De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 22/10/2025 (há 5 meses) 2:05:02 111 visualizações 23 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá, [música] olá, sejam Todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui, aliás, deixa eu já trazer aqui, professor Severino Selestino, seja bem-vindo. >> Tudo tranquilo? Tudo tranquilo, meu querido >> professor. Deixa eu, deixa eu fazer como ela professor severino celestino, boa noite. Agora eu vou ter que dizer assim: "Boa noite, Adriano, você que [risadas] sempre sempre humilha aqueles que chegam aqui, porque por mais nome poderoso que a gente tenha, o seu é sempre o máximo." Então a gente se sente realmente com obrigação de reverenciá-lo, não é isso? E uma boa noite do fundo do coração para os nossos queridos internautas que a gente já está vendo aqui. Você deve estar vendo muita gente boa que sempre nos acompanha, que sempre nos eh concita a oferecer aquilo que de melhor a gente pode nesse estudo tão libertador e que tem nos feito muito feliz sempre, todas as quinzenas, as terças-feiras, porque Deus nos dá essa oportunidade de estudar com você e com os nossos Queridos internautas, Jesus nos ilumine e nos abençoe. Estamos aguardando os nossos queridos >> eh Jorgito Ela e Álvaro Moderai, que até agora não nos deram boa noite. Tô sentindo falta dos braços erguidos de Elará, né, nos desejando boa noite. Você como vai, meu querido? São assim as novidades boas, né, que você pode trazer para nós ou que pode trazer esta noite >> aqui em Goiânia. Temperatura agradável. >> Sim. >> Deixa eu até ver nesse momento. 22º em Goiânia. Temperatura agradabelíssima. >> Com certeza. Se bem que no ambiente que eu estava até alguns minutos atrás, assim, um vento frio, [risadas] >> você tava no ar condicionado, era >> vento? Não, não. Vento. Eu estava praticando, praticando esporte. Praticando esporte. >> Nossa, correndo era. >> É, não, eu jogo tênis, aliás, jogo vírgula, né? De tênis. >> É, é tênis. Squash é coisa de de de de quem é o máximo mesmo. Eu fico na minha humilde caminhada, na minha nas nos meus alongamentos para mim já é suficiente.

is, aliás, jogo vírgula, né? De tênis. >> É, é tênis. Squash é coisa de de de de quem é o máximo mesmo. Eu fico na minha humilde caminhada, na minha nas nos meus alongamentos para mim já é suficiente. E um ventinho, que para nós aqui é um vento frio. [risadas] >> Nossa, >> para quem mora no no Paraná, em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, o vento que fez agora aqui normal, tranquilo. Para nós aqui é meio gelado, né? >> A Ivana, o que é que tá dizendo? A nossa querida Ivana, >> deixa eu, deixa eu ver os comentando muito e bem friozinho. Ela está trazendo assim uma [risadas] >> ela hoje, ela hoje não é o homem do tempo, é a mulher do tempo, né? A temperatura para nós aqui, para nós aqui é meio tenso. 22º para nós aqui é meio tenso. Ó, a Flávia Teodor tá falando aqui que lá em Vitória 17º. E ela tá falando aqui, ó. Capich capixaba virando pinguim. Tá [risadas] frio demais. >> Tá frio demais. >> Ai, a teca aqui, ó. Teca falando tênis é ótimo. Joguei muito. >> Olha aí. >> É bom, né, Teca? É, >> eu, professor, eu tenho a gente tava até comentando aqui antes de entrarmos ao vivo. Eu ainda, infelizmente, tenho em mim a inferioridade, espírito zombeteiro que sou, tenho a inferioridade do futebol. Eu ainda gosto de acompanhar futebol e tal. Gostaria de não de de de tirar minha mente disso, mas eu eu acho divertido, eu gosto, enfim. Eh, e depois que eu descobri o tênis, eu nunca mais joguei futebol. Hoje é só o tênis. Não, porque o tênis não tem contato, né? Não tem o risco de >> quebrap. Eu ia falar que tem um risco de lesão, mas tem sim, viu? Se você não se preparar fisicamente com musculação, >> reforçar, né, musculatura, as articulações, a proteção das articulações, tem sim risco de lesão, >> principalmente o joelho e punho, né? Exatamente. Exatamente. >> Você esforça muito com aquela raquete pesada que não é tão maneira como parece, >> mas pelo menos não tem o contato com com o adversário, né? O futebol. >> É, o outro não joga raquete você. Se jogar você tem [risadas] tempo de se

raquete pesada que não é tão maneira como parece, >> mas pelo menos não tem o contato com com o adversário, né? O futebol. >> É, o outro não joga raquete você. Se jogar você tem [risadas] tempo de se livrar. >> No futebol não. Futebol não. A canelada bem dada. Você fica três meses do gelo, não é? >> É isso aí. Verdade. [risadas] >> É o tênis é mais respeitador, dá mais suavidade, né? E ao mesmo tempo >> Osvaldo Máximo >> que está já no no no mundo espiritual, ele que desencarnou dia 21 de outubro de 2016, >> quem? >> Hoje então completando aí 9 anos de passagem. Eu gostaria de dedicar o programa de hoje a ele já dando um beijo em sua careca, que ele, né, já na no final da encarnação já tava carequinha. >> Hum. >> Beijo na careca de meu papai Osvaldo Máximo. >> Ah, quer dizer que você, esse poder é herdado, não é conquistado. Esse >> é isso aí, ó. Aí eu me sinto menos humilhado, viu, Adriano? Com esse nome aí eu fto porque já sei que não não foi você que criou, você herdou, então já fica mais. >> Professor, mas é máximo com SC, não é nem com X, nem com SS, é com SC. Então, ó, ó, >> não é o contrário, é o que foge do comum. Com X todo mundo não tem. O seu, é exatamente a exceção a regra. Ô Adriana, é porque você [risadas] cada dia eu eu descubro sua humildade. >> Ai ó, prece inicial, eu vou para fugir da rotina, eu vou fazer hoje, então pode ser. >> OK, meu irmão. Pode fazer. Estamos aqui a >> pressa inicial então para o programa de hoje, 21 de outubro de 2025, quinta temporada da série de Moisés a Kardec. Vou fazer a prece inicial. o os meninos certamente daqui a pouquinho estarão entrando aqui na na live, né, para participarem. Então vamos lá, vamos fazer a nossa prece inicial. Eu vou pedir que todos nós, tanto eu, professor, quanto vocês que estão nos acompanhando, vamos fechar os nossos olhos, vamos elevar os pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando, nos intuindo. Nós que te pedimos, Senhor, por nossas vidas, por nossas encarnações,

os olhos, vamos elevar os pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando, nos intuindo. Nós que te pedimos, Senhor, por nossas vidas, por nossas encarnações, que o Senhor seja conosco em todos os momentos. Nós que ainda temos tantas dificuldades em todos os sentidos, Senhor, tanto no campo espiritual, emocional, quanto no campo material, nós te pedimos a tua intercessão, que o Senhor nos auxilie, dando-nos coragem, ânimo, vigor e, ao mesmo tempo tranquilidade, paz, harmonia, para que nós consigamos fazer com que as nossas passagens aqui possam frutificar. possam gerar resultados muito positivos espiritualmente falando. Então, neste momento, nós te pedimos, Jesus, que o Senhor possa abençoar os nossos lares, a nós que estamos aqui, a todos que são caros aos nossos corações e te agradecemos, Jesus, por tudo que o Senhor tem nos concedido, por toda a graça que o Senhor tem colocado em nossas vidas. E que nós possamos continuar com todo esse trabalho, que nós possamos continuar levando a doutrina espírita a muitos e muitos lares, que a gente possa continuar levando a tua palavra, principalmente, Jesus, aos corações que se encontram aflitos, que se encontram em desespero, em agonia, e que o Senhor possa ser o lenitivo de todos esses nossos irmãos que passam por esse tipo de dificuldade. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Deixa eu trazer aqui pro nosso palco Jorge Deus do céu, que saudade. >> Vocês veem que a oração às vezes tem o poder de materialização, né? Tá vendo, >> meu irmão? Querido Jorgito Elarrá, seja muito bem-vindo, muito esperado e muito desejado entre nós. [risadas] >> Jorgito, deixa eu te pedir Jorgito, aquela abertura, aquela abertura, aquela sua abertura. Boa. >> Vai lá o teu boa noite, Jorginho. >> Teu boa noite. O teu boa noite. >> Esa só um instantinho que eu tenho que ajeitar meu áudio aqui. Vamos lá. >> Opa. >> Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, meu querido Adriano. Mais do

Teu boa noite. O teu boa noite. >> Esa só um instantinho que eu tenho que ajeitar meu áudio aqui. Vamos lá. >> Opa. >> Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, meu querido Adriano. Mais do que máximo. Boa noite, Marta Cassab. Boa noite, Teca Filizola. Boa noite para todos nós que aqui nos encontramos. Boa noite para o Nep Geziel que se encontra também presente no nosso momento de estudo de hoje. E uma boa noite muito antecipada para o nosso queridíssimo Álvaro Morrik, que daqui a pouco estará conosco também. Boa noite para todos nós. Sejamos todos muito bem-vindos a mais um estudo da série de Moisés a Kardec. Muito bom. Ô, Jorgito, eu estou muito feliz com a sua presença, porque eu vou eu vou gostaria de, antes da gente começar o estudo de hoje, eu fazer uma um podcast, vamos dizer assim, ó, >> de uma de uma viagem que nós fizemos esse final de semana a convite do Divaldo Franco Pereira Franco ainda em vida, que ele me fez alguns pedidos e eu recebi um certo reforço da espiritualidade após a partida dele, porque eu já tinha gravado uns programas lá para o Espiritismo Play, fiz três ou quatro seminários que estão gravados no Espiritismo Play e agora eu iniciei um programa que vai entrar no ar a partir de janeiro. É por isso que eu tô dizendo que é um podcast. E o programa eu me lembrei muito de vocês, porque não é um de Moisés a Kardec que eu quero fazer sozinho. Quem sou eu para fazer? Mas o programa chama-se assim: Verdades Verdades Espíritas na Bíblia. Uma busca nos textos originais. >> Na Bíblia, né? Na Torá, na Bíblia. >> É na Bíblia. Então, nós fizemos, o nosso programa, ele tem assim um objetivo maior de pegar os textos originais daquelas passagens bíblicas e aplicá-los em todos os pilares ou postulados da doutrina espírita. Deus >> é muito >> Jesus, >> espírito da verdade, reencarnação, pluralidade dos mundos habitados, imortalidade da alma. Então o programa vai trazer >> mortalidade da alma. Eh, o programa vai trazer >> mediunidade, mediunidade,

>> espírito da verdade, reencarnação, pluralidade dos mundos habitados, imortalidade da alma. Então o programa vai trazer >> mortalidade da alma. Eh, o programa vai trazer >> mediunidade, mediunidade, >> mediunidade também, também tá aí incluído na imortalidade, na mediunidade. Então eu tô fazendo uma espécie de garimpagem, né? Começando os primeiros 10 versículos do Berechit em hebraico, traduzindo palavra por palavra e aplicando ao monoteísmo, a criação da luz, que Jesus diz: "Eu sou a luz do mundo." Eu de Jesus é a luz do princípio. Em suas mãos divinas repous os destinos da humanidade. aquela luz criada no segundo ver terceiro versículo da Bíblia, não para combater o sol, nem a lua que nem existia ainda, porque ali a os os astros, a lua e o sol foram criados no no quarto dia. Então eu faço assim uma um levantamento e começo já mostrando a criação do homem, os 10 mandamentos, os 10 mandamentos que no no Êxodo 20, no versículo 5, já está a reencarnação na na Torá. e vou trazendo versículos assim dessa natureza para fazer um um um paralelo entre o que Kardec trouxe através do Espírito da Verdade com os textos bíblicos eh originais. Eu tava até dizendo pro Adriano que é um atrevimento da minha parte, porque eu não me julgo assim com autoridade, mas a a essa altura do campeonato, depois de 61 anos de estudo teológico, olha quem chegou aí também, o >> E aí eu tô, esse programa eu já comecei a gravação deles e até deu um toque para o o Alvinho, ó. há 15 dias atrás e fiz um seminário sobre reencarnação na Bíblia de 3 horas no sábado passado e tive todo o apoio da direção da mansão do Caminho na na pessoa do Dr. Mário Sérgio, que é o presidente da casa hoje, e toda a equipe da da parte de de mídia, do Júnior, do Sérgio e Ricardo e outras pessoas que fazem parte da equipe, Monique, eh, Cláudia. E a gente já gravou assim um material a semana passada. Eu passei o dia todo da quinta-feira e o dia todo da sexta-feira gravando os primeiros programas que já deverão ir ao a partir

que, eh, Cláudia. E a gente já gravou assim um material a semana passada. Eu passei o dia todo da quinta-feira e o dia todo da sexta-feira gravando os primeiros programas que já deverão ir ao a partir de janeiro. Então eu tô trazendo isso como uma prévia de informação e para tanto para o Jorgito como para o Álvaro, que eu vou precisar muito também do apoio dele, porque eu sei que ele nas minhas consultas, até mesmo é o nosso querido Jorgito pela origem judaica dele também, né? algumas questões mesmo, porque não, meu filho, mas em livro dos espíritos você é craque. Então a gente pega os número 10 melhor da nossa seleção espiritual, né? Você é o 10 do judaísmo, Álvaro é o 10 do do hebraico e da ortodoxia. E eu sou reserva do reserva que tô me atrevendo a trazer alguma colaboração em nome da doutrina, sem querer absolutamente destruir a fé de ninguém, apenas fazendo um papel como é o da doutrina espírita, sem expor, sem impor. A ideia é essa, com muita eh humildade no sentido, não é que eu sou humilde, a atitude é de humildade perante aquilo que a gente vai trazer como colaboração da união que nunca teve separação entre as três revelações de Moisés a Kardec. Então, esse programa vai estar no Espiritismo Play. Quem já ajuda a mansão do caminho vai ter mais uma oportunidade também de ajudar as obras sociais daquela casa, que são obras assim incomparáveis na estrutura, na assistência. É algo que eu não posso descrever. Eu posso convidar quem quiser ir lá e verificar como é que funciona o maravilhoso trabalho daquela casa. Professor Severino, que se eu sair dessa encarnação tendo feito 0,001% que fez Divaldo, [risadas] eu acho que eu vou para um lugar muito melhor. Ó, [risadas] deixa eu mandar um grande abraço pra Ivana Risk, que tá aqui conosco, tá nos acompanhando, minha amiga Ivana, viu? Um abraço dobrado, feito tapioca. Diga ela. [risadas] Um abraço >> implicado. >> Aí antes antes de de ficar aqui em standby, eu gostaria de de deixar aqui a um um materialzinho para vocês

Ivana, viu? Um abraço dobrado, feito tapioca. Diga ela. [risadas] Um abraço >> implicado. >> Aí antes antes de de ficar aqui em standby, eu gostaria de de deixar aqui a um um materialzinho para vocês explorarem, né? >> Sim. Professor Severino, vi aqui uma pessoa que é de do Mato Grosso do Sul, se não me engano, Campo Grande. >> Isso. >> E que está morando aí em João Pessoa. Eh, eh, eh, reforçando a minha tese de que tem muita gente indo para João Pessoa, essa terra espetacular. E esse João Pessoa é espetacular. Eh, outra coisa, Jorgito Elará, esses dias, por um acaso, eu tive contato com o material, Jorgito, deixa eu encontrar aqui, inclusive acerca do sobrenome Elará. >> Oxe, >> olha só, deixa eu, Opa, deixa eu ver se aqui, ó, as origens do sobrenome Elará. Sobrenome Alahá é um nome único e intrigante que tem uma história rica e um significado profundo. Embora as origens desse sobrenome não sejam totalmente claras, acredita-se que ele tenha se originado na região básica da Espanha. O nome é Lará provavelmente tem raízes antigas que remontam a séculos desde os primeiros dias do povo Vasco. A região básica é conhecida pela sua língua, cultura e tradições distintas. E o sobrenome Alahá é uma prova desta rica herança. O povo o povo basco uma um forte sentido de identidade e orgulho pela sua história. E apelidos como Elará ajudam a preservar e celebrar a sua herança única. Já tinha visto esse material, Elá? >> Não. E ele não e ele não tá correto. >> Enfim, era isso que eu queria, [risadas] >> não >> era isso que eu queria ouvir de você. se tem alguma coisa a ver. >> Ó, Álvaro, eu dei o meu boa noite para você antes de você entrar. Então, >> boa noite, meus amigos. Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Jorge Elarrá Vasco. >> Não, não, Vasco não. [risadas] >> Boa noite, Adriano. Você chegou ao máximo, [risadas] >> ó. >> Boa noite, meus amigos. O meu nome, melhor, o meu sobrenome, Elahra, ele não existia. O nome da minha família era Lá, sem o E na frente. Você vai encontrar

o. Você chegou ao máximo, [risadas] >> ó. >> Boa noite, meus amigos. O meu nome, melhor, o meu sobrenome, Elahra, ele não existia. O nome da minha família era Lá, sem o E na frente. Você vai encontrar muita gente de sobrenome Lá. Quando o meu bisavô, o meu bisavô teve o filho dele que foi um só, ele resolveu colocar no filho um e na frente do nome. Nessa época essas coisas aconteciam muito. >> Ah, nome da famí queria é >> fam o nome da família que era Lá L a r t ganhou um e e passou a chamar-se Elará. E ele fez isso para se diferenciar dos outros primos que ele tinha. E aí o meu avô tornou-se o Ela. E eles não são da Espanha básica, eles são da Espanha andalusa, porque eles eram da Andalusia, >> os judeus eram da região ali de Sevilha, daquela região do sul da Espanha. >> Córdoba. Houve a expulsão dos judeus feita no dia 3 de agosto de 1492, quando o rei Fernando da Espanha e Isabel de Castela expulsaram os judeus. Os meus parentes saíram da região da Andalusia, atravessaram o estreito de Gibraltará e foram para Marrocos. estabeleceram ali >> desde o século finalzinho do século XV em século X, né? E aí eles vão ficar até que eles vêm para o Brasil, 1870, por conta da eh da do ciclo da borracha, eles saem de lá para vir para cá. Então eu, na verdade, o nome não tem essa origem. O meu irmão que mora em Israel, analisando o nome da família, ele foi atrás das origens. Ele descobriu que o nome da família real, o nome verdadeiro da família no Marrocos nem era Lará, era Laarat. Laarat, que significa artesão de ferro em árabe. Tanto que lá em Israel ele mudou o nome dele. O nome do meu irmão Israel não é maisá, é laharad. Ele é larado. Minha mãe não gostou muito que disse que agora os netos não são filho dela, porque não são neto dela, porque não tem o sobrenome dela, não sei o quê. Mas eh essa é a história que a gente tem nossa família. Ah, e tem um detalhe, o meu avô tinha um primo chamado Pep Larrá. E quando esse Pep Larrá foi pra casa do meu tio, do meu do meu avô para ficar

Mas eh essa é a história que a gente tem nossa família. Ah, e tem um detalhe, o meu avô tinha um primo chamado Pep Larrá. E quando esse Pep Larrá foi pra casa do meu tio, do meu do meu avô para ficar lá, como sabe tinha muito essa coisa das pessoas virem, ele foi para lá e quando o Pep teve filhos, ele achou bonito o e botou nos filhos dele também o e. Então tem dois braços de elahrá. que não são necessariamente próximos. Um são os descendentes de Pep Lará e os descendentes do meu avô, que era meu avô era Morrai e Osefah. Mordei >> efahá. >> Muito bem. Você Esse é é judaico todo, né? >> É, mas é, mas é o nome dele era e eh era Mai no primeiro nome, né? Não era no segundo, não era sobrenome. Sobrenome era Ela era amor de outro. Sem som. Tá sem som. Álvaro >> Pep era apelido ou o nome? >> Eu acho. Não sei. >> Acho que é apelido. >> O apelido mesmo dele era espanta neném. >> Porque ele tinha um olho muito grande. >> Era Yusf José. >> E o apelido era Pep. E meu bisavô, né? Tem a mesma história que a sua, né? É, também da Espanha, também da Andalusia, também vai pelo distrito de Balutara, uma depois volta para pro sul da França, depois eles vão pro para volta paraa Andalusia e depois vem pro Brasil. >> Nossa, vocês quase se encontraram ali quando a gente começou a conversar a primeira vez, eu lembro que quando o Elará, porque eu achava que o Elará não era judeu, né? E o Elará achava que eu não era judeu, porque imagina, né? Com certeza, >> tanta gente fala que é judeu e não é na verdade. Então assim, >> só tem um que não fala um negócio, né? >> Tem um negócio judaico de você querer ser mais judeu que todo mundo, né? >> É. Se se você encontrar um judeu que não quer desqualificar o outro, que acha que o outro não é judeu, é porque esse não é judeu. >> É porque não é judeu. É exato. [risadas] >> Pessoal táando aqui que vocês descobriram que são parentes. [risadas] >> Não, eu quando começou a contar, falar da onde era, não sei o que tem e e acho que a gente falou o nome de alguns famíl

das] >> Pessoal táando aqui que vocês descobriram que são parentes. [risadas] >> Não, eu quando começou a contar, falar da onde era, não sei o que tem e e acho que a gente falou o nome de alguns famíl falei lá, vamos parar por aí, a gente vai descobrir que alguém ficou devendo para outro lá atrás. Alguma confusão vai ter. [risadas] >> Ô Álvaro, agora eu fiquei inibido porque eu vi essa bandeirinha de Israel aí atrás de você e disse assim: "Eu vou eu vou colocar a minha, mas não vou colocar mais não. >> Depois dessa opinião aí de vocês, com quem é e quem não é, eu já desisto antes de colocar, porque eu eu sou um judeu que nem desconfio que o outro não é, que eu não sou nada. [risadas] Não, mas é natural. E aí tem a sabatina, né? Você passa pela sabatina ou você sabatina alguém. >> Quem é seu pai? Quem é seu pai? Quem é sua mãe? >> Quem é seu vô? Casar. A história que ela já contou aí, ele fez uma verdadeiro tratado de genealogia da família, né? Então ele tem todo o suporte e todo judeu faz isso. Por isso que Mateus começou com Abraão, gerou Isaque, Jaque gerou a Jacó, Jacó gerou a Judá para poder chegar a Jesus, né? É isso, é típico do judeu, autêntico ou de família. >> Luciano Clin tá aqui com a gente. Luciano Clen, um beijo no seu coração. Já >> Luciano, meu grande irmão, querido, da minha mais querida ainda, Fortaleza. Um abraço para você, meu irmão. >> Mandei para ele a divulgação do programa de hoje. >> Conce para quem não conhece é professor, é historiador, professor universitário, graduado e é quem mais no Brasil, tá? Eu acho que no mundo, conhece Dr. Bezerra Minez, >> sabe tudo de Dr. Bezer Menez, >> autor desse livro aqui, ó. >> É, e eu tenho também, viu? e foi presente dele. Luciano, muito obrigado por estar nos acompanhando, viu, meu irmão? Obrigado mesmo. >> Obrigadão, Luciano, meu querido irmão. Um abraço para você. >> Só só para você, o senhor não falar que o meu também não é presente dele. Mas sim, mas eu não vou mostrar agora não, que eu não quero competir.

dão, Luciano, meu querido irmão. Um abraço para você. >> Só só para você, o senhor não falar que o meu também não é presente dele. Mas sim, mas eu não vou mostrar agora não, que eu não quero competir. >> Nossa, exibido, [risadas] >> gente. Fantástico o livro. Vale muito a pena. É >> fantástico. E quem não conhece o Luciano, vale a pena ir no João Evangelista lá em Fortaleza, conhecer ele, porque é uma pessoa, eu te amo, meu irmão. Você é uma pessoa extremamente especial. Eu me esqueci. Engraçado que o o certa feita, o avô dele passou no centro através de uma médium que nem conhece o Luciano. Olha que coisa interessante. >> Pois, hein? >> É muito interessante. E e só registrou a presença, falou a fulano de tal. Depois eu fui perguntar para ele, então o Luciano Clen é um um neto de judeu alemão fugido, a vieram fugidos pro Brasil como a maior parte. É o que eu costumo dizer lá. Não sei se você já ouviu isso. Deixa uma malinha sempre pronto, porque você não sabe quando é o tempo de partida. Já que eu falei da história da minha família, eu vou aproveitar para contar uma história. Acho que o Álvaro conhece de Solica lá de Sadica, mas conta porque é linda. >> Contar essa história aqui. Os meus parentes eles viveram na região de Marrocos, ali na cidade de Tanjer. Meu avô era de Rabáque, que é a capital, mas minha avó era da cidade de Tanger. E ali nessa região de Tanger, no início do século XIX, houve uma jovem que nasceu naquela região e segundo dizem, né, a gente vai acreditando no que contam, né, que tem muita lenda em cima da verdade, mas ela era linda, mas ela era uma jovem ainda dos seus 14 para 15 anos, mas muito bonita, judia. E nessa época a autoridade daquele local eram autoridades muçulmanas. Judeus viviam lá, mas as autoridades eram muçulmanas. E a autoridade muçulmana, que eu não sei qual era o nome dela, se interessou pela menina e queria casar com ela. Mas ela disse que ela não casaria com o Pachá, responsável lá, porque como ela era judia, ela não poderia casar com o não

ão sei qual era o nome dela, se interessou pela menina e queria casar com ela. Mas ela disse que ela não casaria com o Pachá, responsável lá, porque como ela era judia, ela não poderia casar com o não judeu. Ele não gostou. E a partir desse desagrado dele com ela, ele começa a perseguir a menina e a comunidade judaica na expectativa de que ela se dobrasse e que ela fosse eh casar com ele. Na verdade, casar é e fazer parte do grupo das esposas que ele teria. Ela não aceita, a coisa vai piorando, vai agravando a situação, até que ele prende Solica. É, o nome dela era Shemes. Shemes, que em hebraico é sol. Sol. >> Sol. E como ela era criança, ela era solica, que é um sol pequenininho, né? Outipo de sol. >> Então ela era solica lsadica. Tsadic é um sábio, uma pessoa justa, honesta, correto. >> Então eles eles aportuguesaram a coisa e chamam latadica, que misturava espanhol com hebraico. E eles chamam ela de uma mulher justa, né? E então o pachá prende, ela fica presa numa cadeia durante um tempo lá, não sei se são dois ou três anos, ela fica presa. E as cadeias naquela época elas eram no centro da cidade. Você tinha uma espécie de um subterrâneo aonde as pessoas ficavam per uma masmorra. Ela fica presa ali durante bastante tempo e tinha só um suspiro para que o ar entrasse no lugar aonde ela ficou escondida. E ela só sobreviveu ali dentro presa porque havia pessoas que judeus que jogavam comida caeira pelo buraco. Aí ela podia comer essa comida para não comer a comida queá dava ela. Mas ela não se dobrou depois desse tempo. Então conta a história de que ele depois desse tempo de prisão viu que ela não se dobrava. Ele promove a execução dela em praça pública. Então ele bota ela em praça pública e manda decapitá-la. Ela é morta na na praça com 17 anos. E uma grande perseguição aos judeus acontece a partir da morte de Solica Latsabica. essa morte dela vai promover a saída de vários judeus para várias partes do mundo. E tempos depois, não é imediatamente, tempos depois, eh, a

aos judeus acontece a partir da morte de Solica Latsabica. essa morte dela vai promover a saída de vários judeus para várias partes do mundo. E tempos depois, não é imediatamente, tempos depois, eh, a minha família sai de lá exatamente pelas perseguições que existiam. Final da história, quem jogava comida pelo buraco era a minha bisavó, a mãe da minha avó. Quando minha mãe, minha mãe nasceu, minha bisavó pediu a minha avó, coloca nela o nome de Solica Latsadica, o nome da minha mãe é Shem, por conta dessa jovem >> e chama-se Shemes Aruelo, se não me engano é o nome dela. E ela passou para a história como um modelo de resistência, né? E minha mãe a chama-se, que é sol, mas ela herdou o apelido. Minha mãe é chamada dentro da comunidade judaica de Solica. >> Que coisa bonita, hein? >> Até meu pai, que não era judeu, chamava a minha mãe só de Solica. >> Teu pai era o quê? >> Teu pai era nacionalidade dele. Qual era? Meu pai era brasileiro do baixo Amazonas, mas como os irmãos da minha mãe todos chamavam ela de Solica, ele aprendeu a chamá-la e chamava também Solica. >> Uhum. >> Tá, tá fe tá sem, tem som, Álvaro. >> Eu achava que era que ela tinha algum parentesco, mas eu não lembrava que era sua bisavó que jogava. Bisavó que dava comida a ela. O >> sua mãe chama Shemes, que é sol, né? >> Chemes. >> E a minha sobrinha chama Shar, que é amanhecer. >> É, ó, >> amanhã. >> Shar, como tem lá no livro de de Isaías 14:1, tá referindo-se a na boca donzor, >> é o amanheceros primeiros pais. >> Benar. >> É >> Ben Xafrá, filho da manhã. É como Isaías chamava o Nabuco Donozor, que ela aquele que caiu, né, na fal caíste do alto, Ben Sharrá, filho da manhã, que todo mundo diz que é a queda de Satanás, mas é Isaías se referindo >> hora da manhã, >> é se referindo na tá aqui com a gente até uma pergunta para ele. Hum. Do Franco. >> Franco. Fogaço. Por falar em Dr. Bezerra, tem algum livro que relata o ocorrido com seu filho? Luciano, a palavra é sua. Se Luciano não souber, Divaldo conta alguma coisa nesse

ele. Hum. Do Franco. >> Franco. Fogaço. Por falar em Dr. Bezerra, tem algum livro que relata o ocorrido com seu filho? Luciano, a palavra é sua. Se Luciano não souber, Divaldo conta alguma coisa nesse sentido. >> Deixa eu, deixa eu ver. Será que o Luciano tá aí ainda? Como tem algumas pessoas falando sobre a história de Solica, ladica, eh, eu não posso escrever porque eu tô pelo celular, mas eh depois se escreve aí solicadica para quem quiser procurar na internet a história dela. Tem muitos sites. Bom, eu sei que tem, eu não sei qual. Deixa eu, deixa eu perguntar pro, pro Luciano aqui. A, às vezes ele saiu. Enquanto você pergunta, >> qual o nome da casa espírita aí, João Pessoa. >> A nossa casa chama-se Núcleo de Estudos Espíritas Bom Samaritano. Fica na rua Clarice Justa 295 em João Pessoa, no bairro Eentro, um lado da rua Ero. O outro é bairro da Torre. É uma rua com dois bairros. Com dois bairros não. Começa no centro, termina o centro e começa o bairro. Divide o centro da capital do bairro da Torre, que é o bairro querido, onde eu morei 32 anos. >> Aqui, ó, o Luciano contando que tem o livro. Sim. Qual o livro? Esse conta da história do filho. >> Só 1200 folhas que ele acha a resposta. É, é pequeno, [risadas] >> ó. E eu vou deixar, eu vou ficar em stand by, vou deixar vocês à vontade aqui na tela. >> Só deixar aqui a mensagem de T Monteiro. >> Boa noite a todos. Eu tenho muito interesse no estudo aprofundado da abordagem espírita >> sobre o simbolismo das pragas do Egito. Aí eu vou deixar com vocês aí essa mensagem, tá? e ficare Ah, ela dirigindo saber o seguinte, é melhor pelo áudio mesmo. É, >> tá. Ó, o Luciano tá aqui, ele pode falar. Eu vou colocar o áudio dele aqui, vê se vocês estão ouvindo. >> Ouvimos. >> Álvaro querido. Pronto, tá dando para ouvir. Um abraço a todos aí, viu? Antes mais nada, querido, eh, nós fizemos uma pesquisa bem aprofundada a respeito do filho que é narrado na história do Dr. Bezer de Menezes, que até então não se sabia qual deles era. E aí nós levantamos toda uma

da, querido, eh, nós fizemos uma pesquisa bem aprofundada a respeito do filho que é narrado na história do Dr. Bezer de Menezes, que até então não se sabia qual deles era. E aí nós levantamos toda uma documentação, inclusive escritos do próprio Dr. Bezerra, e se tratava do Adolfo Bezerra de Menezes Júnior, que era o filho mais velho do Dr. Bezerra de Menezes. Então foi e não o segundo filho que cursava medicina até uma razão para explicação que o Dr. Bezer dá, ele usa o nome do filho, do segundo filho em razão da desencarnação do mesmo antes do mais velho, né? Porque o mais velho ficou lema decorrente do processo demorado da obsessão e ao mesmo tempo também uma esquizofrenia que ele ele teve. Isso aí é inquestionável. Então nós conseguimos levantar todos esses dados que constam de um capítulo especial do nosso livro Quando descrevemos, fizemos uma biografia acerca do primogênito do Dr. Bezerro Menezes, que desencarnou aos 39 anos em 1899, no mês de janeiro daquele ano, um ano antes praticamente, né, do pai que virá desencarnar em abril do ano seguinte. E o Dr. Bezerra amava muito esse filho, né? E realmente se dedicou com afimo, sempre cuidava dele, já na idade, nunca se casou esse filho. Eh, mesmo depois do processo obsessivo e por consequência também do tratamento demorado, porque ele chegou a ser internado em casa de saúde, o rapaz, casa de saúde a Toeiras, hospital, a época chamado hospício, Pedro II. Então ele eh recuperou um pouco a saúde, mas nunca mais aquela inteligência fugaz, né, aquela inteligência brilhante, né, que ele que ele que ele tinha em determinados momentos, né? Então é uma figura realmente que que marcou a vida do Dr. Pedro, a passou por esse esse esse trencial, graças a Deus já conhecimento escrito e conseguiu contar com esse querido. Não sei se eu respondi, mas tem um ouvido aí. >> Respondeu sim. Tá ótimo. Queria que você participasse porque ninguém melhor que você. [risadas] Obrigado >> a nos honrar com essa resposta, né? sempre vocês com carinho. Um abraço.

em um ouvido aí. >> Respondeu sim. Tá ótimo. Queria que você participasse porque ninguém melhor que você. [risadas] Obrigado >> a nos honrar com essa resposta, né? sempre vocês com carinho. Um abraço. Fique com Deus. Um abraço, Luciano. Bom lhe ouvir, querido. Tudo de bom para você. Obrigado, Luciano. >> Vamos responder logo essa questão que está aí em aberto antes da gente abrir o CFER. >> Claro. Vamos lá. >> O alfabeto hebraico tem 22 letras. Como se explica algumas letras terem valor 200, 400? Então a gente primeiro lugar >> Oi. Ah, >> você responde? Quer responder? Responde. >> Eu pode eu responder. >> Pode responder. Responde. >> Então, vou responder. É que no hebraico não existe numerais como nós temos no nosso idioma. Nós temos letras e temos números. O hebraico não tem números. Então nós representamos os números com as letras. Por exemplo, a letra A é um, a letra B é 2, como se fosse assim. Só que quando chega no 10, que é IUD, não é 11, passa a ser 20. Então ela vai pulando de 10 em 10 e depois ela pula de 100 em 100. É por isso que você vai encontrar letras com esse essa grandiosidade. Então você vai alf é um, bait 2, gimelo 3, dat 4, re 5, aí vai embora. Quando chegar no yudo que é 10, a próxima letra vai ser 20. Lâed >> e aí vai embora a próxima >> 50. Aí chega até 100. Quando chega em 100, >> chega até 90. De 100 em 100. Tá bom? Agora tem uma uma outra coisa que você não perguntou, mas eu vou dizer por que que são 22. É por que que porque tem o menfi num nefi, tem outras que também tem numeração própria. Eh, por que que são 22 letras no alfabeto judaico? Porque no na no na Etsira, etsaraim, que é a árvore da vida, tem ligações entre as várias cefirotes. As várias cefirotes têm conexões entre elas. Cada braço é uma letra diferente. Como são 22 conexões, então são 22 letras. Porque foi com aquele desenho que no dizer do judaísmo, Deus escreveu o universo. Então, se ele usou 22 22 conexões para escrever, é porque com essas conexões é possível escrever tudo.

são 22 letras. Porque foi com aquele desenho que no dizer do judaísmo, Deus escreveu o universo. Então, se ele usou 22 22 conexões para escrever, é porque com essas conexões é possível escrever tudo. E aí cada conexão que liga a Cefiroto, acho que o Jorgito travou. >> É, mas é a idade, viu? Eu vou, eu vou, eu vou deixar vocês, então. Vou ficar em standby. >> Eu acabei. >> Opa. É porque tinha travado, Jorgito. Tinha travado. >> Não, não, eu não, eu não travei não. >> Será que foi a minha internet então que oscilou? >> Não, a minha travou para mim. Você >> Não, travou, Jorgino. Travou. E e não, nem vocês travaram para mim, nem eu percebi que tinha travado. Vocês ouviram tudo que eu falei? >> Quase tudo. >> Quase tudo. Eu acho >> finalzinho que cortou. >> Só ali os últimos talvez cinco >> e eu não terminei a resposta. >> Não terminou. Você falou das conexões? >> Sim, eu acredito que sim. falou das 22 letras, mas faltou ainda umas um fechamentozinho aí das conexões da do livro da o etfirá, o livro da criação. >> Ah, falei terminei. >> É isso aí. >> Então, tá. É, eu disse que >> sim, sim, >> que que na árvore da vida, ligando as diversas cefirá, diversas cefirotas que tem lá dentro, existe eh existe 22 conexões. Então, se Deus escrever o universo usando travando, >> travou, >> vou sair, vou voltar pro celular. >> Travou de novo. Tá nesse livro aqui, ó. Se lá. >> Esse é o livro da criação. >> Mas não é nesse que tem a árvore da >> Não, ele falou sefirá. Sem sefirar são as são as emções, >> os núcleos que ligam, não é isso? >> É a cefirota, é recurá, >> isso, >> etc. >> São 22 conexões entre todas elas. Então, se Deus escreveu o universo usando 22 conexões, o homem também poderá escrever qualquer coisa com essas 22. E é por conta de serem 22 conexões na árvore da vida que o alfabeto judaico tem apenas 22 letras. >> É muito bacana. É o macrocosmos e o microcosmos, né? Exatamente. >> Criação do da Torá, a criação do homem, criação do espírito, tudo com profunda >> essas ligações aqui tá dando para ver?

letras. >> É muito bacana. É o macrocosmos e o microcosmos, né? Exatamente. >> Criação do da Torá, a criação do homem, criação do espírito, tudo com profunda >> essas ligações aqui tá dando para ver? Tá. >> Sim. >> Se contata em 22. >> Isso. >> Ligações. >> Ligações são 10od se usar a dat, que é a imagem, né? >> Isso. >> E são 22 conexões entre todas elas. São os 32 caminhos, né? É isso aí, >> meninos. Seicarém stand by. Eh, Flavinha Teodoro perguntou por que o Ela não está de blusa de frio, sendo que todos nós narramos aqui algum episódio nesse sentido, que tá fazendo um friozinho no Brasil inteiro, mas o Ela não está com frio. [risadas] E vou deixar para vocês então essa pergunta aqui, tá? Eu estou em Porto Velho. [risadas] Isso responde tudo. Neste exato momento são quase em 27º na gloriosa capital de Rondônia. >> E aqui nós estamos com 20 28 29. Durante o dia passa dos 30. >> Não é agora que tá 27. Agora não é na hora do >> Não era do sol quente não é agora. Chile Monteiro, nós temos vários estudos sobre eh as 10 pragas do Egito, sobre diferente óticas, diferentes óticas de abordagem. Na série de Moisés a Kardec, nós tivemos um episódio só tratando disso, mas eu e o Elará temos várias várias eh palestras sobre as 10 pragas do Egito. Vale a pena. É só de gitar Álvaro Morrá e Jorge Elará, as 10 pragas do Egito. >> Eh, olha, eu tenho uma novidade para vocês. Eu, meu filho resolveu montar um site com todo o material que eu já produzi. Aí tem um site que também tem isso, www.com.br. Entra lá e busca pragas do Egito. Tem todas as palestras também. Eu andei reunindo num site só aí, pronto, você consegue pegar lá tudo que você gostaria nesse sentido. Tá bom. >> Deixa eu repete aí. www.jorgerelar.com. >> Não, só ela >> elacom.br. >> Isso, só isso. >> OK. Lá tem tudo que eu produzi ao longo desses meus 250 anos desta encarnação. Nossa, que beleza, que beleza. Bem, vamos abrir o se >> 18 >> parem. >> É, >> vamos abrir. >> É o versículo 18, não é isso? Do capítulo 22. 22

u produzi ao longo desses meus 250 anos desta encarnação. Nossa, que beleza, que beleza. Bem, vamos abrir o se >> 18 >> parem. >> É, >> vamos abrir. >> É o versículo 18, não é isso? Do capítulo 22. 22 >> 21, desculpa. >> 21 do 21. É, tá faltando só uma pontinha do 21. A gente pode fechar o 21 >> e abrir o 20. E o 22 é >> é o o 21. Tá faltando o versículo 22 e 23, que é a questão >> solente. >> Quando >> isso aí a gente >> que quando houver no homem um pecado digno de juízo de morte e for morto, o pendurarás no madeiro. não pernoitará seu cadáver no madeiro, porém certamente o enterrarás no dia no mesmo dia, porquanto o pendurado é um desprezo ao eterno e não contaminarás a tua terra que o eterno, teu Deus, te dá em herança. Palavra é sua, Álvaro. >> Eu eu ainda não achei onde a gente tá, professor. Pode últimos versículos do 21. >> 21. Os últimos versículos 22, 23. >> 22 e 23. >> É porque o outro a gente falou da última terça, aquele filho rebelde, etc, etc. A gente bateu. >> É, falamos bastante dele. >> Ah, professor, acho que o senhor pode fazer uma conexão bíblica aí. Pode, tem uma conexão Mas eu queria que eu queria ouvir você porque eu tô me lembrando aqui a da na sexta-feira da morte da crucificação de Jesus, né? >> Sim. >> Que foi quebraros as pernas para ele não não ficar continuar vivo, porque não podia ficar ninguém >> nourado. >> O que é o que é uma uma obediência ao Deuteronômio 22 e 23? Quero ouvir seu comentário e o de Josito. >> Elará, >> olha, e eu acho muito interessante essas conexões porque eh Roma sequer havia existido ainda. Isso nós estamos falando 13 anos antes do nascimento de Jesus. Como nem estava estruturado. A pena da crucificação que não foi criada para Jesus, existiu antes dele, com ele e muito também depois dele. Ou seja, Jesus não é o crucificado da história. Nós temos muitos outros, eh, fala-se, não sei se é verdade, né, que Espartacos, um escravo que se se, como é que eu digo? se revoltou contra o Império Romano, comandou uma revolução de escravos que o Império

os muitos outros, eh, fala-se, não sei se é verdade, né, que Espartacos, um escravo que se se, como é que eu digo? se revoltou contra o Império Romano, comandou uma revolução de escravos que o Império Romano depois sufoca e ele crucifica, segundo dizem, 5.000 pessoas, né? Então, a crucificação não foi um uma coisa inédita e não foi só Jesus que passou por ela. Mas é bem curioso nós observarmos que antes de de Roma existir, antes da crucificação ter existido, nós termos essa possibilidade de vermos eh a dinâmica do mundo espiritual desenhando esse cenário que se concretizou depois de tantos séculos, porque foi exatamente em obediência a esse dispositivo que o Cristo não poderia ficar numa pendurado até o dia seguinte. Ou seja, a pena da crucificação, ela já é uma pena eh muito dolorosa e é difícil o cara sobreviver uma noite inteira. Então que eh para quem não sabe, a crucificação ela não é uma pena estática, ela é uma pena dinâmica. O que se quer dizer com pena dinâmica? O sentenciado ele é preso e ele fica pendurado e o pulmão vai sendo comprimido e ele vai faltando ar. E quando ele sente que ele não tem mais ar, ele é obrigado a se apoiar nos cravos e puxar o corpo para cima para respirar. Quando ele faz isso, ele sente uma dor imensa nos tendões daqui da dos braços. É uma dor desesperada, mas o desejo de sobreviver obriga o sentenciado a subir. Ele respira, respira, respira. Quando ele se farta de ar, a dor começa a ficar grande demais, ele solta o corpo, desce e aí o ciclo recomeça. Então o sentenciado sobe e desce, sobe e desce até que ele não sobe mais e ele desencarna por asfixia. É uma pena muito dolorosa e de repente ninguém suportaria ficar mais do que 24 horas numa condição desse tipo. >> Então é é muito pouco provável. Só que eh quando fala pendurado no madeiro, cada poderia ser pendurado por cordas, poderia ser pendurado de muitas formas, não necessariamente crucificado, não é? Então isso também são questões pra gente observar, mas é bem curioso nós estarmos

cada poderia ser pendurado por cordas, poderia ser pendurado de muitas formas, não necessariamente crucificado, não é? Então isso também são questões pra gente observar, mas é bem curioso nós estarmos eh 13 anos antes do ocorrido discutindo sobre alguém pendurado no madeiro, que não era uma penalidade típica dentro do ambiente judaico. A penalidade típica era por apedrejamento, né? >> É o que eu diria algumas coisas aqui, ó. Primeiro ponto aqui, realmente você tem três formas de três tipos de pena de morte no judaísmo. Não existe pena de morte por crucificação. A crucificação >> não é pena judaica, >> é uma pena de morte romana. Então Jesus não foi condenado por um tribunal >> sinédico. >> Judaico, sinico. Jesus foi condenado por um tribunal romano. Grande parte do antissemitismo na Idade Média se dá em função de culparem eh a morte de Jesus aos judeus. Não é à toa que existe o malhar o Judas. >> Isso. >> E o nome de Judas é para conectar aos judeus. Então aqui é parte do processo do antissemitismo bastante enraizado aí durante toda a história da humanidade. Então se um homem comete um uma transgressão e ele é sentenciado à morte, ele será sentenciado à morte. Um, por apedrejamento, como que faz? Vamos lá, tá? Eu, o Elará e o professor para pedrejar alguém lá 3.000 anos atrás, cada um pega uma pedra e o primeiro e a gente lança. Não, não é assim. Morte por apedrejamento não é assim. No judaísmo, se leva a pessoa num lugar que dá entre 3 e 5 m de altura e joga ela em cima de uma pedra. Depois, então, ela é jogada em cima de uma pedra. Depois que isso acontece, a a se a pessoa não morrer, aí ela é apedrejada lá embaixo. Então, por isso que eu falo, quando a gente faz a explica a passagem da mulher adúltera, quando Jesus fala atire a primeira pedra, a palavra em grego é catéforos. Catforos é uma lançar uma pedrinha, é um julgamento. É lançar uma pedrinha desse tamanho que não mata ninguém. se acertar na cabeça, mas o julgamento que nós realizamos do outro, esse mata.

catéforos. Catforos é uma lançar uma pedrinha, é um julgamento. É lançar uma pedrinha desse tamanho que não mata ninguém. se acertar na cabeça, mas o julgamento que nós realizamos do outro, esse mata. Então, o julgamento, a maledicência, a condenação que nós criamos do outro sem a com a falta de caridade. Então, vamos lá. Essa é a primeira morte. Pode existir a segunda, tumbo quente derretido na boca. Joga na boca. Terceiro, amarra no cavalo e cada um puxa para um lado. Eu estudei isso tem uns 22 anos. Então, se eu tiver qualquer, se tiver qualquer equívoco, eu peço perdão aí, porque tem 22 anos que eu estudei isso. Então, >> não tinha nem nascido >> uns tipos de de pena de morte. Aqui especificamente ele tá falando da morte por apedrejamento. Então esse >> eh >> morte no madeiro >> não. A morte por não existe morte no madeiro. >> No judaísmo não. >> Ele tá falando no judaísmo. >> Ah, se ele for morto e pendurares no madeiro, ou seja, ele é morto e pendura. É, ele é morto. Depois que ele é morto, ele vai ficar pendurado. >> Entendi. >> Para quê? para servir de exemplo. >> Mas agora, gente, falar uma coisa para vocês, é muito importante isso. É muito importante. Não existe decreto de pena de morte para que a pessoa seja condenada, mas aqui é para que exista medo da transgressão. >> Sim. Então, no judaísmo, no judaísmo, se alguém chegas a ser condenado à pena de morte, hoje em dia isso não existe, né? Pena de morte no judaísmo não existe hoje, mas se nesse passado existisse pena de morte e alguém fosse executado, toda a geração, todas as pessoas ali envolvidas estariam, todas as pessoas encarnadas teriam débito comum. Por quê? Porque no judaísmo a pena de morte é feita para o arrependimento. Então a pessoa, por exemplo, quem é que empurra de cima desse penhasco? Quem acusou? Então você vai pensar 10 vezes antes de acusar alguém, porque você vai carregar a culpa daquilo. Se a pessoa em qualquer momento falar: "Eu me arrependo", a pessoa não será morta. Então existe o

usou? Então você vai pensar 10 vezes antes de acusar alguém, porque você vai carregar a culpa daquilo. Se a pessoa em qualquer momento falar: "Eu me arrependo", a pessoa não será morta. Então existe o sudarem a momento em que se leva o santo sudário, sai daí um um tecido de cor roxa, talvez, para que venha a sinalizar que aquilo vai acontecer. pergunta se não é possível que ninguém tenha nada para dizer de bom sobre ela. Se uma única pessoa se manifestar, não existe execução. Ou se a própria pessoa se manifestar e dizer que se arrependeu, não existe execução. E mais, não se dá rapidamente essa execução. Ela demora, tipo assim, anos, eu não vou lembrar quanto tempo, mas ela demora anos para ser realizada. pessoa permanece presa. Então, gente, eh você tem que deixar esse corpo pendurado, sim, se a pessoa for executada. Mas lembrando, isso é uma forma de educação pelo medo. >> Eu queria queria resgatar uma coisa aqui, Álvaro. Eh, quando se visita um cemitério judaico, é comum o cemitério ter duas porções. Ele tem uma porção na frente, aí ele tem um arco e tem uma porção no lado de trás desse arco, como se fossem duas áreas distintas para sepultamento de pessoas. a área da frente, que homens ficam de um lado e as mulheres ficam do outro. No fundo há um arco e depois desse arco tem mais um pedaço de terreno aonde você também eh pode servir para sepultamento. Só que quem é sepultado depois do arco são consideradas as pessoas indignas que foram sepultadas depois desse arco. E a maior deshonra é você ser sepultado do lado de lá, aonde você é considerado um traidor, alguém que, meu Deus, que se suicidou. É sempre uma coisa que para o judaísmo é muito grave. Só que o que que é comum nos cemitérios judaicos? Não tem ninguém do lado de lá, não tem ninguém. Porque é tanta deshonra que mesmo existindo isso, eles não sepultam ninguém depois do ar. Mas a pessoa se suicidou. O rabino vai analisar e vai dizer: "Não, mas ele no último minuto ele se arrependeu porque ele ele tinha eh eh sinais de pele

do isso, eles não sepultam ninguém depois do ar. Mas a pessoa se suicidou. O rabino vai analisar e vai dizer: "Não, mas ele no último minuto ele se arrependeu porque ele ele tinha eh eh sinais de pele debaixo das unhas, então ele lutou para tirar o a corda, então ele se arrependeu, pode enterrar normal aí, não vai lá para trás". Então isso eh se soma muito a essa leitura que o Álvaro tá nos apresentando. Isto existe para de certa maneira intimidar o erro, mas eh não é hábito você utilizar-se disso para segregar pessoas dentro do povo judaico. Não sei se eu tô sendo claro no que eu falo. >> Foi foi claro sim. Deu para entender sim. >> Inclusive, >> professor, o senhor quer comentar alguma coisa ou vamos por 22? Não, 22 1 a 4. Bem legal. >> Eu quero comentar mais alguma coisa. >> Você falou aí a questão do de que a pessoa que era morta por apedrejamento no judaísmo, que é jogado lá de cima, em cima da pedra. Eu tô me lembrando de Thago, irmão de Jesus, que a morte dele foi assim depois de 30 anos, dirigindo a igreja de comunidade, não igreja, a comunidade de Jerusalém. Mas tem uma o que a gente acabou de ler, uma recomendação para que mesmo aquele que fosse pendurado no madeiro não ficasse, >> passasse a noite, >> não passasse à noite. O exemplo seria só naquele pequeno pedaço, tá certo? Só que Roma, voltemos para Roma, lá em Mateus 27:45, é que narra a crucificação de Jesus e a morte. Depois daquelas palavras que ele eh entrega o espírito dele a Deus, ele morre na cruz, tá certo? Mas Roma que tinha morto, ele não foi o judeu. E que era na verdade >> não tinha essa lei, >> hein? >> Roma não tinha a lei do Madeira. >> Nem tinha, nem conhecia, nem conhecia o Deuteronômio. >> Tá certo? >> Sim. Porque diz que é infeliz daquele homem que fica pendurado no madeiro. Eu já vi muita gente pegar esse conhecimento e condenar Jesus, que diz que Jesus foi inferior porque ficou de pendurado no madeiro. Só que ele não podia passar mais de uma noite, mas mesmo por Roma ele passaria.

ita gente pegar esse conhecimento e condenar Jesus, que diz que Jesus foi inferior porque ficou de pendurado no madeiro. Só que ele não podia passar mais de uma noite, mas mesmo por Roma ele passaria. É isso que eu quero trazer >> para o Romano. Pelo contrário, quanto mais tempo ele ficasse ali, melhor. Até Pilatos fez uma placa segundo João e botou lá, porque ele foi crucificado e tudo. A questão é, eu queria deixar aqui bem, a espiritualidade através do Deuteronômio 21, versículo 22 e 23 profetizou que Jesus não deveria ficar ali porque ele seria alguém desprezado, porque tinha ficado mais de uma noite no madeiro. Aí vê a espiritualidade inspira e utiliza José de Arimateia que vai a Pilatos com uma ordem e pede o corpo de Jesus e tira. Independente de que Roma gostasse, não gostasse, José de Arimate proporcionou a recomendação. Ele sim, que era judeu e conhecia e o Deuteronômio, ele providenciou para que Jesus não ficasse exposto no madeiro. Então isso é que eu quero ratificar, porque eu já vi muita gente dizer que Jesus era inferior, que ele passou, foi de pendurado no madeiro, porque infeliz daquele seria o menor dos homens. E já vi muita gente dizer, Jesus ficou de pendurado para quebrar esse esse esse tabu, o que não tem nada absolutamente a ver. Jesus cumpriu através de José de Arrimaté a ordem e e ao mesmo tempo a profecia. do Deuteronômio 22, ver 21, versículo 22 e 23. Eu queria deixar isso bem colocado para que ninguém tenha dúvidas da ação divina que aconteceu, independente de Roma, independente de quem quer que fosse, para que Jesus não ficasse de pendurado uma noite no madeira, que para Roma era até melhor que ele ficasse. Quanto mais tempo ficasse, melhor. Não sei se você >> É. E vale lembrar, vale dizer, eu falo assim, quando a gente faz essa essa, faz muito tempo que eu não falo da mulher adúltera, mas a gente usa lá tod traz essa lei de pena de morte, apedrejamento, etc. E é interessantíssimo que quando Emanuel no livro Paulo e Estevão vai descrever o processo de morte do ó de o

ulher adúltera, mas a gente usa lá tod traz essa lei de pena de morte, apedrejamento, etc. E é interessantíssimo que quando Emanuel no livro Paulo e Estevão vai descrever o processo de morte do ó de o apedrejamento, ele escreve assim com detalhes, linha por linha, linha por linha, não tô exagerando, linha por linha do Serredream, do talmudo, do tratado, que gente só existia em aramaico quando eu era criança, jovem, já não existia em português, era no máximo em inglês. Mas há o tempo o Chico, eu não tenho dúvida que só existia em aramaico e hebraico. E é assim, raríssimo, algo raríssimo. Não tinha como Chico ter acesso a isso. Eu tenho certeza. Ah, na verdade só tem em aramaico, né? Só tinha aramaico, porque o Talmud Babli tá escrito em aramaico e taludo da Babilônia. Então lá tá linha por linha. E Emmanuel faz questão de dizer um ritual macabro. É um ritual Emânuel deixa claro que ali existe a vontade e a influência de Paulo, aliás, de Saulo. Paulo Saulo. Paulo é o nome dele em em em >> em romano. >> Latim. Latim. E Saulo é o nome em hebraico. Então, eh, ele faz toda a questão de escrever isso. Eu acho que vale muito a pena a gente ver isso >> para mostrar o conhecimento emânio e a autenticidade da mediunidade de Chico Xavier. >> É, ao tempo, ao tempo de Barkóva, por exemplo, foram crucificados 200.000 judeus. Começo >> 200.000, você falou >> 200.000. 200.000 judeus. >> Não tinha árvore para derrubar. E e no tempo da da situação do ano 70, acho que foi já depois do ano 70, no episódio de Massada, Roma já tinha preparado cruzes para crucificar aquele pessoal que estava lá em cima da da dali de Maçada até Jerusalém. Até onde chegasse eles iriam colocar. >> É uns 60 km, talvez, professor, não lembro de cabeça. >> É mais ou menos isso, porque você sai, você sai, vamos, vamos ver, você sai daquela região eh à 4 da tarde e você chega em na Galileia já 8, 9 horas da noite, 7, 8 horas da noite é longe, >> ó. >> É longe. >> Em Jerusalém é mais de 30 km. para Jerusalém >> é 30, eu não lembro quanto não dá uns 60

da tarde e você chega em na Galileia já 8, 9 horas da noite, 7, 8 horas da noite é longe, >> ó. >> É longe. >> Em Jerusalém é mais de 30 km. para Jerusalém >> é 30, eu não lembro quanto não dá uns 60 km. É mais ou menos. Eu acho que é, >> eu não lembro >> a idade, a distância exata. Não, mas você teria teria que chegar de Maçada até Jericó e de Jericó subir a estrada do sangue até Jerusalém. Na margem da estrada eles tin eles tinham preparado isso. Dá mais de 30 km, dá quase 60, deve ter uns 50 km, mais ou menos. Olha, eu quero lembrar dois episódios da história do Brasil em que isso aconteceu. O primeiro deles linha reta 53 km. >> Quanto >> em linha reta? 53 km, mas segundo a estrada 190. >> Nosa, >> é muito longe. >> E hoje já tá moderno, né? >> Hoje já está moderno. E eles tinham preparado cruzes para crucificar eles até Jerusalém. Que coisa, né? >> Em dois momentos da história do Brasil, isso aconteceu. Quando houve a inconfidência mineira, que Tiradentes foi enforcado, os seus restos mortais ficaram expostos em postes que levava desde a cidade de Vila Rica até a cidade do Rio de Janeiro para que as pessoas Ele apodreceu na estrada e não pode ser. >> E ele foi esquartejado, né, para ficar hospedad. Foi, é ele eh tem um uma pintura de Pedro Américo que mostra ele esquartejado em cima do patíbulo. Aquela pintura ela não traduz a realidade. A história diz que ele foi levado de uma carroça. >> Foi levado de uma carroça até o pátio do passo do do ali do da praça 15. E ali dentro é que ele foi esquartejado e todas as suas partes foram penduradas no na estrada, sendo que a cabeça ficou lá em Vila Rica, que era para poder ninguém desafiar a coroa, porque ele ousou desafiá-la, né? 30 anos depois, exatamente 30 anos depois, ocorre o grito de da independência. E a obra Brasil, coração do mundo, pário do Evangelho, diz que na mão, no momento em que Pedro II tira a espada e diz: "Independência ou morte, o Tiradentes encostou nele e o e o grito foi dado pelos dois". >> Nossa!

coração do mundo, pário do Evangelho, diz que na mão, no momento em que Pedro II tira a espada e diz: "Independência ou morte, o Tiradentes encostou nele e o e o grito foi dado pelos dois". >> Nossa! >> Então é essa essa é uma essa é um uma ocorrência. E a outra aconteceu bem perto do professor Severino, quando houve a morte de Lampião e seu bando, os corpos ficaram expostos, as cabeças apodreceram, eles levavam nas feiras, andaram de cidade em cidade mostrando, porque não tinha WhatsApp na época. Então eles >> eles foram mortos na gruta de Angico em Sergipe. >> Isso >> e foram cortar as cabeças, levaram mostrando nas estradas. Isso. Eu eu não me lembro a data da morte de Lampião, mas eu sei que em 1968, em janeiro de 1969, mais especificamente no dia 14 de janeiro de 1969, eu fui a conhecer Salvador pela primeira vez e visitando o museu da Bahia, tava lá dentro de dois vidros grandes, a cabeça do Lampião e a cabeça de Maria Bonita, ainda exposta no museu. recentemente a família recorreu à justiça para enterrar a cabeça dele. >> Nossa, não sabia disso. >> É um escárnio, né? É, é uma é uma exposição desnecessária, né? >> E a gente ia com aquilo aquilo ali como se fosse realmente o que aconteceu com Tiradentos, aconteceu com Jesus, né? Lá na cruz, que logicamente que a gente não tá falando aqui de evolução espiritual, a gente tá falando do que o ser humano vai fazer, né? E eu fiquei até chocado com aquilo, porque os olhos das pessoas me dizem muita coisa, né? Eu tenho uma uma um uma fixação muito grande e conheço muitas coisas das pessoas só pelos olhares >> e eu fiquei vale a pena dizer que até hoje estão sendo resgatados espíritos ligados ao ao bando de Lampião. É porque você e através inclusive de de >> Peixotinho. >> Peixotinho. E o espírito que você recebe lá na no tratamento que é o Zé Grosso. É, o Zé Grosso ajuda ainda hoje nessa tarefa. >> É, o Zé Grosso ajuda nessa tarefa. Ele auxilia e ele é um excangaceo, né? >> Ele foi do do Bando de Lampião, né? Ele foi morto exatamente por ser do bando de

é Grosso ajuda ainda hoje nessa tarefa. >> É, o Zé Grosso ajuda nessa tarefa. Ele auxilia e ele é um excangaceo, né? >> Ele foi do do Bando de Lampião, né? Ele foi morto exatamente por ser do bando de Lampão. >> Um espírito de uma amorosidade ímpar. Fantástico ele. Fantástico. >> Uma simplicidade, uma amorosidade, uma capacidade. É, ele ele ele foi pro bando de Lampião para proteger as famílias, porque ele ia avisar nas fazendas quando Lampião ia invadir para afastar as crianças e as mulheres. Quando Lampião descobriu que era ele, arrancou os olhos dele, deixou ele morrer na catinga de infecção ocular, sem nenhuma proteção, sem nenhuma ajuda. E a e e Lampião foi morto pelo tenente, que era o inimigo número um dele, e foi traído por um dos chamado coiteiros, que naquela época os fazendeiros eram os coiros, >> coitavam, né? >> É, a coitavam. E ele pediu a um fazendeiro para mandar uma, se tivesse segurança onde eles estavam, se ninguém soubesse, ele enviasse uma carga de vinho para eles. E ele mandou preparar o vinho, a bebida, botou no jumento. Ele já sabia onde o Lampião estava, que mandou a pessoa para lá e avisou ao bando de policiais onde é que eles se encontravam. >> Então ele quando viu chegar o vinho disse: "Podemos beber? Podemos comemorar? Só que Maria Bonita da madrugada, ela ainda viu eh os o bando chegando que eles levaram uma metralhadora. Ela ainda viu as pessoas por até mesmo por inexperiência, não, por segurança e por certeza, ela viu o fogo do cigarro dos policiais fumando dentro da catinga e ela disse: "Parece que tem macaco aí". Ela foi avisada que ele chamava os policiais de macaco. O bando chamava ele de macaco. E eles beberam, se embriagaram, comeram vinho, tava seguro que Lampião recebeu a mensagem que não tinha perigo nenhum. Bebamos, bebamos. Eu me lembro da entrada de lá de Sardes, né? Quando os peças chegaram, rombaram o muro, o pessoal tava tudo bêbado, que achava que era inviolável o muro. E a mesma coisa acontecer com o Lampião, só que ele desperta de 5:30 da

e lá de Sardes, né? Quando os peças chegaram, rombaram o muro, o pessoal tava tudo bêbado, que achava que era inviolável o muro. E a mesma coisa acontecer com o Lampião, só que ele desperta de 5:30 da manhã, tava todo mundo dormindo ainda embriagado e ele sai com Maria Bonita. Quando ele sai do da tenda, a metralhadora começou a despachar, disparar >> ali mesmo. Ele foi executado. E quem foi se acordando, quem foi despertando foi >> foi executado. >> E aí eles só Lampião e Maria Bonita que arrancaram a cabeça como troféu que foi enterrado depois dos anos 70. O Carlos Campos escreveu aqui, Herasto cita em o livro dos médiuns que os bons espíritos buscam o conhecimento do próprio médium para trazer uma mensagem, um ensinamento universal. Mas como o Chico isso não ocorreu em Paulo Estevão? Carlos, conhecimento do médium dessa encarnação ou conhecimento anímico de todas as encarnações? Um é um conhecimento anímico. Isso tá lá no capítulo, já não vou me recordar que eu tô ficando velho. Está nos domínios da mediunidade quando vai receber uma mensagem a de um benfeitor médico e ali diz é descrito que não possuía a médium o conhecimento desta encarnação, nem de outras encarnações, mas ela tinha boa vontade para receber aquela mensagem. Então, os espíritos se usam do arcabolso psíquico dela. Outra questão importante aqui, existe uma qualidade de médium que são chamados médiuns positivos, alta capacidade de percepção de fluido. Então, ah, por exemplo, quando esse espírito, quando se aproxima um espírito e o médium consegue perceber no fluido a história como um todo, é uma percepção que não está na condição anímica. do médium, mas se deu através da capacidade de interpretação de fluido. Outro aspecto existem na existe na mediunidade de na mediunidade há diversas formas, por exemplo, a psicografia intuitiva, a psicografia semimecânica e a psicografia mecânica. estando passivo o espírito ou o médium de receber sem o sem absoluta nenhuma consciência o conteúdo da mensagem. Então, acho que vale a pena

itiva, a psicografia semimecânica e a psicografia mecânica. estando passivo o espírito ou o médium de receber sem o sem absoluta nenhuma consciência o conteúdo da mensagem. Então, acho que vale a pena citar essas questões. >> Lembrando que Chico era um médio mecânico que escrevia com as duas mãos, a mão direita uma mensagem de um espírito, na mão esquerda outra e conversando às vezes com as pessoas. Ele não tinha nenhuma consciência do que estava acontecendo. >> É, o o o médium mecânico realmente ele nem necessita ter registros porque o impulso é direto, né? Então é diferente. >> Ele é realmente o microfone, né? Não tem outra. É diferente da mediunidade de Ivone, porque Ivone primeiro era retirada, via cenas, visitava os ambientes, participava das festas e depois é que era escrito o texto. e produzia o texto e os arquivos dela eram acionados em função das visitas que ela fazia nas festas ou das memórias que ele ele buscava dentro dela para poder produzir os textos. >> É um trans sonambúlico também no sentido de que ela adentra em um trans em regressão de memória. >> É uma mistura de tudo, né? Porque tinha histórias que ela contava que ela fazia parte. Mas o livro Amor e Ódio, por exemplo, ela não é personagem da história. >> Mas ela consegue assistir através de uma tela fluídica. >> Exato. Ela assiste e ela depois constrói com muito mais nitidez a história. É um outro modelo. >> Lembrando, >> e esse é o tranze, ela dos médiuns do Antigo Testamento. É o mesmo transe de V. Pereira do Amaral, porque eles dormem. Ela não tava ali consciente, né? Ela tinha, ela estava em estado sonambúlico, mas diferente da psicografia mecânica. Aí >> João também, né? João no >> no Apocalipse. >> É, >> Paulo também. É, ele narra fui levado. >> Fui levado. É, então >> em sonho, em sonho, eu fui levado no dia do Senhor a uma região que ele foi até inseguro, ele não foi tranquilo, parece até com Jeremias, com aquelas visões proféticas, né? Então, e ele ele foi ele tem desdobramento que ele foi levado. Depois

o Senhor a uma região que ele foi até inseguro, ele não foi tranquilo, parece até com Jeremias, com aquelas visões proféticas, né? Então, e ele ele foi ele tem desdobramento que ele foi levado. Depois ele tem cloud audiência porque ele disse: "Eu ouvi uma voz que me dizia tudo que vedes também médio vidente escreve e envia sete comunidades." Então, desdobramento aud clara audiência, claridência e psicografia numa, como a gente diz aqui no Nordeste, numa cacetada só juntou quatro tipos. Eu estou vendo que este hoje não vai ter dei uma roladinha do dei uma roladinha nem para um lado, nem pro >> Não. E outra coisa mais, professor, >> eu falei de Paulo porque Paulo tem um encontro com Jesus da mesma forma. >> Isso. >> Porque tá escrito lá, ele caiu de cara. Nefilatal Pain. Nefilatal pain é o é o o nome do trans dos profetas. Eles caem de cara. É no chão, né? Esse é esse é o sentido ao chão, né? É, >> é do é o completo desligamento. São médiuns que tem a capacidade de desligar todos os centros de força, entrando aí no processo que pode se comparar a ao a à catalepsia. É o caso de Vô Pereira do Amaral, que viveu a catalepsia pelo mesma forma de transe e Chico >> da qual ela com potencialidade orgânica. >> Chico Xavier dizia na sua humildade que Ivone era mais médium do que ele. >> Nossa. É, dizer ela mais médio do que eu, ela tem mais capacidade. E no caso de Paulo, voltando ao que você colocou, ele realmente a narrativa diz que ele perdeu completamente os sentidos físicos, né? e passou só a receber a mensagem espiritual de Jesus, não só ali, mas também lá em quando ele ele chega em Alexandria de Troade, que Jesus apresenta-se primeiro ele ia para Bitin, ele queria ir pro norte da galáxia e Jesus disse: "Não, vá a Troade". Quer dizer, foi Jesus quem dirigiu ele para a Troad e lá é que chega o conhecido homem da Macedônia e o convida em trânsito para ir atravessar o maregeu e ao outro lado. >> Mas se Emanuel se ausentou para buscar os arquivos do plano espiritual para escrever Paulo e Estevão? Uai, mas eh

da Macedônia e o convida em trânsito para ir atravessar o maregeu e ao outro lado. >> Mas se Emanuel se ausentou para buscar os arquivos do plano espiritual para escrever Paulo e Estevão? Uai, mas eh durante o trans mediúnico tinha que ter algum espírito ali. >> Não, mas ele ele ele se ausenta para ir lá buscar >> e trazer, né? >> É >> tipo um curso que você vai lá, >> você eh se apropria daqueles saberes e você vem escrever. Eu tenho acesso aos arquivos e trago comigo. É igual uma pessoa que assiste um curso e depois ela vai trazer, vai fazer seu multiplicador daquele curso para uma outra turma. Não vejo aí nenhuma dificuldade. >> E eu vejo aí uma semelhança muito grande a Moisés, que que narra lá em Caminho da Luz, que Moisés recebeu das mãos dos enviados do Cristo no Sinai 10 mandamentos. Olha que coisa interessante. Quer dizer, Jesus enviou issários para mostrar a Moisés, trazer a Moisés os 10 mandamentos. Efeito físico assim, fantástico, né? >> Eu acho que aqui a gente podia dar continuadinha no 22, esses quatro primeiros versículos, só pra gente dar uma >> só para abrir, né, Álvaro? >> Uma caminhada no capítulo. >> Vamos só responder aqui esse negócio do Pedro. Aí a gente vai, aí a gente congela aqui. A morte de Pedro foi o mesmo processo de Jesus e ele escolheu ficar de cabeça para baixo. Crucificar era a pena capital dos dos romanos. Isso era comum. Você não tinha nenhuma singularidade nisso, não. Isso aí escravos eram eram crucificados. era eh a pena básica, né, de morte é crucificação. Então é processo também, mas não há nenhum tipo de necessidade de que isso seja visto como algo muito especial, não. Quem experimentava a pena da crucificação eram os mais infames. Crime de sedição. crime do Cristo foi de sedição, que é revolução no sentido de tentar e a e a razão pela qual ele foi crucificado, tá? Ficava em cima, né? Eh, Jesus de Nazaré, rei dos judeus, porque essa foi a razão pela qual ele foi sentenciado. Então, em cima vai o nome do condenado e >> o crime, o crime, né?

e foi crucificado, tá? Ficava em cima, né? Eh, Jesus de Nazaré, rei dos judeus, porque essa foi a razão pela qual ele foi sentenciado. Então, em cima vai o nome do condenado e >> o crime, o crime, né? >> O crime que ele cometeu. É, qual é o crime? Ele se apresentou no dizer dos romanos como o rei dos judeus num sentido político que os sacerdotes convertem. >> É, na política >> competição com >> era competição com Tibério, que era o imperador. >> É, tava competindo, tava eh desafiando Roma, né? Então, os os sacerdotes convertem a pena religiosa numa pena política, porque a pena religiosa era ele se dizer o Messias. Foi essa a pena dele religiosa. Foi essa >> se considerar rei, né? >> Aí o >> o judeu romano é que aceitou como rei. >> Isso. Para os para os sacerdotes, a pena dele era se apresentar como Messias. Era uma infâmia. >> Só que se eles levassem isso para Pilatos, Pilatos >> não ia achar nada demais ele se dizer. >> Aí eles comutam a pena quando eles apresentam. Isso está no evangelho. Quando eles dizem que Pilatos seja o sinal, que um diz: "E se ele for o Messias?" Então nós vamos levá-lo a Pilatos e Pilatos vai sacrificá-lo que para que não recaia seu sangue sobre nossos filhos e netos. Então eles comutam a pena de uma pena religiosa para uma pena política. E aí Pilatos não tem saída porque eles dizem no final da conversa: "Se tu não matares, nós te denunciarem, denunciaremos a Roma". Então não vai arriscar a a carreira dele por conta de um de uma pessoa sem nenhuma expressão. Manda paraa crucificação mesmo, embora ele tenha feito muito esforço para salvar Jesus, tá? >> Agora tem um detalhe também, viu? Nessa crucificação de Jesus que Pilato escreveu em hebraico, grego e latim. Em hebraico ele escreveu: "Yua Ranot Vemel é rai rudimo." Jesus o Nazareno, não é? Jesus no é o cristão, né? O o Nazareno Notili é aquele Nazareno que vem de Nazaré, Jesus >> e rei dos judeus. As quatro iniciais dessas palavras formam o nome Adonai em hebraica. Então Jesus não está queud rei

é o cristão, né? O o Nazareno Notili é aquele Nazareno que vem de Nazaré, Jesus >> e rei dos judeus. As quatro iniciais dessas palavras formam o nome Adonai em hebraica. Então Jesus não está queud rei v rei Yesu ra rei né ranotri ou nazareno v melé e rei rai rudim então iude rei valve rei Jesus estava presente para mostrar que ele não tava se sentindo abandonado na cruz estava com ele ele apenas estava repetindo o salmo 22 de Davi que predisse profeticamente que o que naquele momento eh Eloí Eloí lama sabatana Eli lama asani estava eh como se tivesse como Davi profetizou e assim diria o Messias no Salmo 22. E ele não diz só essa frase, ele fala: "Os que me olham mene a cabeça, minhas vestes foram divididas". Quer dizer, ele ele diz em alguns pés de minhas mãos, >> é minha língua tá presa ao palato, tudo aquilo que ele sentiu, né? Quer dizer, >> tiram sorte túnica. >> É, algum minha minhas vestes foram divididas. Alguns estudiosos dizem que ele recitou todo o salmo >> 22. >> É tanto que quando ele diz Eli, muita gente que ele tá dizendo e chama por Eli, por Elias, o profeta. Elias, que era o profeta. >> Então, >> a Celminha colocou aqui, então foram os judeus e os romanos que o crucificaram. Celminha, eu vou contar só para você. Quem foi que crucificou? foi o orgulho e o egoísmo humano. Se ainda tiver no seu espírito, se ainda tiver no meu espírito, se ainda tiver no doelarrado, professor Celestino, e dos de outros aqui presentes, foi esse egoísmo e esse orgulho. É muito fácil a gente querer achar o culpado daquilo que pertence ainda ao nosso quinhão. Eu falo assim que Judas traiu lá tantos milênios e já se revigorou e reparou. Mas quantos de nós nos dizemos cristãos >> e vendemos por orgulho, por moedas, por paixões o Cristo. Então, historicamente, eh, historicamente, como nós dissemos, a morte romana é não judaica, é por é por crucificação, mas existe >> não aprejamento >> de a idade média, o intento de se imputar, como a gente vê assim abertamente nas lives. que o antissemitismo ainda faz parte

a é não judaica, é por é por crucificação, mas existe >> não aprejamento >> de a idade média, o intento de se imputar, como a gente vê assim abertamente nas lives. que o antissemitismo ainda faz parte >> Uhum. >> do nosso dia a dia. Quantas vezes já fui atacado desde minha infância por por ser judeu e isso faz parte da nossa realidade. Mas assim, existe o na Idade Média um esforço grande em colocar o nome de Judas para estar correlacionado aos judeus. Então existe uma uma necessidade aí por parte das sombras de querer imputar isso aos judeus. Só para lembrar, Jesus nunca viveu cristianismo, >> nunca pregou o cristianismo, >> nunca falou uma palavra de cristianismo. Ele era judeu, viveu como judeu, explicou a lei judaica e exemplificou esta. Às vezes é difícil ouvir isso para algumas pessoas, né? Porque a gente quer dizer que foi feito algo novo e diferente. Não. Jesus viveu a essência mais pura daquilo que ele mesmo revelou. e foi quem mais defendeu o judaísmo, né, na época dele. Notabilizou-se por isso. E tem mais uma pergunta que eu faço, uma observação, mais uma observação. Se Jesus não tivesse morrido como morreu, ele não seria o Messias. Então, não arranjemos desculpa para culpar ninguém pelo por algo que estava preparado pelos profetas e por ele mesmo. Porque quando Pedro ele revelou lá em Cesareia de Felipe que precisava ir a Jerusalém, sofrer na mão do sacerdote e ser crucificado, Pedro disse que não ia deixar acontecer isso. E Jesus criticou Pedro e disse: "Afasta-te de mim, Satã, porque ele estava se opondo a algo que estava predito pelos profetas para acontecer. Então não arranjemos desculpas ou culpado para a morte de Jesus, que foi um projeto dele. Essa que é a verdadeira história. >> Agora eu acho que vale a pena a gente dar uma entradinha, não é? Se esses quatro versículos são curtos, não tem nada muito grande. Dois, né? quatro versículos que vão dizer sobre a sobre o cuidado com a propriedade alheia. O judaísmo tem uma profunda preocupação com a propriedade. Então, a

s são curtos, não tem nada muito grande. Dois, né? quatro versículos que vão dizer sobre a sobre o cuidado com a propriedade alheia. O judaísmo tem uma profunda preocupação com a propriedade. Então, a gente viu o direito de herança, a gente viu uma série de elementos. Então, cuidado com a propriedade alia. Capítulo 22, versículo 1. Você não verá o boi ou o carneiro de seu irmão perdido e fechará os seus olhos. Você devolverá. Mas se você Mas se seu irmão não estiver perto e você não conhecê-lo, você trará o animal para sua casa e ficará com você até que seu irmão procure por ele. Então, e você o devolverá. Você não fará com o seu jumento. O, você fará o mesmo com o seu jumento, com as roupas. Você, você fará o mesmo com qualquer bem de seu irmão que ele tenha perdido, que você encontrou. Você não fechará os teus olhos para isso. Você não verá o jumento ou o boi que pertence a teu irmão caído sob sua carga na estrada e fechará os olhos para isso. Ao contrário, você ajudará a levantar a carga junto com ele. Gente, isso aqui é tão lindo. Vou contar umas coisas interessantes. Olha só. Tal muda. Eu não acho que é babacão baba. Não lembro qual dos dois tratados que discutem essas passagens. É um dos dois. Já não, já tô ficando velho, tô alcançando o Ela e [risadas] eu já não me recordo, mas um dos dois tratados que assim estuda, discute essas leis, trazem questões muito interessantes. Então, por exemplo, se você vê um, chega um animal correndo perdido na sua propriedade e o professor chega lá e fala: "Esse jumento é meu". A pergunta que eu faço, me dá um sinal, me dá uma característica que só o senhor sabe desse jumento. E ele vai falar: "Olha, ele tem uma mancha embaixo da pata direita. Tá, tá, tá. Ele deu isso pela lei judaica, é o suficiente para ele ter determinado que aquilo é seu." Agora, por exemplo, um jumento é um bem. Um jumento, você tá falando ali um cavalo, um animal, algo assim como traz a Torá, é a mesma coisa que um carro para nós hoje. Então, ah, vamos supor

o é seu." Agora, por exemplo, um jumento é um bem. Um jumento, você tá falando ali um cavalo, um animal, algo assim como traz a Torá, é a mesma coisa que um carro para nós hoje. Então, ah, vamos supor que o carro não tivesse o chassi. O que que vai identificar que o carro é do professor? O chassi. Quando ele falar, olha, o documento tá escrito assim, beleza? Mas e se eu pego uma moeda? Eu chego assim, o professor fala para mim: "Álvaro, eu perdi uma nota de R$ 100". E eu falo: "Nossa, professor, eu achei uma nota de R$ 100. Como que ela é?" Ah, ela tem uma garopa, ela é verdinha, tem escrito o número um, zero e o zero >> é azul. >> É azul. É azul. Eu sou [risadas] é azul. Então aqui não se enquadra isso. Por quê? Porque quando você tá falando de um bem específico, você tem um apego e uma qualificação de dono. Quando você fala de um bem completamente imóvel, quem perde o dinheiro bate as mãos no bolso, diz o tamanto, fala assim: "Ih, perdi". imediatamente você se desapega daquilo. Você lamenta, mas você se desapega. Então, a gente vai encontrar até discussões do tipo, se um homem está num estabelecimento comercial e ele acha, você entra numa loja e ele acha uma moeda fora do balcão, no chão, aonde passa o público, essa moeda pode ser pega pelo por quem achou? E se ela tiver no balcão em cima? E se ela tiver do outro lado do balcão do vendedor? Essas são discussões interessantes sobre propriedade. E o direito no judaísmo, que vai dar origem ao Código Civil Britânico. O direito vai nos dizer o seguinte: imagina que eu tenha isso daqui. Nem sei, deixa eu ver o que é isso. Isso é uma bolsa aqui, ó. Então, eu estou com o professor Celestino e eu, olha, aconteceu isso com meus amigos de Ativar, já aconteceu isso conosco da gente sair correndo. Eu tô com o professor Celestino, o professor Celestino olha e fala: "Olha aquela nota de R$ 100. Eu vou e pego a nota. De quem é a nota? Pelo judaísmo é de quem pegou, não é de quem apontou. Então, já aconteceu isso no aeroporto com amigos nossos, que um

olha e fala: "Olha aquela nota de R$ 100. Eu vou e pego a nota. De quem é a nota? Pelo judaísmo é de quem pegou, não é de quem apontou. Então, já aconteceu isso no aeroporto com amigos nossos, que um falou: "Olha o dinheiro, o outro foi lá e pegou e pela lei é dele. E ele ficou muito bravo. Falou: "Mas eu que indiquei". Ele falou: "Mas eu que peguei". É isso que diz a lei agora. E se duas pessoas pegarem ao mesmo tempo? Eu e o professor vi uma nota e nós dois pegamos ao mesmo tempo. Aí vai dizer a lei 50% de cada um. Só que eu viro pro Dayan, pro juiz, pro rabino e falo assim: "Essa nota é minha, eu que peguei". E o professor fala: "Eu peguei junto, metade dessa nota é minha". O que que acontece? Ele abriu mão de metade porque ele tinha direito à metade e da metade ele falou: "Metade é minha". Ou seja, ele só tem direito a 25, eu tenho direito a 75. Isso tudo faz parte da discussão que se dá aqui nesse capítulo. Agora existe propriedade territorial, >> é literalidade. >> Oi? >> É muita literalidade pro pobre marquês. >> É direito. É a estrutura do direito. Se a gente se a gente parar para pensar umas coisas no nosso direito, você fala: "Meu, não faz sentido". O certo é o certo. Como você, como você pode tomar determinadas decisões, por exemplo, o juiz decretou uma coisa, o STF vai lá e tira, tem umas coisas no nosso direito que a gente fala, mas como não faz sentido isso. Então, eh, no judaísmo tem toda uma lógica sobre esse direito à propriedade. Então, a roupa aqui, quantos elará, quantos sapatos você tinha? recebia por ano >> sol da escola. >> Sol da escola. Então quando você tá e e o Elará, a gente tá falando de quatro, cinco séculos atrás a infância dele, não é tanto tempo atrás assim. >> Então eu recebia só um. O sapato você ia pra escola também e eu só tô falando de dois séculos e meio. >> Sim. Então, quando você fala aqui de uma roupa, você tá falando de um bem, mas de um bem que você vai ter poucos trajes na sua vida. Então, é sobre esses bens que ele tá dizendo. Agora, uma joia,

. >> Sim. Então, quando você fala aqui de uma roupa, você tá falando de um bem, mas de um bem que você vai ter poucos trajes na sua vida. Então, é sobre esses bens que ele tá dizendo. Agora, uma joia, um bem de valor eh de pagamento, é uma espiga, uma coisa assim corriqueira. Você não tem como falar: "Essa espiga era minha, ela tem 600 caroços". Então tem todo uma discussão aqui que é bem interessante. Agora, Elará, olha que coisa linda. Se você tá passando na estrada e teu irmão tá com o burro carregado, gente, o brasileiro às vezes leva pela literalidade, porque a gente vê os saques nas estradas de carga, você fala: "Tão querendo aliviar a carga". E não é, não é uma falta de educação nossa a essa atitude é uma falta de de educação. Olha o que que a lei judaica tá dizendo. Se o burrinho tiver cansado e não aguentou carregar, ajuda a levantar, ajuda a carregar. Se você passou e viu o teu irmão com pneu furado, vamos dizer, ajuda a trocar. Se você viu o seu irmão com o que quer que seja, auxilie. Porque você tá auxiliando o burro e o seu irmão. Então acho que vocês vocês vão querer comentar. >> Eu quero chamar o Adriano porque já são 23:23. Eu vou chamá-lo para ele estar conosco. >> Vai comentar, professor, alguma coisa ou não? Eu eu só queria dizer que essa esses quatro versículos me lembram da solidariedade com o irmão, independente de pecos por raça, e que nós temos uma parábola que discutimos, estudamos profundamente sobre isso, que é a parábola do bom samaritano que está lá em Lucas >> e que estará no volume dois das nossas nossas parábolas que já estão sendo corrigido. Quer dizer, Jesus com a parábola do Bom Samaritano, ele trouxe essa lembrança do Deuteronômio 22. E ainda há quem diga que Jesus não tinha nada a ver com judaísmo. Lamentavelmente ele ensinou, ele orientou e ele serviu como manda a Torá que ele jurou fidelidade a ela. Não vim destruir a Torá os profetas. Tá em Mateus 5, 17, 18 e 19. Então, realmente o que você tá dizendo aí, o que Jesus na parábola do

u e ele serviu como manda a Torá que ele jurou fidelidade a ela. Não vim destruir a Torá os profetas. Tá em Mateus 5, 17, 18 e 19. Então, realmente o que você tá dizendo aí, o que Jesus na parábola do bom samaritano, o homem tava assaltado, tava caído, passou o sacerdote, passou o doutor da passou o levita e quem nem teve coração humano e solidariedade foi aquele que era o discriminado de então, o samaritano que não gostava, que não se entendia muito bem com o judeu. Deus. Isso me lembra esses versículos, essa parábola. É isso que eu queria registrar. Adriano, meu amigo, para você fez algum sentido? Você é advogado, não é? >> Sim. >> Para você talvez tenha algum sentido, né? Porque tem umas para você faz sentido a lei, mas a gente às vezes eu olho algumas questões, eu falo: "Gente, como pode?" Então, isso que eu disse, por exemplo, cheguei aqui, professor segurou numa ponta, eu na outra. Ah, esse aqui é meu. Automaticamente metade de cada um. Se você não exigiu seu direito e você disse metade é meu tá falando metade da sua metade diante do juiz. Você tá falando: "Olha, eu só quero 25%". Tem lógica numa discussão de direito? Não, não direito como nosso, né? >> Mas tem um direito tributário, né? >> Olha, olha, professor, olha. Elará, >> quem é? Quem é? >> Cafazinho. >> Uma pintura mediúnica dele. >> Nossa, que maravilha. Põe num quadro, Álvaro. >> É um quadro. >> Ah, mas você vai colocar lá no centro, não vai? >> Ah, é muito grande. [risadas] >> Ah, não importa. Você não vai pegar uma um centro grande agora? >> Bom, é verdade. >> Não põe lá numa sala destacado. Que coisa linda. Fiquei arrepiada. >> É, quando ele desencarnou na última encarnação aos 7 anos. Nossa, como tá bonito. Que lindo. Quem foi que pintou isso, hein? >> O Lívio, um amigo nosso, um médium tanto. Ele recebeu a pintura, >> ficou maravito de Kos. Nossa, eu queria fazer um >> Eu queria fazer um comentário sobre o texto. >> Claro. >> O comentário que eu iria fazer é o pronome de tratamento usado nessa história. Me ouvindo?

ficou maravito de Kos. Nossa, eu queria fazer um >> Eu queria fazer um comentário sobre o texto. >> Claro. >> O comentário que eu iria fazer é o pronome de tratamento usado nessa história. Me ouvindo? >> Hum. >> Hum. >> Cortou. >> Qual é o pronome lá? >> Congelou. Jorito, >> travou, travou a imagem e a voz. Chegou agora. Chegou. >> Tá difícil hoje o negócio aqui. >> Voltou, voltou, >> voltou, né? >> Voltou. >> Ele chama de irmão. Quando o teu irmão >> é, >> ele não diz do teu próximo, ele não diz do teu amigo, do teu vizinho, ele chama do teu irmão. Eu achei tão bonito isso. >> Compaixão, né? É porque embora a gente veja a palavra irmão, a gente sabe que esse irmão não é o irmão de sangue, mas é aquele que >> é >> que você vai ver como teu irmão. >> É o necessitado, no caso. >> É, eu eh não não precisa ser necessitado. Eu eu tenho um jumento, o jumento dele se perdeu, eu vou lá, ó, deixa o jumento dele aqui. Quando ele chegar eu entrego para ele, porque ele é meu irmão. Um irmão não faz isso pelo outro irmão. Se se eu tiver dois irmãos vizinhos e o o jumento de um irmão entrar na propriedade, ele segura aqui e quando o irmão aparecer, olha, o teu jumento passou aqui, pode levar. Aí eu vou repetir uma coisa que eu já falei uma vez aqui faz muito tempo já, mas eu vou me repetir porque se repete, né? vai ficando velho. É a história de uma visita que o o meu querido Wagner Moura, o iniciador da Fraternidade Sem Fronteira, deu como resposta num programa de entrevista na televisão, quando o apresentador perguntou: >> "Por que você faz esse trabalho que você faz?" Na hora que ele fez, passou 1000 respostas na minha cabeça. Pgou só para mim que que eu responderia. Nossa, eu pensei tanta coisa. E o Wagner respondeu: "Porque eles são meus irmãos". Acabou. E é verdade. Se você tivesse um irmão de sangue seu passando necessidade, você dividia o que a metade do pão que você tem com ele. Seu irmão, como é que não vai dividir? Então, quando diz o teu irmão teve uma dificuldade, aconteceu que eh o

sangue seu passando necessidade, você dividia o que a metade do pão que você tem com ele. Seu irmão, como é que não vai dividir? Então, quando diz o teu irmão teve uma dificuldade, aconteceu que eh o o o boi do teu irmão se perdeu, você segura, guarda e traga para ele depois. Você não vai ficar com a o o boi do seu irmão. E eu achei assim divino a forma de tratamento entre as criaturas, sendo chamados de irmão. Muito bonito. Sem som. Sem som, Álvaro. >> Fantástico, né? Excelente observação. Maravilhoso. >> É perfeito. >> Vai dizer o quê? Vai falar o quê, Adriano? >> Para para encerrar com chave de ouro ou temos algum outra algum outro aspecto a ser trabalhado aí? Por hoje estamos encerrando. >> Não, não, a gente vai encerrar aí porque a gente vai entrar em outras discussões são de de caráter de gênero daí para baixo. Então, a gente vai ficar até aí, né? >> Gostei da de abrir o sefer porque entrou assim com muita força e, né? muito muito muito muito positivo aí a a influência, o esforço do Alvinho pra gente abrir essa >> subst, >> começar o 22 do Seifer. Muito interessante. >> É bacana, né? Eh, gente, é incrível. 3500 anos atrás, Adriano, >> às vezes a gente não tem vontade de tomar o que é dos outros, vamos dizer assim. >> Tem, afinal, o achado não é roubado, né? >> Exato. A gente ainda traz ditados assim e traz compreensões de, ah, não, um tem muito, outro tem pouco. Ditado de de insensibilidade humana, achado não é não é roubado, né? Alguém tá, se para mim foi um ganho, alguém tá tá infeliz pelo prejuízo e podia ser. Eu só conheço, eu só conheço uma pior do que achado não é roubado. Como Deus te dê em dobro tudo que tu me desejares. Essa é para acabar, meu amigo. >> É [risadas] verdade. >> É, olha, como diria um amigo meu, é para acabar com o pique de Goiás, Adriano. >> E tem muito e é bom, viu, Alvinho? [risadas] Pelo amor de Deus, eu gostaria que eles acabassem todos. Daqui de Rondônia, fosse tudo para Goiás, tudo, ficasse nenhum. >> Deixa eu deixa eu contar uma uma

tem muito e é bom, viu, Alvinho? [risadas] Pelo amor de Deus, eu gostaria que eles acabassem todos. Daqui de Rondônia, fosse tudo para Goiás, tudo, ficasse nenhum. >> Deixa eu deixa eu contar uma uma situação interessante aqui para vocês rapidinho. Eh, Luís Felipe Escolari, né, o Felipão, treinador da seleção brasileira, teve uma vez que ele esteve aqui em Goiânia e não conheci o Piquê. E aí ele foi almoçar não sei onde e pegou o carço do piqui, colocou na boca e mordeu. [risadas] >> Vixe Maria, >> contam essa história aqui que aí teve até, me parece que ir para hospital para tirar os espos da boca. Ele >> dizem que ele teve essa passagem aqui. O piqui é muito bom, mas você tem que ter cuidado. >> É verdade, >> pessoal. Reta final. Reta final, >> recados finais. Aí, alguém tem algum recadinho? Deixa eu já ver a nossa próxima data aqui. >> Meu recado é que eu gosto de piqui. >> Eu vou mandar para você. >> Quem tiver manda, né, quem quiser manda. >> E coentro também, porque o pequ é que nem o coentro. Ou você ama ou você odeia. >> Não, o coento você pode você pode trazer para mim que eu adoro o coento. Adoro. >> Eu também adoro. >> Ah, meu filho, eu me criei comendo coento. Eu não sabia nem o que era salsa aqui no Nordeste é coentro. >> Ah, nossa. Coentro é coentro é tudo numa comida. Salsa. Eu vou explicar pro senhor. É o coentro da chope. É isso. Mas o o sabor do olha o molho de coentro com caldo de feijão de corda verde. Nossa, >> meu Deus do céu. >> Eu como sem nada, eu como sou que ninguém me chama para ir pra Paraíba. Eu eu misturo um caldo verde. É um caldo verde de qualidade. >> Olha >> de Moisés a Kardec também é culinária. >> Olha, enquanto enquanto o Adriano localiza a data, eu vou dar um >> 4 de novembro. Jorgeto, próxima data nossa. >> Ó, eu eu vou falar para vocês, vou contar uma coisa. Se a gente tivesse que fazer um prato para representar o de Moisés a Kardec, seria Rumus, que é lá do Oriente Médio, cuentro, pequi açaí. Gente, isso deve ser maravilhoso.

vocês, vou contar uma coisa. Se a gente tivesse que fazer um prato para representar o de Moisés a Kardec, seria Rumus, que é lá do Oriente Médio, cuentro, pequi açaí. Gente, isso deve ser maravilhoso. >> Tem tem uma pergunta aqui. Amanhã tem história do cristianismo? Se >> tem tem amã tem sim. Quer dizer, se Deus permitir, né? Não posso garantir nada, mas ó >> eu falei uma coisa no comecinho da live aí. Eu vou falar agora é é mais uma divulgação. Eu já tinha falado antes, mas é o seguinte. O meu filho pegou todo o material que eu tinha armazenado aí durante esse tempo todo e formou um site com esse material. Então, gostaria que vocês visitassem, que às vezes a gente procura uma coisa ou outra. E esse site eu tentei reunir tudo que eu tenho nesse lugar. O site é www.elarat.com. br. Tá bom? Se alguém tiver interesse, pode pegar aí. >> Ah, temudo, né? >> Temudo é >> www.elah.com.br comemudo. É o meu nome.com.br. Tá tudo lá. A gente ainda tá mexendo. Ainda vou melhorar mais algumas coisas dentro dele. Vai ficar ainda melhor. Ele já tá pronto para ser. Eh, isso, esse eu acho que não tem sess não. Acho que é só HTTP. Não tem essa. >> Jorginho, copiei, copiei e colei, viu? >> Ah, tá. Então é isso mesmo. >> Isso mesmo. >> É www.com.br. É isso mesmo. >> Se digitar, se digitar só elar.com.br cai também, tá? Cai lá também. É >> isso que inclusive quando você entra no site aparece elahá.com.br. >> O professor tá aprontando ali. Eu conheço essa risada. Menino, [risadas] menino levado. Que que foi, professor? >> Tô registrando aqui a a nossa participação. >> É ou não é? >> É maravilhoso, né? >> Então, então nós podemos ficar aqui 4 de novembro, se Deus permitir, a gente volta a participar, certo? Encerremos então. >> Sim, >> presumivelmente. Sim. >> Então vamos lá. 4 de novembro, nosso próximo encontro, como disse o Elará, se Deus assim permitir, né? E mas se Deus quiser, estaremos juntos com essa alegria, com essa parceria, com e eh e ã tendo a satisfação de ver tanta gente bacana acompanhando aqui, se

o disse o Elará, se Deus assim permitir, né? E mas se Deus quiser, estaremos juntos com essa alegria, com essa parceria, com e eh e ã tendo a satisfação de ver tanta gente bacana acompanhando aqui, se manifestando no chat. Isso é muito bom. É, é, é o reconhecimento que a gente tem em relação a esse trabalho maravilhoso que é feito aqui eh pelo professor Severen Celestino, Jorgita Elavar, Morai, né? Eu sou um intruso que caiu de paraqueda aqui e algumas bobagens, né? Tentando tentando apresentar, mas com muita com muita satisfação mesmo, pessoal. Vamos lá, então. Quem vai fazer a prece de encerramento para nós? Jorito, >> eu faço, eu faço, faço porque eu acabei entrando depois injustificadamente, né? Então eu me penitencio. Diferente do Álvaro, eu não estava em tarefa, eu tava conversando, gente, e eu perdi a hora, [risadas] acredita? Eu eu eu lembrei do da da live até às às 9:05. Aí às 9, 9:10 eu comecei uma conversa e eu esqueci. Quando eu me dei conta tinha passado do horário, me desculpem, me perdoem. fez falta, mas fez muita falta, mas está >> perdoado. >> Eu poderia mentir, mas eu poderia mentir dizer que eu tava com tava no trânsito. >> A sua sinceridade desmoralizou qualquer um que tivesse qualquer um ressentimento. Você já tem já tem eh currículo. Deus me abençoe. >> E e nada melhor que a verdade, né, professor? >> Com certeza. Eu só >> vamos orar. >> Vamos, meu filho. >> Senhor, Senhor, Senhor, Senhor das nossas vidas, sustentáculo das nossas histórias de vida, força das nossas almas. Nós reverenciamos a tua presença nas nossas existências e nos curvamos diante da tua excelça sabedoria que nos oferece nesta existência todo este material extraordinário para que decifremos os enigmas da vida e aprendamos através da tua lei a excelitude da tua presença derramada sobre a história. Senhor da vida e Senhor de todas as coisas, nós, as tuas criaturas, reunidas em torno da tua palavra e do teu nome, reverenciamos a tua divina presença na criação que tu mesmo compuseste,

a história. Senhor da vida e Senhor de todas as coisas, nós, as tuas criaturas, reunidas em torno da tua palavra e do teu nome, reverenciamos a tua divina presença na criação que tu mesmo compuseste, agradecendo do fundo das nossas almas a chance de podermos ser contados entre aqueles que iniciam o processo do conhecer a ti e a nós mesmos para a libertação das nossas almas. Deixa com que a tua mensagem de luz penetre fundo as nossas almas, não apenas oferecendo luz para os nossos cérebros, mas cicatrizando as feridas profundas que trazemos em nós pelo nosso reiterado afastamento das tuas leis. Obrigado assim pela tua misericórdia que nos traz de volta para o aprisco para tratar as nossas pisadas. Obrigado por tudo, Senhor. Que as tuas bênçãos estejam sobre nós. Que a tua graça cubra as nossas existências sobre a misericordiosa paz que tu derramas sobre todos os teus filhos. Muito obrigado, senhor. >> Que assim seja, meu irmão. >> Graças a Deusinho. Beijo no coração, Jorginho. >> Beijo no coração. >> Professor Severino, beijo no coração. Então é isso. >> Vamos encerrando. Próximo encontro, dia 4 de novembro. E nós aguardamos vocês, então, ansiosamente para o nosso próximo momento juntos, tá bom? Fiquem com Deus. Deus nos guie. Até a próxima.

Mais do canal