COMO PARAR DE CRIAR NOSSOS PRÓPRIOS INIMIGOS - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/10/2025 (há 5 meses) 38:46 524 visualizações

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Transcrição

que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Uma alegre tarde de quarta-feira para todos os aqui presentes, encarnados e também desencarnados. Para aqueles que nos acompanham e nos assistem pela internet, sintam-se todos acolhidos pela comunhão espírita de Brasília. Vamos todos sentir o cuidado de Deus, cuidado divino que nós estamos tendo neste momento. Estamos sendo amparados, estamos sendo alimentados espiritualmente e dessa forma vamos conseguir vencer os nossos desafios, vamos conseguir dar prosseguimento à nossa jornada. Nós vamos começar com uma leitura de harmonização selecionada deste livro Receitas para a Alma, psicografia do médium Vanderlei de Oliveira pelo espírito irmãs do Fô. A mensagem escolhida tem o título Na falta das gentilezas. Todos nós gostamos que o outro aja gentilmente conosco, mas será que nós fazemos o mesmo? Então, irmãs do fogo, começa assim: Você se queixa dos ambientes onde escassiam os dotes da cordialidade e da gentileza. Observe por outro prisma e verá que neste local estéril falta quem decida por fazer todo o bem possível. Ser gentil é o mesmo que tecer uma muralha protetora em torno de si mesmo, abrigando-se das farpas vibratórias que contaminam os locais imprevidentes com a desharmonia e a perturbação. Assuma espontaneamente, em nome do amor, a condição do dispensador incondicional. das atenções reclamadas. Torne-se referência moral para aqueles outros que encontram com você e encontram em você as motivações que por agora eles mesmos não conseguem acionar. O tempo apresentará os frutos da sementeira da afabilidade. Um pouco de fermento afetivo provoca maravilhas nos recintos áridos, podendo com o tempo levedar todo o meio e criar

não conseguem acionar. O tempo apresentará os frutos da sementeira da afabilidade. Um pouco de fermento afetivo provoca maravilhas nos recintos áridos, podendo com o tempo levedar todo o meio e criar o clima da amizade verdadeira, com a qual possa edificar um ninho de refazimento e realização para os seus dias de aprendizado na escola dos relacionamentos. Então, sejamos mais gentis e prosseguiremos com uma oração. Vamos respirar profundamente e vamos neste momento não pensar apenas em nós, mas vamos pensar principalmente nos nossos irmãos pelo mundo inteiro que estão necessitados do socorro divino. Vamos vibrar por nós, pelos nossos familiares, pelos nossos amigos, mas vamos vibrar também pedindo o socorro do Pai para os nossos irmãos que estão nos locais do presídio, dos hospitais, dos asilos, dos orfanatos, naqueles locais de refúgios de guerra. Nós te pedimos, Senhor, por todos eles. Nós te pedimos pela tua misericórdia. Abraça-nos, ampara-nos, proteja-nos e dai força para que sejamos muito mais ação do que palavras. Para que realmente, Senhor, exerçamos a fé de buscarmos primeiro o teu reino e confiarmos na tua providência divina. Que vivamos cada dia o próprio mal, sem nos ansiarmos pelo amanhã que não sabemos se virar, Senhor, mas nos concentrando no hoje, no todo o bem que nós podemos fazer. que sejamos senhor gentis, tolerantes, que sejamos pacíficos, que assim seja. Então, o tema da nossa reflexão nessa tarde é como parar de criar os nossos próprios inimigos. Mas será que nós temos inimigos? Sim. A resposta é sim. Infelizmente é possível que muitos de nós os tenhamos. E Emanuel, Emanuel faz essa afirmação sobre a inimizade no livro, neste livro, Ceifa de Luz, que contém a mensagem que é a base dessa da nossa reflexão. Eu na mensagem aqui intitulada imunização espiritual, ele vai dizer que nós temos inimigos e que muitos destes somos nós mesmos que criamos. nós mesmos que semeamos. E se temos inimigos, é bem provável que nós estejamos travando batalhas. E ao travar batalhas, nós ferimos e

s temos inimigos e que muitos destes somos nós mesmos que criamos. nós mesmos que semeamos. E se temos inimigos, é bem provável que nós estejamos travando batalhas. E ao travar batalhas, nós ferimos e somos feridos. E aí vem a desharmonia, os conflitos, os problemas que se manifestam no ambiente familiar, no local de trabalho, entre os amigos e até mesmo nas redes sociais. Discutir os inimigos que criamos é, portanto, um convite à reforma íntima e ao progresso espiritual. Logo, é importante que reflitamos quem são esses inimigos, como nós os criamos e especialmente como podemos evitar isso. Inimigo é uma palavra pesada, mas que significa aquele que é adversário, aquele que rivaliza, aquele que se opõe. E Emanuel nos afirma que nós temos duas classes de inimigo. A primeira classe é inevitável. Nós vamos ter mesmo. É aquela classe de inimigos, de opositores que surgem no caminho evolutivo de cada um. E irmãs do Fô vai eh nos ajudar a entender isso com a seguinte colocação. Ela explica que faz parte da lei do progresso que certas características psicológicas e morais se retraiam nas esferas dos encontros e desencontros. Nós somos peculiares, nós temos diferenças. Então, em algum momento, o nosso modo de ser, de viver e as nossas características vão conflitar com a do outro e isso pode virar uma oposição. Então, esta primeira classe é inevitável. E Emânuel ainda complementa dizendo que nem Jesus ficou sem essa primeira classe. Imaginem, Jesus teve vários opositores, os fariseus, os saduceus e tantos outros. Mas nós vamos agora para a segunda classe. Essa classe de inimigos, de adversários, é a que nós criamos, mas que devemos evitar. Devemos evitar a criação. O surgimento desses inimigos pode se dar em dois momentos. Numiro momento, ocorre pela nossa própria pelo nosso próprio modo de ser, pelas atitudes que nós temos. Às vezes não damos a oportunidade de o outro falar. Às vezes nós não escutamos direito, a pessoa está falando conosco, nós estamos lá no celular, cortamos a palavra do

r, pelas atitudes que nós temos. Às vezes não damos a oportunidade de o outro falar. Às vezes nós não escutamos direito, a pessoa está falando conosco, nós estamos lá no celular, cortamos a palavra do outro. Nós somos rápidos em dar uma resposta, em revidar. Nós somos impulsivos. E aí isso tudo mostra o quê? uma falta de escuta, um tom agressivo, uma hostilidade, uma falta de reciprocidade. E eu vou citar aqui algumas frases que vão deixar bem claro para vocês o que eu acabei de falar. E aí começam os inimigos. Bateu, levou, cada um por si. Falou o que quer, ouve o que não quer. Não leva o desafor para casa. Aqui se faz, aqui se paga. E às vezes nós temos essa essas atitudes. E um segundo momento, nós vamos criar os inimigos também até de uma forma sem que percebamos, não é por maldade, não é por intencionalidade, mas é por melindre, por desconfiança, por orgulho ferido, por rigidez. São pequenas atitudes, pequenos gestos de fechamento que nós temos que transformam divergências naturais em muros de separação. São sombras sutis que nós lançamos sobre o nosso cotidiano e que tornam as diferenças em distâncias emocionais dolorosas. Então, nós vamos começar pela análise do melindre. O que é o melindre? Melindre é a nossa sensibilidade excessiva. Nós transformamos gestos neutros em ofensas imaginárias. É uma palavra mal compreendida, um olhar distraído, um comentário sem intenção crítica e tudo vira ferida. E quando o nosso coração se fecha nessa sensibilidade exacerbada, o outro é julgado como desrespeitoso. O outro, nós olhamos para o outro e dizemos: "Ele não gosta de mim". Nós consideramos o outro como uma pessoa fria. Não é que o melindroso ele queira ferir, mas ele passa a ver ataque onde há um descuido. Por exemplo, pensemos, eh, alguém já não é muito afeto a você. você convive num determinado grupo e tem lá uma determinada pessoa e vocês não se falam, não tem assim aquela afinidade. E justamente por não ter aquela afinidade já fica uma certa desconfiança. E aí um dia você tá passando na rua e

po e tem lá uma determinada pessoa e vocês não se falam, não tem assim aquela afinidade. E justamente por não ter aquela afinidade já fica uma certa desconfiança. E aí um dia você tá passando na rua e cumprimenta e cumprimenta e a pessoa não olha. Quando nós estamos tomados pelo milindre, nós vamos interpretar o não cumprimento como uma indiferença. Ah, falei, ele não gosta de mim. Eu não falei: "Ah, ele desrespeitoso mesmo." Nós começamos a imaginar e ver no outro um inimigo, onde às vezes há uma simples distração, o outro não viu mesmo. E agora nós vamos passar por uma para uma segunda situação, a situação da desconfiança. A desconfiança é um filtro distorcido. Tudo o que o outro faz é lido com suspeita. Os gestos passam ser mesmos gestos de afeto passam a ser visto como ironia, como interesse, como bajulação. E a desconfiança gera o comportamento temido. E aquele que sofre a desconfiança, quando ele percebe, ele faz o quê? Ele se afasta. E vamos aqui meditar sobre a desconfiança nos relacionamentos amorosos. Nos relacionamentos amorosos, a desconfiança é uma rachadura que começa pequenina e vai crescendo até que o vínculo amoroso se rompe. Como isso se dá? Então, a desconfiança começa assim. Você olha pro outro questionando, uma ausência que é mal interpretada. É uma mensagem que a pessoa não respondeu imediatamente que você começa a questionar por que que não respondeu? Por que que tá demorando a responder? E aí o que era tranquilidade vira inquietação, o que era diálogo vira interrogatório. E o desconfiado, ele não ouve o que o outro diz, ele ouve o que ele tá criando na imaginação dele. E aí quando nós estamos tomados da desconfiança no relacionamento amoroso, nós procuramos sinais de traição. Nós lemos indiferença onde há cansaço. Nós interpretamos o silêncio como culpa e passamos a vigiar o outro. E aí o relacionamento vai se desgastando e aquele vínculo que nós desejamos proteger fica desprotegido. Um simples atraso vira motivo de suspeita. Você, o marido combinou um jantar com a

giar o outro. E aí o relacionamento vai se desgastando e aquele vínculo que nós desejamos proteger fica desprotegido. Um simples atraso vira motivo de suspeita. Você, o marido combinou um jantar com a esposa paraas 19:30. Ele chegou às 22 ou vice-versa. E aí começa o questionário, por que você chegou esse horário? Você combinou comigo que chegaria às 19:30? Então, e se há uma conversa com alguém desconhecido, vem os ciúmes, o tom muda, a voz se eleva e sem perceber, o desconfiado empurra o outro para o afastamento. O coração fica magoado, o vínculo se rompe e a parceria amorosa se transforma em antipatia mútua. Uma inimizade surge. E o orgulho ferido, o que é o orgulho ferido? O orgulho ferido é aquele que não suporta o erro, uma crítica, uma contradição, qualquer apontamento que é feito para ele é tomado como humilhação. Qualquer correção é um ataque. E aí aquele que se sente o orgulhoso, então ele passa a competir onde há apenas convivência. Exemplo, estamos no local de trabalho, estamos executando um projeto e aí um superior aponta algo que nós devemos corrigir para o melhoramento daquele projeto. Mas se eu sou orgulhoso de uma maneira negativa, exacerbada, o que que acontece? Ah, esse meu chefe aí tá é com inveja do meu trabalho, é um despeitado, não tem erro nenhum no meu projeto. Meu projeto tá maravilhoso. E aí você passa a olhar para o seu chefe como uma pessoa que está competindo com você. Quando não é isso, você passa a enxergar o outro como inimigo. Rigidez. O que que acontece com a rigidez? Quem aqui sempre acha que tá certo? Sempre tem a última palavra, sempre está com a razão. A rigidez é a incapacidade de aceitar que há mais uma forma de ver o mundo. Quem é rígido não dialoga. sentencia, não compreende, impõe, como falado, está sempre com a bendita razão e sem perceber transforma a diferença em ameaça. E aqui vamos novamente para um exemplo. família vai programar as férias e aí o filho resolve opinar para que a família vá para um lugar diferente, em uma data diferente.

nsforma a diferença em ameaça. E aqui vamos novamente para um exemplo. família vai programar as férias e aí o filho resolve opinar para que a família vá para um lugar diferente, em uma data diferente. E aí o pai ou a mãe ou um outro irmão diz: "Não, nós sempre viajamos no mês de maio. O mês de maio é o melhor. Essa sua ideia tá tá errada. Esse seu mês não é bom. E aí ele já corta o outro e ele não aceita porque ele sempre fez daquele modo, daquela maneira e ele não aceita algo diferente. Que que acontece? Inimizade. Daí a pouco, quando isso, eu dei um exemplo, mas isso acaba se repetindo no cotidiano em outras atividades, pequenas coisas. E aí o que poderia ser algo produtivo se torna na hostilidade silenciosa. Uma outra forma de adquirirmos inimigos é pelo falatório negativo, quando estamos sempre a falar mal dos outros, destacando as falhas e os defeitos. E quando fazemos isso, nós atraímos resistência e oposição. As palavras se tornam sementes de antipatia e sem perceber, vamos formando uma rede de desconfianças e portas fechadas como Emanuel Alerta. Aí nós temos um grupo que vai fazer alguma atividade e neste grupo fulano cita o seu nome, fulano fala assim: "Vamos convidar Clano." E aí todo mundo: "Não, não, não chama não, ele é muito difícil. Ela é muito difícil. Não, olha, é complicado demais. Não chama não. Olha as portas se fechando. E Emanu ainda faz uma outra alerta. Quando nós falamos mal dos outros, quando nós ficamos na rigidez, com o orgulho ferido, com o melindre, nós criamos focos de vibrações que não são positivas, não são negativas. Nós criamos centros de oposição sistemática. ameaças silenciosas, opiniões tendenciosas, aversões gratuitas, aborrecimentos. E qualquer dessas situações, Emanuel diz que é suficiente para roubar a nossa paz, diminuir a nossa alegria de viver, amargurar a nossa vida. E agora que nós já elencamos aqui as formas pelas quais adquirimos inimigos, nós precisamos olhar o outro lado da moeda, que é saber como evitar os inimigos,

alegria de viver, amargurar a nossa vida. E agora que nós já elencamos aqui as formas pelas quais adquirimos inimigos, nós precisamos olhar o outro lado da moeda, que é saber como evitar os inimigos, como parar de criar os inimigos. Evitar inimigos é tarefa que começa dentro de nós. É o trabalho silencioso de desarmar o nosso coração, de soltar o peso das reações. Nós somos muito assim, falou, já quer. Não, não pode deixar passar batido. Temos que desarmar isso. Temos que ceder o orgulho e abrir espaço para a compreensão. E como nos recomenda irmãs do Fô neste mesmo livro aqui que foi da nossa harmonização inicial, nós temos que nos olhar com honestidade, assumir o que sentimos. Eu assumo que sou orgulhoso, eu assumo que sou rígido, eu assumo que eu às vezes sou melindrosa, melindroso. Eu assumo sem recriminação. É uma sombra que que tem em mim, mas que eu preciso acolher. E aí, irmã Sufa fala: "Faça isso, olhe-se, mergulhe na meditação sincera e após recolha-se em oração e prossiga dia após dia, mirandoos e sem receios na imagem da no espelho da consciência e se comprometendo com o seu aperfeiçoamento. Eu sou assim, mas não vou ser a síndrome de Gabriela. Nasci assim, vou morrer assim. Não, eu sou assim, mas eu vou me melhorar dia a dia. Por isso Jesus Cristo deu aquela mensagem, aquela lição que é espetacular. cada dia o seu próprio mal, porque nós temos as nossas dificuldades. Então, se eu ficar pensando no hoje, no amanhã e no depois, no depois, eu não faço nada. Então eu penso no hoje. Hoje eu vou ser menos rígida. Hoje eu vou ser menos orgulhosa. Hoje eu vou ser menos melindrosa. E assim rotineiramente, porque enquanto acreditarmos que os problemas são os outros e vem dos outros, nós vamos seguir reagindo, ferindo e sendo feridos. Mas quando percebemos que nós também participamos da construção das desavenças, nós colocamos um pouquinho palha lá na fogueira, aí nasce a força da responsabilidade e com ela o poder e o dever da mudança, da reforma íntima. A partir desse olhar de que

construção das desavenças, nós colocamos um pouquinho palha lá na fogueira, aí nasce a força da responsabilidade e com ela o poder e o dever da mudança, da reforma íntima. A partir desse olhar de que eu às vezes crio os meus próprios problemas, crio os meus próprios inimigos, mas que eu posso mudar isso a partir deste olhar, nós podemos escolher não reagir com impulsividade, não alimentar ressentimentos, não endurecer diante das diferenças. E isso muda tudo, porque cada desarmamento interno que eu faço é uma semente de paz que eu lanço no mundo e na convivência. Quando nós formos questionados por alguém, lembremos da receita de Joana de Ângeles em um livreto Vida Feliz. Ali tem uma mensagem que Joana diz o seguinte: "Sempre que interrogado a respeito de alguém fornece impressões positivas na impossibilidade de fazê-lo." Ou seja, eu não tenho nada para falar de bom da pessoa. O que que eu devo fazer? Joana diz: "Na impossibilidade de fazê-lo, silencia ou explica com bondade, evitando piorar-lhe a situação, sejam a tua opinião e a tua palavra a que a ajuda e edifica sempre." Nós evitamos inimigos quando aprendemos a compreender em vez de nos melindrar, a confiar em vez de suspeitar, a acolher em vez de competir, a dialogarem em vez de de impor. Nós evitamos inimigos quando percebemos que muitas guerras cessam quando desistimos de lutar. Nós deixamos de ter inimigos, de criar inimigos, quando deixamos que o silêncio sereno valha mais do que a última palavra. Nós deixamos de criar inimigos quando nós fazemos o que foi dito aqui na nossa leitura de harmonização, quando nós somos o filete de água na terra árida, quando nós somos gentis em um meio hostil. Lembremos de um trecho da música de Elizabeth Lacerda. Sempre fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas. E aí a parte mais importante para deixarmos de termos inimigos e que vem com Jesus, o nosso mestre Emanuel diz que nós vamos deixar de ter inimigos quando nós adquirirmos imunização espiritual. Imunidade é aquilo que nos protege. Nos

deixarmos de termos inimigos e que vem com Jesus, o nosso mestre Emanuel diz que nós vamos deixar de ter inimigos quando nós adquirirmos imunização espiritual. Imunidade é aquilo que nos protege. Nos protege das doenças, nos protege dos vírus. E o que é a imunização espiritual? Emano diz que essa imunização espiritual vem da prática daquilo que Jesus nos ordenou. Amai aos vossos inimigos. Amar aos nossos inimigos não é conforme está lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 12, que tem esse título. Amai os vossos inimigos. Não é ter por eles uma afeição natural, não é, não é gostar deles, mas é não ter contra eles nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança. Então, nós adquirimos imunidade, imunização espiritual quando nós não alimentamos esses sentimentos negativos em relação ao outro. Nós vamos evitar e adquirir a imunização eh a imunização espiritual, compreendendo que o mal só se perpetua quando encontra eco dentro de nós. A imunização espiritual é, portanto, o estado que não permite que o desequilíbrio alheio retire a nossa paz interior. Amar os inimigos, então, é conservar a nossa paz de consciência, a nossa paz de espírito. é impedir que o mal que vem de fora encontre morada dentro de nós. E vamos fazer oração para que tenhamos força de colocar tudo isso em prática. A oração é a pílula para a nossa energia em fazer o bem. E encerraremos com uma oração do espírito mei psicografada por Chico Xavier. O título dessa oração é oração do poder e eu vou lê-la e vamos vibrar nessas palavras. Deus de toda força e poder, dai-nos hoje a esperança do teu amor e a certeza de que tu estás conosco. Pedimos ajuda e proteção. Precisamos da tua assistência, do teu amor e também da tua misericórdia. Tira de nós, Senhor, o medo, a dúvida e que nós possamos perceber toda a tua grandeza, toda a tua presença em nós. possamos sentir o o teu espírito soprando dentro de nós, para que nós nos sintamos fortalecidos, que sintamos o teu espírito e a tua voz ao nosso redor em nossas decisões.

toda a tua presença em nós. possamos sentir o o teu espírito soprando dentro de nós, para que nós nos sintamos fortalecidos, que sintamos o teu espírito e a tua voz ao nosso redor em nossas decisões. Pai, não nos deixes cair. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a

a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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