De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ >> Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui neste dia 4 de novembro de 2025 para darmos continuidade a a essa série tão especial e que faz tão bem a tanta gente. Deixa eu já trazer aqui pro nosso palco, professor Severino Celestino. Seja, deixa eu fazer igual o Jorgito, professor. Seja bem-vindo, professor Severino Celestino. [risadas] Você também. Boa noite, Adriano. Você que é apenas o máximo. Bom somos nós, não é? Gratidão imensa a Jesus, a Deus por poder estar aqui com você. Um abraço carinhoso nos nossos queridos internautas, que são o motivo ou que representam o motivo maior de estarmos aqui todas as noites. Agradecendo a você que assiste conosco ao vivo, a quem assiste depois, porque é como diz Jesus, a verdade é que nos liberta. Então, a gente procura diminuir a dificuldade de entendimento de vocês, sem vencer, logicamente todo o conteúdo da Torá, nem muito menos do evangelho, muito menos da doutrina. Mas a gente estuda junto, reflete, procura eh levar questões para reflexões, sempre acreditando que acima de tudo é Jesus o nosso mentor maior, é a luz vem dele, a informação vem dele e nós usufruímos disso na melhor forma que podemos dentro dos nossos limites de conhecimento. É uma felicidade muito grande estar aqui com vocês, aguardando meus queridos irmãos Jorjito e Morderai, que devem estar entrando a qualquer momento conosco, mas eu fico realmente sempre honrado e feliz de poder estar com você inicialmente que é o nosso timoneiro, né? você que dirige o barco para o melhor melhor porto possível e a gente tá feliz também com a sua presença entre nós. >> Meu Deus do céu, que responsabilidade. Professor, fala assim não que eu fico até [risadas] ó, eh, Gesiel, Ramos de Goiânia. O Gesiel, será que é o Gesiel da casa de Orip? Se for, confirma para mim aí, por favor, Gesel. pessoal, eh nós nós seguramos um pouquinho, até demoramos, né, para para entrarmos aí ao vivo, porque a gente tá
l, será que é o Gesiel da casa de Orip? Se for, confirma para mim aí, por favor, Gesel. pessoal, eh nós nós seguramos um pouquinho, até demoramos, né, para para entrarmos aí ao vivo, porque a gente tá aguardando aí o o o Álvaro, o Álvaro Morderai, ele tem um trabalho lá no Cisco de Luz, justamente na segunda-feira à noite, né? Por isso que geralmente atrasa um pouquinho. >> A segunda não terça, né? >> Ô, desculpa, terça-feira. Terça, hoje é terça-feira. as terças-feiras, o Cisco de Luz, então trabalho lá eh é realizado às terças-feiras, por isso que ele geralmente entra depois, né? E o Jorgito a gente segurou um pouquinho para para ver se ele entrava, ele ainda não entrou, então a gente tá esperando notícias dele, tá? A gente tá tentando falar com ele aqui. Estamos aguardando notícias. O Gesel confirmou aqui que realmente é o Gesel da Casa de Euríptes, uma casa muito importante, muito, tem um trabalho excepcional aqui em Goiânia, Goiás. E a gente conversando, né, professor, tanta gente de tantos lugares diferentes, né, a internet trouxe essa possibilidade de de ligar eh vários pontos espalhados pelo mundo inteiro para que estejamos juntos. É muito bacana, né? Exatamente. Olha, eu tava vendo também aqui com você antes da gente entrar a nossa querida irmã eh, Celminha Denmark, né, lá dos Estados Unidos, que já viajou conosco. É, é sempre aquela monitora nas nossas viagens. Ela é muito, mas muito interessada, muito estudiosa, muito, eh, como a gente costuma dizer aqui no Nordeste, perguntadeira, né? Ela pergunta [risadas] realmente >> e quem quem pergunta porque quer saber e ela não nos deu nem boa noite, botou assim já com uma pergunta, a caracter dela, né? Pergun, eu vi aqui, já tá separado aqui. >> É. E ela coloca você, vamos fazer o seguinte, vamos fazer a nossa prece, não é? E depois a gente começa, antes que os meninos comecem, eu vou adiantando a pergunta da Celminha, >> que é um assunto que a gente já vai começando logicamente dentro dos nossos limites, né, a esclarecer que tanto para
começa, antes que os meninos comecem, eu vou adiantando a pergunta da Celminha, >> que é um assunto que a gente já vai começando logicamente dentro dos nossos limites, né, a esclarecer que tanto para ela como para outras pessoas vai ser interessante a pergunta dela. É uma pergunta curiosa, mas uma pergunta de muita importância para a gente dar as explicações que ela quer. >> Perfeito. O senhor faz a prece pra gente, professor? >> Faço sim, com muita alegria. É, vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedindo a ele toda assistência possível, toda a luz de que necessitamos para iniciar o nosso estudo da noite com os nossos queridos irmãos internautas. Jesus amigo, te agradecemos por mais esta oportunidade. Permite que sejamos assistidos, tanto eu como Jorge e o Álvaro, nessa missão de procurar estudar com humildade, com simplicidade, sem a profundidade que é necessária, mas tudo depende do nosso limite de conhecimento. Mas nós te entregamos, Senhor, em tuas mãos tudo que for necessário da nossa parte para assistir os nossos queridos irmãos esclarecendo suas dúvidas, porque através desses esclarecimentos eles vão se libertando, enriquecendo o espírito, a intelectualidade, o conhecimento, que é realmente o maior objetivo desse nosso estudo, para que possamos pôr em prática, pelo conhecimento, as luzes que recebemos de ti e de todos os enviados que tu dispersasse por todo este planeta. Gratidão, Jesus. Muito obrigado por mais esta oportunidade. Ilumina e assiste o nosso irmão Adriano, que tem a responsabilidade de coordenar esse estudo e o tem feito com muita propriedade. Saúde e paz para todos nós, para as nossas famílias. Tenhamos todos uma noite de muito estudo e de muita alegria e muita paz. Que assim seja. Graças a Deus. >> Que assim seja. Graças a Deus. Boa noite, Jorgito Elarrá. Boa noite, meu Deus. Boa noite, meu Deus. Rapaz, foi uma sacrifício para tentar entrar aqui hoje, ó. [risadas] Olha, o sacrifício tá o sacrifício tá sendo geral, viu, Jorgito? Porque Adriana
o Elarrá. Boa noite, meu Deus. Boa noite, meu Deus. Rapaz, foi uma sacrifício para tentar entrar aqui hoje, ó. [risadas] Olha, o sacrifício tá o sacrifício tá sendo geral, viu, Jorgito? Porque Adriana também teve dificuldade de entrar. Eu também tive, mas graças a Deus consegui. E agora você com a mesma notícia, né? Não sei quem é que não tá gostando do nosso estudo que tá querendo interromper, mas seja, meu irmão muitíssimo bem-vindo nesta noite. Você que é um de suporte, eu não vou chamar dessa trindade porque a gente não acredita em trindade, né? Mas desse trio, né? Você [risadas] é uma, como dizia Paulo na sua carta aos Gálatas, é uma das colunas desse programa de muita importância e você e o Álvaro são os meus guias no bom sentido, não é guia espiritual, mas guia material que coloca a gente para a fraternidade, para o entendimento, para a luz de que nós possamos caminhar em harmonia, como tem sido feito até o presente e que com certeza assim será até o final. Muito boa noite para você. Eu apenas disse a palavra amém do prece de abertura você apareceu. Foi aquela aquele aquele raio de luz que piscou, acendeu e emplacou. Seja muito bem-vindo, querida. Ai, muito obrigado. Muito obrigado. Olha, hoje hoje eu tenho que sair um pouquinho mais cedo que eu vou pegar um voo e eu vou ter que 10:30 sair para poder ir pro aeroporto. Tô em Fortaleza. Tô pegar um voo hoje, tem que correr para lá. >> Tu tá fazendo o que em Fortaleza? Foi visitar mamãe? Foi. >> Foi visitar mamãe. >> Ah, ela tá bem. Tá bem. Eu estive em Natal, eu fui a Natal, Mossoró esse final de semana. >> Sim. >> E aí eu peguei um ônibus em Mossoró e vim para cá. Mossoró ainda tá muito fria, tá nevando por lá? Não, >> ainda tá nevando. [risadas] Todo mundo de trenó. >> Nossa. >> Não, mas a noite, a noite esfria, né? a noite. >> É, meu filho, mas a primeira vez que eu fui a Mossoró, eu vou lhe dizer, eu adoeci 10 minutos depois que cheguei lá. Tava tão quente, mas tão quente, que eu perdi a voz. Eu fiz um seminário com a
. >> É, meu filho, mas a primeira vez que eu fui a Mossoró, eu vou lhe dizer, eu adoeci 10 minutos depois que cheguei lá. Tava tão quente, mas tão quente, que eu perdi a voz. Eu fiz um seminário com a boca encostada no microfone e eu mesmo não me ouvia. Imagina a plateia. Foi assim uma faringite daquelas terríveis por causa do da alta temperatura, porque tava perto dos 40. Quando eu cheguei lá, ô, ô professor, vamos aproveitar então que o Elarrá vai ter que sair daqui a pouquinho. Vamos aproveitar a presença dele, então. Já vamos fazer trabalhar. U, >> é verdade. >> Já temos duas perguntas aqui, já posso colocar? >> Pode, coloque. Pela ordem. >> Vamos mandar. Vamos mandar. >> Vamos trabalhando, né, Jorinho? >> Então, vamos lá. Ó, pergunta da Celinha de Marque. >> Eh, a Cabala, ela pede perdão se não é assim que se escreve, né? É um eh é um livro à parte da Torá. >> Não, a Cabala não é um livro. Cabala é um conjunto de conhecimentos. É como se você perguntasse assim: "O espiritismo é um livro diferente do Novo Testamento?" Espiritismo não é um livro. Espiritismo é um uma doutrina, é um conjunto de princípios. E a Cabala, ela não é um livro. Cabala é um uma que está em diversas obras diferentes e cada dia aparece mais uma. O primeiro livro que traz o conhecimento da da Cabala é o Zoa, que foi um livro escrito, segundo a tradição judaica, por Abishmon Barihai, um período ali próximo à destruição do templo de Jerusalém, um pouquinho depois é quando a Cabala é escrita por Rabishimon Barolha. Existe algumas pessoas que dizem que foi Rabishimão que escreveu, que a obra é bem posterior, isso existe, mas a tradição judaica diz que não, que é essa obra foi escrita por Rabichimon ali próximo do ano 70 e depois muitas outras obras surgiram e tem uma segunda obra muito importante na Cabala chamado Shar Hagulin, o portal das reencarnações, esse da idade média que traz conhecimentos muito muito profundos sobre como é que funciona, eh, como é que funciona a dinâmica da lei de causa e efeito na leitura
Hagulin, o portal das reencarnações, esse da idade média que traz conhecimentos muito muito profundos sobre como é que funciona, eh, como é que funciona a dinâmica da lei de causa e efeito na leitura judaica. É um livro muito interessante e tem muitos outros. Eu tenho vários livros de Cabala na minha casa, mas ela não é um livro, tá? Cabala é, você pode, de repente, chegar num num local e tá escrito Cabala, ã, mas ele disse que não era um livro e aqui eu tô vendo um livro. É, eu posso chegar e encontrar um livro Espiritismo, eh, a doutrina consoladora, mas ele não é, o Espiritismo não é um livro, ele é um conjunto de princípios, tá? Então, não é isso não. Acabala agora, esse esse conjunto de princípios realmente ele não ele ele não é integrante na Torá, mas ele interpreta a Torá, entendeu? A Cabala, ela pega a Torá e faz uma leitura simbólica de tudo aquilo que está dentro dela. Então, pega um texto, o que que a Torá fala? Ah, a Torá fala que o povo do Egito, o povo hebreu estava preso no Egito e o faraó prendeu o povo, tornou ele escravo. Isso é o que tá escrito no livro do Êxodos. A Cabala, que é o conjunto das interpretações, lê isso tudo simbólico. O povo judeu é o é o self e o faraó é o ego. O ego prendeu o self. Então você tem que libertar o o self do ego. E aí o egoísmo e o orgulho do faraó são exatamente os instrumentos do quais o ego se vale para aprender o self. É isso que a Cabala faz. Pega tudo que é colocado de forma literal. e dá uma leitura parabólica para todas as coisas que estão ali dentro. Daí os eventos que estão dentro da Torá, que são eventos, são histórias, né, literais, a Cabala vem e reinterpreta isso como se tudo fossem parábolas, tudo fossem metáforas, que eles chamam de símbolos. E eles vão pegando o texto, chamando de símbolos e vão >> OK, >> OK, OK, OK. >> Me parece que todos nós estamos com a internet oscilando, né? Os três. >> É, eu também >> também. Tem hora que tá dando uma congeladinha, pessoal. Então, a gente já pede a compreensão aí de vocês. Quando
parece que todos nós estamos com a internet oscilando, né? Os três. >> É, eu também >> também. Tem hora que tá dando uma congeladinha, pessoal. Então, a gente já pede a compreensão aí de vocês. Quando quando alguém de nós congelar, é oscilação da internet, tá? Me parece que nós três estamos tendo alguma dificuldade nesse sentido. Professor, o senhor tem o senhor tem algo a complementar aí acerca do assunto? >> Eu tenho eu tenho um comentário, não é complementar, né? que tudo que que o Jorgito falou aí é é muito importante. Apenas eh falar que a cabalar, como na verdade é palavra, o substantivo do verbo lei cabelo, em hebraico, significa receber. Então, cabalá é recebimento, recebimento da inspiração do alto para entender a mensagem da Torá. Então, em conta disso, a Cabalá sempre foi um um estudo místico, como bem Jorgitou. >> No quarto nível de interpretação da Torá, que é o SOD, que é secreto, Cabalá trabalha desse nível. Então, ele é profundo. Existir realmente obras de diversos rabinos sobre a cab, >> né? O Zoa é um desses. Olha, tá aqui que a gente acabou de falar dele. Você você vai encontrar. Zoa é um livro cabalista e tem outros também. Essa os grandes cabalistas do planeta estão numa cidade da Galileia chamada Safed. Ali foi de onde saíram os maiores cabalistas do planeta. E você tem um grande que eu gosto muito dele é o Berck, que é esse aqui. Olha, tradução acabalá. Tem essa obra que eu acho eh muito boa do rabino Davi Acuper. Aqui ele tem acabalá e a mística e a prática do misticismo judaico, onde tá escrito Deus é o verbo. Então você vai encontrar também o caminho, que é outra obra de Berg. Tem muitas, tem muitas. Tem cabalado o dinheiro, cabalado a comida, tem você vai encontrar assim, Celminha, uma gama de livros e de obras incontáveis e inesgotável. Por isso que ele colocou muito bem, não é um livro, é um conjunto de estudo místico judaico. E tem mais um detalhe, no judaísmo, só quem pode estudar acabar lá é o homem. E depois dos 40 anos, antes disso, ele não
ele colocou muito bem, não é um livro, é um conjunto de estudo místico judaico. E tem mais um detalhe, no judaísmo, só quem pode estudar acabar lá é o homem. E depois dos 40 anos, antes disso, ele não tá autorizado para estudar. Aqui em São Paulo tem uma um grupo cabalístico na rua Conselheiro Brotero e eu fui lá procurar, eu tenho obras dele, tenho um conjunto de informações que eu trouxe em espiral sobre Cabalá. Eu estive também em Telviv numa livraria cabalística. Imagina, eu trouxe quase uma mala de livro naquela época que não tinha limite de não tinha limite de de de peso. Fui eu, minha mulher e meu menino. Cada um podia trazer 65 kg. Imagina. Então eu trouxe uma mala mesmo. A mala rasgou quando chegou em Lisboa e me deram outra mala porque não aguentou o peso dos livros. Mas porque eu eu entrei no maior centro cabalístico do planeta lá em Telaviv. Então é é uma cultura, eu admiro demais até até o CF e cirá é um livro cabalístico que a gente fala muito aqui que a gente Jorge e e Álvaro falaram muito na na tá sem sem som Jorgito. >> É verdade. O CFI eu esqueci dele. >> É que é o livro >> dele é o primeiro. Então antes do Z >> é olha daqui ó. Eu tenho ele aqui, ó, sefeirá, que é o livro da criação, o livro da, tá vendo? Que é do rabino a capla. Esse tá com editado pelo o rabino eh a capa, que é o livro da criação. Então, Celminha, é muita coisa, como bem Jorgito disse. Agora, todos eles falam da Torá. Isso aqui é interessante. Às vezes eles pegam um versículo, eles pegam um só versículo, não é, Jorget? Exploram de forma, disse secam, interpretam e acham coisas ali que e eu aprendi muito bem em Israel, um provérbio que diz que aonde tem trê dois judeus t três opiniões diferentes e quatro partidos políticos. Por quê? Cada um interpreta ao seu modo, cada uma tem o seu ponto de ver e todos se respeitam. Não há unidade de entendimento, mas a respeito diante da diversidade de entendimento e de compreensão da Torá, fruto de estudos. É tanto que Jesus, no tempo dele, no sermão do
er e todos se respeitam. Não há unidade de entendimento, mas a respeito diante da diversidade de entendimento e de compreensão da Torá, fruto de estudos. É tanto que Jesus, no tempo dele, no sermão do monte, ele deu uma interpretação da Torá oral, que existia naquela época, só oral. Depois é que a Torá, vamos vamos dizer a a os livros, né, sobre a Torá oral, é que foram escritos, que é o o como é o nome, Jorge, da coleção do do interpretação doutoral oral, Talmud. O Talmud são 73 volumes de interpretação oral da Torá. Então aí entra tudo. Maimone foi também um grande estudioso desse assunto lá no século XI, que é o o Moché, né, que dizem até aquele tem um provérbio no judaísmo que diz assim: "De Moisés a Moisés nunca houve ninguém como Moisés". falando de Moisés, tal, falando de Moisés, o legislador, e falando de Moisés Maimônides, ele vai entrar novamente, tá vendo? >> Aí >> agora tá melhor >> agora sim. Agora eu tô pelo celular agora. Vamos dar, Agora vai dar certo. >> Agora deu. Tá melhor a imagem. E melhor o som, viu? Melhorou. >> Ah, sim. Eu tô agora pelo celular porque o notebook. >> Então, sobre sobre a primeira pergunta, são essas as pequenas, >> ínfimas e, vamos dizer assim, pobres observações nossas sobre a Cabalá. >> Eu tenho uma pergunta da Marilda muito interessante. A Marilda pergunta assim: "E as interpretações não se chocam? Eh, podem ser contraditórias, está tudo certo, desde que todos se respeitam. Exatamente isso. >> Isso. >> Essa é uma das coisas mais bonitas, porque o Rabis assim, sabe como é que eu enxergo isso? Eu enxergo isso dessa forma. O outro f, sabe como é que eu vejo? Eu vejo dessa outra forma. E aí tá tudo bem. É lógico que existe um contorno que não pode ser eh desconstruído. Quem vai poder dizer que existem vários deuses? A ideia do Deus único, ela tá preservada. Ou seja, tem alguns princípios que são base do judaísmo e que não podem ser desfeitos, mas eh as interpretações, nossa, são cabe o infinito aí, cabe o infinito e essa beleza que o judaísmo tem, que é a
u seja, tem alguns princípios que são base do judaísmo e que não podem ser desfeitos, mas eh as interpretações, nossa, são cabe o infinito aí, cabe o infinito e essa beleza que o judaísmo tem, que é a grande força dele, né? Exatamente. >> Essa é a força. >> Eles interpretam todos os dias a parachá da semana. Cada rabino tem uma explicação. Ele, olha, o Talmud diz assim: "A Torá tem 70 maneiras de ser interpretadas para quem sabe traduzir do texto original. Mas eles têm um conceito sobre a interpretação da Torá que eles dizem o seguinte: "A Torá é uma grande rocha quebrada sobre o martelo da interpretação em milhões e milhões de pedaços. Cada pedaço interpretado não perde a origem da mensagem. Por isso que ela é semelhante a uma rocha quebrada em pedaços sobre o martelo da interpretação. É exatamente isso. Não há contradição, há um respeito e e muitos sempre além de respeitar, alguns até admiram a forma como o outro vê, porque tem muito tradicionalismo judaico bonito, belo, respeitável, que a gente, eu pelo menos, eu me encanto com a forma que eu vou descobrindo que cada um tem de ver coisas dentro de um texto que eu já passei 1 vezes por ele e não vi. Aí alguém vai lá e vê aquilo é uma, para mim é um achado magnífico que vai cada Eu não se tá sem som, Jorgito. Eu não sei com você, Jorgito, mas comigo e cada pedacinho daquele que chega novo abre um horizonte infinito na minha interpretação e no meu conhecimento. Não, >> o que eu acho interessante é que eu já passei pelo texto e já vi. Aí alguém vem, faz um comentário sobre aquele texto, digo, não, não tem isso lá, não tem isso aí. Aí assim, volta para rapaz, não é que é mesmo? >> Por exemplo, >> eu peguei uma vez muito curioso em que na morte de na morte de Abraão, que diz assim: "E estes foram os dias e os anos de Abraão". Aí o o rabino discutindo por que que ele disse esses são os dias e os anos. Porque não disse só esses são os anos ou só esses são os dias. Por que que são os dias e os anos de Abraão? Aí diz porque
". Aí o o rabino discutindo por que que ele disse esses são os dias e os anos. Porque não disse só esses são os anos ou só esses são os dias. Por que que são os dias e os anos de Abraão? Aí diz porque Abraão usou no bem todos os dias que a vida lhe deu. Então ele ele viveu bem todos os dias de todos os anos que a vida lhe concedeu. >> Maravilhoso, né? Aproveitou todo o tempo possível. >> Isso. É essa que é a ideia. É >> de não desperdiçou. >> É o tempo >> viveu dias e anos ligado a Deus, sintonizado com Deus. Não perdeu o tempo. >> Ó, deixa eu só fazer um esclarecimento rapidinho aqui acerca das mensagens que vão chegando por meio aqui do chat. tem muita mensagem, né, eh, comentando, eh, eh, cursos do professor Severino, do Jorgito e eh fazendo comentários afirmativos em relação a algo que é colocado aqui. Eh, e a gente não lê porque se ler uma mensagem tem que ler todas, né? E aí não tem jeito. [risadas] Aí nós vamos passar a live toda só lendo mensagem. Eu uma vez até saí colocando as mensagens uma por uma na tela, mas aí o próprio público reclamou porque eh eh me parece assim que tira muito a atenção do pessoal, né? Então é por isso que a gente não não lê, tá? >> É só as perguntas, tá bom? A gente lê só as perguntas e não tenham dúvidas. O o o Jorge Alará, o professor Severino Celestino, eles estão lendo aí todas as mensagens, tá? Eles estão acompanhando tudo, eles estão lendo cada mensagem que vocês estão enviando aqui pra gente através dos chats, tá bom? Mas nós focamos aqui nas perguntas para dar tempo de de de responder. E já vou passar para outra aqui, ó. E essa aqui, >> considerando a natureza das penas no judaísmo, como foi a morte de Estevão? Não me pareceu que ele que ele foi atirado do alto antes do apedrejamento. >> Sim, >> Maria José. >> Exato. A narrativa que nós temos no livro Paulo Estevan realmente não nos dá essa imagem de que ele tenha sido jogado do alto, até porque ele teria sido apedrejado ali no nas proximidades do templo mesmo, né? E o que a gente tem é as práticas
Paulo Estevan realmente não nos dá essa imagem de que ele tenha sido jogado do alto, até porque ele teria sido apedrejado ali no nas proximidades do templo mesmo, né? E o que a gente tem é as práticas judaicas que às vezes determinadas gerações ou determinadas populações não seguem. Se eu for pegar as tradições judaicas que existem, meu Deus, tem ritos os mais diversos possíveis que nem todas as comunidades admitem. Às vezes você tem um uma baliza que é apontada por uma corrente de rabinos e essa essa essa informação não é absorvida por outros. Então isso também acontece. Eu tenho muitos muitos detalhes da PR. Se você for participar de uma reunião de um Shabat, de acordo com a região do mundo onde você vai, há diferenças nos rituais. Na forma como aquilo é feito varia. eh que é o o o a sequência dos passos que tem das músicas que são cantadas, o próprio sotaque altera músicas. Então, existem tradições que não necessariamente são absorbidas por todas as pessoas. Então, quando há interpretações de rabinos que colocam determinadas verdades, não obrigatoriamente todos os outros se alinham com esse mesmo pensamento. Essa é a beleza que o judaísmo tem, né? Essa a capacidade de de recepcionar todos os pensamentos que existem. Você tão tem, por exemplo, eh, segmentos judaicos que você não pode assubiar, é proibido. Se o judeu não assubia quando corta as unhas, não pode jogar as unhas assim, tem que reunir as unhas e ou joga no vaso sanitário ou ou joga no lixo, mas as unhas são tidas como uma coisa que não pode ser desperdiçada, não pode ser jogada. a gente corta a unha, ela pula lá longe. Fou, o judeu vai lá para catar porque não pode. Mas existem muitas regras que são feitas e que decorrem das eh interpretações que os rabinos apresentam. Então, numa determinada época, num determinado período, dependendo da qual era a corrente dominante que estava dando as regras no templo, você pode seguir uma forma ou pode seguir outra. É isso. Se for um saduceu, se for um fariseu, se for um
nado período, dependendo da qual era a corrente dominante que estava dando as regras no templo, você pode seguir uma forma ou pode seguir outra. É isso. Se for um saduceu, se for um fariseu, se for um grupo mais ligado ao aos essênios, tem práticas diferentes, mas são todas práticas judaicas. Então, o fato de a gente ter até comentado aqui sobre o apedrejamento do alto não significa dizer que obrigatoriamente todas as vezes que alguém é apedrejado tem que ser dessa maneira, porque as coisas estão postas, as interpretações que os rabinos fazem eh são cabíveis dentro da leitura que eles fazem do texto. Acredito que o texto não fala, que é do alto que joga. Isso acaba sendo mais uma prática que se estabeleceu na execução da pena, mas eh isso é plenamente passível de de ajustes em função culturas que o judaísmo tem de expressão, né? Essa colocação, Jorgeto, de Maria José, eu sinto que ela tá se referindo ao que Álvaro falou a semana passada, que a gente falou, né, no último programa, que a pessoa era colocado no alto, era empurrado em cima de uma pedra e aquele que acusou é que teria que empurrar. Era que empurrava, né? >> Não é? E eu tenho a impressão, Jorgito, que a morte de Thago, irmão de Jesus, foi dessa situação. Ele foi empurrado e ele sobreviveu naquela e terminaram de de É. Aí foi feito, eu acho que foi até com com taco de de madeira que ele foi eh terminaram a execução dele. >> É isso aí, ó. Tem outra pergunta aqui do Cosm. Já posso colocar já? Já encerraram essa? >> Eu acho que sim. Creio que era isso só que a gente tinha para colocar sobre essa pergunta da Maria José. >> Não sei se Jorgito tem mais alguma observação. >> Não. >> Então vamos lá. Ó, a pergunta do Cosm. Boa noite. Com relação ao nome de Abraão, era Abraão, como seria em hebraico e como ficou em hebraico? Seria >> em hebraico seria Avram. Abrão, Ave, né? Eh, pai, Abraão, era o nome dele. Agora, Abraham aí passou a ser pai de um povo, porque em hebraico o povo é Iam. O homem da terra chama Yam Ha raar, é o
ia >> em hebraico seria Avram. Abrão, Ave, né? Eh, pai, Abraão, era o nome dele. Agora, Abraham aí passou a ser pai de um povo, porque em hebraico o povo é Iam. O homem da terra chama Yam Ha raar, é o homem comum. Então, Afram, pai de um povo, pai de uma nação, foi o nome dele como ficou. Era Abrão, a tradução, como bem tá colocada aí, Cosmo, e Abraão. Antes ele era Abraão, Abram, e depois passou a chamar Abraham no no hebraico. Ele queriu essa desinência com a palavra yam, como também Abraham, que também podia ser a terceira pessoa do plural, pai deles, mas aqui é pai de um povo. Iamo é povo. Ave Iamo, pai de um povo ou pai de uma nação. Esse esse é a etimologia da palavra Abraão, que é como ficou. quer acrescentar, Jorgetar, alguma coisa? >> Só no sentido de que dentro do judaísmo existe muito essa prática de numerologia, né? Então, se ah, se você tem esse nome, isso significa isso ou isso significa aquilo. Tanto que a mulher dele também teve troca de nome. Ela tinha um I no final do nome, se caiu. E ela quando cai o I final se chama Sara. >> É Sarai. Era Sarai. Ela era tará e virou sara. E isso de certa maneira eh reforça esse essa visão de que o nome da pessoa tem uma estreita relação com eh com a forma como a pessoa tem eh se comportar, né? Então, ah, se a pessoa tem tal letra no nome, então isso tem alguma coisa a ver com aquilo. Eles estão muito ligados a esse aspecto simbólico. Então, por isso essa mudança do nome, mas é tudo uma questão de representação mítica de que o nome representa a personalidade do indivíduo, né? >> E aí, Georgito, entra até aquela pergunta primeira da Selma, né? Cabauristicamente isso tem um valor muito grande, porque o quarto nível de interpretação >> é é o nível só, que é baseado na gemátria ou gematria, que é o valor numérico de cada palavra. >> Uma letra a mais vai representar outra coisa. Por isso que é importante. Avrão é diferente de Abraham numericamente falando ou cabalisticamente falando. Boa noite, Álvaro Morter Raiz, seja muito
a. >> Uma letra a mais vai representar outra coisa. Por isso que é importante. Avrão é diferente de Abraham numericamente falando ou cabalisticamente falando. Boa noite, Álvaro Morter Raiz, seja muito bem-vindo. Estávamos aqui ansiosos para ver esse rosto tão conhecido, tão, tão nordestino, embora sendo paulista, né? Mas seja muito bem-vindo, muita paz para você, meu filho. Uma boa noite. >> Tão rechonchudo. Eu demorei porque eu fui buscar um negócio. Eu eu queria trazer algo para vocês. >> Olha aqui que que eu queria trazer. >> Ah, isso aí eu tenho também. Mas o tem gente não tem, professor. >> Olha só de quem que é o prefácio. >> Jorge Elará, >> meu Deus. >> Meu Deus. Saiu lançamento do nosso amigo professor deus. A segunda edição do primeiro volume tá relançado. Bonita essa capa, hein? >> Ficou belíssima. E eles lançaram também uma uma no Instagram um link mostrando uma gravação muito bem feita com que estão divulgando na internet. E realmente ficou uma capa admirável, um papel excelente. A a a o rosto belíssimo de um Jesus judeu aqui no no começo das páginas. Tão vendo, ó? Cabecinha coberta. >> Cabecinha coberta, >> que é que é exatamente a página mais clara onde a gente pode fazer eh autografar o livro, certo? Tá. E lá na contracapa tá escrito realmente prefácio de Jorge Elará, o que ele colocou a respeito. E aqui no centro eu, o que eu levei a semana passada foi embora, o que eu levei hoje foi embora. tá tendo uma saída assim bem bem lancei na Federação Espírita no sábado passado que eu tive lá uma uma mesa redonda interreligiosa eh com o Deninho aqui de Pernambuco e o pastor Bruno da Igreja Batista aqui de João Pessoa. Nós lançamos lá, autografamos bastante e ele tá tendo Diga, Jorgita >> tá na minha hora. >> Você já vai, meu filho. Eu tenho >> Vai embora. Ele vai ter que voltar. Vou pegar agora. Tô em Fortaleza. Vou pegar o volo para ir. >> Ah, manda um beijão pra sua mãe. Olhe, se você souberícia que a sua saída provocou lágrimas, sou eu e Álvaro, viu? Mas a gente a gente sente demais a sua
Tô em Fortaleza. Vou pegar o volo para ir. >> Ah, manda um beijão pra sua mãe. Olhe, se você souberícia que a sua saída provocou lágrimas, sou eu e Álvaro, viu? Mas a gente a gente sente demais a sua ausência, mas a gente compreende. Faça uma boa viagem, viu? Deus abençoe. >> E tudo de bom para você. Tá bom, meu filho. >> É, minha minha rede melhorou pelo celular porque pelo computador realmente não tinha menor condição. Ela tá travando. >> Tá bom. Pelo celular tá mais >> agora. Melhorou. É, melhorou. Melhorou. >> Tudo bem. A gente essa vez a gente te perdoa. Ela é também. >> Eu acho que eu acho que para não perder voo vale tudo, viu, querido? Eu >> é >> quando eu penso em aeroporto, >> quando eu penso em aeroporto, eu me estresso. É o único lugar que eu me estresso, porque até hoje eu não vi dizer que o avião esperou ninguém, a não ser o avião do presidente espera por ele, mas o restante não espera por ninguém, >> não. Eu eu eu sou muito apavorado pouco. >> Eu também sou. >> Eu também sou. Sou bem cuidadoso. >> É, eu nunca perdi um voo na minha vida. Até hoje >> eu já perdi. >> Ave Maria. É, é terrível. Eu já perdi voo dentro do aeroporto. Vocês querem saber? >> Adiciono se dormiu? >> Não, o cara grampeou as a sequência 1 3 2 e não 1 2 3. Aí eu vi o primeiro, cheguei em Brasília, fiquei esperando o voo. Aí quando eu cheguei lá, não, esse voo aqui sai lá de de Viracopos. O seu voo já saiu, era de tarde, agora já é de noite. Eita! Eu fiquei preso. >> Meu Deus. >> Paz me deu um suor na hora quando o cara disse: "Você perdeu o voo?" >> Eu suei que a minha camisa ensopou na mesma hora. Coisa impressionante. >> E não tem coisa mais de deprimento do que suar no ar condicionado. Fiquei fiquei impressionado com esse fenômeno. Eu suei. >> Aí eu fiquei, >> fiquei desesperado. Moça conseguiu uma vaga para mim. Aí eu cheguei, eu tava indo para Paranavaí, entendeu? De São Perior do Paraná. Eh Mas é isso, gente. >> Turminha boa de Paranavaí, né? >> É, eu tô tô montando aqui, tô ajeitando
uiu uma vaga para mim. Aí eu cheguei, eu tava indo para Paranavaí, entendeu? De São Perior do Paraná. Eh Mas é isso, gente. >> Turminha boa de Paranavaí, né? >> É, eu tô tô montando aqui, tô ajeitando aqui já a minha mala já para sair. >> É a primeira vez que eu vejo alguém arrumando mala para ir pro aeroporto online é essa, viu? É a primeira vez. Eu sempre aprendo com meus amigos. Sinceramente, gente, >> e a Maria, a Maria, >> tchau, meu filho. Vai com Deus. Desejamos que Jesus, boa viagem, viu? Bom, >> obrigado. >> Vá com Deus, meu filho. Agora somos nós. Antes vamos essa pergunta. >> É, onde pode adquirir o livro? A Maria Regina tá perguntando, >> olha, o nosso livro, ele está em todas as livrarias do Brasil, vai ser distribuído de Manaus a Porto Alegre pela Interivros. Em São Paulo vocês encontram no Cisco de Luz, o Alvem livro lá, já recebeu da editora em João Pessoa, aqui na nossa casa, no Bom Samaritano, na Federação Espírita. Eu também deixei alguns lá à disposição para quem quiser pegar lá. E eu vou dizer a você no momento, viu Álvaro, eu tomei a liberdade, já divulguei isso hoje na nossa casa, eu acho que essa obra vai representar o melhor presente de Natal que alguém poderia dar nesse período de final de ano, porque é uma obra, eu não digo a melhor, mas eu digo que é a única nesse gênero. Não existe nenhuma outra. em que trate o assunto parábola de Jesus. >> E a gente fala desinteressadamente, né, professor? >> Claro, claro. Desinteressadamente, porque a gente tem autoridade para dizer isso, porque qualquer todas as rendas é em benefício das nossas casas. >> Sim. >> Então, a gente a gente não vive nem nada dessas obras. Eu até deixo aondde aonde eu tô chegando, eu deixo o QR code porque já cai na na conta do centro. Então você pode você pode fazer um um eh um presente de Natal para um amigo com essa obra que ele vai agradecer a você, tá? Um livro muito muito muito bom. E a gente já aproveita para dizer a vocês que é uma segunda edição. É uma >> mais de 2.000 correções, né, professor?
igo com essa obra que ele vai agradecer a você, tá? Um livro muito muito muito bom. E a gente já aproveita para dizer a vocês que é uma segunda edição. É uma >> mais de 2.000 correções, né, professor? É, >> nós fizemos foi muito >> corrigido, recorrigido, reorganizado. O hebraico a gente revu, eu vi, o Álvaro recorrigiu, eu recorrigi mais uma vez porque às vezes na hora da diagramação o programa não aceita as letras, sai truncado da forma ocidental e é um trabalho, mas a gente fez com muito esmeiro, com muito cuidado. Está a a o material está bem apresentado. É a primeira, o volume número um do Evangelho de Mateus, agora publicado pela Interlivos. E o volume dois está em preparação no prelo para nós, no prelo pra gente colocar logo que esteja eh em ordem, vai sair a segunda parte que é o Evangelho de Lucas, parábolas em Lucas, primeira parábolas em Mateus. E estamos programando eu e o Áudio para agora em janeiro a gente se encontrar para preparar o terceiro volume, porque ela vai ter uma coleção acho que de quatro volumes. Volume um, do Cada volume vai ter essa mesma capa, porém em cores diferentes. O volume dois não vai ser azul, vai ser um um lilás, por exemplo. Ou aí o outro já tem uma outra cor, mas a capa vai ser padrão assim. Tem essa palavra eh ramechalimelhua as parábolas de Jesus escrito em hebraico. E evangelho de Mateus aqui caracterizando que esse volume um tem como base o evangelho de as parábolas em Mateus, que é o capítulo 13 do evangelho dele. O volume dois vai est do mesmo jeito, é parábolas de de Lucas, que é as parábolas que está no volume dois, que já está pronto. Então, só reorganizando e corrigindo. E o segundo volume vai sair eh Árvor Morderai, Sivino Celestino, não siverino celestino e al moder como tá no primeiro, porque aqui a gente não tem nenhum interesse de supramagia de quem quer ser o primeiro, quem quer ser o segundo. Então sai no outro, sai no outro, vai alternando até acabar. OK? Então aonde vocês procurarem, pode procurar que vai est a
interesse de supramagia de quem quer ser o primeiro, quem quer ser o segundo. Então sai no outro, sai no outro, vai alternando até acabar. OK? Então aonde vocês procurarem, pode procurar que vai est a disposição em todas as livrarias do Brasil. Pode cobrar no seu centro, nas federativas, todos os locais de biblioteca vão ser distribuídos. >> E nas livrarias virtuais também? >> Também, também, >> tá? >> Também >> que o pessoal perguntou aqui isso se >> também vai ter. Também vai ter. Bacana. Bacana. Muito bem. >> Eu tenho, eu tenho até um link aqui que eu recebi. Eu não sei se Álvaro recebeu. Tu recebeu, Álvaro? Que o que o que o Ricardo mandou pra gente? >> Não sei, professor, >> que eu vou até é Jorgito, não. Ô, Adriano, passar para você para ver se você se você quiser, você pode abrir aí, >> tá joia? >> E passar paraas pessoas. e até divulgar agora aí para as você ver como ficou. Tá muito bom o material. Eu vou mandar para você, Adriana. Se você conseguir abrir, você coloca para as pessoas verem como está a divulgação, tá certo? >> Tá joia. >> Acabei de enviar. ver se chegou aí no teu celular e vê se tu tem condições de de colocar no pras pessoas. É um f é um é uma um filmezinho de 1 minuto e meio, não vai atrasar a nossa exposição não, mas você pode ir vendo aí a condição de abrir, preparar que a gente vai falando aqui o quando tiver pronto você diz: >> "Professor, tem dois vídeos, é o apresentação ou teaser." >> Eu acho que é apresentação. Você abra aí que você vai ter que saber. Eu acho que é essa apresentação. >> Eu vou, enquanto a gente vai enquanto vocês vão respondendo a pergunta aqui, eu vou tentando abrir. >> Eh, olha só, mandar abraços paraa Selma Denmark, que tem uma pergunta aqui, >> e pra Teca Filizola. Elas que estão nos Estados Unidos, né, sempre acompanhando aqui o de Moisés a Kardec, estão sempre também comigo no Gés Fano Espiritismo toda segunda-feira às 19 horas. Selma Demarque, Teca Filizola, valeu demais, obrigado por estarem conosco, assim como
ando aqui o de Moisés a Kardec, estão sempre também comigo no Gés Fano Espiritismo toda segunda-feira às 19 horas. Selma Demarque, Teca Filizola, valeu demais, obrigado por estarem conosco, assim como eh o pessoal que tá aqui, né? Tem muita gente que tá com a gente na na segunda-feira à noite e eu fico muito feliz mesmo e mando aí beijo para todo mundo. Por exemplo, a Flávia, Flávia Teodoro tá sempre nos acompanhando também na segunda-feira às 19 horas no G falando espiritismo. Então já fica o nosso agradecimento. Tem tem mais gente aqui que eu tava tentando lembrar aqui, mas não tô encontrando, mas enfim, só agradecer. Ó, deixa eu já deixar mais >> é a apresentação, viu? Não é a segunda pai, não tem apresentação. >> Deixa eu deixar um, eu vou deixar a pergunta do Eduardo para depois e eh da outra pergunta da Selma, porque ela é ela é mais profunda. Então eu vou fazer a da vou colocar a da Selma primeiro. Ela pergunta aqui, ó. Os nomes de Abraão e Sara não foram trocados por ordem do anjo de 10 para eles serem >> de do anjo de Deus, né? Do anjo de Deus. >> Para isso, >> porque ela ela botou um apóstolo aí, mas o apóstolo era de apóstolo. É o não, D, apóstolo s. Isso >> viu, seu d apóstrofo s. Deus, porque ele não escreve Deus por por >> certo para eles terem um filho que tanto queriam. >> É com você, Alvinho. Veja aí. >> Aí foi, foram trocados, né? Era Abraão, virou Abraão e Sará. E virou Sará. >> Sara. É, >> mas é que o senhor tava explicando antes, a hora que eu entrei, o senhor tava explicando sobre isso, né? >> Exato. Exato. Abraão, porque era Abraão, né? Abramo passou a ser Abraham e Sara era Sarai, que significa minha princesa. E ficou sará. Só saiu o Iud, que é é o possessivo, né, da primeira pessoa, Cheli, né, Sarai. E Abraham é pai de um povo. Yam e hebraico é povo ou pai de uma nação. É isso, né? Agora ela pergunta aqui para eles terem o filho que tanto queria. Não, a troca não foi por causa disso não, viu, Celminha? Eles realmente trocaram de nome por uma
povo ou pai de uma nação. É isso, né? Agora ela pergunta aqui para eles terem o filho que tanto queria. Não, a troca não foi por causa disso não, viu, Celminha? Eles realmente trocaram de nome por uma por uma questão muito maior do que isso. O fato deles terem filho. Foi foi muito depois, quando ele já Abraão já tava com 90 89 anos, que o os três mensageiros ou malachim ou anjos eh passaram no deserto e ele recebeu bem. E aí eles disseram que tinham vindo os três espíritos, um para eh sarar, curar Abraão, que tinha sido circuncisado aos 89 anos. Depois para um outro para destruir Sodoma e Gomorra e o terceiro para tornar Sara Fércio, que aí que quando ele disse que no ano seguinte viria para passaria para ver o filho deles, aí Sara sorriu. O verbo hoke em hebraico é sorrir, mas é é o nome iniciaria chamar it's hack significa ela sorriu. Mas sorrir, nessa expressão é sorrir com gargalhada, é assim de incredulidade, porque como ela já era muito idosa, então ela sorriu assim escancaradamente, como a gente diz aqui no Nordeste, com exagero, como se fosse um sorriso de quem não estava acreditando no que o anjo estava dizendo. Por isso que ele disse o nome dela vai ser dele vai ser Itshack significa ela sorriu. >> E tá sem som. >> Pronto. Agora sim. Antes da próxima pergunta já colocamos o vídeo agora. >> Coloque. Se já tiver pronto, pode colocar. Olha como ficou. >> Uma obra sobre o evangelho. As parábolas de Jesus. Visão judaico [música] cristã. espírita foi cuidadosamente estruturada para oferecer ao leitor uma compreensão profunda, sólida e inédita das parábolas registradas no Evangelho de Mateus, escrita por Severino Celestino e Álvaro Mori. A obra nasce da convergência de décadas de estudos [música] acadêmicos e espirituais. Reúne domínio das línguas originais, pesquisa histórica e o olhar sensível de quem vive a mensagem do Cristo. [música] O livro traz ao leitor uma abordagem que une as tradições judaicas, cristãs e espíritas, permitindo decifrar os significados ocultos por trás das
r sensível de quem vive a mensagem do Cristo. [música] O livro traz ao leitor uma abordagem que une as tradições judaicas, cristãs e espíritas, permitindo decifrar os significados ocultos por trás das palavras de Jesus e compreender o evangelho com clareza. e profundidade. O prefácio assinado por Jorge Elará reforça a singularidade desta obra ao reconhecê-la como um resultado único na decifração dos códigos ocultos do Evangelho. As parábolas de Jesus já está disponível nas principais livrarias, plataformas digitais e distribuidores. uma obra para estudar, compreender e se sentir mais próximo de Jesus. >> Parabéns, professor. Se não fosse pelo senhor, parabéns, professor. Se não fosse pelo senhor, não teria feito. >> Que é isso? você deu um suporte a esse livro que eu procurava há 35 anos como espírita. É uma história muito interessante. Eu vou aproveitar aqui, já que tem um bocado de amigos nos assistindo, mas eu sempre tinha vontade de fazer um estudo das parábola de Jesus, mas eu nunca me julguei com essa condição de fazer sozinho. Eu me arvorei de fazer o trabalho sobre traduções bíblicas, parábolas sobre cristianismo primitivo, >> porque eu sou professor de judaísmo de cristianismo primitivo. Então eu tava na minha praia e também conhecendo o hebraico, eu me arvorei no direito de traduzir os textos originais e comentá, >> né? E mas fazer um trabalho sobre parábolas para mim era algo muito mais profundo, de muito maior responsabilidade. Então eu pedi a um espírito amigo que eu vou me avorar no direito de eh nãoar quem é para ninguém pensar que eu tô obsediado, tô querendo ser maior, menor. Não vou dizer, mas eu pedi a espíritasse alguém que pudesse fazer esse trabalho comigo. E eu fui fazer um participar de um de um seminário aqui em João Pessoa num teatro imenso com com 5.000 pessoas na Pedra do Reino. E quando terminei o teatro, o o teatro, a apresentação, né, todos já no encerramento, chegou um colega de Campina Grande, Santana Florinda, médico Santana Florinda, com um jovem junto dela e me
Reino. E quando terminei o teatro, o o teatro, a apresentação, né, todos já no encerramento, chegou um colega de Campina Grande, Santana Florinda, médico Santana Florinda, com um jovem junto dela e me apresentou. Olha, professor, isso aqui é Álvaro. Ele é, ele estudou em Israel, ele fala hebraico. Aí, olha, eu, a gente quando fala uma língua como hebraico no Nordeste, você não tem com quem falar. Aí quando eu aí eu já entrei com ele, né, a T da Meit perguntei você fala hebraico, aí ele respondeu na bucha, né? Aí eu perguntei e faltar, onde você estudou? Aí ele disse birucha lá, aí matou-me, né? Tá. Aí chegou. Aí eu entendi perfeitamente pra espiritualidade que ali estava a pessoa que eu estava precisando, porque ele fez rabinato eh em no Meacharim, que é o bairro mais ortodoxo de Jerusalém, só tem judeu. E também estudou em Benebraque, que é outro bairro que tem em Tela Aviv, aonde eles falam o ID, que é uma mistura de hebraico com alemão. Então o Álvaro para mim é a pessoa que estava aí eu comecei ali depois conversei muito pouco com ele, mas depois fui saber que ele tinha estudado com os filhos do rabino Bzecrii a sinagoga 5 anos no Beit Rabal que ele era da linha de Lubavite do Reb de Lubavite, né, da corrente racídica, judaica e eu fiquei, era tudo que eu queria, né, mas eu fiquei na minha, fiquei quieto. E passou o tempo, quando foi na no Isso foi mais ou menos em janeiro e no carnaval do ano seguinte eu fui para pra Campina Grande, que eu participo do MIEP todo ano. Quando cheguei lá, ele tinha sido convidado para participar também do MIEP. Acho que foi a primeira vez que ele falou lá em Campina Grande ou aqui no Nordeste, não foi Árvor, eu acho que foi. Ele tava, ele e uma uma namorada que ele tinha na época. E quando eu abracei ele, eu senti a voz diz assim: "Está aí quem você precisava". Aí eu fiz um convite assim, uma coisa muito atípica, porque não teve nem clima de de convivência para eu fazer esse convite. E eu fiz o convite a ele dessa minha intenção e ele tocou na hora. E aí
a". Aí eu fiz um convite assim, uma coisa muito atípica, porque não teve nem clima de de convivência para eu fazer esse convite. E eu fiz o convite a ele dessa minha intenção e ele tocou na hora. E aí a gente, de repente a gente tava fazendo lives e lives e live e o primeiro volume tá aí. é uma realidade, porque foi promovido não por mim, por ele, mas pela espiritualidade que nos utilizou todo conhecimento que ele tem de judaísmo, todo o conhecimento que eu modestamente adquiri com 61 anos de estudo da Bíblia, eu comecei 64 no seminário, eu devo isso à igreja católica. >> Quantos mil anos, o senhor falou de estudo da Bíblia? >> 61. nessa encarnação. É. E e aí a partir daí eu vi que nós fomos instrumentos utilizados. Esse trabalho é um trabalho feito exatamente por duas pessoas que não tm interesse nenhum material nesse trabalho. A nossa alegria é espiritual. É tanto que é o primeiro livro que eu lanço fora da editora que eu lancei os outros, porque o Alvo achou que a gente tinha que divulgar mais, que se fosse ficar só a cargo daqui da nossa editora, não teríamos a condição que você tá vendo esse material que eu apresentei agora, foi produzido pelo o o o diretor da eleitora interlídos, que a gente acabou de lançar, o primeiro que a primeira edição que a gente fez aqui aqui pequena, já esgotou ligeirinho, ligeirinho. E essa ele tava me dizendo hoje, falei com ele hoje que está sendo tendo uma aceitação assim imensa e ele tá investindo muito nisso, na divulgação, no é uma é uma editora que tem uma condição maior, né? Porque a Candeia é uma grande agora é é uma grande editora e a distribuidora é a Boa Nova, ambos de Catanduva. Então, em São Paulo aí não vai faltar livro para ninguém. e em outras cidades do Brasil, em outras livrarias. E ele e ele faz mais o seguinte, se a gente vai fazer um seminário, por exemplo, em Recife, quando a gente chegar lá, ele já enviou os livros, já tá lá esperando por a gente, então a gente não vai ter problema tá levando caixa de livro de de
te vai fazer um seminário, por exemplo, em Recife, quando a gente chegar lá, ele já enviou os livros, já tá lá esperando por a gente, então a gente não vai ter problema tá levando caixa de livro de de aeroporto, essas coisas todas, não. Aqui mais próximo a gente tem os nossos que ele envia da primeira tiragem e depois para onde a gente for, é só comunicar que ele vai entregando, vai distribuindo e não vai faltar livre. Então, a época é muito boa. Aproveite quem está nos assistindo para neste Natal dar realmente um presente de valor espiritual para aqueles que precisarem, para aqueles que gostarem realmente de da verdadeira mensagem de um Jesus que nasceu judeu, viveu judeu e morreu judeu sobre a visão do judaísmo, do cristianismo com Jesus e do espiritismo com Kardec, espírito da verdade. >> É isso, professor. Vamos ao capítulo 22. >> Vamos. A gente começou, não foi? A gente começou da última responder a Maria José, >> versículo 4, né? >> A Maria José Guerbas tá perguntando pelo Jorgito. >> Você chegou agora, Maria José? Ele teve que sair porque ele tem um voo agora. Então ele saiu da live, tá? Ele esteve conosco, mas precisou sair, tá bom? E para comprar o livro você pode procurar a as livr as famosas livrarias aí. eh virtuais, tá? Você pode comprar pela internet, tá bom? Não é isso, professor? Pode, pode pela internet, pode entrar na na interlivros que tem a que é a editora que você compra pela internet, você compra como você preciser. Você é quem sabe. >> Ó, eh, tem mais uma pergunta, eu vou lançar a pergunta e vou deixar vocês à vontade. Tem uma pergunta do Eduardo Delmondes. Ele pergunta para vocês o seguinte: se toda a realidade é uma emanação do ehf, o infinito >> em sof infinito >> é >> até que ponto o livre arbítrio humano é uma ilusão necessária para o próprio infinito se conhecer por meio da limitação? >> Olha, Eduardo, vamos lá. O o livre arbítrio humano, ele não é absoluto. Se isso for considerado uma ilusão, você está certo. Se na sua concepção isso for uma ilusão, está
cer por meio da limitação? >> Olha, Eduardo, vamos lá. O o livre arbítrio humano, ele não é absoluto. Se isso for considerado uma ilusão, você está certo. Se na sua concepção isso for uma ilusão, está certo. O nosso livre arbítrio, ele depende de nossa evolução, tanto quanto intelectual, tanto quanto moral. Por exemplo, imagina que eu tenho uma limitação no entendimento de que a penicilina ou antibiótico é importante contra os bactérias ou que eu não tenha capacidade de trazer um diagnóstico onde exista um contágio com bactérias. Então, o meu livre arbítrio está reduzido pela minha falta de conhecimento intelectual. Assim também se dá a do ponto de vista moral. Então, vamos supor, eu tenho um atrito com o professor Celestino, nós temos uma briga muito grande, ofensas, perseguições um para o outro e nós necessitamos de nos libertar enquanto não existe o perdão, ou seja, enquanto a nossa moral não está robusto o suficiente para que eu venha a resolver esta celuma entre a nossa relação interpessoal, o meu livre arbítrio é reduzido, pois eu estou interconectado fluídicamente ao professor Celestino. Quando eu perdoo, quando nós perdoamos, ou no caso especificamente eu perdoo, eu passo a estar livre daquele processo. Então aqui o meu livre arbítrio, ele sempre é relativo. Não existe livre arbítrio na possibilidade de tudo realizar. Se assim pudéssemos dizer, o ponto máximo do livre arbítrio em analogia seria a condição de um espírito crístico que já alcançou o pleno conhecimento de todas as ciências, toda a sabedoria possível e também toda e completa depuração moral. Ou seja, esse espírito ele é completamente livre, mas o ponto de o ponto que alcança esse espírito crístico é no ponto de estar em comunhão indescritível com Deus. Ele age segundo a vontade absoluta de Deus. Então, de alguma forma, nós poderíamos dizer filosoficamente, o livre arbítrio é o máximo nessa condição e ao mesmo tempo, o livre arbítrio é inexistente, vamos dizer, para os arcanjos, para os espíritos crísticos, para os devas, para
amos dizer filosoficamente, o livre arbítrio é o máximo nessa condição e ao mesmo tempo, o livre arbítrio é inexistente, vamos dizer, para os arcanjos, para os espíritos crísticos, para os devas, para aqueles que se encontram no ponto mais alto de evolução. Por quê? Porque estes almejam única e exclusivamente agir segundo a vontade de Deus. Então o aff a perdão o o infinito, a ele traz o livre arbítrio como uma de suas leis para que nós venhamos a conhecer o progresso espiritual. Quando eu utilizei o exemplo do perdão, é porque se eu tiver com muita dificuldade com A ou com B, eu estou sem o livre arbítrio de me afastar deste, porque tenho o que aprender. Então, o livre arbítrio é uma lei divina assistida pela inteligência suprema para nos orientar da forma mais adequada na atual circunstância, através de provas, de expiações, para que a gente venha conquistar a nossa evolução espiritual. Chegando ao auge e ao topo, a gente já não tem mais imperfeição e já tem todo o conhecimento. Então, naturalmente, teremos a vontade e a condição de agir segundo a plena vontade do criador. Então, eu diria isso, professor. >> E eu não tenho nada a acrescentar, tá perfeitamente eh correto a sua observação. Nós não somos, o nosso livre arbítrio é muito relativo. Ele vai depender do nosso conhecimento, da nossa evolução espiritual. Tem quanto menos evoluído você for, menor livre arbítrio você tem. É, é igual se a gente quiser fazer uma uma metáfora, o aqui no norte, você sabe o o o boi ou cavalo vive num cercado, ele é livre. Solte ele, tire o cabresto, jogue ele na na no pasto, como se diz, ele é livre para ir vir naquele pasto para onde ele quiser, só que da cerca para lá ele não passa 1 mm. Então, o livro abito dele é condicionado a que ele não abuse um pouco mais do que ele tem acesso ou direito de evoluir. É nesse mais ou menos isso que Al falou em outras palavras, é muito relativo. >> Bacana. Vamos então, professor. >> Vamos lá, meu filho. >> Capítulo 22. É, tem no Mercado Livre, tem na estante
voluir. É nesse mais ou menos isso que Al falou em outras palavras, é muito relativo. >> Bacana. Vamos então, professor. >> Vamos lá, meu filho. >> Capítulo 22. É, tem no Mercado Livre, tem na estante virtual, tem na Amazon. O livro tá em todos os lugares. Todos os lugares, tá? Tá. A venda dele tá muito fácil. Se você quiser, ele é autografado, pode pedir pelo Instagram do Cisco de Luz. Então, grupo Cisco de Luz pode pedir lá. A gente manda autografado. Pelo menos o meu autógrafo eu consigo dar. Se pedir pelo Centro Espírito do Professor, você terá o o autógrafo dele. Pode também pode pedir pelo Instagram do Bom Samaritano em João Pessoa. >> Isso aí. Nós temos, inclusive esse filme que eu passei aqui está sendo divulgado no Instagram do Bom Samaritano. Já está livre, já tá circulando. >> Vê de quem você quer o o autógrafo. Se quiser dos dois, aí você tem que comprar aqui ou lá, mandar para cá. [risadas] Vamos lá, professor. Capítulo 22, nós falamos na última semana sobre o cuidado com a propriedade alheia. Então, a gente trouxe como é complexo o sentido e como ele é verdadeiramente, vamos assim dizer, especial e protegido pela lei. A propriedade seja uma propriedade ah imóvel ou seja, uma propriedade móvel. Aqui a gente falou sobre eh perder. E quando alguém diz: "Isso é meu", que essa pessoa precisa de indicar, ah, vamos assim dizer, ela precisa indicar eh sinais naquele bem que sejam aí temstrar que é de sua propriedade. Então, por exemplo, um boi, não, um boi não, um burro. O burro. Aí você fala assim: "Ah, esse burro tem uma eh um machucado na barriga do lado direito. Pá, é suficiente para identificar. Se você encontra um bem monetário, dinheiro, alguém perdeu, você fala assim: "Ah, esse dinheiro era meu, eu tinha uma notinha verdinha igualzinha sua, de R$ 100, professor." Aqui não é válido, porque a o Talmudo vai nos dizer que quem perde o dinheiro imediatamente já sente a ah, perdi o dinheiro na rua. você não vai achar. Imagina você passando na sédio. Se você passou em uma estrada pouco
porque a o Talmudo vai nos dizer que quem perde o dinheiro imediatamente já sente a ah, perdi o dinheiro na rua. você não vai achar. Imagina você passando na sédio. Se você passou em uma estrada pouco movimentada também você não vai dizer que você achou eh que você tem esperança de encontrar o dinheiro. O vento levou, qualquer coisa pode ter acontecido. Então, a gente falou também sobre a obrigação que se você vê um animal carregando um uma carga pesada e ele caída, é obrigação sua auxiliar, levantar a carga daquele animal. E aqui a gente entende que isso serve para todos os pontos da vida. O princípio da caridade é esse, é quando a gente encontra alguém em maior dificuldade, nós devemos então nos movimentar em auxílio desse. Isso foi basicamente o que a gente falou, professor. >> Foi inclusive eu citei como exemplo a parábola do bom samaritano, que é o samaritano não perguntou >> religião, ele viu a necessidade daquele homem caído na estrada. É exatamente esse o significado da solidariedade da humanidade, misericórdia que a gente tem que ter para com todos. >> Eh, então agora tem um um ponto, esse próximo versículo, próximo, o próximo versículo é um ponto um tanto quanto, vamos assim dizer eh nos dias de hoje delicado, >> obsoleto, obsoleto quase, né? >> É. Eh, aqui vai ter uma proibição do travestismo, ou seja, de se utilizar a roupa de homem ou mulher ou vice-versa. E a gente entende que aqui no momento em que nós estávamos, talvez há 3000 anos atrás, teria mais sentido. Segundo a doutrina espírita, a gente não observa a condição de alguém pela sua vestimenta, pela sua orientação sexual, o que quer que seja. Nós temos o maior de todos os respeitos e acreditamos que nós devemos ser pessoas moralizadas, pessoas dedicadas ao bem, devotadas à caridade, à construção do amor e do bem. Portanto, eh, à luz da doutrina espírita, nos dias de hoje, nós entendemos que muito mais do que como você se veste, como você se sente, com quem você se relaciona, a grande proposta é a transformação moral,
o, eh, à luz da doutrina espírita, nos dias de hoje, nós entendemos que muito mais do que como você se veste, como você se sente, com quem você se relaciona, a grande proposta é a transformação moral, é a elevação a espiritual, a conquista prática do bem, eh, em todos os caminhos. Isso está acima dos de toda prática exterior. Então, não sei se o senhor quer comentar alguma coisa, professor. >> Eu só me lembrei aqui, ó. Sabe de quê? Só rapidinho. Eu me lembrei aqui da do filho pródigo, que quando ele volta naquela época e ainda hoje, você sabe entre os ortodoxos, a vestimenta é uma identidade do seu possuidor, né? Porque quando o filho pródigo volta, o pai manda colocar uma túnica, um anel, uma sandália, deu-lhe a identidade, eu diria assim, fenótipa, que identifica um judeu em qualquer situação. Então, eu só me lembrei no sentido da identidade que a vestimenta representa para o o hebreu, até mesmo na época de Jesus, com essa parábola que ele fala do filho pródigo. Mas nada eu teria acrescentar. É, então, professor, eh, temos aqui uma outra mitvá, um outro mandamento muito interessante que vai do 226 ao 228. Quando você encontra um ninho de pássaros no caminho sobre uma árvore, sobre o solo e este contenha filhotes ou ovos e a mãe esteja sentada sobre os filhotes ou os ovos chocando, você não pegará a mãe de cima dos seus filhotes. Você sempre mandará embora e então pegará o filhote para si, para o seu próprio benefício, e isso te dará vida longa. Na verdade, é aí que termina. É só o 22 6 e 7. Então é um mandamento, professor, extremamente interessante. Ele tá conectado com honrar pai e mãe. Então nós entendemos segundo o livro dos espíritos, muito claro, trazido de maneira muito clara por pelos espíritos, trazido também por Emmanuel dentro do livro A caminho da Luz. nós a caminho da luz, não, perdão, o consolador que ainda nós temos a necessidade de ingestão de proteína animal. E aqui está se falando sobre colher os ovos de um animal ou pegar o filhotinho para você multiplicar, para
, não, perdão, o consolador que ainda nós temos a necessidade de ingestão de proteína animal. E aqui está se falando sobre colher os ovos de um animal ou pegar o filhotinho para você multiplicar, para você criar, o que quer que seja. Então aqui existe algo correlacionado ao honrar pai e mãe, porque no honrar pai e mãe está escrito: "Esseus dias serão aumentados sobre a terra". E quando a gente lê aqui, quando você afasta a mamãe para depois, para ela não ver que você pegou os ovos, para, quem sabe, eu não sei dizer se é isso, mas quem sabe para ela sentir menos dor. Não sei qual é o sentido. >> Sofrer menos, né? Seria perguntos, né? É uma lei de bons tratos aos animais. Eu uma das primeiras, né, professor? A primeira de todas é a lei de Shabat, mas aqui diz que a nossa vida, os nossos dias serão prorrogados sobre a terra quando a gente vive dessa forma. Bacana, né, professora? É linda esse essa >> é muito bacana, Árvora, porque a gente se lembra exatamente de honrar pai e mãe para que os teus dias sejam longos. Porque você vê que aqui ele diz a mesma coisa, né, para que seja bem prolongado os teus dias. E lá no Êxodo 20 tá dizendo para que teus dias sejam prolongados na terra que o Senhor Deus te te dará. É é é muito interessante também, porque naquel naquela época a noção de mundo espiritual ainda não era tão tão clara como é hoje, não é? a gente a eles não conheciam os céus com a mesma condição que a gente fala hoje. Para ele, chamaim era o lugar de onde caía a chuva, era essa ideia. Então eles tinham, a ideia que eles tinham era viver mais, seria a promessa. Por isso que vem com essa promessa de teus dias sejam longos na terra que o Senhor Deus te concederá. E também com certeza a honra aqui, né, de a gente respeitar. E eu ainda me lembrei de outra coisa aqui, viu Álvaro? Lá na criação é o o Mera Reffet, não é não é uma uma proteção. É Deus ser semelhante a a árvore que choca seus ovos, a a a águia que fica sobre a montanha protegendo seus filhos. Então aqui é eu achei assim porque eu
o o Mera Reffet, não é não é uma uma proteção. É Deus ser semelhante a a árvore que choca seus ovos, a a a águia que fica sobre a montanha protegendo seus filhos. Então aqui é eu achei assim porque eu considero na criação o Merahft é aquela aquela aquela passagem que fala que a terra vivia num caos, né, torro, vavorro, né? E o espírito de Deus parava sobre eh merafet, sobre que ele parava como aqui no Nordeste a gente tem uma árvore chamada peneira, que ela fica no ar com as asas abertas balançando e não sai do lugar. ela para no ar. Então assim é como diz os rabinos, a forma como Deus via o caos que se encontrava o planeta. E ele depositou todo o seu amor em providenciar com a palavra da criação da luz para que a paz e a harmonia viesse. Então aqui essa mãe que protege os seus filhos com muito amor, ela não pode ter a tristeza de ver seus filhos mortos ou levados sem o seu conhecimento. Então tirando ela primeiro, ela realmente ela vai sofrer menos. Aí entra aquele aquele provérbio que os olhos não vê, o coração não sente, né? E existe ainda mais uma coisa aqui que eu vejo, o respeito à ecologia, a natureza, né? Porque aquela mãe, ela pode ter outros filhotes, ela pode te chocar outros ovos, você não tirou, não interrompeu naquela linha de de genealogia ou toledote, você não interrompeu aquele ser que pode repetir o gesto de ter novos filhotes, novos ovos e a vida não será interrompida naquela geração. Aí a Sandra pergunta: "Qual o sentido de viver mais por honrar o pai e a mãe?" Tem todo sentido, só que você precisa sair da letra. Vamos lá. Tá escrito assim: Cavra Merra, Lema. Amarás teus eh teu pai e tua mãe para sempre, para eternidade. Lemã é sem fim, é sempre. Rab >> não, Lê o Lam, né? Leam, né? É no sentido de lê o lama para sempre, né? É. Então, vamos lá. Como que eu vou colocar, como que eu vou honrar para sempre? Bom, eu preciso de fazer atos verdadeiramente luminosos, de caridade, atos verdadeiramente de luz, só assim. Então, o exemplo que eu gosto de usar é eh o exemplo de Francisco de
ou honrar para sempre? Bom, eu preciso de fazer atos verdadeiramente luminosos, de caridade, atos verdadeiramente de luz, só assim. Então, o exemplo que eu gosto de usar é eh o exemplo de Francisco de Assis, que sangrou o coração de seu pai na praça pública, porém honra eternamente Lemaam. Então, viver mais é no sentido eh da presença inap a presença que não se apaga através dos atos que trouxeram honra verdadeira. aos seus pais, mesmo que eles não compreendessem o sentido disso. Então aqui você está honrando o poder criativo de seus pais. Seus pais lhe deram a vida e por isso é suficiente. Aqui também você tá honrando a vida que foi dada por Deus. Então, a conexão de viver mais dias não é no sentido de vida estendida, apesar que você vai encontrar livros no judaísmo que falam sobre os dias, sobre a extensão da vida. >> Uhum. Mas seria muito mais no sentido do estender a nossa vida eterna nesse sentido, >> promover mais eternidade no olabá, como se diz, né? No mundo espiritual ou na vida eterna ou no reino dos céus. É vida no sentido de vida, vida eterna. Vamos continuar, professor. >> Eu acho que sim. Eu não tenho mais nada a acrescentar aqui. Olha, outro mandamento aqui extremamente interessante. Versículo 8. Quando você construir uma casa nova, você fará um parapeito em seu telhado. Não permita que nenhum sangue seja derramado em sua casa. Quando alguém cair, que caia. Eh, quando alguém cair, >> cair dali, >> é quando alguém cair dali. Então, vamos lá. O que que tá intrínseco aqui? Aqui tá escrito que pode ser que alguém esteja designado a cair, mas que o seu cuidado na proteção não pode ser desprezado. Pode ser que aconteça um acidente, mas o seu cuidado, >> a sua parte, >> ele deve ser real. Então, se você tem um poço, você não pode deixar ele sentar eh rodeado com uma seca, com uma proteção para que ninguém passe a noite lá e caia. o parapeito para ninguém cair. Só pra gente ter uma uma recordação. Deixa eu ver se tem alguma foto aqui. Mas quem já foi ao Oriente Médio, as
om uma proteção para que ninguém passe a noite lá e caia. o parapeito para ninguém cair. Só pra gente ter uma uma recordação. Deixa eu ver se tem alguma foto aqui. Mas quem já foi ao Oriente Médio, as casas não são com telhados assim que nem o nosso, que é um telhado que tem uma angulação ali determinada. Essa angulação é para água escorrer na Europa para neve não ficar lá. Não, nós ali no Oriente Médio vemos as casas, o professor deve ter visto tudo isso muito, tanto em Israel quanto no Egito, mas é é no Egito ainda mais hoje. Eh, as casas têm um telhado como se fosse reto, porque não chove. >> É uma é plano. É plano. >> Ele é plano, né, professor? >> É. Então o senhor deve ter se deparado com isso muitas vezes, >> muito. >> Então só pra gente entender, >> esse telhado, as pessoas sobem no telhado e ali para que ninguém caia, o cuidado da proteção é sua. Quer comentar, professor? Tem acho que mais coisa aí, né? >> Não, isso é muito interessante também porque eh numa numa numa proteção dessa que a gente chama aqui no Nordeste para peito, né? como se fosse um um um uma balostrada, uma varanda. Essa é a expressão. Aquilo que você coloca na sua varanda é para evitar que alguém caia dela. A mesma coisa como o telhado era plano, evitaria que a pessoa veja o que que ele diz aqui. Quando alguém dali cair, por quê? para que não não você não seja culpado pelo sangue derramado pela sua imperícia de não ter pensado nisso. Você pode chegar a vir derramar o sangue do seu próximo numa situação por vigilância e por descuido da sua parte. E olha que não é inclinado, o teado é plano. Mas mesmo assim, como as pessoas usam muito aquela em Jerusalém mesmo, a as casas tem três, é uma cidade que você tanto anda pelo o solo como pelo subsolo e pelos telhados. Em Jerusalém mesmo ainda hoje as casas tem tem teto ou cobertura plana. A gente caminha em cima da dos tetos da das casas, todo mundo anda por ali, sobe uma escada e sai em cima. Eu não sei se você já já conseguiu fazer isso, mas ali
casas tem tem teto ou cobertura plana. A gente caminha em cima da dos tetos da das casas, todo mundo anda por ali, sobe uma escada e sai em cima. Eu não sei se você já já conseguiu fazer isso, mas ali >> com certeza muitas vezes. >> Pois é. E o povo anda mesmo, ninguém ignora, ninguém reclama, mas as pessoas passam porque é tudo plano. É uma, é uma última rua da cidade, é a coberta, são as coberturas da casa. Então, uma cidade que tem três níveis de de deslocamento, subsolo, térrio e primeiro andar. Os tetos das casas todos são descobertos, não tem telho, não tem nada porque não chove. E quando neva, aquela neve é tem ralos, essas coisas que dissipa a água quando descongela e não casa risco para ninguém. Então aquelas aquele espaço que pode levar você a cair dali, se machucar, provocar um acidente, eles são protegidos como parapeito, que essa expressão aqui mais conhecida no ocidente, para que a pessoa não venha cair no seu do seu terraço, como ele diz aqui, para que as pessoas não teu telhado, para que não ponhas culpa de sangue em tua casa, porque se cair, morrer dali, tiver uma uma queda, um processo de um trauma, uma coisa, você é ocupado. Então é pensando no bem do outro. Essa é >> agora tem algo muito interessante, professor, porque quando você tá falando do telhado, você tá falando da parte alta. A parte alta é o ego, o orgulho. Então aqui existe uma advertência intrínseca no nível de interpretação mais profundo, que nós devemos tomar cuidado nos pontos onde nós podemos nos elevar, falsamente nos elevar com orgulho, porque esse parapeito é o cuidado para que a gente não venha a cair diante do orgulho. Ou seja, trabalhar a humildade, trabalhar as regiões mais altas que nos colocam em risco de queda. Então o Reb de Lubavit, ele traz essa interpretação >> hum >> numa numa explicação sobre essa porção, sobre o risco daquilo que nas alturas pode nos fazer cair um tombo que nos mate. Então isso serve para oradores, isso serve para dirigentes de casa espírita, isso serve para médiuns, isso
essa porção, sobre o risco daquilo que nas alturas pode nos fazer cair um tombo que nos mate. Então isso serve para oradores, isso serve para dirigentes de casa espírita, isso serve para médiuns, isso serve para quem já tá há muito tempo na casa espírita, porque eu vejo muitas pessoas, sabe, professor, dizerem assim: "Ah, porque a minha casa espírita tem tantos mil trabalhadores ou tantas centenas de trabalhadores, ah, ou tem tantos anos ou eu vejo as pessoas dizer: "Ah, porque aqui falou palestrante tal ou espírito tal, o que quer que seja." Ah, porque nesse congresso recebeu isso tudo é uma grande manifestação do nosso orgulho. >> Uhum. >> Então, eh, ninguém vai nos perguntar, a nossa consciência não vai questionar quem foi que fez palestra na sua casa, eh, e quem foi, se você eh ouviu ou não a mensagem do espírito tal ou tal. Ninguém vai te questionar se sua casa tinha 200 ou 2000 ou três trabalhadores. Ninguém vai questionar eh qual é o número de pessoas que frequentam o número de Ninguém vai questionar disso. A grande importância é com a essência. Nós ainda estamos habituados a olhar falar: "Nossa, construiu uma obra com tijolo e bloco". Grande coisa. Isso diz muito pouco, muito pouco. A grande proposta é na intenção. A grande proposta é no bem realizado na sua essência espiritual. É isso que diz lá aquele nosso livro Voltei do irmão Jacó. Jacó, >> onde o irmão Jacó com tantas obras que deu assim que poôde assistir milhões de pessoas, por exemplo, pelo parque gráfico, milhões pelo parque gráfico da FEB 50, mais de 50 milhões de livros impressos. Então, a isso é o Elará traz mesmo, síndrome de Nicodemos. É bem isso, Sandra. Então, quando ele vê uma pessoa com muito mais luz, quem é uma professorinha da zona rural, quantas escolas, quantas creches, eh, ela não realizou nada disso, mas ela educou as crianças com amor, dentro da sua simplicidade. Ela transmitiu valores morais verdadeiramente alto, importantes. Agora, se um dia eu me senti mais do que outro porque eu psicografei ou porque eu
cou as crianças com amor, dentro da sua simplicidade. Ela transmitiu valores morais verdadeiramente alto, importantes. Agora, se um dia eu me senti mais do que outro porque eu psicografei ou porque eu escrevi tantos livros ou fiz tantas palestras ou podcast, a que quer que seja, você está no telhado, no alto do seu ego e dali, provavelmente, se você não criar mecanismos importantes, você vai cair. Então esse parapeito tem esse sentido, professor, muito importante. >> Concordo, Álvaro. Perfeitamente. É um sentido mais terceiro ou quarto nível de interpretação, né? >> É isso aí. Vamos continuar, professor. >> Pelo menos >> quatro versículos. Vamos sim. Então, misturas proibidas. Você não plantará o seu vinhedo com uma mistura de sementes, pois senão o produto das sementes e mesmo a semente que você plantar juntamente com sua fruto, o fruto do vinheto será proibido. >> É, >> você não arará com um boi e um burro juntos. Você não vê tirar chates, como chama isso em português? Não tá escrito? >> É tecidos misturados >> de lã com linho. >> É limão com lã com seda, algodão com com com poliéster, diferentes tipos de tecido. >> E você fará para si cits franjas nos quatro cantos da vestimenta com a qual você se cobre. mesmo de uma mistura de lã com linha. Então vamos lá. Aqui, professor, nós escrevemos no livro, na quando nós explicamos a parábola do semeiador, o capítulo 13, nesse livro do qual nós publicamos, nós vamos encontrar a parábola do joio >> do joio do grego. E a gente escreve lá uma coisa muito interessante, a forma da qual a tradição judaica coloca que se é estudado os assuntos, então sobre os campos e etc, a gente vai encontrar halsin. Então a gente vai encontrar a essa necessidade de divisão entre os campos. Então vamos lá. Se você coloca um cavalo com um boi, o cavalo provavelmente vai prejudicar o boi. E aquilo que o boi pode carregar como carga é muito talvez mais do que o cavalo. Então existe aqui um respeito, existe um cuidado com as espécies, existe até a proibição de cruzar
ai prejudicar o boi. E aquilo que o boi pode carregar como carga é muito talvez mais do que o cavalo. Então existe aqui um respeito, existe um cuidado com as espécies, existe até a proibição de cruzar espécies diferentes. Então, por exemplo, a mula é nesse caso um >> é um híbriunal >> é um híbriunal proibido pelo texto bíblico. A mula que é filha do Jeg com a égua, né? >> É, é o cavalo com o jumento, né? Aliás, o jumento com a égua nasce o chamado burro mulo, né? É exato. >> Então, por esse mandamento aqui, ele é ele é proibido. Então, nós vamos encontrar referências que se você quiser saber mais, vá, dá uma olhadinha no nosso livro, você vai encontrar as explicações das parábolas trazidas por Jesus. A como tendo essas leis de ralitá. Então, só para só pra gente entender, quando Jesus tá falando na beira do lago de Genezaré, ele tá falando majoritariamente para agricultores que conhecem essas leis. Então, para nós parece uma novidade, parece algo diferente, mas para um agricultor é o seu dia a dia. Então, só para trazer uma ideia, quando alguém está conhecendo o seu campo e tirando pedras, aonde essa pessoa coloca as pedras? Quando você anda no Oriente Médio, a até eu vi isso na Turquia, pude mostrar algumas vezes, pude mostrar isso também em Israel, em viagens. Os campos, eles são divididos algumas vezes por pedras, não são cercas de arame farpado, são cercas de pedra. Da onde saíram essas pedras se não do meio do campo? Então, é aquilo que era uma imperfeição que na parábola do semeiador fazia com que você não tivesse profundidade de raízes e, por isso não frutificava o quanto deveria. aquilo é tirado pelo processo do autoconhecimento e você passa a cumprir mais adequadamente a lei. Então, se você colocar, por exemplo, um pé de mamão com um pé de, vou dar um exemplo, é um exemplo, um de abacate, o pé de abacate vai fazer tanta sombra que não vai deixar ele nascer. Então, aqui está se falando sobre esses elementos. A lã e o linho. Sabe qual é a explicação? Não se tem explicação no
de abacate, o pé de abacate vai fazer tanta sombra que não vai deixar ele nascer. Então, aqui está se falando sobre esses elementos. A lã e o linho. Sabe qual é a explicação? Não se tem explicação no judaísmo. A é uma das leis que fala isso. A gente não sabe explicar porque não se veste uma e outra, mas tá dentro dessa mesma ideia. E o cits a usar sitsito, a gente usa que pode ser o talito. O que a gente cobriu aqui a cabeça de Jesus? Um talita. Então esse tecido tinha quatro pontas e essas quatro pontas nós encontramos ali a o tsita, as franjas. Quando a mulher hemorroíça toca o canto das vestes de Jesus, ela está tocando a ponta das franjas do citits. Eu vou mostrar aqui, professor, enquanto o senhor comenta, eu vou procurar aqui e vou mandar pro Adriano colocar para nós uma foto. Mas pode comentar, professor. Ah, e esse esse esse sitit que se chama, ele representa os mandamentos da Torá. São são filatérios, vamos dizer assim, que tem nós. Esses nós representa os 613 mandamentos que todo judeu deve usar. É, é um, é uma recomendação e uma coisa muito constante de se ver os ortodoxos, desde as crianças já com a Eu não sei se antes da da cerimônia do Bar eles já usam isso ou só passam a usar depois? Não usa sempre >> mesmo antes já usa, né, a criança. >> É, >> então, desde desde da infância até o resto da vida, o judeu ortodoxo, ele tem aqueles aquelas franjas que foi exatamente onde a mulher hemorroísta, como você diz, tocou porque ela recebeu toda a ajuda de Jesus sem torná-lo impuro. Porque segundo a Torá, ela estava porque estava com hemorragia, ela era uma mulher impura e ela não queria tocar Jesus eh para não deixá-lo impuro. É tanto que no na na série de shows, quando Jesus cura aquela mulher, os o fariseu que acompanhava ele questionou que ele tinha cometido algo que não era correto, que ele e os discípulos dele estavam impuros porque tocaram numa mulher que estava com hemorragia. Embora a mulher dis quando declarou para Jesus, dissesse que disse para ele que ela já
o era correto, que ele e os discípulos dele estavam impuros porque tocaram numa mulher que estava com hemorragia. Embora a mulher dis quando declarou para Jesus, dissesse que disse para ele que ela já estava curada. Ela já não chegou a torná-lo impuro. O evangelho dá muito bem pra gente entender isso, que ela tocando só nas franjas, só no filatelo, só no citcito, ela já estava eh satisfeita porque se curou sem contaminar Jesus. Mas na série, quando os os eh fariseus que acompanhavam Jesus cobraram isso dele, ele chamou os discípulos e se jogou no mar da Galileia, tomou um banho com eles para mostrar que a partir dali ele tinha resolvido a dúvida do fariseu, embora ele não tivesse ficado impuro, mas ele se considerou para que mostrasse que ele estava cumprindo o mandamento da Torá. O que mostra, eu achei interessante essa cena, porque mostra mais uma vez a a preocupação do produtor do programa, do filme, de mostrar que Jesus realmente cumpria todos os mandamentos da Torá, que ele nunca foi contra a Torá, como ele declara em Mateus 5:17. >> Adriano tá por aí. Eu mandei dois links, não sei se dá para mostrar. Acho que Adriano tá dormindo. Não tá não. Al, >> vamos ver. Eu acho que ele, Pior que eu acho que essa vez ele dormiu mesmo, professor. >> Será? Será que ele agarrou no sono e deixou a gente aqui falando sozinho feito o rádio de pilha? Como diz a gente costuma dizer? >> Adriano tá me ouvindo? Terra para Adriano. Terra para Adriano. >> Deixa eu ver se eu consigo. Eu estou tentando eh eh baixar a as imagens, mas não estou conseguindo. Se você conseguir, Álvaro, e já e já me mandar a as imagens, eu não tô conseguindo não. É pior que eu acho que a imagem não, >> eu consigo acho que colocar eh compartilhar a minha tela. Não consigo. >> Pronto. Aí vai aparecer. >> Deixa eu ver aqui, ó. Vê se tá aparecendo aí, professor. Tá, né? >> Tá sim, apareceu. Tá bem visível. Aqui são essas. Eu usava isso, né, quando era muitos anos. Já vi, eu já vi uma foto sua. Tu usaste desde a infância, era
Vê se tá aparecendo aí, professor. Tá, né? >> Tá sim, apareceu. Tá bem visível. Aqui são essas. Eu usava isso, né, quando era muitos anos. Já vi, eu já vi uma foto sua. Tu usaste desde a infância, era dona Ana que fabricava, fazia para você ou comprava? >> Ah, eu usei uns 15 anos da vida, talvez esse professor. Eu ia pra escola e o pessoal perguntava que que é isso. Eu falava: "Ah, é um chaveiro para amarrar a chave para não perder". Ah, que legal. Aí uns perguntavam: "Que você falava?" É para raio. [risadas] >> Aí vocês estão vendo aqui porque é que Jesus não ficou impuro? Porque ela tocou só na no tecido do do cit que essas essas essas fitas, essas tiras, vamos dizer assim, que estão de pendurado aí é que chama de cit, que é representa os 613 mandamentos da Torá. Deixa eu ver se eu tenho outro aqui, eh, que eu possa ver uma imagem melhor, que aquela lá tá não tá muito bacana, né? >> Mas para quem pr para mim eu vi perfeitamente agora para quem não é não tem conhecimento da de como ela ele é, né? Porque ele tem na frente e tem atrás. Ali tá só aparecendo na parte da trás, porque você coloca ele é como se fosse um colete, né? Que ele fica pra frente e para trás. >> É. Ó, vamos ver aqui. Eu acho que eu consigo apresentar outra. Deixa eu ver. Compartilhar terra. Já tá aparecendo, professor. >> Não, até agora não. Faz a mesma coisa que fez do >> aí, ó. Aqui eu digitei >> agora tu vai chegar. Chegou. >> Então >> é >> esses fios aqui, ó, na >> na que tá na frente, embaixo da mão da dessa fotografia maior, não é isso que você tá mostrando ou tá mostrando >> isso aqui, ó. Dá para ver a mãozinha? >> Dá, dá para ver. Então isso daqui também éit. Esse aqui tá no talite, >> no chale de oração, vamos assim dizer. >> E tem o talite gadol e o taliteá, né? Catan. >> Isso é uma roupa. Exatamente, Cleusa. >> É, é na roupa. Já vem pregado na roupa. As crianças usam, os adultos. Eu eu realmente já tinha visto muita criança, mas eu eu não tinha certeza se ela se já já eram já tinham feito o barciivar, mas
>> É, é na roupa. Já vem pregado na roupa. As crianças usam, os adultos. Eu eu realmente já tinha visto muita criança, mas eu eu não tinha certeza se ela se já já eram já tinham feito o barciivar, mas aquilo não tinha de tamanho para que já tivesse feito não, porque o barativos 13 anos. >> É isso. É uma roupa. Exo justamente >> faz parte. até tem uma parábola que fala assim: "O o costume é de você não dá três passos sem estar vestido com ele." Então é muito importante para um judeu. Ali você tem a representação dos 613 mandamentos, você tem os cinco livros da Torá, você tem uma série de representações. O de antigamente você fazia com um uma tinta azul, um dos fios com uma tinta azul. Tem gente em Israel que até hoje usa com uma tinta azul de um molusco específico ali. Certo, professor? >> Certo, meu filho. >> Eu acho que a gente pode encerrar por hoje porque a próxima já é bem longa. Eh, a próxima é exatamente qual é o número, hein, que eu quero me lembrar aqui. Quando tomar 2213, professor, vê se é isso. >> É quando tomar um homem uma mulher e depois de cobar com ela ou aborrecer. É isso aqui. A gente deixa já para o dia a qu 11 18 de novembro. me fez lembrar uma piada judaica, professor. >> Uhum. Adriano, se quiser entrar, entra conosco. Uma hora dessa, o Elará tá nas alturas, ele já tá muito elevado, né? Em relação a nós >> ele já deve est pelo menos a uns 10.000 peça, imagino eu. >> Agora, agora você, você vai contar uma piada. Agora eu pergunto a você, qual é a importância que tem no voo? Caba dizer, chegou a 10.000 pés, vai servir para quem? >> É, olha, tem umas informações no avião que se ele não falasse era até melhor. O cara que é nervoso. O cara que é nervoso atingindo, falou senhores, passar, atenção tripulação, atingindo 10.000 pés. E agora quem vai pular? Ninguém. O povo vai ficar nervoso. Tem caba aqui. >> Temos que perguntar pro Robson Bin. >> Ele tá aí? Não, >> não >> é um R que trabalha, né? Na numa empresa é >> tinha um rabino que ele tinha 10 filhos.
uém. O povo vai ficar nervoso. Tem caba aqui. >> Temos que perguntar pro Robson Bin. >> Ele tá aí? Não, >> não >> é um R que trabalha, né? Na numa empresa é >> tinha um rabino que ele tinha 10 filhos. Toda vez que ele ia alugar uma casa perguntavam: "Mas é só você, sua esposa, tem algum filho?" Falava: "Eu tenho 10 filhos". Ele falava assim: "Então não dá para alugar a casa". Imagina 10 filhos, Adriano. Ninguém quer alugar um imóvel assim. Então ele vira pro seu, para sua esposa e fala: "Vai com os com as crianças até o cemitério que eu vou às 3 horas ver uma casa, então esteja no cemitério." E ele então vai ver uma casa e perguntam para ele: "Você tem filhos?" E ele fala: "Olha, eu tenho uma esposa e 10 filhos, mas hoje estão todos no cemitério e é então alugam a casa para ele." [risadas] Então, perguntarem por hoje, eu vou falar: "O Elará tá nas nas alturas, subiu aos céus por hoje. Já já ele desce." [risadas] Muito. E esse rabino foi muito inteligente porque ele não mentiu, né? >> Quando quando o cara chegar lá que achar a mulher e os os 10 filhas, vai, você não disse que tava no C, tava naquela hora que foram visitar a turma do meu pai. [risadas] Menos, essa essa pergunta aqui vocês já tinham respondido. >> Ah, sobre o ano judaico, professor. >> O ano? É, >> o ano judaico é diferente. Olha, gente, eu acho que a gente já falou isso aqui. Vou, eu vou dar umas dicas e tu termina, Álvaro. É o seguinte, o meio judaico, o calendário judaico é lunar, não é babilônico. Ele tem 28 dias o mês. Então não é não é 365 dias como é o nosso, né? Então, por conta disso, o ano judaico, tem ano que tem 13 meses, tem ano que tem 14, vai variar de acordo com a situação daquele ano que se está vivendo, né? Os meses tem os mesmos nomes, mas ele pode ter mais mês do que do que o com certeza, porque se você for fazer as contas do ano com 28 dias, vai sobrar um bocado de dias nesses outros anos. Então, esses dias para acompanhar vai acumulando e chega uma uma época que você tem que adicionar um mês. É por
for fazer as contas do ano com 28 dias, vai sobrar um bocado de dias nesses outros anos. Então, esses dias para acompanhar vai acumulando e chega uma uma época que você tem que adicionar um mês. É por isso que o o homem que pô e outros às vezes varia os dias. que você vai comemorar. Isso tudo tem um calendário judaico que todo mundo recebe para comparar com o calendário eh babilônico, cristão, né? Agora, se bem que a igreja, o o calendário canônico da igreja acompanha muito o calendário judaico, é quase igual. É tanto que a Páscoa judaica quase sempre fica próximo da Páscoa cristã. por conta do calendário eh católico que é canônico. >> Eu não sabia disso. >> É exatamente. Ele tem as mesmas a a não não usam para achar, né? Eles usam leituras. Tem um, eu já fui sacristão, né? Eles têm um livro, o católico, a igreja tem um livro que ali você vai saber a cor do da vestimenta que você vai ter, qual é, se é roxa, se é branca, se é verde, se é azul. Cada cor daquela tem uma uma imagem se é o domingo do advento. Cada domingo tem uma uma cor diferente. E e o o cada missa tem o texto do Evangelho que vai ser lido e a e a parábola que vai ser lido de Paulo. sempre tem uma carta de Paulo que se lê na missa e tem o evangelho do que é chamado o evangelho do dia, mas que aquilo tudo aonde assim como o judeu estuda o parachá no mundo todo, a missa também tem o mesmo evangelho no mundo todo. >> Não sabia, né? >> É, >> né? O que eu diria, professora, é que o mês de Adar, que é o mês que eu nasci, acho que eu dar, o mês que você comemora a festa de puring. >> Eh, eu nasci Rodes. Rash Rodes é primeiro dia do mês de Adar, por isso meu nome é Mori. Então, ah, >> ah, por causa do por causa do do de açoeiro, né, do rei da história de Ester. >> Exatamente. Porque é a festa que se comemora. Então eu nasci deadar, primeiro dia do mês deadar, recebi o nome de então porque >> eu saí na diante do rei >> antes do rei. Antes do diante do rei. >> Então a esse a cada 4 anos, se eu não me engano, né? uns 5 anos, não lembro
eiro dia do mês deadar, recebi o nome de então porque >> eu saí na diante do rei >> antes do rei. Antes do diante do rei. >> Então a esse a cada 4 anos, se eu não me engano, né? uns 5 anos, não lembro exatamente. Aí tem um Rush, tem o Adar Bait, >> que é o segundo mês de Adar. Então você tem Adar Alef, Adar um e Adar dois. >> Então esse mês acompanhar, né, >> nisso que o professor tá dizendo. >> É interessante. >> É só isso, né? >> É mais ou menos isso. >> A Helena tá perguntando aqui, ó. Ela fala assim, ó. Só um minutinho, Adrian. >> Sim, sim. O o calendário lumar facilita exatamente porque como o o judeu e o árabe vivem muito no deserto, então eles preferem fazer muita coisa à noite, porque durante o dia eles não têm condições por causa do sol, que é muito forte no deserto. Então no calendário lunar você aproveita mais para o trabalho, para muita coisa que eles fazem, >> certo? A Helena pergunta aqui, ã, deixa eu só colocar aqui só um momento. Ela, ela fala assim, ó, a Helena Guimarães, entrei na live, já haviam citado o nome do livro. >> Ah, >> qual o nome do livro? Eu tô eu tô entendendo que ela tá perguntando sobre o livro de vocês, que é esse aqui, ó. uma obra sobre o evangelho. As parábolas de Jesus, visão judaico, cristã espírita, foi cuidadosamente estruturada para oferecer ao leitor uma compreensão profunda, sólida e inédita das parábolas registradas no Evangelho de Mateus, escrita por Severino Celestino e Álvaro Morrai. A obra nasce da convergência de décadas de estudos acadêmicos e espirituais. Reúne domínio das línguas originais, pesquisa [música] histórica e o olhar sensível de quem vive a mensagem do Cristo. [música] O livro traz ao leitor uma abordagem que une as tradições judaicas, cristãs e espíritas, permitindo decifrar os significados ocultos por trás das palavras de Jesus e compreender o evangelho com clareza. e profundidade. O prefácio assinado por Jorge Elará reforça a singularidade desta obra ao reconhecê-la como um resultado único na decifração dos códigos ocultos do
compreender o evangelho com clareza. e profundidade. O prefácio assinado por Jorge Elará reforça a singularidade desta obra ao reconhecê-la como um resultado único na decifração dos códigos ocultos do Evangelho. As parábolas de Jesus já está disponível nas principais livrarias, plataformas digitais e distribuidores. [música] Uma obra para estudar, compreender e se sentir mais próximo de Jesus. >> Bacana. Muito bom. Isso aí. Muito bem, ó. E vocês vão responder essa a última, tá? Eh, vocês respondem mais essa aqui só para Marion tá perguntando. >> O ano judico tem 13 meses de 28 dias, sobra um. É isso? É. Então, mas tem ano que tem 14. É isso que eu quis dizer, porque eh tem que acomodar. >> Ao contrário, professor. Tem mês que tem 12, tem mês que tem 13, né? Mês não, ano, né? >> É. É, tem ano que tem 12 meses, tem ano que tem 13 meses. >> 13. É exatamente. >> O ano comum tem 354 ou 355 dias. O ano bisxesto tem 384 ou 385 dias. Eu não lembrava isso. Eu procurei na internet, >> certo? É para poder acomodar esses dias, porque como o calendário é lunar, ele segue um círculo da lua que são 28 dias. E para adequar adequar o calendário eh babilônico, que é solar, tem que acomodar esses esses dias toda vez que formar 28 dias. Então tem 12 ou 13 meses de acordo com a situação. >> Eh, agora interessante, professor Adriano, né? Olha que interessante, meus amigos. Se você pegar a semana na China, tem quantos dias? Sete semana nos Estados Unidos, sete semana qualquer lugar do planeta Terra, sete dias. Isso é uma influência do texto bíblico, né? >> É, exatamente. >> Bacana. Verdade. É isso mesmo, pessoal. Encerramento. >> Vamos lá, meus amigos, já que vocês insistem, aproveitando que o Elará está nas alturas, quem sabe não deça uma inspiração. Quem sabe ele não venha fazer e incorporar em você e fazer a prece de encerramento, que eu já fiz a de abertura, você vai fazer a de encerramento. Fácil. >> É durador do parto, mas temos que partir. Ô, ô, ô, Alvinho, você quer que eu faça a prece?
ocê e fazer a prece de encerramento, que eu já fiz a de abertura, você vai fazer a de encerramento. Fácil. >> É durador do parto, mas temos que partir. Ô, ô, ô, Alvinho, você quer que eu faça a prece? quer fazer? Pode ser, pode fazer. Se você não, se você fizer eh eh tinha um pedido aqui, se você quiser fazer, a prioridade é sua. >> Não pode fazer, Adriano. >> Não pode fazer, Viano. Faça. >> É, >> então, então tá bom. Então, vamos lá. Então, vamos lá. Vamos, vamos partir pra reta final, né, da live de hoje. Vamos fazer a nossa prea de encerramento. Eu vou pedir então que todos fechemos os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento. Nós que te agradecemos, Jesus, essa oportunidade tão maravilhosa de estarmos juntos, entrelaçados, de estarmos aqui trocando ideias, experiências, aprendendo. Não há palavras, Jesus, para agradecermos, né, demonstrarmos a nossa gratidão a ti por momentos tão únicos e tão especiais. E neste momento, Jesus, nós te pedimos pelo mundo inteiro, mas principalmente, Senhor, por todos aqueles que sofrem, por todos aqueles que passam por privações, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. O Senhor possa olhar para todos esses nossos irmãos que neste momento se encontram pequeninos. O Senhor seja o lenitivo que eles necessitam para a superação das suas dificuldades. Muito obrigado por tudo, Jesus. que o Senhor continue nos abençoando aí durante o restante da nossa semana, que seja bastante proveitosa e que nós possamos sempre estarmos caminhando contigo, Jesus. Graças te damos. Que assim seja. >> Assim seja. >> Graças a Deus. >> Graças a Deus, meus irmãos. Um prazer inenenarrável ter compartilhado mais um programa com vocês. Bacana demais. Eu fico muito feliz. >> Muita paz para todos. Meu beijo em todos. Meu abraço fraternal. Gratidão pelas perguntas, pelo interesse e sobretudo pela honrosa eh audiência e presença de vocês entre nós. Fiquem com Jesus. >> É isso aí. Agradecer mais. Fala.
eijo em todos. Meu abraço fraternal. Gratidão pelas perguntas, pelo interesse e sobretudo pela honrosa eh audiência e presença de vocês entre nós. Fiquem com Jesus. >> É isso aí. Agradecer mais. Fala. >> Vai encerrar. Eu diria Osana e ela nas alturas nesse momento. [risadas] >> É isso aí, pessoal. Agradecendo demais a todos vocês que estiveram conosco. Vocês não imaginam a felicidade que a gente fica, né? Ver pessoas de todos os lugares do Brasil e do mundo aqui participando. Isso nos traz uma alegria imensa, imensurável. Valeu demais e façam sempre assim. O nosso próximo encontro será então no dia 18 de novembro, tá bom? Já agendem aí dia 18 de novembro às 21:30, como você sabe, >> a partir do versículo 13 do capítulo 22. >> Bacana. É isso aí. Como vocês sabem, todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês e por vocês. Beijo nos corações de todos vocês. Professor Severino, beijão no coração. Alvinho, beijão no coração. >> Você também, meu filho. Você também. Obrigado >> e até a próxima oportunidade, se Deus quiser. Tá bom. >> Procure a Denise, viu? Procure a Denise. >> Ah, vou falar com ela. Vou falar com ela. Eu tô, eu preciso, eu preciso colocá-la novamente no circuito para pelo menos a gente, como eu falei pro senhor, não vou, não vou deixar ela escapar, não. Eu vou eu vou arrumar responsabilidade para ela aqui nesse programa, nem que seja pra gente revesar. >> Se vocês, se você conseguir arrumar, a gente vai ficar muito feliz, >> tá joia? Eu vou tentar. Eu vou tentar. É isso aí, pessoal. Fiquem todos com Deus. Então, tchau. Tchau. >> Tchau.
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