Mário Sérgio, Solange Seixas e Leonardo Machado • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Leonardo Machado é médico psiquiatra, professor universitário e palestrante espírita. Sua carreira na medicina enfoca a saúde mental, enquanto sua atuação no Espiritismo aborda a interseção entre mente, corpo e espiritualidade. Suas palestras e escritos oferecem reflexões valiosas para aqueles que buscam equilíbrio emocional e compreensão espiritual. É autor da obra Divaldo Franco: mediunidade ou distúrbio mental? e, mais recentemente, de Ansiedade e Felicidade. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Estamos dando início a Conversando sobre Espiritismo. Convidamos a professora Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, a lembrança da tua presença sobre a face da terra. convoca os corações. Há uma mudança substancial para que as suas vidas passem a ter aquele roteiro abençoado que poderá alcançar os objetivos para os quais todos fomos criados. Tu és a lífa bemfaz. Tu és o sal. Tu és a luz do mundo, ó Senhor. Podemos perceber que jamais nos deixarás a réis do chão, porque a tua é uma misericórdia que atinge a todos os corações sofridos, erguendo-os. e proporcionando à criatura alegrias renovadas na simplicidade do coração, na humildade dos atos e na persistência do bem e do amor que conduz à libertação. Ó Senhor, a tanto agradecer, quase nada para oferecer, mas contigo todo fardo é leve, todo jugo é suave e que o que hoje estamos semeando colheremos amanhã. Agora resta-nos estar vigilantes para ressacciirmos, construirmos, modificarmos essa estrada que tem sido muitas vezes difícil de atravessar pela pobreza das nossas almas. Mas agora despertos, Senhor, >> vamos construindo degrau a degrau a própria libertação. Que a nossa seja uma força contínua de vontade para realizar o bem dentro das nossas almas. e que está no nosso entorno e com todos aqueles que se aproximem de nós. Dá-nos a tua bênção. com o pensamento elevado para agradecer ao nosso Divaldo, ao nosso tio Nilson e as tios que trabalharam e continuam trabalhando pelo desiderato maior. que é servir a causa do bem através da tua casa, Senhor. Se conosco hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. >> Muito boa noite a todos. Vamos então hoje desenvolver o nosso trabalho do Conversando sobre Espiritismo com o Dr. Leonardo que está aqui conosco. Aqueles que tiverem interesse em fazer perguntas podem endereçar aí virtualmente pelo YouTube, né, ou também presencialmente com a equipe que está aqui de apoio à disposição. Nós temos três avisos antes de
es que tiverem interesse em fazer perguntas podem endereçar aí virtualmente pelo YouTube, né, ou também presencialmente com a equipe que está aqui de apoio à disposição. Nós temos três avisos antes de iniciarmos efetivamente a reunião e convidarmos o Dr. Leonardo para a sua apresentação. Nós estamos hoje lançando a agenda, eu teimosamente eu sempre lanço a agenda, algo físico no nesse mundo virtual, né? Mas tá aqui é para é para demonstrar a a continuidade de um trabalho, né, que se faz e que muitas pessoas gostam da agenda semanal, né? Então nós mais esse mais uma vez esse ano insistimos, estamos fazendo a nossa agenda semanal e ela esse ano ela ficou assim, já era bonita, mas esse ano ela ficou mais linda ainda, né? Ficou muito, muito bem elaborada. muito bem feita e com muitas informações, né? Serve até como um livro de consulta diário para aqueles que estão acostumados na parte da leitura física, né? Então, a partir de hoje estou aqui lançando a nossa agenda 2026, porque o final do ano já está aí batendo as portas, né? E você sabe que o tempo ultimamente anda com muita pressa, então quando a gente abre os olhos já estamos aí abraçando o Natal, né? Então fica esse convite. Nós temos o convite também para o seminário do nosso irmão Severino Celestino, que irá acontecer reencarnação na Bíblia. É no dia 18 de outubro, vai ser aqui no Cenáculo. Aqueles que tiverem interesse de participar, pode fazer a sua inscrição aí no site da Mansão do Caminho, mansondocaminho.com.br, né? Também existe a disponibilidade de que tem está assim remotamente poder assistir pela plataforma do espiritismo play do Espiritismo Play. O Severino Celestino, eu considero sim a maior autoridade nacional em termos de conhecimento bíblico, né? E ele tem esse conhecimento profundo. Ele faz muito bem essa ponte entre a Bíblia, a doutrina espírita e os fundamentos evangélicos. É realmente o é o professor Severino Celestino. E temos o lançamento que irá acontecer na plataforma do espiritismo play num curso
nte entre a Bíblia, a doutrina espírita e os fundamentos evangélicos. É realmente o é o professor Severino Celestino. E temos o lançamento que irá acontecer na plataforma do espiritismo play num curso novo que o Dr. Leonardo Machado irá desenvolver e que estará aberto na nossa plataforma a partir do dia 10 de outubro. Mas eu vou passar agora a palavra pro Dr. Leonardo, ele vai fazer a sua apresentação e depois então, doutor, por favor, fale um pouco dessa novidade do Espiritismo Play para aqueles que têm interesse na saúde mental. >> Primeiro, boa noite a todos que estão presentes, a que estão nos assistindo também. Agradeço mais uma vez a oportunidade de trabalhar e que bom que vamos poder lançar esse curso. É o curso da, tá aí, curso Psicologia de Joana de Ângeles, tá? Nós lançamos eh um curso sobre saúde mental positiva e é um curso destinado para profissionais. Então, foi uma coisa assim bastante empolgante, porque em dois dias e meio nós tínhamos 200 230 inscrições. A nossa turma era de 100 pessoas apenas. Estamos fazendo esse curso, vamos abrir esse curso profissional, né? Era um curso que a gente fazia pela USP e trouxemos aqui paraa mansão do caminho. E quando fizemos esse curso, obviamente, muitos trabalhadores espíritas que atendem, né, no atendimento fraterno, porque muitas vezes as pessoas antes de procurar um profissional procuram as suas religiões. Então nós enquanto espíritas, enquanto trabalhadores espíritas somos muito acionados. Então ficou aquele desejo de ter algo também para o trabalhador espírita, eh, já que esse curso de saúde mental tem algumas aulas que são interfaces entre a saúde mental positiva e a série psicológica da Jona de Angeles. Então, nós fizemos esse curso, eh, são 15 aulas, então quem gravou as aulas foi a Ana Teresa Camazmi, a Cris Beira e eu. E vamos, essas 15 aulas vão ficar disponíveis na plataforma Espiritismo Play. Então não tem certificado, né? Não, não é para profissional, é voltado para os trabalhadores espíritas. Por quê? Tem
e eu. E vamos, essas 15 aulas vão ficar disponíveis na plataforma Espiritismo Play. Então não tem certificado, né? Não, não é para profissional, é voltado para os trabalhadores espíritas. Por quê? Tem que conhecer o espiritismo, né? A gente não pegou, digamos assim, leve com o conhecimento espírita. Fizemos um conhecimento um pouco mais aprofundado, porque a obra da benfeitora Joana de Ângeles é aprofundada, não é uma obra, digamos assim, inicial do espiritismo, né? Então, fizemos essa esse aprofundamento entre espiritismo e a psicologia da benfeitura. Então, vamos ser essas 15 aulas ficou disponível no Espiritismo Play. Então, a inscrição, na verdade, é fazer eh a assinatura do Espiritismo Play. Para quem já tem a assinatura do Espiritismo Play, vai ter aí esse curso disponível, tá? As 15 aulas. E aí um uma data em novembro, que não me recordo agora qual é, mas uma data em novembro e uma data em dezembro, nós teremos as mentorias, que será o quê? será um evento online, né, como se fosse um workshop, mas online, em que não só nós três, mas outros monitores, como, por exemplo, eh, psiquiatras, que são voluntários aqui da do Centro de Saúde Mental Jona de Ângeles, eh algumas psicólogas que são também voluntárias, eh algumas filósofas também que são voluntárias para que a gente possa fazer essas mentorias. Eh, a ideia é que o aluno, né, a pessoa, na verdade, que assista, o trabalhador espírito que assista, tem ali uns 40 dias para poder assistir as aulas e esses dois dias para poder, então, fazermos uma mentoria, que seria assim uma tirar dúvidas, um bate-papo em torno de questões reais que se apresentam na casa espírita, tá? Eh, como é no espiritismo play, então todo o mundo tá convidado, não precisa ser brasileiro, tá? Só não tem tradução simultânea, eh, mas tá todo mundo convidado e as as experiências, inclusive dos amigos da Espanha vão ser muito úteis também para que possam ser compartilhados conosco, tá? Então, a gente já tinha falado o que ia fazer, tá aí, já tá gravado e já tá
as experiências, inclusive dos amigos da Espanha vão ser muito úteis também para que possam ser compartilhados conosco, tá? Então, a gente já tinha falado o que ia fazer, tá aí, já tá gravado e já tá tudo pronto, tá tudo gravado. Então agora que bom que vai sair, tá bom? >> Obrigado, Dr. Leonardo. Lembrando, Dr. Leonardo é médico psiquiatra, professor universitário e palestrante espírita. Sua carreira na medicina enfoca a saúde mental, enquanto sua atuação no espiritismo aborda a interseção entre mente, corpo e espiritualidade. Suas palestras e escritos oferecem reflexões valiosas para aqueles que buscam equilíbrio emocional e compreensão espiritual. é autor da obra Divaldo Franco, Medidade ou Distúrbo Mental e mais recentemente do livro Ansiedade e Felicidade, que foi lançado aqui oportunamente num curso, no workshop que o Dr. Leonardo realizou. Nós já recebemos aqui uma inundação de perguntas e eu vou ver se eu se eu seleciono algumas aqui. Então, hoje o senhor vai ser exclusivo porque as perguntas são muitas, né? Então, uma uma primeira que eu achei muito interessante, como é que a gente pode conciliar a psiquiatria, psicologia e a doutrina espírita? Ah, pois é, sempre acabam perguntando isso mesmo, especialmente assim do ponto de vista como profissional, né? E não há, digamos, uma receita de bolo, né? Como ser psicólogo, como ser psicoterapeuta, como ser psiquiatra e ser também espírita. Eu já escutei de um tudo, né? Por exemplo, espíritas me dizendo: "Como é que você escolheu psiquiatria? Você largou o espiritismo?" Então, como se fosse uma certa traição com o espiritismo. E já escutei também aí vários colegas psiquiatras também achando uma certa dificuldade assim, como é que eu sou espírita e sou psiquiatra ao mesmo tempo. Eu diria que tem uma questão filosófica por trás, né? A visão espírita, a visão que o cristianismo me dá, eh, a partir do espiritismo, ela me sustenta a resignação, me sustenta a resignação diante da impotência que eu tenho enquanto pessoa, enquanto profissional,
spírita, a visão que o cristianismo me dá, eh, a partir do espiritismo, ela me sustenta a resignação, me sustenta a resignação diante da impotência que eu tenho enquanto pessoa, enquanto profissional, diante de algumas situações tão difíceis. Ah, é muito comum assim, quando nós estamos atendendo pessoas, nós captarmos não só a história dela, que mobiliza a nossa intimidade, porque às vezes mexe com as nossas histórias também, né? Então isso é difícil. Mas segundo, nós temos um inconsciente profundo, né? Temos um inconsciente reencarnatório. Então, às vezes, uma história que é falada não diz respeito muito a uma história de vida atual, mas vai num ponto de alguma reencarnação nossa, alguma memória mais escondida. Isso também mexe. E pior, às vezes a gente nem sabe, né, se não fosse espírita, se não tivesse um pouco dessa consciência. Mas além disso, na interação com o outro, nós fazemos algum tipo de interação no campo energético, na psicosfera, naquilo que Allan Kardec pode chamar de a fotografia do pensamento. Nós fotografamos o nosso pensamento, então temos uma aura, né, temos um campo energético e há também esse tipo de interação. Então diria que o primeiro ponto de como conciliar é, digamos assim, uma proteção para o meu coração e uma proteção para a minha esperança. Quantos alunos eu não escutei assim, eh, do tipo, o curso de medicina foi um treinamento de desesperança. Era para ser o contrário, né? Por quê? Porque era para que o médico pudesse ter um pouco de esperança para passar para os seus pacientes. Só que é tanta dor, tanto sofrimento, tanta impotência que às vezes a pessoa não consegue, não dá, não, não dá conta. E eu fiz um teste interessante assim uma vez na faculdade, foi assim, tinha uma aula que eu tava dando sobre personalidade para saber se eles achavam que a gente se a gente podia ou não mudar o nosso jeito de ser, né? E a pergunta foi genérica, não foi se era pro bom ou para ruim, né? E eu comecei perguntando não para o último ano do residente de psiquiatria. Eu comecei
podia ou não mudar o nosso jeito de ser, né? E a pergunta foi genérica, não foi se era pro bom ou para ruim, né? E eu comecei perguntando não para o último ano do residente de psiquiatria. Eu comecei perguntando para o estudante de medicina, aquele que ainda ia se formar, então pro mais jovenzinho, para um pouco mais velho, tá? Na carreira. E o jovenzinho falava assim: "É claro, o professor que muda, com certeza todo mundo muda, muda para melhor, bem esperançoso, né? quando chegava no residente formado, já médico, já o primeiro ano de psiquiatria, já muitas histórias difíceis e tal, ele já professor, não sei não, não sei se dá para mudar. Quando chegava no segundo ano, falava: "Professor, muda, viu?" Mas eu acho que muda para pior. Quando chegava no terceiro ano, era a resposta certeira, com certeza muda e para pior. Então é um treino de desesperança, se nós não tivermos cuidado. Isso também atravessa o trabalhador espírita, né? o trabalhador que está na casa espírita recebendo, tendo contato com essa dor humana. Não é fácil fazer caridade, não é fácil fazer assistência social, não é fácil fazer algum tipo de ajuda, porque você toma contato com histórias muito difíceis, com realidades muito difíceis, com injustiças sociais, que só a doutrina espírita consegue dar uma sensação assim, olha, é uma injustiça aparente. existe um que profundo eh do ponto de vista espiritual que você conseguindo saber isso, tem uma resignação e essa resignação de alguma forma pode ajudar a pessoa que você está ajudando. Porque se você está desesperado, você só vai desesperar o outro. Se você está mais resignado, um pouco da sua resignação consegue contagiar eh aquela pessoa que você tá ajudando. Então, a interface sobretudo existem várias, mas a principal que eu queria colocar até para as pessoas que estão escutando e são profissionais é uma interface de proteção pessoal. Não que deixa assim o corpo fechado, porque não tem isso, né, no espiritismo tem essa coisa deixar o corpo fechado, mas deixa a mente aberta
do e são profissionais é uma interface de proteção pessoal. Não que deixa assim o corpo fechado, porque não tem isso, né, no espiritismo tem essa coisa deixar o corpo fechado, mas deixa a mente aberta para Deus. Ao invés de deixar a mente fechada, deixa a mente aberta para Deus. e se deixa a mente aberta para Deus, nos deixa aberto a nos inundarmos com esperança, porque é uma esperança que transcende uma existência, é uma esperança que mobiliza o olhar no futuro. Então, acho que essa é a principal interface que me ajuda. >> Obrigado, Dr. Leonardo. Tem uma outra pergunta que eu achei muito interessante aqui que nos chegou. Existe relação entre as influências espiritual e a ansiedade? De que forma? como o senhor há poucos dias fez o o curso sobre ansiedade, né? Então, poderia esclarecer um pouco mais sobre essa influência espiritual e a ansiedade? Pois bem, eh, quando a psicologia surge assim oficialmente, né, a psicologia surgindo eh no século XIX, em paralelo com o Espiritismo, eu acho muito interessante perceber que começou a ser desenvolvido um conceito chamado neurose. Neurose tem uma ideia de repetição, nãoé? algo que fica repetido na cabeça da pessoa do ponto de vista de pensamento, do ponto de vista de emoções. Mas antes desse conceito assim ser divulgado, ser aprofundado e ser estudado do ponto de vista psicanalítico, a psicanálise como sendo já um momento posterior do século XIX, né, o final do século XIX, um pouco antes a própria psicologia surgindo em conta ciência, é interessante observar que Allan Kardec ele vai escrever um conceito de que grande parte das vezes o obsediado é obsessor de si mesmo. Então, na obsessão, nós temos também uma ideia de o quê? De circularidade, de fixação, de coisas persistentes. Quando Kardec faz esse conceito, que a gente chama de autoobsessão, é um conceito muito parecido com o conceito de neurose. Apenas que a neurose ela diz respeito, digamos assim, num visão materialista apenas a uma questão de uma existência, né, aos problemas que aconteceram nessa
o muito parecido com o conceito de neurose. Apenas que a neurose ela diz respeito, digamos assim, num visão materialista apenas a uma questão de uma existência, né, aos problemas que aconteceram nessa vida, na infância, tal. E na visão reencarnacionista espírita, nós entendemos que esse padrão de autoobsessão, ele pode ganhar e grande parte das vezes ganha um teor reencarnatório. Aí a nossa benfeitora Joana de Angeles traz o quê? Um nome muito bom, né? Que ela resume, porque espíritos sábios eles conseguem resumir coisa tão complexa com um nomezinho assim, ou uma frase ou uma palavra. E ela traz o termo atavismo. Atavismo é alguma coisa que existe nos nos animais, nos seres e que ganha uma força nova, como se fosse reaparece. Então, atavismo, no final das contas, é o termo técnico psicológico da psicologia de Joana de Angeles para falar dessa autoobsessão que é a porta de entrada para as influências obsessivas. Então, no final das contas, as influências obsessivas externas, elas acontecem por causa das influências obsessivas internas, a autoobsessão, as neuroses e, portanto, esses atavismos que nos vinculam a culpas que são ancestrais. É tão interessante que a própria Bíblia, né, ela fala do pecado original. Nós, enquanto espíritas não falamos do pecado original do surgimento do espírito, mas enquanto espírita nós sabemos de uma culpa ancestral, que é a quê? A culpa de outras existências. E a pessoa então fica anos na terapia materialista e diz assim: "Poxa, eu já vasculhei tudo" e acaba encontrando problema onde não tem, né? Porque às vezes não tá nessa existência, às vezes está em outras existências. é uma culpa que é ancestral, é como se fosse uma culpa original, não da criação, mas de momentos antes dessa reencarnação. Então, nesse sentido, eh, que as influências espirituais, elas influenciam muito na perspectiva não só de quadros mais graves, né, chamados transtornos mentais graves, assim, mas a ansiedade, a depressão e as somatizações. Depressão, ansiedade e
espirituais, elas influenciam muito na perspectiva não só de quadros mais graves, né, chamados transtornos mentais graves, assim, mas a ansiedade, a depressão e as somatizações. Depressão, ansiedade e somatizações. É, na psiquiatria a gente pode chamar de doença, transtorno mental comum, transtornos mentais que tem uma uma prevalência, ou seja, muitas pessoas têm isso no mundo inteiro e tem uma carga ambiental, ou seja, uma causa ambiental muito forte, eh, às vezes bem mais forte do que uma causa genética biológica. Pois bem, esses transtornos mentais comuns no qual a ansiedade a gente está incluindo, eh, ele tem muito a ver com o que a psicanálise chama de neurose, né? Que chamava neurose obsessiva para o toque na a neurose como sendo essa angústia. E tem muito a ver com essa autoobsessão. Então, tem vários campos. Allan Kardec vai dizer assim: "O que dá aso obsessões são as imperfeições morais. Azo seria o que gera, o que dá oportunidade, o que dá espaço, o que dá abertura às obsessões são as imperfeições morais. Quando a gente pensa em imperfeição moral, é óbvio que nós logo pensemos numa perspectiva eh eh do certo e do errado, né, de erros morais que cometemos. Então, dos vícios, das mais diversas ordens. Sim, mas não só isso, a imperfeição moral fala também das nossas questões psicológicas. Então, são várias. Eu trouxe aqui a culpa, o medo de errar, porque como nós trouxemos já na nossa bagagem espiritual muitos equívocos, é até bom que a gente não saiba dos equívocos pra gente se enganar um pouquinho que não se equivocou, né? Porque ainda bem que não não nos lembramos tanto das coisas, né? Porque seria muito difícil eh os pacientes às vezes falam assim: "Doutor, eu queria um transplante de cérebro". Sabe um transplante de cérebro. Por quê? Para tirar memória. E a doutrina espírita fala: "Que bom que nós reencarnamos. é um transplante de cérebro, ou seja, é um novo cérebro que dá novo assim pra gente poder esquecer desse passado e começar, digamos assim, de novo. Aí tem os atavismos que nos
om que nós reencarnamos. é um transplante de cérebro, ou seja, é um novo cérebro que dá novo assim pra gente poder esquecer desse passado e começar, digamos assim, de novo. Aí tem os atavismos que nos vinculam. E um dos temas que eu queria chamar atenção é a insegurança, que passa batido, a insegurança, o medo de se equivocar gerando a insegurança. E quanto mais inseguro nós somos, mais ansiosos nós ficamos, porque vemos competição onde não tem, vemos rivais onde não existem, porque no final das contas nós temos uma insegurança íntima. E essa insegurança íntima faz com que nós fiquemos ansiosos, inquietos na perspectiva de que eu tenho que eliminar esse possível rival, porque ele vai então me pegar insegurança. tá muita, tá muito por trás, digamos assim, de uma brecha emocional, não moral, do ponto de vista do certo ou errado, mas do ponto de vista psicológico, que os obsessores atuam muito mais do que nós imaginamos, muito mais do que nós imaginamos nas nossas inseguranças. E essa insegurança muitas vezes é o matavismo de equívocos que cometemos no passado e aqui viemos e temos um medo enorme de errar na mesmo ponto de novo. Então é possível sim que nós erremos, mas não é possível, não é desejável que nós fiquemos tão fixados porque nesse medo de errar, porque isso gera muito mais insegurança do que qualquer outra coisa. e em segurança uma brecha emocional para essa influência espiritual, gerando ansiedade. Um dos pontos só porque tem muitas coisas, né? >> Obrigado, Dr. Leonardo. Uma terceira pergunta bastante também interessante. Existe tantas pessoas com adoecimentos, inclusive dentro do movimento espírita. O espiritismo realmente pode ajudar na saúde mental? >> É verdade, né? é tanta doença aqui dentro, né, do movimento espírita que fica, será que esse espírito tem uma ajuda alguma coisa, né? Eh, eu diria que muito mais do que nós imaginamos. Só que nós temos uma certa ilusão assim de invulnerabilidade. É como se a gente já fez isso na idade média, entendeu? A gente já fez isso em
isa, né? Eh, eu diria que muito mais do que nós imaginamos. Só que nós temos uma certa ilusão assim de invulnerabilidade. É como se a gente já fez isso na idade média, entendeu? A gente já fez isso em outros momentos do tipo assim, eu vou dar uma barganhada com Deus. Se der, eu até compro um terreno no céu, né? fizemos isso para ter garantia de que seríamos, eh, digamos assim, estaríamos invulneráveis. Ah, e aí vai reeditando, são os atavismos, vai reeditando a coisa. E a gente acha que talvez por sermos espíritas, vamos, digamos assim, estar eh sem nenhum tipo de adoecimento. Mas percebamos que o espiritismo é, digamos assim, o lençol que nós temos a possibilidade de ter para nos cobrir do frio. Não é, digamos assim, o calor que muda o tempo todo, né, e faz com que o frio não chegue. Às vezes sim, mas às vezes é o cobertor que nos faz cobrir diante do frio. Isso quer dizer que nós não somos invulneráveis porque somos espíritas. Nós não somos invulneráveis porque somos de tal ou qual religião, de tal ou qual denominação. Isso é muito mais insegurança, é muito mais resquício de uma imaturidade psicológica que faz uma certa barganha com Deus inconsciente eh do que realmente uma realidade. Então sim, nós temos adoecimentos em todas as áreas, mas eu até diria pra gente não ficar tão desanimado, que é em todo canto, viu? são de todas as religiões, sem religião. Eh, digamos que uma coisa bem democrática, bem a única coisa democrática que eu já encontrei mesmo foi totalmente democrática, é adoecimento mental, sabe? Vem pro rico, pro pobre, de total, de todas as coisas assim, porque todo mundo tá no mesmo barco reencarnatório, né? A gente tá aqui na terra com as nossas questões, né? Se nós fôssemos já assim bem bem bem eh diferentes, nós estávamos como pessoas com outro patamar, né? E aí a gente verifica o seguinte, essas pessoas com outro patamar, que se tornam verdadeiros missionários do bem, eles também têm um sofrimento, né? Podem não ter, digamos assim, um adoecimento
r, né? E aí a gente verifica o seguinte, essas pessoas com outro patamar, que se tornam verdadeiros missionários do bem, eles também têm um sofrimento, né? Podem não ter, digamos assim, um adoecimento tratável, como um psiquiatra convencional trata, mas há um sofrimento tão grande porque são as questões dos testemunhos, as provas. Então, há também uma dor. Então, no final das contas, não dá para fugir da dor, não dá para fugir desse tipo de sofrimento. O que o espiritismo nos faz é dar um uma mudança de paradigma e, portanto, uma mudança de referencial para que a gente possa aguentar e não sucumbir. Quantas vezes eu tenho percebido e tenho dito, né, também, olha, se não se tu não tivesse tudo isso, tu terias sucumbido. E eu gostaria de contar uma história rápida, pedir permissão para esse senhor, né? Eh, ele teve muito contato, ele é espírita assim de berço, de fato, foi o tio Divaldo, conhece ele desde que ele reencarnou. Então, interessante que ele teve contato com tio Divaldo, contato com Chico Xavier, contato com Carlos Torres, o pastorino. Eu falei: "Como é que era?" Ele rapaz, aprendi tanta coisa, tanta coisa. E depois ele foi me contando, né, as dores, as perdas que ele foi tendo de um filho, um outro filho que nasceu com uma deficiência física muito grave, que tenha sido a sua própria avó reencarnada. E aí eu fiquei, tá vendo? Quando a gente vem com tanto, tanta bula, né, digamos assim, tanta manual, né, é porque alguma coisa a gente vai passar, porque senão vai ser um manual tão bom, contato com tanta gente boa, para quê? Só para uma pro nosso ego, olha, eu conheci fulano, olha eu conheci cicrano, como se o conhecimento do outro vai, digamos assim, fazer com que evolua por osmose. Sabe que osmose é tipo assim, só em tá tocando na pessoa evoluída, eu tô evoluído, né? Só em ser amigo, eu tô sendo evoluído. Não é bem assim, entendeu? Não vai ser por osmose que a gente vai evoluir. A gente pode pegar o conhecimento dessas pessoas para poder fazer da nossa forma. Então assim, o
amigo, eu tô sendo evoluído. Não é bem assim, entendeu? Não vai ser por osmose que a gente vai evoluir. A gente pode pegar o conhecimento dessas pessoas para poder fazer da nossa forma. Então assim, o contato com pessoas tão boas, olhe, é porque você estava aí aprendendo algo para o futuro lembrar, né, do que essa pessoa Então, como tio Divaldo teve por aqui reencarnado, isso não é uma boa notícia para todos nós, né? Quer dizer que na hora de conta tivemos um bom professor para quando a bronca vier nós lembrarmos do professor e não que o professor vai, digamos assim, blindar o aluno do aprendizado. Faz sentido isso? Então nós não somos invulneráveis, né? Nós temos é uma boa ferramenta para lidar com as dores. >> Obrigado, Dr. Leonardo. Vamos agora um intervalo e já retornamos. A mansão do caminho apresenta tudo no universo faz parte de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é uma nota dissonante que chama a atenção na caridade. resvala o valor de gratidão como o recurso valioso de edificação moral para a purificação do ser. Veio Jesus demonstrar a grandeza do amor e ele próprio foi vítima da loucura que assinalava o seu tempo. Cada passo dado à frente é vitória da tua jornada espiritual. Mundo regenerado por Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Joana de Ângeles. Ah. Muitas perguntas nos chegaram aqui pelo YouTube e outras fisicamente. Eu vou procurar fazer um resumo delas para atendê-las nas eh necessidades de resposta através do Dr. Leonardo. Então escolhi mais uma aqui que era a seguinte pergunta: pensar positivo ajuda não seria uma forma de felicidade tóxica? >> É verdade, né? Nós temos muito medo de felicidade tóxica. Agora, ninguém fala também do pessimismo tóxico, né? Ninguém fala isso. Só só tem postagem de felicidade tóxica. Mas, meu amigo, pessimismo, a gente cultua às vezes o pessimismo, né? Sim, temos que ter medo de tudo que é tóxico, porque tóxico significa excessivo, né? Tóxico é algo que é excessivo. Por exemplo, um medicamento que é um remédio, pode ser um tóxico,
o pessimismo, né? Sim, temos que ter medo de tudo que é tóxico, porque tóxico significa excessivo, né? Tóxico é algo que é excessivo. Por exemplo, um medicamento que é um remédio, pode ser um tóxico, pode ser um veneno, pode ser algo ruim se for tomado além da dose, ou seja, se for excessivo. A diferença entre um tóxico, ou seja, um veneno, e algo que é remédio, algo que é bom, é basicamente a posologia muitas vezes, né? Ou seja, a quantidade, o horário. Nesse sentido, sim, felicidade pode ser tóxica quando ela vem numa perspectiva que faz uma coisa meio iludida, né? A negação da realidade, como se eu só visse assim, ã, o copo sempre muito cheio, quando na realidade o copo tá no meio, né? Nem tá muito vazio, nem tá muito cheio, ele tá no meio. A realidade é assim. Então, existe uma característica que é supergeneralização, uma forma de pensar que a terapia cognitiva nos fala que às vezes nós, nosso pensamento distorce a realidade através de super generalizações. Isso pode ser pro lado mais pessimista, tipo assim, ninguém presta, todo mundo é ruim, o mundo é isso, são super generalizações. ou também todo mundo é bom, todo mundo, o mundo é maravilhoso e pode até ser bom para cantar, né? Que mundo maravilhoso e tal, mas dizer que o mundo todo, tudo no mundo é maravilhoso, seria uma super generalização na sentido da realidade. Então, a realidade é meio que permeada entre situações que são aparentemente trágicas e situações que são muito bonitas. Se a gente pensar do ponto de vista espiritual, a doutrina espírita de alguma forma fala isso. Quando nós falamos da lei de destruição, nós também falamos da lei de conservação. Não dá para entender a lei de destruição que tem em o livro dos espíritos, sem ler também a lei de conservação, porque são duas faces da mesma moeda. No final das contas, são faces da mesma lei que a lei de Deus. Então, o Kardec, de forma muito sábia, ele divide ali a lei de Deus em várias apresentações. Então, são face da mesma moeda. Se pensarmos, por exemplo, na
as, são faces da mesma lei que a lei de Deus. Então, o Kardec, de forma muito sábia, ele divide ali a lei de Deus em várias apresentações. Então, são face da mesma moeda. Se pensarmos, por exemplo, na filosofia hindu, né, no hinduísmo, eles também são monoteístas, né, eles também tm uma visão de um Deus único como eh o Espiritismo, mas é um Deus único diferente, né? um Deus único com um tríplice aspecto. Eh, de alguma forma para os católicos, isso se assemelha também com o tríplice aspecto de Deus, né? Deus é o Espírito Santo, Deus Deus e Deus o filho, né? Então isso a gente também tem no hinduísmo, que é a visão de Brama como sendo, digamos, a parte organizadora, a visão de Chiva e de Vichno, que seria a parte destruidora e a parte conservadora. O que é que eu quero dizer? A a realidade do trágico faz parte da existência humana. Se pudermos pensar em Joana de Angeles, ela vai escrever na sua série psicológica que os dois mecanismos básicos da evolução é o mecanismo do amor e o mecanismo da dor. A gente fala isso no coloquial. Ou eu aprendo com o amor, eu aprendo com a dor. É uma coisa coloquial que traz uma série de fundamentos pra gente poder sair da super generalização, porque senão a gente sai do excesso de pessimismo e vai pro excesso de otimismo. E aí fica pessimismo tóxico, sendo combatido com felicidade tóxica. E no final das contas, quando a gente vê a realidade da vida, a partir de alguma decepção, a partir de alguma frustração, nós ficamos em então mais revoltados ainda. Então, pensar positivo não seria sinônimo de ficar olhando sempre como se tudo fosse bom, mas ver a realidade dos fatos e perceber que além desse dessa aparente tragédia existe algo eh algo de útil. que está acontecendo. Então, é nós focarmos o nosso pensamento não no que tá faltando, mas naquilo que já temos, não aquilo que nós não temos, mas naquilo que já nós conquistamos. Isso é pensar positivo de um ponto de vista duradouro, do ponto de vista sustentável. Pensar positivo, portanto,
aquilo que já temos, não aquilo que nós não temos, mas naquilo que já nós conquistamos. Isso é pensar positivo de um ponto de vista duradouro, do ponto de vista sustentável. Pensar positivo, portanto, seria desfocar da insatisfação e focar na satisfação. Então, desfocar daquilo que eu não tenho, daquilo que me falta, daquilo que eu não sou. e focar naquilo que sou, naquilo que eu já tenho, incluindo do ponto de vista moral, porque pode ser que eu não tenha alguma virtude, mas eu tenho outra. Pode ser que eu não tenho alguma característica, mas eu tenho uma outra característica boa. Em invés de ficar olhando sempre o copo meio vazio e tentando preencher o que eu não tenho, eu olho o que eu tenho, me apego naquilo que eu tenho e aquilo faz como se fosse um efeito de maré. Já viu a maré quando sobe? Quando ela sobe, ela arrasta tudo. Então, quando eu subo uma virtude dentro do meu coração, essa virtude arrasta as outras. Por exemplo, se eu sou muito corajoso, essa coragem arrasta eh outras virtudes, como sendo, por exemplo, uma virtude de confiança em Deus, uma virtude de compaixão. Essa coragem faz com que eu evolua, faça com que faz com que eu não tenha medo, né, de de caminhar. Então, essa é a ideia do pensar positivo, né? Não é cair numa felicidade tóxica. Então, nesse aspecto, a doutrina espírita, ela nos dá um complemento desse pensar positivo, porque ela fala assim: "Olha, existe a realidade trágica, só que essa realidade trágica, ela é uma tragédia, é, é dolorosa, é uma tragédia que faz sofrimento. É, porém essa tragédia, esse sofrimento, ele tem um para que, né? E mais do que um para que, mais do que um porquê, porque o porqu fala do passado, né? O que é que aconteceu no passado para isso acontecer hoje? O para que fala do futuro? Ou seja, o que é que isso vai me ensinar? Além disso, existe também uma função no trágico, que é me esvaziar de certezas, me esvaziar de convicções e me submeter humildemente à experiência do sentimento, do sentir. Porque eu não tenho respostas completas, eu tenho uma
uma função no trágico, que é me esvaziar de certezas, me esvaziar de convicções e me submeter humildemente à experiência do sentimento, do sentir. Porque eu não tenho respostas completas, eu tenho uma resposta filosófica geral, mas às vezes eu não tenho um porquê específico. Eu não tenho às vezes mérito para lembrar das coisas, do porquê, e nem consigo entender agora o para que as coisas estão acontecendo, mas é aí a oportunidade de pegando um pouco da Bíblia fazer o que Abraão foi convidado a fazer, né? Abraão foi convidado a fazer o quê? a sacrificar o próprio filho em nome de Deus para ver se ele realmente tinha crença em Deus ou não. Bem, Deus não pode ser uma pessoa sádica, um ser sádico, uma força sádica que quer ver o o pai sofrendo. Então, Abraão fica naquela dúvida da fé. E então, quando ele resolve, né, sacrificar o filho, então escuta aparentemente a voz de Deus, a voz divina, falando que não, Abraão, era apenas um teste, teste da fé. Teste da dúvida, teste do não saber, teste da não resposta, teste da experiência por si, o sentimento por si. É mais ou menos como se fosse um músico, não apenas lendo a partitura, analisando a partitura, projetando o concerto, mas sentindo o concerto. Quando a gente conversa com qualquer qualquer bom maestro, né, sei lá, pegue o o venezuelano Duda Mel, Gustavo Dudamel, veja lá ele regendo, bota no YouTube, né, vê ele regendo. Parece um um transe, porque ele está sentindo a música, está sendo atravessado pela música. ou o maestro brasileiro John Ashley, ele falando assim: "Olha, eu não sou espírita não, mas a a experiência de Regiê é quase mediúnica, porque ele está sendo atravessado pela música, atravessado pelo sentir." Então tem esse outro lado, né, da do trágico, fazer com que a gente saia das certezas e entre no sentimento de uma forma mais difícil. Obrigado, Dr. Leonardo. Antes da próxima pergunta que tem a ver com um tema que nós iremos desenvolver aqui no sábado, que eu faço o convite a todos, que é sobre o setembro amarelo, será um diálogo
l. Obrigado, Dr. Leonardo. Antes da próxima pergunta que tem a ver com um tema que nós iremos desenvolver aqui no sábado, que eu faço o convite a todos, que é sobre o setembro amarelo, será um diálogo franco. Nós teremos com o nosso convidado La Corder e o próprio Divaldo Franco, que nós temos alguns temas relativamente a esse aspecto do suicídio, né? Então nós vamos colocar, faremos um um diálogo franco com a presença virtual do Divaldo e do nosso convidado La Corder e da Luziane Bahia. Então fica aí o convite para o nosso próximo sábado e vamos à pergunta agora relativamente a esse setembro amarelo. Doutor, um familiar morreu por suicídio. Como me consolar e consolar outros familiares se eu sei que existe consequências difíceis para o espírito? >> Qualquer consolo duradouro realmente só vem com a verdade, né? qualquer consolo que vem com algo que seja fantasioso ou não corresponda com a verdade tem muito tem um prazo de duração relativamente curto, de acordo com uma fantasia maior ou menor que criamos. Então, de fato, qualquer consolo vem com a verdade. Foi Jesus quem disse isso: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". A libertação é justamente o consolo da dor. A libertação é justamente o consolo em relação a esse sentimento doloroso que invade o a família diante de um suicídio. Então isso do ponto de vista técnico se chama pós-venção ao suicídio. Porque a gente quando pensa no tema, né, a gente pensa muito só em como evitar. E aí como se quando o suicído acontece não tem mais o que fazer. como se a derrota tivesse acontecido. E nós nos esquecemos que tem uma série de familiares, uma série de pessoas que estão ali sentindo uma dor muito grande por aquele evento que está acontecendo. E ficamos um pouco assim sem saber o que falar, o que dizer, o que agir. Eu diria primeiro que não tem muito o que falar, é acolher nesse sentimento, acolher o sentimento. Então, a doutrina espírita é muito consoladora, porque ela abraçada com uma verdade espiritual, ela abre os braços
eiro que não tem muito o que falar, é acolher nesse sentimento, acolher o sentimento. Então, a doutrina espírita é muito consoladora, porque ela abraçada com uma verdade espiritual, ela abre os braços para acolher a dor que é real e que é merecida no sentido de merece ser vivida, no sentido de ser digna nesse aspecto, tá? Ah, há uma fala do da música cajuína que diz assim, né? Eh, existirmos a será que se destina? Pois quando tu me deixa a rosa pequenina, eu vi que tu eras homem lindo. Esse homem lindo era um pai espírita que havia perdido um filho pelo suicídio. E esse pai espírita, amigo do tio Divaldo, e lá no Piauí, que tem muita cajuína, essa essa esse tipo de bebida não alcoólica que vem do caju. Ele então encantou ali, né, como a mensagem muito bonita do início da Jana de Angângeles, o entusiasmo, era uma pessoa entusiasta, fundou centros mesmo no luto do suicídio, quando eu vi que tu eras homem lindo e se acaso a caina do menino triste não se nos ilumina, ou seja, a caina do suicídio não dá alegria para ninguém. No entanto, não pode turvar a lágrima nordestina. Ou seja, a lágrima tem o direito de vir, é a dor legítima. Isso é a colher. Junto dessa verdade que sim traz consequências, o espírito imuno fala que essas consequências são muito variáveis. Há uma consequência, não tem como não ter uma consequência, mas as consequências são muito variáveis. Existem muitos atenuantes, porque muitas vezes esse suicídio é cometido como uma consequência de um processo obsessivo grave. É como se a pessoa fosse suicidada, ou seja, estivesse ali junto um obsessor, né, como o próprio Tiudivaldo no seu filme e na sua história, né, não era um suicídio que ia acontecer ali de forma consciente. E eu acho interessante falar sobre isso porque conversando com ele no na entrevista psiquiátrica que fiz, né, e foi psiquiátrica de estudo, não que ele precisasse de mim, né, foi só um estudo para poder fazer um uma análise da mediunidade dele, tá? Então, conversando sobre isso, e ele me falou assim: "Meu
né, e foi psiquiátrica de estudo, não que ele precisasse de mim, né, foi só um estudo para poder fazer um uma análise da mediunidade dele, tá? Então, conversando sobre isso, e ele me falou assim: "Meu filho, você sabe que na hora eh eu senti assim um entusiasmo, né? Como se eu tivesse sentido assim, eu fui liberado por Deus, como se aquela dor tivesse sido sanada". Eu falei que coisa interessante, não chamava ele de tio na época, né? chamava de que interessante isso que o senhor falou, porque é isso que a gente vê quando alguém tem uma tentativa muito firme assim, muito forte de suicídio, muitas vezes ela tem uma convicção muito forte que dá uma certa sensação de alegria, uma certa euforia. Veja que coisa paradoxal. É a confusão emocional que o obsessor tá tentando causar uma certa sensação de que olha, já deu, Deus liberou você, né? Agora pode ir. Então ele falou isso, né? é interessante ele relatar essa experiência e eu anotei, né, e escrevi um capítulo e específico sobre isso. Então, o primeiro atenuante é que nesse ar de influenciações, nós temos também essas atenuantes pelas influenciações que acontecem. Mas além disso, a gente tem que pensar em outras influenciações, porque a obsessão ela não acontece só do ponto de vista do espiritual. Existem muito obsessores encarnados. Existem muitas pessoas que têm obsessores que são encarnados. E às vezes essa obsessão tá muito perto e a pessoa nem consegue captar porque tem uma relação afetiva grande. Vou contar um exemplo, tá? de uma jovem que eh no numa época antiga, né, em que, digamos assim, a mulher tinha menos direitos ainda, se hoje a gente pode dizer que não é a igual total, mas num época que não tinha nada e que ditava-se o casamento para ela, a mãe queria porque queria, era uma obsessora encarnada, influenciada por outra obsessora, né, desencarnada, queria porque queria que a filha então casasse com Beltrano e a filha simplesmente tinha uma ogeriza, né? Não queria casar com Beltrano, ela tava, ela era apaixonada por outra
ssora, né, desencarnada, queria porque queria que a filha então casasse com Beltrano e a filha simplesmente tinha uma ogeriza, né? Não queria casar com Beltrano, ela tava, ela era apaixonada por outra pessoa. Nos tempos modernos, na atualidade, ela muito bem teria liberdade, né? Se ela não tivesse reencarnada naquele momento, ela teria hoje a liberdade. Não, não quero casar. Mesmo que a mãe obsessivamente falando, influenciasse, ela teria maior liberdade para escolher ou não. Naquele tempo não, né? não é via essa liberdade. Então ela acabou cometendo o suicídio. Com certeza, né? E aí eu tô falando um ponto, com certeza, porque sei, ela teve um atenuante e esse atenuante foi porque a mãe biológica teve também um agravante. Por quê? porque usou da influência, né, que ela tinha na filha para, de certa forma induzir ao desespero. E quando a filha se viu, a filha era espírita, era uma menina jovem, trabalhadora espírita, mas apesar disso, apesar dessa confiança que tinha, ainda não tinha uma maturidade espiritual, mas tem um atenuante. E ela, se tivesse, digamos assim, é outra época, tá? Mas se tivesse casado nesse casamento arranjado, ela iria desencarnar naturalmente daqui a 8 anos, porque era um período de débitos, né, utilizando as perturbações da época, porque eu acho isso uma perturbação da época, no sentido de você ter que obrigar o outro a casar, mas são os momentos que dão as oportunidades pra gente poder ressacciir ou não. Então, se ela tivesse ido, ela teria 8 anos ali de existência e desencarnaria naturalmente. mais o desespero. Então, ela tem teve o atenuante e aí do ponto de vista perespiritual até isso marca menos. E numa outra existência teve então algumas adoecimentos muito mais leves do que a gente poderia imaginar em xaquecas, TDH, né? Um déficit que ah na época era chamado assim deficiência neurológica mínima. Por quê? Porque era assim uma questão só de uma via cerebral. algumas algumas doenças do ponto de vista eh simples assim da clínica médica, ou seja, um impacto menor.
m deficiência neurológica mínima. Por quê? Porque era assim uma questão só de uma via cerebral. algumas algumas doenças do ponto de vista eh simples assim da clínica médica, ou seja, um impacto menor. Então, existe um impacto, mas graças à verdade que o espiritismo nos revela a partir da reencarnação, nós temos também a ciência, isso não é uma ilusão, dos atenuantes que os processos obsessivos desencarnados ou encarnados fazem. E o obsessor encarnado ou desencarnado, acaba agravando, porque usa a sua influência. E se for encarnado, se for uma pessoa de relevo na vida de alguém, usa da influência para um aspecto negativo. Então eu diria, se apegue sim à verdade, não se iluda. Porém, saiba que a doutrina espírita ela também traz outras verdades. E essas outras verdades são esquecidas no momento da dor. Nós nos desesperamos com a dor que é superlativa. Uma outra verdade que o espiritismo coloca, eu vi quando eu orando por um professor que cometeu um suicídio, eu tinha muita vinculação com ele, eu tinha uns na época 17 anos de idade. Então eu passei a orar, né? Bem, eu vou orar por ele, porque é o que eu posso fazer, porque eu sei das consequências, mas sei que a oração eu não vou mudar o mundo, mas a minha oração pode aliviar alguma coisa. E aí numa reunião mediúnica, uma médium, né, que não sabia do do fato, eh dando uma psicofonia, o espírito falou assim: "Meu filho, continue orando para o seu professor tá ajudando ele. Porém, lembre que para algumas coisas só o concurso do tempo para poder reorganizar". Ou seja, a minha oração não pode ser uma oração assim, me permita a palavra, préotente, ou seja, uma potência antes do tempo, achando que eu vou conseguir mudar a lei de Deus, a lei que acontece no universo, mas eu posso sim atenuar e eu tenho o dever de atenuar orando, lançando acolhimento para que o espírito, se você é da família, o espírito possa entender que você não desistiu. você não desistiu, ou seja, não saiu da existência e que você resistiu. Então o espírito vai aprender que é possível
o espírito, se você é da família, o espírito possa entender que você não desistiu. você não desistiu, ou seja, não saiu da existência e que você resistiu. Então o espírito vai aprender que é possível resistir, porque você enquanto familiar com essa dor tamanha está resistindo na vida e enquanto mãe, enquanto pai, enquanto pessoa amada, vai trazer uma influência reencarnatória para esse ser. A verdade, portanto, nos liberta da dor. >> Obrigado, Dr. Leonardo. Vamos então aqui a última pergunta, doutor, para fazer o resumo geral. Como é que nós podemos diferencer as lembranças de vidas passadas, de pensamentos delirantes? Ou seja, como saber o que é fantasia e o que é realidade? É verdade. Assim, quando a gente pensa de lembranças, percebe que eu tô falando toda vez de atavismo, né? Então, o atavismo não é uma coisa consciente, clara que vem na cabeça, são coisas mais inconscientes, não tão claras. Então, quando nós temos alguma lembrança de existências passadas, não é só a narrativa, ou seja, não é só a historinha que vem. Eu fui isso, fui fulano, fui belrano. Isso é só a história, é só a novela, né? Que também vem alguma parte, não vem a novela inteira, vem partes. Por quê? Porque tá na nossa memória perespiritual, está o bloqueio dessa memória não surgir indevidamente a nosso benefício, porque se surgisse nós não teríamos como dar conta de tudo, mas tá lá. Então, é um fenômeno paranormal que a gente pode chamar de retrocognição, ou seja, vamos para o passado a partir do que já está escrito no nosso perespírito. Então, não é só uma lembrança do fato, do da da de narrativa, tem algum tipo de lembrança de aptidão, ou seja, algum tipo de habilidade que começa a aparecer, que surge, mas além disso, a lembrança diz respeito a outro nível que é o nível emocional. Então, quando a gente fala de lembrança de vidas passadas, quando é uma lembrança mais autêntica e saudável, porque pode ser um uma coisa fantasiosa porque não é saudável. Então, tipo assim, tem alguma coisa verdadeira, mas
ala de lembrança de vidas passadas, quando é uma lembrança mais autêntica e saudável, porque pode ser um uma coisa fantasiosa porque não é saudável. Então, tipo assim, tem alguma coisa verdadeira, mas não sabe onde, nem quando, nem como. Então, tem algum fato verdadeiro, mas como é muito genérico, gera um impacto de a pessoa ficar mais angustiada do que tranquila. Então, a lembrança mais verdadeira, ela tem essas três características. Vem aí um fato que se lembra, uma característica mais, digamos assim, de poder podendo se narrar, alguma habilidade que vem e alguma emoção que vem. Quando nós lembramos de algo, geralmente lembramos de fatos mais ediondos, de fatos mais trágicos. Por quê? Porque o trágico marca a nossa memória. Acho que vocês já ouviram falar em transtorno de estresse pós-traumático, que acontece depois de um trauma. Que é que acontece? O nosso hipocampo, ele fica guardado, registrado, né, uma área do nosso cérebro com aquela memória afetiva ruim. Para quê? Para se proteger. E essa memória vem como flashback, mesmo que a gente não queira, vem como um flashback, como se fosse um sonho acordado. Então, por quê? Porque a emoção negativa, ela tem uma função de proteger a nossa a nossa existência. Quando nós estamos alegres, nós comemoramos a vida. Quando nós estamos com medo, nós nos protegemos da vida. Então, essa emoção negativa, ela tem uma função de marcar alguma memória para proteção. Então, é muito mais comum que se lembre de coisas que de momentos trágicos, difíceis. Por quê? porque tá guardado com muita força no cérebro espiritual. Parafraseando e Ernesto Botsano, ele vai chamar o corpo somático e o corpo etéreo ou o corpo perespiritual. Então nós temos o cérebro, né, no soma e temos o cérebro perespiritual, o cérebro etéreo. Mecanismo que a gente não sabe exatamente como, mas há uma interpenetração. Ernete Bano diz algo muito interessante também que eu tive ocasião de perguntar pro Divaldo, tio, essa teoria acho que é a mais válida até então, né? De quê? De
mente como, mas há uma interpenetração. Ernete Bano diz algo muito interessante também que eu tive ocasião de perguntar pro Divaldo, tio, essa teoria acho que é a mais válida até então, né? De quê? De que esse corpo etéreo se vincula a esse corpo somático célula a célula. Através de quê? através dos espaços interatômicos que existem. E por isso que existe uma vinculação tão intensa, não é assim como se fosse uma cordinha, meu espírito aqui do lado, né? O meu ser tá aqui dentro de mim, ele está entranhado nesse espaço interatômico. Então, quando os filmes ou os médiuns conseguem ver eh o desdobramento, você vê o espírito como se fosse assim, saindo do corpo. Nessa perspectiva, ele vai se desvinculando desse espaço interatômico, né? Eh, e o TIO, eh, meu filho, é um daal, é a única explicação possível pra gente poder entender alguns fenômenos de teletransporte, de desmaterialização de um corpo físico no local e materialização em outro, como o próprio Xakov falou, desmaterialização parcial do corpo físico da médium por conta desse espaço interatômico. Tudo isso para poder dizer que a memória quando vem, geralmente vem de um momento trágico, não vem de uma coisa muito boa, não vem de um momento muito tranquilo. É por isso que Joana de Anângo, acho que vale a pena ler esse capítulo do, acho que foi o último livro lançado eh pela Leal da Joana chamado Sendas Luminosas, relançado, né, numa edição muito bonita. Tem um capítulo lá sobre lembranças de vidas passadas ou esquecimento da vida passada. E ela fala muito bem isso. Olha, se nós lembrássemos, nós não aguentaríamos. Por quê? Porque o espírito, o perespírito e o corpo tem uma uma reserva, uma quantidade, não é a palavra dela que eu tô lembrando da mensagem, tem uma uma capacidade limitada de lidar com algumas memórias. Então, nós não temos condições de lembrar de tudo. E por isso que a gente até esquece de fatos da infância. a gente às vezes esquece de coisas porque não dá para lembrar de tudo, né? É uma mecanismo natural de defesa, de
condições de lembrar de tudo. E por isso que a gente até esquece de fatos da infância. a gente às vezes esquece de coisas porque não dá para lembrar de tudo, né? É uma mecanismo natural de defesa, de proteção. Então, nessa perspectiva, quando eu fico, essa é uma característica que eu queria dizer, que eu queria dizer, uma outra, quando eu fico fixado nessa memória, é um outro fato que, olha, tá mais assim para uma coisa meio patológica do que uma coisa boa, porque veja, já foi, né? tá no passado. A memória vem para um para que no presente. Não é para eu ficar fixado em que eu fui, quer seja na vaidade, eu fui fulano de tal, ou quer seja assim na baixa autoestima, poxa, eu fui só isso, né? Então, nem na vaidade excessiva e também nem na baixa autoestima não ficar fixado, ficar no hoje. Eu sou eu hoje, eu sou essa personalidade no conjunto da minha individualidade. Então, quando tá muito fixado, é outro sinal de que tá mais pro patológico do que para o saudável. Então, contar exemplo prático, né, que eu fiquei também me perguntando assim, será que não é loucura, né, algumas coisas é natural. E então uma coisa que não vou falar, não vou falar pessoa, né, mas conversando com o tio, então veio ali uma memória de uma outra existência que não é uma falada. E eu fiquei assim, mas é loucura. Mas o tio me confirmou, eu falei: "Tio, vamos vou apagar essas fatos assim para ficarmos entre nós". Um. Pois bem, mas eu fiquei assim que aí eu dou a sugestão. Quando vem alguma memória, guarda standby, espera a vida te dar algum sinal para ver se não é fantasia e se é realidade, porque a vida vai dar algum sinal. Porque se foi só uma fantasia, a vida não vai dar sinal para não ter um reforço patológico. A vida vai dar um sinal para você ter um estímulo, para você saber exatamente o que você é hoje e o que você é capaz e do que você não é capaz, do que você pode vir a ser capaz, mas do que você ainda não consegue dar conta. Pois bem, então eu faço isso, eu guardo a informação, espero os a reforços ou não
ocê é capaz e do que você não é capaz, do que você pode vir a ser capaz, mas do que você ainda não consegue dar conta. Pois bem, então eu faço isso, eu guardo a informação, espero os a reforços ou não da vida. E aí foi interessante porque tiveram três reforços, né, muito muito curiosos. Uma foi uma paciente que tava assim no consultório e do nada ela falou assim: "Ela é uma paciente com transtorno grave dissociativo, né, que seria um animismo patológico para os espíritas entenderem". Então, mas ela também tem mediunidade porque as duas coisas vêm juntas muitas vezes. Pois bem, daqui a pouco ela fala: "Doutor, eu tô lhe vendo agora com uma totalmente diferente". Aí descreveu, eu não vou descrever, mas ela descreveu como é que ela tava me vendo com outra imagem, mas não era um benfeitor que tivesse me ajudando, né? Ela descreveu a imagem e eu tinha lembrado dessa existência naquela semana, entende? Então, quando a gente lembra, vem alguma aptidão. E eu entendi algumas aptidões que vieram do ponto de vista de conhecimento, tanto de algumas áreas da paranormalidade desses estudos, quanto também de algumas outras habilidades que tive nesse momento, né, de conhecimento. Então, a descrição igual. Aí eu não fui reforçar porque eu não, enfim, eu vou não tentei desconversar assim, não falei, óbvio, tô falando só agora, mas ela não vai ver, então tudo bem, né? E aí fiquei standby, né? Aí fui fazer uma palestra no num estado aí do do Brasil. E quando eu terminei a palestra, às vezes eu tenho alguém que fala assim: "Eu vi fulano, vi cicrano". Mas essa falou igualzinha: "Doutor, eu não sei se eu tô com catarata, mas quando eu olhei pro senhor, teve uma hora que eu vi um outro muita outra imagem. Aí descreveu a mesma imagem que a paciente tinha descrito alguns dias antes." Aí eu falei: "Não, minha filha, não é catarata, não é outra coisa. Confia em Deus, né? Você tá bem. né? E eu tô bem, graças a Deus também, para eu não me não me ficar achando que era mentira, né? Ou fantasia ou loucura. Aí veio. Por quê?
catarata, não é outra coisa. Confia em Deus, né? Você tá bem. né? E eu tô bem, graças a Deus também, para eu não me não me ficar achando que era mentira, né? Ou fantasia ou loucura. Aí veio. Por quê? Porque eu estava impregnado dessa memória, entende? Então, como estava impregnado, naturalmente o perespírito dá uma mudada, entende? Tem uma impregnação energética, né? Eh, não é que dá uma mudada no sentido total, mas uma impregnação energética. E aí um uma terceira pessoa falou: "Doutor, engraçado, eu sonhei com o senhor". É normal, né? O uma pessoa de referência para ele, ele sonhar porque ele tava, digamos assim, mal, né? E eu tava ajudando ele, consolando ele no sonho. Mas, doutor, o senhor tava totalmente diferente. Era o senhor, eu sei que era o senhor, mas o senhor tinha totalmente diferente a imagem. Como é que era essa imagem? Aí eu já tava ligado. Aí ele descreveu a mesma imagem. Aí eu tá bom de provas, né? Se eu não tiver convencido, né, para não ficar fixado nessa imagem para eu ser hoje, né, ser o hoje. Quero dizer que vai acontecer coisas que vão ajud fixando, vão nos confirmando ou não. Não ficamos tão ansioso assim para as coisas vão acontecendo. uma outra, uma outra existência, o tio Divaldo contou uma história, uma palestra, me falaram: "Olha, o tio Divaldo falou sobre essa história sua mandaram, fui ver. Quando ele falou, ele falou um pouco mais. Ele não falou, mas falou no sentido de captou na meu psiquismo. Então eu tive um outro insight de uma outra existência e aí fiquei, pera aí, aí fiquei calado, não falei para ninguém, nem pra Paola. Eu geralmente não falo para ela porque ela é o termômetro, porque se vem para ela também, eu falei: "Ih, e aí quando veio, ela falou: "Leu, engraçado, eu assisti tal e aí veio uma imagem tal e descreveu. Falei: "Tu perguntei, né? Não tinha falado nada, perguntei tudo, ela descreveu, né? A pessoa, o fato, etc." E aí eu lembro que eu falei: "Ah, tio, eu tenho uma mancha aqui, tem uma mancha hipocrômica nesse lado do peito, né?
? Não tinha falado nada, perguntei tudo, ela descreveu, né? A pessoa, o fato, etc." E aí eu lembro que eu falei: "Ah, tio, eu tenho uma mancha aqui, tem uma mancha hipocrômica nesse lado do peito, né? do lado esquerdo. Eu falei: "Ah, então então deve ter sido por conta da lepra para algum Não, não, isso foi de outra vida". Então foi relacionado a essa outra existência. Então vão vindo fatos para que a gente possa confiar e não ficar fixado, porque eu sou Léo, né? Não sou do, eu sou eu, eu sou eu, nordestino, né? Pernambucano, recifense, quem não sabe dançar frevo, mas sabe tocar violão, entendeu? Não sei tocar piano, mas sei tocar violão. E é o último fato que eu queria narrar é que nessas habilidades, né, é interessante, eu sabia de uma existência mais assim ligada à hispânica, né, coisa hispânica, mas não falei também. E e amigos hispânicos, espanhóis falaram, você falou assim, né? Você teve e eu não falei para ele. Pois bem. E aí, voltando a a eu fiz espanhol seis meses quando era mais jovem, quando eu tava na faculdade de medicina. Não aprendi uma palavra. Eu fui paraa Espanha e não entendi nada o que falaram, sabe? Falei: "Rapaz, vou ficar no inglês". Eu pensei assim: "Isso aí nunca falei, veja, tentei seis meses, aula particular, né? Fiquei, não entendi nada". E aí, quando foi o momento adequado, o momento necessário para alguma utilidade desse dessa língua que tava na matriz cerebral perespiritual, né? Eh, quando eu vi duas aulas tava falando e aí eu vi os o pessoal da que fala espanhol falando: "Você dá para entender você? Eu entendendo que coisa, como é que pode mudar na mesma existência?" Porque antes não teria finalidade nenhuma, seria só pro ego, ah, eu sei falar espanhol e não sei o quê? Sim, mas para quê? Por quê? Para quê? Não vou ser professor, não vou agora ten uma utilidade. Quando tem uma utilidade, e veja que coisa curiosa, não veio sua linguagem. Eu sempre tentei fazer uma coisa no violão chamado trêmulo. Nunca consegui na infância, na adolescência treinava, treinava,
Quando tem uma utilidade, e veja que coisa curiosa, não veio sua linguagem. Eu sempre tentei fazer uma coisa no violão chamado trêmulo. Nunca consegui na infância, na adolescência treinava, treinava, treinava, não conseguia. Quando veio essa matriz hispânica, veio o trêmulo no violão, né? Porque veio também uma memória assim: "Olha, você tem que ficar relaxado. Quanto mais você ficar tenso, menos o trêmulo sai." Por quê? Porque você tem que deixar a mão relaxada, o corpo como se fosse a extensão da sua mente, o corpo como se fosse a extensão do seu cérebro. E aí, ao mesmo tempo que vinha a linguagem, veio esse toque do violão, alguma habilidade que eu tentei e não conseguia nessa mesma existência e quando vem vem tudo junto. Então, mais ou menos assim como a gente consegue diferenciar. E já que para não vazar casos clínicos outros, tô usando o caso clínico eu, né, para a gente ficar assim, será que é verdade ou não? Aí você avalia e vê se eu sou louco ou não, se é fantasia ou não. Eu já bispus demais. Agradeço a paciência e a interação. Muito >> obrigado, Dr. Leonardo. >> Então, eu deixo a palavra pro senhor agora, só para fazer a despedida do público que nos assiste aqui. Só agradecer a paciência, agradecer o convite e dizer que é sempre uma honra poder aprender espiritismo junto com vocês, junto com a mansão do caminho. >> Muito obrigado, Dr. Leonardo. Então, eu agradeço a sua presença aqui. Eu sei que sábado o senhor vai fazer uma palestra lá em Feira de Santana, né? Não é domingo, >> é sábado. >> É sábado. Sábado. Sábado e domingo lá em Feira de Santana, na semana espírita de Feira de Santana. O Divaldo irá receber uma homenagem lá em feira do domingo e eu então solicitei ao Dr. Leonardo que em meu nome recebesse a homenagem lá em Feira de Santana, né? Então, irá nos representar lá e irá desenvolver o tema também o que que foi oferecido a ele nesse congresso espírita lá de Feira de Santana. Agradeço a professora Solange, a vocês que nos assistem aqui pessoalmente,
representar lá e irá desenvolver o tema também o que que foi oferecido a ele nesse congresso espírita lá de Feira de Santana. Agradeço a professora Solange, a vocês que nos assistem aqui pessoalmente, ao meu amigo Manolo, que está aqui da Espanha e a Loli, né, nos prestigiando. Venha fazer uma visita à mansão. São espanhóis, estão aqui. É muito amigo do Divalda, são amigos da casa. Agradeço a equipe aí da mansão do Caminho, do Sérgio e do Júnior que nos assistem, né? e a todos vocês que nos assistem bem virtualmente. Vamos agora nos preparar para encerramento da reunião. Vou convidar os médiuns passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, amigo infinito das nossas vidas, abençoa-nos, ó Senhor. abençoa-nos e traga a nós a grande esperança através da vossa infinita misericórdia para com todos nós. Abençoa as nossas existências, os esforços que todos nós desenvolvemos. para nos tornarmos homens e mulheres de bem. Abençoa-nos, Senhor, pela graça que desenvolveste em nós, dando-nos a condição de tornarm-nos espíritos melhores, que possamos auxiliar a humanidade, levando a ela a vossa paz e o vosso amor. Abençoa-nos. Abençoa os espíritas, aqueles que executam trabalho na caridade, nas casas espíritas, como palestrantes, dirigentes, trabalhadores, voluntários e principalmente, Senhor, as almas sofridas. os filhos do calvário que vem buscar nesta casa o lenitivo para as suas mazelas físicas e espirituais. que possamos assistir a essas necessidades com as bênçãos que nos concedes. Abençoa, pois, agora aos médiuns passistas desta casa, traduzindo, através da vontade e do amor pessoal de cada um, a mensagem do mundo espiritual. através de Edivaldo Franco e de Nilson de Souza Pereira. Abençoa os nomes que expusemos na entrada desse cenáculo, encarnados e desencarnados. a vossa misericórdia para com todos eles. Também a água que expomos, abençoa-a, Senhor, transformando-a num medicamento, para que quando formos sorvê-la nos auxilie nas nossas mazelas físicas,
rnados. a vossa misericórdia para com todos eles. Também a água que expomos, abençoa-a, Senhor, transformando-a num medicamento, para que quando formos sorvê-la nos auxilie nas nossas mazelas físicas, mentais, espirituais, emocionais. abençoa-nos na condução de retorno ao lar, levando a vossa mensagem de amor aqueles que lá nos aguardam. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado pela presença a todos.
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