A Vivência do Amor - Cap. 6 | Autoamor | Lacordaire Faiad
Estudo espírita do Capítulo 6 da obra A Vivência do Amor, de Lacordaire Faiad, refletindo sobre *Autoamor* à luz da Doutrina Espírita e dos ensinamentos do Evangelho de Jesus. Uma análise profunda sobre a transformação moral, a reforma íntima e a vivência do amor como caminho de crescimento espiritual. Um convite à reflexão sobre como nossas atitudes revelam o grau de amadurecimento da alma e influenciam nossa evolução. Playlist a Vivência do Amor: https://youtube.com/playlist?list=PL_M4d6Nib6Q9nndIGFAhmePvhGv7b2HyF&si=Jg8fjUxlikoQ3Otu Informações do Estudo: 📖 Obra: A Vivência do Amor 📌 Capítulo: 6 — Autoamor ✍️ Autor: Lacordaire Faiad 📆 16.04.2026 📺 Realização: Sala Virtual Joanna de Ângelis Espiritismo aplicado à vivência do Evangelho. Playlist a Vivência do Amor: 🔗 Redes Sociais: ✨ Seja membro do nosso canal e apoie este trabalho de luz: https://www.youtube.com/@salavirtualjoannadeangelis/join https://youtube.com/@salavirtualjoannadeangelis?si=fFdzKOlOBpIGFsUa Instagram: https://instagram.com/salavirtualjoannadeangelis #salavirtualjoannadeangelis #divaldofranco #joannadeângelis #lacordairefaiad #vivenciadoamor #espiritismo #doutrinaespirita #evangelhodejesus #autoamor
เฮ Boa noite, meu amigo La Corder. Seja bem-vindo. >> Boa noite, querida Cleide e a todos os queridos corações, amigos que nos ouvem, que nos assistem, né, nesse momento tão importante para todos nós. >> Seja bem-vindo aqui a mais um programa, né, mais um estudo >> sobre o livro Alto Amor, que é este livro aqui que nós estamos estudando. E hoje nós estamos no capítulo seis. Vamos falar sobre o alto amor. O livro é a vivência do amor. Vamos falar hoje sobre o alto amor. Capítulo se >> isso é verdade. Seis. Isso mesmo. >> Cumprimentando aqui também todos que estão aqui conosco. Uma boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos. E para dar início à nossa live hoje, ao nosso estudo, eu vou iniciar com uma prece. Pode ser. >> Tá com maor carinho. >> Então vamos lá. Vamos agradecer, começar agradecendo a Jesus, o primeiramente a Deus, nosso Pai celestial, a Jesus o nosso mestre, pela oportunidade de estarmos aqui reencarnados e trabalhando e podermos falar em seu nome. Obrigada, mestre Jesus. Obrigada, espiritualidade amiga que nos acompanha. Envolva-nos. Envolva o nosso querido irmão Lacir, que vai falar para nós hoje com propriedade e sabedoria. Envolva todos os nossos irmãos que estão aqui nesse chat assistindo a gente, a todos aqueles que não puderam estar conosco nesse momento, mas que virão a ter depois, que recebam. a a palavra as palavras que confortam os seus corações. Obrigada, mestra amiga. E que assim seja. >> Agora é com você. Ok, Cleid, muita gratidão a você, a toda essa equipe aí da sala Joana de Angeles e a todos esses corações amigos generosos que nos ouvem, né? Quando a gente fala de amor, de quem que nós lembramos? daquele que todos nós temos muita saudade. Ele, Joana de chama o peregrino do amor. Quem de nós não temos saudade de Jesus? Não é verdade? E saudade a gente só tem de quem a gente ama. E também só tem saudade de quem ama. Mas a saudade de Jesus, ela tem um sentido muito especial, porque o espírito Emanuel no livro Caminho, verdade e vida, ele coloca que
e só tem de quem a gente ama. E também só tem saudade de quem ama. Mas a saudade de Jesus, ela tem um sentido muito especial, porque o espírito Emanuel no livro Caminho, verdade e vida, ele coloca que depois de de Deus é uma presença permanente nas nossas vidas, é Jesus. Jesus é uma presença permanente nas nossas vidas. E aí nós vamos entender porque que realmente essa saudade de Jesus, ela é muito intensa. E ele diz assim: Jesus nos conquistou na sua tutela, não somente por amor, mas também por um testemunho pessoal. Eag é um teórico da psicologia infantil, ele coloca que, assim como também Valon, que é um outro um sociólogo, um psicólogo infantil francês, toda criança ela tem necessidade do adulto socializado para inseri-la no social. Então, todos nós temos muita necessidade de alguém como nos ajudar a chegar onde nós chegamos. e na manifestação do amor. Então, Jesus é esse tutor maior. E lá em João, quando ele é questionado se ele é maior do que Abraão, ele diz: "Antes que Abraão fosse, eu sou". E o espírito Emânio ainda neste livro Caminho, verdade e vida, ele coloca que Jesus é o nosso tutor do nosso primeiro dia. O que que significa? Significa que antes que nós chegássemos à categoria de amor, Jesus já nos aguardava amorosamente para estar tutelando a nossa busca, a nossa viagem no despertar do nosso Cristo interno. Então, há o auto amor e o alo amor. O autoamor é se autocuidar, se autovalorizar, se autorrespeitar, se autoacolher. E o alo amor é o amor que nós nutrimos aqueles que gravitam em torno das nossas vidas. E neste capítulo deste livro, A vivência do amor, prefácio da nossa veneranda Joana deângeles, essa benfeitora da humanidade, que fez a caridade de nos ofertar o prefácio. Ela então coloca que a recomendação de Jesus sobre o amor é de eficácia incontestável por ser este sentimento gerador de valores responsáveis pela felicidade humana. Ela diz: "O amor dulcifica o ser e incita-o às atitudes edificantes da vida. tá no livro Plenitude, na no 18º capítulo
l por ser este sentimento gerador de valores responsáveis pela felicidade humana. Ela diz: "O amor dulcifica o ser e incita-o às atitudes edificantes da vida. tá no livro Plenitude, na no 18º capítulo deste livro. E aí nós vamos entender porque a gente fala o que que realmente é o amor. Eu tenho uma amiga que ela tinha muita dificuldade de dizer: "Olha, eu te amo. Olha, eu gosto muito de você. Eu gosto". A única pessoa que eu amo mesmo que eu falo, são meus filhos. Mas eu tenho dificuldade de falar até paraa minha mãe. Eu fui e disse: "E você não me ama?" Não, eu gosto de você. Ah, muito bem. Que bom. Gostar é amor? Não, o amor é uma coisa mais profunda ainda. Ah, muito bem. E eu fiz uma um analogia junto com ela. Se você pegar água, o vapor de água é água. É. O gelo é água. É, então se você me ama, gosta de mim, vamos dizer que é o amor gelo, o amor vapor. Então nós vamos perceber que o amor ele tem uma agradação. Todos nós amamos. Todos nós. João, no seu evangelho ele diz: "Deus é amor." Esse Deus é amor e lá na Gênese bíblica fala que nós fomos criados a imagem e semelhança de Deus. O que que significa? Significa que nós trazemos conosco todos os atributos da divindade conosco. Deus é infinito e nós somos seres imortais. Deus é unisciente, onipresente e nós somos seres marchando para a autoconsciência. Então, se Deus é amor, nós também somos amor, essencialmente falando. Porque Deus sabiamente, ao nos criar, nos dotou de todos os seus atributos. Mas como ele criou a lei de do trabalho que nos leva ao progresso, ele nos criou todos em sementes dessas virtudes para que nós possamos trabalhar. Então, quando nós estamos nos esforçando para desenvolver os nossos valores, nós estamos nos amando. E a forma mais adequada e eficaz de amar qual é? praticando. É igual eu lhe perguntar como é que você anda? É tão simples e a gente às vezes não se dá conta. Você não fica, ó, vou levantar um pé de um jeito, vou levar um outro, não. Você anda naturalmente. O amor ele se manifesta de uma forma
que você anda? É tão simples e a gente às vezes não se dá conta. Você não fica, ó, vou levantar um pé de um jeito, vou levar um outro, não. Você anda naturalmente. O amor ele se manifesta de uma forma muito natural. Quando nós então estamos praticando amor em várias suas modalidades, nós estamos amando. Por exemplo, muitas vezes nos atendimentos que nós fazemos enquanto psicólogo, às vezes diz assim: "Olha, minha mãe não me amava, meu pai não me amava." E eu pergunto: "Mas como que você acha que ela não te amava?" Não, ela não era de fazer carinho, ela nunca falou que me ama. Então nós vamos perceber o amor responsabilidade, o amor cuidar. Aquela mãe que ela não tem a expressão do amor afetividade, mas tem um amor responsabilidade, porque a afetividade ela já é o polimento do amor. a gente vai aprendendo a ampliar em nós, através do exercício esse processo pelo qual todos nós somos convidad a desenvolver paulatinamente no nosso ciclo interrelacional e também conosco esse ciclo virtuoso do amor. Porque o amor ele é um processo de dar e receber. É uma via de mão dupla. da e receber a si mesmo para dar e receber também na relação com o outro a semelhança da flor que para que ela possa ofertar o seu perfume ao jardim onde ela se encontra generosamente plantada, primeiro ela se autoperfuma. E ao se autoperfumar, nós estamos inseridos dentro da lei de sociedade, de solidariedade, da lei de fraternidade. O que acontece? Ela não sai gritando, olha, eu tô produzindo perfume. Não. Existe o irmão vento, a irmã Brisa, que pega o perfume da flor e vai espargindo por todo o jardim de uma forma silenciosa, sem alarde, envolvendo todos à sua volta com brandura. E aí o que acontece? Como nós estamos mergulhados nas leis sábias e mutáveis do universo, uma das leis mais importantes é a lei de causa e efeito. O que que acontece com a flor ao perfumar o perfume, ao perfumar, ao se perfumar e perfumar o jardim? Ela está também agora socializando o seu amor. E aí nós vamos entender que a
ei de causa e efeito. O que que acontece com a flor ao perfumar o perfume, ao perfumar, ao se perfumar e perfumar o jardim? Ela está também agora socializando o seu amor. E aí nós vamos entender que a melhor forma de nós colaborarmos com alguém na sua mudança é com a nossa mudança. Por quê? A flor, se ela está onde ela está plantada, a terra não lhe pertence. como também não lhe pertence nem a própria raiz, como não nos pertence o nosso próprio corpo. Nosso corpo é um empréstimo divino, o que leva o espírito humano dizer que nós moramos numa casa como um inquilino, sem pagar o aluguel, mas com uma responsabilidade amorosa de estarmos crescendo na arte de amar e expressar este amor através de duas funções amorosas que Deus nos dotou. enquanto cocriador e colaborador. Então, quando a flor está ali, olha, naquele movimento dela estar com a terra, nem a raiz é dela, nem o corpo é dela, o que é dela é a magia de estar juntando os elementos de Deus, a terra, a raiz, o humo. E ela vai agora está produzindo pela força da vontade. juntando esses elementos, ela começa agora a juntar todos esses elementos que estão contido, que a natureza, que a vida nos oferta e vai agora produzir o seu perfume e socializar inesgotavelmente, de uma forma abundante aquilo que ela produziu. Então daí nós vamos percebendo da mesma forma somos nós. O amor é você juntar esses elementos que a vida nos oferta para o seu autocrescimento, para o nosso autoaprimoramento. Porque amar é cuidar, amar é zelar, amar é se autorrespeitar, amar é se autovalorizar. E todos nós somos convidados como filhos de Deus. Estamos fazendo pela força da vontade, juntando todos esses elementos contidos no universo que Deus inesgotavelmente oferta a todos os seus filhos, porque não há privilégio diante da divindade. E foi fruto desse esforço nosso. Nós vamos então entrando num ciclo pelo esforço amoroso de estarmos devolvendo através de um movimento de colaborador e cocriador da divindade com aqueles que estão à nossa volta. E aí nós vamos
osso. Nós vamos então entrando num ciclo pelo esforço amoroso de estarmos devolvendo através de um movimento de colaborador e cocriador da divindade com aqueles que estão à nossa volta. E aí nós vamos perceber que aqueles de nós que realmente daí nós vamos perceber que nos colocamos uma codependência de ser servido, não percebemos que estamos numa infantilidade psicológica ou espiritual. Porque Joana de Angeles, essa benfeitora da humanidade, ela utiliza de uma metáfora no livro Amor, imbatível Amor, que nós somos a semelhança de uma semente e trazemos dentro de nós todos os ingredientes necessários para nos tornarmos pessoas felizes. Da mesma forma que dentro da semente não falta nada para despertar a árvore que a tipifica. Então daí a importância de nós entrarmos num processo de autoconsciência. Por quê? Nessa autoconsciência, eu vou entrar nessa sintonia porque eu vou estar acessando uma das leis mais importante da nossa vida na relação com o universo e com o criador, que é a lei de permissão. Somos nós quem nos permitimos ou não o nosso anjo de guarda estar conosco. Somos nós quem nos permitimos desfrutar de tudo que a vida está nos oferecendo para que possamos fazer o nosso crescimento espiritual. Então, Deus é amor, como diz João. Na parábola dos dois filhos, nós vamos perceber nitidamente ali o primeiro filho é o ego evidente que saiu para gozar da vida numa numa exigência de querer ser servido, de querer estar ali gozando a vida em todos os seus sentidos num processo superficial. O outro é o filho que estava com o pai, mas não estava na intimidade da casa do pai. Por isso que quando o filho mais novo chega, ele pergunta ao capataz: "O que que está acontecendo? Seu pai tá fazendo uma festa? Seu irmão voltou e quando ele vai com o pai, ele vai recriminando, censurando. Como pode? Esse aí saiu, foi viver do jeito que ele queria. O senhor ainda agora faz essa festa como Deus na parábola Jesus coloca. É o símbolo é Deus. Ele é de amor inesgotável. Para Deus todos nós, por mais que nós
aí saiu, foi viver do jeito que ele queria. O senhor ainda agora faz essa festa como Deus na parábola Jesus coloca. É o símbolo é Deus. Ele é de amor inesgotável. Para Deus todos nós, por mais que nós venhamos a sair da sintonia da lei de amor, justiça e caridade, porque não tem como nós contrariarmos as leis divinas. Ou nós nos aproximamos ou nós nos afastamos. Então aquilo que afastamos, diz o espírito Joana de Angeles no livro Plenitude, a dor e o sofrimento só se faz presente onde o amor se faz ausente. Então nesse momento que ele vai recriminar com o pai, o pais ô meu filho, ele ainda diz mais. El o Senhor nunca me deu nada, nem um cabrido para que eu possa festejar com os meus amigos. Então ele estava numa atitude de falso amor. O outro estava numa atitude de desamor mesmo. Porque amar é cuidar, amar é zelar, amar é se autorrespeitar, amar é se autovalorizar, o amar é buscar se autoentender. Então é o amor em ação. Então, naquele momento, o pai diz para ele: "Meu filho, tudo que é meu também lhe pertence". Olha a lei de permissão. Então aquele de nós que queremos ser servido, receber sem a iniciativa de nos entregarmos ao esforço de superação das nossas próprias dificuldades, das nossas limitações, no exercício do autoacolhimento amoroso. Porque não é problema nós errarmos, não é problema eu ter dificuldade, eu ter conflito. Agora, o que que eu quero fazer com esses meus conflitos? Porque o auto amor, como está lá na própria questão 132 de o livro dos espíritos, qual o sentido da reencarnação e expiação e provas. Então, é compreensível que muitos de nós reencarnamos trazendo muitos capítulos muito bem resolvidos. Há outros capítulos que nós deixamos a desejar. Trazemos conosco a inveja, o sentimento de rejeição, o sentimento de abandono, a tendência ao alcoolismo, ao tabagismo, ao sexo desvairado. Isso é compreensivo. É por isso que Allan Kardec coloca lá no livro do no Evangelho causas atuais e causas anteriores das aflições. Então, o autoamor não é eu me censurar, eu me
o, ao sexo desvairado. Isso é compreensivo. É por isso que Allan Kardec coloca lá no livro do no Evangelho causas atuais e causas anteriores das aflições. Então, o autoamor não é eu me censurar, eu me criticar, pelo contrário, eu me autoacolher. Então, aqueles de nós que entramos num processo de estarmos buscando ser servido, nós estamos justamente numa infantilidade ou numa imaturidade psicológica ou espiritual. Estamosando em uma infantilidade relacional, primeiro conosco e também com a vida e com aqueles que gravitam em torno de nós, querendo desfrutar de um perfume que ainda nós não trabalhamos para gerar essa sintonia com os valores responsáveis que nos planificam, nos proporcionam a felicidade. Por quê? Conforme disse Jesus, a cada um, conforme as suas obras. Quando nós vamos lá na parábola do Senhor da vinha, por que que aqueles que chegaram por último ganharam o mesmo salário dos primeiros? Então, o auto amor somos nós quem nos planificamos, somos nós quem vamos nos recompensar pela lei de causa e efeito. Nós recebemos de volta o que produzimos. Então, aqueles que chegaram por último, o salário ali que Jesus estava colocando não é financeiro, é o salário da satisfação, da alegria de estar se colocando no trabalho do bem. Então, quando nós entramos neste padrão de carência afetiva, porque Deus não cria ninguém incapaz nem coitadinho, mas eu me sinto, eu me sinto abandonado, eu me sinto rejeitado, eu me sinto não correspondido. É compreensivo. Agora, o que que eu quero fazer com isso? Então isso revela uma insegurança que trazemos no nível psicológico, emocional profundo, nos levando a ficar nessa codependência da validação do outro, da vida. E aí eu não me dou conta que no nível subconsciente eu quero através desse apego ficar controlando o outro, o tempo. E aí o que que acontece? Nós vamos perceber que entra o ciúme, o medo, a insegurança. E diz Giibran, Cali Gibran. Ninguém é de ninguém. Então eu fico naquela busca de perceber se eu sou amado ou se eu tenho
que que acontece? Nós vamos perceber que entra o ciúme, o medo, a insegurança. E diz Giibran, Cali Gibran. Ninguém é de ninguém. Então eu fico naquela busca de perceber se eu sou amado ou se eu tenho algum valor. E isso vai nos remeter, no fundo, uma insegurança e merece todo respeito e carinho, que é como se eu quero perceber se eu realmente existo. O autoamor é você se acolher nas suas dores. E aquela dor que eu tenho comigo, se eu não me acolho, aquele conflito, aquele trauma que eu trago comigo, se eu não me acolho, se eu não me respeito esse sentimento, essa dor que está psiquicamente ou per espiritualmente na minha alma, psiquicamente, vai doer num momento inadequado, onde tá todo mundo alegre, feliz, menos eu, onde tá todo mundo alegre, eh otimista e eu num padrão de pessimismo, de medo, de insegurança, além de doer no momento inadequado, eu vou descontar em quem não tem nada a ver com isso. Aquele momento que eu poderia estar muito bem com a esposa, com o filho, com o marido ou com o colega de trabalho, toma uma atitude de desamor, eu projeto isso no outro. Ou então essa dor ela vai manifestar, porque essa dor ela no fundo é um carteiro me convidando a repensar a minha condução comigo para sair de uma atitude, de um ciclo vicioso de desamor para o autoamor. E quando ela revela no corpo, na maioria das vezes revela na forma de doença. cefaleia, é artrite, é artrose, é problema de coluna e assim sucessivamente as doenças autoimune. Então nós sentimos nesse movimento, nessa insegurança, por não estar percebendo quem eu sou, primeiro para mim e quem eu sou nos meus diversos papéis, como pai, como mãe, como professor, o que acontece? Eu vou me sentindo nesse movimento por por não saber quem eu sou. Eu vou ficar preso ao que eu tenho, ao que eu faço, ao que eu estou. Aí passamos a sentir como se eu fosse incapaz de me autoamar. E aí o que que acontece? Nós entramos no movimento de crenças limitadoras. E aí com isso nós nos desconectamos do nosso grande potencial criativo e por
sentir como se eu fosse incapaz de me autoamar. E aí o que que acontece? Nós entramos no movimento de crenças limitadoras. E aí com isso nós nos desconectamos do nosso grande potencial criativo e por consequência esse movimento ele nos deixa em um vazio existencial de nós mesmos. E por não nos percebermos como sendo a nossa própria fonte amorosa, nós vamos buscar no outro o amor que essencialmente nós não estamos nos dando, fugindo da responsabilidade de se autocuidar do trabalho que dá eu cuidar de mim mesmo. Busquemos o exemplo prático. Quando Jesus está lá na beira do poço de Jacó, que chega a samaritana, Jesus pede que ela lhe dê água. Mas naquele momento ela questiona, como é que pode ele judeu falar com a samaritana? Mas o que é mais importante é que Jesus diz assim: "Eu tenho a água da vida e quem desta água beber jamais sentirá sede". O que que é a água da vida? A água do autoamor, do autorespeito, da autovalorização. É a água do exercício das virtudes que nós trazemos dentro de nós em estado de latência. Uma vez que você desenvolve essa ou aquela virtude, nós não a perdemos, porque o bem não tem vencimento. Por isso que é muito importante esse esforço, não é forçar. Forçar é violentar, esforçar, eu saber onde eu estou, com meus medos, com as minhas inseguranças e onde eu quero chegar na autoconfiança. Então, eu vou agir de uma forma proativa. Por quê? Quando eu entro na insegurança, aí nós vamos perceber o que Jesus colocou paraa samaritana. Ela não era uma pessoa acomodada, não era como muitos de nós temos toda uma movimentação para fora e não nos fazemos com aquilo que nós estamos fazendo. Porque a grande questão não é o fazer muito e também não é o quanto eu conheço, é como eu me trato, como eu me vejo, como eu me sinto naquilo que eu conheço. Jesus buscou pessoas muito simples e que se transformaram no estandarte da sua mensagem, do seu evangelho. Então a questão não é fazer muito, é se fazer, se construir, se autoamar com aquilo que nós estamos fazendo. Terese
uito simples e que se transformaram no estandarte da sua mensagem, do seu evangelho. Então a questão não é fazer muito, é se fazer, se construir, se autoamar com aquilo que nós estamos fazendo. Terese de Lisier, a nossa Santa Terezinha, menino Jesus, numa num livro que era um diário que ela escreveu e transformou-se num livro, o Diário de uma alma. E ela diz algo que muitas as mensagens muito profundas de muito alto amor, mas tem algo que ela diz que me marcou profundamente, porque Jesus ele é da simplicidade. O que que é a simplicidade? É a complexidade que se resolveu. Pessoas muito simples são muito diretas, são muito proativas. Quando nós às vezes nos tornamos prolixos, no fundo é minha insegurança que eu estou revelando. Então Jesus é o simples por excelência. E ela diz assim: "Quando nós nos amamos até no catar um alfinete que cai no chão por amor, nós estamos nos aproximando de Jesus". Terese de Lisier, ela tinha uma freira e a perseguia e a colocava nos serviços mais tormentosos para muitos. E ela fazia como tivesse fazendo na oportunidade de aproximar e deixar naquilo que ela estava fazendo a sua energia amorosa. E era com esta freira que ela tratava com maior respeito, maior carinho, tinha sempre um sorriso para ela. Por quê? Ela se autoamava, ela não tinha uma relação de codependência. Então, no caso da samaritana, veja, ela tava no sexto marido. Então, era alguém que estava se buscando, mas no outro. E quando eu me busco no outro, eu entro no num padrão de codependência. E a codependência ela não nos planifica, pelo contrário, ela gera um vazio existencial e anda em torno de mim um campo de energia repulsiva. Aquela pessoa que ela fica pegajosa, aquela pessoa que tá, onde é que você estava? Com ciúme, eh, com medo, insegura. Então, fruto dessa insegurança, entramos em uma ilusão de controle do outro, das circunstâncias, do tempo e nos tornamos uma pessoa que passa a ter uma conduta pegajosa. Nessa conduta pegajosa, eu vou ficar sempre focado no outro e nas situações
ma ilusão de controle do outro, das circunstâncias, do tempo e nos tornamos uma pessoa que passa a ter uma conduta pegajosa. Nessa conduta pegajosa, eu vou ficar sempre focado no outro e nas situações externas. Com isso, o que que acontece? Não há troca de energia. Isso não nos revitaliza amorosamente e vai despertando um sentimento de ciúme, de inveja, de medo, de insegurança, de ansiedade, medo de perder e vou entrando num profundo sentimento de abandono, que também nós projetamos esse sentimento de abandono nas pessoas, nas situações, mais profundo ainda, no criador. Aí nós entramos naquele sentimento de desamparo. E quando nós agora buscando a referência maior que é Jesus, nós passamosnos autoacolher quando ele diz assim: "Vinde a mim, todos vós que achais sobrecarregados e oprimidos, e eu vos aliviarei." Vem ao encontro do autoamor. Vem ao encontro do autoacolhimento. Trate você como aprendiz da vida. Qual problema você errar? Todos nós erramos. E tudo que hoje nós fazemos muito bem, nós erramos muito. O que que é o erro dentro da visão da psicologia espírita? Como diz a venir, a Joana de Anângeles, essa benfeitora da humanidade, o erro é uma experiência nos convidando a nos acolher. e analisá-lo e transformarmos essa experiência numa experiência aprendizado. E de tanto eu me autoacolher, me autoamar enquanto aprendiz da vida, eu vou transformá-la agora numa experiência exitosa. Então, quando eu ajo em sintonia com a lei de amor, justiça e caridade, carneg sintetizando todas as vez, primeiro comigo e também na relação com o meu próximo, nós estamos vivenciando o convite amoroso da vida e passamos justamente a compartilhar nas nossas relações com entusiasmo, com alegria de viver, ofertando de forma muito espontânea, com serenidade, sem cobrar nada do outro nessa conduta colaborativa e cocriativa e não invasiva. Porque quem ama não cobra nada. E esse é o nosso exercício. Quem ama ama pela alegria de amar e fazemos aquilo que estiver ao nosso alcance. Por quê? Tem uma mensagem no livro Ponte Viva,
ão invasiva. Porque quem ama não cobra nada. E esse é o nosso exercício. Quem ama ama pela alegria de amar e fazemos aquilo que estiver ao nosso alcance. Por quê? Tem uma mensagem no livro Ponte Viva, chama-se Basta Pouco. O Espírito Emano coloca uma estrada por mais longa, ela foi feita palmo a palma, metro a metro, quilômetro a quilômetro. Então, nós vamos perceber que não é porque eu sei aquilo que já é bom para mim, eu vou ter prazer de realizar, mas eu vou me esforçar para isso. Então, vou estar buscando fazer aquilo que está ao meu alcance. Sabem que nós só podemos doar daquilo que nós já trazemos dentro de nós. Joana nos diz assim: "Quem dá o que tem está dando tudo". Então, passamos a exercer a nossa autonomia. Porque sabemos que Deus não criou ninguém coitadinho, nem capaz. E esse Deus de amor, esse Deus de ternura, este Deus de bondade, ao nos criar, ele já nos dotou de todo o poder do mundo. Todos nós temos todo o poder do mundo. Sobre quem? Sobre nós mesmos. Porque todo poder ele é autoconcedido. E pouco adianta alguém chegar para mim e dizer: "Dacordia, você é uma pessoa muito competente, muito inteligente, se eu não acredito em mim, vou olhar assim: "Ô falso, que que ele quer?" E a nossa mente, ela trabalha por associação, por comparação, por generalização e por eliminação. Se eu acredito que eu não sou capaz, se eu acredito que eu não sou, não dou conta num efeito autoipnótico que eu fico me falando, por mais que alguém coloque para mim que eu sou capaz, eu elimino qualquer possibilidade. E aí nós vamos perceber o quanto hoje, mais do que nunca, a própria neurociência vem demonstrando pessoas que tm um padrão de proatividade, de assertividade. O que que é a pessoa proativa? Uma pessoa que se autoama, aquela pessoa que sabe onde ela está e onde ela quer chegar. Ela tem um projeto de vida e ela sabe que de onde ela está, de onde ela quer chegar, tem todo um espaço que é difícil, não é trabalhoso. Porque o que é difícil? Aquilo que não foi trabalhado. O que que
la tem um projeto de vida e ela sabe que de onde ela está, de onde ela quer chegar, tem todo um espaço que é difícil, não é trabalhoso. Porque o que é difícil? Aquilo que não foi trabalhado. O que que é fácil? Aquilo que foi trabalhado. Então, tudo na vida é trabalho. O pai trabalha incessantemente e eu trabalho com ele, diz Jesus. Também vamos perceber que a pessoa que age com essa proatividade, ela vai se esforçar para isso. E mais ainda, ela tem também um ideal. E é justamente essa busca de nos autoamar é que vai garantir para nós, diante dos desafios que todos nós passamos, agir de forma assertiva. E hoje a neurociência, principalmente aqueles que se dispõem, que se coloca de uma forma otimista diante da vida. E aí nós vamos buscar Allan Kardec no capítulo 27 e 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Busque lá depois, capítulo 27, 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, quando Kardec fala do poder do pensamento, da força da vontade, o auto amor é o que vai realmente está permeando a força da vontade. E ele da Kardec conforme nós pensamos hoje, a neurociência mostra inclusive pessoas que têm o hábito da oração, tem um córtex, que é justamente essa parte acórtex cerebral, é que nos dá uma percepção de norteamento diante da vida. tem um córtex muito mais bem ali eh oxigenado e mais ainda. São pessoas que desenvolve melhor a proatividade, a intuição, a determinação. Ele cultiva o hábito da oração. Orar um ato de autoamor. E quando você ora por alguém que é oração intercessória, você está também se beneficiando e ao mesmo tempo colaborando com a divindade, com aqueles com quem você tá dirigindo a sua oração. E aí nós vamos entender o grande ato de auto amor. É o que nos diz nossa veneranda Joana de Ângeles. diz assim: "Remédio que se coloca na ferida do próximo é medicação que nós estamos colocando na nossa própria alma. Olha a lei de causa e efeito. O bem que eu faço volta para mim." E aí nós vamos perceber dentro dessa percepção, usando a metáfora da nossa benfeitora da
e nós estamos colocando na nossa própria alma. Olha a lei de causa e efeito. O bem que eu faço volta para mim." E aí nós vamos perceber dentro dessa percepção, usando a metáfora da nossa benfeitora da semente, nós somos a semelhança dessa semente que traz dentro de si em estado latente toda a potencialidade da árvore que a tipifica. Mas para que nós possamos desfrutar desta árvore, é fundamental que nós busquemos plantar a semente, regar a semente, cuidar da árvore, adubá-la. Da mesma forma somos nós. Você dar atenção, quais são as minhas dores, o que que hoje eu tenho melhor resolvido? Eu vou incentivar. onde eu tenho minhas dificuldades, eu vou me trabalhar. Então, quando eu passo a trabalhar comigo, trazendo essa autopercepção, eu tô exercendo um direito inalienável, que é o direito de me amar infinitamente, desenvolvendo as virtudes que todos nós trazemos em germe dentro de nós como dádivas do Criador, com a responsabilidade amorosa de desenvolvê-las. as virtudes através de exercícios diários no nosso dia a dia, das nossas reencarnações sucessivas, como mantendo a sintonia com a nossa consciência que é a voz de Deus dentro de nós, onde se encontra todo o código de diretrizes para o norteamento da nossa caminhada evolutiva. E aí vamos perguntar, e quando eu ajo com essa inautenticidade, o que que acontece quando nós agimos conosco com inautenticidade? Por quê? Deus, ao nos criar, sendo ele tudo, ele não precisava ter nos criado. Para quem que ele nos criou? Não foi para ele. Ele é o Senhor do universo. Até o universo que ele criou também não foi para ele, foi para nós. Agora, a parte sua, a parte minha, somos nós que acessando a lei de permissão, nós vamos nos permitir desfrutar. Então, quando Deus, ao nos criar, ele nos deu com uma direção para que você possa se autocuidar, se autovalorizar, se autorrespeitar, se autoamar. Por que que quando você erra ou quando eu erro, nós ficamos brigando conosco? Eu tô sendo autêntico ou inautêntico? Eu estou sendo amoroso ou agindo com desamor? Com
r, se autorrespeitar, se autoamar. Por que que quando você erra ou quando eu erro, nós ficamos brigando conosco? Eu tô sendo autêntico ou inautêntico? Eu estou sendo amoroso ou agindo com desamor? Com desamor. Porque o amor é eu me tratar num processo de autolhimento, como aprendiz da vida. Então, nessa relação de al de inautenticidade, o que que acontece? Eu entro num processo de autoengano. Quando eu fico me criticando, me censurando com isso, que que acontece comigo? Nós nos afastamos da nossa essencialidade. E qual é a consequência deste afastamento? Aí vem justamente os carteiros da vida, que são as leis divinas, principalmente trazendo através do quê? da irmã dor, do irmão sofrimento. Por isso que o espírito amigo que é nossa Joana de Ângeles lá ajudou na codificação, ela coloca: "A dor é bênção que Deus envia aos seus eleitos. Por quê? Se não houvesse a dor, como é que eu iria saber que eu estou andando com o pé virado?" Então, a dor, ela é um carteiro que bate a nossa porta, nos convidando para fazer a nossa mudança ou corrigir os nossos passos. Às vezes nós ouvimos muito, quem não muda por amor, muda pela dor. Você acha que muda? Não, não muda. Porque a pedagogia ou a andragogia de Deus é o amor. Por isso que ela diz a dor, ela é o carteiro, me convidando a ler a carta e mudar o meu comportamento, as minhas atitudes. Porque se dor mudasse alguém, penitenciária era fábrica de anjo. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô culpando o meu pai, eu estou culpando a minha mãe, eu estou culpando o prefeito, tô culpando o outro. E há um postulado da psicologia muito interessante. Diz assim: "Nunca, nunca colocar no outro a responsabilidade pelo que eu sinto, pelo que eu penso, pelo que eu faço, pelo que eu fiz e pelo que eu quero fazer." Por o outro não tem o poder de criar nada em nós, desperto que há em nós. É uma música que você ouve, um perfume que você sente, uma fotografia que você vê, isso acorda os nossos conteúdos internos. Por isso, lá na questão 459 de
e criar nada em nós, desperto que há em nós. É uma música que você ouve, um perfume que você sente, uma fotografia que você vê, isso acorda os nossos conteúdos internos. Por isso, lá na questão 459 de o livro dos espíritos, Allan Kardec pergunta aos benfeitores espirituais: "Interfere os espíritos na nossa vida, em nossos pensamentos, muito mais do que imaginais, a tal ponto que de ordinário são eles quem vos dirigem". Então, uma pessoa que tem uma atitude de ficar queixando, lamentando, reclamando, ela vai atrair também situações e pessoas com padrões semelhantes. Aí o que que acontece? Nós ficamos muitas vezes num processo doloroso e criando dores desnecessárias, voluntárias, porque a dor ela é inevitável, diz o espírito Joana de Angeles, mas o sofrimento é voluntário. É quando eu entro na queixa, na lamentação, eu estou numa atitude de autossabotamento. Já nos dizia Buda, Darta Gautama Buda. O homem sofre porque não reconhece as verdades que traz dentro de si. Que verdades são essas? Nós somos filhos de Deus, herdeiros do universo. Nós somos amor, somos aprendizes da vida. Nós som fomos criados para felicidade, mas a felicidade não é uma coisa que você compra na farmácia, nem no mercado. A felicidade ela é uma virtude recompensa do meu esforço de autoamor. Por o autoamor, ele é o reflexo do autorespeito, da autovalorização, que nos possibilitará trabalhar na reparação dos nossos equívocos do passado de forma responsável e amorosa. E essas experiências que Joana chama no nossos erros como experiências não legítimas que se encontram em dissintor, justiça e caridade. Elas nos acompanharão porque a lei de causa e efeito para que nós possamos estar agora ressignificando, para que nós possamos transmutar como um exercício de desenvolvimento das virtudes que já se encontram dentro de nós, principalmente quais? sentimento de aprendiz, desenvolvendo a humildade, desenvolvendo o discernimento. E essas experiências nós fizemos no nosso uma lição passada, nós falamos das virtudes.
o de nós, principalmente quais? sentimento de aprendiz, desenvolvendo a humildade, desenvolvendo o discernimento. E essas experiências nós fizemos no nosso uma lição passada, nós falamos das virtudes. Então, a gratidão que eu tenho, virtude da gratidão, a gratidão que eu tenho, que eu sinto pela liberdade de poder pensar, gratidão que eu sinto pela liberdade de poder sentir. Gratidão que eu sinto pela liberdade de poder fazer escolhas. Gratidão pela liberdade que eu sinto de poder reparar. Gratidão que eu sinto pela liberdade de poder evoluir continuamente. Mas isso só vai se dar quando eu busco agora diante dessas experiências não legítimas, que são fruto da nossa ignorância. E aí nós passamos a trabalhar essa ignorância. Ela tem três dívidas, tá lá na questão 115 do livro dos espíritos, como criados simples ignorantes. Simplicidade desprovido dessa complexidade hoje do homem e da mulher tecnológicos ignorantes do quê? Da verdade. Olha Buda falando. E ele diz assim: "E o e o caminho da ignorância leva ao sofrimento e a felicidade está em nós nos acolhermos na ignorância que ignoramos. Olha como é interessante são as verdades que vem ao encontro, principalmente do que Kardec Jesus vem nos ajudar. Conheça a verdade deula e a verdade sentida, aplicada nos libertará. Então, na maioria das vezes, nós confundimos as nossas fragilidades que temos, que são temporárias, com as virtudes que somos, que são permanentes em nós, como dade do criador em nós, para serem trabalhadas paulatinamente. E aí o que que acontece? Nós ao confundirmos, nós ficamos nos autodescaracterizamos. Ah, mas como que eu sou burro? Mas olha o que que eu fui fazer. Como é que pode? Eu tenho tanto conhecimento? Pode tanto, pode que você tá errando. Nós somos um aprendiz da vida. Agora é fundamental que eu busco realmente estar reparando, me acolhendo. A maioria de nós confundimos muitas vezes essas atitudes e como se eu tenho que brigar comigo para mudar. Eu fui uma vez no no escritório de uma amiga que era
realmente estar reparando, me acolhendo. A maioria de nós confundimos muitas vezes essas atitudes e como se eu tenho que brigar comigo para mudar. Eu fui uma vez no no escritório de uma amiga que era contadora e ela deixou cair os papéis com grampeador e tudo. E quando eu cheguei ela não me percebeu. E quando ela levantou disse: "Ah, você está aí, Lord?" Eu disse: "Eu estou, sua burra". Ela disse uma série de outras coisas. E aí ela diz: "Não, eu sou". Quando ela baixou, ela baixou já, mas eu sou uma burra mesmo. Eu sou uma desastrada para catar os papéis. Eu não disse nada. A hora que ela levantou, você está estou, sua burra, sua desastrada. Ela perguntou: "Mas por que que você tá me maltratando assim? Não estou lhe maltratando. Eu estou fazendo couro repetido o que você acabou de dizer. Olha o que que ela disse. É verdade. Eu sou viciada em me maltratar quando eu erro. Porque se eu não cobrar de mim, como que eu vou mudar? Ó, viciada. Que que é o vício? Uma coisa repetitiva, é um ciclo vicioso. Tem gente que tem o vício do desamor, de ficar reclamando, lamentando, queixando, se autodescaracterizando, sentindo abandonado, rejeitado. Isso é vício. Então, vou agora desenvolver o ciclo virtuoso do autoamor. E o ciclo virtuoso do alto amor. Tem alguém que nos deu uma receita, um caminho muito edificante e muito exitoso. Francisco de Assis. O desamor é quando eu fico brigando comigo. O ciclo de amor é quando diz: "Senhor, fazei de mim instrumento da sua paz". Ó, então a hora que eu tiver brigando comigo, Senhor, fazer que eu seja instrumento da sua paz comigo, porque toda mensagem do bem, do bom e do belo, ela é intimista. Quanto de nós já nos pegamos dizendo assim: "Ah, essa mensagem tá boa pro fulano eu vou vou levar." O outro dizendo assim: "Olha, quem deveria estar assistindo essa palestra é o Beltrano, mas nós não nos damos conta que essa dor é minha, esse conflito é meu." Chama na psicologia projeção ou deslocamento. Eu ainda não estou me autoacolhendo. E quando ela disse: "Ah, eu sou viciada
rano, mas nós não nos damos conta que essa dor é minha, esse conflito é meu." Chama na psicologia projeção ou deslocamento. Eu ainda não estou me autoacolhendo. E quando ela disse: "Ah, eu sou viciada e me maltratar", é um vício. Então, lá na oração de Francisco de Assis é um ciclo virtuoso de autoamor. Senhor, onde houver ofensa que eu leve o perdão. Quantos de nós ficamos nos ofendendo, Senhor? Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Quanto de nós ficamos num padrão de tristeza profunda pela culpa, por não nos acolher? E logo depois da segunda etapa da oração, Francisco já nos dá um outro encaminhamento que é o aprendiz que agora está se esforçando para devolver como cocriador, como colaborador pelo bem, pelo amor que a divindade nos concedeu, por tudo aquilo que carinhosamente e caridosamente a vida investe em nós. Então ele diz assim: "Fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, amar que ser amado". E aí nós vamos perceber que é a pessoa que se autoama. E quem se autoama mama pelo prazer de amar, ama e segue amando. Pois a maior recompensa do amor, qual que é? É amar. E quem se ama já se sente planificado pelo próprio amor, pela própria lei de causa e efeito, que ela se autonutre. Quando nós nos autoamamos, queremos o melhor para nós mesmos, mas também o melhor para os outros, pois não há amor sem o alo amor, sem o amor ao outro, como a própria flor ao se perfumar, ela perfuma o jardim. Da mesma forma, quando você usa um perfume desodorante, quem está próximo de você vai sentir sem que você fale nada. Então, assim como também a flor, ela não tem como impedir a expansão do seu perfume pelo jardim, onde ela se encontra plantada, da mesma forma a pessoa que se ama, a gente tem o prazer, a gente tem aquele carinho de estar junto dela. Quem não gostava de ficar perto de Chico Xavier? Quem que não gostar de chegar perto de Divaldo Pereira Franco e tantas outras pessoas que gravita em torno da nossa vida que você sentia que era pessoas que se autoamava.
ficar perto de Chico Xavier? Quem que não gostar de chegar perto de Divaldo Pereira Franco e tantas outras pessoas que gravita em torno da nossa vida que você sentia que era pessoas que se autoamava. E quando nós estamos nos amando, a nossa energia amorosa, ela se radia de dentro de nós, da nossa essência amorosa e se expande, envolvendo aqueles que gravitam em torno de nós, da nossa psicosfera de vida. E se irradia também pelo cosmo, pois já dizia Confúcio, esse grande pensador chinês, ninguém toca numa flor sem comunicar-se com as estrelas, pois o amor ele é sistêmico com a dor também. Uma dor de alguém na família mexe com toda a família, mas a pessoa que se autoama também radia por toda a família. Então, aqueles que estiverem na mesma faixa amorosa desse seu amor, vai estar percebendo através desse perfume, das suas atitudes, dos seus comportamentos, que nós quando amamos, nós nos autonutrimos e nos tornamos essencialmente visíveis ao coração do outro. E aí nós vamos buscar uma referência maior, que o convite da vida é de amor. Primeiro consigo mesmo e com o próximo. Como filhos de Deus, aprendiz da vida, nós somos convidados a agir com essa autoconsciência enquanto colaboradores e cocriadores da divindade, compondo essa sinfonia de amor que Jesus nos convidou amorosamente. Há uma passagem lá em João, no capítulo 13, versículo 34 ou 35, Jesus diz assim: "Dou-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisso todos conhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros. E aí nós vamos perceber que antes ele já nos deu uma outra dica. Amar o próximo como a si mesmo. Fazer ao outro que gostariam que fosse feito a nós. Olha o alto amor e o alo amor. E aqui ele tá fazendo uma mudança de níve, tá fazendo um upgrade na forma de amar. Porque tá falando para que nós o tomemos como referência. Amai os aos outros como eu vos amei. Por quê? Porque o amor é o hálito de Deus em nós, presente em todo
á fazendo um upgrade na forma de amar. Porque tá falando para que nós o tomemos como referência. Amai os aos outros como eu vos amei. Por quê? Porque o amor é o hálito de Deus em nós, presente em todo o universo e em todas as criações, desde o átomo primitivo ao arcanjo. Nós enquanto espíritos imortais que somos o amor, ele se encontra ligado a nossa identidade essencial, porque nós somos os únicos seres da criação que temos a condições de desenvolver a lei de liberdade, de responsabilidade conosco e na relação com o outro. que foi por amor. E Deus unisciente, soberanamente justo, amoroso, caridoso e bom, ele nos criou e ao nos criar nos deu para nós mesmo, nos colocando aos cuidados amorosos da tutela de Jesus e dos bons espíritos. E Deus, ele nos outorgou através da lei de liberdade, o direito inalienável da plena liberdade, de estar, como colocou bem nosso querido pobrezinho de Assis, ó Senhor, onde nós tivermos, como estivermos, fazei-nos instrumento da sua paz. Que Jesus nos abençoe e nos guarde no seu amor. Muita paz. >> Uma terapia para nós esse estudo, né? O seu estudo é uma é uma é uma terapia aqui para nós. >> Eu tenho eu tenho algumas perguntinhas aqui, mas primeiro eu quero avisar as pessoas que estão aqui no chat que nós vamos sortear esse livro aqui, ó, daqui a pouquinho, né? E aí o pessoal tem que escrever eh, eu quero ganhar o livro e a cidade da onde é? Depois das das perguntinhas, a gente vai sortear o livro. Então vocês ficam atentos aí e vamos lá. Vamos lá. La Corder, tem aqui uma uma >> uma pergunta aqui muito interessante que >> eu gostei muito. Deixa eu achar ela. Vou pôr ela aqui na tela. Certo. >> Olha, é da Fernanda. Ela diz assim: "Será que na Terra, como planeta de provas e expiações, ainda é possível o amor pleno dessa forma que o Lacorder explicou, sem exigir nada?" >> Sim. Por quê? Porque o exigir é do outro. Você exige do outro. Então acontece que a exigência é forçar. Então quando eu exijo algo de alguém ou de mim mesmo, eu não tô me respeitando,
exigir nada?" >> Sim. Por quê? Porque o exigir é do outro. Você exige do outro. Então acontece que a exigência é forçar. Então quando eu exijo algo de alguém ou de mim mesmo, eu não tô me respeitando, porque nada no universo tá forçando nada. O seu coração não tá brigando com o pulmão para ele funcionar. Então o respeito à liberdade é um profundo ato de amor. O rio não tá brigando lá com o coração para ele funcionar. Mas ainda de qualquer um dos órgãos que entrar em qualquer deficiência, todos os órgãos se juntam para ajudá-lo. Isso é o amor, é o auto amor e o alo amor. Então nós vamos perceber que você viver pleno esse amor dentro da nossa condição. Só de você estar orando, você tá num pleno ato de amor com você, na sua condição. Porque a questão não é o espaço físico. Quando você está orando, quando você está se autocuidando, se autoamando, você também tá conectando com corações generosos que já alcançaram essa altitude do amor e eles lhe potencializam. Da mesma forma quando nós estamos num atitude de desamor, por isso que o apóstolo Paulo diz assim: "Estamos envoltos por uma nuvem de testemunhas. Dependendo da nossa atitude, nós atraímos os nossos sócios de dificuldade ou de deficiência, quando são atitudes que de desamor. Mas quando você tá numa atitude de autorrespeito, de autovalorização, de autoacolhimento, você está entrando também na sintonia de asitos muito nobres. que nos amam profundamente. Quem não leu, vale a pena ler o livro Ave Cristo. Nós vamos ver lá um espírito que já não precisava mais reencarnar, um ano de 250 e reencarna para resgatar uma alma querida que vem como pai. E ali, na verdade, vem como quinto varro e quinto cécio, duas encarnações por amor na vida do filho. E na verdade, quem que é esse espírito? Hoje é o nosso Dr. Bezerra de Menezes, que tava lá na persona de de quinto Barro, quinto Celso. Então a gente vê que são espíritos que nos amam profundamente. Então podemos viver este amor plenamente, plenamente dentro da nossa condição evolutiva.
lá na persona de de quinto Barro, quinto Celso. Então a gente vê que são espíritos que nos amam profundamente. Então podemos viver este amor plenamente, plenamente dentro da nossa condição evolutiva. La Corder, deixa eu enviar uma uma quem não se ama se sabota. >> Com certeza. Por quê? O que que é se amar? Você se amar é você se perceber. E se perceber não é perceber o que você faz, não é perceber o que você pensa, não é perceber o que você tem, porque você é passageiro. Se perceber enquanto filha de Deus, enquanto aprendiz da vida. Então, com base em quem eu sou, amor, eu vou me acolher no que eu tenho, no que eu faço de desamor. Quando eu não me percebo, eu tô me sabotando. Aí eu fico me criticando. Como é que pode? Olha o que que eu tô fazendo. Como eu fui burro com uma amiga lá quando deixou cair o grampeador e os papéis. Então ela tava se confundindo com aquilo que ela tá fazendo. O auge disso do desamor é o suicídio. A pessoa que suicida, no fundo, ela não quer se matar. Ela acha que ela é o problema, ela quer resolver um problema. Só que ela tá tomando uma uma uma atitude definitiva para resolver uma coisa temporária, porque nessa encarnação que ela ela não volta mais atrás. E a situação continua, porque ele eu vou retomar essa situação depois. Então, o autossabotamento é eu não me perceber, não me acolher como filho de Deus, aprendiz da vida, e me permitir saber que eu posso errar, mas tenho responsabilidade amorosa de me acolher com carinho, porque o erro ele não é algo pernicioso, é uma experiência me convidando a acolher e fazer diferente. Por exemplo, andar é importante. É, nós temos aqui no crâno, na base do nosso crânio, do nosso cérebro, o cerebelo. Ele tem várias funções, dentre elas é a função espacial. A criança quando cai pro cerebiro, aqui não é um tombo, é uma experiência com a tentativa de andar. Daqui um pouco ela está andando. Assim é a vida. Se Deus quisesse que nós não errássemos, ele já nos criaria perfeito em manifestação. Porque ele nos criou perfeito enquanto
com a tentativa de andar. Daqui um pouco ela está andando. Assim é a vida. Se Deus quisesse que nós não errássemos, ele já nos criaria perfeito em manifestação. Porque ele nos criou perfeito enquanto criação, enquanto consciência, em essência. Por isso, a reencarnação para transformar de essência em vivência. >> E como equilibrar o alto amor e o e a humildade? A humildade já é um ato de alto amor, porque toda virtude ela é exercício, não é? Então você veja quando Jesus é questionado por Pedro: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão? Até sete vezes?" E quando Jesus fala: "Não até sete vezes, mas 70 vezes, sete vezes". E outros par tá dizendo: "Pedro, meu amor, toda virtude é exercício. Por quê? O bem não tem vencimento. Por menor que venha a ser sua atitude de amor, você já tá se conectando com o bom e o bom, o bem, o bom e o belo da vida. Então, por isso que é muito importante qualquer exercício nosso, qualquer esforço nosso de melhoria, nós já estamos nos conectando com o criador do universo. >> Então, eh, você se trata como trataria alguém que ama? A gente, então você veja como é interessante. Às vezes nós somos excelente cuidadores do dos outros. >> Sim. >> E às vezes não cuidamos de nós mesmos, >> não. >> Não é verdade? >> Uhum. Então daí você vai perceber o cuidado que você faz ao outro, ele é importante. É igual o pedreiro quando constrói a casa. Você tá construindo amizades, mas não tá construindo o lar. Porque que que é o lar? É a dinâmica interna daqueles que estão ali dentro. Então acontece que às vezes você é uma pessoa que você ajuda todo mundo, mas muitas vezes eu não me ajudo. que às vezes dessa dessa forma é um movimento muitas vezes de fuga. é a pessoa que se coloca numa postura de pseudo, mártir, aquela pessoa que ela faz as coisas para os outros, passando por cima da sua própria vontade, porque muitas vezes é o meu movimento de culpa, o movimento compensatório. E aí eu tô rodeado de pessoas coitadinhas, pessoas vítimas. Então eu tenho
outros, passando por cima da sua própria vontade, porque muitas vezes é o meu movimento de culpa, o movimento compensatório. E aí eu tô rodeado de pessoas coitadinhas, pessoas vítimas. Então eu tenho necessidade de pessoas vítimas porque elas me dão um sentido. Isso nem me planifica nem planifica o outro. Porque quando eu quero fazer por alguém, eu estou tratando como capaz ou incapaz e não me dou conta que é de incapaz. Aí quem é o capaz? Sou eu. Isso é uma postura de pseudo mártir. E aí o que que acontece? Quando a pessoa não corresponde à minha expectativa, eu entro numa postura de o mártir vitimizado. Mas Cleade, você é ingrata, hein? Eu faço tudo por você. O que que você tá fazendo por comigo? Então, eu não me vejo numa postura de autoamor nesse movimento. >> Como é complicado, né? nosso. Eh, o que bloqueia o desenvolvimento do do alto amor? O que mais bloqueia o desenvolvimento do nosso alto amor? É o pesquismo ausência o a a ausência de autopercepção. Aí eu entro no vitimismo ou eu entro no autoritarismo, eu entro na prepotência. Só que a prepotência tá escondendo a impotência. Então, na prepotência eu entro na arrogância. Vamos pegar um exemplo prático. Saulo estava centrado na prepotência. Estevão tava na potência, na humildade, na renúncia, porque ali ele sabia que ele não era um corpo, ele sabia que há uma vida além da própria vida. Então ele sabia o que ele estava fazendo e onde ele queria chegar, porque ele conhecia os ensinamentos de Jesus. Saulo não. Saulo conhecia Moisés, só conhecia aqui e agora. Então ele não tinha uma percepção de vida espiritual. Então ele tava na prepotência, por isso que ele entrou na arrogância. Mas quando ele conhece o Cristo, ele entra na impotência. Ele vai perceber que tudo aquilo que ele fez era o parecer e não o ser. E aí ele vai trabalhar agora a potência da humildade. Por isso que ele diz assim, olha, a gente vê a trajetória de Paulo, é muito interessante o livro Paulo e Estevão, porque é um roteiro seguro para todos
ele vai trabalhar agora a potência da humildade. Por isso que ele diz assim, olha, a gente vê a trajetória de Paulo, é muito interessante o livro Paulo e Estevão, porque é um roteiro seguro para todos nós. Ele diz assim: "Olha, o bem que eu quero fazer, este eu não faço. O mal que eu não quero, eu faço." O que que ele está falando da ainda da predominância do instinto egóico na característica humana e instintiva? Mas ele diz assim, olha, depois vai trabalhando, ele diz assim: "Tudo posso naquele que me fortalece". Então, tudo eu posso tomando Jesus como referência ou diante das leis divinas. Aí ele foi trabalhando paulatinamente, quando no final ele Jesus diz assim: "Já não sou eu mais quem vivo e se o Cristo que vive em mim, então ele alcançou o auge do alto amor." Aí vem aquela pergunta da da da nossa irmã aí. É possível alguém alcançar o alto amor no nosso planeta? É possível. >> É, já alcançaram, né? Muitos, >> muitos. É verdade, >> né? Vamos então aqui ver eh o nosso livro aqui, né? Quem que vai ganhar o livro? >> Vamos, >> vamos ao sorteio. Tá tão bom, tão gostoso. Ficaríamos aqui até amanhã. Mas as horas, as horas, >> pessoal, você vai passar o e-mail para ela mandar o e-mail para você? É isso. Vou. Olha, anota o e-mail aí. Fale conosco. Joanadeadiangeles@gmail.com. Quem ganhar o livro vai mandar um e-mail. Vou anotar aqui no chat depois. Fale conosco. Joanadeadiangeles@gmail.com. Já vou anotar aqui. Já devia ter anotado, mas vou anotar já. fale conosco. Só um minutinho aqui. Prontinho, já mandei aqui. Então está anotado. Fale conosco. jo joanadeangeles@hotmail.com. Vamos lá então. Ó, eu vou fechar o olho e vou subir, subir, subir. Parei, parei. Deixa eu ver. Eu quero ganhar o livro. Deixa eu colocar aqui. Oília, Lisboa, Campos, Belém do Pará. Parabéns, Otilia. Parabéns. O Chía, >> parabéns. Você ganhou o livro do Lacord. Ele vai te enviar o livro para tanto enviar o e-mail para nós com o endereço tudo certinho. >> Endereço o CEP, tudo direitinho. >> Tudo direitinho. E vamos aqui então
s. Você ganhou o livro do Lacord. Ele vai te enviar o livro para tanto enviar o e-mail para nós com o endereço tudo certinho. >> Endereço o CEP, tudo direitinho. >> Tudo direitinho. E vamos aqui então terminando. Muito obrigado pela participação de vocês. Agradecer o nosso querido irmão Lacorder. Maravilhoso estudo com ele. É uma terapia aqui ao vivo para nós, não é? E para isso ele vai fazer >> para isso ele vai fazer uma prece de encerramento, não é? >> Sim. Comor carinho, ó ternura, né? >> Eu te agradeço imensamente. >> Eu quem agradeço a você e toda essa equipe amorosa aí na sala Joana de Angeles. >> Nós tivemos 80, tivemos 80 pessoas aqui conosco hoje. >> Olha que bção, né? Que Jesus abençoe nosso lar a todos que nos ouviram. Muito bem. Vamos orar então com maior carinho, como diz uma rá, uma grande orar. >> Orar e respirar com a alma. Vamos respirar com a alma, >> né? E busquemos então a presença de Jesus. Sintamos o seu carinho, a sua ternura, o seu amor e busquemos. Ele mesmo colocou: "Onde houver duas ou mais pessoas reunirem meu nome, lá estarei". E aqui nós estamos mais de 80 pessoas. São mais de 80 corações vibrando neste momento com espelho da nossa alma, nos dirigindo a este sol de amor e ternura que é Jesus. E nós vamos redirecionar este espelho para os nossos lares, para os nossos familiares, mas em especial lembrando os nossos irmãos que estão padecendo os horrores da guerra, os nossos governantes temporais. E nós rogamos, Jesus, que a tua paz e o teu amor possam nos envolver, nos auxiliando e nos ajudando, Senhor, a nos tornarmos pessoas melhores, internalizando as lições subes do vosso evangelho. E neste momento recordando nosso querido pobrezinho de Assis e rogando a vossa envolvência de energia amorosa a toda a humanidade. Nós lhe pedimos, Senhor, fazei-nos instrumentos da sua paz. Que o teu amor e a tua paz nos envolva envolvendo a toda a humanidade hoje e sempre. Gratidão, Jesus querido. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada. >> Muita paz. Jesus abençoe nossos lares.
az. Que o teu amor e a tua paz nos envolva envolvendo a toda a humanidade hoje e sempre. Gratidão, Jesus querido. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada. >> Muita paz. Jesus abençoe nossos lares. Tchau para todo mundo. Um beijo. Paz.
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