#90 • Jesus e Saúde Mental • Perguntas e Respostas
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 90 - Perguntas e Respostas
Muito boa noite, estamos mais uma vez no programa Jesus e saúde mental e eu queria hoje fazer algumas respostas, algumas perguntas, só que algumas perguntas mais voltadas para a psiquiatria. Então, nós temos sempre aqui eh chamado, convidado a nossa amiga Ana Teresa, psicóloga espírita, para poder responder junto comigo. Mas algumas questões que são muito da psiquiatria na interface com o espiritismo, a gente vai responder em alguns programas isoladamente. Você pode mandar suas questões eh no nosso Instagram, Prof. Leonardo_machado, também no chat ao vivo e também quando o vídeo fica gravado no na TV da mansão, naqueles comentários, muitas pessoas fazem perguntas. Nos comentários e no no Instagram, no meu Instagram, eu geralmente levo eh caixas de mensagens que fica mais fácil resgatar e a pergunta não se perder. no chat ao vivo fica mais fácil de se perder, porque nem sempre a gente tá olhando o chat ao vivo. Então pode fazer sua questão que mais cedo ou mais tarde ela vai ser respondida ou diretamente, como a gente tá fazendo agora, ou indiretamente, como nos últimos programas que a gente fez, por exemplo, sobre paciência, sobre resignação, em que a gente juntou aí três questões em cada programa se fizemos uma palestra inteira. Então, hoje a gente vai responder eh objetivamente algumas questões específicas logo depois da nossa vinheta. Perguntam sobre epilepsia. se a gente podia falar alguma coisa sobre essa doença em uma perspectiva espírita, né, levando em conta a questão da obsessão, a questão reencarnatória. Primeiro, a epilepsia é uma doença em geral grave. Na atualidade ela é tratada pelo neurologista e não mais pelo psiquiatra. No passado, havia uma grande eh junção entre o psiquiatra e o neurologista. a neurologia e a psiquiatria era como se fosse uma doutrina única ali. Até que a parte de Charcô, né, e a o surgimento da chamada psicologia experimental, eh a psiquiatria começa a ganhar um corpo separado da neurologia e algumas doenças ficaram para a psiquiatria e outras
é que a parte de Charcô, né, e a o surgimento da chamada psicologia experimental, eh a psiquiatria começa a ganhar um corpo separado da neurologia e algumas doenças ficaram para a psiquiatria e outras ficaram para a neurologia. A epilepsia ficou para a neurologia. Ah, o que é que acontece? A epilepsia, ela tem uma grande eh variedade de manifestações. Então, você tem desde as crises convulsivas, né, tônico clônicas generalizadas, que são a é a convulsão que a gente mais conhece, mas existem crises epilépticas não convulsivas. Que é isso? Convulsão tem tem a ver com a parte motora. Existem crises epilépticas que não são motoras, ou seja, não são convulsivas. São crises epilépticas mais complexas. Por exemplo, sentir um gosto na boca, às vezes de ver algumas coisas, sentir cheiros. Então, existem crises de ausência, existem várias manifestações das crises epilépticas não convulsivas. Por isso que é uma um diagnóstico que muitas vezes vai ser eh preciso um diálogo entre o neurologista e o psiquiatra, porque algumas das crises epilépticas, não motoras, não convulsivas, elas podem parecer uma doença psiquiátrica primária e quando você vai ver é uma doença epiléptica. Além disso, é muito comum que pessoas com epilepsia, elas também tenham algum transtorno psiquiátrico, depressão, transtorno de ansiedade, transtorno bipolar também é possível. a gente vai ver algumas manifestações eh em no sentido de a gente chama comorbidades, tem duas doenças juntas e aí o neurologista trata ali a a as convulsões, né, melhor, a epilepsia e o psiquiatra trata a parte emocional, a parte comportamental. Uma terceira ponderação que eu queria trazer é que existe também a seguinte questão. A personalidade chamada epiléptica, ou seja, a epilepsia traz alterações comportamentais que às vezes não são um diagnóstico à parte, fazem parte da característica daquela pessoa. Então, dá para perceber, essa é um pequeno resumo, uma pequena eh introdução para mostrar a complexidade dessa doença e a complexidade para dizer
à parte, fazem parte da característica daquela pessoa. Então, dá para perceber, essa é um pequeno resumo, uma pequena eh introdução para mostrar a complexidade dessa doença e a complexidade para dizer que algumas são muito graves, incapacitantes, né? E a pessoa precisa às vezes até fazer psicocirurgias e para poder controlar as manifestações epilépticas. Existe isso? Existe. Eu tenho, tem pacientes, tem que precisaram fazer, precisaram fazer psicocirurgias. Ou seja, psicocirurgia não é espiritual não, que eu falo, é cirurgia, é neurocirurgia funcional, né, para tratar a epilepsia. Eh, além disso, pode ser uma epilepsia que não não altera muito, né? passa mais despercebido. Então, é uma doença que pode ter uma gravidade maior ou menor. Agora, existem eh assim como podem ter doenças psiquiátricas secundárias a algum tumor cerebral, você também pode ter uma doença epiléptica secundária, na verdade assim, uma uma aparente epilepsia secundária a um tumor. Aí você tem uma convulsão. Então, por isso que vai precisar de um médico mesmo da medicina, digamos, da terra para poder manejar essas situações. Então, vamos supor que a gente tá falando de epilepsia mesmo, a pessoa tem epilepsia diagnosticada, etc. Vamos pensar nesse aspecto. Então, é uma doença que fala muito mais de uma questão expiatória. É uma doença expiatória, assim como a gente tem doenças na esquizofrenia, no transtorno bipolar, mas chamadas doenças cármicas por toda essa gravidade e afeta uma área muito nobre da nossa vida que é o cérebro, o sistema nervoso central. Dificilmente a gente vai ter eh doenças desse tipo do sistema nervoso central que não falam de questões expiatórias. Existem exceções, né? Eu conheço um caso ou dois, eh, especificamente um, de uma criança que nasceu e viveu muito pouco tempo e era um espírito de escol, um espírito super evoluído que veio com essa doença, com tumores cerebrais, doença missionária para ajudar as pessoas, né, da família. Outro paradigma. Então, é, existem sim, eh, doenças que podem afetar o sistema
uper evoluído que veio com essa doença, com tumores cerebrais, doença missionária para ajudar as pessoas, né, da família. Outro paradigma. Então, é, existem sim, eh, doenças que podem afetar o sistema nervoso central, que não falam de expiações e que não falam de carmas, portanto, do passado, mas são situações muito eh de exceção, como esse caso dessa criança que eu tô contando. Mas a grande parte dos das doenças, né, que afetam o sistema levos central, dessa forma, como epilepsia e outras doenças psiquiátricas, elas são doenças muito expiatórias e a epilepsia ela acaba se grande parte das vezes se enquadrando nessa visão. Eh, expiação na visão espírita, mais uma vez lembrando, não significa uma punição, tá? É sempre bom a gente ficar falando pra gente poder eh fixar isso. Não é uma punição, é uma possibilidade de evolução. Quando fala de resgate, não resgate punitivo, resgate como graças a Deus que eu estou reencarnando. Eh, especialmente nos dias de hoje, que a gente tem várias medicações em que a a pessoa com epilepsia pode ter uma vida muito saudável, muito funcional e às vezes nem se sabe que a pessoa tem epilepsia a não ser que ela conte. Então, a doença consegue muito bem ser controlada e é muito com remédio. E é muito bom que a pessoa controle a doença por causa eh que a epilepsia descontrolada é que muitas vezes gera os transtornos psiquiátricos associados ou às alterações no comportamento. Então, fundamentalmente, um adoecimento que fala de uma questão cármica, uma questão expiatória e que essa expiação não diminui ninguém, mas que coloca eh a pessoa dentro de uma possibilidade de evolução. Já que eu falei é de transtorno bipolar, tem uma pergunta sobre transtorno bipolar e a pessoa pergunta assim: será que a gente pode curar o transtorno bipolar com medicação e tratamento espiritual? É uma mãe que tem um filho de 32 anos que tem esse diagnóstico, ela quer saber se tem cura. Mais uma vez, o diagnóstico, né, assim como a epilepsia, o transtorno bipolar, precisa ser dado
espiritual? É uma mãe que tem um filho de 32 anos que tem esse diagnóstico, ela quer saber se tem cura. Mais uma vez, o diagnóstico, né, assim como a epilepsia, o transtorno bipolar, precisa ser dado por um especialista, né? A epilepsia por um neurologista, o psiquiatra ele vai fazer o diagnóstico diferencial, mas eu não trato a epilepsia, eu não dou diagnóstico do tipo de epilepsia. Vou fazer a diferença se aquilo é só epilepsia ou tem eh uma questão psiquiátrica. Então, vou trabalhar junto o transtorno bipolar. é uma doença grave, complexa, que precisa ser diagnosticada e tratada pelo especialista, que é o médico psiquiatra. Às vezes você vai precisar de outros colegas juntos tratando outras questões, mas o diagnóstico realmente a conduta tem que ser um bom psiquiatra, porque você pode ter o bipolar tipo um, o bipolar tipo dois. E para que a gente não e para que eu não fique aqui só falando dos tipos de doenças, né, eu remeto a ao próprio Instagram, como é um Instagram que que eu tenho que ali eu falo também de coisas profissionais, coisas da psiquiatria e é um Instagram que não tem nenhum vínculo financeiro de minha parte, então não não ganhe nada no meu consultório, é uma prestação de serviço pra população. Eu remeto lá ao mesmo Instagram que vocês podem mandar as perguntas lá tem muitas informações em psiquiatria, a psiquiatria acadêmica, científica. para que possa ajudar, porque senão a gente fica usando os espaços espíritas para ficar falando eh de psiquiatria e perde às vezes a oportunidade de falar sobre as interfaces, porque eu tenho que ficar explicando o que é a doença. Então, lá nesse Instagram que é aberto, não tem nenhum tipo de ganhão profissional, ganho financeiro, lá tem muitas explicações, inclus inclusive sobre os tipos de transtorno bipolar. O que eu queria trazer aqui é que eh não tem cura. O transtorno bipolar não tem uma cura se for realmente diagnosticado como transtorno bipolar, porque às vezes acontece uma crise de euforia única e essa crise de euforia única pode ser por
o tem cura. O transtorno bipolar não tem uma cura se for realmente diagnosticado como transtorno bipolar, porque às vezes acontece uma crise de euforia única e essa crise de euforia única pode ser por causa de um corticoide, pode ser por causa de algum alguma causa secundária. Aí se não for por causa de uma causa secundário, ou seja, se o médico realmente tem certeza que é transtorno bipolar, aí realmente o transtorno bipolar é uma dessas doenças cármicas, uma dessas doenças expiatórias que também, graças a Deus, que possibilitou o avanço da medicina, a gente pode ter eh um controle e uma vida muito saudável. muitas pessoas, mas muitas mesmo, eh t as suas vidas muito saudáveis e estão aí com tem diagnóstico de transtorno bipolar, porque a eu acho assim, né, eu vejo isso, Deus nos possibilita hoje passar por processos expiatórios com muito menos sofrimento, muito menos impacto do que na nas vidas anteriores, quando a medicina era menos avançada. Porque uma pessoa dessa com epilepsia, uma pessoa dessa com transtorno bipolar, porque não tinha tratamento medicamentoso, um tratamento médico adequado, muitas vezes ficava marginalizado da sociedade e aí as possibilidades reencarnatórias eram muito diminuídas, né? Era uma expiação como se fosse quase só um dreno daquela doença perespiritual, drenando no corpo e sofrendo, sofrendo. Hoje, ao mesmo tempo que a gente vai drenando no corpo, a gente pode ter o controle dessas doenças e fazendo outras coisas na nossa vida. Então, é como se fosse assim, aproveitando ainda mais a oportunidade da reencarnação. Acho que é muito importante a gente entender de vez isso pra gente poder dizer assim: "Graças a Deus que existem tratamentos médicos. Graças a Deus que a medicina avançou". E é curioso que muitos remédios para a epilepsia, que são chamados anticonvulsivantes, eles também são remédios para o transtorno bipolar. São, só que no transtorno bipolar são chamados estabilizadores de humor, né? o ácido valpróico, a carbomazepina, são
ão chamados anticonvulsivantes, eles também são remédios para o transtorno bipolar. São, só que no transtorno bipolar são chamados estabilizadores de humor, né? o ácido valpróico, a carbomazepina, são remédios tanto para epilepsia quanto a bipolaridade, mostrando aí uma questão eh em alguma semelhança de uma de um excesso de estabilidade cerebral que vai ao extremo na questão da epilepsia com descargas elétricas, né, gerando ali a o foco epiléptico e no transtorno bipolar, não gerando foco epiléptico, mas gerando um excesso de atividade que gera a euforia e um um comportamento excitado, um comportamento ativado em excesso. Uma outra questão eh que vem se perguntando muito, né, seria, e aí com explicando sobre a a bipolaridade, aí eu já falei aí um pouco sobre os tratamentos, certo? eh a visão espiritual. Aí a pessoa pergunta sobre o uso de algum tipo de remédio. Então o remédio, não especificamente um, porque eu também não teria aqui o espaço espírita, não tenho como eu ficar falando de um remédio especificamente, né? Não é o meu papel aqui, tá bom? Então não vou responder especificamente sobre um remédio, mas os remédios eles têm essa visão que eu tô colocando. Então, respondendo a essas duas perguntas, na verdade eu tô respondendo umas quatro perguntas que vieram sobre eh bipolaridade, etc. Uma delas que eu acho que vale a pena eh diferenciar aqui a pessoa pergunta qual é a diferença entre depressão e bipolaridade, né? A depressão é a chamada depressão unipolar. A pessoa só tem quadros depressivos, quadro para baixo. Na bipolaridade, a pessoa tem os quadros depressivos e os quadros de euforia, que a gente chama tecnicamente de mania, porque esse termo vem do francês mani, que significava o nome loucura, tá? Ou foli também era chamada foli circulé, né? Que seria a folia circular, tá? Então, essas palavras eh ganharam outras conotações, né? Hoje em dia o folião é o na época do carnaval, né? Porque seria uma loucura social, pegando só termos técnicos, tá? Não tô dizendo que é
r, tá? Então, essas palavras eh ganharam outras conotações, né? Hoje em dia o folião é o na época do carnaval, né? Porque seria uma loucura social, pegando só termos técnicos, tá? Não tô dizendo que é errado se é certo, só o termo técnico. Curioso, né? Porque o termo folião vem de foli que já foi chamado de loucura. Então, é interessante como essas coisas vão mudando. E mani é mania que permaneceu ainda, mas no popular mania seria quase toque, né? mania de mania de ficar eh lavando as mãos, deixar tudo simétrico. Mas perceba que que eu até tive um ato falha, porque eu ia falar mania de perseguição, mania de grandeza. Então esse termo mania de perseguição, mania de grandeza, é porque mania vem do francês, né? E o francês, a França durante o tempo, a psiquiatria francesa dominava. Então, mani, ou seja, loucura de grandeza, mania. de perseguição, os tipos mais comuns de delírios que acontecem, né, na nesses diagnósticos de esquizofrenia e transtorno bipolar. Pois bem, uma grande parte das pessoas, né, que têm depressão, eh, elas vão ter em algum momento, né, especialmente as depressões resistentes, tá? Porque uma coisa é a pessoa ter depressão, se trata e aí se cura, recebe alta, fica 10 anos sem ter outra depressão, volta a ter tratamento 10 anos depois, isso acontece. Às vezes, pessoas que têm um quadro depressivo, passaram por uma um um estresse muito grande, se tratam, recebem auto e nunca mais precisa do psiquiatra. Acontece. Antigamente se dividia a depressão unipolar em psicógena e endógena. A psicógena seria essa depressão que teria mais fácil cura, entendeu? Porque seriam mais relacionadas questões externas. A endógena, uma depressão com que não teria uma cura porque tá muito relacionada a questões eh hereditárias. Essa divisão não existe mais, mas é muito interessante para fazer a interface com a doutrina espírita. Essa depressão endógena teria sim um caráter mais cármico, mais expiatório. E essa depressão psicógena poderia ter aí várias possibilidades, né? uma
nte para fazer a interface com a doutrina espírita. Essa depressão endógena teria sim um caráter mais cármico, mais expiatório. E essa depressão psicógena poderia ter aí várias possibilidades, né? uma expiação por causa da situação que gerou foi o gatilho para a depressão. Mas às vezes também você vê exemplos de e eh de testes, né, provações tão duras, tão dolorosas, tão difíceis, testemunhos tão grandes, que a pessoa que tá passando pelo testemunho acaba tendo um quadro depressivo mais reativo. Antigamente se chamava de reação depressiva para esses quadros, mas como os nomes foram mudando, reação depressiva foi se tirando do do dicionário, né? Depressão psicógena foi tirando o dicionário, ficou tudo como depressão. A gente pensa ver depressão e acha que é tudo igual. Existem muitas nuances, muitas diferenças. Então, pode ter sim pessoas que se curam por causa dessas situações, mas eh grande parte das pessoas que tm uma depressão crônica recorrente, elas é muito comum também terem eh bipolaridade, só que nunca se manifestou ainda a a o quadro eufórico. Com isso, eu quero dizer que depressão grave, depressão refratária, depressão crônica recorrente, é comum que ela tenha uma questão perespiritual parecida com a bipolaridade, os dramas muito grandes, né, que trazem esse transtorno do humor. Mas enquanto ela só se manifesta como depressão, é depressão. tratamento tem que ser eh relacionado à depressão e enquanto bipolaridade, né, ou seja, aparecer uma manie, uma mania ou hipomania, aí sim a gente vai tratar com estabilizadores de humor, que são outros tipos de medicamentos. Dito isso, a pessoa pergunta uma outra questão que assim, na verdade, mais de uma pessoa falou sobre transtorno esquiso afetivo. Mais uma vez a gente vai separando, né, os nomes. No passado, na psiquiatria tinha-se uma ideia de doença mental única. Com o tempo foi vendo que as doenças iam se manifestando de formas diferentes e cada uma dessas manifestações foi se dando nomes diferentes, esquizofrenia,
a tinha-se uma ideia de doença mental única. Com o tempo foi vendo que as doenças iam se manifestando de formas diferentes e cada uma dessas manifestações foi se dando nomes diferentes, esquizofrenia, bipolaridade, depressão, foi dando nomes diferentes. Mas uma coisa curiosa hoje é que a ciência vem mostrando que a carga genética dos vários diagnósticos psiquiátricos são muito parecidas. E o que faz a parte genética eh se traduzir em um ou outro diagnóstico? É um fenômeno fenômeno que a gente não sabe ainda o porquê, mas o termo técnico seria pleiotropia. O que é isso? a mesma carga genética, os mesmos genes, eh, se manifestando com fenótipos diferentes, o genótipo igual e o fenótipo diferente. O fenótipo diferente seria então a doença diferente. As áreas cerebrais são muito parecidas, as áreas cerebrais afetadas nas várias doenças psiquiátricas quando você estuda neuroimagem funcional. Então, o que que eu tô querendo dizer com isso? que apesar de a gente tá com um nome diferente hoje para cada manifestação de doença e os nomes mudam, viu? na psiquiatria, impressando como as coisas vão mudando o nome. Eh, talvez pela falta de uma questão de exame, de marcador biológico, a gente fica muito no na questão dos códigos diagnósticos, né, nas convenções diagnósticas, isso vai mudando. É, é interessante ver que geneticamente, cerebralmente falando, há uma relação em comum dessas várias doenças mentais, lembrando o conceito de doença mental comum dos antigos, o que faz muito sentido com a visão espírita. pensando, né, fazendo essas reflexões, juntando psiquiatria e espiritismo na minha cabeça, eu fico pensando que faz muito sentido essa visão de uma doença mental única com várias manifestações, porque no final das contas o dilema espiritual, os dilemas espirituais que eu tenho visto nas pessoas que passam sobretudo por quadros mais graves, eles são muito parecidos, sabe? Existe às vezes uma questão diferente, específico, mas o dilema é muito parecido. E um dos dilemas muito comum que eu encontro é,
sam sobretudo por quadros mais graves, eles são muito parecidos, sabe? Existe às vezes uma questão diferente, específico, mas o dilema é muito parecido. E um dos dilemas muito comum que eu encontro é, digamos assim, o uso da inteligência, o uso do poder a partir da astúcia, a partir da manipulação, a partir da intriga no passado. E isso vai gerando consequências, né? o abuso do poder, isso vai gerando consequências no perespírito da pessoa. E essa consequência às vezes se traduz em doenças da pele muito graves, ou doenças que atingem o sistema nervoso central. E essas duas doenças estão muito relacionadas. Por quê? Quando a gente tá no embrião, nós temos então o ectoderma, que é a camada mais superficial do embrião. O ectoderma ele forma tanto o sistema nervoso central quanto a pele. E aí a gente consegue entender embriamente embrionariamente falando, né, porque tantas doenças dermatológicas têm um fundo emocional ou o emocional como um agravador ou o emocional como uma etiologia. São sistemas que andam de mãos dadas. E do ponto de vista perespiritual, eu tenho visto dilemas muito parecidos. Perceba, por exemplo, o mal da Hansen, né? O a Hanseníase, que o mal de Hansen até não é um termo mais usado, né? que o mal de alguma coisa traz algum conceito eh de preconceito. Então, a ranceníase, a lepra, oficialmente falando dos tempos bíblicos, veja que ela não é só a pele, ela afeta os nervos, ela dá uma neuropatia, as mãos em garras, às vezes as amputações, o sistema nervoso central. E atrás da lepra a gente vê muitas espíritos que passaram por essa expiação, que é uma doença expiatória. A gente vê o quê? O uso abusivo do poder. A gente vê o quê? o uso abusivo da inteligência, da intriga, da manipulação, da astúcia, da inteligência, portanto, degenerada e do poder degenerado. E às vezes essas pessoas até elas tiveram reencarnações, não só com lepra, mas em outras reencarnações com doenças mais graves do sistema nervoso central, como deficiência intelectual, como síndromes.
E às vezes essas pessoas até elas tiveram reencarnações, não só com lepra, mas em outras reencarnações com doenças mais graves do sistema nervoso central, como deficiência intelectual, como síndromes. Então, a doença mental comum agora começa a pensar o seguinte, a doença em comum, né? A doença comum, porque a gente tá falando de uma questão perespiritual, uma questão perespiritual. Então, em geral, eh, esse esse perespírito afetado é afetado pelo comportamento que a gente tem em alguma existência ou em algumas existências. E esse comportamento vai gerando dilemas. E esses dilemas ficam no nosso perespírito. E a partir da consciência de culpa, vamos supor, a consciência de culpa em tal situação, a consciência de culpa em tal ou qual situação, vai gerando tais e quais manifestações. E aí, às vezes, o dilema é o mesmo. E às vezes também tem o seguinte, quando você vê um uma doença que consegue ser controlada, uma doença que consegue ser diminuída, já é um estágio expiatório menor, já é um passo que a pessoa conseguiu dar, porque outras vezes no passado e outras existências, ela teve outras doenças reencarnatórias, cármicas, expiatórias mais profundas. Um outro dilema que eu queria eh elencar, que me lembrei agora no rol dessa desse bojo é o em o tendo poder, em tendo a astúcia, a manipulação, usar da sexualidade de forma abusiva e abusadora, usar erradamente da do sexo, da sexualidade e vem tudo no bolo. Então veja que os comportamentos não são assim, tipo assim, a pessoa fez isso em uma existência, vem com tal adoecimento, pelo menos do ponto de vista de doenças graves, especialmente de doenças que afetam o sistema nervoso central e que afetam também a pele, né, de forma grave, a gente tem dilemas muito comuns. E aí eu acho interessante o conceito de doença comum, porque é o perespírito, né, e a esquizofrenia e a ranceníase são dois grandes diagnósticos muito difíceis, né? A lepra, se a gente pensar não só rancenese, pensar lepra, doença dermatológica grave, né? Porque lepra
espírito, né, e a esquizofrenia e a ranceníase são dois grandes diagnósticos muito difíceis, né? A lepra, se a gente pensar não só rancenese, pensar lepra, doença dermatológica grave, né? Porque lepra era o sinônimo de doença dermatológica grave. Qualquer doença da pele grave tinha o nome de lepra. Então, pensando nessas duas áreas de gravidade, a gente pode pensar em dilemas reencarnatórios muito difíceis. Então, o dilema do transtorno esquizoafetivo não é muito diferente do esquizofrenia, porque o esquizoafetivo em algum momento é o seguinte, a psiquiatria dividiu a esquizofrenia e a bipolaridade, mas eles percebeu que tem casos que ficam ali, ó, com algumas características de esquizofrenia e algumas características de bipolaridade. E aí um teórico, né, um psiquiatra deu o nome de esquiso afetivo. esquiso para mostrar a parte mais da esquizofrenia que parece a esquizofrenia e afetiva a parte que parece a bipolaridade ou o transtorno de humor, porque pode ser o esquiso afetivo que predomina sintomas depressivos e esquiso afetivo que predomina sintomas bipolares. Então é um termo que foi criado, mas a parte espiritual que é perguntada, que é o que eu tô me detendo aqui, ela não difere muito, tá? a gente vai ter que ver a gravidade, porque em geral o transtorno esquizofetivo é um pouco menos grave que a esquizofrenia e um pouco mais grave do que a bipolaridade e o transtorno depressivo também. Mas em geral, porque eu tenho situações que que acompanho, eu vejo de pacientes com transtorno esquisoafetivo que às vezes são mais graves do que pessoas com bipolaridade. Então é muito complexo, tem que ser muito individualizado para você não rotular. Mas em geral é isso, né? dilemas comuns. E aí eu resgatei o conceito de doença mental comum dos antigos, a questão da genética e a parte cerebral muito parecida dos transtornos e as questões espirituais de comportamento alterando o perespírito, gerando a doença comum para podermos fazer uma reflexão mais profunda diante desses casos graves
bral muito parecida dos transtornos e as questões espirituais de comportamento alterando o perespírito, gerando a doença comum para podermos fazer uma reflexão mais profunda diante desses casos graves que aqui foram perguntadas e aqui foram abordados nesta noite. Então, fique à vontade para mandar as suas questões. Aquelas que forem possíveis, a gente sempre responde em algum momento de forma oficial ou às vezes traz um tema que possa responder de uma maneira geral a questão levantada. Muita paz para você. Espero que hoje tenha sido útil no sentido de esclarecimento.
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