QUANDO O AMOR PEDE PARTIDA - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/08/2025 (há 7 meses) 35:35 549 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa boa e alegre tarde de quarta-feira, para todos aqui presentes, encarnados e desencarnados e também para todos aqueles que nos assistem e nos acompanham pelas redes sociais. Sintamos todos o acolhimento, o carinho da espiritualidade amiga e protetora. Vamos iniciar lendo uma mensagem de harmonização que consta neste livro Dias Melhores, de autoria do espírito irmão José pelo médium Carlos Bacelli. A mensagem que escolhemos tem por título Tudo passa. E assim o espírito irmão José nos diz: "Não te prendas a nada do que seja transitório. Todas as coisas à tua volta haverão de passar." O tempo age inexorável, promovendo mudanças em tudo. Opiniões se modificam, hábitos se renovam, leis se aperfeiçoam, impérios caem, reis são destronados, ditadores perdem o poder, as gerações se sucedem. Cada dia é uma nova página história da humanidade. E assim é, não ouvides, não te esqueças que também chegará a tua hora de sair de cena no palco em que protagonizas o teu papel. Tudo passa. E vamos na sequência fazermos a nossa oração respirando profundamente, procurando aquiietar as nossas agitações e vamos agradecer a Deus pela misericórdia, pela vida, pela oportunidade, pela família, pelos amigos. E te pedimos, Senhor, que possamos florescer aonde fomos plantados, que possamos levar a paz aonde a altercação, que possamos ser a mão a levantar o caído. Que sejamos, Senhor, muito mais ação do que palavras, que sejamos o bem que almejamos. Que sejamos alegria, Senhor, que tenhamos coragem de viver e de nos renovarmos nos atributos que temos, porque fomos criados à tua semelhança. Que assim seja. Que Jesus abençoe a nossa reflexão e nos mantenha despertos e receptivos para o tema que trabalharemos. O título da nossa palestra é Quando o

os, porque fomos criados à tua semelhança. Que assim seja. Que Jesus abençoe a nossa reflexão e nos mantenha despertos e receptivos para o tema que trabalharemos. O título da nossa palestra é Quando o amor pede partida. E escolhemos esse tema, esse a escolha desse tema foi motivada pelo fato de que todo ser humano, em algum instante vive um término, o fim de um relacionamento, o esgotamento de um vínculo, a necessidade de uma despedida. Trataremos aqui especificamente do término do relacionamento amoroso. Quando o amor pede partida, é aquele momento no qual o coração antes, outrora, cheio de amor, cheio de expectativas e de alegria, é invadido por tristezas e incertezas ao se deparar com o fim de um relacionamento. ao perceber que o relacionamento chegou ao seu limite. É válido refletirmos acerca desse assunto, porque o fim de um relacionamento afetivo pode ser tão pesaroso, pode ser tão doloroso, que é capaz até mesmo de comprometer o progresso da nossa atual reencarnação. Então, precisamos saber como lidar com isso da melhor maneira. Por isso a razão do tema também. Na primeira carta ao João, a João, ao evangelista João, no capítulo 4, nos é dito que Deus é amor. E no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que trata do tema amar ao próximo como a si mesmo, em um item, no item de número nove, ali nos é dito que o amor é essência divina e que todos nós, no fundo do coração, possuímos a chama desse fogo sagrado. E o livro dos espíritos também fala do amor. Em um trecho da resposta dada à questão 888a, os espíritos nos dizem que o amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados. Já Leon Deni, que quando em vida foi médium, escritor e um grande pensador da doutrina espírita, ele nos diz em uma obra intitulada O problema do Ser, do destino e da dor, que nós fomos criados por amor e para amar e numa marcha ascendente. E ele complementa nos esclarecendo, que o amor se reveste de formas infinitas, desde as mais comuns até as mais sublimes. Nós convivemos com o amor materno, com o

e para amar e numa marcha ascendente. E ele complementa nos esclarecendo, que o amor se reveste de formas infinitas, desde as mais comuns até as mais sublimes. Nós convivemos com o amor materno, com o amor paterno, com o amor à pátria, com o amor fraterno, com o amor familiar. E o nosso objetivo é desenvolvermos e caminharmos até o amor agape. O amor agape é o amor universal, incondicional, desinteressado. Aquele que não espera retorno. É o amor que transcende o nosso ego. É quando nós olhamos e vemos o outro como um espírito em evolução, digno de respeito e compaixão, independentemente das suas falhas. Esse amor agape é o amor exemplificado e incentivado por Jesus. E sob a perspectiva do espiritismo, esse amor não é só um sentimento. Esse amor é em especial. uma vibração que nos conecta com todos os seres vivos e com os planos superiores. Contudo, enquanto caminhamos ao encontro do amor e do desenvol do enquanto caminhamos ao encontro do amor agap, nós nos deparamos com outro tipo de amor que Leon Denis explicou como sendo um sentimento, um impulso do ser que leva a outro ser com o desejo de unir-se a ele. E nesse contexto, então, surge o amor conjugal, aquele que envolve o companheirismo, o desejo do compromisso, da construção da vida em comum. Um belo dia você conhece alguém, alguém que faz bater o coração mais forte, que dá mais cores à vida. E então, de repente você e a outra pessoa querem viver juntos, querem formar uma família. Surge então o comprometimento por meio do casamento, da união estável ou de qualquer outra convivência íntima marcada pelo compartilhamento de valores, ideais, projetos em comum. Planeja-se o lar, filhos nascem, viagens acontecem, aniversários são celebrados, desafios são superados. Porém, depois de alguns meses ou até mesmo muitos anos, a situação muda e você já não vê o outro da mesma forma. E pode ser que o outro também já não enxergue você do mesmo jeito. Não há mais conversas, nota-se um desinteresse. Você ou a outra pessoa estão sempre na

muda e você já não vê o outro da mesma forma. E pode ser que o outro também já não enxergue você do mesmo jeito. Não há mais conversas, nota-se um desinteresse. Você ou a outra pessoa estão sempre na na defensiva. Há ciúmes, há manipulações, mentiras e às vezes até traições. Nesse quadro de desgastamento do relacionamento amoroso, nós precisamos então fazer diferenciação em entre duas situações. A primeira situação se refere ao fato de que o amor perde pede partida porque o outro não mais deseja conviver conosco, seja por qual razão for, porque ele quer continuar a sua jornada sozinho ou mesmo porque ele se enamorou de outra pessoa, por mais difícil e por mais doloroso que isso seja. E a segunda situação diz respeito àquela em que você precisa pôr fim ao relacionamento para se proteger, porque o relacionamento adoeceu. A atitude do outro atenta contra a sua integridade física, mental, emocional, espiritual. O relacionamento adoeceu e há perigo para ambos. Não existe mais amor antes um clima de desarmonia, discordâncias gritantes, desrespeito. E é então preciso evitar a seguinte situação. O cravo brigou com a rosa debaixo de uma sacada. O cravo saiu ferido e a rosa despedaçada. Quando o relacionamento amoroso coloca em perigo a qualquer dimensão da nossa vida, precisamos colocar um fim. As causas pelas quais o amor pede partida são múltiplas. Entretanto, o objeto da nossa reflexão aqui não são essas causas, mas sim a nossa reação diante do término. Porque conforme falamos lá no início, é essa nossa reação que pode nos prejudicar, pode comprometer o nosso progresso, inclusive o nosso progresso espiritual. O rompimento definitivo, ele é muito doloroso, porque lá no início, quando o amor surgiu, nós fizemos planos, nós nos dedicamos. É comum, diante da união com uma pessoa amada, nós ouvirmos: "Agora tudo vai se encaixar. Vamos construir nossa vida. Vamos envelhecer lado a lado, vamos nos aventurar". Nós visualizamos na vida com a pessoa que amamos a estabilidade emocional,

a, nós ouvirmos: "Agora tudo vai se encaixar. Vamos construir nossa vida. Vamos envelhecer lado a lado, vamos nos aventurar". Nós visualizamos na vida com a pessoa que amamos a estabilidade emocional, a segurança, o pertencimento. Todavia, quando o amor pede partida, parece que ficamos sem chão. Surgem a tristeza e o luto, e é como se uma parte de nós fosse arrancada. E se há filhos frutos desse relacionamento, é comum questionamentos do tipo: "E agora, como eu vou cuidar de tudo sozinha ou sozinho?" Ao receio de não conseguir dar conta da rotina, da educação, do sustento, do apoio emocional aos filhos. E ainda ocorre aquele pensamento, não era esse o futuro que eu imaginei. Há uma dor profunda pela quebra do ideal da família. Há um luto não só pela partida do parceiro ou da parceira, mas pela imagem da família que foi construída ao longo da convivência. Como recomeçar o término pode gerar insegurança sobre a vida afetiva, sobre a solidão, sobre a reconstrução da nossa identidade com o fim da relação. É preciso compreendermos que quando o amor pede partida, quando há um rompimento afetivo, esse rompimento provoca vários impactos em diferentes dimensões do nosso ser. Por exemplo, na dimensão emocional, o término pode gerar uma um apego excessivo ao passado. Ficamos alimentando a idealização de algo que já aconteceu e não existe mais. corremos o risco de cultivarmos a mágoa, o ressentimento, de ficarmos preso a um ciclo de dor, inclusive com desejos de vingança. E aí nós abrimos o espaço para as nossas sombras, para as baixas vibrações. Na dimensão psicológica aparecem a culpa e o auto questionamento: onde foi que eu errei? poderia ter peito diferente. Surgem os sentimentos de insegurança e de desvalia. Nunca mais vou ser amado. Eu não sou o suficiente. E isso pode levar a um quadro de ansiedade, de depressão, de baixa autoestima, afetando diretamente a nossa saúde mental, o nosso bem-estar. Já na dimensão social, o fim do relacionamento muitas vezes desorganiza a nossa rede de convívio social.

e depressão, de baixa autoestima, afetando diretamente a nossa saúde mental, o nosso bem-estar. Já na dimensão social, o fim do relacionamento muitas vezes desorganiza a nossa rede de convívio social. Quando a ruptura ocorre, a pessoa pode se isolar e ter os seus vínculos comprometidos em desempenho, em pode ter o seu o seu desempenho comprometido em ambientes como do trabalho, o do estudo, por não conseguir se reorganizar, reorganizar a sua vida social sem o outro. Na dimensão física é muito comum o relato da insônia, da perda de peso ou do excesso, da fadiga. E com isso nós fragilizamos o nosso sistema imunológico. A dor não ecoa só no corpo, reverbera sobre o nosso espírito. E na dimensão espiritual, e aqui talvez esteja o ponto mais delicado, o término de um relacionamento sem a devida reflexão, pode nos levar ao pensamento de que aquele encerramento se deu por uma questão de fracasso, de injustiça. E aí corremos o risco de cair na descrença, no valor do amor em si. O que fazermos então para evitarmos ou mesmo minimizarmos os impactos do fim de um relacionamento amoroso? A espiritualidade vem ao nosso socorro e nos fornece alguns ensinamentos para lidarmos da melhor forma possível com essa situação. O primeiro ensinamento nos é dado pelo espírito Benedita Maria, por intermédio do médium Raul Teixeira, no livro Todos precisam de paz na alma, especificamente de uma especificamente em uma mensagem de título. Nem todos os relacionamentos dão certo. Quando o amor pede partida, a promessa de continuidade é frustrada. Mas o espírito Maria Benedita nos chama atenção para o fato de que tudo o que acontece aqui na Terra tem a marca da temporalidade. Isto é, o tempo altera pessoas e coisas invariavelmente. entender que as pessoas são naturalmente mutantes e que isso afeta os relacionamentos, nos auxilia a enxergar que o amor humano também é sujeito ao tempo e é transitório, independente do nosso querer. Um dia ele ou ela te amou, hoje não ama mais. E é claro que, como já dito, isso

entos, nos auxilia a enxergar que o amor humano também é sujeito ao tempo e é transitório, independente do nosso querer. Um dia ele ou ela te amou, hoje não ama mais. E é claro que, como já dito, isso dói, porém, como dito na nossa mensagem inicial de harmonização, tudo passa. E o segundo e o segundo ensinamento é dado tanto pelo espírito Ramed quanto pelo espírito Joana de Ângeles, respectivamente pelos médiuns Francisco do Espírito Santo Neto e por Divaldo Franco. O espírito na na obra As dores da alma nos explica que todos nós queremos ser amados, queremos companhia, queremos afeto. Mas para desfrutarmos de uma relação amorosa, saudável, equilibrada e madura, nós precisamos respeitar o direito de cada criatura de ser ela mesma, de ter os seus ideais e ideias e as suas predileções. Assim, nós precisamos respeitar o direito do outro, que não mais quer conviver conosco, que não mais quer ser nosso companheiro. E aí surge o ensinamento de Joana de Ângeles na obra SOS Família. Ali Joana nos fala: "Se alguém não mais deseja espontaneamente seguir contigo, não te transformes em algema, em prisão. Tem paciência e confia em Deus. Quando se modifica uma circunstância ou muda uma situação, não disso que a vida e a felicidade acabaram. E o terceiro ensinamento é dado pelo espírito irmã Fô no livro Vibrações de Pais e Família, em que o espírito eh de irmã se dufô, por meio do médium Vanderlei Oliveira, nos chama a atenção para que sejamos prudentes e venhamos a avaliar cada lição que a vida nos oferece. E aí o espírito, irmãos do fogo nos diz: "Concede ao tempo a oportunidade de sinalizar o que a ocasião que te visita espera de ti e a favor de ti. Com o fim do relacionamento, nós temos a oportunidade de reavaliarmos as nossas condutas, de reavaliarmos as nossas expectativas e verificarmos se elas não foram ou não são excessivas. É a oportunidade de compreender que ninguém é exatamente aquilo que esperamos, porque nem nós somos. é a oportunidade de reassumirmos o controle da nossa própria vida que

foram ou não são excessivas. É a oportunidade de compreender que ninguém é exatamente aquilo que esperamos, porque nem nós somos. é a oportunidade de reassumirmos o controle da nossa própria vida que muitas vezes delegamos ao outro. É a oportunidade de reconstruirmos o nosso amor próprio. E há ainda uma recomendação geral que extraímos da máxima de Jesus. Façamos ao outro que queremos que os outros nos façam. Assim, diante do término de um relacionamento afetivo, evitemos o ódio. Busquemos não guardar mágoa do ex-parceiro, da ex-parceira. Não destruamos perante os nossos filhos a imagem paterna ou materna. Sejamos honestos e leais com o outro, independentemente do que o que independentemente do que ele tenha feito para nós. Jamais nos esqueçamos de que nós somos responsáveis pelos nossos próprios sentimentos e pelas nossas ações. Quanto aos outros, eles responderão por si mesmos, conforme o seu livre arbítrio e amadurecimento espiritual. Diante do término de um relacionamento, com certeza vamos chorar, vamos nos ressentir, vamos nos inquietar, vamos sentir vergonha, mas lembremos, nunca estamos só. Estamos sempre sendo amparados. Deus está sempre nos auxiliando e nos enviando os instrumentos para que superemos aquela situação. Mas precisamos dar a oportunidade para o auxílio, recorrendo a um amigo, recorrendo à oração, recorrendo ao trabalho no bem. Quando o amor pede partida, isso não significa fracasso, abandono ou desamor. Significa reconhecer que certos ciclos se cumprem e que há sabedoria em aprender com eles. O convite não é nos prendermos ao fim, é descobrirmos que para além da dor pode haver serenidade, gratidão, respeito, aprendizado e paz. É preciso que nós venhamos a dar um ressignificado para a nossa dor. O término é sobretudo a oportunidade de um recomeço. E aí nós vamos finalizar com um poema que a espiritualidade nos inspirou. Tua relação amorosa foi breve. Chores, mas não te entregues à dores. Lembra-te de que, mesmo visitada, visitado pelo rompimento e com o fim

s finalizar com um poema que a espiritualidade nos inspirou. Tua relação amorosa foi breve. Chores, mas não te entregues à dores. Lembra-te de que, mesmo visitada, visitado pelo rompimento e com o fim momentâneo do projeto de família, tu experimentastes o lampejo do companheirismo. Lembra-te de que, ainda que poucos, ocorreram momentos felizes, de suspiros de amor, de de olhares cúmplices, de afagos doces. Fiques, pois, com as imagens e realizações alegres e lança-te para uma nova caminhada, valendo-te da oração para agradecer pela experiência, para perdoar, libertar a ti e ao outro de possíveis mágoas, de possível obsessão. Segue, refaça-te, trabalhe, colore tua encarnação com amor por ti e quem sabe ali ou aculá. Não te surpreendas com nova oportunidade de construtiva união. Esta é a nossa reflexão para hoje e vamos encerrar mais uma vez agradecendo a Deus pela oportunidade que cada acontecimento da nossa vida nos oportuniza, Senhor. tenhamos confiança na providência divina, que não venhamos a esmorecer diante do término de qualquer relacionamento amoroso. Que tenhamos coragem de amar a nós mesmos, Senhor, e que respeitemos ao outro independentemente do que tenha ocorrido. Que saibamos perdoar, que saibamos exercer a compaixão, o perdão. Dai-nos, Senhor, a amorosidade, a gentileza, a oportunidade, Senhor, de nos melhorarmos, de deixarmos as nossas virtudes vir à evidência. abençoe a todos os trabalhadores desta casa, ao passe que se dará na sequência, a todos os assistidos, a todos os voluntários e a todas as atividades que se que ocorrerão ainda hoje e nos demais dias, Senhor. Obrigada e obrigada pela nossa existência e por todo o teu amor e amparo. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o

ica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,

tinuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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