NÃO BASTA EXISTIR - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/09/2025 (há 6 meses) 39:46 457 visualizações

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Transcrição

Amor vibrando luz buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão Espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhã. Uma feliz tarde de quarta-feira, 17 de setembro, para todos os que estão aqui presentes, encarnados e desencarnados, e também para aqueles que nos assistem e nos acompanham pelas redes sociais. Sintamos todos o amparo divino, a energia restauradora de Jesus e dos espíritos amigos que já estão aqui conosco. Sintam-se todos acolhidos. Nesse momento vamos buscar aquiietar o nosso coração, buscarmos nos concentrarmos no aqui e agora, porque este momento no qual estamos é o único, não temos mais nada. Passado já passou e o futuro ainda não chegou. Vamos iniciar com a nossa leitura de harmonização escolhida deste livro Agenda Cristã pelo espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Mensagem escolhida tem por título Conclusões. E o espírito André Luiz assim nos diz que a vida física é uma escola abençoada. Isso é indiscutível, mas se você não se aproveitar dela a fim de aprender suficientemente as lições a que se destinam o seu engrandecimento espiritual, em nada lhe valerá o ingresso no aprendizado humano. Que o caminho do bem é laborioso e difícil, não há dúvida. Se você não se dispuser a seguir esse caminho do bem, ninguém te livrará da influência do mal. Que a felicidade eterna é a realização superior e que fora dos quadros transitórios da carne, isso também é incontestável. Mas se você decidir perseverar pelo campo dos prazeres fáceis e inferiores das esferas mais baixas, é dentro delas que você vai perambular indefinidamente. Que Deus está conosco em todas as circunstâncias. Isso também é uma verdade indiscutível. Todavia, se você não estiver com Deus, ninguém pode prever até onde descerá o seu espírito nos domínios da intranquilidade e da supra. Então, em resumo, essa mensagem de André Luiz chama atenção do quanto nós somos responsáveis por nós mesmos. E agora vamos fazer uma prece, acaso nos

pírito nos domínios da intranquilidade e da supra. Então, em resumo, essa mensagem de André Luiz chama atenção do quanto nós somos responsáveis por nós mesmos. E agora vamos fazer uma prece, acaso nos sintamos à vontade, fechemos os nossos olhos e nós nos achegamos a ti, pai amado, Deus misericordioso, Deus de amor, de abundância, de justiça, para te pedir forças para que continuemos contigo, para que deixemos que tu sejas o nosso sol, a nossa luz, o nosso guia. Dai-nos força, Senhor, para que tenhamos ânimo de viver e viver com harmonia, com união, com gratidão, Senhor. Que façamos valer a pena essa nossa encarnação. Que assim seja. O tema da nossa reflexão nessa tarde é: Não basta existir, é preciso viver. E aí eu faço uma primeira pergunta. Quem aqui gosta de viver? Todo mundo gosta de viver. Mas será que nós realmente vivemos ou apenas existimos? É preciso nos atentarmos para o fato de que viver não é sobre existir biologicamente. É mais do que isso. É sobre nos atentarmos para o que significa a vida. é despertarmos para as palavras registradas em por Jesus lá no Evangelho de João, no capítulo 10, no versículo 10, Jesus disse: "Eu vim para que tenhais vida e vida em abundância. Mas se nós vamos refletir sobre a vida, nós também precisamos considerar a morte, porque a vida e a morte estão entrelaçadas. Nós não gostamos de falar da morte porque nós temos medo dela. Nós fugimos da morte, nós achamos tenebroso. Há os que consideram ser algo azarento, falar da morte é fúnebre. até depressivo para alguns. Contudo, a reflexão sobre a morte pode nos levar a uma consciência da razão, da importância da nossa vida aqui agora. É justamente a presença da morte que nos desperta para uma pergunta fundamental. O que significa viver? Será que nesse exato momento, apesar da nossa existência biológica, estamos respirando? Será que realmente estamos vivos ou não estamos mortos? Imaginemos alguém que todos os dias se levanta cedo, prepara o seu café, organiza sua rotina, sai pro trabalho,

a biológica, estamos respirando? Será que realmente estamos vivos ou não estamos mortos? Imaginemos alguém que todos os dias se levanta cedo, prepara o seu café, organiza sua rotina, sai pro trabalho, faz suas atividades, volta para casa e isso se repete semana a semana, mês a mês, ano a ano. Mas essa pessoa, ela já não mais se alegra com o sorriso de uma criança. Ela não mais se engrandece com a beleza da natureza. Não para para assistir um por do sol. Não olha pra nuvem. Se alguém estiver caído ao seu lado, ela não percebe. Essa pessoa está desconectada de si mesma. Ela perdeu o entusiasmo, a esperança, a capacidade de se comover. vive em piloto automático. Então, ela se encontra biologicamente viva, mas está morta. Está morta para alegria porque já não encontra, não encontra brilho em nada. Ela já está morta para alteridade, porque ela não enxerga no outro a necessidade do cuidado, da atenção. Ela está morta para si mesma porque perdeu o contato com seus valores, perdeu o sentido de viver. Mas pensemos ainda num num segundo exemplo. Pensemos naqueles que acham que essa vida é única, que depois daqui nada mais existe. Então é balada terça, quinta e sábado, festa, domingo, segunda e todo feriado. Festa, festa, festa, viagem, consumo, prazeres, sempre a badalação, sempre a multidão. Mas quando a pessoa está sozinha, vazio o existencial. Nesses dois exemplos, a morte não se manifesta na interrupção da vida física. A morte é a ausência do sentido de viver, da conexão. O corpo caminha, mas a alma não floresce. E o espírito Emanuel no livro Coragem, numa mensagem, no capítulo 32, ele vai nos auxiliar a compreender um pouco mais a morte. Nessa mensagem, Emmanuel nos esclarece que a morte é sombra, egoísmo, ociosidade. E aí Emanuel complementa assim: "Tu podes ver a morte no poço estagnado em que as águas se corrompem. Tu podes ver a morte na enchada inútil, corroída pela ferrugem. Tu vês a morte no fruto desaprovado que a corrupção desagrega. E aí, Emanuel nos chama atenção para o

nado em que as águas se corrompem. Tu podes ver a morte na enchada inútil, corroída pela ferrugem. Tu vês a morte no fruto desaprovado que a corrupção desagrega. E aí, Emanuel nos chama atenção para o fato de que muitos de nós nascemos e renascemos no corpo físico. Transitamos da infância para a velice, do túmulo para o berço, a maneira de almas entorpecidas no egoísmo e na ociosidade para os quais nos lançamos deliberadamente. E aí vem uma segunda pergunta: De que modo? Como o egoísmo e a ociosidade nos leva à morte no sentido de perda de sentido, de estagnação, apesar da do existir biológico. Vamos examinar a questão do egoísmo. O egoísmo, em essência é a preocupação exclusiva consigo mesmo. E conforme as questões 913, 914 do livro dos espíritos, o egoísmo é a raiz de todos os outros vícios e ele se centraliza no nosso interesse pessoal. O egoísmo faz com que nós construamos muros em vez de pontes. Nós nos isolamos na preocupação conosco mesmo. E aí então nós perdemos a oportunidade de construirmos, de estabelecermos relações, relações especiais, relações nutritivas. Perdemos a oportunidade de desenvolvermos virtudes, de contribuirmos para algo maior. Quando alguém preocupa-se apenas com seus próprios desejos e problemas, a vida se torna um monólogo em vez de um diálogo. E com isso nós perdemos o senso de comunidade, de interdependência. Vamos exemplificar que em Brasília nós temos vários prédios. Vamos pensar naqueles prédios mais antigos de seis andares. Nem todos os moradores se conhecem, mas há um morador que é conhecido por todos. Um morador que por contingências da vida, ele é idoso e mora sozinho. Então todos no prédio se disponibilizam a ajudar esse idoso, menos o seu vizinho de porta, que é um jovem saudável, cheio de força. Mas esse jovem pensa: "O que eu tenho a ver com esse idoso? Porque eu vou carregar as compras dele, por exemplo? Não tenho nada a ver com a vida dele. Eu tenho que me preocupar com a minha vida. Eu tenho que tocar a minha vida. Essa perspectiva parece até

oso? Porque eu vou carregar as compras dele, por exemplo? Não tenho nada a ver com a vida dele. Eu tenho que me preocupar com a minha vida. Eu tenho que tocar a minha vida. Essa perspectiva parece até autoprotetiva, mas ela é uma demonstração de egoísmo. Porque esse vizinho, ele não vê no auxílio ao outro um benefício, porque nada lhe é trazido de volta. Então ele perde com essa atitude egoística a oportunidade de desenvolver, por exemplo, a virtude da generosidade. Ele perde a oportunidade de aprender com o idoso, de estabelecer uma relação. E esse ato que ele tem nessa vida comunitária onde ele mora, ela vai se repetir em outros âmbitos da vida dele, vai se repetir no trabalho. Com certeza não será um colega de trabalho colaborativo, porque vai estar sempre pensando no que ele precisa ganhar. Em uma relação afetiva também não vai não vai ser diferente. vai estar sempre pensando primeiro nele e no que ele haverá de obter. E com isso então vem um isolamento e por consequência solidão. E aí então a vida vai se tornando estática, inerte. E como a ociosidade pode levar à morte? Nós precisamos descansar. O descanso faz parte, mas quando ele se torna algo prolongado, constante, ele vira a inatividade. E ao virar a inatividade traz para nós a procrastinação e a perda de objetivo. E agora imaginemos naquele jovem, naquela jovem que termina um curso técnico, que termina a faculdade e aí você para para conversar com ele e pergunta: "E aí, já conseguiu um emprego?" E a resposta é: "Não, eu ainda não consegui não. Eh, não tem nada na minha área, mas eu vou procurar". E aí você então faz uma outra pergunta: "Ah, por que você, enquanto não surge uma vaga na sua área, você não busca uma outra atividade?" Não, não. Eu só quero na minha área. E aí esse jovem e essa jovem passa os seus dias jogando videogame ou navegando na internet. E esses dias vão se repetindo. E esses dias vão se repetindo. E apesar então desses jovens possuírem potencial e conhecimento para construirem uma carreira, a falta de

eogame ou navegando na internet. E esses dias vão se repetindo. E esses dias vão se repetindo. E apesar então desses jovens possuírem potencial e conhecimento para construirem uma carreira, a falta de iniciativa os prende em uma rotina vazia. E com essa rotina vazia, eles vão perdendo o interesse pelo hobby, vão perdendo interesse em manter contato com os amigos. vão despertando neles mesmos uma sensação de inutilidade. O dia a dia se torna uma repetição sem significado, uma existência estática. Eles estão parados, mas a vida está se movimentando. Então, quando nós estamos nessa situação de egoísmo ou de ociosidade, nós somos aqueles que na nas palavras Emanuel absorvemos os recursos da terra sem retribuição. Recebemos sem dar. Exigimos o concurso alheio sem qualquer impulso de cooperação em favor dos outros. Aí Emanuel diz que nós somos realmente companheiros mortos, dignos de socorro. E o que que então nós podemos fazer para mudar essa situação de morte em vida? Primeiro compreender que não basta existir. Emanuel, no livro Palavras de Vida Eterna, na mensagem de número 104, deixa bem explícito que viver é diferente de existir. O espírito Emanuel nos diz que existimos, existem todas as criaturas saídas do hálito do criador. A pedra existe, a planta existe, o animal existe, existem as almas nos diversos passos da evolução. Em sentido espiritual, no entanto, viver é algo diferente de existir. A vida é a experiência digna da imortalidade. Essa frase final de Emmanualidade. É justamente o segundo passo para superarmos a morte enquanto estagnação, enquanto ausência de sentido. No livro Obras Póstumas, nós temos a explicação de que nós temos duas vidas. Nós temos a vida espiritual, que é a verdadeira vida do espírito e que é eterna, inclusive conforme questão 153 do livro dos espíritos. Mas nós também temos essa nossa vida física que é transitória e passageira, que é um instante na eternidade. Assim, a vida sobre a perspectiva do espiritismo, ela vai além da experiência

os espíritos. Mas nós também temos essa nossa vida física que é transitória e passageira, que é um instante na eternidade. Assim, a vida sobre a perspectiva do espiritismo, ela vai além da experiência material e imediata. Nossa passagem na Terra é efêmera, é temporária, faz parte apenas de um processo maior relacionado à nossa evolução espiritual. A nossa vida, ela é uma jornada contínua. Portanto, a vida física, a vida material vai se alternando com a vida espiritual. Ora, nós estamos aqui encarnados quando então habitamos esse corpo físico e ora quando desencarnamos, retornamos ao plano espiritual. Assim nós vivemos e não apenas existimos quando conjugamos a nossa vida física, material com a nossa vida espiritual e futura. Não podemos viver essas duas vidas de forma dissociada. E é isso que às vezes acontece até de maneira inconsciente. Nós não podemos viver uma e depois a outra. E aqui eu quero chamar a atenção para uma pergunta do livro dos espíritos, a pergunta número 230, em que Allan Kardec perguntou o seguinte para os espíritos: "O espírito progride no estado errante, ou seja, naquele plano espiritual no qual ficamos enquanto esperamos a próxima encarnação?" E aí os espíritos disseram: "Pode melhorar-se muito sempre conforme a sua vontade e o seu desejo, mas é na existência corpórea que põe em prática as novas ideias que adquiriu." Então, os espíritos deixam bem claro a interdependência entre a vida física e a vida espiritual. Então, nesse exato momento, nessa nossa atual encarnação, cada pensamento que nós temos, cada escolha, cada sentimento, cada passo se projeta imediatamente para a nossa para a nossa vida futura, quer como um compromisso, quer como uma conquista. E aí tem um outro aspecto muito importante a respeito dessa conjugação. Essa conjugação vida física, vida espiritual, ela é tão importante que aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo que trata bem-aventurados os aflitos, no item 13 nos é dito assim: coloca no ponto de vista da vida

sica, vida espiritual, ela é tão importante que aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo que trata bem-aventurados os aflitos, no item 13 nos é dito assim: coloca no ponto de vista da vida espiritual abarca de um só golpe de vista a vida corp corporal. Ele vê a vida corporal como um ponto no infinito e compreende-lhe a brevidade e diz: "Esse momento penoso passará bem depressa." A certeza de um futuro próximo e feliz o sustenta, o encoraja e ao invés de se lamentar, agradece aos céus pelas dores que o fazem avançar. O resultado dessa maneira de encarar a vida é diminuir a importância das coisas deste mundo, de levar o homem a moderar os seus desejos, a contentar-se com a sua posição sem a invejar a dos outros, de atenuar a impressão moral dos reveses e das decepções que experimenta. E nisto ele aure uma calma e uma resignação tão úteis à saúde do corpo como a saúde da alma. Assim nós vivemos e não apenas existimos quando conjugamos essas duas vidas. E aí nós precisamos lembrar de Jesus, o nosso guia. Mas antes disso, eu quero fazer um destaque para algo que o espírito Emanuel ainda nos explicou. Na mensagem, no livro Coragem, em Emanuel, eu tenho uma mensagem que ele define o que é vida. Ele diz assim: "Vida luz, é coragem, é doação". E aí ele faz um seguinte convite: analisa as forças vivas que te rodeiam e observarás a natureza a desfazer-se em cânticos de trabalho e de amor, assegurando o teu bem-estar. é a árvore a crescer na produção intensiva, a atmosfera a refazer sem cessar os elementos com que te preserva a saúde e o bem-estar. Então, por essas por essa explicação de Emanuel, nós podemos concluir que vida é trabalho e que nós estamos vivos quando nós nos colocamos em serviço, não apenas dessa atual vida física, mas sobretudo tendo em conta a nossa vida futura e espiritual. E aí vamos aqui agora sim relembrar de Jesus, porque no Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo dois nos é informado que Jesus falou muito da vida futura e que essa vida futura está

e espiritual. E aí vamos aqui agora sim relembrar de Jesus, porque no Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo dois nos é informado que Jesus falou muito da vida futura e que essa vida futura está naquela expressão de Jesus: "Meu reino não é deste mundo." E essa vida futura foi apresentada por Jesus em todas as circunstâncias e ela é o termo para o qual a humanidade caminha. E aqui vamos pensar no seguinte quadro. Nós fomos designados por conta do nosso trabalho a nos mudarmos. Vamos sair de Brasília e vamos morar na Bahia, no interior da Bahia. ou em qualquer outro lugar que de repente vocês almejem que não seja Brasília. Pensem aí, vocês vão mudar. O órgão empregador ainda não diz quando ocorrerá a mudança, mas vocês sabem, possuem a certeza de que ela vai acontecer. Então, o que que vocês fazem? Ficam de braços cruzados? Não, vocês começam a se preparar, vão saber qual é a cidade, vão verificar aonde vão morar, vão verificar se o bairro é seguro, se tem hospital perto, se tem escola, se é uma casa, se é um apartamento, se o espaço é grande, é pequeno. Se o espaço for pequeno, de quais móveis vocês vão precisar se desfazer? Se o espaço for maior, quais móveis vocês poderão adquirir? Então vocês se preparam para isso. Por que não fazemos isso em relação a nossa vida futura? Precisamos analisar o que precisamos adquirir para chegarmos bem nessa vida futura, do que precisamos nos desfazer? Porque o Evangelho Segundo o Espiritismo também diz que essa vida futura não é uma hipótese. Ela é uma lei natural da qual ninguém pode escapar e ela se constitui uma realidade material demonstrada pelos fatos. Ora, vocês vem a casa espírita, vocês ou são espíritas ou são simpatizantes do espiritismo. Um dos princípios do espiritismo é a comunicabilidade com o mundo espiritual. E os espíritos estão a todo o tempo nos dizendo sobre a vida futura. Lá no evangelho é dito que os espíritos são as testemunhas oculares que vem nos dizer, descrever todas as fases da vida espiritual com todas as suas peripécias.

tempo nos dizendo sobre a vida futura. Lá no evangelho é dito que os espíritos são as testemunhas oculares que vem nos dizer, descrever todas as fases da vida espiritual com todas as suas peripécias. Então, se nos preparamos para o que acontece na vida física, também precisamos fazê-lo com relação à nossa vida espiritual. E guardemos que Cristo veio, veio nos ensinar a viver na matéria como espíritos. Estamos na matéria, mas somos espíritos. E nesse contexto, mais uma vez, nós vamos aqui nos recorrermos de Emanguel, que ele tem uma mensagem chamada Valeivos da Luz, em que ele tem o seguinte ensinamento: A vida humana, apesar de transitória, é a chama que nos coloca em serviço, em serviço com o qual nós, em serviço do qual nós necessitamos para a nossa ascensão. E nessa vida, nessa breve vida, é aqui que nós temos a oportunidade de aprender, corrigir, reunir, conquistar, reconciliar, nos enriquecer no Senhor. E se nós estamos ocupados com todas essas atividades, se nós estamos nos ocupando do bem, se nós estamos nos ocupando em nos conhecermos, se nós estamos nos ocupando em perdoar e ser perdoado, em amar a nós para amar ao nosso próximo, se nós estamos nos ocupando de tudo isso, tendo em conta não só a nossa vida física, mas repetindo especialmente a nossa vida espiritual e o fato de que somos espíritos, então Nós não apenas existimos, nós vivemos. Estamos vivos. Durante a encarnação. Nós trabalhamos para corrigir as falhas e aprimorar virtudes. E quando desencarnamos, nós continuamos esse trabalho por meio da reflexão das experiências vividas e do planejamento da nossa próxima jornada. caso ela seja necessária, enquanto não atingimos a nossa perfeição. Então, o nosso desafio é passarmos em revista os nossos atos, interrogarmos a nossa consciência, como nos recomenda a questão 919A do livro dos espíritos, como nos recomenda Santo Agostim. Vamos nos interrogar, será que estamos mortos? Ou seja, estagnados diante da vida ou estamos em movimento pela vida física e

da a questão 919A do livro dos espíritos, como nos recomenda Santo Agostim. Vamos nos interrogar, será que estamos mortos? Ou seja, estagnados diante da vida ou estamos em movimento pela vida física e pela vida espiritual? Realmente existimos? Realmente vivemos ou apenas existimos? Viver é tanto nos conhecer quanto trabalhar enquanto espíritos para além do breve tempo, para além do túmulo. E o espírito Emanuel então nos dá um conselho final que vai nos fazer relembrar a nossa leitura de harmonização. nos dá o seguinte conselho. Guardemos para refletirmos durante essa semana e todas as próximas. Depende de ti acordar e viver, valorizando o tempo que o Senhor te confere, estendendo o dom de auxiliar, de aprender, de amar, de servir. Então, essa é a nossa reflexão para hoje, para todos os dias. Vamos agradecer a Deus em finalização. Senhor, obrigada pela oportunidade deste alimento espiritual. que deixemos a nossa fé robusta, Senhor, a nossa esperança, que realmente, Senhor, acreditemos não só em palavras, mas em atos que somos espíritos, que a vida espiritual nos aguarda, Senhor, e que tudo que nós fazemos aqui nos impacta neste futuro. Sejamos, Senhor, o máximo do bem possível, que acolhamos as nossas sombras para fazê-las desabrochar em virtudes. Que sejamos hoje melhor do que fomos ontem, Senhor. E que, apesar de qualquer queda, que apesar das tentações, sabemos que podemos contar contigo, com Jesus, com a espiritualidade amiga. Então, dai-nos força, Senhor, para que continuemos nessa jornada. Te agradecemos por esta casa de oração. Te agradecemos por todas as casas espíritas, por todos os espíritos, Senhor, que estão procurando se socorrer uns aos outros. Abençoe os voluntários, os trabalhadores, a direção dessa casa, todas as atividades que se transcorrerão. Senhor, abençoe o paz, abençoe a equipe que doará a energia, Senhor, em conexão com a espiritualidade. Graças a Deus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.

e o paz, abençoe a equipe que doará a energia, Senhor, em conexão com a espiritualidade. Graças a Deus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,

ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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