De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 02/07/2025 (há 9 meses) 2:17:43 129 visualizações 25 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de Moisés a Kardec. Nós estamos aqui nesse dia 1eo de julho de 2025, iniciando aí o segundo semestre do ano para mais um episódio dessa série que vem fazendo aí muito sucesso nas redes, né? O pessoal tá acompanhando, tá gostando muito, graças a Deus. E deixa eu já trazer aqui ao palco Jorgito Elarrá e professor Severino Celestino. Sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos, Jorgito e professor Severino. Boa noite, Adriano. Boa noite, meu querido e honroso professor Severino Celestino. Boa noite, Teca Filizola. Boa noite, meu querido Marcondes Moreira. Boa noite, Ângela Serrano Nunes, meu Deus do céu, e todos os demais companheiros de VIX, de Uberlândia, dos Estados Unidos e dos demais locais do nosso planeta. Sejamos todos bem-vindos a mais um episódio da série de Moisés a Kardecinta temporada. Meu, imagine quantas temporadas vai ter, professor, até a gente chegar em Kardec. Misericórdia. Boa noite, Adriano, que nunca pode ser o mínimo, nem no nome já é o máximo. Verdade. Boa noite, meu querido Jorgito. Alegria muito grande estar com você aqui. Boa noite, queridos internautas. Eu já vi aqui a nossa queridos, muita gente boa, Aparecida lá do Maredomos de Fortaleza. Tem Flávia Teodório, Sônia Lima, gente, pessoas assim que engrandecem as suas presenças entre nós, porque nos estimulam a progredir com esse trabalho libertador, onde a gente sempre tem a felicidade de aprender mais do que a gente ensina. Aqui a Flávia Teodoro, professor Celestino, hoje cedo via a reprise de uma live sua falando sobre a importância da oração. Bom demais. Muito obrigado, querida. que a gente possa eh ter essa essa esse sentimento da da importância que é a prece na doutrina espírita, que é logicamente advém de todos os princípios da tefilá judaica, de tantas outras religiões que t as suas orações, mas que judaísmo, cristianismo e espiritismo tem possuem preces maravilhosas. Então é realmente o caminho hebraico, a palavra tefilá é é uma um substantivo

ntas outras religiões que t as suas orações, mas que judaísmo, cristianismo e espiritismo tem possuem preces maravilhosas. Então é realmente o caminho hebraico, a palavra tefilá é é uma um substantivo derivado no radical palel que significa orar, significa rezar, mas é um verbo reflexivo. Leir para ler em hebraico significa na sua literalidade julgar a si mesmo. Então a oração deve ser, como os orientais faz, uma meditação. Então, nesse sentimento e nesse sentido, com muita saudade da ausência do Álvaro, que ainda não chegou, mas ele deve estar a caminho, nós damos por aberto os trabalhos da noite, passando a palavra a você, Adriano, para proferir a prece ou fazer as suas considerações até a gente começar, eu e o e o Jorgito ansiosos pela presença do nosso querido Morteri. É isso aí, a mensagem aqui da Luci Magro, né? Queridos companheiros de Ideal Espírita assistia a todos os episódios dessa série. Recebam minha gratidão por meio de um abraço virtual. Saudade da Denise. Abraçoa também. Sou de Araçatuba. Olha que bacana. Bom demais. Obrigado, viu? Obrigado, Luci Magro. E a todos vocês que estão aqui nos acompanhando. Eu vou mandar dois ab. Vou puxar eh eh sardinha pro meu lado. Vou mandar dois abraços aqui, um paraa Flávia, pra Flavinha Teodoro, né, que está nos acompanhando e um paraa Selma Denmark, né, eh, eh, que acompanharam ontem a live do Igés falando de espiritismo. Agradecer muito aí, né, a audiência de vocês e a todo mundo que tá nos acompanhando agora aí. São várias pessoas que estão conosco neste momento, nos acompanhando, mandando mensagens, né? Muito, muito, muito obrigado. Lembrando que o Álvaro, é, pra gente relembrar aqui, ele tem atividade lá na casa espírita, no Cisco, é cisco de luz, né? Tem atividade na casa. Então ele sempre chega em cima da hora. Às vezes atrasado, às vezes ele chega a professor Severil, ele não tá, ele não tava de brincadeira, ele tá trabalhando. Então tá. É, é verdade. Às vezes ele não chega às 45 do segundo tempo, mas chega

Às vezes atrasado, às vezes ele chega a professor Severil, ele não tá, ele não tava de brincadeira, ele tá trabalhando. Então tá. É, é verdade. Às vezes ele não chega às 45 do segundo tempo, mas chega na prorrogação. É isso aí. É isso aí. Vem ver. Professor Severino, deixa eu pedir a prece inicial, por favor. Pois não, meu filho. Vamos agradecer a Deus por mais esta noite, pedir a ele a sua assistência através do seu filho Jesus, dos mentores espirituais que estão conosco, que nós possamos ser assistidos, intuídos e que possamos levar a vocês tudo aquilo que possa ser extraído de bom que existe nas três revelações com Moisés, Jesus e Kardec. e que desse esse trabalho que tem chamado atenção e despertado tantas pessoas só nos elevam sem vaidade, porque aumenta a nossa responsabilidade de ser cada vez mais fiel à verdade que liberta, como nos orientou Jesus. Gratidão a ele, gratidão a Kardec, gratidão a todos vocês por proporcionarem esta oportunidade de juntos estudarmos para poder pôr em prática as verdades conseguidas para nossa evolução espiritual. Paz para o nosso planeta, luzes para as nossas vidas e assistência para todas as famílias do Brasil e do mundo. Que assim seja. Que assim seja. Graças ao bom Deus. Ó, deixa eu só fazer um comentário rápido aqui antes de passar a palavra a vocês, né? A gente vê muita coisa na internet aí, muitos comentários. Eh, eh, enfim, eh, todos temos os haters, né? Hater que fala. Eh, aqui a gente faz um trabalho por amor. Por amor, amor à doutrina espírita, que é o que baliza as nossas vidas acima de qualquer outra coisa. Porque tem muita gente que se diz espírita e fala em nome do espiritismo, mas defendendo as suas ideias, as suas ideologias, enfim. Aqui não. Aqui nós vamos defender o espiritismo. E o espiritismo é o que é. Queira você ou não. O espiritismo é o que é. Ele é o que é. E tá aí para todo mundo, né? Se um ou outro quer fazer algum malabarismo, né? Para para interpretar, para encaix encaixar o espiritismo dentro da sua da sua

ão. O espiritismo é o que é. Ele é o que é. E tá aí para todo mundo, né? Se um ou outro quer fazer algum malabarismo, né? Para para interpretar, para encaix encaixar o espiritismo dentro da sua da sua corrente de pensamento, da sua ideologia, aí cada um, como o professor Severino Celestino falou, né? cada um que responda por suas obras, mas o espiritismo é o que é. Ponto. Passo a palavra para vocês aí para o estudo da noite. Fico aqui na retaguarda se precisarem, né? Eh, o o o Adrianinho que é máximo só no nome, viu, professor Severino. Coitadinho, coitadinho. Estou aqui na retaguarda. Se precisarem de mim é só chamar. Obrigado, Adriano. Você não é não não se eh como é que eu digo? Não se subve, né? Você realmente é um máximo sem mínimo. Sem você é realmente aquele que dá apoio indireto. É o nosso médio de mídia que nos bastidores nos dá toda segurança e toda tranquilidade para trabalharmos, para estudarmos juntos. Bom, eh, antes de começar, queria só responder aqui uma pergunta que a Flávia Teodoro fez. Aqui está 8º. Passou o dia inteiro em 8 chovendo, fez 9º na hora do almoço e voltou para 8 e vai terminar a madrugada com seis ou cinco. É o que nós temos para cá hoje, no dia de hoje, em Curitiba. Eh, nós vamos retomar e o nosso trabalho que a gente começou na discussão da semana passada, que é o capítulo 18. do livro de Deuteronômio. E eu gostei muito da semana passada em que a gente fez um estudo, professor, eh, no versículo já respondendo as perguntas pra gente não correr e e todo mundo junto, como se fosse uma roda de conversa, todo mundo trazendo sua contribuição pra gente poder avançar. A gente avançou pouco em termos de versículo, é verdade, mas nós avançamos muito em conhecimento na nossa última live. Então, eu queria propor que a gente andasse mais ou menos nesse nessa mesma toada hoje, seguindo de onde nós paramos, porque nós estávamos no versículo primeiro, que dizia que os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte na herança com Israel,

esse nessa mesma toada hoje, seguindo de onde nós paramos, porque nós estávamos no versículo primeiro, que dizia que os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte na herança com Israel, né, que eles não terão terras e das ofertas queimadas do Senhor e da sua herança comerão. Então eles vão comer daquilo que forem as ofertas no templo. E aí nós passamos para o versículo seguinte, que é o versículo dois, que diz assim: "Por isso não terão herança no meio de seus irmãos. O Senhor é a sua herança, como lhes tem dito. Acho muito bonito esse trecho que diz que o Senhor lhes será a sua herança. Puxa, achei isso muito forte assim, porque eh a princípio, quando você lê o primeiro versículo que diz que eles eh não terão herança, parece uma coisa injusta do tipo, puxa vida, mas esses caras não vão ter nada, caramba, vão ficar sem nada. É justo isso? você fazer um rateio entre os irmãos e e não e não oferecer a eles nenhum pedaço de terra. E foi então que, em resposta a esse possível questionamento, Moisés incrementa no versículo seguinte que, na verdade, a sua herança seria o Senhor. Eu achei isso espetacular. Muito, Georgito, muito, porque a preocupação da nossa quase sempre e das pessoas é a herança material. Sim. Aqui, né? E como todo mundo herdou a sua glleba de terra, 11 tribos herdaram e os levitas não receberam, porque aí foi que surgiu o Marc, que é a 10ma parte, o dízimo e etc, etc. Mas a gente vai falar disso mais na frente. Mas quando eles dizem, como você bem colocou aí, que eles eles não terão eh parte na herança, aqui é herança material. Material, né? Mas quando ele diz que eles terão como herança o eterno, então a herança é a melhor parte do que a herança espiritual. Daí espetacular isso. Isso é espetacular porque eles teriam a partir daí, como hoje ainda existe, a responsabilidade com o cerimonial espiritual, não é? com com a união, isso com a responsabilidade de levar Deus para as outras 11 tribos, porque eles já eram um grande herdeiro. Eles não

nda existe, a responsabilidade com o cerimonial espiritual, não é? com com a união, isso com a responsabilidade de levar Deus para as outras 11 tribos, porque eles já eram um grande herdeiro. Eles não tiveram herança, mas ficaram com a melhor parte ou com a maior ou com a principal parte que é Deus. E por conta disso, né, por esse privilégio, eles tiveram como responsabilidade, como tem até hoje, de cuidar do espiritual, sem se preocupar com o material. Olha, a Selma inclusive já coloca até uma pergunta invertida em cima dessa. A Selma pergunta assim: "Não seria um privilégio então para os leditas dizer aquilo que ser não seria então um privilégio para eles, né?" Com certeza. Com certeza, Celminha. Um privilégio. E que privilégio, né? Porque eles e imediatamente pela própria escolha do alto, eles não tiveram preocupação de ter herança material. Então eles tiveram a essência, a luz, o principal. Então eles realmente, por isso mesmo que eles foram distinguidos, porque os levitas eram os descendentes de Arão, irmão de Moisés. Porque eles estão cuidando cuidando da parte espiritual. Cabe, cou-lhes, né, levar a espiritualidade indispensável para aqueles que estavam cuidando do material. E eles, por conta disso, vamos ver que eles tiveram o mínimo da herança material, que era suficiente para eles, o que a gente sabe que todo mundo eh se preocupa com a percentagem daquilo que da colaboração que a gente deve dar, mas só com uma percentagem mínima, o AC já foi suficiente para esse sobreviverem materialmente. É, é, é, é assim, Selma. Eu diria que é um privilégio, mas é um privilégio igual o privilégio do Homem-Aranha, sabe? Porque como o Paulo sabe, grandes grandes poderes trazem grandes responsabilidade. Parece que é mais ou menos assim a frase, mas assim, eles teriam realmente como herança o Senhor. Mas o fato deles terem como herança o Senhor não era um dom gratuito, porque o que se exigia desses sacerdotes era uma coisa muito rígida, professor. Era uma exigência muito grande. Esses homens,

hor. Mas o fato deles terem como herança o Senhor não era um dom gratuito, porque o que se exigia desses sacerdotes era uma coisa muito rígida, professor. Era uma exigência muito grande. Esses homens, eles praticamente eh abriam mão das suas vidas para viverem uma vida de devoção ao ao templo, a a uma vida de profunda respeito a tudo. Tudo bem que todo mundo em Israel era obediente à lei, todo mundo tinha que fazer as suas obrigações, tal, mas os sacerdotes, coitado deles, eles eram muito exigidos, né? Era uma uma situação assim extremamente rígida nesse sentido, né? E antes que a gente passe, eu queria fazer um comentário, mas que que vai sair um pouco desse foco, mas a Ângela faz a seguinte questão: os descendentes de de Levi hoje, hoje H e hoje podem trabalhar em outras coisas, seguir outras profissões? Resposta: sim, podem. Eles podem, mas eles não perdem a primazia de serem sacerdotes entre os entre o povo de Israel. Então, por exemplo, existem muitos coém, porque Coem em hebraico é sacerdote. Já se você pega uma pessoa que a família é Coem, já saiba, ele pertence à tribo de Levi. Coém já é por natureza sacerdote. Mesmo que ele seja um judeu, que não tenha uma vida muito religiosa, que ele não seja uma pessoa fortemente ligada à religião, se ele chegar na sinagoga, ele tem várias regalias, porque ele pertence à tribo dos coeção, ele tem a primazia da leitura. Por quê? Há algum co presente? Sim, tem uma aqui. Então, por favor, a primeira leitura é sua aí. Se não tiver, aí chama os segundos levitas. Se não tiver, aí chama Israel. Aí chama eh o o o a a geral, chama a galera para fazer turma comum. É a turma comum, vamos dizer. É vai aí vai os outros, vai os todos, né? Mas eles têm a primazia mesmo mesmo mesmo que eles não sejam eh muito dedicados à religião, mas eles têm profissões. Eu conheço vários que são CO que tem profissão de médico, alguns inclusive Paulo, tem uns que são do rrama imobiliário, inclusive bastante bem-sucedidos, mas que são COEM. São COEM. Então eles sim, Ângela, na

ço vários que são CO que tem profissão de médico, alguns inclusive Paulo, tem uns que são do rrama imobiliário, inclusive bastante bem-sucedidos, mas que são COEM. São COEM. Então eles sim, Ângela, na atualidade eles exercem funções profissionais eh que não são simplesmente no trabalho no templo, por conta do templo não está mais eh de pé. Então nós não temos essas exigências nos dias atuais. Tá bom? Deixa eu ver se temos mais algum. Os levitas ficaram igual a Maria, irmã de Marta, com a melhor, é, eles ficaram com a melhor parte, só que escolheu a melhor parte e já os filhos de Levi, tchum, foram designados para tal, sem que houvesse eh uma direta eh eleição deles de dizer: "Não, eu quero isso". Hã, o a Ângela tá dizendo que pensei que os levitas fossem descendentes de Levi. Eles são descendentes de Abraão. Sim, porque Abraão é da tribo de Levi. Abraão, a Arão, desculpa, Arão é da tribo de Levi. Então, se Arão é da tribo de Levi, os descendentes de Arão, evidentemente são são levitas. Levi, são levitas, né? É lógico, né? É como Davi, que é da tribo de Judá e Jesus também. Na tribo de Judá. Davi é de Judá, Jesus é de Judá. Paulo é de de Benjamim. Eh, eh, como é o nome dele? Meu Deus. Ã, Jesiel é da tribo de Zacar. Eu queria fazer uma conexão desse nosso texto, professor, com o Novo Testamento. Posso fazer? Pode, meu filho, à vontade. Permite que eu faça fazer uma conexão à vontade. E é, e é uma coisa importante que a gente sempre faça isso, Jorginho é como é que era mesmo lá o versículo? Sua herança será o seu Deus, né? Será? Será o seu Deus, né? É, o se será o seu. Ok, beleza. Eu vou ler aqui um trecho de uma carta de Paulo aos Coríntios. Hum. Segunda a carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 12, versículo 7, uma dos textos mais conhecidos. Olha, a Fátima tá perguntando qual é a minha família. Olha, eh, na verdade, na verdade, eh, eu ouvia falar na minha casa quando era menino, mas eu não tenho confirmação disso. Eu não tenho como confirmar. Isso. Falava-se que a gente

al é a minha família. Olha, eh, na verdade, na verdade, eh, eu ouvia falar na minha casa quando era menino, mas eu não tenho confirmação disso. Eu não tenho como confirmar. Isso. Falava-se que a gente era da tribo de Benjamim. Não sei se isso se isso é de fato verdadeiro. Vou até que dar uma investigada para saber se a gente tem alguma informação desse tipo. Mas aí, tribo de Benjamim, né? T Benjamim. Vamos pra frente. Eu quero most quero ler aqui. Paulo é da tribo de Benjamim, né? Paulo é tribo. Eh, Paulo era da tribo de Benjamim. Verdade. Saul também. O rei Saul é da de Benjamim. Daí o seu nome Saulo, né? D aí o seu nome Saulo, que também é Saul. É, o nome dele nem era Saulo, né? O nome dele era Saul. Saul, exatamente. O mesmo nome do primeiro rei de Israel que era da trenjamim. É porque não tem judeu com o nome Saul. O nome de Judeu é Saul. Saul. E isso fica muito evidenciado quando você pega a Bíblia em em Esperanto, porque em esperanto todos os substantivos terminam por o. Todo substitutivo termina por o. Então, muitos nomes eles são transformados para terem o no final. Então, Moisés é moceo. Moce porque o é substantivo. E o nome do rei Saul é Saulo. Ele tem que ter o no final. Então a gente enxerga bem claramente que Saulo é Saul, porque o rei Saul no Esperanto é Saulo, né? Mas eu ainda não li o trecho que eu quero ler. Eu vou lá, Lê, meu filho. Leia. Segunda aos Coríntios 12, né? É. Segundo Coríntios 12, versículo 7, diz assim: "E para que eu não me me ensoberbesse com a grandeza das revelações, foi me posto um espinho na carne." Então, Paulo tinha um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que eu não me exalte. Por causa disso, três vezes pedia ao Senhor que o afastasse. Então, Paulo tinha alguma coisa nele que era algo que o incomodava e que ele traduz na forma de um espinho na carne. E ele pede a Jesus que retire esse espinho. Senhor, me livra desse negócio que eu sinto. Tira isso de mim. Então ele pede por três vezes pedi ao

odava e que ele traduz na forma de um espinho na carne. E ele pede a Jesus que retire esse espinho. Senhor, me livra desse negócio que eu sinto. Tira isso de mim. Então ele pede por três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então o Senhor me disse: "Paulo, a minha graça te basta." Nossa, fantástico. A minha graça te basta. Então assim, com a minha graça, tu podes conviver com esse espinho, Paulo. É a minha a minha graça te basta. Em outras palavras, não reclames, porque você Porque você tem um tesouro. É, exatamente. Não reclamo porque você pegou a melhor parte. Você você está dotado de um recurso que não te dá direito a questionar nada, tá bom? Então, a minha graça ela é suficiente para compensar todos os espinhos que você possa ter. Então, a minha graça te basta. E aí ele ainda diz o seguinte: Porque o poder se fortalece na fraqueza. O poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mas mais me gloriarei dasquezas, porque para que sobre mim repouse o poder do Cristo. Eu aceitei ser Eu aceitei ser fraco para que o poder se fortalecesse em mim. Aí ele diz: "Pelo que sinto força na fraqueza, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, porque quando eu sou fraco é que eu sou forte. Quando eu estou fraco, eu estou forte no meu Senhor. Este trecho, eu entendo que ele se conecta de uma maneira bastante direta com o texto que a gente está lendo. Mas antes que se eu faça um comentário, tem uns negócios aqui que o pessoal andou comentando, né? Vamos aproveitar pra gente logo antes que a gente vire esse essa discussão. O Paulo pergunta assim: "Quando você diz que não tem judeu com nome Saulo, significa que os judeus não podem dar nomes aos filhos que bem entender." Não, não é isso assim. É que a tradição é não tem esse nome na tradição judaica. Então você tem o os nomes da tradição judaica são Jacó, Saul, Salomão, Moisés, Aarão. Por que que o judeu colocaria o nome Saulo, que é um nome inventado, né? Mas os judeus eles podem até colocar eh outros nomes.

em o os nomes da tradição judaica são Jacó, Saul, Salomão, Moisés, Aarão. Por que que o judeu colocaria o nome Saulo, que é um nome inventado, né? Mas os judeus eles podem até colocar eh outros nomes. Os nomes da minha família são nomes eh eh que não são judeus, né? Meu nome é Jorge e os meus outros irmãos também não têm nomes judeus, né? Eu tenho só um irmão que o nome dele é José. E aí ele ficou com o nome judeu, Josef. Minha tribo, Fátima, se não me engano, é, eu via quando era garoto, mas isso nunca me importou muito. Somos da tribo de Benjamim. Falei ainda há pouco, né? Então, vocês falarão sobre o livro Levíticos. Ué, mas a gente já passou não sei quanto tempo os levíticos. Opa, Leli, já vimos muito, Florix, os Levíticos a gente viu do primeiro ao último capítulo. É o terceiro livro da da do que nós estudamos. Primeiro Gênesis de Êxodo Levítico, Número está no quinto já Deuteronômio. Você vai encontrar isso em programas anteriores. Eh, o Paulo tá dizendo que a gente brinca com nomes. O pai é Cléber, a mãe é Maria, então faz clemar. Não, eh, digamos assim, se não for uma família muito religiosa, ela cria o nome que ela quiser. O o a família do Álvaro religiosa, como é o nome dele? É Álvaro, que nem é um nome judeu. Você vê como são as coisas, né? Mas eh uma família bem judia mesmo, ela repete os nomes bíblicos. Os nomes dos filhos costumam ser nomes vinculados à história de Israel, né? Mas isso não impede. Um judeu pode fazer um nome assim, mas pense numa época lá atrás, aonde as tradições eram muito mais rígidas, a gente tinha, a sociedade israelense tava quase que fechada do mundo lá fora, você não ia ter ninguém com um nome que não estivesse eh efetivamente chancelado pela sociedade judaica. Então você tem um nome, como é que eu vou ter um nome de um de um de um judeu chamado Augusto? Não vai ter de jeito nenhum judeu com nome Augusto naquela época. Não, meu Deus. Pronto. Olá. Aleluia. Aleluia. Seja muito bem-vindo. Bom, o professor já pode fazer a prece, né?

judeu chamado Augusto? Não vai ter de jeito nenhum judeu com nome Augusto naquela época. Não, meu Deus. Pronto. Olá. Aleluia. Aleluia. Seja muito bem-vindo. Bom, o professor já pode fazer a prece, né? Baruabá, seja bem-vindo. Eu vou ouvindo vocês. Já encontro onde vocês estão. É, tá. Olha, deixa eu responder aqui uma pergunta aqui. Deixa eu responder aqui a pergunta da Marisa Perim. Marisa Perim pergunta: "Porque Denise Balou não voltou mais ao programa de Moisés da Kardec?" Eu vou lhe responder, porque existe um mandamento que diz: "Honrarás teu pai e tua mãe, para que se prolongue os dias que o vosso Senhor na terra que o vosso Senhor vos dará." os compromissos de família, eles são extremamente importantes dentro do contexto eh daquilo que a proposta judaica nos apresenta. Portanto, dentro dessa nesse momento, Denise Balor cumpre uma das missões mais bonitas que a gente possui na Terra. E nós estamos todos apoiando Denise nesse momento em função das renúncias que ela precisa fazer para que ela cumpra mais um dos mandamentos da lei de Deus. Tá bom? Ela tá seguindo uma mitvá muito importante, né? Muito importante. Muito importante. Assim que ela se desembaraçar disso, ela ela retorna com a gente, tá bom? Eh, é, a gente não vai encontrar um judeu chamado Eric Cleisson. Não vai achar um judeu Eric Cleisson não vai, né? Os judeus tendem a Por que que você chama Álvaro? Porque meus pais não queriam nome bíblico. É cristão bíblico. Então é Álvaro, Artur e Olá. Eles não queriam. Uhum. Entendi. Uma pergunta, óbvio, já que foi feito para Jorgito, eu acho que vai também servir para você. De que tribo é sua família? Ah, só gods. A gente não sabe não. Idade elelo. É, é. Povão. Povão. Pleb rood. Nunca tem uma bron. Nunca. Nunca se falou não. A tua família, teu pai, nem tua mãe não falou. Se a maior parte dos judeus não sabem, né? O Eu vou procur eu vou procurar saber se o meu irmão tem essa informação, se alguém na minha família tem. Vou procurar saber. Vamos ver se eu descobro.

alou. Se a maior parte dos judeus não sabem, né? O Eu vou procur eu vou procurar saber se o meu irmão tem essa informação, se alguém na minha família tem. Vou procurar saber. Vamos ver se eu descobro. Que legal. É muita pouca gente sabe, né? Você sua avó falava qualquer coisa, não falava? Ela é eu acho que quando eu era criança eu ouvia falar que era de Benjamim, mas eu não tenho. Eu eu ouvia isso quando era menino. Quando eu cresci não ouvi mais. Por isso que eu tô dizendo, primeiro de Paulo. É primeiro de Paulo, né? É, antes, eu queria fazer um dois comentários antes de passar a palavra para o Álvaro, até mesmo para situá-lo, né? Primeiro fazer um comentário sobre a Denise. A Denise tá fazendo muita falta, gente, né? Cada um tem o sua forma de ser. O o o Adriano é excelente, substituiu com a sua qualidade, com a sua dedicação, mas cada um tem uma impressão digital. E o que eu quero dizer é que a impressão digital da Denise nos faz muita falta, certo? Essa é a primeira colocação. A segunda, a gente tava falando eh antes de você chegar, Álvaro, ainda dos do do dos versículos 1, 2 e 3 do Deuteronômio 18, que é a quererão da herança dos direitos sacerdotais e dos levitas. Certo? Ouve, vocês falaram disso, falamos disso. Acontece, aconteceu muito, não terminamos ainda, começamos. Aconteceram muitas perguntas porque eu tinha falado que o sacerdote e o levita era descendente de Arão. Aí como é que era levita e era descendente de Arão? Aí o Jorito respondeu: "Porque Arão era da tribo de Levi." Então, por isso que todos os os levitas são descendentes de Arão ou são da tribo, né, de levita porque são descendentes de Arão, determinado por Moisés. E aí a gente entrou mais alguma em alguma informação, mas eu queria Jorge fez um a leitura de um porque disse que os levitas não teriam herança territorial, mas teriam a herança maior que era o eterno. Teriam como herança e que a gente falou aqui que a eles receberam o melhor, a melhor herança foi deles, que foi Deus. E por isso eles não receberam eh terra e

teriam a herança maior que era o eterno. Teriam como herança e que a gente falou aqui que a eles receberam o melhor, a melhor herança foi deles, que foi Deus. E por isso eles não receberam eh terra e foram responsável pela questão da espiritualidade do grupo, tá certo? Representado pelos sacerdotes e pelos levitas do quais eh dos levitas saíam os sacerdotes. E eu queria fazer um um pequeno link aí entre essa colocação e o próprio evangelho, porque essa é a nossa ideia. Jorge leu segunda carta aos Coríntios 12 e falou da do espinho na carne de de Paulo e que Paulo pediu a Deus para tirar aquele espinho. E a resposta foi que ele já tinha sua graça. Então é a mesma coisa, uma coisa semelhante com o que tá acontecendo com os levitas. E eu trago um texto de Lucas que diz assim: "A seara é grande e os trabalhadores são pouco. Rogai pois ao Senhor da seara que mande mais trabalhadores." A seara aqui representa o povo e os trabalhadores são os pregadores, aqueles que trazem a palavra, aqueles que traz o roteiro e orientação da parte de Deus. Jesus não só pede mais obreiros para o trabalho, o catequisador, como também exige que a estes homens se dediquem a ensinar a palavra, que lhe seja garantido o sustento. Porque ele diz, na casa onde chegares e ali ficares, terás direito do alimento daquela família, porque você é um obreiro do Senhor, é um eh transmissor ou condutor da palavra. Então, aquele que conduz a palavra tem direito ao alimento, da mesma forma que os levitas não tinham terra, mas tinham uma que era 10% da colheta daqueles que as outras tribos colhiam. Da mesma maneira que os levitas podia deveriam ser mantidos, os discípulos de Jesus também, de agora em diante teriam direito à alimentação no local onde eles estivessem. Então, há aí também uma semelhança, não só do que Paulo fala, com relação a ele recebe merecer a graça de Jesus. E Lucas fala semelhantemente de Jesus mostrando que os seus discípulos ao levar o ensinamento, tinham direito ao alimento. Então é são duas são duas eh

m relação a ele recebe merecer a graça de Jesus. E Lucas fala semelhantemente de Jesus mostrando que os seus discípulos ao levar o ensinamento, tinham direito ao alimento. Então é são duas são duas eh metáforas que nós trazemos aqui. Eu acho que há um link bem forte entre a questão dos levitas, que é o que a gente tá estudando, e o próprio discípulo de Jesus, que aqui se assemelham. aos levitas, porque iriam levar a sua mensagem e distribuir aonde chegasse e que eles tinham direito a ter o alimento. Agora é com você aí para fazer o seu Não, e eu eu acredito que vocês explicaram bem isso. Eu queria seguir pro 189 se vocês encerraram, porque aqui vai ter uma coisa muito legal do 189 e do 18 14 ao 22, que são duas coisas muito interessantes para nós espíritas. Pois não, fique à vontade. Você quer, você quer, você quer pular, quer pular desses direto pro nove, Álvaro? É porque até o 188 é só sobre isso, né? É sobre o que sobre isso que a gente falou, é da da do direito dos levitas de ter o alimento, de ter e as ovelhas, a divisão. Entendi. É a sequência dessa mesma lógica, né? Isso é está explicando o que é que eles têm direito especificamente, né? O azeite, a primícia, tosquia das ovelhas, tá certo? Porque ele escolheu o eterno seu Deus. de todas as suas tribos para servir em nome do Eterno, ele e seus filhos para todos os dias. E quando vier o sacerdote, o qual descendo de alguma das tuas cidades, de todo Israel, onde ele habita, com todo o desejo de sua alma, do lugar que escolheu o eterno, e servi em nome dele, como todos os seus irmãos sacerdotes que servem ali diante do eterno. Igual porção receberão todos, exceto a parte dos patrimônios paternos que pertencem aos sacerdotes que já estavam. Então é uma distribuição realmente dessa questão do direito que eles tinham, né? Que depois a gente vai ver isso com a questão do MAC, que é a 10ª ou 10% ou como hoje muita gente fala em dízimo, mas é um dízimo aqui em produtos agrícolas, em ovelhas e em outras coisas. Não tem nada de

depois a gente vai ver isso com a questão do MAC, que é a 10ª ou 10% ou como hoje muita gente fala em dízimo, mas é um dízimo aqui em produtos agrícolas, em ovelhas e em outras coisas. Não tem nada de dinheiro. É a décima parte do que se lucra, do que se do que foi produzido pelas outras 11 tribos. É muito bom. E aqui vai vir uma frase muito, uma parte muito interessante. Ela, olha só, quando você enxergar a terra de Deus, seu Deus está dando a você, você não aprenderá a fazer práticas abomináveis daquelas nações. Ninguém deverá ser encontrado entre você. que passe seu filho ou sua filha entre dois povos, que pratique a adivinhação, que haja com base nos tempos propícios, que pratique adivinhação com coisas estranhas, que pratique feitiçaria, que pratique adivinhações com os animais, que volte-se para a feitiçaria de ovo. Oi, eu consulte os mortos. Pois quem fizer essas coisas é abnominação para Deus. E por causa dessa abominação será estará expulsando essas nações de sua frente. Não seja íntego para com Deus. Eu acho que aqui tem umas uns trenzinho pra gente explicar. Tem tem uns trenzinhos, não tem uns umas locomotivas de troco ainda e algum algum alguns tremiões pra gente conversar. Elará, eu vou perguntar para você como que são as adivinhações que vocês realizam no seu centro espírita? Como que não entendi. Repete. Como são as as adivinhações que vocês realizam, professor, no Centro Espírita? Essa é que é a grande questão. Continua sendo considerado uma coisa indesejável. nó adivinharmos dentro do movimento espírita, porque do jeito que tá sendo colocado, parece que o centro espírita é um lugar onde a gente vai para fazer adivinhação, né? Parece que é um localonde você vai adivinhar, onde você vai mexer com sortilégio com alguma coisa desse gênero. E a própria doutrina espírita, ela também não nos aconselha a adivinhar, a fazer coisas que sejam voltadas para os interesses materiais. Então, questão e tem 174 do livro dos médiuns. Vou pegar para ver, hein? Olhe,

trina espírita, ela também não nos aconselha a adivinhar, a fazer coisas que sejam voltadas para os interesses materiais. Então, questão e tem 174 do livro dos médiuns. Vou pegar para ver, hein? Olhe, antes mesmo eu quero fazer uma pergunta. Você fez uma pergunta, eu vou fazer outra para você. Al, quando foi quando e para quem foi feita essa recomendação? Ao povo de maneira geral. Mas é, eu acho que o Elará trouxe que povo? Que povo? Povo judeu, né? Povo hebreu. Povo hebreu que vinha de onde? do Egito. Do Egito. Em que época foi isso? Que fazia o quê? Exato. A pergunta é se essas recomendações foram feitas aproximadamente 16 anos antes de Jesus, ou seja, hoje aproximadamente 3.600 anos atrás, para um povo hebreu que estava no deserto, o que é que o espiritismo tem a ver com isso? É, não o que eu quero dizer porque as pessoas fazem confusão, né, professor? É, é, é, mas é boa, a gente tem que fazer fazendo pergunta. O espiritismo tem quantos anos de de fundado? 158. 15 168. 168. Eu confio nela lá. É 168 anos. Quer dizer, há 3.600 anos atrás já havia uma condenação ao espiritismo. Como é que pode doutrina que ia doutrina que ia surgir 3600 anos depois. As pessoas querem, eu tenho algumas traduções que aqui você já colocou no original que não apareceu, mas por exemplo, a a a Bíblia, tradução do novo mundo, das Escrituras Sagradas, ainda diz assim: "Aqueles que procurem um médium e ou um espírita, nós ainda assim, professor, que colocam palavras que não existem no texto original." Eu até brinco para lá, quem botou aquilo lá vai reencarnar para tirar, porque absolutamente não tem nada a ver com doutrina espírita. Isso, olha, gente, nós sabemos que o Deuteronômio, toda revelação de Moisés é respeitável. É uma é uma, é uma, é uma são observações ou mandamentos que nós precisamos cumprir, mas é preciso a gente entender separar o joio do trigo determinadas informações a quem eles se referiam. Por isso que eu digo, quando for interpretar um texto na Torá ou em Bíblia, em qualquer livro, procure saber

a gente entender separar o joio do trigo determinadas informações a quem eles se referiam. Por isso que eu digo, quando for interpretar um texto na Torá ou em Bíblia, em qualquer livro, procure saber para quem foi escrito, quando foi escrito, porque foi escrito. Olha, eu vou puxar aqui até um ponto que a gente até viu aqui naquela época. Meu Deus, a minha barba ainda era negra. Quando a gente estava na primeira temporada estudando sobre eh a história de José no Egito, tem um momento no qual José esconde uma taça no no alforge dos seus irmãos. Isso, exatamente. Para surpreender os irmãos e justificar que eles sejam presos. Quando isso acontece, eh, quando isso acontece, o, os soldados vão atrás dos irmãos que estão saindo e dizem para ele uma frase com relação à taça que está dentro do alforge, a frase é a seguinte: "Um de vocês roubou a taça do meu senhor adivinhar." Sim. Então, o José já tinha a prática de fazer adivinhação, da mediunidade na água, né? Bota a água e olhar na água e enxergar as coisas, né? Sim. Cadê aqui? Eu estou procurando. Meu Deus. Na hora que vocês falarem também vou falar aqui, ó. Eu vou ler. Tendo saído eles da cidade, não se havendo ainda distanciado, disse José ao mordomo de sua casa: "Levanta-te e segue após esses homens, e alcançando-os, lhes dirás dois pontos. Por que pagastes o mal por bem? Pagaste mal por pagaste mal por bem, né? O mal pelo bem. Não é este o copo em que bebe meu Senhor e por meio do qual faz suas adivinhações? Procedestes mal no que fizestes? Então, verdadeiramente, eh, nós temos é a prática desse desse fenômeno aí mediúnico, ó, muito muito antigo, tá? Então é, e é importante dizer que no espiritismo não realiza feitiçaria. É importante dizer que a adivinhação aqui é realizada através de um bastão. É importante dizer que o espiritismo não realiza adivinhação. Inclusive nós temos dificuldade quando pessoas trazem muitas vezes constantes revelações o elahá mesmo. Eh, já conversamos sobre isso, professor também. Aí nós temos

piritismo não realiza adivinhação. Inclusive nós temos dificuldade quando pessoas trazem muitas vezes constantes revelações o elahá mesmo. Eh, já conversamos sobre isso, professor também. Aí nós temos dificuldade quando as pessoas ficam trazendo constantes adivinhações e elaborações sobre o futuro, que aqui essa consulta aos mortos, eh, se tivesse que escolher uma uma a uma forma disso, isso é com uma com uma a água é um processo aqui, não é um processo de incorporação, mas aqui é uma através, vamos assim dizer, de um processo de feitiçaria que pode ser até traduzido como necromancia, como necromancia, né? Aqui nós estamos diante de algo completamente diferente do que traz o espiritismo, que são comunicações espontâneas que também são realizadas por cabalistas e assim por diante. Eu sempre gosto de dizer que, olha que coisa interessante, no versículo 18 a 13, ele proíbe prover o futuro. Proibição de prever o futuro. Olha que coisa legal, do 14 ao 22 ele fala profecias verdadeiras e falsas. Pera aí, se é proibido, por que que ele vai explicar que existe profecia verdadeira e profecia falsa? Porque olha, a depois no 18 ao 14 a gente vai ler aqui. Embora essas nações as quais você está preste a dominar, escutem adivinhos nos templos propícios, adivinhos de bastões entregando a Deus coisas que assim a a coisas que seu Deus não lhe deu, coisas assim. a profetas, tipo Urim, vetumim. E aqui vai continuar. Isso é o que pediu a Deus em Rorev, na Assembleia de Deus. Eu não quero mais ouvir a voz de Deus, meu Deus, ou ver este grande fogo, pois assim eu não morrerei. Deus disse, eles falaram bem. Eu trarei para eles um profeta como você dentre seus irmãos. Eu colocarei minhas palavras em tua boca e ele lhes dirá que tudo que eu ordenar. E então, se alguém não escutar as minhas palavras que ele fala em meu nome, eu o punirei de morte. Olha que coisa interessante. Mas se um profeta profere intencionalmente uma palavra em meu nome, a qual eu não ordenei lhe falar, ou que eu lhe fale em nome de outros

meu nome, eu o punirei de morte. Olha que coisa interessante. Mas se um profeta profere intencionalmente uma palavra em meu nome, a qual eu não ordenei lhe falar, ou que eu lhe fale em nome de outros deuses, este profeta deverá ser morto. Se você disser para mim, como saberemos se uma declaração foi dita ou não por Deus? Veja, se o profeta falar que é em nome de Deus e aquilo não ocorrer, então estará fazendo uma declaração não de Deus. O profeta falou isso para enganar intencionalmente a voz. Não tenham medo dele. Olha que coisa interessante. Ele tá dizendo assim: "Vocês vão chegar num povo, nuns povos que vão ter uma série de práticas aí mediúnicas. são práticas mecânicas voltadas, nesse caso mais específico, a, vamos dizer, ah, nesse caso mais específico, a, bom, formas não usuais, vamos chamar de feitiçaria, vamos dizer rituais que usam mortos, ossos de mortos, bastões feito com coisas de mortes, como o Elará colocou no Egito antigo, o cálice, o que está dizendo o livro de Deuterono. Nem toda a mediunidade é sublimada e nem toda comunicação mediúnica deve ser ouvida, a comunicação deve ser verdadeira. E aqui já está condenando a mistificação, porque ele tá dizendo sobre aqueles que colocam profecias, suas palavras e suas vontades diante da profecia. Isso daí o espiritismo também condena. Isso daí a gente não condena com pena de morte, né? Pelo menos não deveríamos. A gente não condena com pena de morte, mas a gente aqui encontra uma proibição e uma preocupação que é idônea, que é legítima, que é uma forma de pegar um povo que traz uma cultura do Egito antigo extremamente importante ali, vamos dizer, com uma série de práticas. E tá sendo dito, olha, vamos sublimar essas práticas. A coisa tem que vir espontânea, tem que vir por quem honre a lei, ou seja, tem que vir com quem tem uma preocupação moral. E a comunicação deve ser adivinda dos espíritos e não da vontade própria. Porque é comum processos, por exemplo, de fascinação, onde a pessoa se usa da mediunidade, apesar que não é tão comum,

moral. E a comunicação deve ser adivinda dos espíritos e não da vontade própria. Porque é comum processos, por exemplo, de fascinação, onde a pessoa se usa da mediunidade, apesar que não é tão comum, mas acontece, da sua mediunidade, vamos assim dizer, de forma malatista, de forma da qual é, visa, por exemplo, manipular um grupo e fala no grupo Vontades Pessoais ou então espíritos que se passam por espíritos tomando nome de outros. trazendo mensagens que não são coerentes. E muitas vezes essas mensagens podem ser aceitas por nomes famosos, sem ser analisado o conteúdo, sem estar sob orientação adequada. E essa orientação adequada, essa orientação verdadeira que deve acontecer é a vigia do princípio do qual a Torá tá trazendo até agora, o princípio moral. Então isso tá sendo trazido por nós foi uma pergunta que eu fiz como provocação. Qual tipo de adivinhação é lá no seu sío? nenhuma, porque o espiritismo não traz adivinhação. O espiritismo não traz esses fenômenos através de amuletos, de objetos, de nenhum tipo de elemento. E as comunicações, elas devem ser analisadas e verificadas se elas passam no crio da moral do Cristo e dos princípios que estão estão presentes na doutrina espírita. Então, pode sim ver um vi vir um espírito e dar uma comunicação, vou dar um exemplo, no nome de Dr. Bezerra de Menezes, enviado por Dr. Bezerra de Menezes, trazendo o teor e o conteúdo da mensagem, a preocupação de Dr. Bezerra de Menezes. E esse espírito não seria exatamente Dr. Bezerra, mas um espírito, vamos colocar preposto, preposto para trazer uma mensagem. Isso é lícito porque a mensagem é verdadeira. A mensagem, vamos assim dizer, na linguagem bíblica é profética, incentiva a caridade, o amor, o perdão, a instrução, incentiva tudo que é construío diante da prática mediúnica. A grande preocupação que nós encontramos no livro de Números, quando foi falado sobre Medade, sobre aqueles dois que não se reuniram junto com os anciões, mas receberam profecias. a presença do Espírito Santo. Espíritos enviados por

ontramos no livro de Números, quando foi falado sobre Medade, sobre aqueles dois que não se reuniram junto com os anciões, mas receberam profecias. a presença do Espírito Santo. Espíritos enviados por Deus, espíritos de superioridade moral. O que Moisés falou? Por acaso tens ciúmes de mim? antes que todos os filhos de Israel profetizassem. Mas essa profetização, ela demonstra a necessidade de um entendimento e de um compromisso moral, doutrinário, um compromisso efetivo diante dos de todos os elementos trazidos até agora no sentido no âmago da mensagem da Torá. Concordam, meus amigos? plenamente e vou querer fazer ainda, eu sei que Jorge deve ter alguma observação a fazer e eu tenho alguns também na na catecismo ou cartilha dos apóstolos, lá no livro de Atos, tem uma observação sobre o profeta na época do cristianismo primitivo. É uma obra chamada Dquir. São 16 capítulos. Num dos capítulos tem sobre o profeta. Ele diz assim: "Observem o que é que o profeta diz. Analise e observe o que o profeta faz, qual sua conduta, qual o seu comportamento." E por último, ele diz assim: "Se pedir dinheiro, não é profeta". Então, é mais uma senha que está lá no na primeira primeira obra canônica considerada no passado da Igreja Católica, que não entrou no livro canônico, mas chama-se de Daquê, que é o catecismo dos apóstolos de Jesus. Tem essa recomendação sobre o médium. de Kardec também diz lá no livro do no livro dos médiuns, que o espiritismo também não aprova evocações vulgares que não seja com objetivos divinos, que ele considera a mediunidade faculdade divina e que não tem um objetivo universal para o bem de todos. Fora disso, não deve ser feito evocação aos espíritos. E ele ainda diz mais na sua conduta, no seu comportamento. Eu pergunto, o livro dos espíritos tem 1019 questões. 1018 com uma que é dividida, acaba tendo 1019 mesmo. E eu faço qual foi a pergunta pessoal que Kardec fez nessas 1019? Qual foi a pergunta que ele fez de interesse pessoal? Nenhuma. Não tem uma pergunta com notícia de

é dividida, acaba tendo 1019 mesmo. E eu faço qual foi a pergunta pessoal que Kardec fez nessas 1019? Qual foi a pergunta que ele fez de interesse pessoal? Nenhuma. Não tem uma pergunta com notícia de familiares dele, de coisas de interesses pessoais, mostrando a seriedade que deve ser feito na comunicação com os espíritos. que também não há proibição. Moisés não proibiu porque ele regulou, ele ou regulamentou, porque mesmo que ele tivesse proibido, se ele tivesse proibido, é porque existe, porque ninguém proíbe o que não existe. OK? Então, essas são as minhas observações. Temos algumas outras, mas eu quero escutar o Jorge. Eu queria, ó, primeiro tem uma pergunta que tá colocada aí. Qual é a tradução da Bíblia que eh vocês usam? Eu uso a Bíblia em esperanto, que eu considero que tem um uma definição a Torá direto traduzida do hebraico. Esse texto que a gente tá lendo, ele tem aqui, ele tem aqui do texto, vamos dizer assim, do original no versículo capítulo 9 que já começa aqui ata el raetes, aché Yahvé el Eloi, el Eloi, el Elohia Elohia notendo lá. Quando você entrar na terra que o Senhor vosso Deus te deu, Lutm, não aprenda lá a fazer todas as abominações daquelas pessoas. Nós nós trabalhamos aqui, é Andreia, né? É, é o texto da Torá original. O meu é esse que eu uso. O acho que o de Álvar também é um igual, né, Álvaro? Eu eu uso o rumche do Reb de Lubavit. Pronto. É a mesma coisa, é o mesmo texto, só que é no Rum que são cinco volumes, que vem de Ramche, que são cinco. Cada livro tem um volume traduzido no original e comentado. Olha que coisa interessante, ó, que eu vou ler aqui para vocês. Depois eu vou falar o autor. Eu vou, não, eu vou ler no como tá. Tá? A Torá nos ensina o propósito final da existência. A profecia é um meio para o fim, ou seja, sempre para encorajar o povo a observar a lei. Alguma comunicação mediúnica que venha sem o propósito de trazer o sentido da observância à lei divina seria aceitável, professor? E ela de maneira alguma. Então tá OK, check.

o povo a observar a lei. Alguma comunicação mediúnica que venha sem o propósito de trazer o sentido da observância à lei divina seria aceitável, professor? E ela de maneira alguma. Então tá OK, check. A Torá está constantemente se evoluindo e expandindo através de através das ideias inovadoras do povo judeu. Entretanto, um profeta nunca pode fazer uma inovação por conta própria na profecia que ele recebe. Ou seja, nós estamos diante da lei do progresso, nós estamos ampliando a nossa visão, mas com todo cuidado para não alterar a essência de nenhuma lei. A mensagem mediúnica pode vir falar: "Olha, vai lá, cuida dos enfermos, vai lá, cuida dos de que tem fome, vai lá, cuida de quem tem problema psíquico, obsessão." A mensagem pode vir trazer detalhes sobre o trabalho da obsessão, o trabalho da mediunidade, sobre o trabalho eh com os aflitos. Pode trazer qualquer tipo de orientação que seja sempre específica no sentido da necessidade humana, mas sem absolutamente em momento algum ferir a essência da lei. Cheque. Estamos de acordo? Total. Total. Pergunta, pergunta. Terminou não? Não, não. Então, continue. A Torá, ou melhor, a profecia, eh, a Torá é inerente à sabedoria de Deus. A sabedoria de Deus em sua completude para nós é incompreensível, embora ela esteja de alguma forma ao nosso alcance por sermos humanos. O profeta fala as pessoas em uma linguagem da qual elas se relacionam diretamente para que o seu impacto seja maior. Ou seja, quando a gente olha a edificação do reino dos céus, a regeneração da humanidade, ela rá, eu olho e falo assim: "Vou tirar, começo a tirar os meus cabelinhos, fico assim quase que nem o ela". Ai, eu falo: "Meu Deus, é tanto trabalho". Aí ele tá dizendo, a profecia vem no sentido de que nós não venhamos a nos afastar do sentido global e específico do futuro da humanidade, a depuração. Mas a mensagem deve ser de encorajamento, não pode ferir a essência e ela traz forma adequada para as necessidades humanas. E aqui, principalmente traz isso de forma que venha impactar o

a depuração. Mas a mensagem deve ser de encorajamento, não pode ferir a essência e ela traz forma adequada para as necessidades humanas. E aqui, principalmente traz isso de forma que venha impactar o nosso dia a dia. Isso tá de acordo com a doutrina espírita? Totalmente. Então, eh o que um estudioso recebe eh nas esferas espirituais muitas vezes é difícil de se materializar nesse mundo físico. Entretanto, um profeta, ele sempre traz uma revelação que deve se tornar realidade no sentido literal. Ou seja, orientação ela precisa de ter um cunho prático pro nosso dia dia. Então o que que vai adiantar uma mensagem que eu diga assim, ela nós precisamos de regenerar o planeta. Vocês não conhecem porque eu falei outra língua. Não existe. Acabei de inventar. Tem sentido para você? Não. Se eu falará, nós precisamos, tem uma mensagem onde nós precisamos operar no dia a dia das dores, diante das dificuldades. A gente precisa de usar os meios de divulgação de todas as formas. Isso tudo faz extremo sentido. Sabe quem que trouxe isso? Alter, o primeiro Reb de Lubavit. Olha só, isso é uma orientação de um dos maiores sábios e discípulos de Bemtov. Então, o que que eu quero dizer? que nós encontramos sim no espiritismo, o sentido da profecia, o sentido dos cabalistas, o sentido daqueles que conseguem muito esforço próprio e muita depuração moral, com muita abnegação, com muita devoção. Parece que essas palavras estão vindo do espírito da verdade, mas a está realmente vindo. Mas essas palavras se enquadram dentro da proposta trazida para o entendimento da evocação, vamos assim dizer que não é evocação aqui do entendimento da prática mediúnica a partir da profetização. Ou seja, a profetização dentro desse caráter, ele é muito importante. O judaísmo diz que se eu chegar assim pro professor Severino Celestino e falar: "Professor Severino Celestino, o senhor vai morrer no dia 1eo de julho de 2025 às 22:41. Nossa, está na está na hora. Daqui um minuto dá tempo de correr, professor. Então, se eu falar isso para o

lar: "Professor Severino Celestino, o senhor vai morrer no dia 1eo de julho de 2025 às 22:41. Nossa, está na está na hora. Daqui um minuto dá tempo de correr, professor. Então, se eu falar isso para o espiritismo não tem sentido. E para nós judeus na Torá também não tem sentido, porque tá escrito bem grandão assim no lá no no Talmud, mas Brahot lê Israel em Mazalot. Não existe sorte para o povo de Israel. Aqui a gente pode usar pra humanidade. Em que sentido? O liv arbítrio, ele é inerente a cada ser. as profecias seriam trazidas por espíritos de maior envergadura para determinar alguns pontos de convergência em sentido mais amplo e global, em sentido do qual não faz sentido eu trazer questões paraa minha vida pessoal ou pra vida do meu cachorro ou para as pessoas ao meu entorno. Então isso tá na Torá, gente. Olha que coisa interessante. As profecias vem para trazer, por exemplo, ensinamentos, eh, que venham nos encorajar a continuidade da prática. Ou seja, eu posso dizer assim: "Professor, em alguns séculos nós vamos encontrar as comportas do céu se abrindo para a terra, ou seja, céu, mundo espiritual, o plano espiritual interagindo." Tá lá no livro de Gênesis, é uma profecia. trazida por Noé. E quando ele fala até o ano 6000, que ano a gente tá? 5700 e pouco. Isso foi dito, foi escrito há mais de 3.500 anos atrás. Isso é um encorajamento paraa gente continuar, porque o tempo e a vida pode nos dar dificuldade, mas a gente pode ter fé, esperança no e a gente pode ter a certeza de que o que é prometido para nós é uma humanidade onde o bem esteja acima de tudo, onde a conduta moral está acima de tudo. E esse tipo de profecia é plenamente bem-vinda. Agora não podemos confundir lé com cré. A gente não pode confundir o tudo e achar que tudo que é mediúnico não tem sentido. Aqui o que a Torá está fazendo é educando, é colocando limites, é colocando objetividade de evolução espiritual na prática dos médiuns, na prática mediúnica. E isso tá totalmente de acordo com a Torá.

Aqui o que a Torá está fazendo é educando, é colocando limites, é colocando objetividade de evolução espiritual na prática dos médiuns, na prática mediúnica. E isso tá totalmente de acordo com a Torá. Se a gente levar essas ideias paraas nossas, vamos assim dizer, prática, paraa nossa prática mediúnica, ótimo, vai fazer todo sentido. Todo o sentido. Agora, vamos entender uma coisa. Não existe necessidade de um tempo, de um texto de 3.500 anos estar em completa conformidade com o a doutrina espírita completa. Eu tô dizendo tintim por tintim. Por quê? Porque são tempos diferentes, a lei evolui. Aqui mesmo foi descrito que o povo e a Torá está em evolução. O que os rabinos do século XVI, 19, 20, X compreendem, está em sintonia profunda com todos os primeiros judeus, porém não em exatidão. Existem diferença de rito de gitaradi paraquenazi. existir diferença de compreensão, mas a essência aqui combina com a nossa então denominada mediunidade com Jesus. Eu queria fazer uma pergunta pra gente refletir sobre ela. Quer falar, Jorgito, primeiro ou eu abro mão? Pode falar. Seu som tá desligado, meu filho. Quero fazer algumas considerações sobre isso que eu acho importante. O Álvaro já falou suficiente de que eh a o que a prática mediúnica da doutrina espírita não é de adivinhação. Então, portanto, isso não não cabe porque não se trabalha a adivinhação do S espírita. Pronto, acabou. Beleza, mas eu quero falar outras questões. Existe um uma prática e eu vou colocar no chat o como é que escreve, porque se eu for falar vocês não vão não vão eh pegar. Então eu vou botar aí, ó. Chama este espício. Este espício. Vocês depois vocês procurem saber o que que é este espício. Observem que no versículo 11 aparece a questão de consultar o os mortos duas vezes. Aparece primeiro quem consulta os mortos e quem consulta os mortos. Como é que consulta? Eh, quem eh eh os mortos, quem consulta os mortos, né? Então, havia uma prática que era muito comum no mundo antigo chamada este espício. O que que é este espício? Você

os mortos. Como é que consulta? Eh, quem eh eh os mortos, quem consulta os mortos, né? Então, havia uma prática que era muito comum no mundo antigo chamada este espício. O que que é este espício? Você mata o animal e você olha as víceras do animal e você adivinha pela o fígado caiu pra esquerda, o fígado caiu pra direita, se o animal tem alguma coisa dentro dele. Então adivinhava-se também pelo corpo do morto. Isso também seria uma prática de adivinhação que também precisa ser observada. Só que aparece duas vezes no texto. Uma é a consulta mesmo feita aos mortos e a outra é a adivinhação, que de repente pode até ser sobre este espício, não sei, né? Mas é uma possibilidade. E eu queria nessa fala última que o Álvaro fez aí, eu queria destacar um trecho que está neste livro, já deve ter mudado de capa 50 vezes. O nome do livro é O Espírito e o Tempo, escrito por Reculano Pires, considerado o melhor metro que mediu Kardec, a pessoa que melhor entendeu o que Kardec falava. No último parágrafo do segundo capítulo da segunda parte chamado ruptura dos arcabolsos religiosos, Herculona Pires escreve o seguinte: "É neste sentido que o Espiritismo respeita as Escrituras e nelas se apoia para confirmar a sua própria legitimidade, mas a elas não se escraviza. Pelo contrário, o espiritismo recebe as escrituras como acervo cultural, da qual retira as energias criadoras e as forças vitais condensadas em suas formas para reelaborá-las em novas expressões de espiritualidade. Então, o que ele está dizendo aqui é o seguinte: nós temos que respeitar os textos religiosos, mas nós não temos que nos escravizar a eles. Se de repente um texto religioso não apresenta aquilo que eu gostaria que ele tivesse, isso não tira de mim a minha convicção espírita, porque o conteúdo espírita ele não surgiu do texto religioso, ele não surgiu disso. Então, se o um textoigi religioso não vai exatamente como a doutrina espírita coloca, o texto religioso tem o direito de discordar da doutrina e a doutrina tem direito de discordar do

ão surgiu disso. Então, se o um textoigi religioso não vai exatamente como a doutrina espírita coloca, o texto religioso tem o direito de discordar da doutrina e a doutrina tem direito de discordar do texto religioso, porque na verdade a doutrina espírita não tem nenhuma ideia préconcebida. Ela parte do fenômeno para construir a sua teoria. Então assim, eh o espiritismo respeita todas as doutrinas, todos os textos religiosos. Mas se eu preciso, professor severino, se eu preciso que um texto religioso valide o que eu quero crer, é porque eu não tenho certeza da minha crença. Então eu preciso que um texto religioso valide para que eu me sinta confortável naquilo que eu acredito. Ou em outra análise, eu preciso que todo mundo acredite no que eu acredite para que eu acredite no que eu acredito. Se as pessoas não acreditarem no que eu acredito, eu terei dúvidas sobre a minha fé. Então, evidentemente, eu não preciso que todo mundo acredite no que eu penso, porque eu estou analisando fenômenos em cima de uma questão. É como, por exemplo, o Álvaro, o Álvaro é médium. Aí eu vou dizer pro Álvaro, não, a mediunidade quero, como que eu vou convencer o Álvaro de que a mediunidade não existe? Como é que eu vou convencer esse homem? Eu não tenho como, porque ele vive os fenômenos da mediunidade. Não tem como convencer, não existe como, né? é uma experiência pessoalíssima que eu não tenho como substituí-la. Então, a mesma coisa acontece. As convicções que nós temos com relação à questão espírita, elas não podem estar eh totalmente ancoradas eh totalmente ancoradas no em textos religiosos. ela também eh precisa, claro, a gente encontra ali eh informações preciosas, mas evidentemente eu não tenho necessidade de encontrar dentro dos textos das diversas religiões a integralidade daquilo que a doutrina espírita coloca, apesar de termos os pontos em comum, né, da essência, tem que ter, tá, na lei da natureza, mas os homens também e escrevem coisas em nome de Deus. E aí começa a ficar complicado.

rina espírita coloca, apesar de termos os pontos em comum, né, da essência, tem que ter, tá, na lei da natureza, mas os homens também e escrevem coisas em nome de Deus. E aí começa a ficar complicado. Porque se eu for pensar assim, Alva, todas as religiões promanam de Deus. Todas elas. E por que que elas não concordam em tudo? Se elas não concordam, porque o dedo do homem entrou e provocou as diferenças. Porque se o dedo do homem não tivesse atingido, elas seriam todas concórdeas, igual a doutrina secreta que vai todo mundo para um lugar só. Você sabe, eu vou perguntar uma coisa, se seria se a gente analisando, vamos supor que nós estivéssemos em uma dúvida bastante grande, tá? Eu, professor Celestino, ela não falso. Falso. Professor Severino nunca estaria com dúvida, mas pode continuar, tá? Vamos lá. Estamos nós três aí. A gente tá discutindo um assunto, é natural que tenhamos opiniões divergentes, só que essa vez a divergência de opinião tá maior, tá grande e a gente tá com dúvida de como a gente deve proceder por bem comum. E aí eu vou ter uma ideia e vou falar assim: "Já sei, vamos trazer aqui, vamos fazer uma reunião aqui e vamos pedir a presença de um espírito para nos auxiliar. Esse espírito se materializa e traz uma resposta. Tô condenado segundo essas compreensões. Nós poderíamos dizer sim, mas a resposta é não. Porque essa reunião se dá no Talmud, essas reuniões se davam na antiguidade. Elas existem. Elas existem. ão no Talmud com a presença e a materialização de um espírito chamado Elial Anavi, o profeta Elias, que se materializava diante dos sábios para que ele pudesse trazer trazer a explicação de assuntos de fundamental importância para a condução do povo judeu. Ou seja, eles vêm, ele vem para nos auxiliar. Isso tá no tal mundudo, gente. Isso tá no tal mundudo. Olha que coisa interessante. Então, se eu, o Elar e o professor nos unirmos e falarmos assim, vamos fazer uma reunião mediúnica para quê? Para auxiliar algumas pessoas que estão passando por dificuldade, eu

ue coisa interessante. Então, se eu, o Elar e o professor nos unirmos e falarmos assim, vamos fazer uma reunião mediúnica para quê? Para auxiliar algumas pessoas que estão passando por dificuldade, eu poderia? E se eu chamasse Moisés e Elias para E se eu chamasse Moisés e Elias? Pronto, essa reunião acho que Jesus estava lá. Então, olha só como a gente pode usar com literalidade o texto, só que se a gente usar com literalidade, até Jesus tá condenado. Até os sábios da Torá estão condenado. Então, por isso que eu que eu quis vir para essa parte, porque essa parte é muito boa. Eu tenho uma amiga Ela, cadê o você conhece ela? que ela fala assim: "Nossa, vocês são tão legais, mas vão tudo pro inferno". Ah, eu já ouvi muito isso. Eu já ouvi demais. Demais. Não é a nossa irmãzinha. A nossa irmãzinha. Ela ainda falou assim: "Olha, você, eu acho que tem jeito, mas o Ela tem jeito não. Tem mais conserto. Não tem mais conserto." Aí eu falei, mas não tem jeito nenhum. falou: "Se você aceitar Jesus como seu salvador, você pode?" Eu falei: "Tá, como que eu faço?" Ela falou: "Repete comigo: "Eu aceito Jesus como meu Salvador." Eu repeti, eu falei: "Eu aceito Jesus como meu Salvador". Falei: "Agora eu posso fazer o que eu quiser, inclusive continuar indo paraas reuniões que eu vou, porque eu não vou mais pro céu, eu não vou mais pro inferno". Eu falei: "É, agora você aceitou, mas deu deu deu um um um nó." Bugou, bugou. Então foi é é uma situação real, não tô não é uma crítica a ninguém, é uma pessoa muito querida, tô falando com muito carinho em relação a ela, né? A com muito carinho a essa amiga, amiga deá, nossa amiga também. E e foi e é interessante porque é uma leitura literal muitas vezes que ela pode trazer algumas talvez alguns cuidados, mas a gente precisa de analisar as coisas segundo a história, segundo a compreensão da época, segundo o contexto, segundo a mensagem, a essência da mensagem que aqui se encontra em adequação com muitos princípios do qual a gente traz, não é isso, gente?

istória, segundo a compreensão da época, segundo o contexto, segundo a mensagem, a essência da mensagem que aqui se encontra em adequação com muitos princípios do qual a gente traz, não é isso, gente? Perfeitamente. E aí eu eu pegando a tua o teu gancho da literalidade, eu pergunto: "Por que é que os os todos os profetas da Torá são chamados de profetas?" Exato, né? E eu pergunto, leia o capítulo, lá no capítulo 21 do Apocalipse tem uma profecia que diz assim: Deus enxugará toda lágrima, haverá um só Deus eh enxugará toda lágrima. Haverá um novo céu e uma nova terra. Isso, isso é profecia ou não? É uma profecia. Haverá um novo céu e uma nova terra. Deus enxugará toda lágrima. É uma profecia ou não? Ou não é profecia? Para mim é uma profecia. Profecia. Pois é. Pois é. Deus. É. Então tá no apocalipo. Olha quem tá aqui, gente. Ju Sara Corngold. Meu Deus. Ei, Juju. A Ju que passou por uma cirurgia aqui no Brasil, passou uns meses difíceis. tá lá nos states melhorando agora, já tá em casa, tá melhorando da sua cirurgia. Melhoras, um beijo no coração, Ju. Beijo de saúde para você, minha irmã. Saúde do fundo do meu coração. Muita luz, muita paz para você. É, é, é provável que nós nos encontremos em outubro. Ah, que eu e Sara Corneg, ó. Aonde? No em Uruguai. Uruguai. No Uruguai. Ah, que maravilha. A Ju é é madrinha do meu coração, querida amiga. Pessoas, ela e o João são pessoas maravilhosas. Temos muito bem quisto como Ah, todos os dois para mim são grandes personagens da minha vida. Eu os conheci na quinta avenida em Nova York. Fui bemido. Fui eu conheci na rua lá no interior da Bahia. Eu eu conheci na Uruguaiana, lá no Rio de Janeiro, na 25 de março do Rio de Janeiro. Não, não se não seja lisongador não. Você também conhece ela dos Estados Unidos? A gente estava fazendo um negocinho, um Gcheft, ela é Corng, entende? Eu quero muito bem os dois, porque o Sara é ela já esteve conosco no MEIE, lembra? na mesa redonda. Sim, Campina Grande, Ju Sara é uma, eu acho um, um dos ícones

inho, um Gcheft, ela é Corng, entende? Eu quero muito bem os dois, porque o Sara é ela já esteve conosco no MEIE, lembra? na mesa redonda. Sim, Campina Grande, Ju Sara é uma, eu acho um, um dos ícones da doutrina. Ela é uma pessoa maravilhosa. O professor, ela tá dizendo, faz tempo, né, seu menino? Ah, faz os 15 dias, Ju. Faz os 15 dias. Isso faz. A Ju ainda era criança, professor. Mas você sabe que eu acho que em Nova York foi 2011. É mesmo. Ó, a Ju tá falando, a gente se conheceu em Israel. É verdade. Eu conheci a Ju. Verdade. Não lembrava. E eu com a Jusara foi no interior da Bahia, assim, numa ruazinha assim, no interior da Bahia. Sol quente. Olha aqui, ó. Ela tá dizendo aqui que foi em Uberlândia, no céu. Foi no céu. Ela você ficou com o melhor e escondendo o ouro aí da gente. Tá vendo como é? Como é? Eu ter sido no céu. Pensei que tinha sido lá em Vitória da Conquista, mas acho que foi no céu que a gente se encontrou primeiro. Com essa reserva dele todinha, encontrou ela no céu. Quer dizer, lembra-te de mim quando estiveste no paraíso, viu, Jorginho? É, mas eh vamos seguindo. Olha, nós estamos com 11 horas, mas a gente já tá respondendo as perguntas por dentro, então a gente pode ir avançando um pouquinho mais. É, mas aqui com essas colocações do do Jorge do do Álvaro, a gente termina o capítulo 18. É exatamente isso. Ah, é, né? Meu Deus. É capítulo 18. Entrar em depressão agora. É, agora o o fizeram uma pergunta. Quer ver? Eu vi ali atrás. Ah, o que é o Espírito Santo que o Espiritismo entende? Já respondi. Oi. Já. Ah, eu não vi não. Ó, é uma play. Respondi dizendo que na live 104, no minuto 1:41 a gente respondeu essa pergunta. Então a gente coloca lá Moisés a Kardec, programa 104, minuto 1 hora, aí vai no 1 hora:41 que tem essa pergunta e essa resposta que eu falei do espírito de verdade, do Espírito Santo, peguei o as conexões com o discurso de Jesus do sermão, conectei com o livro Espírito da Verdade, foi, eu me lembro. É, já tá respondida essa. Muito bom.

lei do espírito de verdade, do Espírito Santo, peguei o as conexões com o discurso de Jesus do sermão, conectei com o livro Espírito da Verdade, foi, eu me lembro. É, já tá respondida essa. Muito bom. Então, assim, eh eu acho muito importante essas discussões sobre, eh, o fato de que a Torá traz essa, essa vedação para a consulta aos mortos, porque isso é muito evocado para tentar de alguma forma desqualificar o espiritismo. E é onde a gente precisa eh destacar o ponto de que eh de fato isso é um ato que a gente não deve praticar realmente, não se deve adivinhar, né? Fazer uma reunião mediúnica na casa espírita para perguntar: "E aí, eh, eu vou casar? Dá uma característica do meu marido, como é que vai ser? Eh, como é que eu faço para conseguir ganhar mais dinheiro? tá tão difícil a vida que me dá me dá uma sugestão. Então, essas coisas da vida material elas pertencem ao nosso ao nosso livre arbítrio e somos nós que temos que decidir, né? Professor Severino Celestino teve uma época que morou em São Paulo, não foi, professor? Morei em São Paulo. E voltou, não foi? Voltou para terminar o curso de de de odontologia. Eu termine, não terminar não, eu fui fazer pós-graduação, meu curso de mestrado na USP, de 79 a 81. Foram 3 anos, eu já tinha trabalhado dois em São Paulo. Morei na rua que na casa 342. Qual é o número do teu prédio, Álvaro? Eu não vou falar pro pessoal não ir lá. Ah, é? Mas eu morei bem pertinho, no número 342, na mesma rua Afonso de Freit, atravessa da rua Bernardinho de Campos, aonde Álvaro mora hoje lá com a mamãezinha querida dele, dona Ana, com a minha mãe que mora lá, né? Eu moro em outro lugar. Sim. Ah, os seus pais, os seus pais moram na rua Afonso de Freitas, aonde eu 60 m da onde o senhor morava, né? É, mas é muita coincidência, né? São Paulo, desse tamanho. Mas eu quero eu quero destacar o seguinte. Depois que o senhor tava em São Paulo, o senhor voltou? Não voltou? Voltei. Voltou. Perguntou pros espíritos se devia voltar ou não. Não, não precisou.

anho. Mas eu quero eu quero destacar o seguinte. Depois que o senhor tava em São Paulo, o senhor voltou? Não voltou? Voltei. Voltou. Perguntou pros espíritos se devia voltar ou não. Não, não precisou. Não perguntei nada. Ah, eu eu decidi pelas questões da vida. O meu livre arbítrio me deu direito de eu escolher uma outra oportunidade para voltar a São Paulo. Isso. Eu não perguntei, eu mudei, hein? Eu mudei de Belém para Porto Velho em 1987, não consultei ninguém para ir. E quando eu saí de Rondônia para Curitiba, depois de ter vivido 35 anos em que eu vendi tudo para vir para cá, também não perguntei ninguém. Eu simplesmente vendi e vim. V. Me lembro, eu me lembro, ela, quando nós fomos trabalhar na fundação do Cisco de Luz, você estava em uma viagem para a Suíça, eu te liguei e tivemos uma conversa e você não me deu nem sim não. Conversei na sequência na estava de você, Daniel Oláia, ela me deu algumas orientações sobre sobre o meu proceder. E eu lembro, e eu fiquei assim, né? A gente conversa muito com os espíritos no dia a dia, a gente tem alguns espíritos muito próximos a nós. E eu falava: "Gente, alguém me ajuda? Será que eu tenho que fundar a casa?" Porque é um compromisso financeiro, um compromisso de todos os níveis. E se meu caminho for para outro lado, que eu tava numa encruzilhada e eu ouvia, sabe o que que eu ouvia? Eu vou eu vou falar só para vocês dois. Comunicação que os espíritos davam era essa. Eu ouvi os grilos, sabe? Quando você tá de noite e é aquele silêncio, só os grilinhos. E eu e eu rezava e pedia e falava: "Me ajuda, me ajuda, me dá uma orientação". E aquele silêncio. A partir do momento que eu falei, "Quer saber? Vou vou vou tomar essa responsabilidade, vou fundar, vai ser mais um ponto de luz. Fui lá, fiz o que tinha que fazer, alugamos casa, fizemos tudo que tinha que fazer, fizemos o primeiro evangelho. A hora que fizeram o primeiro evangelho, aí os espíritos começaram a falar: "Tomei a decisão, fizeram o primeiro evangelho". Aí os espíritos vieram demonstrando todo

zer, fizemos o primeiro evangelho. A hora que fizeram o primeiro evangelho, aí os espíritos começaram a falar: "Tomei a decisão, fizeram o primeiro evangelho". Aí os espíritos vieram demonstrando todo o apoio, falando: "É isso". Eh, ele, eu cheguei a ver, olha só que coisa linda, o momento, isso tempos depois, um ano depois, o momento em que no plano espiritual a casa foi autorizada a fundação da casa para mim. Então, eu vivi esse momento, foi eu vi a longevidade da casa. Depois, gente, isso aí depois, ó que coisa linda. Os espíritos não interviram. em em favor da decisão ser tomada. Tomei a decisão, tomei a ação, vamos lá, fom os espíritos foram diferente, deram todos. Então eu sou muito cauteloso com comunicação mediúnica. Ah, mas você tem mediunidade ostensiva, Álvaro? Eu vejo você lidar com a mediunidade no dia a dia com muita naturalidade, né? O professor teve aqui em nossa casa alguns dias. teve conosco na reunião eh com muita naturalidade agora acabei de sair de uma reunião com muita naturalidade, mas com muita responsabilidade, com muita e essa responsabilidade, eu não tô imperando medo, não quero dizer que tem que ter medo, não. Tem que ter responsabilidade como se dirige um carro, como se conduz uma família, como se educa uma criança. A mediunidade exige a mesma responsabilidade, uma responsabilidade segura, não uma responsabilidade de temor. E eu digo isso, eh, porque eu ouvi outro dia uma história, olha só que coisa, ela rá, em um centro espírita, não vou falar estado, não vou falar nada, em um centro espírita, ah, chegou uma pessoa, procurou uma médium, né, na uma conversa fraterna, a pessoa era médium, falou: "Eu tô procurando meu esposo". Meu esposo tá desaparecida há tanto tempo. Eu não vou falar a profissão do rapaz também para não dar para identificar. E falou: "Tá bom, então eu vou eu vou penso tal". A pessoa falou o nome aí a pessoa era uma grande médico, falou: "Teu esposo tá morto? Eu tô vendo seu esposo enterrado em determinado local." Gente, a mulher foi na polícia.

eu vou eu vou penso tal". A pessoa falou o nome aí a pessoa era uma grande médico, falou: "Teu esposo tá morto? Eu tô vendo seu esposo enterrado em determinado local." Gente, a mulher foi na polícia. falou: "Eu tenho uma informação que meu esposo tá desaparecido há tanto tempo que tá em tal lugar. Polícia foi até o local. O a pessoa tava lá, tava tava morta lá, enterrada no lugar que a médium viu. Sabe o que que aconteceu? foi o dirigente da casa e a médium eh prestar esclarecimento envolvidos no inquérito por envolvimento com o crime organizado dentro da do crime que tinha sido perpetrado contra aquela pessoa. Olha, é o uma médium autêntica que trouxe uma informação verídica, mas gente sem responsabilidade, assim como aqueles que viram e falam: "Tem o espírito do seu lado, é um obsessor." quer te matar. Tirou o obsessor de dentro, botou de fora e botou dentro da cabeça da pessoa. O vínculo tá agora o medo vai fazer. Assim como tem a pessoas que chegam e falam: "Elahá, ó, seu ciclo aí em Curitiba tá acabando, agora vai começar no nosso lar." Brincadeira. Calma, é brincadeira. Então a gente tem que tomar muito cuidado, muita responsabilidade com nosso lar. É um centro espírita, viu? E na cidade do lado em Apucarana. Brincadeira. Então a gente tem que tomar muito cuidado, ter muita responsabilidade no melhor dos sentidos. E aqui o que tá sendo trazido muito é esse respeito, né? A responsabilidade, ela não tem a ver com temor, ela tem a ver com o respeito, a importância daquela ferramenta que nós temos que usar não para nos promover, não para ter para ninguém para que ninguém olhe para nós como se nós fôssemos melhores, mais importantes, mas uma ferramenta de servidão, uma ferramenta que exige eh exige a dedicação do meu espírito, da minha alma, da minha mente, da minha disciplina, para que eu possa verdadeiramente me utilizar da mediunidade da melhor maneira possível. Então eu entendo que todo esse texto é muito sobre isso. Muito interessante, realmente. Olha, eu queria nessa nessa nessas minhas

verdadeiramente me utilizar da mediunidade da melhor maneira possível. Então eu entendo que todo esse texto é muito sobre isso. Muito interessante, realmente. Olha, eu queria nessa nessa nessas minhas habitações em São Paulo, eu também morei lá perto da em Santa Cecília, perto do escritório da RW, da Márcia e da Vanda. Quer dizer, eu tô sempre por perto, previamente, geograficamente, que eu morei na Martim Francisco 27, elas tinham o escritório na Alameda Barros e hoje elas estão no Martinique Prado. Então, também morei em Santa Cecília, perto da Márcia e da Vanda e morei perto da família do Álvaro em 1975, com a travessa da Cubatão, onde ficava o clube chamado Patropi, aonde tinha toda terça-feira tinha umas gravações de um programa de TV lá e eu ia assistir, foi um período assim bem e hoje eu voltei e encontrei a 20 a 20, 30 m a residência do Álvaro. Eu eu tô dando risada no do Paulo. O Álvaro desencarnou os professor às 22:41. El rapa breve. Vou sair da live. É, vai sobrar para você Paulo, viu? A próxima é você. A a próxima é a próxima profecia da Antesca é ele. Quando é a sua, agora quando ele olhar para trás não tem ninguém. Tá todo mundo dando boa noite. O último espírita. Psicografia do livro. O último espírita. É, mas Áv, tudo que você colocou aí está de acordo com as observações de Kardec no livro dos médiuns, que a gente pode evocar as entidades com fins e objetivos universais e de auxílio àqueles que precisam, nunca em interesses pessoais. E o próprio evangelho segundo o espiritismo, ele comenta, pois quando ele fala, quando ele fala de mediunidade, de cura, ele diz assim: "Jesus e seus discípulos, embora pobres, nunca cobraram nada das curas que ele praticou". Então é é um outro ponto importantíssimo para entender que as pessoas nunca devem julgar o que não conhece e muito menos julgar às vezes uma pessoa que é materialista, que tem interesses escusos em nome da doutrina, que a doutrina não tem nada a ver com isso. Isso não macula a pureza dela. Macula sim aquele médium

menos julgar às vezes uma pessoa que é materialista, que tem interesses escusos em nome da doutrina, que a doutrina não tem nada a ver com isso. Isso não macula a pureza dela. Macula sim aquele médium que tem uma faculdade que Kardec chama de divina e é divina para tirar proveito pessoal de egoísmo, de superioridade, de estrelismo e etc e etc. Olha, professora, eu comentei isso já com vocês, mas se vocês permitirem, eu vou comentar de novo. Tô ficando velho, já posso repetir as coisas. Então, eh, às vezes as pessoas me ligam, porque São Paulo é uma cidade, né? Você vê o professor veio estudar aqui na juventude, eh, só tinha duas ruas em São Paulo. Ela tá explicado porquê. Tá brincadeira. Só a Martin Francisco e a Cubat a força de Freita e a Cubaton. E nem a B suares não tinha ainda, né? né? É isso daí. Então assim, eh, a gente às vezes as pessoas me liga, fala: "Olha, minha filha, meu irmão, um grande amigo tá vindo para São Paulo, você pode receber no Cisco de Luz?" E as pessoas me dizem assim: "Ó, eh, eu queria que você recebesse porque tal pessoa é médium e ela tá indo para ser médium. Você não acolhe tal pessoa?" Eu tenho uma resposta padrão e eu falo assim: "Olha, nós receberemos, mas eu peço para que não venha ser médium, para que não venha ser orador, para que venha ser um servidor, um servidor junto a nós." Então, todos os médiuns, todos os oradores devem ser, acima de tudo, servidores. dos servidores, nós teremos, estaremos na condição de de exercer todas as funções, inclusive a mediunidade, inclusive a oratória, todos esses elementos. Então, o que que eu quero dizer? Eu não tô dizendo que eu pego a pessoa, olho para ela e falo: "Olha, você vai ter que começar do zero o curso". Não, a gente faz uma análise pela pelo conhecimento da pessoa, pelo entrosamento da pessoa e muitos rapidamente vão para reuniões mediúnicas ou para trabalho em diversas esferas da casa espírita, mas eu sempre digo isso, sejamos servidores. Servidores. E se a gente quiser ser reconhecido como médium, talvez a gente

para reuniões mediúnicas ou para trabalho em diversas esferas da casa espírita, mas eu sempre digo isso, sejamos servidores. Servidores. E se a gente quiser ser reconhecido como médium, talvez a gente vai escrever livro, texto, trazer mensagem. que não tenha sentido, que, vamos dizer assim, pode ter sido uma forçação de barra porque a gente queria. E muitas vezes a gente quer ser enganado e receber determinadas mensagens pelo título, pelo nome do espírito, o que quer que seja. Se a gente quiser ser um servidor, eu tô disposto a não receber nenhuma mensagem de mentor, se for o caso, ou nenhum espírito, ou ter minha mediunidade multiplicada por 1000, ou ter minha mediunidade suspensa. Eu tô disposto a tudo. Eu tô disposto a ser a pessoa que faz o trabalho mais simples do centro e que ali está cumprindo com um dever junto à doutrina. Então eu sempre digo isso, tenho falado isso, nós devemos querer ser servidores. Aí se eu nunca mais for chamado para uma palestra, tá tudo bem, é porque a minha voz foi importante para uma inteligência suprema até esse momento. E a partir de hoje, hoje eu estou encerrando o essa noite numa live e pude ser orador. Amanhã eu quero ser um servidor. onde é que tenha serviço. Então isso é muito importante para nós essa essa conscientização. Com certeza, Jorge. Sim. Eh, eu queria que a gente chamasse o Adriano, né? Ele tá dormindo? Não, eu acho que ele dormiu. E ele mandou uma mensagem que tinha Ah, acordou a cara de sono. Ó, tem uma pergunta aqui, ó. Professor Severino, deixa eu colocar aqui, ó. Boa noite, amigos. pergunta para o professor Severino Celestino. Professor, eh, o que o que significa não comereis da árvore do bem e do mal? Eh, essa pergunta, Sandra, eu vou eu vou responder, mas eu sei que Álvaro e e Jorget devem ter muita coisa para complementar. Eu considero essa essa passagem muito interessante, porque isso está no capítulo 3 do Gênesis, quando fala do paraíso, da história de Adão e Eva no paraíso, que a gente sabe que é uma metáfora, né? Adão nunca existiu,

essa passagem muito interessante, porque isso está no capítulo 3 do Gênesis, quando fala do paraíso, da história de Adão e Eva no paraíso, que a gente sabe que é uma metáfora, né? Adão nunca existiu, Eva nunca existiu como personagem da forma que muita gente quer trazer literalmente. Mas eu considero essa árvore do conhecimento do bem e do mal o princípio da história da humanidade. Porque do jeito que o que o o jardim do o Gan Éden é colocado na Torá, ele não pode ser nunca tomado ao pé da letra ou literalmente falando. Porque o para no o paraíso era um local onde não havia problema. O paraíso, Adão e Eva podiam desfrutar de tudo. E por especificamente uma proibição de uma árvore do conhecimento do bem e do mal, se eles tinham direito a tudo. Então, alguma coisa tá chamando atenção. E se Deus não quisesse que Adão e Eva comesse a árvore do conhecimento, o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele teria feito uma árvore com 50 m de altura e um fruto que lá de cima não caía nunca e ele não combuiu nunca. Então tem um propósito por trás de tudo isso que era é o nosso despertar. O episódio de Adão e Eva traz a curiosidade humana aguçada e a opção de se conhecer mesmo, porque é uma história muito curiosa, porque a serpente diz para primeiro uma serpente que fala que ainda hoje se a gente entrar uma serpente em qualquer no estúdio e disser boa noite, não fica ninguém lá dentro já depois de quantos mil anos depois. É tudo lenda e colocações, mas não está errado. Tem um objetivo. Cabe a gente a descobrir qual é o recado da espiritualidade at que vem no episódio de Adão e Eva. Mesmo porque a serpente, Moisés diz que ela é o mais astuto dos animais. A serpente entra na na história da de Adão e Eva como uma perdição, uma coisa negativa. Mas o próprio Jesus trata a serpente com muito respeito quando ele diz para os discípulos que eles fossem simples como as pombas e prudentes como as serpentes. A serpente é símbolo de sabedoria em todas as civilizações do planeta. A

ente com muito respeito quando ele diz para os discípulos que eles fossem simples como as pombas e prudentes como as serpentes. A serpente é símbolo de sabedoria em todas as civilizações do planeta. A serpente, a palavra aí quando a gente aprofunda um pouquinho os níveis de interpretação, no quarto nível que é o sou de ou secreto ou cabalista, a palavra narra em hebraico tem o mesmo valor numérico da palavra masia. Então a serpente é a consciência messiânica ou crística entrando em nossa vida. Então, ela tem uma uma um um um valor espiritual muito grande e muito importante. A serpente é que trouxe a consciência do certo e do errado e que trouxe também o livre arbítrio, porque a partir dali, o que é que vem sobre, vamos dizer assim, sobre o pretexto de uma desobediência, surge surge toda uma história da humanidade. E a serpente não é símbolo de perdição, ela entra como símbolo de consciência crística. É Jesus já presente no terceiro capítulo do Gênesis, porque muita gente diz que Jesus só aparece no Novo Testamento, mas ele está desde o primeiro versículo da Bíblia. Então esse conhecer o bem e o mal, meu querido, é discernimento. É a partir do nosso conhecimento, o símbolo. Porque a serpente também foi muito, não foi astuta, porque se ela, se ela sabia que quem comesse daquele fruto não morreria, porque ela mesmo não comeu do fruto e não tomou todo aquilo que ela tava transferindo para Eva. Então, dentro do diálogo, na minha concepção, ela foi burra, ela não tinha inteligência nenhuma, ela não foi saís em cima nenhuma, porque ela sabia o que era o que iria acontecer, o que era melhor. Você vai ter que ser tão grande quanto Deus. E porque ela não comeu do fruto? Então tem muita coisa nessa nessa nesse diálogo e nesse capítulo do Gênesis capítulo 3, que se você tomar ao pé da letra vai acabar com uma história da Chapeuzinho Vermelho, vai ter um propósito aí que você não vai entender nada, porque eu sempre nos meus estudos, mesmo como quando eu comecei a ouvir a história de de Chapeuzinho Vermelho, só

tória da Chapeuzinho Vermelho, vai ter um propósito aí que você não vai entender nada, porque eu sempre nos meus estudos, mesmo como quando eu comecei a ouvir a história de de Chapeuzinho Vermelho, só para você ver, eu achei uma história terrível, um filho mau caráter que foi a mãe para morar distante dele depois de uma floresta e ainda tinha o dia todinho para mandar a neta dela levar alguma coisa pra vó. esperou passar o dia todinho e só quando o Tot tava se pondo, foi que ele mandou a filha levar os doces paraa vovozinha para passar por uma floresta onde tinha um lobo mau. Quer dizer, é um negócio que não não não tem pé nem cabeça. E se você lê a história da criação de Adão e Eva e de toda essa primeira parte metafórica do Gênesis e interpretar literalmente, você não vai chegar a lugar nenhum, porque não tem nenhuma lógica. Por isso que os rabinos, os sábios, os cabalistas, eles sim, como diz Emmanuel, eles sabem todo, ele tem todo conhecimento do segredo ou do SD que está por trás dessas histórias. Agora, o ocidente traduz às vezes muito mal, interpreta pior ainda e passa adiante algo que não tem nenhuma lógica, nenhuma razão, nenhum bom senso, como nos diria Allan Kardec. Eu só tenho uma coisa a dizer. Amém, igreja. Ó, deixa eu colocar aqui a pergunta da Selma. Quem não é médium pode evocar um espírito? E quando esse espírito eh quando esse espírito permitiu, eh aí ela complementa aqui em caso de extrema necessidade, quero dizer, olha, eu eu vou fazer uma evocação de um espírito aqui. Dr. Bezerra, tô passando por um problema tão fiz de saúde aqui, o senhor não pode me dar uma ajuda? é uma vocação. Nós realizamos uma reunião evocando a presença do Cristo. Se for esse o sentido da sua maneira de entender a evocação, é tudo bem, tudo perfeito, tudo em harmonia. Você não precisa ter mediunidade para fazer uma evocação, por exemplo, em uma prece, não tem problema nenhum. Agora eu vou dizer uma coisa a mais sobre evocação. Eh, nós, eu tenho falado quando falo de mediunidade, eu falo um pouco disso. Nós

r uma evocação, por exemplo, em uma prece, não tem problema nenhum. Agora eu vou dizer uma coisa a mais sobre evocação. Eh, nós, eu tenho falado quando falo de mediunidade, eu falo um pouco disso. Nós encontramos a tradução do da revista espírita basicamente 100 anos depois da da tradução das primeiras obras de Kardec para o português. 100 anos, aproximadamente. 100 anos. Então, foram, a gente ficou 100 anos sem a revista espírita em português. Então, nós tínhamos as cinco obras básicas de Kardec. Tanto que a gente não vê, não tem o hábito de estudar a revista espírita em Centro Espírita, ver estudos da revista Espírita. E a revista espírita traz muito da prática mediúnica, da diversidade dos carismas, traz muito sobre as instruções sobre como deve ser feito. E ali na revista espírita, nós vamos encontrar orientações de como é que eram realizadas aquilo que nós no movimento espírita não realizamos, evocações. Então, por exemplo, as reuniões de Kardec começavam todas a segunda revista espírita, pela evocação do espírito protetor de cada médium. Então, olha só, não tem nada de errado nisto. E a gente fala, não pode fazer evocação. Na verdade, a gente tá falando algo que tá contra a orientação doutrinária. Ele tá fazendo a evocação dos espíritos, dos mentores ali de cada uma das pessoas. Por isso que a gente vai encontrar, por exemplo, tantas mensagens de Santo Agostinho, de São Vicente de Paulo, a de Joana a Dark e assim por diante. Por quê? do espírito Mordei, porque esses eram os espíritos guardiões daqueles médiuns de Kardec e eles trazia uma série de mensagens pela presença deles. É claro que a gente não pode esperar ter esses mesmos espíritos guardiões envolvidos com aquele momento tão importante. a evocação no sentido de, por exemplo, eh, por exemplo, deixa eu ver aqui como que eu posso fazer uma e opa, pera aí que minha tela sumiu, desapareceu aqui. Eu fui apertar um negócio, apertei o trem errado. Vou fazer uma evocação aqui, não sentido de trazer a pessoa a a Eu sumiu minha tela.

fazer uma e opa, pera aí que minha tela sumiu, desapareceu aqui. Eu fui apertar um negócio, apertei o trem errado. Vou fazer uma evocação aqui, não sentido de trazer a pessoa a a Eu sumiu minha tela. Eu ia tirar a minha tela, eu ia sair, ia falar para vocês me evocarem e eu aparecer, não esperando que seja realizado dessa forma, mas no sentido do amparo, da proteção, da prece. E se vocês quiserem colocar alguma outra questão, fiquem à vontade. Isso aí que você tá dizendo, meu querido, é exatamente o que Kardec recomenda, que sejam feitos com propósitos sérios de de servir de de orientação e benefício para todas as pessoas que tenham um caráter sobretudo universal, nunca pessoal, nunca com interesses próprios. Isso é perfeitamente. E não precisa ser médio, viu, Cel Minan para fazer isso, porque quase sempre os dirigentes por onde eu passei, meu sogro mesmo, que fundou o Bom Samaritano com a dona Helena, a esposa dele, ele nunca recebeu entidade e era um excelente evocador e doutrinador. O que ele precisa para fazer isso é conhecer a doutrina. É importante que haja o conhecimento da doutrina para saber como lidar com os espíritos que ele tá chamando, porque senão ele pode ficar numa dificuldade. Pega um espírito qualquer rebelde ou inferior e não sai e vai dar trabalho a outras pessoas mais experientes para poder fazer a vocação, para poder dirigir e doutrinar e sobretudo ter autoridade moral para falar com os espíritos. Porque você lembra o capítulo 10 de Mateus, quando Jesus escolhe os seus discípulos, os 12, o que aqui diz Mateus, deu-lhes autoridade sobre os espíritos. E aí, a partir daí, pira coisa que ele fez, deu a tridade sobre os espíritos. E aí ele ensinou como se comportar, aonde ir, aonde não ir. Mas a primeira coisa, por quê? Porque é algo importante você ter autoridade moral pelo seu proceder, pela sua própria moral para poder você doutrinar, porque os espíritos sabem o que você é, o que você fez e o que você faz. Eu já vi em reunião mediúnica o o nutrinador ser desmoralizado

seu proceder, pela sua própria moral para poder você doutrinar, porque os espíritos sabem o que você é, o que você fez e o que você faz. Eu já vi em reunião mediúnica o o nutrinador ser desmoralizado na frente de todo mundo. Eu achei aquilo terrível. Para mim foi uma experiência muito forte, porque a gente pensa que tá acima de qualquer qualquer eh poder simplesmente porque dirige uma reunião mediúnica. Não é para qualquer um. Primeiro você tem que ter autoridade moral para fazer isso, porque os espíritos l vão lhe estudar, eles sabem tudo. Ele tentou a ficha todinha e o espírito perguntou ao médico: "Você quer que eu lhe diga o que foi que você fez ontem? acabou com o doutrinador, ele ele ficou mudo, acabou toda a moral. Então, é preciso que essas evocações sejam feito, como diz Kardec no livro dos médiuns, com muita responsabilidade, com muita autoridade e com objetivos universais, sempre voltado para o bem. Inclusive o nome do próprio livro dos médiuns é guia dos médiuns evocadores. Guia dos Evocadores. Exatamente. Perfeitamente. Jorge, tu tá com teu som desligado. Mandar um grande abraço aqui pro Marcos de Carvalho. Marcos, professor Jorge tá fechado. Está nos ouvindo lá do Meia no Rio de Janeiro. Marcos B. Eu sei. É porque eu tô só validando, tá tudo certo, não quero contribuir. Tá certinho. Ah, sim. Muito obrigado. Se tem sua validação, para mim já é já é suficiente. Não, não é porque assim, a gente quando tá tudo, não tem nada para acrescentar, então tá beleza, tá cá. Quando diz assim, aí eu tenho um ponto para colocar aí a gente fala, nesse cara, tá tudo certinho. É, não teria nada a acrescentar. Agora assim, tem um ponto aqui na na pergunta dela que seria assim, ó, eh, digo, uma mediunidade não desenvolvida. mediunidade ela é muito natural. Como eu disse, a gente não precisa e não tem que ter medo da mediunidade, mas a gente tem que ter uma uma um entendimento sobre o assunto. Então, por exemplo, eu adoro eu adoro eh fazer cirurgia neuronal. Eu adoro neurocirurgia,

recisa e não tem que ter medo da mediunidade, mas a gente tem que ter uma uma um entendimento sobre o assunto. Então, por exemplo, eu adoro eu adoro eh fazer cirurgia neuronal. Eu adoro neurocirurgia, mas eu não sei fazer. Eu não sei fazer, posso fazer em algum de vocês? Não sou nem médico, tá? Não vou poder fazer. Naturalmente, eh, a responsabilidade diz que eu deveria primeiro adentrar um curso de medicina, depois fazer a especialização, depois a de 10 anos, quem sabe eu possa me deparar com essa possibilidade. Então, o que que eu tô querendo dizer? que é importante a gente se compreender humilde diante da mediunidade, humilde para buscar orientação, humilde para buscar o estudo, a instrução, para para procurar caminhos seguros, para que a prática mediúnica não se torne uma tormenta. Então, se a sua evocação for nesse sentido da prece, o pedido de auxílio, tudo bem. Agora, eu tomaria cuidado com outras formas que pudesse tomar, que se afastasse disso. Só queria trazer essa esse detalhe, observação. Muito muito muito oportuno, Álvaro. Concordo com você. E tem essa pergunta aqui da Goret para o professor Severino e para vocês. Como podemos compreender o mandamento da lei mosaica que manda honrar pai e mãe para teres uma longa vida sobre a terra? O o o Ela falou um pouquinho acerca disso, né? Sim, mas ela tá fazendo uma pergunta dirigida a mim. Eu quero colaboração de vocês também. Mas eu vou fazer algumas colocações que é uma coisa que a gente deve fazer sempre que for estudar um texto bíblico, quando foi escrito, porque foi escrito e para quem foi escrito e em que época, né? Então essa pergunta, essa essa esse mandamento que está no Êxodo 20 é um dos 10 de Brot da Torá recebida no Monte Sinai por Moisés, eu considero esse essa colocação fantástica e maravilhosa. Primeira coisa, por que para teres uma longa vida sobre a terra que o Senhor Deus te dará, né? Porque há um complemento aí primeiro, né? Primeira coisa é porque a visão de céu naquela época era muito ainda muito vaga.

or que para teres uma longa vida sobre a terra que o Senhor Deus te dará, né? Porque há um complemento aí primeiro, né? Primeira coisa é porque a visão de céu naquela época era muito ainda muito vaga. Então Deus promete uma longa vida sobre a terra. Não prometiu, não prometeu um paraíso, um olabá, um reino dos céus ou vida eterna. Não foi uma resposta, uma uma exortação material para que eles honrassem seu pai e sua mãe para poder ter como recompensa a terra e não o céu. Uma questão familiar e material. Segundo, por que ele não disse ama teu pai e tua mãe? Não usou verbo amar, usou verbo honrar. Porque uma das dos pontos fortte a gente veu aqui em todo o nosso estudo é que a metade da Torá é o Levítico 19 versículo 18 que diz: "Ama a Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, o teu próximo, de toda tua como a ti mesmo." Esses são é considerado o versículo de ouro que está fica exatamente na metade dos dois livros e meio, que são cinco livros de Moisés. O rolo, a meu lá fica ali na metade. Ele usou o verbo honrar. Então o verbo honrar aqui eu eu considero maior do que o verbo amar. Então honrar. Você observe que Jesus quando ele faz a sua a sua última declaração lá em Mateus, em João 17:5, quando ele faz a sua conhecida oração sacerdotal ou uma prestação de contas a Deus, ele diz assim: "Pai, chegou a minha hora. Honra teu filho com a honra que eu tinha quando eu me encontrava contigo antes da criação dos céus e da terra. Ele não falou de amor, falou de honra. A expressão hebraica cavodi cavod meod, eu me sinto muito honrado. É um verbo usado para família, para pai e mãe especificamente, e que na minha concepção é maior do que o verbo amar. Porque é uma expressão que Jesus dizia: "Eu e o Pai somos um." Porque ele fazia exatamente a vontade de Deus com toda a fidelidade que lhe era possível. Eu vim e fazer a vontade do meu pai. Eu cheguei, eu estou com vocês para fazer a vontade do meu pai que me enviou. Então Jesus honrava o pai dele, no caso Deus. E essa expressão é uma expressão de amor, de

m e fazer a vontade do meu pai. Eu cheguei, eu estou com vocês para fazer a vontade do meu pai que me enviou. Então Jesus honrava o pai dele, no caso Deus. E essa expressão é uma expressão de amor, de família, que o filho deve fazer exatamente a vontade do seu pai. É isso que esse capítulo do Êxodo 20. Com certeza, Jorgito, você deve ter melhores e maiores esclarecimentos. Eu entendo e eh interpreto assim que eu acho esse versículo maravilhoso. Eu acho esse versículo maravilhoso. Primeiro que ele fica na tábua dos mandamentos primeiros que são relacionados a Deus. Os primeiros cinco, né? Os primeiros cinco. Então significa que os pais estão mais próximos de Deus do que do próximo, né? Eles são uma transição entre Deus e o outro. Então, os pais são colocados num local de destaque porque são cocriadores. E o, eu acho assim muito interessante é porque o mandamento pede como verbo honrar. Honrar é da honra, não envergonhar, não deixá-los que se envergonhem ou que passem vergonha. Quando jovens, nós honramos nossos pais quando vivemos de maneira digna, quando alguém pergunta assim: "Você é o pai do fulano" e a pessoa diz: "Sim, sou eu que sou o pai dele". Então você está honrando seu pai. Quando você pergunta, você é o pai do fulano por que foi que ele fez? Não há honra. Não há honra. E nós não honramos os nossos pais quando eles ficam velhos, quando damos a eles uma vida desonrosa, em que eles ficam jogados num canto da casa em cima de uma de uma estrado de madeira, coberto ou não por um papelão, sujos, imundos, com sede, com fome, eh sem roupa trocada, abandonados, às vezes estão dias sem comer, comem o que? como se fosse um traste velho, uma coisa e rejeitável que já virou apenas um objeto. Nem um animal é tratado com tanto desprezo como muitos pais e muitas mães. Então, a gente pode também tirar-lhes a honra quando nós os tratamos como se eles fossem um um saco de de de batata que ficasse dentro de casa. Honrá-los, portanto, é darlhe dar a eles uma vida digna. E acho muito bonito o fato de não usar o

onra quando nós os tratamos como se eles fossem um um saco de de de batata que ficasse dentro de casa. Honrá-los, portanto, é darlhe dar a eles uma vida digna. E acho muito bonito o fato de não usar o verbo amar, porque às vezes existem histórias em que nós não conseguimos amar os nossos pais. Pais que nos abandonaram, pais que nos violentaram, que abusaram sexualmente dos filhos. que enfernizaram suas vidas, que os exploraram. O mandamento diz que independente de quem seja meu pai, posso não conseguir amá-lo, mas tenho o dever de garantir a eles uma vida com dignidade, com honra. Não consigo amar. Não, não consigo amar, mas tenho o dever de honrar-lhes a velice, cuidar tanto quanto possível. E ainda que eu possa ter dificuldade de dizer do fundo do meu coração que meu pai e minha mãe são amados por mim, eu não posso negar-lhes o dever de cuidar de sua velice e no meu período de juventude dar a eles dignidade de serem meus pais. Isso para quê? Para que se prolongue a vida na terra que o Senhor, o vosso Deus, vos dará. Você quer ficar na terra, meu filho? Você quer herdar o mundo de regeneração? Então, viva de maneira digna, respeite seus pais, dê dignidade a eles para que Deus, portanto, misericordiosamente permita que o seu passaporte seja garantida a sua permanência na terra que o Senhor nos dará. Tem, Jorgito, concordo e assine embaixo. Parabéns. Muito bom. Álvore, quer colocar alguma coisa aí da dos rabinos do do Talmud, do SD? Eu só queria dizer que o senhor na reunião que nós estivemos recebeu a visita de Dom Aldo Pagoto e o senhor não o reconheceu. Hum. Mais nada. Não reconheci. Nossa, fantástico. Tá bom. Só isso. Só para não esquecer. Tá reconhecendo agora. Só isso. Pronto. Eu queria fazer um uma colocação pequenininha, mais cabalística, é sobre os pais. A Torá, palavra Torá em hebraico é uma palavra formada pela letra Tav, que é a última letra do alfabeto, e um reino final. E no meio tem or. E or em hebraico é luz. Então, Torá é luz divina na humanidade.

rá, palavra Torá em hebraico é uma palavra formada pela letra Tav, que é a última letra do alfabeto, e um reino final. E no meio tem or. E or em hebraico é luz. Então, Torá é luz divina na humanidade. A palavra rorim, que significa ancestrais ou pais, tem um rei no final, um IM no final e no meio tem, que é luz. Então, os pais, os ancestrais, os patriarcas, os avôs são luzes na nossa vida, porque são eles que nos dão a própria vida. E moré em hebraico, que é uma palavra que começa com memo, termina com rei, mas tem or no meio. Os mestres, aqueles que nos traz a cultura, também são portadores de luz. Então é mais uma colaboração nesse ponto do cabalisticamente falando da importância que representa a Torá como revelação maior, nossos pais ou ancestrais e os nossos mestres. Lindo, muito bonito, professor, e muito bem observado. É o tipo de ensinamento da Torá que muito me encanta. É o cabalístico, né? É por isso que não se pode traduzir esse texto. É por isso que não pode traduzir. Traduziu, acabou. Acabou. O os sábios, os sábios rabínicos, eles dizem o seguinte: "Quando a Torá foi traduzida para um outro idioma, foi semelhante a o dia da construção do do bezerro de ouro no Monte Sinai e também as a terra se cobriu de trevas por três noites, porque a Torá jamais poderá estar transmitida em sua essência no outro idioma". É, é, não tem como realmente. E com essa e com essa encerramos. Eu acho que esqueci s 11:44. Queria dizer da alegria de estar com vocês hoje e da felicidade que foi para mim, né? Pedir vibrações para mim que eu agora vou ver vou ver melhor, né? Depois amanhã, depois de amanhã eu estarei fazendo uma cirurgia de catarato para começar a ler mais e ver melhor, ver vocês com os olhos mais perfeitos, né? Vê vocês mais belos, mais jovem, hein? Vai ver com os olhos do lobo mau. Não, não quero. Eu quero ver perfeito. Para que esses olhos tão grandes para te ver? Não, mas eu não quero ficar com olhos do lobo mau. Quero ficar com olhos do lobo bom, viu? J do lobo bom, né? É, é, é, é um olho por

u quero ver perfeito. Para que esses olhos tão grandes para te ver? Não, mas eu não quero ficar com olhos do lobo mau. Quero ficar com olhos do lobo bom, viu? J do lobo bom, né? É, é, é, é um olho por vez, né? Primeiro faz um. É, eu vou fazer um agora depois da manhã e vou esperar um tempo. Vai colocar que tipo de lente? Porque tem tanto tipo. Você vai colocar qual lente? Aquela que fica sem óculos. É aquela que não precisa de óculos nem para longe, nem para perto. Focal. É. Hum. Eh, eu esqueci de perguntar vocês no grupo. Eh, mês de julho normal, sequência normal. Normal. Sim. Normal não, porque esse grupo não é normal, mas é normal. Normal. Só se alguma coisa der errado, quer dizer, dê certo. Então, o próximo programa no dia 15 de julho, tá bom? 15 de julho. Ata. É, com certeza só ele aqui. Todos agenda, hein? Todos agendem aí 15 de julho, o próximo programa. Eh, quando as profecias realizadas aqui não se concretizarem, como a Dolores colocou aqui, que o professor Severino aí tem uma excelente cirurgia, vai dar tudo certo, professor. Amém, minha filha. E no próximo programa o senhor vai estar nos enxergando melhor, então, mais ainda. Quero ver vocês tudo mais jov mais jovem, mais bonitos, né? Você, senhor, vai ver uma bochecha 4D. Mas o senhor, o senhor nos vê lindos. O senhor nos vê lindos porque o senhor nos olha, nos olha com os olhos da alma. É 4K, Álvaro. 4K. 4K. É, viu, professor? O senhor nos vê lindos porque o senhor nos enxerga com os olhos da alma. Por isso que nós estamos lindo. Não, isso é para você que é máximo. Eu sou só mimo, viu? Ó, Jorgito, prece final para nós. Passo. Claro. Vamos orar que a gente possa fechar o nosso estudo. Vamos orar, gente. Querido Senhor, nós te agradecemos as oportunidades de estudo que tu nos conferes, a chance de podermos estar aqui para uma compreensão mais dilatada da vida. E por isso te agradecemos por tudo que tu nos concedes, por todas as bênçãos com as quais tens honrado as nossas vidas. Te agradecer, Senhor, por tudo que

i para uma compreensão mais dilatada da vida. E por isso te agradecemos por tudo que tu nos concedes, por todas as bênçãos com as quais tens honrado as nossas vidas. Te agradecer, Senhor, por tudo que fizeste e que nós sequer te pedimos. porque tu te antecipaste aos nossos pedidos. Mas queremos te rogar também fazer os nossos pedidos por todos aqueles que se operarão nos dias que se aproximam. por todos os adoentados, por todos que se encontram hospitalizados, por todos aqueles que enfrentarão as suas cirurgias nos dias que virão. Que o teu amor, Senhor, se derrame por sobre todos os hospitais, intuindo todos os médicos e facilitando a recuperação de todos os pacientes para que eles estejam envolvidos na tua graça e que o teu amor, a tua misericórdia, tanto quanto possível se derrame por sobre a lei de justiça, facultando por teu amor que todos os doentes se recuperem da melhor maneira possível. e possam ser cada vez mais úteis ao grande trabalho de transformação que vieram aqui realizar. Por isso, nós entregamos nas tuas mãos todos eles, Senhor, e te pedimos que tu os abençoes, que tu os protejas de acordo com a tua lei, justiça e misericórdia, para que a tua graça esteja sobre todos. Assim nós te rogamos as tuas bênçãos de paz. e te agradecemos por tudo que fazes e que farás por todos nós. Muito obrigado, Senhor. Que assim seja, meu irmão. É isso aí. E que essas energias também abracem, né, no plano espiritual nosso grande, gigantesco Francisco Cândido Xavier, on né, do do desencarne de Chico e que ele receba aí as nossas homenagens, o nosso carinho, né, as nossas energias. Ele que queria partir num dia em que o povo brasileiro estivesse alegre e partiu no dia em que o Brasil foi penta campeão da Copa do Mundo, né, em 2002, dia 30 de junho de 2002. É, é muito merecimento, né? É muito merecimento, pessoal. Bom, então é isso, vamos encerrando a live de hoje, agradecendo a todos vocês que estiveram nos acompanhando, muito, muito, muito, muito obrigado. E o nosso próximo encontro

uito merecimento, pessoal. Bom, então é isso, vamos encerrando a live de hoje, agradecendo a todos vocês que estiveram nos acompanhando, muito, muito, muito, muito obrigado. E o nosso próximo encontro então será no dia 15 de julho. Nós vamos aguardar todos vocês no dia 15 a partir das 21:30, tá bom? Beijos nos corações. Beijo, professor Severino. Beijo, Jorginho. Beijo, Álvaro. Beijo para todos vocês que estiveram nos acompanhando. Muito obrigado e até a próxima, tá bom? Lembrando que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Fiquem com Deus e até a próxima. Ciao. Ciao.

Mais do canal