Alberto Almeida - Congresso Espírita do Rio Grande do Sul

Mansão do Caminho 11/10/2021 (há 4 anos) 1:56:07 5,421 visualizações 606 curtidas

20h - Live do Espaço Jovem Alberto Almeida 11º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul Realização: FERGS

Transcrição

Vem com a gente, vem ser jovem, vem ser presente em momentos de paz, onde a fraternidade é capaz de fazer [música] diferente, de esperançar a humanidade, seguir em frente [música] rumo à unidade com Deus, seguindo o sol de amor que Jesus nos deu. Vem com a gente. Vem ser jovem, vem ser presente. Vem com a gente. Boa noite, pessoal. Já começando com essa música que aquece o nosso coração, o nosso segundo dia de espaço jovem. Sejam muito bem-vindos. Vão entrando aí, se aproxeggando, porque nós temos uma excelente programação para esse dia de essa noite de hoje, né? Então, meu nome é Lucas, eu tenho 22 anos, faço parte do centro espírito da União para duas caridades, aqui da cidade de Pelotas. Eu sou um homem de pele clara, eh, com barba que cobre todo o rosto, cabelos curtos, olhos castanhos e ao meu fundo há uma parede de cor salmão com metade de um cartaz. o fundo esse que também é igual da minha companheira que divide dela comigo, a Mari que também vai se apresentar para nós agora, fazendo uma boa prece para que a gente possa harmonizar os nossos corações. Oi gente, boa noite. Primeiro é um prazer estar aqui com vocês. Bom, como o meu excelentíssimo disse, eu sou a Mariana, eu tenho 23 anos, sou de Santa Maria, mas moro em Pelotas. Bom, eu sou uma mulher de pele clara, uso cabelo preso, uso óculos também e uma blusa preta com escritos verdes. Bom, pra gente começar com pé direito, nada melhor que uma prece. Então, eu vou convidar que vocês fechem os seus olhos, que a gente possa ir se harmonizando e fazer a nossa prece. Então, amado Deus, amado Mestre Jesus, espiritualidade amiga que nos acompanha, responsável pelos trabalhos dessa noite, nós agradecemos, Pai, pela oportunidade de estarmos reunidos, mesmo que virtualmente, para aprendermos juntos. Que possamos levar todos os ensinamentos, todas as boas energias à pessoas que amamos, aos nossos irmãos em humanidade e que possamos ser um ótimo espaço jovem. Que o Senhor nos abençoe hoje e sempre com os nossos corações cheios de gratidão.

todas as boas energias à pessoas que amamos, aos nossos irmãos em humanidade e que possamos ser um ótimo espaço jovem. Que o Senhor nos abençoe hoje e sempre com os nossos corações cheios de gratidão. Que assim seja. Que assim seja. Muito bem. para completar a descrição, né, que eu não disse com que eu tô vestido. Uma camisa cor de vinho com um logo dourado no meio. [risadas] Então agora a gente vai chamar um amigo nosso aí que a gente já tá conhecendo acho que toda a família dele. Então chega aí, Fergson, e nos dá o prazer da tua presença. Bom dia, galera. Oi, alguém? Eu sou Fergson. Alguém encarnado por aí? Hum, acho que eu vim muito cedo. Meus amigos devem estar dormindo, mas como um bom trabalhador no bem, já vou aproveitar para começar a fazer a minha parte. Juventude do céu. Oi, eu sou o Fergson, mas acho que isso vocês já sabem. Vocês não têm ideia de quanta areia eu carreguei, mas todo trabalho útil rende ótimos frutos. Agora eu vou descansar e acompanhar esse momento lindo. Interajam comigo no chat. Féxson, meu grande amigo, como é bom te ver. Eu lembro do centenário, nós estava lá. trabalhando. Eu lembro que você tava varrendo a casa espírita e como o tempo passa e como a gente tem trabalhado tanto, né? Como é bom ver o movimento espírita trabalhando tanto, tendo tanta luz. Então, eu sou o Lucas R. Eu tô, vou fazer minha áudio de descrição, estou com o meu guarda-roupa atrás, que é um guarda-roupa meio marrom, estou usando uma camiseta azul, sou loiro, tenho o cabelo meio ralinho, com topetinho na frente, tenho olhos, olhos azuis e tenho pele clara. E nesse momento eu passo paraa minha grande amiga Duda. Boa noite, gente. Que alegria de novo estar aqui com vocês, esse chat aí pipocando de comentários de gratidão. Já a gente tá aqui encerrando, então, o nosso congresso com muito prazer, com muita alegria. E eu sou a Duda, então falando de Estância Velha, eu tenho cabelo meio loiro, meio moreno, comprido. Tô também de azul com a mesma camiseta do Lucas, da nossa conjugs

muito prazer, com muita alegria. E eu sou a Duda, então falando de Estância Velha, eu tenho cabelo meio loiro, meio moreno, comprido. Tô também de azul com a mesma camiseta do Lucas, da nossa conjugs presencial, a última, né? e um casaco azul também com o fundo bege. E para já dar um start aqui com interação no nosso espaço jovem, a gente vai lembrar de novo para vocês do nosso querido Padlet de influencers do bem que todo mundo que tá postando lá tá dando um show de exemplos de família, de pets que a gente já viu. Olha aí, Lucas, diz o que que mais tem aí. Olha só, nosso Padlet cresceu muito de ontem para hoje. O pessoal tava muito empolgado, como eu posso ver que no nosso chat estão agora bem empolgados ali, muita interação. Vamos ver. Olha, tem a querida Ieda aqui da minha região curtindo o congresso, o pessoal de Ibajé, tem uma menininha aqui fazendo, fazendo uma atividade. Temos a cantoria do nosso terceiro espaço jovem do 10º congresso. Eu queria poder colocar, mas como vai levar um tempinho, depois vocês acessam o pé e assistam. O que mais que a gente tem? Olha, os doguinhos, pelo jeito. Os doguinhos, os gatos, pelo jeito. Sim, ó, foi certo. Todo mundo assistiu, todo mundo espiritualizado, porque a gente viu vários durante o dia. É o congresso pet rolando, né, Lucas? Coisa boa. Olhem só quanta interação. Como é bom ver vocês interagindo, todo esse pessoal, todo mundo curtindo espaço jovem, curtindo o congresso e como desse lindo. Gratidão, pessoal. continuem participando pelo chat, pelo Padlet e vamos fazer esse esse dia, esse momento cada vez mais lindo. Mas Duda, a gente não tinha outro momento para agora? Ah, tu sabe que sim, claro, né? tá recém começando esse espaço e a gente que percorreu então essa jornada nesses três dias de congresso falando sobre meio ambiente, saúde mental e tantos outros quesitos que a gente precisa para esse mundo de união e de fraternidade, a gente não poderia deixar de comentar aqui no nosso espaço os desertos das nossas jornadas que a gente passa também

tos outros quesitos que a gente precisa para esse mundo de união e de fraternidade, a gente não poderia deixar de comentar aqui no nosso espaço os desertos das nossas jornadas que a gente passa também como juventude e como qualquer pessoa aí de qualquer faixa etária, né? os jovens há mais tempo que a gente gosta de falar. E a gente tem hoje, então, o nosso quadro super interativo. Quero ver a galera aí do chat respondendo um ou dois para situações que a gente vai apresentar aqui hoje. E o meu colega Lucas vai me ajudar aí a decidir, a se mostrar, né, a se autoconhecer um pouquinho mais, a fazer a gente refletir também sobre os quatro quesitos do lema da nossa querida Abigail de Paulo Estevão. esse lema tão conhecido pela gente, né? O ama, trabalha, espere e perdoa, que esse é um lema que nos ajuda. Então, a cada deserto que a gente passa, a gente lembra dele e se esforça para então exemplificá-lo na prática. Vamos seguir então com o nosso quadro aí. O primeiro já é assim, ó, já é o ama, né? já é a máxima do Cristo. E vamos ver qual é a nossa situação. A gente tem aí ao longo da nossa apresentação os gifs maravilhosos da nossa equipe do Espaço Jovem. Essa galera, arrasou. Então, o início do nosso sonho vai ser aqueles dias que a gente se acha muito espiritualizado, quer praticar a máxima do Cristo, então com todos, mas acaba discutindo com alguém em casa. E aí, Lucas? Vamos pra próxima. Vamos ver o que que a gente vai fazer aí, ó. Atenção aí, galera do chat. Vamos ver o que que vocês fariam. Um, deu tudo certo. O amor vence, vocês param com a briga. Para iniciar, então, um diálogo sincero, fraterno, né? Também a escuta, que é muito importante pro amor e pro compartilhamento, né? E a opção dois, saiu Maurício aí decepcionado. Ainda não deu muito certo ainda. O orgulho vence, a cara fica emburrada. E você para de falar com a pessoa por uma semana. E aí, Lucas, o que que tu faria nessa situação? Nessa situação, eu gostaria de dizer que eu tava totalmente um, mas é, não tem

a cara fica emburrada. E você para de falar com a pessoa por uma semana. E aí, Lucas, o que que tu faria nessa situação? Nessa situação, eu gostaria de dizer que eu tava totalmente um, mas é, não tem jeito ainda. Eu ainda sou um espírito em evolução, ainda não tô perfeito. Então, eu tô 50. Eu tô 50% no um, 50% no dois. Às vezes tô mais no dois, às vezes tô mais no um. E deixa eu ver o pessoal do chat. Olha, tem um pessoal dizendo que tá no um, mas será que só tem espírito evoluído nesse chat? Só eu que tô meio equilibrado aí? Hum. Comentem no chat aí. Vocês estariam mais pro um ou mais pro dois? Ó, a Rafaela já colocou aqui que tá no um, né? Opa, tem mais gente que tá no do Eita, agora o chat tá pipocando. Às vezes tá no dois, né? É aquela coisa, tem dias e dias a gente tá aqui essas situações pra gente justamente refletir quais ações eu tô frequentemente tomando, né? E quais que eu posso dar ali então esse passinho pro outro lado, pro que já deu certo e vai continuar dando, né? Vamos então seguir aqui com o nosso núcleo e a gente passa para pro trabalho, né? aquele essa essa importante ferramenta que a gente tem para nos fazer útil, nos sentir útil pra gente e pro outro é coisa mais boa. A gente não pode ficar sem para evoluir, né, gente? Então o início do nosso sonho no trabalha é você quer dar uma agnada na evolução, nessa encarnação e resolve seguir o exemplo de Paulo, nada mais que Paulo. Vamos ver então o que que a gente pode fazer. Ó, a gente tá ali que nem a mar, então deu tudo certo, começa a focar no aprimoramento pessoal e em cada tarefa que é chamado, tenta se doar de coração ao ideal do Cristo. Olha que coisa mais linda. Vamos ver a próxima. Nossa Senhora, esse tapa na testa deu até em mim agora, Lucas. Ainda não deu muito certo. Você fica com preguiça e acha que Paulo é inalcançável. diz que na próxima vida vai se esforçar. E aí, gente, o que que vocês normalmente fazem? E aí, Lucas, conta para mim. Ah, nesse eu tô mais no um, certeza. Não tem uma atividade que apareça que eu não

diz que na próxima vida vai se esforçar. E aí, gente, o que que vocês normalmente fazem? E aí, Lucas, conta para mim. Ah, nesse eu tô mais no um, certeza. Não tem uma atividade que apareça que eu não queira fazer. Às vezes até exagero. E vou dizer para vocês, esse tapa do Lucas também doeu em mim. Meu Deus do céu. E deixa eu ver. Eu ia, tem gente aqui entre um e dois, ó. A maioria tá no um. Dois, mas vai dar um. Isso aí, Jeferson. É isso aí que a gente tá buscando no trabalho. E também tem aqueles perfis como o nosso Lucas, que acaba pegando trabalho demais e a gente quase entra naquele burnout, né, que a gente chama. E, infelizmente a gente sempre tem que conseguir conciliar, né, o trabalho espírita com o trabalho da vida social, né, para que a gente encontre então esse equilíbrio dentro da nossa consciência, para que em cada tarefa a gente realmente se doe de todo o coração, porque senão não vale para Jesus, né, gente? que para ele a gente tem que tá inteiro. E vamos seguir então pra próxima palavrinha aí do lema de Abigail, que é o espera, essa palavra que na pandemia a gente teve que trabalhar bastante, né, a nossa ansiedade, principalmente ali os jovens, como é que vai ficar a vida. Vamos ver como é que então é o nosso sonho no espera. Você está terminando o ensino médio e precisa escolher algo para fazer depois que se formar. A dúvida clássica, né, de todo jovem, da galera que já foi jovem aí, que eu sei. Vamos ver o que que vocês fariam. Deu tudo certo. Fica ali que nem a Lili, super feliz. Você continua se esforçando e buscando possibilidades, confiando que Deus está no controle e se autoconhecendo, né? O movimento da vida que a gente busca dentro da gente para que então a gente esteja em paz, em equilíbrio e também sabendo esperar esse tempo de Deus, né, que muitas vezes é diferente do nosso aqui. Vamos ver o dois. Ainda não deu muito certo. Acaba tendo momentos tensos de desespero e vacilo da fé. O que é normal para espíritos imperfeitos como nós? E aí, Lucas, como

s é diferente do nosso aqui. Vamos ver o dois. Ainda não deu muito certo. Acaba tendo momentos tensos de desespero e vacilo da fé. O que é normal para espíritos imperfeitos como nós? E aí, Lucas, como é que tá esse chat? Como é que tá o teu coração? Esse chat tá bombando. Tô vendo cada mensagem linda assim, o pessoal muito motivado. Muito bom ver isso. O meu coração. Então, nesse caso, eu acho que eu tô 60% no primeiro, mas 40% vacilo de fé ainda, porque não é difícil, né? ter aquela festa solidificada e tal, mas é uma construção que a gente faz todo dia. E eu vou dizer uma coisa para vocês aqui entre nós, vocês não podem contar pro resto do pessoal que não tá aqui, tá? Ó, entre nós. É muito bom ver que eu não tô sozinho nisso aí, que tem gente no um, que tem gente no dois. É muito bom, cada um tem seus processos e aí cada um aprende com a caminhada do outro. Muito importante, pessoal. Continue. É muito lindo de ver esse autoconhecimento da galera aí no chat. O teu também, né, Lucas? a gente sabendo aí qual qual a opção aí que a gente segue mais, qual que a gente deveria seguir, mas tá no caminho. Vamos lá, vamos pro último, então, a última palavra ali, ó, animadíssimos, que nem o Lucas no perdoa. Então, essa palavra que a gente se doa tanto pro outro quanto pra gente quando a gente realiza ela, não é mesmo? esse amor assim que vem vem do nosso coração, essa compaixão. E vamos ver então o início do nosso sonho. No perdoa o colega da juventude espírita ou de qualquer trabalho espírita para a galera jovem há mais tempo aí vai lá e faz tudo ao contrário que você pediu. Desanima e não aparece mais para realizar a tarefa. E aí vamos ver. Deu tudo certo. A gente fica aqui, ó, que nem a Lili de novo. Você tenta conversar para saber o que aconteceu. Entende que todos temos altos e baixos e perdoa o colega. Ou nós temos a dois. Ainda não deu muito certo. Poxa, né, Mári? Às vezes a gente fica assim mesmo. Você julga internamente o colega e não tenta dialogar, se irrita e não fala mais com

perdoa o colega. Ou nós temos a dois. Ainda não deu muito certo. Poxa, né, Mári? Às vezes a gente fica assim mesmo. Você julga internamente o colega e não tenta dialogar, se irrita e não fala mais com aquela pessoa. E aí, Lucas? Esse eu vou ter que contar para vocês que eu tô no um, até porque mesmo que eu tiver irritado com a pessoa, eu vou continuar falando com ela. Eu falo muito, não consigo ficar quieto. Então não tem jeito. Eu vou tô tô mais num nessa, mas ainda temos um pouquinho de dois, né? É a caminhada, faz parte. E nosso chat, olha só, 1 2 2 2. Tem gente que tava um e dois. Olha só que coisa mais linda. Eu vi que um, teve uma pessoa aí que tava, botou dois só para me ajudar, ó. Só. Espírito de luz é assim mesmo, só para ajudar o amiguinho. Ai, que coisa boa. Galera ali. Eu vi que a maioria tá um, hein. Galera já tá pronta pro mundo de regeneração aí. E vamos então agora finalizando o nosso quadro, né, esse nosso momento de autoconhecimento e interação com vocês. Ó, tem gente botou um e-mail ali, tô vendo, coisa boa. E a gente agradece então a participação no chat de todos vocês. Temos aí o Maurício dando um tchau super moderno para nós nesse gif. E a gente passa então pra nossa querida Mari para apresentar uma finalização desse nosso quadro muito especial com um convidado que eu acho que vocês já estão esperando, não é, Mari? É isso aí, Duda. Gente, preciso dizer que a testa do Lucas passa bem, tá? Que ele tapa, [risadas] ele já está recuperado. E eu me identifiquei muito assim, tem dias que eu sou mais um, tem dias que eu sou mais dois. Sim, acho que tem que trabalhar isso melhor em mim, mas oremos. Enfim, como a Duda disse agora para dar continuidade ao nosso congresso, nós temos um convidado que eu acredito que vocês conhecem muito bem, um cara trist, gente boa, super bem humorado, isso a gente descobriu trabalhando com ele. E eu ia dizer o nome, mas eu vou fazer aqui um suspense, não vou dar o spoiler, né? que todo o congresso tem que ter um um suspense. E ele vai responder a

, isso a gente descobriu trabalhando com ele. E eu ia dizer o nome, mas eu vou fazer aqui um suspense, não vou dar o spoiler, né? que todo o congresso tem que ter um um suspense. E ele vai responder a seguinte pergunta pra gente: "Apesar dos desertos, qual o papel do trabalho para nos guiar e fortalecer em nossas jornadas? Será que vocês sabem quem é? Na caminhada desértica, o amor se concretiza através do trabalho. É no trabalho que ele ganha a vida, se expressa, manifesta-se desde a forma mais singela a forma mais luminescente que ganha o nome de caridade. O exercício do trabalho nessa caminhada, no entanto, faz menção a uma lei da natureza que embute dentro dela o repouso. Como bem disseram os espíritos Allan Kardec, repouso e trabalho fazem uma relação de combinação, coadunam, cooperam, eles não disputam. É, portanto, nesse exercício de amorosidade concretizada através do trabalho, que tem as pausas com o repouso, que não é a ociosidade inútil, que é o descanso para que a alma voeje e possa experimentar a transcendência e a intuição que o homem vai concretizando na terra. a realidade transcendente da divindade, que sempre trabalha, como diria Jesus, e que ele também, o mestre, trabalhava de modo igual. Todavia, o trabalho se expressa em duas expressões, manifestações, semblantes que é necessário avaliar. É o trabalho para fora e o trabalho dentro. Às vezes nós confundimos de que realizar fora é o suficiente. É natural que é útil, é bom, é agradável estabelecer construções externas, desde o trabalho profissional até o trabalho filantrópico, o trabalho artístico ao trabalho social. Todavia, é de fundamental importância entender de que o trabalho ele só ganha especial significado se ele tem uma repercussão dentro. Porque há muita gente que só realiza fora, mas não realiza-se. É necessário, ao fazer fora, sentir dentro de si a realização interior. Aquilo que está fora deve refletir o que está dentro. Porque se eu só faço fora e não construo dentro de mim mesmo, eu

aliza-se. É necessário, ao fazer fora, sentir dentro de si a realização interior. Aquilo que está fora deve refletir o que está dentro. Porque se eu só faço fora e não construo dentro de mim mesmo, eu experimento a apatia. É o trabalho que não gera plenificação, gera enfado, colapso e às vezes depressão. O trabalho externo deve refletir, espelhar aquilo que se concretiza dentro de nós mesmos. Assim sendo, trabalhemos com Deus no bem todos os dias. para que o amor abre espaço para os novos espaços na nossa caminhada evolutiva. Realmente o Alberto é incrível, né? Nos abraça com a forma e as palavras que ele nos nos traz assim. Então, que legal essa pergunta que ele respondeu especialmente para nós no congresso, né? Então agora a gente já vai pular para outro quadro, para um vídeo muito bacana que a gente apelidou carinhosamente de juventude em ação. Vamos ver. เฮ [música] Amigos, como é bom ver toda essa luz, toda essa juventude, todo esse trabalho. no bem entre diferentes gerações. Eu tava acompanhando o vídeo, acompanhando o chat, eu vi que algumas pessoas botaram ali que não são juventude ou são juventude a mais tempo, mas estão adorando também. Ó, queria contar uma coisa para vocês. Espírito não tem idade, então todo mundo tá jovem ainda. Ou não, mas acho que todo mundo é jovem ainda. Adorei esse momento. E agora, agora tem um momento muito legal que a gente fez um desafio. A gente não sabia se ia dar certo ou não. A gente ficou muito surpreso com o resultado. E eu espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei. O homem só é feliz quando ele conecta corpo, coração, cérebro e pineal. Ou seja, quando ele ajusta sua existência física a ser guiada pelo coração em profunda harmonia com o cérebro, sob a ética da dimensão do espírito imortal. Não, muito bom. Olha o o Alberto fazendo um TikTok. Não dá para ser mais engraçado do que isso. É muito bacana mesmo, né? Então, nesse momento, eu vou chamar agora a Duda, né, para vir fazer uma conversa conosco também. Claro, gente, depois desse TikTok de

dá para ser mais engraçado do que isso. É muito bacana mesmo, né? Então, nesse momento, eu vou chamar agora a Duda, né, para vir fazer uma conversa conosco também. Claro, gente, depois desse TikTok de Alberto Almeida, como não comentar, o que que acharam? Olha ali, a galera já tá assim, ó, demais. O que que vocês acharam desse nosso novo TikTok super jovial? Eu amei. Espero que vocês tenham entendido então essa mensagem da comunhão dos pensamentos e dos sentimentos, como esse equilíbrio que a gente deve levar nas nossas ações, dentro da gente também. E para dar continuidade então desse momento tão especial, a gente vai passar mais um videozinho de assim uma coisa que não pode faltar pra juventude espírita. Não tem juventude espírita. sem isso que a gente vai passar aqui para vocês. E ainda depois a gente vai ter uma roda de conversa super especial com o nosso querido Alberto, porque a gente tem que passar mais tempo com ele hoje, não é, gente? Esse homem tem muita coisa para nos ensinar junto com essa juventude linda. Então, podem soltar aí o nosso super vídeo maravilhoso da evangelização. Espero com Jesus. Ai, que linda de Jesus é meu amigo. Dá um beijo. Mu Ah, delícia. Vamos cantar a musiquinha. Quando eu faço bem, eu abraço a Jesus. É. E é nesse abraço que eu faço, quando eu abraço a Jesus e é nesse abraço que eu ajudo alguém. Tu gosta do Jesus? Gosta sim. É. É, faz nana neném então para ele. Faz neném. É nana neném. É. Dá um abraço então bem forte. Oi, eu sou o Eu gosto de seguir Jesus porque ele ama nosso coração. Olá, o meu nome é Valentina. Eu gostaria de dizer que eu lembro que eu era muito pequenininha, eu tava no maternal e os invangirizadores pegavam bonequinhos e faziam histórias para nos ensinar. E agora quando eu tô grande, agora como eu tô grande no primeiro ciclo, eu lembro que a gente fez uma peça de teatro ensinando sobre o que nós estávamos aprendendo. Então, obrigada por nos evangelizar e nos ensinarem, evangelizadores. Tchau. Que eu já aprendi a bendar

lo, eu lembro que a gente fez uma peça de teatro ensinando sobre o que nós estávamos aprendendo. Então, obrigada por nos evangelizar e nos ensinarem, evangelizadores. Tchau. Que eu já aprendi a bendar com o papai do céu. Vocêi com ele. Eu acredito o papai do céu que um maninho. Então ele desdoou. A minha mãe tem um bebê la barriga. E eu eu te amo muito, papai do céu. Sabia que eu gosto umas vezes de morrer e eu vou lá no céu. Sabia que eu gosto lá na casa do papai do céu? Tchau, amiguinhos. Eu gosto da evangelização por causa que ela me traz muitas amizades, aprendizado e felicidade. Oi, gente. Eu sou a Silmara, eu tenho 16 anos, sou de Uruguaiana e a evangelização é importante para mim porque quando eu entrei na evangelização de jovens, todos que já participavam de lá me acolheram e como eu era muito tímida, eles respeitaram o meu tempo para falar e conversar sobre os temas. E aí com o tempo eu percebi que o grupo não era só um grupo de estudo, era um grupo com amigos que me ajudaram a ver a vida com mais leveza e com mais clareza. E com certeza eu vou levar tudo que eu aprendi e tudo que eu ainda vou aprender pra minha bagagem. E é isso. Meu nome é Maria Eduarda. Eu tenho 20 anos, falo do Centro Espírita Vinha de Luz de Gravataí. E o papel da evangelização, ela tem um papel importante na minha vida desde sempre. Desde eu da evangelização dá para se dizer desde a gestação da minha mãe. Então a evangelização ela sempre teve comigo na minha infância, desde sempre, em todos os momentos, desde bons, desde os não tão bons assim. Na minha adolescência, principalmente, a evangelização, ela foi uma espécie de bússula para mim. Ela me serviu para me guiar em muitas situações, evitando muitas vezes que eu me metesse em situações não tão legais assim. E também na evangelização eu me descobri, eu descobri algumas, alguns efeitos que eu tinha, algumas qualidades, alguns comportamentos que eu tenho que mudar, os que eu estou tentando mudar, mas é muito difícil. Alguns é muito difícil, mas também a

scobri algumas, alguns efeitos que eu tinha, algumas qualidades, alguns comportamentos que eu tenho que mudar, os que eu estou tentando mudar, mas é muito difícil. Alguns é muito difícil, mas também a vegetação me trouxe, me deu uma família, me trouxe pessoas maravilhosas e esse é o papel hoje que a evangelização tem na minha vida. Olá, tudo bem? Meu nome é Sara da Veiga, eu tenho 35 anos e hoje estou aqui para falar um pouquinho sobre a importância da evangelização na minha vida. Ã, fiquei muito feliz em poder participar, né? E a evangelização ela chegou na vida, na minha vida, na vida da minha família, no momento de muita dor, no momento de muita ressignificação, ã, e muitas mudanças, né? E para mim a evangelização foi o aprendizado de toda aquela parte moral que a gente necessitava, né? A prática da caridade, da solidariedade, que a gente foi recebido com tanto carinho, né? E tanto eu quanto meu irmão. E aquela questão dos bons hábitos que parte da gente, que nós somos todos quando crianças sementinhas de Jesus que só bastam ser regadas, né? E foi isso que aconteceu, né? No meu caso, em todas as etapas de infância, pré-adolescência, adolescência, sempre em todos os ciclos, o sempre tive muito, muito bom contato com os meus evangelizadores, que todos eles moram no meu coração, né? Então, sempre foi muito especial para mim a evangelização, né? Ã, levantar os domingos, ver meus amigos queridos, né? ver eh cantar. Então, sempre foi muito importante isso, né? E a evangelização para mim, na minha vida, ela serve como a base para uma compreensão de todos os valores de vida que a gente acaba levando para na vida adulta, né? E hoje eu tenho ã né, uma emoção em dizer que a gente tá seguindo isso através dos, eu tenho dois filhos. Opa. Ambos vão na evangelização hoje. E o primeiro dia de evangelização do meu filho mais velho para mim foi muito emocionante, porque ver eles no mesmo ambiente que eu estava, né, com muitos evangelizadores que ainda permanecem lá. Foi uma emoção tão grande, né, que é

ão do meu filho mais velho para mim foi muito emocionante, porque ver eles no mesmo ambiente que eu estava, né, com muitos evangelizadores que ainda permanecem lá. Foi uma emoção tão grande, né, que é inexplicável, né, isso pra gente. A gente dá continuidade isso do nosso coração pro coração dos nossos filhos para torná-los homens de bem. Muito obrigada. Qual a importância da evangelização na minha vida? A evangelização é a luz que clareia a minha caminhada. é a que me mostra o melhor roteiro a seguir. É um manual de instrução. Quando temos um aparelho e o colocamos em funcionamento sem consultar este manual, muitas vezes danificamos o aparelho com consequências muito graves. A evangelização na minha vida é este manual de instrução. seguro para que eu possa aproveitar uma jornada produtiva para que eu saiba contornar obstáculos, superar as minhas limitações, que são tantas, e progredir sempre. Boa noite, juventude. Tudo bem com vocês? Eu tava acompanhando o chat aqui, tava muito legal. Minha câmera tá meio travada, mas não deu em bola a internet, muita chuva, muita coisa acontecendo. Mas eu tava pensando, eu sou o Lucas, primeiramente, e eu tava aqui e tal, com alguns amigos meus que vão se apresentar logo mais. uma juventude bonita, um jovens protagonistas. Vamos ver se a gente já conhece eles. Oi, gente. Eu sou o Lucas. Oi, gente. Eu sou a Mariana. Oi, gente, eu sou Maurício e hoje em especial pro nosso congresso, pro nosso espaço jovem, a gente tem um convidado para lá de especial, um grande amigo, um jovem como a gente, que é um grande jovem, um cara muito querido e é contigo, meu amigo. Olá, eu sou Alberto da Terra do Açaí, que eu vou colocar um pouquinho de açaí dentro da cuia do chimarrão. Vai dar uma combinação muito legalzão. Vai dar uma combinação, com certeza, muito boa. Vai ficar um chimarrom até doce. Então, a gente gostaria de começar a pergunta, Alberto. O que que tu acha, né, na tua opinião, o que é educação moral? Então, temos um conceito de educação moral que

. Vai ficar um chimarrom até doce. Então, a gente gostaria de começar a pergunta, Alberto. O que que tu acha, né, na tua opinião, o que é educação moral? Então, temos um conceito de educação moral que é consagrado como educação social. da convivência social, aquela que é construída através eh da da civilidade. E Kardec faz menção a necessidade de um espiritismo trazer uma perspectiva de educação que seja eh um pouco diferente dessa. Então ele propõe de que o espiritismo tem se ocupa de uma educação moral que não é a dos livros, que não é essa da civilidade superficial de uma convivência eh cotidiana em sociedade, mas de querer uma educação que deveria se estabelecer na formatação de de caráter, de hábitos novos. Então, a proposta espírita é de estruturar o indivíduo de modo a que ele possa, para além da convivência social rotineira, prescrito nas leis, ele possa ser um homem de bem. E para que ele possa trazer isso, ele precisa fazer desbordar de si uma dinâmica que ele traz, que faz parte da sua essência, que é a sua amorosidade, que representa a marca do criador dentro dele. Então, a educação é você futucar para que venha isso de dentro da pessoa. É como uma semente que você vai regando, vai regando, vai regando e de repente explode da semente algo de dentro dela que vai germinar, que vai depois gerar uma arrvorezinha, uma árvore grande, flores, frutos e tava dentro daquela semente. Então, dentro da semente tem o divino, dentro de nós tem o divino. A educação é a arte de poder fazer emergir um caráter, hábitos que vão eh desbordar, que vão aparecer de dentro da gente. E isso é feito através de intervenções. Essas intervenções, assim como a água, o sol, você pega uma semente, joga assim na beira da estrada, não acontece nada. Mas se você botar a semente na terra boa e colocar água e sol, você vai ver que ela vai vai desbordar, ela vai aparecer. Então, a educação moral na proposta espírita é essa intervenção da formação de um caráter de de hábitos novos, na qual você futuca, fazendo com que a

i ver que ela vai vai desbordar, ela vai aparecer. Então, a educação moral na proposta espírita é essa intervenção da formação de um caráter de de hábitos novos, na qual você futuca, fazendo com que a pessoa possa trazer de dentro de si todo esse manancial divino que nós trazemos dentro da gente dormente, precisando ser despertado como numa semente. É isso que a proposta espírita quando trata de educação moral. Então, Alberto, já que a gente tá falando sobre educação, eu gostaria que tu falasse eh qual a melhor maneira da gente nos educar, forma da gente poder lidar no processo da educação é estabelecer o autoconhecimento. é de fundamental importância que a gente saiba que a gente não é só corpo, de que a gente tem uma dinâmica eh não tangível, psicológica, que a gente poderia resumir aqui como sendo o ego, que se forma quando a gente é concebido e nos primeiros anos de vida, mas de que a gente para além do ego, nós somos um ser que trazemos várias vidas e trazemos várias subpersonalidades dentro da gente, vários subiegoozinhos. Então a gente pensa que é um grupo, a gente não é um só. E para além desses subgos, dessas subpersonalidades que nos habitam, que fizeram coisas boas, coisas atrapalhadas, é uma mesclagem lá dentro, lá dentro nós temos o Cristo interno no inconsciente profundo. Então nós somos tudo isso. Então, descobrir isso e fazer essa viagem para dentro primeiro para saber como é que eu sou hoje, a minha dinâmica do meu ser, como eu sou, meu jeito, tendências, inclinações, pulsões, pontos que às vezes eu não enxergo direito, são os pontos cegos, coisas que eu acho que é muito legal em mim, coisas que eu não suporto em mim, coisas que os outros adoram em mim, mas que eu não gosto, que eles adoram em mim, mas que eu gosto. enfim, dá uma olhada nessa realidade atual e fazendo essa viagem para dentro para entender por que eu trago esse ponto cego, porque eu tenho uma sexualidade às vezes pulsante, exagerada, demasiada, ou porque eu trago um conflito inconsciente na minha

do essa viagem para dentro para entender por que eu trago esse ponto cego, porque eu tenho uma sexualidade às vezes pulsante, exagerada, demasiada, ou porque eu trago um conflito inconsciente na minha sexualidade quando eu me percebo como pessoa? Então, a gente às vezes não vai encontrar essas respostas no aqui, no agora. a gente vai ter que olharse à luz da reencarnação. Então, é um autoconhecimento que começa nessa vida, mas que vai mergulhando para as outras vidas. para eu entender porque eu nasci com esse corpo, porque eu tenho esse corpo, essa plástica corporal, eh, às vezes, eh, na cultura onde eu estou encarnado, ela não é muito bonita ou ela é excelente, muito bonita e às vezes eh até me atrapalha, ou pelo que eu nasci assim meio com uma dificuldade, às vezes numa área corporal que não funciona bem, ou então pelo que eu trouxe o tamanho que eu trouxe, a família que eu trouxe. Aí eu começo a fazer outras perguntas para me entender no contexto social e é isso que vai me permitindo o autoconhecimento, eu poder trazer-me paraas minhas mãos, porque eu só consigo trabalhar em mim aquilo que eu consigo perceber enquanto realidade. E essa percepção é sombra e luz. Eu vou me descobrindo, vou me sacando como é que eu sou, vendo que como é que eu sou por dentro, vou mergulhando lá dentro e vou vendo que para além de mim mesmo tem uma essência divina que me habita, que sou eu, que a gente chama de espírito imortal Kardec. Os espíritos chamavam para Kardec, que é uma é uma fazendo comparação com a luz, ele dizia que nós éramos uma centelha, um clarão, uma chama. O Cristo dizia que era o Cristo interno ou o Deus com de pequenininho. Então esse essa esse âmago da gente, o é o âmago mesmo, ele é divino, é uma marca da divindade. Então eu sou tudo isso, eu sou esse âmago, eu sou as diversas coisas que eu fui desenvolvendo nos outros reinos, nas outras vidas. Eu sou aquilo que eu construí de mim mesmo a partir da minha concepção até o a o ano que eu tenho agora, 15, 17, 19, 20 anos,

ersas coisas que eu fui desenvolvendo nos outros reinos, nas outras vidas. Eu sou aquilo que eu construí de mim mesmo a partir da minha concepção até o a o ano que eu tenho agora, 15, 17, 19, 20 anos, 50 anos. Eu sou tudo isso. Então eu sou um e sou um um montão e sou humano e sou divino ao mesmo tempo. Vocês estão entendendo como é complicado? Então aí a educação de si mesmo passa pelo processo de autodescobrimento. Eh, ao marque encontro com você, convide você para ir ao encontro de você. Reserve-se um espaço reservado como quem vai namorar-se de si próprio. Vai te te paquerando, vai te tirando, vai te aproximando. Cria mais do que ficar. Faz um rolo contigo mesmo, depois namora contigo mesmo e casa contigo mesmo. Significa dizer te encontra. Quando tu te encontrares, significa dizer fazer esse caminho que eu tava relacionando, você vai estar num processo contínuo de autoeducação moral, que envolve todas as tuas possibilidades, todos os teus limites e todas as suas potências que precisam ainda desabrochar. Então, veja como é fácil autoeducação, né? Bom, e depois dessa análise do micro, né, das relações pessoais conosco mesmo, ã, a gente queria saber mais sobre a escala social coletiva, como que nós podemos contribuir paraa educação de terceiros. Eu gosto de lembrar um cara que quando era pequeno ele pensava em mudar o mundo. Ele era bem criança, ele queria mudar o mundo. Aí foi crescendo, quando ele foi entrando na adolescência, ele foi percebendo que aquele sonho era uma fantasia. ele pegou, começou a tirar de que ele eh não dava para mudar o mundo, mas dava para mudar o país dele. Ele começou a perceber que ele ia mudar o país dele. Quando ele ficou adulto, depois da juventude, ele percebeu que não dava para mudar o país dele. Aí ele disse: "Bem, mas o estado, eu acho que eu vou mudar o meu estado, minha cidade". e focou nesse objetivo percebendo as dificuldades, percebendo que o tamanho da transformação exigia muito de que ele não tinha muito para operar, muitas frustrações, muitas

meu estado, minha cidade". e focou nesse objetivo percebendo as dificuldades, percebendo que o tamanho da transformação exigia muito de que ele não tinha muito para operar, muitas frustrações, muitas decepções. Aí ele se entrou na cidade. Aí passado um tempo, quando ele foi ele percebeu que ele não tinha condições de mudar toda a cidade como ele queria, mudando as pessoas, a cidade, melhorando. Aí ele percebeu que ele eh deveria mudar a família dele. E quando ele tava para morrer, ele descobriu que a família dele, ele não conseguiu mudar como ele queria, porque a gente não tem o poder de mudar os outros assim como a gente quer. Ele descobriu que ele só podia mudar a si mesmo e de que ele perdeu muito tempo achando que ele ia mudar o mundo, o mundo, o mundo até chegar nele. Então, a gente muda a gente e a o meu exemplo proporciona que o outro se mude se ele quiser. A gente não deve ter a arrogância de achar que a gente vai salvar os outros, fazer feliz alguém. Esse negócio de vem cá que eu vou namorar contigo, que eu vou casar e vou te fazer feliz. Isso é com peça fiada. Isso é romantismo, tudo bem, lírico, né, poético, mas de verdade isso não acontece. Ninguém faz feliz ninguém e ninguém faz infeliz ninguém. Alguém compartilha sua felicidade e alguém é cúmplice, também aproveita. Alguém espropia, faz um relacionamento abusivo e o outro se deixa abusar, se deixa infelicitar. Não é esse que faz esse infeliz, é esse propõe e esse aceita. Então nós é que aceitamos dentro de nós mesmos as influências externas. E somos nós quem criamos o nosso próprio destino. E somos nós os únicos que podemos nos transformar. E se nós conseguimos nos transformar, gente, ganhamos a encarnação, porque tudo mais é consequência. Nós não temos a pretensão de ter que mudar tudo e todos. Você veja, Jesus teve conosco e Judas se suicidou do lado dele. Ele não conseguiu mudar Judas, mas ele impregnou Judas com seu exemplo. Mas as escolhas de Judas foram pobres, mas os outros foram legal. Os outros 11

us teve conosco e Judas se suicidou do lado dele. Ele não conseguiu mudar Judas, mas ele impregnou Judas com seu exemplo. Mas as escolhas de Judas foram pobres, mas os outros foram legal. Os outros 11 seguiram e seguiram muito bem, mas cheio de tropeços, porque eram pessoas melhores do que a gente, mas não eram lá tudo de bom, como Buda, como Krishna, como esses outros que eram maiores. Então, eh, a a o processo ele se dá dentro de mim e ele caminha a partir de mim. O quanto eu puder me transformar é o quanto eu impacto os outros. E esse impacto aos outros dão a chance dos outros se beneficiarem ou não, aceitarem a influenciação e se beneficiarem disso fazendo a sua transformação ou não. Então, ninguém muda ninguém. A gente quando consegue mudar-se, já fizemos o máximo. Quando nós recebemos os filhos, por exemplo, eu tinha a minha esposa, por exemplo, cuidava do do do da quando ela engravidou de minetiada, a criancinha à noite se mexia dentro da barriga dela só à noite, durante o dia ficava paradinha. Quando era a noite, ela queria dormir, não conseguia dormir porque a a filhinha dela mexia dentro da barriga dela e ela tinha insônia porque a criancinha não parava. Essa criancinha hoje é uma mulher tem 45 anos, adora a noite, não gosta de viver de dia. De dia ela pode dormir. Ela é uma, foi assim na infância, foi assim na juventude, que é muito comum, e foi na idade adulta. Então, ela não conseguia mudar o bebê dentro dela e não conseguiu. Hoje essa pessoa eh dorme eh sempre muito tarde e e acorda sempre quase meio-dia e arrumou um trabalho também que se organiza desse jeito porque ela é noctívega, ou seja, ela adora viver à noite. Eu tô dando esse exemplo para mostrar o quanto mesmo os pais que t a tarefa de educar os filhos, o que é que eles fazem? Eles suscitam dos filhos mudanças. Eles fazem intervenções, como eu coloquei há pouco, e os filhos vão fazer emergir de dentro deles as possibilidades e os filhos vão seguir o caminho que lhes tr que eles trazem como potências, como inclinações

m intervenções, como eu coloquei há pouco, e os filhos vão fazer emergir de dentro deles as possibilidades e os filhos vão seguir o caminho que lhes tr que eles trazem como potências, como inclinações e vão seguir. Importante é que os pais façam o balizamento e essa estimulação para que os filhos sigam caminho do bem. Agora, com que os filhos vão casar? Qual é a profissão que eles vão fazer? qual é a tendência dos filhos extrovertido, introvertido, enfim, isso aí já vai ser uma escolha que os pais não vão ter essa chance de fazer, mas eles influenciar e influenciarão tanto mais quando as crianças são, os espíritos estão crianças, mas cada vez menos. Mas ainda assim, às vezes, os pais influenciam como essa entiada cuja mãe tentava trazê-la pro dia. Não deu jeito, não conseguiu. Esse espírito tem uma inclinação enorme para ficar acordado durante o a noite e dormir durante o dia. E ela não conseguiu, com toda a influenciação de mãe, com toda a educação firme, não conseguiu moldar essa criança, porque o jeito dela, eu não sei pelo que, tá relacionado provavelmente a outras vidas, é um jeito de poder viver mais à noite do que durante o dia. Eu imagino que vocês aí entre vocês tem essa tendência, uns gostam mais da noite, um mais do dia, né? gosta. Não tô falando da moda porque normalmente o jovem dorme, gosta de dormir tarde e acordar tarde. Tanto é que colégio de jovem que funciona bem, ele funciona à tarde. Quando ele funciona de manhã é bom para criança. Colégio para juventude biologicamente deveria funcionar sempre depois de meio-dia. Tá muito legal as explicações, Alberto. Muito obrigado, né? até aqui. E agora vou ter que parecer um jornalista no TP, porque a próxima pergunta é cabeluda. Gostaria que tu falasse um pouco para nós sobre o conflito entre a noção de responsabilidade adquirida pela educação moral e a cobrança excessiva que pode ser da nossa saúde mental do trabalhador espírita que tiver dificuldade de divisar os limites entre uma e outra. Isso é quase uma pegadinha, viu, Lucas?

educação moral e a cobrança excessiva que pode ser da nossa saúde mental do trabalhador espírita que tiver dificuldade de divisar os limites entre uma e outra. Isso é quase uma pegadinha, viu, Lucas? Porque é muito difícil, é como uma balança, é muito difícil eu poder dosar o meu conhecimento com aquilo que eu posso ou não posso fazer. A nossa tradição, ela dominou o público, religiosamente falando, muito pela culpa. Então, nós temos uma coisa é muito da culpa. Errou, culpado, pecado. E aí Deus vai castigar. Nós fomos muito manipulados com isso. Então nós trazemos já um uma autocobrança arquetípica, ancestral. A gente se cobra demais. Então a gente vai estudando, vai clareando, vai aprendendo as coisas e vai vendo que às vezes a gente não consegue fazer aquilo que a gente estudou, que a gente aprendeu, que a gente estudou na doutrina espírita. Aí surge o conflito. E quando a pessoa é muito sincera com ela, às vezes aquela quer até abandonar o espiritismo. Ah, não dou para isso não, cara. Eu estudo, não consigo fazer nada disso, cara. Eu aprendo só aqui na na ação. Não, não chega na ação. Ah, não, eu me sinto hipócrita porque eu estudo uma coisa, mas não consigo fazer do jeito que eu estudo. Eu tenho que ser fraterno, pô. Você trato mais meus colegas. Aí eu acho que eu tenho que ser caridoso, mas a minha caridade é uma vez a cada 15 dias eu falto nas atividades. Aí a gente começa a fazer esse sistema de cobrança. E esse sistema de cobrança, às vezes ele me afasta da doutrina espírita como cultura, me afasta do centro espírita como espaço de estudo e de vivência e ele me afasta de mim mesmo, porque a doutrina espírita é uma doutrina que me ajuda a eu chegar em mim. Então, o autoconhecimento, essa possibilidade de eu saber quem eu sou a cada dia, essa percepção de para onde eu devo caminhar, essa trilha que para além da trilha eu sofro acidente, eu descambo, esses limites, eu vou podendo me aperceber, me dar conta deles e vou fazer a trilha, não trilho, a trilha. Trilha é rigidez.

minhar, essa trilha que para além da trilha eu sofro acidente, eu descambo, esses limites, eu vou podendo me aperceber, me dar conta deles e vou fazer a trilha, não trilho, a trilha. Trilha é rigidez. Pitivo não gosta de rigidez. Pitivo é flexibilidade, resiliência. Então eu vou na trilha. Se eu escorregar para além do limite, eu tenho que ter humildade de saber que eu tô aprendendo e de que errar também é uma forma de aprender, desde que esse erro ele não seja provocado de propósito, porque tem muita gente que erra, mas tá sabendo que tá errando, mas não tá nem aí. Eu tô falando daquele que tá tentando acertar e vai para além dos limites da trilha e vai pro barranco. Você vai pro barranco, volta, levanta e se cair, cai pra frente para quando levantar já levantar um um um um corpo lá adiante. Mas achar de que a gente vai estudar e vai fazer tudo certinho, isso é arrogância, isso é orgulho do espírito que acha que é capaz de de ser perfeito. Ninguém é perfeito, a gente é perfectiva. A gente vai ensaiando e vai acertando. Ou então é gente muito culpada, que não pode errar um tantinho assim, porque ah, eu não presto, eu sou um pecador na encarnação, na outra encarnação eu devo ter sido Judas, deve ter sido Hitler. Ah, comigo não tem jeito. Eu acho que eu sou uma exceção no universo. Quer dizer, você é uma exceção no universo. Quer dizer, só você que não presta, porque aí você vai ver, a pessoa é muito rigorosa, ela é muito exigente contigo. Já tem outro que é o contrário, ele é muito relaxado. Ele vai aprontando, vai aprontando. Ah, tô aprendendo, tô aprendendo. Tinha um amigo que me dizia assim, né, Alberto? Eu falava, dava um toque para ele, não, isso aqui é para outra encarnação. Essa encarnação não dá. Aí eu falava outra coisa. Não, não, isso aqui é para outra encarnação. Encarnação não dá. Aí um dia ele depois de me repetiu umas boas vezes disso aí eu disse para ele: "O que é que tu tá fazendo nessa encarnação?" Ele começou a rir porque tudo ele jogava para outra encarnação, que ele ia fazer

dia ele depois de me repetiu umas boas vezes disso aí eu disse para ele: "O que é que tu tá fazendo nessa encarnação?" Ele começou a rir porque tudo ele jogava para outra encarnação, que ele ia fazer isso na próxima, que ia fazer na próxima. Isso é escapismo, isso é comodismo, isso não é legal também. Então não é legal. Sabe como a gente pega o sabonete? Se você apertar muito, ele escorrega. Se tu deixar a mão frouxa, ele escorrega. Então a gente tem que pegar, tem que ter a pegada certa. Ou seja, a gente não pode se exigir demais, porque senão a gente se afeta psiquicamente, organicamente, a gente adoece. E a gente não pode também se relaxar demais e ficar numa comodidade horrível, porque aí a gente não tá aí pra gente tá fazendo de conta de que a gente tá estudando para se tornar uma pessoa melhor. A gente não tá ocupado com isso. Isso também não é legal. Então, a pegada é a pegada da consciência. A consciência diz aonde é que a gente deve parar, onde a gente deve ir, mas a gente não desconecta da consciência. Vez que outra aí o que acontece, a gente erra. Quando erra, aprende. Humildemente. A gente tem que precisar eh olhar pra gente com humildade e dizer: "Pô, eu eu tô aprendi aqui essa lição, eu aprendi." Mas às vezes a gente erra duas vezes no mesmo ponto. Tudo bem, aprende. Quantas vezes vai precisar errar para aprender no mesmo ponto? Se não for para negligência, tá tudo bem. Então eu convido você a acolher você nos ensaios de acertos e erros. Se você me apontar uma pessoa que só acerta, eu acho que Jesus reencarnou. E se você achar também uma pessoa que não tem jeito, olha, ela é uma exceção universal que encarnou na Terra e que nem Deus sabe dela. Então, todos nós somos aprendizes mais ou menos perfeitos, fazendo ensaios. E aí a gente precisa ter com a para com a gente compaixão, perdão e persistência. E o erro é uma forma da gente aprender, é uma outra forma de a gente aprender. A gente não precisa errar para aprender, mas se errar, a gente aprende do mesmo jeito. Aprende

ão, perdão e persistência. E o erro é uma forma da gente aprender, é uma outra forma de a gente aprender. A gente não precisa errar para aprender, mas se errar, a gente aprende do mesmo jeito. Aprende enviezado, mas aprende. Com isso a gente cresce, avança e não se maltrata, não adoece psicologicamente, psiquiatricamente, fisicamente, porque a gente deixou o chicote, porque a gente chicoteava nas outras encarnações quando a gente errava, mas a gente usa o chicote mental e aí fica se punindo mentalmente, fica se depreciando. Eu não valho nada, eu sou um verme. Aí lembro das falas do Chico, aí quero imitar o Chico também, né? Eu sou um pé de capinha, eu não tenho um jeito mesmo não. Isso aí é negligência ou é falsa e humildade querendo buscar elogio também. Isso não é legal. Tá muito bom que eu vi. Tá sensacional. Eu eu até enquanto você falava, eu tava pensando muito do que você falou me veio Jesus na cabeça enquanto o senhor falava. E eu eu em especial tenho muito isso, sabe? Eu geralmente eu tô sempre no na autocobrança. Muito. Isso é muito forte em mim. e ouvir você realmente dar uma luz dentro de nós. E eu tava pensando nisso. Eh, eu queria saber qual que é o desafio, qual que é o principal desafio na educação do jovem que o senhor vê? O jovem é um desafio para si mesmo, porque ele está numa transição entre a criança e o adulto. É um parto que demora 10, 12, 13 anos. 8, 9, 10 até 20, 21, 22 na pós-adolescência. A adolescência ela envolve esse parto entre a criança e o adulto. Quando a gente é criança, a gente tá na dependência total, seguindo os pais, beleza? A gente se veste como os pais, imita os pais, faz igualzinho com os pais. Para onde os pais vai, a gente quer ir, quer estar sempre com os pais. Quando a gente vai paraa juventude, a gente vai viver uma experiência diferente, a gente quer ser agente. É legal. Quando a gente é filho pequenininho, criança, a gente quer ter só sobrenome. Por exemplo, o meu é Alberto Ribeiro de Almeida, eu pequenininho queria ser Ribeiro de

e, a gente quer ser agente. É legal. Quando a gente é filho pequenininho, criança, a gente quer ter só sobrenome. Por exemplo, o meu é Alberto Ribeiro de Almeida, eu pequenininho queria ser Ribeiro de Almeida, igual a papai, igual a mamãe. Mas quando chegar na adolescência, eu quero ser o Alberto. Eu não quero ser o Abel, meu pai, nem eu disse minha mãe. Eu quero ser eu. E aí esse é o processo desafiador na adolescência. A gente vai fazer o movimento de transformação de criança para adulto, assumindo de que a gente é um espírito singular, que a gente é diferente, que a gente quer ter nome, não quer ter esse sobrenome, só sobrenome, a gente quer ter nome, a gente quer ter identidade. Então, esse processo de emancipação que se vai dando ao longo de 20 anos, de 10 anos, 12, às vezes se dá com 20, porque às vezes passa da idade e a gente não consegue ainda ser a gente. A gente fica meio que mimetizando pai e mãe com uma sombra do pai e da mãe, isso não é legal. Mas falando assim de uma forma genérica, depois de 10, 11, 12 anos, a gente começa a saber quem é a gente. E nesse trabalho é que a gente entra nessa fase de conflito. É difícil lidar com a gente, porque aí a gente quer ser a gente aí romper com o pai. Aí a gente, se eu sou Grêmio, aí eu a família Grêmio, eu quero torcer pelo Internacional. Não, agora sou internacional, quero ser vermelho. Olha a confusão. Se o pai e mãe não conhece a adolescência. Ou então eu sou eh a família vermelha, eu quero ser azul, quero ser Grêmio. Aí é problema, porque vai não vai dar certo se os pais forem radicais, forem aqueles fanáticos, entendeu? Mas isso é próprio do adolescente. Ele é sempre da opinião contrária. Vocês sabem disso, vocês que estão me ouvindo sabe de que você quer sempre ter um olhar diferente. Isso não é ruim, é que você quer ser você. Mesmo que depois você volte e seja o seu time, mude novamente, mas naquele dia, naquele momento, ou naquelas circunstâncias, você gosta de ter a tua cara. Isso é muito legal. Quando os pais compreendem

esmo que depois você volte e seja o seu time, mude novamente, mas naquele dia, naquele momento, ou naquelas circunstâncias, você gosta de ter a tua cara. Isso é muito legal. Quando os pais compreendem isso, eles liberam mais o jovem para não querer que o jovem seja todo igualzinho como eles querem que o jovem seja. Não, eles liberam mais e ficam só com essencial. Os jovens vão fazendo os ensaios e fica só no essencial paraos jovens não se perderem nesses ensaios. Então esse processo de transformação, de alternância, de instabilidade do jovem é o espírito que reencarnou. E Kardec diz que ele passa todo esse período agora da adolescência nesse conflito que ele recebeu dos pais, mas tudo que ele é. Então é esse conflito até que sai no adulto o resultado disso aí. sai uma mesclagem do da educação da infância, mais o que ele viveu na juventude, sai o indivíduo Alberto Ribeiro de Almeida, do jeito que ele conseguiu chegar lá do outro lado. Então esse processo aí, o espiritismo ajuda muito, porque ele ajuda a entender de que a gente é o espírito que tá acordando para a vida na infância, quer ser ele na juventude e como adulto ele assume a sua identidade e a sua emancipação e a sua dependentização vai acontecendo a partir do quando ele consegue economicamente se bancar. A independentização, ela surge exatamente quando eu, ganhando a minha identidade, me emancipo emocionalmente, economicamente e tô consciente espiritualmente de que agora eu sou responsável. Posso inclusive criar uma família, gerar um filho, porque não adianta, eu sou jovem grávido, gero um filho, para quê? Quem que vai cuidar? Eu nem me banco, nem me nem trabalho. Então, eh, aí a gente vê nesses ensaios, às vezes a gente se perde. Então, o jovens têm muito esses desafios na juventude porque tem muitas questões que vão emergindo do passado. Paraa sexualidade, ela ela ela surge com as o amadorescimento glandular, ela surge intensa, os hormônios preenchem a vida do jovem. E aí, como é que lida com a sexualidade? vai depender da infância,

. Paraa sexualidade, ela ela ela surge com as o amadorescimento glandular, ela surge intensa, os hormônios preenchem a vida do jovem. E aí, como é que lida com a sexualidade? vai depender da infância, da educação dos pais, da cultura. Aí entra o espiritismo dando referências e aí ele traz dentro dele inclinações, tendências, conflitos ou não. E a maioria traz e aí tem que lidar com isso. Como é que é? Como é que como é que lida com isso? com a sexualidade, com uma exacerbação, com uma frieza, com uma ambiguidade, enfim, esse esse potencial que é o espírito nas suas vivências anteriores, que quando depois da infância isso emerge mais ou menos na juventude. Então isso é um desafio. Um desafio para lidar com a sexualidade, um desafio para lidar com poder, porque agora ele vai confrontar pai e mãe relativamente e pai e mãe vão estar em cima dele e às vezes tem aquelas pegadas mais difíceis, mais duras, né? Porque às vezes os pais quando eles são muito cuidadosos, eles prendem demais o jovem. Aí o jovem fica meio numa camisa de força e aí aumenta conflito. Às vezes os pais para quererem ficar de boa com jovem, com os filhos ou ou para não se apurrinharem, larga os filhos. Aí os filhos se perdem porque eles não têm maturidade ainda. Nós jovens precisamos caminhar eh entendendo que a gente tá fazendo ensaios e que a gente corre alguns riscos, mas a gente não pode entrar em qualquer barca furada porque e aí os pais têm que estar presente porque para poupar algumas experiências que vão ser muito dolorosas e são de dispensáveis. Transar e ganhar aides não é uma experiência que passa, vai levar pro resto da vida. se sobreviver, se sobreviver, porque às vezes muitas pessoas não fazem o tratamento direito. Então a gente precisa estar com clareza algumas coisas que são muito graves. Suicídio, não dá para brincar de suicídio, experimental ou então fazer de conta. Não, eu vou me arriscar aqui, chamar atenção. Não dá, não dá. Isso não se brinca com suicídio, não se brinca com a não se brinca, portanto, com

incar de suicídio, experimental ou então fazer de conta. Não, eu vou me arriscar aqui, chamar atenção. Não dá, não dá. Isso não se brinca com suicídio, não se brinca com a não se brinca, portanto, com coisas que às vezes elas são elas deixam sequelas graves. Então os pais precisam estar segurando essa onda para permitir que os jovens façam seus movimentos, mas eh eh eh eh não se permitam entrar em experiências demasiadamente críticas e que de às vezes ele não consegue sair. Então esse é o desafio pro jovem, lidar consigo mesmo na relação com os pais que eles mereceram, que que eles precisam, que nem sempre tem uma pegada eh legal para poder ajudar os jovens a fazer o seu desenvolvimento, mas é os pais que eles mereceram, reencarnaram, sabiam que seriam esses pais. E a gente vai fazendo essa caminhada, procurando aprender o máximo possível e fazer valer todo o potencial que a juventude, a adolescência proporciona, que é a vida explodindo, né? O jovem, a vida explode no jovem. Uma casa com jovens é uma casa com alegria, com vida, com entusiasmo, com potência. Eh, é o verão, né? É o verão que a a a emergir o verão, né? na direção do outono, que vai ser o adulto, que vai ser os frutos. A primavera é a criança, o jovem é o verão, o outono é os frutos dos adultos e o inverno chama sementes que vão se multiplicar, que são os idosos. E agora, meu amigo, mais uma e com base nisso, qual seria a principal oposição entre educação pelo amor e educação pela violência? A educação é um ato de poder lidar na formação do outro ser, formando caracteres novos, formando novos hábitos, que se dá contato com amorosidade, que se dá com responsabilidade e com uma amorosidade que representa essas o cortejo dessas virtudes. O processo educativo, ele exige muita ternura, muita paciência, muito tato, muita habilidade para poder acompanhar o espírito que reencarnou e enquanto criança, traz uma flutuação demonstrando as suas tendências, suas inclinações. Os pais precisam ir acompanhar, deixando

ato, muita habilidade para poder acompanhar o espírito que reencarnou e enquanto criança, traz uma flutuação demonstrando as suas tendências, suas inclinações. Os pais precisam ir acompanhar, deixando esses filhos expressando-se e podendo ir ali modulando as emoções, tratando as emoções. Quando os pais eles fazem o movimento muito invasivo, castrativo, a criança ela ela encolhe-se, castra-se, mas ela não consegue fazer o movimento de desenvolvimento adequada. Ela fica encroada porque ela sofreu uma castração. Se os pais largam e deixam as crianças a Deus dará, esses espíritos que estão nessa faixa de idade, eles vão se soltando e vão fazendo o culto e a modelação e a repetição de conteúdos que não são legais no campo das emoções, no campo dos hábitos, a violência, a tristeza, o medo. Então, os pais são verdadeiros guias. Nessa modelação educativa, eles vão precisar tratar os filhos como se fossem verdadeiros cuidadores em que eles vão estabelecer limites. Limite não significa dizer não. Limite significa dizer que os pais vão dar para os filhos o espaço para que eles possam se movimentar com mais segurança. Porque toda vez que a gente diz limite, a gente pensa numa parede, não é uma parede. limite é o quanto eu permito que o meu filho siga com segurança. Porque se eu não estabelecer o limite, o que acontece com ele? ele vai demais e se perde. Se esse limite ele é muito curto e eu e se transforma numa parede, ele ele não ele não ensaia, ele não se expressa. Então o espírito encarnado, ele precisa se expressar para ser educado, para ser modelado, para ser ajustado, eh orientado. Eh, esse é o processo de que os pais vão fazendo com um exemplo, com a fala, com cuidado. Ele não pode, se o filho se mostra violento com o irmão, ele não pode chegar lá e espancar o filho. Porque quando ele espanca o filho, ele tá dando, tá tentando corrigir, mas ele tá dando exemplo de maior exemplo pro filho. Ele tá dizendo assim: "Não bata, mas tá batendo". Como é que é isso? Ele diz: "Não grite, mas tá gritando com o

ele tá dando, tá tentando corrigir, mas ele tá dando exemplo de maior exemplo pro filho. Ele tá dizendo assim: "Não bata, mas tá batendo". Como é que é isso? Ele diz: "Não grite, mas tá gritando com o filho". O pai pode aumentar a voz, mas não precisa gritar. Ele só grita quando for uma emergência. A criança vai cair, ele grita pra criança parar, porque não dá tempo de chegar. Então ele grita, a criança se assusta e para. Porque ela ia caminhando, suponhamos assim, para um lugar aonde eh a escada ela poderia cair. Ele grita, não daria tempo de chegar antes. Aí entra o grito. Mas o grito ele entra pontualmente. A educação não se faz com grito. A educação se faz com convivência amorosa, com respeito, com responsabilidade, com cuidado, com tato. Então, a paciência, esses ingredientes que eu tô citando, eles fazem parte de um cortejo do amor. Então esse é o processo e eh da educação pela amorosidade. É mais fácil. Uma vez eu vi um o cara treinando uma ave, olha, mas era um treino tão minucioso e tão ele fazia com a avea e dava recompensa praí o cidadão perguntou: "Mas demora tanto?" Disse: "É, demora". Disse assim: "Não tem um jeito mais curto de obter esse resultado?" Aí o adestrador disse assim: "Tem, mas deixa sequelas". Eu achei fantástico. Tem um jeito da gente corrigir o nosso filho. Ele tá batendo. A gente você, você vai dar uma cinturada nele, ele não bate mais. Mas quando ele crescer, ele vai bater em você e vai bater no mundo e vai apanhar porque você castrou. O resultado foi imediato. Ele não vai fazer isso porque tem medo. Vocês é grandão. Ele tem medo de apanhar como ele apanhou. Ele foi violentado. Foi uma violência. Então ele ele ele contém, ele segura, mas ele não tá educado, ele tá contido. Essa bomba um dia vai explodir. Então a violência se remete-se ao verbo violar, que remete a violar o direito do ser como deve ser no estabelecimento de deveres e de direitos à criança. Nós quando resvalamos para a violência, nós eh declinamos o amor e abrimos um espaço

o violar, que remete a violar o direito do ser como deve ser no estabelecimento de deveres e de direitos à criança. Nós quando resvalamos para a violência, nós eh declinamos o amor e abrimos um espaço para a guerra doméstica. Essas crianças vão ser adultos, jovens rebeldes. Esses rebeldes jovens serão adultos igualmente agressivos negativamente. A violência ela sempre gera violência. Se a criança, uma vez eu atendi uma criança, ela era muito agressiva e era muito irritada e muito inquieta, ela entrava, me pegava na na cadeira e me rodava na cadeira. Ela era muito ruim, muito eh difícil. E eu cuidava dela, eu me preparava para recebê-la. A minha cadeira se movimentava e eu ficava esperando quando ela tava com a consulta marcada, porque ela era muito desafiador. Aí eu agarrava, abraçava porque ela era hiperativa também. Então ela tinha hiperatividade, tinha uma agressividade, ela o a pegada dela era agressiva mesmo se está sendo agressiva e ela sobrava soco para todo lado, dependendo de como ele era abordado. Aí eu encaminhei para uma psicóloga, encaminhei pro centro espírita, fizemos um trabalho psicóloga centro espírita. Foi muito bonito o trabalho que se fez com ele. E essa mãe, a mãe era tutora, vivia ele, a mãe e uma avó. Ele machucava a avó, às vezes quebrava as coisas em casa. E foi um trabalho longo, muito longo, desde criança. E a mãe era muito, porque a mãe entrava à vezes no ônibus e ele incomodava as pessoas no ônibus. E a mãe passava muita vergonha. Os familiares diziam que ela era muito permissiva e eu acompanhava aquela mãe. Ela não era permissiva, é que aquele espírito era difícil e precisava de uma flexibilidade que ela tinha, mas não dava para responder com resultados imediatos. E um dia eu estou fazendo um curso profissional, quando eu vejo ela está do lado. Aí ela veio, falou comigo e disse assim: "Aberto, você tá lembrado de mim? Como não? Como eu poderia estar não estar?" Ela disse: "Eu quero te agradecer porque o meu filho hoje é um advogado, é um homem de bem e há três

comigo e disse assim: "Aberto, você tá lembrado de mim? Como não? Como eu poderia estar não estar?" Ela disse: "Eu quero te agradecer porque o meu filho hoje é um advogado, é um homem de bem e há três pessoas que eu agradeço muito ele ser o que é ele é a você." Aí citou o Jonas Barbosa, que era o presidente da União Espírita, parece que a orientava e a Marta, que era psicóloga infantil que tu cuidava dele na época. E eu disse, eu eu agradeço a contribuição que a gratidão pela contribuição que eu dei, mas você foi a pessoa mais importante no processo educativo, porque você sustentou inclusive um assédio moral que a parentela fazia. Assédio moral é bullying. Quando é adulto, a gente chama de assédio moral. a sédio moral que a parentela fazia com você, sempre perseguindo você, dizendo que você era permissiva, que ele era assim, porque você era permissivo. E eu via que você não era. Então ele era um advogado e ela disse: "Tudo aquilo passou. Hoje ele tem aquela agitaçãozinha, mas coloca tudo no bem, não agride ninguém, é um advogado, um operador da área do direito e está muito bem com adulto. Enfim, eu tô dando esse exemplo para mostrar que mesmo nos casos difíceis, nos casos de autismo, nos casos de crianças hiperativas, eh nos casos de crianças impulsivas e desobedientes, aquelas que são os desafiadores, né, essas crianças elas precisam de um coração muito amoroso e às vezes até de acompanhamentos profissionais, porque às vezes são espíritos que trazem muitas dificuldades no início do processo educativo. precisa de uma equipe para atendê-los, mas só o amor consegue refazer aquele espírito, remodelar, porque ele reencarnou para se curar. E a melhor forma de se curar é a infância. É aí que se estabelece o ponto mais importante. Ainda h pouco você perguntou sobre o jovem, eu quero dizer que quando você não atende a infância, você já vai meio quebrado para atender o jovem. Eh, o jovem que não foi atendido na infância, ele já vai destroncho para ser atendido como jovem. O ideal

o dizer que quando você não atende a infância, você já vai meio quebrado para atender o jovem. Eh, o jovem que não foi atendido na infância, ele já vai destroncho para ser atendido como jovem. O ideal para se poder lidar com a juventude, sabe qual é? É atender aquele espírito na infância, porque a infância é a matriz, o jovem já é consequência. Então, às vezes a gente, eu vejo a dificuldade das pessoas lidarem com os jovens, mas todas vezes que eu vejo um jovem assim muito fora da curva, para baixo, para cima, eu fico dizendo: "Isso aí é a família, é um espírito que não conseguiu ter na família o apoio adequado ou teve um apoio tão legal que ele está acima da curva ou tá abaixo da curva da do grupo da maioria". Então, eu quero dizer que a educação de amor foi aquela que Allan Kardec propôs, porque ele evocou Jesus, que foi um homem que tratava as pessoas com a amorosidade crível, desde a pessoa mais autoritária que ele encontrou, as pessoas mais suaves, como as mulheres, as crianças agitadas, que os discípulos queriam segurar, ele sempre usava o amor como uma estratégia de acolhimento. a seja a paciência, seja a tolerância. Por isso que ele disse que a tinha que caminhar 2000 passos. Se alguém quisesse caminhar 1000, mostrar a outra face. Ou seja, se alguém quer caminhar 1000 passes, é o ego, é o ser humano. Caminhar 2000 é caminhar com a pessoa num nível para além do que ela conhece. erir com ela para poder ajudá-la a que ela possa fazer o caminho, para que ela possa ver em você, no amor que você tem por ela, uma possibilidade nova. Eu disse ainda essa semana para um garoto, ele me olhando disse assim: "Então, toda uma crise com a mãe, pedi pra mãe sair, 11 anos, jovem, né? 11 anos, uma criança na adolescência já com 11 anos. Ele me disse assim: "Então, doutor, eu tive um sonho, um sonho. Eu sonhava que eu matava minha mãe". E sabe que eu fiquei impressionado? Porque eu gostei de matar essa mulher assim, agressivo, muito agressivo, porque a mãe falou mal dele no início da consulta, aí se chateou, eu

eu matava minha mãe". E sabe que eu fiquei impressionado? Porque eu gostei de matar essa mulher assim, agressivo, muito agressivo, porque a mãe falou mal dele no início da consulta, aí se chateou, eu pedi pra cri a mãe sair. É um garoto diferenciado, muito inteligente, muito intelectualizado, mas com muitas dificuldades. Faz psicoterapia, faz tratamento comigo médico, faz tratamento espiritual. E aí eu fui conversando com ele, difícil falava em se matar, matar a mãe. Eu tenho medo. Tu já disse que ela podia me dar, me dá em adoção ou então me dá para um um orfanato. Eu começava a tratar das questões. Eu sei, se eu me suicidar, eu vou pro Vale do Suicida. tem problema não, eu vou pro lado de suicídio, mas é melhor vir do lado de suicídio que ficar vindo esse inferno que eu vivo com ela. Porque ela falou que ele tava piorando a psicosfera porque tava vendo filme de terror. É verdade. Mas ele, ela saiu e disse assim: "Ela diz isso, mas foi ela que me deu." Aí disse o nome do filme que eu nem lembro para eu que eu quando era criança. Então eu aprendi filme terrou com ela. Então era esse jovem. No final ele tava muito agressivo. Eu consegui, fui vencendo com muita amorosidade, muita disponibilidade, focando aqui no meu coração para tudo que eu falava não vinha daqui, vinha daqui do da minha alma. No final eu olhei para ele e disse assim: "Eu não desisto de você. Eu não desisto de você porque eu sei que para além desse garoto que tá aí dizendo tudo isso, tem um cara muito legal dentro de você. Você é um cara muito legal." Ele ficou me olhando. Fiquei lhe olhando muito eternamente, com muito amor. Não era jogo de palavra, não era. Era alma, alma para alma. Ele saiu, chamei a mãe, atendi, acabei de atender a mãe. Quando eu saí, ele veio, me deu um abraço. Ele não conseguia nem me tocar. Ele só tocou assim, né? Eu quis abraçar ele não quis. Antes de ir embora ele veio, aí me agarrou. Até me deu problema com pai de coluna. Ele se pendurou no meu pescoço e eu segurei ele e marquei dois dias de

tocou assim, né? Eu quis abraçar ele não quis. Antes de ir embora ele veio, aí me agarrou. Até me deu problema com pai de coluna. Ele se pendurou no meu pescoço e eu segurei ele e marquei dois dias de cama. Eh, ontem, ontem e ontem, por conta de uma coluna e parte foi por conta do abraço dele que eu tinha acordado machucada. E e é assim, eh, eu quero dizer que o amor é tudo de bom. E você, se tá tendo conflito com o teu pai, com a tua mãe, releva. Papai, mamãe são as eles só, eles fazem o que eles podem. Se não fazem correto, não é porque não ame você, é porque o jeito de amar é desse jeito. E às vezes eles extrapolam e às vezes eh vem um traço de violência na voz, às vezes na atitude, às vezes puxada de orelha, né? Mas nem toda puxada de orelha ou pegada no braço significa violência. A gente pega no braço, dá uma sacudidela assim, mas a gente faz isso porque a gente ama, porque quem não ama às vezes não tá nem aí para segurar o outro, sabe? Não pega no pé da gente. Eu gosto de pai que pega no pé do filho, porque esse tem interesse pelo filho. Eu disse uma vez isso, um um benfeitor disse para uma uma jovenzinha aquela adotada tava reclamando dos pais, não sei o quê, os pais reclamando. Aí o benfeitor disse assim: "Olha, minha filha, eu queria ter um paijo como você tem, que você tá reclamando, que pegasse no pé como você tá reclamando, porque eu fui uma criança abandonada e sofri muito. E eu sou eternamente grato pel um frade que me acolheu numa paróquia e me acolheu e me perfilhou que eu era uma criança órfão. Então, agradeço os seus pais. Eu quero dizer a vocês, agradeço o pai de vocês, voltem para casa hoje, sabendo que a melhor educação é do amor. E ainda que o pai não consiga seguir dessa linha, não é porque ele não queira, não. É porque ele também deve ter tido pais que não conseguiram lhe oferecer amor. E o que eles fazem por você, às vezes exagerando e às vezes até resvalando para uma agressividade destrutiva, não faz isso de graça. Eles fazem achando que estão acertando. N

guiram lhe oferecer amor. E o que eles fazem por você, às vezes exagerando e às vezes até resvalando para uma agressividade destrutiva, não faz isso de graça. Eles fazem achando que estão acertando. N você pode relevar. Assuma, para você ser um pai mais tarde, uma mãe mais tarde, melhor do que os teus pais são para você. Mas não rompe com eles, não. Não acha que eles odeiem você, não acha que eles não gostam de você, porque todos os pais tão com a gente, tá aprendendo. Vocês também vão errar com os filhos de vocês muitas coisas, mas todos nós queremos o melhor. E o melhor é a família, o melhor é o amor. E a gente tá descobrindo o amor. Então, Alberto, diante de tantas reflexões, eu acho que cada um aqui se identifica muito com a tua fala e eu gostaria que tu falasse sobre algo bem atual e recorrente, eh, principalmente nas redes sociais, que é a cultura do cancelamento. Então, eh, Mário, o cancelamento ele não é novo, apenas é uma manifestação nas redes sociais que emergiu na contemporaneidade, nos últimos tempos. que é uma forma da gente deletar o outro, que é uma outra linguagem, né? Riscar o outro, matar o outro, né? eh matar a idoneidade, matar a ideia, matar a proposta do outro, matar o jeito filosófico que o outro se coloca no mundo. Enfim, então a cultura do cancelamento, eh, ela é inevitável numa sociedade que lida com diferenças, com preconceitos, que ideologicamente e sobretudo nos dias atuais, onde nós temos um processo muito polarizado, aonde você não pode falar nada, tudo que você falar é usado contra você e se você ficar calado, você também é culpado. Eu fico impressionado. Eu que costumo fazer lives, palestras, eu fico às vezes com dificuldade de tratar alguns assuntos, porque eu não sei o que eu digo, porque tudo que eu disser eh é impressionante. Eh, é é eh eh é usado contra você. Então, eh, o cancelamento ele entra como essa cultura da da resistência que a gente tem com o outro, pouca tolerância, pouca fraternidade, porque o outro que age equivocadamente,

é usado contra você. Então, eh, o cancelamento ele entra como essa cultura da da resistência que a gente tem com o outro, pouca tolerância, pouca fraternidade, porque o outro que age equivocadamente, ele sempre tem um motivo, pode ser pertinente ou não, você pode concordar ou não, mas aí dependendo de como você se coloca diante do outro, você faz como faz no grupo de amigos, você isola aquela pessoa e às vezes aquele isolamento ele não é justo, porque gera o não pertencimento, gera uma exclusão. Eh, e a gente deixa de aprender, porque por pior que seja uma colocação no espaço de liberdade virtual, por exemplo, a gente aprende, a gente aprende muito. Eu tenho aprendido muito com as diferenças, com as críticas, né, com os olhares diferentes. Cada um tem um jeito de tocar o elefante, um toca no rabo. cego, ele toca o elefante no rabo, acha que o elefante é o rabo. Outro toca na pata, acha que é a pata, outro toca na orelha, outro toca na trompa. Então, cada um que toca o telefone na sua cegueira do universo total, traz um pedaço da realidade. E se alguém tocar na ferida, traz a ferida do elefante. Se o elefante tiver ferido. Então, eh, as pessoas trazem ideias, às vezes ideias bem comprometidas ou difíceis ou traz a sua amargura, traz a sua a sua o seu jeito desenconsado de ser. E às vezes as pessoas trazem coisas que são apenas diferentes, mas o outro às vezes por inveja quer cancelar, eh, reage, né? reage. Enfim, nós temos que aprender a lidar em grupo, seja grupo presencial, seja o virtual, eh, nas redes. Eh, nós precisamos entender de que todas as vezes que a gente cancela alguém, às vezes a gente tá cancelando uma vida, porque aquele alguém, se o o grupo de influenciadores deletarem aquela pessoa, às vezes ela não tem resistência para segurar. Mas há algumas pessoas que não vale a pena você cancelar, mas também não vale a pena você curtir. Então há pessoas com ideias tão extemporâneas que você não deve curtir, porque quando você combate, tenta cancelar, às vezes você chama

le a pena você cancelar, mas também não vale a pena você curtir. Então há pessoas com ideias tão extemporâneas que você não deve curtir, porque quando você combate, tenta cancelar, às vezes você chama atenção. Então você respeita e deixa a pessoa ter a ideia dela e segue, segue, aprende com o radicalismo dela e segue. Não precisa cancelar ninguém. E se você for o cancelado, avalie, avalie o quanto a tua dor toca no outro, o teu jeito pactou o outro. Vê o que você pode aprender com isso. Não se sinta definitivamente não pertencente, excluso, excluído, eh, para que isso também não te abale de forma intensa a tua vida psicológica, emocional e espiritual. Às vezes o grupo nos cancela. Então, houve um às vezes uma pisada de bola num dos jovens. Aí o grupo cancela aquele jovem porque ele agiu incorretamente, fugiu à ética do grupo e não dá uma oportunidade dele se rever, dele se colocar, todo mundo erra. E no grupo virtual esse fenômeno também acontece. N dias de hoje, de pouca fraternidade, de pouca tolerância, eu não me admiro dos cancelamentos que são às vezes feitos selvagem e de outros que mais se chama atenção quando você cancela, porque você cancela, todo mundo vai querer saber porque cancelou e quando vai ver a pessoa até às vezes ganha notoriedade porque ela tava na sombra e fez um jogo de marketing para poder chamar a atenção e conseguiu porque alguém veio, quis cancelá-la chamando atenção. de cancelar, propag propagou-a muito mais que era o seu objetivo. Muitas empresas de propaganda fazem isso. Elas usam às vezes um post exatamente para escandalizar e quando elas escandalizam elas chamam atenção e elas passam a ser conhecidas. Então, tem vários ângulos do cancelamento. O que a gente precisa avaliar é o que tá dentro da gente quando a gente quer cancelar alguém e o que tá dentro da gente quando a gente se sente cancelado. Bom, Alberto, chegando no finalzinho, depois de ouvir tanta coisa linda, ah, a gente queria saber qual o papel da educação e da doutrina espírita como

entro da gente quando a gente se sente cancelado. Bom, Alberto, chegando no finalzinho, depois de ouvir tanta coisa linda, ah, a gente queria saber qual o papel da educação e da doutrina espírita como ferramentas de pacificação, tanto interna quanto social. É necessário viver o espiritismo. Há uma diferença entre a teoria, a prática que passa pelo coração. Essa é uma distância longa até que chegue nas mãos, que é ação. Eh, o processo educativo, ele nos impulsiona, nos inclina paraa gente possa viver o cristianismo. É coisa simples, não é complexa, não é ser perfeito, não é ser guru. Nós não precisamos de guru, nós precisamos de gente do bem, gente afável, gente que consiga expressar fraternidade, que estenda a mão, que viva a caridade, gente que eh possa expressar um pouco de ternura no cotidiano. O mundo tá tão agitado, tá tão intenso que há poucos ouvidos empáticos para ouvir os companheiros de jornada. Então essa educação nos prospecta um cristianismo que dentro do movimento espírita e fora dele a gente passa a contribuir. Você veja Chico Xavier. Chico Xavier foi um homem tão simples, né? saiu paraos Estados Unidos uma ou duas vezes numa viagem em função do Valdo Vieira, voltou de quando esteve na em Nova York elugiou Nova York que Nova York era coisa linda, a noite de dia, selva de pedras, à noite era chuva de estrelas ali, aqueles prédios iluminados, mas quem tinha saudade mesmo era de leopoldo, do seu cafezinho sentado no banco. Ele faz uma menção muito interessante de quer que era morar em Nova York e morar em Pedro Leopoldo, que era uma cidade do interior do Rio de Janeiro. Então veja, e esse homem e ele é o o homem o mineiro do século, uma figura que não cabe no movimento espírita, ela vai pro pro Brasil, não cabe no Brasil, vai pro exterior. E um homem tão simples, com primário, mas viveu a doutrina que ele abraçou com tanta dedicação, com tanta delicadeza, com tanta perseverança e e degustou o espiritismo. Então eu acho que quando a gente vai se enxarcando de espiritismo no cotidiano,

a doutrina que ele abraçou com tanta dedicação, com tanta delicadeza, com tanta perseverança e e degustou o espiritismo. Então eu acho que quando a gente vai se enxarcando de espiritismo no cotidiano, a gente não é vestir uma capa para poder converter os outros, para poder não. A gente vai vivendo dentro da gente a pacificação e a gente exterioriza a paz. a gente vai ver dentro da gente eh eh a atitude de ser uma pessoa, por exemplo, gentil e a gente é gentil aqui, gentil ali, a gente vai desenvolvendo esse potencial crístico dentro da gente. Então, o convite é ser simplesmente cristão para poder ser luz que brilha. Não é que brilha para que os outros nos vejam e nos elogiem. Era brilha para que os outros vejam e reconheça a divindade que está se refletindo através de mim. Foi por isso que Jesus disse: "Brilha a vossa luz para que em vendo a sua vossa luz glorifique a Deus que está nos céus". Então, é nesse sentido bem da humildade, do brilho na humildade, não é do brilho do chamar a atenção das lantejolas, não. É desse brilho de humanismo com espiritualidade e esse brilho que tá fazendo tanta falta, né, essa correria de poder, de luta, né? Nós estamos num mundo hoje, eh, que o desejo de posse, de mando, de sobrepujar-se, de sucesso, de ele nos engoliu. A gente corre muito, a gente corre muito. Então, dizia o prof, o poeta, eh, Juan Jimenees, o poeta latino, dizia assim: "Não corras, não tenhas pressa, aonde tens que ir é só a ti, é onde nós precisamos ir. Nós precisamos ir só a nós mesmos e sermos o que somos um pouquinho melhor a cada dia. Se conseguirmos isso à luz do pensamento espírita, nós vamos ser muito úteis dentro do movimento espírita em qualquer setor. E vamos ser muito úteis na sociedade, no qualquer setor que a gente se coloque, em qualquer grupo social, vamos ser úteis aos bons espíritos que vão fazer nos instrumentos da sua paz. E vamos ser úteis, porque vamos desfrutar do amor que estaremos eh cultivando dentro de nós mesmos. E, portanto, vamos nos sentir conectado com a divindade,

que vão fazer nos instrumentos da sua paz. E vamos ser úteis, porque vamos desfrutar do amor que estaremos eh cultivando dentro de nós mesmos. E, portanto, vamos nos sentir conectado com a divindade, porque o que nos conecta com a divindade é o amor. Se amamos, pronto, nós não falta mais nada, tá pleno. Já cheguei dentro de mim e me encontrei lá dentro, lá no âmago. E aí não falta mais nada. Agora partilha, partilha com a namorada, partilha com a esposa, partilha com os amigos, partilha com os animais, partilha com a vida, partilha com a espiritualidade, partilha de dentro para fora, de fora para dentro, a todo momento, a toda hora. Esse processo que o poeta diz é o que nós vamos fazendo no exercício do amor. Alberto, meu querido, foi muito bom te ouvir. Eu gostaria que a gente tivesse mais uma, duas, 3, 4 horas, porque com o pouco que a gente conversou, eu acho que falo não só por mim, mas pelos outros jovens que tão estamos aqui conversando. Posta também do chat. Eu acho que em vários momentos a gente repensou várias coisas da nossa existência e se a gente parar para pensar, nossa, foi um uma senhora aula. Eu fico muito grato de ter tido esse momento. Eu agradeço por mim, agradeço pela federação, agradeço pelos meus outros amigos, mas infelizmente a gente vai ter que encerrar esse momento. Você gostaria de dizer alguma coisa, um encerramento, um tchauzinho? Eu gostaria de dizer que eu tenho uma alegria imensa quando eu vejo jovens como vocês à frente e trabalhando no bem. Porque ser jovem espírita é isso, é viver a vida eh leve, suave e responsavelmente. E ser responsável não é não é viver carrancudo, é poder fluir ao sabor da dança, da música, do amor. Quando vocês se reúnem, eu penso na minha juventude lá quando eu comecei como vocês e e vejo o quanto aqueles amigos daquela época eles me acompanham até hoje. Nós estamos juntos até hoje. Alguns já passaram pro mundo espiritual. É tão bom ser amigo de amigos espíritas, eh, porque nós comungamos o mesmo ideal, nos alimentamos uns aos outros, mediados

é hoje. Nós estamos juntos até hoje. Alguns já passaram pro mundo espiritual. É tão bom ser amigo de amigos espíritas, eh, porque nós comungamos o mesmo ideal, nos alimentamos uns aos outros, mediados por o espírito do cristianismo. Então, eu queria parabenizar vocês e parabenizar a federação por colocar a juventude no lugar que ela precisa estar, sendo olhada, vista, nutrida, com espaço para que ela possa se expandir, porque o mundo de logo mais ele vai estar na mão estritamente dos jovens, porque hoje os jovens já fazem o mundo, mas logo mais é os jovens que estão comandando o mundo. Então, minha ternura a todos vocês, o meu carinho, o meu abraço e espero que a gente possa se encontrar novamente a cuia do açaí, a cuia do chimarrão com açaí dentro, porque eu tomei chimarrão uma vez, aí eu vou contar para encerrar, eu recebi o chimarrão e eu tava na casa de um amigo que eu não vou dizer o nome e aí me deram o chimarrão. Aí eu chupei aquilo, acho lindo a erva, o mate, né? Tinha até visitado uma feira de mate aí e que é que nem Belém as feiras de de de farinha, aqueles sacos. Farinha é tudo branco aqui. Aí é tudo verdinho, né? Aí eu chupei aquilo horrível, horrível, horrível, horrível. Aí eu passei logo o chibarrão adiante me vendo livre daquilo. Depois eu notei que era uma gafe, que tinha que chupar até o fim. Rapaz, é muito sofrimento para mim. Aí quando deu a roda, eu vi que todos eles chupavam até roncar. Aí passava pro outro, passava pro outro, passava pro outro e eu não querendo que chegasse em mim. Aí fiquei imaginando que a forma que eu deveria de contornar esse problema era botar um açaí, porque aí eu ia chupar até o fim, até roncar, ou então ia levar um pouquinho de açúcar e botar dentro do mate para poder fazer do chimarrão um jeito diferente, tupiniquim paraense de usufruir a cultura de vocês. Ai gente, que bacana esse momento, né? A gente fica com coração repleto de gratidão por tantos ensinamentos. Eu vou dizer que eu adorei essa combinação, hein? Vou experimentar chimarrão com

de vocês. Ai gente, que bacana esse momento, né? A gente fica com coração repleto de gratidão por tantos ensinamentos. Eu vou dizer que eu adorei essa combinação, hein? Vou experimentar chimarrão com açaí. O que que vocês acham? E falando nisso, eu quero saber o que que vocês estão achando a interação do chat. Vamos ver. Bom demais, Adonara. Gratidão pelo momento de aprendizado. Ah, vamos ver. Parabéns, juventude. A Tânia diz: "Ah, mate doce". Pessoal gostou da mistura. Pessoal gostou da mistura. Que mais, gente? Gratidão por esses ensinamentos maravilhosos. Ai, que legal. Excelente. Ver muitos emojis, coraçõezinhos e afins. Ó, um conhecido nosso aqui, o Maurício. Foi incrível. [risadas] E a sureli mate com açaí. Fica aí a dica gastronômica. Bom, gente, tô vendo bastante comentário de vocês. Eu acho que esse é o bacana do congresso. Essa é a parte da interação. Vou pedir para vocês continuarem aí, não saiam, porque agora a gente vai ter na sequência um momento musical. Tem sempre uma [música] desculpa e eu não saio do lugar. É sempre um compromisso para me prender. Família, emprego, escola. Mal consigo [música] respirar e o deixa para depois. Pois eu costumo dizer, [música] tempo corre tão depressa, pressa, abessa nessa confusão. [música] Nem por isso eu fico [música] só o compromisso de estender a mão. Vim dizer para toda essa galera que agora mesmo de última hora, [música] bora cooperar e você com tanta energia de sobra. #mãoboração. [música] Bora lá se educar para melhor [música] poder servir e depois ao retornar poder dizer o teu chamado ouvir. Oh, oh. Dedique alguns instantes a uma breve oração. Reflita muito bem no que dá para fazer. [música] Passe na palestra, na evangelização, vem ser com uma tarefa [música] esperando você. Tempo corre. Não depressa, pressa. Pensa nessa confusão. Por isso eu fico só [música] o compromisso de estender a mão. Vim dizer a toda essa galera que agora mesmo de última hora bora [música] cooperar. Ei você com tanta energia de sobra.

sa nessa confusão. Por isso eu fico só [música] o compromisso de estender a mão. Vim dizer a toda essa galera que agora mesmo de última hora bora [música] cooperar. Ei você com tanta energia de sobra. #mosobra é colaboração. Bora lá. se educar para melhor poder [música] servir e depois ao retornar poder dizer [música] o teu chamado eu ouviei dizer a toda essa galera que agora mesmo de última hora, [música] bora cooperar em você com tanta energia de sobra. #mãob écolaboração. Bora lá se educar [música] para melhor poder servir e depois ao retornar poder dizer [música] que eu chamava eu ouvir você. Fecha os teus olhos. Escuta [música] essa canção. Eleve o pensamento para sentir [música] a imensidão e o amor maior. [música] A que encontrar, a que envolver. Leve tua oração ao plano maior para buscar [música] inspiração em forma de bênção. Uma [música] paz maior no planeta e transição. [música] Vibre forte, vibre pela paz. vibrir pelo irmão que ainda sofre, que ainda já [música] na escuridão do [música] saber. Esse é um momento para a iluminação [música] de um planeta, uma constelação [música] e a transformação em um mundo de regeneração. [música] Não. Vibre forte, vibre pela paz, [música] vibre pelo irmão que ainda sofre [música] e ainda já na escuridão do saber. [música] Fibre, [música] livre pela paz. Livre, livre pelo amor. Olá, eu sou Fergson. Vocês achavam que não iam mais me ver, não é mesmo? Acharam certo? Tchau, gente. Opa, gente, quase que eu me esqueço. Tem uma mensagem muito importante. Este ano, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul chegou ao seu centenário. Lá nos conhecemos e parece que fazem séculos. Estes 100 anos foram de muita luz, caridade, muita vivência do espiritismo e, principalmente de preparativos e esforços para a mudança social, para a fraternidade. Nós, jovens, por muito tempo, estudávamos a doutrina esperando que as oportunidades de protagonismo surgissem e parecia que esse momento não iria chegar. Mas no meio de tantas mudanças planetárias, as portas de trabalho da

tempo, estudávamos a doutrina esperando que as oportunidades de protagonismo surgissem e parecia que esse momento não iria chegar. Mas no meio de tantas mudanças planetárias, as portas de trabalho da federação foram abertas de forma grandiosa. O trabalho entre as gerações foi crescendo e vem crescendo cada vez mais, assim como a minha esperança pelos dias de fraternidade planetária, que antes pareciam tão distantes e agora parecem cada vez mais próximos. Gratidão, movimento espírita. Gratidão, Fergs. E logo nos veremos novamente. Eu sou Fergson e isso é um até logo. O Fergson sempre vem muito bem, né? [risadas] Ele fala tudo com poucas palavras. É muito, é muito bom mesmo. E agora eu vou ter que portar um pouco de umas notícias dizendo que a gente tá quase acabando, mas ainda temos mais algumas pequenas atividades para que a gente possa se deliciar nesses últimos momentos de congresso. E agora a Mara tem alguma coisa para nos falar sobre essa fraternidade, né, que o Fergson falou ali. É isso aí, gente. Lá na Gênese, ah, no último capítulo, capítulo 18, item 17, a gente vai ver que fala sobre a a fraternidade como nova ordem social. E a gente fica pensando como que se dá isso, né? E a gente fala tanto sobre a fé, né? que a base dessa fraternidade é justamente a fé, mas não a fé como a gente pensa muitas vezes, cheia de dogmas, cheia de padrões que muitas vezes nos separam, né, uns dos outros ao invés de nos unir, mas sim uma fé com bases sólidas, com princípios fundamentais, né? E esses princípios, a Gênese nos cita como Deus, mas não um Deus que castiga, um Deus que pune, como a gente achava até um tempo, né? um Deus justo, bondoso e misericordioso, né? Nós como espíritos imortais, a nossa imortalidade toda aí pela frente e o nosso progresso, o nosso progresso que é individual e automaticamente coletivo. Então, só assim a gente vai ter um crescimento contínuo, né? Só assim nós vamos nos ver como irmãos, filhos de um mesmo pai e estabelecer essa fraternidade. É isso aí. E tem um eh eh a Gênes cita

ivo. Então, só assim a gente vai ter um crescimento contínuo, né? Só assim nós vamos nos ver como irmãos, filhos de um mesmo pai e estabelecer essa fraternidade. É isso aí. E tem um eh eh a Gênes cita até que isso aí um dia todos vamos acreditar nisso, né? Cada um só falou, mas todos iremos. E também o meu xará tem mais uma coisa para nos falar que é um momento surpresa que não tava programado. Por essa vocês não esperaram, que a gente já tá sabendo aqui, mas quero ver agora as pessoas que vão se surpreender com isso. Então, meus amigos, vou pedir uma licença agora para fazer uma quebra de script. Só o pessoal daqui tá sabendo, vocês não tão. O que que será que vem? Então, nesse momento, durante os dois dias de espaço jovem, a gente, vocês viram a gente, vocês viram eu, vocês viram a Duda, vocês viram o Lucas, a Mário, Maurício, os jovens que participaram desse momento estavam aqui conversando com vocês, olhando o chat, mas esse momento não é só nosso e não seria justo a gente ficar só se mostrando somente nós. Então é um momento da gente mostrar a gratidão, da gente agradecer a Thaís, a Jaque, a Angela, a Lica, Vive, o pessoal da TI, o Cris, o Rafael, até o nosso querido Fergson Aive. É um momento de agradecer a todo mundo que foi muito importante e sem cada uma dessas pessoas, esse momento não teria saído do jeito que saiu, sem o apoio da espiritualidade da nossa federação e de cada casa. Então esse momentinho fora de script é só para dar o nosso obrigado. Realmente mostrar essa gratidão é muito, muito importante, né? E fica essa gratidão aí para todos os outros trabalhadores anônimos que por alguma razão aí não esti não estavam nessa foto, mas que com certeza eh merecem esse nosso muito muito muito obrigado a cada um que fez parte desse congresso, a cada um que tava aí comentando e que também não tava comentando, né? a galera toda, toda, toda, toda, toda. E aqui a gente já vai se despedindo. Eu agradeço aqui também a Mari, ao Lucas, a Duda e não saiam porque todo bom evento

do e que também não tava comentando, né? a galera toda, toda, toda, toda, toda. E aqui a gente já vai se despedindo. Eu agradeço aqui também a Mari, ao Lucas, a Duda e não saiam porque todo bom evento espíritas tem que terminar com uma prece, né? E a gente tem uma coisinha, um último videozinho para que vocês fiquem com uma coisa muito bacana que a gente preparou para vocês. E assim a gente dá um carinhoso tchau para vocês e até o próximo evento espírita que a gente vai se encontrar por aí, que são tantos e com certeza haverão muito mais. Anda, jovem, conforta as fileiras daqueles que caem à beiras e tantos sofrem. Vai adiante, abraça essa rota, aumenta as frotas do serviço santificante. Anda, jovem, esclarece, ilumina a [música] mente ferquem. Vai adiante e lança o bálsamo de amor simples e calmo sobre a dor lancinante. Anda, jovem nessa estrada divina, como crianças pequeninas que para Jesus correm. Vai adiante, lança teu coração forte, desmidifica a morte na tua atmosfera salutar e vibrante. Anda, jovem, seja a porta aberta com a atitude certa, aqueles que ao Cristo volvem. Vai adiante, pescador de oportunidades, dispersone claridades. Partilha teu sentimento regozijante. Anda, jovem, planta [música] a semente de luz, cuida com Jesus para que as vidas aflorem. Vai adiante com resignação e obediência, coragem [música] e paciência em espírito perseverante. Anda, jovem, vai adiante e chega até o irmão. Pois apenas aqueles que no bem se movem em trabalho incessante atendem à vontade do pai da criação.

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