#19 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 16/09/2025 (há 7 meses) 1:34:47 205 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...

Transcrição

Olá, amigos queridos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Nós estamos estudando o livro seis, que é Atos dos Apóstolos, né? E estamos transmitindo também, lembrando pelo Facebook da FEB TV e Facebook da FEB Oficial e também pelo FEB Lives no YouTube, né? Vamos saudar o pessoal que já está aqui na na sala, a Gláuscia Araújo, o José Maralves, a Márcia Coelho, a Gisele e outros, né, que irão participar aqui da nossa Carlinhos Taiano acabou de entrar. Sejam todos muito bem-vindos, né? E para dar início ao nosso estudo de hoje, nós vamos convidar a Marl para fazer a nossa leitura e logo em seguida a Lenira fará a nossa prece. Seja bem-vinda, Marlúci. Boa noite. >> Boa noite, querida Janice. Boa noites, amigos. Muito bom estarmos juntos para relembrar os ensinamentos de Jesus, né? Conhecer, meditar, sentir, vivenciar. Maravilha. Então, nós vamos a nossa leitura de hoje, eh, do livro Caminho, verdade e vida, pelo espírito Emuel, capítulo 100, e intitula-se auxílios do invisível. E depois de passarem a primeira e segunda guarda, chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma. E tendo saído, percorreram uma rua e logo o anjo se apartou dele. Isso está em Atos dos Apóstolos, capítulo 12, versículo 10. E vamos aos comentários de Emanuel sobre esta passagem. Os homens esperam sempre ansiosamente o auxílio do plano espiritual. Não importa o nome pelo qual se designe esse amparo, na essência é invariavelmente o mesmo, embora seja conhecido pelos espiritistas por proteção dos guias e nos círculos protestantes por manifestações do Espírito Santo. As denominações apresentam interesse secundário. Essencial é considerarmos que semelhante colaboração constitui elemento vital nas atividades do crente sincero. No entanto, a contribuição recebida por

As denominações apresentam interesse secundário. Essencial é considerarmos que semelhante colaboração constitui elemento vital nas atividades do crente sincero. No entanto, a contribuição recebida por Pedro no cárcere representa lição para todos. Sob cadeias pesadíssimas, o pescador de Cafarnaum vê aproximar-se o anjo do Senhor que o liberta. Atravessa em sua companhia os primeiros perigos da prisão, caminha ao lado do mensageiro, ao longo de uma rua. Contudo, o emissário afasta-se, deixando-o novamente entregue à própria liberdade, de maneira a não desvalorizar-lhe as iniciativas. Essa exemplificação é típica. Os auxílios do invisível são incontestáveis e jamais falham em suas multiformes expressões no momento oportuno. Mas é imprescindível não se vicie o crente com essa espécie de cooperação, aprendendo a caminhar sozinho, usando a independência e a vontade no que é justo e útil. convicto de que se encontra no mundo para aprender, não lhe sendo permitido reclamar dos instrutores a solução de problemas necessários à sua condição de aluno. Este é o comentário de Emanuel. Vamos ouvir então a nossa querida Lenira com a prece. >> Boa noite, né? Boa noite, amigos. Então vamos, eu vou convidar vocês pra gente silenciar as nossas mentes e levar os nossos pensamentos ao nosso pai de infinito amor e bondade pra gente agradecer. Gratidão, Pai, por mais este momento de aprendizagem e reflexão sobre o que de fato é necessário para vivermos em harmonia com suas divinas leis. Permita, Pai, que os espíritos superiores nos envolvam com sua luz e nos inspire com a fé, a esperança, a caridade, auxiliando-nos a encontrar o caminho da verdade e o consolo para as dores da nossa alma. Permita ainda que nossos benfeitores nos auxiliem sempre no firme propósito de nos transformarmos em homens de bem e nos ajudem a sermos melhores a cada dia, a cada experiência. que para o estudo de hoje eles iluminem a nossa mente para o correto entendimento da mensagem cristã. E parem o nosso querido Max na condução do

judem a sermos melhores a cada dia, a cada experiência. que para o estudo de hoje eles iluminem a nossa mente para o correto entendimento da mensagem cristã. E parem o nosso querido Max na condução do aprendizado edificador do tema de hoje. E assim com alegria que pedimos permissão para iniciarmos o estudo de hoje. Que assim seja. Que seja sempre feita a sua vontade. >> Obrigado, Lenira. Obrigado, Marlúci, pela participação. Dando seguimento ao nosso estudo. Então, eh hoje nós vamos ver o tema 19. Eh, saiu aqui da minha tema 19 de Atos dos Apóstolos com nosso amigo Max, eh, capítulo 12, versículos de 1 a 25. Acho que é isso, né, Max? Max, é com você. Chega aí. Aí nosso facilitador da noite. Tudo de bom aí, Marcos? Perfeito. É isso mesmo, Janice. É o capítulo de 1 a 25 mesmo. E nós vamos hoje examinar uma parte bastante interessante, que é um evento que acontece, é um relato longo que nós vamos ter, mas interessante porque o contador de histórias, uma história real, é Lucas, né, que traz o o essa passagem para nós no Atos, com todos os as passagens dos Atos e que nós vamos examinar com cuidado dentro dessa nossa oportunidade de hoje. pediria, então aí já está, nem posso precis pedir que meu amigo já colocou para mim a nossa tela de de orientação, né, que nós precisaremos para nos guiarmos. Então, o tema 19, como a Janice nos disse, nós vamos tratar da prisão de Pedro e a libertação do Pedro, que é uma libertação, entre aspas, miraculosa. A morte do perseguidor. Vamos ver quem é esse perseguidor e como ele morre. E Barnabé e Saulo, que tinham ido para Jerusalém, nós vimos isso no capítulo anterior, no 18, eles vão voltar a Antioquia. E aí então nós vamos poder fechar esse assunto de hoje. Então o que nós queremos hoje é examinar cada um desses itens de na sequência. Cada um deles será um tema. E lembramos que esses três itens estão contidos na parte dois. E hoje nós estamos encerrando a parte dois do nosso livro de estudos. E vamos lembrar aquela passagem de Thago,

da um deles será um tema. E lembramos que esses três itens estão contidos na parte dois. E hoje nós estamos encerrando a parte dois do nosso livro de estudos. E vamos lembrar aquela passagem de Thago, né, que foi anotada para abertura da parte dois. Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, o que lhe aproveitará isso? Acaso a fé poderá salvá-lo? Assim também a fé, se não tiver obras, está completamente morta. Então tá na carta de Tiagos, né, versículo 2, capítulos capítulo 2, versículos de 14 a 17, aliás. Então é aqui é importante a gente observar, né, que a ação é fundamental para que o processo de nosso crescimento para Deus aconteça. Como dissemos, nós temos a parte dois que vai desde o tema 9 até o tema 19, que é o que nós estamos tratando, né? E lembrando que cada um desses temas nós observamos, trabalhamos aqui ao longo das semanas anteriores, eles são um processo de continuidade, né? Então hoje nós vamos continuar o tema 18, falando então daquilo que nós já lemos desses três itens que vamos abordar aqui. Mas é sempre bom e importante reforçar que além do ato dos Apóstolos, que é comum a todos os estudiosos do evangelho do mundo que t o interesse em estudá-lo, nós temos o livro Paulo e Estevão, que é uma psicografia, portanto, não é uma obra que foi concebida aqui na Terra, foi concebida no mundo espiritual e foi passada pelas mãos do nosso abençoado Chico na forma de um livro romance em que nós chamamos aqui de bastidores dos Atos dos Apóstolos. Por que bastidores? Porque tem muitas passagens que obviamente Lucas não conseguiria retratar tudo até pelo alcance da quantidade de fatos que teriam que ser relatado de detalhes. Ele obviamente coloca aquilo que é o principal. Mas Emanuel, com a permissão de Paulo, é claro, ele vai ter a oportunidade de nos mostrar alguns detalhes que a Lucas não pôde colocar, como os demais evangelistas não puderam. Então aqui a gente vai lembrar que nesse caso específico, esse item que nós estamos abordando hoje, ele tá na segunda parte

alhes que a Lucas não pôde colocar, como os demais evangelistas não puderam. Então aqui a gente vai lembrar que nesse caso específico, esse item que nós estamos abordando hoje, ele tá na segunda parte desse livro e que se intitula no capítulo 4ro como primeiros labores apostólicos, primeiros trabalhos daquele que ainda se chamava Saulo, ainda não havia mudado o nome dele para Paulo. E esse capítulo quatro, então, nós vamos nos utilizar dele ao longo da exposição para complementar as nossas a análises e os nossos estudos do Atos dos Apóstolos. Por exemplo, nesse livro nós vamos encontrar por que nós passamos a ser conhecidos por cristãos e não por caminho como era no primeiro século. E foi Lucas que propôs trocar essas palavras. E aí nós trouxemos aqui o exerto do momento em que Lucas estava indo embora de Antioquia. Lembra que Lucas era um médico naquela época? Um médico muito novo, mas muito voltado, né, para o processo do trabalho. E lembramos que Lucas não conheceu Jesus pessoalmente, né? Porque a gente pensa por ser um apóstolo que escreveu um dos Evangelhos, ele teria conhecido. Não, Lucas não o conheceu, mas conheceu aqueles que o conheceram. Então é importante que a gente perceba as palavras dele são profundas e que vale paraa nossa realidade atual também se nós queremos seguir Jesus como ele fez. Ele tava conversando com aquela assembleia lá em Antioquia, estava se despedindo e ele disse: "Irmãos, afastando-me de vós, levo o propósito de trabalhar pelo mestre." Olha que bacana, levo o propósito de trabalhar pelo mestre, empregando nisso todo o cabedal de minhas fracas forças. Não tenho dúvida alguma. Olha a posição dele lá no primeiro século. Quanto à extensão deste movimento espiritual, então ele já sabia que era um movimento espiritual de larga escala. Para mim, esse movimento espiritual transformará o mundo inteiro. O mundo inteiro. Veja que os evangelhos ainda não estavam escritos. Eh, tínhamos aí fragmentos do Evangelho de Mateus e alguns outros fragmentos menores, mas fragmento do

transformará o mundo inteiro. O mundo inteiro. Veja que os evangelhos ainda não estavam escritos. Eh, tínhamos aí fragmentos do Evangelho de Mateus e alguns outros fragmentos menores, mas fragmento do evangelho de Mateus, nós temos informação clara que o nosso querido Emmanuel nos dá. Entretanto, continua ele, ponderam a necessidade de imprimir-nos a melhor expressão de unidades à suas manifestações. Quero referir-me aos títulos que nos identificam a comunidade. Não vejo na palavra caminho, entre aspas, uma designação perfeita que traduz o nosso esforço. Os discípulos do Cristo são chamados viajores, peregrinos, caminheiros. Mas há viajantes ou viadantes e estradas de todos os batizes, de todos os tipos. O mal tem igualmente os seus caminhos. E aí ele propõe: "Não seria mais justo chamarnos cristãos uns aos outros? Esse título nos recordará a presença do mestre, nos dará energia em seu nome e caracterizará de modo perfeito as nossas atividades em concordância com seus ensinos. Isso não tá em Atos dos Apóstolos, mas isso aconteceu e Emmanuel teve como buscar isso no mundo espiritual e trazern-nos. E aí a assembleia vai rapidamente aceitar, né? A sugestão de Lucas foi aprovada com geral alegria. O próprio Barnabé abraçou enternecidamente, agradecendo o acertado vitre que vinha satisfazer as certas aspirações da comunidade inteira. Saulo consolidou suas impressões excelentes a respeito daquela vocação superior que começava a exteriorizar-se. Ali começava a nascer uma relação profunda entre Saulo e Lucas, que mais tarde será Paulo e Lucas. Bom, feito esse preâmbulo, vamos aqui trazer o texto e, como sempre, pedimos a permissão para lê-lo completo, para que nós não percamos a essência dele no que nós vamos destrinchar ao longo da exposição. Então, a prisão de Pedro tá em Atos, capítulo 12, versículos de 1 a 19. Bom, o texto evangélico diz assim, então vamos ler com cuidado. Nessa mesma ocasião, o rei Herodes começou a tomar medidas, visando a maltratar alguns membros da igreja.

tulo 12, versículos de 1 a 19. Bom, o texto evangélico diz assim, então vamos ler com cuidado. Nessa mesma ocasião, o rei Herodes começou a tomar medidas, visando a maltratar alguns membros da igreja. Assim, mandou matar a espada, Thago, irmão de João, que também a gente sabe que é o filho de Zebedeu. E vendo que isto agradava aos judeus, mandou prender também a Pedro. Era nos dias dos pães sem fermentos. Tendo-o, pois, feito deter, lançou-o na prisão, entregando-o a guarda de quatro piquetes de quatro soldados, cada um, tensionando apresentá-la ao povo depois da Páscoa. Veja que nós estávamos, tal como com Jesus na Páscoa. Mas enquanto Pedro estava sendo mantido na prisão, fazia-se incessantemente oração a Deus por parte da igreja em favor dele. Então, vários membros da igreja, ao invés de brigar, de de se exaltar, não vão orar. E o poder da oração, quando ela nasce do coração de muitos, é como feixe de vara, como na linguagem de Kardec, você aumenta o poder de alcance dessa oração. Então, quando se aproximava o momento de Herodes apresentar Pedro, naquela mesma noite, estava Pedro dormindo entre dois soldados, preso a duas correntes, enquanto sentinelas diante da porta vigiavam a prisão. Veja que era como se fosse uma pessoa perigosíssima, né? De repente sobreveio o anjo do Senhor. Era como chamado o espírito é mais elevado. E uma luz brilhou no cubículo. Espíritos de luz tocando o lado de Pedro. Veja que essa expressão o lado também quando foi Tomé tocou o lado de Jesus. Tocando o lado de Pedro, o anjo fê-lo erguer-se, dizendo: "Levanta-te, depressa". Veja que é imperativo. Não pergunta o Pedro quer levantar? Não. Nessa posição o anjo determina e o o discípulo obedece. E caíram-lhe as correntes das mãos. Disse-lhe ainda: "Cinge-te e calça tuas sandálias". E ele o fez. disse-lhe mais: "Envolve-te no manto e segue-me." Veja que tem um detalhe: "Envolver-se no manto para seguir o anjo, para seguir esse espírito materializado." Pedro saiu e foi seguindo-o, mas não

fez. disse-lhe mais: "Envolve-te no manto e segue-me." Veja que tem um detalhe: "Envolver-se no manto para seguir o anjo, para seguir esse espírito materializado." Pedro saiu e foi seguindo-o, mas não sabia se era verdade o que estava acontecendo por meio do anjo. Parecia ali antes uma visão. Então Pedro estava num espécie de trans e esse espírito materializado era uma entre aspas, porque nem todos viram, nem o nem o anjo, aliás, não, nem todos não. A gente só sabe que o Pedro viu, a gente não viu ninguém mais dizer que viu esse anjo e nem menos nem mesmo Pedro que tava sob o o que nós chamamos aqui de manto que esse anjo colocou sobre Pedro. Passaram assim pelo primeiro poço da guarda, depois pelo segundo, lembro que era quatro piquetes. E chegaram ao portão de ferro que dá para a cidade, o qual se abriu por si mesmo diantes dele. Saindo, enveredaram por uma rua, enquanto subitamente o anjo apartou-se dele. Nós comentamos com Emmanuel agora esse momento em que o anjo se aparta dele. Então Pedro, voltando a si disse: "Agora sei realmente que o Senhor enviou o seu anjo, livrando-me das mãos de Herodes e de toda a expectativa do povo judeu. Então agora já tava lustro, não mais em trans, sabendo exatamente o que aconteceu. Dando-se conta da situação, dirigiu-se à casa de Maria e mãe de a mãe de João, o que tem por o cognomeio de Marcos, ou seja, João Marcos. Ali se encontravam muitos reunidos em oração, tal como foi dito no início. Batendo ele ao postigo do portão, ou seja, a entrada, né, veio uma criada chamada Rod para ver quem era. Tendo reconhecido a voz de Pedro, ficou tão alegre que não lhe abriu. Ao invés, correndo para dentro, anunciou que Pedro estava ali diante do portão. Então, disseram-lhe: "Estás louca?" Porque todo mundo achava que Pedro estava preso e que ninguém imaginava que Pedro conseguisse sair com aquele tamanho, a proteção. Então estás as louca. Coitada da Rot que viu o Pedro, era trachada de louca por causa da impossibilidade material disso acontecer. Ela, porém, assegurava que

uisse sair com aquele tamanho, a proteção. Então estás as louca. Coitada da Rot que viu o Pedro, era trachada de louca por causa da impossibilidade material disso acontecer. Ela, porém, assegurava que era verdade. Então, é o seu anjo. Ou seja, já pensaram no Pedro desdobrado do corpo físico e aparecendo em corpo espiritual semimaterializado, pelo menos. Pedro, porém, continuava a bater. Afinal, abriram e, vendo-o, ficaram estupefatos. Ele, fazendo o sinal com a mão para que não falassem, narrou-lhe como o Senhor o livrara da da prisão. E acrescentou: anunciar isto a Tiago e aos irmãos. Nós vamos ver de que Tiago ele está falando. Depois saiu e foi para o outro lugar. Fazendo-se dia, houve não pequeno alvoroço entre os soldados sobre o que teria acontecido a Pedro. Tendo mandado chamá-lo e não o encontrado, Herodes instaurou o inquérito sobre os guardas e ordenou que fossem executados. Depois, descendo da Judeia para Cesareia, ali passou algum tempo. Então, eis o texto que o Paulo, o melhor Lucas nos oferece. E nós vamos comentar alguma coisa, mas nós vamos resgatar aqui a chegada de de Saulo que veio, né, naquele momento em que tinha necessidade. E é nesse clima de dor e profunda aflição, mas também de fé e confiança em Jesus que nós acabamos de ver, que Barnabé e Saulo chegaram em Jerusalém e encontraram os irmãos da casa do caminho, sendo ali recepcionados por Prócorro, que era um dos diáconos, dos sete diáconos, encarregados do trabalho administrativo da primitiva igreja cristã de Jerusalém, que era chamada igreja do caminho até então. Vamos lembrando um pouquinho o capítulo anterior, no capítulo 18, vocês se lembram que tinha uma passagem de Atos 11 27 a 30. E lá no final, naquela reunião, eles de fato fizeram enviando-o, enviando-as aos anciãos por intermédio de Barnabé e Saulo. Então eles souberam que tinha tido problema em Jerusalém e decidiram mandar Barnabé e Saulo para dar apoio, inclusive para levar recursos monetários. Aí vem um detalhe que não tá em Atos de

é e Saulo. Então eles souberam que tinha tido problema em Jerusalém e decidiram mandar Barnabé e Saulo para dar apoio, inclusive para levar recursos monetários. Aí vem um detalhe que não tá em Atos de Apóstolo, que o nosso querido Emânel nos permite ter acesso. De novo, reforçamos, trata do capítulo 4, primeiros labores apostólicos. Então, tem uma carta de Pedro que foi mandada a Antioquia, que a gente não tem esta informação desta forma, como ele colocou aqui. Um portador da igreja de Jerusalém, é a é Emanuel que está contando, chegava apressadamente a Antioquia. Trazendo notícias alarmantes e dolorosas. Em longa missiva, Pedro relatava os últimos fatos que o acabunhavam. Escrevia na data em que Tiago, filho de Zebedeu, portanto, o irmão de João, sofrera a pena de morte em grande espetáculo público. Olha, era o segundo mártir que nós conhecemos aqui. A mensagem de Pedro relatava também as penosas dificuldades da igreja. A cidade sofria fome epidemias. Enquanto a perseguição cruel apertava o cerco, inumeráveis filas de famintos e doentes batiam-lhe às portas. O exador ex-pescador solicitava de Antioquia os socorros possíveis. Então essa é a carta. E aí o nosso querido Saulo junto com Barnabé estarão indo como emissários de Antioquia para o auxílio. E aí o que que acontece quando eles chegam em Jerusalém? Imensa surpresa aguardava os emissários de Antioquia, que já não encontraram Simão Pedro em Jerusalém. Veja que ele já tinha sido preso. As autoridades haviam efetuado a prisão do ex-percador de ex-pescador de Cafarnaum logo após a dolorosa execução do filho de Zebedeu. Amargas provações haviam caído sobre a igreja e seus discípulos. Saulo e Barnabé foram recebidos especialmente por Prócoro, um dos sete diáconos da Casa do Caminho, que os informou de todos os sucessos. Por haver solicitado pessoalmente o cadáver de Thago. Isso nós não sabemos pelo Atos. Para dar-lhe sepultura, Simão Pedro fora preso sem compaixão e com todo o desrespeito pelos criminosos sequazes de

Por haver solicitado pessoalmente o cadáver de Thago. Isso nós não sabemos pelo Atos. Para dar-lhe sepultura, Simão Pedro fora preso sem compaixão e com todo o desrespeito pelos criminosos sequazes de Herodes. No entanto, dias depois, um anjo visitara o cárcere do apóstolo restituindo a liberdade, o narrador referiu-se ao feito com os olhos fugurantes de fé. contou o júbilo dos irmãos quando Pedro surgiu à noite com o relato da sua libertação. Aí vamos voltar aos Atos dos Apóstolos porque esses esses embates que aconteceram aí nos nos bastidores ajudam-nos a interpretar melhor o texto de Atos. Bom, primeiro nós precisamos saber quem é esse Herodes, porque existem vários Herodes. Vocês vão ver lá que é uma sequência de três gerações e que a gente se confunde se a gente não se ativer com cuidado. Então, esse rei Herodes da Judeia e mencionado nessa passagem, ele viveu de 10 antes de Cristo a 44 depois de Cristo. Ele era, na verdade, a gripa um, que era o filho mais novo de Herodes Magno, que por sua vez era neto de Herodes, o grande. Então, são três gerações. foi condecorado com o título real por Calígula. Já tava em 37 depois de Cristo. Lembra que Calígula era um dos imperadores romanos e uma crueldade específica, mas não foi realmente rei da Judeia, a não ser no ano 41. E aí as razões para isso, nós não vamos aqui ter os detalhes. O Herodes aqui eludido, era filho de Aristóbulo, o irmão de Herodias. Após a execução de seu pai, no ano 7 antes de Cristo, ele foi levado a Roma, manteve íntimos contatos com a família imperial e era amigo íntimo do jovem Calígula, que seria o futuro imperador. Daí porque você percebe que as relações, apesar de ser Império Romano e Judeia ou povo conquistado, existia entre os maioris de ambos os lados. E aquele Caligua que viria a ser o futuro imperador não se esqueceu e condecorou. Bom, falamos também que existia um pão sem fermento, né, que nós conhecemos como pão asmos. E falamos também que esse evento que nós estamos narrando e discutindo aconteceu na Páscoa, tal como

ecorou. Bom, falamos também que existia um pão sem fermento, né, que nós conhecemos como pão asmos. E falamos também que esse evento que nós estamos narrando e discutindo aconteceu na Páscoa, tal como aconteceu com Jesus quando ele foi feito prisioneiro. Aí nós vamos ver que de forma cruel esse rei Herodes Agripa 1 ordenou a morte pela espada de Tiago, filho de Zebedeu e irmão de João, conhecido como Thiago Maior. Vamos lembrar que ele então, o Thiago Maior, desaparece logo no começo do cristianismo. Isso aconteceu quando Jerusalém contava com a presença de uma multidão de peregrinos que para ali se deslocou para comemoração da Páscoa, guardadas as proporções do mesmo evento acontecido na época de Jesus. Na ocasião, os rei, o rei dos judeus mandou também pender Pedro, Pedro no dia da festa dos pães asmos ou sem fermento. Essa festa mantida pela tradição era uma parte da Páscoa. Então veja que eram as tradições que se obedeciam aquelas épocas. E os maiorais que estavam no comando quando queriam chamar a atenção, utilizavam-se desses momentos em que muitas pessoas estavam presentes para poder fazer essas cenas cruéis. Trata-se de uma comemoração de natureza. agricultural que talvez já existisse antes mesmo da instituição da Páscoa. Deveria ter duração de uma semana a Páscoa. Essa o primeiro dia da festa dos paismos. Então aqui é um conhecimento de como funcionavam as tradições só para nosso enriquecimento. Bom, lá no Evangelho dos Humildes, Eliseu Rigonate, um estudioso do Evangelho que já botou a pátria espiritual, lá no capítulo 45 vai nos dizer: "Era por volta da Páscoa, quando Pedro foi preso. Temiiam-no por ser ele a figura central do movimento cristão e supunham que prendendo-o dari um golpe de morte a esse movimento." Observamos, observemos a fé que havia naqueles corações. Ao invés de se lastimarem ou de se revoltarem, entregaram-se confiantes à oração, certos de que não lhes faltaria o socorro divino. E aí ele faz uma análise pra gente refletir, né? Quando tudo nos parece abandonar, como

imarem ou de se revoltarem, entregaram-se confiantes à oração, certos de que não lhes faltaria o socorro divino. E aí ele faz uma análise pra gente refletir, né? Quando tudo nos parece abandonar, como acontecia naquela época, e o desânimo tenta apoar-se de nós, começa a se insinuar, aprendamos isso que ele está nos dizendo aqui, ó. Confiamos-nos à prece, ela não ficará sem resposta. A resposta virá segundo as necessidades daquela aquela experiência pela qual estamos passando, mas sempre virá. Talvez nós não a compreendamos de imediato, mas a resposta virá. Quando esta fé vier de uma oração, de um coração sentido. E aí nós temos uma intervenção divina, né, que nós chamamos aqui de intervenção divina, porque a liberdade de Pedro da prisão ocorreu uma vez mais, como acontecer em outros eventos, por intervenção divina, cuja ações produzidas por um espírito materializado ou semimaterializado, nós não podemos precisar, surpreenderam o próprio apóstolo e se encontraram registradas detalhadamente em Atos. Então, o nível de detalhe da descrição de Lucas foi muito rico, não tenhamos dúvida. O espiritismo conceitua como de efeitos físicos os fenômenos mediúnicos produzidos por ação espiritual para a libertação de Pedro da prisão, onde se encontrava detido. Materialização do espírito ou anjo em plena prisão. A brilhante luminosidade que saturou o local onde o apóstolo se encontrava prisioneiro. O rompimento das correntes que mantinham presos suas mãos e pés. A passagem de ambos, Pedro e o anjo, eh, pelos poços de guarda para finalmente alcançarem a liberdade quando passaram pelo portão da cidade. Tudo isso foram fenômenos mediúnicos extraordinários, sem dúvida. Porém, não são miraculosos. Por quê? Porque seguem leis, considerando que são perfeitamente explicados racionalmente pelas leis espirituais. De novo, vai nos dizer ainda Eliseu Rigonate, de novo, a mediunidade de efeitos físicos intervém para salvar Pedro. Por meio dessa mediunidade, os espíritos podem atuar sobre a matéria

is espirituais. De novo, vai nos dizer ainda Eliseu Rigonate, de novo, a mediunidade de efeitos físicos intervém para salvar Pedro. Por meio dessa mediunidade, os espíritos podem atuar sobre a matéria e produzir efeitos, tais como voz direta, deslocamentos de objetos, corporificarem-se, trabalhos manuais, transportes, etc. E para isso necessitam de um médio de efeitos físicos, o qual pode não estar ali presente, e sim até bem longe, porque o fluído é obviamente transportado. O espírito que foi libertar Pedro se utilizou da mediunidade dos discípulos congregados em oração. Olha o poder da oração nesse momento. algum ou alguns dos quais possuíam esse tipo de mediunidade, ou seja, de fornecimento de ectoplasma ou desse fluido mais denso, o que facilitou tudo. Obviamente que poderia ele também extrair essa esse essa esses fluidos mais densos de outros momentos. Pode até ser de um guarda ali do lado também, nada impede. Casas mal assombradas, por exemplo, a gente conhece muito bem essas histórias, elas costumam ser mal assombradas enquanto tem médiuns que a revelia deles fornecem ectoplasma e o e o e o espírito que está ali consegue fazer efeitos físicos como ruído, como como deslocamento de objetos que assustam as pessoas, é claro, porque você não vê o espírito, mas vê os fenômenos acontecendo. Normalmente quando a pessoa que é a principal fornecedora de ectoplasma deixa aquela casa, a casa deixa de ser assombrada, mas se aparecer outro que ele possa usar os recursos, a casa volta a ser assombrada até o dia que esse espírito é retirado da casa e é levado pro mundo espiritual, como acontece com frequência. E nós temos assistido vários casos, mas nós dissemos que Pedro foi envolvido por um manto e ele não tinha certeza se aquilo tava acontecendo era verdade, se era real, se não era. Por quê? porque ele estava numa espécie de transe, era um estado alterado de consciência, como nós chamamos. Durante todo o processo de libertação do cárcere, Pedro cumpria as instruções do anjo e não questionou

rque ele estava numa espécie de transe, era um estado alterado de consciência, como nós chamamos. Durante todo o processo de libertação do cárcere, Pedro cumpria as instruções do anjo e não questionou absolutamente nada, simplesmente cumpriu. Mas como ele se encontrava em estado autoridade de consciência ou transeit, agia como se estivesse sobeito de uma visão. Somente depois que alcançou as ruas da cidade e o espírito dele se afastou, foi que o apóstolo caiu em si. Isto é, saiu do estado de trance e disse para consigo mesmo: "Agora sei realmente que o Senhor enviou seu anjo, livrando-me das mãos de Herodes e de toda a expectativa do povo judeu." Vamos lembrar quando Divaldo Franco, por exemplo, era tomado pelo espírito Bezerra de Menezes nas suas nas suas algumas das suas palestras em em parte final dela, o Divaldo saía completamente sem saber onde estava. se vê que ele ia voltar paraa mesa onde ele estava anteriormente. Ele vai andando devagarzinho para ele recuperar essa lucidez que durante o transe em que Dr. Bezerra fez, ele perdeu. Aqui também aconteceu semelhante com Pedro, só que não foi uma um processo de psicofonia, foi um processo em que Pedro foi colocado no estado alterado de consciência e aquele manto, de alguma forma impediu que os guardas vissem ou também os guardas tivessem sido colocados em estado alterado de consciência. também nós não sabemos os detalhes, mas seguramente os espíritos têm recursos para fazer isso. Bom, quando o nosso querido anjo, que é um espírito benfeitor, se afasta, Pedro retoma a sua condição de lucidez e aí ele poderia voltar paraa casa do caminho, mas vem a cautela. E ao mesmo tempo a surpresa, como nós vimos Roder a portão, meu Deus, é Pedro e nem abre o portão, já sai gritando, Pedro tá aqui, o Pedro tá aqui. Ou seja, causa um espanto. Então é bom a gente destacar isso um pouquinho, porque lá em Atos, no que nós lemos agora, consta que após a libertação e o desaparecimento do anjo, Pedro se revela cauteloso, como nós vimos, não seguindo diretamente

nte destacar isso um pouquinho, porque lá em Atos, no que nós lemos agora, consta que após a libertação e o desaparecimento do anjo, Pedro se revela cauteloso, como nós vimos, não seguindo diretamente paraa casa do caminho. Dirige-se então à residência de Maria. Maria, que era a mãe de João Marcos, o futuro evangelista, onde muitos amigos estavam ali reunidos em oração. Então, não estavam só na casa do caminho, estavam reunidos na casas das pessoas também. Aí, obviamente que o eh que o o os nossos queridos eh as queridas pessoas em prece, elas estavam ali totalmente entregues a essas preces quando alguém bate no portão e atendido pela criada que já nos falamos, retorna ao interior da residência informando que Pedro ali se encontrava, pois ela ouvira do após pedindo para entrar. Tudo isso nós vimos lá, nós estamos repassando aqui para ir fixando em nossas mentes. No primeiro momento ninguém acreditou. O que era normal, você também talvez não acreditasse se estivesse ali junto deles na prece. Por quê? Porque vocês viram a preciosidade de Herodes com as suas prisões. Eram vários guardas, vários estágios para você fugir. Era realmente complicado. Era como se Pedro fosse um assassino perigosíssimo, que nada disso, obviamente justificava a colocação de Pedro ali, mas era assim que ele estava. Então, ninguém imaginava que ele conseguisse sair dali e, no entanto, ele saiu. Então, quando isso aconteceu, nós vamos perceber que efetivamente ele foi atendido pelo o anjo e conseguiu sair. E eles, vão obviamente supor, né, que era aparição. Por quê? Porque era comum para alguns daqueles que estavam ali ver aparições, gente. E e aqui entre nós, nos dias atuais, por exemplo, quando alguém desencarna, é muito comum essa pessoa antes de desencarnar aparecer uma pessoa muito importante para ela e a pessoa na mesma hora fala assim: "Gente, fulano de tal desencarnou". De alguma forma teve um vulto, alguma coisa assim que fez com que ela tivesse certeza de que a pessoa desencarnou. Lá no livro

e a pessoa na mesma hora fala assim: "Gente, fulano de tal desencarnou". De alguma forma teve um vulto, alguma coisa assim que fez com que ela tivesse certeza de que a pessoa desencarnou. Lá no livro Domínios da Mediunidade de André Luiz, tem um caso de uma mulher que tá desencarnando e antes de desencarnar ela vai em espírito com seu corpo perespiritual, é claro, a casa da irmã que estava dormindo. Ela provoca um efeito físico. A irmã acorda e ela vê a irmã e tem a clareza, porque por intuição ela assimila o que a outra quereria dizer. Minha irmã acaba de desencarnar ou como ela diria, acaba de morrer. Então aqui era muito comum isso também acontecer, né? Então, a suposição deles era razoavelmente eh esperada. Então, não era Pedro encarnado, era Pedro desdobrado. E, obviamente acabou que Pedro se mostrou qual como é em carne e osso e contou tudo que aconteceu. Mas aí vamos lembrar que estava na casa de Maria. Existem várias Marias, né, gente? A gente não tiver muita clareza, a gente se perde em qual Maria nós estamos falando. Essa Maria era a mãe de João Marcos. Esse João Marcos é muito conhecido hoje porque ele é o autor do primeiro evangelho, né, que nós temos obviamente supostamente escrito, quando nós sabemos que começou a ser escrito primeiro o livro de Mateus. Mas João Marcos, como ele era conhecido, ele é um pouquinho importante a gente saber dele, né? Ele aparece em Atos, em vários capítulos que estão aí, né? Era primo de Barnabé. Então, Barnabé, aquele que tinha ido com Paulo, que naquela época não era Saulo, era primo dele, não era muito distante as o parentes que existia, né? Mas Atos afirma que era sobrinho. Algumas pessoas vão obviamente interpretar de maneiras diferentes. Estará ao lado de Paulo, que no caso ainda era Saulo, durante o primeiro cativeiro romano. Aí já seria Paulo, é claro. E Paulo reclamará ainda seus préstimos pouco antes de morrer. Então veja que João Marcos ou Marcos, como será conhecido, ele foi um um trabalhador que esteve com Paulo em

. Aí já seria Paulo, é claro. E Paulo reclamará ainda seus préstimos pouco antes de morrer. Então veja que João Marcos ou Marcos, como será conhecido, ele foi um um trabalhador que esteve com Paulo em alguns momentos. Na primeira viagem ele voltou e Paulo até condenou a sua eh a sua a sua o seu retorno, né? Paulo esperava que ele fosse continuar, mas é cenas pro próximo capítulo que vocês vão ver depois, nós veremos juntos. Mas aqui a gente sabe que ele é o autor do segundo evangelho, que a gente chama aqui de segundo, né? que aparece na ordem do nossa do nosso Petateu, como melhor do nosso eh 27 livros. Quem é esse Thago que tá citado no Atos? O primeiro nós sabemos que é o irmão de João, o Thiago maior, filho de Zebedeu. Mas o segundo, vamos lembrar aqui o que tava escrito lá. Pedro, porém, continuava a bater. Afinal, abriram e vendo ficaram estupefatos. Ele fazendo o sinal com a mão para que não falasse, narrou-lhes como o Senhor livraria da prisão e acrescentou: "Anunciai isto a Thago e aos irmãos". Então esse Thiago é o que nós estamos falando. Quem é ele? Bom, os comentadores não chegam, vai dizer um estudioso, chama Champlin, que é eh um estudioso profundo, né? conhece muito, mas muito mesmo. Por isso nós nos apoiamos nele aqui. E ele vai dizer que na no seu estudo que os comentadores de maneira geral não chega a um acordo sobre de quem estaria falando quando se refere ao Thiago que aparece neste versículo é claro. Embora a maioria desses comentadores seja favorável à interpretação que diz que se tratava de Thago, o irmão do Senhor. Vamos ver muito essa expressão e temos que tomar muito cuidado com ela. Sem dúvida filho de José e de Maria. Isso quem tá dizendo é Champli. Quanto a família física de Jesus, todavia existem intérpretes que acreditam tratar-se de Tiago Menor, o filho de Alfiu, que de fato é um dos primeiros apóstolos de Jesus, o qual possivelmente era primo do Senhor Jesus. Por que era possivelmente? que as parentes como acabamos de falar de Barnabé, que um para um é sobrinho,

de fato é um dos primeiros apóstolos de Jesus, o qual possivelmente era primo do Senhor Jesus. Por que era possivelmente? que as parentes como acabamos de falar de Barnabé, que um para um é sobrinho, para outro é é um é um primo, não vem ao caso, mas é parente, né? Assim opinou Calvino. E temos uma opinião de um estudioso, muito tempo depois que era Calvino, que dirá: "Escritores eclesiásticos depois de Eusébio dizem que esse Tiago", veja como durante muito tempo se discutiu quem era ele. Ele era irmão do Senhor, era um dos discípulos. Porém, visto que Paulo, quem tá dizendo isso é Calvino, o considera como uma daquelas três grandes colunas da igreja, tá lá em Gálatas, não penso Calvino dizendo que uns simples discípulos houvessem alcançado tal posição de dignidade, tendo deixado os apóstolos de lado. Portanto, prefiro conjeturar. Então, olha que que bacana, né? Ele não afirmou conjeturar que esse Thago era filho de Alfeu, cuja santidade era tal que os judeus muito se admiravam do fato. E aí vem o Espiritismo. Como é que o espiritismo encara isso? O pensamento espírita é semelhante ao de João Calvino. João Calvino, só pra gente lembrar, viveu de 1509 a 1564 e foi um dos líderes e reformador religioso, entre outros, né? Como afirma Humberto de Campos, espírito pelas mãos do Chico. Levi ou Mateus, Tadeu e Tiago, filho de Alfeu e sua esposa Cleóofas, parenta de Maria, eram nazarenos e amavam Jesus desde a infância, sendo muitas vezes chamados e ele põe aspas os irmãos do Senhor, à vista de suas profundas afinidades afetivas. Então, cuidado, quando a gente ouvir mãos do Senhor, não necessariamente temos que pensar como consanguinidade, mas como afetividade. Emânuel também informa que Thago, filho de Alfeu, usualmente denominado irmão de Jesus, assumiu provisoriamente a coordenação geral da igreja cristã de Jerusalém, chamada Casa do Caminho, que obviamente na ausência de Pedro, que Pedro era realmente o coordenador principal. Contudo, o afastamento definitivo de Pedro, Thago assume a

da igreja cristã de Jerusalém, chamada Casa do Caminho, que obviamente na ausência de Pedro, que Pedro era realmente o coordenador principal. Contudo, o afastamento definitivo de Pedro, Thago assume a chefia da comunidade cristã até a sua desencarnação. O seguinte texto copiado do livro de Paulo Estevo indica o encontro de Barnabé e Saulo com Tiago, filho de Alfeu, o qual introduziu medidas drásticas na igreja cristã de Jerusalém, logo após terem sido informados por próculo sobre os trágicos acontecimentos que se abateram sobre a casa do caminho. Então aqui de novo, bastidores do nosso livro Paulo Estevo, trazendo bastidores do Atos dos Apóstolos. De novo o mesmo capítulo. Aí extraímos um texto aqui só pra gente ver como é que isso aconteceu. Saulo mostrava-se grandemente impressionado com tudo aquilo. Junto de Barnabé tratou logo de ouvir a palavra de Thiago, o filho de Alfeu. Então reforçamos aqui que por espiritismo não há dúvida. Aquele Thiago é o filho de Afeu ou Thiago Menor. O apóstolo recebeu-os de bom grado, mas podiam-se lhe notar, olha que bacana a delicadeza com que o Emânu escreve. Desde logo os receios e as inquietações estavam sendo presos várias pessoas. O próprio peso, quando Jesus foi preso, estava a havias de ser crucificado, o negou três vezes, como nós sabemos, e irá recapitular isso depois e mostrar que estava fiel a Jesus. Mas até lá, como aconteceu com Pedro, acontece com muitos outros seguidores de Jesus que não não tinham aquela fé inabalável, absolutamente inabalável. Então, repetiu as informações de Prócoro, portanto confirmando o que Prócoro já tinha dito em voz baixa. Olha o detalhe, em voz baixa, como se temesse a presença de delatores. Vai tá contando se mais pé do ouvido, porque pode ter alguém aqui do lado que tá contando para Herodes Agripa um. E aí, obviamente, o Paulo, o Saulo naquele momento se assusta, né? fica eh assim preocupado. Alegou a necessidade de transigência com as autoridades, ou seja, com os responsáveis pela igreja

gripa um. E aí, obviamente, o Paulo, o Saulo naquele momento se assusta, né? fica eh assim preocupado. Alegou a necessidade de transigência com as autoridades, ou seja, com os responsáveis pela igreja estatuída, que era obviamente o judaísmo. invocou o precedente da morte do filho de Zebedeu, que no caso foi a morte do nosso eh do nosso segundo mártir, referiu-se às modificações essenciais que introduzira na igreja na ausência de Pedro, criara novas disciplinas. Então, ele começou a colocar o jeito de ser dele, que era muito judaísta. Ninguém poderia falar do evangelho sem referir-se à lei de Moisés. Então, vejam que o evangelho estava agora subordinado, de certa forma ao que se chama mosaicismo. As pregações só poderiam ser ouvidas pelos circuncinsos, ou seja, quem não fosse judeu não poderia ouvir as pregações cristãs. A igreja estava equiparada à sinagogas. Aquela igreja do caminho era uma parte das sinagogas, e outras palavras. Saulo e o companheiro Barnabé ouviram-no com grande surpresa. Entregaram-lhe em silêncio o auxílio financeiro de Antioquia. obviamente mantiveram sem silêncio. E aí, obviamente nós sabemos, né, que tudo isso vai dar mais tarde, debates entre Pedro e Tiago sobre isso. Quem leu o livro Paulo Estevo vai perceber isso. Mas tem outro detalhe que tá no livro de Emmanuel que não está no Atos dos Apóstolos, que quando Pedro realmente se afasta de Jerusalém, lá não tá dito, tá dito que vai para outro lugar, nós não sabemos onde. Então diz Emânuel: "Os companheiros mais ponderados induziram Pedro então a sair de Jerusalém e esperar na igreja incipiente de Jope a normalidade da situação. Procuro contou com o apóstolo redutar e aquecer e a esse ou esse convite dos mais prudentes. João e Felipe haviam partido. As autoridades apenas toleravam a igreja em consideração a quem? a personalidade de Thiago. Então o Thiago aqui, o filho de Afio, ele teve uma utilidade por um tempo, né? Ele foi muito importante porque senão a igreja teria talvez desaparecido ali comquanto pudesse

a personalidade de Thiago. Então o Thiago aqui, o filho de Afio, ele teve uma utilidade por um tempo, né? Ele foi muito importante porque senão a igreja teria talvez desaparecido ali comquanto pudesse renascer em outro lugar, que pelas suas atitudes de profundo ascestismos impressionava a mentalidade popular, criando em torno dele uma atmosfera de respeito intangível. Gente, nós que estudamos lá atrás, quando o Saulo foi lá ouvir o discurso do nosso eh Estevão, que mais tarde ele assassinaria, vamos lembrar que ele encontrou o Thago como se fosse exatamente dentro de uma sinagoga e ele respeitou a igreja naquele momento por causa do Thago e detestou o Estev naquele momento. Então veja que ele continuou com os mesmos procederes agora ampliados, né? Na mesma noite da libertação, por atender-lhe a insistência, Pedro fora conduzido à igreja pelos amigos. Então naquela mesma noite que tava na casa de João Marcos, da mãe de João Marcos, ele foi lá na igreja. Aí lá no aço não conta isso. Desejava ficar despreocupado das consequências, mas quando viu a casa cheia de enfermos, de famintos, de mendigos andrajosos, porque era uma casa de atividade social, além de pregação, houve de ceder a Thago a direção da comunidade e partir para a JUP, a fim de que os popezinhos não tivessem situação agravada por sua conta. Por quê? Porque se ele ficasse lá, não só ele, outros seriam presos e aqueles desvalidos ficariam a míngua sem ninguém. >> Bom, gente, terminamos essa primeira parte, mas o o relato de Lucas continua e nós precisamos avançar porque vai aparecer a morte daquele Herodes Agripa 1. E o texto evangélico diz isso de maneira muito sucinta. Ora, Herodes estava irritado contra os habitantes de Tiro e Daci de Sidônia, mas esses de comum acordo apresentaram-se diante dele e depois de persuadir a Brasto, camareiro real, começaram a pedir a paz. Com efeito, a religião deles se abastecia no território do rei. Então, veja que o ambiente era belicoso. No dia marcado, Herodes revestiu-se dos trages

Brasto, camareiro real, começaram a pedir a paz. Com efeito, a religião deles se abastecia no território do rei. Então, veja que o ambiente era belicoso. No dia marcado, Herodes revestiu-se dos trages reais e tomou o lugar na tribuna. Começando a falar à multidão, o povo pôs-se a aclamar. E olha o que o povo dizia. É a voz de um Deus e não de um homem. Diz Lucas que no mesmo instante, porém, feriu o anjo do Senhor pelo motivo de não haver dado glória a Deus. Assim, ruído de vermes expirou. Gente, é impressionante porque nós tivemos um caso em que Pedro teve uma pessoa que se aproximou dele para entregar a oferenda e mentindo o a pessoa se desencarnou na frente do Pedro. Aqui nós estamos vendo um caso aqui semelhante em que um rei, supostamente um poderoso, vai desencarnar por imposição espiritual. Mas fala em dois lugares, Tiro e Siron. Só pra gente contextualizar, vamos lembrar que nesses registros Lucas relata de forma resumida a morte de Herodes Agripa 1, que está inserido no contexto que o rei encontrava em conflitos com os povos das cidades de Tiro e Sidônia, que eram esses que estavam lá, que também é conhecido como Sidom. Fato que não causa surpresa porque ele era uma pessoa realmente de natureza belicosa. Um pouquinho sobre esses lugar, tiro era o principal porto marítimo da costa da Fenícia. contava com dois portos, um deles ficava em uma ilha, enquanto o outro, o Porto Velho, ficava no continente. A cidade era banhada pelo rio Litani, dominava a planifica círculo vizinha, ao norte do qual ficava Serépta, pequena cidade Fenícia, pertencente a Tiro desde 722 anos de. Cristo. Era uma cidade antiga. E Sidônia ou Sidom era uma antiga cidade também murada, considerada a primeira cidade fundada pelos feníços. Então, provavelmente mais antiga que a outra. A cidade era dividida em duas partes, grande Sidom e Pequena Sidom, denominada atualmente como saída ou Saida. Também possuía na antiguidade dois portos, sendo um deles o do Líbano. A cidade foi a principal fortaleza dos cananeus.

partes, grande Sidom e Pequena Sidom, denominada atualmente como saída ou Saida. Também possuía na antiguidade dois portos, sendo um deles o do Líbano. A cidade foi a principal fortaleza dos cananeus. Então, tem história aqui atrás. Aqui é só para despertar, gunçar nas nossas amigas e os amigos que estão estudando conosco para aprofundarem, paraa gente poder estar sempre contextualizado. E aí acontece que ele foi ruído, né, como foi dito por Vermes e houve a morte dele. Quanto à morte de Herodes, a gripeão percebe-se que ela foi fulminante, possivelmente decorrente de agressiva infecção sistêmica de acordo com a declaração ruídos de vermes. Assistimos aqui para nossas reflexões, eh, Eliseu Rigonate falando a derrocada do orgulho e ao fim das vaidades terrenas. Não importa a sua posição social. Por mais alto que estejamos situados na vida e na escala social, lembremo-nos de que acima de nós paira o poder soberano, que ao julgar oportuno faz-se rolar do pedestal em que orgulhosamente nos entronizamos. E a morte do corpo físico finaliza as vaidades com as quais nos comprazíamos. Então isso vale para esse rei como vale pros orgulhosos de hoje, como tantos temos no mundo. E para terminar, nós estamos aqui com Barnabé e Saulo voltando de Antioquia. Como nós vimos, eles estiveram lá para poder ajudar. Levaram oferendas financeiras e obviamente ficaram muito preocupados. O texto evangélico é simples, bem curto. Entretanto, a palavra de Deus crescia e se multiplicava. Apesar daquilo tudo, a palavra de Deus, que obviamente era o evangelho de Jesus, pela boca de Jesus, quanto a Barnabé e Saulo, depois de terem desempeado do seu ministério em Jerusalém, regressaram. Aí regressar levaram consigo João combinado Marcos, que nós agora há pouco falamos e que será um dos parceiros dos dois em um das suas viagens. Concluídos os compromissos em Jerusalém, Barnabé e Saulo retornam à Antioquia. Junto com a admirável dupla viajava um novo amigo que seria conhecido dos cristãos na posteridade como João

suas viagens. Concluídos os compromissos em Jerusalém, Barnabé e Saulo retornam à Antioquia. Junto com a admirável dupla viajava um novo amigo que seria conhecido dos cristãos na posteridade como João Marcos, aquele mesmo que ao final do seu evangelho nos transmite a inesquecível mensagem do Cristo Jesus. Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Isso está em Marcos, capítulo 16, versículo 15. E para encerrarmos, minhas amigas e meus amigos, o mesmo texto que a nossa amiga leu no começo, né? Nós vamos aqui de novo relê-lo agora com esse olhar que nós examinamos essa passagem que hoje nos foi oportunizada. Então aqui a Marlúci irá de novo voltar conosco aqui para poder nos ajudar a lembrar das mensagens. Tá lá. Auxílios do invisível. E depois de passarem a primeira e segunda guarda, chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma. E tendo saído, percorreram a rua e logo o anjo se apartou dele, do Pedro. Conta Emmanuel. Os homens esperam sempre ansiosamente o auxílio do plano espiritual. Não importa o nome pelo qual se design esse amparo, isso é pouco importante. Na essência é invariavelmente o mesmo, embora seja conhecido entre os espiritistas, por proteção dos guias nos ambientes católicos, por intervenção dos eleitos e nos círculos protestantes, por manifestações do Espírito Santo. Gente, o Espiritismo fala de espírito, né? Mas o espírito tá em todas as religiões. Percebam, se você for no catolicismo, tá lá chamando intervenção dos eleitos. Se você for no protestantismo, tá lá, chama-se manifestação do Espírito Santo. Se você vier aqui, nós chamamos de guias espirituais ou protetores. As denominações apresentam o interesse secundário, é óbvio, porque o importante é o fato. Essencial é considerarmos que semelhante colaboração, olha que bacana, colaboração, ajuda-te e o céu te ajudará. É isso aqui. Colaboração constitui elemento vital nas atividades do crente sincero, do seguidor de Jesus sincero. No entanto, a contribuição recebida por

ana, colaboração, ajuda-te e o céu te ajudará. É isso aqui. Colaboração constitui elemento vital nas atividades do crente sincero, do seguidor de Jesus sincero. No entanto, a contribuição recebida por Pedro no cárcere representa lição para todos. Aqui nós vamos avançar para todos nós. Sob cadeias pesadíssimas. Estava preso por correntes pesadas. O pescador de Cafarnaum vê aproximar-se do Senhor, o anjo do Senhor. Então ele vê que o libera, né? Na verdade chega até tocá-lo, né? Atravessa em sua companhia os primeiros perigos na prisão, caminha ao lado do mensageiro ao longo de uma rua. Contudo, contudo, olha que parte fundamental para nós aqui. O emissário afasta-se. Então você vai receber o amparo até certo momento da sua vida. Você vai estar numa situação difícil, lembra de Jesus? Eu vos aliviarei, né? Ele alivia, mas para poder ter repouso para as almas, nós precisamos aprender com ele, que é humilde e manso de coração. E aprendemos a tomar o julgo dele como o julgo de nossas vidas. Aí então fica claro aqui nessa passagem que eles se afastam de nós porque nós temos que caminhar com os próprios pés. Se não fosse assim, não teríamos os méritos das aquisições que estamos fazendo pouco a pouco. E essa própria liberdade, que é o livre arbítrio de irmos para onde quisermos, fazermos o que bem querermos, aqui faz toda a diferença entre o sucesso e o insucesso, quando nós não seguimos o caminho sem que ele esteja necessariamente nos conduzindo de forma direta. Então, as iniciativas competem aos trabalhadores, aos aprendizes, aos educandos, aos meninos que estão na escola, que somos nós. Essa exemplificação, confere ele, é típica. Os auxílios do invisível são incontestáveis. Você ninguém questiona isso, gente. Qualquer uma pessoa que tenha bom senso, vai ver que algum momento da sua vida você teve algum tipo de ajuda que você não entendeu como que veio. Você pode ter certeza, veio com certeza do mais alto. De uma forma ou de outra ela veio. E jamais falham. São palavras de emanel. Jamais falham em

um tipo de ajuda que você não entendeu como que veio. Você pode ter certeza, veio com certeza do mais alto. De uma forma ou de outra ela veio. E jamais falham. São palavras de emanel. Jamais falham em suas multiformes expressões. Às vezes é um diálogo pelo sonho, às vezes é um processo que vem uma intuição que você não sabe de onde que vem. Não importa. São multiformes as expressões e vem no momento certo, no momento que você precisa, no momento oportuno, mas é imprescidível. Então aqui que é importante porque mano vai nos chamar atenção. Não se vicie o crente com essa espécie de cooperação. Então todo o problema que eu tenho agora, vou chamar me acorde, socorro. Vale me Deus, benfeitor, eu tô aqui perdido. Quando você mesmo poderia sair sozinho daquela dificuldade, se assim quisesse? É isso que ele tá chamando de vício. Então, muito cuidado de não viciarmos com essa ajuda, essa espécie de cooperação, porque nós temos que aprender a caminhar sozinhos, como ele diz aqui, usando a independência. E olha só o que vem depois. E a vontade. Por isso, paz na terra aos homens de boa vontade. É isso aqui. Quando você faz a vontade de Deus, você está fazendo a sua boa vontade ser equivalente à vontade do Pai, o Criador de todos, no que é justo e no que é útil. convicto, sem margem para dúvidas de que se encontra no mundo para aprender. Isso é muito importante. Nós não estamos aqui a passeio, nós estamos aqui a para aprender. Cada experiência é uma sala de aula que nós frequentamos, não lhe sendo permitido reclamar dos instrutor instrutores a solução de problemas necessários à sua condição de aluno. É aquela imagem do filho que tá fazendo a tarefa e quer abandonar a tarefa que não dá conta. Aí o benfeitor vai do lado dele, que é o pai, a mãe ou um tutor e diz: "Meu filho, olha só, se você partir por esse caminho que você acha que não vai dar, aí ele é, vamos tentar fazer junto aqui. Você não faz por ele, mas você vai dando direcionamentos e ele vai com a mãozinha dele ainda trêmula, ainda

tir por esse caminho que você acha que não vai dar, aí ele é, vamos tentar fazer junto aqui. Você não faz por ele, mas você vai dando direcionamentos e ele vai com a mãozinha dele ainda trêmula, ainda vacilante, ele vai tentando resolver o problema. Quando ele chega lá no final, el fala: "Nossa, eu consegui". Ou seja, ele fez, teve um empurrãozinho que se chama inspiração, mas a famosa execução, ou seja, o suor do trabalho, é que vai realmente contar. A inspiração vem em segundos, mas o trabalho se faz em longo prazo e exige de nós persistência, muita persistência na tarefa do bem. Nós estamos aqui na condição de aluno, não nos esqueçamos disso. E para encerrarmos, vamos guardar esta frase que nós vimos lá atrás. Então Pedro, voltando a si, disse: "Agora sei realmente que o Senhor enviou o seu anjo, livrando-me das mãos de Herodes e de toda a expectativa do povo judeu." Gente, ele disse assim: "Agora sei, não é creio." Ele disse: "Sei". Ele tinha certeza que estava amparado. >> E qual de nós aqui poderá dizer que não tá na mesma condição dele de amparo? Muita paz a todos. Muita paz a todos. Estamos aqui para as nossas conversas daqui paraa frente, né, Tianice? >> Com certeza, Max. Muito obrigado. Foi excelente a nossa nosso estudo, as colocações. Vou convidar o Hélio, a Marlúci, a Lenira e se a Gisela também quiser vir a tela. >> A Gada disse que vai ficar só na pressa. >> Tá bom. Que ótimo. >> Ela parece que o Pedro vai aparecer no portão dela, viu? É, >> é. Vai bater lá, hein? Que coisa. Pois é, nós temos alguns comentários aqui. Eh, tem um depoimento da da Rosana Pereira Lili que ela coloca que, ó, meu filho, ele me avisou 6 horas da tarde, ele desencarnou. E eu eu falei paraa minha irmã, meu filho faleceu. Aí ela falou: "Não, você é uma impressão sua eh não. Eu acabei de falar e o telefone tocou do hospital e falou: "É verdade. Essas coisas acontecem no dia a dia de hoje, né, 2025. Realmente a gente tá cercado, né, pelo mundo espiritual. Não, não tem dúvida nenhuma, né? Vocês

o telefone tocou do hospital e falou: "É verdade. Essas coisas acontecem no dia a dia de hoje, né, 2025. Realmente a gente tá cercado, né, pelo mundo espiritual. Não, não tem dúvida nenhuma, né? Vocês querem comentar alguma coisa ou alguma experiência, né? Talvez, não sei. Eh, eu quero com eh comentar em cima até mensagem lida lá no início, no invisível, em cima do comentário final >> Uhum. >> Do, né, do Max, porque na verdade a assistência espiritual é maior do que a gente imagina, né? Então a gente tem que prestar atenção nos dias atuais e nós temos hoje vários elementos que são favoráveis para isso. Não sei se tem acompanhado os elementos aí, a NASA, etc. Tem avisado, né, do aumento do magnetismo no próprio planeta. Isso facilita, né? E vamos dizer assim, se nós temos campos magnéticos maiores, fica mais fácil, de uma certa forma da gente eh conseguir conectar por pensamento. E na medida que nós estamos evoluindo lá no problema espiritual, né, é de uma forma de pensamento a pensamento. Então o que a Rosana comentou é perfeitamente possível. Nós temos n situações e que mostram quanto mais estreitas afins for as ligações e diríamos até verdadeiras, porque a gente sabe que essa relação por afinidade, quanto mais verdadeira, amorosa ela for, mais isso vai ser. E o Chico um dia nos disse que o futuro é este, né? Então nós não vamos ter mais essa mediunidade de de reuniões mediúnicas, nós vamos ter uma comunicação mais constante entre nós e nós de uma certa forma mentalmente conversando com o plano espiritual, reconhecendo o que ele nos intui. O Marx falou nas inspirações. De vez em quando eles devem fazer uma força danada para nos inspirar, mas a gente tá meio que fora de sintonia. Mas é uma questão, nós vamos melhorando, nós vamos aprimorando, prestando mais atenção e essas coisas vão ficar mais eh evidentes, diríamos. E é bom que seja assim, né? Porque, como diz, já foram apresentados os aparelhozinho que vão estar conectando mente com mente, né, com consciência com consciência. Então,

mais eh evidentes, diríamos. E é bom que seja assim, né? Porque, como diz, já foram apresentados os aparelhozinho que vão estar conectando mente com mente, né, com consciência com consciência. Então, pro plano espiritual, isso é extremamente eh operante e fácil, vamos dizer assim, é uma questão de nós mesmos trabalharmos a nossa atenção e voltarmos-nos para isso que a gente vai perceber. Então, como a Rosana bem percebeu, com certeza, né? Antigamente se dizia que isso era um princípio de telepatia, de que de uma certa forma é nada menos, nada mais do que comunicação pelo pensamento. E a gente tem isso, que a gente consiga valorizar e trabalhar de forma atenta e bem situada esses aspectos que vai ser muito interessante. E e a passagem de hoje não mostrou o quanto que isso é o o quanto isso foi evidente lá atrás e continua sendo nos dias de hoje. >> É verdade. >> Eu ia falar com certeza o que o falou e eu só para colaborar a ciência hoje e essa coisa de você ler o pensamento. Eu vi uma reportagem recente sobre um caso que a pessoa ela ela não fala, mas ela põe um aparelhinho, você põe um aparelhinho, um chipe na na cabeça da pessoa e esse chip consegue ler o pensamento e escrever numa tela do computador o que a pessoa está pensando. Olha só. Então é a leitura do pensamento direto. Olha que beleza. Então se isso fisicamente já é possível, espiritualmente é lógico, né? Nem se fala. >> Muito mais, né? Né, Lenira? mais >> mais propriedade. A Marie Cleade, ela também coloca assim, ó. Concordo plenamente. Em certa ocasião da minha vida, muito traumática, me sentia como em uma areia movediça. Quanto mais me debatia, mais era tragado pelas forças contrárias. Mas com muita prece sincera e fervorosa, Deus me deu a sua mão direita e me puxou com a força do amor. Então, são depoimentos, né? E lá no livro dos dos espíritos, né, a gente tem a resposta, né, também, né, muito mais do que imaginas, né, a gente tem os espíritos à nossa volta. Incrível mesmo. A GL, a questão de merecimento, né? Acho

no livro dos dos espíritos, né, a gente tem a resposta, né, também, né, muito mais do que imaginas, né, a gente tem os espíritos à nossa volta. Incrível mesmo. A GL, a questão de merecimento, né? Acho que a gente tem que continuar se melhorando. Eu só, antes que me esqueça, fazer uma referência. O que o Max lembrou bem no final, né, quando Barnabé e Saulo voltam à igreja de Antioquia, tem um diálogo que me deixou impressionado até nos dias de hoje. Eu deixo, eu coloco ele nas minhas apresentações. Quando Paulo chega para Barnabé diz o seguinte: "Bom, a gente já avançou muito, a gente já conseguiu entender bastante o evangelho, mas uma coisa nós temos que reconhecer, ao longo dos tempos sempre vão existir corpos enfermos, necessidade, etc. O que a gente precisa fazer é melhorar a gente mesmo para conseguir ser um repositório mais fiel e a gente se melhorando ser um instrumento melhor para Jesus. Essa é uma questão, isso está logo no no que o Marx falou, quando Saulo Barnabé volta à igreja Antioquia e num diálogo, depois de tudo sucedido, eh, Paulo faz essa observação e eu achei ela muito importante porque ela faz a gente perceber a necessidade de nós continuarmos trabalhando, né, como o Max bem lembrou, a gente muitas vezes espera sinais dos céus e que os outros façam aquilo que a gente tem que fazer, né? que que a gente tem que não, que aquilo que a gente pode fazer, porque o livre arbítrio ele obviamente é concedido a cada um de nós. É, eh isto eu fiquei aquiada, por assim dizer, com aquela cena em que quando Pedro está preso, os amigos na casa do caminho estão em oração para ele. E aí quando o Hélio falou que neste momento, né, de transição, de turbulência, de depressão, de pensamentos baixos, né, é de baixa frequência, a gente precisa nos reunir, né, ou nós com os outros ou nós com os amigos espirituais para ficar em oração, isto é, melhorar a nossa frequência vibratória para que os anjos do Senhor, né, os amigos espirituais possam colar elaborar mais efetivamente nessa

nós com os amigos espirituais para ficar em oração, isto é, melhorar a nossa frequência vibratória para que os anjos do Senhor, né, os amigos espirituais possam colar elaborar mais efetivamente nessa transição planetária, nesse momento que a gente tá vendo essa separação do joio do trigo, como tem na no Evangelho, e que as nossas preces, as nossas orações vão contribuir consideravelmente. E isso aconteceu, só para lembrar um pouco, durante a pandemia, quando a gente orou mais, quando a gente se uniu mais, fez mais evangelho. E essa frequência vibratória mais elevada ajudou muitos amigos espirituais nestes momentos da COVID, né, de de coma, de desencarne. Então, nessa época que nós estamos vivendo, fazer como fizeram os amigos de Pedro na Casa do Caminho, façamos hoje essa oração coletiva, essa vibração, essa irradiação para que a gente possa também não só elevar a nossa vibração ajudando-nos, mas também ajudar os outros colaborando com a espiritualidade. É muito importante que a gente pense nisso, né? elevar a nossa vibração e não baixar a nossa vibração com os pensamentos de ansiedade, de depressão, de reclamação. A gente precisa pensar nisso. >> Verdade, Marlúci. Eh, nós temos aqui um comentário da da Gisele que ela fala assim: "Herodes realmente se perdeu no orgulho, na vaidade e no abuso do poder?" >> É, e só podia desencarnar do jeito que o Max bem lembrou, né? Então são vários os elementos que se conjugam para nos dar uma lição, porque a lei nunca falha, né? Então, se for uma septicemias, se não foi o que, mas e aí na hora que o Mar estava falando, tava me lembrando quanto que a espiritualidade é benigna e muitas vezes para Herodes não se honerar ainda mais e deixar mais honerado seu próprio espírito, muitas vezes a espiritualidade promove esse desencarne, ajuda, facilita exatamente para que o espírito possa se livrar daquela situação e não seguir se onerando. É, é um desencarne compulsório, né? >> É, >> eh, Hélio desencarnou porque ia fazer muito mais mal, vamos, vamos dizer assim, né? A a

espírito possa se livrar daquela situação e não seguir se onerando. É, é um desencarne compulsório, né? >> É, >> eh, Hélio desencarnou porque ia fazer muito mais mal, vamos, vamos dizer assim, né? A a forma como ele governava. Eh, a Gláusia Araújo ainda coloca aqui, ó, você tava dizendo, oi. >> Antes de você entrar no próximo item, >> eh, se me permite, só fazer aqui o comentário. Assim como tem a retirada antecipada de alguém que está se comprometendo, tem também o prolongamento, que a gente chamamos de moratória, né? Em que um espírito que está fazendo tão bem, ele é como se recebesse uma transfusão de fluido vital. Manuel, pelo menos Miranda, eh, explica como que funciona isso em um dos seus livros. E ele tem uma permanência na Terra além do que foi programado. Isso aconteceu com Chico, aconteceu com Divaldo e aconteceu com muitos outros anônimos para nós, mas que são benfeitores na terra, né? Então, os dois lados acontecem. Nós somos sempre ajudados para ajudar mais, né? No caso de quem ficou mais tempo, recebe um amparo adicional para ajudar, porque tá fazendo tão bem para o meio onde ele está inserido, que a permanência dele contribui para melhorar o meio, né? E do outro lado, quando você está se comprometendo e deixando também comprometer o meio em que você está, para o seu próprio bem, para o bem do meio também, você é retirado sem que isso fira as leis eh divinas, né? Isso tem o o planejamento encarnatório, como nós sabemos, ele pode ser alterado e pode ser alterado pela própria pessoa ou pelos os benfeitores que coordenam nossas as nossas eh movimentações aqui na terra. E aí a Marlúci falou também, eu acho importante a gente tomar esse ponto que ela colocou, que é a harmonia dos pensamentos sadios, né? E curiosamente, hoje eu estava estudando aqui o livro eh o Nosso Lar e o capítulo 25 chama-se eh Saber ouvir. E aí o o o André Luiz, levado pelo Lisas para fora da sua casa, ele vai para uma espécie de jardim, vê a lua muito linda, fica topet completamente fascinado, porque até

ulo 25 chama-se eh Saber ouvir. E aí o o o André Luiz, levado pelo Lisas para fora da sua casa, ele vai para uma espécie de jardim, vê a lua muito linda, fica topet completamente fascinado, porque até então ele estava acostumado só com a o hospital onde ele estava, então não tinha acesso a tantas belezas, as flores, as coisas tudo pareciam para ele transcendentes, né, de tão belas. E aí ele falou assim que tava experimentando alguma coisa que ele fazia muito tempo que ele não experimentava, que era uma sensação de paz. Como é que o Lisas explicava isso? E o Lisas falou exatamente isso. Aqui em nosso lar, nós temos um compromisso entre os moradores de vibrarmos no mesma frequência de pensamento no bem. Qualquer pensamento no mal aqui é rejeitado imediatamente se ele se ele se insinuar. Por isso que nós temos essa esse equilíbrio que aqui dentro você experimenta agora como beneficiário, porque os geradores, que são os famosos, as famosas mentes, né, ou de força mental, como o próprio André Luiz irá chamar lá no livro, eh, no livro Mecanismo da Mediunidade, no outro livro Evolução em Dois Mundos, ele vai ser o gerador das energias positivas que fazem com que aquela ambiência, independentemente de estar sob dificuldades ou não, que está em paz. Então, quando acontece, por exemplo, um problema, como relatado por uma das colegas aqui, que tava se sentindo afundando, mas se a sua consciência começa a ficar em paz, aí, como o Hélio bem relatou, abre possibilidade de você receber a mão de Deus, como foi usada a expressão figurada dela, para te socorrer. E esse socorro sempre vem quando você não se revolta, quando você não se rebela, quando você não entra em contradição com a fé que você deveria sustentar esses momentos de aferição de valores, que são os momentos difíceis. Então, sim, pensamentos elevados, pensamentos do bem nos garantem a paz. >> Muito bom. Muito bem, Marcos. E a gente lembra da misericórdia, né? Nós sempre temos essa misericórdia divina e há sempre tempo para nós mudarmos, né? Você

s, pensamentos do bem nos garantem a paz. >> Muito bom. Muito bem, Marcos. E a gente lembra da misericórdia, né? Nós sempre temos essa misericórdia divina e há sempre tempo para nós mudarmos, né? Você erra, erra, mas se você quiser acertar, você começa acertando, acertando e você vai mudando o seu planejamento reencarnatório, vai somando, né, coisas boas e o bem que a gente faz normalmente volta pra gente mesmo, né, Max? Muito bom mesmo. A Gele Teresa Barald, ela fala que ela tem várias experiências, né, abençoadas nesse sentido, né, e também ela coloca aqui, Max, eh, Max, querido, recebemos sempre ajuda, principalmente quando abrimos um livro para receber mensagens necessárias, quando oramos com devoção, quando eh humilde humildemente que ela talvez humildamos os nossos corações, né, nos fazemos humildes, né, de coração. Então, eh, o pessoal também, eh, por mais que a gente queira dizer que, ah, não, não, mas nós estamos rodeados, né, de espíritos, tanto, como você falou, tanto espíritos que nos querem bem, como também espíritos que não querem tão bem, né, Max? >> É. É, >> aí vai do pensamento. >> Isso. Geleé foi no ponto chave, né? Eu ainda falei, né, sem ter visto a mensagem dela, que casualmente, casualmente é entre aspas, né? Eu estava estudando e o capítulo 25 do livro foi exatamente o que Marlúci reforçou aqui entre nós. Sim. Quando nós estamos buscando o bem, a gente é intuído. Você já viu algum lugar que você fala assim: "Nossa, isso foi para mim". Você abre a página que era aquilo que você precisava ouvir naquela hora? Sim, os meus benfeitores, os seus benfeitores, os nossos benfeitores, eles te direcionam para aquela solução que você aure de um livro que parece olhando só o livro, mas que tem profundas lições, que para aquela hora é a lição que você precisa. Então, sim, temos que nos manter alinhados no bem, porque alinhados no bem nós estaremos assistindo sempre de forma muito positiva. >> Sempre, com certeza. Lembrando que a mensagem às vezes não é só paraa gente,

temos que nos manter alinhados no bem, porque alinhados no bem nós estaremos assistindo sempre de forma muito positiva. >> Sempre, com certeza. Lembrando que a mensagem às vezes não é só paraa gente, é pros espíritos que estão à nossa volta. Então, mesmo que a gente não achea uma ligação, às vezes aquele tema, a gente se aprofundar naquele tema, naquele assunto, ajuda a harmonizar o ambiente onde nós estamos, porque tem espíritos necessitados à nossa volta também, né? >> Com certeza. Com certeza, Lena, muito bem lembrado. Eh, a Glau também coloca até o o Hélio falou sobre isso, os fenômenos mediúnicos um dia serão vistos de forma natural, sem acharmos tudo milagre ou algo sobrenatural do mal, né? O o Hélio falou isso agora mesmo, né? Vamos ver. A a Mary Cle também fala: "Ó, eu acredito piamente nisso. Tive um sonho tão real que ouvi tocar o telefone, eu atendi e ouvi a voz do meu pai muito clara, né? Tenho certeza que conversamos naquela noite." Então são depoimentos, né? Carlinhos Taiano, eh, tenho a impressão que um dos papéis mais importantes do Centro Espírita hoje seria a intensificação do acolhimento, como acontecia na Casa do Caminho. Procede? Eu queria fazer um comentário, Carlin está absolutamente certo e para quem acompanha a FEB faz há muitos anos, obviamente o que ela chama de Conselho Federativo Nacional em novembro de cada ano. Este ano vamos ter uma mudança significativa. Por quê? Porque a espiritualidade tem sugerido que a gente sente mais, para isso que a Malúra até comentou, a gente discute mais, a gente se una mais e a gente faça acima de tudo que o Carinos falou, o colhimento Dr. Bezerra chamou atenção mesmo antes da pandemia disso, durante a pandemia disso, dizendo que essas nossas eh plataformas, como nós estamos aqui agora, elas não dispensam o acolhimento, não dispensa o bom pensamento, a boa acolhida, o bom a boa vibração, porque bem ou mal isso vai se difundir, isso alcança as necessidades. E aí vai ser muito interessante a gente e praticar

olhimento, não dispensa o bom pensamento, a boa acolhida, o bom a boa vibração, porque bem ou mal isso vai se difundir, isso alcança as necessidades. E aí vai ser muito interessante a gente e praticar mais isso e toda vez que a gente tem alguma dúvida, os espíritos manda exatamente voltar pra casa do caminho para ter uma referência de como pode ser, né, como aqueles amigos, irmãos fizeram o trabalho de acolhida, de assistência, etc. >> Uma experiência que tem que ser perpetuada, isso é certo, né? Ô, ô Hélio, eh, quando você falou agora de novo na Casa do Caminho da simplicidade daquela época, né, que a gente deve reproduzir, voltei a me lembrar da sua fala sobre Barnabé, >> que era aquela criatura simples, amorosa, acolhedora, em que a gente deve se espelhar, né? É verdade. A gente tem que tá deixar de se preocupar com roupa, com uma série de coisas e aprimorar mais o nosso coração, porque verdadeiramente o nosso espírito tem muito a ganhar com isso. Não que eu seja contra essas coisas, não, mas a gente tem que dar colocar as coisas no seu devido valor e a de uma certa forma o dia a dia da própria humanidade corre no sentido contrário, né? a gente tem exatamente as coisas apoiadas em outros valores, mas compete à gente restabelecer e ajudar, apresentar essa autenticidade da mensagem cristã que é tão fora de série. Aí >> é muito bom. E com a a a vinda das lives, né, dos das transmissões dos dos congressos, das palestras, né, a gente não consegue, muitas pessoas não conseguem ir até a casa espírita, né, mas a casa espírita entra dentro da nossa casa. É simples, né? a gente pode se manter conectado, né, a isso e receber as vibrações com absoluta certeza. E a Jacira Bandeira, ela fala isso, ó. Sempre estou conectada nas lives com os irmãos. Ajuda muito todos nós que acompanhamos, né? Então é uma coisa assim muito é muito digno, né? E a pandemia veio, nos mostrou que nós podemos ir até a casa das pessoas, né, e acolher. E isso é muito importante. E desde que tenha tenha em mente que

ntão é uma coisa assim muito é muito digno, né? E a pandemia veio, nos mostrou que nós podemos ir até a casa das pessoas, né, e acolher. E isso é muito importante. E desde que tenha tenha em mente que tudo que a gente vê na nessas lives, a gente coloca em prática, né, junto com os nossos familiares, com os nossos vizinhos, com a nossa comunidade ali onde a gente tá, né? Então assim, que a gente tenha sempre essa essa certeza que os ensinamentos são para nos ajudarem a gente se melhorar, se autoconhecer e colocar, fazer uma prática diferente, mais voltada pro bem. Se a gente não fizer isso no dia a dia, estamos só nos intelectualizando. >> Verdade. >> Ainda estamos com a asinha pendente, né? Uma asinha tá caída. É muito importante isso que a Elenira falou, porque eh nós estamos agora no setembro amarelo, né, em que nós estamos percebendo a o crescimento exponencial de suicídios que t acontecido ao longo dos anos. E ontem em uma palestra em uma casa espírita, eh, o benfeitor nos intuiu a falar exatamente sobre o acolhimento, porque tem muitas pessoas que precisam apenas de um ombro, precisa apenas de um ouvido amigo, em que ela possa se encostar e possa se acalmar, se silenciar, aquilo que tá represado nela, ela possa fazer uma cartarse com a pessoa que ela possa confiar. E muitas vezes o conhecimento nessa hora ele pode ser deixado para segundo plano. O afeto, o cuidado, a atenção que os nossos irmãos da casa do caminho dava aquela época é o que a casa espírita tem que fazer hoje. O espiritismo verdadeiro é aquela casa do caminho primitiva do primeiro século. Por isso que deu esse nome de evangelho, revivo. Nós temos que reviver o primeiro século, tal como ele foi nos legado. que essa simplicidade de Barnabé, essa espontaneidade nos trabalhos do bem, essa despreocupação em se mostrar, em se aparecer, de ser alguém melhor do que o outro, enfim, a preocupação apenas de servir é o que deve contar nas casas espíritas, acolher, porque tem muita gente que está se afogando e precisa às venas de um

recer, de ser alguém melhor do que o outro, enfim, a preocupação apenas de servir é o que deve contar nas casas espíritas, acolher, porque tem muita gente que está se afogando e precisa às venas de um abraço amigo para ajudá-la a sair desse afogamento. E nós, os que estamos na casa espírita, podemos fazer isso. As lives são muito importantes, são, elas foram um método de de levarmos o conhecimento e até o sentimento para muitos corações que não podem as casas espíritas, mas nós não podemos prescindir da oportunidade de ir à casa espírita, sobretudo como trabalhadores, como aquelas pessoas que se colocam na condição de servir, que às vezes é um simples abraço, é um simples sorriso que já muda corações. E isso nós temos que fazer com mais frequência do que estamos fazendo nos dias atuais. Nós que temos a oportunidade de visitar várias casas na condição de palestras, de seminários, a gente tem visto que ainda a frequência nas casas espíritas ainda não é como era antes das pandemias. Então, a gente precisa tomar esse cuidado de não se prender apenas ao que a live oferece, mas também ao pote onde a água viva está, que é a casa espírita, que nada mais é do que uma igreja primitiva. >> Muito bom. E pessoal tá agradecendo ó estudo maravilhoso, a cláus gratidão, febre e a disponibilidade de todos nessa multiplicação dos pães, mãos à obra. Então, né, o Rede Vivo é justamente eh isso que tá acontecendo. A gente estamos sendo levados a reviver o evangelho, reviver e vivenciar, sentir o evangelho, né? E o importante é colocá-lo em prática no nosso dia a dia. Então, eh, o nosso evangelho Rede Vivo é muito, é um estudo muito importante e foi solicitado, né, Hélio, pelos pelos benfeitores para que a gente levasse esse estudo à frente. Então não tem assim, >> eu só queria Janis saudar aqui a Márcia que tá aí, a Márcia Leão tá com a gente lá do André Luiz, né? E é muito bom a gente conseguir juntar as nossas impressões, porque são tantas as riquezas da doutrina e quando a gente começa a se unir mais o que a Malúcia já

ão tá com a gente lá do André Luiz, né? E é muito bom a gente conseguir juntar as nossas impressões, porque são tantas as riquezas da doutrina e quando a gente começa a se unir mais o que a Malúcia já lembrou hoje, a gente sempre tem a ganhar. Obrigado também pela presença aí, Márcia, de tantos outros. >> Com certeza. Dora Márcia. né? Angino, então nós não temos assim mais nenhum comentário assim, tem se alguém quiser continuar um pouquinho, falar mais alguma coisa, Marlúci, né? >> Tranquilo. >> O Alo Nobre coloca lei de progresso sob o controle da lei natural. Com certeza. Eu gostaria de falar, olha, um depoimento. Por exemplo, nós estamos fazendo um trabalho com idosos e por incrível que pareça, a gente precisa de voluntários para abraçar, para ouvir o idoso, para sentar com ele, né? Aquele momento a gente não precisa necessariamente de coisas materiais, de dinheiro, nada para a gente precisa desse estar junto. Não é fácil. as pessoas resistem muito a esse estar junto com o outro, o outro diferente. Então é uma coisa que a gente fala assim: "Nossa, nós ainda precisamos trabalhar mais isso dentro de nós, né? Como é difícil a gente conseguir o voluntário de pôr a mão, a mão mesmo no trabalho, no serviço com o outro". Então, eh, um depoimento que fica assim, que a gente tá vivenciando isso na prática essas semanas, inclusive, sabe? Então, que que a gente repense os nossos valores e se coloque à disposição de fato do outro no sentido de se doar com a mão, com o abraço, com o olhar, com o olho no olho, com o ouvido, né? Então, acho que esse toque a toque a gente precisa resgatar de alguma forma. É verdade, é verdade mesmo. E eles ficam tão satisfeitos, né, Lenira? Eu já participei e agora por força maior não consigo ir, mas é uma satisfação vê-los daquela forma, né, alegres e sabendo que estão sendo acolhidos. Isso é é muito muito gostoso mesmo. >> Lembrando que eles nos ajudam mais do que nós ajudamos eles, né? Verdade, verdade. É isso, é verdade mesmo. Mas nossa hora também tá em cima da hora,

acolhidos. Isso é é muito muito gostoso mesmo. >> Lembrando que eles nos ajudam mais do que nós ajudamos eles, né? Verdade, verdade. É isso, é verdade mesmo. Mas nossa hora também tá em cima da hora, né? E aí eu vou então convidar a Gisele para nos conduzir à nossa prece final. Boa noite, Gisela. Seja muito bem-vinda, minha querida. >> Tá fechado teu microfone, Gisela. Agora souber. >> Boa noite. Desculpem tinha fechado por aqui porcação. Boa noite a todos. Vamos então elevar o nosso pensamento com muita paz, com muito amor, reconhecendo primeiramente a bondade divina, a bondade de Deus. Louvar dentro dos nossos corações ao Deus. por todos os benefícios que todos os dias temos, pela vida que temos, pela família que temos, pela nossa comunidade. Damos também gratidão aos bons espíritos que nos acompanham, aqueles que nos acompanharam hoje no estudo, aqueles que estão conosco todos os dias e que nos ajudam a tomar decisões, nos ajudam. Claro que nós que temos que tomar a decisão também pedimos, Senhor, ter sempre humildade e utilizar essa humildade sempre para o bem. reconhecemos essas pequenas coisas, essas pequenas benções que temos, às vezes imperceptíveis por outras pessoas, os benefícios diários, como alimento, a saúde, que também são dádivas de Deus. Pedimos, possamos crescer na nossa fé e ter essa fé como base da nossa vida. que através da fé e da humildade possamos ter um crescimento espiritual constante, estimulando com amor todo o nosso interior e todo o nosso redor. que tenhamos a capacidade de aceitar aquelas coisas que vêm, aqueles problemas, aquelas transformações e as dificuldades que sempre são aprendizado para todos nós. E que o que aprendimos o dia de hoje, neste estudo, permaneça em nossos corações e que usemos para a prática do bem. Que assim seja. Que assim seja, Gisele. Vamos chamar todos à tela para nos despedirmos do nosso estudo de hoje. Maravilhoso. Max, muito obrigada pela exposição. O Hélio, a o retorno da Gisela, né, Lenira, sempre conosco. E o

m seja, Gisele. Vamos chamar todos à tela para nos despedirmos do nosso estudo de hoje. Maravilhoso. Max, muito obrigada pela exposição. O Hélio, a o retorno da Gisela, né, Lenira, sempre conosco. E o nosso piloto, né, o Hugo, que fez acontecer todo esse movimento. A Marlúci saiu, >> saiu. >> Ah, sim. E a Marlúci também. Então, na segunda-feira que vem, estaremos aqui novamente com o nosso Evangelho Rede Vivo, né, tema 20, com o casal Rabelo. E um beijo no coração de todos vocês e obrigado pela participação. Até. Tchau. Tchau. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br e faça sua doação.

cimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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