#10 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...
Olá, queridos amigos. Estamos aqui retornando com os nossos estudos normais, Atos dos Apóstolos. Nós cedemos na semana passada, na segunda, para o professor Severino Celestino, uma aula especial em abertura do apocalipse. Mas retornamos agora e sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa federação espírita brasileira. A gente tá vendo o livro seis, que é Atos dos Apóstolos, né? Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Vamos ver quem já chegou aqui na nossa sala. A Márcia Coelho, seja bem-vinda. A Márcia Coelho, sempre conosco. A Marx também, o José Mar Alves, a Gláus, Carlinhos Taiano, olha, estamos começando muito bem nossos estudos de hoje, né? Meu nosso pessoaldo aqui no nosso programa. Sejam todos muito bem-vindos. E para dar continuidade, meus queridos, eh, eu vou convidar a Lenira para fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa prece inicial. Boa noite, Lenira. Seja bem-vinda. Boa noite. Boa noite a todos os amigos que estão aqui com a gente, né? Então, vamos lá, vamos fazer a nossa leitura de harmonização de hoje. Discípulo do Cristo. Na verdade, esse texto está no livro Espírito da Verdade, um livro do Chico e do Valdo Vieira. E hoje essa mensagem do do espírito Jacinto Fagundes, tá no capítulo 21 que nos fala: "Somos discípulos do Cristo, mas repetindo com ele a sublime afirmação: Pai nosso que estais no céu, esperamos que Deus se transforme em nosso escravo particular, atento às nossas ilusões e caprichos. Somos discípulos do Cristo. Contudo, redizendo-lhe as inesquecíveis palavras de submissão ao Criador, seja feita a vossa vontade. Assemelhamos-nos a vulcões de intância mental, vomitando fumo de rebeldia e lava de imprecações, sempre que nos sintamos contrariados na execução de pequeninos desejos. Somos discípulos do Cristo. Entretanto, refazendo-lhe a súplica ao Pai de infinito amor, o pão de cada dia dai-nos
imprecações, sempre que nos sintamos contrariados na execução de pequeninos desejos. Somos discípulos do Cristo. Entretanto, refazendo-lhe a súplica ao Pai de infinito amor, o pão de cada dia dai-nos hoje, reclamamos a carcaça do boi e a safra do trigo exclusivamente para nossa casa, esquecendo-nos de que ao redor de nossa mesa insaciável, milhares de companheiros desfalecem de fome. Somos discípulos do Cristo. Todavia, depois de implorar como sábio orientador a eterna justiça, perdoai as nossas dívidas, mentalizamos de imediato a melhor maneira de cultivar a versões e malquerenças, aperfeiçoando assim os métodos de odiar os mais fortes e oprimir os mais fracos. Somos discípulos do Cristo. No entanto, mal acabamos de pedir a Deus em companhia do grande benfeitor: "Não nos deixeis cair em tentação". Procuramos por nós mesmos aprisionar o sentimento nas esparelas do vício. Somos discípulos do Cristo. Contudo, rogando ao todo poderoso junto do inefáfilio companheiro, livrai-nos de todo o mal, construímos canhões e fabricamos bombas mortíferas para arrasar a vida dos semelhantes. Somos discípulos do Cristo, mas convertemos o próximo em alimária de nossos interesses escusos, dando o dever da fraternidade para defrutarmos, desfrutarmos no mundo a parte do leão. É por isso que somos na atualidade da terra os cristãos incrédulos que ensinamos sem crer e pregamos sem praticar, trazendo o cérebro luminoso e o coração amargo. E é assim que, atormentados por dificuldades e crises de toda espécie, aflitiva colheita de velhos males, cada qual de nós tem necessidade de prosternar-se perante o mestre divina, a maneira do escriba do evangelho, guardando na alma o próprio sonho de felicidade, eficimorto, a exorar em contraditório rogativo. Senhor, eu creio, ajuda a minha incredulidade. Então, reflitamos, né, meus amigos, nessa mensagem de hoje e aproveitamos então para silenciar as nossas mentes, elevar os nossos pensamentos ao nosso pai de infinito amor, bondade e agradecer. Gratidão, pai. Gratidão por mais essa
gos, nessa mensagem de hoje e aproveitamos então para silenciar as nossas mentes, elevar os nossos pensamentos ao nosso pai de infinito amor, bondade e agradecer. Gratidão, pai. Gratidão por mais essa oportunidade de poder aprender e sentir os ensinos do nosso mestre Guia Jesus. Encoraja-nos, Pai, a vivenciarmos suas lições e permita que os espíritos superiores nos auxiliem a educar a nossa consciência para que possamos servir com boa vontade a providência divina. Permita-nos ter amparo em nossas fragilidades para que possamos reconhecê-las e eliminá-las sempre com o firme propósito de nos tornarmos homens de bem. Que seu reino de amor vibre vibre verdadeiramente em nossos corações. Que saibamos sempre esquecer o mal e fazer o bem em qualquer circunstância. Assim, Pai, é com alegria que pedimos permissão para iniciar nossa reflexão da noite de hoje, ao tempo que rogamos para que os espíritos benfeitores amparem nosso querido Max na condução do aprendizado edificador do tema de hoje. Que assim seja. Que assim seja, Lenira. Muito obrigada pela participação. Então, queridos amigos, dando continuidade ao nosso trabalho de hoje, a nosso estudo, né? Ah, voltamos aqui para nossa sala dando boas-vindas à Tânia, a Nete, a Marta, a Gisele Teresa Barald, Rosilene, a Tânia Luz, né, e tantos outros que ainda vão entrar no nosso na nossa sala e assistir o nosso estudo da noite de hoje. Hoje a gente vai ver a primeira parte do discurso de Estevão e está em Atos capítulo 7 de 1, versículos de 1 a 34. Então vou convidar o nosso querido Max, que vai ser o nosso facilitador na noite de hoje. Seja bem-vindo, Marx. Boa noite. Boa noite, Janice. Muito obrigado. Sejamos todos nós muito bem-vindos. Boa noite a todas e a todos e que possamos fazer um bom proveito desse estudo dessa noite, né? Com certeza, Max. Nós estamos transmitindo pelo FEB nos dois canais da do Facebook, FEB Oficial e FEB TV, e também no FEB Lives, né, no YouTube. Marx, querido, contigo o nosso estudo de hoje. Um bom trabalho para nós. Muito
stamos transmitindo pelo FEB nos dois canais da do Facebook, FEB Oficial e FEB TV, e também no FEB Lives, né, no YouTube. Marx, querido, contigo o nosso estudo de hoje. Um bom trabalho para nós. Muito obrigado, Janis. Então, vamos hoje tratar desse tema, né? Nós estamos falando de anotações de Lucas, que nós conhecemos por Atos dos Apóstolos. E nós hoje estamos numa fase em que a igreja nascente do Cristo, que era chamada de casa do caminho, começa a se tornar proeminente o bastante para incomodar a igreja estabelecida que não comungava com Jesus. E nesse momento nós vamos ter o caso de Estevão, um dos seguidores de Jesus, que não conheceu pessoalmente enquanto estava na Terra, mas que era fiel completamente a Jesus desde que o conhecer através das palavras de Pedro. E ele, obviamente, de uma maneira injusta, foi levado ao tribunal daquele sinédrio. E ali já num numa numa sanção já tomada muito antes, nós veremos que mesmo com o discurso belo que ele faz, não será suficiente para livrá-lo da condenação. E aqui a gente lembra que nós estamos na parte dois, que são as primeiras missões. Aí tem isso, faz parte do nosso livro. cada um de nós busque lá para poder se lembrar. Na parte dois, nós temos vários temas. Eh, na semana, há 15 dias atrás, nós estudamos a instituição do sete, que foi a prisão de Estevão, que então agora cuminará com o seu discurso, que na verdade é uma fala de defesa, em que ele pouco se defende, na verdade ele defende o Cristo, ele defende o amor. E nós vamos dividir em duas partes, como dissemos, porque é bastante grande e é bastante em rico e precisamos tratar de maneira eh parcial para que a gente não jogue fora muitos aprendizados. Depois, no tema 12, nós vamos falar do Saulo, que era um dos que estavam lá naquele momento daquele tribunal e que nós vamos tratar dele por vários momentos. Bem, o discurso e condenação, porque realmente após o discurso nós sabemos, né, pelo Atos dos Apóstolos que houve a condenação de Estevo. E aqui Lucas tomou
nós vamos tratar dele por vários momentos. Bem, o discurso e condenação, porque realmente após o discurso nós sabemos, né, pelo Atos dos Apóstolos que houve a condenação de Estevo. E aqui Lucas tomou 62 versículos, né, e que ele faz a exposição da defesa de Estev, né, que perante aquele sinédri, perante aquele tribunal religioso. E obviamente nós vamos ver no discurso dele uma viagem pela história da raça hebraica. E nós vamos ver como ele dominava realmente as escrituras, a Torá, como era um estudioso da lei e como reverenciava Moisés, apesar de caluniada em oposto, o que não se conduzia com o que ele realmente sentia. Mas como dissemos, nós vamos dividir eh o primeiro tema de hoje do Atos 7 de 1 a 34 e na semana que vem nós vamos tratar de 35 a 60 e vamos colocar também o o Atos 8 de 1 e 2 que nós então completaremos esse processo. Bem, Estevão, que aqui nós estamos conhecendo por Estevão, no Atto dos Apóstolos nós não sabemos, mas ele se chamava Jesiel e ele obviamente eh habitava a região de Corinto, da chamada Acaia. E todos nós vimos isso há 15 dias atrás. ele foi tornado escravo e acabou num processo eh que tem com certeza influência espiritual, deixado às margens da do mar ali próximo de Jerusalém. Eh, bastante doente, quase a morte, né? E ele vai ser levado então pra casa do caminho e lá ele travará contato com Pedro e com os nossos eh benfeitores que seguiam Jesus. Como é que nós sabemos disso? Você me pergunta se não tá escrito no Atto dos Apóstolos? E nós respondemos através desse bastidor que foi escrito por Emanuel, que teve a permissão do próprio Paulo e também seguramente do Estevão para poder trazer isso aqui à Terra. E ali nós vamos entrar naquele momento em que a gente vai ter acesso ao que nós obviamente não teríamos jamais se não fosse pela bênção dos benfeitores que nos trouxessam trouxeram essas mensagens. Então nós convidamos as amigas e aos amigos a estudar esse livro porque é uma pérola, uma pérola com todo o significado da pérola. Nesse capítulo dividido, nesse
trouxessam trouxeram essas mensagens. Então nós convidamos as amigas e aos amigos a estudar esse livro porque é uma pérola, uma pérola com todo o significado da pérola. Nesse capítulo dividido, nesse livro tá dividido em duas partes. Nós temos vários capítulos aqui, por exemplo, no que nós vamos abordar um pouquinho, vai falar quando ele já estava em Jerusalém aqui falando de Estevão, né? E depois nós vamos ver no capítulo 6 mais à frente, antes ao Sinédrio, quando ele estava diante daquele tribunal a que nos referimos. Então, amigas e amigos, convidamos mesmo com todo o coração, não só leiam, mas estudem esta obra, porque ela é incomparável. Bom, quando Estev chegou à casa do caminho, ele ficou por algumas semanas doente até até se recuperar. E obviamente ele recebeu todo o cuidado, toda atenção. E cerca de duas semanas ele chamada, ainda chamava Jesiel, ele vai mudar o nome para Estevo por sugestão do próprio Pedro e ele vai reharmonizar as próprias faculdades para melhor sentir e analisar a nova situação, porque na verdade ele nem sabia direito onde ele estava. Ele de uma forma ou de outra após esse momento, ele começou a conviver próximo de Pedro. E diz o nosso querido Paulo, nosso querido Emânel, que ele se tornou tão próximo de Pedro como se fosse um filho afetuoso de um legítimo pai. E quando ele tava convalescente, ele estava ainda sentado à sombra das tamareiras. Existiam muitas tamareiras naquela região que circundavam a comade. Num desses dias, ele foi procurado por Pedro, que estava muito desejoso de falar sobre Jesus com aquele seguidor de Moisés. E obviamente Pedro estabelece com Estevo um diálogo, que nós vamos reproduzir um pedaço aqui, gente, mas como dissemos, a fonte está no livro Paulo e Estevão. Não temos esse diálogo no A dos Apóstolos. E é óbvio, por razões muito claras, que o nosso querido Lucas não teria como escrever tudo e tornar isso eh permanente ao longo de tantos anos, tantos séculos, como permaneceu o ato dos Apóstolos chegando até os dias de hoje. Com certeza chegará
so querido Lucas não teria como escrever tudo e tornar isso eh permanente ao longo de tantos anos, tantos séculos, como permaneceu o ato dos Apóstolos chegando até os dias de hoje. Com certeza chegará muito futuro. Então aqui é um momento que nós chamamos de bastidor. disse o nosso querido Pedro: "Amigo, agora que Deus te restituiu a saúde preciosa, regozijo-me por havermos recebido tua visita em nossa casa. Nosso júbilo é sincero, pois que nos mínimos detalhes da tua permanência entre nós, revelaste a condição espiritual de filho legítimo dos lares organizados com Deus, pelo conhecimento que tens dos textos sagrados. E tanto me impressionei com as tuas referências a Isaías quando deliravas com febre alta que desejarias saber de que tribo descends. Então, veja que Pedro, que era também um judeu, não nos esqueçamos, ele tava obviamente diante de alguém que tinha domínio do conhecimento da Torá, domínio do conhecimento da lei, que era até então a vigente antes de Jesus chegar. E isso impactou sobre Pedro de tal maneira que porque até enquanto tava delirando sobre o o guante da da febre, ele falava de Isaías, que era um profeta que ele se afeiçoava muito. E Pedro chamou a atenção de Pedro porque mesmo nesse momento ele tava falando da lei. E aí ele vai contar de onde ele vinha. Meu pai era filho dos arredores de Sebasti e descendia da tribo de Isaac. esclareceu. E era tão altamente dedicado ao estudo de Isaías, perguntou o nosso querido Pedro. Estudava sinceramente todo testamento. Existia só um testamento, gente, vamos lembrar. Era o primeiro e o único testamento que existia, sem preferências, talvez de ordem particular. A mim, porém, Isaías sempre me impressionou profundamente pela beleza das promessas divinas de que foi portador, anunciando-nos o Messias, cuja vinda tenho meditado desde a infância. Então, veja que ele sabia que Jesus vinha, que ele chamava obviamente de Messias. E ele tinha essa certeza íntima. E essa certeza íntima era transmitida pelas as profecias de
editado desde a infância. Então, veja que ele sabia que Jesus vinha, que ele chamava obviamente de Messias. E ele tinha essa certeza íntima. E essa certeza íntima era transmitida pelas as profecias de Isaías. E a essa altura do diálogo, o Simão Pedro esboçou um sorriso de viva satisfação e disse: "Mas não sabes que o Messias já veio?" Jesiel naquele momento ainda se chamava Jesiel, teve um brusco sobressalto na cadeira improvisada. "Que dizeis?", inquiriu o ansioso. E Pedro prossegue em seus esclarecimentos: "Nunca ouviste falar em Jesus de Nazaré? Embora recordasse vagamente as palavras ouvidas de Efraim, Efraim foi aquele sujeito que encontrou ele doente, né, na próximo da de Jerusalém e o levou à casa do caminho. E ele disse: "Nunca, pois o profeta Nazareno já nos trouxe a mensagem de Deus para todos os séculos." Veja a palavra de Pedro. Para todos os séculos. E Simão Pedro, olhos acesos na chama luminosa dos que se sentem felizes ao recordar um tempo venturoso, falou-lhe de da exemplificação do Senhor, traçando uma perfeita biografia verbal do mestre sublime. Veja esses olhos acesos aqui, gente, que bacana. Quando você se lembra de uma coisa que você que você viveu com muita intensidade, com muita alegria no seu coração, é como se você tivesse revivendo. O Pedro tava fazendo exatamente isso nesse momento. Queria contar sobre a convivência dele com Jesus e ali acendeu nele todo aquele momento que ele esteve junto do Senhor. Jesiel bebia-lhes as palav. Olha quem tem sede da água viva, gente. Ele bebia as palavras inteiramente empolgado, como se encontrado um mundo novo, tivesse encontrado um mundo novo. Mensagem da boa nova. Olha o termo. Penetrava-lhe o espírito desencantado como um bálsamo suar. Por que desencantado? Porque ele tinha passado por situações difíceis. Ele esperava o Messias e o Messias havia chegado. Ele não o conhecera. E o Messias, onde está o Messias? Há mais de um ano exclamou o apóstolo, apagando a vivacidade com a lembrança triste. Foi crucificada aqui mesmo em
ias e o Messias havia chegado. Ele não o conhecera. E o Messias, onde está o Messias? Há mais de um ano exclamou o apóstolo, apagando a vivacidade com a lembrança triste. Foi crucificada aqui mesmo em Jerusalém entre os ladrões. Gente, veja a simetria oposta. Ele estava com os olhos acesos quando lembrou dos momentos em que Jesus estava próximo dele. Ele com Jesus naquela convivência tão magistral, tão maravilhosa que ele teve. Mas quando ele vai se lembrar do momento que ele é entrega aos algozes e colocado numa cruz, sofrendo aquilo que sofreu, apaga a luz e aquela vivacidade torna-se uma lembrança triste. É para nós uma lembrança, gente, também para que nós devemos cuidar de nós. Quando a gente procurar querer reviver, vamos reviver o que é bom e vamos deixar o que não é bom para trás para não passar de novo pelas mesmas sensações que a paz lá atrás já nos causou mal. Se fizermos revivência de passado, que revivamos o passado alegre, aqueles momentos que nos foram caros ao coração. E aí então estaremos vivendo a mensagem da alegria dentro de nós. Em seguida, o Pedro passou a enumerar os martírios pungentes, as dolorosas ingratidões de que o mestre fora a vítima, os ensinos derradeiros e a gloriosa ressurreição do terceiro dia. Depois falou dos primeiros dias do apóstolos, dos acontecimentos do Pentecostes e das últimas aparições do Senhor no cenário sempre saudoso na Galileia distante. Veja que Pedro fez um resumo de toda aquele movimento que havia acontecido desde que ele estivera com Jesus. E Pedro prossegue ainda nessa nesse diálogo inesquecível. O Cristo nos trouxe a mensagem do amor. Completou a lei de Moisés. Olha que bacana ele falar. completou a lei de Moisés. Nós vamos ver Jesus dizendo: "Não vim destruir a lei, mas cumpri-la". E Pedro assimilou a verdade dizendo isso, inaugurando um novo ensinamento. Por isso que agora já temos que ter uma nova visão pela frente. E aí ela afirma: "A lei antiga é justiça, mas o evangelho é amor." E Jesiel, que se tornará Estevão, gravará
urando um novo ensinamento. Por isso que agora já temos que ter uma nova visão pela frente. E aí ela afirma: "A lei antiga é justiça, mas o evangelho é amor." E Jesiel, que se tornará Estevão, gravará isso profundamente, porque no momento em que estiver lá no Sinédrio, ele vai se lembrar dessas frases. Ao passo que o código do passado preceituava olho por olho, dente por dente, o Messias ensinou que devemos perdoar 70 vezes sete vezes. E se alguém quiser tirar-nos a túnica, devemos dar-lhe também a capa. Essas são as lições que Jesus legou. Jesiel sensibilizou e chorou. Olha o que que é a emoção de uma alma de escol, uma emoção de uma alma sensível. Só de ouvir Pedro falando daquilo que Jesus fez e viveu, ele se comove intimamente. Aquele Cristo amoroso e bom, suspenso no na cruz da ignomínia humana, era a personificação de todos os heroísmos do mundo, como se aliviava ao analisá-lo. Ai, como ele se aliviava. Então ali ele encontrou o verdadeiro sentido da vida dele, o rumo de que ele estava há tanto tempo com Isaías buscando. E assim, em pouco tempo, gente, logo depois ele vai ser chamado então de Esteva, o nome de Ezeel vai ser apagado. Tornou-se famoso em Jerusalém pelos seus feitos quase miraculosos. Considerado como escolhido do Cristo. Sua ação resoluta e sincera regimentara em poucos meses as mais vastas conquistas para o evangelho do amor e do perdão. Seu nobre esforço não se limitava à tarefa de mitigar a fome dos desvalidos. Entre os apóstolos galileus, sua palavra resplandecia nas pregações da igreja iluminada pela fé ardente pura. Ele, gente, era mais tarde chamado lá no Sinedo de feiticeiro pelas curas, porque não entendiam o que acontecia e tratavam-no como feiticeiro. E a sua palavra, que alcançava corações famintos da verdade, famintos de amor, era mais tarde tratada num momento de muita maldade das pessoas, como se fosse uma crítica a Moisés. E nada disso correspondia à verdade. É isso, como a gente falou, como um furor jamais visto e propositadamente
rde tratada num momento de muita maldade das pessoas, como se fosse uma crítica a Moisés. E nada disso correspondia à verdade. É isso, como a gente falou, como um furor jamais visto e propositadamente transmitindo informações deturpadas da palavra de Esteva. Alguns membros da classe sacerdotal agiam na surdina e, utilizando-se de suas costumeiras intrigas, armavam a cilada contra Estevão. E Estevão, como sabemos, foi preso. Foi o que nós vimos no encontro há 15 dias atrás. E aí, só pra gente lembrar as cenas do capítulo anterior, que foi 15 dias atrás, estava lá no capítulo 6 de Atos 12 a 15. Amotinaram-se assim o povo, os anciãos e os escribas, e chegando de improviso, prenderam-lo e o levaram à presença do Sinétrio. Lá apresentaram testemunhas falsas que depuseram: "Este homem não cessa de falar contra este lugar santo e contra a lei, pois ouvimo-lo dizer repetidamente que esse Jesus, o Nazareu, destruirá este lugar e modificará os costumes que Moisés nos transmitiu. Todos os membros do Sinério, apesar dessas maldades, com os olhos fixos em em Estev, tiveram a impressão de ver em seu rosto o rosto de um anjo. Olha que bacana, gente. Isso tá registrado no Atos. Aqui não é mais Paulo e Estevo. Tá registrado no Atos. Todos tiveram a impressão, ou seja, aquela serenidade, aquela paz das almas gloriosas, as almas elevadas, ela é captada, independentemente se você contra ou a favor, ela é captada e as pessoas pressem que estão diante de uma alma elevada. Tanto é que colocaram o rosto de um anjo. Bem, feito esse preâmbulo muito importante que nós tivemos um pouco do contato aqui com a história de Estevon na casa do caminho, vamos agora pro tribunal. Vamos lá pro Sinedédrio, onde estava aquele processo que nós todos sabemos que culminará na sua desencarnação. O texto evangélico é longo, gente, mas eu me permito aqui pedir a vossa permissão para que a gente leia completo, porque ele é muito, muito rico e nós vamos extrair dele uma parte significativa para nossos estudos.
lico é longo, gente, mas eu me permito aqui pedir a vossa permissão para que a gente leia completo, porque ele é muito, muito rico e nós vamos extrair dele uma parte significativa para nossos estudos. Então, começa assim o capítulo do Atos dos Apóstolos. O sumo sacerdote perguntou as coisas, perguntou: "As coisas são mesmo assim?" E ele respondeu: "Irmãos e pais, ouvi o Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão ainda na Mesopotâmia, antes que se estabelecesse em Arã, e disse-lhe: "Sai da tua terra e da tua parentela e vai para a terra que eu te mostrarei". Saindo, pois, da terra dos caldeus, ele veio estabelecer-se em Arã. Dali, após a morte de seu pai, Deus o transferiu para essa terra, na qual vós agora habitais. Nela não lhe deu propriedade alguma, nem sequer onde pusesse pudesse descansar os pés. Mas prometeu que lhe a lhe daria em propriedade a ele e a sua descendência depois dele, embora não tivesse filho. E falou-lhe Deus que a sua descendência seria peregrina em terra estrangeira e a escravizariam e a maltratariam por 400 anos. Tá falando do Egito. Mas a nação da qual serão escravos, eu a julgarei, disse Deus. Depois disso, sairão de lá e me renderão culto neste lugar. deu-lhe em seguida a aliança da circuncisão. Daí nasce a circuncisão, que é um um dos dos movimentos que os hebreus fazem até hoje. Por isso, tendo gerado Isaque, Abraão circundou-o no oitavo dia e Isaque fez o mesmo a Jacó e Jacó aos 12 patriarcas. Os patriarcas, invejosos de José venderam-lo para o Egito. Mas Deus estava com ele e o livrou de todas as suas tribulações. Deu-lhe graça e sabedoria diante do faraó, rei do Egito, que o nomeou superintendente do Egito, e de toda a casa real. Sobreveio, então, a fome sobre todo o Egito e Canaã. A aflição era grande e nossos pais não encontravam mantimentos. Ao saber que no Egito havia trigo, Jacó para lá enviou nossos pais uma primeira vez. Na segunda vez, José deu-se a conhecer a seus irmãos e tornou-se conhecido do faraó à sua origem. José mandou então buscar
r que no Egito havia trigo, Jacó para lá enviou nossos pais uma primeira vez. Na segunda vez, José deu-se a conhecer a seus irmãos e tornou-se conhecido do faraó à sua origem. José mandou então buscar Jacó, seu pai, e toda a sua parentela em número de 75 pessoas. Desceu Jacó para o Egito e aí morreu ele e também nossos pais. Seus restos foram transladados a Siquem, aquela cidade, gente, que estava a mulher de Samaria conversando com Jesus a na beira daquele poço de Jacó. E depósitos no sepulcro que Abraão comprara a dinheiro aos filhos de Emor, pai de Siquém. Aproximava-se, porém, o tempo da promessa que Deus fizera solenemente a Abraão. O povo foi crescendo e multiplicando-se no Egito. Até que surgiu no Egito outro rei, o qual não tinha mais conhecimento de José. E ele, usando de astúcia para com a nossa raça, atormentou nossos pais a ponto de obrigá-los a expor nossos recém-nascidos para que não sobrevivessem. Nesse momento nasceu Moisés, que era belo aos olhos de Deus. Por três meses foi nutrido na casa paterna. E depois, tendo se exposto, recolheu-se a filha do faraó e o criou como seu próprio filho. Assim foi Moisés iniciado em toda a sabedoria dos egípcios e tornou-se poderoso em suas palavras e obras. Ao completar 40 anos, veio-lhe à mente a ideia de visitar seus irmãos, os israelitas. Ao ver um deles maltratando injustamente, tomou-lhe a defesa e vingou o oprimido, matando o egípcio. Julgava que seus irmãos compreenderiam que Deus queria salvá-los por meio dele, mas não compreenderam. No dia seguinte apareceu quando algum deles se batiu e tentou reconduzi-los à paz, dizendo: "Homens, sois irmãos, por vos maltratais uns ao outro?" Então, o que maltratava, o companheiro o repeliu, dizendo: "Quem te constituiu chefe e juiz sobre nós? Pretenderia matar-me da mesma forma como ontem mataste o egípcio?" As estas palavras, Moisés fugiu e foi viver como forasteiro na terra de Maadiã, onde gerou dois filhos. Decorrer de 40 anos, apareceu-lhe um anjo no deserto do monte
rma como ontem mataste o egípcio?" As estas palavras, Moisés fugiu e foi viver como forasteiro na terra de Maadiã, onde gerou dois filhos. Decorrer de 40 anos, apareceu-lhe um anjo no deserto do monte Sinai, na chama de uma sarça ardente. Ao percebê-lo, Moisés ficou admirado com o que via e, aproximando-se para ver melhor, fez-se ouvir a voz do Senhor. Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Todo trêmulo, Moisés não ousava olhar. E o Senhor lhe disse: "Tira a sandália dos pés, pois o lugar em que estás é terra santa. Eu vi, eu vi o sofrimento de meu povo no Egito e ouvi seus gemidos. Por isso, desci para livrá-los. Agora vem e eu vou enviar-te ao Egito. Então aqui nós vamos terminando esse trecho e nós obviamente vamos continuar na semana que vem a segunda parte, mas nós queremos ver um pouquinho da ascendência moral desse espírito que recebe o nome de Estevão. Porque o discurso de Estevão, vamos lembrar, inicia-se após a pergunta que o sumo sacerdote lhe dirige. As coisas são mesmo assim? Recordemos, porém, que a simples presença do discípulo de Jesus causou impacto nos presentes, envolvendo a todos em suas irradiações superiores, como é relatado em Atos 6:15. Todos os membros do Sinérido com os olhos fixos nele, tiveram a impressão de ver em seu rosto o rosto de um anjo, como já houvéramos dito. Então, pessoal, aqui é importante a gente perceber que a a estatura evolutiva de alguém não se impõe pelas palavras, ela se impõe pelo jeito de viver da criatura, o modo que ela vive, o modo como ela age com os outros, como ela age consigo mesmo e com as leis. E o o Estevo, com quanto atacado injustamente, com quanto eh injuriado, de maneira que a gente não consegue entender como as pessoas possam ser assim, ele se impunha mesmo sem que tivesse que expressar uma só palavra. Por isso, quem lhe dirige a palavra não agride, não ataca também. As coisas são mesmo assim, como dizendo assim: "Meu filho, o que estão dizendo de você confere, é verdade?"
expressar uma só palavra. Por isso, quem lhe dirige a palavra não agride, não ataca também. As coisas são mesmo assim, como dizendo assim: "Meu filho, o que estão dizendo de você confere, é verdade?" E ele vai contar toda a história de Moisés, da história do povo, não é verdade? Para mostrar que ele era claramente seguidor de Moisés, seguidor da própria eh lei primeiro, do primeiro testamento. Ficaria claro para qualquer pessoa de bom senso que estavam tratando com alguém respeitado da cultura e da tradição judaica. Então o discurso, na verdade, gente, e ele tá ligado à história de Israel. Não tem como a gente não ver isso, né? E, aliás, é uma bção, né? A gente que não conhece muito a história de Israel, pela boca de Estevão, aqui anotada por Lucas, a gente consegue saber um pouco, né? A resposta que Estevão dá aos juízes é uma admirável síntese da história, diz Rigonate lá no livro O Evangelho dos Humildes, a história de Israel desde o início deste povo com o patriarca Abraão na Mesopotâmia, região da Ásia Menor, que fica entre os rios Tigre e Eufrates. Só para lembrar, a gente mesopotâmico significa, né, todo mundo sabe, mas é bom lembrar, entre rios, né, por isso que ficava entre o rio Tigres e o Eufrates. E é dessa região que se pensa ter começado a civilização. Supõe-se que seja lá, ainda que isso não seja ainda confirmado. Dali, da cidade de Ur, na Caldeia, nasce a história de Israel com o patriarca Abraão. A região hoje é desolada e deserta e nela os arqueólogos têm encontrado documentos que comprovam os relatos bíblicos. Então é importante, pessoal, o que nós estamos lendo aqui, não é conto da carochinha, isso aconteceu, essas essas essa esse discurso, essa defesa, essa magistral palestra de Estevo foi real. E essas cidade U é uma das mais antigas, né, que a gente tem noção. Ela tá registrada no versículo 4 e no versículo 5 e se essa de Abraão que é o nosso querido Estevão agora se reportou. Estevão recordam os pontos culminantes do povo hebreu. A versículo 7 e 8, por exemplo, ele faz
rada no versículo 4 e no versículo 5 e se essa de Abraão que é o nosso querido Estevão agora se reportou. Estevão recordam os pontos culminantes do povo hebreu. A versículo 7 e 8, por exemplo, ele faz isso até Salomão, o rei magnífico, a gente vai ver depois na segunda parte, que construiu o grande templo. assim tenta demonstrar a seus ouvintes a intervenção da espiritualidade superior nos principais acontecimentos em seu caminho evolutivo, ou seja, no caminho evolutivo daquele povo da qual ele era parte, bem como da profecia da vinda de Jesus que vai aparecer na segunda parte que nós vamos falar daqui um daqui um pouco, não, na semana que vem, perdão. Então, obviamente, gente, ele ele construiu, tinha uma estratégia muito lógica e serena de mostrar que ele era um seguidor de Moisés, com quanto ele entendia que Moisés foi seria secundado pela vinda de Jesus, o que era natural nesse processo da construção da raça. Então, essa raça era chamada de raça escolhida. E nós colocamos aspas aqui propositalmente. Por quê? Porque a questão de os judeus serem a raça escol deve ser considerada como símbolo indicativo. E a palavra é símbolo mesmo, indicativo da humanidade terrestre. Ou seja, vamos ser uma única humanidade que cedo ou tarde aceitará as ideias de Deus, o criador supremo. E essa é a suprema missão que Jesus tem para conosco, o povo desse planeta Terra, de fazer com que todos nós nos aproximemos como um só pensamento para Deus, independentemente da religião que tenhamos professes. Não se refere a à supremacia de um povo específico. Sem, sem dúvida os judeus têm o grande mérito de trazer ao planeta nós deus únicos. Não tenos dúvida disso, elaborando as linhas gerais do monoteísmo, especialmente levando em conta a existência das ideias e práticas politeístas existentes à época dos hebreus. Aqui, gente, temos quear revenerar o nosso povo. Por quê? Porque eles foram realmente quem lutaram para poder manter essa essa visão clara de um Deus único, porque não era assim que
época dos hebreus. Aqui, gente, temos quear revenerar o nosso povo. Por quê? Porque eles foram realmente quem lutaram para poder manter essa essa visão clara de um Deus único, porque não era assim que existia no mundo antes deles. O pensamento espírita a respeito do assunto é o que segue conforme explica bem Emânuel lá no livro A Caminho da Luz. dos espíritos degradados da terra, diz Emânel, foram os hebreus que constituíram a raça mais forte e mais homogênea, mantendo inalterados os seus caracteres através de todas as mutações. Então, o povo hebreu é um povo degredado de capela, trazia conhecimentos superiores com quanto inveterados no processo da delinquência daquela época que estava em capela da rebeldia. que por isso aqui foram trazidos. Eles traziam uma inteligência e conhecimentos superiores que seriam aproveitados por Jesus como o foi. Examinando esse povo notável no seu passado longinco, reconhecemos que se grande era a sua certeza na existência de Deus, muito grande também era o seu orgulho dentro das suas concepções da verdade da vida. Esse orgulho, gente, é uma herança lá de Capela, da rebeldia que eles traziam. Consciente da superioridade de seus valores, nunca perdeu a oportunidade de demonstrar a sua vaidosa adistocracia especial espiritual, mantendo-se pouco acessível à comunhão perfeita com as demais raças do ORP. Entretanto, em honra da verdade, a Emânel diz: "Somos obrigados a reconhecer que Israel, num paradoxo fragrante, antecipando-se às conquistas dos outros povos, ensinou de todos os tempos a fraternidade, a par de uma fé soberana e morredora. É a isso que nós devemos a eles. Sem pátria e sem lar, esse povo heróico tem sabido viver em todos os climas sociais e políticos, exemplificando a solidariedade humana nas melhores tradições de trabalho. Sua existência histórica, infelizmente, contudo, é uma lição dolorosa para todos os povos do mundo, das consequências nefastas do orgulho e do exclusivismo. E até hoje o povo judeu ainda não reconhece que Jesus era o Messias.
infelizmente, contudo, é uma lição dolorosa para todos os povos do mundo, das consequências nefastas do orgulho e do exclusivismo. E até hoje o povo judeu ainda não reconhece que Jesus era o Messias. Sacerdotes e interesses materiais. Ali estava o porquê que já estava pré-julgado e pré-condenado o Estev. Nós vamos ver que esses sacerdotes que ali se encontravam não tinham interesses espirituais na verdade como sendo o que se esperava deles. Os membros do Sinedro ouviram a valorosa e sincera defesa de Estev. que foi assim que aconteceu, por desprezarem o bom senso e a misericórdia que eles não tinham, porque a sensibilidade ainda era uma coisa que não estava graçando em seus corações, reagiram com raiva e grande furor emocional, como veremos em Atos 7:54, na semana que vem, tremiam de raiva em seus corações e rangi os dentes contra ele. É a última frase do discurso que tá depois do discurso de Stev, que nós vamos ver a semana que vem. O ponto fundamental da rejeição declarada a Estevo não era devido apenas ao comportamento arrogante e vaidoso das autoridades judaicas, por si só incompatível com a missão espiritual de que estavam revestidos. Veja, eles não estavam ali como como doutores da lei, como verdadeiros sacerdotes, porque era algo casual. Eles tinham ali uma missão da qual eles não conseguiram cumprir. Mas porque aquele sacerdote desconheciam o valor da fé raciocinada. Se eles tivessem a fé raciocinada em ação sobre si mesmos, eles teriam tomado outra decisão. Mergulhados nos rituais e cultos externos, não ofereciam espaço mental para análises e reflexões mais profundas. Somava-se a esses fatos o apego que demonstrava aos bens materiais que lhes proporcionavam conforto e destaque social. Foi o que levou-os a matarem Jesus, porque eles foram os verdadeiros assassinos de Jesus. Porque o medo de perder o status qu do qual eles eram portadores era algo que eles se sentiam muito ameaçados com a presença de Jesus. E a casa do caminho, os seus seguidores continuavam
nos de Jesus. Porque o medo de perder o status qu do qual eles eram portadores era algo que eles se sentiam muito ameaçados com a presença de Jesus. E a casa do caminho, os seus seguidores continuavam trazendo essa ameaça. Diz Eliseu Rigonate, no mesmo evades que de fato os sacerdotes têm por dever guiar a humanidade para a luz e não o fazem porque se dedicam aos bens terrestres. Gente, isso naquela época como até hoje, viu? E onde há interesses materiais não há espiritualidade. Pelo que não podem exemplificar o evangelho, porque ninguém pode servir a Deus e a mamão já nos ensinou Jesus. E aí voltamos aos bastidores do Atos Apóstolos depois desse discurso, porque nós vamos ter aqui algo muito importante que Emanu compartilhar aqui uns com os outros. Esses bastidores do tribunal também foram relatados. O que que tava acontecendo ali naquele fusu daquele momento do tribunal? Emanuel traz em nível de detalhe, gente, impressionante a impressão que ele estava ali vendo tudo, porque ele traz em nível de detalhes. A gente obviamente vai trazer alguns exertos aqui. Convidamos, como dissemos antes, as amigas e os amigos a irem à fonte. No dia fixado, o grande recinto do mais alto sodalício israelita enchia-se de verdadeira multidão de crentes e curiosos, como hoje, viu, gente? ávidos de assistir ao primeiro embate entre os sacerdotes e os homens piedosos e estranhos do caminho como eles eram conhecido. A assembleia congraçava o que Jerusalém tinha de mais aristocrático e de mais culto. Portanto, sabedoria era um dos recursos desta assembleia. Os mendigos, porém, não tiveram acesso, embora se tratasse de um ato público em que eles deveriam ter acesso. Vejam que aqui há a segregação que a Casa do Caminho mostrava exatamente o oposto. O Sinédrio exibia suas personagens mais eminentes. De mistura com os sacerdotes e mestres de Israel, notava-se a presença das personalidades mais salientes do fariaísmo. Lá estavam representantes de todas as sinagogas. Veja, gente, não foi um fato comum, foi um fato que tomou
tes e mestres de Israel, notava-se a presença das personalidades mais salientes do fariaísmo. Lá estavam representantes de todas as sinagogas. Veja, gente, não foi um fato comum, foi um fato que tomou proporções enormes. Olha a quantidade de pessoas que estavam ali. E entre eles nós vamos ter um deles que era um doutor da lei chamado Saulo de Tarso. Assim como Jesiel virou Estevão, Saulo de Tarso virará Paulo de Tarso, como veremos nos próximos capítulos. Compreendendo a acuidade intelectual de Estevo, Saulo, que era muito inteligente, queria fornecer-lhe um confronto do cenário em que dominava o seu talento com a igreja humilde dos adeptos do carpinteiro de Nazaré. No fundo, o propósito de Saulo radicava na jacaticiosa demonstração de superioridade. Jactava-se disso, né? afagando ao mesmo tempo a íntima esperança de conquistar Estevão para as hostes do judaísmo. Porque ele sabia o valor do Estevão. Ele ouviu aqui, nós não sabemos, mas Paulo, mas o Emânuel contou que lá na casa do caminho, o Saulo foi assistir uma palestra de Estevão e viu quão grande era aquele que estava diante dele. Preparara, por isso, a reunião com todos os requisitos de feição, a impressionar-lhes os sentidos. Ele queria causar impacto sobre Estevão. Stevão comparecia com um homem chamado a defender-se das acusações a ele imputadas. Não como prisioneiro comum obrigado a acertar contas com a justiça, não era um criminoso. Examinando, pois, a situação, rogou com insistência aos apóstolos os galus não acompanhassem, considerando não só a necessidade de permanecerem junto dos sofredores que ficaram na casa do caminho, como também a possível ocorrência de sérios atritos no caso de comparecimento dos adeptos do caminho, dada a firmeza de ânimo com que procuraria salvaguardar a pureza e a liberdade do evangelho de Cristo. Ou seja, eles, se fossem mais, talvez não só o Estevo teria sido condenado, como pudesse ter sido condenados outros dos discípulos ou dos apóstolos. O julgamento de Estevo jamais será
gelho de Cristo. Ou seja, eles, se fossem mais, talvez não só o Estevo teria sido condenado, como pudesse ter sido condenados outros dos discípulos ou dos apóstolos. O julgamento de Estevo jamais será esquecido. Ele foi humilhado, agredido fisica e espiritualmente, recebendo toda a fúria dos acusadores, em especial de Saulo, que era o proeminente acusador. O julgamento foi um verdadeiro embate entre a luz e as trevas. A luz foi vencedora, como sempre nós sabemos, mas a opção para servir ao bem exige não apenas conhecimento da verdade, mas também a necessidade de vivenciar a lei de amor, exemplamente demonstrada por Estev naquele momento histórico da sua existência planetária. continua Emmanuel percebendo que ia talvez ser coagido pela violência e mais que os fariseus pediam sua morte, Estevo fixou os mais irônicos e arrebatados que estavam na plateia, exclamando em voz alta e tranquila: "Vossa atitude não intimida". Olha a força moral desse espírito. O Cristo foi solisto no recomendar não temmos os que só podem matar-nos o corpo. Não pôde prosseguir o moço tarcense, mãos à cintura, olhar irangudo e gestos rudes, como se defrontasse um malfeitor comum, gritou-lhe furiosamente no ouvido: "Basta, nem mais uma palavra. Agora que te foi concedido o último recurso inutilmente, também usarei o que me faculta as a condição do nascimento em face de um irmão desetou". Ele considerava Esteva como desertou e caiu-lhe de punhos fechados no rosto, sem que Estevo tentasse a menor reação. Os fariseus aplaudiram o gesto brutal em a troada delirante, qual se estivessem num dia de festa. Dando expansão ao seu arrebatamento, Saulo esmurrava sem compaixão, sem recursos de ordem moral, ante a lógica do evangelho, recorria à força física, satisfazendo a índole vontalosa. Vou repetir essa última frase, gente, que é o que os fortes, entre aspas, fazem. sem recursos de ordem moral, ante a lógica do evangelho, recorrem à força física, satisfazendo a índole voluntariosa. O pregador do caminho, o Estevon,
ente, que é o que os fortes, entre aspas, fazem. sem recursos de ordem moral, ante a lógica do evangelho, recorrem à força física, satisfazendo a índole voluntariosa. O pregador do caminho, o Estevon, submetido a tais extremos, implorava de Jesus a necessária assistência para não se trair no testemunho. Pensa, gente, você daquela condição, então o que que ele fez? Remeteu o seu pensamento a Jesus. Não obstante a reforma radical que a influência do Cristo havia imposto à suas concepções mais íntimas, Estevan não podia fugir à dor da dignidade ferida como qualquer um. Procurou, com tudo, recompômente as energias interiores na compreensão da renúncia que o mestre predicara como lição suprema. Lembrou os sacrifícios do pai em Corinto. Reviu na imaginação o seu suplício e morte. recordou a prova angustiosa que sofrera e considerou que se a se tão só no conhecimento de Moisés e dos profetas tanto conseguirem energia moral para enfrentar os ignorantes da bondade divina, que não poderia testemunhar agora com o Cristo no coração? Esses pensamentos acudiam-lhe ao cérebro atormentado como bálsamo de suprema consolação. Então, gente, ele se lembrou quando o pai dele foi preso, maltratado e assassinado na frente dele, quando ele foi tratado como escravo, a irmã foi jogada na rua. Tudo isso ele suportou com aquela força moral que Moisés, segundo ele diz, dava ali. E o que ele poderia fazer agora quando conheceu Jesus, que poderia dar uma força moral muito maior, quando lhe observou o pranto misturado com o sangue a jorrar da ferida, que as punhadas lhe abriram em pleno rosto, Saulo de Tarso conteve-se saciado na sua imensa cólera. Olha o que a cólera faz. Esse salmo será o mesmo Paulo, gente. Olha o que a cólera faz ao espírito, qualquer que seja ele. Não podia compreender a passividade com que o agredido receber os bosfeitões da sua boca enrijada nos exercícios do esporte. Saulo era um ser atlético, né, forte. A serenidade de Estev perturbou ainda mais. Sem dúvida estava diante de uma
m que o agredido receber os bosfeitões da sua boca enrijada nos exercícios do esporte. Saulo era um ser atlético, né, forte. A serenidade de Estev perturbou ainda mais. Sem dúvida estava diante de uma energia ignorada. Não a da força dos brutos. esboçando um sorriso de zombaria, advertiu Altaneiro. Não reages, covarde. Tua escola é também a da dignidade. minha amiga e meu amigo, olha o que vai dizer-nos o querido pregador do cristão, que apesar de molhados, vai responder com firmeza os olhos molhados, úidos naquela emoção que ele tava vivendo intimamente, dirá: "A paz difere da violência, tanto quanto a força do Cristo diverte da vossa." Gente, pensa nessa frase. A paz difere da violência, tanto quanto a força do Cristo diverte da vossa. Bom, nós aqui vamos ter que falar as cenas do próximo capítulo, porque vocês terão que aguardar mais uma semana para poderem continuar essa história. Não, não percam, pessoal, semana que vem nós vamos ter então a segunda parte que é o apedrejamento de Estevo com a cuminância dela. E essa segunda parte, essa primeira, essa nós falamos antiocinétrio, tanto no que nós tratamos aqui como que será tratado semana que vem, tá no capítulo 6 do livro Paulo e Estevo, como falamos agora a pouco. Agora para terminarmos, minhas amigas e meus amigos, queremos fazer algumas abstrações espíritas com o nosso querido Emânuel, que extrai um exerto pequenino desse pronunciamento de Estevão e consegue dali trazer lições que nós aqui como espíritas somos maravilhados com a cuidade da sabedoria desse ser chamado Emanuel. Ele faz uma comparação entre parentela e família. que com todo respeito, poucas pessoas param para pensar como ele pensou. Ele extrai o exerto que diz assim: "Sai de tua terra e dentre a tua parentela e dirige-te à terra que eu te mostrar." Era Deus falando a Abraão. Tá lá em Atos, no capítulo 7:3, que agora a pouco lemos. Diz Emmanuel, nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição
Deus falando a Abraão. Tá lá em Atos, no capítulo 7:3, que agora a pouco lemos. Diz Emmanuel, nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição dos parentes com respeito aos princípios que exposaram para as aquisições de ordem religiosa. Tá dizendo o que acontece? Muitas vezes uma pessoa da família se torna espírita e as demais não. E aí ele é criticado, ele é não aceito, como Jesus disse, né, que não vinha trazer a paz, mas a espada colocaria pai contra filho. É isso que muitas vezes a gente interpreta exatamente aqui. E nosso querido Emon tá lembrando que isso acontece mesmo. E muitos candidatos ainda não são verdadeiramente discípulos, mas são candidatos. ficam reclamando daquela oposição dos parentes. Que que ele vai dizer? Nem sempre os laços de sangue reúnem-se nos laços de sangue reúnem-se as almas essencialmente afins. Frequentemente pelas imposições da consanguinidade, grandes inimigos são obrigados ao abraço de turno, sob o mesmo teto, para aprenderem primeiro a se respeitar e depois a se amarem. É razoável nessa situação sugerir-se uma divisão entre os conceitos de família e parentela. Agora sim, ele vai fazer uma razoada interessante. O primeiro, ou seja, a família, construiria o símbolo dos laços eternos do amor. Segundo significaria o cadinho de lutas, o laboratório de reajustes entrevas, por vezes acerbas, amargas, doloridas mesmo, em que devemos diluir, purificar as imperfeições do sentimento, fundindo-os na liga divina para o amor, para a eternidade. A família não seria parentela, mas a parentela converter-se ia na estard, nas santas expressões da família. Então veja, gente, conceito de parentela reajuste de almas, conceito de família, almas já em movimento de amor. Recordamos tais conceitos a fim de acordar a vigilância dos companheiros menos avisados. A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime,
cordar a vigilância dos companheiros menos avisados. A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porquanto assim o aprendiz fiel, candidato a discípulo, estará exortando-a sem palavras a participar dos direitos da família maior, que é a família de Jesus Cristo. E para encerrarmos, minha amiga e meu amigo, refletemos uma pergunta do sumo sacerdote. As coisas são mesmo assim? Pensemos nós na condição do Estev, quando somos afrontados por estarmos seguindo a doutrina de Jesus, em que somos convidados a dizer a verdade, mesmo que ela tenha impacto sobre nós. Será que diremos as coisas como disse Estev? Ou será que acomodaremos as nossas visões com a aquilo que está estatuído para ficarmos preservados, entre aspas, no contexto social? Pensemos nisso. Se nos perguntassem, as coisas são mesmo assim, o que responderíamos? Muita paz todas, muita paz a todos e permanecemos aqui para as nossas conversas com as amigas e os amigos e sempre assessorados pelos nossos amigos que estão conosco aqui. Muita paz. Muito bom, Max. Excelente. Vamos convidar a Lenira, o Hélio, a Marlúci para compor aqui a nossa sala. Que bom. Excelente, viu, Max? Temos já alguns comentários aqui. A Marlene Taxou a postura das pessoas é o que importa, já que se diz que palavras vão ao vento. Verdade. Ela correta. Eh, a gente fala mais pelas atitudes, né, Marlene, do que por palavras. As pessoas que nos vem, mesmo que não estejamos percebendo que estamos sendo vistos, muitas vezes elas estão tendo em nós uma referência, como Paulo chamou, de cartas vivas do evangelho, se estivermos nos candidatando a sermos discípulos de Jesus. Então, que o nosso proceder, que não é perfeito, sabemos, não somos espíritos de school, estamos aqui estudando, aprendendo a viver, mas nós estamos nos esforçando para isso. Você, Marlene, tem estado conosco aqui tanto tempo. Eu tô aqui desde o começo e
os, não somos espíritos de school, estamos aqui estudando, aprendendo a viver, mas nós estamos nos esforçando para isso. Você, Marlene, tem estado conosco aqui tanto tempo. Eu tô aqui desde o começo e acompanho e fico feliz em vê-la conosco. Você e tantas outras pessoas que estão aqui, como Carlinhos, como muitas pessoas, a Daniel Esteves, enfim, muitas pessoas que estão conosco desde o começo sabem como é árduo o trabalho de estudar, mas não basta esse aprender, isso tem que ser reproduzir no nosso viver. E são essas as verdadeiras atitudes que dizem do candidato a discípulo. Sim, temos que viver como se estivesse sendo olhado 24 horas por dia, porque é assim que somos vigiados por uma nuvem de testemunhas. É, mas eu eu gostaria de destacar que Estevão, as palavras dele tocavam fundo nas pessoas que estavam ali em volta dele, né? importante. Quer dizer, todo o sofrimento, toda a dor pela qual ele tinha passado, ele dava vida às palavras que ele falava e aquilo tocava fundo as pessoas e elas passavam a refletir com ele sobre a vinda do Cristo, sobre os novos conceitos que estavam ali, né? sobre a questão do amar os inimigos, perdoar 70 x 7, todas essas questões, ele conseguia tocar as pessoas para que elasegar e e deixasse a sua mente caminhar por esse novo caminho, né? Eu acho bem interessante nesse sentido. É, eu queria acrescentar de que, por exemplo, né, essas coisas que nos maravilham tanto na personalidade de Estevão, no espírito Estevão, respeitadas as proporções, podem ser demonstradas por nós. Porque a humanidade hoje ela precisa exatamente disso, né? Nós estamos tão cheios de discurso, estamos tão cheios de coisas escritas e tão carentes da coisa praticada, né, da postura da conduta. Então, não é por um acaso que esse espírito que nós estamos falando colabora conosco hoje, porque na verdade ele está lá em Nova Jerusalém ajudando a fazer com que os próprios apóstolos possam nos auxiliar, cada um de nós vinculados. Eu sempre recordo todos nós que a FEB é uma célula de trabalho
e na verdade ele está lá em Nova Jerusalém ajudando a fazer com que os próprios apóstolos possam nos auxiliar, cada um de nós vinculados. Eu sempre recordo todos nós que a FEB é uma célula de trabalho desses irmãos onde Estevão está no comando ajudando a gente. Então, se a gente for considerar que todos nós, respeitados de novas dimensões, todos nós temos em nós recordações, emanações deste período, que a gente aproveite esse momento assim tão importante paraa humanidade e seja uma conduta cristã, seja aquele que nas horas do dia se apresenta, né, de uma certa forma como mensagem viva, né, como carta viva, como exemplo vivo. Porque na verdade o Cristo não exige mártires nem líderes, ele exige. Ele nos oferece oportunidade para cada um de nós. Então, benditas lembranças, que elas nos inspirem. E temos que recordar também, por exemplo, essas palavras tão sábias, elas foram inspiradas pelos espíritos e, na verdade, algumas diretamente pelo Cristo respeitado. De novo a dimensão, né? Estevo não era uma pessoa erudita, era uma pessoa simples, mas em função da qualidade moral dele, ele teve toda a assistência. E como nós podemos ter, né? Se nós tivermos uma conduta cristã, aos poucos, a inspiração vai nos ajudando e a gente vai podendo ajudar o próprio Cristo a ajudar as pessoas entender o que importa. Não são palavras, é a conduta de cada um de nós. Então, boas lembranças, trazido até pela Marlene e por tantos. que a gente possa se valer delas. Mais alguma, Marúci? Eu só eu só queria fazer um um breve comentário assim, o que me o que me impactou, né, na história do Estevão eh assim como ele rapidamente absorveu o amor de Jesus, a história de Jesus, os ensinamentos de Jesus, porque ele já trazia dentro dele eh com o conhecimento do Velho Testamento que ele estudava, né, que Pedro se encantou também com as coisas que ele sabia de Isaías. o que ele falava durante os seus delírios de febre. Então, quando ele soube que o Messias, que ele tanto esperava também, que ele conhecia dos textos, que aquele
com as coisas que ele sabia de Isaías. o que ele falava durante os seus delírios de febre. Então, quando ele soube que o Messias, que ele tanto esperava também, que ele conhecia dos textos, que aquele Messias já havia chegado e o que fizeram do Messias, então ele rapidamente absorveu essa a ideia de Jesus, os ensinamentos do Cristo e isso fez parte, começou a fazer parte da sua vida. Então, quando ele fez esse discurso, ele falava com convicção, ele encantava e ele magnetizava as pessoas, porque era isto que ele sentia dentro do coração. Ele não conheceu o Messias, mas ele eh dentro do coração dele, dentro dele, o Messias vivia antes mesmo de conhecê-lo, como não conhecê-lo, né? Isso me deixou assim muito impactada e emocionada aí na fala do Max. mesmo porque ele conhecia profundamente, né, a a Isaías, que também, né, exato. Eh, profetizou, né, a vinda de Jesus. Gente, eu tô com uma uma gripezinha aqui que tá me atacando, desculpa. Eh, nós temos também aqui a Gláuscia. A Gláus Araújo coloca: "Estevão foi um espírito iluminado e exemplificou o evangelho com muito amor ao Cristo. E também a Marta Coelho, a Márcia Coelho coloca no mesmo sentido, os testemunhos dos primeiros cristãos não é para qualquer um, não. tem que ter muita moralidade para suportar com coragem e fé. Que exemplo para vocês. Eh, eu só queria aproveitar para pedir desculpa porque eu falei o nome errado da É Marcela Steve. Eu tive o prazer de conhecê-la quando ela visitou a FEB e nós nos encontramos lá na CME. Um abraço a ela e desculpa por ter trocado o nome dela que são tantos nomes, me perdoem. Mas aqui nós temos claramente que Jesus quando planificou a sua vinda paraa terra para poder trazer a boa nova, é claro que ele se se acercou daqueles emissários que viriam antes dele e que viriam depois e além de ter vindo durante além dos que ficaram no mundo espiritual. Mas isso não é garantia de que eles não poderiam falhar. Gente, é bom, muito bom lembrar isso. O fato de ser portador de conquistas anteriores
r vindo durante além dos que ficaram no mundo espiritual. Mas isso não é garantia de que eles não poderiam falhar. Gente, é bom, muito bom lembrar isso. O fato de ser portador de conquistas anteriores não te assegura que você não possa cair nessa atual encarnação diante das tentações que o mundo ofereça, né? Nós temos vários casos em que espíritos de nível elevado não cumpriram a sua a seu o seu o seu discipulado, vamos chamar assim, como prometera. Napoleão Bona parte para preparar a França para que o nosso querido Allan Kardec trouxesse o espiritismo, ele cometeu erro, queria conquistar o mundo de novo, como ele habitualmente fazia nas encarnações passadas. Que que fizeram com ele? Colocaram ele numa ilha para ficar quietinho ali para ele não fazer mais bagunça. O nosso querido pai da metapsíquica, também prêmio Nobel de fisiologia no Charles Richet, o Humberto de Campos conta que ele é chamado diretamente por Jesus antes do tempo dele ficar completado aqui na terra porque ele não assumiu o evangelho na su tratíficos por medo daquilo que se chama colocar o nome em evidência diante de uma assembleia de pessoas que são más no sentido de não aceitar misturar a religião consciência. Então, ele nunca admitiu Jesus e, no entanto, era um espírito de escol. Nós temos inúmeros casos desses. O próprio Saulo estava indo por um caminho que ia ser uma derrocada com quanto acreditar servir Jesus ou desculpa, servir Moisés, matando em nome de Moisés, como ele fez aqui com Estevão, era uma alma também de escol e foi preciso de cair de joelhos diante da luz superior de Jesus para que ele acordasse aquilo que ele trazia nele. Enfim, todos nós, sem exceção, temos os nossos galardões, as nossas conquistas. Todos nós trazemos uma bagagem. Se nós estamos aqui assistindo esse estudo, não é por acaso não. Nós já temos bases para poder fazer o que nos compete fazer. Mas para isso precisamos lembrar de Jesus, negar-nos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e segui-lo. Isso é imposição do trabalho.
aso não. Nós já temos bases para poder fazer o que nos compete fazer. Mas para isso precisamos lembrar de Jesus, negar-nos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e segui-lo. Isso é imposição do trabalho. Se quisermos acompanhar o trabalho, precisamos largar a nossa vida pessoal como prioridade e colocar a vida de Jesus como prioridade. O que não é fácil. Eu concordo como alguém disse aí. Realmente não é fácil, mas é o que temos que fazer. O próprio Saulo, que esbofeteou Estevão incansavelmente, como nós vimos, o próprio Saulo irá dizer depois de um tempo: "Já não sou eu quem vivo, é o Cristo de Deus que vive em mim". Mas isso, gente, foi 17 anos depois que ele viu Jesus lá nas areias escaldantes do da estrada de Damasco. Então, pensem, não há como mostrar o seu valor sem o trabalho e o serviço, sem o perdão e sem o amor. É preciso que nós tenhamos essas convicções e não deixemos nos ditubiar em momento algum, porque o bem sempre vence o mal. Apesar da aparência querer dizer o oposto, o bem sempre vence o mal. Então, almas de escol, sim, mas trabalhadoras do bem, com certeza. Tá sem som, Janice. Isso tá, desculpa. Eh, Hélio quer falar alguma coisa? Marlo, Alemira, só endossar as palavras do Max, né? Exatamente isso que a gente precisa. Obrigado aí, Max. Temos também a Rosilane Lima, que ela meio que dá um depoimento e fala: "Nessa nesse momento estou sentindo angústia, pois em pleno século XX ainda temos essa cólera que ataca, né, tantas e faz tanto mal, mas temos mais consciência do que estamos fazendo, apesar das das revoltas, das angústias, porque nós temos o livre arbítrio. A gente pode agir, a gente tem como agir da forma como a gente deseja, mas a nossa consciência já está sendo tocada pela diferença do bem e do mal. Isso nos faz com que nós mesmos olhemos, conseguimos nos conhecer melhor, olhar pros nossos atos, saber quando estamos errando, quando estamos acertando. Isso vai fazendo diferença aos poucos. Nós somos todos irmãos e nós estamos nessa caminhada junto. Então, nós ensinamos
olhar pros nossos atos, saber quando estamos errando, quando estamos acertando. Isso vai fazendo diferença aos poucos. Nós somos todos irmãos e nós estamos nessa caminhada junto. Então, nós ensinamos uns aos outros, nós aprendemos juntos, né? Aliás, a encarnação é exatamente para que a gente possa vivenciar junto esses problemas e ver se de fato a gente aprendeu as lições. Porque uma coisa é a gente falar na teoria, outra coisa é quando você tá diante do problema, diante de um uma dor muito grande, de um de uma uma vaidade, se você se sentir ofendido, se você se sentir acusado, qual é a sua reação? como você eh age nesse momento. Essa é a diferença. Essa diferença tá em cada um de nós. Então é que a gente tenha esse consolo de que nós estamos mudando. Sim. Eu acredito que a humanidade ela está evoluindo, ela está seguindo o seu caminho. E a gente fala que vamos ser os próximos exilados, né? Aqueles que não acompanharem essa essa primeira essa primeiro conceito de rota que nós vamos ter, né? onde o bem vai começar a predominar sobre o mal, vai pelo menos igualar, né? Então a gente eles serão utilizados para o bem em outros planetas em em processo mais primitivo ainda, mas serão úteis também. Essa esse é o nosso destino, né? Que nós sejamos sempre úteis paraa providência divina. Uhum. É verdade. Hélio Marlúci Marx. Eu só queria eh complementando aí a fala de de Leneira. De fato, nós estamos todos submetidos à lei de progresso, que é uma lei divina. Então mesmo, como disse aqui o o Max, mesmo que o mal aparentemente esteja dominando, aparentemente o bem será soberano, porque é da lei de Deus. Um dia todos nós seremos anjos, né? Diz uma canção. Então, mas é preciso que cada um faça sua parte, se esforce. O planeta está nessa fase de regeneração, de melhoria, de modificação. E nós, o que nós estamos fazendo para a nossa regeneração íntima? E isso vai contribuir para essa modificação geral. Então, mesmo que a gente, como disse aqui a Rosilane, essa cólera que ainda existe em nós, as
ue nós estamos fazendo para a nossa regeneração íntima? E isso vai contribuir para essa modificação geral. Então, mesmo que a gente, como disse aqui a Rosilane, essa cólera que ainda existe em nós, as guerras, né, Irã, agora essa essas questões mais difíceis, densas que estão acontecendo aí, a gente precisa é fazer a nossa parte. Se a gente não pode fazer muito, mas orar, vibrar para que a espiritualidade utilize as nossas energias boas para colaborar no geral. Então, um dia, sim, haveremos de eh não mais maltratar os nossos irmãos, como foi dito aqui por Moisés, tá aqui no nosso livro de hoje. Irmãos, homens, sois irmãos, por que vos maltratais um ao outro? Então, a gente precisa eh de fato colocar em prática o que Jesus já ensinou há mais de 2000 anos, tá lá no sermão da montanha. Felizes os mansos, os pacíficos, porque herdarão a terra pacificada, né? Então, façamos a nossa parte. O, como diz aqui no interior do Nordeste, meus amigos, um ditado popular: "O pouco com Deus é muito e o muito sem Deus é nada". Verdade, Marlúcio. Depende de nós, né? de nós. E vamos lembrar, né, Janis? Vamos lembrar que que Jesus quando esteve entre nós, ele sabia que nós enfrentaríamos essa luta, né? Ele nos mandaria como ovelhas em meio dos lobos, né? Mas nós devíamos ter mansos como a pomba, serenos como ela, mas acesos, acordados como a serpente. Não podemos ficar inertes achando que o mal não precisa ser combatido. Precisa isso. Mas a força do combate não é a força do mal, é a força do bem. Devolve-se o mal com o bem. Então nós temos que representar com quanto de imediato as pessoas não consigam entender, mas é o bem que preponderará. Se você nunca respondeu ao mal com o mal, dia virá que o mal não terá combustível para se sustentar e se findará por si mesmo. Por isso disse Jesus: "Tende bom ânimo, eu venci o mundo." Ou seja, nós também, se tivermos bom ânimo, serenidade, essa força íntima, nós chegaremos lá, porque o tempo é o melhor amigo de todo aquele que quer seguir o caminho do bem.
ânimo, eu venci o mundo." Ou seja, nós também, se tivermos bom ânimo, serenidade, essa força íntima, nós chegaremos lá, porque o tempo é o melhor amigo de todo aquele que quer seguir o caminho do bem. Verdade, Max. O escudo contra o mal é o bem, né? O escudo do bem. Você ia falar alguma coisa, é, eu ia trazer paraa reflexão a Zilane Cucu, o lado bom da gente se sentir angustiado, é porque isso já tá mexendo com a gente, porque a gente também tem inúmeros que essas palavras pouco eh dizem, né? O pouco a diferença fazem para quem nos ouve. Mas então o lado da nossa angústia já mostra, né, que a gente pode fazer alguma coisa e que a gente pode em si, né, o que já foi dito hoje, a gente pode trabalhar quando a gente vai ver essas eh esses essas aspectos insanos, né, nós ainda temos são os mesmos homens daquela época de Jesus que se reunia naquela região de Decápolis, né, eh, pessoas pensavam diferente, cada como queria impor o seu mando. E quando a gente vai ver hoje, essas guerras que se instalam, na verdade são os mesmos. Cabe as pessoas que estão mais próximas até refletirem, verem, né, insanidade de tudo isso e mudar alguma coisa. Tia, eu sempre lembro que nós não podemos estar lá fisicamente para desatar e ajudar a convencer o netayaná ou convencer alguém disso, como ine, por exemplo. Mas nós podemos orar, nós podemos vibrar, nós podemos pensar, ajudar a fazer com que essas emanações e energias possam visitar esses nossos irmãos e eles conseguem diminuir o seu personalismo, como o Max bem colocou, para que Jesus possa fazer. Eu tenho que diminuir meu eu, eu tenho que fazer com que abra espaço e quanto menos eu falo por mim, mais eu me ofereço e tenho condições de falar por Jesus. Então o Godin tem repetido muito que nós temos assim uma necessidade grande, porque a gente quer amar, quer fazer um monte de coisa, mas às vezes não é dócil e humilde o suficiente. Então ele lembra sempre da necessidade de nós sermos dócis, sermos mansos para poder edificar e darmos o nosso exemplo nessa hora que o mundo
de coisa, mas às vezes não é dócil e humilde o suficiente. Então ele lembra sempre da necessidade de nós sermos dócis, sermos mansos para poder edificar e darmos o nosso exemplo nessa hora que o mundo tanto precisa. Daí por alguma razão, Manhattman Gand me vem à mente quando ele diz, né, edifique em você mesmo ou seja o mundo que você gostaria de ter na sua volta. Então, a necessidade da gente de ficar em nós a paz, de forma nenhuma contenda e muito menos a cólera, para que a gente consiga ser um exemplo melhor e tão importante paraa humanidade nesses tempos aí. É bom, nós temos mais comentários aqui. Olha, o é um grande amigo lá de Uberlândia, o Jair Roberto, ele coloca que a serenidade e a força de Estevão possa nos envolver quando estivermos diante de nossas provas de nossas, né, nas tribulações da gente, ainda que estas provas sejam insignificantes diante daquelas por passou Estevão. Insignificante. É, entre aspas, viu, J, porque talvez o tamanho da prova para nós seja tão grande que para nós, o tamanho que a gente tá vivendo, aquilo é uma coisa que parece até insuperável. Ou seja, cada um tá num nível evolutivo e cada um só vai conseguir carregar o fardo que os ombros aguentam, né? Porque o pai não coloca fardo mais pesado do que o que nós podemos carregar. Mas lembra bem o que você falou, Jairo, quando nós carregamos o fardo com Jesus, o fardo torna-se leve. Não é que vai ele tirar o peso, é que ele vai dar uma força pra gente que a gente não tem em si mesmo e essa essa força será necessária para poder fazer de conta que aquele fardo não tá tão pesado. Então, com Jesus atravessar dificuldades, sejam elas insignificância ou não, sejam elas enormes, todas elas são superáveis com Jesus, seguindo com ele no tempo. Nós não teremos que passar essas provas tão duras que às vezes temos que passar como processo restaurador da paz íntima através da lei de causa efeito. Porque se seguirmos o julgo dele, a lei dele, a lei que ele nos ensinou, não é necessário passar pela necessidade do resgate, passaremos
cesso restaurador da paz íntima através da lei de causa efeito. Porque se seguirmos o julgo dele, a lei dele, a lei que ele nos ensinou, não é necessário passar pela necessidade do resgate, passaremos a presas pelo processo evolutivo. E o crescer é um crescer natural, ainda que a gente tenha que fazer esforço, mas o esforço, como disse ele, é suave. Não é esse esforço dolorido que a lei de causa e efeito nos impõe para o nosso próprio bem, para que a gente recomponha a nós mesmos diante da lei. Então, pensemos nisso. A prova com Jesus torna-se muito mais fácil de ser vencida. Lembra disso? E é interessante lembrar, né, que Estevão com Jesus, ele depois ainda vai exemplificar, porque ele vai se tornar o mentor de de Paulo. Mas assim, é importante quando a gente vê toda a trajetória de Estevão, que ele desde pequeno, quer dizer, ele desde a época que ele tava com a irmã, com o pai, ele já tinha essa serenidade, essa bondade, esse olhar diferenciado para as coisas do mundo, pras intrigas, pras revoltas. E ele enfrentou as dificuldades com esse amor que ele já tinha dentro. Então, quando ele viu no Cristo aquele discurso que era aquilo que ele acreditava de fato, que na verdade essa verdade é de do nosso pai maior, é de Deus, Jesus nos traz essa grande mensagem do nosso pai e ela sempre teve disponível para nós. O Cristo nos reforçou essa mensagem. É importante que a gente saiba que a trajetória é única, né, desde o início, desde o nosso início. Então, que a gente use exatamente, se utilize dessas histórias para exatamente como ele falou pra gente, pra gente se quando a gente tiver nas nossas dificuldades, que com certeza não são, na, a nosso ver, não são daquele tamanho, mas são importantes paraa nossa trajetória, né, a gente possa lembrar de como eles se comportaram, de como eles agiram. e a gente humildemente aceite e se utilize desses exemplos para nossas decisões. É verdade. Temos aqui o Carlinhos Taiano. Eh, poderiam falar mais um pouquinho mais sobre a os exilados de capela?
ram. e a gente humildemente aceite e se utilize desses exemplos para nossas decisões. É verdade. Temos aqui o Carlinhos Taiano. Eh, poderiam falar mais um pouquinho mais sobre a os exilados de capela? Sim, nós poderíamos eh o tempo obviamente não não permitiria a gente ter uma expansão completa, né? Mas já de antemão, convidamos ao Carlinhos a acessar o livro A caminho da Luz, que Emmanuel vai trazer informações preciosíssimas de um povo que, tal como a nossa terra atual, a entidade eh cósmica chamada Capela, ela estava em transição, ela estava transformando-se num mundo de regeneração. E aqueles espíritos endurecidos no mal, aqueles teimosos, aqueles que realmente não queriam deliberadamente passar pro lado do bem, pelo contrário, impertinentes no mal, eles foram translandados daquele planeta em evolução mais avançada o planeta mais primitivo que era a Terra daquela época, que os habitantes eram bem primitivos ainda. E eles tiveram, como foi bem dito anteriormente aqui, a função de serem úteis. Apesar das suas rebeldias, apesar das suas dificuldades, eles traziam a inteligência, traziam novos costumes e eles ajudariam esse povo primitivo no processo do seu avanço. E essa esse exílio deveria ser temporário se eles se regenerassem, como aconteceu com os egípcios. Os egípcios já voltaram, segundo o Emânuel, para a capela. Mas os hebreus ainda continuam muito deles aí, inclusive no espiritismo, viu gente? Tem muito hebreu no espiritismo aqui, ficar vestidos em outros corpos, restaurando o que lá atrás atrapalharam. Então, cada um de nós terá que restaurar-se diante do do Senhor da vida para termos o direito de voltarmos paraa paz de que nós não deveríamos ter saído antes por rebeldia. E lembra que é tão emblemático isso que lá no no nosso primeiro livro do testamento tá lá escrito que nós tínhamos uma saudade do paraíso. Imagina você morar na terra de hoje e ser levado para um planeta que seria o equivalente da Terra de há 40.000 anos atrás. Dá para você entender? Você que faz aí
e nós tínhamos uma saudade do paraíso. Imagina você morar na terra de hoje e ser levado para um planeta que seria o equivalente da Terra de há 40.000 anos atrás. Dá para você entender? Você que faz aí todos os cuidados com o corpo, roupa, pinta unha, tem sabonete, tem banho quente, imagina você voltar para um planeta onde não tem nada disso. Você vai sentir a falta do paraíso que você tinha e você não se dá conta. Então essa sensação de perder o que você tinha é o primeiro movimento de despertar a consciência para ela dar valor no que tinha e reconstituir a sua oportunidade de voltar à casa paterna, né? Então é isso, mas dê uma olhada no livro, Carlinhos, que você vai ver que maravilha é a história que Emanuel nos conta. Mais alguma comentário dos exilados? Temos aqui a Mary Cle que fala: "Sejamos a mudança que queremos do mundo". Amo essa frase. Ah, essa é do mano, né? Então, que a gente consiga seguir esses exemplos de alguém franzindo, pequenininho, usava óculos. É isso. Força física jamais conseguir se impor, mas se impôs pela moral, pela conduta e pacificou um povo, né, que muito deve a ele e todos nós, né, porque ele continua sendo exemplo. Assim como a gente tá aqui falando tão bem de Estevan, mas tem que se recordar que ele está aí hoje vivo, presente e certa feita ele deu uma mensagem na fé quando ele falou: "Eu preciso que vocês sejam espelhos limpos para que vocês possam refletir tudo aquilo que eu quero transmitir pro mundo." Então, gente, não é eu, o Max, Lenira, o Marlúcio e a Janice de forma individual, não. Somos todos nós. Nós temos essa oportunidade nesses momentos de marcar a presença, de assumir como o Jaro colocou, né? Cada um de nós tem as suas provas, situações. Se nós com dignidade, com amor cristão vamos enfrentando ela, nós vamos limpando os nossos espelhos. Se a gente parar de reclamar e se queixar de tantas coisas, v até da unha encravada, a gente começa a oferecer condições para esses espíritos que estão mais do que nunca atuantes. Eles não estão dormindo, eles
e parar de reclamar e se queixar de tantas coisas, v até da unha encravada, a gente começa a oferecer condições para esses espíritos que estão mais do que nunca atuantes. Eles não estão dormindo, eles não estão desatentos, eles estão de mãos postas esperando todos nós. Então, que a gente limpe os nossos espelhos para poder refletir a luz de alguém tão marcante quanto Estevão foi e é nas nossas vidas. É verdade, é verdade, Hélio. Isso nos lembra o ensinamento de Jesus quando ele fala: "Brilhe a vossa luz", né? Então, o que é que está impedindo a minha luz de brilhar? Porque em essência somos luz. Então, é essa questão que você falou, limpar os espelhos. O que o que é que impede a minha luz de brilhar? as minhas dificuldades, o meu orgulho, a minha vaidade, o meu fanatismo, o meu personalismo. É isso que embaça a nossa luz. Então, vamos cuidar dessa desse brilho íntimo para que a gente possa colaborar mais com esse momento de transição planetária. Nós podemos ajudar o Cristo, sim, e ele conta conosco, apesar das nossas débis e frágeis mãos. Verdade. Aproveitando esse exemplo da do que o Hélio deu do espelho, né? A Mar Luci reforçou, só pra gente eh exemplificar isso bem, lá no livro Missionários da Luz tem um caso de um personagem que era o Adelino, que ele sentiu um ódio pelo Segismundo, porque o Segismundo o assassinou numa encarnação passada e ainda lhe roubou a esposa e levou a esposa à perdição. E ele tinha prometido receber o Sesmundo como filho, mas na hora H não queria não. E o que que aconteceu? Foi preciso uma comissão liderada pelo Alexandre, né, trazendo o amor, mostrando para que a reconciliação verdadeiramente se fizesse. Ou seja, ele guardava rancor, ele guardava ódio, ele guardava um sentimento ruim. Aí o André Luiz descreve uma coisa que eu acho impressionante. O André Luiz tava assistindo e quando ele verdadeiramente perdoou que o seismundo beijou a mão, o André Luiz descreve que é como se fossem caindo escamas, carapaças que obstruíam a a conquista
onante. O André Luiz tava assistindo e quando ele verdadeiramente perdoou que o seismundo beijou a mão, o André Luiz descreve que é como se fossem caindo escamas, carapaças que obstruíam a a conquista que o o Adelino já tinha. E ele começou a mostrar um brilho que estava, como vocês usaram a expressão, embaçado. Ele não estava refletindo o brilho de Jesus, o brilho que ele é portador como herança de Deus, porque ele tinha se envolvido por uma carapaça de ódio. E a e a Mardus colocou vários casos, o personalismo, o fanatismo. São todas essas carapaças que deixam de impedem, deixam de passar a nossa luz, que já poderíamos estar emitindo pro mundo com os nossos valores já conquistados. Ninguém aqui é Deus ainda, mas somos deuses em evolução. Poderemos fazer tudo o que fez Jesus e muito mais foi ele que afirmou, não sou eu. E obviamente para que a gente faça isso, nós precisamos expandir isso que já conquistamos em nós. O Adelino já tinha, mas tava lá todo fechadinho por causa de uma tolice, de um ódio bobo, por não aprender a lição do perdoar 70 vezes, sete vezes, como muitos de nós temos dificuldade de fazê-lo até hoje. É uma casa, por mais simples, mais simples que ela seja, mas se ela é bem varrida, bem arrumada e limpa, ela brilha, né? É um aconchego. Então nós podemos sim fazer brilhar a nossa luz. Com certeza. A Mary Cleade, falando de Estevãon, né? sempre, porque hoje era Estema personagem, elas perguntam se a gente acha que o espírito de Estev era evoluído, pois ela sente ele tão grande pela época, a época em que ele, né, estava contigo, é, ele foi e é Marley, muito grande mesmo nos tempos atuais, você na época se destacou, imagina nos dias de hoje com tanta insanidade, tanto avanço, o sobre um lado, mas tanta falta de moralidade, né? Ele continua sendo esse espírito que a pedido de Jesus de uma certa forma governa a renovação do próprio planeta, que a gente possa ser aliado dele, trabalhar com ele, pedindo a sua inspiração. É o que a gente pode fazer. Com certeza
que a pedido de Jesus de uma certa forma governa a renovação do próprio planeta, que a gente possa ser aliado dele, trabalhar com ele, pedindo a sua inspiração. É o que a gente pode fazer. Com certeza estará bem amparado, né? Olha só a Gisele Teresa Baralde. Seurélio, neste momento de muita delicadeza e tristeza, podemos contribuir com prece, vibrações positivas, emanando luz, paz para o planeta. Hélio, a gente conversava sobre isso nos bastidores, né? É. E aí me faz lembrar aquela passagem de Emanuel conduzindo o Chico. O Chico sai da atmosfera da Terra e de repente vê esses pontos luminosos na terra e ele surpreso, ele pergunta pro Emanuel: "Emolo, achei que essas luzes vinham, né, do dos céus para a terra. Aí, Emanuel, lembra ele de que existe muitos lares, muitos corações amorosos, muita gente que são mensageiros que no anonimato sustentam a vida de Jesus e nos ajudam tanto que a gente possa ser essa luz aí que Max bem lembrou, porque o que a mandado tá precisando nos dije é disso. Então, com certeza, vamos estar dando a nossa cota de colaboração, onde não existem grandes, né, onde existem sempre esses exemplos cada um de nós pode dar, que vão se somando e vão iluminando uma um ambiente maior. Com certeza. Com certeza. A Márcia Coelho coloca: "Hoje o conhecimento espírita nos dá entendimento para aceitar as provações. É como a dor mostra, é como a dor mestra, desculpa, necessária e que tanto nos ensina. Com certeza. Eu só queria colaborar que tá no fim responder aqui a Maria das Graças quando ela fala, né, de que essa questão aí Maria da Graça, a ciência hoje já tem provas. Por exemplo, existe uma lei chamada entropia. Ela é conhecida pelo pelos físicos. E essa lei da entropia, que é uma lei eh termodinâmica, a gente aplica para esse caso que você tá colocando. Porque essa lei mostra, a entropia mostra que ela se aplica a nós. A gente tá arrumando, tá melhorando. Quando a gente acha que tá quase pronto, surge uma variante nova e mexe pra gente seguir trabalhando. Então
lei mostra, a entropia mostra que ela se aplica a nós. A gente tá arrumando, tá melhorando. Quando a gente acha que tá quase pronto, surge uma variante nova e mexe pra gente seguir trabalhando. Então isso faz parte, né, do plano da nossa evolução espiritual. Em vários estágios. a gente num determinado momento tem uma determinada consciência, a gente vai arrumando tudo certinho pelo por isso que a gente raciocina, etc. Só que chega uma situação nova que de uma certa forma, não diria assim desmancha, mas mexe com aquilo que a gente edificou e a gente percebe que isso tem que continuar trabalhando. Isso se chama entropia e ela nos atinge hoje. E é bom que seja assim porque como dizem, a nossa evolução é uma escada, né? Quando a gente tá num degrau, parece que a gente tá conseguindo, mas tem outro degrau acima e a gente precisa de uma certa forma ser impulsionado. Então, bendita lei, benditas situações que nos movem e vão nos permitindo essa evolução. Então, boa sua lembrança paraa gente conseguir até se motivar para seguir, né, cada dia melhorando e que faz parte do nosso progresso espiritual e não desistindo, né? É. Aí eu só queria aproveitar aqui que eu vi aqui a Marta Ross falando que foi a primeira vez que ela assistiu e ela pergunta sempre na segunda-feira esse nesse horário? Aí nós vamos repetir sim, Marta. Toda segunda-feira às 19 horas nós estaremos aqui juntos estudando sequenciadamente o evangelho de Jesus dos 27 livros. Já estudamos os quatro primeiros evangelistas, estamos estudando Atos e vamos até o final com o a o Apocalipse passando pelas cartas todas. Então, seja bem-vinda ao estudo e junte-se a nós, os aprendizes, como você também se coloca nessa situação. Muito obrigado. Muito bom, Marx. Eu já tinha respondido para ela, mas você completou com louvor, viu? Então, gente, olha, infelizmente ou felizmente nós temos que nos despedir, tá na nossa hora passadinha um pouquinho, né? E vou convidar então a Marlúci para nos conduzir a prece final e a gente volta daqui a pouquinho para
felizmente ou felizmente nós temos que nos despedir, tá na nossa hora passadinha um pouquinho, né? E vou convidar então a Marlúci para nos conduzir a prece final e a gente volta daqui a pouquinho para nos despedirmos. Então, amigos queridos, quantas lições, quantos ensinamentos tivemos na noite de hoje com o personagem que estudamos e que traz para nós momentos de sua vida que nos fortalecem a nossa vida de hoje, nas dificuldades, nos trope Mas também na certeza de que Jesus está conosco, nos acompanha, nos inspira, nos estimula. Gratidão, Senhor, por Estevão. Gratidão por todos aqueles que passaram pela tua vida, oferecendo a própria vida como testemunho de amor. Que sejamos nós também nos tropeços das da nossa vida, nas dificuldades que enfrentamos e haveremos de passar para galgar os degraus. para seguir a subida do monte, o monte das bem-aventuranças, o monte que nos eleva no reino ao reino de Deus. Cada etapa, cada degrau, cada subida tem as suas próprias dificuldades, mas também as possibilidades de ir subindo passo a passo ao encontro do Pai. Que possamos, Senhor, com os ensinamentos desta noite, nos lembrar da força de Estevão, da perseverança, mas sobretudo da confiança no Cristo de Deus, porque sem ele a subida é mais difícil, é mais dolorosa, é mais lenta. Com o Cristo haveremos de subir as dificuldades da vida com a leveza do amor do Senhor. Obrigado, mestre querido, por tudo que recebemos em nossa vida e ajuda-nos, Senhor, a persistir no bem. Ajuda-nos a elevar o nosso pensamento em prece ao alto, colocando à disposição do Senhor corpo, a nossa mente, os nossos braços, o nosso coração. que possamos, mestre, diante das dificuldades da vida, dos momentos densos de uma transição planetária, que possamos nos colocar a serviço do Senhor nas palavras, nos pensamentos, nas ações, onde quer que estejamos, que sejamos, mestre, mestre, esse instrumento de paz no lar, no trabalho profissional, no trânsito, na escola, no centro espírita, onde quer que estejamos, que sejamos nós o
, onde quer que estejamos, que sejamos, mestre, mestre, esse instrumento de paz no lar, no trabalho profissional, no trânsito, na escola, no centro espírita, onde quer que estejamos, que sejamos nós o instrumento da paz, a fim de que a paz saindo de mim possa voltar para mim. Obrigado, Senhor, por tanta por tantos ensinamentos nesta noite e gratidão que possamos nos espelhar também em Estevão, oferecendo-nos em holocausto de amor ao trabalho do Cristo. Muito obrigado, Senhor. Obrigada, Marlúci. Vamos voltar todos em tela, inclusive o Hugo que nos dá esse suporte técnico. Isso, Hugo. Muito obrigado, Hugo, pelo suporte técnico e a todos da equipe, né? Fizemos um mais um estudo fantástico, né? O pessoal tá elogiando bastante aqui no chat, né? E a gente se pergunta depois da prece da Marlci, né? Se a gente consegue limpar a nossa casa e fazê-la brilhar, né, nós também temos condições de limpar a nossa casa mental que nos conduz, que nos dirige, né, que nos intuiem nas nossas ações, atitudes, né, e como limpar a nossa casa mental, né? Os nossos pensamentos, eles devem ser elaborados no bem e para o bem, né? É o primeiro passo para limpar a nossa casa mental. Como disse mesmo Marlúci, a paz e o bem que eu refleti vai voltar pra gente. Então, meus amigos, queridos irmãos que estão aqui sempre conosco toda segunda-feira, nós nos despedimos na noite de hoje, né, agradecendo a participação de todos e contando com vocês na próxima estudo de Atos dos Apóstolos, tema 11, segunda-feira que vem, né? Eh, e um beijo no coração de vocês. Muito obrigada. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor
eios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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