TOLERÂNCIA NO MUNDO AFETIVO - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
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Casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Sejamos todos bem-vindos, né? Comunhão Espírita de Brasília, nós aqui presencial, aqueles que estão nos assistindo pela TV Comunhão, que sejamos todos bem-vindos nesse momento que é o o a família das 16 horas, né, como eu costumo dizer que a gente vê assim, olha e olha para um falest aqui acho que é novato, acho que é a primeira vez que tá vindo esse 16 horas, a gente grava bem a fisionomia. Para começar esse nosso momento, vamos fazer uma leitura que está lá na revista Momento Espírita, que fala: "Tolerância é caminho de paz". Como anda a nossa tolerância? Temos dificuldade em aceitar quem pense diferente de nós? Temos dificuldade para suportar quem saiba menos ou quem parece pareça ser menos inteligente? Precisamos falar sobre essa virtude que é o mínimo necessário para uma convivência saudável, sem tantos atritos e desencontros. Tolerar é aceitar o que poderia ser condenado, é deixar fazer o que se poderia impedir ou combater. Portanto, é renunciar a uma parte de seu poder, de sua força, de sua cólera. Assim toleramos os caprichos de uma criança ou as posições de um adversário, mas isso só é virtuoso se assumirmos, como se diz, se superarmos nosso próprio interesse, nosso próprio sofrimento, nossa própria impaciência. A tolerância tem a ver com a humildade ou antes dela decorre. De acordo com Voltari, devemos tolerar-nos mutuamente, porque somos todos fracos, inconsequentes sujeitos a mutabilidade, ao erro, ao equívoco, né? Humildade e misericórdia andam juntas. E esse conjunto, no que se refere ao pensamento conduz à tolerância. Tolerar, por menos por menos exaltante que seja essa palavra, é, pois uma solução passável, à espera de melhor, isto é, a espera de que os homens possam se amar ou simplesmente se conhecer e se compreender. Demo-nos por feliz com que eles comecem a se suportar. É pequena virtude, mas
ssável, à espera de melhor, isto é, a espera de que os homens possam se amar ou simplesmente se conhecer e se compreender. Demo-nos por feliz com que eles comecem a se suportar. É pequena virtude, mas indispensável. É apenas um começo, mas o é. E assim nós começamos esse nosso momento fazendo essa leitura da tolerância é caminho de paz. E agora nós elevamos os nossos pensamentos, os nossos corações a Deus em agradecimento pelo doma, pelos momentos que ele nos ensina e nós aprendemos. Agradecemos por hoje estarmos aqui na comunhão ou assistindo de onde estivermos essa reflexão que vai ser feita pela nossa amiga Régia Costa. Então, por tudo isso, nós agradecemos os momentos difíceis, os momentos que nós temos, somos intolerantes, mas que nos leva a aprender a tolerar, porque é o melhor caminho. Agradecemos a Jesus, esse amigo incondicional que nos acolhe, que nos consola e quantas vezes nos explica as coisas através de nossos irmãos. Então, por isso tudo nós agradecemos e começamos esse nosso momento com muita alegria, com muita disposição, porque é uma amiga que tá chegando agora nesse horário da nossa família. Então, vamos recebê-la com muito carinho, com muito amor, com muita compreensão e vamos ver, vamos estar ávidos, né, de saber o que que nós vamos aprender com o tema que ela vai trazer para nós. E ela vai falar da tolerância no mundo afetivo. Então, a gente passa a palavra para ela. você sua água tá uma alegre tarde de quarta-feira. É uma alegria estarmos aqui para falarmos de Jesus, falarmos dos ensinamentos do mestre, mas falarmos especialmente sobre o exemplo que ele nos deixou. Falar sobre Jesus é algo que nos renova, nos encoraja, nos consola para que então nós possamos dar continuidade aí no nosso caminhar. Então, que sintamos e recebamos o amor divino e todo o amparo da espiritualidade amiga que que está aqui conosco. E com com o auxílio dos espíritos, especialmente hoje do espírito Emanuel, a partir de uma de suas obras, nós vamos refletir sobre esse tema que a Rute aqui
itualidade amiga que que está aqui conosco. E com com o auxílio dos espíritos, especialmente hoje do espírito Emanuel, a partir de uma de suas obras, nós vamos refletir sobre esse tema que a Rute aqui enunciou, tolerância no mundo afetivo. E eu começo com uma pergunta, porque as perguntas elas nos movem, elas nos fazem refletir. E a minha pergunta é: quem que é contra a violência? Quem se indign? Quem se inquieta com atos violentos? Costumamos nos colocar firmemente contra a violência e de fato este deve ser o nosso proceder. É com razão que fazemos isso. Reprovamos o gesto brusco, o ato agressivo, a palavra ofensiva. No entanto, Emanuel vai nos chamar atenção neste livro, Ceifa de Luz, na mensagem de número três, intitulada No mundo afetivo, Emmanuel vai nos chamar atenção para o fato de que, embora reprovemos a violência, nós podemos estar a praticá-la. Nós podemos estar praticando uma violência sutil, quase imperceptível. É aquela violência silenciosa que nós nem encaramos como violência porque ela não deixa marcas físicas. Então, nós achamos que ela não existe, mas ela existe e ela machuca, ela fere sobretudo a liberdade interior do outro. E se há violência e há ferimento, há problemas. surgem o desconforto, as preocupações, abrimos porta para o ódio, para a mágoa, para a richa. E justamente por isso nós colocamos em cheque o nosso progresso e o nosso bem-estar físico, mas sobretudo espiritual. Porque devemos sempre nos lembrar que nós não somos matéria, nós somos espíritos. E precisamos então averiguar que violência é essa que nós podemos estar praticando, onde nós a estamos praticando, de que forma. E nós precisamos fazer essa análise não para que incorramos em julgamento para conosco ou para com o nosso semelhante. Não, a proposta de Emanuel não é essa. A proposta de Emanuel é que nós façamos essa avaliação para que nós venhamos a nos corrigir, para que nós venhamos a dar um ajuste no nosso espírito, assim como nós fazemos com o nosso corpo físico. Quando algo
de Emanuel é que nós façamos essa avaliação para que nós venhamos a nos corrigir, para que nós venhamos a dar um ajuste no nosso espírito, assim como nós fazemos com o nosso corpo físico. Quando algo não está bem, vamos ao médico. Nós temos até as nossas vaidades, não é verdade? eh, procuramos emagrecer, procuramos ajeitar o cabelo, enfim, se damos um upgrade no físico, precisamos fazê-lo quanto ao espírito. Então vamos a essas vamos responder a essas perguntas, analisar essa questão da violência, a fim de que nós realmente possamos eh realizar a nossa reforma íntima e pavimentar, lançar mais um pavimento do reino de Deus dentro de nós. Então, nós vamos começar aqui a análise do que Emanuel nos diz e ele começa: "Reprovamos a violência, clamamos contra a violência. No entanto, na vida de relação, muito raramente nos acomodamos sem ela. Vejam que interessante. Ele chama atenção para o fato de que nós costumamos indevidamente cultivar a violência na nossa relação. Ele disse, especialmente quando se trate dos nossos caprichos. Muito comum. principalmente quando amamos alguém, exigirmos que esse alguém se nos condicione ao nosso modo de ser. Então, pelo que acabamos de ler, nós podemos verificar que a violência retratada por Emanu a é a tentativa de impor ao outro nosso modo de ser, pensar e sentir. E com isso, com essa imposição, nós negamos ao outro o direito dele ser quem é, de expressar a sua individualidade. Muitas vezes, até por razões de cuidado, da boa intenção, do manto da afetividade, por acreditarmos que sabemos o que é melhor para o outro, nós queremos que ele se ajuste, que ele se curve à nossa lógica, as nossas preferências, as nossas convicções, que ele sintam o que sintamos. que ele escolha como nós escolheríamos. E aí quando ele não faz isso, Emanuel diz o seguinte: "Seus entes queridos, não nos compartilham gostos e opiniões, eis-nos irritadiços ou estomacados reclamando contra a vida. Se o outro não se curva as nossas convicções, nós então passamos a fazer o quê?
eus entes queridos, não nos compartilham gostos e opiniões, eis-nos irritadiços ou estomacados reclamando contra a vida. Se o outro não se curva as nossas convicções, nós então passamos a fazer o quê? Passamos a ignorar a pessoa, a maltratá-la. Nós passamos a fazer chantagem emocional e como Emanuel diz, ficamos irritados. Isso até pode não ser violência física, mas é violência moral, é a violência da imposição, da incompreensão. E em geral, como Emmanuel nos explica, isso acontece no mundo afetivo, ou seja, dentro da nossa casa, no nosso ambiente familiar, no nosso casamento, no nosso trabalho, onde passamos décadas com as mesmas pessoas, frequentando o mesmo lugar dia após dia, acontece na casa espírita, nos grupos de trabalho, acontece nas amizades e são aqueles por quem nós temos afeto, que primeiro sofrem com a nossa atitude violenta de imposição. Nas relações familiares, por exemplo, essa forma de violência, ela se manifesta, ela aparece quando nós não conseguimos acolher o filho, a filha, o sobrinho, a sobrinha, que escolhe um caminho afetivo diferente daquele que idealizamos. ou quando nós rejeitamos aqueles que decidem viver de uma maneira mais simples e alternativa, distante do modelo que nós julgamos, que nós consideramos o ideal. Outro exemplo muito comum, apesar de estarmos aqui na modernidade, é a questão da escolha da profissão. Os pais ainda eh com a legítima preocupação em relação ao futuro dos seus filhos, buscam implementar os seus sonhos indicando a profissão que os seus filhos devem seguir. Isso ainda é muito comum e com isso eles ignoram por completo, desconsideram os talentos e as vocações. Em ambos, n todos nesses exemplos aqui já citados, nós acreditamos que estamos agindo por amor, por prudência, mas na verdade nós estamos negando a autenticidade do outro. Nós estamos passando a seguinte mensagem para o outro: "Eu só te aceito se você for como eu espero." No ambiente de trabalho, se formos pessoas mais assertivas, mais enérgicas, nós temos que ter o cuidado para não
assando a seguinte mensagem para o outro: "Eu só te aceito se você for como eu espero." No ambiente de trabalho, se formos pessoas mais assertivas, mais enérgicas, nós temos que ter o cuidado para não anularmos aqueles que são mais metódicos, mais vagorosos, menos competitivos. Nas relações de amizade, nós temos os amigos mais expansivos, aqueles para quem você pode ligar a hora que for, meia-noite, 1 hora da manhã, no domingo, na segunda, não importa, ele atende e está pronto para qualquer coisa. Mas nós também temos aqueles amigos que são mais introvertidos, que precisam de uma pausa, que são introspectivos, que precisam de recolhimento. E por isso é uma violência querer que o amigo expansivo se torne introspectivo e que o amigo que é reservado viva sob a intensidade do outro. E aí vamos voltar ao texto de Emmanuel, porque ele continua assim: "É justo, justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, usufruindo os valores da afinidade. É muito bom estar com aqueles que comungam dos nossos valores, das nossas opiniões, dos nossos gostos, mas nós não podemos exigir padronização e uniformidade. Por quê? Porque estamos rodeados pela diversidade. E como estamos na primavera, eu fiz uma pesquisa, Rut, nós temos no mundo catalogado e reconhecido cerca de 10.426 espécies de aves. Parece pouco, mas dentro de cada tipo de ave há uma subespécie. E aí tem uma música espírita que eu ela passa no YouTube e ela fala de beijaflores e passa uma diversidade de beijaflores. E aí então eu fui pesquisar sobre os beijaflores e nós temos 330 espécies de beijaflores. Mas vamos voltar para o homem, vamos voltar para nós. Nós somos cerca de 8 bilhões de encarnados vivendo em um mundo marcado por diferentes níveis de consciência, experiências e de entendimento. Nós temos diferentes níveis sociais, nós temos diferenças linguísticas, diferenças étnicas, psicológicas. Nós temos uma pessoa que encara melhor a dor. Nós temos uma pessoa que se melindra mais facilmente.
emos diferentes níveis sociais, nós temos diferenças linguísticas, diferenças étnicas, psicológicas. Nós temos uma pessoa que encara melhor a dor. Nós temos uma pessoa que se melindra mais facilmente. Então, estamos marcados pela diferença. E aí nós vamos agora recorrer a Ramed, que no livro Renovando Atitudes, em um capítulo muito interessante chamado Viver com Naturalidade, Ramed vai nos dizer assim, por meio do médium, que é o nosso irmão Francisco do Espírito Santo Neto. AED então nos diz: "Viver no mundo é entrar em contato com espíritos de natureza diferente, de caracteres opostos, reconhecendo que cada um dá o que tem, vive do jeito que pode, percebe a maneira da vida que vê". E aí ele arremata, temos a peculiar necessidade de ser como somos. E aí nós vamos voltar para Emanuel, porque Emanuel poeticamente vai complementar isso. Emanuel vai nos dizer o seguinte: todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem as rosas a da violeta. Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda a semelhança com a pera. Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista. Assim também as criaturas. Deus não dá cópias. Somos todos aqui singulares. E aí está o ponto interessante, porque Emanuel diz que a natureza é um monstruário dos recursos diferentes com que a sabedoria divina plasmou a criação. A sabedoria divina na diversidade. Por quê? Imaginem se todos nós pensássemos e fizéssemos tudo igualmente. Não haveria diálogo, não haveria aprendizado, não haveria progresso, haveria tão somente repetição. E é justamente por isso que precisamos da diversidade e de respeitá-la. No convívio humano, por exemplo, o paciente ensina ao impetuoso a calma. O racional desperta no emocional a prudência e o sonhador mostra ao realista, ao pragmático, que a vida precisa de cores, de um pouco de imaginação. E no plano espiritual, nós devemos entender que a diversidade é o nosso espelho que nos mostra o que nós ainda
ostra ao realista, ao pragmático, que a vida precisa de cores, de um pouco de imaginação. E no plano espiritual, nós devemos entender que a diversidade é o nosso espelho que nos mostra o que nós ainda precisamos aprender. É algo que a diversidade nos completa e nos nos educa. E aí vamos à questão 84 do livro dos espíritos, onde Kardec fez a seguinte pergunta: Por que Deus não concedeu as mesmas aptidões a todos os homens? Eu vou resumir a resposta para o trecho que nos interessa aqui. A variedade de aptidões é necessária a fim de que cada um possa concorrer para a execução dos desígnios da providência. No limite do desenvolvimento de suas forças físicas e intelectuais. O que um não faz, o outro fará. Assim, cada um tem um papel útil a desempenhar. E Emanuel, vamos voltar aqui para o texto algumas vezes, mas Emanuel vai fazer uma, vai nos fazer uma advertência. Emmanuel vai nos dizer assim: que amarmos alguém que não comunga a onda de nossas ideias e emoções, abstenhamos-nos de lhe violentar a cabeça com os moldes e que se nos padroniza a vida espiritual. Temos que respeitar a forma de ser do outro. E essa advertência de de Emanuel, ela se encaixa com o item 10, o homem no mundo, do Evangelho segundo o Espiritismo. Lá nesse item 10, no capítulo 17, nos é dito assim: "Fostes chamados a entrar em contato com espíritos de natureza diferente, de caracteres opostos, como nos disse Ramed ainda há pouco, não choqueis nenhum daqueles com os quais vos encontrardes." E aí vem a pergunta: Como é que nós vamos evitar de violentar o outro? Ou seja, de tentar adequar, impor ao outro nosso modo de ser, de viver? Resposta: tolerância. Tolerância é uma palavra que deriva do latim tolerare e que significa suportar, como a Rute também leu na nossa mensagem de harmonização. Mas não é um suportar de qualquer jeito, não. É um suportar com baseado no respeito, na empatia, no acolhimento da diferença. É um suportar mediante o exercício do amor e da caridade. E aí devemos guardar na nossa mente, no
e qualquer jeito, não. É um suportar com baseado no respeito, na empatia, no acolhimento da diferença. É um suportar mediante o exercício do amor e da caridade. E aí devemos guardar na nossa mente, no nosso coração. As palavras estão registradas lá em Primeira João, no capítulo 4, no versículo 11. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos amar-nos uns aos outros. Deus nos aceita como somos. Então, é nosso dever colocar em prática amar o outro do jeito que ele é. Portanto, a tolerância é uma virtude e se é virtude, nós devemos buscar adquiri-la. E é parte integral da caridade. E fora da caridade não há salvação. E a verdadeira tolerância. Mas aqui tem duas colocações importantes que às vezes preocupam as pessoas. Ah, mas significa então que eu tenho que tolerar é eu tenho que concordar com o outro? Não. Tolerar não é concordar com o outro. Inclusive você deve dizer ao outro que discorda dele. O que é importante é respeitar. E tolerar também não é ser conivente. Imagine que alguém da sua família diga: "Ah, você tá conversando com algum jovem da sua família e aí ele diga para você e aí você pergunta: "Ah, vai fazer vestibular? Vai, né? Qual vai ser sua profissão?" Tá? E suponhamos, é um exemplo bem esdrúchulo, tá? que ele vire e diga: "Ah, eu vou viver de corrupção, eu vou viver de pequenos golpes." Isso não é tolerável, porque tolerância não é ser conivente com o que é equivocado. Tolerância é o ato de conhecer e respeitar a diferença de ideias, de comportamentos, de estilos de vida, de convicções, desde que tudo isso não represente o mal, ou seja, não represente algo que denigra outro ser humano, que leve prejuízo ao outro. Hum. Tolerar, então, é reconhecer que é legítimo que o outro seja diferente de nós. E aí nós, e isso eh exerter a tolerância é um reflexo da lei divina de liberdade. Vamos voltar ao livro dos espíritos, porque Kardec foi muito feliz em fazer a seguinte pergunta: Será repreensível ofender a crença de alguém que não pense como nós? Crença é um termo que normalmente nós
os voltar ao livro dos espíritos, porque Kardec foi muito feliz em fazer a seguinte pergunta: Será repreensível ofender a crença de alguém que não pense como nós? Crença é um termo que normalmente nós associamos com questões religiosas, mas crenças são todas as nossas convicções. Então, Kardec quis saber se é repreensível ofender as convicções daqueles que pensam de forma diferente. Qual será que foi a resposta dos espíritos? Isso é faltar com a caridade e atentar contra a liberdade de pensar. Então, tolerar é admitir que os outros possuem maneiras de pensar, de agir, de viver, de sentir diametramente opostas às nossas. E aqui nós temos que pensar em Jesus. Jesus é o nosso exemplo. Escolheu 12 apóstolos, 12 homem, 12 homens completamente diferentes um dos outros. idades diferentes, temperamentos, origem. Mas eu vou destacar aqui um um episódio particular que aconteceu com Jesus que nos mostra a tolerância no nosso dia a dia. Quando alguém quer conversar conosco, alguém quer algo, né, quer conversar, quer pedir um favor, essa pessoa ela se ajusta aos nossos horários. E quando ela pede para que nós nos ajustemos ao horário dela, é muito comum que nós digamos assim: "Quer falar comigo?" e ainda quer que quer que eu vá na casa dela, quer que seja nesse horário. Então, a gente tá sempre querendo que o outro faça, que o outro se adepte. E nós temos um episódio em que nós temos um senador, um importante senador romano que representava, portanto, a alta sociedade, o orgulho social que queria falar com Jesus. Nada menos, nada mais do que públios lentos do nosso livro há 2000 anos, que é o nosso espírito emano quando esteve encarnado. E ele quer falar com Jesus, mas ele quer falar com Jesus às escondidas, porque ele tava precisando falar com Jesus, mas ele não queria serviço com Jesus. E Jesus faz, Jesus é tolerante com ele. Tolera, ou seja, respeita aquele momento de fraqueza dele, respeita o coração vacilante dele e vai ao encontro. Mas olha que que bonito que Jesus fala para ele. Jesus diz assim:
s é tolerante com ele. Tolera, ou seja, respeita aquele momento de fraqueza dele, respeita o coração vacilante dele e vai ao encontro. Mas olha que que bonito que Jesus fala para ele. Jesus diz assim: "Fora melhor que me procurasses publicamente e na hora mais clara do dia? Mas eu mas eu estou aqui ao encontro do teu coração desfalecido. Um exemplo de tolerância. E aí tá bom. Falar é uma situação. Mas e como é que nós praticamos a tolerância? Nós podemos praticar a tolerância de três formas. Nós podemos buscar ouvir ativamente para entender o que o outro pensa. Nós devemos refletir sobre as nossas reações. Vamos lembrar aqui Santo Agostinho. Vamos nos perguntar e examinar por estamos resistentes àeles que pensam de forma diferente e vamos praticar a empatia. Tentar ver a situação do ponto de vista do outro. é a não violência, é a não imposição do nosso modo de ser ao outro e a busca pelo exercício da tolerância que nos permitirá guardar as últimas palavras de Emanuel, que são as seguintes: Amparemo-nos para que em nosso setor de ação pessoal venhamos a ser nós mesmos. Respeitemo-nos mutuamente e ajudemo-nos a ser uns para com os outros o que o supremo Senhor espera que nós sejamos. Uma bênção. Sejamos a bênção de deixar o outro ser quem ele é. Essa é a nossa reflexão. Bom, amigos, chegando ao final, né? Foi tão tão proveitoso, né? Foi tão tão bom ouvir essa tolerância de uma forma assim tão suave. Eu gosto dessas coisas suave que não é muito brava, né? Que não é muito imposta. Eu não dou conta de estos, né? Então a gente agradece imensamente a Régia, viu? Esperamos contar com ela outras vezes aqui na quarta-feira no nosso grupo, né, de irmãos fraternos juntamente com vocês. Então, vamos encerrando esse nosso momento e agradecimento novamente, agradecer pela lição de hoje, agradecer pela reflexão que a nossa irmã trouxe sobre tolerância com no mundo afetivo, nesse mundo do coração. agradecido e começamos agora a pensar se eu tô sendo tolerante. Tolerante com as mínimas coisas,
er pela reflexão que a nossa irmã trouxe sobre tolerância com no mundo afetivo, nesse mundo do coração. agradecido e começamos agora a pensar se eu tô sendo tolerante. Tolerante com as mínimas coisas, tolerante com aquele o grãozinho de mostarda, porque a intolerância me tira o foco, me desajusta, né, e não me torna uma pessoa melhor. E nós estamos aqui para nos aperfeiçoarmos. Então, que a gente possa levar paraa nossa casa essa tolerância no mundo afetivo e uma tolerância como o caminho da paz. Porque quando eu Jesus tolerou, né? Igual imagina, né? Falar para ele, nós vamos, eu quero encontrar com você, mas à noite, à noite. Não quero encontrar com você de dia, porque eu não posso ser visto conversando com você. É muita, é muita, é muita, é muito interessante. Então, mas a gente tem que observar quantas vezes nós fazemos isto. Quantas vezes e pedir a Jesus, pedir ao nosso guia protetor, nosso anjo da guarda, que nos inspire todas as vezes que a tolerância manifestar, que a gente possa rapidinho voltar atrás através de uma prece e pedir para que nós tenhamos compaixão, tolerância, afabilidade com aquele nosso irmão. Então, em agradecimento, nós vamos fazer o Pai Nosso, lembrando que esse Pai Nosso, ele é de todos nós e que ele nos inspire para que nós possa sairmos daqui com a certeza de que nós vamos praticar a tolerância naqueles momentos que nós não a usamos. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Não nos deixes cair em tentação e nos livre de todo mal. Que assim seja. Amigos, uma boa tarde para vocês daqui, vocês que estão assistindo, nos assistindo, que irão nos assistir. Um beijo no coração de cada um. Agora passo vocês paraa nossa irmã do passe para ela organizar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.
que irão nos assistir. Um beijo no coração de cada um. Agora passo vocês paraa nossa irmã do passe para ela organizar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos.
de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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