#51 • Jesus e Saúde Mental • Perguntas e Respostas
WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 51: Perguntas e Respostas » Apresentação: Leonardo Machado
Ora direis ouvir estrelas. Por certo perdeste o senso. Eu vos direi, no entanto, que para ouvi-las muitas vezes desperto. E abro a janela pálido de espanto. E conversamos largo tempo, enquanto a Via Láctea, como um pálio aberto senti-la. E quando vem o sol ainda saudoso e em pranto, eu as procuro pelo seu deserto. Direis agora, três loucado amigo, que conversas com elas? Que sentido tem o que dizem quando estão contigo? E eu vos direi: "Amai, porque só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender as estrelas". Olá Bilamente feliz quando simboliza a nossa sede de luz. com a nossa sede de amor. Eu tenho sede de luminosidade, eu tenho sede de luz, eu tenho sede de amor e acho que você também tem. E essa sede de amor e essa sede de luz que nos faz vincular a um tropismo, um elo de vinculação com o elo superior da espiritualidade. E é isso que nos faz nos mover, é isso que nos faz existir, é isso que nos faz estarmos aqui. Então, 51 programas que estamos falando sobre Jesus, diretamente sobre Jesus, colocando Jesus em cima do candelário para que possamos iluminar as nossas mentes e possamos então pensar sobre a nossa saúde mental. E por isso que hoje, logo depois da nossa vinheta, nós iremos tentar nessa sede de luz que eu tenho, nessa sede de luz que você tem, nessa sede de amor que eu tenho, nessa sede de amor que você tem, juntos pensarmos em algumas questões que vocês nos levantaram e que nós agradecemos, porque significa que está tendo ressonância essa fala com a escuta, essa sede com a tua sede. Então fica comigo, fica conosco em Jesus e saúde mental mais uma vez. 3 de outubro, a data em que Allan Kardec viria ao mundo para poder nos ajudar com uma série de entendimentos, para poder resgatar em muito de nós, inclusive dentro da minha perspectiva, a esperança nas palavras ísticas efetivadas, a esperança no amor efetivado na terra. E por isso que eu queria começar numa questão muito importante que foi nos levantada. O que efetivamente combate o preconceito? O que efetivamente combate
adas, a esperança no amor efetivado na terra. E por isso que eu queria começar numa questão muito importante que foi nos levantada. O que efetivamente combate o preconceito? O que efetivamente combate o preconceito? E eu poderia dar várias respostas, né? Poderia pensar que o amor, né? Só o amor faz a gente entender e ouvir as estrelas. Ouvir e entender as estrelas. O amor nos dá uma perspectiva luminosa de um salto de qualidade no entendimento. No entanto, de certo modo, o amor, né, sendo a principal arma para combater o preconceito, é um tanto quanto genérica essa perspectiva, porque a dificuldade mesmo está em saber o que é o amor, né, no dia a dia, o amor na prática. Em nome do amor, nós matamos. Em nome do amor nós cometemos uma série de atrocidades. Então eu queria desdobrar lembrando de Allan Kardec, lembrando da doutrina espírita e pensando da doutrina espírita, qual é o conhecimento que mais eh me ajuda a combater os preconceitos internos? Fala-se muito do dos preconceitos estruturais, das várias formas de racismo estrutural. E se a gente pensa numa visão reencarnacionista, né, nós como seres que temos muitas existências anteriores ou algumas existências anteriores, nós entendemos ainda mais que essa estrutura do preconceito, essa estrutura do racismo, dos racismos, eh não está apenas na construção social externa, não está apenas na cultura, mas está dentro das nossas entranhas reencarnatórias, dentro da nossa, do nosso hábito de outras existências. inclusive. Então, eh, quando pensamos no preconceito, nas raízes do preconceito, a gente pode sim, eh, de um ponto de vista sociológico, entender as raízes culturais que estão eh na entranha, na estrutura da fomentação e da manutenção do preconceito. Mas eu gosto muito de pensar o que é que eu, né, posso entender dentro de mim como sendo ainda um combustível para a manutenção de algo ruim que possa ser modificável. Então, do ponto de vista das raízes do preconceito em mim, mesmo aquele que não está tão visível, que não está tão
sendo ainda um combustível para a manutenção de algo ruim que possa ser modificável. Então, do ponto de vista das raízes do preconceito em mim, mesmo aquele que não está tão visível, que não está tão claro, que portanto ganha o nome de estrutural, eu posso também pensar nas raízes do preconceito, na reencarnação das minhas existências, a bagagem reencarnatória que eu trago. No entanto, eu queria pensar, né, com vocês e compartilhar com vocês uma impressão pessoal dentro dos conceitos espíritas, de que a explicação espírita, conforme Allan Kardec a traz em a codificação, e também diria o complemento que aprendi muito, o complemento das obras de Leoni. Então tem ali a base kardequiana, né, dos livros que são os pilares do espiritismo, eh, e uma consequência direta, né, a muitos livros de Leão Denito. Então, existem outros livros clássicos, né, como de Gabriel Delane, que eu acho bem interessante porque ele faz um apanhado científico. geral, ele cita uma série de estudos, é um livro bastante científico, mas eu gosto muito da obra de Leon Denipos livros meu meus e e ao longo das várias séries assim que a gente tem feito aqui na Mansão do Caminho, eu sempre trago Leão Denir. E o que é que mais me salta aos olhos, né? que a a impressão que eu tenho de maior grandiosidade, de maior tesouro que eu consigo encontrar dentro desses livros espíritas é justamente a noção de reencarnação. é a noção eh reencarnatória, a ideia espírita de reencarnação, a ideia que esse benfeitor maior, né, Allan Kardec, esse outro benfeitor também, Leon Den conseguem trazer nas suas obras sobre o que seria a reencarnação, sobre a lei de causa e efeito, sobre esse elo que existe entre as nossas vidas, entre as nossas existências, a partir do nosso psiquismo, das nossas nossas memórias reencarnatórias. Eh, eu acho que é um conhecimento fundamental para mim no sentido de diminuir esse preconceito estrutural. Então, se eu dissesse de uma forma afirmativa para você, qual o meio mais eficaz para combater o preconceito? Eu diria para
nto fundamental para mim no sentido de diminuir esse preconceito estrutural. Então, se eu dissesse de uma forma afirmativa para você, qual o meio mais eficaz para combater o preconceito? Eu diria para mim, enquanto pessoa, tentando diminuir os preconceitos que existem dentro de mim, eu diria a noção da reencarnação. Para algumas outras pessoas, essa noção da reencarnação vem às vezes a favor de manter o preconceito. Como assim? Ah, você está passando por isso por causa de eh uma expiação, porque tu és um cara perturbado e tem que passar por isso mesmo. Ou seja, é uma ideia de pegar a reencarnação de forma muito eh eh negativa, eu acho, sabe? de uma forma muito eh perturbada e perturbadora, porque a reencarnação vai me colocar: "Olha, eu poderia também estar passando, eu posso também estar passando." Além disso, ela não fala apenas dos das questões expiatórias, fala dos dilemas, fala, por exemplo, das características culturais. Hoje eu tenho tal e qual característica biológica, mas amanhã eu posso ter outras características biológicas. Ontem eu tive outras características biológicas. Então, no bojo íntimo da reencarnação, na intimidade da reencarnação, conforme a visão espiritista, conforme muito bem traz Allan Kardec desdobrando na codificação, nós temos aí um um arsenal, uma ferramenta extremamente potente, na minha percepção, para combatermos efetivamente o preconceito, quer seja ele visível, quer seja ele mais estrutural e portanto, mais invisível, se a gente consegue introjetar, né, a percepção de que nós de fato estamos no mesmo barco, de que nós de fato eh estamos temporariamente em posições do barco diferente, mas estamos essencialmente no mesmo barco. Então, diria que o a reencarnação dentro do arsenal de explicações espíritas é a a arma mais eficaz que eu consigo ter na minha vida para combater o preconceito que há ainda dentro de mim. dentro dessa perspectiva, eh, alguém me alguém perguntou assim: "Quem desiste de cometer o suicídio é considerado um covarde ou um corajoso?"
da para combater o preconceito que há ainda dentro de mim. dentro dessa perspectiva, eh, alguém me alguém perguntou assim: "Quem desiste de cometer o suicídio é considerado um covarde ou um corajoso?" Mais uma vez, depende de que parâmetro você está utilizando, depende de que parâmetro nós estamos tendo como referência. Por exemplo, quando pegamos o evangelho de Jesus, nós encontramos a seguinte fala: "Na vida, vocês passarão por aflições, mas tende confiança, eu venci o mundo." Ora, numa visão eh limitada de alguns conceitos limitados de sabedorias da terra, Jesus foi vencido pelo mundo. Mas ele vai reafirmar: "Tende confiança, tenho de bom ânimo, eu venci o mundo." Ora, para podermos entender que ele venceu o mundo e que ele foi um vencedor, a gente precisa ter um outro olhar, um outro parâmetro para poder entender essa fala de Jesus. E da mesma maneira a questão eh do suicídio. Se a gente tem um parâmetro muito eh terreno, a gente pode pensar que eh quem desiste de cometer um suicídio é uma pessoa covarde por causa do medo, né, de ter alguma dor, do medo da morte, né? Mas a gente pode a gente pode pensar de uma visão mais ampla e entender que não é uma pessoa que tem coragem também e muita coragem. Por quê? porque ela decidiu eh conscientemente enfrentar uma série de situações difíceis que com o suicídio seria apenas um adiamento dessas situações ou pior um agravamento de de problemas. Acho que foi semana passada. Acho que foi semana passada. Uma jovem, eh, com a tentativa de suicídio, com conhecimento espírita, me dizia assim: "Olha, eu queria sair daqui, eu queria ter um local eh de paz." E eu então perguntava assim para ela, sabendo que ela tinha um conhecimento espírita, mas sair daqui onde ela? daqui da terra, daqui da vida, daqui desse local. Eu falava: "Pois é, mas infelizmente ou felizmente você e eu já temos um conhecimento espírita que nos coloca a seguinte realidade: ninguém foge de si mesmo." Nós podemos fugir das circunstâncias externas, mas fugir de nós mesmos, das
te ou felizmente você e eu já temos um conhecimento espírita que nos coloca a seguinte realidade: ninguém foge de si mesmo." Nós podemos fugir das circunstâncias externas, mas fugir de nós mesmos, das nossas entranhas, das nossas memórias, da nossa mente. a gente não consegue fugir eternamente. A gente pode ficar no mundo espiritual, num processo de loucura espiritual, presos na nossa monoideia, distanciados da realidade externa, presos e essa prisão ser uma fuga de outras questões, mas inevitavelmente a gente vai se encontrar conosco mais cedo ou mais tarde. Por isso que não adianta adiar a ineludível tarefa de se aceitar e posteriormente se amar ou de se amar e concomitantemente se aceitar. Então, infelizmente, ou felizmente, diria dizia eu para ela, você tem um conhecimento e não dá mais para enganar a si mesma fingindo quem não sabe disso. Você nasceu em uma família espírita justamente para que esse conhecimento não ficasse acobertado, já que esse conhecimento ficasse muito claro na tua cabeça, aí você não vai conseguir mais fugir desse conhecimento. Infelizmente completava eu, porque provavelmente se apesar desse conhecimento todo você ainda e eu ainda não me vejo em momentos de revolta, de ira, de ódio, em que às vezes nós somos joguetes de obsessores, de influenciadores, de perseguidores, imagine se nós não tivéssemos, Imagine se nós não tivéssemos isso tão entranhado dentro de nós, dentro da nossa cultura. cura espírita dentro da nossa visão. A rebeldia é tamanha dentro de nós que às vezes a gente quer fazer malabarismo com o conhecimento para poder justificar as nossas perturbações internas. Mas as nossas perturbações internas não conseguem ser justificadas por verdades atemporais. temporariamente a gente se engana, mas como diz a música do Renato Russo, mentir para si mesmo é sempre a pior mentira, mas não sou mais tão criança a ponto de querer saber tudo. Então, nós não sabemos toda a realidade, mas sabemos uma parcela dessas verdades, graças ao legado que Allan Kardec nos
empre a pior mentira, mas não sou mais tão criança a ponto de querer saber tudo. Então, nós não sabemos toda a realidade, mas sabemos uma parcela dessas verdades, graças ao legado que Allan Kardec nos possibilitou. E você e eu temos a grata a gratidão, a grata satisfação, ou seja, a gratidão de podermos ter esse conhecimento entranhados em nós. Falava isso para ela e falo para mim, falo para você. A questão, porém, traz um outro ponto que eu queria aprofundar, né? Desistir do do suicídio, eh, seria uma covardia. Olhe, a gente pode pensar covardia como sendo uma um desdobramento do medo, né? Uma consequência do medo. Que medo? O medo de morrer. Se a gente pensar por esse aspecto, a gente também pode pensar: "É, é uma covardia, é um medo, mas aínda bem. Ainda bem que a gente tem medo da morte. Ainda bem que a gente tem medo de morrer. E mais do que isso, ainda bem que a gente tem medo das consequências do nosso morrer. Porque se a gente não tivesse o medo, a gente teria muito mais eh perturbação dentro de nós. O medo é um aliado que Deus coloca em nossas vidas para a evolução. Não é que a evolução vai ser sempre baseada no medo, mas precisa sim de um certo medo, né, para poder a gente não fazer o equívoco. Depois, no segundo momento, a gente vai pelo caminho da é do amor, né? O caminho da virtude, a coragem como sendo uma virtude, uma virtude que se desdobra, portanto, do amor num segundo momento. Mas no primeiro momento a gente precisa também do medo para nos educar. Quem é pai, quem é mãe, sabe muito bem que não dá com, não dá, não é possível educar um filho de uma forma eh eficaz se não usar, se não utilizarmos um pouco o medo. É preciso, sim, utilizar o medo para que os filhos possam ser educados, para que a gente possa ser educado. E aí uma uma um momento que eu acho assim muito tenso, delicado, eh preocupante, porque às vezes nós estamos enquanto pai e mãe reféns dos filhos, do medo de errar. E aí esse medo eh de errar e não gerar medo no nossos filhos, acaba não gerando
ito tenso, delicado, eh preocupante, porque às vezes nós estamos enquanto pai e mãe reféns dos filhos, do medo de errar. E aí esse medo eh de errar e não gerar medo no nossos filhos, acaba não gerando medo nos nossos filhos. E estamos criando uma geração de pessoas mimadas. Me desculpe o termo concreto e claro da palavra, mimado. Crianças que acham que tem tudo, crianças que hoje já são adultos e que acham que podem tudo. Nesse sentido, a gente pode pensar as os dois aspectos, né? o suicídio como sendo a desistência do suicídio como sendo uma característica do medo e tudo bem, ainda bem. E também a desistência do suicídio como sendo uma coragem de enfrentar algumas verdades. E ótimo, melhor ainda. E aí vem uma pessoa que pergunta assim, já que eu falei que educação, né? eh como trabalhar nas crianças a autoestima e consequentemente a ansiedade saudável, sem pressioná-las. Muitas vezes eu na ansiedade de preparar minha filha para a vida, eu sinto que reforço nela a insegurança. Mas aí quando eu vejo, eu já agi de forma exigente, até até controladora. Eu estou refletindo nela a minha baixa autoestima. Eh, excelente pergunta, né? Primeiro queria começar pelo final. Nós podemos refletir em nossos filhos a nossa baixa autoestima. Sim, nós refletimos em nossos filhos aquilo que nós somos, né? Não tem como. A gente reflete ao que tá ao nosso redor, né? O que nós somos. Eem, eh, Jesus nos fala, né? A boca fala do que está cheio o coração. Então, aquilo que nós falamos, aquilo que nós fazemos, especialmente na nossa intimidade e de forma constante, é um reflexo daquilo que nós temos dentro de nós, aquilo que nós somos. Então, as nossas encrencas, elas vão ser refletidas nas nossas atitudes, as nossas soluções vão ser refletidas nas nossas atitudes. Então, eh, a minha alhaidade de propósitos vai ser refletida na minha na minha atitude mais cedo ou mais tarde, vai vir alguém que não vai entender, etc. Mas aquele que acompanha e o filho nos acompanha vai e os filhos vão perceber a nossa
tos vai ser refletida na minha na minha atitude mais cedo ou mais tarde, vai vir alguém que não vai entender, etc. Mas aquele que acompanha e o filho nos acompanha vai e os filhos vão perceber a nossa sinceridade de propósitos, a nossa autenticidade. E aí é onde eu quero chegar. A gente vai errar, você vai errar, eu vou errar, todos nós vamos errar na educação dos filhos e vamos gerar neles uma consequência das nossas dificuldades internas. Faz parte do processo, faz parte do viver, né? Por isso que a paternidade, escrevia eu outro dia, a paternidade é um convite, um convite para o mergulho interior. Eu vejo em mim mesmo a paternidade como sendo um convite para o mergulho em mim, nas minhas feridas, as feridas que já estão um pouco cicatrizadas, as feridas que estavam muito mais abertas do que eu imaginava. E eu fui e vou precisando cicatrizar, dando, né, o carinho para os meus filhos, dou o carinho a mim mesmo. Então, o processo de paternidade e de maternidade, tô falando como pai, né, mas de maternidade, eh, talvez até mais profundamente, é um processo de encontro consigo mesmo, encontro com as nossas questões, com as nossas dores, com as nossas a baixas autoestimas. E por isso que a melhor maneira da gente poder educar o filho é se educando, né? A gente amar o filho é se amando. A gente tentar fazer o bem pro filho é fazendo o bem pra gente próprio. Nesse sentido, vem o o que eu queria colocar também. Os filhos vão perceber a nossa sinceridade de propósitos. eles vão perceber que a gente se equivocou, mas foi uma tentativa, né, do que a gente podia fazer, do que a gente sabe fazer, do que a gente acredita ser eh o melhor para nós e para eles. Então, os filhos, né, vão eh ter e essa maturidade em algum momento. É importante a gente perceber essa perspectiva, perceber também que assim como eu e você temos dilemas reencarnatórios, os nossos filhos têm também dilemas reencarnatórios. E às vezes esses dilemas, essas expiações até independem de você e de mim. Não são
r também que assim como eu e você temos dilemas reencarnatórios, os nossos filhos têm também dilemas reencarnatórios. E às vezes esses dilemas, essas expiações até independem de você e de mim. Não são expiações que você e eu criamos pros filhos, mas algumas pessoas que estão ao redor e faz parte do processo reencarnatório dele. Ele também tem uma um planejamento, uma necessidade e a gente precisa ter uma certa tranquilidade, né, de saber que a gente não consegue protegê-los totalmente. Às vezes eu acho que pressiono demais, exijo demais, mas olha, um pouco de exigência é necessário, né? um pouco de dor. Eh, eu vou contar uma história recente, né? Eh, eu não cresci tendo, eh, animais muito de estimação, sabe? Tirando o peixe que meu pai deixava ter, o resto, eh, não era possível, não tive cachorro, gato, eh não, não, não era possível. E aí, com meus filhos, eu estou tendo a oportunidade de eles terem e eu também ter, né? E o que é que acontece? Então, atualmente nós temos ali quatro hamsters, né? Hamsters chineses. Eh, e acontece que quando a gente comprou os hamster, eh, em tese era para ser tudo fêmea, né? Para não sair procri. Mas no final das contas, quando a gente viu, tinha um ou dois eh eh machos ali e houve uma procriação. E Hamster, né, rápido, como se fala, é uma proliferação rápida, assim, quando vê oito bebezinhos de hamster, bem vermelhinho. Eh, e aí ficou aquele aquele problema. Por quê? Aí, vamos ver, vamos estudar um pouco como é que faz para o hamster pequenininho viver, né? E aí a gente leu, leu duas coisas. Primeiro que a mãe, né, não pode estar muito estressada, por exemplo, se tiver com outro ram na gaiola, no local lá e ficar estressando a mãe, a mãe ficando estressada pode comer os filhos, né? Um processo de canibalismo eh da da natureza. Por outro lado, se você vai proteger os filhinhos assim, sei lá, passar a mão, você pode passar o cheiro seu, né, para o o bebezinho e a mãe também estranhar os filhotes e comer os filhotes também no canibalismo. Aí tinha um um o o macho
os filhinhos assim, sei lá, passar a mão, você pode passar o cheiro seu, né, para o o bebezinho e a mãe também estranhar os filhotes e comer os filhotes também no canibalismo. Aí tinha um um o o macho tava lá estressando e tava aquela briga. Então, a gente tirou eh o macho da Gaela, separou ele e o ambiente ficou um pouco mais tranquilo. Mas a gente não sabe se foi a mãe que já tava estressada ou se em algum momento um ramichzinho caiu fora da gaiola, né? E a minha mãe viu e colocou de dentro, né, da gaiola, ou seja, mas pegou a a outra vez foi outro hamsterzinho que caiu, a gente pegou. Ou seja, não sei se foi o nosso cheiro entranhado ou se foi o estresse do Ramis. Sei que tava todas as crianças esperando, já empolgadas, fizeram vídeos, sabe? Eita, vai nascer, vai ser nome de qual? A gente já pensando e daqui a pouco vem a uma das crianças e fala assim: "Eu acho que os bebezinhos da mãe comeu". A gente ficou, aí a gente ficou, eu fiquei, eu particularmente fiquei tenso assim, puxa vida, como é que vai expor isso, né? Um canibalismo e tal, que como é que eu vou explicar esse negócio? Fiquei sem saber como explicar, mas não precisei explicar, né? Eles viram e ficaram assim: "Eita, o hamster. Eh, a mãe comeu o hamster, a mamãe comeu o filho. E aí eles estavam estudando cadeia alimentar". E aí um deles falou assim: "Não, mas é a cadeia alimentar, né? Ela não é má, não, é a cadeia alimentar. Às vezes tem essa coisa de canibalismo entre os animais. Aí veja, uma coisa que eu pensei que ia ser um estresse, que eu ia precisar teorizar um bocado de coisa de eh profunda, as crianças se resolveram entre si e conversaram sobre o assunto. Que que tô querendo dizer? Eh, a gente às vezes quer proteger demais, né? Mas uma um um um um algum nível de estresse é necessário para o desenvolvimento socioemocional das crianças. Até porque resiliência, né, um conceito de superação, só existe se tem estresse. Não existe resiliência eh para uma coisa boa. Aí aí é adaptação. Resiliência é um
lvimento socioemocional das crianças. Até porque resiliência, né, um conceito de superação, só existe se tem estresse. Não existe resiliência eh para uma coisa boa. Aí aí é adaptação. Resiliência é um processo que envolve um estresse, uma dor, um sofrimento, né? Então, para ter resiliência tem que ter um nível de estresse. Não pode ser um estresse tão elevado a ponto de paralisar, tão precoce, ao ponto também de desestimular o crescimento. Mas o próprio crescimento, né, por exemplo, no osso, né, na estrutura óssea, existe uma região que é responsável pelo crescimento do a proliferação celular pro osso crescer. E esse crescimento, ele só pode eh se efetivar se há um estresse, ou seja, se a criança anda, se a criança corre, se a criança pula, se houver um estresse. Esse estresse, então, a força faz com que essa parte do osso se prolifere. Se o estresse for muito intenso, muito precoce, aí a gente pode ter uma baixa estatura por causa do estresse. A gente vê, por exemplo, ginastas olímpicas que começaram muito cedo, então tem muito estresse repetido. Então essa quantidade de estresse dificulta o crescimento ósseo. Agora também se não tiver estresse nenhum, você também tem uma dificuldade de crescimento. Então, eh, eu tendo contato com os com animais de estimação hoje em dia, eu fico pensando, poxa, eh, o que acontece na natureza e os filhos observam, nós, seres humanos observamos enquanto crianças, não deixa de ser um certo treino para os estresses que acontecem naturalmente na vida. Se você tem, por exemplo, um cachorrinho de, né, um bicho de estimação, um cachorrinho, não vai viver toda a sua vida, né? Ele vai ter uma vida, por mais longa que seja, ele vai ter um momento em que você vai acompanhar o processo de falecimento desse animal. E esse processo de falecimento, vamos supor que seja uma criança de 10 anos, né, ou uma criança muito pequenininha, quando tiver com 12 anos, o cachorro vem a falecer. Ou seja, é um treino para outros lutos, para outras dores que acontecem. Então,
seja uma criança de 10 anos, né, ou uma criança muito pequenininha, quando tiver com 12 anos, o cachorro vem a falecer. Ou seja, é um treino para outros lutos, para outras dores que acontecem. Então, façamos com sinceridade a educação, sabendo das nossas limitações e amando o que é possível amar. Amando como é possível amar. Há uma pergunta interessante, né? Eh, eu queria, por gentileza, uma explicação de quem foi Jesus na visão da reencarnação. Uma vez eu ouvi dizer que ele já foi criado sem imperfeições e em outras eu escutei que Jesus reencarnou várias vezes até chegar à perfeição. Qual é a verdade? Excelente questão. A principal verdade para a visão espírita é a que está em Oro dos Espíritos, quando Allan Kardec pergunta quem é, né, o modelo e o guia da humanidade e os benfeitores respondem, Jesus. Pronto, essa é a verdade espírita. Outras questões são mais especulativas, que a gente não tem total acesso do que a gente realmente é o que entende? Se a gente pensa eh do ponto de vista da teoria reencarnacionista espírita, conforme Allan Kardec Leon coloca, a gente vai concluir, e essa é a minha conclusão, de que sim, ele como qualquer, como todo espírito foi criado em algum momento simples, né, mas teve uma trajetória eh evolutiva que chegou nessa perfeição. relativa, porque a perfeição absoluta, perfeito, absolutamente só Deus. Por isso que ele fala: "Bom é o meu pai que está nos céus para diferenciar a perfeição de Deus da perfeição que ele tem." E aí ele se torna o guia e o modelo, né? quando ele eh eh se eh eh digamos assim, algum momento, né, na história do universo, eh ele, digamos assim, é designado para ser o governador da terra, aquele que tá ali comandando, né, eh a a trajetória, ajudando a trajetória, eh, da Terra, né? a gente vê no no livro do de João, do Evangelho, eh, colocando Jesus dizendo que desde o início dos tempos ele é, ou seja, uma corroboração bíblica dessa visão espírita de Jesus como aquele guia, aquele modelo, aquele aquele aquela aquele ser que governa os nossos passos,
endo que desde o início dos tempos ele é, ou seja, uma corroboração bíblica dessa visão espírita de Jesus como aquele guia, aquele modelo, aquele aquele aquela aquele ser que governa os nossos passos, olha no nossos passos da Terra. Mas percebam que eu coloquei assim na história universal, porque se eh Jesus é criado como nós e chega nesse processo evolutivo, não é aqui na Terra, né? Talvez essa seja a confusão, seria na história do universo, uma história tão antiga que a gente não consegue conceber do ponto de vista eh racional, porque a gente não tem eh eh tem limitações, nossa mente tem limitações de tempo, né? Mas a gente pelo raciocínio vai entender que é uma história universal, ou seja, momentos antes da criação da Terra, talvez, entende? antes da criação eh desse globo, mas não é uma trajetória reencarnatória aqui na Terra. aqui na Terra, pelo que a gente tem conhecimento da doutrina espírita, quando ele vem para eh o mundo ser o modelo e ser o guia, ele já está no estágio de perfeição. Por isso que a visão espírita é de que ele é o guia e o modelo, ou seja, ele já é perfeito. Agora, se a gente pega eh esse conhecimento espírita reencarnatório, né, da evolução dos seres, da trajetória dos seres, a gente pode fazer uma especulação que esse ser, né, de primeira grandeza nas nossas vidas teve um passado, né, que remonta a uma historicidade muito anterior, né, ou seja, a história do universo que a gente não sabe exatamente quando, mas o principal o principal, a principal verdade é que ele é o guia e o modelo da humanidade, que quando esteve entre nós, ele esteve posto como sendo esse ser perfeito, né? essa perfeição relativa que a gente tem como guia para guiar a nossa trajetória, as nossas escolhas. Então, acho que esse é um ponto importante da gente entender, porque também eh a gente tem que ter humildade de saber que a doutrina espírita, por mais que tenha explicações, né, Allan Kardec, ele não pretendeu dar todas as explicações porque ele não vai colocar fora do Espiritismo não a
em que ter humildade de saber que a doutrina espírita, por mais que tenha explicações, né, Allan Kardec, ele não pretendeu dar todas as explicações porque ele não vai colocar fora do Espiritismo não a salvação, porque ele sabia que nós não temos todas as explicações, porque a gente não tem condições de saber de tudo. E tá muito bem posto em a gênese, quando ele vai tentar remeter origem inicial do universo, porque o universo existe, por Deus criou o universo. E os espíritos vão dizer que nem sempre os espíritos que estão ali como benfeitores sabem de tudo. E mesmo que o espírito que tivesse ali como benfeitor soubesse, ele poderia dizer porque não estaria no estágio evolutivo da eh do de nós, né, dos seres humanos, tá? Outra pergunta importante, qual a visão espírita do tratamento paliativo diante da doença terminal, onde já se esgotou, né, onde já se esgotaram as possibilidades terapêuticas? Mais uma vez, eh, precisamos aí de umas atualizações de conceitos. Eh, existe a terapêutica curativa e a terapêutica paliativa. Nesse sentido, nunca se esgota a possibilidade terapêutica. Sempre nós temos possibilidades terapêuticas. pode ser que não seja uma possibilidade terapêutica curativa, mas sim uma possibilidade terapêutica paliativa de alívio da dor e aumento da dignidade da existência humana diante daquele momento de terminalidade. terminalidade, então sim, um estágio de terminal, porque tá na terminalidade, mas uma terminalidade com dignidade a partir da terapêutica paliativa, mesmo quando a terapêutica curativa eh não é possível. Essa visão vem em total consonância com a visão espírita. Por quê? Porque se a gente pensar eh nesse momento reencarnatório como sendo uma existência e a nossa vida imortal como sendo a nossa vida real, a gente pode entender o seguinte, que do ponto de vista espiritual, aquele momento de terminalidade em que a gente não tá conseguindo fazer uma terapêutica curativa pro corpo e sim uma terapêutica paliativa pro corpo, pode estar sendo uma terapêutica
vista espiritual, aquele momento de terminalidade em que a gente não tá conseguindo fazer uma terapêutica curativa pro corpo e sim uma terapêutica paliativa pro corpo, pode estar sendo uma terapêutica curativa paraa alma. Então, a terapêutica curativa paraa alma pode estar em um momento que coincide com a terapêutica curativa do corpo, mas pode também estar em um momento que coincide com a terapêutica paliativa do corpo. Então, vem em total possibilidade. E a doutrina espírita vai ver com essa perspectiva ampla, porque a doutrina espírita tem a visão reencarnacionista. Por isso que respondendo as às questões, eu coloquei um a reencarnação como sendo um ponto fundamental, né? Eh, a dor da traição é muito forte ainda, gera inseguranças, né? "Como é que eu posso trabalhar o perdão? Eu preciso de uma luz", a pessoa pergunta, né? Veja, eh, a traição que eu imagino que a pessoa coloca é na traição conjugal, na conjugalidade, né? porque a gente pode pensar também as traições das relações como um todo. Eh, sem sombra de dúvida, é uma dor muito forte, até porque, e aqui não vou ficar levantando as várias situações que eu já vi, né, eh, atendendo pessoas, lidando com o sofrimento humano. Eh, muitas vezes não é só a traição que da confiança, mas é a humilhação que as pessoas às vezes impõe às outras partir desse fato, né? Então existem situações mais diversas e aí muitas vezes a dor dessa da traição não é uma dor que dói por um sentimento apenas de rejeição, não é só isso. Às vezes é o sentimento de humilhação, de se sentir humilhada ou de se sentir humilhado por causa da situação que foi posta. E aí há uma dor muito grande, né, eh, que precisa ser respeitada, que precisa ser olhada e que é muito mais simples, é muito mais difícil do que a simples proposta supera. Supera, né? Às vezes essa palavra, no final das contas, é importante, essa perspectiva é importante, mas dependendo do momento é extremamente eh reforçador de uma sensação de vergonha, porque a pessoa se sente envergonhada por não
vra, no final das contas, é importante, essa perspectiva é importante, mas dependendo do momento é extremamente eh reforçador de uma sensação de vergonha, porque a pessoa se sente envergonhada por não estar conseguindo eh passar. Outro ponto que a pessoa coloca de forma muito importante é porque esse tipo de dor gera sim uma insegurança. É como se gerasse uma paranoia, uma desilusão, né? eh na ideia de que ninguém presta, de que ninguém merece confiança de novo, de que as pessoas vão lhe prejudicar novamente, quer seja numa conjugalidade, numa amorosidade desse tipo, quer seja num relacionamento. E aí a gente percebe que as pessoas cada vez mais estão muito feridas e muito retraídas, né, porque deixam essas cicatrizes. E aí uma música do cancionário, do cancioneiro eh popular, né? O amor deixa marcas que não dá para apagar, né? Sei que errei, estou aqui para te pedir perdão. Eh, e aí fala: "O amor deixa as marcas que não dá para pagar". é uma música chamada Espumas ao Vento, que fala de alguém que está arrependido por ele eh ter feito o processo de traição. Eu eu queria colocar essa frase assim: o amor deixa marcas que não dá para pagar no oposto. Porque a gente sempre pensa as marcas que o amor da traição gerou em nós, mas não os outros amores que nós recebemos da vida. O amor deixa marcas que não dá para pagar. Acho que é importante a gente pensar nesse aspecto dos amores bons, não só relacionamentos, mas o amor que a mãe, que o pai, que o amigo, que o irmão deixou em nós, para que a gente sinta dor, mas não caia na revolta da insegurança total. Lembrando que aquela pessoa se equivocou, o problema é mais dela do que teu. mas que você precisa se apegar a essa marca que o amor deixa de outras pessoas que foram boas na tua vida, que não traíram a tua confiança, que não te humilharam ao contrário, te enalteceram ao contrário, te mostraram quem você é de verdade, o potencial que você tem, porque talvez a grande eh superação, digamos assim, que a gente pode fazer é não deixar deixar o nosso
ário, te enalteceram ao contrário, te mostraram quem você é de verdade, o potencial que você tem, porque talvez a grande eh superação, digamos assim, que a gente pode fazer é não deixar deixar o nosso coração embrutecer. Diz Renato Osso. Eu não vou deixar o meu coração se embrutecer porque eu acredito nos meus ideais. Acreditar nos ideais nesses momentos é fundamental pra gente poder se reerguer e não deixar o nosso coração endurecido. Eu não tô falando só de relacionamentos de conjugalidade, de amorosidade, que podem vir a ser, mas eu estou falando de relacionamentos de confiança para que a gente possa não se tornar desconfiado excessivamente, para não cairmos na paranoia atual, em que todos estamos desconfiados de todos, de todo mundo, porque a gente sofreu decepções, não só nesse tipo de traição, mas outras decepções. Estamos muito armados uns para com os outros. Estamos muito isolados nas nossas verdades porque estamos todos muito paranóicos, né? Inseguros, porque deixamos o nosso coração embrutecer. Eu não vou deixar, cante comigo, meu coração embrutecer, porque eu acredito nos meus ideais. Aqueles que tentam embrodecer o meu coração passarão. Eu ficarei com ele. Eu ficarei com a minha história. E a minha história, eu preciso fazer algo diferente por mim mesmo. Nesse sentido, alguém pergunta: "O mundo está precisando de fé?" Na verdade, não é uma pergunta, é uma afirpação. O mundo está precisando de fé. Eu concordo. Eu concordo. Mas aí a pessoa coloca outro uma outra frase, é o final dos tempos. Mas ele coloca de uma maneira muito assim pessimista, né, com um emoji inclusive de choro. Eh, não, é o início de um novo tempo, é o início de uma nova era, é o início de um novo momento, um momento de maior maturidade espiritual de todos nós. E para atingirmos maturidades espirituais, precisamos passar por sofrimentos, precisamos passar por dificuldades. faz parte do crescimento espiritual da humanidade. Quando tudo parece eh nos dizer o contrário, vem Allan Kardec e nos fala da geração nova
passar por sofrimentos, precisamos passar por dificuldades. faz parte do crescimento espiritual da humanidade. Quando tudo parece eh nos dizer o contrário, vem Allan Kardec e nos fala da geração nova que a cada criança, ao invés de uma ecatombe, ao invés de uma grande catástrofe, a cada criança que se reencarna, um novo ser inteligente, com amplitude da inteligência, vai chegando, precisando dessa amplitude de amor. E esses seres inteligentes que são, precisam que nós não estejamos com corações embrutecidos, sem pessimismo excessivo, pegue a raiva que eventualmente você tem e transforme em motivação para ser diferente, para fazer diferente, para mudar a trajetória, mudar o tempo numa nova história humana e pessoal. É o fim dos tempos. É o final dos tempos, simbolicamente falando, porque é o início de um novo momento. Uma mensagem tem ficado muito no meu coração, né, de do espírito mei por Chico Xavier, confia sempre. E ele vai dizer assim, ela vai dizer, né, que a pior, digamos, condenação é perder a fé e continuar vivendo. Por isso que eu concordo com o que você disse, o mundo está precisando de fé. Porque quando, como diz Mei, né, nessas, mais ou menos nessas palavras, a pior condenação é perder o benefício da fé e continuar vivendo. Precisamos de fé, precisamos, portanto, acreditar. Precisamos apenas às vezes mudar o foco de quem a gente acredita, do que a gente acredita. Coloquemos mais o foco em nosso potencial. Coloquemos mais o foco no nosso lado luz e no lado luz da humanidade para que a gente possa até com pessimismo, mas ao mesmo tempo com otimismo, com idealismo, acreditando nos nossos ideais para poder continuar vivendo com o benefício da fé. Ora direis estrelas, por certo perdeste o senso. Eu vos direi, no entanto, que para ouvi-las muitas vezes desperto e abro a janela pálido de espanto. E conversamos largo tempo, enquanto ouvia a láctea, como um palho aberto senti-la. E quando vem o sol, ainda saudoso e pranto, eu as procuro pelo céu deserto. Direis agora, três loucado amigos, que
o. E conversamos largo tempo, enquanto ouvia a láctea, como um palho aberto senti-la. E quando vem o sol, ainda saudoso e pranto, eu as procuro pelo céu deserto. Direis agora, três loucado amigos, que conversas com elas, que sentido tem o que dizem quando estão contigo? E nós diremos: "Amai!" Porque o amor faz a gente renovar o nosso coração, faz a gente renovar a nossa expectativa, faz a gente renovar os nossos ideais, faz a gente renovar o nosso entendimento, acreditando no mundo melhor, no mundo maior. Por isso que agradecemos a Allan Kardec nesse 3 de outubro de 2023 por essa renovação que ele representa em minha vida, em nossas vidas. Até a próxima semana. เฮ
Mais do canal
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views
[EN FRANÇAIS] Pike et son fils toxicomane - Divaldo Franco
1:10:29 · 293 views
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E34 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 2