#216 - O Passado, o Presente e o Futuro - Manoel Prudêncio (CEECAL EM FOCO)

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 21/07/2025 (há 9 meses) 1:04:12 14 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 216 Expositor: Manoel Prudêncio Tema: O Passado, o Presente e o Futuro Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 20/07/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Uma boa noite a todos irmãos, irmãs desse nosso Brasil, desse nosso planeta. Estamos começando mais um programa Secal em Foco nessa noite de domingo, né, um dia lindo aqui em Florianópolis. Que possamos estar juntos mais uma vez para mais um programa. Agradecendo os nossos parceiros que fazem retransmissão, TV Secal, Web Rádio Fraternidade e GES, Instituto Goiano de Estudos Espírita, FEC TV de Santa Catarina, 14ª UD de Florianópolis e o Espiritismo, Imaginidade e Rádio Portal da Luz. a todos parceiros que estão conosco nessa jornada. Gratidão e a gente possa cumprir esse papel de caminhar e levar essa essa mensagem do nosso mestre Jesus, né, através da internet para todo esse nosso planeta. Hoje quem vai estar conosco vai ser nosso querido amigo, já muitos anos que vem conosco aqui, querido Manuel Prudêncio. Como o senhor está? Bem-vindo a mais um programa Secal em Foco. >> Boa noite, bom dia, boa tarde, bom qualquer hora, porque internet a gente nunca sabe que horas sabe >> que o público estará nos prestigiando. Daqui Antônio, bom te ver. >> Obrigado. Obrigado pela presença novamente, Mané. Hoje vai tratar um tema muito importante que a gente vive nos questionando, né? Só que a gente sabe o que o a a resposta, só que a gente gosta de procrastinar, é o passado, o presente e o futuro. Então, um tema que a gente pode discutir bastante porque faz nos fazer compreender um pouquinho da dessa mensagem que o nosso mestre já trouxe, né? E Manuel, para quem não conhece, eh, ele é natural de Uberlândia, Minas Gerais, trabalhador do centro Espírita Fé, Esperança e Caridade, Casa Centenária em Uberlândia, colaborador do céu, Congresso Espírito de Uberlândia, lá da Rádio Fraternidade, promovido pela Rádio Fraternidade desde sua primeira edição. Então o Manoel vai estar conosco hoje nesse assunto paraa gente dar o pontapé, né, fazer o início da da nossa apresentação, vamos fazer uma prece pedindo ao nosso mestre Jesus, a toda a equipe espiritual que coordena esse trabalho de divulgação da doutrina

a gente dar o pontapé, né, fazer o início da da nossa apresentação, vamos fazer uma prece pedindo ao nosso mestre Jesus, a toda a equipe espiritual que coordena esse trabalho de divulgação da doutrina através do programa Secr Foco. que possamos ser instrumento, auxiliando a todos que nesse momento precisam de uma mensagem de paz, de carinho, que nosso irmão Manuel receba do seu mentor, da espiritualidade, as as intuições que possam levar essa harmonia a todos nós. Que a paz do divino mestre se faça presente hoje, agora e sempre, meu jovem. Então vamos lá, palavra é sua. Vamos nos ater aqui o que puder te ajudar, vamos estar te ajudando. >> Bora lá, Antônio. Eu pedi para você participar hoje porque esses temas que tem uma abordagem mais filosófica é facinho da gente se perder. E o Paulo, ele foi muito esperto e ele ensinou pra gente que quando a gente for fazer alguma coisa em nome de Jesus, que a gente tem uns companheiros por perto, porque pode ser que a gente perca o rumo e aí os companheiros ajudam a gente a ficar no rumo. OK? Então vamos juntos nisso. Primeiro, eh essa esse estudo, né, é inspirado numa reflexão ou busca refletir sobre alguns dizeres de Jesus. Basicamente um em que ele diz: "Andai enquanto é dia." Porque esse enquanto é dia, né? Que tanto que dura o enquanto? Que tanto que dura o presente? Se nós formos entrar nas discussões filosóficas, nós vamos ter um punhado de de de posicionamento e que às vezes até perde tão importante porque são estruturas de pensar, ajuda a gente a colocar uns pins no zis, a pelo menos tirar algumas ilusões, mas às vezes a gente fica meio perdido num emaranhado de de possibilidades. Então, pensemos no presente. Quando eu estou no presente, na verdade eu não tô no presente, porque o presente eles, como ele é contínuo, é como se ele estivesse numa rodovia. Aí eu vejo, olha, uma placa já foi, ela estava presente. E como eu tenho um tempo para processar as coisas, tudo aquilo que eu chamo de presente, ele já está no passado. Porque entra o momento

odovia. Aí eu vejo, olha, uma placa já foi, ela estava presente. E como eu tenho um tempo para processar as coisas, tudo aquilo que eu chamo de presente, ele já está no passado. Porque entra o momento em que a luz tocou naquele objeto e chegou até os meus olhos e eu processei a interpretação, simbolizei aquilo que eu estou vendo. E aqui eu estou usando o caso da visão, que é inclusive mais rápido que a audição. E eu processei essas coisas todas. Aquele aquele contato da luz já foi. Ele só existe dentro da minha memória. Ele só existe como material de trabalho dentro de mim. Então esse é o primeiro ponto. Então discutir se ah, existe, não existe, não é essa a intenção. A gente tá colocando aqui isso primeiro, esses questionamentos pra gente sair desse lugar e não se perder nesse lugar, né? Então, nessa perspectiva, não existe presente, porque ele é tão, ele é tão instantâneo que na hora que eu tô aqui já foi, eu já estou vivendo o próximo momento, o próximo momento, o próximo momento. Então, esse é esse tratar do que acabou de acontecer perene. Perene. Então, o que existe de verdade existe o passado. Porque como o futuro não aconteceu, ele não existe. O futuro pode existir na minha imaginação. Tem alguns pensadores que fala que o futuro já existe na mente divina. Como eu não dou conta de pensar igual a Deus, ele tá muito grande para mim, eu não ouso entrar nesses babado, não, sabe? Eu acho que a gente tem que ter um pouco de bom senso com relação aos nossos limites para não achar que a gente dá conta de lidar com uma parada dessa. Então, para mim, na minha imaginação, existem possibilidades, existem desejos, existem raciocínios, mas não existe o futuro. E mesmo que exista um futuro, só existe dentro da minha cabeça. Agora eu saio desse lugar e vamos pensar assim. Imagina, Antônio que nós dois estamos juntos no lugar. O que você percebe é diferente do que eu percebo. Ok? Então você tem uma percepção do presente diferente da minha percepção do presente, mesmo estando no mesmo lugar e

ós dois estamos juntos no lugar. O que você percebe é diferente do que eu percebo. Ok? Então você tem uma percepção do presente diferente da minha percepção do presente, mesmo estando no mesmo lugar e assistindo a mesma cena. Quando a gente diz que tá no mesmo lugar, é mais ou menos, né? próximo, porque no mesmo lugar só se eu tivesse morto e ser vivo. Então vou ser morto e eu vivo. Porque a gente sabe que pelas leis da física, dois corpos não ocupam o mesmo lugar. Então, vamos imaginar que essa diferença de ângulo que a gente tá tendo seja mínima, que ela não interferisse na nossa percepção. Mas o fato é que o fato verdadeiro que a luz bateu lá e chegou até nós dois, imagina que, sei lá, acendeu uma luz aí, ó, nós dois vamos ver acender uma luz. Você pode ter eh percebido uma luz brilhante, eu posso ter percebido uma luz normal, tá? No mesmo presente, no mesmo lugar, do mesmo lado. Então, quando a gente pensa nessa coisa erada toda, será que existe um presente de verdade, né? Eh, imagina 8 bilhões de pessoas reencarnadas na Terra. Imagine que todos nós olhássemos pro mesmo lugar ao mesmo tempo e pensássemos sobre a mesma coisa no mesmo instante. Imagina que todos nós olhássemos pro Sol. Não dá, porque metade da Terra tá olhando pro Sol e a outra metade não dá. Então, vou imaginar que metade metade da população terrestre olhar-se pro sol ao mesmo tempo. E o resto do presente? Você entendeu minha pergunta? Porque tem Marte, tem Júpiter, tem o outro lado da Terra. Perceba, nós estamos inseridos num plano, numa realidade que aparentemente ela tem uma existência independente de nós, mas como nós não somos capazes de percebê-la, nós a negamos. O Einstein tem lá um pensamento, uma explicação sobre a teoria da relatividade. É, se tem um gato dentro de uma caixa e a qualquer momento ele pode morrer, então ninguém sabe se o gato tá vivo ou tá morto. Então ele está vivo e morto ao mesmo tempo. Eu até entendo a explicação sobre a perspectiva de tentar explicar a eratividade,

momento ele pode morrer, então ninguém sabe se o gato tá vivo ou tá morto. Então ele está vivo e morto ao mesmo tempo. Eu até entendo a explicação sobre a perspectiva de tentar explicar a eratividade, mas essa imagem de que tem uma coisa que aí não é, como é o caso da da física quântica, em que o elétron, se ele for observado como onda, ele vai se comportar como onda. Se ele for observado como partícula, ele vai se comportar como partícula. Dá impressão que só existe essas duas realidades, mas eu estou questionando que existe uma realidade independente de mim. Existe uma realidade independente de mim. Em filosofia isso não, eu não vi ninguém concluindo isso, tá? O Descart lá com a dúvida falou que penso logo existo, mas tá dentro dele, né? Então veja, quando a gente se coloca como centro do universo, nós estragamos tudo. Estragamos tudo. Por quê? Porque o universo ele independe de mim, ele tem uma existência própria. Deus tá no comando disso tudo. Então ele em teoria deve ser capaz de perceber todas as coisas. Sei lá como é que ele faz isso. A discussão aqui não é essa. A discussão aqui é que existe uma vida que não é centrada em mim. Lembra da parábola do filho pródigo? O filho pede a parte da herança dele e vai para um outro lugar. Ele sabia que existia um outro lugar, mas ele não sabia como era viver nesse outro lugar, porque ele estava vivendo junto com o pai. Ele vai viver nesse outro lugar. Enquanto ele está vivendo nesse outro lugar, para ele o pai não existe. Não existe mais o irmão, não existe nada, porque ele tá, ele tá vivendo um presente longe, longe do pai, mas dá ruim para ele. Ele começa a passar dificuldade e aí na memória dele vem que existe um outro lugar. Eu já vi um outro lugar, eu já vivi num outro lugar. Eu tenho uma experiência, eu tenho uma lembrança desse outro lugar. Ele se lembra disso e aí ele faz um plano, olha pro futuro. Já sei que que eu vou fazer. Eu vou fazer é futuro. E aí você tá entendendo melhor o tema, né? Passado, presente, futuro. Quando você

lugar. Ele se lembra disso e aí ele faz um plano, olha pro futuro. Já sei que que eu vou fazer. Eu vou fazer é futuro. E aí você tá entendendo melhor o tema, né? Passado, presente, futuro. Quando você pega a parábola do filho pródigo, nós percebemos claramente esses tempos. Eu vou voltar pra casa do meu pai. Será que essa casa do pai que eu estou imaginando existe de verdade? Será que ela é real? ou ela só o meu entendimento, a minha interpretação do que seja a casa do Pai? Compreende? Ela existe, mas o que eu vejo não é ela. Nós estamos tão engalfinhados no nosso orgulho, nos nossos preconceitos, nos nossos limites, que nós não enxergamos o presente. Então essa essa coisa de que ah, o presente, o presente, cara, é uma loucura, é uma balela, porque a gente tá tão limitado, tá tão enroscado nessa nessa coisa que a gente não é capaz de ver a casa do pai. a gente não é capaz de ver. A gente tem uma vaga lembrança, uma vaga intuição da coisa. Aí ele volta. Quando ele volta, lembra do plano que ele fez? Eu vou chegar e vou falar pro meu pai: "Pai, pequei contra ti, contra o céu, contra ti. Não sou digno de ser chamado filho. Peço que me aceites como servo." Isso é o futuro que ele idealizou, que ele planejou. Quando ele chega lá, qual que é a verdade? Qual que é o presente que ele encontra? O pai corre e abraça ele e tal e dá aquele sacolejo. Você acha que ele estava vivendo esse abraço na parábola que Jesus conta? Você acha que ele sente esse abraço? Você acha que ele vê esse presente que o cerca de verdade? Porque ele afasta o Pai para viver o futuro que ele planejou. futuro que ele imaginava na cabeça dele, né, que seria bom para ele, na realidade era só na na visão que ele tinha, né? >> É, ele afasta o pai e fala, ele realiza, né? Ele deve ter ficado muito satisfeito porque a gente é assim, né? Eu planejei, realizei, falei do jeitinho que eu tinha planejado, né? Falei que ia falar e falei, falei que ia fazer e fiz. Aí que que acontece na realidade? Porque ele só planejou aquilo. E a realidade

u planejei, realizei, falei do jeitinho que eu tinha planejado, né? Falei que ia falar e falei, falei que ia fazer e fiz. Aí que que acontece na realidade? Porque ele só planejou aquilo. E a realidade existe independente dele. Porque o pai não aceita como servo. O pai manda trazer sandálias e roupas e anéis. Meu filho, meu filho, assuma o teu lugar de filho. Você não vai ser reduzida a nada. Essa, isso aí que você tem dentro da sua cabeça, esse esse presente imaginário seu não existe. Por quê? Porque o pai independe dele. Aí chega o outro filho, olha o tanto que é de passado, presente, futuro. Que festa é essa? Conta Jesus, né? Que festa é essa? Ah, seu irmão voltou. Ele estava perdido e ele voltou. Essa é a realidade para aquela aquele servo. Não era a realidade pro filho. Ele olha e fala assim: "Ah, mas disso não pode de jeito nenhum. Não entra nessa festa de jeito nenhum. Não, isso não é justo, não é certo, não aprovo, não aceito." E aí vem o pai contrariando a realidade dele, contrariando o presente que ele desejava. Porque no presente do irmão que tinha ficado, o irmão que tinha saído nunca poderia ter voltado. Então, olha a negação do presente. E aí vem o pai, meu filho, teu irmão tava perdido. Agora é importante que a gente comemore, entre, comemore conosco. Esse é o presente do pai. Mas o filho tá vivendo onde? No passado, pai, eu sempre estive com o senhor. Será que esteve mesmo? Será que viveu o presente, esse presente de abraço, esse presente que recebe desse jeito, esse presente que ama desse jeito? Porque se ele tivesse vivido, ele teria prendido, teria assimilado esse comportamento, mas o comportamento dele não corresponde a isso. Então, será que ele estava realmente presente? Ou será que ele tava dentro da cabeça dele envejando o irmão, vivendo uma fantasia qualquer? Vem o pai, explica e ele insiste. Ó meus amigos, o Senhor nunca me deu um cabrito, porque ele tinha matado um boi. O Senhor nunca me deu um cabrito para me comemorar com os meus amigos.

asia qualquer? Vem o pai, explica e ele insiste. Ó meus amigos, o Senhor nunca me deu um cabrito, porque ele tinha matado um boi. O Senhor nunca me deu um cabrito para me comemorar com os meus amigos. Percebe? Porque quando o pai tá comemorando o retorno do filho, ele chama todo mundo. Então, quantas comemorações esse filho mais velho presenciou com os amigos dele, participou com os amigos dele? Mas o que que ele queria? uma comemoração separada, uma realidade que nunca existiu. Então, Antônio, perceba o que essa parábola abre para nós, a quando a gente começa a a manusear a nossa imaginação, a perceber os comportamentos, a perceber o choque da realidade. Imagine o trabalho que a gente tá dando para os nossos mentores. Eles vão lá e preparam uma realidade para nós, preparam um contexto. A gente chega lá e interpreta tudo diferente. Imagina que os teus amigos te prepararam uma festa surpresa e você naquele dia queria descansar, queria dormir. Eles vêm com aquela alegria. Esse é o presente deles. E para você não é. Você não vive porque você queria um outro presente. E quando há um desencontro entre os nossos desejos e a realidade, acontece uma coisa esquisita dentro de nós, a gente começa a negar a realidade. A gente foge da realidade, a gente bebe, a gente busca a palavra cruzada, a gente vicia em séries, a gente arruma cada coisa. cada cada vício, cada loucura para fugir da realidade, porque a gente não quer aceitar o presente, o presente independente de nós, o presente que nos foi dado como presente por Deus. E aí a gente vive com o nosso passado, idealizando um futuro e não percebendo agora de maneira alguma mais o presente. Eu diria, Antônio, que a maior parte de nós estamos hoje nesse mundo que todos concordam, ser um mundo de ansiedade, vivendo desfocados do momento atual. Nós não enxergamos a realidade que nos serve. Eu entro num Uber e não enxergo o Uber, não enxergo o carro, não enxergo o motorista, não enxergo o trânsito, não enxergo a cidade, não enxergo as árvores, não enxergo

gamos a realidade que nos serve. Eu entro num Uber e não enxergo o Uber, não enxergo o carro, não enxergo o motorista, não enxergo o trânsito, não enxergo a cidade, não enxergo as árvores, não enxergo >> nada. OK? E mesmo aí no mundo virtual, eu estou rolando telas e não estou vendo nada. >> É, >> né? Eu olho as mensagens, se elas são grandes, já dou sequência e nem as percebo. Então, nós nos perdemos do presente. Agora você fala um pouquinho porque eu acho que eu >> é o >> já deu uma bagunçada boa. >> Sim. É porque o tempo de Deus sempre é o presente, né? Não tem passado, futuro. Para Deus tudo é presente. E à medida que a gente vai conseguindo compreender isso em nossas vidas, tá vendo? Que você tem maneira de pensar, eu tenho maneira de pensar, mas eu tenho que ver que o presente é o atual momento. Eu tenho que saber trabalhar ele em prol dessa evolução que eu preciso buggar, você entendeu? E as pessoas que estão em torno, se eu tenho essa capacidade de compreender isso, eu tenho que saber fazer essa caridade, fazendo ela compreender também esse presente que é sempre atual, entendeu? A gente tem o passado, tem o presente. A fala essa pergunta aqui, ó, que eu achei interessante. Ela comenta assim: "O tempo de Deus é rápido e para nós demora muito tempo viver o momento de fazer futuro melhor, com paz e luz espiritual, até alcançar objetivo em Deus". Então, o que ela fala ali, tá certo? Vou analisar. Tempo de Deus é rápido e para nós demora muito tempo viver o momento e fazer o futuro. Melhor com a paz, o luz espiritual, até alcançar o objetivo em Deus. Mas aí que tá, depende da minha forma de analisar esse tempo, aquilo que você falou, o seu tempo, na forma de de compreender um é um do meu tempo é outro. Eu tenho que tá apto a perceber é o contexto no geral no sentido de evolução. Tô correto? Está? Mas nós espíritas nessa nesse processo de vir a ser, nesse processo evolutivo, quando a gente tenta simplesmente agradecer a participação do irm desculpa, como a gente não tem o hábito

correto? Está? Mas nós espíritas nessa nesse processo de vir a ser, nesse processo evolutivo, quando a gente tenta simplesmente agradecer a participação do irm desculpa, como a gente não tem o hábito de falar, né? Então, pode ser que a gente não esteja nem lendo corretamente. Então, Cleumberg, isso, agradecer a participação e e a colaboração também. Eh, quando a gente começa a desfocar também, olhando muito pro vier, pro que eu ainda não sou, porque o que eu ainda não tenho, o que eu ainda não conquistei, a gente ainda está disfuncional. Porque enquanto eu estou nesse desejo, eu estou muitas vezes perdendo a oportunidade, porque eu tenho um comportamento e como eu estou não presente, eu não governo, eu não atuo, eu não participo. E aí eu só fico assim, porque o Santo Agostinho fala pra gente fazer uma aviação no final do dia, né? Aí no final do dia eu tô olhando pro passado, aí vem a culpa, aí eu faço planos pro futuro, aí chega no outro dia, eu tô com a culpa e aí a culpa eu tô vivendo no passado. E aí vem o presente e eu não sou capaz de lidar com ele, porque eu tô agora gastando energia com a culpa. Um pedaço de minta ocupado com a culpa, o outro pedaço tá ocupado com desejo, o outro pedaço tá insatisfeito com a não conquista e aí vira um transbordo. Eu sinto que nos falta aquela simplicidade que Jesus propõe de realmente ser humilde, sabe? De aceitar, tá? Eu não consegui. Tudo bem, eu não consegui. Vamos lá. Agora, nesse momento, que que eu que eu posso fazer agora? Olha, opa, tô vendo aqui uma situação qualquer. Deixa eu, deixa eu focar, deixa eu estar pleno aqui, deixa eu viver esse momento, porque aí eu tenho a chance de aplicar alguma coisa, eu tenho a chance de intervir de alguma forma estando pleno. Porque se eu estiver parcial, se as minhas energias estiverem sendo gastas num futuro impossível, num passado é irremediável, irrecuperável, eu não vou conseguir fazer nada aqui nesse momento. Não tenho energia suficiente. Eu não tenho raciocínio suficiente, eu não tenho

tas num futuro impossível, num passado é irremediável, irrecuperável, eu não vou conseguir fazer nada aqui nesse momento. Não tenho energia suficiente. Eu não tenho raciocínio suficiente, eu não tenho consciência suficiente. Eu não tenho amor suficiente. Eu não tenho nada suficiente. Entende? Engraçado que a R faz uma um questionamento ali, ó, pra gente fazer. Ela pergunta: "Manuel, então como viver esse contexto presente sem nos ferir?" >> Rosângela, muito boa pergunta. É impossível. Olha só, Deus nos criou com dor para que a dor nos ajudasse a entender nossos limites e desenvolvesse o nosso raciocínio, desenvolvesse a nossa inteligência. Então, como viver sem nos ferir? Não tem jeito. Talvez você tenha ido até na essência do problema. Esse desejo de não ferir leva-nos para um lugar que não existe. A gente fica idealizando um lugar que não é possível. Ora, se eu tô no corpo físico, meu corpo vai morrer, certo? Ele vai deteriorar, minha vista vai ficar ruim, minha voz vai ficar ruim, eu vou ter uma gripe, eu vou ter, eu vou ter doenças. É, é inevitável. Então, é impossível. É impossível viver agora não viver o presente é não viver. Antônio, >> é, lembrando que a gente somos espíritos imortais, né? Tem, é um fato que não temos que que fazer. Esse é o o ambiente, é o contexto, né? O presente, é o lugar que nós estamos, que as coisas estão acontecendo, esteja eu aqui ou não. Ou não, >> elas estão acontecendo. Você lembra das obras do André Luiz? quando ele vai visitar >> no processo de aprendizado dele, ele visita uma série de ambientes e nesses ambientes ele vê uma série de espíritos em diferentes situações. Numa dessas visitas ele visita um local assim com centenas de espíritos adormecidos em pesadelo. E aí o mentor ajuda ele a focar a consciência e ver o que que estava acontecendo com aquele indivíduo. Aquele indivíduo que estava vivo, que estava sendo tratado, que estava sendo acompanhado, não sabia que estava em pesadelo. Ele estava vivendo dentro dele lembranças de outra vida, mas com uma

ivíduo. Aquele indivíduo que estava vivo, que estava sendo tratado, que estava sendo acompanhado, não sabia que estava em pesadelo. Ele estava vivendo dentro dele lembranças de outra vida, mas com uma imaginação, mudando aquilo, moldando aquilo, de tal forma que quando o André faz a sintonia, o André conversa com a pessoa e a pessoa conversa como se estivesse na outra vida. Como, como você se atreve a conversar comigo, como você não sabe quem sou? As narrativas do André mostram situações desse tipo. Então aquilo lá é isso que a gente tá conversando, é o presente, o meio que ele tá vivendo, né? Ele tá lá deitado, ele não sabe que ele tá eh fedido, ele não sabe que ele tá morto, ele não sabe que ele tá sendo assistido numa câmara num umbral, ele não sabe nada disso. E tá vivendo uma outra coisa, uma outra realidade que só existe para ele. Só existe para ele. Aí a Ana aqui, vamos tirar a dúvida da Ana aqui. Aí não teremos o presente e nem estaremos construindo o futuro. Ela, eu imagino que ela esteja questionando a respeito da pergunta lá da da R que você fez. Ana, eu vou te falar sobre essa esse essas pessoas que estão nesses pesadelos, o presente delas, os mentores dizem que mesmo estando naquela situação, elas estão realizando algum progresso. Eu não tenho entendimento suficiente, capacidade suficiente para explicar esse progresso, mas eles estão realizando. Eu vou usar um outro exemplo para facilitar mais ainda. No livro Libertação tem um espírito há muito tempo é cuidando de uma cidade nas trevas, liderando falanges de espíritos perseguidores. Esse espírito, segundo a mãe dele, que o acompanhava constantemente no plano espiritual, nos últimos 50 anos de 300, já estava começando a se entediar, a se cansar do mal. já estava começando a duvidar da vitória do mal. Olha só, durante 250 anos, ele viveu acreditando, agindo numa realidade, intervindo na realidade a partir de uma ideação de que o mal venceria. Então ele escolhe o mal porque ele queria ficar do lugar do lado do vencedor. Nos últimos

veu acreditando, agindo numa realidade, intervindo na realidade a partir de uma ideação de que o mal venceria. Então ele escolhe o mal porque ele queria ficar do lugar do lado do vencedor. Nos últimos 50 anos, ele já estava duvidando dessa crença que ele tinha e que agora já era possível fazer alguma intervenção com ele. E aí eles vão ajudá-lo. Pensa o que que ele viveu durante 250 anos. uma realidade, uma grande ilusão, fazendo dívidas, complicando-se, mas os espíritos nos garantem que sim, acontece um progresso. Talvez, mas isso é uma justificativa minha, talvez o progresso dele viesse de quando ele chegar lá na frente e olhar para esses 300 anos, ele falasse assim: "No, perdi meu tempo". e a partir daí não perder mais esse tipo de tempo e não entrar mais nesse tipo de situação. Talvez a perspectiva de progresso venha a partir daí. A gente quando a gente fala de progresso, eh nós somos muito rasos nas nossas análises, nós, até porque normalmente a gente põe uma janela de tempo muito pequena, a gente e tenta ser muito imediatista, né? E quando a gente tá aprendendo na doutrina, a gente vê que a janela de tempo é mais ampla, que as consequências são mais múltiplas, que a minha ação contra o Antônio Carlos, por exemplo, não prejudica só o Antônio Carlos, prejudica a família dele, prejudica as pessoas que iriam reencarnar depois dele, prejudica os espíritos que estão com ele, prejudicam os espíritos que estão comigo e prejudicam e sabe, existe um uma cadeia, né? é quase que um efeito borboleta. Eu mexo numa coisinha aqui e vira um furacão lá do outro lado do mundo. Então, não são lineares, elas são múltiplas, eh, variáveis e dependem de outras intervenções que são contínuas. E essa essa realidade a gente não é capaz de entender ou conceber ou viver nela. OK? Fala aí. >> É engraçado o ontem nós estávamos fazendo um estudo do livro Paulo Estevon, né? sábado, a gente tava conversando sobre isso, né? Eh, a gente tem que partir do princípio porque a como Jesus falava, a cada dia

çado o ontem nós estávamos fazendo um estudo do livro Paulo Estevon, né? sábado, a gente tava conversando sobre isso, né? Eh, a gente tem que partir do princípio porque a como Jesus falava, a cada dia segundo seu dia, né? Ou seja, cada hora, cada dia você é uma pessoa diferente, porque você não tem a forma, o mesmo pensamento muit das vezes de certas situações que você teve no dia de ontem, >> certo? A evolu a evolução ela é gradativa à medida que você vai indo de encontro aos seus afazeres e você vai aprendendo a lidar com seus vícios, entendeu? E vai corrigindo à medida que você vai conseguindo perceber que para você é melhor, mas você tem que saber que o outro também precisa entender. Porque eu falo sempre, fazer o bem é a coisa mais difícil. Tudo bem que eu quero fazer para você, muitas vezes você não tá na capacidade de entender que que eu tenho que fazer. Dar um passinho para trás, esperar o Manuel chegar nesse processo que eu quero, que eu já compreendo para ele entender. OK? Então, o papel do verdadeiro sentido da busca do entendimento do amor no no contexto geral é a gente trabalhar da mesma forma o pensamento. Tá longe? Depende. Se você consegue trabalhar no seu dia a dia essa mudança e compreende que é melhor aquilo que Jesus falou. Não façais aos outros o que não gostaria que fizesse a si mesmo. Quando eu trago essa assertiva para o meu dia e eu consigo trabalhar ela conforme ele nos pede para o bem, eu vou estar entendendo o as virtudes que ele nos trouxe. Correto? coerente, bem coerente, >> entendeu? >> E nessa linha, quando a gente olha pro evangelho, entende que o evangelho ele traz uma proposta de vivência, no presente, nós vamos ver Jesus intenso nas situações, intenso nas curas. nas prédicas. Quando eu digo intenso é ali, né? Não tava com a cabeça lá longe, tipo, nossa, amanhã tem crucificação, como é que como é que eu vou fazer aqui com a crucificação? E o Pedro ali do lado, não. Ele estava ali por conta do Pedro, estava ali por conta das pessoas

longe, tipo, nossa, amanhã tem crucificação, como é que como é que eu vou fazer aqui com a crucificação? E o Pedro ali do lado, não. Ele estava ali por conta do Pedro, estava ali por conta das pessoas que estavam com ele. Ele estava vivendo, ele estava ouvindo. Ele chega de viagem cansadérrimo. E um doutor da lei, com mais intenções, ele conhecia o coração do doutor da lei. faz uma pergunta para tentá-lo e ele pacientemente conta uma parábola, dialoga com interlocutor, ouve, acolhe, responde totalmente presente, totalmente presente, assim, numa intensidade fenomenal na cruz, ele tá tão presente, mas tão presente, que ele ainda olha pro João e fala: "Filho, iso aí tua mãe E olha para Maria. Maria, eis aí teu filho. Olha a presença, né? Sem negação. Eu tô na cruz. Eles estão ali e estão um com o outro. Olha que beleza. Será que eles perceberam que eles estão abraçados? Será que eles perceberam que, Será que Maria percebeu que estava sendo amparada por alguém que poderia ser chamado de filho, apesar de não ter nascido dela? Será que o João percebera que ele tinha ali do lado dele uma mãe que ele poderia chamar de mãe sem ter sido a mãe física dele? Será que eles perceberam? E Jesus estava vendo essa situação, o presente dele, né? Os guardas, desce daí. Cadê teu Deus que não vem te libertar? Chama teus anjos. E Jesus, pai, perdoe-os. Eles não sabem o que fazem. >> Olha que diferença de É o mesmo lugar, é a mesma cena, é o mesmo presente, o que varia. No Emanuel, eu até comentei ontem com o pessoal lá no livro Vinha de Luz, tem uma passagem que ele fala sobre o que tá falando aí. Ele comenta assim, ó: "O mestre não fugiu aos discípulos, este que fugiram do extremo testemunho. O divino servidor não se afastou dos homens. Este é que os expulsaram pela crucificação dolorosa. A fidelidade até o fim não significa adoração perpétua, é em sentido literal. traduz igualmente espírito de serviço até o último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico. Se desejas, pois, servir com o Senhor

o fim não significa adoração perpétua, é em sentido literal. traduz igualmente espírito de serviço até o último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico. Se desejas, pois, servir com o Senhor Jesus, pede a ele te liberte do mal, mas que não te afaste dos lugares de luta, a fim de que aprendas em companhias dele a cooperar na execução da vontade celeste, quando, como e onde for necessário. Então, quando ele fala aqui que os discípulos falam, né, fugiu, o mestre, não fugiu. discípulo, esses que fugiram, entendeu? E o divino servidor não se afastou dos homens, estes que expulsaram. Então, nesse contexto que você tá falando aí, que é nesse sentido que o Emânio trabalha esse esse texto para nos mostrar que nós temos que aprender a trabalhar esse ensinamento no sentido de quando tem esses essas situações assim essa que faz com que a gente reflita, mas muit das vezes a gente não quer, né? A gente quer procrastinar, deixar para depois e aí eu perco essa oportunidade de compreender os ensinamentos que Jesus nos trouxe. Só que falta eu buscar o interior, como você falou, Santo Agostinho, Altogênis. À medida que você vai fazendo esse esse gênese, você vai descobrindo um novo ser, um novo espírito em evolução. >> É. O Emanuel também é porreta nas interpretações dele, né? Nas colocações que ele faz. Ele tem uma uma visão de Jesus bem bem acurada. Ele naquela existência em que ele acompanhou Jesus, né? Ele teve uma grande oportunidade. E eu me lembro bem quando os juízes, né, na lembrança lá do sonho dele, falam, falam com ele para ele aproveitar que ele tinha um um minuto muito especial, um grande encontro. E quando Jesus encontra com ele, eh, está em você, me seguir agora ou no decorrer dos milênios, né? E a escolha dele, todos nós sabemos, né? Basta basta ver as obras. Mas ao longo dos milênios, ele eh refez seu caminho, escolheu de maneira adequada. E essas experiências permitem que ele interprete o evangelho e veja no evangelho às vezes coisas que nos escapam, que nos faltam.

dos milênios, ele eh refez seu caminho, escolheu de maneira adequada. E essas experiências permitem que ele interprete o evangelho e veja no evangelho às vezes coisas que nos escapam, que nos faltam. Então, nós trabalhamos hoje um pouco da andar enquanto é dia. Nós trabalhamos a parábola do filho pródigo. Nós trabalhamos os conceitos de passado, presente e futuro. Trabalhamos essa necessidade intensa de estarmos presente. Reforçamos a presença de Jesus. E você ainda traz o Emanuel nesse contexto de presença, né, de não fugir das tarefas, das oportunidades, dos desafios que não foram nos foram colocados. Muito bem. Um outro momento que é bem assim é quando Jesus interpreta as profecias. Porque se falando de passado, presente e futuro, quando a profecia sobre ele foi feita lá no Salmo 22, quando a profecia sobre ele foi feita lá em Isaías, ou seja, no passado, alguém vislumbrou um futuro e descreveu esse futuro. Quando veio Jesus, ele cumpre estas narrativas e ele deixa claro que ele viera dar cumprimento às profecias, que ele viera seguir a lei e os profetas. E após o seu, a sua crucificação e a sua ressurreição, ele com frequência encontra os discípulos e explica para eles que tudo que acontecera estava correto de acontecer, conforme as escrituras haviam anunciado. Aqui, Antônio Carlos, é pra gente abrir um paredes, porque a pessoa que entra num plano de evolução superior e que se alinha com as leis, ela tem uma capacidade de planejamento e execução que não são desconhecidas para nós, seres mais atrapalhados, que estamos aqui em provas e expiações, bem distante dessa realidade que a gente fala, a gente acaba de falar falar que tu quer fazer uma coisa, daqui a pouco a gente já faz. Você não acabou de me falar que você queria isso? É, mas mudei de ideia. A gente muda de ideia numa velocidade impressionante. Estes espíritos superiores, eles são capazes de fazer um planejamento e cumpri-lo de maneira adequada, anos depois. Então, nós vemos aí Jesus cumprindo este planejamento

uma velocidade impressionante. Estes espíritos superiores, eles são capazes de fazer um planejamento e cumpri-lo de maneira adequada, anos depois. Então, nós vemos aí Jesus cumprindo este planejamento na risca. arisca conforme as explicações dele, né? E olha só, aquilo que for anunciado e que foi executado depois, quando foi anunciado era futuro. Quando foi executado era presente. Para nós hoje é passado. Mas apesar de ser passado, mantém-se vivo, mantém-se presente dentro de nós. De uma tal forma está sendo escrito, gravado dentro de nós. Os espíritos nos dizem que as leis divinas estão inscritas na nossa consciência. Nós não sabemos esse processo de escrita. Todas as vezes que a gente lê isso, que que as coisas estão gravadas na nossa consciência, já vê uma ideia mágica que Deus criou e já deu lá uma programação, né? É o sistema operacional básico que já veio na motherboard quando ele nos criou. Mas os espíritos nos dizem que a gente foi criado simples e ignorante e que com o tempo a gente foi realizando os aprendizados. Então, talvez estas leis sejam gravadas continuamente na nossa consciência, através das nossas experiências. Nós estamos num processo contínuo de desenvolvimento da nossa responsabilidade, da nossa inteligência, da nossa consciência. Quando eu desfoco do presente, quando eu paro de viver esse momento, quando eu não vejo mais a pessoa que está próxima de mim, é quando tem alguém com fome, eu não vejo. Quando tem alguém com sede, eu não vejo. Quando tem alguém precisando de de orientação, de uma visita e eu não vejo. Quando quando é que eu não vejo? Quando eu não estou presente, na parábola do bom samaritano, tem um homem caído, vem um sacerdote e passa ao largo, vem um levita e passa ao largo. E vem um samaritano que está viajando a trabalho e para e vive o presente, né? e vê o caído e age sobre o caído. Só tem condições de mudar o futuro, só tem condições de de fazer alguma coisa para o futuro quem estiver presente, quem quem está naquele momento, quem

presente, né? e vê o caído e age sobre o caído. Só tem condições de mudar o futuro, só tem condições de de fazer alguma coisa para o futuro quem estiver presente, quem quem está naquele momento, quem está vendo. Porque sem essa chave, como é que eu vou entender quando ele fala sobre o julgamento? Ah, porque eu tive fome, não me deste de comer, tive sede, não me deste de beber, estive nu e não me vestiste. Aí as pessoas perguntam: "Mas quando foi que nós passamos uma situação? Quando foi que isso aconteceu?" Jesus, quer dizer, eles não estavam presentes, nem viram, >> né? pegando uma historinha também que hoje eu vi no Evangelho que eu fiz o evangelho de manhã, né? No livro Alguém me tocou do Deluca. Tem história de Francisco de Assis lá no no cuidando de um leproso, onde os irmãos samaritanos não queria dar banho no leproso, né? Cara, fedia demais, não sei que mais, que era impossível fazer uma coisa dessa. Aí santo, aí o Francisco já se chega perto dele, por que que pergunta para ele por que que ele fica tão nervoso, tão irritado e não aceita essas aí se ele ele podia pedir qualquer coisa que fosse, ele iria atender para ele. Aí eu lei pro outro fala: "Qualquer coisa, qualquer coisa eu quero tomar um banho. Aí o Francisco, então que seja um banho, esquenta a água e eu vou dar um banho nele agora. Aí trouxera a água que colocou fluídos lá de folhas de perfume e São Francisco começou a dar banho nele. Só que a medida que ele tava dando banho, no momento ele tava sentindo o cheiro fétido dele, das feridas, né? Só que aí a hora que ele pensou em Jesus, tudo que eu faço poder isso fazer, ele tirou essa visão e e foi como se fosse uma coisa normal, dando um banho, ele não lembrou mais do cheiro. Aí o leproso no final da da do banho falou: "Hoje eu acredito em Jesus, pois você conseguiu me mostrar esse Cristo que você fala tanto." Nossa, é emocionante você ver essa história. Tá lá no livro alguém me tocou de Luca. Uma dessas histórias é fantástica. Aí comparando, ajudando nesse seu, nessa

strar esse Cristo que você fala tanto." Nossa, é emocionante você ver essa história. Tá lá no livro alguém me tocou de Luca. Uma dessas histórias é fantástica. Aí comparando, ajudando nesse seu, nessa sua que você trouxe dos lá do samaritano. Então é é uma coisa que a gente quando você vivencia Jesus, quando você consegue realmente trazer para pra vida esse ensinamento que ele trouxe, mas assim ali mesmo na prática, você consegue tirar essas essas, vamos dizer assim, essa montanha que ele fala sempre, né? Quando vocês a montanha transporta, ti daqui para lá, transporta só você querer. Mas você tem que vivenciar esse momento. A Ana fala se Jesus era o único passado, presente e o futuro Paula, com certeza ele tem essa dimensão atemporal. Ele porque os espíritos nos esclarecem, né? que quando começou tudo ele já era. Então, para nós, ele está nesse lugar de atemporalidade, porque eu não consigo imaginar o progresso dele. Eu não consegui imaginá-lo. Eu eu sei que a lei de progresso fala que ele tá progredindo, mas é num ponto inatingível pelos meus parcos recursos de raciocínio. Antônio, nós temos perguntas. >> Medida que foi tendo, a gente já foi já foi respondendo. A gente pode continuar um pouco. Eu tô olhando aqui, tô ficando de olho aqui. A medida que tiver ali, eu tô jogando no ar. Pode tocando aí que eu vou vendo aqui. >> Tá. O tema ele foi escolhido por causa disso, porque quando Jesus nos propõe andar enquanto é dia, às vezes eu não tô percebendo que eu parei de andar. Às vezes eu não estou percebendo em que é dia e às vezes eu não, eu tô tão, tão dentro de mim mesmo que eu já não percebo mais que há ciclos e que se vem um momento de dor, depois vem um momento de alívio, se vem o dia, depois vem a noite, né? Existem esses ciclos. E quando ele fala isso, ele realmente está contando de que nós podemos olhar pro futuro, mas que podemos olhar pro passado como uma forma de aprendizado para que a gente perceba os ciclos, mas que a gente deve andar enquanto é dia, aproveitar o momento que nós

ós podemos olhar pro futuro, mas que podemos olhar pro passado como uma forma de aprendizado para que a gente perceba os ciclos, mas que a gente deve andar enquanto é dia, aproveitar o momento que nós estamos vivendo, aproveitar as pessoas que nós estamos vivendo, aproveitar o trabalho que nós temos, se eu ando de ônibus, aproveitar aquele momento que eu estou dentro do ônibus, o momento do ponto de ônibus, o momento do metrô, o momento do ponto do metrô. Se eu estou no almoço, aproveitar o momento do almoço, ver as pessoas que estão presentes, porque tudo é sobre pessoas, tudo é sobre esse amor. Às vezes ali devo ter uma oportunidade de ajudar alguém na na hora que eu estou indo para o meu almoço, na hora que eu estou ouvindo do meu almoço, na hora que eu estou acordando, na hora que eu vou para minha casa, ao final do meu dia, quando eu vou pro meu templo, em todas as ocasiões, pensar que é o momento de estar com Jesus, de aproveitar a presença dele, de aproveitar que nós temos a doutrina espírita, porque amanhã, pode ser que amanhã, ao reencarnar eu não encontre mais o espiritismo. Eu reencarne num lugar em que eu não tenho acesso a essa essa cultura, esses conhecimentos, a a esse amparo. Não, eu não estarei desamparado, mas eu estarei ausente disso, porque é o momento da luz e é o momento da da escuridão. Ao momento em que Jesus está do nosso lado, mas que depois a gente tem que andar, tem que dar a demonstração do nosso aprendizado, a vivência do nosso aprendizado. Então, nós somos convidados intensamente porque só existe a minha realidade na medida em que eu aceito que existe uma realidade fora de mim e que nessa realidade há uma atuação intensa de Jesus. Porque lá na parábola do julgamento, a separação dos bordes e das ovelhas, ele mostra isso. Todas as vezes que isto fizestes a um desses mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes. E toda essa volta é para chegar nesse lugar, Antônio, para entender que existe sim uma realidade. E a realidade ela é

estes a um desses mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes. E toda essa volta é para chegar nesse lugar, Antônio, para entender que existe sim uma realidade. E a realidade ela é muito diferente daquilo que eu percebo dela. Nessa realidade há uma intervenção, há uma participação, há um criador. Há um criador. O mundo existe independente de mim. Ele está acontecendo agora porque existe um Deus, existe uma vontade atuante e esse Deus encarregou a outros espíritos de uma hierarquia elevada um cuidado, um uma tarefa, uma missão de cuidar de nós que ainda estamos andando meio as cegas, ainda estamos nesse processo de incipiência, sabe, de ignorância. Então, quando Jesus está lá presente, vivendo, o jovem rico, ah, o que que eu preciso? Ele fala: "Segue-me, vem viver essa outra realidade". E ele não aceita seguir essa outra realidade. Quando o homem acumula muito, na, ele ele conta uma parábola do rico, né, que acumula muito e aí ele fala: "Ah, já sei, vou construir um celeiro, vou armazenar". Aí Jesus fala assim: "É, mas coitado, hoje mesmo lhe pedirão a alma. Então há uma realidade independente de nós, contínua, e quem está cuidando dessa realidade é Deus." E aqui eu termino as as nossas reflexões. >> É Deus. ali naquela passagem na época quando o Chico começou a a a sua tarefa, sua missão, vamos dizer assim, que Emanu fala para ele que ele precisa de três situações para seguir o caminho que se propôs a fazer nesse mundo. Disciplina, disciplina e disciplina. No contexto geral que a gente vive hoje no nosso mundo, que a gente tá passando por esse processo de transformação, a disciplina que Emmanuel nos fala lá é no total constante em nossos alicerces diário, seja ele quaisquer for, quais forem. Quando eu tenho essa disciplina que ele fala tanto lá, eu consigo perceber essa realidade do tempo, do presente, do passado, do futuro, porque eu vou estar ligado nessa situação, entendeu? E eu tendo essa percepção, eu consigo fazer com que esses três princípios eu consigo trabalhar a cada

do tempo, do presente, do passado, do futuro, porque eu vou estar ligado nessa situação, entendeu? E eu tendo essa percepção, eu consigo fazer com que esses três princípios eu consigo trabalhar a cada um de acordo com a sua, no seu tempo, por exemplo, da sua no seu tempo exato, vamos dizer assim, entendeu? Então, nesses processos aí, você vai conseguindo perceber Jesus nos ensinamentos, mostrando que esses três princípios é o mesmo tempo presente, entendeu? E cabe a mim perceber isso. Agora, quando eu conseguir compreender isso, eu vou estar sabendo lidar com os ensinamentos de Jesus, entendeu? E aí que a gente precisa perceber o outro nessa jornada, nessa caminhada que a gente faz, porque não adianta eu sozinho, eu tenho que dar você, tem que estar meu próximo, tem que estar todos. para esse mundo de regeneração que a gente tá galgando buscar. Eu preciso compreender isso. Logicamente que o bem e o mal vai existir, mas o bem vai sobrepor o mal, como diz a evolução. E nesse bem, >> e nesse bem eu já vou discernir o certo, o errado. Então eu vou estar ciente do que eu tenho que fazer, certo? Emanuel também no livro Indulgência, ele também fala a mesma coisa. Essa indulgência que Chico nos traz ali é indulgência nesse sentido também de fazer você perceber que não é o meu, é o nosso. Eu preciso trabalhar isso em nós. A medida que eu faço isso, eu vou compreendendo essas virtudes que nos pede a cada momento. >> OK? O Arodo, o Aroldo ele comenta sobre Deus mudar o contexto. >> É >> que às vezes ele põe um neto, um filho, ele põe uma troca de emprego, ele muda o contexto. É igual, é porque à medida que você vai trabalhando isso, você vai percebendo. E nós temos um um um anjo da guarda que é maravilhoso, só que a gente muitas vezes não presta atenção, né? Então, a gente tem que começar a perceber isso, essa essa intuição que nos vem, essa essa premunição que às vezes vem através de sonho ou através de situações de circunstâncias. Porque Deus quando nos coloca algo na nossa frente, a gente tem que saber,

essa intuição que nos vem, essa essa premunição que às vezes vem através de sonho ou através de situações de circunstâncias. Porque Deus quando nos coloca algo na nossa frente, a gente tem que saber, opa, por que que tá acontecendo isso? Por que que eu tô tendo essa dor? Por que que tô tendo essa felicidade? Por que que aconteceu essas esses momentos difícil? Agora eu tenho que ir atrás e perceber que ali foi necessário, porque nesse programação reencarnatória, quando a gente tá aqui, a gente programa tudo isso. Quais os processos que vai acontecer? Quais as ciruações que você vai vivenciar? Quais as pessoas que vai estar dando auxílio e aquela que vai fazer como exemplo de você mudança. Vai ser só mudança positiva ou negativa. Aí é você que tem que perceber isso. Para você perceber isso, você tem que ter tá ligado no no significado que Jesus nos trouxe nas parábolas e principalmente no seu ato de fazer. Entendeu? >> Sim. >> Mas é o assunto que vai longe, viu? Se for contar, olha, passado, presente, futuro, sabendo que sempre presente, né? Então, >> é, foi uma boa jornada. Étimo, meu garoto. Então, tá. Então, como as perguntas a gente já respondeu, se você quiser fazer suas suas finais, considerações finais em relação a isso e depois eu vou pedir para você fazer uma prece para nós encerramento desse trabalho de hoje. Espero que a gente tenha conseguido levar essa a a compreensão, né, o entendimento desses princípios no contexto de sentir, fazer as pessoas compreender o que que é um, o que que é outro, sabendo sempre atrelado que sempre no final vai ser presente. >> É, >> só precisa do passado e do futuro porque a gente precisa trabalhar o eu, mas sempre é o presente. Uma das intenções também é dar para as pessoas um suporte no sentido de quando alguém tentar fazer uma grande confusão, porque é fácil fazer uma grande confusão, né? Brincando com as palavras, brincando com conceitos, elas terem algum algum cabedal, algum recurso para não se perderem e não se deixarem

grande confusão, porque é fácil fazer uma grande confusão, né? Brincando com as palavras, brincando com conceitos, elas terem algum algum cabedal, algum recurso para não se perderem e não se deixarem seduzir por essas por essas eloquências, né? por às vezes grita muito, fala alto e a gente acha que a verdade está ali e a gente tá procurando entender essa essa verdade, essa que nos cerca, esse contexto, essa intervenção divina em nossas vidas. Gratidão pela oportunidade de participar do programa. Gratidão aos nossos telespectadores. Eu não sei que palavra que usa no lugar telespectadores, porque telespectadores parece ser da TV, mas é adequada aqui, porque eles vão estar orando numa tela, né, e ali participando. >> É, participantes mesmo. >> É mesmo que tá artista. Então, nossa gratidão a todos vocês, nossa gratidão a cada uma dessas pessoas que estiveram conosco e colocaram seus comentários e e tentaram entender o tema e nos ajudaram nessa jornada. Que Jesus possa continuar nos amparando a todos nessa busca por uma vida melhor. Pode fazer uma prece para agora encerramento. Vamos lá, sentindo a presença dos bons mensageiros, desses espíritos benevolentes, que se importam com a nossa felicidade e que conhecem Jesus e sabem que ele é o caminho, que conhecem a verdade de seus ensinos e a vida plena, passível de ser atingida com ele. Nossa gratidão. Nossa gratidão pela vida. Nossa gratidão pelos amigos. Nossa gratidão pelo trabalho, nossa gratidão pela nossa família, pelos nossos filhos, pelos eh pelo cônjuge, pelos pais, pelos vizinhos, nossa gratidão e o nosso desejo, o nosso pedido, o nosso clamor para que os bons espíritos nos auxiliem a viver intensamente o nosso presente, aproveitar as oportunidades de amar, de servir, a ver a dor do nosso próximo. e nos condoermos dessas dores e agirmos para aliviar essas dores. Ao ver a dor do próximo, perguntar a nós mesmos: "Será que Deus me escolheu para pôr fim a essa dor hoje? Será que Deus colocou em minhas mãos recursos para ser

res e agirmos para aliviar essas dores. Ao ver a dor do próximo, perguntar a nós mesmos: "Será que Deus me escolheu para pôr fim a essa dor hoje? Será que Deus colocou em minhas mãos recursos para ser o anjo de misericórdia à sua cabeceira? Obrigado a todos esses mensageiros de luz que continuam nos amparando. E rogamos, Senhor, por todos os telespectadores de todas as rádios ligadas a esse programa. Todas elas, o Antônio Carlos citou no começo, eu não as tenho de memória, mas que todas as pessoas possam receber a visita dos teus mensageiros. e serem esclarecidas, terem um entendimento para viverem melhor com Cristo. Que assim seja. >> Que assim seja. E lembrando que hoje é dia do amigo também, né? E nessa nessa nesse momento que a gente vive aqui nesse mundo, hoje é importante você ter um alguém que possa estar ao seu lado te auxiliando, né? Então, uma mensagem de encerramento, amigo é aquele que está ao teu lado, não só nas vitórias, mas nas perdas, acolhe suas lágrimas, entende cada palavra do seu silêncio, abraça o seu coração. Ele é a demonstração de cuidado de Deus por você. Então, a todos amigos espalhados para esse nosso planeta aí, né? Que seja um dia especial pro próximo domingo. Quem vai estar conosco na nossa no programa Sec Foco no dia 27/07 vai ser a nossa querida Lise Maria. Ela vai trazer o tema praticamente a continuação, joio ou trigo. Então, estejam todos presentes conosco no próximo domingo, dia 27 às 19 hor com a nossa querida irmã Lis Maria Rajá. Ô Manuel, >> gratidão pela sua participação de hoje. Que Jesus te abençoe, que você melhora, vai cuidar desse resfriado, hein? Que Jesus te ilumine, te abençoe e que possamos estar juntto novamente na próxima oportunidade. Grande abraço a você e a paz a toda sua família aí. Gratidão a todos os nossos internautas participantes. Estejam no finalzinho de noite, finalzinho de domingo. Saúde, paz e uma semana que se inicia, que a gente vá com alegria para os nossos trabalhos fazer o papel que nos cape. Muita luz e

participantes. Estejam no finalzinho de noite, finalzinho de domingo. Saúde, paz e uma semana que se inicia, que a gente vá com alegria para os nossos trabalhos fazer o papel que nos cape. Muita luz e paz a todos. Que assim seja. >> Que assim seja.

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