NOVOS HÁBITOS, NOVA VIDA - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa [música] missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado [música] a comunhão espírita de Brasília. Muito boa e alegre tarde. Sejam todos muito bem-vindos. E também estendemos os nossos cumprimentos aqueles que nos assistem e nos acompanham pela internet. E também aos nossos irmãos desencarnados que com certeza estão aqui porque precisam de auxílio tanto quanto nós e muitos deles não vem para ser auxiliado, mas para nos auxiliar. Então, vamos sentir neste momento todo o carinho da espiritualidade para conosco. Vamos acalmar o nosso coração porque Jesus está conosco em qualquer situação. Nós vamos iniciar com uma leitura que eu considero muito consoladora. Ela se encontra neste livro Vida Feliz. é do espírito Joana de Angeles, psicografia do saudoso Divaldo Franco. É a mensagem de número 119, onde Joana de Angeles diz assim para cada um de nós: "Ser sábio investindo no futuro. O que te acontece agora resulta do passado que não podes remediar. Mas aquilo que irá suceder depende do que realizes a partir de hoje. Enquanto recolhes feitos de ações passadas, estás atuando para consequências futuras. Conforme semeares, assim colherás. A tua fatalidade é o bem. Como atingi-lo? é opção tua mediante ação rápida ou e com marchas. Ninguém está fadado ao sofrimento. Este é apenas o resultado da escolha errada. investe no amanhã e serás feliz desde hoje. E com essa mensagem consoladora em que nos é afirmado que todos nós estamos fadados ao bem, vamos agora orar a Deus em agradecimento por mais um dia de vida, por mais uma oportunidade de sermos consolados para que possamos consolar. E Senhor, que a tua força poderosa ilumine o nosso ser,
em, vamos agora orar a Deus em agradecimento por mais um dia de vida, por mais uma oportunidade de sermos consolados para que possamos consolar. E Senhor, que a tua força poderosa ilumine o nosso ser, guieços, nos ensine a viver, que possamos nos acolhar, acolher com amor, vencendo as nossas sombras, os nossos vícios e que a força tamanha de Jesus possa nos ajudar a derrubar todas as barreiras que encontremos em nossa vida. Que assim seja. O tema da nossa reflexão nessa tarde é novos hábitos, nova vida. E este tema como fonte uma mensagem que se encontra neste livro Renovando Atitudes do Espírito Ramed, psicografia do médium Francisco do Espírito Santo Neto. Falaremos sobre hábitos porque nesse exato momento nós podemos estar em conflito conosco mesmo ou com aqueles à nossa volta em função dos hábitos que nós temos. Todos os dias nós acordamos e escovamos os dentes e muitos de nós entra no carro e coloca o cinto de segurança. E nós fazemos isso sem qualquer ato prévio de reflexão. Fazemos de maneira automática. E assim é por quê? Porque se tornou um hábito. Hábito é toda a mental ou comportamental que repetid por ser repetida várias e várias vezes, cai no automatismo. É o fazer sem pensar. Nós nem paramos para refletir acerca do que pensamos. do que sentimos, como sentimos ou mesmo como agimos em determinadas situações. De repente já estamos roendo a unha e quem sabe até mesmo algum daqueles que estão nos assistindo ou de vocês aqui não está aí balançando o pé de uma maneira constante. ou no nosso dia a dia, quando tomamos consciência, já respondemos de maneira grosseira. Então, o hábito é exatamente esse repetir sem uma prévia reflexão. E existe uma ligação entre o hábito mental e o hábito comportamental. Conforme a resposta inicial dada pelos espíritos lá na questão de número 460 do livro dos espíritos, nós somos espíritos que pensamos. E pensar é criar, conforme explicação do espírito Emanuel na lição, no capítulo 15 do livro Paulo Nosso, Emanuel diz exatamente isso. Pensar é
do livro dos espíritos, nós somos espíritos que pensamos. E pensar é criar, conforme explicação do espírito Emanuel na lição, no capítulo 15 do livro Paulo Nosso, Emanuel diz exatamente isso. Pensar é criar. O artista plástico, antes de confeccionar a sua obra, com certeza ele pensou no tamanho, na forma, nas cores. O poeta, antes de redigir ou declamar o seu poema, com certeza pensou em um combinado de palavras ritmadas e até mesmo o furto ou roubo, infelizmente, foi um pensamento antes de ser um ato. Então, tudo aquilo que nós repetidamente pensamos, o que nós vamos aqui qualificar como hábitos mentais, passa a dirigir a nossa conduta, a nossa realidade interna e externa, a nossa maneira de ser. E esses comportamentos mentais vão vão influenciar os nossos comportamentos externos, a maneira como procedemos, de modo que aqueles que nos observam são influenciados à medida que nós mesmos nos influenciamos. Daí a importância de examinarmos os nossos hábitos. E os hábitos modam, como já disse, os nossos pensamentos e isso vai moldar a nossa forma de falar, a nossa forma de sentir, o modo como nós nos relacionamos com a vida. De modo que às vezes quando vamos passar por uma situação que nos parece repetida, alguns tendem a ter aquele pensamento assim: "Ah, é algo ruim que vai acontecer, porque sempre algo ruim que acontece comigo." Isso é um hábito, um hábito mental que nos leva a um comportamento de insegurança, de medo, de presságio, de que é sempre algo ruim que acontece. E o espírito miramês no livro Horizontes da Mente diz que a nossa mente é um lago e as águas deste lago são os nossos pensamentos que podem ser calmos e límpos ou podem ser agitados e turvos. Assim, os nossos hábitos mentais podem ser positivos. ou negativos, o que por consequência vai refletir nossos hábitos comportamentais. Quando temos hábitos positivos, como o otimismo, a gratidão, a confiança, tendemos ao equilíbrio, à criatividade, à alegria. Por outro lado, quando os nossos hábitos tendem a ser
itos comportamentais. Quando temos hábitos positivos, como o otimismo, a gratidão, a confiança, tendemos ao equilíbrio, à criatividade, à alegria. Por outro lado, quando os nossos hábitos tendem a ser negativos, como o pessimismo, o derrotismo, o medo, nossos nossos comportamentos refletem atitudes que nos afastam da plenitude. E como é que os hábitos surgem? Os hábitos surgem numa via de mão dupla, de dentro para fora e de fora para dentro, quer os positivos, quer os negativos. Mas aqui nós vamos focar nos hábitos equivocados, naqueles que chamamos de negativos, porque são eles que dificultam a nossa jornada evolutiva. Os hábitos que se iniciam de dentro para fora se relacionam com as nossas reencarnações pretéritas. Joana de Angeles nos explica isso em uma mensagem chamada Hábitos Mentais, que consta no livro Libertação e Sofrimento. Nessa mensagem, Joana nos explica que em decorrência das nossas muitas vivências e encarnações anteriores, ficamos marcados pelos pensamentos da dor, da angústia e do derrotismo. Então são essas evocações inconscientes que primeiro assaltam e predominam a nossa casa mental no cotidiano. É comum que antes de sermos positivos, boa parte de nós tenha um pensamento negativo. Mas como também foi falado, os hábitos nascem de fora para dentro. E quem nos explica isso é o espírito Ramed. E Ramed vai dizer que esses hábitos de fora para dentro nós aprendemos aqui na atual encarnação a partir do convívio repetido que temos com familiares, com amigos, enfim, na nossa convivência humana. E aqui vem o ponto importante para o qual Ramed quer chamar a nossa atenção. A mensagem Velhos hábitos. RAMD vai explicar que, por exemplo, o hábito da insegurança e da dependência é aprendido desde cedo, quando somos crianças ainda no ambiente familiar, quando, infelizmente, por um equívoco, adultos superprotetores ou até mesmo prepotentes, como nos explica o espírito ham, eles não nos permitem fazer escolhas e nem desenvolver a autonomia. Esses adultos imprimem clichês psíquicos
quívoco, adultos superprotetores ou até mesmo prepotentes, como nos explica o espírito ham, eles não nos permitem fazer escolhas e nem desenvolver a autonomia. Esses adultos imprimem clichês psíquicos a partir das mensagens seguintes. Você não sabe escolher. É perigoso decidir sozinho. Alguém sabe melhor do que você. E aí, ao ouvir isso repetidamente, essa mensagem deixa de ser a insegurança e e a dependência que ocorrem com essas mensagens, elas deixam de ser eh um sentimento para se tornar um modo de funcionamento. A pessoa funciona por dependência, a pessoa funciona com insegurança. E aí, Ramed vai ainda nos chamar atenção para um outro ponto. Quando um hábito mental ou comportamental deixa de ser apenas repetição e passa a ser necessidade, torna-se um hábito doente e hábito doente vira vício. E aí nós temos o seguinte exemplo. Muitas pessoas bebem uma taça de vinho uma vez por semana para relaxar, mas quando ela precisa beber muito mais taças e quando isso passa-se repetir muito mais vezes a ponto de atrapalhar o trabalho, de comprometer a convivência social, familiar, ao ponto de que a pessoa não mais consegue ficar sem as taças. de vinho. Isso então é um hábito adoecido que se torna um vício. Mas Ramed vai nos chamar atenção, e este é o segundo ponto muito importante, é que o vício não é apenas o vício do álcool, da nicotina, dos remédios, não. Nós temos vícios comportamentais. E aí Ramed vai ilustrar alguns desses vícios. Eu elenquei aqui alguns. Um dos vícios que Ramed cita é o vício de mentir constantemente para nós mesmos e para aqueles que estão à nossa volta. E mentimos porque não queremos ter contato com a realidade que nos cerca. Um segundo vício comportamental que podemos desenvolver ou termos é o vício de nos lamentarmos sistematicamente. Tudo é ruim, tudo é motivo de crítica, porque assim nós nos colocamos como vítimas em face da vida e continuamos recebendo a atenção dos outros. Nós temos também o vício de nos acharmos sempre certos. E Ramed diz que temos essa tendência
, porque assim nós nos colocamos como vítimas em face da vida e continuamos recebendo a atenção dos outros. Nós temos também o vício de nos acharmos sempre certos. E Ramed diz que temos essa tendência para podermos suprir a enorme insegurança que temos dentro de nós. Temos o vício incontido de gastar desnecessariamente com inutilidades. E fazemos isso a fim de adiarmos decisões importantes em nossa vida. E o último exemplo aqui que eu trouxe é o vício de trabalhar descontroladamente, sem interrupção. E Ramed diz que fazemos isso para distrairmos o nosso interior, evitando, desse modo, os conflitos que não temos coragem de enfrentar. Às vezes estamos com um problema em casa, na família, o que que nós fazemos? Ah, eu quero essa hora extra, eu fico trabalhando, não volto para casa, não vejo aquele problema, não tenho que ter aquela conversa difícil. Todos e Ramedia vai dizer que todos esses vícios, eles têm a mesma raiz, medo. Medo de assumirmos a nossa própria vida e enfrentarmos os nossos conflitos. internos. Mas se temos esses hábitos equivocados ou hábitos que se tornaram vícios, a pergunta que surge agora é: como superá-los? O primeiro passo é reconhecermos que essa superação não ocorre pela culpa, mas pela consciência de que temos. Temos sim. Eu tenho o hábito de responder grosseiramente. Eu tenho o hábito de interromper a conversa do outro. Mas Ramed também vai nos propor alguns caminhos fundamentais para essa superação. Um deles é estabelecer no ambiente familiar um clima de respeito e liberdade, eliminando situações de superdependência para que possamos ser nós mesmos e permitir que os outros sejam eles mesmos. Para clarear essa ideia de superdependência, vamos aqui para o campo feminino, porque nós mulheres temos a tendência de ter o hábito de tomar conta de todas as tarefas de casa. Por quê? Porque ninguém faz igual, porque ninguém faz melhor. E aí o que que acontece? Você fica sobrecarregada. Por que que seu filho vai ajudar a lavar louça se ele nunca lava a louça da forma
casa. Por quê? Porque ninguém faz igual, porque ninguém faz melhor. E aí o que que acontece? Você fica sobrecarregada. Por que que seu filho vai ajudar a lavar louça se ele nunca lava a louça da forma como você acha que é a ideal? Por que o seu marido vai fritar um ovo se você critica que a cozinha ficou que a o fogão ficou cheio de óleo? Então nós criamos superdependência. O outro não ajuda, chega em casa, não coloca a roupa no lugar, não limpa o seu sapato, enfim, não contribui. E Ramed também vai dizer que nós precisamos aguçar a nossa capacidade de decidir, de optar e de escolher cada vez mais livres das opiniões alheias, aprendendo a dizer não e combatendo a nossa tendência de sermos bonzinhos. E aí, Ramed vai explicar o que é ser bonzinho. É ser sempre agradável para o outro, ainda que aquilo nos desagrade. E a terceira dica de Ramed para superarmos os nossos hábitos equivocados é desenvolver o autoconhecimento. E essa dica também é dada lá no Evangelho, no livro dos espíritos, onde eles, na questão 14 nos ordenam: "Estudai as vossas próprias imperfeições a fim de vos desembaraçardes delas". E como é que nós desenvolvemos o autoconhecimento? é reservando um tempo do nosso dia para reflexão e prece. Aprendemos como aprendamos com Jesus e façamos como ele. Os evangelhos sempre trazem as narrativas que Jesus trabalhava junto à multidão, fornecia o que era necessário em termo material e sobretudo em termos materiais. E depois ele se retirava para orar e meditar. Então nós também precisamos fazer isso. 5 minutos, 10 minutos, em algum momento. Vamos acordar mais cedo, vamos dormir um pouco mais tarde, ou se tivermos a oportunidade na hora do almoço no trabalho, ou à tarde em casa, quando não tem ninguém. E vamos parar e refletir quem eu sou, quais são os meus bons hábitos e quais são os hábitos que não são adequados e que às vezes até me torna uma pessoa difícil de se conviver. E aí nós temos aqui o conselho de Emanuel, que se encontra lá no livro Caminho, verdade e vida, na mensagem de
itos que não são adequados e que às vezes até me torna uma pessoa difícil de se conviver. E aí nós temos aqui o conselho de Emanuel, que se encontra lá no livro Caminho, verdade e vida, na mensagem de número 168. Emanuel faz o seguinte convite para nós. Concentra-te alguns minutos em companhia do Cristo, no barco dos teus pensamentos mais puros sobre o mar das preocupações cotidianas. Quer dizer, vamos nos concentrar em Jesus. E qual é o resultado? E aí Emanuel disse: "Regá, regressarás então aos círculos da vida revigorado, forte e feliz." Jesus voltava sim, meditava e tinha forças para continuar. E nós não eliminamos um vício apenas negando, mas substituindo hábitos antigos por respostas mais conscientes e mais saudáveis. Por exemplo, se nós temos o vício de reclamar, vamos buscar trocar este hábito adoecido pelo agradecimento. Escolhemos, vamos escolher uma, dois, uma, duas, três coisas que nos aconteceram no dia e que foram boas. E vamos agradecer por isso. Se nós temos o hábito relacional de sempre falar de modo agressivo, vamos, antes de responder ao outro, respirar profundamente, contar ali 1 2 3 4 5. Vamos lembrar daquela história de Chico sobre a água da paz. Colocamos um pouquinho de água e deixamos a água aqui na nossa boca um tempinho com calma. Depois que você engolir, você dá a resposta. Hum. Se nós temos o mau hábito de procrastinar as tarefas, ah, eu faço amanhã, eu faço depois, e aquilo vai se tornando uma bola de neve, de modo que você só se só vai fazer a atividade naquele momento crítico, onde não tem mais para onde correr, qual é a postura positiva que pode substituir esse mau hábito? é realizarmos uma tarefa pequenina por dia, é distribuirmos as tarefas. Isso também vale em relação às decisões. Às vezes temos dificuldade de decidir porqueão estamos sempre à espera de uma solução completa e perfeita. E não há solução completa e perfeita. Então, decidamos. Decidamos com calma, com paciência, mas decidamos. Então essa nossa reflexão nos leva a compreender que a vida
uma solução completa e perfeita. E não há solução completa e perfeita. Então, decidamos. Decidamos com calma, com paciência, mas decidamos. Então essa nossa reflexão nos leva a compreender que a vida ela muda de fora para dentro e se transforma à medida que mudamos aquilo que repetimos. Pensamentos criam hábitos. Hábitos sustentam comportamentos e comportamentos constróem destinos. Quando falamos em novos hábitos, nova vida, falamos de uma renovação interior profunda em relação ao nosso modo de pensar, de agir, de sentir. O hábito é o caminho por onde o espírito passa. Se o caminho é o mesmo, a passagem é a mesma. Se o caminho se renova, a vida se apresenta de outra forma. Muitos dos nossos hábitos vieram das vidas passadas, outros adquirimos aqui mesmo. Mas o fato é que nenhum hábito é definitivo. Aquilo que foi aprendido pode ser transformado. Aquilo que se tornou um vício pode ser ressignificado. E se ainda colhemos erros do passado, estamos agora semeando o futuro, como lido lá na nossa mensagem de harmonização. Com o pensamento revisto, nós podemos renovar cada uma das nossas atitudes comportamentais, fazer com que os nossos comportamentos sejam mais lúcidos. Vamos interromper os automatismos. Vamos prestar atenção naquilo que pensamos no dia a dia, como agimos, como agimos diante de determinadas situações. Vamos prestar atenção em nós mesmos, na nossa maneira de ser. Não se trata de culpa, mas de consciência. Tomarmos consciência do espírito que somos. Não se trata de repressão, mas de substituição. Nós não vamos reprimir nenhum hábito. Nós vamos substituir o hábito equivocado por um hábito positivo. Não é negar quem fomos, mas é assumir quem podemos nos tornar. A vida nova começa quando escolhemos hoje pensar melhor, sentir com mais equilíbrio e agir com mais vontade em Cristo. Essa é a nossa reflexão dessa tarde. Vamos ficar como dever de casa, analisar aí os quais são os nossos hábitos. E para encerrar, faremos novamente uma prece, fechando os nossos fechando os nossos
to. Essa é a nossa reflexão dessa tarde. Vamos ficar como dever de casa, analisar aí os quais são os nossos hábitos. E para encerrar, faremos novamente uma prece, fechando os nossos fechando os nossos olhos, se assim nos sentirmos à vontade. E vamos pedir ao Pai amoroso, misericordioso por nós, pelos nossos familiares, amigos, visitando agora em nossa tela mental os nossos lares, os nossos locais de trabalho. Nós vamos também, Senhor, te pedir por aqueles mais necessitados de Ti. Os que estão hospitalizados, aqueles que estão nos presídios, aqueles, Senhor, que desencarnaram hoje sem nenhum amparo neste mundo, mas que com certeza estão sendo socorridos no mundo espiritual. Pedimos pelos nossos irmãos que estão em locais de guerra, de fome severa, de falta de água severa. Pedimos por todo ser vivo, Senhor, pela natureza, pelos animais. que possamos nos harmonizar conosco, para que nos harmonizemos com aqueles que estão à nossa volta, amando-nos para amar, Senhor, perdoando-nos para nos perdoar e dai-nos força para que substituamos os nossos maus hábitos por hábitos positivos e assim, Senhor, possamos continuar progredindo, porque todos nós estamos fadados ao bem. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus
[música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um [música] que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de [música] nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música]
rdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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