17 Das causas primárias

Conecta Espiritismo TV 20/09/2025 (há 6 meses) 1:44:29 15 visualizações 2 curtidas

Estudo da obra Das causas primárias com Otaciro Rangel

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindo a mais uma sala virtual do IGES, com os nossos amigos, parceiros de transmissão, eh, Web Rádio Fraternidade, a rede Amiga Espírita, o Centro Espírita Chico Xavier aqui de Santos, o Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, o Ecoespiritismo com Otaciro e o Conect Espiritismo para estudar. Mais uma noite dessa obra das causas primárias com o nosso querido professor Ciro. Boa noite, professor. Tudo bem? >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. E boa noite a todos os nossos companheiros que já estão aqui conosco. É sempre muito prazeroso estar aqui nas sextas-feiras pra gente conversar em torno desses temas tão importantes que a doutrina espírita nos traz. E é isso aí. Já estamos todos nós aqui juntinho com o senhor aqui, ó. Estamos todos como sempre. Depois eu vou colocando aqui as mensagens. com muitas mensagens carinhosas pro professor, né? Então, estamos todos apostos aqui, muito felizes para ouvir os seus ensinamentos compartilhados conosco. E é isso, né, professor? >> É mensagem carinhosa também pra Ana e o Ronaldo. >> Vocês não estão de fora. >> Ah, eles estão muito, muito casos com a gente também. A gente agradece. com como como com o seu aqui, seus intermediários aqui, né, professor? >> É, >> a gente é muito feliz com esse trabalho. A gente é muito grato também por essa oportunidade que a gente fez junto aí um monte de amigos, né? >> É, é verdade. Muito bom. >> A gente cria uma conexão que nunca mais a gente vai deixar de tê-la. E é tão bom a gente saber que a gente é espírito imortal, né? Porque veja, isso que tá acontecendo entre nós através dessa mídia, onde a gente se encontra, conversa, troca ideias, isso forma para nós uma família. E a família espiritual é uma família para sempre, né? Então, é muito agradável. A nossa família cresceu bastante com esses estudos. É verdade, professor. Seria um núcleo similar ao nosso lar na Terra. É isso? É um núcleo. >> Na verdade, nosso lar muito maior, né? Porque nosso lar tem dois pela, na época

bastante com esses estudos. É verdade, professor. Seria um núcleo similar ao nosso lar na Terra. É isso? É um núcleo. >> Na verdade, nosso lar muito maior, né? Porque nosso lar tem dois pela, na época que foi descrito, abrigava da ordem de 2 milhões de espíritos. É, então uma cidade muito grande, uma cidade pouco maior do que Campinas, né? >> Sim. >> Né? Então, é uma cidade muito grande, uma cidade espiritual muito grande. Então, mas tem muitas outras colônias menores. No livro do André Luiz, eh, e a vida continua, a narrativa se dá numa colônia espiritual em que André Luiz participa também, que tem só 100.000 pessoas. Uhum. Então é uma cidade colôia, uma colônia espiritual menor, mais aconchegante. Os espíritos é como se fosse uma cidade interior, né? >> Tá certo? E aqui a gente, na verdade, a gente é um número de pessoas de 150, 200 pessoas, não sei quantas, mas é, a gente poderia dizer que é um pequeno bairro. >> É, mas e todos ligados por alguma razão, né, professora? Todos ligados, né? todos conectados, né? >> Por alguma razão, espiritualmente falando, todos nós conectados, né? >> E essa conexão vai continuar, porque a gente vai se encontrar mais vezes. Uma vez que a gente estabelece essa relação de conhecimento, de amizade, de simpatia um pelo outro, a gente não perde mais. Então, todas as vezes que a gente encontrar no mundo espiritual, a gente, ô, fulano, como é que tá? Ele troca um abraço fraterno. Como é que você tá indo? Tá progredindo bastante. Imagina, vai ser uma maravilha. E se nós tivermos a oportunidade, quem sabe no na erraticidade, né, professora, quando dormimos, >> ao adormecer, se Deus nos der o privilégio de nos encontrarmos, que aí não tem a distância, né, professor? Eh, e isso já aconteceu aqui mesmo, foi quando o ano passado, né, aliás, esse ano em janeiro, quando eu fui no Congresso Espírita de Uberlândia, final de janeiro, eu encontrei muitas pessoas que fazem parte do estudo, que se se que vieram conversar comigo, olha, eu faço parte do estudo, aí a gente lembra do

no Congresso Espírita de Uberlândia, final de janeiro, eu encontrei muitas pessoas que fazem parte do estudo, que se se que vieram conversar comigo, olha, eu faço parte do estudo, aí a gente lembra do nome, se abraça, conversa um pouco. Então é muito gostoso, muito bom. Então isso vai continuar no mundo espiritual também. >> Assim seja. Vamos iniciar com a nossa prece então, professor, que hoje nós vamos dar continuidade, né, ao estudo da do >> Isso isso. Vamos sim. Então vamos colocar nosso pensamento ligado ao nosso Pai Celestial, pensar no nosso querido mestre Jesus, esse espírito grandioso que cuida da nossa evolução, que nos orienta, nos dirige, que é o nosso caminho, que é o nosso guia e modelo. Vamos pensar nos nossos amigos espirituais, nossos guias espirituais, nossos anjos de guarda, nossos espíritos familiares que estão melhores do que nós, que estão sempre procurando nos auxiliar. E através desse pensamento unido, busquemos em Deus, que é a fonte inesgotável do universo, os recursos e as forças, as energias necessárias que precisamos para seguirmos na nossa trajetória evolutiva com alegria, com coragem, com bom ânimo, sendo capazes de enfrentar todos os desafios. fios que a vida nos oferece. Porque com essas energias, com esse amparo que às vezes a gente representa figurativamente segurando na mão de Deus, porque isso é uma forma figurada de dizer, não é? é a mente, o coração, sentimento grandioso de misericórdia e de amor de Deus que nos sustenta em todas as atividades, especialmente quando nós nos ligamos a ele por nossa própria escolha, pela nossa própria eh capacidade de desejar, de querer, não é, e de colocar dentro de nós o pensamento de Deus. assim absor possamos absorver essas energias. Como nós absorvemos a energia do sol durante o dia para aquecer o nosso corpo, aqueçamos as nossas almas, os nossos espíritos com o amor de Deus que nos fortalece, que nos engrandece e que nos puxa na direção da felicidade plena. Te agradecemos, Senhor, por ter-nos

nosso corpo, aqueçamos as nossas almas, os nossos espíritos com o amor de Deus que nos fortalece, que nos engrandece e que nos puxa na direção da felicidade plena. Te agradecemos, Senhor, por ter-nos criado, por ser o nosso Pai amoroso e bom continuamente, por ternos dado esse irmão mais velho, nosso mestre Jesus, que cuida de nós desde a nossa formação, porque ele é anterior a nós, já evoluiu até atingir a angelitude, a posição de espírito puro. E por isso sabe o caminho, sabe as verdades, tem a vida em abundância, porque está em comunhão plena contigo, Pai Celestial. Por isso te agradecemos por nos dar esse irmão que cuida de nós. Que possamos todos nós, unidos como verdadeiros irmãos, possamos também de nossa parte distribuir essas energias de boa vontade, de carinho, de atenção com todos os nossos irmãos e humanidade. Esteja conosco sempre, Senhor. Que assim seja. Então nós vamos dar continuidade, né, professor, na >> na questão 73, né? Isso. Nós tínhamos lido na reunião, na estudo anterior, essa pergunta 73. O instinto independe da inteligência. E aí a gente viu que os espíritos nas resposta que dão, não é? Ligam um instinto com a inteligência, dizendo o seguinte: precisamente não. Um instinto não independe da inteligência. Por isso que um instinto é uma espécie de inteligência. E aí ele classifica essa inteligência sem o raciocínio. É uma inteligência sem raciocínio. Então é uma inteligência automática desenvolvida pelo processo repetitivo das experiências que o princípio inteligente faz. E aí ele diz claramente que é por ele, através do instinto, é que todos os seres proveem as suas necessidades. Então veja como a inteligência suprema do universo é fantástica, não é? Porque algo e é isso que garante a diferença entre o princípio inteligente e o princípio material. O princípio inteligente tem um rudimento de inteligência, tem de, vamos poder dizer assim, tem uma inteligência em estado latente que vai se desenvolver de forma simples até atingir uma forma mais complexa,

cípio inteligente tem um rudimento de inteligência, tem de, vamos poder dizer assim, tem uma inteligência em estado latente que vai se desenvolver de forma simples até atingir uma forma mais complexa, enquanto desenvolve na forma simples, a experiencia do princípio inteligente que se une ao princípio material, vai elaborando experiências e arquivando essas experiências através de uma memória instintiva. E através desse uso, dessa memória instintiva, vai impulsionando-se pela lei de evolução para fazer mais experiências e vai acumulando essas experiências, repetindo-as tantas vezes quantas são necessárias para criar um banco de memória automático. para que todas as vezes que a gente precisar de repetir aquela experiência, ela já está arquivada no princípio inteligente e ela espontaneamente é utilizada. Não é o princípio inteligente, não precisa decidir, porque ele não está na fase de decidir. Ele não tem decisão. Ele está acumulando, criando banco de memória por processos repetitivos, mas de forma inteligente, de uma inteligência rudimentar. A gente vê isso quando a gente analisa os animais. Os animais não pensam, mas eles repetem as experiências e aprende experiências novas. Eu não sei se vocês já viram a experiência que o pessoal faz com passarinho, porque passarinho parece um bichinho tão minúsculo, né? tão sem significado do ponto de vista da inteligência, mas eles os homens fazem um tubo transparente de de plástico, coloca gravetos atravessando esse tubo, né? faz furinhos e põe vários gravetinhos atravessando. E lá embaixo, né, tem sementes, comidinha que os passarinhos poderiam comer, mas para eles comer eles têm que ter acesso. E para ter acesso, eles vão arrancando devagarinho, fazendo experiências repetitivas até conseguir de tirar um palitinho, depois tira outro, depois tira outro, depois tira outro até chegar nas sementes. Ele não tira os palitinhos de uma vez, ele vai aprendendo aos poucos. Mas depois que ele aprendeu, aí ele chega lá, tira um palitinho, tira

epois tira outro, depois tira outro até chegar nas sementes. Ele não tira os palitinhos de uma vez, ele vai aprendendo aos poucos. Mas depois que ele aprendeu, aí ele chega lá, tira um palitinho, tira o outro, tira o outro, tira o outro, tira o outro e come, porque já arquivou a experiência na sua memória automática. Então é muito interessante isso. São reflexos automáticos que vão sendo armazenado na memória do princípio inteligente por um processo repetitivo. Então, é isso que constitui o instinto e o princípio inteligente quando chega numa fase bastante desenvolvida, tendo passado por todos os reinos da natureza animal, ele começa a ter pulsos de consciência da própria individualidade. Esse expulso de consciência da individualidade, ele tem momentos que ele quer decidir, quer fazer coisa nova, mas ele não consegue ainda porque ele não tem pensamento contínuo. até que chega uma fase do seu desenvolvimento através de múltiplas vidas em diferentes espécies, vai se aproximando da forma humana e um dia ele adquire a consciência da própria individualidade. E aí ele distingue ele mesmo do resto do ambiente. Ele se distingue dos outros. Ele sabe que ele é ele, os outros são os outros, não é ele. Quando ele atinge essa fase, ele então adquire com a consciência a capacidade de ter acesso por escolha própria à sua memória. Mas ele ainda tem a memória consciencial quase virgem, porque ele ainda não teve quase experiência nenhuma. Isso é uma transição contínua da do da sombra, né, do escuro, sombra e luz. é um desenvolvimento continuado. Então, quando ele adquire essa consciência da própria individualidade, a partir daí a gente pode dizer que ele agora é um ser inteligente com consciência da própria individualidade. essa consciência da própria individualidade lhe dá o desejo de fazer as coisas. Então, ele desenvolve também o livre arbítrio, a capacidade de escolher. Então ele faz uma experiência, se ele gosta dela, ele escolhe repeti-la porque é prazeroso. Se ele não gosta dela,

r as coisas. Então, ele desenvolve também o livre arbítrio, a capacidade de escolher. Então ele faz uma experiência, se ele gosta dela, ele escolhe repeti-la porque é prazeroso. Se ele não gosta dela, porque causa um mal-estar, um desprazer, ele então evita aquilo por escolha. Então, a partir daí, ele deixa de ser um princípio inteligente por simplesmente para ser chamado de espírito. E agora a sua inteligência é inteligência consciencial, mas tudo aquilo que ele adquiriu na fase da inconsciência está armazenado dentro dele como processos automáticos de sobrevivência. Porque um instinto acumulado foi para garantir a ele, através das experiências, a sobrevivência. Então ele tem um instinto de conservação da vida e tem já algumas emoções, que os animais têm emoções, mas não tem sentimento. O sentimento é a emoção com consciência. Veja que coisa importante a gente entender. A emoção é um sentimento nato na fase que a gente desenvolveu no mundo animal. Mas o sentimento, que é emoção transformada numa percepção, o indivíduo percebe a emoção e decide reação em relação a essa emoção, ele então daí ele não tem mais pura e simplesmente emoção, ele tem sentimento que vai se desenvolvendo à medida que ele vai aprimorando as suas emoções, porque ele vai fazendo isso com consciência. Então, a gente pode compreender nessa linguagem que Kardec coloca no livro dos espíritos que instinto é uma espécie de inteligência sem raciocínio. E a inteligência é a inteligência com raciocínio, certo? Então, quando a gente fala assim: "Nossa, esse cachorro é muito inteligente, ele é muito esperto", mas inteligente mesmo é o ser humano, porque o ser humano decide as coisas, o animal repete as experiências que ele aprende. O ser humano, além de repetir, ele por conta própria, cria novas experiências, engendra, articula, elabora novas experiências quando os animais não fazem isso, tá? OK? Então, essa pergunta de Kardec distingue essas duas coisas. Aí depois a gente pula pra pergunta 74. onde Kardec faz o seguinte

ula, elabora novas experiências quando os animais não fazem isso, tá? OK? Então, essa pergunta de Kardec distingue essas duas coisas. Aí depois a gente pula pra pergunta 74. onde Kardec faz o seguinte questionamento: pode estabelecer-se uma linha de separação entre o instinto e a inteligência? Isto é, precisar onde uma acaba e onde começa a outra? A resposta dos espíritos não, porque muitas vezes se confundem, mas muito bem se podem distinguir os atos que decorrem do instinto do que daqueles que são da inteligência. Como é que a gente faz isso? Os atos instintivos são aqueles que visam preservar e proteger o indivíduo no processo de sua vida, enquanto os atos inteligentes são pensados, elaborados para se atingir um fim que se deseja. Então, quando você elabora as coisas para fazer uma determinada coisa, você tá usando a inteligência. Quando você age de inopino, não é, de uma maneira eh não pensada por impulso, você tá fazendo um ato instintivo. Então, a gente compreende que há diferença dessas duas maneiras de se comportar. Num h a necessidade num no ato instintivo, a espontaneidade básica, noutro a a elaboração do raciocínio e das associações de ideias para se atingir uma finalidade almejada. Então, a gente tem as duas coisas e a gente usa as duas coisas. Quanto mais evoluído a gente for, mais a gente usa os atos elaborados, deixando de usar por espontaneidade as ações básicas. OK? E isso é o motivo da outra pergunta, pergunta 75. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminui a medida que crescem as intelectuais. Essa é a pergunta 75. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminuem à medida que crescem as atividades intelectuais, as faculdades intelectuais? Não, o instinto existe sempre, mas o homem a o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem, porque ele é um instinto de conservação, de preservação da integridade da vida. Ele quase sempre nos guia, algumas vezes com mais segurança do que a razão. Nunca se transvia. Vou dar um exemplo.

bem, porque ele é um instinto de conservação, de preservação da integridade da vida. Ele quase sempre nos guia, algumas vezes com mais segurança do que a razão. Nunca se transvia. Vou dar um exemplo. Você chega à beira de um abismo numa pedra assim bem recortada e olha lá embaixo. O seu instinto, não é? te impulsiona para recuar por causa de uma emoção de insegurança, que a gente chama de medo. É uma emoção básica. O medo é uma emoção básica de proteção da vida. Olha que lindo. Olha que coisa interessante, não é? Mas o raciocínio fala assim: "Não, por que que eu vou ter medo? Deixa eu chegar mais perto que eu quero ver lá embaixo." Então, a razão e o instinto estão dupl agindo numa circunstância desse tipo. Como o homem tem a capacidade da escolha, ele pode escolher chegar até a beiradinha. Mas corre o risco da imprudência da pedra, não é? De escorregar um pé e cair lá embaixo. OK? Então, a razão às vezes põe a gente em perigo, mas o instinto evita o perigo. Tá claro isso? Tá claro isso para você, Ana? Ótimo. >> Tá claro? >> É muito interessante a gente olhar para dentro da gente para analisar esses comportamentos nossos, porque a gente tem os dois comportamentos. Então, o instinto e a inteligência são recursos evolutivos do espírito. Quanto mais o espírito evoluir, menos ele vai precisar de usar um instinto, porque ele aprende com as emoções a ter prudência. Prudência pensada, raciocinada, elaborada, portanto, não instintiva da inteligência. OK? Então, muito bom isso. Os atos instintivos são aqueles que visam a preservar e proteger o indivíduo no processo de sua vida, enquanto os atos inteligentes são pensados, elaborados para se atingir um fim que se deseja. Isso é importante a gente entender isso. Então, um instinto existe sempre, mas um dia a gente vai desprezá-lo, tá certo? Mas o instinto bem utilizado nos protege. Ele quase sempre é um guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Como no exemplo do precipício, da beada, né, do abismo que eu inventei agora.

o? Mas o instinto bem utilizado nos protege. Ele quase sempre é um guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Como no exemplo do precipício, da beada, né, do abismo que eu inventei agora. É interessante observar que as aquisições alcançadas, sejam instintivas ou elaboradas pela vontade, jamais serão perdidas pelo indivíduo, mas ele pode deixar de usar aquilo que adquiriu em face dos desejos de avançar na direção do progresso. É assim que vamos deixando de usar um instinto que não perdemos para arquitetar o nosso progresso pela vontade persistente, bem elaborada. No seu desejo de progredir, chega um momento em que o homem se educa também no entendimento espiritual, compreendendo os engodos, as ilusões do interesse material, que muitas vezes, a maioria das vezes, são movidos por egoísmo, orgulho ou vaidade e fazem falsear os interesses materiais como mais importante. Os desejos transitórios vão sendo então deixados para trás em favor dos desejos permanentes que passam a ser dominantes no espírito já sabedor de sua realidade espiritual perene. Então veja como as coisas se encadeiam evolutivamente, não é? A gente vê pela lei de evolução que tudo vai se encadeando numa linha de tempo que a gente caminha para sempre, para a frente, sempre para o alto, numa linguagem figurada. Então, o ser humano caminha para a frente e para o alto, isto é, ele sai de um estágio anterior para ir para um estágio posterior mais rico de recursos. Às vezes, por teimosia própria, ele fica parado numa dada situação, criando compromissos, se envolvendo em dramas internos que o atrapalha nessa conquista. Por exemplo, quando ele entra num estado de depressão, quando ele fica no estado melancólico, achando desanimado, achando que a vida não vale a pena, tá tão difícil as coisas, o ser humano é um bicho complicado, todo mundo parece que tá fazendo só besteira, esse mundo não melhora muito nunca, fica só essa confusão. Aí a pessoa tá parada num loop, num circuito fechado de pensamento que não deixa ele ir pra frente.

mundo parece que tá fazendo só besteira, esse mundo não melhora muito nunca, fica só essa confusão. Aí a pessoa tá parada num loop, num circuito fechado de pensamento que não deixa ele ir pra frente. Se ele pensar tudo isso é tudo é transitório, essas pessoas estão fazendo isso porque eu não descobriu o lado vantajoso de fazer o bem. Vamos em frente, vamos todo mundo junto, vamos vencer nós mesmos e vamos crescer. Aí encheu-se de otimismo, deixou o pessimismo de lado, saiu da depressão e começa a enfrentar os desafios da vida para conquistar a si mesmo e os valores que vai sendo incorporado na nossa experiência de crescimento, tá certo? Então vejam, todas as vezes que a gente para para reclamar, a gente tá marcando passo. Todas as vezes que a gente analisa a situação e vê que tem saídas, se a gente se esforçar, a gente tá caminhando para a frente e para o alto. Então, entender inteligência, instinto são eh posicionamentos importantes para nós, porque eles nos ajudam a caminhar sem interrupção na nossa linha de progresso. E é importante a gente fazer isso com a gente mesmo. A Fernanda Linhares está colocando o instinto é a lei de conservação na prática e da lei de destruição também. A lei de destruição não existe. Existe a lei de transformação. Destruição é um ponto de vista material da observação das coisas. Porque Deus não fez propriamente uma lei de destruição, mas uma lei de mudança, de transformação. Porque a única coisa que destrói é a formatação da matéria, porque o espírito é indestrutível. Então, também a gente precisa aprimorar os conceitos espirituais. A matéria foi feita para agregar e desagregar, mas o espírito não. O espírito só cresce, só evolui, só progride. Então a matéria é necessária que ela se agregue e desagregue. Por isso parece destruição. É uma forma que tinha que perde essa forma, depois se desagrega. Por exemplo, o nosso corpo físico quando morre, enquanto ele tá vivo, ele tá se re atualizando na vida, mas quando ele para de viver, não tem mais consistência,

perde essa forma, depois se desagrega. Por exemplo, o nosso corpo físico quando morre, enquanto ele tá vivo, ele tá se re atualizando na vida, mas quando ele para de viver, não tem mais consistência, perdeu a finalidade. Então ele é desagregado, mas não é destruído, porque não se perde sequer um átomo do nosso corpo, se quer um elétron do nosso corpo se perde. Então é interessante a gente repensar que as leis da natureza são leis divinas. Deus não fez nada para ser destruído. Destruição é uma percepção transitória, porque você viu um objeto, explodiu ele, você não vê ele mais. Mas daquele material que constitui aquele objeto, nenhum átomo se perde. Mesmo que ele possa por altas temperaturas se transformar em energia, ele se transforma em energia, mas não se perde, porque essa energia não se perde. Então, veja, não há destruição. transformação. É muito importante a gente entender isso. Então, por isso a gente não perde o que a gente adquire. Se a gente adquiriu todos esses impulsos automáticos através dos processos da vida, da vida ainda inferior, nós estamos chamando de vida inferior antes do homem, tá certo? Não entendo inferior e superior como melhor, pior. Não é essa a ideia. É de uma sequência evolutiva. O que vem atrás, o que tá na frente. Inferior que tá atrás, superior que tá na frente. É só na sequência da linha de tempo do processo evolutivo. Então, tudo que a gente adquiriu na fase inferior vai ficar permanentemente armazenado no ser espiritual. Mas ele não vai precisar usar mais porque ele adquiriu coisas melhores na fase posterior, na fase superior, com a consciência da própria individualidade. Então ele agora arquiva as coisas sabendo que arquiva e usa quando quer. Então a gente nem perde instinto, nem perde inteligência. Então, as faculdades instintivas não diminuem enquanto as intelectuais crescem. As as faculdades instintivas permanecem as mesmas, enquanto o ser humano, o espírito vai desenvolvendo cada vez mais as faculdades intelectuais até o limite

diminuem enquanto as intelectuais crescem. As as faculdades instintivas permanecem as mesmas, enquanto o ser humano, o espírito vai desenvolvendo cada vez mais as faculdades intelectuais até o limite do espírito puro, como Kardec coloca no próprio livro dos espíritos lá na frente, dizendo que para o espírito ser puro, ele precisa saber tudo. Tudo é tudo, não deixou nada de fora, tá certo? Então esse é o espírito puro. Então a faculdade intelectual se desenvolve para conhecer tudo da criação divina. Aí Kardec ainda põe mais uma pergunta, a 75A. Seria infalível assim, porque nem sempre, Kardec pergunta, porque nem sempre é guia infalível a razão? Olha a resposta que elegante. Seria infalível se não fosse falseada pela má educação, pelo orgulho e pelo egoísmo. O instinto não raciocina. A razão permite a escolha e dá ao homem o livre arbítrio, o desejo de fazer, de querer, de insistir naquilo, mesmo que possa acontecer danos. Uma vez eu vi escrito num para-choque de caminhão, sabe? filosofia de para-choque de caminhão. Tinha muito isso. Hoje o pessoal usa pouco, mas tinha muito isso. Tava escrito assim no no para-choque do caminhão atrás, não me dê conselho, deixe que eu erro sozinho. Parece racional. Quer dizer, um indivíduo que usa bem a razão, ele fala: "Me dê conselho". Porque os conselhos são opções que eu posso eventualmente precisar de escolher sem precisar de errar sozinho, não é? Mas o ser humano, por causa do orgulho faz um pensamento desse. Não me dê conselho. Quem é você para ser melhor do que eu? Deixe que eu erro sozinho por minha conta. Tá certo? Então, essa é uma manifestação do orgulho. Então, é claro que o orgulho falseia a razão, mas a experiência conduz o homem de volta ao bom senso, porque a lei de causa efeito é a lei reguladora das escolhas. Escolha boa, resultado bom. Escolha ruim, resultado sofrido. E a gente como não gosta de sofrer, pensa: "Opa, não é por aqui que eu tenho que ir". Mas tem gente que é tão orgulhoso e fala assim: "Ah, tá doendo, mas eu vou

o bom. Escolha ruim, resultado sofrido. E a gente como não gosta de sofrer, pensa: "Opa, não é por aqui que eu tenho que ir". Mas tem gente que é tão orgulhoso e fala assim: "Ah, tá doendo, mas eu vou continuar". E arranja mais encrenca, não é? Então é muito interessante. Então eu tenho aqui um texto muito bom para completar isso. Na sua marcha evolutiva, depois de adquirir toda a sua base instintiva no reino animal, o princípio inteligente começa a ter os primeiros pulsos de consciência e nesse treino continuado acaba por ter a consciência de sua individualidade, distinguindo-se uns dos outros. Com essa consciência tem acesso à sua memória recente e então começa a associar o que fez com o que precisa fazer. Isso leva ao uso da razão, em face de já possuir o pensamento contínuo, ou seja, adquire a posição de espírito humano. Não é mais um princípio inteligente, mas um espírito com a capacidade do livre arbítrio, com a razão. por meio do mecanismo da lei da reencarnação, vai acumulando experiências e construindo a memória até alcançar o significado da responsabilidade pelos seus atos, deixando ser um espírito primitivo para alcançar o nível de expiações e provas. continua nesse processo para ir acumulando experiências de responsabilidades até fixar em si mesmo a consciência de espírito imortal. é uma nova consciência, já conseguindo trazer para a vida no corpo a consciência da imortalidade com responsabilidade. consegue assim ingressar no entendimento das leis espirituais que o governam, inaugurando a fase da regeneração, quando então se torna o promotor consciente da sua realidade espiritual, promotor de sua evolução espiritual em direção à posição de espíritos superiores. É isso que está resumido de forma linda no dolmen do túmulo de Allan Kardec, como está escrito na lápide do codificador Allan Kardec. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar. Esta é a lei. Não é muito bonito? E assim a gente conseguiu conversar nessas 17 lives do Causas primárias sobre as 75 perguntas e subperguntas

c. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar. Esta é a lei. Não é muito bonito? E assim a gente conseguiu conversar nessas 17 lives do Causas primárias sobre as 75 perguntas e subperguntas da primeira parte do livro dos espíritos das causas primárias. Muito bom. No meu livro, a primeira edição, eu paro aí. Na segunda edição, eu pus um capítulo adicional que nós vamos continuar para vê-lo inteiro, que é um resumo, não é? Juntando todas essas coisas pra gente ter então uma visão sintética da evolução da vida, tá? OK. Então, no nosso próximo estudo das causas primárias, nós já vamos sair do livro dos espíritos e vamos seguir na segunda edição do nosso livro, uma visão sintética da evolução da vida. Vamos conversar através de perguntas e respostas aqui de opiniões de vocês pra gente aproveitar tudo que a gente puder desse estudo. >> Enquanto as perguntas vão chegando, eu vou fazer uma, professor, baseada nessa última, né, da eu vou até colocar ela aqui, pera aí. Eh, pegar 75 aqui que a gente não aqui a a razão não é eh não é não é infalível por conta do orgulho e do egoísmo, né? E aí o Eu até fui dar uma pesquisadinha, porque a o orgulho e a o egoísmo, eles são tanto, razão, é uma emoção que é tanto razão quanto tem um pouquinho ali, principalmente o orgulho de instinto, né, que se a gente avaliar bem, ele tem as duas coisas, né? Tá embuído duas. Ora, não, orgulho egoísmo não é instinto, enquanto no animal ele não é instinto, porque ele é uma defesa de sobrevivência. >> Hum. Mas no ser humano que sabe olhar para si e ver o seu comportamento, porque tem consciência da própria individualidade, ele se torna por viciação, orgulho e egoísmo. É, então, mas eh nessa questão da inteligência, né, professor, e é um ele é um sabotador, ele acaba sendo um sabotador, né, mas até que ponto que ele que ele influencia, né, nessa nessa inteligência, né? Porque vou dar um exemplo, às vezes a gente tá milindrado e a gente acha que aquilo é na razão nossa ali, o milindre tá correto. E no

onto que ele que ele influencia, né, nessa nessa inteligência, né? Porque vou dar um exemplo, às vezes a gente tá milindrado e a gente acha que aquilo é na razão nossa ali, o milindre tá correto. E no entanto, eh eh acaba entrando nesse guia aí, nessa questão que é infalível, por e acaba sendo falível, né? Por quê? Porque tá com orgulho, tá com vaidade, né? E outras coisas mais. Mas aí como é que fica então e essa questão eh relacionada aí a a pra gente ir aprendendo a lidar com isso, né, na questão da razão. Eu fiquei um pouco confusa >> por causa da lei de causa e efeito, >> tá? >> É muito fácil. E quando a gente tem compreensão espiritual, ela fica mais fácil ainda. Veja bem, suponha que você está atravessando a rua e uma motocicleta vem e te tira o fino, não respeita você que tá na faixa de pedestre. Você fica indignada, aborrecida, chateada, não é verdade? Fica aí junto comigo para te responder. Não é verdade? que a pessoal gosta de ver o senhor falando. >> Não, eu fico chateada. >> Não, eles estão ouvindo, vendo também. Então, veja bem, você fica indignado. O que que você pode fazer? Se você se sente ofendida, injustiçada, mas você não sabe ainda as consequências de uma reação, você arranca de um revólver e dá um tiro no cara, certo? Certo? >> Ou se você tiver chance, se você tiver de carro, por exemplo, e ele fez isso com você e bateu no seu retrovisor, eu já vi isso acontecer no trânsito, o cara vai atrás com o carro e atropela o motociclista. >> Já vi também, >> né? Então, veja bem, do ponto de vista do momento, o indivíduo parece ter razão, mas é uma razão ainda pobre de experiências, >> porque se ele souber o motorista que caiu no chão agora arranca de uma arma e te mata ou te te aleja com um tiro, a consequência vai ser pior, >> não é? Então veja, são razões de um e de outro a procurando defender o seu ponto de vista, tá? OK. Mas se você tiver um pouquinho de bom senso com a lei de causa e efeito e de imaginar que o outro pode ter uma reação pior do que a sua, você deixa

a procurando defender o seu ponto de vista, tá? OK. Mas se você tiver um pouquinho de bom senso com a lei de causa e efeito e de imaginar que o outro pode ter uma reação pior do que a sua, você deixa passar. >> Agora era bem esse ponto mesmo. >> Por que que você não deixa passar? O seu orgulho é maior. >> O orgulho é maior. É. >> Aham. Então ele nos atrapalha. >> Não. Então mas aí nesse ponto que eu que o senhor pegou, né, que é o orgulho na hora você, lógico, você não enxerga o orgulho das coisas que que a gente tem esse orgulho e a vaidade. Naquele momento parece a razão. Então aí Pois é, mas é uma razão pouco desenvolvida. Sim. Porque a razão maior é juntar outros fatos e pensar lá na frente, elaborar o pensamento. >> Então aí veio, aí veio assim agora que é assim, não tem o senhor falou das leis de causas e efeitos, então não tem como a ter essa evolução da inteligência sem a gente estar atrelado a todas as leis divinas. Pois é, mas ela não precisa nem ser compreendida espiritualmente ainda, porque do ponto de vista da preservação da vida, se você provoca em reação, provoca o outro, ele pode ser pior ainda. E você sabe que existe essa possibilidade. >> Sim. >> Então, o que que manda prudência? Agora, quando a gente conhece as leis espirituais e sabe que a gente é um espírito imortal e que vai ter que carregar esse problema paraa frente, então a gente se refreia com muito mais razão, porque agora a razão espiritual soma com a razão material para te preservar de um sofrimento futuro. >> Mas aí não entra um pouco do instinto também, professor? Porque aí, por exemplo, até até por instinto eu posso falar assim: "Não, eu posso morrer, né? Tô tô dando um exemplo." >> Pois é. Mas aí aí veja bem, >> isso você tá pegando a pessoa em situações evolutivas diferentes, >> porque se ele for agir por instinto, significa que ele ainda tem pouco de razão para usar. Então ele é mais primitivo do que aquele que já adquiriu a razão, >> tá? >> Entendeu? >> Aí vai mais pelos impulsos mesmo, pela

agir por instinto, significa que ele ainda tem pouco de razão para usar. Então ele é mais primitivo do que aquele que já adquiriu a razão, >> tá? >> Entendeu? >> Aí vai mais pelos impulsos mesmo, pela sem pensar, sem agir. >> Toda pessoa impulsiva complica a própria vida. >> Sim, entendi. Chegou uma pergunta aqui que é da Ângela, né? Ângela Bueno, ela diz assim: "Pode nos falar um pouco sobre a lei de destruição do livro dos espíritos?" Olha, é muito simples a lei de destruição. Tudo que é material é transformável. Tudo que é espiritual é permanente, tá certo? Então veja bem, a lei de destruição só atinge a forma, nunca o conteúdo. Então, a gente tá cansado de ver, olha, você construiu uma casa, a casa ficou bonita para você e tal, você morou ali, morou seus filhos, seus netos. Aí a casa ficou velha porque a cidade cresceu, desenvolveu e tal. E tem alguém quer fazer ali um prédio ou fazer uma casa muito mais bonita, então el vai ter que destruir a sua coisa material é transformável. Então a destruição, na verdade é sempre transformação. Qualquer coisa que você pensar é assim. O próprio planeta nosso, que teve um começo, 4,6 bilhões de anos atrás, vai deixar de existir como planeta. Um dia, o nosso sol vai deixar de ser o sol um dia. Ele tem 5 bilhões de anos. Daqui mais 5 bilhões de anos, ele vai virar, tá certo? Um aglomerado de gases e tudo mais. Vai, porque são coisas que são transformáveis, mas toda a vida que existe na terra vai progredir. A vida espiritual toda vai progredir e vai atingir angelitude. Então, a lei de destruição, aquilo que parece aos nossos olhos destruição, é só uma transformação, porque as coisas materiais não foram feitas para serem permanentes. Deus, por isso Deus cria princípio material e princípio espiritual, porque o princípio espiritual é permanente. Ele usa o princípio material para mudanças e elaboração para o seu crescimento e depois deixa de usar. É, é, a gente tem que procurar muitos exemplos para mostrar isso, mas essa é a ideia.

permanente. Ele usa o princípio material para mudanças e elaboração para o seu crescimento e depois deixa de usar. É, é, a gente tem que procurar muitos exemplos para mostrar isso, mas essa é a ideia. Pegue o livro dos espíritos na terceira parte, dê uma lida na lei de destruição. Outra vez o espírito começa lá logo dizendo: "Aquilo que te parece destruição é apenas transformação, mudança. Tem gente que detesta mudança. Tem gente que tem uma casa bem arrumadinha. A maravilha casa. Se alguém chega lá, tirar uma coisa do lugar, ele estrela, dá a maior bronca, cria o maior se leuma, porque ele não gosta de mudança. Pessoas assim sofrem muito, porque a vida tem que ser de mudança. Todo dia o sol nasce de novo, mas não é igual o dia anterior. É parecido sol, mas não é igual. Professor, acho que o pessoal tá bem entendido do assunto, porque não não chegou ainda as as perguntas aqui, mas é que é é como foi falado anteriormente, né? É uma conquista a nossa isso tudo aos poucos, né, professor? É a conquista de cada um, né, de nós, né, que vamos, conforme o senhor fala, a cada encarnação adquirindo um pouquinho mais, né? >> É. dessa inteligência, dessa, >> vamos, vamos fazer, vamos aproveitar aqui que tem alguns comentários que são interessantes. Por exemplo, a Suzir Prudente, não é? Põe esse comentário. Se o conselho fosse bom, seria vendido. >> Olha, é tão bom que é vendido. Hoje existem várias profissões que é dá conselho. Que que um fisioterapeuta, um psicoterapeuta faz? Ouve, ouve, ouve. e te dá sugestões. Quando você vai construir uma casa, o que que você faz? Você chama o arquiteto. Ele vai te mostrar, te dar os conselhos básicos para você fazer sua casa. Você tá pagando por isso. Conselho bom custa caro. Conselhos morais de amigos, conselhos de pessoas próximas da gente que pode às vezes ser confortável, pode ser desconfortável. Depende quem dá o conselho e depende de quem recebe o conselho. Então esse essa esse jargão conselho, se fosse bom, não seria dado, seria vendido. Ele não é

s ser confortável, pode ser desconfortável. Depende quem dá o conselho e depende de quem recebe o conselho. Então esse essa esse jargão conselho, se fosse bom, não seria dado, seria vendido. Ele não é verdadeiro. >> É que a gente aprende e a gente não aprende com os com os eh com a experiência do outro, né? A gente vai acaba e faz errado para aprender, né? passa pelas. >> Mas veja só, há duas maneiras de aprender. Duas, só duas. Com a experiência própria, é lugar comum, todo mundo. E com a experiência alheia as pessoas que já prenderam um pouco de humildade. >> Uhum. Porque as pessoas que já tem um pouco de humildade, ela pode raciocinar assim: "Aquele fulano não é diferente de mim. Se ele tá fazendo aquilo e tá dando errado para ele, certamente vai dar errado para mim. Então não, eu vou aproveitar e aprender com ele. Eu não preciso saber os efeitos que a cocaína faz em mim. Nunca provei cocaína. >> Uhum. >> Tá certo? Porque é só olhar a pessoa que usa cocaína e ver como é que ela destrói a vida dela. Por que que eu vou experimentar para fazer? Não, mas eu quero saber qual é a sensação. Isso é razão com orgulho. Perdeu a humildade, não tem humildade. Se você tiver humildade, para que que eu vou fazer? Eu tô vendo que tá dando errado. >> É achar que é diferente do outro, né, professor? E nós somos irmãos, né? Não existem essas duas maneiras de aprender, com a experiência própria e com a experiência alheia. Para aprender com a experiência alheia, a gente tem que se colocar no lugar do outro. Então, tem que ser humilde. >> Tem um outro aqui, um outro comentário aqui também que foi da eh Maria das Graças que fala, tem um ditado que diz: "Não se pode fazer uma fritada sem quebrar os ovos". >> É isso aí. Essa é óbvia, né? >> Ah, >> só se fizer uma fritada também tem muito tipo de fritada, né? Você pode fritar outra coisa que não seja ovo, aí não precisa quebrar os ovos. >> Ela também é parcial. >> O Cosm, ele pediu que se fosse possível pro senhor falar de novo sobre a razão

e fritada, né? Você pode fritar outra coisa que não seja ovo, aí não precisa quebrar os ovos. >> Ela também é parcial. >> O Cosm, ele pediu que se fosse possível pro senhor falar de novo sobre a razão material e espiritual. >> Muito bem. Isso é importante. A razão. Pensa o seguinte, imagine que a humanidade, as pessoas de uma cidade tal conhecimento espiritual, mas são pessoas inteligentes que estão morando ali. Então, na vida de relação, a gente aprende as coisas que dão certa e as coisas que dão errada, certo? Então, existe uma razão material. O que que é dar certo e dar errado? Aquilo que é confortável, que não cria de sabores. E as coisas que criam de sabores. Por exemplo, vizinhança. Se você implicar com o comportamento do vizinho, você vai criar uma dificuldade com ele que pode terminar num drama. Então, o bom senso é a razão material. que nos ajuda a pensar assim, se eu tolerar esse meu vizinho e de repente até ajudá-lo sem ele perceber, ele vai parar de fazer isso em algum momento, eu fico livre disso. Essa é a maneira correta de fazer. Mas exige de você uma postura elaborada. Isso é a razão a seu serviço, porque você tá baseado numa vida de relação que tem continuidade, tá certo? Por exemplo, a gente tá na no lugar comum, você vai no shopping, por exemplo, com o seu carro e você que não tem o direito de parar na vaga de um idoso, você para na vaga de um idoso ou de uma pessoa incapaz, especial, que precisa de do espaço maior ali na vaga de eh pessoa que tem dificuldades físicas. Tá? OK. Então, quando você faz isso, você tá criando um problema. Se você chegar idoso, chegar junto com ele e ele entrar na frente e pôr o seu carro, você vai ficar irritado com ele, porque você tem direito, ele não. Isso é razão do cotidiano, da vida material. Você não precisa de espiritualidade para isso. Você precisa de bom senso. Aí você fala assim: "Ah, eu vou brigar com ele porque ele não tem o direito de parar ali". Você pode bater lá no no carro dele e for tirar satisfação com ele. Olha, meu moço,

ocê precisa de bom senso. Aí você fala assim: "Ah, eu vou brigar com ele porque ele não tem o direito de parar ali". Você pode bater lá no no carro dele e for tirar satisfação com ele. Olha, meu moço, senhor sai daí porque aí é meu lugar. Ali é idoso. O senhor não é idoso. Ele fala: "E daí?" Parei aqui porque eu quis. Não é? Aí você se sente desaforado, briga com ele e ele te dá uma facada, tá certo? Então você tem, veja bem, você tem direito, não confunda razão e razão. Você não tem razão de chamar a atenção dele. Você pode ter direito de chamar a atenção dele, mas não pode, a razão pode dizer para você que não vale a pena fazer isso, porque você não sabe quais são as consequências disso. Ao invésio de você arranjar uma vaga, você pode perder um braço, uma vida ou criar um problema mais grave. Agora, se você tem conhecimento espiritual e sabe que a vida é transitória e que essas pessoas vão acabar aprendendo pelas próprias consequências das ações desrespeitosas que elas gera para si mesma, você nem vai brigar com ele, deixa ele para lá. É como Jesus fez conosco. Pai, perdoa, porque eles não sabem o que fazem. Isso é a razão espiritual que vem em nosso socorro, não para agora, mas para o nosso futuro espiritual. Porque a gente sabe que a vida continua e a gente sabe que todas as coisas materiais são transitórias e que o mal só dura enquanto o bem não chega e ocupa o lugar. Não sei se fiquei ficou claro. Ficou sim, professor. Mas aí ele ele fala depois. O Benedito, sempre contribuindo com a gente, né? Ele fala: "Quanto mais evoluído, o espírito se aproxima da razão, afastando do instinto, mesmo instinto necessário em nossa caminhada, pois é, este é uma inteligência primitiva." >> Perfeito. Esse essa é o é o resultado do nosso estudo. A a Ângela colocou assim: "De certo ponto de vista divino, nada se destrói, tudo se transforma. E do humano nada se cria, tudo se transforma." >> É, alguém da ciência já disse isso, né? Na natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma.

ta divino, nada se destrói, tudo se transforma. E do humano nada se cria, tudo se transforma." >> É, alguém da ciência já disse isso, né? Na natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma. Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. >> A a o Anselmo coloca assim, a questão 895 do livro dos espíritos esclarece que além dos defeitos e vícios, o sinal mais característico de nossa imperfeição é o interesse pessoal. Isso é uma uma verdade espiritual incrível paraa nossa vida de mundo de expiações e provas. Porque no mundo de expiações e provas, o ser humano, enquanto na vida encarnada, mesmo os espíritos no mundo espiritual, que ainda são pouco desenvolvidos, não é? Tocam como motivação da sua vida o interesse, interesse pessoal, tá certo? E muitas vezes por causa do interesse pessoal falseia as coisas. parecendo, né, criar uma joia de ouro que, na verdade, ela tem só uma película externa de ouro, mas quando é riscada mostra o outro metal que tá por baixo. Tem muita gente que aparentemente é gentil e educado, mas é interesseiro, faz aquilo para levar as vantagens e conquistar aquilo que ele deseja. Então, o interesse pessoal, em última instância, se ele é forte no indivíduo, é ele que fala mais alto. Nós temos, nós vemos muito isso na nossa na no mundo da administração pública, não é? No, na verdade no próprio comércio, nas atividades humanas em geral, a pessoa faz as coisas pelo interesse de levar as vantagens que ele tem, porque ele ainda não compreende que se for bom para todo mundo, será bom para ele também. Então, o interesse pessoal pode ficar em segunda plana quando a pessoa pense altruisticamente. E é isso que a gente precisa fazer, porque o interesse pessoal é fruto do egoísmo. O José Luizou perguntou assim: "Professor Otaciro, o instinto se bem aplicado nos traz mais segurança no dia a dia? O senhor concorda? >> Depende do tipo de instinto, de qual situação existe, não é? A gente não pode generalizar essas coisas porque se fosse assim, a gente não precisaria da inteligência.

o dia a dia? O senhor concorda? >> Depende do tipo de instinto, de qual situação existe, não é? A gente não pode generalizar essas coisas porque se fosse assim, a gente não precisaria da inteligência. Então Deus teria feito uma coisa desnecessária. Obviamente que a inteligência bem exercida, desenvolvida e utilizada corretamente é melhor do que um instinto, porque senão a gente não deixaria de um dia usar um instinto. Então depende da circunstância. Benedito. É Benedito, né? É, deixa eu pôr aqui de novo a pergunta. >> Depende da circunstância, depende da situação, depende de qual instinto a gente tá usando. >> Ah, não, é o José Luiz, né? >> É >> José Luiz. é que eu desmarquei a pergunta dele, aí subiu. Eh, o José Aristide, ele pergunta assim: "Então, nunca perderemos o instinto, mesmo adquirindo a inteligência. O que aprendemos desenvolver a razão obtida pela inteligência?" Na verdade, razão e inteligência são duas coisas comuns, associadas, né? a gente nem separa uma da outra, porque a razão é utilizar da inteligência para tomar decisões melhores. Esse é o papel da razão. A razão tem o dever, tem a tarefa de nos conduzir de maneira adequada. Esse é o papel da razão. Quanto mais a gente tiver inteligência desenvolvida, melhor a gente usa a razão de maneira adequada, porque a gente raciocina com o conhecimento desenvolvido pela inteligência para poder tomar decisões mais convenientes e acertadas que não nos prejudique nem prejudique aos outros, tá? OK? Então, um instinto nosso vai continuar conosco, mas a gente vai devagarinho deixar de usá-lo, porque a gente não vai precisar dele, porque a razão com o desenvolvimento da inteligência, porque uma ajuda a outra, a gente faz coisas melhores que o instinto faria. Vou dar um exemplo, gente. Eu vou, né? Me vem na cabeça aqui um exemplo. Imagine que você tá perto numa ponte, na beira de uma ponte, olhando a água e alguém te vem por trás e te prega um susto. Como é que a gente reage ao susto, né? Faz alguma coisa que te assusta. A gente

magine que você tá perto numa ponte, na beira de uma ponte, olhando a água e alguém te vem por trás e te prega um susto. Como é que a gente reage ao susto, né? Faz alguma coisa que te assusta. A gente age instintivamente. Você dá um pulo, mas você pode dar o pulo na direção errada e cair no rio. Então, desse caso, a razão, a o instinto não foi bom para você, tá certo? Mas se você antes de levar suce você tem controle e a razão da controle sobre as suas emoções, ao invés de você dar um pulo como eh resultado sem pensar, porque ele é espontâneo. Se você raciocina antes, que que é isso que tá acontecendo? E olha para ver, aí você não pula e vê que é uma banalidade com uma brincadeira de mau gosto de alguém e você não corre o risco. Então, num caso, o instinto não foi bom e e no outro a razão foi boa, tá certo? Então, a gente tem que aprender que depende das circunstâncias, não é? Um instinto nos libera de coisas perigosas. Mas às vezes a calma, a tranquilidade, o autocontrole dado pela razão age de maneira muito melhor. >> É o o E ele tá associado a muitas emoções também, né, professor? >> Ah, sim. Porque as emoções, veja bem, eu disse que as emoções são desenvolvidas na fase animal e continuam no ser humano. Os animais têm emoção. O medo, a raiva, o nojo, a tristeza, a alegria são emoções básicas que muitos animais têm e a gente também tem, tá? OK. Mas a razão que analisa as emoções pode discipliná-las para fazê-las virar sentimento. Então, a raiva sem a razão continuada vira o ódio e o ódio é danoso. >> Uhum. >> Tá certo? A alegria sem a razão para educá-la pode criar um vício, o, né, o prazer pode criar um vício. Então, a razão é disciplinadora das nossas emoções e das nossas condutas. Nossa, eu nunca tinha visto por esse ponto, professor. Nossa, ficou muito claro porque é é é um é um limit, não é um limitador, é educador, né? O papel da razão. Veja bem, a gente pode simbolizar a razão, não é? E o sentimento como duas asas. >> Uhum. >> Se você desenvolve uma mais do que a

é um é um limit, não é um limitador, é educador, né? O papel da razão. Veja bem, a gente pode simbolizar a razão, não é? E o sentimento como duas asas. >> Uhum. >> Se você desenvolve uma mais do que a outra, não voa. >> Uhum. Tá certo? Você tem que desenvolver as duas juntos, porque uma controla a outra. Porque a razão sozinha faz você ficar fria, mas o sentimento sozinho faz você ficar apaixonado. A razão e o sentimento faz você usar bom senso. Nossa, agora eu acho que tá fechando com chave de ouro, porque é deu uma associação muito boa, porque a gente sempre ouviu falar, né, da razão emoção, as duas asinhas, mas >> que a razão é que educa o instinto a virar um sentimento. >> Olha, >> é que é aquela emoção mais primitiva, né? Ela vai se tornando mais sutil, né? Uma vez eu atendi uma moça lá na casa espírita que tava desesperada, chorosa, sofrendo, porque o namorado dela que tinha lá 5 ou se anos de namoro, terminou com ela e ela, o que que vai ser da minha vida? E agora que ela pôs todo o sentimento dela sem razão em cima do rapaz. E a gente não manda no sentimento de ninguém, só pode mandar no nosso próprio. É, >> no dos outros a gente não manda, tá certo? Então ela tava desesperada. Aí eu, como ela era uma pessoa que frequentava o centro e tal, né, ela me procurou, fui conversar com ela ali em lágrimas e eu fui conversando tal, acalmando ela até que ela começou a me ouvir, porque quando a pessoa tá assim nem te ouve direito, você tem que primeiro dar uma acalmada na pessoa para conversar depois. Aí eu fui mostrando para ela, né, que que bom que ele terminou com você agora. Imagina se você já tivesse casado com ele, tivesse filho e ele chegasse a essa mesma conclusão. >> É, >> a sua vida seria muito mais enrolada e mais complicada. Acredite em você. Não ponha o seu sentimento nas outras pessoas maior que o sentimento que você tem que ter por você. Se você não gostar de você mesmo, como é que você vai oferecer pro outro sentimento bom? Então, aprenda a gostar de você.

mento nas outras pessoas maior que o sentimento que você tem que ter por você. Se você não gostar de você mesmo, como é que você vai oferecer pro outro sentimento bom? Então, aprenda a gostar de você. Você não manda na decisão dele se ele chega, se decidiu que não quer mais ficar com você, olha pro futuro. Do mesmo jeito que você encontrou ele, você pode ter a chance de encontrar outro. Então não gaste lágrimas com isso. Sofre. É natural que a gente sofra, porque um relacionamento que a gente acreditava nele quando se rompe, não é? É porque ele não era bom, não era sólido. A gente acreditou nele por ilusão nossa, porque a gente tem que ir analisando as coisas e andando junto. A dita e feito, ela se acalmou, passou e tal, continua indo centro, tomando passe. Hoje tá casada com outro, com filho. Maravilha. A vida continua. Ô professor, mas isso razão e sentimento, >> isso em relação a qualquer tipo de relacionamento, né, professor? >> Qualquer qualquer >> é e essa questão. Então aí é onde e eh para afirmar entendimento, né? qualquer tipo de relacionamento, você educa inteligência aquele sentimento, sentimento de apego, sentimento de, ah, não sei, porque às vezes é confuso também, porque vou usar esse caso específico, né, que eu não conheço, mas tem aquele sentimento de querer tá perto, de querer, né, ficar com a pessoa, seja ela qualquer tipo de relacionamento. E aí a gente confunde um pouco, aí a gente educa também as nossas emoções, a aquela aquela frase famosa, quem ama liberta, quem ama deixa partir, quem ama deixa ir. >> Quem ama, quem ama tem um sentimento dentro de si, o amor de quem o quem tem, tá certo? Não é de quem dá. >> Uhum. Então veja bem, quando a gente pensa que gosta de uma pessoa, a gente tem que analisar cuidadosamente se a gente gosta dela ou se a gente gosta das coisas boas que ela faz pra gente. >> Uhum. >> Porque são duas coisas distintas. Se a gente quisesse saber como a vontade, a razão, controla o sentimento, é só ler renúncia. >> Ah, já já vi. É,

ta das coisas boas que ela faz pra gente. >> Uhum. >> Porque são duas coisas distintas. Se a gente quisesse saber como a vontade, a razão, controla o sentimento, é só ler renúncia. >> Ah, já já vi. É, >> ali a gente tem um lindo exemplo de amor com equilíbrio de uma parte. >> A gente estudou parte >> do Chico Xavier aí sexta-feira com a Maria Amélia. A gente estudou frase por frase. >> Renúncia é um romance psicografado pelo Emmanuel através de Chico Xavier. É, é muito boa, professora, a explicação agora, hein? Todas são, né? Vou sempre falar isso. O José Stid. Ah, não, isso eu já coloquei. Pera aí. A Valdiceia, é Valdiceia Nascimento. Ela colocou assim: "Sempre gostei de conversar com pessoas idosas, desde menina. sempre admirei a sabedoria dessas pessoas, então sempre prestei atenção neles porque são pessoas com experiência de vida. >> É um uma coisa comum comigo, Valdice. Eu também sempre gostei de ficar perto de pessoa idosa, porque eu aprendi muito também. O Rafael ele colocou aqui, eu acho que nem no da gente conseguimos mandar. >> Conseguimos. É difícil porque é um treinamento de autocontrole, mas a gente consegue sim. Veja o exemplo de Jesus, gente. Jesus controlou todos os os sofrimentos dele com paz no coração. Aun no livro Renúncia faz isso também. Todos nós somos treinando capazes de fazer isso. Eu faço, me esforço para fazer isso desde meus 18 anos de idade, que eu era, era a uma uma um adolescente demperado, agressivo, violento, era quietinho, mas não aceitava desaforo nenhum, que era um poço de orgulho. Então, quando eu encontrei a doutrina espírita com 18 anos de idade, eu comecei desde lá a fazer controle sobre mim e eu consegui bastante coisa. Eu não sou um cara tranquilo ainda não, mas eu já tenho uma vida muito tranquila. Mas o meu sentimento, eu olho muito pro pro meu estado emocional, pelo meu sentimento e me controlo. Eu fui aprendendo a fazer isso. A gente consegue. Eu me lembro quando eu tinha 11 anos de idade, eu fui, tive conscientizei que eu tinha medo.

meu estado emocional, pelo meu sentimento e me controlo. Eu fui aprendendo a fazer isso. A gente consegue. Eu me lembro quando eu tinha 11 anos de idade, eu fui, tive conscientizei que eu tinha medo. Eu senti medo e falei: "Mas por que que eu tenho medo? 11 anos. Por que que eu tenho medo? Eu não quero ter medo. Aí comecei a enfrentar todas as coisas que me produzia medo para me controlar. Eu aprendi a controlar meu medo. Então eu dificilmente tenho medo e eu sou difícil de assustar. Acontece um barulho qualquer, eu olho para ver o que que é. Eu não pulo não. Tá certo? Eu procuro olhar, procuro ver o que que é. tomar pé da situação para ter controle. Então a gente aprende sim, todos nós aprendemos. >> Ô professora, e aí eu me veio a cabeça aqui até pelas próprias experiências, que é um processo natural, né? Que aí a gente precisa da vigilância, porque se a gente não tiver a vigilância, aí a gente entra naquele tropeço, aí vem a dor, né? Porque eu tô usando pelas minhas próprias experiências. Aí você acorda de novo. Então é um processo, né, professor, que a gente viu aqui, né? É um processo de aprisado que vai chegar uma hora que não mais eh haverá essa distração, né? E aí a gente não cai novamente. É isso, né, professor? Esse estado, >> por exemplo, h no dentista é um sofrimento, não é? >> Nossa, demais. Para mim >> a gente não tem que fazer controle, >> tem. Então, a gente tá fazendo um exercício de autocontrole. Quando o serviço é simples, eu falo pro dentista: "Não me dê anestesia". >> Não acredito, professor. >> Eu já, eu já até suei aqui que eu tenho uma dificuldade muito grande. >> Eu eu aguento até eu claro que eu vou no meu limite quando tá doendo demais, falo melhor se dar uma anestesia. Eu não aguentaria, professor. Eu ainda nessa, eu acho que eu não vou de Ó, senhor vê pelo tamanho dos meus dentes, né? Ó, ó. Eles não são pequenos ainda, que a gente sabe que isso a gente traz ainda, né? Eles não são pequenos e as raízes são profundas >> com uma sensibilidade assim muito

o tamanho dos meus dentes, né? Ó, ó. Eles não são pequenos ainda, que a gente sabe que isso a gente traz ainda, né? Eles não são pequenos e as raízes são profundas >> com uma sensibilidade assim muito grande. >> Professor, o senhor já tá um passinho mais aí na frente porque olha, me deu até a sua dor quando o senhor falou que não >> Mas até a dor a gente tem que aprender a controlar. O nosso limite de dor, a gente influi sobre ele com a vontade própria, com a razão e usando recursos inteligentes para poder ter autocontrole. Por isso que a lição de Jesus de vigilância, ela é primeiro vigilância, depois oração, porque a vigilância é atenção, a prestação de atenção que a gente tem sobre a gente mesmo, com o que a gente pensa, sente e faz. >> E aí, >> se a gente tiver atento com a gente mesmo, a gente se controla. É o que eu acho bacana assim, eh, sei que a gente não deve usar nosso exemplo, mas eu não quero usar o de ninguém, né? Quando a gente percebe, já que teve um momento que a gente nem percebia, né, professora, a gente fazia e já não não dava atenção. Hoje pelo menos vem a dor e você percebe por que a dor veio. Antes a gente culpava todo mundo, né? Ah, não, olha, a culpa de fulano, de ciclano ou ou de Deus, né? Não, um pouco mais atrás lá. Ai, porque Deus, né? Hoje, pelo menos, a gente sabe que são nossas atitudes, né, professor, que dá essa >> a Valdiceia quando falou do asilo, ela falou assim: "Eu morava perto de um asilo, então nas minhas horas vagas eu me sentava com eles e cada um com sua história e eles não viam a hora de eu chegar. Tinha mais ou menos uns 10 anos. Foi muito bom. É interessante isso. Muito bom mesmo. >> A Sandra, ah, ela só ela quer dar um oi aqui para todos nós, ó. Boa noite, Ana. Professor Taciro. Olha, estou chegando agora. Tive um compromisso, mas vou ver do início. Queria dar um oi. Então, um beijo. >> Oi, Sandra. A a Lúcia, ela disse assim: "Professoriana, gratidão sempre com essa noite de esclarecimento e muita luz, sempre engrandecendo por estarmos juntos

io. Queria dar um oi. Então, um beijo. >> Oi, Sandra. A a Lúcia, ela disse assim: "Professoriana, gratidão sempre com essa noite de esclarecimento e muita luz, sempre engrandecendo por estarmos juntos em uma sexta noite aprendendo os ensinos do nosso amado mestre". >> Isso mesmo. >> O ela, ela colocou a Lúcia eh que ela deu o exemplo de Paulo e Estevão, né? A transformação >> de Paulo, né? É um exemplo, a transformação de Paulo, a transformação de Maria de Magdala, a transformação de Pedro, todos eles são exemplos para nós. A Sandra, ela disse assim: "Sobre essa sua última fala, professor, na verdade a gente muda muito. Eu mesmo sempre digo de mim mesma, aquela mulher não existe mais. >> É, a gente vai mudando sim. Que bom que a gente sabe disso. Essa é a grande vantagem da gente ter a consciência da realidade espiritual, porque aí a gente assume a responsabilidade do nosso autocontrole. Com o conhecimento espiritual, a gente sabe que a gente é responsável por si próprio, por tudo aquilo que pensa, sente e faz. Portanto, a gente tem que vigiar o que a gente sente, pensa e faz para fazer o melhor, sentir o melhor, pensar o melhor. Então, a realidade espiritual nos ajuda muito, o conhecimento da realidade espiritual e a gente vira o promotor da nossa evolução. >> Professor Rafael colocou, completou, né? muito medo de não conseguir, muito calmo, mas não vejo melhorar e o motivo das coisas. Eu acho que ele completou uma anterior, eu acho. >> Certo, >> porque aí acho que ficou vago aqui. Deixa eu ver a anterior dele. >> Não tenha medo de não conseguir, Rafael. Se você não conseguir, tenta de novo. >> Ah, é em complemento dessa aqui. Eu acho que nem a gente eh conseguimos, >> conseguimos mandar no próprio sentimento, né? >> Mas a gente consegue sim. >> É, é esse é uma tarefa de perseverança. Tá dentro dos ensinamentos de Jesus. Outra vez, quem perseverar até o fim será salvo, isto é, conseguirá. Então, a gente precisa persistir. É, é, é como a criança que vai aprender a andar. A gente como ser espiritual, a

amentos de Jesus. Outra vez, quem perseverar até o fim será salvo, isto é, conseguirá. Então, a gente precisa persistir. É, é, é como a criança que vai aprender a andar. A gente como ser espiritual, a gente é como uma criança que tá aprendendo a andar. Ela dá uns passinhos, tu cai, levanta, dá outro espacinho e cai até ela poder andar sozinha. Depois de algum tempo, ela tá correndo, porque ela não desiste no primeiro tombo, nem no segundo tombo, nem tombo nenhum. Tá certo? Então é assim que a gente tem que ser com as nossas coisas. Não precisa, se tiver medo não tenta. Então não pode ter medo. Tem que tentar fazer. Deu certo, cresceu. Não deu certo, tenta de novo até conquistar. A Lúcia disse assim: "Eu também posso olhar para as minhas páginas antiga e vejo que com os estudos houve sim um aprendizado e uma pequenina transformação." >> É. E tem mesmo, Lúcia. Todos nós vamos melhorando. Essa consciência da nossa realidade espiritual nos ajuda bastante. A gente vai sair dessa encarnação melhor do que entrou, com certeza. A Heleusa, ela diz: "Meu Deus, como é maravilhoso assistir tantos ensinamentos. Gratidão. >> É bom mesmo. >> Eu também gosto. >> O José Aristides, ele falou: "As guerras são exemplos que mantemos um instinto, pois são articuladas por homens inteligentes, instruídos, governantes, etc." Talvez aí, José, o instinto tem um papel secundário. As pessoas, na verdade, montam essas estruturas por causa da do egoísmo, do orgulho e do sentimento de poder. indivimento de poder e acha que manda. Você veja, por exemplo, presidente dos Estados Unidos, como o Estados Unidos tem sido um país de algum tempo de projeção internacional, não é? Os presidentes americanos acham que são os mais poderosos do mundo e aí começa a meter os pés pelas mãos e desrespeitar os outros países. Aí começa os problemas. Então o sentimento de poder, que é o a exacerbação do orgulho, do egoísmo, leva guerras. José Luiz falou assim: "Olá, professora Taciro, o Senhor e a doutrina espírita nos educa e muito. Sou muito grato à

o o sentimento de poder, que é o a exacerbação do orgulho, do egoísmo, leva guerras. José Luiz falou assim: "Olá, professora Taciro, o Senhor e a doutrina espírita nos educa e muito. Sou muito grato à doutrina espírita. Mudei para melhor, graças a Deus". >> É, a doutrina espírita educa muito os ensinamentos de Jesus. A gente vai compreendendo eles à medida que a gente vai pensando como espírito. Deixa de pensar como homem e mulher, pensa como espírito. Nós somos espíritos. Verdade. E o Rafael falou mais um pouquinho. Ele falou assim: "Até unha doendo, eu tenho medo. Não tenho medos nenhum além do sofrer." >> É, mas a vida nos ensina a sofrer e aprender a ter auto controle no sofrimento. o livro Céu Inferno, nos casos dos espíritos em expiação e leio o caso do garoto do quarto número quatro. Você vai ver o que que é sofrimento. Mas que lição espiritual de vida. Deixa eu colocar aqui, professor. Fala, por favor, de novo, que aí o pessoal às vezes é o inferno nas narrativas dos espíritos, na espíritos eh eh em expiação. >> Espírit >> acho que é o primeiro ou segundo caso. Acho que é o primeiro caso. O garoto do quarto número quatro, ó. Tô escrevendo tudo, hein? Ô garoto do quarto número quatro do quarto número quatro não dá. Pronto, coloquei no chat, pessoal. >> Tá bom. Ótimo. >> A Suzi Prudente aqui, eu ela tinha colocado aqui, ela fez, falou que o seu sem óculos tá lindo. >> Obrigado, S. Você tem bons olhos. Eu não sei se você me olhou de óculos para ver direito. >> E aí nós temos um um último comentar. Ai gente, eu eu acabei ditando errado o expiação aqui. Espiação. Eu coloquei >> expiação. >> O é não é que foi rapidinho aqui. Eu coloquei errado. O o último comentário que nós temos aqui é do Anselmo que disse: "Olha o interesse pessoal aí, gente, nas guerras. >> É, é. O interesse pessoal é terrível para melindrar as pessoas que acham que tem poder, manda no mundo. É, então os deixa eu arrumar aqui a expiação. Eh, pessoal acessaram os comentários e foi muito, muito rica a aula

pessoal é terrível para melindrar as pessoas que acham que tem poder, manda no mundo. É, então os deixa eu arrumar aqui a expiação. Eh, pessoal acessaram os comentários e foi muito, muito rica a aula para complementar aí nossos, nossos ensinamentos, professor. Foi muito bom. Essa eu vou guardar, hein? E >> terminamos as causas primárias. inteligência educando as emoções. Olha só que lindo. >> Vamos fazer a nossa prece, professora. Então, nesse momento, >> vamos. Vamos >> então. Eh, vamos agradecer a Deus, a Jesus, o nosso mestre, nosso amigo, nosso irmão, por essa oportunidade que temos de ter o professor Otacírio nos ajudando nos esclarecimentos dessa doutrina que Jesus e toda a equipe espiritual Kardec, os médiuns, colocou para nós para nos ajudar para compreendermos melhor os espíritos que somos. Rogamos para que possamos na próxima semana estarmos juntos novamente, aprendendo, caminhando juntos. Que nossos amigos protetores nos amparem, nos ajudem ao longo da nossa semana e que possamos exercer a nossa intuição, a nossa inteligência, como foi colocada aqui, para educarmos a nós mesmos e todas as nossas emoções. Que assim seja. Assim seja. Até mais. >> Uma boa noite a todos. Boa >> semana para todos. >> Um bom final de semana e até a próxima semana com Jesus e a regeneração da humanidade, né? É isto. Beijo.

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