro, né, do que olhar para nós. Mas é um processo que precisamos fazer. É inevitável. Para que a gente evolua, para que a gente cresça, a gente precisa fazer esse processo. A odiando, né? >> É, a gente vai adiar, vai adiar, vai adiar, mas em algum momento ou a vida vai colapsar, né? que daí Deus vai tá ali trabalhando intensivamente para que a gente olhe para isso. E isso vem muitas vezes através de uma doença, através de da perda de um ente querido, através de uma separação, através de um emprego, né, que a gente acaba perdendo esse emprego. Enfim, são tantos meios que são instrumentos, né? Como você falou, quando a gente começa a olhar para todas essas situações como instrumentos que Deus tá colocando para agir em nossa vida, a gente começa a abrir a nossa consciência para que a gente comece a trabalhar esse orgulho em nós, né? >> Sim. >> É um caminhar bem difícil, né? Mas necessário, inevitável. em algum momento das nossas vidas, seja nessa encarnação, seja em outras, todos vamos precisar fazer, né? >> Vai chegar, vai chegar isso, >> vai chegar, vai chegar o momento. E quando a gente se reconhece orgulhoso, a gente se reconhece, todos somos, né? Todos somos, infelizmente todos somos, porque senão não estaríamos mais aqui, né? Porque assim, não estamos aqui em missão, com toda certeza. Eu sempre digo, a única missão que eu tenho aqui é me melhorar, >> é me vencer. Exato. >> É exatamente, vencer as minhas más tendências, né? Essa é a única missão que eu tenho aqui. Mas vai chegar esse momento. Vai chegar esse momento. Então, a gente precisa realmente começar a olhar nas pequenas atitudes do nosso dia a dia e nos moldando pouco a pouco, né, no nosso termômetro, antes que colapse aí um um caos em nossas vidas e daí essa mudança seja abrupta, né? Seja assim, agora vai ou vai ou

atitudes do nosso dia a dia e nos moldando pouco a pouco, né, no nosso termômetro, antes que colapse aí um um caos em nossas vidas e daí essa mudança seja abrupta, né? Seja assim, agora vai ou vai ou racha, como se diz, né? É, chega o provão, né? Chega o provão. A justiça divina, ela é misericordiosa, né? Ela tem a lei de causa efeito, mas ela tem a lei de amor imperando, que é maior e soberana. Então, ela faz os convites, né, com eh na proporção que nós podemos dar conta, mas chega um momento em que chega o convite, né, do provão, do provão ou então da expiação. E aí nós não temos como fugir. Então, se nós não formos, como a Sheila falou, né, ah, que que é esse autoconhecimento? é identificar as causas pelas quais eu reajo desta forma ou desta outra forma, que não estão descritas no Evangelho, que não foram exemplificadas por Jesus, que não estão de acordos com as diretrizes do universo, as diretrizes morais do universo, que é justiça, amor, caridade, a família fraterna. Então, se eu não for buscar, se eu tiver sempre buscando fora, eu não entendi que eu sou um ser espiritual, vivendo uma existência material para me melhorar, como a Sheila falou, mas ao mesmo tempo auxiliar na melhoria de todos. Então, se eu sempre coloco fora, aonde está o meu livre arbítrio, a o meu eh controle das rédias, como Jesus falou, coloca a mão na charrua. Eu não ponho a mão na charrua, eu fico só olhando pro lado e para trás e dou ao outro controle da minha vida, porque eu, né, tô sempre colocando as causas do lado de fora. E aí o ham aqui na renovando atitudes tem um capítulo que chama Eu não merecia, né? que vem do capítulo da Bem-aventurados os Aflitos, mas ele cabe muito aqui no nosso estudo, no nosso entendimento, porque ele diz assim: "As pessoas que acreditam ser vítimas da fatalidade, né, que aí é algo muito eh ruim que aconteceu nas nossas vidas, mas o melind é um é como a Sheila leu ali do André Luiz, é um dardo fulminante que destrói laços, eh, que não precisariam e não teriam que ser

e aí é algo muito eh ruim que aconteceu nas nossas vidas, mas o melind é um é como a Sheila leu ali do André Luiz, é um dardo fulminante que destrói laços, eh, que não precisariam e não teriam que ser destruídos porque faziam parte do planejamento reencarnatório para que eu me reajustasse com as leis. Então, não precisa ser uma catástrofe. Isso já é uma catástrofe, né? E é uma catástrofe e energética, né? Mental, porque e sentimental, né? do sentimento. Então fica tudo acontecendo aqui dentro da nossa, né, da nossa mente. E ele fala: "Continuam apontar o mundo exterior como culpado dos seus infortúnios. recusam absolutamente reconhecer a conexão entre os seus modos de pensar e acontecimentos exteriores. São influenciados pelas velhas crenças e se dissem prejudicadas pela força dos hábitos, pelas cargas genéticas e pela forma como foram criadas, afirmando que não conseguem ser ou fazer o que querem. não sabem que são arquitetos de seu destino, nem se conscientizam de que o passado determina o presente, o qual, por sua vez, determina o futuro. Então, o que eu quero pro meu amanhã? Eu preciso começar agora, né, a transformar o meu, a minha sementeira, o meu plantil. Mas vamos terminar de ler aqui. Nós vamos ter que fazer isso tudo semana que vem também, né? Ó, o espírito que se nega ao concurso fraterno, somente prejudica a si mesmo. Devemos perdoar e esquecer se quisermos colaborar e servir. Agora ele vai falar tudo que Jesus para nós, né? A rigor, sobre as bênçãos da doutrina espírita, quem pode dizer que ajuda alguém? Somos sempre auxiliados, ó lá nos instrumentos. Ninguém vai a um templo doutrinário para dar primeiramente. Todos nós aí comparecemos antes de tudo para receber, seja quais forem as circunstâncias, tanto pela dor ou pelo amor. Pujamos a condição de sensitivas humanas, convictos de que a honra reside na tranquilidade da consciência sustentada pelo dever cumprido. Com a humildade não há um melindre que piora aquele que o sente sem melhorar a ninguém. Cabe-nos ouvir a consciência e

ue a honra reside na tranquilidade da consciência sustentada pelo dever cumprido. Com a humildade não há um melindre que piora aquele que o sente sem melhorar a ninguém. Cabe-nos ouvir a consciência e segui-la, recordando que a suscetibilidade de alguém sempre surgirá no caminho. Alguém que precisa de nossas preces com quanto curtas e aparentemente desnecessárias. E para terminar, meu irmão, imagina se um dia Jesus se melindrasse com os nossos incessantes desacertos. Aí não tinha chance, né? Não precisava nem reencarnação, né? Porque eh se ele se melindrasse, a gente não tinha menor chance de fazer qualquer, né, movimento, eh, nem que fosse numa existência só, porque nós realmente precisamos desta misericórdia que vem com a justiça e vem com o amor para que a gente possa avançar, né? Que a gente possa avançar. Então, se nós permanecermos nessa condição de fragilidade moral, né, nós não nos ajudaremos e não ajudaremos a ninguém, né? Aí eu eu fiz um um quadrozinho aqui, né, de dessa questão de como a gente entender esses momentos, né? Então, por que eh essa situação, né, pensar me ofendeu, me sensibilizou, tá me quase colocando, né, nesse, nessa condição de me melindrar e cair na armadilha, de achar que eu não mereço, né? Que que será que em mim pode ter colaborado, né, para essa atitude do irmão ou então não, realmente ele tem razão, ele tá tentando me auxiliar, eu não fui, né, eh, eu não agi da melhor forma, eu podia ter feito melhor. Então, deixa eu rever aqui as minhas atitudes, né? lembrar que todos erram, todos erram e que somos todos filhos do mesmo pai. Não há, né, um centrismo em um ser. E vamos lembrar, né, gente, nós estamos vivendo no multiverso, que a gente não sabe nem que tamanho que tem, nem até quando que vai expandir. São trilhões, não tem não sei nem falar o número depois de trilhões, quadrilhão, quintilhão, não sei nem falar disso, de estrelas, de sóiss, de possibilidades, de mundos habitados. Quem somos nós nesse multiverso? Nós não somos centros de nada, né?

depois de trilhões, quadrilhão, quintilhão, não sei nem falar disso, de estrelas, de sóiss, de possibilidades, de mundos habitados. Quem somos nós nesse multiverso? Nós não somos centros de nada, né? Centros de nada. >> Não somos centros de nada e não sabemos de nada ainda, né, Patrícia? Perto da grandeza que tem aí pra gente tá explorando, descobrindo, evoluindo, né? Então, a gente tá aqui, um grãozinho de areia, né, nesse universo gigante. E muitas vezes nós nos achamos sábios, >> né? Nos achamos tão sábios que não aceitamos a crítica de ninguém, né? Essa é a parte mais triste, né? Eu coloquei aqui também um quadrinho como antídoto espiritual, >> né? E do orgulho, né? Então diz assim: "Humildade, reconhecer que todos erramos". Você acabou de falar isso, né? Perdão, libertar-se da mágoa, serviço desinteressado, agir pelo bem, autoconhecimento, compreender as próprias fragilidades. >> Isso. >> Oração e vigilância, manter o coração sereno, né? Então, quando a gente mantém esse coração sereno, né, dificilmente a gente vai se melindrar, ou pelo menos não tanto quanto, né, para causar aqueles estragos que a gente já falou ali, né, anteriormente, né? E outra questão que eu peguei aqui também de Joana, que ela diz assim, né, o melindre é o filho do orgulho essa frase a gente já falou. 100 vezes aqui, [risadas] mas ela complementa. O melindre é filho do orgulho e a humildade é o fruto da luz. >> Isso. >> Eu achei tão lindo isso, né? E daí ela diz: "A paz interior nasce quando compreendemos que ninguém nos ofende realmente, apenas revela o ponto que ainda precisamos curar. Isso. >> Então, quando a gente se magoa é porque a gente reconhece algo dentro da gente. A pessoa bota aquele dentinho naquela ferida >> que precisa ser curada, porque se não tivesse, forte, né? >> Não tivesse aquela ferida ali, não vai doer. Não vai doer, né? Mas se dói é porque tá ali. >> É, eu fiquei pensando agora, você falou: "Por que que a gente não se ofende quando a gente faz terapia?" Bom, às

vesse aquela ferida ali, não vai doer. Não vai doer, né? Mas se dói é porque tá ali. >> É, eu fiquei pensando agora, você falou: "Por que que a gente não se ofende quando a gente faz terapia?" Bom, às vezes as pessoas se ofendem também, mas [risadas] por que que a gente não se ofende com o terapeuta? Só porque a gente tá num setting, né, terapêutico, há um contrato, né, de silêncio, de confiança. E aí, então, por isso a gente não se ofende quando essa fragilidade é colocada no holofote, que a gente fica tentando esconder, jogar debaixo do tapete, mas ele vai trazendo para nós para irmos trabalhando. Por que então não é >> teu irmão como esse terapeuta natural? Claro, nós som é é aquilo que a falou, nós todos erramos. Então, nem sempre, é obviamente que o terapeuta vai falar de uma forma muito adequada, muito eh conciliadora, muito eh eh acolhedora. O irmão nem tanto, porque o irmão também está na caminhada, mas vamos tirar esse colorido, né, da emoção e ficar só com a informação e refletir sobre ela. >> Tirar do pessoal, né? >> Então, tirar o colorido da emoção é o personalismo. Exato. >> Eu fico ofendido quando eu trago pro pessoal, né? Isso, isso, >> porque se eu deixo só na informação, eu não vou me ofender, >> não. >> Mas é, eu acredito que é muito isso que Joana nos fala aqui, né? É quando alguém bota o dedo na nossa ferida e que se dói é um alerta. Se eu me ofendi, então eu preciso trabalhar isso aqui. Isso aí já pode ficar de alerta para nós, né? né? Mas se eu não quero trabalhar porque eu tô jogando para debaixo do tapete e eu tô falando para mim mesma que eu não tenho essa condição, qual que é a reação que eu vou ter? O orgulho ferido. >> Uhum. >> E o melindre. >> Exatamente. E Joana aqui, ela encerra dizendo que o coração humilde não se fere, ele simplesmente compreende. Compreende a informação que tá sendo dada e aplica, né? aplica sema informação no seu dia a dia, né? E muitas vezes replica até, né? Então, eh, é novamente a cura, a evolução do ser está no

ompreende. Compreende a informação que tá sendo dada e aplica, né? aplica sema informação no seu dia a dia, né? E muitas vezes replica até, né? Então, eh, é novamente a cura, a evolução do ser está no autoconhecimento. Conhece a ti mesmo, né? >> É. >> E a como é que é o ditado, Patrícia? Conhece a ti mesmo, conhece a verdade e a verdade lhe >> ah, a verdade vos libertará. Sim, exatamente. A verdade vos libertará, mas só liberta se a gente colocar em prática. >> Sim, >> porque só saber gera sofrimento moral, porque aí a gente entra nesse movimento da eh reflexão infinita que não muda, que não nos muda, né? Sexta-feira eu com a Jose, nós estávamos numa numa palestra que teve de um professor de yoga aqui numa casa e oveda que tem aqui pertinho de casa, né? Então eles fizeram uma palestra ali, a gente foi lá prestigiar. E eu achei muito interessante porque o o professor que tava dando ali a palestra, ele falou, né, de uma historinha de dois irmãos que passaram uma infância bem difícil, né, o pai alcólatra, passaram muita necessidade, passaram fome, enfim, né, todas as privações, né, que que uma criança ali naquela idade não deveria passar, tanto moral quanto emocional, física, enfim. Aí na sua adolescência, né, depois na fase adulta, cada um foi para um para um lado, a família já era desestruturada, enfim, né? Cada um foi para um lado. Passado um tempo, encontrado o irmão, um dos irmãos perguntado, né, para ele, porque ele tava bem-sucedido, tinha prosperado na vida, tinha uma família estruturada, feliz, filhos, enfim, perguntaram para ele como que você conseguiu, né, ter essa tua vida próspera, ter essa família feliz, estruturada, sendo que você venho de uma família tão desestruturada, com tantas privações em todos os sentidos e tal. Aí ele falou assim: "Ué, mas como que eu poderia fazer diferente se eu não queria aquilo mais paraa minha vida, né? Eu já tinha exemplo de como eu não queria, então eu tinha que buscar o que eu queria, né? >> Passado mais um tempo, encontrar o outro

fazer diferente se eu não queria aquilo mais paraa minha vida, né? Eu já tinha exemplo de como eu não queria, então eu tinha que buscar o que eu queria, né? >> Passado mais um tempo, encontrar o outro irmão, andar ilho, né, na rua e tal, alcólatra, usuário de droga e tal. Meu, mas como que tu fez isso da tua vida, né? Sim, mas e como eu poderia fazer diferente com a vida que eu tive? >> Isso, >> com os exemplos que eu tive, não tinha como fazer diferente. Então, na verdade, é muito isso, né? O que a gente faz com as experiências que nós tivemos na nossa vida, né? Então, muitas vezes a gente vai ter experiências que vão nos magoar, mas em vez de ficar ali naquele melindre, naquele estágio, né, tá sempre no vitimismo, no vitimismo, que a gente pegue aquelas informações, como a Patrícia colocou, né, ou muitas vezes até as críticas, né, porque a gente sabe que em alguns momentos vão ser críticas mesmo, né, e muitas vezes até injustas ali, mas que a gente pegue aquilo e não não coloquem no nosso coração. mas que leve realmente para que a gente trabalhe em nós o que a gente precisa trabalhar e melhore e muitas vezes se forem injustas que a gente pegue aquilo ali de exemplo para não fazer com o nosso próximo também, né? Então é tudo depende de nós, tudo está em nossas mãos, está no nosso livre arbítrio, né? E Deus nos dá a cada instante uns os instrumentos necessários para que a gente progrida, né, na sua amorosidade de pai maior que ele é conosco. Ele sempre está velando por nós e fazendo o melhor por nós. Muitas vezes nós não entendemos, né? Mas >> nós recusamos. Exato. >> Nós recusamos porque não nos julgamos merecedores dessa condição. Nós queremos outras condições, né? >> Então é isso, né? Não é o que nos acontece, é como nós reagimos ao que nos acontece. Nós construímos os muros, né, de os muros de de orgulho e de personalismo ou nós construímos pontes de amor e entendimento. Fica aí pra gente refletir, né? Aí pra gente refletir. Ai, tá certo, amiga. Tá certo. E aí?

os muros, né, de os muros de de orgulho e de personalismo ou nós construímos pontes de amor e entendimento. Fica aí pra gente refletir, né? Aí pra gente refletir. Ai, tá certo, amiga. Tá certo. E aí? Acho >> tá bom, né? Se [risadas] >> tá bom por hoje, né? Podemos >> Tá bom por hoje. Já tem pro mês inteiro. >> Tem material aí para interiorizar aí por um um período aí de um mês pelo menos. Aí tem bastante coisa aí, né? Gente, até o próximo capítulo. >> Exato. Exato. Ah, obrigada a todos então que estiveram aqui com a gente. A gente, né, agradece muito aos que verão depois também, né, que possam aproveitar essas singelas reflexões aí da nossa da nossa humilde experiência, né, dos nossos humildes estudos, buscando viver o evangelho. se aproximar cada vez mais da lei de amor, né, da lei de justiça, fazendo pro outro que a gente gostaria que fosse feito para nós e sempre colocando o nosso pai maior acima de tudo nas nossas vidas, né? >> Exatamente. Eu também agradeço a todos, né? Agradeço a oportunidade de estar aqui hoje nesse estudo, porque como eu falo, né, se estamos hoje aqui trazendo essas lições aqui, né, não é porque nós já superamos tudo que tá aqui, não. É porque nós precisamos trabalhar em nós, né, muito do que tá aqui e servir também, né, de exemplos através da humildade, da resignação, porque somos somos instrumentos, né? instrumentos da divulgação da doutrina espírita, instrumento dentro dos nossos lares, né? E a gente precisa, como diz a Patrícia ali, pegar as charas em nossas mãos, essa responsabilidade, né, que nos nos foi oportunizada para que a gente realmente comece em nós, né, esse processo. E isso para mim é uma oportunidade gigantesca, né? cada estudo é um aprendizado que a gente precisa interiorizar, né, dessa forma, >> sempre para nós primeiro. >> É, então muito obrigado a todos, um excelente domingo, que Deus nos abençoe, né, nos proteja. Você quer que eu faça prece? Você vai pra gente terminar? >> Posso, posso fazer sim. >> Obrigada. Então vamos

então muito obrigado a todos, um excelente domingo, que Deus nos abençoe, né, nos proteja. Você quer que eu faça prece? Você vai pra gente terminar? >> Posso, posso fazer sim. >> Obrigada. Então vamos agradecer, Senhor Jesus e pedir que nos ensine a vencer orgulho, a sensibilidade ferida, que saibamos compreender em vez de reagir, servir em vez de reclamar e amar em vez de nos magoar. Dai-nos a serenidade dos corações humildes, dos que confiam em ti, no teu trabalho. Que possamos viver em paz, aprendendo com cada contrariedade e transformando os melindres em compreensão e em amor. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada, amiga. Obrigada a todos. Obrigada a todos. Obrigada, Patrícia. >> Domingo que vem tem mais.

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