Ave, Cristo! | Literatura Espírita
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Uma edição especial do programa Literatura Espírita, dedicada ao clássico romance “Ave, Cristo!”, de Emmanuel. Denise Lino e convidados – Jamile Lima, Marina Alves, Max Lânio e Raquel Maia – analisam a obra e suas lições imortais de fé, sacrifício e justiça divina. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #LiteraturaEspírita #AveCristo #Emmanuel #DeniseLino #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Bom dia, amigos. É com muita alegria que nos encontramos aqui. Como dito, na música de Marcos, um dia de cada vez. E o Literatura Espírita completa 5 anos no ar. E a Semana Espírita de Vitória da Conquista, eu diria que é a nossa casa, o canal da União Espírita de Vitória da Conquista no YouTube. Foi um primeiro parceiro, um parceiro de primeira hora e que nos coloca no ar a cada domingo, sempre no primeiro domingo do mês. Então é uma alegria estar aqui e estou como a amiga de todos vocês, a leitora, sempre encantada pela literatura espírita. E para essa manhã tão especial em que estamos no formato híbrido, presencialmente aqui no Centro de Convenções de Valdo Franco e também no ar pelos canais da Mansão do Mansão do Caminho no YouTube, da União Espírita de Vitória da Conquista, da Web Rádio Fraternidade, do Portal da Luz e da Rai TV. Eu convido com muita alegria os amigos que vão partilhar a leitura de Ave Cristo conosco nessa manhã. Então, a Marina Lima, a Jamile, a Raquel e o Maxlânio Lacerda para estarem conosco aqui no palco. Queridos, sejam muito bem-vindos. É uma alegria recebê-los. nessa edição especial do Literatura Espírita. Prazer em Conhecer nesse formato híbrido para os que estão aqui na semana espírita de Vitória da Conquista e para quem nos acompanha em casa. Eu queria começar conversando com vocês sobre esse extraordinário romance de Francisco Cândido do Xavier. Antes mesmo de apresentar o livro, através dos slides que e preparamos, eu quero começar com vocês, eh, com vocês compartilhando conosco a história de leitura de Avec Cristo. E eu quero começar por você, Raquel. Quantas vezes você já leu esse livro e o que de especial você destacaria nele? >> Bom dia a todos, a todas. Bom dia, meus queridos, que estamos partilhando deste momento muito especial de incentivo à leitura. Eh, estamos felizes pela oportunidade. Bem, na juventude nós lemos este livro e acredito que por duas vezes na juventude e agora recentemente com um novo olhar para a realização deste programa. E é
a. Eh, estamos felizes pela oportunidade. Bem, na juventude nós lemos este livro e acredito que por duas vezes na juventude e agora recentemente com um novo olhar para a realização deste programa. E é muito interessante porque a gente faz uma viagem no tempo e com muita emoção vem a tona inúmeros momentos abençoados que nos chamam a atenção para aprendizado. Então, nesse o que nos traz verdadeiramente é o a questão do compromisso, do encontro com Jesus, ele em nossas vidas, o que realmente ele está realizando para mim. Vi no livro mais uma vez o chamado, então que me trouxe inúmeras reflexões e que a gente vai comentar aqui, né, com muita alegria e isso Denise não tem preço. Aproveitar o tempo. >> Marina, e você qual é a sua história de leitura com Aé Cristo? Bom, o bom dia. Inicialmente cumprimentar a todos, agradecer a oportunidade de estar aqui. É sempre um uma alegria verdadeira poder participar. E AV Cristo para mim veio depois de 50 anos depois e torna-se um momento da história onde nós percebemos que uma das propostas talvez do livro seja nos fazer entender o processo de nos tornarmos cristãos, a possibilidade de nos tornarmos, como diz no prefácio, que as bênçãos dos céus precisam de recipientes na terra, de nos tornarmos esse recipiente. Então, eu tive a oportunidade de ler uma primeira vez e para participar do programa ler uma segunda vez. E as reflexões são sempre distintas e mais oportunas, aprofundadas, enfim. >> E você, Jamil, com a sua história de leitura com AV Cristo. >> Bom dia, Denise, aos meus companheiros aqui da roda, aos irmãos presentes, aos internautas, que tenhamos uma manhã muito benéfica, o que, sem dúvida, acontecerá com essa obra. A minha relação com AV Cristo, o programa me oportunizou lê-lo pela terceira vez. Li a primeira vez ainda na juventude, época que já tem uma certa distância e me causou uma impressão muito positiva sobre como a época que a gente denomina dos primeiros cristãos nos levava até o sacrifício por amor. E depois a gente
ude, época que já tem uma certa distância e me causou uma impressão muito positiva sobre como a época que a gente denomina dos primeiros cristãos nos levava até o sacrifício por amor. E depois a gente percebia que isso não era de fato um sacrifício, era uma crença na imortalidade robusta e a compensação do reencontro com o mestre Jesus. Então, não havia leões, não havia terror, eram os cânticos que eram escutados e a certeza de que esse mestre iria agasalhar a todos eles como faz conosco e o fará pela eternidade, fazendo com que a gente consiga perceber que essa amorosidade não tem fim. Essa foi a primeira oportunidade. Depois a segunda leitura foi para o programa Para Viver o Evangelho, um programa idealizado, criado e concretizado por André Luiz Peixinho, onde tivemos a oportunidade de estudá-lo. E o Li pela terceira vez, graças a você, oportunizada, então, por estar aqui. >> E você, Marx, qual sua história de leitura? >> Bom dia, meninas. Bom dia, amigas e amigos. Bom dia aos internautas que nos vem e nos ouvem. Uma alegria estar aqui novamente com vocês e tenho a bênção de ter essa obra aqui em minhas mãos como sendo roteiro seguro para o entendimento da vida nos processos do aprendizado cristão. Essa é a segunda vez que não lemos, estudamos a obra. A primeira vez foi uma leitura, mas a vontade de ler as outras quatro eram tão grandes que a gente vai passando e são tantas obras que quando a gente tem a oportunidade de voltar, a gente volta com outro olhar, como nós fizemos dessa vez. Então, a obra permite ilações profundas no campo do sentimento. O tocar do coração, que é a essência do evangelho, aparece de forma explícita nessa obra. E convidamos as amigas e os amigos, se já leram, que façam como fizemos, estudem, >> OK? Muito bem. E isso posto, né? Vamos então revisar um pouco desse livro para quem já leu. E para quem ainda não leu, nós vamos apresentar alguns slides que tornam um pouco mais didática essa nossa apresentação do livro. Deixa eu só vir um pouquinho mais para cá por conta do
ra quem já leu. E para quem ainda não leu, nós vamos apresentar alguns slides que tornam um pouco mais didática essa nossa apresentação do livro. Deixa eu só vir um pouquinho mais para cá por conta do microfone. Vou passar para esse outro microfone aqui em cima. Só um instante. Então vamos usar esse microfone aqui. Vamos esperar que o pessoal da técnica coloque os slides no telão para que quem está aqui no auditório possa acompanhar e também para quem está em casa. Só alguns instantes enquanto os slides serão projetados. E aí é importante também lembrar a importância de reler o livro, né? Como Raquel disse, nós lemos em diferentes momentos da vida e são diferentes percepções. Então, quem já lê o livro pode aproveitar esse momento aí para fazer uma releitura do livro. Para quem nunca leu, já deixamos aqui esse convite para se debruçar com essa obra, se dar um presente, ler esse livro e se conectar com os personagens e com a abordagem que Emmanuel nos traz. Isso. Os nossos slides agora estão na tela e nós vamos, nesse primeiro momento do programa apresentar a primeira parte do livro. O, o aveisto faz parte desses romances históricos ditados pelo espírito Emanuel, o médium Francisco Cândido Xavier. E esses livros, exceto Paulo Estevão, mas os demais todos eles retratam a trajetória de um grupo de espíritos. Eles estão apresentados aí na tela, não pela ordem da psicografia, mas por uma ordem cronológica dos acontecimentos tratados em cada um deles, deles. Então, o há 2000 anos e o Paulo Estevão são obras ambientadas no século Io da nossa era. Depois nós temos os 50 anos depois, no século II, o livro que estamos tratando, o Aveco Cristo no século teriro. e mais próximo da nossa era, o Renúncia, que é uma obra ambientada no século X7. Sobre o aveisto é importante destacar que é um romance histórico, mas o principal destaque é para o fato de que Emmanuel nos diz que se trata de biografias romanceadas. mais especificamente, ele nos fala de que ali estão alinhavadas reminiscências, que
ce histórico, mas o principal destaque é para o fato de que Emmanuel nos diz que se trata de biografias romanceadas. mais especificamente, ele nos fala de que ali estão alinhavadas reminiscências, que são as reminiscências deles próprio. Então, voltando ao nosso slide, esse livro tem uma data importante de prefácio que é 18 de abril de 1953. Essa data não pode ser esquecida por nós. E é muito significativo observar na obra de Emanuel como um todo o quanto essa data de prefácio, assim como a 3 de outubro, voltam como datas importantes, prefaciando os livros. Esta obra está na sua 24ª edição, essa capa belíssima aí do 2018. Em seguida, nós vamos falar da das capas e todas as edições são da FEB. Queremos destacar do prefácio essa afirmativa do espírito emanel. A ideia divina requisita braços humanos. A bênção do céu exige recipientes na terra. O espiritismo que atualmente revive o apostolado redentor do evangelho, em suas tarefas de reconstrução, clama por almas valorosas no sacrifício de si mesmas para estender-se vitorioso a chamamentos do Senhor por toda parte. E agora sim, as capas do livro AV Cristo. Aproveitamos com isso para homenagear o médium Francisco Cândido Xavier e todas as equipes que trabalharam nas edições desta obra aqui representados pelos capistas. Temos aí essa capa histórica de 1953 e aproveitamos também para agradecer a equipe da edutora da Federação Espírita Brasileira que gentilmente nos cedeu essa imagem. Depois temos uma capa aí clássica. Talvez muita gente no movimento espírita tenha o Aé Cristo com essa capa. É a capa da minha edição. Depois as capas mais recentes e vejamos a suavidade, né, nesse trabalho gráfico. Nas capas iniciais aparece sempre o leão aí ali em diferentes tamanhos em relação à proporção da capa. E esta última, uma capa muito suave com essa foto do circo romano. Então fica a nossa homenagem à equipe. Quanto ao contexto histórico aqui para relembrar para quem leu e para deixar aqui já a informação para quem não leu ainda. Como dissemos, a obra
do circo romano. Então fica a nossa homenagem à equipe. Quanto ao contexto histórico aqui para relembrar para quem leu e para deixar aqui já a informação para quem não leu ainda. Como dissemos, a obra está ambientada no século ela se passa mais ou menos do ano 193 ao ano 260. Nesse período, Roma teve vários imperadores e o cristianismo foi de forma muito dramática perseguidos e os cristãos foram aos milhares mortos no circo romano. Destacamos ainda do prefácio a seguinte afirmativa de Emmanuel. Hoje, como outrora, na organização social em decadência, Jesus avança no mundo, restaurando a esperança e a fraternidade, para que o santuário do amor seja reconstituído em seus legítimos fundamentos. E agora uma linha de tempo da primeira parte. Como dissemos, a história aí começa em torno do ano 193, 194, quando o espírito, já com uma evolução bastante considerável, por nome de Quinto Varro, concede uma espécie de tempo para que ele se dedique a uma alma muito querida, que é o espírito taciano. E Quinto Varro pede um tempo e l concedidos 100 anos para cuidar deste espírito que estava exatamente no lado oposto da história. Enquanto o quinto varro já era um espírito experimentado no cristianismo na dedicação a Jesus. Quinto Varro ainda se comprazia em ver os espetáculos em que os cristãos eram morridos. O início da obra se dá com ambos no mundo espiritual, mas com quinto varro, recebendo essa autorização para cuidar do processo reencarnatório de Taciano. 196 é provavelmente o ano em que o Quinto Varro reencarna e 2016 é o ano em que o Taciano reencarna como filho do Quinto Varro. Em 2017 nós vamos observar Quinto Varro, ainda jovem, em torno aí de uns 20 anos. já era pai, um marido desventurado àquela altura. Ele tenta uma mudança de fonte de renda, organiza uma viagem para Cartago, mas nessa viagem morre o seu companheiro, um pregador cristão por nome de Apio Corvino. E Quinto Varro é levado a assumir a identidade de Apio Corvino. Por fim, ele chega a Teré Racina e depois a Marcília e de lá a Lon. No ano
eu companheiro, um pregador cristão por nome de Apio Corvino. E Quinto Varro é levado a assumir a identidade de Apio Corvino. Por fim, ele chega a Teré Racina e depois a Marcília e de lá a Lon. No ano de 233, Helena torna-se mãe e nasce Lívia. Helena é uma personagem que tornass na sequência em 234, a esposa de Taciano, eles se casam e Lyon e ocorre a morte do personagem Silvano, que a essa altura era uma criança cuidada por quinto Varro, que já estava em Lyon. Detalhe da história para quem não leu é que Taciano foi informado ao longo de toda a sua infância que o seu pai houvera sido morto por ser cristão e o pai estava vivo, que é o quinto varro. Então constrói uma trama que é cheia de eh expectativas para o leitor e que nós precisamos ficar muito atento. No ano 235 ocorre uma ferrenha perseguição aos cristãos em Lyon. ocorre a morte do escravo Rufo, que é um escravo que trabalhava para o Taciano. E o quinto varro é denunciado pelo Taciano pela sua prática cristã. E nasce também a primeira filha de Taciano, Lucila. Nos dois anos seguintes ocorrem duas mortes. Primeiro, em 236, a de Cíntia, a mãe de Taciano, que havia tornado-se cristã, em 237 a de quinto varro. E aí nós temos um resumo da jornada desse personagem na primeira parte do livro. Ele é fundamental para que essa primeira parte como um todo se organize. De um espírito com uma evolução já considerável e que naquele instante não precisava voltar à Terra. Ele reencarna como humilde cidadão romano. Vive um casamento que no início tem um uma quantidade significativa de atribulações. Ele passa por várias perdas, entre elas a do seu grande amigo e mentorio Corvino. Na sequência de Silvana, uma criança a quem ele se devotava como um pai. Mais adiante, a sua esposa morre em seus braços numa situação em que eles se reencontram e que ela que pensava que ele havia morrido, na verdade o reencontra como quinto como corvino em Lyon. E em Lyon, o quinto Varro, assumindo a personalidade do do Corvino, assume atividades como jardineiro e
ela que pensava que ele havia morrido, na verdade o reencontra como quinto como corvino em Lyon. E em Lyon, o quinto Varro, assumindo a personalidade do do Corvino, assume atividades como jardineiro e educador. Passa pelo martírio a partir da denúncia do próprio filho Taciano, que não sabia que estava denunciando o pai, mas esse ah martírio o leva no processo desencarnatório ao reencontro com Corvino, com Silvano e com outros mártires cristãos. O livro nos descreve viagens maravilhosas e aí está o que seria a viagem de Quinto Varro que sai de Roma inicialmente tensionando iria a Cartago, mas não chega lá, fica em Terracina. De lá por mar chega a Marsélia na França e por caminhos de terra a Lyon também na França. Esse livro nos traz muitas informações importantes. nosso destaque para a renúncia desse personagem, para o foco que ele dá a educação das crianças, para as perseguições constantes que ele passa ao longo de todo o processo, a partir de quando ele assume a sua identidade como Corvino, dedicado ao cristianismo, a exemplificação do perdão e do amor e os testemunhos de fé de outros personagens que aparecem nessa primeira parte do livro, do qual nós destacamos a seguinte afirmativa que O ápio corvino desencarnado dá para o quinto varro quando ele se encontra com o Taciano. E numa hora bastante grave de encontro ali dos dois, ah, o quinto Varro ouve o ápio Corvino lhe dizer: "Dá tudo. Aqueles que desejamos ajudar ou salvar, nem sempre conseguem compreender de pronto o sentido de nossas palavras, mas podem ser inclinados ou arrastados a renovação por nossos atos. e exemplos. E desta primeira parte do livro, assim como de toda a obra, nós retiramos muitas mensagens para os nossos dias. Nós não estamos mais nos circos romanos, mas estamos nos nossos lares, onde precisamos amar e perdoar. Nós estamos no trabalho onde somos chamados a agir com dedicação e honestidade. Nós atuamos nas redes sociais, onde precisamos lembrar que as palavras constróem ou destróem. E no século II o martírio era
estamos no trabalho onde somos chamados a agir com dedicação e honestidade. Nós atuamos nas redes sociais, onde precisamos lembrar que as palavras constróem ou destróem. E no século II o martírio era físico e moral. Hoje ele é muito mais moral do que físico, porque temos a vencer o orgulho, a vaidade e o egoísmo. Voltamos ao prefácio, encerrando as nossas palavras de apresentação dessa primeira parte, ouvindo Emanuel, quando ele diz que saibamos quanto eles, os mártires cristãos do século II, transformar espinhos em flores e pedras em pães nas tarefas que o auto depositou em nossas mãos. Então, com essa apresentação da primeira parte, eu vou voltar para conversar com os nossos convidados sobre eh que lições, que aspectos importantes temos desse livro a destacar nesta manhã. E aí, Jamílio, eu quero começar com você para que a gente possa entender um pouco mais desta obra, né? Essa proposta do quinto varro reencarnar e proporcionar a reencarnação de Taciano e acompanhá-lo nesse processo de redenção. Essa é uma decisão comum para os espíritos superiores que já não precisam vir à Terra, voltar e enfrentar tantos sacrifícios. >> Para os espíritos que alcançam a condição aí representada por quinto Varro, isso pode ser entendido como algo natural. porque o fazem por amor. Isso nos leva a relembrar a questão 100 de o livro dos espíritos, a escala espírita, em que os bons espíritos têm como característica primordial o não constituírem a verdadeira felicidade enquanto os seus amores e os seus afetos estejam passando por situações de agonia, de sofrimento ou quaisquer outras situações constrangedoras que possamos imaginar. Enquanto que a nossa felicidade ainda está voltada para as questões de ordem, eh, digamos que material, para o espírito bom, o interesse dele e a sua felicidade está em salvaguardar a felicidade do outro. Então, poderíamos entender que é algo natural e comum que espíritos que estejam nesse patamar evolutivo se coloquem para então cuidar deles, inclusive acompanhá-los nas suas
dar a felicidade do outro. Então, poderíamos entender que é algo natural e comum que espíritos que estejam nesse patamar evolutivo se coloquem para então cuidar deles, inclusive acompanhá-los nas suas encarnações quando retornam à Terra. E quando Denise faz essa pergunta, isso me leva a uma reflexão de que, já que ele não precisava de fato reencarnar, aí me refiro a Quinto Varro, ele tem um encontro com um grande amigo que é o Clódio que apareceu ali na apresentação inicial e Clódio faz umas perguntas para ele sem imposição, sem dizer: "Acho melhor que você não vá". Fique aqui, você já tem as suas conquistas. Ele só faz uma espécie de reflexão e confirmação se é isso mesmo que ele deseja. Então, primeiro eles se encontram, Cláudio, esse amigo com quinto varro. E achei muito bonito quando Emanuel descreve esse encontro em um amplexo de ternura que permutavam: "Era bem de ver-se a reaproximação de dois amigos que por momentos ouvidavam a autoridade e a aflição de que eram portadores para se transfundirem um no outro depois de longa separação, cada um cuidando de suas responsabilidades e necessidades, mas nesse momento eles se encontram e aí a A gente percebe o quanto confessai-vos uns aos outros é importante, porque naquele abraço almas queridas se encontram e se fortalecem naquilo que elas então precisam. E é aí que Varro faz uma súplica a Cló, quando ele diz: "Clódio, abençoado amigo, peço-te, sei que conservas o poder de autorizar a minha volta". Então, a gente já entende que Clódio está numa condição acima, mas o abraço os coloca numa condição de horizontalidade, como filhos de Deus que ali se encontram em mutuo apoio. Sim, sem dúvida os apelos de cima comovem minha alma. anseio por reunir-me em definitivo aos nossos da vanguarda. Aqui é importante dizer que os cristãos estavam reunidos no mundo espiritual para um retorno. E aí a gente vê como a espiritualidade se organiza para trazer a boa nova ao mundo e nos impulsionar ao progresso. E chega o momento em queituvarro vai dizer: "No entanto," e
piritual para um retorno. E aí a gente vê como a espiritualidade se organiza para trazer a boa nova ao mundo e nos impulsionar ao progresso. E chega o momento em queituvarro vai dizer: "No entanto," e aí a voz dele é traída pela emotividade, "de todos os que ficaram para trás, eu tenho um filho do coração perdido nas trevas que eu desejaria socorrer." Aí eu volto para o que Denise pergunta: "Será que nós, já nessa condição, sem precisar retornar, conhecendo as dificuldades que este planeta apresenta, voltaríamos nessa condição evolutiva?" Sim. E aqui ele volta por amor ao filho. E aí, claro, Cláudio, já conhecendo a história do amigo, pergunta: "Taciano?" E então quarro responde: "Ele mesmo". E é nesse momento que vem a a uma espécie de observação. Não discuto os teus sentimentos que sou constrangido a respeitar. Olha o que é a beleza da amizade genuína. Eu não te imponho. Eu não faço objeções e nem julgo, mas a afirmativa sou constrangido a respeitar, constrangido a estar forçado, contrafeito, como quem diz: "Meu amigo, eu sei dos teus caminhos e da tua evolução, mas respeito constrangido a tua vontade de retornar." E encerro esse momento para que tenhamos o prazer de ouvir os demais companheiros. Quando então chega uma afirmativa que acho importantíssima de Cláudió, que é: medidas para que seja sustentado na nova roupagem de carne. Teus serviços à causa do evangelho serão creditados em esfera superior. Então, além de ser teu amigo, mesmo contrafeito, eu te apoiarei, porque entendo a tua renúncia, à condição que você alcançou, para que por amor volto, um filho completamente opositor às benéces do cristianismo e que no mundo espiritual participava dos espetáculos no circo romano, divertindo-se com o sofrimento dos cristãos. E ele vai continuar a dizendo, e quanto ao mérito ou demérito de Taciano, à frente de tua renúncia, admito que o assunto será privativo de tua própria responsabilidade. É o que nós estamos vendo ao longo desses dias. É a tua escolha que eu respeito, mas pela prece
Taciano, à frente de tua renúncia, admito que o assunto será privativo de tua própria responsabilidade. É o que nós estamos vendo ao longo desses dias. É a tua escolha que eu respeito, mas pela prece nos manteremos unidos. Então aí a gente percebe a grande renúncia desse espírito por amor ao seu filho e um amigo que por amar mesmo a contragosto apoiará na caminhada, porque entende que a escolha da volta com este filho ainda ingrato é uma comprovação inteira de onde o amor genuíno pode chegar. >> OK, Jamile, muito obrigada. Isso. Importantíssimo aplaudi-la. Fez uns destaques importantes de leitura que vão deixando aquele gostinho de reler ou de ler pela primeira vez, né? E aí Jamile trouxe algo fundamental já no na sua resposta que me ensejo a fazer uma pergunta pra Marina, né? Eh, o Quinto Varro faz essa opção de voltar por amor a Tarciano e ele enfrenta dores, martírios, perseguições. Como essas dores se harmonizam com essa proposta de amor, Marina? Qual o maior exemplo de amor que não a própria história de Jesus, que veio ao mundo imerso em todas as nossas dores, desde as dores do corpo até as dores da convivência com as nossas imperfeições em um estado físico semelhante ao nosso. Em verdade, a lei de amor, ela não exclui a dor, mas ela ressignifica o processo de vivenciá-la. Quinto varro, quando ele decide, assim como em outros romances, Emmanuas personagens que também não tinham a necessidade daquela encarnação em específico, embora ainda no processo de progresso, e que decidem reencarnar por amor para o resgate de alguém. Quinto Varro decide reencarnar pelo amor, ciente das dores que enfrentaria. Eu vou pedir licença ao companheiro Elará para mim fazer para utilizar uma analogia que eu vi a primeira vez dele. Quando estes personagens reencarnam, é como se alguém muito amado estivesse no fundo de um poço. E que para resgatar esse ente amado, eu preciso me debruçar sobre este poço, esticar as minhas mãos, muitas vezes adentrar o poço. E nesse processo eu arranho o peito, eu arranho o braço,
de um poço. E que para resgatar esse ente amado, eu preciso me debruçar sobre este poço, esticar as minhas mãos, muitas vezes adentrar o poço. E nesse processo eu arranho o peito, eu arranho o braço, mas eu tenho uma força necessária para resgatá-lo e nesse processo não estou sozinho. Porque o processo de resgate do outro, quando bem compreendido à luz da doutrina espírita, em verdade não é o nosso papel salvar o outro, mas é o nosso papel utilizar do domente amado, para contribuirmos com a nossa parte na trajetória espiritual daquele que nos acompanha. E, portanto, o sacrifício de amor não serve de quinto varro, não serve apenas para Taciano, mas se torna também mais um degrau na jornada de quinto varro. Quando ele decide voltar, ele tinha plena certeza de todos os sofrimentos que passaria pela necessidade da de conviver com a trajetória de dores escolhidas por Taciano, mas também tinha a certeza de que antes dele mesmo Jesus é aquele que conduz a Taciano e também conduz a sua própria vida. O amor se encontra com a dor quando nós somos capazes de reconhecer que as dores que nós nos provocamos, as dores que o outro nos provoca, as dores que o mundo nos oferta na convivência do cotidiano, são instrumentos divinos que Deus nos oferta para que possamos crescer e nesse crescimento, talvez também auxiliar ao outro, mas que antes de tudo pelo amor ou pelo resgate, a dor pode ser ressignificada na nossa própria jornada de crescimento. OK, Marina, muito obrigada. Eh, vamos avançando aqui no livro. Agora eu quero conversar com Raquel, com o Max, compartilhar com vocês as impressões de leitura e nós vamos pro capítulo dois do livro, na sua primeira parte, está intitulado Corações em Luta. É um capítulo em que as primeiras dores do quinto varro aparecem com o casamento, com o trabalho, com o contexto social. E aí eu queria eh começar, Raquel, perguntando para você, só um pouquinho voltar aqui. Eh, o quinto varro, ele reencarna para ficar perto do Taciano. No primeiro capítulo
balho, com o contexto social. E aí eu queria eh começar, Raquel, perguntando para você, só um pouquinho voltar aqui. Eh, o quinto varro, ele reencarna para ficar perto do Taciano. No primeiro capítulo nós saímos com essa impressão, ele reencarnou para ficar perto, para ser o pai, mas ele acaba ficando muito longe, a quilômetros de distância, né? Como entender esse detalhe da trama? Era para ficar perto, ficou longe? Como é que isso se harmoniza? Na realidade, eh, a história que ocorre, essa distância que houve, foi providencial. providencial no sentido de mostrar como exemplo de um ser missionário como varro da fidelidade às lições grandiosas de Jesus e o compromisso de não desistir de forma alguma do filho em quaisquer circunstâncias e ali ele estava pronto para a realização de qualquer ato. E é muito interessante porque nesse capítulo, né, Corações em Luta, o próprio capítulo já nos traz que ele sempre ia beber na fonte de Corvino, né, que era para ele naquele caso a representação do mestre, a representação do Cristo. E é muito importante ter que às vezes mesmo um espírito missionário é que estava na carne, mas queria vacilar. Mas tem uma frase que me chamou muito atenção, compartilho com vocês, que ele foi dialogar como que a perguntar também a respeito disso, eh, essa não aceitação do Taciano, estar longe, o que isso representava. E o próprio Corvino diz magistralmente: "Aceitaste o evangelho para que Jesus se transforme em teu servidor ou para que te convertas em servidor de Jesus?" Olha que pergunta para tocar a nossa alma. E aí a gente já começa a perceber como que é explicar. Tudo que for para acontecer, precisas tomar como lição e seguir o mestre, porque ele é o caminho, a verdade e a vida. E outra lição grandiosa neste capítulo é justamente para dizer que o próprio Corvino também passou pela experiência de afastamento com os filhos. Isso foi muito interessante, porque quando alguém vive a experiência, é muito mais fácil de poder relatar e dar as impressões
óprio Corvino também passou pela experiência de afastamento com os filhos. Isso foi muito interessante, porque quando alguém vive a experiência, é muito mais fácil de poder relatar e dar as impressões positivas para nos auxiliar. E o próprio Corvino disse que também peregrinou, né, e que os filhos passou por isso dilacerando como folha relegada ao redimuinho do vento, mas eu acabei percebendo que os filhos são de Deus. E aí a gente aprende como Cali Gibran, nossos filhos não são nossos filhos, são filhos e filhas da ânsia da vida, não é? E a gente aprende no na doutrina espírita que nós geramos os corpos, mas o espírito vem de Deus. Então, nós somos apenas os instrumentos, a maternidade e a paternidade para auxílio. E imagine na posição de quinto varro, que nos traz uma grandiosa lição já de aproximação com Cristo. E se sentia temerário em alguns momentos, mas vinha como que o a presença do Cristo na mensagem de Corvino a trazê-lo novamente de volta. como a gente busca alguém para nos aconselhar, para nos ajudar, ou até mesmo numa leitura como esta, que o que sem ti é justamente Jesus dizendo: "Vais aí eh cair, vais eh não aceitar as coisas que estão postas no teu cotidiano?" Então assim fica a lição para nós que essa distância ocorreu, mas a fidelidade de Quinto Varro, a sua fé que ultrapassava montanhas de dificuldades e tudo mais mostra baseado na própria doutrina espírita da fé raciocinada, que então toma a retoma a convivência e segue adiante, mas nunca desistindo de Taciano, que era a sua missão. >> OK. Muito obrigada, Raquel. Eh, Marcos, eu quero agora conversar sobre você, sobre algo que acredito, toca o seu coração e o meu também. É a igreja de Lon. Estava ali na cidade de Lon. O próprio Hermânio diz no livro que era a reserva moral das Gálias, né? E eu queria entender que temas da igreja de Lon eram ali discutidos entre eles e que são importantes ainda hoje pro movimento espírita. Então esse é um ponto chave, né? Nós precisamos encontrar um lugar para nos
entender que temas da igreja de Lon eram ali discutidos entre eles e que são importantes ainda hoje pro movimento espírita. Então esse é um ponto chave, né? Nós precisamos encontrar um lugar para nos congregar, um lugar onde que nós sintamos o afeto, que nos conduza aquela paz íntima, que nos conduza à certeza de que não estamos sós. E o quinto varro, que agora será chamado de corvino, quando renuncia completamente à família e ele renunciou com conhecimento de causa, ele mudou completamente os planos de vida, né? Porque ele foi, de uma forma ou de outra constrangido a abandonar a família, a abandonar o filho querido, ainda que ele tenha perdoado intimamente a esposa que o traíra, mas o filho era o apego e como bem a gente lembrou, é aquele filho que foi para ele o ponto mais difícil de deixar para trás, evangelho ou filho. E essa conversa que foi relatada agora com o Corvino foi ótima, porque ele sustentou na fé do evangelho a certeza de que estava fazendo o que é certo. A certeza de que estava fazendo o que é certo. Como ter essa certeza de estar fazendo o que é certo quando você abandona um afeto que você não sabe quando é e se você vai reencontrar? Essa é uma verdade que a gente ainda não conseguiu aprender da fé. A fé que Deus tudo sabe, tudo faz para o nosso bem. a fé, aquela certeza de que Deus não permitiria que uma folha caísse sem que ele concedesse a permissão. E isso é um processo que passa pelo coração. Ele foi frágil, chegou em um bote, não sabia direito onde estava, como chegar, mas ele foi se fortalecer nessa fé, de fato, naqueles conselhos evangélicos que vinham das oratórias profundas e inspiradas que naquela igreja surgia. OK. O microfone tava tava faltando fé aqui no microfone, gente. Desculpa. Perdão. Eh, então nós temos que lembrar que conquistar essa fé não é um processo que você adquiri um dia. entregar-se a Jesus na certeza de que você sabe que ele sabe o que você está fazendo, na certeza de que você sabe que há almas que velam por você, na certeza
não é um processo que você adquiri um dia. entregar-se a Jesus na certeza de que você sabe que ele sabe o que você está fazendo, na certeza de que você sabe que há almas que velam por você, na certeza de que você sabe que tudo tudo tem o seu tempo de acontecer. é uma questão muito forte do coração e que quinto varro, a despeito de ser um espírito elevado na condição de encarnado, como qualquer um de nós, passava pelas inseguranças naturais do corpo. Não há nenhum de nós que quando desça no corpo de carne não passe pelos perigos do esquecimento do passado, pelos perigos daquelas questões das atratividades que o corpo oferece, dos movimentos da vida. e sobretudo pelos perigos do amor em excesso, o amor apegado, o amor que não consegue libertar. E todos nós passamos por isso. E a experiência dele vai mostrar para nós que estando junto dos irmãos, ele nutre-se da fé dos outros e vai conquistando a sua própria fé até o momento em que ele vê nos meninos dos outros, filhos da carne alheia, a imagem do próprio filho. E é quando ele vai fazer um trabalho lindo, lindo corandade. Ele vai se entregar de corpo e alma para aqueles meninos que não tinham nem pai nem mãe e vai gastar o tempo todo da sua vida para atender as demandas tão sutis e tão infantis que partiam de crianças como Silvano, crianças que estavam ali para lhe servir de oportunou de Jesus, que o seu filho estivesse entre aquelas crianças, porque ele sabia no íntimo do seu coração que fazendo aquelas crianças, ele estaria fazendo ao próprio filho. Então, essas lições de saber que os filhos são filhos de Deus antes de serem nossos filhos faz toda a diferença. Quando, por exemplo, nós temos que fazer uma separação com os nossos filhos. Nossos filhos voltam ont. Se temos essa compreensão no íntimo do coração, nós aceitamos que a vontade do Pai sabe o que está fazendo. E nós, ao invés de reclamarmos a ausência do filho, nós vamos dizer pro pai: "Gratidão, senhor, por ter deixado a convivência por esse tempo que o senhor
que a vontade do Pai sabe o que está fazendo. E nós, ao invés de reclamarmos a ausência do filho, nós vamos dizer pro pai: "Gratidão, senhor, por ter deixado a convivência por esse tempo que o senhor concedeu desse querido filho, dessa alma querida entre nós." Então essa imagem dele para mim pessoalmente toca muito fundo, porque também temos os nossos filhos da alma e também sentimos o afastamento. É >> porque, né, gente? Então, a emoção já começou a subir. Vocês sentiram aí, todos acompanhamos, mergulhamos nessa emoção que o Max nos trouxe. E para quem está nos acompanhando na internet também, eu sei que essa emoção está chegando para vocês. Então, podem colocar seus comentários sobre as emoções no nosso chat. E aí nós vamos aqui tentando lidar com essa emoção. Esse programa é ao vivo, tem um auditório na nossa frente. Nós vamos lidando com isso, tomando água e vamos seguindo com o nosso programa. Antes de eu passar aqui para Raquel, nessa emoção que o Marx nos trouxe, eu queria destacar para todos que nos vem aqui presencialmente, para quem nos acompanha na internet, a importância dessa obra com esse espírito e ser uma obra ambientada na cidade de Lon, com um prefácio de 18 de abril de 1853, cidade onde nasce Allan Kardec. Então, nós temos aí nesse livro algo que não é apenas simbólico, é de fato uma revelação muito grande. Ali, Leon, estiveram espíritos como quinto varco, preparando o caminho para que o codificador viesse séculos depois. Então, essa emoção não é à toa. Nós nos ligamos a essas fontes, a essas raízes todas. E eu quero, Raquel, eh comentar com você, já que falamos em codificador, em 18 de abril, sobre princípios da doutrina espírita. O a toda a história, toda a narrativa de Emanuel está entremeada de exemplificações dos princípios da doutrina espírita. Qual o seu destaque? Qual o que você traz como mais importante nessa obra? >> Bem, eh, o destaque para mim é em relação ao princípio da pluralidade das existências. a reencarnação e o início, prefácio, já emociona muito
? Qual o que você traz como mais importante nessa obra? >> Bem, eh, o destaque para mim é em relação ao princípio da pluralidade das existências. a reencarnação e o início, prefácio, já emociona muito nessa questão de que já foi trazido aqui pela Jamile, né, o Cláudio trazendo assim, dando a permissão para que Quinto Varro pudesse, ele poderia ir paraas esferas mais altas, mas ele escolheu. E a gente lembra um um cidadão que viveu aqui na terra, um apóstolo, um médico dos pobres, Bezerra de Menezes, que também estamos contextualizando no aniversário de nascimento. E também a gente sabe que aí iria ascender a a esferas mais altas e pediu a mãe santíssima para também ajudar e ficar na terra a auxiliar a tantos de nós, todos nós, né, que precisamos dessa ajuda. Então, fazendo esse paralelo, quinto varro, ele eh pedindo naquele momento para ajudar ao filho. E detalhe, na obra, aí fica o gostinho de leitura, né, Denise, que é emocionante. Eu não vou ler para que todos possam ir lá ler, mas o que eu posso trazer agora é o diálogo que ele tem a permissão com o próprio Taciano de combinarem para estarem juntos na próxima reencarnação. E é interessante porque na eh quando riqueza de detalhes, lembrando a questão dos olhos que sempre Emanuel traz, não é? Os olhos ficavam cerrados neste momento porque foi tanta emoção para Taciano que Quinto Varro dizia que eles iriam estar juntos, que iria apresentar o Cristo. E naquele momento como que Taciano vacilante, fechando os olhos. Então os olhos estavam cerrados e aí ele diz: "Pai, meu pai". E quando abre os olhos, quinto varro não mais ali estava no ambiente, como que dissesse assim: "Eh, agora é o compromisso com você, com Deus, e a gente vai estar junto em breve na reencarnação". Então isso é muito importante porque também tem o detalhe do livre arbítrio, porque aí em nenhum momento há nenhuma imposição do próprio Quinto Varro quando está na primeira parte da obra com ele. E às vezes precisa até silenciar porque a vontade era de dizer: "Meu filho sou eu, sou seu
em nenhum momento há nenhuma imposição do próprio Quinto Varro quando está na primeira parte da obra com ele. E às vezes precisa até silenciar porque a vontade era de dizer: "Meu filho sou eu, sou seu pai". Olha que coisa, você tá bem juntinho do filho e ali se fazer de um jardineiro. Não podia falar, mas a emoção era o tempo inteiro rogando a Deus é ao próprio Cristo que abençoasse o seu filho e nessa distância que precisaria ficar. E imagine na segunda parte quando a gente vai trazer então a importância do livre arbítrio, que também Deus eh não interfere, dar a permissão para que a gente possa bem utilizá-lo. Então ficaria esse destaque, Denise, né, da reencarnação e do livre arbítrio. Então vamos ler essa obra e trazer para nós esses ensinos tão belos que precisamos vivenciar na nossa história da vida para encontrarmos sempre Jesus no nosso caminho, mas sairmos da retórica para a vivência, para o dia a dia, como Denise apresentou aqui na nos slides, não é? No nosso lar, nas redes sociais, no trabalho, onde quer que estejamos, viver a essência do evangelho de Jesus. >> OK? Raquel, muito obrigada. E aí, eu queria agora seguir com a Nina perguntando sobre dois personagens da primeira parte. Um é um personagem eh muito importante, embora seja secundário na trama, que é a Cíntia, que é a mãe do Taciano, e o Flávio Súbrio, que é também um personagem secundário, mas ele ocupa um lugar importante no evento chave da vida do Quinto Varro, né, que envolve a sua esposa Cíntia. E eles têm uma trajetória de transformação moral ao longo do livro, que eu vou perguntar pra Marina, como é que você leu esses personagens, os perfis psicológicos e essa transformação moral. O que é que você tem a nos dizer sobre eles? >> Bom, vamos então fazer um passeio de alguma de alguma forma sobre as etapas da trajetória de cada um deles, começando por Cíntia na ordem apresentada. Cia inicia a história como sendo a mulher amada de quinto Varro em uma dissonância doméstica onde ele preferia os assuntos mais profundos, os
cada um deles, começando por Cíntia na ordem apresentada. Cia inicia a história como sendo a mulher amada de quinto Varro em uma dissonância doméstica onde ele preferia os assuntos mais profundos, os assuntos da política do momento, os assuntos da filosofia e da religião. E ela tinha uma afeição muito grande pelas festas e por aquilo que nós entendemos como de maneira mais fútil. E eles tinham uma dificuldade muito grande do diálogo e da compreensão um para com o outro. De modo que por esse desencontro conjugal, Cíntia termina por afeiçoar-se a outro homem, a Vetúrio, e ocorre a traição que foi mencionada, de modo que Quinto Varro se afasta do lar. Mas após esse momento, Cíntia se descobre infeliz. Ela não encontra junto ao novo companheiro a felicidade idealizada, nem a vivência da juventude como gostaria. A vida transcorre-se, os episódios vão se sucedendo, a idade vai se aproximando, Taciano vai, Taciano vai crescendo e ela tem um momento em que Taciano viaja para negócios, em que ele se transfere da cidade, vai, que é o momento em que ele se encontra inclusive com o Quinto Varro enquanto jardineiro e ela se encontra sem a presença do filho. Após essa separação com o filho, ela doece profundamente, de modo que nenhum médico era capaz de curá-la, de aconselhá-la, de consolá-la. E então, por intermédio das suas escravas, as escondidas, um cristão a visita. E diante da imposição de mãos daquilo que nós conhecemos como passe, ela tem uma cura não apenas do corpo, mas ela refaz-se espiritualmente e a partir dali torna-se cristã. Ao tornar-se cristã, as suas concepções de vida vão se transformando por completo. Só que tem um detalhe que é crucial na história de Cíntia, é que ela não promove mudanças em termos da vida externa, seja pela condição de si mesma, seja pelas faltas de oportunidade do seu contexto, mas ela permanece no seu lar ocultando aquilo que havia encontrado dentro de si. O companheiro percebe que ela havia mudado suas concepções religiosas, mas aquilo tudo se torna uma grande bola
ntexto, mas ela permanece no seu lar ocultando aquilo que havia encontrado dentro de si. O companheiro percebe que ela havia mudado suas concepções religiosas, mas aquilo tudo se torna uma grande bola de neve, um grande peso, talvez um grande nóta. O peso da consciência e a culpa tornam-se fardos muito pesados, de modo que o seu brilho de viver foi ao pouco se esvaindo. Em muitos momentos ela preferia a caminhada solitária, chorava sozinha. E então que no final da sua jornada ela diante de um espetáculo de crueldade, onde vamos encontrar também um grande espetáculo de fé e de testemunho, que é no sacrifício do escravo Rufo, pelas mãos de Taciano, que ela assiste a tudo aquilo, ela naquele momento enlouquece, ela desmaia e acorda no dizer do livro louca, perde a sua cognição. pela soma da culpa e pela incapacidade de lidar, de ter transformado aquilo que ela encontrou diante do cristianismo em ação, diante da impossibilidade de viver, de ter encontrado as forças em si para viver a transformação de vida, para verdadeiramente se filiar ao ideal cristão e transformar pela sua renovação a sua consciência culpada, que é isso que acontece com todos os personagens que se tornam exemplo. consciências culpadas que a partir do ponto de compreensão transformam-se e por isso conseguem viver consigo mesmos e se tornam grandes vitoriosos. Para finalizar a história de Cínto. Ela termina nos braços de Quinto Varro, enquanto o irmão Corvinho, em uma grande oportunidade de dizer que o nosso recomeço aqui, ele sempre terá, sempre será um ponto de partida diante da nossa história imortal. Se observarmos apenas a encarnação de Cíntia, vamos enxergar uma trajetória de erro, um reconhecimento do erro, uma mudança de ideal, mas não uma mudança efetiva de sua trajetória. Então, não foi eficaz, mas se observarmos a história do espírito imortal, vamos perceber que a partir desta encarnação, este pode ter sido o ponto de grande mudança para que sua trajetória espiritual dali para a frente seja
mas se observarmos a história do espírito imortal, vamos perceber que a partir desta encarnação, este pode ter sido o ponto de grande mudança para que sua trajetória espiritual dali para a frente seja completamente transformada. O mesmo nós encontramos no personagem de súbrio, em que antes um assassino em uma escala considerável, um grande criminoso por seu por seu fazer profissional, com uma grande penetração diante das esferas sociais, foi o agente do assassinato de Corvino no barco, no lugar de Quinto Varro. Apenas para contextualizar de maneira breve, Quinto Varro vai para uma viagem junto ao irmão Corvino, em que Flávio Súbrio estava sobre ordens de Vetúrio, o então companheiro de Cínt de assassinar a Quinto Varro, mas que por uma dívida de gratidão ao pai de Quinto Varro, Flávio não assassina Quinto Varro, mas assassina Corvino para que Quinto Varro pudesse sobreviver. E no final de sua trajetória, ele também se torna cristão. E tem lamentavelmente um final suicida, em que para provar a Taciano que aquilo que ele dizia era verdade, ele diz: "Terás a certeza das minhas palavras pelo sacrifício da minha vida". Nós naturalmente sabemos que o fim espiritual dessa história é lamentável, mas também podemos enxergar como não apenas o fim, mas o recomeço de alguém que buscou recursos equivocados, mas os recursos que encontrou para provar as o seu refazimento, as suas novas intenções. >> OK. Muito bem. Excelente, né? Temos aí dois personagens para quem for ler ou reler, prestar muita atenção. E eu tô olhando pro relógio e o tempo tá correndo, né? ocorre uma mágica no literatura espírita. Parece que o tempo passa mais rápido. Mas antes de nós irmos pro intervalo, eu quero perguntar por o Max sobre as reflexões. O livro traz personagens diferentes em diferentes momentos de reflexão. Há sempre uma parada e talvez as paradas do Tarsiano para refletir sejam as mais significativas. O que é que você tem a nos dizer sobre isso, Max? >> Eu não tenho nada para dizer. Quem tem
e reflexão. Há sempre uma parada e talvez as paradas do Tarsiano para refletir sejam as mais significativas. O que é que você tem a nos dizer sobre isso, Max? >> Eu não tenho nada para dizer. Quem tem para dizer é o livro. Então nos diga o que o livro diz. >> Ol, mas antes eu gostaria de agradecer a essa criaturinha bonita que ela contou a história pra gente aqui com a facilidade ficou impressionante. Deixar ela fazer isso pra segunda parte. >> Põe o microfone mais próximo, Marx. Não fica sem fé. >> Eu tô eu tô emocionado, gente. Desculpa. os eventos que estavam acontecendo ao redor de Taciano. Alma endurecida, alma distante de Jesus, alma que repelia Jesus com veemência, não tolerava >> microfone >> não tá dando ainda >> assim, ó. Ah, sorry, baby. Então, essa é uma situação que ele vinha vivendo em que a as coisas que estavam acontecendo do lado dele era completamente oposto ao que ele tinha como crença fundamental. Ele não tolerava nem ouvia o nome Jesus. para ver a dificuldade de um espírito afegado, aferrado aos seus, aos seus credos, né, que ele acreditava nos deuses. E aqui a gente faz um paralelo apenas paraa reflexão conjunta que estamos aqui hoje fazendo com o próprio Saulo. Enquanto o Taciano era aferrado aos deuses romanos, que ele acreditava piamente neles como se realmente fossem não deuses de pedras, mas deuses verdadeiros. Paulo também ou antes Saulo acreditava piamente nas orientações de Moisés e não considerava, não tolerava nem avaliar a imagem do que se apresentava como cristianismo. Engraçado que já estamos no século teriro, mas as percepções são exatas. Mudam os cenários, mudam os apegos, mas as dificuldades para aceitar Jesus são as mesmas. Apesar de serem dois personagens distintos, com dois, duas categorias espirituais distintas, mas o se entregar para Jesus, para esses tipos de espírito, tem uma dificuldade tremenda. Como é que a gente vai quebrar essa resistência? Como é que Emmanuel nos mostra aqui no livro que essa resistência que é parece inquebrantável,
a esses tipos de espírito, tem uma dificuldade tremenda. Como é que a gente vai quebrar essa resistência? Como é que Emmanuel nos mostra aqui no livro que essa resistência que é parece inquebrantável, como é que ela pode ser pouco a pouco solapada? E é o processo que a gente tem muito claro nas palavras de Bezerra de Benê. Deus não violenta nossas consciências. Ele espera o tempo de amadurecimento de cada um de nós. Qualquer um de nós terá o momento como teve Saulo para virar Paulo, como terá Taciano para virar um cristão. Mas isso tem que nascer de dentro para fora. O de fora para dentro serve para fazer o que nós chamamos de reflexões. Aquilo que vai incutindo na criatura. e vai colocando uma espécie de mal-estar íntimo que ele não consegue mais se afeiçoar 100% com a crença anterior, mas ainda não se entrega pra nova crença que ele não aceita. O Taciano, por exemplo, gente, ele tinha perguntas que são de muitas pessoas do mundo de hoje, desses mais de 8 bilhões de habitantes. Como tratar como irmão uns um escravo? Como perdoar quem me machucou, quem me ofendeu? Isso era inconcebível na mente matura desse personagem. E temos ainda hoje muitas mentes imaturas que agem acreditando piamente que não tem que ter perdão, que tem que ter vingança, que não tem que ter separação de classe, que tem que ter união de classes, mas separações. E isso é uma realidade do mundo presente, gente. São 1800 anos desde essa história. Então, nós estamos aqui falando de situações que são típicas do movimento atual. E o que mais vai me impressionar é que os fatos vão acontecendo e ele toma parte nas decisões. Ele é responsável pela a morte do próprio pai, sem sabê-lo como pai. Mas aqui vem um ponto fundamental para aqueles que estão nessa luta de deixar o mundo dos deuses de pedra que ainda alimentamos em nós e entrar no mundo do espírito que nos renova e fortalece. Se ele ouvisse a voz do coração, ele teria parado, ele teria tido mais cuidado no avanço das decisões que tomou pra morte do pai, pra morte do Silvano e
o mundo do espírito que nos renova e fortalece. Se ele ouvisse a voz do coração, ele teria parado, ele teria tido mais cuidado no avanço das decisões que tomou pra morte do pai, pra morte do Silvano e pra morte de tantos outros cristãos que indiretamente foram literalmente deserdados por causa dele. Por que ouviu o coração? Porque naquela voz do jardineiro antes jardineiro que cuidava da casa dele, porque além de cuidar do orfanato, além de fazer os seus trabalhos na igreja abençoada de Lon, ele tinha que se sustentar e ele trabalhava para as casas dos ricos, dos opulentos, na condição de um jardineiro, onde ele se encontrava em tranquilidade. E quando ele conversava com esse jardineiro, que ele supunha ser um mero jardine, não sabia o cristão ainda, ele sentia algo, presta atenção, ele sentia, não passa pelo raciocinar, ele sentia algo naquela voz, algo que mexia com ele. Mas como tantos de nós colocamos a razão em primeiro lugar e esquecemos de ouvir o coração, quanto ele irá se arrepender mais tarde por não ter ouvido o coração. Mas tem uma passagem no final do capítulo 5 que mostra esse estágio que ele está sozinho agora no amplo terraço de onde de onde podia descortinar o horizonte lavado e límpo. jovem instintivamente recordou o irmão Corvino, a morte de Silvano e a reação de Rufo. E sem perceber, olha como é que funciona, sem perceber, começou a lutar contra a influência do Cristo, não mais em derredor das próprias ideias, mas dentro mesmo do coração. É esse o momento que nós chamamos de ponto de inflexão em que a criatura começa a ter a oportunidade de mudança. Então, se algo nos incomoda intimamente no coração, tenhamos atenção. Não lutemos contra aquelas forças que vão vencer mais cedo ou mais tarde. Se lutarmos, vencerá pelas duras provas que teremos que ser submetidos para que o orgulho estúpido, o orgulho tolo seja massacrado de uma vez por toda e nos reconheçamos uns irmãos dos outros. >> Gente, vocês sabem o que é o melhor do literatura espírita para mim? é passar
ra que o orgulho estúpido, o orgulho tolo seja massacrado de uma vez por toda e nos reconheçamos uns irmãos dos outros. >> Gente, vocês sabem o que é o melhor do literatura espírita para mim? é passar um mês inteiro lendo o livro, tomando notas, preparar o roteiro, fazer as perguntas e me surpreender com as respostas que me dão vontade de voltar pro livro, pra primeira página. Então, é a sensação que eu estou no final dessa primeira parte do Literatura espírita. Antes de liberar para o intervalo, eu quero lembrar para quem está nos acompanhando na internet que nesse intervalo dá tempo ainda você ligar paraa livraria do seu centro espírita. reservar o seu exemplar de ave Cristo ou comprá-lo no site da Federação Espírita Brasileira, porque é muito importante adquirir as obras, porque os direitos autorais sustentam não apenas as editoras, mas as atividades assistenciais que são mantidas por elas. Então essa é a importância de adquirirmos a obra espírita, seja o livro físico, seja o e-book. Nós vamos pro intervalo aqui na semana espírita de vitória da conquista. Voltaremos em meia hora. E para você que está em casa nos acompanhando, é só o tempo de você comprar o seu livro. Voltaremos em meia hora. Retomando então o nosso literatura espírita, antes de passarmos paraa segunda parte e apresentarmos os slides do livro, eu vou responder a dois questionamentos que me fizeram ali no intervalo. Um questionamento foi: como é que termina o seu livro quando você prepara o literatura espírita? Eu vou mostrar para vocês como termina. Esse é o meu avisto e esse tanto de papeizinhos coloridos. são as anotações ao longo do livro com marcações no meio do livro de cores diferentes. Claro, né, gente? Cada cor dessa é um tema que eu vou achando ao longo da leitura do livro. Tem um tanto de anotações aqui. Depois o livro praticamente só serve para que eu mesma volte a ler, porque fica cheio de anotações. E mais um caderninho de notas do lado, né, tentando preparar o roteiro, as sugestões e perguntas. a
Depois o livro praticamente só serve para que eu mesma volte a ler, porque fica cheio de anotações. E mais um caderninho de notas do lado, né, tentando preparar o roteiro, as sugestões e perguntas. a toda uma equipe do programa que nos ajuda. E aí nós chegamos ao final com o livro, assim, com essa leitura toda marcada. E o a outra pergunta foi: "Você não pode fazer uma chamada paraa nossa livraria?" Sim, gente, no antes do intervalo, eu fiz a chamada para os internautas que estão nos acompanhando hoje adquirirem o seu exemplar de Aé Cristo. Mas para quem está presencialmente aqui na Semana Espírita de Vitória da Conquista, nós temos uma excelente livraria super abastecido, abastecida com múltiplos títulos e há uma pilha do Avec Cristo lá na livraria. Então, quem já tem o livro, aproveite, compre outro, dê de presente, né? ofereça alguém ou tenha um segundo exemplar em casa, se você gosta das capas, como eu, para ir colecionando os livros com as capas novas, né? Então fica aqui a nossa chamada para a nossa livraria aqui na Semana Espírita. Mas vamos então apresentar a segunda parte do nosso livro. E aí nós estamos aqui com os slides. Vamos fazer da mesma forma que fizemos no primeiro momento para quem não leu ainda ou para quem leu há muito tempo, né, lembrar dessa história de Cristo. Então nós estamos na segunda parte do livro agora, cujo enredo vai se organizar em torno do personagem Taciano. O período histórico é o mesmo. Continuamos em Roma com as suas crises políticas, econômicas e a implacável perseguição aos cristãos. Destacamos então aí das reflexões do personagem Taciano lá no sexto capítulo a seguinte afirmativa: através de Emanuel, lendo ali o psicológico do TIAN. Em Roma, a dignidade sofria esquecimento e subversão. Nas linhas provinciais crescia a irresponsabilidade e a indisciplina. Taciano, contudo, acelerara demasiado a renovação interior para deter-se no mundo externo. E aí uma linha de tempo também dessa segunda parte do livro. Aí, em torno do ano 243,
idade e a indisciplina. Taciano, contudo, acelerara demasiado a renovação interior para deter-se no mundo externo. E aí uma linha de tempo também dessa segunda parte do livro. Aí, em torno do ano 243, nasce Blandina, esse personagem importantíssimo para Tarsiano e para o seu encontro com Jesus. Em 245 nasce o quinto céus, que é a reencarnação do quinto varro. aproximadamente aí uns 8 anos de diferença entre o desencarne da primeira reencarnação e essa segunda. Lembrem-se que ele tinha recebido uma cota de 100 anos para ajudar o taciano a aproximar-se de Jesus, sair daquela condição de opositor que foi dita aqui por um dos nossos convidados na primeira parte para um seguidor. 250 é um ano muito importante para toda a narrativa e para Tarsiano, porque é o ano em que Helena, a sua esposa, volta para Roma e ele encontra-se então com Lívia e Basílio, esse encontro que para os quatro personagens, Taciano, Blandina, Lívio e Basílio, é um encontro eh extremamente importante e decisivo para a condução da narrativa. 251 é um ano de perseguição aos cristãos. Taciano e Lívia são presos com outros cristãos. É um o ano que Basílio morre, a Lívia fica preso, ela escapa de morrer com os cristãos no primeiro momento, embora sofra um martírio emocional extremamente longo, além de ficar cega como um ato provocado, uma vingança sobre ela em relação a um fato que ela não tinha absoluta responsabilidade. E 253, ela vai ser abandonada por segunda vez, como dito no livro, e é o ano em que ela chega a Anápolis. 256 é o ano em que Blandina adoece severamente e o pai e a família se transferem para Anápolis, onde eles vão encontrar a Lívia e é também o ano do casamento da primogênita de Taciano. 257 dá-se a morte de Opílio Vetúrio, o padrasto de Taciano. Em 258, ele cai em desgraça familiar e passa a viver com Celso e Blandina na casa de Basílio. 259 para sobreviver, porque ele havia empobrecido severamente. Ele torna-se um corredor de bigas e sofre um gravíssimo acidente no qual ele fica cego. E em
ver com Celso e Blandina na casa de Basílio. 259 para sobreviver, porque ele havia empobrecido severamente. Ele torna-se um corredor de bigas e sofre um gravíssimo acidente no qual ele fica cego. E em 260, por fim, ele chega cego a Roma e morre no circo romano juntamente com quinto céus. Se vocês estiverem lembrando daqueles 100 anos, passam-se 66 anos aí daqueles 100 a que Quintu Varro tinha direito para conduzir essa jornada de Taciano, que reencarna como filho de Varro, mas é criado por Opílio Vetúrio, marcado pelo orgulho romano. O seu casamento com Helena é uma união com muitas intrigas, um enredo que nos traz muitas reflexões. Taciano, assim como Varro, passa por muitas perdas, tragédias sucessivas, como a morte de Basílio, de Lívia e de Blandina, enfrenta muitas provações, entre elas a perda dos poucos bens que ele tinha. E enfim ocorre uma redenção final. Ele é preso e no último momento lá no circo romano ele se reconhece cristão. E aí é o momento em que ele tem esse encontro espiritual com Varro, Blandina, Lívia e outros mártires. O percurso de Taciano é um percurso que o livro nos mostra saindo de Roma, indo para Marsélia, de lá para Leon, onde grande parte da história se desenvolve. Isso. Ao final ele volta para Roma. O percurso de Lívia, esse aqui como uma homenagem ao nosso querido Marx que nos perguntou, ela nasce em Chipre, depois ela é levada para Marsélia, de lá para Lon, vai paraa Terracina e depois ela morre em Nápolis. Como destaques dessa segunda parte, a redenção de Taciano nos leva a focalizar a missão de amor de Quinto Varro, que retorna como quinto céus. E na figura de uma criança conduz aquele homem já adulto ao encontro com Jesus. Taciano vai do seu orgulho romano, como destacado pelo nosso Marx Lâo na primeira parte, ao testemunho do martírio pelos cristãos. A dor é a sua redentora nesse processo. A sua vida está entrelaçada a outras, não só a de Quinto Varro, mas a Basílio, Lívia, Blandina, a própria Helena, a sua esposa, a Lucila, a sua filha. E a sua
. A dor é a sua redentora nesse processo. A sua vida está entrelaçada a outras, não só a de Quinto Varro, mas a Basílio, Lívia, Blandina, a própria Helena, a sua esposa, a Lucila, a sua filha. E a sua vitória final é exatamente encontrar-se com Jesus, aceitar a mensagem de Jesus, esse sol das nossas vidas, naquele instante final da sua vida. E destacamos do livro essa afirmativa de Blandina para Taciano, quem vive no Evangelho encontra a alegria divina. O último capítulo do livro chama-se Fim de Luta. E nesse capítulo, Taciano e Celso são presos em Roma, são condenados à morte, como dissemos. Celso transformado numa tocha humana, exposto às feras, naquele instante derradeiro convida o Pai para que façam juntos a prece que Jesus ensinou. E ali, ao final da prece do Pai Nosso, que taciano ora pela primeira vez com fé, ele se reconhece cristão. E a última frase do livro, ave Cristo, os que vão viver para sempre te glorificam e te saúdam. Como na primeira parte, essa segunda enseja muitas mensagens aos nossos dias. A dor não foi o fim de Taciano, mas o caminho que o levou ao Cristo. Destacamos a frase de Blandina quando ela diz que Jesus espera sempre. A fé das crianças é algo impressionável, mostrando espíritos evoluídos em processos reencarnatórios e na primeira infância já apresentando a sua fé transcendental. O sentido da perda, a morte de Brandina, que propõe a Taciana uma ressignificação da sua vida. E por fim, a cegueira é o momento em que Taciano, com os olhos físicos cegos passa a ter grandes olhos espirituais que o fazem enxergar-se a si mesmo e, mais importante, o fazem enxergar a Jesus. E aí uma frase que destacamos do livro também, uma frase de Blandina quando ela diz: "Aprendi com Jesus que a luta é tão importante para a nossa alma quanto o cinzel é precioso ao aperfeiçoamento da estátua." E para discutirmos essa segunda parte do livro, vamos voltar com os nossos convidados. E aí, só pra gente voltar, eu queria agora, Jamile começar com você, fugindo um pouquinho do nosso roteiro, mas para
ara discutirmos essa segunda parte do livro, vamos voltar com os nossos convidados. E aí, só pra gente voltar, eu queria agora, Jamile começar com você, fugindo um pouquinho do nosso roteiro, mas para te pedir os destaques sobre esse personagem de uma vida real que Taiano, o que a jornada de Taciano inspira para as nossas vidas? >> De fato, a jornada de Taciano nos garante que é possível mudar. Se nós formos pensar o que foi a passagem de Taciano ou que a sua existência apresentou, primeiro ela ali sorri, porque ele então é, digamos que em respeito ao Pílio Vetúrio, ele estava ali na condição de ser o entiado, ele atende ao pedido para se casar e então se casa com Helena. Eram três irmãos dessa, digamos que dessa conformação familiar. Galba, o próprio Taciano e Helena. Quando eles então eh acabam se casando, eh Taciano tem a ideia de que a sua vida estaria muito bem organizada, que fluiria, vieram os filhos e ele vai seguindo e tinha uma espécie de predileção, eu não diria predileção, sim afinidade com Bandina, a menorzinha. e eles faziam passeios, eles faziam leituras, contemplavam a natureza, então parecia que a vida caminharia com muita tranquilidade. Só que aí é interessante também lembrar, a gente já viu um pouquinho da primeira parte, mas eh quando ele então consegue perceber, primeiro que ele já vem com essa ogeriza em relação aos cristãos e ele teve um primeiro momento de cólera quando ele descobre então que no caso varro é cristão. Primeiro que ele o admira, e é interessante dizer isso, que é tem Quinto Varro que se coloca na condição de jardineiro, só que ele não era qualquer jardineiro, era um exímio jardineiro e que chamava atenção o trabalho que ele desenvolvia pela beleza que as casas então com o adorno que ele conseguia elaborar fazia. E ele usa esse talento para se aproximar da casa de Taciano e fica então responsável e assim ele consegue se aproximar para esse contato. Como a história tem muitos e belos detalhes, eu fico aqui num esforço de síntese, porque eu acho tudo da
a casa de Taciano e fica então responsável e assim ele consegue se aproximar para esse contato. Como a história tem muitos e belos detalhes, eu fico aqui num esforço de síntese, porque eu acho tudo da segunda parte muito relevante. tentando voltar para Taciano, eh, nesse primeiro acesso de cólera que ele tem, em que uma criancinha que já foi trazida aqui, Silvano faz uma prece e nessa prece ele faz uma evocação direta ao mestre Jesus. Então, ele tem um acesso de cólera. Isso leva a gente a lembrar do evangelho. E se nós tivéssemos um espelho e pudéssemos nos enxergar nos momentos de cólera, ou nos envergonharíamos demasiadamente, ou ficaríamos espantados com a carantonha que a cólera pode fazer com que nos transformemos em um ser de fato enfurecido. E isso não vai falar de beleza de natureza espiritual. Então, nesse acesso, ele pede para que um cão seja solto. Essa criancinha então, claro, não suporta esse ataque e vem a desencarnar. Só que com o passar do tempo e com as evidências e especialmente nessa segunda parte, ele começa a se sensibilizar com o contato com blandina e quinto céus. Essa sensibilização faz com que ele volte pro passado e reflita. Primeiro, uma criança inocente, como a gente faz a leitura, porque olha o corpo tenro a despeito do fato de ter ali um espírito, mas ele se preocupa e começa a se sentir responsável, porque a gente precisa lembrar que para quem tinha oposição, os cristãos não tinham nenhuma valia, a vida não tinha importância. Então, naquele momento, aquela criança não tinha afetado, mas com o passar do tempo e a sensibilização, ele lembra disso. Depois ele lembra de Rufo, que na sua casa, sendo escravo, acaba sendo penalizado cruelmente pelo fato de também ter não ter abjurado a sua condição de cristão, embora em posição, mas ele se manteve firme. E aí, Denis e os e os meus irmãos aqui nesta roda me permitam que tem uma passagem tão bela, porque, Rufo, percebam, cada um faz uma reflexão. Estaremos daqui a um tempo sendo colocado numa
eve firme. E aí, Denis e os e os meus irmãos aqui nesta roda me permitam que tem uma passagem tão bela, porque, Rufo, percebam, cada um faz uma reflexão. Estaremos daqui a um tempo sendo colocado numa carroça para ser puxado em alta velocidade com o corpo amarrado por cavalos e esse corpo iria se esfarcelar. Uma morte dolorosa, humilhante. Mas sabe qual foi a preocupação de Rufo nesse momento? o que aconteceria com a sua esposa e as suas duas filhas. Só que chega um dos homens que trabalhava nessa casa, que fazia a compra de animais e de escravos, chega no ouvido de Rufo e diz: "Fique tranquilo, sua esposa e suas filhas terão abrigo, porque eu sou cristão". E ninguém o sabia. E aí, por mais que seja taciano, eu não consigo deixar essa passagem de fora. Mas voltando, mais uma vez o esforço a Taciano e Denise fique bem à vontade para me falar do tempo. Aí ele já vai relembrar Silvano Rufo, a sua mãe Cíntia Júlia que ele julgou como louca >> há 5 anos nasceu o programa literal de fato. Nasu o programa há 5 anos. Nasciu anar nisso, a sua própria mãe ser considerada como louca, ele a deixa no quarto >> eh nessa condição de loucura. E é mais uma coisa que ele vem a pensar, além dessas mortes que ele já tinha eh vivenciado. Então, a gente vai vendo que ele lembra tudo isso, ele passa por um processo de traição pela esposa e a gente vai vendo que tem também uma espécie de repetição do que aconteceu no passado. Mas o que me chama a atenção em tudo isso é que Taciano conhece Lívia, conhece Basílio. No meio de tudo isso, quinto varro retorna como quinto cso e aí a gente vê mais uma vez é muito amor você novamente voltar para passar por todos os processos de negação na condição de cristão, mas ele não conta isso como obstáculo. Encerro, eh, lembrando que Helena, sua esposa, se junta a Teódulo, cria toda uma narrativa que leva a luta e ao martírio dessa personagem ao final, quando então ele se torna cristão. E o que é você passar uma vida de perdas, de sabores, dores, distanciamentos de todo o seu afeto.
narrativa que leva a luta e ao martírio dessa personagem ao final, quando então ele se torna cristão. E o que é você passar uma vida de perdas, de sabores, dores, distanciamentos de todo o seu afeto. Enquanto ele tudo via, nada enxergava. Mas quando Taciano perde a visão, ele se enxerga como ser divino em potência, reconhece ao Cristo e nesse momento ele se entrega no momento de sacrifício junto aos demais, efetivamente como cristão. >> Maravilha, Jamile. Maravilha mesmo, Marcos. Eh, como eu disse a Jamile, parece que na segunda parte nós não conseguimos fazer um resumo, porque tudo no livro é muito importante, né? E eu quero perguntar se você tem um destaque dessa segunda parte, dessa jornada que é uma jornada de dor, mas de superação para Taciano. >> Microfone na posição certa. Olha, eu quero reclamar aqui ao organização dessa instituição que nos dê mais 3 horas, por favor, que nós temos muito o que falar aqui dessa obra e é muito difícil sintetizar tanta beleza, tanta coisa que desperta o mais recônido do nosso bom que guardamos em nós, que nasce pela obra vendo-nos nos outros. que cada um se enxergue quando olhar na obra, qual personagem você seria? Para mim, esse é o maior destaque. Por quê? Porque você se encontrará em algum deles e se encontrando em algum deles, você terá condição de aquilatar o que que te resta a fazer para alcançar o propósito final da vida, que era amar e servir indistintamente. Então, é muito importante nós percebermos que esses movimentos que acontecem no livro, com todo respeito, gente, acontece conosco. Veja que foi prometido a ele, ao quinto varro, Clódio a garantiu, ainda que contistado, não querendo que ele descesse, mas garantiu que não lhe faltaria amparo nem a ele e nem o filho. Você, eu, todos nós aqui somos do mesmo jeito, guardadas as proporções da história, guardados os tempos que estamos agora, mas a realidade espiritual é a mesma. Nós todos somos assistidos indistintamente, independente do mal que tenhamos feito, independente do abismo
ões da história, guardados os tempos que estamos agora, mas a realidade espiritual é a mesma. Nós todos somos assistidos indistintamente, independente do mal que tenhamos feito, independente do abismo que nos encontramos entre eles e nós. Por isso falávamos da fé no bloco anterior. Nós temos que lembrar que nós estamos salvaguardados, que nós temos que entregar de fato o coração no serviço do bem. Nós temos que aprender a olhar o outro lado. O livro destaca crueldades. Se você olhar a forma como as pessoas eram assassinadas, não é como você não se levar a ser tentado de ficar contra aquele que tá fazendo essa crueldade. Você tende no instinto da nosso primitivismo que ainda carregamos em nós a querer vingar. Ah, tem que devolver. Como é que ele pode fazer isso? Isso nasce porque nós não somos espíritos que já estamos depurados. Nós estamos nos depurando com as experiências pouco a pouco, mas já temos condição de perceber claramente que nós podemos reconstruir a visão dos acontecimentos ao invés de dar ênfase para os fatos maus. Vamos dar ênfase para os fatos bons. São paralelos que estão acontecendo lado a lado. E a tendência da gente é ficar com um lado. Qual lado eu tenho escolhido? Eu tenho buscado o lado que é o lado que me faz entender que todos somos irmãos e todos nós temos o nosso tempo. Nenhum de nós vai chegar na realidade espiritual plena antes da hora. Cada um de nós tem o movimento íntimo que é próprio de cada um, mas que precisa ser observado em que estágio nós estamos. Porque sabendo o estágio que nós estamos, reconhecendoos no personagem que ali viemos, nós temos condição de aquilatar o esforço que nós precisamos fazer. E por fim, tô roubando o tempo das meninas. Por fim, nós precisamos lembrar que o próprio Algoz estava agindo de forma má, não tinha noção do que que era matar um cristão, como se fosse coisa. Não é nem animal, como se fosse coisa. Ele próprio foi cercado de toda a assistência espiritual que precisava. Nasceu Blandina, que era o afeto, o tesouro da vida dele,
m cristão, como se fosse coisa. Não é nem animal, como se fosse coisa. Ele próprio foi cercado de toda a assistência espiritual que precisava. Nasceu Blandina, que era o afeto, o tesouro da vida dele, coração elevado que sensibilizava aquele coração endurecido com o seu meninice, né? aquele seu movimento de meninice causando com as reflexões profundas e geralmente inspiradas que vinham dela. Conhece Basílio, conhece a Lívia, sente, olha de novo o coração. Não deixem de escutar o coração. Sente que não são pessoas estranhas com quanto a posição social inferior que era para ele. ponto pacífico, como importante, mesmo assim sente, se afeiçoua a tal ponto que traz esses dois. têm por dentro uma noção de que parece que eles estão falando de cristianismo com quanto eles não se declarem para ele como cristãos, mas o são. E essas duas almas são pontos de fortalecimento para o despertado do coração que tava pouco a pouco se quebrando. E tem um momento em que nós temos uma fala da menina Blandina, a sua filha, para ele, que eu gostaria de pedir a permissão para para que nós pudéssemos colocar aqui pras nossas reflexões. Vamos lá. Tapa marcado, com certeza está aqui. Olha como é que é a relação humana. amavam-se tão profundamente com esse carinho doce e perfeito de quem tudo procura dar sem nada receber, que realmente se bastava um para o outro. No livro Renúncia, a gente vê isso entre uma alma feminina e uma alma masculina em termos de relacionamento conjugal. A imagem que o o assistido gostaria de ter é essa imagem conjugal. Aqui não importa se ele está na condição masculina, se está na condição feminina, não importa se tá na condição de filho, se está na condição de pai. A percepção é do coração. Os papéis não vêm ao caso. O que vem ao caso é o que nasce do coração. E é isso que tem feito perder muitas oportunidades entre nós, os reencarnados. Deixamos de ouvir o coração e temos que aprender pela dor. Muito obrigado. E vamos seguindo porque o tempo vai passando, né, célere, né, mas nos
perder muitas oportunidades entre nós, os reencarnados. Deixamos de ouvir o coração e temos que aprender pela dor. Muito obrigado. E vamos seguindo porque o tempo vai passando, né, célere, né, mas nos causando essa impressão boa, essa emoção, esse transporte pra ambiência do livro, que é isso que sentimos agora, como se fôssemos espectadores dessa história. E aí, Raquel, queria te perguntar sobre essa experiência do Taciano que parece repetir a vida do pai. Nós temos também esse mesmo esquema da repetição com a Helena em relação a Ctia, a Lucila em relação à Helena e como entender que espíritos em patamares diferentes de evolução, que é o caso específico do Quinto Varro e do Taciano, tenho histórias parecidas e de repetição. Bem, na realidade nós percebemos que todos nós somos espíritos e aí fomos criados por Deus na mesma origem e com a a destinação também própria que é a perfeição. E aí, como aprendemos, não é? Eh, a evolução do átomo ao arcanjo. Aqui a gente vê na narrativa, em primeiro lugar, que existem duas condições. primeira, quinto varro, estando como missionário, porque aí já tava numa num patamar de uma evolução maior, passando por todo o sacrifício para dar a mão a sustentação de uma alma em que ele fala filho do coração, porque aí é o que somos todos em almas afins e buscando sempre pela força do amor resgatar o ser. O Taciano num patamar psicológico adoecido que ficava no num sentido de dúbio muitas vezes e aí Emmanuel traz na linguagem, por exemplo, ele ficava psiquicamente insulado, porque quando eh vinha para ele, né, a lembrança, por exemplo, da passagem que o seu pai tinha morrido, ele tinha tomado conhecimento. Silvano também uma criança de 5 anos que ali dava exemplo. O próprio Rufo, na narrativa que a Jamile fez de passar por todo aquele processo e e todos esperavam era que Rufo se desesperasse, se descabelasse, dissesse: "Eu vou morrer". Não. E eles ficavam insistindo, né, Jamil? até o final, tipo assim, desista, ainda dá tempo, você não precisa morrer.
speravam era que Rufo se desesperasse, se descabelasse, dissesse: "Eu vou morrer". Não. E eles ficavam insistindo, né, Jamil? até o final, tipo assim, desista, ainda dá tempo, você não precisa morrer. E o Rufo límpido, purificado na certeza do Cristo e pensando na própria família. Então, aí a gente percebe quando realmente encontra-se com Cristo em si. E na pergunta que você faz de toda a narrativa que se passa no processo contaciano, ele via ali ficava, quando chegava esses lampejos de luzes para ele despertar, ele se insulava. O que acontece com a gente? Ficava isolado. É como se a gente, quantas vezes nós saímos daqui do literatura espírita, vou vivenciar, sou cristã. Quando passa esse tapete vermelho ali, parece que quando chega do outro lado a gente esquece tanta coisa. E dentro de casa então se alguém vê cobrar algo pra gente, o que que acontece conosco? Esquecemos Jesus? fiquemos com esse instante da saudade do Cristo no nosso ser para que a gente possa verdadeiramente fazer brotar essas virtudes. Então, eh, a narrativa se passa e o que eu percebo em toda a história que o casamento dele não deu certo, não é? Assim como o quinto varro, mas a gente vê que Deus não desampara ninguém. A misericórdia divina é fenomenal, porque coloca uma blandina para poder vir ali a restaurar o seu próprio pai. Coloca então a própria Lívia, que era filha de quem? Da Helena. Contou o segredo mais importante do livro. Quem não tinha acompanhado, mas é para isso que serve o liv. >> Mas é para isso que serve. Você contou, você trouxe isso na linha do tempo. Vejamos pra gente também compreender que nós aprendemos com os nossos filhos, porque na para o espírito não existe, não é a maturidade da idade cronológica, né, Denise? É a idade espiritual, psicológica e fundamental na evolução que a gente precisa realmente despertar. E o que me chama atenção é justamente que a misericórdia divina é gigantesca e nós chegamos na terra com programa reencarnatório através das escolhas. Quem assistiu a palestra de Jamile
nte despertar. E o que me chama atenção é justamente que a misericórdia divina é gigantesca e nós chegamos na terra com programa reencarnatório através das escolhas. Quem assistiu a palestra de Jamile ontem, ela trouxe muito bem isso. E nós estamos numa trilha, não é um trilho, porque não são todas as coisas que a gente passa que a gente precisaria passar. Basta ler o Evangelho Segundo Espiritismo, causas atuais das aflições. Quantas vezes as aflições são do momento presente, não nós não precisaríamos passar, não é? E a gente mesmo cria as situações. Então, se respondendo a pergunta que você fez de tudo que o pai passou no casamento, aquela problemática, se eu fico imaginando Taciano tivesse despertado e aceitado o Cristo, ele não precisaria ter passado por tudo aquilo que ele passou. Ele teria atenuado as coisas. Ele teria então escrito uma nova história. E fica para nós a lição. Quantas dores que passamos, quantos sofrimentos que ainda amargamos, mas pela nossa ainda indiferença, ausência de amor, de ficarmos sendo recalcitrantes no erro, presos às culpas, aos atavismos, tantas coisas que nos impulsionam ainda para o mal, que é a ausência deste bem que precisa brotar no nosso ser. E a gente pode encontrar-se com Cristo para dizermos sempre a ver Cristo. Muito bom mesmo, gente. Vamos seguindo aqui. Eu vou agora com a Nina e nós vamos focalizar o capítulo dois da segunda parte intitulado Sonhos e Aflições, que é o capítulo em que este grupo de quatro espíritos se reencontra. Taciano e Blandina, Basílio e Lívia. E como entender, Nina, na luz da doutrina dos espíritos, essa vinculação imediata ali entre esses dois pares de pai e filha, né? Porque isso é muito importante. E aqui fica uma dica, quem for ler Emanuel, nenhum detalhe é dispensável. Eram dois pares ali de pai e filha. Muito interessante e que há uma aproximação entre os quatro ali, Nina. Quando nós pensamos as afeições à luz da doutrina espírita, nós costumamos muito facilmente relacionarmos com exatidão a
e filha. Muito interessante e que há uma aproximação entre os quatro ali, Nina. Quando nós pensamos as afeições à luz da doutrina espírita, nós costumamos muito facilmente relacionarmos com exatidão a ao fator reencarnatório, ao conhecimento prévio das almas que agora se reencontram. Aquilo que nós chamamos de simpatia gratuita, ela naturalmente corriqueiramente tem dois fatores, tanto conhecimento anterior quanto uma afinidade magnética mesmo de a energia que cada um traz, os seus interesses, mesmo que antes não haja um conhecimento prévio. Mas no caso de Taciano, Blandina, Basílio e Lívia, existe uma trajetória que, para além daquilo que nós podemos deduzir como uma história anterior que eles já possam haver compartilhado, que não fica explícito, nós não sabemos, existe também um compartilhar de dor, um compartilhar de perdas diante de uma mesma existência, de lutas em termos materiais e em termos espirituais, diante das quais aqueles corações se encontram como força uns para os outros, como um sustento de afeto, como um sustento de ideal, como uma profunda afinidade de compreensão diante da vida, apesar de uma profunda discordância em termos de compreensão do que hoje nós diríamos uma compreensão religiosa. que ao que se acrescenta também o profundo respeito que Jamílio começou a falar ao mencionar a postura de Cláudo, em que Basílio e Lívia conheciam os ideais de Taciano, sendo eles dois cristãos nunca se revelaram de maneira explícita, embora no modo de dizer, de fazer e de pensar a vida, se pudesse deduzir. Do mesmo modo, Taciana evitava a conversa direta. para não ferir aqueles que agora eram seus amigos. E eu queria trazer brevemente só uma reflexão a respeito disso, para que possamos refletir sobre a caminhada de Taciano, em que em um primeiro momento, diante de um mesmo contexto, diante de uma breve suspeita com relação à postura cristã daquelas daqueles dois espíritos, Taciano não teria hesitado em condená-los, não teria hesitado em trazê-los ao público de modo que eles sofressem a
de uma breve suspeita com relação à postura cristã daquelas daqueles dois espíritos, Taciano não teria hesitado em condená-los, não teria hesitado em trazê-los ao público de modo que eles sofressem a justiça necessária e correta diante da época, assim como ele fez com o pai, que embora sentisse sua razão, pedia diferente, embora não quisesse aquele desfecho, embora tivesse presente de maneira viva o afeto, o carinho e a admiração, como Max comentou, por aquele espírito, o ideal romano era maior. E não é que no momento de encontro com Basílio o ideal romano não fosse presente, mas é que a dor já era maior. A necessidade de corações amigos era maior do que a necessidade de postular-se enquanto cidadão romano e por isso ele se permite ser acolhido e também acolher e transformam-se em grandes companheiros da alma, em grandes companheiros de aprendizado de vida. para que nós possamos refletir o quanto que talvez as nossas posturas íntimas nos impeçam de viver as grandes belezas da vida, onde talvez Taciano pudesse ter encontrado essa mesmo convívio de amor e de fraternidade pura antes com Quintarro, mas que nós podemos ter a escolha de não deixarmos os nossos orgulhos serem mais fortes do que a nossa necessidade inerente de amar e de sermos amados e de que possamos construir caminhos muito mais belos através dos amores que Deus coloca em nossa vida, para que as nossas jornadas sejam marcadas agora sim pelo amor e já não mais pelo sofrimento. >> OK. Muito bom também. Maravilha. Vamos seguindo então. E aí vamos pro capítulo três. E eu quero que Jamil nos auxilie a pensar esse capítulo três da segunda parte que tem um título muito interessante, Almas em Sombra. E para deixar aqui aquele gostinho de como é que essa narrativa avança no Almas em Sombra de Av Cristo na segunda parte, praticamente toda a trama se passa à noite. Então, Jamile, vamos para as metáforas de Emânuel, né? o dia e a noite, o claro e o escuro, as marcações com a natureza, os olhos. Como é que você destaca essas metáforas? Qual delas
se passa à noite. Então, Jamile, vamos para as metáforas de Emânuel, né? o dia e a noite, o claro e o escuro, as marcações com a natureza, os olhos. Como é que você destaca essas metáforas? Qual delas lhe parece mais importante para compreender a história nessa leitura que você fez agora pro nosso literatura espírita? >> Almas em Somombras, de fato, é um capítulo muito especial. Ele praticamente faz a condução, o desenrolar da trama nessa segunda etapa. E as almas aqui encontram-se em sombra. E aí a gente vai especificamente lembrar de Helena, porque ela consegue com a inteligência que tem. E aí é preciso lembrar que todos nós somos dotados deste atributo. Nós temos a inteligência e o senso moral é o que vai direcioná-la. Helena, ainda numa fase da sua infância espiritual, direciona a sua inteligência para planos, poderíamos denominá-los de maquiavélicos. E ela estrutura coisas que até Teódulo, que é o seu cúmplice, o que nós denominaríamos como o amante. Mas aí entendendo que algumas nomenclaturas que nós utilizamos elas já estão trazendo em seu bojo um que de julgamento. Esse nome socialmente tem uma conotação pejorativa, mas se a gente imaginar aqui que não é uma explicação, mas justificar os contextos, Helena acabou tendo um distanciamento de Taciano, porque enquanto ele pensava em questões de natureza filosófica, de como o mundo se estruturava socialmente falando, superiores, inferiores, os deuses são os melhores e maiores condutores daquilo que temos. E isso fazia com que ele tivesse uma dificuldade em entender como é que cristãos se humilhavam a ponto de morrer por um homem comum, um carpinteiro, sem nenhum tipo de importância, socialmente falando, e se entregavam em verdadeiro holocausto por amor a um homem que nada lhes concederia. Tanto que ele levava Blandina todos os dias pela manhã à frente de Sbel e a deusa para fazer essa oração, esse culto àquela que lhe protegeria na concepção de crença que ele então tinha. Com esse distanciamento eh um divórcio sentimental que eles
la manhã à frente de Sbel e a deusa para fazer essa oração, esse culto àquela que lhe protegeria na concepção de crença que ele então tinha. Com esse distanciamento eh um divórcio sentimental que eles tinham, Manuel usa umas expressões muito belas para falar da da distância psíquica que eles tinham. O que interessava a Helena eram os prazeres, eram as festas, aquilo que a sociedade lhe oferecia. Então isso fez com que ele se afastassem. Só que Teódulo foi alguém indicado para tomar conta, digamos assim, administrativamente junto com Taciano, daquele lugar em que eles viviam. Teódulo acaba assumindo uma espécie de amizade com Taciano, mas a afinidade fez com que ele se aproximasse muito mais de Helena. E aí toda uma trama se desenrola. Lívia então percebe, Helena, perdão, percebe em algum momento que tinha a necessidade de manter a estrutura financeira, o status da família, o nome e Opílio Venturo, o seu pai, diz: "Então, é preciso que façamos um casamento entre Galba". Galba se entregou à questão do alcoolismo à época. Ele não tinha uma estrutura moral que o permitisse não ser vencido por esse tipo de tentação. E a solução seria casá-lo com Helena, com Lucila, a filha de Helena. Com isso, ainda bem que a gente num programa esse conta com mentores, que eles também vão soprando, porque é uma infinitude de personagens e vários nomes. Então, já que a proposta era fazer o casamento com Lucila, notem a diferença que os dois tinham. Enquanto Taciano diz: "Por que é que a minha filha vai se casar com um perfil já voltado para licenciosidade? Alguém que já tá acostumado às festas e à bebida? Que tipo de sacrifício é esse para uma jovem? Só para manter o nome e o status daquela família?" Já Helena tinha o seguinte raciocínio: "Devemos obedecer ao meu pai, ele está certo e é assim que as coisas se mantém". Taciano não enfrenta muito esse tipo de decisão. Ele fica com Blandina, então nesse lugar, eh, acaba tendo uma viagem que Helena faz, ela se aproxima cada vez mais de Teódulo. Ela vai então para
tém". Taciano não enfrenta muito esse tipo de decisão. Ele fica com Blandina, então nesse lugar, eh, acaba tendo uma viagem que Helena faz, ela se aproxima cada vez mais de Teódulo. Ela vai então para tomar as providências, preparar o casamento, só que tem um quesito dentro de tudo isso. Aí as almas entram em sombra, porque quando ela está preparando a filha para o casamento, ela descobre que há algo estranho no comportamento de Lucila. A jovem estava apaixonada e ela se apaixona por Marcelo Volusiano, um perfil, diga-se de passagem, nada confiável. E quem era Marcelo Volusiano? Não direi. Leia um livro e lá você lá vocês saberão de quem se trata. Ela se assusta e então busca junto com Teódulo que era uma espécie de fiel escudeiro, que tome as providências. E aí a gente entende porque a alma estava em sombra. Porque a providência era aniquilar a vida do outro. Não havia valia da existência alheia, contanto que os meus interesses estivessem defendidos. Com isso, toda essa trama, Marcelo acaba então tendo um desfecho triste e trágico. A sua filha está grávida. Há uma repetição de uma etapa anterior e ela não se sensibiliza. Nesse meio tempo tem uma personagem de suma importância que é Anacleta. Silenciosamente ela conduz a história de vida dessas mulheres para reflexão e clemência. Ela é cristã, não é escutada, mas não se preocupa. Ela cumpre a sua função de serva fiel do Cristo, chamando os demais à reflexão. Mas vamos à frente, que eu sei que vocês lerão o livro ou irão reler e com certeza constatarão a beleza que é a personagem de Anacleta. A personagem Anacleta. Indo mais pra frente, então, depois dessa trama com Marcelo, Teódulo, ciumento, interesseiro, quando então percebe que não tem a atenção que ele gostaria de Tano, ele trama um plano de vingança. sombreado pelas suas chagas morais, ele junta-se a uma outra alma em sombra, por isso a ideia da noite, e tramam uma outra estratégia para afastar Lívia e Basílio da sua filha Blandina e, claro, da suposição que Teódulo faz, porque
ais, ele junta-se a uma outra alma em sombra, por isso a ideia da noite, e tramam uma outra estratégia para afastar Lívia e Basílio da sua filha Blandina e, claro, da suposição que Teódulo faz, porque cada um enxerga no outro aquilo que vê no seu íntimo. Ele viu uma trama amorosa entre eles, pérfida e que precisaria contar. Então, Helena, Helena faz toda uma trama que resulta na cegueira de Lívia. E aí a gente vai observando que é difícil ou até mesmo impossível sentir raiva de Helena nesse momento, porque sem saber ela estava criando laços de um ódio alimentado pela invigilância de Teódolo, que lhe causa uma grande dor a ponto de cometer suicídio. Quando ela vê no rosto da filha o seu amor do passado e tira a vida da filha, é difícil não se emocionar com É nesse nível, gente, é nesse nível. E quem tá se perguntando como é que ela tira a vida da filha, quem é essa filha que não tá perto da mãe? Como foi isso? Onde é que eu perdi esse detalhe? Leio o livro, Denise. Só isso que Denise, isso que Denise fez comigo chama-se caridade. É o tempo de engolir. E essa essa situação em que essa mãe está envolvida, Emanuel magistralmente nos convida ao movimento de misericórdia. Não tem como julgar o outro. A dor dela faz com que nós a redimamos, porque nós julgamos daquela condição em que ela se encontra. As almas estão em sombra, mas essa sombra se desvanece logo ali, porque no ato automático de reconhecer a filha, ela se arrepende. E a gente já aprendeu que quando o arrependimento aparece, nós estamos retomando o caminho do Pai. E mesmo que temporariamente ela esteja na sombra, a sua destinação é de inteira luz. E aí vamos aproveitar porque a Jamila nos conduziu de forma extraordinária ao ápice da história. Nós chegamos ao capítulo 4, sacrifícios. É o mais longo capítulo de toda a obra, né? Na minha edição tem 64 páginas. E eu quero perguntar pro Max, como é que olhando para essa trama da vida de Taciano e agora a Jamile nos trouxe Helena com Lívia, com Taciano, como é que nós lemos
né? Na minha edição tem 64 páginas. E eu quero perguntar pro Max, como é que olhando para essa trama da vida de Taciano e agora a Jamile nos trouxe Helena com Lívia, com Taciano, como é que nós lemos a justiça divina nessas tramas, Max, que é o tema da nossa semana espírita de vitória da conquista? Nós normalmente temos caminhos para nos encontrarmos com nós, com nós mesmos na nossa intimidade. Como temos repetido aqui, tornamos a falar, muitos de nós ignoramos os caminhos que nascem do sentimento e ignorando e refutando, lançando fora, nós nos envolvemos por outros caminhos que passam apenas pelo campo dos sentimentos, da das sensações e das razões. Nós usamos o cérebro e buscamos atender as necessidades que são vinculadas à materialidade. Ora, se nós tomarmos o caso desse envolvimento de pessoas que estão de forma claríssima ligadas umas às outras, nós vamos ver que há algumas delas que não conseguem ainda passar do seu campo sensorial pro campo do sentimento e que essas criaturas é fácil a gente perceber que elas não são pessoas piores do que nós. É fácil perceber que elas não têm a sensibilidade para alcançar. E quando a gente percebe isso, Kardec chama isso no capítulo 17, sede perfeitos, como maturidade do senso moral ou maturidade da sensibilidade, faz com que nós enxergamos o outro do tamanho que ele é e o do que ele pode consegue dar. Porque se você exigir além disso, você tá violentando a natureza íntima dele, que não dá conta de ir além daquilo que você gostaria que ele desse. E qual é o meio então para poder fazer com que ele chegue lá? Experiências, novas experiências e normalmente experiências que tjetar-se. E quais são as experiências que nos levam a nos introjetar-nos? são aquelas que nos machucam, aquelas que nós sentimos as perdas, aquelas que fazem com que a gente perca o chão. Essas experiências elas vão nascer segundo as necessidades de cada um de nós quando tomamos o caminho das sensações e apenas da razão, sem conjugar com o sentimento. Por isso, o facear desses momentos faz
s experiências elas vão nascer segundo as necessidades de cada um de nós quando tomamos o caminho das sensações e apenas da razão, sem conjugar com o sentimento. Por isso, o facear desses momentos faz toda a diferença entre um suicídio de Helena e um resgate de uma alma através da doação de si mesma pro mundo. E essa realidade, ela com certeza absoluta tá claríssima no espiritismo. O espiritismo nos vem ensinar isso, ao contrário do que os primeiros cristãos tinham, a clareza do raciocínio lógico comunicando-se com o sentimento. Quando você sente aqui o que sabe aqui, você nunca mais será a mesma pessoa. Alguém que vá falar de um assunto que apenas sabe, terá uma fala daquela monóloga, daquela que não toca. Mas aquele mesmo assunto falado por alguém que sente o que sabe terá uma fala impactante que irá atingir corações, sensibilizar pessoas que se preparam também para se tornar pessoas do coração. Por isso, essa doutrina espírita, ela nos permite enxergar os lados que parecem aparentemente paradoxos. A dor parece um paradoxo, mas quando você olha a dor sobre os recursos que elas estão movimentando dentro de você para acordar aquilo que estava dormente, você entende que ela é boa. Não é que nós vamos procurar a dor, não é isso. longe disso. Nós não somos aqui aqueles que estamos atrás dela, mas ela vai nos alcançar segundo as nossas necessidades, segundo as nossas escolhas. E quando ela nos alcançar, não a rejeitemos como se ela fosse um amar. Acolhemos com a serenidade, com a resignação, porque só assim os nossos corações terão a oportunidade de prevalecerem. sobre as nossas razões. É isso. E aí com isso, nós chegamos ao capítulo CO da segunda parte intitulado Espiação. E eu vou fazer uma pergunta agora pra nossa Raquel e provavelmente a nossa última pergunta dessa roda e aí na sequência nós vamos para aquele finalzinho já. Nós temos uma importante recomposição familiar descrita nesse quinto capítulo, que é quando o Tarsiano é não só o pai de Blandina, mas também
oda e aí na sequência nós vamos para aquele finalzinho já. Nós temos uma importante recomposição familiar descrita nesse quinto capítulo, que é quando o Tarsiano é não só o pai de Blandina, mas também assume a paternidade de quinto céus. Como é que essa recomposição familiar, esse rearranjo é decisivo para Taciano? O que é que você tem a nos dizer sobre isso, Raquel? que a misericórdia divina atua em todos os momentos do nosso viver. Taciano estava ali diante de duas almas evoluídas numa fase, não é, que começou na infância e que ainda em plena juventude. e ensinar para ele a possibilidade dele realmente chegar em si, no autoencontro e no encontro com Cristo, fazer um chamamento porque pela força do amor, do sentimento tão puro que ele sempre teve por Blandina, como nascida, não é? uma flor de lótos no charco, trazia ali uma luz imensa no roteiro seguro para que ele pudesse verdadeiramente eh tocar-se e fazer com que ele ampliasse o conceito de família, porque ele já estava começando ali a essa ampliação, tipo, ele já tinha adotado o quinto céus como filho do coração. Então, na realidade, mostrando-nos que a nossa família é a família universal trazida pelo próprio Cristo, né? Eh, o Cristo dizendo, João, eis aí a tua mãe e o próprio Maria de Nazaré, mãe, eis aí o teu filho. Então, essa ideia de família universal ali também já estava presente. E ele absorveu essa ideia com um amor tão grande por quinto céus que realmente seria esta ponte de luz para chegar para o Cristo. E não tinha como ele não acordar, ele não despertar. E vejamos, Blandina adoece porque ali mostrando que aquela doença que estava vindo para ela era o seu processo de cura e de redenção. E dizendo ao pai que é uma ao ser que ele amava, a exemplo de Lívia, que a gente sabe disso, né, que Lívia já tinha desencarnado, Lívia aparecera para ela tocando em harpa o hino das estrelas. E aí eu imagino o eu imagino a emoção do olhar dele dizer hã um princípio doutrinário, a imortalidade da alma ela vive. E aí vendo naquela
ívia aparecera para ela tocando em harpa o hino das estrelas. E aí eu imagino o eu imagino a emoção do olhar dele dizer hã um princípio doutrinário, a imortalidade da alma ela vive. E aí vendo naquela criança, naquela jovem que ali estava deitada e adoecida, mas vem o pedido magistral, né? que ele que ela aceitava o Cristo porque já tinha aprendido na fonte com Cristo, com o quinto Celso. Olha que interessante. E taciando visualizando tudo isso e às vezes se fazia de calado para que realmente as coisas acontecessem. E ele ainda não tinha se dobrado com o orgulho de aceitação. Mas a misericórdia de Deus nos aguarda e sempre nesse despertar. E o que acontece? Ela pede e a frase que ela diz é verdadeiramente esta, não é? Que eu possa quero lhe fazer um pedido, permita-me que eu aceite a morte na fé cristã. Olha que pedido. E aí vem, eu imagino, né, que emo narra com uma uma linguagem, quem quiser saber melhor, leia o livro. E naquela linha básica realmente, né, que passa na paz, ele como que diz assim, Jesus Cristo novamente para Quintarro, para Cíntia, não é sua mãe, para Blandina e aí vem todos na sequência. Mas ele não podia dizer não para sua filha. E aquele pedido ele aceita realmente e faz com que, qual é a forma de se despertar? é que vem o representante do cristão Heno, né, e trazer ali, fazer a prece dominical, o Pai Nosso. Olha que belo. E ali ele teve a oportunidade de exercitar na realização deste Pai Nosso numa numa sincronia tão bela que eu imagino assim que todos estremeceram no emocional e ele estava já fulgurando e entendendo o quanto o que lhe aguardava posteriormente para vivenciar nesse encontro magistral redentor com o mestre Jesus. E é o que acontece, minha gente. E a Emanuel faz numa narrativa tão bela e mostrando aí que sim, que Blandina se vai, mas deixa a fonte de um amor puro que era quinto céus, onde inverte-se os papéis. O filho que era o pai torna-se pai, embora filho, que era quinto céus, que a reencarnação de quinto varro, mas que verdadeiramente
fonte de um amor puro que era quinto céus, onde inverte-se os papéis. O filho que era o pai torna-se pai, embora filho, que era quinto céus, que a reencarnação de quinto varro, mas que verdadeiramente disse assim: "Meu pai, tu não estás sozinho, eu estou aqui". E ali naquela segurança, ele sentia realmente a divindade. E foi justamente aquele jovem que conduziu o próprio eh pai, né, que era Taciano, que estava ali na representação do pai para ele. E assim a gente vê o que acontece naqueles momentos finais. Taciano. Então nem chega, eles nem chegam a ir para casa, porque depois que Blandina vai embora, naquele todo aquele culto era noite e eles já foram levados para a prisão e para que ficavam sabendo conjunto aos cristãos que iam ser levados para serem tornados tochas vivas nos postes e serem devorados pelas feras. Mas a fé daquele jovem era tão grande que eu imagino que era Taciano vendo, mas cego espiritualmente. E o quinto Celso era o seu guia que estava ali guiando. Ia saber inclusive aonde era, onde era o poste que ele iria estar. E olha que coisa linda. No sentido maior não tem como chorar, gente. Hoje de manhã eu reli de novo esta frase e aí Gucha, gente do céu, imagine ele sabendo, táciando agora, qual seria o local que ele iria ficar e o que é que acontece? Ele vê quint céus naquele momento a receber a informação que as tochas iriam vir e o que ele faz, o que ele pede, faz a oração dos cristãos. E foi através do Pai Nosso que neste momento quinto céus começa a fazer a oração. O Pai nosso que estáis nos céus até o final e na Remânel numa descrição belíssima que quando começa ele quer ouvir novamente a voz de Quinto Celso, mas não escuta mais a voz. E o que é que ele vê? Uma pata do leão que toca em Taciano também. E Taiano também ali desencarna e naquele torpor estava esperando, imaginando, né, encontrar o filho. Mas quem ele encontra naquele instante? Desprende-se e o espírito imortal que ali vive. Chega então o pai na missão grandiosa de ter vencido os 100 anos
a esperando, imaginando, né, encontrar o filho. Mas quem ele encontra naquele instante? Desprende-se e o espírito imortal que ali vive. Chega então o pai na missão grandiosa de ter vencido os 100 anos de poder verdadeiramente encontrar-se com o filho e o abraça. E naquele instante Taciano desperta e não mais vê qu Vinto Celso, mas vê o seu pai, quinto varro, que o abraça e o que diz verdadeiramente: "Estou aqui e estamos com Jesus. Imagine o reencontro belíssimo de quem realmente teve uma vida. E ali ele diz: "Eu sou cristão". E o Avec Cristo chega numa bandeira linda e belíssima com Bandina. Vamos lá, gente. Com quem mais? com Lívia, com Basílio, com todos esses, com Rufo, com Silvano, com todos os cristãos que encontraram-se com Cristo e que realmente fizeram acontecer. E naquele instante é o momento triunfal em que Taciano ganhou a sua existência na Terra. E aí, ação, que possamos nós verdadeiramente nesse encontro, quantas vezes nós negamos o Cristo e lendo uma história como essa, não vamos mais perder tempo. É um chamamento de Jesus ao nosso momento, ao nosso encontro, para que a gente viva sim aqui e agora nessa transformação interior, porque Taciano conseguiu. Imagina um elevo, as luzes do alto, a presença do Cristo vindo verdadeiramente na representação dos seus apóstolos, apóstolos do amor. É isso, gente. E é assim, enxugando as lágrimas, né, pela emoção do livro, que nós terminamos este Literatura espírita especial dentro da programação. É isso mesmo, gente. Fica para um próximo, né? esse literatura especial dentro da programação da 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, a quem agradecemos assim imensamente pela oportunidade de reler o AV Cristo, de pensar sobre essa obra, de estar com esses amigos aqui. Então, para encerrar muito rapidamente, quero começar com o Max, uma frase que estimule os leitores a lerem AV Cristo. Ame. Entregue-se. Não lute, ame-se. >> Jamile. E você? Eu lerei uma frase que está aqui no livro que é do retorno de quinto varro,
eçar com o Max, uma frase que estimule os leitores a lerem AV Cristo. Ame. Entregue-se. Não lute, ame-se. >> Jamile. E você? Eu lerei uma frase que está aqui no livro que é do retorno de quinto varro, como quinto céus, em que ele se aproxima do filho e diz: "Meu filho, meu filho, Deus é amor infinito, não desfaleças. A oportunidade de redenção ressurge sempre com a divina misericórdia. Reanima o coração perturbado e levanta-te. Nossa boa e santificante luta apenas começa. Para utilizar também uma frase, eu retomo o prefácio, já foi lido. A ideia divina precisa de braços na terra. As bênçãos dos céus precisam de recipientes na terra. que nós sejamos esses recipientes inspirados na história, sabendo que todos podemos nos tornar esses recipientes. Você, Raquel, sua frase >> e a frase final é o da bandeira do Cristo. naqueles instantes em que eles tiveram esse grande encontro com Jesus, todos os personagens da obra que estava escrito assim: "Ave Cristo, os que vão viver para sempre te glorificam e saúdam. E que possamos ter internalizado, honrando ao Pai, através das nossas atitudes, mudança interna de postura, com amor, com sabedoria e, acima de tudo, rumo à evolução. Muita paz. E a minha frase é: "Não perca tempo, se dê de presente a oportunidade de se emocionar com Emanuel, Taciano, Lívia, Blandina e todos os personagens que lá estão." Muito obrigada por essa manhã. Antes de vocês saírem, o fotógrafo pede para que nós façamos uma foto aqui, nós quatro, junto com o público. Então, não saiam. E os internautas, muito obrigada por essa audiência da semana espírita de Vitória da Conquista. Vocês todos aqui, ó, vou pegar o pessoal do fundo. A >> c anos nasci o programa Literatura Espírita, um espaço de aprendizado, emoção e luz. >> Olá, amigos, você dia. Sou Lino >> e este é o Literatura Espírita. Prazer em Conhecer. Estou aqui para conduzir junto com vocês primeiro programa, a segunda temporada, terceira temporada, a quarta temporada, aa quinta temporada, sexta edição, sétima temporada, nossa
Prazer em Conhecer. Estou aqui para conduzir junto com vocês primeiro programa, a segunda temporada, terceira temporada, a quarta temporada, aa quinta temporada, sexta edição, sétima temporada, nossa oitava temporada, nona temporada, a 10ª temporada, 11ª temporada. Neste programa construído em equipe e escrito temporada após temporada, prendemos que as palavras têm o poder de tocar a alma. >> Exultai-vos e alegrai-vos. Grande é a vossa recompensa nos céus, porque assim perseguiram os profetas que vieram antes e vós. >> Nos momentos mais difíceis, foi a literatura espírita que ofereceu consolo, esperança e fé. as famílias enlutadas pela Covid-19. Já são mais de 520.000 mortos no Brasil e queremos a todas essas famílias falar da consolação que o Espiritismo traz. >> Ela também educa desde cedo e forma novas gerações >> pelas figuras, então são todas muito coloridas, né? >> E nos lembra da humildade diante da obra divina. >> Eles são cisco e nós estamos a caminho do cisco. Então não sei como categorizar, né, a situação em que estamos. Cada história é um convite à reflexão. Cada página um chamado ao coração. >> Não precisa contar essa história que é longa. Vá pro livro. E em cada encontro, uma prece, um agradecimento a Deus por esta oportunidade. Tu >> nos facultas amplas potencialidades para que nós possamos resistir e levar a tua mensagem a muitos lugares que nós nem sabemos. Cada página lida foi uma chama acesa, cada encontro um raio de esperança. Que venham novos capítulos, novas vozes, novos horizontes. E a você que esteve conosco nesta caminhada, o nosso muito obrigada. Que a luz continue a nos guiar, iluminando mentes e corações hoje e sempre. Quantas emoções, quantas emoçõ >> nossa gratidão a Deus, inteligência suprema do nosso universo, a vocês que estiveram aqui conosco nesta manhã e aos nossos irmãos internautas. Nós retornaremos logo mais às 15 horas com a roda de conversa Perdão sempre com Elane Cap, Eulália Bueno, Max Lânio e Marina Alves. E na nossa palestra às 20 horas,
hã e aos nossos irmãos internautas. Nós retornaremos logo mais às 15 horas com a roda de conversa Perdão sempre com Elane Cap, Eulália Bueno, Max Lânio e Marina Alves. E na nossa palestra às 20 horas, a reparação com Vittor Hugo. Boa tarde a todos. Permaneçam com Deus. Muita paz.
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