EM TEMPOS DE CRISE: O OLHAR QUE ADOECE E O OLHAR QUE CURA - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/02/2026 (há 2 meses) 40:20 346 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa [música] casa que aprendi. >> Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada comunhão [música] espírita de Brasília. >> Boa tarde, amigos. Que a doce e paz de Jesus esteja todos com com vocês, comigo, com nós todos, né? Vocês que estão nos assistindo também, que essa paz chegue até vocês, onde vocês se encontrarem. Vamos começar esse nosso momento, ó, que é a palestra das 16 horas, fazendo uma leitura desse conselhos úteis, né, da Hilda Alonso pelo espírito Hilda Pereira Magalhães. Faz tempo que a gente não lê uma mensagemzinha desse livro, né, onde que fala assim, a meta principal sempre é oportuno recomeçar, procurar compensar o tempo perdido. Por maiores que tenham sido os teus erros, os nossos erros, as nossas vacilações, há sempre uma nova oportunidade. desejamos sinceramente renovarmos e tornarmos um pouco melhor. O amor de Deus é tão grande que ele está sempre disposto a aceitar o nosso arrependimento e os nossos novos propósitos. É claro que não atingirás a perfeição muito facilmente, mas sempre podemos mudar um pouco. Nessa mudança, todos os nossos companheiros de vida terrena estão interessados. Repara que não estamos só nessa luta pela nossa modificação interior. Todos os habitantes da Terra t essa tarefa por meta principal. Só assim alcançaremos a paz para os nossos espíritos e a tranquilidade dos nossos corações. Com essa mensagem nós começamos esse nosso momento agradecendo agradecendo ao Pai, a Jesus, a Dr. Bezerra de Menezes, o mentor da casa, pelos pelas as situações que eles colocam no nosso dia a dia que nos faz crescer. às vezes situações difíceis, às vezes tarefas que nós ainda dá temos a sensação de que não estamos preparados para enfrentarmos, mas eles estão ao nosso lado, eles estão nos dando a condição. Então, por que não aproveitar? Por que não nos eh percebermos melhor as coisas que acontecem? Porque ali vai tá

arados para enfrentarmos, mas eles estão ao nosso lado, eles estão nos dando a condição. Então, por que não aproveitar? Por que não nos eh percebermos melhor as coisas que acontecem? Porque ali vai tá a resposta, ali vai tá o caminho para que possamos fazer do nosso dia melhor, das nossas tarefas mais grandiosas. E assim nós agradecidos ficamos, mas ainda rogamos ao Pai, a Jesus Dr. Bezerra que nos auxilia nesse nosso novo dia que nesse dia de hoje que tá terminando daqui a pouco, mas amanhã tem outro dia. Então que todos os dias sejamos abençoados pela graça de todos eles. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos conosco a Régia Costa, né, que ela vai trazer um tema muito interessante em tempos de crise. Então, é nosso tempo mesmo, né? O olhar que adoece o olhar que cura. Vamos ver qual que nós estamos olhando, com o que nos adoece ou com o que nos cura. Então, a palavra tá com ela. >> Uma boa e feliz tarde de quarta-feira a todos. aqui presentes, encarnados e também os nossos irmãos desencarnados, bem como aqueles que nos assistem e acompanham pela internet. Vamos sentir Jesus segurando nossas mãos. Vamos soltar o peso das nossas preocupações, deixar o nosso coração respirar, o nosso espírito se acalmar para que recebamos toda a restauração dos espíritos, dos nossos amigos, dos nossos protetores espirituais que estão aqui tratando, nos tratando. E o tema da nossa reflexão é exatamente este. Em tempo de crises, o olhar que adoece e o olhar que cura. Esse tema tem por base duas mensagens de Emanuel, cujos títulos são: Analisar e ante as crises do mundo. Essas mensagens contam constam neste livro aqui, um livro muito gracioso. Fica aí a indicação da leitura. Encontros marcado. É a psicografia de Chico Xavier. A autoria é do espírito Emanuel. E as crises, sejam geopolíticas, econômicas, climáticas ou mesmo as mudanças que fazem parte da vida, elas nos chegam e nos chegam filtradas por notícias carregadas de conflito. E aqui nós precisamos fazer uma pequena distinção entre conflito e crise, porque

mesmo as mudanças que fazem parte da vida, elas nos chegam e nos chegam filtradas por notícias carregadas de conflito. E aqui nós precisamos fazer uma pequena distinção entre conflito e crise, porque não são palavras sinônimas. A a o conflito é um problema, uma dificuldade que nós mesmos criamos ou que são criados por outros ou por situações. Já a crise, a crise é uma situação de mudança, uma mudança de A para B. E é uma situação de mudança que exige de nós uma opção, um procedimento. Mas de qualquer forma, quer as crises, quer os conflitos, a forma como elas chegam até nós é que vai trazer um impacto emocional. E aí esse impacto emocional faz com que nós sintamos o mundo pesado. Quantas vezes nós não estamos assim com os ombros pesados mesmo quando nós estamos já assim desfalecidos. Ah, eu não tenho força. Estamos pessimistas, estamos incrédulos, estamos assim, eh, deixando o nosso coração quase que fechado e sem que percebamos. E nós vivemos num mundo hoje em que o sofrimento ele é não só vivido como comentado e compartilhado e ampliado. E diante disso, surge para nós uma pergunta crucial. Qual é o meu olhar? Como eu reajo quando o mal ou a crise ou a dor se apresentam diante de mim? Porque há algo curioso, nem sempre nós somos atingidos pelas grandes tragédias do mundo. Não somos atingidos diretamente, mas ainda assim nós adoecemos. Nós adoecemos pelo olhar endurecido, pela palavra ríspida, impensada, pelo pessimismo repetido, pelo julgamento precipitado. Tudo isso nos faz adoecer. E é como se tentando compreender o incêndio, nós nós colocássemos mais combustível ainda nos fatos ou como se diante do atrito das relações humanas nós colocássemos areia nas engrenagens na expectativa de que a situação melhore. Então, Emanuel, a partir dessas duas mensagens vai nos vai nos nos convida a seguinte reflexão com muita clareza. Ele nos chama atenção para o fato de que ver o mal não autoriza ampliá-lo, porque se fazemos isso, o nosso olhar é aquele que adoece. E analisar uma crise, ou seja, uma

nte reflexão com muita clareza. Ele nos chama atenção para o fato de que ver o mal não autoriza ampliá-lo, porque se fazemos isso, o nosso olhar é aquele que adoece. E analisar uma crise, ou seja, uma situação de mudança, não nos dá o direito de perder a esperança. O mundo é verdade, ele passa por profundas crises, mas ele sempre passou. A terra se renova como nós nos renovamos mediante dores, rupturas e reconstruções. A questão central não é se o mundo está em convulsão, mas quem nós somos dentro deste mundo em convulsão, qual é o nosso posicionamento? E aí, Emanuel lança algumas perguntas para nós. Seremos apenas folhas levadas pela correnteza ou seremos pontos de equilíbrio no meio do caos? Seremos ecosas fontes de luz no deserto? Ainda por meio dessas mensagens, Emanuel vai nos propor algo simples, mas ao mesmo tempo exigente. que aprendamos a analisar os fatos à luz do bem, a conviver sem ferir, a atravessar as crises do mundo, sem permitir que elas nos roubem a lucidez, a fé e a capacidade de servir. E é sobre isso que nós vamos conversar. A nossa atual sociedade, a sociedade global, está marcada por excesso de informação. Basta um clique no celular e nós sabemos tudo que acontece em todos os cantos da Terra. Vivemos também uma radicalização de discursos. É um desequilíbrio. 8 nós contra eles, eles contra nós. Vivemos o tribunal da internet, aparece uma foto, uma situação parcial e dali nós já concluímos tudo. Pessoa é culpada, nós já condenamos a pessoa, se duvidar, ela já foi até encarcerada a partir de uma visão parcial. E também vivemos uma indignação constante em um viés de negatividade. E tudo isso reflete sobre o nosso comportamento. De modo que quantas vezes nós não nos pegamos concentrando o nosso olhar nas notícias ruins e mais do que isso, compartilhando essas notícias ruins no grupo de WhatsApp da família, dos amigos, do trabalho, do condomínio. E acreditamos sinceramente que estamos ajudando, mas estamos reforçando a a dor, alimentando o desânimo, espalhando a

ias ruins no grupo de WhatsApp da família, dos amigos, do trabalho, do condomínio. E acreditamos sinceramente que estamos ajudando, mas estamos reforçando a a dor, alimentando o desânimo, espalhando a desesperança. Diante disso, surge a seguinte pergunta novamente: qual deve ser a nossa postura diante das crises e dos sofrimentos do mundo? Emanuel vai nos lembrar que o nosso aprendizado evolutivo, ele não dispensa a análise e os olhos foram foram feitos para ver, mas ver não basta. É preciso discernir e o discernimento exige raciocínio. E nós que já fomos chamados pelo Cristo, sabemos da nossa responsabilidade, vamos ter que ver e raciocinar em prol do bem comum. E aí então Emanuel pontua: "Sempre que uma situação de desequilíbrio te colocar diante do tribunal da própria observação, o que devemos fazer? Devemos olhar, mas também devemos respirar fundo e permitir que o ar puro da fé positiva clareie o nosso pensamento, a fim de que nós não agravemos a situação, a fim de que nós saibamos consolar, orientar, recuperar em prol do bem comum. E se os nossos ouvidos se deparam com uma comunicação inquietante, antes de repetir o que ouvimos, nós devemos dcerrar, ou seja, abrir as portas da nossa alma para o otimismo, a fim de que encontremos a palavra chave para a solução do caos, a palavra mais justa que realmente consola sola, pacifica em prol do bem comum. Quando nós ampliamos o sofrimento, nós esquecemos de algo muito importante e ao mesmo tempo consolador, que é explicado pela doutrina dos espíritos, que o mundo está em crise, mas crise não é sinônimo de fim. Ah, tudo vai acabar. Não. Afastemos o medo. Tenhamos outro olhar. Emânuel nos diz que, em verdade, o mundo se encontra em renovação incessante que sucede a nós próprios nas horas das transformações essenciais. E é compreensível que a Terra apareça uma casa em reforma, temporariamente atormentada em transposição das linhas de reajustamento dos valores tradicionais. Essa ideia de casa em reforma, ela vai se adaptar,

preensível que a Terra apareça uma casa em reforma, temporariamente atormentada em transposição das linhas de reajustamento dos valores tradicionais. Essa ideia de casa em reforma, ela vai se adaptar, vai estar em consonância com uma resposta dada à questão 786 do livro dos espíritos. Ali os espíritos nos dizem: "Quando a tua casa ameaça eh demolir, desabar, tu vais lá e demole a casa e constrói outra mais sólida e mais cômoda, mas até que a casa seja reconstruída, há o quê? Perturbação, confusão na tua morada." E ainda vamos trazer aqui o Evangelho Segundo o Espiritismo, que lá no capítulo 3, há muitas moradas na casa do meu pai, no item 19, progressão dos mundos, ali nos é dito o quê? O progresso é uma uma das leis da natureza. Todos os seres da criação, animados e inanimados, estão sujeitos a essa lei do progresso. A própria destruição que parece ao homem o fim das coisas não é senão um meio de atingir pela transformação um estado mais perfeito. Então, tendo em mente essa ideia de lei do progresso e de que as coisas em transformação se assemelha a uma casa em construção, o que é uma casa em em construção? É poeira? É ruído, é desconforto? É sensação de desordem. E é natural que nessas ocasiões o mundo pareça mesmo mais confuso, mais barulhento, mais instável. Mas a reforma não acontece para destruir a casa, acontece para torná-la habitável novamente. E aí precisamos resgatar aquela ideia de que nós estamos num mundo de provas e expiações, onde o mal prevalece, mas estamos numa transição, numa crise, numa mudança a caminho do mundo de regeneração. Mas o ponto central é, não é se o mundo está em convulsão, é o que eu faço com essa convulsão externa dentro de mim. Qual é a nossa postura interna? A nossa postura moral, a nossa postura emocional e sobretudo espiritual. Porque a nossa postura interna, ela vai ditar o nosso comportamento externo. E aí Emanuel vai dizer que nós nos esquecemos de que o mundo é o mundo e nós somos nós. E aí ele faz uma comparação entre o passageiro e o comboio, ou seja,

la vai ditar o nosso comportamento externo. E aí Emanuel vai dizer que nós nos esquecemos de que o mundo é o mundo e nós somos nós. E aí ele faz uma comparação entre o passageiro e o comboio, ou seja, o meio de transporte. Hum. O que que acontece entre o passageiro e o comboio? Há inconfundíveis diferenças. Se o veículo ameaça desastre, é possível que o viajante dentro dele se converta em ponto de calma, irradiando equilíbrio. Assim também no planeta, diz Emmanuel, somos todos. Em não fez nenhuma distinção. Só os espíritas, só os asiáticos, só os brasileiros. Não. Todo ser humano é capaz de fazer cessar a desordem. Cada qual de nós pode assumir as rédias do comando íntimo e estabelecer com a própria consciência o encargo de impedir, a partir do trabalho no bem e da oração, que as sombras invadam a nossa alma. E quando nós examinamos essa proposta de serenidade, de autocontrole, é impossível não lembrarmos de Jesus. E para compreendermos o que significa atravessar uma crise sem nos desorganizarmos por dentro, nós vamos lembrar aqui um episódio evangélico que todo mundo conhece. Vamos imaginar esse episódio. Nós vamos nos transportar agora para lá. Jesus está com os discípulos no barco. O mar se agita, o vento se torna violento, as ondas ameaçam engolir a embarcação. E ali, naquele momento, a crise não era simbólica, era real. Ali havia um perigo concreto, um medo legítimo, uma sensação de perda de controle. Mas enquanto o barco parecia afundar, Jesus fazia o quê? Dormia. Não porque ignorasse o perigo, não porque fosse inconsciente, mas porque dentro dele não havia tempestade. O mundo em convulsão, o mundo em crise é esse mar revolto. E cada indivíduo, cada um de nós em equilíbrio é Jesus em serenidade. Sejamos Jesus em serenidade. E a reação dos discípulos? A reação dos discípulos foi de ser tomados pelo medo. E aí eles chegam até Jesus e falam: "Mestre, não te importa que pereçamos?" E essa pergunta que os discípulos fazem é justamente a pergunta que nós fazemos quando nós

los foi de ser tomados pelo medo. E aí eles chegam até Jesus e falam: "Mestre, não te importa que pereçamos?" E essa pergunta que os discípulos fazem é justamente a pergunta que nós fazemos quando nós estamos diante das crises, quando nós achamos que o mundo está pesado demais pros nossos ombros. Nós perguntamos: "Ah, será que eu não fui abandonado? Cadê a minha, cadê a resposta do meu problema que não vem? Será que eu fui esquecido? E qual foi a atitude de Jesus? Jesus se levanta, olha para a tempestade e a repreende. Mas antes de repreender o mar, ele corrige o coração dos discípulos. Jesus não entrou em pânico com o pânico dos discípulos, não amplificou o medo e não se desesperou junto. Mas depois de acalmar o mar, Jesus perguntou para eles: "Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?" E essa pergunta, guardemos bem, não é uma censura, não é uma reprovação de Jesus. É uma chamada, a tomada de consciência. Jesus mostra que o problema não era a tempestade fora, mas a tempestade que se instalou dentro deles. E é exatamente isso que Emanuel quer nos ensinar. O mundo pode estar em crise porque o mar continua agitado. As dificuldades existirão, as ondas não desaparecem, mas a serenidade interior muda tudo. Por quê? Porque o barco não afunda. Jesus nos mostra que nós não somos chamados a impedir as tempestades do mundo, mas a somos chamados a para aprender a atravessar essas tempestades sem perder o governo de nós mesmos. Assim, a lição que fica para nós, guardemos essa lição, é onde há serenidade interior, a crise não encontra domínio. E aí, Emanuel reforça que o mundo se encontra em conflitos dolorosos à maneira de um grande forno em ebulição para depurar os valores. Não temos dúvida. Mas o que importa é considerarmos o que devemos ser, não obstante as nossas imperfeições. E Emânuel vai dizer que nós devemos ser no meio da crise do mundo, um ponto de tranquilidade e de pronto socorro, uma luz nas trevas para que o Senhor possa brilhar. E aí na prática, como é que nós tornamos

uel vai dizer que nós devemos ser no meio da crise do mundo, um ponto de tranquilidade e de pronto socorro, uma luz nas trevas para que o Senhor possa brilhar. E aí na prática, como é que nós tornamos esse nós nos tornamos esse ponto de luz, esse esse pronto socorro? é ajustando o nosso olhar. Se olharmos com atenção, perceberemos que nem sempre o sofrimento aumenta porque a dor é grande. O sofrimento aumenta porque o nosso olhar tende a se fixar apenas nas sombras. Nós temos uma responsabilidade diante do mal, do sofrimento e da dor, da crise, não de atuarmos como juízes, meros espectadores passivos ou como amplificadores do caos. Nós temos a responsabilidade de sermos agentes de luz, de equilíbrio, de esperança. Então, de modo prático, se, por exemplo, nós temos redes sociais e nos manifestamos nelas, não amplifiquemos o ódio, não disseminemos as notícias ruins. Chegou uma notícia. Vamos verificar se a fonte é confiável, se a informação é verdadeira, se a informação e se ela se se ainda que ela seja verdadeira e de uma fonte confiável, tem um terceiro requisito. Essa notícia, essa informação é construtiva, é útil ou vai apenas causar divisão, raiva, ofensa na família. Não pioremos a dor. Não pioremos a dor fazendo comparações que acirram disputas. Não fiquemos procurando quem é o culpado, quem errou. Foquemos na solução do problema. No trabalho, não vamos transformar um contratempo em desastre. Vamos enxergar as falhas como oportunidade de aprendizado e melhoria. Na sociedade em geral, vamos olhar o sofrimento, o problema, reconhecer a dificuldade. Contudo, não vamos nos fixar na dor, repassar amarguras. E Em Emanuel nos chama atenção pro fato de que na ausência do sol, uma vela consegue acender milhares de outras, removendo o assédio da escuridão. Então, em tempos de crises, que o nosso olhar seja aquele que cura a partir de uma presença que consola, de atitudes que pacificam e que transmitem a esperança não voltada para esta vida terrena. passageira, mas para a nossa verdadeira vida que é a

ja aquele que cura a partir de uma presença que consola, de atitudes que pacificam e que transmitem a esperança não voltada para esta vida terrena. passageira, mas para a nossa verdadeira vida que é a vida do espírito. Mas se ainda assim tivermos dificuldade, tenhamos em mente que não ampliar a sombra já é um grande ato de luz. E aí eu quero terminar com uma passagem deste livro aqui, Ave Cristo. Este livro nos recorda que os primeiros cristãos estavam vivendo em um momento de grande crise. Eles estavam debaixo do Império Romano, num clima de tensão, corrupção e declínio moral. A a saudação romana era Ave César, que significa os que vão morrer te saúdam. Mas a saudação dos cristãos era ave Cristo, porque eles trocaram medo da morte pela esperança da vida eterna. E aí, Emanuel nos nos traz as seguintes palavras que peço para que vocês guardem com carinho. Por mais que se desenfreia a tormenta, Cristo pacifica. Por mais negreja a sombra, Cristo ilumina. Por mais, por mais se desmande a força, Cristo reina. Essa é a nossa reflexão. Agradeço e até uma próxima. Se tem espiritualidade, permitir a gente nunca pensa, né, sobre o olhar que adoece olhar que cura. Eu vou pedir a Régia permissão para eu ler uma mensagenzinha que eu deixei para ler no final depois que ela fosse falar, né, para não atrapalhar. Eh, eu recebi isso aqui e fquei olhando também. O que que será que é esse olhar que adoece, o olhar que cura? Eu lembrei do olhado seca pimenteira, não é? [risadas] Tem gente que realmente tem um olhar que seca a penteira. Mas aí eu vou ler para vocês, se você me permite, Régia, não vai atrapalhar de maneira nenhuma a beleza que ela trouxe, porque trazer é Emanuel como referência nossa, é tudo de bom que nós temos, né? Em tempos de crise, o olhar que adoece e o olhar que cura. Há olhares que adoece, não porque sejam maus, mas porque carregam julgamento, impaciência, rótulos. São olhares que reduzem o outro ao erro, a queda, a fraqueza do momento. Quando alguém é visto apenas pelo que falhou, o

e, não porque sejam maus, mas porque carregam julgamento, impaciência, rótulos. São olhares que reduzem o outro ao erro, a queda, a fraqueza do momento. Quando alguém é visto apenas pelo que falhou, o coração se fecha e a alma se cansa. Mas há também o olhar que cura. é o olhar que enxerga além da aparência, além da dor visível, além do comportamento difícil. É o olhar que diz: "Sem palavras, eu te vejo por inteiro". Este olhar não nega o problema, mas abraça a pessoa. O olhar que que cura é compassivo. Ele compreende que toda dor que ninguém adoece por escolha, mas por caminhos que ainda não iluminados. Jesus curava muito antes do toque. Curava os com os olhos que não condenava a mulher caída, que não rejeitava o leproso, que não desistia do coração endurecido. Se olhar devolvia dignidade, esperança e vontade de recomeçar. Na vida diária, todos nós escolhemos olhar com os olhos da crítica ou com os olhos do amor. Quando mudamos o olhar, mudamos a relação. Quando mudamos a relação, abrimos espaço para a cura. Porque muitas vezes o que mais adoece não é a dor, é a falta de alguém que nos seja, nos veja com misericórdia. que possamos ser onde estivermos olhares que acolhem, olhares que levantam, olhares que cura e que a doce paz de Jesus fica com todos nós. Agora nós vamos passar para receber o passe e a a pessoa não chegou ainda, né? Mas vocês aguardam um minutinho. Então, uma boa tarde para vocês e fiquemos com a reflexão da réja e essa mensagenzinha para nós. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que

que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra

os [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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