Alberto Almeida • Seminário: O destino somos nós
71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista.✨ De 30 de agosto a 08 de setembro de 2024 com o tema: Semeadura livre, colheita obrigatória. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC)
Olá, bom dia a todos. Sejam bem-vindos a todos que estão aqui conosco no nosso auditório, na nossa casa física e também aos que nos acompanham através das transmissões online pelo YouTube. É uma enorme alegria receber todos vocês aqui para mais essa manhã. Hoje teremos um seminário com a Alberta Almeida na nossa 71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Para dar início ao nosso dia de atividades, vamos levar o nosso pensamento em prece. Vamos nos aquiietando a serenamente, os nossos corações, evocando na nossa tela mental a imagem do Cristo. Com um coração cheio de alegria e júbilo, Senhor. Agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui mais um dia reunidos em teu nome para aprender sobre o teu evangelho, rogando para que um dia as tuas lições, os teus aprendizados façam parte de nós, da nossa jornada, do nosso pensar, do nosso agir. Obrigada, Senhor, pelas dádivas. deixadas pela sua passagem aqui, por todos os espíritos de luz, que em teu nome vem até nós nos esclarecer, nos ensinar sobre o amor, sobre a caridade, sobre a justiça e a bondade. espiritualidade amiga e benfeitora que nos assiste durante todo esse evento, rogamos o amparo, a instrução e a intuição de mais alto para que as claridades do evangelho do Cristo se façam presentes aqui. Mais uma vez rogamos pelo nosso facilitador do dia, por toda a equipe envolvida nesse trabalho físico, espiritual. Mais uma vez e sempre mais agradecemos por tudo. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. E assim seja. Os nossos agradecimentos a Grupo Kiaquio, Tubus Cap, Fiat Cambui, Suco de Uva Tinto Integral Lision, Premium Distribuidora e aos demais parceiros que nos ajudam a viabilizar esse evento, cujos nomes foram exibidos em nosso telão e estão em nossos banners. Para o nosso momento musical dessa manhã, vamos convidar o nosso irmão Marcos de Assis. เฮ Ouço, Deus no murmúrio das águas dos rios. Ouço, Deus no furor dos ciclones bravis ou Deus. Deus no cantar matinais dos pandais. Ouço, Deus no lamento de pobres mortais.
osso irmão Marcos de Assis. เฮ Ouço, Deus no murmúrio das águas dos rios. Ouço, Deus no furor dos ciclones bravis ou Deus. Deus no cantar matinais dos pandais. Ouço, Deus no lamento de pobres mortais. Vejo Deus nas estrelas perenes de luz. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Vejo Deus no suave perfume da flor. Vejo Deus no adeus, companheiro da dor. Deus na saudade que volta a lembrança. Sinto Deus no morrer de febres esperanças. Sinto Deus na tristeza de verte partir. Sinto Deus na tua volta, irmão, a sorrir. Ouço, Deus no murmúrio das águas dos rios. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Sinto Deus na tristeza de verte partir. Deus na tua volta irmão a sorrir. Agradecemos a Marcos pela sua belíssima participação conosco. Neste momento, vamos convidar o nosso querido irmão Alberto Almeida para dar início ao nosso seminário. Nós teremos um intervalo que vai das 10:30 às 11 horas. Como sempre, no retorno das 11 ao meio-dia, nós teremos a oportunidade das perguntas e respostas a Alberto, que poderão ser feitas durante o intervalo para os nossos colaboradores do apoio. Alberto Ribeiro Almeida, médico e psicólogo, escritor, diretor do Jardim das Oliveiras, organização não governamental que cuida de crianças e jovens socialmente vulneráveis em Belém, no Pará. Roberto, a casa é sua. Queridos amigos, caros internautas, a nossa alegria sempre se renova a cada setembro, quando a primavera emerge, o amarelo e o verde chamam-nos a atenção sobre a importância da vida. E este espaço se converte sempre na celebração do Espiritismo, sempre fiel aos princípios que norteiam a nossa base de sustentação centrada em Allan Kardec e nas figuras Celsa de Jesus. para nós estarmos aqui sempre presentes representa uma honra e uma responsabilidade. A psicologia, a princípio, debruçou-se para analisar o ser humano nas suas questões que envolve a dor, o sofrimento, a tal ponto de que ela ficou muito limitando o ser humano a essa questão, a esse designer de que a vida é dor, é
bruçou-se para analisar o ser humano nas suas questões que envolve a dor, o sofrimento, a tal ponto de que ela ficou muito limitando o ser humano a essa questão, a esse designer de que a vida é dor, é sofrimento. As abordagens iniciais que entreteciam intervenções na criatura humana, sempre estavam inclinadas a trabalhar a dor, o sofrimento. E a postura filosófica que sustentava a psicologia nesta demanda sempre se fazia olhando o homem com a falta, com a carência, com a necessidade. Assim, aquela que se debruçava para analisar o condicionamento, à psicologia beveorista, aquela que deveria debruçar-se sobre a análise da psique no âmbito do inconsciente. Portanto, a psicanálise com as suas derivações estavam sempre olhando para este ser humano que traz na sua movimentação muitas demandas de dor, de sofrimento. Depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, surgiu uma nova ordem no âmbito dos estudos da psique humana, que trouxe o a percepção e a concepção da psicologia humanística. era já um olhar diferente, era o entretcimento de que a vida não é só dor, sofrimento. E incluiu-se, portanto, no ser humano a análise de alguns atributos que deveriam necessariamente estar presente quando se estivesse lidando com aquilo que o ser humano trouxesse. Assim, incluiu-se o novo, o amor, a criatividade, como aspectos fundamentais que deveriam ser considerados na psicoterapia daqueles que traziam as suas demandas de sofrimento. Era o ser humano, portanto, não só dor, mas também aquele que apresentava valores humanos. Esse olhar do humanismo permitiu, portanto, uma construção de percepção psicológica mais integral do ser humano. Foi então seguido a esta terceira corrente de psicologia a humanística que emergiu uma quarta força que Joana de Angeles entretecerá um realce nas suas obras, que é a abordagem transpessoal, aquela que olha o ser humano não apenas como uma pessoa, mas que o transcende, que não olha só o ser humano como um ser humano, mas um ser transhumano. essa percepção psicológica,
rdagem transpessoal, aquela que olha o ser humano não apenas como uma pessoa, mas que o transcende, que não olha só o ser humano como um ser humano, mas um ser transhumano. essa percepção psicológica, olha o ser humano nos seus aspectos do sofrimento, da dor, da falta, da carência, mas também olha esse ser humano nos seus aspectos vívidos, nas suas potências humanas, nos seus característicos de amor, criatividade, liberdade. Mas mais do que isso, numa perspectiva mais ousada e transpessoal de que este ser humano trazia embutido nele uma perspectiva de espiritualidade. é quando o espírito imortal é trazido, ainda que de uma forma tímida, para compor a quarta abordagem psicológica que se transformou num movimento que deveria agora hoje sustentar os olhares da pedagogia, da medicina, da biologia, da administração, não só da psicologia. É, portanto, uma outra forma de olhar o ser humano que agregou a visão humanística à dimensão da espiritualidade, de que nós, portanto, para atendermos a demanda de alguém que traz sofrimento, é necessário olhar para as suas características que transcendem. Foi o que fez um dos seus fundadores, que ensejou nos oferecer a psicologia do sentido, nos oferecer o super sentido, a visão do super sentido de que todos temos na vida a necessidade de termos um sentido que nos mova para poder ganhar sustentação de valorização da vida e superar os obstáculos que se nos antepõe e de que algumas vezes esse sentido necessita transpor dimensão daquilo que é a finitude humana, era o super sentido. Victor Frankel, criador da logoterapia, traz, portanto, esse componente de olhar do ser humano que envolve a transcendência. e ele foi um dos coautores, um dos colaboradores no grupo que construiu a visão da psicologia e do movimento transpessoal na Terra. É dentro desse olhar que essa cultura humana vai se aproximando da ciência espírita que nas suas consequências filosóficas e que nas suas aplicações ético-morais nos ensejam olharmo-nos como seres espirituais,
desse olhar que essa cultura humana vai se aproximando da ciência espírita que nas suas consequências filosóficas e que nas suas aplicações ético-morais nos ensejam olharmo-nos como seres espirituais, estando humanos e observando que aquilo que somos traduz todo um processo de viagem. multimilenária que deságua no aqui e no agora, numa composição integral que envolve nossos aspectos biológicos, que inclui a nossa dimensão emocional afetiva, que agrega a nossa psique no âmbito da nossa mente, que fala das nossas interações sociais e que se nos reporta Há uma dinâmica que transcende o próprio ser humano falando do sagrado, falando do espírito imortal que é sagrado porque é emergente do divino de Deus. Nós somos deuses na fala do evangelho, caracterizando, portanto, essa potência que nos envolve, nos identificando com o criador e nos possibilitando, portanto, lidar com a vida, com tudo que ela se nos apresenta, como desafios e, portanto, com uma existência que não deve ter ser considerada apenas a falta, a dor, o sofrimento, mas também aquilo que nos prospecta para a plenitude, para a completude, para a perfectibilidade, para a iluminação, para, enfim, o nosso movimento de grandiosidade cósmica, que vai cada vez mais no processo evolutivo nos aproximando da divindade, quando vamos atualizando o que somos na interioridade e se expressando através das várias existências da reencarnação, ela vai nos permitindo que possamos nos expressar como seres cósmicos, muito além, portanto, de uma biologia que pudesse nos identificar como seres materialistas, com uma finitude corpórea, definida a finitude da vida, bem como uma emoção, um sentimento, uma mente, um processo de socialização que se reduzisse apenas a um segmento da nossa trajetória berço túmulo, considerada, portanto, apenas uma existência, uma encarnação das diversas movimentações que fazemos no nosso périplo evolutivo. Assim sendo, quando vamos nos analisar, nos perceber, nos olhar, temos que sair do lugar comum dessa visão, que são as
uma encarnação das diversas movimentações que fazemos no nosso périplo evolutivo. Assim sendo, quando vamos nos analisar, nos perceber, nos olhar, temos que sair do lugar comum dessa visão, que são as visões que nos identificam mais ao materialismo e se inclinam ao ateísmo num processo de dar as mãos para uma visão mais transcendente que nos coloca à luz do Espiritismo em conexão com a divindade, através da leitura do exercício do amor posto através de cada encarnação no nosso desenvolvimento intelecto, moral, na busca da perfeição possível à qual Jesus se refere, que deverá nos ensejarem fazer face a face ao nosso pai. É nesse olhar que eu vou trazer algumas reflexões mais adistritas a essa existência, mas com essa percepção mais global, para que possamos, em nos olhando, darmos conta de que nós somos efetivamente tudo quanto fizemos de nós mesmos, tal como Jesus propôs. Nós somos a realização em parte que se revela nessa existência de um conjunto, de um repertório que nós vamos acumulando, fomos acumulando ao longo do tempo e que hoje se manifesta no aqui, no agora como resultado, portanto, no nosso processo evolutivo, já que a visão espírita assim aponta nesse rumo, nesse rumo transpessoal. Então vamos aqui nos valer. Eu não sei se eu aponto para onde, vamos ver. Eu tudo que toco estrago. Minha mãe dizia assim: "Meu filho, não, às vezes tinha alguma coisa assim que dava pânico." Eu dizia assim: "Pera deixa eu ver aqui." Ah, tava aqui embaixo. Minha mãe dizia assim: "Meu filho, não toque em nada". Porque quando dava pane em alguma coisa, eu dizia: "Mamãe, deixa que eu ajeito onde é que tá o martelo?" Eu pedia logo o martelo, né? E eu fui capaz de mexer numa televisão que o técnico veio e não conseguiu consertar. Eu não sei se o técnico era fraco ou se eu sou muito forte na desarmonia dos equipamentos eletrônicos. Então, eu era conhecido por não trocar nenhuma lâmpada. Ela tinha os filhos para cada coisa e eu era o filho rejeitado nesse ponto. Vamos ver aqui o do meio. É,
esarmonia dos equipamentos eletrônicos. Então, eu era conhecido por não trocar nenhuma lâmpada. Ela tinha os filhos para cada coisa e eu era o filho rejeitado nesse ponto. Vamos ver aqui o do meio. É, então aí está uma visão que nos coloca dentro desse olhar na construção do nosso eu humano. A palavra ego significa eu. Todas as vezes que lerem essa expressão, ela tá falando do eu, eu humano. E aí tá as duas pontes que falam da dor e do sofrimento, que estão aqui sintetizadas nessas duas colunas que fazem essa construção didática, apenas didática, para nos ajudar a entender. Habitualmente, enquanto crianças e jovens, nós somos chamados a poder refletir o que aconteceu nessa trajetória bem curta que começa na concepção. A concepção ela é um ato marcante. Não foi sem razão que a psicanálise hoje se inclina para considerar o útero. Não tem como desconsiderarmos os ve meses que passamos dentro do útero. A visão psicológica haana e de Len que acrescentou falam de que o útero ele é a fase marcante e que fala da nossa esquisitice quando nós sofremos dentro do útero e nos apresentamos psicologicamente mais tarde com um caráter chamado caráter esquisoide. O caráter esquisoide são as pessoas que sofreram alguma ameaça dentro do útero, se foram questionada se deveriam vir ou não vir, que deveriam ter esse sexo biológico ou não, ou outro, uma gestação indesejada, inoportuna, segundo os pais, quaisquer que sejam as apreciações psicológicas que se fazem da mãe, do pai, em torno daquele que está, o nascituro, aquele que está dentro do útero, impacta-o de tal modo que se esse impacto for demasiado, ela vai repercutir mais tarde num adolescente, não só na criança, mas no adolescente, num adulto, com o caráter chamado o caráter esquizoide, que fala do ser que se sentiu ameaçado na existência quando no útero e nasce com uma alta dose de medo. O que vai marcar esse psiquismo é o medo. E como ele se sentiu ameaçado de viver, ele será um jovem, uma criança, um jovem, depois um adulto que tem medo de viver.
o e nasce com uma alta dose de medo. O que vai marcar esse psiquismo é o medo. E como ele se sentiu ameaçado de viver, ele será um jovem, uma criança, um jovem, depois um adulto que tem medo de viver. Então, será alguém mais recolhido, mais isolado, será alguém que estará muito afeito, portanto, a estar distante dos relacionamentos sociais, porque tem medo de ser rejeitado novamente, tem medo de não ser acolhido, tem medo de perder, entre aspas, a vida. Então, entre perder a vida e ter uma pouca vida, ele escolhe ter pouca vida, ou seja, não se relacionar tanto, não se expor a grupo, não se colocar tanto com tanta visibilidade no mundo. Se esse psiquismo ele trouxer outras demandas no curso da sua existência que forem muito nocivas, ele pode desenvolver os quadros psiquiátricos das das psicoses, a esquizofrenia. São quadros que falam dessa faixa etária da existência, que é o útero, na visão haniana e lowen, que propõe que o caráter esquisoide ele é construído no útero. Eu estou falando de uma visão psicanalítica de um dos seus discípulos que trouxe para o corpo físico a característica dos conflitos psicológicos. Yung trouxe essas características para o psiquismo, trouxe para a dinâmica que aponta para a transcendência e R trouxe pro corpo físico. Cada discípulo teve um olhar diferente daquilo que Sigmund Freud trouxe enquanto concepção psicanalítica do ser humano. Então, o útero é esse espaço de excelência que merece o acolhimento de uma forma total, incondicional daqueles que lidam com o nascituro, com a criança não nascida. Portanto, é nesse olhar que a psicologia que olha o corpo vai analisando que cada faixa de da existência do ser humano no útero, depois do primeiro ano de vida, há 1 ano e meio, 1 ano e meio a 3 anos, cada fase dessa é uma fase de construção do eu, do ego. E é nesse olhar que nós vamos perceber que a nossa psique, ela é construída, o nosso, a nossa personalidade vai se forjando. Então é de fundamental importância o que os nossos pais fazem conosco.
ego. E é nesse olhar que nós vamos perceber que a nossa psique, ela é construída, o nosso, a nossa personalidade vai se forjando. Então é de fundamental importância o que os nossos pais fazem conosco. O que eles fazem conosco imprime no nosso eu humano, na nossa dimensão de construção do eu para esta existência do ego, portanto, imprime-nos determinadas características, determinadas nuances, determinadas movimentações que podem ser muito saudáveis ou muito empobrecidas, limitantes, adoecedoras. Então, uma criança que consegue experimentar o útero e vai para a primeira fase da existência, o primeiro ano de vida, que é a fase da amamentação, é essa fase uma fase muito fundamental para a alimentação deste eu humano. A criança no colo da mãe, acolhida, maternada, ela precisa se sentir amada. A ausência desse afeto, desse amor, logra-lhe gerar como se fosse uma desnutrição psicológica. Se o trauma vem aí no primeiro ano de vida, o caráter esquisoide que existe para aqueles que sofrem o trauma dentro do útero, no primeiro ano de vida, o caráter já vai se configurar de uma pessoa carente, de uma pessoa oral. É o caráter oral. é aquela pessoa que tem uma necessidade oral no corpo físico da falta de nutrição amorosa, da maternagem, da paternagem. Então, são pessoas que têm uma tendência a desenvolver, do ponto de vista emocional dificuldades em lidar com a emoção da tristeza. são pessoas tendentes a serem tristes e dependendo do que se lhe acontecer na vida, elas poderão desenvolver os processos depressivos, os transtornos do humor. Essas pessoas são pessoas, portanto, que vão revelar o que se lhe aconteceu dentro do útero, agregado agora à maternagem do primeiro ano, quando a amamentação física, ela coincide com essa amamentação emocional da mãe e do pai na maternagem e da paternagem, garantindo-lhe, portanto, o desenvolvimento desse ego. Vejam que o ego é um processo de construção que vai se dando ao longo sobretudo das do zero aos 7 anos, coincidindo com aquela visão que os espíritos trazem através de Chico
desenvolvimento desse ego. Vejam que o ego é um processo de construção que vai se dando ao longo sobretudo das do zero aos 7 anos, coincidindo com aquela visão que os espíritos trazem através de Chico Xavier e de Emanuel, de que a reencarnação vai se consolidando nesse período de tempo até os 7 anos. Ou seja, a estrutura psicológica sofre um grande impacto daquilo que se faz nesse primeiro período da existência, que é o período infantil até 7 anos de idade. a primeira infância. Portanto, a primeira infância, ela é definidora para que o nossa estrutura interior seja construída com fundações, com fundamentos e com perspectivas mais sólidas ou menos sólidas. Para comparar, é como se fosse o alicerce de um edifício. Tudo que se nos acontece no primeira infância será decisivo para como se considerar aquele alicerce aonde vai se edificar as outras faixas de tempo no ser juvenil e adulto. Portanto, é de fundamental importância olhar para a criança como esse período extraordinariamente importante, fundante da existência de um ser humano maduro mais tarde. Para nós espiritistas, olhando nessa interface com a ciência psicológica e médica, vamos entrever que o espírito reencarnante que se aproxima do lar antes da reencarnação, que faz um alinhavo antes de reencarnar acerca de qual lugar ele vai nascer, quem são seus interlocutores primeiros primaciais para a construção do seu psiquismo, que é pai e mãe. Ele faz esse alinhavo, algumas vezes faz contacto, algumas vezes visita o lar e depois ele faz uma imersão nessa encarnação, sabendo que vai ter uma família que sabe qual é, os pais, o ambiente cultural e já também traz a estruturação biológica prevista no mundo espiritual, que será selecionada no espermatozoide e no óvulo. que deverão ser a matéria prima para a construção do seu corpo físico. Então, esse período é um período de fundamental importância para o espírito imortal que renasce com a possibilidade de vitoriar sobre os desafios que serão lhe apresentado, alguns dos quais já previstos, os mais
período é um período de fundamental importância para o espírito imortal que renasce com a possibilidade de vitoriar sobre os desafios que serão lhe apresentado, alguns dos quais já previstos, os mais importantes. E ele sabe da importância que é o lar. Nós adultos temos essa consciência de que o papel de pai e de mãe são fundamentais numa sociedade contemporânea quanto foram ao longo do tempo. Mas hoje, com mais razão, temos essa consciência. E nós espiritistas não só temos essa consciência, mas temos o dever de compreender aquilo que os espíritos disseram a Allan Kardec a lei de sociedade de que a família é lei da natureza, não é uma lei social por e simplesmente, é lei da natureza. está além daquilo que se poderia conceber como apenas uma um aspecto socioantropológico humano. É lei da natureza como é a reencarnação. A família é esse espaço, portanto, que deve consagrar a formatação da psique do indivíduo à luz do espiritismo. esse momento extraordinário que o ser quando nasce estrutura a sua base para aquilo que ele vai fazer mais tarde no âmbito público ou privado, como é que ele vai enfrentar os desafios previstos antes de reencarnar e alguns outros por ocorrência daquilo que vai acontecendo na sociedade em razão das escolhas que fazemos individual e coletivamente. Assim sendo, quando olhamos essa dinâmica que se nos estrutura, vamos ver agora. Acho que é aqui. Então, poderíamos aqui assinalar. Mas que coisa. Aí vamos, nesse olhar psicológico e depois vamos fazer a superação deles, nós vamos perceber o que se estabelece nesses dois vieses que são fundamentais para o ser humano. O primeiro é a carência, é o não atendimento, é a não nutrição. E o segundo que se se assemelha, mas como se fosse um irmão gêmeo, é a rejeição. é uma atitude mais ostensiva, aonde você renega, aonde você estabelece um movimento de repulsão, de aversão. A carência, portanto, que se coloca dentro da humanidade, numa visão psicológica mais anterior, ela fala dessa necessidade que temos de
ega, aonde você estabelece um movimento de repulsão, de aversão. A carência, portanto, que se coloca dentro da humanidade, numa visão psicológica mais anterior, ela fala dessa necessidade que temos de compensá-la. E a compensação que se faz no âmbito da carência, seja da carência ou da rejeição, é o apego. A carência está aqui quando eu não sou capaz de atender o espírito que se coloca reencarnando na minha esfera de ação, sem conseguir dar conta das suas necessidades mais básicas e fundamentais. Porque nós às vezes relativizamos à necessidade da nossa criança a alimentação. A alimentação é básica para o corpo, mas não é suficiente alimentar uma criança para saber se ela está bem. Para nós que somos espíritos e que compreendemos a reencarnação, já vamos perceber de que o corpo é a veste. Do que vale atender a veste se nós não atendemos aquele que vai vestir-se? do que vale atender a casa se não atendemos o inquino. Então, a necessidade que se faz no âmbito da família da criança é aquela que se configura, portanto, num atendimento afetivo emocional capaz de lhe garantir a sustentação e a formatação do seu eu humano, do seu ego, concomitantemente com o atendimento das necessidades biológicas. Então, mais do que atendimento ao corpo ou tanto quanto, deveria ser a nosso atendimento emocional afetivo. A criança, quando ela se sente demandada, não atendida, ela ela manifesta habitualmente com um apego. Quando você vai a uma creche, por exemplo, de periferia, aonde as mães, na sua maioria das vezes, são mães, não são pais, que solitariamente cuidam de algumas crianças, filha de alguns pais, porque não tem um relacionamento afetivo, conjugal estável, na sobrevivência, colocando as crianças na creche para que ela trabalhe. Às vezes até em subempregos fala do quanto essas crianças são carentes, não só fisicamente, mas emocionalmente. Quando você visita, elas se agarram na sua perna, querem que você leve elas para casa, paraa sua casa, e e e grudam, parece chiclete, caracterizando o quanto elas têm falta,
mente, mas emocionalmente. Quando você visita, elas se agarram na sua perna, querem que você leve elas para casa, paraa sua casa, e e e grudam, parece chiclete, caracterizando o quanto elas têm falta, o quanto o lar é insuficiente para lhe nutrir as necessidades espirituais. E quando aquela mãe chega habitualmente desdobrada em mais de um trabalho, ela não dá conta de atender uma prolle que é prolle mesmo, não é um filho, normalmente é um grupo de crianças. E essa mãe que a seu turno viveu uma experiência similar, ela não consegue perceber que essas crianças têm necessidades emocionais afetivas e, portanto, se manifestam dentro de casa em espaços exíguos, trazendo as suas aflições, as suas agressividades ou a sua apatia, que combina, portanto, uma necessidade emocional e biológica conjuntamente mente, mostrando o quanto elas estão apagadas, o quanto elas estão com um comportamento difuso de uma criança normal. Essas são carências de uma mãe que não dá conta de atender umas um número de crianças, seja economicamente, materialmente, seja emocionalmente. E a forma como ela lida, a cobrança dessas crianças, muitas vezes, ou na maioria das vezes, é agressiva, porque ela já vem machucada pela uma história de vida, ela já vem cansada da sua dupla jornada de trabalho profissional, às vezes biscaites. E quando chega em casa cinco crianças, como é que ela vai atender? Então ela coloca nas crianças também o seu desamor em relação a si mesma, ao estilo de vida que tá sendo constrangido a viver e joga nas crianças e vocês imaginem o que serão essas crianças amanhã. Mas as famílias que não são as crianças, as famílias da periferia, das cidades, garantindo a pobreza e sobretudo a miséria. Essas crianças miseráveis, a qual essa família eu citei, aquelas que estão na classe média, elas também não atendem as crianças porque elas terceirizam esse atendimento a outras pessoas. E aí fica um movimento que é o movimento esquisito, porque os pais já têm recursos, atendem as necessidades
as também não atendem as crianças porque elas terceirizam esse atendimento a outras pessoas. E aí fica um movimento que é o movimento esquisito, porque os pais já têm recursos, atendem as necessidades biológicas, mas não conseguem fazê-lo no atendimento emocional que poderiam escalando funcionários que os substituam, seja no dia a dia, seja numa visitação, por exemplo, a uma consulta médica, como uma criança da classe média vai fazer uma consulta médica sem o pai, sem a mãe. Eu digo isso porque eu atendo também pessoas dessa classe social. Então, ou quando a mãe vai ou o pai e raramente ambos, a babá sabe mais do que o pai e a mãe sobre a criança. Responde as perguntas que eu faço primeiro, ou então tiram da gagueira dos pais porque eles não sabem responder o que eu pergunto. E são coisas do cotidiano da criança que é a babá quem sabe, quem diz. Mas a babá é uma funcionária. É uma funcionária às vezes que não foi nem treinada. Qual é as condições que ela tem para substituir um pai e a mãe, que em regra são pessoas insubstituíveis nessa função de pai? Para isso reencarnaram como pai e mãe. São pai e mãe. Nem os avós deveriam ou têm essa competência de substituir a mãe, substituir o pai. Eles o fazem em algumas circunstâncias, num arremedo ou dentro das condições possíveis, mas não é tarefa de acolher os filhos, os avós. Os avós precisam ser avós e é muito importante ser avós, mas não pai e mãe. Quando há esse processo de substituição, também é um movimento de terceirização, indébito, inapropriado, no qual as crianças, todas as vezes que o pai ou a mãe chega ou ambos, eles começam a ter umas crises, uns pitiatismo, como a gente diz numa linguagem médica. E a baba e disse assim: "É só a senhora chegar." É a forma que ela tem de dizer: "Mãe, eu tô precisando de você". Ela não tem a linguagem articulada, não tem ainda um repertório intelectual, emocional para argumentar, para falar, para discutir. Então elas demonstram através das atitudes instintivas que tá faltando mãe, tá faltando pai naquela casa. E o
tem ainda um repertório intelectual, emocional para argumentar, para falar, para discutir. Então elas demonstram através das atitudes instintivas que tá faltando mãe, tá faltando pai naquela casa. E o pai e a mãe chega, elas começam a ter uma crise alérgica às babás e começa a fazer uma série de peraltices. E quando a mãe pergunta, mas eles estavam apresentando isso, mas não é, é quando a senhora chega, quando a senhora chega, a gente ficou assim. Aí a mãe fica mais aborrecida, porque ela tá ali e agora ele tá se comportando mal, ela não entende que é uma linguagem cifrada de que as crianças estão dizendo: "Eu quero mãe, eu quero o pai". chega de terceirização ou que a terceirização se faça no limite razoável daquilo que é necessário muitas vezes ser feito, mas não a longo curso, aonde os pais chegam e continuam as crianças com a babá. Ou eu fim de semana, os pais estão fim de semana com a criança, mas eu acho continuo com as babás. Aí ele está lá sem a carência. E quando a mãe reage, a criança se sente rejeitada, mais do que carente pela falta. Ela se sente, portanto, negada na sua necessidade fundamental. Ela se sente invalidada pel uma mãe ou pelo um pai que lhe critica o comportamento infantil, que é apenas um grito de socorro daquele espírito que está exigindo no seu direito de cumprir a tarefa que associadamente programaram no mundo espiritual. É como se o pai e a mãe naquele momento esquecessem que são pais e mães. E se não são, não tem o conhecimento da transcendência ou se tem pior. Mas se não tem, eles não sabem que eles planejaram receber aqueles espíritos que não é uma próle de cinco, porque hoje em dia é difícil ver uma prol de cinco numa classe média. Então é um, dois, três, no máximo. No máximo nós vivemos hoje, eu tenho um irmão que quando chegou na França, ele foi fazer pós-doutorado na França, aí quando a esposa engravidou do terceiro filho, todo mundo admirava, achava que ele era doido, porque tava com três filhos. A França época estava com o índice de mortalidade acima do
orado na França, aí quando a esposa engravidou do terceiro filho, todo mundo admirava, achava que ele era doido, porque tava com três filhos. A França época estava com o índice de mortalidade acima do índice de natalidade, uma população encolhendo. Tanto que quando ela engravidou, ela recebia dinheiro por est grávida na França. Portanto, eles patrocinando, estimulando a gestação. Nós vivemos hoje numa certa medida, esse movimento de cerceamento, de regulação da maternidade, do número de filhos. em função das condições de sobrevivência confortável aqueles que estão na classe média, mas aqueles que estão na classe alta, esses às vezes as crianças são mais ainda abandonadas porque eles têm tantos haveres, tandas, tem tantos negócios e o lar não é considerado, não é hierarquizado como algo importante, não é visto como lei da natureza que você precisa olhar como é que funcionam lá considerando que ele é lei da natureza. Eu vou estudar essa lei para atender as demandas de observação dessa legislação cósmica, divina que chama-se lar. Então, os pais estão cuidando das empresas para deixar um patrimônio pros filhos se matarem depois ou matarem o pai antes que ele morra para ficar com a herança, porque já apreço na eutanásia, porque é uma educação que se faz materialista e muitas vezes ateas. Ou se não é ateísta, é como se fosse, porque é uma espírit é uma religiosidade que não funciona, é de culto externo e é só de convenção social. Então esses filhos, quando os pais começam a ficar gagazinho ou adoecer, diz: "Ah, o papai já viveu, a gente a gente vai esperar ficar velho para usar a a herança, como se a herança for trabalho dele, foi dos pais. Então, os pais como que pagam na mesma existência o distanciamento dos filhos, se ausentam dos filhos durante esse período fundamental que é a primeira infância, a infância sobretudo considerando o seu período completo. E depois a supervisão na juventude, que é um período tão delicado, em dias em que a universidade parece que se perdeu de si mesma, né?
fância, a infância sobretudo considerando o seu período completo. E depois a supervisão na juventude, que é um período tão delicado, em dias em que a universidade parece que se perdeu de si mesma, né? Transformou num espaço ideológico, né? E aonde o conhecimento às vezes está eh numa cultura difícil de você sobreviver. Se você não tiver a plataforma do lar e não tiver um espírito crítico, você entra na universidade, se perde, sobretudo se for cursos na área que estão nos aspectos das chamadas humanas. Então, esses pais abastados, esses filhos se sentem mais ausentes porque são substituídos por caros presentes, por recursos amoedados, por funcionários que funcionam. ali há tempo e a hora e os pais às vezes são invisíveis para esses filhos. Então o afeto, a construção de valores, de princípios ficaram reduzidos a como fazer a empresa funcionar. Mas não é empresa familiar da família, é uma empresa comercial, é um negócio no mundo que é gerido, que é presidido por familiares e que por ser por familiares, depois vai ter briga, porque os familiares quando chega na segunda ou na terceira geração começam a brigar, porque não se entendem filhos e netos a começam a brigar, porque ou a empresa acaba com a família ou a família acaba com a empresa ou elas se acabam juntos juntas. Raramente as duas prosperam quando uma empresa é de origem familiar. Mas aqui estamos enfocando especificamente essa esse abandono, essa carência ou rejeição ou carência e rejeição que acontece em casa e que faz com que os filhos, os espíritos, que na maioria das vezes são como nós somos, meia boca, pé rapado, papaibé, então a gente se agarra, surge um apego numa tentativa de compensar a carência. numa tentativa de suportar a rejeição e daí vai emergindo consequência as outras que nós vamos aqui alinevar para vocês. Vamos ver se é esse aqui. Aí surge aquilo que é solidão. Nunca nós vimos tanta solidão em época de redes sociais. É curioso isso, né? redes sociais. Nós vemos agora os animais, os pets nos estados de Nova
s ver se é esse aqui. Aí surge aquilo que é solidão. Nunca nós vimos tanta solidão em época de redes sociais. É curioso isso, né? redes sociais. Nós vemos agora os animais, os pets nos estados de Nova York eletrônicos. Você compra um gato eletrônico, um cachorro eletrônico, um papagaio eletrônico para diminuir a solidão. Solidão. Nova York, a cidade mais cosmopolita do mundo, portanto, que detém um maior soma para onde afluem culturas diferenciadas e os centros econômicos, as corporações mais rentáveis estão ali em Nova York. Cidade extraordinariamente visitada, talvez a mais visitada, senão a primeira, a segunda do mundo, está lá solidão. Gente que quando você anda, você tem que andar atrás do outro, porque senão você andar de encontra com o outro. de tanta gente que é andando nas ruas de Nova York. Solidão. Você atropela pessoas e tropeça em pessoas e está solitário. Solidão, demonstrando que você perdeu-se de si mesmo. Você não se perdeu na coletividade, você se perdeu de si mesmo em face dessa origem reencarnatória que você não teve o suporte que poderia e deveria ter para uma construção psicológica mais saudável. E você está como que ali no meio da multidão sendo apenas mais um. É, é a manada. sem espírito crítico, sem espírito crístico, sem sem eras nem beiras, como se costuma dizer no provérbio popular. Então, surge o ciúme como resultado do apego. Aquilo que me falta eu me seguro porque eu não quero perder. E aí surge a inveja, os derivativos do apego. Isso tudo é sofrimento. Veja que tudo isso é um sofrimento gerado em razão dessa construção. Essa é a estruturação do nosso ego. A proposta espírita de lidar com isso é fazer um movimento diferente. Então vamos pegar esse mesmo quadro, procurando apontar num processo mais libertador, amplificar as nossas necessidades fundamentais e poder dizer para todos nós que o grande problema que temos em sociedade, um problema que é de estrutura, é estrutural, não é de conjuntura, é de estrutura, é essa percepção que estamos
fundamentais e poder dizer para todos nós que o grande problema que temos em sociedade, um problema que é de estrutura, é estrutural, não é de conjuntura, é de estrutura, é essa percepção que estamos trazendo aí. Nós não somos um ser egóico. Nós estamos egóico. Nós somos um ser crístico. Nós somos espírito imortal. Então, há uma diferença entre ser e estar. A nossa essência é o que somos. E que os espíritos definiram Allan Kardec na questão 88 do livro dos espíritos, quando falaram da nossa qualidade íntima de ser. quando os espíritos nos compararam a clarões, a nossa essência, a centelhas, caracterizando, portanto, uma diferenciação daquilo que era a formatação humana pura e simplesmente de um corpo. Então, quando Kardec pergunta aos espíritos, para além do perespírito, os espíritos responde que nós somos clarões, centelhas. O perespírito é uma consequência do espírito imortal que vai construindo uma formatação física e vai dando uma para essa estrutura um ambiente que vai formatar o corpo biológico mais tarde. Então nós precisamos saber de que nós temos um ego, mas nós não somos o ego. Eu estou Alberto, mas eu não sou Alberto. Eu sou um espírito imortal reencarnado e tenho uma personalidade que recebe o nome de Alberto. Tenho uma estrutura egóica originário de todo o meu processo reencarnatório atual que formatou o meu ego. Mas eu não sou isso. Eu estou isso em constante mudança pela compreensão de que eu sou um ser que transcende o ego. É o que diz lá Fenelon a Allan Kardec em o livro dos espíritos. Ele usa a palavra personalidade. Ele não usa expressão ego que não estava vigente na época. Então a personalidade eu tenho, eu, Alberto, sou uma personalidade, mas eu tenho várias subpersonalidades que me habitam nas várias encarnações que eu já tive. Então eu estou Alberto, como eu já estive João, posso ter estado Maria, eu estou, portanto, numa movimentação trazendo dentro de mim um grupo de subpersonalidades, um grupo de suegos para podermos fazer a relação com a
erto, como eu já estive João, posso ter estado Maria, eu estou, portanto, numa movimentação trazendo dentro de mim um grupo de subpersonalidades, um grupo de suegos para podermos fazer a relação com a nossa dimensão egóica do hoje. os subiegos me habitam. Mas esse olhar me propõe de que para além do ego e dos subegos, eu sou um clarão. Sou uma potência divina reclamando, aguardando poder ser despertada, ser manifesta e se expressando no mundo, desde a minha estrutura perespiritual corpórea até na minha manifestação coletiva, emocional, psicológica, social. Então esse olhar ele muda a configuração de funcionamento social e de autopercepção de si mesmo. Nós somos o que fazemos de nós mesmos e nós estamos numa sociedade que funciona só no nível do ego. O olhar, a movimentação social, ela é estritamente egoica. Muito embora o mundo seja espiritualista, a nossa funcionalidade, o nosso jeito desengonçado de ser é materialista. Haja vista quantos países já documentaram o aborto como lei humana? Quantos países hoje tem a eutanásia legitimada? Como quantos países têm a pena de morte colocada como princípio de legislação na estrutura do seu código constitucional? Então, o mundo hoje é um mundo muito materialista. E ainda que se diga espiritualista, ele funciona no espiritualismo materialista. é uma espiritualidade que é regida pela uma filosofia ateísta. Se não tem o nome, poderíamos dizer que é uma filosofia materialista, como se nós fôssemos morrer. Então, a quantidade de homicídios, de suicídios que se nos acontece no mundo entre aqueles que são espiritualistas é imensa. Eu não estou falando só das patologias que levam a pessoa num estado de delírio a se matar. Eu estou falando das pessoas que se matam de caso pensado, que viajam para um outro país cujo suicídio assistido está posto e se internam para serem assassinadas. Os médicos, com a autorização da pessoa e da legislação do país, proporcionam aquilo que se chama o suicídio assistido. E nós estamos falando de pessoas que
osto e se internam para serem assassinadas. Os médicos, com a autorização da pessoa e da legislação do país, proporcionam aquilo que se chama o suicídio assistido. E nós estamos falando de pessoas que estão no na pujança da sua lucidez, mas uma lucidez materialista. Não acreditam na vida após a vida. E eu estou falando dos neurocientistas também. Ainda h pouco mandei um um vídeo para um amigo que é da área médica, estuda a parte da neurologia e espírita numa posição trazendo uma visão de um cientista muito extraordinária nessa pesquisa onde vai caminhando para o imaterial, para o transcendente. Mas lá no vídeo ele é a favor do aborto. Então, o neurocientista que está mergulhando na imaterialidade do ser humano, na mente pujante, que fala do exoesqueleto, aonde você é capaz de mentalmente substituir mentalmente aquilo que falece enquanto comunicação através da coluna que conecta o seu sistema nervoso central aos aos nervos periféricos. Portanto, tá falando de algo muito transcendente que está à luz da tecnologia e da inteligência artificial, falando da comunicação mental e ao mesmo tempo a favor do aborto. Aí esse meu amigo, que pena, Alberto, ele é a favor do aborto. É a favor do aborto, porque a filosofia que embaza a ciência ainda é materialista, ainda é ateísta. na forma, isso falando historicamente, na forma como o mundo se desenvolveu, porque a teologia abarcou tudo, dogmatizou tudo, dominou o conhecimento. Quando o conhecimento rompeu, rompeu contra Deus também, rompeu também contra a religião também. E a ciência ficou apartado ciências de um lado, filosofia pro outro, religião pro outro. E nós ficamos mutilados, segmentados. É por isso que o espiritismo é a grande construção integral do ser humano, que é uma ciência filosófica de consequências espirituais, morais, éticas, religiosas. Essa essa junção, essa reiculação do conhecimento devolve-nos a possibilidade de olhar a ciência como lei da natureza, como é a espiritualidade, a religião, como é a filosofia, estudando a dinâmica
s. Essa essa junção, essa reiculação do conhecimento devolve-nos a possibilidade de olhar a ciência como lei da natureza, como é a espiritualidade, a religião, como é a filosofia, estudando a dinâmica do ser humano, as suas questões de princípio, eh, de meio, de fim, tudo ele ainda, porque tudo tá dentro do universo. Apenas esses fragmentos são estudados de lugares diferentes, mas se nós não nos juntarmos, eles ficam mutilados. Allan Kardec foi o primeiro homem holístico no ocidente a devolver essa síntese que nós nos perdemos a partir do século X, quando a ciência começou a se diferenciar da teologia do Então, nesse olhar que estamos trazendo aqui, nós entendemos muito bem de que nós precisamos, como diria o nosso companheiro Hermínio Miranda, a universidade precisa de um banho de espiritualidade, de um vendaval de espiritualidade", dizia ele na sua expressão eh didática, no seu no seu arrobo, para mostrar de que a universidade não precisa ser materialista, ateísta, de que nós precisávamos rearticticular, reagrupar esse conhecimento. Por isso, o Espiritismo veio fazer aliança da ciência com a filosofia, com a religião, como Kardec propõe lá o Evangelho Segundo Espiritismo, tratando de Evangelho, mas ele traz o âmbito da ciência, estudando os fenômenos materiais, o âmbito da religiosidade, tratando-los das leis que regem a alma. Mas tudo são leis que coadunam, não competem, elas convergem. Então, é nesse olhar que nós precisamos nos perceber enquanto seres humanos e quanto aqueles que somos cuidadores dos nossos filhos e olhar o lar como esse grande espaço de excelência, aonde nós somos espíritos reencarnados, não somos homens e mulheres só. Essa percepção, ela muda inteiramente, filosoficamente, o nosso olhar sobre rumo existencial, o que tem valor e o que não tem. A estruturação de princípios nos fazem valorar algumas coisas e não valorar outras. Então, é esse sistema que nós precisamos recuperar para nesse olhar psicológico podermos entretecer uma nova percepção da carência que se
ncípios nos fazem valorar algumas coisas e não valorar outras. Então, é esse sistema que nós precisamos recuperar para nesse olhar psicológico podermos entretecer uma nova percepção da carência que se estabelece. É inevitável que a carência possa se estabelecer, não naquele nível absurdo que eu estava colocando, que acontece muito, mas eu tô falando, a criança se ressente quando está em casa, mesmo atendida pelos seus pais, porque a mamadeira está demorando. Ela chora, chora, ela está em sistema de carência naquele momento. É normal. Um pai e uma mãe não são semideuses que vão atender todos os pensamentos e necessidades imaginárias do seu filho, do espírito que está ali reencarnado. Não, não é essa a exigência que nos gera culpa e que nos centraliza no remorço, numa atitude às vezes paralisante. Não é essa proposição espírita. proposição é de que mesmo havendo as carências atento a elas, nós estamos nos movimentando na maternagem, na paternagem. Nós estamos validando a criança que tá no útero e que veio no momento que não era o programado e veio. E aí a gente refaz a nossa percepção e acolhe aquele espírito que está no útero no processo de semicorporização ainda no início da gestação, na fase embriológica. E nós já estamos ali, o casal, o pai ou a mãe, se for uma gravidez, por exemplo, solitária, a mãe, a família dando esse apoio, vai lhe dando aquele espírito que tá ali, está reencarnando, tá no processo de reencarnação. E aquela necessidade que poderia ser vista como um grande problema passa a ser validada assim que se feche os olhos para as necessidades que serão tantas, por exemplo, numa gravidez solitária ou para uma gravidez quando a família está em condições difíceis de desemprego, por exemplo. Então, o olhar da carência que se nos apresenta ou da rejeição que pode acontecer aqui acular, ele vai sendo substituído quando nos conectamos à luz do pensamento espírita a essa doutrina que nos devolve a possibilidade de sermos o que somos e não como estamos, para que
e acontecer aqui acular, ele vai sendo substituído quando nos conectamos à luz do pensamento espírita a essa doutrina que nos devolve a possibilidade de sermos o que somos e não como estamos, para que como estamos podemos ser, possamos ser melhores. E é aí que eu vou lidar com a carência, promovendo seu atendimento. Eu vou perceber que a rejeição que eu tive de um filho em função da animosidade do passado, compreendendo a minha dimensão de subpersonalidade que trago e que emerge no meu consciente ou a princípio inconsciente, depois eu tenho consciência de que a versão que eu tenho por aquele filho que faz com que eu rejeite o aquiacular deva ser substituída pelo movimento de acolhimento, de aceitação, eu vou em função desse olhar mudando a minha performance e eu vou começando a fazer movimentos mais inclusivos. Aquilo que se manifestava como rejeição passa a ter um acolhimento. Aquilo que era carência eu passo a depositar mais tempo. Quantas vezes eu digo para o pai, como disse essa semana que passou a um pai, você precisa sair com a sua filha. O distanciamento ficou tão grande, ele deuse conta, a filha verbalizou. Quando uns filhos dizem para os pais que eles não querem que os pais voltem a se conjugar depois de uma briga, eles se separam, é muito grave o que tá acontecendo com essa família, porque a maioria dos filhos quer os pais juntos. Quando os filhos pedem para os pais se separarem, é porque já passou do tempo, o desrespeito, as agressões, já passou do tempo. Então a filha disse: "Mamãe, você vai voltar com o papai?" Mas por que, minha filha, você não quer? Mamãe, quando você tá sem o papai, o papai tá fora como está agora, você me atende, você tá comigo. Olha que aí começou a sinalizar o que a mãe fazia. E a mãe me dizendo, é isso mesmo. É isso mesmo. Eu não estou com a minha filha, porque quando eu estou na conjugalidade com meu marido, a conjugalidade me absorve a tal ponto que engole a mãe. Um grande problema de uma conjugalidade simbiótica é que ela acaba
u com a minha filha, porque quando eu estou na conjugalidade com meu marido, a conjugalidade me absorve a tal ponto que engole a mãe. Um grande problema de uma conjugalidade simbiótica é que ela acaba ficando numa relação de corredor e os filhos ficam abandonados na carência e às vezes na rejeição, porque quando quer recebe um chega para lá. É tão ruim quanto é ruim quando os pais olham para os seus filhos e passam a ser só pais e esquece que são cônjuges e abandonam o casamento. Esses dois subsistemas dentro da família eles não são de modo algum competitivos. Não devem ser competitivos porque ambos fazem parte de um sistema. Quando um perece afeta o outro. Pais não podem deixar que a relação como pais engulam a conjugalidade e cônjuges não podem permitir que em nome de um matrimônio você engula a paternidade a maternidade, os filhos fiquem abandonados. Esses dois sistemas eles podem coexistir e devem coexistir de forma harmônica. Então, era uma filha reclamando do pai e da mãe, era um filho reclamando do pai e da mãe. Então, os pais reflexivos, precisando resgatar da paternidade à maternidade, ausente naquela circunstância ou depreciada, carente, faltando. Então o pai vai e sai só com o filho, aquele filho com que ele tem uma encrenca para começar a diluir aquela encrenca. E assim nós vamos com esse conhecimento espírita ensejar uma aceitação e minimizar a dificuldade de acesso, permitir uma acessibilidade que nos dê condições de transformar a rejeição e a carência na abundância, na aceitação, que são movimentos de saúde. E nesse processo de apego e solidão decorrente da carência e da rejeição, nós vamos então olhar de que como espíritos imortais, nós estamos aí substituindo o apego pela impermanência, que faz com que a gente possa considerar seres passantes. Nós somos seres passantes, mas enquanto estamos com outro no aqui, no agora, nós precisamos executar a nossa função. A impermanência não significa dizer que eu não tenho presença, mas a minha presença não significa dizer
antes, mas enquanto estamos com outro no aqui, no agora, nós precisamos executar a nossa função. A impermanência não significa dizer que eu não tenho presença, mas a minha presença não significa dizer que eu sou perene naquele lugar. Eu como pai, como mãe, estou nesse papel de pai, de mãe, logo mais vou desencarnar. O filho pode até ir primeiro. Então eu tenho que estar lidando com essa impermanência de que tudo muda. Só não muda a lei da mudança. Mas tem que ter a compreensão de que a impermanência não é desleixo, não é abandono, não é comodidade, não é frieza, porque em nome de uma impermanência a gente diz: "Não, eu não sou seu pai, sua mãe. Eu estou seu pai, sua mãe. Então você é para lá, eu para cá. Quer dizer, não funcionou. A impermanência, ela reforça uma presença de qualidade. E a solidão eu passo a descobrir-me e quando eu me descrubro, eu passo a entender que a relação de mim para comigo gera uma relação de solitude, de presença interior. A solidão ela só acontece quando eu estou esvaziado de mim mesmo só no ego. Mas se eu me conecto com a minha dimensão mais profunda do espírito imortal que eu sou, se eu consigo mergulhar na minha essência, eu vitalizo o meu ego. E aí eu não só estou bem quando estou só, mas eu nunca estou só porque eu sempre procuro na socialização ser com alguém solidariamente. É quando a solidão se converte em solidariedade, mas não é uma solidariedade para anular a ausência da minha reconexão. Porque se eu sou solidário, eu vou pro exercício da caridade, na caridade, pela caridade, compensando a minha solidão, pura e simplesmente eu posso entrar no cansaço, na fadiga e depois cansar de ser caridoso. Como é que a caridade cansa? A caridade não cansa. O amor não cansa. É porque eu fiz o movimento compensatório, mas sem fazer aquele movimento para dentro de mim mesmo. Caridade para comigo primeiro, amor para comigo primeiro, integração de mim para comigo mesmo. Mas não é o ego egoísticamente se vinculando narcisicamente à aquele que passa a endeusar-se nessa
mesmo. Caridade para comigo primeiro, amor para comigo primeiro, integração de mim para comigo mesmo. Mas não é o ego egoísticamente se vinculando narcisicamente à aquele que passa a endeusar-se nessa perspectiva do aqui, do agora da aparência, do olhar só para si. Não é do auto amor, como propone a Jesus, amar o outro como assim? Então é amar a si. Esse amor a si é o mergulho profundo do ego na sua dimensão do sagrado. Então esse processo faz-me sentir pleno. Pleno quando estou só. Pleno quando estou exercendo a caridade com outro. pleno quando estou só exercendo a caridade para comigo, o amor para comigo, pleno quando estou com os amigos, com o grupo da demanda do centro espírita, exercendo o amor ali com um grupo desfavorecido, por exemplo, vulnerável do ponto de vista socioeconômico. Eu estou pleno lá e estou pleno aqui. Não é, portanto, a compensação de uma solidão que vai tapear a minha desconexão, porque se eu for nesse movimento, num dado momento eu canso. Eu não canso, não é o cansaço físico, só eu tô falando do cansaço da alma que ressequida tem necessidade de se conectar com o pai. E a conexão com o pai, ela se faz quando você se conecta, portanto, com frequência, pela frequência, a sua dimensão mais profunda. E ali você está pleno quando está com você mesma mesmo. Eu não estou solitário e em solidão porque estou só. Eu estou em solidão estando só ou estando no grupo. A cidade talvez que se converta em maior índice de solidão do Brasil seja São Paulo, que aqui é a mais habitada. Mas as pessoas no seu na sua volúpia de movimentação coletiva preenche o CVV de telefonemas, não só pelo número, mas pelo uma uma cidade que tem tanta gente, mas gente desconectada. Então, o que me faz desconectada é de si mesmo? Então, o que me faz estar na plenitude não é eu estar no meio das pessoas, eu estar bem comigo mesmo. Porque estando bem comigo mesmo, eu estou só bem comigo mesmo e eu estou bem comigo mesmo com os outros. Faz sentido isso para vocês? Eu vejo muita gente no movimento
ssoas, eu estar bem comigo mesmo. Porque estando bem comigo mesmo, eu estou só bem comigo mesmo e eu estou bem comigo mesmo com os outros. Faz sentido isso para vocês? Eu vejo muita gente no movimento espírita cansado da caridade. Eu digo, mas como é que a caridade pode cansar se a caridade é o Elã que salva? Fora da caridade não há salvação. Kardec propôs isso na epígrafe de um capítulo. Como é que a caridade pode cansar? Não cansa. Alguma coisa errada. Quando você vai ver, a pessoa tá fazendo caridade na marra, aburrecido, porque o pobre saiu da da da fila, porque a criança gritou, porque o outro escondido comeu dois pratos de comida, era para comer só um, quebrou a regra. Eu tô aqui parece um leão de chakra, mantendo a disciplina e só Deus sabe os espíritos dos amigos, a movimentação que faz para segurar aquele leão de chakra que tá. Então, o exercício que vai se fazendo, segundo esse olhar que estamos trazendo aqui nessa perspectiva de ensaio, eh, para fazer um gancho psicológico, o bichinho saiu agora. saiu. Acho que eles acharam que acabaram. Deixa eu ver se eu volto aqui. Ah, pera aí. Aqui vai. Aqui era o anterior. É bom a gente ver o anterior. Isso aqui é uma visão de PR, que foi o criador da Universidade da PAR no Brasil. Era um francês que se apaixonou pelo Brasil. E ele criou a Universidade da Paz, um homem notável que tive oportunidade de conviver, espiritualista, se tornou um um um amante eh da visão holística da vida. E ele trazia esse olhar da psicologia e fazia algumas críticas, né? E eu fiz, aproveitei para transformar isso e agregar nas visões psicológicas e trazer a visão que o espiritismo traz. Vejam a aqui, ó. Olha lá. O ciúme ele cede porque eu não tenho medo de perder. A inveja é substituída pela admiração. Eu devo admirar alguém. A inveja é sempre eu ficar feliz porque o outro se deu mal e eu ficar infeliz porque o outro se deu bem, porque eu queria ter o que ele tem. Eu queria ser o que ele é. É diferente da admiração. Eu tenho você sobre a minha mira. Eu vou olhar o que
o se deu mal e eu ficar infeliz porque o outro se deu bem, porque eu queria ter o que ele tem. Eu queria ser o que ele é. É diferente da admiração. Eu tenho você sobre a minha mira. Eu vou olhar o que você traz de positivo para poder modelar. Não é eu quero ser você. Eu que quero desenvolver a potência da virtude que você traz, que tá em mim também, porque eu sou filho de Deus como você é. Então, eu admiro você, eu não invejo você. O ciúme é substituído pela tarefa do cuidado, porque o ciúme é eu querer deter alguém como se fosse um pedaço de mim, trazendo a minha insegurança, trazendo na minha história as perdas, as minhas carências. Aí eu quero segurar, eu quero você só para mim. É bem a criança naquela fase inicial do narcisismo. É normal. Ela quer a mãe, ela só tem a mãe. O mundo é a mãe ali. Então ela centra-se na mãe. Qualquer coisinha ela se Mas aquilo é superado depois. Esse narcisismo é superado depois. Esse egoísmo, como Kardec analisa em obras postas, é superado depois. é normal daquela faixa etária. Então nós, à medida que nos ampliamos, nós já sabemos que a potência da nossa alma converte o amor, transforma o amor na tarefa do da do no que tange ao outro, no cuidado, na atenção e não no ciúme. Então eu vou cedendo porque eu sei que ninguém é de ninguém. Como dizia um amigo com uma amiga minha, ela disse: "Meu bem, se eu me separar de você, eu fico com a casa, né?" Ele disse: "Fica bem, fica assim". "Ah, fico com carro também, né?" "Ah, fica". Vão ficar comigo? "Ah, sim, fica." "Meu bem". E eu posso ficar também com essas coisas aqui, televisão aqui, DVD? Pode p meu bem. E os eletrodomésticos não fica na casa? F. É, fica, meu bem, fica. Aí ele olhou para ela, dis, meu bem, você tá ficando com tudo, fica comigo logo também. Esse ato de querer possuir, nós estamos circunstancialmente como uso frutuários, inquilinos de uma casa. Estamos ao lado de alguém hoje, amanhã. Não sei se você vai chegar em casa hoje. Provavelmente vai, porque vai precisar concluir a
amos circunstancialmente como uso frutuários, inquilinos de uma casa. Estamos ao lado de alguém hoje, amanhã. Não sei se você vai chegar em casa hoje. Provavelmente vai, porque vai precisar concluir a semana, mas depois da semana não sei se vai continuar. A impermanência nos sugere um amor com qualidade, um amor que não diz a Deus, um amor que se consagra como um valor de permanência. O amor é um valor de permanência. Então eu não preciso agarrar ninguém, não vá, não vá, porque vai, a pessoa vai. Então a gente passa a amar e aí vem a plenitude, não vem o sofrimento com medo da perda, com medo, porque o medo vai nos acompanhando a vida inteira e a gente vai manejando melhor o medo, vai lidando melhor com o medo e vai vivendo cada vez mais o oposto através da plenitude do amor, superando o medo e estabelecendo uma relação cada vez mais ampla de circunspecção. Converte o medo num olhar circunspecto, converte o medo num olhar de prudência, vai através do amor, que é antítese do medo, plenificando-nos a nós mesmos e ao outro. E aos poucos nós vamos dando conta de que a vida não é só sofrimento, como algumas filosofias existencialistas, materialistas nos ensejam a a afirmar: "O sofrimento faz parte, enquanto dor que se manifesta e se perdura, se transforma em sofrimento, faz parte da vida. Todo mundo tem dor. E a dor em si mesma, ela não é uma maldição, ela é uma experiência que se converte em domignificar a dor. E assim vai. Eu vou transformando os desafios da vida e ao invés de converter a dor em sofrimento, eu eu transformo a dor no aprendizado que ela me enseja, que é o dom, que é a amorosidade. E o processo evolutivo vai se estabelecendo e cada vez mais eu vou percebendo de que o destino é o que eu faço de mim. O destino não é Deus que definiu para mim. nessa vida desse jeito. O destino não é o olho gordo do outro, a inveja do outro. O destino não é o governo do qual no país onde eu esteja vivendo. O destino é aquilo que eu vou fazendo de mim mesmo ao longo das minhas múltiplas
stino não é o olho gordo do outro, a inveja do outro. O destino não é o governo do qual no país onde eu esteja vivendo. O destino é aquilo que eu vou fazendo de mim mesmo ao longo das minhas múltiplas encarnações que desaguaram nessa e nessa eu tive uma grande experiência no lar. E se eu olho para esse passado recente de pai e de mãe, eu vou me perder se eu olhar as minhas falhas no processo educativo de nutrição, de acolhimento, de amparo, de autonomia com que os pais me negaram, por exemplo, eu vou me perder culpando os meus pais. Eu vou colocar o meu destino na mão dos pais, adulto que sou, jovem que sou. Então eu transformo esse olhar histórico recente e faço o processo da ressignificação da minha própria história. O que os meus pais me fizeram é muito importante para que eu me entenda, mas o que eu faço com aquilo que os meus pais me fizeram, isso é soberano. Isso é o mais importante. O que os meus pais me fizeram tá na mão deles, me impactaram. Mas o que eu faço com que os meus pais me fizeram, tá na minha mão. Então eu trago a vida para a minha mão. Eu trago o destino para o aqui agora, para mim. Porque os pais que eu tenho não foram um acaso biológico, foram escolhas que eu fiz antes de reencarnar. Vejam que no fundo, no fundo, se a gente quiser, a gente traz o que o Espiritismo nos enseja a oferecer e que Jesus já afirmava aquele tempo a cada um segundo as suas obras. Eu trago para mim a responsabilidade do que sou e não fico acusando o obsessor, não fico acusando o governo, não fico acusando. Muito embora tudo isso exista, tenha importância. Eu não tô dizendo que a gente tem que viver como alienado, não é isso. E negar o que os meus pais me fizeram e negar os fatores sociais e negar as influências espirituais. Não, não tô dizendo isso, mas isso não vai definir aquilo que eu serei. O que vai definir aquilo que eu serei vai ser a escolha que eu faço, olhando para tudo isso, validando o que é positivo e fazendo as minhas intervenções possíveis naquilo que é negativo como elemento
O que vai definir aquilo que eu serei vai ser a escolha que eu faço, olhando para tudo isso, validando o que é positivo e fazendo as minhas intervenções possíveis naquilo que é negativo como elemento transformador social, sociedade, parentela. instituição espírita e no meu corpo, na minha mente, na minha emoção e no meu corpo, porque as pró até as doenças que estão no meu corpo, elas resultam de mim mesmo e eu posso alterá-las relativamente a cada existência dos limites que me é possível dentro de uma programação. Eu posso alterá-las com um amor que é capaz de remover a multidão de pecados. Vejam que lá no fundo, lá no fundo está eu comigo mesmo diante das bênçãos de Deus, da reencarnação admiravelmente portentosa como lei da natureza, porque sem reencarnação não existe amor, não existe compreensão de justiça divina. E com essa compreensão eu trago para mim a minha vida e me conectar, me conecto com a divindade no na possibilidade que eu disponho e passo a viver a minha vida sendo o autor da mesma, o sujeito da minha própria história, do aqui, do agora, aquele que vai revisionando o passado que está presente no meu presente e aquele que está programando o seu futuro, fazendo o futuro. na semeadura do hoje que vai ser colhido mais tarde. Muito bem, obrigado. Obrigado. Vamos à primeira pergunta. Podemos. Alberto, bom dia. Você citou a psicologia transpessoal. Poderia então falar um pouco sobre a sua similaridade com a doutrina espírita? A psicologia transpessoal, ela analisa os estados de consciência. Os estados de consciência que transcendem o estado de vigília e podem alcançar um nível chamado transpessoal, é objeto dos estudos da psicologia transpessoal, que inclui as dimensões dos seres humanos já consagradas, a biológica, a emocional, a mental, a econômica, social e inclui a dimensão espiritual. O espiritismo é uma ciência que tem como objeto de estudo o espírito imortal na sua origem, na sua natureza e na sua destinação, bem como a sua relação com o mundo corpóreo.
lui a dimensão espiritual. O espiritismo é uma ciência que tem como objeto de estudo o espírito imortal na sua origem, na sua natureza e na sua destinação, bem como a sua relação com o mundo corpóreo. Enquanto ciência, estudando a dinâmica da natureza humana, concebe de que nós somos filhos de Deus, espíritos. de que há a divindade, o criador do universo, dos múltiplos universos, e ao nos criar, nos criou imortais. E na nossa viagem evolutiva de A a Z, o fazemos através da reencarnação. E, portanto, a reencarnação nos viabiliza o desenvolvimento das potências que trazemos. dormitantes, como numa semente que guarda em si o vegetal adulto com as suas flores e frutos na sua finalização de função. Assim somos espíritos viajando dentro de Deus e para Deus, para o alcance da nossa perfeição relativa possível de ser alcançada. encontrando-nos com a divindade par e passo e fora do corpo podemos nos comunicar. Assim sendo, a nossa viagem evolutiva não se faz em um mundo só. Transmigramos nos diversos mundos como um aluno transmigra entre as diversas escolas até o seu aperfeiçoamento final, dos mundos primitivos até os mundos celestes. A psicologia transpessoal se debruça mais no estudo do psiquismo do ser humano e na sua dinâmica de funcionamento, seja do estado de vigília aos estados transpessoais. O espiritismo analisa filosoficamente a evolução humana, considerando que o espírito imortal faz esse périplo através de múltiplas experiências corporais e fora do corpo. Assim, nós temos uma ética que se identifica com a ética de Jesus, que sintetizou as leis da natureza quando esteve conosco. A psicologia transpessoal evoca a figura de Jesus e de outros luminares do comportamento humano para, evocando-os, trazer também como o ser humano consegue fazer o seu processo iluminativo. Tem, portanto, no cristianismo, na figura de Jesus, um ponto amplo de conexão. Alberto, bom dia. Explique melhor, por gentileza, sobre o suego. Os subgos são as subpersonalidades que guardamos dentro de nós mesmos
, no cristianismo, na figura de Jesus, um ponto amplo de conexão. Alberto, bom dia. Explique melhor, por gentileza, sobre o suego. Os subgos são as subpersonalidades que guardamos dentro de nós mesmos como um repositório das encarnações anteriores. Ao desencarnarmos, nós temos um ego que fica guardando a sua história no nosso inconsciente profundo. Então, as subpersonalidades são as nossas múltiplas existências anteriores. Quando temos um esquizofrênico, por exemplo, que na idade da juventude faz o desenvolvimento deflagrado de uma esquizofrenia. Habitualmente surge um subiego e que emerge rompendo as barreiras do inconsciente profundo com o inconsciente atual e veio uma subpersonalidade como se ele de repente estivesse incorporado num surto. Na realidade, ele está vivendo um movimento de autoincorporação, se pudéssemos assim nos afirmar, revivenciando uma subpersonalidade que ele viveu outrora e que pressiona o seu inconsciente atual. E rompendo essas barreiras que limitam o esquecimento relativo que trazemos, emerge essa subpersonalidade, confundindo-se com a personalidade atual. Daí a expressão esquizofrenia, ou seja, a mente partida, compartimentalizada, rompida. É assim que nós vamos perceber de uma forma muito clara o que é uma subpersonalidade num processo psicopatológico. Mas podemos perceber também um processo da Snipe, quando alguém faz um transe sonambúlico, uma criança, um jovem ou um adulto, e assume uma subpersonalidade do passado e traz conteúdos que se diferem do do conteúdo atual, falando de um lugar que não é a personalidade atual. Eu vou dar um exemplo. Uma um pai me levou uma menina no centro espírita para que eu pudesse esclarecê-lo e estava lá prolle. E ele dizendo assim, ele teve um comportamento com a esposa impróprio, de traição e gerou um dano familiar muito grande. E a menina, de aproximadamente 6 para 7 anos, à noite levantou num transe, foi ao encontro do pai e chamou a atenção do pai. Mas chamou a atenção do pai não como uma criança de 6, 7 anos, mas como se fosse
enina, de aproximadamente 6 para 7 anos, à noite levantou num transe, foi ao encontro do pai e chamou a atenção do pai. Mas chamou a atenção do pai não como uma criança de 6, 7 anos, mas como se fosse uma adulta. E ele disse, ela dizia: "Papai, falava-me como minha filha, mas não era minha filha de 7 anos. e falava da nossa realidade do cotidiano e o quanto aquela atitude que eu tinha tomado de transgressão, a lealdade familiar com a esposa, estava repercutindo na família e o quanto aquilo estava danificando o tecido familiar. E ela falava com uma linguagem que não era uma linguagem de maturidade de uma criança de 7 anos, mas estava tudo certo. E ela se referia aos eventos do nosso cotidiano familiar, como se ela fosse ela mesma, que tivesse coabitando conosco. Mas como é que ela poderia ser ela mesma se ela era uma criança de 7 anos e falava como alguém adulto? Então, na verdade, aquela criança fez um transe sonambúlico e o espírito desprendido do corpo usou o corpo como se fizesse uma psicofonia. Falou com estado ampliado de consciência, dirigindo-se ao Pai. enquadrou o pai no cotidiano da família e disse das impropriedades que estavam representando para a família aquele comportamento que ele tinha assumido, chamando de tal modo atenção que aquilo o trouxe para uma reflexão séria e o levou ao sendo espírita. Ele não era espírita, ele levou-a achando que ela estava sendo tomada por algum espírito. Esse é um outro exemplo que a gente poderia dizer de subpersonalidade. Ela é mergulhando no estado de trans, trouxe conteúdo de uma maturidade, barfejou-se essa personalidade infantil dessa personalidade ampliada de madura e pôde, no enquadramento atual, trazer um conteúdo de maturidade que a criança de 6, 7 anos não tinha para fazer e o fez de uma forma adulta e não de uma forma infantil. Também podemos ver a subpersonalidade nas crianças que fazem lembranças do passado e narram que não fulana, a mamãe não é a minha mãe, a minha mãe começam a falar de quem foram e dizem nas
a infantil. Também podemos ver a subpersonalidade nas crianças que fazem lembranças do passado e narram que não fulana, a mamãe não é a minha mãe, a minha mãe começam a falar de quem foram e dizem nas lembranças de encarnações anteriores quem elas foram, falando da subpersonalidade que lhes habitam e naquele momento trazendo essas lembranças quando ainda são muito pequenas e aonde onde essas lembranças não estão totalmente apagadas, assim como outras já na genialidade trazem conteúdos de aprendizado que não estão presentes nessa vida, porque elas não aprenderam nessa vida o piano, a pintura, qualquer manifestação de arte e aonde a pessoa quando se expressa através da arte demonstra um conteúdo não aprendido nessa existência inato, que não é da biologia, que não é genético, porque os pais, os ancestrais não trazem na sua história esses conteúdos e a pessoa mostra-se como um exímio pianista, um exímio eh médico ou exímio engenheiro, trazendo esses conteúdos, mostrando que essas subpersonalidades são tão vívidas e são tão presentes na vivência atual que a despeito de não frequentarem uma academia médica, uma academia que lhe ensejasse conhecimento musical ou de engenharia, elas trazem esse conteúdo tão intenso que só se explica através da reencarnação, olhando-se para o o inconsciente das subpersonalidades, aonde esses espíritos já aprenderam o que estão revelando agora na posição de crianças gêmeas. Então, as subpersonalidades são isso. Elas nos habitam como se fosse um grupo que vai se acumulando de arquivos. Imagine um computador e arquivos que não são mortos, arquivos vivos. Toda vez que você toca neles, eles vêm e funcionam interferindo no programa que você está utilizando. Então nós quando acionamos esse conteúdo interno positivamente ou desarmonicamente, apresentamos a emergência dessa subpersonalidade, desses conteúdos de outras vidas que minam a nossa vivência atual, apresentando-se como conteúdos célebres, saudáveis, positivos ou como conteúdos de desordem, como transtornos
dessa subpersonalidade, desses conteúdos de outras vidas que minam a nossa vivência atual, apresentando-se como conteúdos célebres, saudáveis, positivos ou como conteúdos de desordem, como transtornos psiquiátricos. Dr. Alberto, é possível fazer uma ponte entre o tema abordado e as atipias nos seres humanos que adentram as famílias nessa atualidade? Então, as atipias elas trazem eh um conteúdo reflexivo que eu penso que o espiritismo tem muita possibilidade de trazer como hipóteses vivazes de realidades pujantes naquilo que o Espiritismo chama de transição planetária. a nova era. Quando o espiritismo surgiu, mais de 70, 80 anos, os espíritos já se manifestaram Kardec, notadamente o Dr. falando e fazendo menção Árago também sobre a transformação que já estava em curso há décadas, mais de 70, 80 anos antes do Espiritismo surgir e de que o Espiritismo vinha no bojo dessa transformação, fazendo parte de um grupo de intervenções do da lei do progresso que dão conta de transformar o planeta no mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração. Então, o que nós estamos vivendo é uma grande transição. Algumas atipias, algumas neurodivergências falam de transtornos que a medicina hoje tem dificuldade de enquadrar. a cada manual estatístico de doenças mentais nos Estados Unidos ou a cada código internacional de doenças, os médicos e os especialistas na área modificam no processo de adaptação à realidade que vai pujantemente emergindo. As neurodivergências falam, portanto, desse público que vem surgindo galopantemente na Terra, falando de estruturas mentais incomuns. Então, hoje nós temos os TDH, que são manifestações psicológicas bem intensas hoje. Talvez a cada 100 nós tenhamos seis pessoas nascendo com TDH ou mais. Nós temos os que trazem, fazem parte do transtorno do espectro autista. Também a cada 36 crianças que nascem, nasce um autista. Esse número já cresceu. São quadros que revelam um jeito de ser. Há o livro eh publicado agora bem recentemente, já traduzido para o
ro autista. Também a cada 36 crianças que nascem, nasce um autista. Esse número já cresceu. São quadros que revelam um jeito de ser. Há o livro eh publicado agora bem recentemente, já traduzido para o português, chamado Humano, uma maneira de ser, é o título do livro, de um grande especialista norte-americano que já está na Sictude e que amealhou muita experiência, uma das maiores autoridades falando do espectro autista e dizendo que é um jeito de ser. O Reino Unido há bem pouco produziu um artigo dizendo que os neurodivergentes, as pessoas atípicas que comparecem hoje no mundo, formam os autistas, aqueles que trazem o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, são eh pessoas no número tal que eles passam a considerar como uma humanidade parte da humanidade sem que se identifique na sua neuroatipia com o mesmo jeito de ser. Querendo dizer o seguinte, que esse grupo é tão grande, está cada vez mais se avolumando, que o jeito de lidar com esse grupo é aceitá-lo como ele é e não tentá-lo incluir dentro dos neurotípicos no movimento de inclusão que representa violência. Porque trazer um neuroatípico para funcionar como um típico, ele cria estratégias de sobrevivência, mas ele sempre fica caricaturado, gerando-lhe muito sofrimento. Então, a inclusão dos atípicos na atualidade é trazer os atípicos e colocar ao lado dos típicos e não dentro dos mundo típico. No mundo típico dos neurotípicos, quando eles acolhem os neuroatípicos, significa dizer que eles aceitam uma maneira nova de ser nesses atípicos, que são pessoas diferentes, não são pessoas doentes, não são patologias. A mim me causa muita atenção a quantidade de remédios que se administram aqueles que são os atípicos, como se fossem doentes. Os pais têm dificuldade de lidar, dão pra escola. A escola não consegue manter o número pequeno e não cumpre a legislação que é do acompanhante acompanhar um neuroatípico. Aí ela manda pro médico, o médico taca remédio, a indústria farmacêutica se beneficia e nós então ficamos num mundo
pequeno e não cumpre a legislação que é do acompanhante acompanhar um neuroatípico. Aí ela manda pro médico, o médico taca remédio, a indústria farmacêutica se beneficia e nós então ficamos num mundo de pseudoarmonia, aonde cada vez mais as crianças neuroatípicas sofrem. O índice de suicídio das crianças atípicas é grande, dos adultos atípicos é grande. Eh, e é impressionante como é muito maior do que os típicos, porque o mundo ele fica muito hostil à neuroatipicidade. Então, há duas distinções que eu gostaria de fazer dos neuroatípicos. Primeiro são aqueles neuroatípicos que trazem o transtorno, seja do déficit de atenção e hiperatividade, seja do espectro autista, e trazem uma psicopatologia associada. Esses precisam de atendimento médico também e talvez medicamentoso também. tipo traz o transtorno do espectro autista e traz um uma deficiência intelectual, trazem uma esquizofrenia, trazem uma epilepsia ou trazem um transtorno do humor, uma depressão, ou traz um transtorno eh de da ansiedade generalizada. Esses trazem uma comorbidade. São espíritos que reencarnam, trazendo pendências de outras vidas, aguardando que no processo reencarnatório provacional, com pendências expiatórias possam ser atendidos pela psicologia, pela pedagogia, pelos médicos e sobretudo pelos familiares, de modo a que eles tenham minimizado as suas dores. Esses neuroatípicos, eles habitualmente guardam a posição do nível três de suporte na linguagem técnica atual, tendente a ser extinta para o ano. Então eles são mais limitados porque trazem uma doença conectada, diferentemente de um outro grupo que muito me faz pensar naquilo que os espíritos revelam a acerca do mundo de regeneração. São espíritos diferentes, eles são precoces na inteligência, são TDH, são parte do espectro autista, mas eles não trazem nenhuma outra comorbidade ou nenhuma outra morbidade, porque cor significa que são dois mórbidos. Ele não é mórbido, não traz uma morbidade associada. São pessoas estranhas, ditas esquisitas,
o trazem nenhuma outra comorbidade ou nenhuma outra morbidade, porque cor significa que são dois mórbidos. Ele não é mórbido, não traz uma morbidade associada. São pessoas estranhas, ditas esquisitas, incomuns e que trazem habitualmente altas competências numa área, noutra. E esses espíritos neuroatípicos me sugerem serem espíritos que a fala de do espírito dos espíritos através da lingu da mediunidade de Valdo Franco propõe, inclinam-se a falar desses espíritos que vem de outros órbes e que reencarnam com o objetivo de passar as possibilidades para a humanidade terrena terráquea, das alterações que podem se estabelecer ao longo das múltiplas gerações no campo genético, na estruturação de um novo processo neuromental. Em outras palavras, são espíritos que vêm e que se encaixam na estrutura biológica que nós temos, mas cuja estrutura biológica não tem o refinamento dos mundos de onde eles emergem, de onde eles emigraram para cá. Esse processo migratório que fez eles emigrarem para cá, fazem-nos, portanto, encontrar corpos que estão não suficientemente refinados para atender as suas manifestações perespirituais, psicoperespirituais. Então, hoje usando a genética, esses espíritos encarnam e trazem competências que eles trazem deoutros mundos e traz essa estranheza que nós aqui vemos observando naqueles que têm psiquismos atípicos. Vou dar um exemplo de uma pessoa que eu cuidei. Era um um homem neurotípico, eh, neuroatípico. Os diagnósticos a gente pode confirmar depois com os testes neuropsicológicos. E ele é uma pessoa absolutamente estranha, incomum, porque ele não é apegado às coisas, tem alta competência, ele trabalha muito pouco porque ele resolve o problema do trabalho que feito em home office com rapidez e com pensamentos incomuns também. E uma pessoa, diríamos assim, paranormal, não é normal, neurotípico, não é anormal, porque não tem um quadro psiquiátrico, ele é um paranormal, um psiquismo diferente e tá aí posto no mundo. Então, e vocês sabem o que ele me
ssim, paranormal, não é normal, neurotípico, não é anormal, porque não tem um quadro psiquiátrico, ele é um paranormal, um psiquismo diferente e tá aí posto no mundo. Então, e vocês sabem o que ele me procurou? Ele disse assim: "Eu eu quero que o senhor me ajude a procurar o que é que eu tô fazendo na terra. Olha, olha, um é difícil encontrar uma pessoa que vem me procurar qual é a minha finalidade de existir. E nós fizemos um trabalho com ele nessa direção e podemos observar alguns componentes clássicos de que ele era emergente de um outro planeta. E ele trouxe essas memórias claramente. Eu disse então a ele, você vai querer que a gente possa laudar para o prefeito dos os aspectos legais? disse: "Não, porque se laudar eu vou ter deficiência nos aspectos da empresa." Ele queria ficar um anônimo mesmo, mas ele aí, mas ele poôde entender o porque o relacionamento com a esposa que não foi uma demanda que ele trouxe, que surgiu depois, era esquisito, né? Porque ele tinha alguns gostos diferenciados que a esposa não compreendia. A conjugalidade poôde se refazer a partir da compreensão de que ele era como era, não era pôr a normalidade, é porque ele pazia parte do espectro autista do nível um de suporte com altas habilidades intelectuais, cuja rapidez deixava ele com muito tempo vago, que ele emprestava outras coisas úteis. Vejam que coisa, que pessoa diferente. Então, eu estou dando esse exemplo para mostrar que tem um grupo de neuroatípicos que são esses espíritos que estão migrando pra Terra nesse processo de transformação planetária inevitável, aonde a nossa humanidade vai ganhar um perfil diferente, né? Porque quando a gente pensa em extraterrestre, a gente pensa naqueles aquelas aqueles rascunhos que a gente vê nos desenhos, né, e na fantasia do povo, né, a gente esquece Kardeco, os espíritos mostrando o gênero humano, né, que vai tomando uma outra conformação, mas como humano, né, naquilo que a gente vê aqui na no planeta de provas e expiações, nós não somos eh eh diferentes demasiadamente
ostrando o gênero humano, né, que vai tomando uma outra conformação, mas como humano, né, naquilo que a gente vê aqui na no planeta de provas e expiações, nós não somos eh eh diferentes demasiadamente dos primitivos, mas temos diferenças Conto primitivo, nós éramos pessoas muito peludas, tínhamos uma série de características eh cérebro frontal, uma série de características, nossa deambulação, nossa caminhada, que eram diferentes do que nós somos hoje. O de regeneração provavelmente vai ter um corpo esteticamente mais refinado, suponho, mais belo, mais sutil, um sistema neurológico mais apurado. Então eu penso que esses movimentos a gente precisa pelo menos ver esses dois semblantes, espíritos que reencarnam diferentes trazendo morbidades associadas, que são espíritos provacionais com pendências e espíritos outros que vem na área do direito, que vem na área da saúde, que vem na área da tecnologia com alta capacidade, não são espíritos eh perfeitos, como alguns querem imaginar. ou espíritos eh de alta envergadura espiritual, não. têm algumas competências que eles trazem para introduzir na Terra esse conteúdo e para nos suscitar, compreender a humanidade nesse sentido mais ampliado que o planeta Terra vai assumir enquanto regenerador, planeta regenerado, e que eles devem emprestar ao nosso sistema genético algumas mudanças, provavelmente. Porque hoje nós temos consagrados na como consenso de que, por exemplo, o espectro autista ele deve ter 80 90% quadro genético. Mas ninguém encontrou ainda esse gem. Não quero dizer que não tenha. Ele é ativado, segundo alguns especialistas, dentro do útero. O que acontece? Você ativa o gen ou não ativa o gem? Quando você olha pros ancestrais, vocês vê, a gente vê que tem outros autistas. Ou tem alguns que trazem a característica que eu chamo, que os especialistas chamam de fenótipo do autista. O que é o fenótipo do autista? Ele tem características do autismo, mas eles não fecham diagnóstico para o autismo. Então eles têm uma aparência, não é
e os especialistas chamam de fenótipo do autista. O que é o fenótipo do autista? Ele tem características do autismo, mas eles não fecham diagnóstico para o autismo. Então eles têm uma aparência, não é aparência física, uma aparência neuromental de autista, mas não são autistas porque ele não fecha o diagnóstico. Então esses são considerados por alguns hoje como fazendo parte do espectro autista. No espectro autista temos o terceiro nível de suporte, o dois nível de suporte, um nível de suporte e o fenótipo autista. Eu, os fenótipos autistas, eles não têm morbidades associadas, então você nem percebe, nem sabe que nem ele sabe. Aliás, os autistas de número um, ele não sabe. Ele só sabe que ele não, o mundo, ele não se adaptam muito direito no mundo. Depois, quando ele descobre que o mundo deles é um mundo normal, apenas é diferente, eles se sentem legais e passam a funcionar melhor e passa a sofrer menos, se impondo coisas que não fazem parte da sua natureza. o fenótipo autista, esse essa manifestação externa eh de aparência psicológica, psicomental, não física, aonde eles traduzem uma dinâmica do autismo sem fechar o autista, o sem fechar o autismo, são também neurodivergentes. Então, nós estamos num movimento cíclico. Se nós pensarmos de que nós emergimos dos outros reinos e o antropoide na fala do espírito Emanuel, ele nos dividiu dos símios, doangutango, do chipanzé, e aonde o espírito imortal foi modelando o corpo do homem primitivo e fixou-se a espécie dos símios. Ali nós estamos percebendo essa mutação que se estabeleceu naquele viés da evolução da humanidade. Mais tarde nós vamos ver com a fala de Emmanuel também no livro A Caminho da Luz o processo da imigração dos espíritos relacionados à capela, que também imprimiram mudanças no biotipo físico do ser humano terráqueo naquele momento. Esses espíritos que tinham um outro gabarito, reencarnaram com pendências, pendências expiatórias, imprimiram na Terra Evolução e voltaram a maioria deles pro seu planeta de origem.
o naquele momento. Esses espíritos que tinham um outro gabarito, reencarnaram com pendências, pendências expiatórias, imprimiram na Terra Evolução e voltaram a maioria deles pro seu planeta de origem. É isso que eu percebo que está acontecendo com os neuroatípicos, que não tem nada a ver com os comportamentos bizarros que a gente vê no na sociedade atual, aonde parece que a sociedade virou de cabeça para baixo. Não sei se vocês se dão conta disso. Eu eu fico às vezes perplexo com algumas coisas. Eu eu quero acolher tudo, mas elas tenho dificuldade de acolher algumas coisas de tão e bizarras que elas são. Vou dar um exemplo para vocês. Então, no Japão, o na sociedade japonesa, há um pleiteamento do ponto de vista legal de que a pessoa pode casar com robô. Então, vou casar com robô e o processo da herança, olha, imagina essas coisas. Então, você vive casado com robô. Então, o grupo pleiteia a legalidade de uma pessoa, em nome da liberdade casar-se com robô. Então, tem muita coisa que acontece que eu acho que é doença psiquiátrica e tem muita coisa que acontece que é bizarra mesmo, onde as pessoas a gente vê nos dias de hoje, elas se apresentam em nome da arte coisas absolutamente patéticas em nome de arte. E não tem nada a ver com neurotipicidade, não tem nada a ver com espírito que veio de um outro planeta. é espírito desse planeta que veio dos umbrais mesmo e tá perdido nas trevas e chega aqui e apronta coisas absolutamente controvertidas que não fazem o menor sentido ao bom senso e à lógica. Outro dia eu vi para dar um segundo exemplo, eu sei que me estendiu muito nessa questão, mas é mas ela é importante. A pessoa casou com ela mesma, fez o casamento, né? teve os convidados e chegou lá o o noivo dela, ela era a mesma. Pasmem, fiquem pasmados. Ela teve o reconhecimento, ela pediu reconhecimento jurídico e eu li, eu li o profissional da área da família de um dos institutos do Brasil, fazendo menção a esse instituto, o instituto chamado da monologamia. Mono hum gamia casamento. A pessoa casando
urídico e eu li, eu li o profissional da área da família de um dos institutos do Brasil, fazendo menção a esse instituto, o instituto chamado da monologamia. Mono hum gamia casamento. A pessoa casando com ela mesma com reconhecimento jurídico. Como é que a pessoa vai casar com ela mesma? Então mostra o retrato dela. Ela toda imperiquitada como fosse uma noiva. Casou com ela mesma. Aí depois de um ano, ela desistiu do casamento dela e foi paraa separação. Legalmente pleiteou separar-se. Indagado porque ela tava se separando, ela disse: "Eu me decepcionei comigo porque eu exigia perfeição e não tem. E eu se senti muito só. É lógico que é um quadro psiquiátrico, gente. Aí ela se separou dela mesma. Aí ela disse: "Eu tô me separando dela mesmo porque eu quero casar com uma outra pessoa." Eu não tô falando de um ritual de passagem onde você precisa ficar bem com você para se relacionar contra alguém que você simbolicamente precisa estar casada consigo mesmo para se relacionar com outro alguém, estar bem consigo mesmo para se amando-se para amar a outro alguém. Eu tô falando de um ato com repercussões jurídicas e uma instituição jurídica chancelando. Então, essas coisas eu estou dizendo para vocês, pra gente não confundir transformação planetária, as mudanças que estão acontecendo com algumas coisas que são absolutamente bizarras, desproporcionais, algumas claramente psiquiátricas, de você pleitear a legalidade da sua relação sexual com o animal, mas tem gente que pleiteia legalidade no âmbito jurídico. para que não seja considerado um processo de zoofilia. Então, tenhamos tempo, bom senso. O bom senso encarnado foi Allan Kardec, né? O pessoal diz que caldo de galinha, pitada de sal e bom senso não faz mal a ninguém. Sal faz pros hipertensos, caldo de galinha é tudo maquiado, mas bom senso não faz mal ninguém. Então, não confundamos essas coisas com neuroeptia. Alberto, quais os efeitos nos aspectos psicológicos e educacionais das crianças que usam muito os celulares e tablets?
om senso não faz mal ninguém. Então, não confundamos essas coisas com neuroeptia. Alberto, quais os efeitos nos aspectos psicológicos e educacionais das crianças que usam muito os celulares e tablets? Os especialistas na atualidade estão tão assustadísticas que chegam a propor aquilo que talvez vocês possam achar um um exagero. De 0 a 7 anos, zero de tela. Zero de 7 a 12 anos, uma hora de tela por dia. Eu não tô dizendo que tá certo, nem que tá errado. Eu tô dando o que sugere os especialistas hoje em face dos transtornos pelo abuso de tela. As telas entraram e abduziram as crianças e os adultos e os adultos abduzido pelas telas e deixando que as crianças também o sejam para deixar os adultos confortáveis usando as telas deles. Gerismo no processo relacional. Então, hoje nós temos dificuldade quando olhamos para o mundo universitário daqueles que recém-entram, a dificuldade de serem se colocarem na universidade são analfabetos funcionais, não sabem ler, não sabem interpretar. O relacionamento presencial de confrontação ou de entreto, a interação social fica comprometida. Porque as telas elas são o sistema autoprotetor de quem se coloca do outro lado para fugir de si mesmo e não fazer o enfrentamento nos relacionamentos emocionais. As relações afetivas hoje ficaram também jogado para as telas, são relações artificiais, cuja cujo encontro físico, o encontro presencial das pessoas eh se transforma em tragédias. algumas vezes. Então, nós temos um abuso. Nada contra a tecnologia, gente. Tecnologia é bênção de Deus, é o conhecimento chegando a serviço da humanidade. Graças à tecnologia, eh, nós fazemos tudo que fazemos hoje, não temos como abrir mão dela. De tal modo, se houver alguma coisa planetária e que tire o sistema digital do ar da internet, o mundo para, porque tudo funciona em cima da tecnologia digital, da rede mundial de computadores, dos satélites que coroam o nosso centenas de satélites que viabilizam a comunicação, daquilo que é o comum de passar uma mensagem um sistema bancário
cnologia digital, da rede mundial de computadores, dos satélites que coroam o nosso centenas de satélites que viabilizam a comunicação, daquilo que é o comum de passar uma mensagem um sistema bancário a um sistema público de um tribunal, tudo está conectado. Então, não tem nada a ver com tecnologia ser coisa do Satã, porque tá, o pessoal abusa também, não, isso é coisa do Satanás. Até não, não é coisa do Satanás. Satanás somos nós que não sabemos usar a tecnologia como tudo. Tudo que é bom vem, você usa ou abusa. A negação é um absurdo e o abuso é uma discrepância daquilo que deveria ser usado de forma correta e não o é. Então, a tecnologia para as crianças, elas estão hoje sendo revisionadas. Então, alguns países, por exemplo, as crianças não podem entrar com celular, não podem consultar o celular na sala de aula. Por que que você faz? Hoje você tá fazendo uma palestra, a pessoa tá consultando o que você tá dizendo, você tá mentindo ou não tá mentindo. Ao mesmo tempo, elas consultam online, mas elas estão tão subjugadas ao celular que elas perdem a possibilidade de poder fazer, por exemplo, um encontro como esse. Quantos estão em casa que poderiam estar aqui durante essa semana? Estão em casa olhando pelo computador. É bom, é bom. Mas mora em Vitória da Conquista. Por que não vão a semana se tem lugar? Porque abre mão do presencial. Então, esse campo espiritual que se cria, essa egrégora, essa psicosfera, o contacto, a fraternização entre os companheiros, os amigos, os militantes no campo do bem, os tarefeiros espíritas, isso não se pode dissociar, isso não tem celular que substitua. Mas aí vem a acomodação, a comodidade, a preguiça. E os trabalhadores e os frequentadores fazem o que fazem as crianças que vão na Aléxia e faz o dever de casa perguntando pra Aléxia, dever de casa de matemática. Tá lá o garoto lá perguntando quanto é 6 mais 6 x 5. Alex responde, ele põe lá. Então, hoje os jovens sofreram uma depreciação intelectual, emocional, intelectual, porque a
ever de casa de matemática. Tá lá o garoto lá perguntando quanto é 6 mais 6 x 5. Alex responde, ele põe lá. Então, hoje os jovens sofreram uma depreciação intelectual, emocional, intelectual, porque a dificuldade de se apropriar do nosso idioma, de se apropriar da fala, de interpretar, não só escrever, ler, mas interpretar, ter um senso crítico e emocional dos processos interativos, todos eles estão muito comprometidos, muito comprometidos. Haja vista a a seleção de profissionais recémformados para as empresas. Você fica perplexo de ver o quanto o celular, as telas, num movimento de desconstrução, quando deveria ser usado como aliado, está usado de uma forma contraproducente, empobreceram o linguajar, o repertório, a o manejo psicológico emocional e as pessoas não conseguem ocupar determinadas funções e cargos que habitualmente deveriam ser ocupadas com facilidade porque perderam a capacidade de fazê-lo em função daquilo que é o celular. Eu não tô falando da cocaína digital, que é a dependência psiquiátrica dos equipamentos, hoje largamente considerada dentro dos âmbito da psiquiatria, tanto de adultos quanto jovens, quanto crianças. Não, não estou falando disso. Eu tô falando do uso inadequado e, portanto, do abuso que se faz das telas para o mecanismo de comodidade. Enquanto as crianças elas nascem com uma capacidade muito grande para acessá-las e o adulto vai a passos de cágado, quando você vê ela lá com seus 8 anos, está entrando num site pornô, está entrando num site aparentemente de entretenimento, mas que tem um adulto do outro lado manipulando a criança. Aí surge a baleia azul, surge a monja, aquela, né, aquelas figuras que surjam induzindo a criança até o suicídio em brincadeiras que levaram muitas crianças ao suicídio. Então, processos de sedução envolvendo os adultos, já pegando por extensão, que vão a encontros com mulheres extraordinárias, com homens que é um arraso, e chegam lá em ação, são assaltados porque estão sendo eh capturados pelas telas. E na ignorância
já pegando por extensão, que vão a encontros com mulheres extraordinárias, com homens que é um arraso, e chegam lá em ação, são assaltados porque estão sendo eh capturados pelas telas. E na ignorância a pessoa é aliciada pela uma tela, um adulto ou um jovem, e está sendo ali estorquida. Ela nem sabe que está sendo e às vezes estorquida mesmo, porque as pessoas formatam relacionamentos virtuais, fazem nudes nos virtuais e depois começam a explorar através da extorção, capazes de fazer a comunicação, ameaçando jogar na rede, eh, na rede, né, digital. Enfim, esse submundo que nós transformamos e a gente transforma tudo em submundo quando a gente não sabe usar. Não esqueçam que o avião é é de excelência, mas ficou a serviço da bomba atômica. Então, o que a gente produz, o que a gente compõe e constrói e fica é extraordinário. Mas o que nós vamos fazer? Eu posso usar a faca para cortar os legumes ou para meter no bucho seu. Eh, como é que eu vou usar aquele equipamento? doméstico. Então, as telas elas estão aí nesse caminho. Os adultos têm uma incompetência natural e compreensível para lidar com as telas. As crianças e os adolescentes são voam na internet, mas voam para desastres inevitáveis e os adultos não conseguem supervisionar depois de ter lhes estimulado, acalmando as crianças, dando o celular. Já sem se dar conta de que eles já foram abduzidos e você já está vivenciando com seu filho uma dependência, tal como uma dependência de uma droga, uma dependência de um equipamento do qual a criança não consegue ficar sem ele. Você vai no quarto dela, ela tá com lençol por cima e aquela luz acesa, você pensa que seu filho tá iluminado. de unidade de ectoplasmia. É ele com celular embaixo do do celular do do do lençol com o celular escondido de você dormindo tarde e sabe lá com quem está conectado no grupo de amigos. Outro dia eu vi a depoimento de uma mãe dizendo que ela entrou, o filho ficou sob sanção e o filho disse: "Mamãe, deixa entrar pelo menos no meu grupo". Ele quando ele entrou no grupo, era um
amigos. Outro dia eu vi a depoimento de uma mãe dizendo que ela entrou, o filho ficou sob sanção e o filho disse: "Mamãe, deixa entrar pelo menos no meu grupo". Ele quando ele entrou no grupo, era um grupo de colegas de 8 anos do era a idade do filho dela e era um grupo criada por eles, regido por eles e não tinha nenhum adulto. E quando entrou ela viu que eles estavam falando o mal dele, que estava sobalização, porque se comportou mal na escola e estava sobalização doméstica, sem poder usar o celular. E a mãe ficou assustada de ver como uma criança cria um grupo de WhatsApp, aonde quem criou o grupo é uma criança e aonde não tem um adulto supervisionando. Então eu estou dando esses exemplos que podem parecer exagerados eh enquanto proposição dos especialistas de que as crianças deveriam ficar sem tela e até 7 anos e de 1 hora até 12 anos. De 7 a 12 anos. Eu não tô dizendo que tá certo, nem que tá errado, mas eu estou dizendo que o abuso de telas tem nos distanciado em casa. Não é da doença só do pescoço, de você criar uma um uma dificuldade no campo da coluna e uma cifose porque você fica debruçado sobre o celular. Não, é a família que não faz o evangelho no lar se não tiver um celular. Tudo bem se você vai consultar o evangelho ali no celular, tudo bem. Mas você vai consultar o evangelho, depois vai ficar clicando ou então o evangelho, você tá aqui, mas tá mexendo ali no celular. Então, um almoço em casa, que é o momento aonde os pais estão para educar os filhos e conversar sobre o dia dos filhos, da escola, o que aconteceu ao deles mesmos na partilha de experiências, ficou subtraída pelo celular, porque tem um silêncio, mas não é um silêncio respeitoso, é todo mundo no celular, cada um lá no seu celularzinho. Então, não são só as crianças, são os adultos, que são eles que regem o tempo das crianças. São eles que traçam as diretrizes educativas para as crianças, que estão sendo permissivos demasiadamente com o celular, pensando que estão eh fazendo alguma coisa positiva ou útil,
empo das crianças. São eles que traçam as diretrizes educativas para as crianças, que estão sendo permissivos demasiadamente com o celular, pensando que estão eh fazendo alguma coisa positiva ou útil, mas na verdade estão colocando as crianças. Outro dia eu vi também era um adolescente que estava sendo guiado por um guru que lá com conflito com os pais lá pelas tantas ele queixando-se dos pais e e de uma forma muito mórbida, o guru dele perguntou se ele gostaria que ele, o guru, ajudasse a deletar o pai, a matar o pai. homicídio. O pai foi ao meu consultório trazendo essa demanda porque o filho ficou num conflito, viu que o guru dele era um guru daqueles da barra pesada, queria limpar a vida dele matando o pai. E aí abriu pro pai e o pai me trouxe a conversa. Então, gente, é desse tipo que tem o que está acontecendo hoje, porque o mundo virtual é o mundo social aberto. Não pense que a pessoa entrou no virtual de que ela tá protegida porque tá dentro de casa, dentro do quarto, ao contrário, tá na tá na sociedade, o mundo tá aberto. E eu não estou falando da web subweb, da web cinza. Eu tô falando da web normal que todo mundo usa. Então, desculpe-me se me apresento com falas que podem parecer demasiadamente preconceituosas, porque são, né? Mas eu acho que nós perdemos a mão nesses dias, nos últimos tempos agora mais recentes, no que tange ao uso dos equipamentos celulares das telas. São muitas perguntas, mas acredito que a gente só tenha tempo para mais uma. Alberto, como o senhor indica o trabalho para com jovens para despertar o amor próprio em meio à ansiedade e ameaça do suicídio? Sou professora e já não tenho mais ideia. é o resultado do que nós fizemos com a criança. O jovem, ele é o que fizemos na faixa etária anterior. Nós precisamos revisionar, socialmente falando, o valor que deixamos de emprestar à família. Então, a juventude hoje ela se apresenta com muito mais riscos na sua ousadia, incluindo o suicídio, porque talvez os parâmetros que deveriam ser estabelecidos na
que deixamos de emprestar à família. Então, a juventude hoje ela se apresenta com muito mais riscos na sua ousadia, incluindo o suicídio, porque talvez os parâmetros que deveriam ser estabelecidos na infância foram muito relegados para segundo plano ou foram muito tênues sem a ênfase dos pais no campo do comportamento, não tô falando só da fala, do comportamento, faz com que os filhos não consigam ter suficientemente encravado dentro de si princípios comportamentais e valores. E quando chega na juventude e sobretudo porque quando a gente é criança, a gente tá em casa, quando a gente juventude a gente entra no outro grupo de funcionamento que faz com que o jovem saia daquele lugar da família somente e ele inclua um outro grupo que são os adolescentes. E aí quando ele vai para um outro grupo, ele encontra outras referências de comportamento que é o professor. Dependendo do professor sabe lá que tipo de referência pode representar. é o líder da banda, né? é o líder do grupo comunitário. E aí é nesse momento que o jovem querendo ser ele, deixando de ser criança, para ser um adulto, esse esse período de 10, 12 anos, que é uma gestação onde a criança, o espírito, enquanto criança, deixa de ser criança para ser adulto, esse parto, esse parto, portanto, de modelação de um adulto, onde a emancipação e a autonomia do jovem financeira e e e emocional deve se lá fica comprometida nesse período porque a infância foi frágil. Então, quando ele vai paraa juventude e é quando ele confronta os pais, onde ele diverge dos pais, aonde num processo relativamente natural, ele quer torcer pelo outro time, ele questiona tudo, ele fica checando, porque no fundo, no fundo, ele quer ser ele, ele não quer só um prolongamento do pai e da mãe sem identidade. Ele quer ter a sua própria ideia, a sua própria personalidade, porque enquanto criança ele vai modelando muitos pais, mas como criança ele vai se diferenciar para depois fazer o seu processo de emancipação na maturidade como adulto. Então é aí que
personalidade, porque enquanto criança ele vai modelando muitos pais, mas como criança ele vai se diferenciar para depois fazer o seu processo de emancipação na maturidade como adulto. Então é aí que entre os outros grupos, outros apelos e o jovem, muitas vezes frágil não dá conta de fazer esse voo de sair do ninho para fazer um outro ninho como adulto, né? Ele se perde da mão dos predadores, cai e surgem então os conflitos naturais daquele que vai vivendo essa experiência. E algumas vezes ele não dá conta de fazer isso. Há sites que ensinam a suicidar. A psiquiatria sugeria sempre a gente ser muito parcioso quando tratasse, por exemplo, do setembro amarelo, porque em falando do suicídio, você poderia estimular o suicídio, mas ela deu-se conta aqueles que estão meditando na área da psiquiatria, no campo da sociedade brasileira e dos seus departamentos, de que enquanto a gente está parimonioso, os grupos que propõem o suicídio são ousados, ensinando como se suicidar, sejam suicídio mesmo, sejam em atividades que colocam em risco. Eu vejo esse jovem pulando de um de um prédio para o outro, fazendo determinadas atitudes para superar os seus próprios limites, aonde sem nenhum sistema de segurança, qualquer erro é fatal. Quantas desencarnações se dão desse modo? É suicídio isso. Quando você expõe um jovem a pular de um prédio para o outro ou a subir, escalar um prédio sem nenhuma rede de proteção, aonde ele vai, ele corre, pula e e vai escalando com os pés, depois com as mãos, até chegar em tal ou tal andar, escorregando, ele tomba. Dependendo da forma como ele tomba, ele morre. Ou no mínimo ficar com algumas fraturas. Outros filmam e postam nas redes. Então nós vivemos esse momento. Kardec sinalou em obras póstumas, está em obras póstumas esse momento aonde as doenças psiquiátricas aumentaram muito por todos os motivos que sabemos nessa transição planetária e aonde o suicídio nessa faixa etária haveria de aumentar e nós estamos vendo isso se dando. Então nós precisamos, a pergunta de uma
m muito por todos os motivos que sabemos nessa transição planetária e aonde o suicídio nessa faixa etária haveria de aumentar e nós estamos vendo isso se dando. Então nós precisamos, a pergunta de uma professora, né? nós pais e professores e educadores, eh, nós precisamos alinhar melhor a nosso trato com a família e com a escola para podermos ter tempo de convivência e na medida do possível compensar quando necessário, quando é possível fazer isso. esses valores e princípios que às vezes estão esgarçados de jovens que vêm para a escola sem essa base familiar. As crianças vêm, eu essa semana eu vi uma experiência dessa ordem, é um um jovem de 17 anos que vive na Europa. Então ele tava escandalizado porque ele tem sete amigos. Então ele foi para um camp e os amigos deles estavam, três amigos junto com ele estavam evocando filmes por nós. E ele nunca esperou que os amigos pudessem evocar filmes por nós. E teve uma reação desproporcional, brigou com os amigos, xingou, eh, usou palavras ofensivas e foi para outro grupo. O grupo dois amigos estavam em duas barracas diferentes. E isso gerou um desconforto muito grande, porque aqueles amigos que se sentiram agredidos por ele, começaram depois a fazer bully e ficou um embrolho e ele levou então para os pais. Os pais são espíritas, fazem uma orientação acerca do sexo, acerca do uso das redes sociais e ele se sentiu violado pelos amigos. A fala dele para mim é: "Agora eu sei quem são meus amigos e quem não são meus amigos". Ele estava lidando com um comportamento que às vezes é do jovem, que ousa fazer alguns movimentos e que precisa ter alguém que faça um contraponto. E ele tomado como um jovem com uma outra orientação em relação aos outros três, se sentiu chocado. Eu disse: "Qual é o sentimento que você sente?" choque e depois desgosto. Olha, choque e desgosto. Infelizmente, ele tem uma base, foi com os pais, os pais avaliaram, consideraram o camp que se fazia na Espanha não se pode beber acima de 16 anos. O o o álcool foi franqueado.
lha, choque e desgosto. Infelizmente, ele tem uma base, foi com os pais, os pais avaliaram, consideraram o camp que se fazia na Espanha não se pode beber acima de 16 anos. O o o álcool foi franqueado. Então, houve uma da parte dos pais uma denúncia acerca daquilo que não se poderia ser estabelecido segundo a legislação espanhola. Enfim, são pais que estão cuidando dos seus filhos, professores que estão cuidando dos seus filhos na medida do possível. Então, comportamentos assim, eu lembro do Léo Buscalia quando viu uma jovem a se suicidar e ele abriu nos Estados Unidos uma cadeira para estudar o amor, porque ele não se perdoava de não ter percebido que aquela jovem não tava bem. Ela foi ficando esquisita, foi ficando diferenciada e quando ele viu depois ela cometeu um suicídio. E ele então fez essa proposição e escreveu um livro sobre o amor, né? E ele abriu uma cadeira extracurricular, naturalmente, aonde os alunos iam estudar sobre o amor, porque ele via que estava fragmentado. Os estudos na universidade não contemplavam aquilo que ele percebeu nele como como mestre, professor, cuidando dos seus alunos. Um professor que tem experiência na sala, ele sabe qual é o aluno que tá precisando de mais atenção, aquele que tá mudando. Ele entende o comportamento dos seus alunos. Aquele que ficou mais taciturno, que começou a faltar mais, a sentar mais atrás, que as notas caíram. Se o professor ele quer para além do conteúdo que ele dá fazer algo mais como cuidador, mais do que professor como cuidador, ele se aproxima, pede para aquele aluno ficar um pouco depois durante o horário do intercâmbio, da da do intervalo, conversa com aquele aluno, que ele e saber o que é que tá vendo, como é que está, como é que anda a vida. Do mesmo jeito aquele outro que começou de repente a escandalizar, começou a querer revolucionar, começa a enfrentar as figuras de autoridade, vai ver o lar tá atrás, ele não respeita. Em casa, os pais não se respeitam, não respeitam ele, então ele não vai respeitar
começou a querer revolucionar, começa a enfrentar as figuras de autoridade, vai ver o lar tá atrás, ele não respeita. Em casa, os pais não se respeitam, não respeitam ele, então ele não vai respeitar ninguém, não vai respeitar professor, não vai respeitar autoridade pública qualquer, ele faz um processo de transferência. Então, essa dinâmica dos dias atuais está precisando demasiadamente de que os centros espíritas possam olhar com muito cuidado a evangelização infanto juvenil. E os jovens hoje eles são desafiadores. Desafiadores porque eles são muito exigentes. Quando eu frequentava, coordenava a juventude junto com 12 outras pessoas em Belém do Pará, o nosso Raul poôde acompanhar esse período, eh, em Belém, nós éramos 12 coordenadores. Nós tínhamos em média no centro espírita Ivon Costa em média 200 frequentadores, 200 jovens participando nos nos eh seis grupos com os seus coordenadores. Hoje a gente não chega em 50. Então o que é que tá havendo? O que aconteceu com o Centro Espírita com a coordenação do grupo de juventude, né, que hoje em dia é muito mais exigente, muito mais O Espiritismo é bom. Se é bom, é bom para qualquer faixa etária. Como é que ele está sendo embalado? Como é que tá o nosso espaço eh psicopedagógico para oferecer a doutrina espírita? Como é que tá o engajamento do jovem participando de uma evangelização juvenil? Como é que está, portanto, a integração do jovem no centro espírita junto com os adultos nas tarefas? Ou nós estamos deixando o jovem só ser um estudante de espiritismo, ou eles estão integrados na casa espírita, efetivamente, estão junto com a experiência dos adultos. Enfim, eu penso que eh essa é a faixa etalha mais vulnerável do Centro Espírita da Juventude, aguardando que a gente possa estar atualizando os nossos processos psicopedagógicos para apresentar o espiritismo como ele o é na sua dinâmica de beleza, de encanto e de eficácia, de responsabilidade e de alegria, porque é a boa nova que é trazida de volta. E os coordenadores,
ógicos para apresentar o espiritismo como ele o é na sua dinâmica de beleza, de encanto e de eficácia, de responsabilidade e de alegria, porque é a boa nova que é trazida de volta. E os coordenadores, aqueles que fazem eh o fermento, precisam estar alinhados com essa função para que as casas espíritas sejam um espaço, uma fonte de gratificação na sociedade, gerando consciência juvenis identificadas com o modelo de comportamento que o Cristo nos inspira e aonde esses jovens estejam nas escolas, eles possam possam ser referências. Eu penso que nós estamos aí precisando correr atrás do prejuízo. Obrigado. Agradecemos a Alberta Almeida por essa manhã tão produtiva e vamos lembrá-los das atividades do dia. Agora à tarde, às 14:30, teremos a roda de conversa com o tema Toda imperfeição gera sofrimento com Carlos Campete, Jorge Godinho, Jusara Corngold e Tânia Menezes. Às 20 horas teremos a palestra A reencarnação e a lei de causa e efeito com Alberto Almeida novamente. Agradecemos a Deus, inteligência suprema do universo, causa primária de todas as coisas, ao Mestre Jesus, aos benfeitores espirituais e a vocês que estiveram presente conosco nessa manhã fisicamente e através da nossa transmissão online. Muita paz a todos. Bom almoço, um bom dia e até mais.
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