Encontro Integrado de Áreas Funcionais: ACSE e AEE | Sábado - Manhã
📜 Tema: Acolhimento, inclusão e amor ao próximo: compreendendo o valor de cada alma 📅 Salve na agenda: 25 e 26 de outubro de 2025 (sábado o dia todo e domingo de manhã). - Como garantir que todas as pessoas que chegam ao Centro Espírita tenham suas necessidades acolhidas? - Como promover um espaço seguro, diverso e humano em nossas atividades? - Divulgação doutrinária e estudo espírita podem agir para que cada alma se sinta valorizada? Essas e tantas outras questões vitais para nosso Movimento Espírita nestes dias serão abordadas em uma nova edição do Encontro Integrado de Áreas Funcionais, em outubro, com participação presencial de facilitadores nacionais… 🔹 Encontro Integrado de Áreas Funcionais: Comunicação Social Espírita & Estudo do Espiritismo 📣🌾 🎯 Público-alvo: - Facilitadores de estudo (ESDE, EADE, Evangelho Redivivo e outros); - Palestrantes e divulgadores espíritas; - Voluntários das áreas de Estudo do Espiritismo e Comunicação Social Espírita; - Dirigentes e voluntários espíritas em geral; - Interessados em atuar nessas frentes de trabalho;
E isso tem causado dificuldades de nós compreendermos o tamanho e a extensão do problema. Então, a gente vai começar agora por uma conclusão. O espiritismo, ele vai nos trazer a chave de entendimento da questão da diversidade, introduzindo para a gente o conceito do espírito e o conceito da imortalidade. Primeiro lugar, quando ele nos apresenta a noção de espírito, ele não se restringe a dar-nos apenas um alterno a à matéria. Ele apresenta um ente que faz parte do universo chamado princípio espiritual, que é um princípio inteligente que nasce simples e ignorante, ou seja, ele é indiferenciado em sua origem. Então, se a gente perguntar assim: "Qual é a nossa origem comum?" Nós éramos idênticos. Nós éramos simples e ignorantes enquanto essência. E a medida em que as múltiplas experiências diversificadas e individuais, nós nos tornamos entes exclusivos no universo. Os espíritos puros, eles são curiosamente unidos. Mas eles não são iguais. Cada espírito, ele é perfeito ao seu modo, com o seu conjunto de experiências, de maneira que a sua perfeição é uma relação singular entre ele e Deus. Então, um dia, quando nós formos perfeitos, para os que não estão familiarizados com a ideia, parecerá que todos são idênticos, mas é graças à trajetória peculiar de cada um que eles mantém um entendimento sobre a lei divina, que eles possuem um entendimento de comportamento, mas eles são únicos. indiferenciados. E é a isso que os espíritos denominam a individualidade que está posta. Esta noção trazida pro por Kardec, ela tem algumas implicações que são muito profundas para o modo de pensar. Primeiro porque ela impacta uma visão sobre a vida, constituindo pra gente toda uma nova noção de que cada experiência pelo que passa o espírito torna-se um motivo para a sua diferenciação e ao mesmo tempo representa um convite à sua harmonização ao contexto do universo como um todo. Essa visão, ela tem implicações de natureza comportamentais muito profundas. Por quê? No momento em que eu compreendo que o outro ele é
convite à sua harmonização ao contexto do universo como um todo. Essa visão, ela tem implicações de natureza comportamentais muito profundas. Por quê? No momento em que eu compreendo que o outro ele é precisamente um infinito em si, o meu respeito por ele passa a ser diferenciado. Eu não encontrarei duas almas em todo o universo que sejam idênticas. Se eu as estou vendo como únicas, eu estou de fato com uma dificuldade de compreender as sutilezas. E é por meio de um processo de aproximação que isso vai se tornar diferente. Estas noções traduzidas no pensamento espírita em meados do século XIX, ela cria para o contexto da atualidade um choque. Por quê? Porque nós estamos num cenário em que prevalenciam algumas visões, algumas de natureza, de diversidade, como é o caso da visão espiritualista, mas que dizia o seguinte: "Olha, quando nós nascemos, Deus inventa uma alma e ela está pronta. Acabou. Deus inventou, botou num corpo. Esse corpo passa aí por algumas séries de experiências que mudam o quê? Nada. Ela continuará sendo quem ela é fundamentalmente em sua alma. E se ela conseguiu durante a sua vida acatar umas séries de normas e passar por uma série de ritos, isso define o futuro dela. E é um futuro curioso, porque se ela cumpriu certos rituais, vai pro céu. E quando ela chegar no céu, ela se une à equidade completa de todos. Todos os espíritos ou todas as almas celestes, elas são almas constituídas de um elemento perfeito e como tal elas são indiferenciadas. ou se ela não foi suficientemente madura, ela vai para um inferno e lá nas suas tentações e problemas ela sofrerá novamente de uma eternidade que se repete. É um círculo. O modelo é você não sai daquele contexto de maneira nenhuma. Em oposição a uma visão dessa natureza, se colocava, por exemplo, uma visão espiritualista de unidade. Olha, você tem a falsa ideia de que você é diferente dos outros, mas na verdade você é parte de um todo. e que ao final das coisas, quando passar esta ilusão temporária da qual você está revestido,
e. Olha, você tem a falsa ideia de que você é diferente dos outros, mas na verdade você é parte de um todo. e que ao final das coisas, quando passar esta ilusão temporária da qual você está revestido, que lhe dá a impressão de que você é você, você voltará a integrar o todo como uma gota de água que volta pro oceano. Ela se dilui e ela volta a ser o oceano, o que torna para a gente a experiência da vida uma experiência estranha. A gente tem uma terceira alternativa, que é uma alternativa dentro de um pensamento materialista que se consolidava, que é assim: "Olha, você é diferente de todo mundo, porque quando você surge, você é um corpo próprio num cenário cultural próprio, num cenário social próprio. E você vai se diferenciar disso ao longo da sua existência para encontrar-se com a morte e você volta a ser igual a tudo, ou seja, você volta a ser nada. Percebem que essas visões elas vão criar algumas dificuldades e o espiritismo, ao mostrar-se como uma ideia diferente dessa, ele não vai fazer isso de um ponto de vista teórico. O que que me garante que depois da morte os espíritos são diferentes? É só conversar com eles. O modelo que o espiritismo utiliza para validar a sua percepção é um modelo de natureza experimental. Quando eu entro em contato com as almas depois do fenômeno da morte, eu as percebo diferenciada. Por sinal, foi uma das primeiras coisas que Allan Kardec registrou quando ele, ao experimentar a comunicação mediúnica, ele começou a pensar da seguinte maneira: "Logo aprendi que os espíritos nada mais são do que os homens desencarnados. E como os tais, eles são diferentes. Você tem homens ignorantes, você tem espíritos ignorantes. Você tem pessoas inteligentes, você vai ter espíritos inteligentes. Você tem pessoas sábias, você vai ter espíritos sábios. Você tem pessoas boas, você vai ter espíritos bons. E essa é a regra. Então, Kardec identifica um processo de diferenciação, mas também identifica que o conjunto das experiências está burilando. Há um rumo
tem pessoas boas, você vai ter espíritos bons. E essa é a regra. Então, Kardec identifica um processo de diferenciação, mas também identifica que o conjunto das experiências está burilando. Há um rumo que é aquilo que em filosofia se chama teleologia, uma destinação muito clara que é o aperfeiçoamento continuado desse processo. Por mais estranho que isso pareça, a visão do espiritismo, ela ganhou um espaço muito grande. Ela foi disseminada no mundo de uma maneira muito rápida. Imaginem que quando não havia internet, o fenômeno espírita que aconteceu na França em 1857, alguns 5 anos depois, ela já estava presente no Brasil e estava consolidada dentro de algumas visões. A gente tem notícias, por exemplo, de experiências com as mesas girantes na corte de Dom Pedro I. Então, havia de fato um interesse comum em torno desse processo, mas a ideia ela foi abafada. E ela foi abafada pelo quê? pelo a regimentação que começou a acontecer de alguns problemas sociais no final do século XIX e pela emergência ainda de um pensamento materialista muito severo. A começar, destarte as ideias compartilhadas entre Darwin e Wallace. Charles Darwin era um naturalista, conhecia muito de perto Alfred Russel Wallace e eles nas conversas sobre ele, eles desenvolviam um olhar diferente para a natureza. Wallace introduziu em Darwin a observação de que dentro da natureza as diversidades deveriam ter propósito. Darwin, quando foi pras ilhas Galapo, ele pôde observar uma variação muito grande e trouxe a ideia de que as mudanças produzidas no campo da biologia favorecem um processo de adaptação. Por algumas questões de natureza muito peculiares, ao publicar a sua origem e evolução das espécies, Charles Darwin assinou exclusivamente uma obra que era de fato de autoria dele e de Wallace. Ele muito constrangido porque o editor não havia feito nenhuma menção ao pensamento de Wallace, ele vai ao encontro do amigo que muito tranquilo disse assim: "A ideia tá posta, deixa isso seguir". E a gente começa a ter o primeiro
o editor não havia feito nenhuma menção ao pensamento de Wallace, ele vai ao encontro do amigo que muito tranquilo disse assim: "A ideia tá posta, deixa isso seguir". E a gente começa a ter o primeiro fundamento de um propósito de diversidade no campo biológico. E de fato, essa é uma questão fundamental. A gente tem, por exemplo, um exemplo no campo da agronomia. Em 1845, a Irlanda, ela, por uma série de circunstâncias sociais, ela montou toda a estrutura de cadeia alimentar da sociedade sobre um tipo específico de batata que produzia muito. Então eles plantaram em toda a Irlanda essa batata e como ela era muito rentável e como ela era muito rápida, eles estruturaram toda a alimentação de aí meiados do século XIX sobre este alimento. Em 1845, um pequeno fungo penetrou na região da Inglaterra e isso destruiu em dias toda a população dessa batata nas terras irlandesas. Resultado, de 1845 a 1852, a Irlanda teve a maior crise de fome de toda a sua história, porque não conseguiram lidar com esse problema que não afetou apenas a batata. Os seres humanos pararam de comer exatamente da mesma maneira. surgiria um outro pensamento posteriormente que vai começar a enfrentar isso. E aí eu quero situar essa segunda noção agora de um ponto de vista social. Se a gente tem a diversidade biológica como base para um processo de desenvolvimento, em um ponto de vista social, nós vamos encontrar no pensamento de Georgel, um sociólogo alemão do final do século XIX, que ele vai olhar para a sociedade, eh, o interesse de Sime é muito peculiar. Ele começa os seus estudos observando a população nas cidades, nos grandes centros urbanos que cresciam. E ele pôde perceber que nesses centros urbanos aconteciam alguns fenômenos importantes. Primeiro, um fenômeno de variação das ideias, porque acostumados com uma vida mais rural, as pessoas tinham mais ou menos um padrão de vida que era comum. Você tinha pequenas variações e certos comportamentos. Se seu pai era fazendeiro, você seria fazendeiro. Se
os com uma vida mais rural, as pessoas tinham mais ou menos um padrão de vida que era comum. Você tinha pequenas variações e certos comportamentos. Se seu pai era fazendeiro, você seria fazendeiro. Se seu pai é um pecuarista, você vai ser um pecuarista. Quando isso vai pra cidade, não é mais assim. a o enriquecimento das pessoas passa a ser um enriquecimento monetário e a troca de valores com base financeira, ela vai possibilitar na sociedade um processo de escolha e de diferenciação. Se eu vendo a vaca que meu pai produzia, o valor que eu obtenho disso não me torna de novo um fazendeiro. Eu posso ir a investir em imóveis e me tornar uma pessoa num ramo diferente do que que está acontecendo. Essa variação levou esse sujeito a entender que ponto de vista social haviam dois elementos que eram muito importantes para o crescimento que estava em torno disso. O primeiro era um elemento de natureza ideológica. E aí nós estamos usando essa palavra para nos referir à ideia que subtrai o modo como o indivíduo se comporta. Ele vai dizer que no campo da ideia, o convívio em uma multidão vai trazer uma diversidade de ideias e essa diversidade de ideias gerará conflitos. E esse conflito no campo das ideias é fundamental para o processo de desenvolvimento. Então, Simel, ele vai trazer um conceito no campo da sociedade que é muito curioso, que ele diz assim, ó: "A diversidade gera conflito e o conflito é fundamental para o progresso." Que tipo de conflito ele tá falando? Ele tá falando nas mudanças que você enfrenta diante de uma percepção diferente, a necessidade de você unir-se com isso. E ele vai trazer pra gente um conceito muito interessante, que é o conceito de que a união ela surge do conflito. Obviamente ele não tá falando de um conflito de violência, ele tá falando naquilo que mais tarde seria designado como uma dialética, a presença da ideia do outro que vai nos permitir pensar de maneira diferente. Essa ideia em sí, ela é a consolidação da mesma ideia do pensamento de Darwin.
tarde seria designado como uma dialética, a presença da ideia do outro que vai nos permitir pensar de maneira diferente. Essa ideia em sí, ela é a consolidação da mesma ideia do pensamento de Darwin. num campo biológico, Sime num campo social. Aí nós vamos começar a ter a estruturação dessas ideias no campo filosófico. E certamente o primeiro a fazer isso é um filósofo francês chamado eh Gadamer. Não, agora me me falhou o nome dele. Mas esse filósofo, daqui a pouco eu lembro, esse filósofo, ele vai trazer pra gente uma perspectiva muito curiosa, que é a noção de que na diferença das ideias vai começar a surgir a construção da própria pessoa. Então ele vai enfrentar uma noção muito interessante que vai dizer o seguinte, ó. A tradição filosófica diz que a coisa mais importante do pensamento é quem você é. E na verdade a coisa mais importante é quem você pode tornar-se. Não é quem você é, é quem você pode ser. Então, o problema sai da discussão do ser doente e desloca-se para discussão do devir, isto é, quem você pode ser. E aqui vai introduzir pra gente uma noção interessante. Observe-se. Estamos falando do processo de autoconhecimento proposto por Agostinho de Impona. Esse processo de autoconhecimento vai me levar a perceber o seguinte: eu não sou aquela mesma pessoa que vim à terra quando encarnei. Embora você possa se olhar e identificar-se, você não é aquele menino, aquela menina de 5 anos que foi pela primeira vez pra escola. Você não é mais aquele jovem, aquela jovem de 12 anos que tinha certas expectativas de vida. Então, mantida uma individualidade, você tornou-se. O que nos leva a um ponto importante, quem você é hoje não é quem você será amanhã. Você está inserido dentro desse processo de mudanças. E isso fez com que um outro pensador, esse chamado Emanuel Levinas, um pensador de natureza judaica, ele vai trazer para o pensamento ético uma questão interessante. Diante da diversidade, a coisa mais importante no campo ético é o outro. Por quê? Porque é o único espaço que eu
r de natureza judaica, ele vai trazer para o pensamento ético uma questão interessante. Diante da diversidade, a coisa mais importante no campo ético é o outro. Por quê? Porque é o único espaço que eu tenho de exercer uma efetiva vivência ética é perante o diferente. Então, a ética está baseada num conceito de respeito a quem o outro é. E esse respeito em quem ao outro é, é o reconhecimento de que o outro não sou eu, o outro é ele. E ele vai trazer uma noção muito curiosa a respeito disso, né, que é a noção do rosto do outro. Então ele desenvolve um pensamento que assim, quando você contempla o rosto de uma outra pessoa, você não se reconhece nele. E esse não reconhecimento é o campo em que inicia a ética. Agora, se eu tenho os meus direitos, se eu preciso ter o respeito do outro e o outro precisa ter o respeito dele, nós temos uma questão de um certo conflito de interesses na forma como é colocado. Mas é somente no surgimento de um terceiro quando aparece o outro meu e do outro. Dizer eu sou um, quem está na minha frente é uma outra pessoa e aparece um terceiro dentro disso. Então vejam, diz ele, é aí que surge a noção de justiça. E o que é essa justiça? Como eu equilibro os limites entre o outro, que é natural, porque se eu tenho um um elemento e o outro tem outra natureza, nós temos um conflito que é próprio na presença de um terceiro, nós temos que equilibrar. É uma noção interessante, não nos cabe agora uma visão detalhada desse processo. Esta noção das diversidades trazidas por esse processo vai inaugurar a partir do século XX toda uma preocupação com o surgimento das questões das diferenças e vai suscitar uma noção muito curiosa que é olhe, nós precisamos respeitar as individualidades, OK? Nós precisamos exercitar o respeito diante dos outros, OK? Isso vai trazer uma noção que começa a complicar esse processo. E eu tô me detendo um pouquinho nisso porque eu queria que a gente compreendesse onde nós chegamos com essa história. A gente saiu do século XIX, entramos no começo do século XX com uma
esse processo. E eu tô me detendo um pouquinho nisso porque eu queria que a gente compreendesse onde nós chegamos com essa história. A gente saiu do século XIX, entramos no começo do século XX com uma noção consolidada de diferenças e de responsabilidades, mas nós ainda não alcançamos no século XX a noção efetiva da espiritualidade. Nós ainda estamos nesse campo de um ponto de vista puramente materialista. E aí é neste contexto que vai aparecer um sujeito chamado Frederick Niet. e vai dizer o seguinte: "Olha, mas essa história todinha, essa conversa toda, ela termina diante de uma realidade que é a morte. E quando eu olho para a morte e vejo que todos nós rumamos para o nada, não faz sentido a gente discutir nenhum tipo de ética dessa natureza. Então, eu preciso de fato pensar em mim, somente em mim. E como é que eu exerço o meu poder de potência, a minha vontade de poder, como é que eu consigo me impor sobre os outros? Isso criou uma noção de profundo individualismo dentro do campo filosófico. E rapidamente, quando os pensadores observaram as consequências que tal tipo de egoísmo podiam trazer para a sociedade, cuidaram de refletir sobre algumas coisas. E aí nós vamos encontrar um fenômeno muito interessante, que é a noção que um sujeito chamado Alberto Cami vai apresentar pro homem, que é uma ética do absurdo. O que é a ética do absurdo de Cami? Ele primeiro começa a descrever que, olha, diante da noção do nada, nós estamos de fato num pensamento que torna absurdo qualquer comportamento que não seja o de defender os próprios interesses ou se você não tem condições de enfrentá-los, de você interromper a sua vida. Esse é o problema que ele coloca e vai propor que a gente passe a ter uma ética de absurdo, que é o seguinte: olha, nós vamos limitar o nosso pensamento ao período de vida que nós temos e tentar durante esse período dar algum significado para ele. Vocês estão percebendo como isso cria uma movimentação do ponto de vista pessoal de jogos de interesse, de concentração
vida que nós temos e tentar durante esse período dar algum significado para ele. Vocês estão percebendo como isso cria uma movimentação do ponto de vista pessoal de jogos de interesse, de concentração de uma visão. E aí começa a emergir uma visão diferente desta noção de diferenciação, mas que ainda está amarrada dentro de uma visão puramente materialista, que é a ideia de que nós nos construímos exclusivamente, de um ponto de vista exclusivamente ideológico. Nós podemos ser quem nós queremos ser. O que passou a ignorar um processo importante que é nós temos uma herança. Nós somos o que nós construímos. Nós somos não apenas o lugar que nós nascemos, então nós não somos frutos do nosso meio exclusivamente. Nós não somos uma definição de quem nós somos pelo modo como nós nascemos. Nós não somos determinados por uma história de vida, nem por um conjunto de oportunidades, mas todos esses fatores interferem no nosso processo de construção. A doutrina espírita, ela vai mostrar pra gente que, primeiro, as experiências que nós temos, todas são de natureza pedagógica. E nós podemos enfrentar essas experiências tonicamente de dois modos. Nós temos um primeiro modo que é o modo de agência, ou seja, quando eu eu sou responsável pelas minhas escolhas e eu tomo as atitudes e as decisões da minha vida. Isso é um modo de ação que vai me fazer ter certas experiências. Esse modo de agir é uma voz ativa do verbo. Sou eu que estou fazendo as coisas. Mas nós temos nesse processo de experiências a ação do universo sobre nós. É a voz passiva, aonde esta ação do universo sobre nós é uma modalidade de padecimento. Vejam que a gente não tá usando essa noção de padecimento, essa noção de dor exclusivamente no sentido negativo. Então, por exemplo, o mesmo sol que nós sofremos em Cuiabá e que nos incomoda às vezes, é o sol que permite que a gente tenha plantações exuberantes aqui. Tanto nós quanto as plantas sofremos. ação do Sol. Veja que eu não tenho agência sobre isso. Eu não posso escolher agora. Vou desligar o Sol. Ele
permite que a gente tenha plantações exuberantes aqui. Tanto nós quanto as plantas sofremos. ação do Sol. Veja que eu não tenho agência sobre isso. Eu não posso escolher agora. Vou desligar o Sol. Ele tá aí. Eu não posso escolher agora, não quero mais respirar oxigênio. Existe uma série de coisas na existência que a gente não pode escolher, pois que nós sofremos essa ação. Pois bem, graças a esse duplo mecanismo, o mecanismo da ação e o mecanismo do padecimento, nós então aprendemos a diversidade das coisas na vida. A luz da doutrina espírita é exatamente esse processo que constitui o meu juízo. O que que é o juízo? O juízo não é apenas a minha consciência. O juízo é o meu modo de lidar com a realidade das coisas. E quando na presença dos outros, em conformidade com a lei de sociedade, que diz que isolado, que que acontece com o homem? Ele se embrutece e ele reduz a sua potência de ação. Por quê? Porque ele passa a ter como única referência das suas experiências de vida o seu próprio juízo. Na presença do outro, eu tenho uma visão diferente. Eu tenho a capacidade de aprender de uma maneira diferente. Eu tenho a capacidade de ver as coisas como um modelo diferente. conclusão desse processo, do ponto de vista biológico, do ponto de vista social, do ponto de vista filosófico e do ponto de vista espiritual, a diversidade se mostra como oportunidade de engrandecimento, desde que na base dela exista uma atitude de respeito. E esse respeito é mútuo. A ideia de amar ao próximo como a si mesmo, ela é precedida por uma noção diferenciada. A recomendação é amar a Deus. Por que que essa recomendação ela é importante? Onde Deus se mostra para o indivíduo? O que é para nós a grande expressão de Deus? Durante muito tempo, a gente teve a noção de que Deus estaria perdido lá em algum lugar no céu, né? Encapsulado, talvez em alguma estrutura, mas à luz da doutrina espírita, onde está Deus? em mim, no outro, fora de nós. Onde está Deus? Deus mostra-se para nós na realidade. Que que significa amar a Deus sobre
do, talvez em alguma estrutura, mas à luz da doutrina espírita, onde está Deus? em mim, no outro, fora de nós. Onde está Deus? Deus mostra-se para nós na realidade. Que que significa amar a Deus sobre todas as coisas? Bem-aventurados os que têm puro o espírito, porque verão, onde é que verão a Deus? Verão Deus em todas as expressões da natureza. Todas. Se eu não compreendo essa noção, o meu amar a mim é o amar o meu universo. Amar o Gabriel é amar o universo do Gabriel. Isso significa conflito, isso significa disputa. Mas quando eu tomo por referência a realidade das coisas, eu estou partindo de um pressuposto que é, olha, as coisas são como Deus as proveu. Goste eu ou não, é a realidade que é dada. O modo como eu as experimento é o meu e eu posso, eu devo amar este modo. O modo como Thago experimenta é dele. E eu devo compreender isso também, porque ao compreender o ponto de vista dele, eu me aproximo de uma compreensão da realidade das coisas. No nosso dia a dia, no nosso trabalho, esta concepção, ela muda o modo como nós percebemos a realidade, mas é no trabalho colaborativo do lado do outro, fazendo a transformação da realidade com o outro, que eu ganho o galardão da misericórdia. Isto é, eu passo a perceber o mundo, não apenas do meu modo, mas ao modo do outro também. E isto amplia o meu elemento de compreensão. Eu passo a experimentar a alegria que é minha e a alegria que é do outro. Eu passo a aprender com os meus erros, mas eu também aprendo com o erro dos outros. Eu passo a conquistar alguns elementos de entendimento ao meu modo, mas igualmente ao modo dos outros. Nesse aspecto, a diversidade é um instrumento pedagógico que a vida utiliza para expandir a nossa noção de individualidade quando nós aprendemos a administrar, a otimizar, a melhorar a nossa interação com a realidade. que inclui o outro. Saibamos então trazer as noções de diversidade para o nosso modo de pensar, para o nosso modo de sentir, mas para o nosso modo de agir. Obrigado, >> querido André.
com a realidade. que inclui o outro. Saibamos então trazer as noções de diversidade para o nosso modo de pensar, para o nosso modo de sentir, mas para o nosso modo de agir. Obrigado, >> querido André. OK, Nati. aqui, querido André, eh agradecemos a a sua inspiradora reflexão para nós que já nos prepara para a compreensão do nosso tema, né, amor ao próximo, inclusão. E para dar continuidade com as nossas atividades, eh hoje tá de eh nós teremos agora uma programação com a Analígia B. os que abordará o tema de extrema relevância, que se alinha perfeitamente com nosso com o nosso propósito, que a palestra será capacitismo, como superar as barreiras no centro espírita. Ana Líia já está aqui nos aguardando porque ela está na transmissão de Portugal, né? E Ana Lija, ela é pós-graduada em educação inclusiva com surgos, foi professora da rede pública para surdos em São Paulo, em São Cartão do Sul, melhor dizendo, São Paulo, professora de disciplinas de educação inclusiva e Libras e coordenadora dos intérpretes do colégio radial e estácio. Atuou como professora da de faculdade da faculdade de Sumaré também nessa mesma atividade. Ela atualmente é aposentada e faz trabalhos voluntários na casa escrita seara bendita, no campo Belo, em São Paulo, com língua brasileira de sinais aos trabalhadores da casa e conduz o estudo do livro dos espíritos para surdos todos em Libras. Eh, a nossa programação segue com a Ana Líia até às 10:35. E aqueles que estão nos acompanhando presencial e virtualmente também, que quiserem fazer algumas perguntas, será um momento no final que ela também estará respondendo. Ana Líia, fique à vontade contigo. >> Muito bom dia para todos de São Paulo. Nesse momento eu me encontro em Portugal. Eu estou visitando minha filha, então os horários estão bem diferentes, né? Eh, agradeço o convite para participar desse desse encontro aí. Mas antes de tudo, eu vou me descrever. Como eu vi o o par trânsito anterior, o André, ele se se descreveu. Então vamos descrever para os que não tem eh
onvite para participar desse desse encontro aí. Mas antes de tudo, eu vou me descrever. Como eu vi o o par trânsito anterior, o André, ele se se descreveu. Então vamos descrever para os que não tem eh atenção. Eu sou uma moça, uma mulher de pele clara, cabelos castanhos escuros >> que não estou só >> eu uso ócia. >> Oi, >> Ana Lídia, tudo bom? Nós tivemos um problema técnico aqui hoje. Estamos tendo vários, né? Eh, e não estamos te ouvindo, estamos organizando aí te ouvila. Só um instante, por gentileza. >> Posso falar? Pode. >> Vocês estão me ouvindo? Você estão ouvindo? >> Vocês estão me ouvindo >> agora? Sim, agora estamos ouvindo. >> Tá bom. Tá bom. >> Pode agora recomeçar a sua fala. Okay. Ana Lídia, eh, nós vamos fazer uma substituição do retro aqui do nosso projetor, que também deu dificuldade hoje para todo mundo poder acompanhar, tanto presencialmente como virtual. Eh, Ana Lídia, nós vamos dar continuidade, então, enquanto organizamos aqui para eh a sua transmissão para presençar, nós vamos dar continuidade. Então, enquanto organizamos aqui para eh a sua e aí você pode dar continuidade que todo mundo vai acompanhar tanto virtualmente e nos nós iremos te ouvir aqui enquanto eh o pessoal arruma a transmissão, o projetor aqui, tá bom? Então, fique à vontade. A palavra está contigo. >> Olá, vocês me ouvem agora? O som funciona bem? Então vamos lá. Bom dia a todos novamente. Eu agradeço o convite para participar desse encontro. Eh, só que antes eu vou me apresentar para vocês entenderem melhor eh quem quem sou eu? Eu sou uma mulher de pele clara, cabelos escuros, castanhos. Eu uso óculos. Estou usando um brinquinho de pérola e eu uso nesse momento uma blusa preta. Então, eh, eu tenho problema de audição. Eh, eu faço a leitura labial. Muito bem. Então eu espero que vocês estejam me ouvindo bem para poder passar para vocês hoje esse assunto importante que trata sobre a capacitação de receber pessoas com deficiência eh nas casas espíritas. Basicamente a deficiência que eu vou
m me ouvindo bem para poder passar para vocês hoje esse assunto importante que trata sobre a capacitação de receber pessoas com deficiência eh nas casas espíritas. Basicamente a deficiência que eu vou falar é a deficiência auditiva, que é o carro chefe da nossa casa, eh, seara bendita. Então, eu vou fazer uma apresentação. Eu fiz uma apresentação para mostrar para vocês como funciona o trabalho que nós desenvolvemos na seara. Eh, então eu espero que eu consiga passar aqui. Se eu não conseguir, eu peço para vocês me ajudarem, porque eu passei também para vocês e o perfil, tá bom? Então, vamos lá. Vou tentar. Eu não tô conseguindo me apresentar aqui. Espera um pouquinho. หลัก pedo para vocês passarem para mim, porque aqui não tá aceitando passar. É, não é, não é esse, é o outro. O título é capacitisma, que é o o tema que vocês me passaram para fazer a a palestra. Isso. Então, esse é o tema que me foi passado para falar como nós podemos superar as barreiras das pessoas com deficiência no centro turicão. Então, basicamente na seara bendita aí vou falar para vocês, vou passar como funciona e como estamos fazendo acessibilidade para as pessoas que têm problema de surdez. Então, pode passar o próximo, por favor. Então, eu fiz mais ou menos um resumo aqui. Eh, um pouco antes eu vou comentar sobre a minha entrada no Centro Espírita Seara Bendita. Eu começo a frequentar lá com 13 anos de idade, eu começo a fazer as minhas assistências e depois de muito tempo fazendo as assistências, eu começo depois a fazer os meus cursos, eh, para aprender mais sobre a doutrina espírita. Só que no meu caso, eu sou uma pessoa que consegue ter uma boa leitura ara labial. Então eu não precisava de inérprete de língua de sinais na sala de aula com os expositores passando o conteúdo do do espiritismo. Então eu acompanhava muito bem. Porém o que acontece? começaram a depois chegar surdos na instituição. E esses surtos que estavam chegando não são como eh a habilidade que eu tenho de fazer a leitura. São que se usam muito
uito bem. Porém o que acontece? começaram a depois chegar surdos na instituição. E esses surtos que estavam chegando não são como eh a habilidade que eu tenho de fazer a leitura. São que se usam muito da língua de sinais, então o recurso visual para eles é muito importante. Então precisaria de um intérprete com o recurso da língua de sinais para passar para esse surto tudo que o expositor estava passando sobre aquele curso que ele estava fazendo. Como não tínhamos ainda eh intérpretes para esses surtos que estavam chegando, a gente sabe que a doutrina espírita, o espiritismo, ele foca no acolhimento a todos. Então, todos devem ser acolhidos. o físico, o deficiente visual, o surdo, eh o autismo, que nós temos também autismo lá na seara. Então assim, todo público de deficiência deve ser atendido e acolhido, mas para serem acolhidos eles precisam ter acessibilidade. Então no caso do deficiente físico, por exemplo, a acessibilidade acontece com o elevador que nós temos na institução, acontece com as rampas que nós temos de acesso para eles. E com acesso a assuntos, nós estamos implantando agora eh intérpretos de livres. Então aqui eu falo no começo que todos eles começaram a questionar para a nossa instituição espírita bendita, onde estava o intérprete. Eles precisariam desse profissional para passar para eles todos os eh conteúdos que eles gostariam de saber. Então aqui eu falo que a doutrina espírita é importante, muito importante para todos nós, porque ela colhe a a todos para ouvir e praticar o evangelho de Jesus. Isso é uma verdade, porque todos nós precisamos ouvir e praticar o evangelho. Mas no caso do surto, como é que ele vai ouvir o evangelho de Jesus se ele não tem a audição? Ele precisa ouvir, entre aspas, através das mãos. Ele ele precisa visualizar através da comunicação em Libras o que diz os ensinamentos de Jesus para depois quando ele começar a entender, ele começar a praticar. Então, a auditiva, como eu já falei, ela apresenta uma necessidade de acessibilidade muito maior, porque a
z os ensinamentos de Jesus para depois quando ele começar a entender, ele começar a praticar. Então, a auditiva, como eu já falei, ela apresenta uma necessidade de acessibilidade muito maior, porque a comunicação é tudo e tudo o que corta, impossibilita a comunicação para o solto, ela realmente não produz eh o efeito desejado, a procura desejada que eles encontram se não tiverem o intérprete do Libras. Então, há muitos anos que nós estamos eh recebendo juntos e chegou a a necessidade de ver que nós teríamos que mudar esse estudo, esse foco de atender acessibilidade para esse público solto. Pode passar o próximo, por favor. Então, e assim nós começamos eh a procurar intérpretes. Então, eu fui eh procurando intérpretes espíritas, porque o foco é o intérprete se envolver na doutrina espírita pelos sinais padrão eh da doutrina espírita para passar para esses surtos. Então, nós começamos com um projeto. O primeiro projeto foi esse lançado em 2016 com colocando os surdos sinalizados com a necessidade do intérprete no curso básico, que é um corpo bem o um curso bem eh básico mesmo de noções da doutrina espírita. E depois eles foram para o curso mediúnico e evangélico, o mesmo grupo de surdos com o mesmo intérprete, os três anos de cada curso. E aí foram aumentando à procura de outros surtos para fazer um curso também, aprenderem mais sobre o evangelho de Jesus, eh, a doutrina espírita. E aí eu fui procurar mais intérpretes fora da instituição que poderiam nos auxiliar, né? E aí, como a necessidade de ter inérpretes era muito grande e nós não tínhamos eh intérprete suficiente para atender a demanda, surgiu na seara o projeto de eh oferecermos o curso de Libras com espírita para os trabalhadores da casa, para os trabalhadores da terra bendita. E com isso, esses trabalhadores teriam a aula de Libras comigo, eh, dando todo o conteúdo básico que a gente precisa dar também, mas o foco maior seria, eh, os sinais espíritas, a doutrina espírita, todos os ensinamentos de Jesus, as
eriam a aula de Libras comigo, eh, dando todo o conteúdo básico que a gente precisa dar também, mas o foco maior seria, eh, os sinais espíritas, a doutrina espírita, todos os ensinamentos de Jesus, as parábolas, tudo isso. E aí a gente começou com esse projeto em 2016, inicialmente com 3 anos de duração. Então, eh pode passar pro próximo, por favor. E assim todos eles poderiam ter acesso à evolução espiritual com as empresas. Então, esse essa foto que vocês estão vendo, nós temos a Carla, que é uma intérprete que começou conosco junto com esses surtos que vocês estão vendo. De pé tem o Marco, a abaixo dele tem a Roberta, depois tem a Gabriela, depois tem a Tatiana, depois tem a Fabiana e depois tem o Alessandra. Então, todos começaram básico, terminaram o evangelo, foram para o mediúnico. Alguns desses já estão trabalhando como passistas na casa espírita Bita. e ao lado, eh, foi uma comemoração que os próprios surdos organizaram para agradecer o trabalho voluntário dos intérpretes nos anos todos que eles fizeram o curso. Então, eles combinaram o encontro numa padaria que tem perto da seara e eles deram uma lembrança de agradecimento para esses três intérpretes aí, a Carla, a Carolina e a Fátima. Então nós começamos assim com esses surtos e temos outros que foram segundos. Pode passar pro próximo, por favor. E aí nós temos também a Teresa, que é uma outra eh pessoa surta, e ela continua fazendo o curso conosco e ela é passista da Seara Bendita e e ela agora está com o intérprete que é o André, que é o intérpreteado. O André acompanha a Teresa eh na parte de eh passes, como que ela pode fazer o passe melhor? Então ela já tá aprendendo como que tá. Então ela já tá trabalhando como passista e a Fabiana que é uma outra uma outra solta que também estuda conosco. Pode passar pro próximo, por favor. Com isso, nós começamos a ver que deveríamos aumentar a acessibilidade para surdos, oferecendo eh nas explanações evangélicas que nós lançamos sempre aos domingos. Todo domingo tem um tema novo com uma
om isso, nós começamos a ver que deveríamos aumentar a acessibilidade para surdos, oferecendo eh nas explanações evangélicas que nós lançamos sempre aos domingos. Todo domingo tem um tema novo com uma explanação evangélica nova. Então, nós começamos esse trabalho em fevereiro desse ano de 2025. Colocamos um intérprete nessas explanações, só que completamente diferente do que eh a comunidade ouvinte está acostumada. a pessoa, a expositora fica em tela maior e o intérprete fica em tela menor. E nós fizemos esse projeto ao contrário, o intérprete em tela maior e a o expositor em tela menor. Então, como que acontece isso? Existe uma equipe que recebe, uma equipe que distribui para os expositores o tema a ser desenvolvido. Não desse expositor estuda sobre esse tema e depois ele faz um vídeo sobre esse tema. Esse vídeo é passado para mim e eu passo para os intérpretes, delegando para cada um eh um expositor específico. Eles estudam qual é a língua de sinais, adaptação que deve ser feita e depois de avaliado, ele é colocado no YouTube eh aos domingos. pode passar o próximo, por favor. Então, aqui é o que eu estou falando para você. Ele vai aparecer assim, eh, para os surdos. Os surdos entram no YouTube e colocam a acessibilidade explanação evangélica para surdos. E vai aparecer então o intérprete em tela maior e naquela bolinha que vocês estão vendo é o eh o expositor. Então nós fizemos o inverso. Então tem o André que traduz a Diana. A Diana é uma intérprete do Rio de Janeiro e ela se prontificou também a nos ajudar a fazer a interpretação no Brasil. E ela faz também a tradução de todo o Evangelho no lar que nós temos aos domingos eh na seara de forma virtual. E os surdos entram também desse nessa plataforma virtual que nós temos e a Diana estará interpretando o evangelho no arco. Temos a Carla também e tem eu também que entrei como eh intérprete junto com ele para ajudar eh a traduzir as coisas. E a gente vai aos poucos ampliando esse grupo de intérpretes que querem que querem fazer parte da nossa
e tem eu também que entrei como eh intérprete junto com ele para ajudar eh a traduzir as coisas. E a gente vai aos poucos ampliando esse grupo de intérpretes que querem que querem fazer parte da nossa instituição para ajudar na acessibilidade para esses outros. Aqui embaixo, nessa parte em vermelho, eu coloquei eh um site onde tem eh aliás, eu coloquei um link onde tem uma das taxa de interpretações. Então, eh aqui eu acho que talvez não vou conseguir ou se alguém conseguir passar esse link aí só um pouquinho pro pessoal ver. Eh, a gente pode ver se consegue para eles verem um pouco como funciona. Conseguiriam passar para mim? Se não der, não tem problema. Eh, se vocês conseguirem, vocês me avisam e eu espero um pouquinho, senão eu passo pro pro tema de ontem. Podemos passar pro adiante depois a de volta nesse link. Ah, dá para ver então? Tá bom. >> Isso. Ela tá só abrindo o link, tá? Já vamos abrir. >> Tá bom. Tá bom. Não, não. ficaria melhor aí vocês terem uma noção que eu tô falando, visualizando como funciona. >> Tá bem, tá bem. Já vamos abrir. 4, quando ele diz assim, >> só um pouquinho para vocês verem. Olá, que Jesus sempre esteja presente em nossos corações. Hoje iremos refletir sobre o tema conduta. Quem vai nos auxiliar em nossas afecções será Paulo através da sua carta aos Gálatas, no capítulo 6, versículo 4, quando ele diz assim: "Cada um examine sua própria conduta." Quando falamos ou escutamos a palavra conduta, geralmente apontamos o dedo para o nosso próximo e esquecemos de olhar para dentro de nós mesmos, porque nós olhamos mais a conduta alheia do que a nossa própria conduta. Nós estamos vivendo em uma época que nos mostram duas realidades distintas. De um lado, nós temos o desenvolvimento científico e tecnológico, que nos apresenta uma modernidade sem igual. Porém, por outro lado, o vazio existencial cresce dentro de cada um de nós e, sem sentido algum. As conquistas apresentadas no campo da tecnologia nos proporcionam melhor qualidade de vida.
sem igual. Porém, por outro lado, o vazio existencial cresce dentro de cada um de nós e, sem sentido algum. As conquistas apresentadas no campo da tecnologia nos proporcionam melhor qualidade de vida. H já visto os avanços, por exemplo, da medicina, do acesso ao conhecimento, da alimentação, da energia, sem falar nesse nosso dependente moderno inseparável chamado celular. Agora, na outra ponta da corda, o vazio existencial começa a crescer. Podemos tirar, podemos tirar. Era só para ver um pouquinho. >> Então, vocês estão vendo que aqui nós fazemos uma preparação. O fundo tem que ser preto, a roupa tem que ser preta para as mãos ficarem em evidência. A expressão facial é muito importante. Então a gente faz isso. Todos os intérpretes têm o fundo preto, usa uma roupa preta e a mão tem que estar em evidência para eles entenderem melhor. A expressão facial e a expressão corporal, ela é super importante para o sono, tá bom? Então vocês olham aí que é uma coisa padrão, fundo preto, roupa preta. No caso, se a pessoa é tem uma pele mais escura, aí o fundo é preto e a a blusa é branca. É para ela poder ter a mão dela mais em evidência com o fundo. Pronto. Pode passar pro próximo, por favor. E aí a gente foi mais além, né, para melhorar acessibilidade para outros. Nós começamos com um projeto em 2022, eh, colocando turma de Libras com trabalhadores da casa. Então, colocamos a inscrição para quem gostaria de aprender Libras. Então, tivemos uma turma em 2022 bastante eh o número considerável para você poder trabalhar, ensinar bem, verificar a mão dos dos trabalhadores para fazer o uso correto da Libras. E aí eles já estão comigo desde 2022 e esse ano eles terminam, aliás, terminaram comigo o curso, né? Em 2026, esta primeira turma começa a fazer um estágio numa das assistências coletivas, onde é uma assistência padrão, o passe é coletivo, então eles vão eh fazer esse essa tradução que é uma tradução mais simples com uma parte evangélica também. Então eles vão fazer esse estágio o ano
, onde é uma assistência padrão, o passe é coletivo, então eles vão eh fazer esse essa tradução que é uma tradução mais simples com uma parte evangélica também. Então eles vão fazer esse estágio o ano que vem. Então já temos alguns que vão começar como inérprete dentro da nossa casa. E nesse ano de 2025 nós começamos uma outra turma com outros eh trabalhadores da casa. Então, a gente está avançando um parte do cada vez e eu vou mostrar para vocês agora um pouquinho os alunos eh que são trabalhadores da casa. Pode passar pro próximo, por favor. Então, aqui são, pode parar, pode passar o Isso para um pouquinho aí. Isso. Nessa primeira foto estão todos em grupo e eu trabalho com todos em grupo em forma de U para que todos possam ver a mão de todo mundo fazendo Libra, né? Então fica melhor eh os olhares assim de todos, na mão de todos. E eu trabalho muito com data, eu trabalho muito com PowerPoint. Eu coloco muito vídeo em Libras, eu coloco desenhos em Libras e a gente vai trabalhando muito no recurso visual, porque como o surdo precisa do recurso visual, a minha aula toda é recurso visual, porque todos os trabalhadores precisam saber que o surto precisa do recurso visual. Então, essa turma é terça-feira à noite, das 19:30 às 21. E, eh, aí do lado nós temos esse grupo grande, que é o mesmo que está eh nesse círculo. E aí eu vou mostrar para vocês um pedacinho dessa trabalhadora da casa. Eu falo e ela tem que ouvir o que eu falo e traduzir em Libras. Então ela tá começando a aprender agora a ouvir e traduzir para Libras. Pode colocar, por favor. Não sei se dá para aumentar aqui a tela, por favor. Então aqui vocês viram que eu peguei, eu peguei uma leitura eh qualquer pequena e aí ela fez essa e aí ela fez essa tradução com todos os conteúdos que eu já trabalhei nesses 3 anos. Então agora já é o momento dela colocar na mão tudo que ela aprendeu em livre e traduzir de português para a língua de sinais. Essa é uma turma. Agora vamos passar paraa outra turma. Essa é uma turma de quinta-feira.
o momento dela colocar na mão tudo que ela aprendeu em livre e traduzir de português para a língua de sinais. Essa é uma turma. Agora vamos passar paraa outra turma. Essa é uma turma de quinta-feira. Começamos a a data, na verdade tá errada. Nós começamos em 2025. Então essa turma eh é uma turma que tem muita vontade de aprender livra, muita, muita aprendem muito rápido e querem mesmo ser intérpretes para ajudar o surdo. Tem muita vontade. Inclusive a maioria já encontrou surdos em supermercado e veio me contar super feliz que já sabiam se comunicar com surdos, inclusive ajudaram surdo no supermercado. Isso é muito gratificante pra gente ouvir dos trabalhadores da casa que eles encontraram um público surdo fora e conseguiram se comunicar com ele. E aqui é uma trabalhadora que eu pedi para ela fazer o pai nosso em Libras. Vamos ver se a gente consegue eh colocar ela para fazer o Pai Nosso. Pode rodar o vídeo, por favor. Pode pôr um pouquinho mais pra frente. Roda um pouquinho mais pra frente quando ela começa a fazer o Pai Nosso. Pouquinho mais paraa frente. Pode, pode parar aí. Pode parar. Posso? Ela vai começar a fazer agora. Você está ouvindo com? Pronto. Obrigada. Então, essa é a outra turma. Então assim, são duas turmas que a gente já tá conseguindo eh fazer com que eles eh usem a prática da Libras dentro da nossa instituição. Pode passar pro próximo, por favor. E esse último projeto que a gente tem é elaborar uma apostila de Libras com o FOC em F espírita. Então nós começamos a fazer, eu e meu marido, porque o meu marido é desenhista, o meu marido também é solto, oralizado, né? Eh, e ele tem uma uma mão maravilhosa para desenho. Então, ele tá fazendo desenhos de todas eh os sinais e livras e isso leva tempo, demora muito, né? Então a gente tá fazendo bem devagarinho para depois disponibilizar para a seara e aos trabalhadores da casa essa apostila que tem também a parte como falar com surdo, né? falar sem frente para ele, nunca de lado. Eh, às vezes tem que quando for somar o surdo,
bilizar para a seara e aos trabalhadores da casa essa apostila que tem também a parte como falar com surdo, né? falar sem frente para ele, nunca de lado. Eh, às vezes tem que quando for somar o surdo, vai por perto dele, cutuca o ombro, chama ele, né? Não tem necessidade de gritar eh pro surdo ouvir, porque ele não ouve. Então, é só o útil de mão, sinalizando o ombro, eh, tentando falar de frente para ele poder fazer a leitura labial. Se ele fizer, se ele não fizer, tenta fazer a Libras, pelo menos o básico. E assim ele vai se sentindo eh incluído eh dentro da instituição espírita, querendo aprender sobre a doutrina espírita, tendo uma acessibilidade maior. E vamos pro último. Eh, último. Eu agradeço eh vocês pela eh participação aqui de ver a nossa explanação sobre aibilidade para soltos. Eh, aqui tem o meu e-mail, se alguém quiser saber mais alguma coisa, o que é orientação, pode me procurar. Então, é assim, eh, nós temos esse trabalho com surdos dessa acessibilidade que realmente falta, porque eles não ouvem, né? Então, trabalho feito com as mãos, então é um trabalho com muito amor, é um trabalho voluntário, um trabalho assim que todo mundo fica muito feliz porque estão fazendo uma ação, uma caridade para quem realmente eh precisa disso. E agora e recentemente nós estamos recebendo também crianças autistas. Os pais são surdos, mãe e pais são surdos e o filho é aista e o filho ouve, mas ele não consegue se comunicar. Então é um outro trabalho que a gente tá eh verificando, né, de ter uma acessibilidade para autista. Então, no caso, no caso, por exemplo, esse autista, ele foi para fazer um atendimento fraterno. Os pais também foram para fazer um atendimento fraterno. E eu estava lá nesse dia para receber o casal juro. E eu entrei no atendimento fraterno, eh, traduzindo toda a pergunta da da trabalhadora da casa que trabalha no atendimento fraterno. E ela me me falava em português e eu traduzia em Libras para o casal. Depois do casal fazia em Libras para mim e eu fazia a voz para a
da da trabalhadora da casa que trabalha no atendimento fraterno. E ela me me falava em português e eu traduzia em Libras para o casal. Depois do casal fazia em Libras para mim e eu fazia a voz para a expositora eh da do atendimento fraterno. Os pais tiveram um atendimento diferente eh de assistência, mas o filho tinha uma assistência de criança, um passe para criança, que é feito aos sábados e era um sábado. Então, eh, a seara conduziu os pais para serm os primeiros a tomar o passe. Eles viram um pouco da explanação evangélica que eu traduzi, que era uma uma de uma forma mais eh mais suave, porque é para criança, um português mais mais delicado, mais amoroso, com brincadeira para criança, para envolver todas as crianças e os pais. E eu fiz essa tradução para os pais que ficaram assim super emocionados porque tinha acessibilidade para eles eh na explanação evangélica. Depois acabou essa explanação evangélica e eles eles foram os primeiros a tomar passe com os filhos. Então é um um outro projeto que a gente tá vendo também de estar ampliando na seara bendita. E assim eu sou muito grata à instituição, a senhora Benfida, por ter aberto as portas para os surdos, porque é necessário, né, esse trabalho de caridade, de ação, de prática realmente, eh, de ajudar realmente a quem tá procurando e precisa. Então, na verdade, a minha fala hoje para vocês foi essa, para querer que isso possa se espalhar pro Brasil inteiro. Cada casa espírita pode começar o seu trabalho de formiguinha, eh, para receber outros surtos nos seus estados que precisam de acessibilidade, procuram e não têm e precisam, né? Então, é um é um caso assim para se pensar num projeto assim para ser feito, né? Eh, e assim nós começamos assim, eu estou lá desde os meus 13 anos e eu tô agora com quase 70. Eu tô com 69. Então, a gente começou agora eh de tanto verificar essa necessidade e tá sendo muito bom para todos, para os trabalhadores da casa, paraa direção, pro núcleo de ensino, eh pros trabalhadores da casa, pros surtos, pros
meçou agora eh de tanto verificar essa necessidade e tá sendo muito bom para todos, para os trabalhadores da casa, paraa direção, pro núcleo de ensino, eh pros trabalhadores da casa, pros surtos, pros intérpretes. Nós temos uma equipe muito unida, uma equipe muito forte e nós temos certeza que o trabalho só vai crescer, só vai aumentar, porque nós estamos no caminho certo, no caminho de Deus que é esse pra comunidade social. Muito obrigada pela pelo convite e pela participação aqui. Um bom sábado a todos. Eu fico à disposição de vocês. Ana Lídia, bom dia novamente, né? Agradecemos muito a sua colaboração, a sua disponibilidade para estar conosco aqui. E como dissemos, né, esse vai ser um espaço de alguns instantes para que venham perguntas e eu acabei já até enviando duas aqui para ti agora a pouco, né? se existe algum material, algum meio para quem queira começar a a desenvolver e aplicar esses recursos na nos centros espíritas, né, onde eles encontram. E para quem quer começar, qual que seria a recomendação? Qual seria a sugestão para que pudesse iniciar esse trabalho? Eu vi que teve uma pergunta aqui. Eu vi que teve uma pergunta. >> Me ouve, Anarid? >> Pode falar. >> Pode. >> Tá. Tá. >> Eu vi que teve uma pergunta aqui sobre se existe material para quem queira, né? Então, olha só, a gente tem material eh debra, eu digo assim, na nossa casa a gente usa muito aquele aquele dicionário sabe aquele dicionário Libra são três volumes. volume um da letra A letra B, me parece. Depois da letra E até a letra, depois até a letra C. São três volumes. Então, cada volume por ordem alfabeto e por eh por palavras tem o desenho fazendo em livre. Então, por exemplo, por exemplo, você pega esse esse dicionário com a lei e a você vai procurar Jesus. Aí você abre lá Jesus, você procura Jesus e aí vai explicar como é que você faz o sinal de Jesus. Então ele vai falar assim: "As duas mãos abertas com a palma para os lados, para os braços. Então as duas lado a lado. O terceiro dedo da
Jesus e aí vai explicar como é que você faz o sinal de Jesus. Então ele vai falar assim: "As duas mãos abertas com a palma para os lados, para os braços. Então as duas lado a lado. O terceiro dedo da terceiro dedo da mão, esse coloca aqui que é o prego que colocaram na mão de Jesus na cruz. Então, esse aqui e esse aqui, então Jesus, então ele vai explicar primeiro em português como é que você vai pôr a mão e ao lado o desenho fazendo assim Jesus. Então, todas as palavras que vocês quiserem procurar, algumas não são todas, algumas vocês vão encontrar, porque esse dicionário de Libras não é um dicionário com foque espírita, ele é um dicionário com todas as noções de Libras. Então tem alguns Deus, por exemplo, a mão direita em D, você aponta para cima, Deus você aponta, mas você não vai encontrar nesse dicionário de Libra, por exemplo, o sinal de encarnação, porque o sinal de encarnação é um sinal nosso espírita, né? Então você não vai encontrar. Então o sinal de encarnação é assim, ó. Aqui, ó. Reencarnação. Reencarnação. Então esses sinais espíritas que não tem no dicionário ah trilíngue, porque são três línguas, é o desenho, é o português e é o inglês, né? Ele não tem nada de espiritismo. Então, por isso que nós da seara, nós vamos fazer o desenho desses sinais espíritas para colocar na apostila, porque nós não temos. O que temos muito eh no YouTube. No YouTube você pode encontrar alguns sinais, porém é preciso tomar muito cuidado porque tem sinais que não são eh conhecidos pela comunidade surta. Precisa ser validado pela comunidade surda para que todos conheçam esse sinal. É de tal palavra, não pode ser inventado. O sinal é assim, não. A comunidade surda senta, estuda o sinal, cada um dá uma opinião, como pode fazer com a mão o sinal dessa palavra e depois de todo mundo como um acordo se valida o sinal. Então, por isso que material Libra na área do espiritismo não tem ainda físico, né? Material físico não tem ainda, mas você tem no YouTube algumas coisas assim que você vai encontrar, só
lida o sinal. Então, por isso que material Libra na área do espiritismo não tem ainda físico, né? Material físico não tem ainda, mas você tem no YouTube algumas coisas assim que você vai encontrar, só que toma cuidado porque tem sinais regionais também que são diferentes também. Os sinais regionais diferita. É isso. Tá bom. >> Perfeito. Então, eh, nós tivemos mais algumas perguntas aqui, mais duas perguntas, mas você já acabou respondendo ali, né, que foi sobre como iniciar, né, eh, esse processo que você nos orientou aí sobre o material. Então, agradecemos imensamente a sua contribuição eh para este nosso evento, trazendo a a visão de como iniciar as atividades, como elas podem ser desenvolvidas para que os centros e a nossa atividade espírita cada vez seja mais inclusiva e mais amorosa, atendendo aqueles que necessitam conforme as suas condições. Então, muito obrigado pela sua participação, muito obrigado por estar conosco. >> Olha, eu agradeço muito a todos vocês e tenho uma última pergunta aqui para quem quer, para quem quer começar, como fazer, começar a aprender Libras, vocês procurem uma instituição de surdos, né? Instituição de surdos. E ele então a aula de Libras. para quem quer aprender. Agora, se vocês querem aprender, além das aulas de Libras, vocês querem aprender também os sinais espíritas, aí precisa ter um de Libra da do estado que você mora, da cidade que você mora, que tenha um interro espírita aí para passar para você como que é o sinal de Libra na sua cidade, no seu estado. Eu vou dar um exemplo para você. Aqui em São Paulo, a gente fala viagem assim, ó. Quando a mão assim, toca para cima e faz viagem. Eu vou viajar. Em Minas Gerais viajar é assim, ó. Viajar. Viajar. Por isso que eu falo, o sinal de um estado para outro. de fere. Então, quem tá aí em Cuiabá, procure uma instituição, uma instituição espírit, uma uma, como é que fala? Uma comunidade surda, uma comunidade surda para aprender o geral, o geral da Libras que vocês vão precisar, o geral da Libras. E depois de
stituição, uma instituição espírit, uma uma, como é que fala? Uma comunidade surda, uma comunidade surda para aprender o geral, o geral da Libras que vocês vão precisar, o geral da Libras. E depois de tudo, quase tudo aprendido, aí vocês passam para a parte dois. que é aprender o sinal específico do Espiritismo. Então, cada um na sua cidade, no seu estado, eh, o passo é esse. Primeiro vai pra comunidade surda, aprende os sinais e depois vai aprender os sinais espíritas na sua casa espírita com interpros espírita da casa espírita que vocês proitam, entendeu? a gente faz assim, eh, de início para todo mundo ter essa acessibilidade, esse aprendizado para ajudar os surdos que chegam. É isso. Tá bom? Obrigado então pela pelos esclarecimentos e fique à vontade para fazer suas considerações pra gente continuar as atividades. >> Eu agradeço mais uma vez a todos. Eu agradeço mais uma vez a todos. Foi muito bom estar com você essa manhã. Eh, aí em Cuiabá é amanhã. Aqui em Portugal já é à tarde. E foi muito bom essa experiência. Eu espero que vocês tenham gostado. Eu espero que vocês tenham eh que eu tenha colocado uma semente aí para vocês, para vocês formarem aí também o trabalho de vocês de formiguinha. Eh, porque a gente sabe que não é o trabalho fácil, a gente sabe porque profissional eh interno de Libras ainda a gente tem muito pouco, muito pouco no mercado. Então, a gente precisa ter mais eh esse profissional. Então, eu tenho certeza que Jesus ele faz as coisas certas no momento certo, na hora certa. Então, nada por acaso de eu ter nascido com problema, ter nascido ouvinte, ter ficado surda depois, eh, ter aprendido eh a língua de sinais, ter aprendido o português para hoje poder ajudar a comunidade surta. Isso é maravilhoso. Eu agradeço Deus em primeiro lugar por ter me dado essa essa chance, essa possibilidade de fazer esse trabalho que eu amo. Eu adoro esse trabalho de ajudar a toda a comunidade de sução. Obrigada a todos. Um beijo bem grande no coração de cada um e grata
sa essa chance, essa possibilidade de fazer esse trabalho que eu amo. Eu adoro esse trabalho de ajudar a toda a comunidade de sução. Obrigada a todos. Um beijo bem grande no coração de cada um e grata mais uma vez pelo convite. >> Muito obrigado, Ana Lídia, muito a sua contribuição. e dando seguimento às nossas atividades. Eh, primeiro vou trazer a nossa modelo. Eh, quem tiver interesse na nossa camisa, na camiseta do evento, né, a aqui na recepção vai tá eh vendendo, temos algumas ainda lá. E mais um recadinho. Eh, quem não está no grupo, eh, entra no grupo porque vai ter material para que a gente possa amanhã aprofundar nas duas nas duas oficinas que teremos, OK? Que aí a gente vai no período da tarde tá compartilhando esse material lá para leitura prévia, para que possam contribuir mais efetivamente e aprofundar no conhecimento preparatório. Mais alguma coisa? Tenho mais um recadinho. Os pais que trouxeram os filhos, os filhos serão liberados agora no intervalo para fazer o nosso intervalo com lanche colaborativo, tá? E aí então recepcionem ali as crianças para que possamos também fazer essa confraternização em conjunto. Outra questão são as salas, né? Porque na após o intervalo nós faremos as atividades das oficinas. No crachá de cada um de vocês tem o número da sala que vocês vão participar, ok? Na minha sala, por exemplo, no meu crachá, tá? Número dois, tá bom? Temos a sala um, a dois e a três. A sala um é essa. A sala dois é a sala menor aqui na à frente, né? De unif. A dois é a menor aqui à frente, aqui lá no prédio antigo. E a sala três é a sala de unificação, da unificação. OK? Então, 11 horas a gente retorna às salas, tá? Então é importante que você já identifo aí no momento do intervalo, pois não? E o pessoal da internet continua acompanhando do YouTube que nós faremos a transmissão aqui da sala híbrida, OK? Então, um bom intervalo a todos. >> อ >> อ >> OK, podemos. Olá, pessoal que tá nos ouvindo na internet, né, nos acompanhando pelo YouTube. Nós vamos
nós faremos a transmissão aqui da sala híbrida, OK? Então, um bom intervalo a todos. >> อ >> อ >> OK, podemos. Olá, pessoal que tá nos ouvindo na internet, né, nos acompanhando pelo YouTube. Nós vamos retomar, né, o pessoal que já tá no presencial também já está aqui conosco na nossa sala e nós vamos dar início às oficinas. E nesse momento eu vou passar a palavra pro André, que vai conduzir a oficina desta sala, deste grupo. Então, André, por favor, fique à vontade e pode iniciar os trabalhos. Obrigada. Obrigada, pessoal. Olha, eu sei que eu não sou muito bonito não, mas eu não mordo. Vocês podem ficar mais pertinho. Ah, por conta do ar condicionado, né? Tá certo. Ó, a ideia dessa oficina é a gente conversar um pouco a respeito do jovem no centro espírita, tá? E a primeira coisa que eu quero trabalhar com vocês é o conceito de juventude. Quem que é esse sujeito chamado o jovem? A gente tem um efeito muito curioso que é o seguinte: o último senso deu uma caracterização de que o movimento espírita ele está envelhecendo. Então a gente observa o seguinte, a partir da faixa entre 50 e 80 anos, é aonde nós nos mantivemos percentualmente ao longo dos últimos anos. E aí a gente tem a pesquisa de 2010 e depois a gente tem a pesquisa de 2000. E a do de 2022 isso mostrou uma curiosidade pra gente que é a seguinte: esta faixa etária, ela tem se mantido mais ou menos com os mesmos números. O que significa pra gente uma coisa interessante. Se essa faixa etária tá se mantendo do mesmo jeito, isso significa que as pessoas só estão indo pro centro espírita mais amadurecidas, né? Porque quem tinha 50 anos em 2000, em 2022 não tem 50 anos mais, né? É um ponto de atenção que a gente precisa ter. Por quê? Primeiro, nós estamos precisando ter um cuidado para lidar com este indivíduo chamado o jovem, para entendermos o quem ele é e o que ele está fazendo quando ele está buscando o centro espírito. E eu quero começar então dando um passo atrás pra gente refletir sobre quatro momentos da vida.
ovem, para entendermos o quem ele é e o que ele está fazendo quando ele está buscando o centro espírito. E eu quero começar então dando um passo atrás pra gente refletir sobre quatro momentos da vida. Nesses quatro momentos, à luz da doutrina espírita, nós vamos entender que a gente passa por uma fase de infância, a gente passa por uma fase de juventude, a gente passa por uma fase adulta e a gente passa por uma fase senil. E é importante a gente entender que cada uma dessas fases, ela tem um propósito. Cada uma dessas fases não é simplesmente uma sequência de coisas, elas fazem parte de um propósito existencial, entendendo o espírito como ser que volta a uma determinada existência para o desenvolvimento de algumas das suas habilidades. O que o espírito faz durante a infância? Ele toma conta do corpo, ele está se apropriando de um novo instrumento de trabalho. Então eu vou comparar dizendo assim, ó, durante a infância é como se você tivesse ganhado um carro novo e você precisa se acostumar com os novos instrumentos, porque eles mudaram de lugar. Então você você sabe agir, mas o lugar, olha, a marcha não tá mais do lado direito, a marcha agora tá no volante. Você quando acelerar, você não precisa mais empurrar, você simplesmente aperta um botão e define a velocidade que você quer. Você não tem que aprender como lidar com esse novo equipamento. corpo é para o espírito um novo equipamento, mas este equipamento ele vai adquirindo alguns instrumentos que serão importantes ele se apropriar no uso para que ele possa aproveitar a oportunidade. Então, durante a fase da infância, o espírito está nem um novo corpo se desligando de suas antigas formas de pensar e de agir para que ele tenha uma nova oportunidade de aprendizado. Então ele vai desenvolver uma motricidade, ele vai desenvolver a habilidade de lidar com o corpo, ele vai consolidar os aparelhos neuronais com o amadurecimento claro de todas as estruturas físicas. Ele vai assimilar a linguagem para que ele possa utilizar a língua
habilidade de lidar com o corpo, ele vai consolidar os aparelhos neuronais com o amadurecimento claro de todas as estruturas físicas. Ele vai assimilar a linguagem para que ele possa utilizar a língua para expressar-se e para compreender o processo. E isso vai acontecendo durante o período da infância. Nesse período, ele vai ganhar alguns elementos importantes de referenciais, de exemplo de conduta, que é o que a educação fundamental oferece. Quando ele chega na juventude, o papel do período jovem é um processo de consolidação da personalidade. Por isso, durante a fase juvenil, nós vamos ter uma mudança de alguns referenciais, né? Por isso, algumas pessoas dizem que durante a fase da adolescência os filhos são sequestrados, só são devolvidos lá pelos 27, 28 anos, porque tem trocam por um espírito diferente que tá ali. Por quê? Porque a criança durante esse período de formação dela, toda a atenção dela está voltada para o seu núcleo. Então, quem é a melhor mãe do mundo? É a minha. Quem é o melhor papai do mundo? É o meu. Qual é a melhor casa do mundo? É a minha. Qual é a melhor família do mundo? É a minha. E ela tá toda ela tá de costas para o mundo e ela tá olhando para o ambiente em que ela está vivenciando isso. Quando ela entra na juventude, isso muda. Ela vira de costas para o que ela já recebeu e ela se abre para o mundo. Aí você pergunta o jovem: "Qual é a melhor casa?" É a sua, é do seu vizinho, é do vizinho. Quem é o melhor pai? É o do meu vizinho. Quem é a melhor mãe? É da minha amiga. Qual é a melhor estrutura? É a que não é a daqui de casa. E esse processo ele acontece para que ela possa ser exposta a uma personalidade e consolide o seu modo de pensar e o seu modo de sentir pela diversidade das coisas. Nesta fase acontece a consolidação da sua personalidade. E aqui nós estamos dizendo, é quando ela encontra razões para pensar do jeito que ela pensa, para agir do jeito que ela age, para sentir do jeito que ela sente. Então, é uma fase de consolidação de uma visão de
estamos dizendo, é quando ela encontra razões para pensar do jeito que ela pensa, para agir do jeito que ela age, para sentir do jeito que ela sente. Então, é uma fase de consolidação de uma visão de mundo e de uma visão de como vai atuar no mundo. Aí vem a terceira fase, que é a fase adulta. Na fase adulta, você começa a performar, você começa a usar aqueles elementos da sua personalidade para fazer o que você sente ser o seu dever moral, a sua missão pessoal. Por isso o adulto está querendo fazer diferença no mundo. Ele quer cumprir, ele é responsável, ele tá interessado em determinados aspectos porque ele está consolidando a sua expressão que vai acontecer aí durante bastante tempo. que quando ele chega na senilidade, isto é, o corpo para de responder, a mente já não tem a mesma capacidade que tinha, já não tem a mesma força que tinha, já não consegue aprender com a mesma facilidade que tinha, você começa um processo de desligamento. E esse processo de desligamento, ele não começa com desligamento com o mundo, ele começa com uma introspecção e um processo que aos poucos vai afastando a pessoa mais velha e preparando ela para um instante de despedida. A gente diz assim: processo de arrumar as malas para voltar para casa. Sabe aquelas férias que a gente tira que é muito bacana, é muito intensa tudo. Pronto, chegou a hora de arrumar as malas e você precisa voltar. Ah, mas eu ainda tenho muita coisa para ver. Próxima viagem. Nessa já tá dando o que aconteceu. Essas quatro fases, elas fazem parte de um ciclo que se repete. A cada encarnação a gente vai repetir esse processo como um todo. Antes da gente seguir adiante. Tá claro essas quatro fases da vida? Alguma consideração sobre elas? OK, né? Então vamos, por favor, Nel. Eu quando você tava falando, né, quando você tava falando, tavaisando por de maioridade elas conseguem, elas estão no espiritismo? Eu acredito que também pelo fato da compreensão da mensagem de Jesus, porque aí ele deixa o religiosismo e passa a pelo seu
ndo, tavaisando por de maioridade elas conseguem, elas estão no espiritismo? Eu acredito que também pelo fato da compreensão da mensagem de Jesus, porque aí ele deixa o religiosismo e passa a pelo seu interesse, pelo seu conhecimento, a identificar que aquilo tem mais valor, que a doutrina espírita, então, ele se abre a ideias novas, não obstante a idade dele, ele consegue se prender nessa nessa nesses ensinamentos que tem significado, que tem lógica, que convence e lhe dá segurança. Então, talvez as outras idades não tenha ainda passado por experiências que dê essa visão. >> É esse esse ponto que você destaca, ele é muito interessante porque assim, ó, o espiritismo ele também reflete uma maturidade cultural. Então, veja, a gente tem no espiritismo a terceira revelação, né? Olha, gente, a terceira revelação, ela não anula as anteriores. A primeira revelação que aparece em Moisés é uma revelação de contenção. O que é os 10 mandamentos? É um conjunto de nãos. Não matarás, não fareis isso, não fareis aquilo, não fareis aquilo outro, não fareis aquilo outro, que é o quê? A gente está criando um processo normativo. Qual é o objetivo de um processo normativo? Olha, não tô interessado que você compreenda. Eu quero que você faça. Eu primeiro ensino ao meu filho a escovar o dente ou eu explico para ele as consequências dele não escovar? Eu eu escovo, eu primeiro dou comida para ele ou eu explico para ele qual é o processo de nutrição? Entender é uma fase posterior. A primeira fase é uma ação que tem benefícios. Então, quando Moisés levou os judeus para o deserto para experimentar uma trajetória de transformação, ele não estava interessado que as pessoas compreendessem, ele estava interessado que elas agissem. Primeira revelação é uma revelação de ação. A segunda revelação com Jesus, ela é uma relação de relações, aonde Jesus demonstra qual é a melhor maneira de nós nos relacionarmos com quem? comigo, me amando, com o meu próximo, amando o próximo e com Deus, mantendo com Deus uma relação de proximidade, não
s, aonde Jesus demonstra qual é a melhor maneira de nós nos relacionarmos com quem? comigo, me amando, com o meu próximo, amando o próximo e com Deus, mantendo com Deus uma relação de proximidade, não uma relação de temor. E Jesus termina esse seu processo advogando a imortalidade da alma, quando ele próprio retorna, paz seja convosco para os discípulos. E ele traz uma noção disso. Mas a mensagem de Jesus, ela tá preocupada com o entendimento? Não. A mensagem de Jesus, ela é inicialmente um apelo de conduta. Se a lei tá dizendo que não fazer, Jesus está mostrando como fazer. E aí o que que ele promete? Rogo ao Pai e ele vos enviará um outro consolador que vos esclarecerá. veio a doutrina espírita. Então, qual é a moral da doutrina espírita? Ela é diferente da primeira revelação? Não. Ela é diferente da segunda revelação? Não. Mas o que que ela traz de diferente? A razão. Agora você vai entender o porquê de isso ser assim. E é natural que o espiritismo só atraia as pessoas que fazem a pergunta. Por quê? Porque se você não está interessado em compreender, o espiritismo não lhe interessa. Por isso, Allan Kardec vai dizer que o Espiritismo, ele tem uma fala muito particular aqueles que têm a maturidade do senso moral. E quando o Nélio traz pra gente, é claro que no padrão, quando é que as pessoas alcançam uma maior maturidade? Quando elas estão pouquinho mais velhas, na média, elas estão naturalmente mais maduras. Então, começam a fazer algumas perguntas sobre a existência e essas perguntas vão então nos levar a novas reflexões. Agora, espíritos há que desde a infância já começam perguntando o porquê. E essas perguntas dele, elas são perguntas que os fazem entender o que que tá acontecendo na atualidade. De um tempo para cá, a gente tem recebido espíritos intelectualmente mais maduros, cujas questões de porquê estão se intensificando. Resultado disso, as religiões tradicionais não conseguiram dar respostas. Então, a gente tem dentro, eu eu vou só concluir esse processo pra gente fechar esse ponto. As
porquê estão se intensificando. Resultado disso, as religiões tradicionais não conseguiram dar respostas. Então, a gente tem dentro, eu eu vou só concluir esse processo pra gente fechar esse ponto. As religiões tradicionais quando pediram uma fé cega, elas deixaram de dar resposta. E o homem foi procurar resposta aonde? Na pesquisa da ciência, no campo da filosofia. O que que aconteceu? Surgiu um novo tipo de espiritualidade, que é uma espiritualidade materialista. Eu estou interessado nas questões espirituais, mas se você vier com resposta de que é porque Deus quer, é porque é assim, é assim que você tem que acreditar, eu não aceito. Eu quero respostas que se solidifiquem com esse processo. Então esse é o cenário que tá acontecendo no mundo. E para esse cenário, o espiritismo tem uma boa resposta. E aí começa o nosso ponto de preocupação, que é quando nós estamos oferecendo à juventude respostas, que tipo de respostas nós estamos oferecendo? OK. >> Mas tá baixo. Mas ele tá baixo ainda, sim. Vamos lá. OK. Oi. Um, dois. Bom, vamos lá. Eh, eu tava reflexionando sobre isso também, o censo, vamos colocar lá, de 2000 para cá. Então, 2000 para cá são os jovens, né, começando a a vida adulta. E aí tem a influência do meio, né? A gente não pode esquecer isso. E aí, lembrando isso, a gente eh quais são as ações do meio que estão fazendo os jovens também se distanciar. Eh, se acabou com a educação moral e cívica, não tô falando religião, de moral, de princípios, não se tem mais, há mais ou menos esse mesmo tempo. Então, esse jovem eh quando tava lá era criança e que não teve essa base nem na escola e os pais já eram, vamos dizer assim, perderam isso lá também na época da escola, então cortou, ele não teve mais. E aí veio os filhos deles também, que não teve nada de de uma disciplina de uma informação de ética e moral, que é influência do meio. E quando ele chega, e aí a gente lembra ainda que tem os espíritos que estão vindo para ter a última oportunidade, são espíritos mais
lina de uma informação de ética e moral, que é influência do meio. E quando ele chega, e aí a gente lembra ainda que tem os espíritos que estão vindo para ter a última oportunidade, são espíritos mais difíceis. E se já não tem a o meio já não auxilia nisso, né? Lógico que é livre arbítrio de cada um, né? A gente faz a nossa parte, mas a gente pensar nesse jovem, né? Então, esse jovem não teve a base, não teve a influência do meio não foi benéfica, ainda veio drogas e músicas diferentes das épocas nossas que, vamos dizer, nós estávamos lá, se pegar eh eh os adultos nossos de 50 anos, nós estava com 25 e nós tivemos a base moral, né, a o ensino, né, a influência do meio e que toda a sociedade antes disso era permeada em cima desses ensinos. E hoje nós não temos. Então assim, a gente eh é só refletir um pouco sobre isso. E ainda tem os espíritos de última oportunidade, né? >> É importante que a gente vou passar pro Neio porque ela tem uma pergunta correlacionada, aí você faz uma resposta única, tá? Então, o espiritismo ele não é uma uma teoria, não é um algo paraa meia idade, é pro espírito imortal que tem o que tá na infância, que tá na adolescência, que tá na juventude, que tá. Por que que nós essa linguagem não alcança esse espírito imortal? Importa a idade, ele precisava entender porque a mensagem é para ele, né? Então, e aí a pessoa só vai eh acessar quando ela tá na independência, quando ela é capaz de decidir por ela mesma. Aí abrindo ao campo da compreensão quando não precisaria essa linguagem antes. Nélio, eh essa pergunta que você faz, ela é muito parecida com uma reflexão do padre Antônio Vieira ainda no século 17, quando refletindo sobre a parábola do semeador e os pregadores que falavam da mensagem de Jesus, ele faz a seguinte pergunta: "Estamos há quase 2000 anos desde que Jesus veio nos trazer uma mensagem de salvação. E quando a gente olha pro mundo, o mundo tá salvo? Não. Então tem um problema aí. Esse problema a gente precisa refletir. Ou é um problema de Jesus, Jesus não é
io nos trazer uma mensagem de salvação. E quando a gente olha pro mundo, o mundo tá salvo? Não. Então tem um problema aí. Esse problema a gente precisa refletir. Ou é um problema de Jesus, Jesus não é bom, ou é um problema da mensagem de Jesus, a mensagem de Jesus não é boa. Ou é um problema de quem tá divulgando a mensagem de Jesus. E ele faz uma apreciação e diz assim: "Jesus é bom, a mensagem é boa. De quem é o problema? A mesma coisa a gente reflete com relação à doutrina espírita. A doutrina espírita, ela é uma perspectiva de mundo que começa para dizer pro indivíduo assim: "O espiritismo lhe diz o que fazer?" Não, ele lhe convida para você tomar suas decisões. A doutrina espírita diz a você que se você for bom, você vai pro céu? Não. Vai pro inferno, não. Para onde é que você vai? Você vai ficar dentro de você, exatamente com um grau de felicidade, de infelicidade que você pode trazer para você. Ah, então eu não preciso do outro, pelo contrário, você só se consolidará com você mesmo se você for ao encontro do outro. Então, a mensagem espírita, ela é uma mensagem muito forte. Agora, qual é o problema que nós estamos tendo? é que a gente chegou no século XX com uma visão de mensagens totalitárias, tudo ou nada. Então, a gente decepcionados com toda a perspectiva religiosa do século XIX, a gente chegou no século XX com a tentativa de uma perspectiva de um ideal social, uma redenção pela filosofia, uma redenção pela ciência, uma redenção pela economia social. E esses sistemas eles incutiram nas gerações uma busca por realizações no aqui e no agora. Eu não quero saber do futuro, eu quero saber do agora. E o resultado disso é que a gente saiu do século XX completamente decepcionados com as autoridades. Por quê? Década de 60 fizemos o movimento RIP contra o quê? Contra a violência da primeira e da Segunda Guerra Mundial. O que é que se pretendia? Paz e amor. Qual foi o resultado do movimento HIP nas falas de Bequió? Apesar de termos feito tudo, tudo que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos
Segunda Guerra Mundial. O que é que se pretendia? Paz e amor. Qual foi o resultado do movimento HIP nas falas de Bequió? Apesar de termos feito tudo, tudo que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais. É, essa foi a conclusão da década de 60. Diz assim: "Olha, todo mundo que combatia quando chegou tá fazendo igual". Isso criou um cinismo, um ceticismo, que é a marca da década de 70. O que é a década de 70? É um olhar para a sociedade dizendo assim: "Não confio em você. Não confio em você. Para onde eu vou, não sei, mas eu não confio em você". Que foi a década de 80? é a década das experimentações. A gente começou a pensar como é que eu faço. E por isso a década de 80 é a década dos psicodélicos, é a década em que a gente começou a experimentar outras coisas que é o quê? É a década da fuga. É a década do eu não consigo viver com a realidade que aí está. A década de 90, ela trouxe pra gente os novos discursos de individuação e de diferenciação. E essa é uma década que se estende 80 a 2000. É uma década longa. Eu tô chamando de década, né? Só pode ser de 10 anos, mas eu quero dizer que ela é um período que ela vai desconstruindo as coisas. E por desconstrução, eu quero dizer o seguinte, ó. O modelo de família que a gente tinha falso. Por que que por que que a geração estabeleceu isso? Aquela moral rígida de uma família que funcionava daquele jeito. De repente, a gente começou a descobrir que não tinha nada a ver daquilo, né? Aquilo era um discurso de hipocrisia, cujas condutas que as pessoas começaram a ter mostravam que o sujeito que em casa pregava a monogamia tinha 10 amantes, que a pessoa que dizia que tinha que se comportar desse jeito fazia exatamente o contrário. E isso foi fazendo as dizendo, pera aí, pera aí, vamos parar com essa hipocrisia e vamos começar a ver as coisas como são. Então, começou uma era de libertação. Agora você pode ser quem você quiser. E a gente entrou, gente, num período de uma crise de autoridade. A ansiedade do homem de tentar ser
ver as coisas como são. Então, começou uma era de libertação. Agora você pode ser quem você quiser. E a gente entrou, gente, num período de uma crise de autoridade. A ansiedade do homem de tentar ser alguma coisa melhor o distanciou das questões próprias dele. Surgimento da tecnologia, tecnologia avançada, uma riqueza inédita no mundo. Então o sujeito começou a ter direito a uma série de coisas que ele nunca tinha deslumbrado. Então vejam, 90% da população do mundo é a primeira existência dela que ela não está no campo preocupada com a subsistência. Esse instrumentozinho aqui, ó, chamado celular, tem sido a primeira oportunidade de muitos espíritos na Terra de terem contato com a abstração e o entretenimento. Qual é o resultado disso? estão viciados em dopamina. Por quê? Porque a primeira experiência deles com esse processo os está capturando para um processo. E a gente está sendo capturado não apenas pela tecnologia, a gente também está sendo capturado pelas lutas das ideias, que é a marca do nosso tempo. Então, por uma necessidade de você ter uma situação que é: "Eu não confio mais na ciência". Por quê? Porque um cientista diz uma coisa, o outro diz outra. Quer ver um exemplo? Café faz bem ou mal para saúde? Depende. Depende, né? Ovo. Ovo. É bom a gente comer muito ou pouco? Não sei. Vacina contra coisas. Faz bem ou não faz? Vejam, eu tô tocando nesses pontos apenas para você dizer que nós estamos vivendo num mundo que tá assim. Se você ouve essa galera, você pensa de um jeito. Se você ouve essa galera, você pensa de outro jeito, que é contrário àquele. E tem mais um em cinco que tem pensamento completamente diferente de todo mundo. Onde está a autoridade? A gente perdeu a referência dizer assim: "Não, eu confio nisso". E aí nós estamos sofrendo agora de um mecanismo muito interessante, que é o mecanismo das pessoas. Uma parte da população está voltando para uma tentativa de uma relação fideísta congelada. Então, as pessoas estão voltando para as igrejas para perguntar
interessante, que é o mecanismo das pessoas. Uma parte da população está voltando para uma tentativa de uma relação fideísta congelada. Então, as pessoas estão voltando para as igrejas para perguntar aos seus pastores e aos seus padres o que que elas devem fazer. Eu eu não quero mais refletir sobre isso. Eu quero ter a minha conduta desse processo. O que que acontece dentro da casa espírita? dentro da casa espírita, eu estou lhe dando os fundamentos e estou desenvolvendo a sua autonomia espiritual. E aí é acontece o primeiro problema que a gente tem com o jovem. Por quê? Quando o jovem chega na casa espírita, às vezes ele sofre de um problema de autoridade. Por quê? Porque quem é que ele encontra? dentro da atividade da juventude, quando não é uma pessoa que está gerações separadas dele, é um indivíduo que está na fase dele. Então, ele tem um problema de reconhecer a autoridade que precisa ser conquistada como conduta, com discurso que permitam a ele a resposta às suas perguntas. E isso não começa oferecendo respostas, que é o que a gente tem feito. O jovem chegou pela primeira vez, sentou dentro da casa espírita, eu vou explicar ele quem é Deus, vou explicar ele o que é reencarnação, vou explicar ele o que é perespírito, vou incutir uma série de conceitos que eu entendo que são importantes para eles, mas eu não sei o motivo pelo qual ele chegou. Eu não estou fazendo a pergunta dele, qual é o seu problema? Qual é a sua angústia? Quais são as suas questões, Né? Desculpe aqui a insistência, >> mas eu vejo quando você coloca a as referências, as ou faltas de referência e as transformações sociais, aí você citou a década de 70, década final da década de 60, inclusive com rompimento com a família que é o festival de estoque, onde veio, né, droga, amor e sexo, né, em rock and roll. E mas tudo isso impacta na gente. Agora a questão é o Jesus que nós recebemos, ele ele veio num pacote que não é o originário do do Jesus verdadeiro, que nós recebemos Jesus católico, apostólico, romano com
tudo isso impacta na gente. Agora a questão é o Jesus que nós recebemos, ele ele veio num pacote que não é o originário do do Jesus verdadeiro, que nós recebemos Jesus católico, apostólico, romano com todos seus paramentos, dogmas e seitas, certo? E ele não fala, ele não desce do altar, ele tá crucificado, ele não tem uma linguagem que ele como ele tinha junto aos discípulos, que os discípulos o amavam pela capacidade que ele tinha de mostrar o mundo diferente que consola, que há felicidade, que há convivência, que há responsabilidade, que tem fraternidade. Isso tudo ficou nas suas bases. E aí quando o Império Romano adota o cristianismo, que se funde com a com o luxo, com a riqueza e que muda toda, aí já não tem mais consolação, aí já não tem mais aí. E aí esse Jesus, ele não está aí para dialogar com o espírito imortal, certo? Com a sua mensagem pura, real. E se ele não consegue falar, então nós que representamos ele não vamos convencer ninguém se nós não aprofundarmos nas bases de quem foi Jesus. Nós precisamos estudar Jesus para entender >> essa essa compreensão, Nélio, a respeito de Jesus e essa análise que você traz, ela não é apenas de Jesus, ela é a crise do nosso tempo, que é a crise do que Allan Kardec identificou como o conflito das ideias. O que é o conflito das ideias? É quando você tem o mesmo assunto sendo observado por diferentes perspectivas, cada uma dando as suas justificativas. você traz pra gente uma análise que é preciosa. Nós não conhecemos o Jesus do cristianismo primitivo desde 325, quando a religião oficial do Estado romano foi declarada por Constantino como sendo o catolicismo. E pra gente ter ideia, que dia Jesus nasceu, quando é que a gente comemora o Natal? Por que a gente comemora em 25 de dezembro? Porque 25 de dezembro é a grande festa do Deus Apolo. Nós traduzimos a tendência pagã revestindo-a da visão do cristianismo. Nós não conhecemos o Jesus que apresentou-se ao mundo. Nós recebemos um Jesus que foi travestido por uma série de interpretações. E o que
uzimos a tendência pagã revestindo-a da visão do cristianismo. Nós não conhecemos o Jesus que apresentou-se ao mundo. Nós recebemos um Jesus que foi travestido por uma série de interpretações. E o que que a gente tem tido hoje? A gente tem no movimento espírita uma tentativa de reviver o cristianismo primitivo. A gente tem dentro do protestantismo uma visão de recuperar o evangelismo verdadeiro. A gente tem no movimento católico a tentativa de reviver o conceito de Jesus em São Francisco de Assis e outras coisas. Por quê? Porque as respostas que o mundo tem dado não têm sido suficiente. Vejam, o jovem na atualidade ele está vivendo num mundo cujos valores foram carcomidos. Nós vivemos no mundo ao acaso. Nós estamos diante de uma vida que vai terminar. Nós estamos diante de esforços sem propósito, nos quais você não terá mais oportunidades no meio de uma crise global que pode impedir o futuro da sobrevivência das coisas. Então, nós temos uma vítima hoje na realidade que é um jovem no seu processo de formação de referenciais, ele está sem referências de autoridade, ele está sem perspectivas de futuro, ele está sendo capturado por uma sociedade que o deseja tragar como objeto de consumo e ele está atônito diante disso, com mais grave, construído dentro de numa visão que o tá massacrando, dizendo assim: "Olha, esse negócio de religiosidade é uma bobagem. Esse negócio de vida futura é uma tolice. Vocês precisam pensar no aqui e agora". É esse o quadro que a gente precisa compreender que o jovem está chegando no centro espírita. E aí começa com a nossa perspectiva de acolhimento dele. Como é que nós o estamos recebendo? Como é que nós estamos trazendo esse jovem que tá atônito diante desse mundo e trazendo as suas angústias? Vou voltar ao modelo. A gente começa acolhendo ele. a gente começa tentando entender o que está acontecendo com ele, oferecendo para ele um acolhimento natural, um processo de aproximação afetiva, um processo de convivência e não tentando fazer um discurso
nte começa tentando entender o que está acontecendo com ele, oferecendo para ele um acolhimento natural, um processo de aproximação afetiva, um processo de convivência e não tentando fazer um discurso de conversão dele a uma determinada forma de pensar que nós entendemos se é correta, mas para a qual ele diz assim: "Eu não reconheço autoridade para dizer dizer isso. Isso dá pra gente o primeiro passo desse processo que é um problema de diagnóstico. Eh, você tinha levantado a mão, por favor? >> Sim, sim. Só para complementar ainda falando eh sobre esse aspecto do Néio, né? eh que ele trouxe que os discípulos, ainda que eles não entendiam toda a mensagem, eles se mantinham ao lado do mestre seguindo, né, e acompanhando. Eh, eu sou mãe de uma menina de 19 anos e de um menino de 11 anos. E o que eu percebo, eh, muitas vezes é que muito do que a gente fala, eles estão muito atentos para ver isso na prática, então eles são muito cirúrgicos, poderia dizer, nesse sentido. Então, eh, talvez essa questão da transformação moral de cada um de nós também impulsione essa questão, essa vontade de querer melhorar, né, eh, com os ensinamentos da doutrina espírita, não serem só palavras e que realmente isso possa eh refletir no nosso dia a dia, ainda que nós possamos errar, e muitos a gente erra mais do que acerta, mas que a gente possa demonstrar essa vontade de mudança, porque eles cobram, Mas você mesmo não tem uma atitude. Então assim, isso também está tá difícil de convencer os mais jovens porque eles querem ver na prática como que isso acontece, né? E eu penso que no Centro Espírita, por exemplo, eh a questão de ter eh pensamentos em relação a essas informações aqui, esse essa conversa que nós estamos tendo sobre diversidade e inclusão é um dos aspectos, né, que traz essa proximidade dos jovens. Não há dúvida de que o exemplo é a questão mais fundamental da relação humana. Quando a gente tem um discurso, mas o nosso comportamento é contraditório aquilo que a gente tá pensando, aquilo
jovens. Não há dúvida de que o exemplo é a questão mais fundamental da relação humana. Quando a gente tem um discurso, mas o nosso comportamento é contraditório aquilo que a gente tá pensando, aquilo que a gente tá dizendo, isso retira completamente qualquer tipo de confiança dentro do processo que está sendo estabelecido. Então, sim, nós precisamos ser consequentes com aquilo que nós estamos dizendo. Agora, com o jovem especial, a gente precisa ter uma atenção, que é primeiro o eterno conflito geracional. Que é o conflito geracional? O modo como nós encaramos a vida, o modo como nós aprendemos a ver a vida, ele não é o mesmo. Se a gente olha a nossa relação com os nossos pais, a gente não percebe que nós vemos o mundo de uma maneira diferente? Os nossos filhos têm exatamente essa mesma sensação. Por quê? Porque eles nos herdaram. Nós somos a ponte sobre a qual eles passaram. E eles quando chegaram do outro lado da ponte, a ponte ficou, mas eles estão seguindo adiante. E a gente precisa ter essa percepção de entender esa lá exatamente o que está sendo construído dentro desse cenário. Agora, precisamos estar atento com as questões fundamentais que estão ativando a juventude hoje. E que questões são essas? A questão da diversidade, qual é o melhor modelo de vida que nós temos hoje, gente? São tantos, não é? Vejam, vejam, vamos pensar na moral antiga. O que que eu deveria fazer para garantir o futuro do meu filho? Pô, ele na faculdade, né? Uma pessoa, vejam, pensem nisso. 30 anos atrás, uma pessoa formada tinha emprego garantido, não tinha? Hoje temos um monte de doutores desempregados. Qual é o impacto disso sobre a mente da juventude? Para que que eu vou estudar? Se ele não tiver uma referência de construção de autonomia, o ter uma titula, veja, ninguém está mais estudando para ter uma titulação, porque ter uma titulação não vai fazer mais a diferença. Ou você estuda para aprender e usar o seu conhecimento para fazer diferença, ou não importa a titulação que você tem, porque isso não
itulação, porque ter uma titulação não vai fazer mais a diferença. Ou você estuda para aprender e usar o seu conhecimento para fazer diferença, ou não importa a titulação que você tem, porque isso não é mais um processo de diferenciação na atualidade. Do ponto de vista de uma conduta, a gente tá dizendo assim: "Olha, a doutrina espírita, ela é capaz de nos fazer felizes?" Sim. Não, cada um que extrai a sua. E a gente começa a ter um problema, porque a gente diz um discurso assim, ó. Por que você é espírita? Não, eu sou espírita porque eu estou procurando um conforto, um consolo diante da vida. E a gente é assim, ó. A gente tem na doutrina espírita uma doutrina de esperança. E quando a gente sai do centro espírita, a gente diz que o Brasil tá perdido, que o mundo não tem mais jeito, que é melhor que já chegue logo essa era de regeneração para destruir tudo que tá aqui, porque o que tá aí não tá precisando de nada. Que confiança é essa? Como é que eu vou fazer com que o jovem entenda que a mensagem que eu tô trazendo é uma mensagem consoladora quando ele não percebe o consolo em mim? Eu não estou consolado. E isso começa porque assim está mais claro do que nunca. E isso é a conquista do tempo que nós estamos vivendo. Porque houve um tempo em que eu vestia a batida de padre e tinha um comportamento que era de exposição. Ninguém ninguém precisava entrar dentro da minha intimidade. Hoje a minha intimidade está exposta. E eu não posso mais ter um discurso com um comportamento que não é condicente com ele. Então o que que tá acontecendo? A gente tem de um lado um monte de gente querendo adaptar o discurso. O que é adaptação do discurso? Encontrar razões para justificar a minha conduta. Ao invés de transformar minha conduta, eu tô procurando razões que permitam que eu continue agindo do jeito que eu estou agindo. Por que que a juventude tá olhando para isso? assim: "Olha, se é dessa jeito, eu prefiro viver de outra maneira". Então, é importante a gente perceber que quando nós estamos recebendo o jovem
agindo. Por que que a juventude tá olhando para isso? assim: "Olha, se é dessa jeito, eu prefiro viver de outra maneira". Então, é importante a gente perceber que quando nós estamos recebendo o jovem dentro da casa espírita, nós estamos recebendo um espírito atento, um espírito que ele não é um bobinho, ele é um indivíduo que tem uma experiência passada, que tá com um monte de sirenes ligadas, que diz assim: "Se você vier com esse discurso de crença, Eu já tenho uma experiência anterior que me colocou num processo de crença e eu acabei com a minha vida por conta disso. Então aqui eu já liguei um alerta. Eu preciso construir o quê? Eu preciso construir um espaço de convivência com o jovem no qual ele possa entender por que você é feliz. Vou dar um exemplo para vocês. Cheguei numa sala de juventude onde eu percebi meu primeiro dia na sala de juventude na qual eu tenho atuado há mais de 40 anos. Olho o papel dos evangelizadores. Começa a aula, fazem um discurso, bota o jovem para fazer atividade, termina a aula, todo mundo embora. Aí eu resolvi fazer um experimento. Eu comecei a chegar 40 minutos antes do início da aula. Sentava, na medida que os meninos chegavam, a gente ia conversando. Terminou a aula. Ao invés de sair, terminava a aula e eu ficava sentadinho no meu canto. Saía um, saía outro. Daqui a pouco chegava três. Posso falar com você? Posso trocar uma ideia? E era nessa troca de ideias que a evangelização começava a acontecer, porque era neste momento que a apareciam os problemas, apareciam as dúvidas. Olha, você falou sobre isso, mas na minha vida eu tô enfrentando isso assim, assim, assim. E ao invés de dar uma resposta, a gente ia construindo com os subsídios da doutrina espírita referência de autonomia para eles. Esses jovens se sentiam acolhidos. E esse é o primeiro passo, acolher. Por que que você tá pensando disso? Lembro de uma jovem que ela tava tentando tirar a própria vida porque o namorado havia acabado o namoro com ela e ela não via mais motivos para existir.
o, acolher. Por que que você tá pensando disso? Lembro de uma jovem que ela tava tentando tirar a própria vida porque o namorado havia acabado o namoro com ela e ela não via mais motivos para existir. Eu entendi. Ela tava sofrendo em meio a uma dificuldade impressionante. Eu pedi a ela que se olhasse, que pensasse na pessoa que ela acabou de terminar com ele, que visse as características dele. Ela pensou: "Do que que você gosta dele?" Isso, isso, isso. Digo assim: "Olha, eu não sei se você já observou, mas no mundo hoje tem 8 bilhões de indivíduos. Deve ter algum que parece com ele. Sabe quando o olho dela deu aquela e você vai perder esta oportunidade? E aí começamos a conversa. O primeiro passo no trabalho com o jovem não é o trabalho de ensinar a eles, é o trabalho de acolhê-los, de fazer com que eles sintam confiança de onde eles estão. >> Bom, nessa questão aí do do como se a gente eh eh é relacionado jovem, né? Eu nasci em família espírita, então vamos dizer desde os 5 anos na casa espírita, evangelho no lar, a gente acaba tendo, vamos dizer assim, aprendendo, né, absorvendo o queve. lá pelos meus 10 anos, fui paraa juventude. É mais ou menos por aí que eu acho que a gente entra, que só que chegando lá, eh, por eu ter essa base desde criança, minha família espírita, evangelho no lar o tempo todo, eu chegava com uma bagagem muito maior do que os outros. Então, e eu queria aprofundar alguma coisa e a professora falou: "Não, a nossa aula é até aqui, daqui para lá você não passa". Você entendeu? Aí, eh, em vez de me passar para uma turma mais avançada, porque se eu já tinha conhecimento, não é por idade, é por conhecimento. Eu, pelo menos acho, nunca me passava pro pra sala seguinte, eu nunca consegui participar de juventude porque eu ficava frustrado. Aquilo lá de que é só até aqui e eu queria debater uma coisa mais aprofundada, eu não conseguia. Então, como sugestão do que eu passei e eu gostaria que ninguém passasse, né? Eh, então assim, nesse sentido de que eh a gente
té aqui e eu queria debater uma coisa mais aprofundada, eu não conseguia. Então, como sugestão do que eu passei e eu gostaria que ninguém passasse, né? Eh, então assim, nesse sentido de que eh a gente refletisse sobre isso, porque entra gente que não tem conhecimento, tá ali e tem gente que ou porque absorve mais, porque tem criança que absorve muito mais rápido e porque ela não ir para uma turma mais avançada, né? Então, nesse sentido, só para contribuir, >> eh, nós herdamos um pouco, né, o modelo de estruturação das atividades, que é o modelo psico biológico. Então, a gente classificou as pessoas por um certo, teoricamente, uma mediana de amadurecimento biológico e psíquico. Então, não apenas do ponto de vista intelectual, mas também do ponto de vista afetivo. E começamos a incorrer nesse problema que é sofri exatamente a mesma coisa. Eu cheguei na casa espírita aos 3 anos de idade. Meus pais eram espíritas, então eu era daquele aluno que a pior coisa que podia acontecer era eu estar na sala de aula na no segundo ano de evangelização, porque na época você ainda repetia a aula. Então a professora ia começar a contar a história, eu já contava o fim. Essa é aquela que termina assim. E aí começou uma situação delicada que culminou com o seguinte: aos 14 anos de idade eu era coordenador do estudo sistematizado da federativa. Só que intelectualmente eu tinha referências, emocionalmente eu não tinha maturidade. Esse é um ponto importante. A gente precisa aprender a reconhecer que o grupo da juventude que nós estamos, ele é um grupo fluido. Por quê? Porque ele tem ali espíritos que estão com nível de maturidade muito alta e espíritos que conhecem zero de espiritismo. E a gente tá terminando fazendo um processo de nivelamento que é um processo infeliz. Então a gente vê hoje, você entra na sala de juventude, tá o evangelizador falando a respeito. Olha, o perespírito é é um é assim é um entenderam? Gente, tá ali o jovem que tá no segundo ano de medicina da faculdade. Como é que ele vai ficar tranquilo com o
á o evangelizador falando a respeito. Olha, o perespírito é é um é assim é um entenderam? Gente, tá ali o jovem que tá no segundo ano de medicina da faculdade. Como é que ele vai ficar tranquilo com o ambiente em que o evangelizador não se preparou para dar aula? E aí você começa com certas situações, né? Situações do tipo assim, não é? Porque olha, a gente tem o fluido universal aí, pois não? Esse fluído universal é o quarto estado da matéria, hein? É isso que você tá falando ali é o é o que a física tá tratando como plasma, não é? Energia. É, é energia. pode medir. Aí, aí a gente começa a ter um problema. E quanto mais a gente quer responder aí melhor, porque o jovem quer desafiar mais ainda. Qual é o processo pelo qual a gente precisa lidar com eles? Inverta, faça a pergunta e ouça a resposta. em cima da resposta, elabore, elabore sobre os processos de lacuna. Para isso, a gente precisa ter um processo de liderança que não pode ser um processo eminentemente teórico. Ele precisa conciliar aquilo que ele está entendendo com processos de vivência. Aos 11 anos de idade, eu estava decidido a não voltar para a sala de evangelização. Por quê? Porque ninguém me ensinava mais nada. Um dos meus evangelizadores muito perspicais me fez um convite. Tá fazendo o quê? Sábado de tarde? Nada. Vá para casa que a gente vai ter uma atividade junto. Vamos. Cheguei na casa dele, ele me botou dentro do carro e nós saímos para fazer visita a um lar de idosos. E eu tava com aquela expectativa, né? Lá vou eu. Que coisa chata, né? Passar meu sábado conversando com velhinhos de velhinhas dizendo assim: "Bom dia, você tá bom? Como tá você?" É, não. Nós fomos paraa casa de uma senhora e passamos à tarde com ela porque ela era muito sozinha e a gente foi ouvindo. Indo para lá, ele foi me preparando para ouvir os dramas, as dificuldades de uma mulher que havia sido abandonada e que estava no final da vida, uma vida riquíssima. E a partir dali eu comecei a entender que aqueles conceitos que o espiritismo
vir os dramas, as dificuldades de uma mulher que havia sido abandonada e que estava no final da vida, uma vida riquíssima. E a partir dali eu comecei a entender que aqueles conceitos que o espiritismo tinha pra gente eram de fato os conceitos que se aplicavam à nossa vida. E aí começou a fazer sentido. Semana seguinte, nós fomos visitar o Lar dos Rancenianos, onde eu pude ver experiências de vida que me fortaleceram, que me ajudaram a enfrentar os meus dramas, porque agora eu não tava mais ouvindo alguém falando sobre aquilo. estava vivenciando o que estava acontecendo no dia a dia, quando uma companheira da federação, a Sandra Borba, minha evangelizadora, me fez um convite para trabalhar na livraria da Federação. E o que que ela fez? Ela me deu uma responsabilidade. Ela disse que eu ia ficar encarregado por indicar as pessoas o livro que elas iam ler. Como eu tinha que ler todas as orelhas de livro da livraria para saber do que o livro tratava para quando a pessoa queria um livro sobre reencarnação. A reencarnação do Gabriel Delan. Ah, eu queria saber um livro como fosse um romance há 2000 anos. Ah, eu não queria saber um livro que falasse a respeito da explicação téc mecanismo da mediunidade. Por quê? porque eu tinha lido a orelha do livro, só que eu me interessei tanto pela orelha do livro que terminei tendo que ler o livro para indicar para as pessoas. Quando eu terminei a juventude, com 18 anos de idade, eu tinha lido quase que a livraria da federação inteira. Isso é estratégia de convivência, de criação de valores. Então, não dá pra gente fazer um processo de acolhimento do jovem à distância. Eu sempre costumo lidar com isso. O seu jovem, ele frequenta a sua cozinha? Não, não. Então você não tá evangelizando ele. Se dentro da sua convivência como evangelizador, você não tem espaço para conversar com eles assuntos outros que não sejam aqueles tratados pelo currículo, você não alcançou esse jovem ainda. Aí não é de estranhar que ele não queira voltar aos espaços em que nós
espaço para conversar com eles assuntos outros que não sejam aqueles tratados pelo currículo, você não alcançou esse jovem ainda. Aí não é de estranhar que ele não queira voltar aos espaços em que nós estamos, porque o jovem quer participar. A gente quando quer fazer o jovem participar, a gente manda ele carregar a mesa, manda ele fazer postagem de Instagram, manda ele tomar conta de a gente dá trabalho para ele. A gente não faz com que ele participe do nosso processo. Em que momento nós estudamos com eles? Hoje de tarde, dois jovens da nossa turma de juventude irão aplicar na juventude um estudo com o qual nós estamos lidando com eles há 3s meses e eles vão falar sobre a psicopatia na visão espírita. Quem definiu o tema? Eles. Que que nós fizemos? Por que que vocês escolheram esse tema? Motivos de vida. Como é que vocês estão orientando isso dessa maneira? Como é que a gente tá trabalhando com isso? Com essa literatura. Vamos ler, vamos estudar, vamos estudar o processo? Que que vocês propõem que a gente trabalhe com isso? Vamos olhando. Olha, tá OK? Isso aqui tá indo. Eles estão fazendo e a gente tá aqui, ó. Não, pode seguir aí. Tá bom. Olha, eu sugeriria que aqui vocês dessem uma olhada nessa coisa, porque aí o conceito está errado. Mas eu não vou dizer que o conceito está errado. Você dá uma olhada nesse conceito aí. Puxa, olha, o conceito tava errado, a gente mudou isso aqui. E eles vão ganhando autonomia com isso. Esse é o segredo que nós estamos esquecendo. A gente amadurece o trabalho com a juventude acolhendo, orientando, compartilhando e transicionando para uma autonomia participativa. Cada pessoa no seu posto de trabalho da doutrina espírita deveria ter consigo alguém que pudesse estar ensinando. Você é passista? É, quantos jovens estão acompanhando a sua atividade? Nenhum. Nenhum. E você espera que os passistas sejam formados? Como? Então, nós precisamos aprender a transformar o centro espírita numa escola de convivência, na qual as virtudes que nos iluminam possam
hum. Nenhum. E você espera que os passistas sejam formados? Como? Então, nós precisamos aprender a transformar o centro espírita numa escola de convivência, na qual as virtudes que nos iluminam possam trabalhar junto com eles. Tem conflito? Claro que tem. É natural que isso tem. Por isso a gente precisa aprender os espaços. Agora, quem é que tem mais experiência para lidar com esses processos? Como nós vamos lidar com isso? Não tem problema nenhum a gente encontrar jovens que sabem mais do que a gente. Não é esse o problema. O problema é como é que nós vamos integrá-los aos valores, à necessidades que eles estão trazendo desse processo. >> Por favor. >> Eh, eu, só para falar do nosso horário, felizmente eu tô nessa função. Nós temos mais 10 minutos, André, e tem três inscritos. A minha sugestão é que a gente possa dar a palavra pros três inscritos e aí na sequência a gente fecha as inscrições por hora, tá, pessoal? E aí o André faz as considerações até o final do nosso tempo. Pode ser. >> Muito boa sugestão. >> Bom dia, Jamil. Até porque nessas últimas falas já me contemplou, né? Talvez o que eu possa contribuir, mas mesmo assim vamos lá. Em um primeiro momento, aquele seu primeiro momento, você trouxe contribuições para mim muito interessantes, né? Dentre eles, um autor que nós brasileiros não tem muita intimidade com ele, Simeu, além de de ter trazido Darwin, além de ter trazido Niets e mais um do ponto de vista materialista que você não se torna um autor. Isso nos dá uma ideia de que o conhecimento mais abrangente nos dá possibilidade de fazer as nossas análises, como você fez em relação às décadas, para compreendermos melhor a doutrina espírita que traz pontuações para que a gente possa compreender a doutrina espírita, até porque ela está acima de todas essas. Mas diante das nossas limitações, né, intelectos morais, nós precisamos de sustentações no nosso campo, no nosso nível, para encontrar esses campos mais iluminados. Diante disso, os jovens, disse muito bem essas quatro
sas limitações, né, intelectos morais, nós precisamos de sustentações no nosso campo, no nosso nível, para encontrar esses campos mais iluminados. Diante disso, os jovens, disse muito bem essas quatro fases, eles não têm o amadurecimento e também não tem essa bagagem do conhecimento, mas fiquei contemplado porque já falou do conhecimento e da experiência. muito importante. Mas nesse caso, nesse acolhimento ao jovem no mundo tecnológico, trazendo o conflito simeliano, né, que você usou a palavra união, né, que é associação, como lidar com jovem que prefere as questões tecnológicas mais de entretenimento. A questão do entretenimento é um drama que a gente tem na atualidade, OK? Por quê? Ela não afeta só o jovem. O entretenimento é um veículo adequado para a venda de produto. Qual é o produto que está sendo vendido? a sua emoção. No momento em que o marketing e a propaganda descobriram que era possível vender emoções, o entretenimento ganhou status de indústria. E nós precisamos lidar com isso, com responsabilidade. Por quê? Porque o jovem muitas vezes não compreendeu isso e ele se torna refém de uma captura de toda uma instrumentação que pretende, por meio de um entretenimento, capturá-lo, sequestrá-lo da sua própria vida. Como é que a gente trabalha com isso? A gente precisa refletir em conjunto. Refletir em conjunto significa, vamos acompanhá-los nas atividades de entretenimento e trazer para eles luzes reflexivas a respeito do assunto. Ah, você gosta de filme de terror? Gosto. Por quê? Por que você gosta de filme de terror? Ah, você gosta de filme de comédia romântica? Gosto. Por quê? O que que ele chama atenção? O que que ele mexe com isso daqui? Então, a gente transforma isso em oportunidades didáticas de exploração, aquilo que Símel vai estabelecer como sendo o conflito com o outro, que é o quê? Não deixar com que o outro permaneça no seu espaço de conforto. O papel, sobretudo, de um evangelizador, de um educador como um todo, não é consolidar as estruturas que o outro já possui, é ampliá-las.
ão deixar com que o outro permaneça no seu espaço de conforto. O papel, sobretudo, de um evangelizador, de um educador como um todo, não é consolidar as estruturas que o outro já possui, é ampliá-las. Então, nós como evangelizadores, precisamos ir ao encontro do jovem, compreendê-lo no espaço em que ele está e expandi-lo para uma perspectiva diferente. Nisso a doutrina espírita é extraordinária. A gente tava conversando com o grupo de juventude que perguntaram assim: "Olha, eh, por que a gente deve trabalhar hoje? Se a gente morre de trabalhar e o que a gente ganha não dá nem pra gente sobreviver. Percebe no discurso dele a força do que ele tá percebendo? Aí a gente começa a dizer assim: "E você acha que a gente só trabalha para sobreviver ou você acha que o trabalho pode trazer outros valores pra gente? Vamos começar discutindo o que é o trabalho. Pronto. A partir dali, três questões e já mudou o modo de perceber isso daqui que a gente tá estabelecendo >> e que aí já muda toda uma aula, né? >> Já muda tudo. >> É. E falando nisso de que, por exemplo, essas questões, o jovem já chega com aquela questão e eh do fluído universal, mas o que é o fluído? Energia e etc. Aí vem, nós estamos preparados para isso? A gente estuda, a gente lê quantos livros a gente lê por ano, quais são os livros, né? Então assim, eu gosto muito, sempre gostei de ler e depois de uma certa idade, vamos dizer assim, da juventude, mas depois dos 22 anos paraa frente, eh eh só lia, vamos dizer assim, romances. Eu sempre falo que a gente precisa ter a maturidade, né, de eh intelectual e moral e psicológico, né? E aí eu comecei a ler a as séries de Joana. E as séries de Joana, apesar de serem belíssimas, são difíceis, em especial na primeira leitura, porque você, ela trabalha psicologia, Freud, Jung, J, Yung e etc. E aí, se você não tem a base psicológica, que que é isso? Quem são esses autores? O que que eles estão tratando, né? Eh, e eu fiz isso, eu comecei a anotar e anotava a página. Então, quando
ung e etc. E aí, se você não tem a base psicológica, que que é isso? Quem são esses autores? O que que eles estão tratando, né? Eh, e eu fiz isso, eu comecei a anotar e anotava a página. Então, quando falava de Freud, eu ia lá tentar ver o que que Freud fala, que que é mesmo que ele, porque assim, a gente não tá acostumado com isso. É psicologia, é dificuldade. Então, você tem que entender e você tem que extrair o máximo. Como que você vai falar de fluído universal se você não entende? E agora com a e eh tô tentando lembrar física, a a a física quântica, o que que a gente entende disso? Não, isso daí é muito aprofundado para mim, não vou nem começar, vou deixar para outra existência, né? E mas essa outra existência nossa é a mesma do jovem, a gente tem que começar hoje. Então, apesar de ser difícil, né? Eu acho que tá acabando a bateria aqui, mas eh é só nesse sentido de trazer uma reflexão que nós, nem que não seja para ensinar o jovem, paraa nossa vida, a gente tem que entender isso. E eu só de livros de Joana, eu acho que eu já tô lá para uns eh eh uns 15 livros já lendo e não é fácil ainda. Hoje eu tenho dificuldade. >> O cuidado que a gente precisa ter e é muito boa essa direção. Nós precisamos expandir o nosso conhecimento. Nós precisamos compreender o o mundo que nós vivemos e fazer um diálogo com esse mundo efetivamente, aumentando a superfície de contato do espiritismo com o mundo como um todo, com a cultura humana. Afinal de contas, nós estamos lidando com elemento central e Allan Kardec nos ensina que o espiritismo tem a ver com as áreas do conhecimento humano. Então, a gente precisa estar atento a isso, mas a gente também precisa ter o cuidado para não parar isso na intelectualidade. A gente não pode reduzir o indivíduo ao que ele conhece. Por quê? Porque nós estamos vendo indivíduos com o cabeção todo preenchido e sentindo os dramas existenciais da dificuldade da convivência. Então, a sala da evangelização para o jovem é também o espaço de amadurecimento do
tamos vendo indivíduos com o cabeção todo preenchido e sentindo os dramas existenciais da dificuldade da convivência. Então, a sala da evangelização para o jovem é também o espaço de amadurecimento do conhecimento. E aí vem o primeiro ponto de atenção para nós que estamos dirigindo esse trabalho, que é o seguinte: quem é que nós estamos colocando para conviver com o jovem? Porque às vezes a gente diz o seguinte: "Olha, não chegou aqui uma pessoa nova, tem ali algum conhecimento da doutrina espírita, um bom lugar para ele é a sala de evangelização. Ué, onde estão os nossos líderes espíritas que não estão à frente da juventude? Porque o jovem precisa de inspiração. Nós estamos colocando quem para inspirá-los? Quem é que está cuidando do trabalho da juventude dentro da sua instituição? Quem é que está acompanhando esse processo lá? Qual é a referência [risadas] que está sendo construída pra gente trabalhar com isso? Sem que a gente amadureça nesse sentido, nós vamos ter dificuldade de oferecer referências pro jovem. Referências no campo intelectual, mas sobretudo no campo moral. É esse o desafio que nós estamos precisando trabalhar. Então, é necessário, sim consolidarmos o trabalho que vem sendo feito de formação de evangelizadores, que é um trabalho longinco, muito eh eficiente. Ele tem dificuldade, ele tem encontrado dificuldades. Por quê? Porque dentro das próprias instituições, nós ainda não amadurecemos quanto à importância desse trabalho com a infância e sobretudo com a juventude. Por isso nós precisamos pensar nesse assunto. Obrigado pela atenção, >> pessoal. Deixa eu voltar lá para mim. Obrigada, >> pessoa. Obrigada, André, pelas pelos esclarecimentos. Nós gostaríamos de ficar aqui mais tempo porque a conversa não termina, né, gente? O assunto é interessante, a gente tá empolgado. Eu mesma gostaria de ficar mais um pouco, mas nós temos o horário e a gente tem a preocupação de que todos vão com vão com calma, né, paraas suas casas ou onde desejarem almoçar para
nte tá empolgado. Eu mesma gostaria de ficar mais um pouco, mas nós temos o horário e a gente tem a preocupação de que todos vão com vão com calma, né, paraas suas casas ou onde desejarem almoçar para poder retornar aqui às 14:30, tá? Então retornaremos às 14:30 com uma nova abordagem sobre eh o tema de hoje, tá bem, pessoal? Então, bom almoço a todos. justamente para levar a mensagem de Jesus a cada vez mais pessoas [música] que existe a área de comunicação social espírita. E nesse sentido a gente atua em duas frentes de trabalho. [música] A primeira de divulgação espírita atua para que os grupos, para que as pessoas, para que os espíritas e as instituições ocupem as redes sociais, os canais digitais, divulguem a mensagem espírita. [música] transmitam ao vivo as suas atividades, enfim, mostrem o espiritismo às pessoas e às comunidades. [música] E a segunda é na reunião pública, uma atividade que acontece no centro espírita, que inclui a exposição doutrinária. Então, nós formamos palestrantes espíritas em Cuiabá, no interior, [música] presencialmente, virtualmente. Nós existimos para que essas pessoas desenvolvam as suas atividades, cheguem a cada vez mais pessoas e façam isso com qualidade, [música] com a qualidade que Jesus e Kardec recomendam. Isso não seria possível sem a campanha Gotas do Bem da Feente. É por isso que eu te convido, conheça essa campanha. A gente sabe que o que a gente faz ainda é pouco, mas o oceano certamente não seria o mesmo sem [música] essa gota. Nos ajude a seguir adiante. Um mundo repleto [música] de informações, conexões instantâneas e notícias incessantes, onde buscamos constantemente respostas e orientações, surge uma questão essencial. Estamos realmente recebendo as mensagens que mais precisamos? Estamos fazendo parte dessa rede de divulgadores e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações, ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma
res e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações, ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma iniciativa da CENT, Federação Espírita do Estado [música] de Mato Grosso, que tem o propósito de auxiliar e ampliar [música] o trabalho de divulgação da boa nova do Cristo para todos os cantos do [música] planeta. Essa iniciativa precisa de recursos financeiros para alcançar o seu lar. estar no seu dia a dia e no dia a dia de todos aqueles [música] que vivem em busca de dias mais leves, palavras de ânimo e estímulo para levantar com o pé direito e dar o seu melhor. Se você também acredita no [música] poder da boa mensagem, junte-se a nós no Gotas do Bem. [música] Sua doação pode fazer a diferença na sua vida e na vida de milhares de pessoas. Visite nosso site ou ligue para o número que está na tela e faça parte [música] deste movimento de amor. Somente juntos podemos fazer a diferença. Somente juntos podemos levar consolo e esclarecimento às pessoas que, como nós, eu e você, precisam de histórias felizes. Junte-se a nós no Gotas do Bem e seja uma gota de amor no oceano da vida. >> อ
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