BEM-AVENTURADOS OS PACÍFICOS - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
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Nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa cas. Sejam muito, muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. Ela nos traz tanta paz, tanto conforto, tanto carinho, nos recebe com tanto amor. Para iniciarmos este momento, eu vou ler um pequeno trecho do Evangelho segundo o Espiritismo, que eu abri por acaso, mas eu já aprendi também que acaso não existe nunca. que tá lá no capítulo 10, bem-aventurados os que são misericordiosos. No item quatro, a misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio e o rancor denotam alma sem elevação nem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada que paira acima dos golpes que lhe possam desferir. Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fé. A outra é calma, toda mansidão e caridade. E acabei de pensar que eu possa que nós possamos sermos essa alma cheia de mansidão, cheia de caridade, porque caridade é o amor, é o amor em ação. Então, para iniciar novamente, sugiro que fechemos os nossos olhos, que mantenhamos os nossos pensamentos no colo do nosso mestre, o nosso amigo de todas as horas, o nosso irmão mais velho, que nos trouxe tantos ensinamentos, que nos mostrou que exemplificou o que é o amor. Agradecidos a este amão tão lindo por trazer esse amor, nos abraçar com tanto carinho. Agradecer também a sua mãe, aquela que o recebeu em seus braços e que nos perdoou a todos. por o sacrificarmos e que também nos recebe em seu regaço e que entre suas lágrimas nos abraça com amor. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, esse médico dos homens e também de cada um de nós que somos pobres de espírito, somos pobres de amor. Agradecer a dona Ivone, dona Invone do Amaral Pereira.
amor. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, esse médico dos homens e também de cada um de nós que somos pobres de espírito, somos pobres de amor. Agradecer a dona Ivone, dona Invone do Amaral Pereira. por não desistir de nós, por estar neste momento dirigindo os nossos trabalhos e elevar um carinho neste momento também aquele que muitos outros orou por nós, que nesses dias retornou à pátria espiritual. Agradecidos a cada um deles. Agradecidos pelos que choram, pelas crianças que sofrem, pedindo para que não façamos outros sofrerem, lembrando que nós também não queremos sofrer. Nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, e vocês vão me permitir sempre chamá-los assim, tá? Por favor, por gentileza. Hoje eu tô aqui com a Cris, com a Maria Cristina ou Cristina Abreu, como vocês quiserem chamar. Cada hora a gente chama de um jeito. Eu chamo ela de Cris. Bemventurados os pacíficos. Acho que ela tá torcendo porque a gente fique assim, sabe? Então ela vai falar sobre isso conosco. Com a palavra, Cris. Bom dia a todos. Bom dia a todas. Nesse dia friozinho, né, vamos falar um pouquinho de Jesus, pedindo aos benfeitores espirituais dessa casa e ao Mestre Jesus que nos abençoe e que ajude a pacificar, né, os nossos corações. Então, como a Valéria falou e como ela disse, nada é por acaso, ela abriu o evangelho em uma bem-aventurança, né? Bem-aventurados os misericordiosos. E eu vou falar também sobre esse sermão da montanha, né? Sermão das bem-aventuranças que Jesus fez naquela época, em que a terra também passava por muitas dificuldades. E aí Jesus nos falou de coisas maravilhosas, falou de amor, nos trazendo um rumo, um norte paraas nossas vidas. Se quisermos seguir em direção à felicidade a que somos destinados, né, pelo nosso pai, nosso criador nos disse que nós seremos felizes. Estamos aqui para sermos felizes. Então, Jesus nos ajuda a trilharmos esse caminho para sermos felizes. Então, nós vamos falar sobre uma bem-aventuranças que ele falou no
isse que nós seremos felizes. Estamos aqui para sermos felizes. Então, Jesus nos ajuda a trilharmos esse caminho para sermos felizes. Então, nós vamos falar sobre uma bem-aventuranças que ele falou no sermão, bem-aventurados os brandos e os pacíficos. E aí, primeiramente, nós vamos situar em que condições ocorreu aquele fato, né, do Sermão do Monte. Era uma época muito difícil e Jesus trouxe aquelas palavras carregadas de muito magnetismo para tranquilizar, para levar um pouco de amor para aquelas pessoas. E aí ele nos trouxe esses ensinamentos que ajudaram, que consolaram aqueles corações que o ouviram naquela época e que continuam consolando os nossos corações. E isso vai continuar sempre, né? Sempre que precisarmos de consolo, ouçamos a Jesus. Vamos ouvir as bem-aventuranças de Jesus. E isso ocorreu numa época em que o império romano dominava, né, com as suas riquezas, os seus palácios, seus generais, legiões de soldados, né, de guardas com muita suntuosidade, né, e por outro lado, havia muita gente pobre, faminta, muita gente humilde, doente, né, que se sentia desesperada, des e desprovidos, né, de qualquer coisa. coisas desesperançados, se sentiam deserdados e sem esperança. E aí Jesus então juntamente com alguns dos seus apóstolos, ele subiu em um dos montes de Cafarnaum para dizer aquelas palavras, como eu disse, cheia de magnetismo e de consolação para todas aquelas pessoas. Allan Kardec, que é o codificador da doutrina espírita, ele dedicou o capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, inteiro só para falar sobre essa bem-aventurança. São reflexões não só dele, como também de outros espíritos, amigos, né, que ajudaram a fazer a codificação, que é a doutrina espírita. Então ele fala, Allan Kardec nos traz as palavras de Jesus, né? Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Sabeis que foi dito aos antigos, desculpa, gente, eu tô um pouco gripada, viu? Não matareis, e quem quer que mate
possuirão a terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Sabeis que foi dito aos antigos, desculpa, gente, eu tô um pouco gripada, viu? Não matareis, e quem quer que mate merecerá condenação pelo juízo. Eu, porém, vos digo que quem quer que se puser em cólera contra seu irmão merecerá condenação no juízo. Nós podemos encontrar essas passagens na Bíblia, né, em Mateus, capítulo 5, versículo 5, 9, 21 e 22. E segue Kardec. Aqui já são palavras de Kardec, né? Por estas máximas, Jesus faz da brandura, da moderação, da mansuetude, da afabilidade, da paciência com uma lei. Condena por conseguinte a violência, a cólera e até toda a expressão descortez de que alguém possa usar para com seus semelhantes. Ele continua. Evidente se torna que aqui, como em todas as circunstâncias, a intenção agrava ou atenua a falta. Mas em que pode uma simples palavra revestir-se de tanta gravidade que mereça tão severa reprovação? é que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade, que deve presidir as relações entre os homens e manter entre eles a concórdia e a união. É que constitui um golpe desferido na benevolência recíproca e na fraternidade. É que entretém o ódio e a animosidade. É, enfim, que depois da humildade para com Deus, a caridade para com o próximo é a lei primeira de todo cristão. Então, Kardec, ele nos ajuda a entender, né, um pouquinho daquelas palavras do mestre. E comecemos nós também a tentar entender o que que é o que que significa bem-aventurados os brandos, porque possuirão a terra. O que significa isso? A, essa palavra possuir, o verbo possuir já nos incute a ideia de posse, né, de ter alguma coisa, de ter bens, de ter patrimônio, ter dinheiro. Só que aí isso pode também ir contra outro ensinamento de Jesus, que é o do desapego, né, do desapego aos bens terrenos. Então, não é esse o sentido do possuirão, do possuir a terra. E nem se refere também a ser covarde. Tem pessoas que acham que a pessoa branda é covarde,
do desapego, né, do desapego aos bens terrenos. Então, não é esse o sentido do possuirão, do possuir a terra. E nem se refere também a ser covarde. Tem pessoas que acham que a pessoa branda é covarde, mas não é bem assim. A pessoa branda, ela é benevolente, ela é tranquila e tem autocontrole. É uma pessoa branda, ela é calma. Aquele que é brando, ele age com autodomínio. Ele tem responsabilidade pelos próprios atos. Ele sabe que tem deveres a cumprir e ele cumpre pensando nele, pensando nos outros com tranquilidade, com autonomia. Ele cumpre suas obrigações pensando no todo, pensando na humanidade. Então assim, que que significa isso, né? Ter autonomia, ter responsabilidade no nosso dia a dia, na nossa vida comum. Por exemplo, todos nós temos contas a pagar, né? Durante o mês inteiro a gente tem ali os boletozinhos, né, que vencem. Se a conta de luz vence no dia 3, quando a pessoa recebe o salário ou recebe algum dinheiro, já separa aquele dinheiro, vai lá e paga logo a conta de luz. Que que é isso? Ela não, a pessoa não fica esperando chegar o dia do vencimento. Ela não precisa ficar esperando alguém dizer: "Você já pagou a conta de luz?" Tem gente que esquece, né? E às vezes até corta a energia da casa e todo mundo fica irritado. Você não pagou a conta de luz? A pessoa branda não espera. Ela vai e paga e fica tranquila. Agora, por exemplo, outro exemplo, né? Nós estamos na época de fazer a declaração do imposto de renda, estamos nesse período, vence dia 30, não se esqueçam. Então assim, a gente tem o ano inteiro para se preparar para prestar contas ao leão. E aí a pessoa fala: "Não, ainda hoje hoje é dia 15, né? Ainda tem 15 dias, dá tempo de fazer com tranquilidade." E ele se envolve, né, no dia a dia, ônibus, pega carro, vai trabalhar, se envolve com a família, com os problemas diários e o tempo vai passando e chega o dia 30, o que que acontece? Ele põe a mão na cabeça, hoje é o dia de entregar o imposto de renda. E aí ele fica doido, né? Como é que ele vai trabalhar? Ele liga pro chefe e
mpo vai passando e chega o dia 30, o que que acontece? Ele põe a mão na cabeça, hoje é o dia de entregar o imposto de renda. E aí ele fica doido, né? Como é que ele vai trabalhar? Ele liga pro chefe e fala: "Olha, hoje eu tô doente, estou passando mal, não posso ir ao trabalho". Começa por aí, né? E aí vai tentar fazer a declaração. Se lembra também que não baixou ainda o programa da receita, só que os atrasadinhos feitos, ele estão lá congestionando todo o sistema, né? demora a fazer o download e ele já começa a reclamar, né? Finalmente ele senta lá, começa a preencher. Se lembra também que aquele comprovante da despesa que ele fez no ano passado, ele nem sabe onde é que ele pôs o recibo. E aí como é que ele vai fazer? Ele fala: "Não, eu vou fazer agora para cumprir o prazo, né? E depois eu faço uma retificadora e junto o comprovante e fica ali até de noite, até que chega o último prazo que é a meia noite, ele finalmente termina e fala: "Pronto, agora eu vou mandar pertinho da meia-noite". E o sistema ali, né? Sabe aquele rodando assim, o sistema travado porque os atrasados estão ali congestionando toda a internet e ele não consegue mandar. E aí a pessoa se desespera, começa a reclamar, reclama do sistema, reclama de tudo, reclama do governo, diz que nada funciona nesse país. Essa pessoa não é branda, ela não tem autocontrole, ela não cumpre as próprias responsabilidades, então reclama de tudo, não é uma pessoa tranquila porque ele não cumpriu uma obrigação primeira básica. que é fazer o imposto de renda no prazo certo e ele põe a culpa em todo mundo, vive reclamando. Ele não tem brandura. A pessoa branda, ela tem autonomia, ela se autogoverna, ela não precisa ninguém cobrar nada dela. Ela pensa sempre no bem-estar dela. Quando ela toma providência de fazer as coisas no tempo certo, ela tá pensando no bem-estar dela e no bem-estar das outras pessoas, porque ele não vai ficar nervoso e reclamando de tudo e xingando, né? Então assim, a pessoa branda, as coisas para
no tempo certo, ela tá pensando no bem-estar dela e no bem-estar das outras pessoas, porque ele não vai ficar nervoso e reclamando de tudo e xingando, né? Então assim, a pessoa branda, as coisas para ela fluem melhor, porque ele está sempre providenciando tudo no tempo certo, está sempre fazendo tudo com tranquilidade. Ela tem autonomia, ela se autogerna. São esses brandos que são tranquilos, que são calmo, que não calmos, que não esperam ninguém ficar cobrando nada. São esses brandos a que Jesus se refere que possuirão a terra. Porque a terra ela precisa de gente que se autogoverna para ajudar a governar a terra. São esses brandos, são essas pessoas que sabem o que tem que fazer e que não esperam. Elas pegam e fazem, não esperam para depois. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. E quem são os pacíficos? Os pacíficos são aquelas pessoas que fazem tudo pensando na paz, pensando na harmonia, harmonia dele, a harmonia na família dele, entre os amigos, no trabalho, na humanidade inteira. Esses são os pacíficos. Eles, os seus atos são carregados de sabedoria, de tranquilidade. Eles pensam na justiça, no amor, na caridade. Eles eles pensam nas outras pessoas, não pensa somente nele. E a gente não deve confundir o pacífico com o passivo. O pacífico é uma pessoa corajosa. Ela não tem medo de nada porque ela está tranquila. Já o passivo não. O passivo ele sempre fica pondo a culpa em outras pessoas. O passivo, ele não questiona nada, ele aceita as coisas do jeito que elas são. O passivo, ele não levanta a voz para poder dizer: "Eu não vou fazer isso porque não está certo". Ele aceita tudo do jeito que vem, não é? Ele não cobra das pessoas que têm que ser cobradas. Ele não briga por aquilo que ele tem que brigar. E muitas vezes ele briga sim dentro de casa. Briga com a esposa, briga com o marido, briga com os filhos, briga com os vizinhos. Não é uma pessoa pacífica. E pior, muitas vezes essa pessoa se embriaga, usa drogas. Quer dizer, ele não é pacífico, ele não é uma pessoa
riga com o marido, briga com os filhos, briga com os vizinhos. Não é uma pessoa pacífica. E pior, muitas vezes essa pessoa se embriaga, usa drogas. Quer dizer, ele não é pacífico, ele não é uma pessoa tranquila, é uma pessoa covarde, porque não toma as providências, não faz o que tem que ser feito. O passivo, ele lava as mãos do jeito que Pilatos fez. Ele não se envolve. O passivo, ele não quer saber dos problemas dos outros. Mesmo que esteja acontecendo uma violência na frente dele, ele não tem coragem de fazer uma denúncia anônima porque ele quer se preservar. Não tenho nada a ver com isso. Esse é o passivo. Ele não se envolve para poder ficar tranquilo naquele mundinho, naquele casulo que ele criou para ele mesmo, em que ele fica ali envolvido com as coisas dele, com a vida dele e não olha pros lados, não olha pro outro, não pensa no bem-estar das pessoas. É uma atitude egoísta, não é? Então, o passivo, ele não se preocupa com as fraquezas dos outros, com as necessidades dos outros, mas o pacífico não. O pacífico ele age, ele pensa, ele age com caridade, ele age com amor no coração e ele tem coragem para fazer tudo que é necessário que ele tem que fazer. Ele sempre tem coragem e ele nunca tem medo de nada. Aí Kardec diz assim: "Quando a humanidade se submeter à lei de amor e de caridade, deixará de haver egoísmo. O fraco e o pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento. Tal a condição da Terra quando, de acordo com a lei do progresso e a promessa de Jesus se houver tornado mundo de toso por efeito do afastamento dos maus. E os pacíficos, os brandos, os corajosos possuirão a terra e serão chamados filhos de Deus, porque farão o bem desinteressadamente, seguindo a lei de amor pregada por Jesus, com coragem, mesmo em meio a todas as vicissitudes, mesmo em meio a situações desfavoráveis, como o próprio Jesus agiu na época, né? Ele enfrentou muita dificuldade para trazer para nós essas lições de amor, essas mensagens de amor e de fraternidade. Jesus disse que os
ituações desfavoráveis, como o próprio Jesus agiu na época, né? Ele enfrentou muita dificuldade para trazer para nós essas lições de amor, essas mensagens de amor e de fraternidade. Jesus disse que os brandos, os pacíficos, herdariam a terra, porque a terra não pode ficar nas mãos de covardes, de incapazes. É preciso ser pacífico e ser brando para poder saber agir com tranquilidade, mesmo frente a qualquer dificuldade, mesmo frente a uma violência, porque a gente sabe, né, tem uma frase, a violência gera violência. Então, diante de uma violência, precisamos saber ser ser pacíficos e brandos para poder agirmos. Violência é uma palavra que deriva do verbo violar, que é quando a gente não respeita o direito dos outros. E de que violência nós estamos falando, né? A violência das ruas, a violência dos policiais, das pessoas, dos governantes. A mídia, ela tá sempre nos trazendo cenas violentas. E aí muitas pessoas falam: "O mundo está muito violento". As pessoas estão perdendo a paciência muito fácil. O mundo não tem jeito. O que nós vemos na mídia é guerra, é discussão, é feminicídio, é suicídio de jovem, é assalto. Isso a mídia nos traz. Mas nós não podemos nos fixar nessas imagens. Nós podemos, nós temos que trazer sempre o bem paraas nossas mentes e mudar esse padrão de violência, primeiramente na nossa mente, não é? Aí a pessoa fala: "Eu não faço nada disso. Graças a Deus eu não sou violento. Eu sou uma pessoa calma. Mas e dentro de casa, como é que a gente age junto com os nossos parentes, mesmo entre os amigos ou com os vizinhos? Muitas vezes nós não somos brandos e nem nem pacíficos. Tem gente até que não assume as verdades, que conhece para poder acabar com a violência, para poder acabar com as agressões a si mesmo e aos outros. Jesus falou também amar ao próximo como a si mesmos. Como que uma pessoa vai cuidar, vai amar o próximo, se ela não cuida nem dela mesma, como que ela vai fazer isso, né? Por exemplo, a pessoa que fuma. A pessoa que fuma, ela tá prejudicando ela e os
s. Como que uma pessoa vai cuidar, vai amar o próximo, se ela não cuida nem dela mesma, como que ela vai fazer isso, né? Por exemplo, a pessoa que fuma. A pessoa que fuma, ela tá prejudicando ela e os outros que estão à sua volta. Hoje em dia estão na moda os vapes, né? o cigarro eletrônico que faz talvez até mais mal do que o cigarro tradicional. Quem absorve aquela fumaça, quem tá ali ao redor, tá absorvendo nicotina e muita substância tóxica. E aí a pessoa até se defende, né? Não, eu gosto de fumar, eu sinto prazer em fumar, me deixa, eu quero continuar assim. Além do mais, eu vou ter, eu vou morrer mesmo um dia, né? as pessoas falam, né, para se defender. Ela só não sabe que ela está se suicidando aos poucos. Os vícios matam. Matam sim. E aí sobre isso, né, do cigarro, uma amiga minha viajou recentemente para fora do Brasil e esteve em contato com muita gente que fuma muito. Graças a Deus o Brasil já avançou nesse nesse quesito, né, de colocar os fumantes assim meio que alijados, né, dentro de espaços, por exemplo, não se pode fumar mais no Brasil, mas lá fora as pessoas fumam muito. Então ficava impregnada aquela fumaça. É, teve umas roupas que ela levou na mala, umas peças que ela não chegou nem a usar. E quando ela voltou pro Brasil, ela foi tirar aquelas peças de roupa, as peças dentro da mala estavam fedendo a cigarra. Vocês acreditam? Até a mala tava fedendo. Agora imagina a pessoa que fuma, como que ela fica, né? O cabelo, o hálito de uma pessoa que fuma é hálito de cinzeiro. Vocês já ouviram falar nessa expressão? É muito ruim, né? Então assim, a pessoa que fuma, ela não tá pensando nela, no bem-estar dela, muito menos no próximo. O amar, amar a a si mesmo e aos outros que Jesus falou não existe numa situação, numa condição dessa, né? Porque ela não está se cuidando, ela está cometendo uma violência contra ela mesma e tá estendendo essa violência para todos aqueles que estão ao redor dela. Ela está se suicidando ao pouco está lev aos poucos e está levando aqueles que estão
cometendo uma violência contra ela mesma e tá estendendo essa violência para todos aqueles que estão ao redor dela. Ela está se suicidando ao pouco está lev aos poucos e está levando aqueles que estão perto junto, né? E ainda há outros tipos de violências que nós cometemos contra nós mesmos que nós praticamos. a gente fala assim: "Não, eu sou calmo, eu não cometo nenhuma violência, mas nós temos dentro de nós uma área que quando somos afrontados, quando passamos por um por uma atitude agressiva, nós somos capazes de coisas terríveis". Aí a gente fala assim aquela frase, né? Eu sou calmo até o momento em que não pisa no meu calo. Muita gente fala assim, né? E aí a pessoa se transforma, ela vira uma fera, a pessoa fica irreconhecível e é capaz de cometer atos horrorosos. Eu vou citar aqui um exemplo rapidinho verídico de dois jovens que eu conheço, as pessoas envolvidas nesse caso. Dois jovens amigos saíram para se divertir, saíram com as namoradas e aí um deles dirigia, o outro resolveu ficar bebendo, né? Esse que bebeu, ele ficava cutucando o outro, falando coisinhas para ele, sabe quando a pessoa fica ali te cutucando, te falando coisas desagradáveis e o outro lá na dele, né? calmo. A princípio, né? Até que chegou um ponto, eles desceram em algum lugar para fazer alguma coisa. O que tinha bebido deu um soco nele, os dois rolaram no chão e o resultado foi terrível. O menino calmo que estava dirigindo perdeu a cabeça, ficou completamente transtornado. A conclusão foi terrível, uma tragédia para as famílias dos dois. Um desencarnou e o outro está na prisão. Então, frente a uma violência, nós nos transformamos. Aquele inimigo íntimo fica ali a a nossa espreita esperando o momento em que a gente vai perder a paciência, em que a gente vai se transformar e cometer atos que podem prejudicar muito a nós mesmos e prejudicar as outras pessoas que estão envolvidas. Então, foram são duas famílias que estão vivendo essa tragédia que aconteceu. Então, num estado de ódio, aquela relação pacífica, a pessoa
s mesmos e prejudicar as outras pessoas que estão envolvidas. Então, foram são duas famílias que estão vivendo essa tragédia que aconteceu. Então, num estado de ódio, aquela relação pacífica, a pessoa branda, ela se transforma. Então, assim, baseado nisso, nós podemos ver que nós não somos brandos, nós não somos pacíficos. Muitas vezes nós somos mesmo, é, passivos, sabe? E dependendo do que nos aconteça, nós somos violentos também. Temos que tomar muito cuidado com isso. É importante nós nos conhecermos para começarmos ir tratando isso dentro de nós, como o filósofo Sócrates disse, né? Conhece-te a ti mesmo. Porque a pessoa que se conhece, ela vai se tratando até chegar um ponto de começar a pensar duas vezes antes de cometer, né, um ato condenável. E nós temos dois exemplos de pessoas brandas e pacíficas que já passaram pelo nosso meio. Madre Teresa de Calcutá, que enfrentou todo tipo de preconceito e dificuldade para ir socorrer os pobrezinhos lá em Calcutá. Chico Xavier, que era a brandura em pessoa, tinha sempre um sorriso para dar para todos os que que o procuravam. São exemplos de pessoas brandas e pacíficas. Então são pessoas assim a que Jesus se refere. Se nós quisermos fazer parte desse rol de pessoas que poderão ajudar a governar a Terra futuramente quando a Terra for um planeta de regeneração, precisamos aprender hoje a tratar esses instintos que eles precisam ir diminuindo dentro de nós para nós agirmos com calma, com prudência, para sermos pessoas pacíficas, sermos pessoas brandas, tranquilas, mesmo diante das violências. A doutrina espírita, ela nos ajuda muito a fazermos esse processo interior, esse processo que nós precisamos começar para ajudar a Jesus a governar o nosso planeta. E aí, para acalmar, para adossar um pouquinho, para tranquilizar um pouquinho o nosso coração, eu trouxe aqui uma poesia de Maria Dolores que tá nesse livro. Dádbas de amor. É um livro psicografado por Francisco Cândido Xavier. Vou ler para vocês a poesia. A senda é rude, mas sigamos na
oração, eu trouxe aqui uma poesia de Maria Dolores que tá nesse livro. Dádbas de amor. É um livro psicografado por Francisco Cândido Xavier. Vou ler para vocês a poesia. A senda é rude, mas sigamos na tarefa de amor que nos espera. Abre-se o mundo para a nova era. Muitas tribulações estão em pauta. Ao longe, surgem homens armados em conflito. Mas a nossa missão é a sementeira, de transformar a terra inteira em formoso jardim. A violência distende as próprias garras, corrompe, avilta, fere, desordena. Mas falaremos nós a palavra serena que disfaça a vingança, porque todos estamos na esperança de que a lei de Deus se cumprirá perfeita na hora justa e eleita, que promove e executa a reencarnação. Através das estradas em que vamos, notaremos, enfim, a luta imensa da crença, combatendo as sombras da descrença. Do mal de que procede ao estigma da dor. Se a revolta domina, tens a paz na bênção da doutrina que Jesus no legou, nos legou ao coração. Prossigamos no bem. Não te amedrontes, alma boa. Não estamos a sós nesta jornada. Alguém segue conosco a ensinar-nos justiça, caridade e perdão. Nada receis. Sigamos para a frente, trabalhando e servindo alegremente. Esse alguém que nos segue passo a passo, sem exigência e sem cansaço, dando-nos paz e luz acima dos problemas e das crises, apagando os momentos infelizes. Esse alguém é Jesus. Então, nós precisamos ter sempre a certeza de que o mestre está sempre conosco, de que ele está sempre do nosso lado, está sempre nos dando forças diante de todos os problemas, de todas as vicissitudes que certamente batem a nossa porta. Precisamos estar sempre calmos e serenos como aquele que sabe das suas responsabilidades, aquele que se autogoverna, como aquele pacífico, que é corajoso, que não se amedronta diante de nada. São pessoas assim que Jesus disse quando conclamou a todos para sermos brandos e pacíficos para ajudarmos a governar o nosso planeta Terra que precisa de paz, que precisa de amor. São essas sementes que a gente precisa colocar em nosso coração. Devagarzinho a
para sermos brandos e pacíficos para ajudarmos a governar o nosso planeta Terra que precisa de paz, que precisa de amor. São essas sementes que a gente precisa colocar em nosso coração. Devagarzinho a gente vai aprendendo essas lições de pacificidade, né, que Jesus nos ensina. essas lições de brandura, como nos deixou Chico Xavier, como nos deixou Madre Teresa de Calcutá. Pensemos, meus amigos, e vamos trazer sempre a imagem do mestre para as nossas mentes, nos nos ajudando, principalmente nos momentos de dificuldade, com a paciência, a certeza de que tudo passa e de que tudo vai ficar bem, tudo vai melhorar na nossa vida e nós viveremos numa terra de paz, uma terra harmonizada com as bênçãos do nosso mestre. Gratidão. Tenhamos todos um bom dia. Obrigada, Cristina. Obrigada a cada um de vocês. Vou sugerir novamente que fechemos os olhos. Vamos sentir a presença desses luminares, dos nossos amigos, a quem chamamos de anjos da guarda ou de mentores que nos sustentam os passos nos momentos mais difíceis. Agradecer a eles por não desistirem de nós. Agradecer a Jesus. nosso mestre, nosso amigo de todas as horas. Agradecer a Maria, nossa mãe, Nossa Senhora, que nos agarma, nos consola. Abzer de Menezes, que abriu seus braços e seu coração para nos receber nesta casa bendita. Agradeci a dona Ivone do Amaral Pereira que fez dos seus erros acertos e que como nós também hoje mostra que é possível refazer seus próprios passos e que transforma transforma os seus minutos em sorrisos. enjuga as lágrimas de cada um que cruza o seu caminho. Vamos agradecer aos parceiros de nossa jornada que estão aos nossos lados dizendo para que não desistamos de nós próprios e agradecidos a todos eles, inclusive aqueles que nos provocam em muitos momentos uma dor aguda, porque eles nos provam que somos fortes e que resistimos. por amor. Agradecidos pedimos assim licença para encerrarmos este momento dando graças, graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, vocês sabem que eu fico aqui cutucando esse celular porque eu fico
por amor. Agradecidos pedimos assim licença para encerrarmos este momento dando graças, graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, vocês sabem que eu fico aqui cutucando esse celular porque eu fico olhando o YouTube, né? E aí os nossos amigos do YouTube vão ter o passe virtual, mas vocês que aqui estão vão ter a companhia. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores
sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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