Reprise Das Causas Primárias - Da Criação

Conecta Espiritismo TV 26/07/2025 (há 8 meses) 1:54:09 13 visualizações 6 curtidas

Reprise do estudo da obra Reprise Das Causas Primárias - Da Criação com Otaciro Rangel.

Transcrição

เฮ เฮ เ เฮ Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma sala virtual do IGES com nossos amigos, parceiros da Web Rádio Fraternidade, Rede Amiga Espírita, Centro Espírita Chico Xavier, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, o Eco, eh, para mais um estudo da obra das causas primárias, o nosso amigo Querido professor Otaciro Rangel, boa noite, professor. >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. E boa noite todos os nossos amigos que já estão aqui conosco, nossos companheiros de estudo, de aprendizado. Eu continuo dizendo que essas sextas-feiras são uma espécie de alimento espiritual que nos enche o espírito de alegria, de coragem, de bom ânimo, de saber que nós estamos todos juntos caminhando para um entendimento cada vez mais amplo das coisas espirituais que os espíritos bondosos nos trouxeram através da literatura espírita. É muita alegria para todos nós de estarmos aqui juntos. >> É mesmo. Queria aproveitar e dar boas-vindas, né, pra Ângela Milans, que tá aqui como novo membro. Seja bem-vinda, Ângela, para o nosso estudo, né? E todos aqui, né, professor? Já desde cedinho apóstos aí Austília, Patrícia, Ana Regina, Ana Cintra, Valéria, Osmarda, Luciene, Maria Maquior, Diná, Silvana, Cátia, vamos ver se tem mais aqui. Ah, ã, a Dilva, a Nilscia, a Lalá, a Greace, o Luiz e tem um montão. José entrou um monte, professor, a Isabel, Idenir, Marcondes, Silvia Henrique, a Lilia, agora eu vou falar todos, professor. A Antônia, a Vanda, Valéria, Maria, Lúcia, a Sônia, Graça Reis, Luciene e o Anselmo. Então, estamos todos aqui, professor, juntinhos, entrelaçados para mais uma noite de estudo. >> Isso. Vamos começar com a nossa prece, professor. >> E aí ao longo colocando aqui o que eles foram escrevendo aqui para nós. >> Entrou também a Silvia Aparecida e a Rosâela. A >> Rosângela. Sejam todos super bem-vindos. É uma alegria estarmos juntos. Então vamos começar como sempre fazemos. fazemos aqui buscando com o nosso pensamento e os nossos melhores sentimentos a presença de Jesus entre nós.

s super bem-vindos. É uma alegria estarmos juntos. Então vamos começar como sempre fazemos. fazemos aqui buscando com o nosso pensamento e os nossos melhores sentimentos a presença de Jesus entre nós. Nós que somos espíritas e que sabemos a que a vida continua, que todos nós somos espíritos imortais em trânsito pela Terra na no mundo físico, através dos processos reencarnatórios. Sabemos que Jesus nunca nos deixou. que esse espírito amoroso nos acompanha desde o nosso início. como espírito angelical é uma criação divina anterior a todos nós, que já evoluiu em sistemas planetários que provavelmente nem existam mais, porque enquanto a matéria se desorganiza, o espírito acumula cada vez mais conhecimentos, sentimentos e desenvolvem sempre na direção da intimidade cada vez mais profunda com o nosso criador, que é a fonte inteligente do universo. Sintamos, por isso mesmo, Jesus junto conosco, o nosso Pai celestial, que já nos criou ligados a nós e que espera que todos nós no nosso processo de evolução possamos ir nos sensibilizando e compreendendo cada vez mais, lendo nos livros da natureza a manifestação de Deus peren em tudo que existe e possamos sentir a luz com calor, as energias impulsionadoras que nos levam em direção ao nosso caminho evolutivo, buscando a plenitude espiritual, sentindo, portanto, a força de Deus dentro de nós. Presença de Jesus como amigo incondicional que nos ampara e nos protege. e de toda essa família de espíritos bondosos que trabalham pela evolução do nosso planeta, que estão sempre conosco, nos inspirando, nos auxiliando, nos convidando a seguirmos com eles, fazendo o nosso esforço de melhorarmos o nosso comportamento, de aprendermos os valores éticos da vida, de entendermos as lições de Jesus e praticá-los no nosso dia a dia. Agradecemos Pai Celestial, agradecemos Jesus, amigo de sempre. Agradecemos a todos os espíritos bondosos pela oportunidade de estarmos juntos aprendendo lições preciosas com a ciência da terra, com as revelações do mundo espiritual, que são

esus, amigo de sempre. Agradecemos a todos os espíritos bondosos pela oportunidade de estarmos juntos aprendendo lições preciosas com a ciência da terra, com as revelações do mundo espiritual, que são as duas fontes de conhecimento que a humanidade conta para sua melhoria. Ampara-nos, Senhor Jesus, agora e sempre. abençoe todos os nossos irmãos e humanidade. Que possamos caminhar juntos, Senhor, desenvolvendo em nós os conceitos mais profundos de fraternidade, aprendendo-nos a nos abraçar e a nos respeitar como criaturas e irmãs que somos na direção do nosso próprio progresso. as tuas bênçãos ilumine todos os corações da terra. Que assim seja, Senhor. >> Então nós vamos dar continuidade, né, professor, na parte três, >> isso, >> né, daão. >> Hoje a gente vai entrar nessa parte terceira da formação dos mundos, que é essa essa esse pedacinho do livro dos espíritos. são, não é? conta algumas perguntas muito interessantes que a gente, algumas delas a gente já viu no vídeo que a Ana fez, um vídeo bonito que termina com uma imagem muito bonita de uma playade de galáxias mostrada pel uma por uma fotografia, não é, feita por uma coleta de de informações de imagens feita pelo Hubble. que mostra pra gente miríades de galáxias, não de estrelas, gente, de galáxias, cada uma delas trazendo bilhões de estrelas. Então, é isso que nós vamos falar hoje. Vamos falar sobre a criação, a formação dos mundos. E Kardec começa na pergunta 37, fazendo a seguinte questionamento: o universo foi criado ou existe de toda a eternidade como Deus? A razão dessa pergunta é uma razão filosófica, porque há pensamentos espiritualistas que admitem a hipótese de que tudo sempre existiu, não é? Que tudo sempre existiu. Então não teve uma criação, porque tudo sempre existiu. Então Kardec questiona se o universo foi criado ou se ele existe de toda a eternidade como Deus. Porque há uma formas diferentes de pensamento, não é? Enquanto a gente tem tradição ocidental, da cultura ocidental, da tradição hebraico judaica, principalmente, que

e de toda a eternidade como Deus. Porque há uma formas diferentes de pensamento, não é? Enquanto a gente tem tradição ocidental, da cultura ocidental, da tradição hebraico judaica, principalmente, que Deus é o criador de tudo, há teorias espiritualistas do mundo oriental que acreditam que tudo sempre existiu, então que não há um Deus criador. Então, a pergunta tem sentido por isso. E aí os espíritos nos respondem assim: "É fora de dúvida que ele não pode terse feito a si mesmo, ele, o universo." É fora de dúvida que o universo não pode ter-se feito a si mesmo. Se existisse como Deus de toda a eternidade, não seria obra de Deus. Então, é claro que essa pergunta testa mais uma vez aquela primeira cuja resposta diz ser Deus a causa primária de todas as coisas. Então, a gente tá vendo que os espíritos são coerentes nas respostas e vão mostrando, né, que Deus é a fonte inteligente do universo. Tá muito bem. Como é que Deus criou o universo? Essa é o seguinte pergunta de 38. Que os Kardec faz os espíritos? Como criou Deus o universo? E aí os espíritos respondem como podem? Porque é muito difícil responder essa pergunta pro nosso entendimento. Eles dizem assim: "Para me servir de uma expressão corrente, direi pela sua vontade". Então, Deus criou o universo pela sua vontade. Nada caracteriza melhor essa vontade onipotente do que essas belas palavras do Gênesis. Tá no capítulo, no capítulo 1, versículo 3, Deus disse: "Faça-se a luz". E a luz foi feita. Então, vejam que isso é uma linguagem simbólica que representa a vontade do criador. Deus cria pela sua vontade. Deus é a fonte criativa absolutamente inteligente do universo. Coerente com a primeira pergunta, não é, que Kardec fez, que é Deus. E os espíritos respondem: Deus é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas. Então, a gente tem uma dificuldade entender a criação divina, não é? Porque a gente também não tem entendimento. Nossa visão de Deus é ainda muito pequena, porque nós somos espíritos ainda muito limitados, não é?

te tem uma dificuldade entender a criação divina, não é? Porque a gente também não tem entendimento. Nossa visão de Deus é ainda muito pequena, porque nós somos espíritos ainda muito limitados, não é? Eh, mas essa dificuldade entender a vontade onipotente de Deus que diz: "Faça-se a luz e a luz foi feita". é a mesma dificuldade que a gente entende de da teoria científica do Big Bang, que é admitida pelos cientistas hoje por enquanto. não é a teoria mais aceita atualmente pelo pela astrofísica e pela astronomia é a teoria do Big Bang, que imagina que a gente tinha uma um ponto de energia de densidade infinita concentrada nesse ponto e que de repente começa a expandir-se. criando espaço e tempo, como esse modelo científico do Big Bang expressa. Então, a gente tem a mesma dificuldade de entender, só que como a gente observa o universo, não é, e as leis do universo como leis inteligentes, leis de organização que obedece, portanto, uma vontade inteligente, então é mais razoável para nós admitir uma vontade inteligente como fonte criadora do que de repente um ponto infinitamente denso de energia começa a se expandir para formar o universo, tá OK? Mas de qualquer maneira, todos nós temos que buscar os dois entendimentos, porque as ideias que a humanidade, os cientistas vão fazendo da natureza, por exploração observacional do de tudo que nos cerca, vai nos ajudando a desenvolver nossa capacidade de pensar e de compreender o universo em que nós estamos inserido. Então, se nós compreendermos, à medida que a gente vai compreendendo com profundidade aquilo que Deus cria, nós vamos também fazendo uma ideia cada vez mais precisa do criador. Então, é essa razão em que nós não podemos dispensar as ideias científicas e temos que pensar com ela e com a ideia natural. de que há uma fonte inteligente do universo, porque estudando esse próprio universo, a gente vê que ele é um universo inteligentemente criado. Então, não há, como a gente já estudou atrás, efeito sem causa. E se um efeito é

eligente do universo, porque estudando esse próprio universo, a gente vê que ele é um universo inteligentemente criado. Então, não há, como a gente já estudou atrás, efeito sem causa. E se um efeito é inteligente, ele tem que ter uma causa inteligente. E quanto mais a gente estuda o universo, mais a gente vê que o universo é inteligente, é uma obra inteligente, portanto tem que ter uma fonte inteligente. E essa fonte inteligente é que nós, os espíritas, compreendemos como Deus. Deus, inteligência suprema do universo e fonte de tudo que existe, porque cria tudo. Mas aqui a gente tem uma imagem diferente da tradição hebraico-judaica, porque Deus não criou o universo. Deus cria, continua criando, porque Deus não para de trabalhar, de criar. Isso também é uma fala de Jesus. Jesus diz isso para nós e tá transcrito pelos evangelistas que meu pai trabalha até hoje e eu trabalho também. Então Jesus quando diz isso, diz que Deus continua criando como fonte inteligente do universo. Muito bom. Então, a gente pode conciliar as duas ideias porque elas não são contraditórias, porque se existe um ponto infinitamente denso de energia, quem criou esse ponto foi a inteligência suprema do universo. Então, não há incompatibilidade em juntar a ciência com os conceitos religiosos, desde que a gente também entenda os conceitos religiosos sem dogmatismo, sem ideias preconcebidas, com a ideia de fazer um modelo de Deus. Então, o modelo de Deus colocado para nós, quer dizer, uma visão de Deus colocada para nós através da doutrina espírita, é que Deus é uma fonte inteligente do universo, fonte inesgotável que cria tudo que existe. É assim, é assim o nosso entendimento. Depois Kardec então pula pra pergunta 39, fazendo a seguinte colocação: "Poderemos conhecer o modo de formação dos mundos. E aí os espíritos, respeitando o conhecimento da época, respondem assim: "Tudo que a esse respeito se pode dizer e podeis compreender, portanto, vamos adaptar a resposta a compreensão de vocês." É isso que os espíritos estão

itando o conhecimento da época, respondem assim: "Tudo que a esse respeito se pode dizer e podeis compreender, portanto, vamos adaptar a resposta a compreensão de vocês." É isso que os espíritos estão dizendo, é que os mundos se formam pela condensação da matéria disseminada no espaço. Olha que coisa bonita essa pergunta, essa resposta é muito boa. Tudo que a esse respeito se pode dizer e podeis compreender é que os mundos se formam pela condensação da matéria disseminada no espaço. Então, Deus cria princípio material e princípio espiritual. O princípio material gera toda a matéria disseminada no universo e a condensação através da lei da gravitação universal, não é? Junta essas matérias para formar os sistemas planetários, as galáxias, os mundos. Então é muito bonito isso. E hoje a gente já sabe, não é? A gente tem modelos como os mundos se formam por meio da força gravitacional que faz condensar a matéria cósmica disseminada no espaço. E a gente já tem modelos de formação de sistemas planetários na ciência. Esses modelos estão sendo testados pelas observações astronômicas em busca de novos sistemas planetários. E aí comparando esses sistemas planetários com o nosso para ver se o modelo que a gente fez de formação do sistema planetário é bom, é comprovado por outros sistemas planetários que são descobertos. Então, na presente data, observações científicas já permitiram encontrar mais de 5.000 planetas girando ao redor de diferentes estrelas, mais ou menos vizinha do sol dentro de nossa galáxia Via Láctea. Quando eu escrevi o livro das causas primárias, a gente tinha da ordem de mais de 1000 planetas. Agora a gente já sabe que temos mais de 5.000 planetas. já aumentou o número, porque as descobertas continuam ocorrendo. Já descobrimos até sistemas planetários ao redor de um sistema duplo de estrelas, dois só girando ao redor de um centro de massa comum, carregando dois planetas que giram ao redor das duas estrelas. Mas já descobrimos estrelas com sete planetas girando em torno, com cinco

estrelas, dois só girando ao redor de um centro de massa comum, carregando dois planetas que giram ao redor das duas estrelas. Mas já descobrimos estrelas com sete planetas girando em torno, com cinco planetas girando em torno. Então, vários sistemas planetários semelhantes ao nosso. Então, isso aí nós vamos falar daqui um pouquinho de um modo geral. Aí a pergunta 40 diz assim: "Serão os cometas, como agora se pensa, um começo de condensação da matéria? mundos em via de formação. Isso está certo. Quer dizer, a gente sabe que é um começo de condensação da matéria, porque esses cometas surgem, não é, de pontos distantes do nosso sistema planetário, mas ainda dentro da gravidade solar, de camadas, né, de matéria cósmica que resta da formação do nosso sistema planetário, não é? O nosso sistema planetário tá constituído de oito a nove planetas, incluindo Plutão e e a sua lua, mas além de Plutão, tem muita matéria ainda do sistema planetário, restante das origens de formação do nosso sistema planetário. E esses corpos, que são coisas extremamente frias, congeladas mesmo, muitas vezes se destacam dessas distâncias muito grande e atraídos para o Sol, entram em órbita elítica, muito pronunciada e formam os cometas, aquilo que a gente chama de cometa. E à medida que aproxima do sol, por causa da radiação solar que os aquece, eles começam a emitir gases evaporarem-se, criando as caudas conhecidas dos cometas. Então hoje a gente conhece mais, mas aqui é importante continuar a resposta porque os espíritos chamam atenção para uma coisa muito importante. Então ele diz assim: "Isso está certo. Absurdo, porém é acreditar-se na influência deles, dos cometas. refiro-me à influência que vulgarmente lhe atribuem, porquanto todos os corpos celestes influem de algum modo em certos fenômenos físicos, tá certo? Mas o a influência eh psíquica desses planetas é nenhuma. Eles não influem nos nossos destinos, nos nossos sortes ou azares que a gente às vezes interpreta mal a nossa própria vida.

físicos, tá certo? Mas o a influência eh psíquica desses planetas é nenhuma. Eles não influem nos nossos destinos, nos nossos sortes ou azares que a gente às vezes interpreta mal a nossa própria vida. Mas eles podem ter alguma pequena influência física por causa da gravidade. pode ter influência física no sentido de embelezar nossas vidas, porque como eles deixam muito matéria, os cometas deixam muitas matérias disseminada em sua órbita, quando a Terra no seu movimento atravessa dessas órbitas, a gente recebe muitos desses fragmentos que entram na nossa atmosfera e forma chuvas de estrelas cadentes que embelezam o nosso sol, a nossa visão. São pedacinhos dos cometas que estão sobram em órbita, não é, do cometa e que a gente ao atravessar entra na nossa atmosfera e por colisão com a nossa atmosfera, formam brilhos intensos, porque eles ficam muito quente e formam o que a gente chama de estrela cadente, não é? que são nada mais, nada menos do que restos de cometa, muito deles. Aí vamos paraa pergunta 41. Pode um mundo completamente formado desaparecer e discerminar-se de novo no espaço a matéria que o compõe? Sim, Deus renova os mundos como renova os seres vivos. Então, esses planetas têm vida limitada. pode ser de 8, 5, 10 bilhões de anos, mas elas um dia desorganizam-se. Então, tudo que é feito matéria, elas se organizam e depois se desorganizam. A matéria muda, enquanto que o espírito propriamente dito só evolui na direção da plenitude espiritual, onde adquire a comunhão íntima com Deus. O espírito é imortal. Na pergunta 42, pode conhecer o tempo que dura a formação dos mundos da Terra, por exemplo? Essa pergunta é uma pergunta interessante, porque quando Kardec fez, a gente não tinha muito conhecimento da da decomposição dos materiais radioativos, então a gente não sabia medir tempo. Com o material radioativo, hoje a gente sabe medir tempo. Então, por causa disso, a gente pode calcular o tempo de formação do nosso planeta e do nosso sistema planetário e solar. Mas a pergunta de Kardec é a seguinte:

ioativo, hoje a gente sabe medir tempo. Então, por causa disso, a gente pode calcular o tempo de formação do nosso planeta e do nosso sistema planetário e solar. Mas a pergunta de Kardec é a seguinte: poderse a conhecer o tempo que dura a formação dos mundos da terra, por exemplo, nada te posso dizer a respeito, porque só o criador o sabe e bem louco será quem pretenda sabê-lo ou conhecer que número de séculos dura esta formação. Então, hoje a gente tem com os estudos da ciência muito mais ideias sobre isso e certamente que o espírito que respondeu se limitou a respeitar a nossa ignorância da época. Então, pra gente entender isso, eu vou falar um pouco sobre cosmologia hoje, pra gente poder compre ter uma compreensão ampla, né, da ciência de hoje, que nos dá uma ideia bastante interessante do nosso universo e dos sistemas planetários. Então, vamos lá. cosmologia moderna, a teoria do big bang ou da grande explosão, a visão do universo inflacionário. Então, nós vamos fazer um estudo disso aqui com vocês, certo? Aqui eu já tinha mostrado para vocês na no estudo anterior, não é, uma visão do nosso universo observável, uma visualização que nós podemos ter observando aqui da Terra. Então, visualização de todo o universo. A escala é tal que os grãos finos que aparecem nessa figura aqui, né, que eu tô mostrando com a certa, cada pontinho desse, cada sombrinha dessa, cada esbranquiçadinho desse, não é? Esses grãos finos representam coleção de um grande número de superaglomerados de galáxias. E esse super aglomerado de galáxia que tá no centro aqui, esse pontinho contém nele a nossa casa, a Via Láctea. Então ela está marcada no centro, mas é pequeno demais para ser visto nessa escala grandiosa. O diâmetro da do nosso universo é estimado em que observável que a gente consegue observar, é estimado em 93 bilhões de anos luz. Isto é, para eu sair dessa extremidade observável e caminhar nessa direção até chegar a essa outra extremidade observável, não é? Eu mediria uma distância de 93

, é estimado em 93 bilhões de anos luz. Isto é, para eu sair dessa extremidade observável e caminhar nessa direção até chegar a essa outra extremidade observável, não é? Eu mediria uma distância de 93 bilhões de anos luz, que representa 28,5 GB parsec. Parcec é uma unidade astronômica que vale 3,3 ano luz. Então é uma distância profunda que nós já conseguimos observar com os nossos instrumentos. telescópicos de precisão, tá certo? A gente estima matéria que tá distribuída aqui em torno de 1,5 x 10 elevado a 53 kg de matéria. Isso, esse 10 elevado 53 é um número que não cabe na nossa cabeça porque é da ordem de 1.5 seguido, né? 1 seguido de 53 zeros. É muita coisa, não cabe na nossa cabeça. No entanto, como o volume do nosso universo é grande, se a gente dividir o volume, o a massa total pelo volume, tem a densidade de matéria média do universo. Essa densidade é muito baixinha, que vale para nós a presença de seis átomos de hidrogênio por m cico de espaço. uma caixa d'água é 1 m³ mais ou menos, né? Num espaço qualquer, se você pensar no volume de uma caixa d'água, ali dentro apenas seis átomos de hidrogênio. É muito pouca matéria, certo? Disseminada. A densidade é muito baixa. É claro que essa densidade é média, porque há pontos que você encontra galáxias que tem muita matéria. Há pontos que você encontra espaços vazios que tem um próton por m cic, um um hidrogênio por m cbico. Então é um espaço de densidade irregular. Portanto, a densidade média equivale a 6 átomos de hidrogênio por m³. A idade estimada do nosso universo, medido pelas observações astronômicas, é de 13,8 bilhões de anos. O nosso universo, segundo o modelo do Big Bang, começou 3,8 bilhões de anos atrás. A temperatura média atual do nosso universo é de 2,73º. absolutos. É extremamente frio, mas não é zero absoluto, é 2.73º, porque tem uma radiação de energia eletromagnética preenchendo o espaço cósmico inteiro, portanto ele não é zero absoluto, tá certo? Então essa é uma ideia que nós fazemos do nosso

absoluto, é 2.73º, porque tem uma radiação de energia eletromagnética preenchendo o espaço cósmico inteiro, portanto ele não é zero absoluto, tá certo? Então essa é uma ideia que nós fazemos do nosso universo. Muito bem. Então, do ponto de vista da cosmologia moderna, o universo começou com uma grande explosão. Cerca de hoje a gente estima esse tempo e 13 bilhões de anos atrás. Desse redemoim violento emergiu toda a energia que mais tarde formou todas as galáxias, as estrelas e planetas. esses quadros aqui à esquerda, né? Essa figura, não é? Mostra, não é? Eh, gal uma galáxia espperal e uma galáxia elíptica. Isso aqui é uma galáxia espiralada, com os braços espiralados. E essa aqui é uma galáxia elíptica. Tem vários tipos de formação de forma observada de galáxia. Galáxia globular, galáxia elíptica, galáxia barrada com braços eh elípticos, galáxias elípticas com centro globular e assim por diante. Tem uma classificação imensa de galáxias, tá? Isso foi feito pelo astrônomo chamado Hubble. Ele que estudou as galáxias e classificou-as e hoje tem continuadores fazendo isso. Aqui a gente mostra nesse quadrinho da esquerda e no quadrinho da direita, galáxia elítica, do lado esquerdo, galáxia elítica, eh eh elíptica, forma de elipse do lado direito, tá OK? Então aqui é chamado de A1. É uma galáxia que foi eh fotografada, coletada as imagens de luz dela durante um tempo longo e a gente conseguiu percebê-la e media a intensidade dela coletada e a distância em que ela está e a velocidade com que ela viaja. Então elas estão há 12 bilhões de anos luz de nós. 12 bilhões de anos de nós. Quer dizer, a luz dela saiu há 12 bilhões de anos atrás e chegou, né, no hubo que foi medido nesse nesse tempo moderno de hoje. Essa aqui é a galáxia elíptica e aquela ali é uma galáx galáxia scut, desculpe. Essa aqui é uma galáxia eh espiral. E essa aqui é uma galáxia elíptica de 12 bilhões de anos a 2 bilhões de anos atrás. Essa, esse segundo quadro é de 9 bilhões de anos atrás. Vocês vejam que ela está mais bem

é uma galáxia eh espiral. E essa aqui é uma galáxia elíptica de 12 bilhões de anos a 2 bilhões de anos atrás. Essa, esse segundo quadro é de 9 bilhões de anos atrás. Vocês vejam que ela está mais bem formada, mais bem formada, tá? OK. Então elas parece que elas evoluíram daqui para cá. Então essa era a observação feita pelo Observatório Hubble e essa quadro aqui de 5 bilhões de anos. Então elas já estão bem mais detalhadas, bem mais completas. Aqui a gente tá uma visão da nossa galáxia, onde está o nosso sol e a dificuldade de observação que a gente tem. A gente olhando perpendicular à nossa galáxia. para cima e para baixo, a gente observa o céu limpo. Mas se a gente observar nessa direção, ele fica ofuscado pela quantidade imensa de estrelas próximas de nós, da nossa galáxia. Então, ele tem limitações de observação por causa disso, tá certo? Então, o universo mostra uma estrutura em diferentes escalas, não é? E a gente pode então imaginar essas escalas crescendo em nível desde átomos que formam planetas e estrelas. Estrelas que formam aglomerados e galáxias. Galáxias que formam aglomerados de galáxias e grandes estruturas como super aglomerados. E os espaços vazios que a gente observa que parece não ter nada. Será que isso tem fim? Os astrônomos acham que sim, como observamos o universo. E é o que nós vemos. A gente vê nos nossos universos. Aqui tem um gráfico de densidade de observações feitas da nossa, mas a gente observa para cima e para baixo da do plano da nossa galáxia, porque no plano da nossa galáxia a gente tem dificuldade de observar porque tem muitas estrelas na frente, tá? OK? Mas a gente tá tá ampliando a capacidade de observação nossa. Quando a gente pôs o James Web no universo, a gente começou a ver muito mais coisa, porque agora a gente vê infravermelho e a gente tá descobrindo coisas que contrariam, parecem contrariar a teoria do Big Bang. Então, existe um princípio cosmológico, né, que a gente chama eh esse princípio cosmológico diz que o universo é

a gente tá descobrindo coisas que contrariam, parecem contrariar a teoria do Big Bang. Então, existe um princípio cosmológico, né, que a gente chama eh esse princípio cosmológico diz que o universo é homogêneo. E é homogêneo. Então, se que que significa ser homogêneo? Que se a gente vê em qualquer ponto do universo, a gente vê sempre coisas do mesmo jeito. Então, o universo não tem para nós um centro. Qualquer ponto pode ser o centro do universo, porque a gente vê tudo igual. Então, pra gente ver tudo igual, é preciso que a gente esteja vendo em grande escala. Então, ver em grande escala é ver um espaço, tomar um cubo espacial com cerca de 1 bilhão de ano luz. Então, em 1 bilhão de ano luz de lado, um grande cubo desse tipo, a gente vê sempre o mesmo panorama. Um monte de galáxias, um monte de estrelas, um monte de de nebulosas, um monte de espaço vazio, mas esse isso é se repete como se fosse homogêneo o universo, tá? OK. Um outro ponto que a gente admite na cosmologia atual é que o espaço é o universo é isotrópico, isto é, ele parece o mesmo se olharmos em qualquer direção. Então ele é homogêneo e isotrópico. Ele não tem irregularidades espaciais. O espaço para um lado é mais curvo do que o outro, por exemplo. Ele é sempre isotrópico. Isotrópico. Quer dizer, ele é o mesmo em cada ponto, em cada ponto macroscópico. Aqui a gente tá falando num cubo de 1 bilhão de anul. 300 eh, a gente é 300 m parsc mega 10 a 10 a 6 milhão 300 milhões de parsec. Parcec é uma unidade astronômica que corresponde a 3,3 ano luz. Um outro paradoxo que existe, né, por causa do universo desse jeito, né, a cosmologia moderna, por exemplo, com esses dois modelos, isotrópico e homogêneo, não é? Implica, esses dois conceitos implica que o universo não tem fim nem centro. E essa ideia era aceita até 1930. Mas aí tinha por causa de se o universo tem não tem fim, não é? e não tem centro. Isso significa que qualquer ponto que a gente estivesse não devia ser escuro, porque tá chegando infinita luz do universo infinito

por causa de se o universo tem não tem fim, não é? e não tem centro. Isso significa que qualquer ponto que a gente estivesse não devia ser escuro, porque tá chegando infinita luz do universo infinito naquele ponto. Então ele deveria ser claro e a gente observa o espaço escuro. Então esse paradoxo do céu escuro foi primeiro chamado a atenção por um dos astrônomos chamadoers, um astrônomo alemão. Então, o céu é escuro. Então, se o céu é escuro, não significa que tem infinita luz chegando em qualquer ponto, porque o universo então não deve ser infinito. As observações do Hubble, que foi feito em 1924, permitiram uma classificação das galáxias. também descobriu que as galáxias se afastam de nós a velocidades distintas. As mais distantes se afastam mais rapidamente como uma lei de velocidade de recessão, tá certo? Essa lei é uma lei de velocidade e distância. Ela diz que a velocidade de afastamento, de reessão de qualquer galáxia que tá sendo observada é igual uma constante multiplicada pela distância que ela está de nós. Essa lei é conhecida como a lei de hubble. E essa constante não é, que relaciona a velocidade com a distância. Quer dizer, a velocidade dividido pela distância é sempre uma grandeza constante, qualquer que seja a galáxia que a gente tá observando. Então, essa constante é uma constante chamado constante rubble e ela tem uma dimensão de 75 km/ segundo por me parque. Então, veja bem que ela é uma constante. Velocidade é espaço sobre tempo e a distância é espaço. Então, se eu pegar espaço sobre tempo e dividir por espaço, dá inverso de tempo. Então, essa constante tem dimensão de inverso de tempo. Se eu invertê-la, eu tenho a velocidade, a o tempo de vida do nosso universo. Então, aqui tem um gráfico para explicar isso. Quer dizer, se eu tomar esse ponto, esse ponto, a galáxia 3 como ponto centro do universo, eu vou ver essas galáxias se afastando de mim e aquelas também se afastando de mim. Se eu tomar essa galáxia como centro, eu vou ver o universo se afastando de mim para lá e

ponto centro do universo, eu vou ver essas galáxias se afastando de mim e aquelas também se afastando de mim. Se eu tomar essa galáxia como centro, eu vou ver o universo se afastando de mim para lá e para cá. Então, a mesma coisa eu vou observar sempre. Isso é uma eh uma visão de que o universo não tem centro. E até agora a gente não pode dizer que o universo tem centro, porque a gente não consegue identificar isso. As galáxias tão se afastando umas das outras. Depois a gente vai ver um esquema para explicar isso melhor. Aqui umas algumas galáxias pra gente ver como é que são os formatos das galáxias. Essa aqui é uma galáxia do tipo espiral, mas fechada. Essa é uma espiral meio aberta e essa é uma espiral mais aberta. Então chama de S de espiral A, B e C, dependendo da abertura da espiral, tá certo? Aqui é uma galáxia tipo elíptica, então ela é bem globular. É um, essa aqui é típica bem mais oval, então ela é tipo E3. Então, dependendo da quantidade oval que ela é, a gente classifica como é um, é dois, é três e assim por diante, tá? OK. Aqui é uma fotografia de uma galáxia espiralada barrada, então é SB de barrado do tipo fechado. Essa do tipo mais aberto, essa mais aberta ainda. Então, SB A, SB, SBC. É assim que a gente classifica as galáxias. Como é que a gente mede a distância dessas galáxias? Por um efeito chamado de efeito Doppler. Isto é, como a galáxia está se movimentando, a luz que sai dela, não é? Tá viajando no espaço, sai de uma fonte móvel. Então o comprimento de onda da luz vai esticando por causa do movimento da fonte. Esse é um chamado efeito Doppler. E a gente então vê a luz dela eh eh deslocada paraa direção do vermelho, que é comprimento de onda mais longo. Então, quanto mais deslocado pro vermelho, a luz que sai de lá, que a gente observa, mais veloz ela é. E a gente tem outros métodos para medir distância. Então, com as medidas de distância e de velocidade, o rubble montou esse gráfico que está aqui representado. Cada pontinho desse é uma galáxia medida que tá uma dada

tros métodos para medir distância. Então, com as medidas de distância e de velocidade, o rubble montou esse gráfico que está aqui representado. Cada pontinho desse é uma galáxia medida que tá uma dada distância e uma dada velocidade. Então, vejam, eu vou, ele foi colocando os pontos no gráfico e observou que a maioria que praticamente todos os pontos estavam ao longo de uma reta. Você pode passar uma reta média aqui. Então isso aqui é uma vai uma uma lei linear, onde a velocidade é proporcional à distância. A constante de proporcionalidade é a inclinação dessa reta. Porque velocidade por distância. Velocidade por distância dá uma constante a constante a inclinação da reta, tá certo? E vale 75 km/s por me par. Quando você inverte isso num dá 3,8 bilhões de anos. Então, vejam da onde surgiu a ideia do Big Bang. Essas galáxias pontuadas aqui estão todas afastando de nós com essa velocidade. Essa aqui tá com essa velocidade e a essa distância que tá aumentando. Essa aqui tá com a velocidade maior, não é? e a distância dela tá mais distante. Essas aqui tão com velocidade maior ainda, com distância. Então, a gente pode fazer a seguinte experiência mental. Imagina se de repente eu inverto o sentido das velocidades, elas estão se afastando, eu vou inverter a velocidade delas. Que que aconteceria se eu fizesse isso? Essas que estão mais distante, que viajam com velocidade mais rápida, vão aproximar da origem, não é? E vão chegar junto todas elas, porque a velocidade é proporcional à distância. À medida que elas vão ficando próximas, elas vão diminuindo a velocidade até todo mundo encontrar no ponto. Então essa é a ideia do Big Bang. Isso tudo começou quando toda essa matéria tava densamente, energeticamente condensada num ponto e de repente começou a expandir. A medida que as galáxias vão expandindo, vão se afastando de nós, vai criando espaço e tempo, ampliando o tamanho do nosso universo. Essa é a visão da teoria do Big Bang. Vocês vejam que foi uma maneira de pensar extraída de um

o expandindo, vão se afastando de nós, vai criando espaço e tempo, ampliando o tamanho do nosso universo. Essa é a visão da teoria do Big Bang. Vocês vejam que foi uma maneira de pensar extraída de um observação, observação da velocidade da distância das galáxias de nós, tá certo? Então, com isso surgiu uma teoria da expansão do universo. Permite concluir que o universo está em expansão. Então, pra gente entender, vamos imaginar que o tempo está indo para trás. Então, haverá um momento que o universo colapsa sobre si mesmo em um ponto. Essa é a ideia então do Big Bang. Por outro lado, a gente pode pensar que o universo é como se fosse um a superfície de um balão de festa que a gente tá inflando, soprando ar dentro dele. Ele vai ampliando. À medida que ele vai ampliando, os pontos desenhados no balão vão se afastando um do outro e a velocidade de afastamento vai mudando à medida que você vai enchendo o balão, tá certo? Essa é a ideia do universo. Do ponto de vista das ondas luminosas, a o comprimento de onda da luz, à medida vai criando espaço, ele vai esticando e vai, portanto, tendo um deslocamento pro vermelho. Por isso que a gente pode medir, não é, a a distância desses desses corpos celestes, tá? OK. Então a gente a partir daí os cientistas teóricos da ciência, da astrofísica passou a pensar como é que a gente poderia imaginar o nosso universo. Então, o nosso universo começou nesse gráfico aqui, não sei se vocês estão vendo bem, se puderem ampliar aí no computadores de vocês e ou nas telas de televisão de vocês, vocês podem ver que aqui é o ponto que começou. Esse ponto é o ponto de tempo zero. Aí o universo começou a expandir, aumentar espaço e passar o tempo, né? os primeiros segundos, primeiro tempo, menos de um segundo, o universo era muito denso energeticamente e ele então era uma espécie de sopa de elétrons e quars, aquelas partículas bases da constituição da matéria. Primeiro, olha só, radiação. Depois a radiação começou a criar espaço, eh, partículas,

nte e ele então era uma espécie de sopa de elétrons e quars, aquelas partículas bases da constituição da matéria. Primeiro, olha só, radiação. Depois a radiação começou a criar espaço, eh, partículas, mas essas partículas podiam se recombinar de volta. Aqui ela teve uma expansão muito grande, por isso que é expansão inflacionária, porque essa expansão muito rápida permitiu desacoplar espaço, a energia das matérias e a partir de um certo ponto, as matérias, as partículas que eram criadas não se recombinavam mais e começou então a formar um plasma de hidrogênio dos primeiros átomos. Esse plasma de hidrogênio, que ainda era muito denso, pode ainda formar provavelmente gás de hélio, né? Então, a gente passou a ter um gás base de hélio atômico e de hidrogênio atômico, tá? OK? E à medida que foi expandindo, onde foi desacoplando, essa matéria foram ficando abundante e começaram a formar esses primeiros núcleos estelares por condensação, porque uma vez criado matéria, a lei da gravitação começa a funcionar e começa a aglutinar essas matérias. Enquanto elas são muito quentes, elas não conseguem se aglutinar, mas à medida que vão vai esfriando o universo, que ele vai expandindo, ele vai então começando a formar as protoestrelas que vão se aglotinando e formando as protogaláxias até formar as primeiras galáxias. Essa é a ideia do nosso universo. Então, quando a gente tá aqui no fim dele, olhando para trás, porque isso aqui é uma escala de tempo, olhando para trás, quanto mais para trás a gente olhar, mais a gente vê galáxias, informação. Se a gente pudesse olhar muito, muito para trás, a gente poderia enxergar o universo na sua formação de partículas. Isso aí a gente não conseguiu e até hoje a ciência não tem meios de fazer essa observação. Então essa é ideia do universo. Então o vejo que à medida que vai expandindo e vai criando espaço, aí a densidade de energia vai ficando cada vez mais baixa. E hoje a densidade de energia corresponde ao que a gente chama, não é, de energia.

vejo que à medida que vai expandindo e vai criando espaço, aí a densidade de energia vai ficando cada vez mais baixa. E hoje a densidade de energia corresponde ao que a gente chama, não é, de energia. residual do universo. Essa energia foi medida pelos cientistas, deu até prêmio Nobel para o Pensias e o Roberto Wilson. E essa energia da radiação de fundo está no comprimento de onda, porque o espaço expandiu muito, esticou muito a luz inicial, tá na faixa de microondas e isso confere ao nosso universo uma temperatura média de 2,73º absoluto. Essa radiação é chamada radiação de fundo do universo e ela já foi muito bem medida. Então, a gente tem uma medida muito boa de tudo isso. Por isso a gente fez esse modelo. É um modelo científico, mas a gente não pode garantir que ele é a verdade. Ele tá ainda sendo observado, sendo analisado. E quanto mais observação no espaço cósmico a gente fizer, mais informação a gente vai ter para testar se esse modelo tá certo. Isso aqui é uma fotografia da galáxia de Andrômeda, com uma galáxia próximo dela também. Essa outra galáxia tem outro nome. Vocês já viram a galáxia de Andômeda. Essa aqui é uma galáxia bonitinha que a gente vê ela de lateral. Era uma galáxia espiralada, mas a gente vê ela de lateral. Então, a gente vê o bulbo central dela, toda a matéria cósmica em volta dela e as estrelas densas, todas elas estão aqui no plano da galáxia. Essa galáxia chamado eh o nome é é uma classificação, né, feita que é complicado, mas ela é conhecido como NGC 586, tá certo? E ela está localizada na constelação de Dracoo no hemisfério norte a 44 milhões de anos luz da Terra. O seu diâmetro é menor do que a nossa, é 60.000 anos luz. Nossa tem 100.000 anos luz. 2/3. Portanto, o diâmetro da Via Láct. Sua massa é semelhante a da Via LCT e ela é uma galáxe espiral do tipo S0, de braços muito fechado. Esta imagem, uma combinação de fotos tirada em azul, verde e vermelho. Eles tiram uma foto em azul, uma foto em verde, uma foto em vermelho e compõe para ver a cor, para

o S0, de braços muito fechado. Esta imagem, uma combinação de fotos tirada em azul, verde e vermelho. Eles tiram uma foto em azul, uma foto em verde, uma foto em vermelho e compõe para ver a cor, para fazer uma coloração na galáxia, tá? OK. Isso aqui é uma uma espécie de colisão de galáxias observada no universo. Uma galáxia atraída gravitacionalmente pela pela uma atraindo gravitacionalmente a outra, elas se interpenetram e podem com a velocidade que elas estão se movendo, passarem uma pela outra. Mas essa passagem pode, dependendo da força gravitacional e da presença dos núcleos um do outro, pode até virar uma galáxia final, né? Uma capturar a outra ou passar por ela e deformar as galáxias, não é? Aqui uma outra galáxia bonitinha também que a gente vê que cheio de pontos azuis porque tem muitas estrelas informação. A gente como espírita imortal um dia a gente vai visitar esse arquipélago de estrelas. Aqui tem várias estrelas mostradas para mostrar. Isso aqui por exemplo, é uma S. Essa aqui é uma SC. Tá certo? Vocês vejam que essa aqui é uma espiral fechada, é uma espiral aberta, barrada. Essa aqui é uma espiral mais aberta, não é? Aqui tem outra galáxia vizinha e essa aqui também é uma galáxia vista de meio de perfil parecido com aquela outra. Essa galáxia aqui é chamada galáxia do sombreiro, que parece um chapéu de mexicano. Aqui a gente tem miíodes de galáxias. Se a gente amplifica esse quadro aqui, a gente vê todos esses pontos que a gente vê aqui são galáxias. Isso aqui é uma galáxia mais evidente, eh, elíptica do tipo elítica. Esse é chamado uma coleção de muitas galáxias, cada uma constituindo de bilhões de estrelas, observado na na num cluster de chamado de coma cluster coma vírgula. eh um aglomerado de vírgula a 320 milhões de anos luz da Terra. Isso aqui é um gráfico tentando eh aglutinar as galáxias num certo numa certa parte do universo observável. E a gente observa nesse espaço que tá limitado aqui um cerca de 12 a 15 bilhões de anos luz, a gente tem cerca

fico tentando eh aglutinar as galáxias num certo numa certa parte do universo observável. E a gente observa nesse espaço que tá limitado aqui um cerca de 12 a 15 bilhões de anos luz, a gente tem cerca de 4.000 pontos e representa um démo milionésimo do número total de galáxias observáveis no universo, tá certo? São centenas de bilhões de galáxias. A gente tem hoje estimado cerca de 2 trilhões de galáxias no nosso universo. Aqui são fotografias de galáxias diferente. Olha como essa é muito mais aberta. Espiral muito aberta, não é? Essa aqui é uma espiral um pouco mais fechada, barrada no meio. Então a gente tem lindas fotografias do nosso universo. Aqui seria a nossa Via Láctea. E aqui está o nosso Sol. O nossa galáxia é uma galáxia espiral, tem um grande bubo com uma pequena barra no centro e aqui tem um grande buraco negro e a gente está aqui num dos braços da nossa galáxia, tá? OK. Isso aqui é uma representação da formação de um sistema planetário. Começa uma grande nebulosa, que é matéria cósmica, disseminada por explosões de estrelas, de supernovas e outras galáxias mais gigantes. ela começa a colapsar e a girar porque for por causa da força gravitacional e vai formando, achatando, formando um disco e as matérias mais pesadas vão se aglutinando, formando sementes de planetas que a gente chama de planetésimos ou planetesimais que vão acriando, aumentando a quantidade por por captura gravitacional, elas vão se aglutinando. até formar um sistema planetário. O nosso Sol formou dessa maneira o sistema planetário. A distância de tempo daqui até a formação do sistema planetário de cerca de um 1 um bilhão de anos para formar um sistema planetário desse, mais ou menos perto de 1 bilhão de anos para formar o sistema planetário. Depois o nosso sistema planetário tem 4,6 bilhões de anos. 1 bilhão de anos eu tava formando os planetas tudo cheio de temperatura, de de de convulsões telúricas, né, pra gente usar uma palavra forte, né, na formação do sistema planetário. Aqui a gente tá

os. 1 bilhão de anos eu tava formando os planetas tudo cheio de temperatura, de de de convulsões telúricas, né, pra gente usar uma palavra forte, né, na formação do sistema planetário. Aqui a gente tá vendo nessa formação a evolução do nosso planeta que era comburente, muito quente, foi esfriando lentamente até formar os mares. a partir dos mares, foi formando os processos da vida e nós estamos aqui nessa fase, mas ele vai continuar evoluindo até desassociar-se um dia junto com a nossa estrela. Então a Terra tem 4 bilhões 600 milhões de anos. Muito bem, era isso que eu queria mostrar para vocês, pra gente poder ter então a visão científica do sistema de formação do nosso universo e formação do nosso planeta. Muita informação em pouco tempo. É para dar uma ideia. >> Não, mas >> para dar uma ideia. >> É demais. Eu vou começar com duas perguntas enquanto não chegam aí as perguntinhas. Tem algumas algumas coisas que não tão tão e não estão ligadas ao estudo, mas eu já vou falar. E a professor, a ciência sabe por que a galáxia ela ela toma esse formato elíptico aspiral, eh, oval? Por quê que elas se formam? tem que tem que ser com perturbações iniciais da formação dos sistemas, das velocidades, né, promovidas nas nos grupos estelares e pela força gravitacional do núcleo das galáxias, que geralmente tem grandes buracos negros. a gente não sabe explicar muito bem, a gente só faz uma classificação. Tem teorias que são propostas pelos cientistas teóricos, mas que são objetos de estudo, porque a gente não tem muita muito mecanismo de investigação senão ficar fazendo a observação do universo. >> Então, só sabe que tem ponto, né? sabe que ela é assim, que elas são assins, que existem, que estão lá, mas não sabem o real motivo, né? O por, né? O que eu diria para você, Ana, que nós como espíritos imortais, um dia vamos saber tudo isso. >> Porque segundo uma pergunta que Kardec faz aos espíritos, o que que não é para o espírito para ser perfeito, os espíritos respondem, precisa de saber

píritos imortais, um dia vamos saber tudo isso. >> Porque segundo uma pergunta que Kardec faz aos espíritos, o que que não é para o espírito para ser perfeito, os espíritos respondem, precisa de saber tudo. Então, a gente precisa, veja quanto coisa a gente tem para aprender >> como espírito em crescimento. À medida que a gente for se aproximando de espíritos felizes, espíritos que já não t compromisso com erro nem nada, a gente vai ser estudiosos do universo, da criação divina e vai compreender tudo isso, porque a gente também vai participando com Deus na criação do universo, porque o universo não foi criado, ele continua sendo criado. E aí a gente ou vê, por exemplo, Emanu dizendo no livro A caminho da Luz, não é? Uma assembleia de espíritos angelicais se reúnem próximo à nebulosa solar para lançar as balizas de formação do nosso sistema planetário. Então, os espíritos participam dessas criações. É >> lê. Quando a gente lêu o primeiro capítulo do livro Evolução em Dois Mundos, o André Luiz diz lá os grand as grandes mentes, os espíritos angelicais, os grandes vedas participam da criação divina, fazendo criação em plano maior, enquanto nós, figuras pequeniníssimas participamos de criação em plano menor. Quando a gente estuda a natureza, a gente manipula as plantas, a gente cria um filho, a gente é cocriador de alguma maneira, mas a gente vai ser capaz de criar sistemas maiores à medida que a gente for espírito mais puro. E a minha outra pergunta, professor, que o senhor disse que, lógico, a gente sabe que não influencia, os planetas não influenciam nas nossas vidas, porque tem a questão de escolhas, livre arbítro que a gente já aprendeu eh no espiritismo, mas fisicamente eh eu eu percebo que eh existe um grupo de pessoas que ficam melhor, por exemplo, em determinada fase do ano e outras ficam melhor, fisicamente falando. num outras determinada fase do ano, essa questão da do de aproximar o distanciar do Sol, a rotação da Terra, eh isso sim pode influenciar a nossa

ase do ano e outras ficam melhor, fisicamente falando. num outras determinada fase do ano, essa questão da do de aproximar o distanciar do Sol, a rotação da Terra, eh isso sim pode influenciar a nossa nosso >> Eu diria que o clima influi muito mais do que fisicamente o o o proximidade de qualquer outro corpo celeste, porque O clima influi muito na gente. Há muitas pessoas, por exemplo, que tem uma espécie de melancolia no final do dia, porque a luz do sol vai diminuindo. Mas isso é um estado psíquico influenciado pela observação, pelos sentidos das pessoas, não pela presença das coisas, mas pelos sentidos. Você vê e interpreta. Então, é uma um processo de de sugestão psicológica, não de influência eh física propriamente dita, no sentido que a gente tá sujeito a uma força da natureza descontrolada, não é isso? Porque você pode ficar melancólico, mas pode ficar feliz. Depende de você. Então você se deixa influir pelo ambiente. Se você chega num ambiente de tristeza, você acaba ficando triste também se você se deixar influenciar. Sim. >> Então, eu diria que as influências não são físicas, elas são influências por sugestões psicológicas, >> tá? A translação, a rotação, não tem nada a ver com isso. Então, né? >> Nada a ver com isso. >> Pressão, nada disso, né? Porque se influi algumas pessoas não influi em outras. Então não é isso que tá sendo influenciado. Não é porque se fosse uma influência física, todo mundo teria que sentir e não é assim. >> Ah, tá. Então eu vou na primeira pergunta aqui. Eu vou começar com a pergunta da Sandra, né? Porque a Sandra eh eh tem um pouquinho com assunto e um um pouquinho mais pessoal, né? Ela diz assim: "É é um pouco longo, tá, professor? Professor Taciro, poderia dar um panorama onde se explica que não há vazio no universo? Aqui na Terra não há mais além do que nossos olhos podem ver? Sei que temos a percepção de alguma coisa. O que é?" Aí ela continua assim: "Eu não sei, tá, Sandra, se tá interligado, mas eu tô interpretando que sim. Se não tiver aí

do que nossos olhos podem ver? Sei que temos a percepção de alguma coisa. O que é?" Aí ela continua assim: "Eu não sei, tá, Sandra, se tá interligado, mas eu tô interpretando que sim. Se não tiver aí você me desculpa." >> Coloca. >> Eu queria entender, professor, estou com uma amiga na UTI de um hospital já quase 30 dias. Agora ela está fora de risco, mas ficou com um pé cá, outro lá. Ela tem 56 anos. Essa mulher, professor, sempre foi amargurada com as mazelas da própria vida. depressiva e a médico semanalmente sentindo-se doente, triste, sem forças. Daí um câncer pulmonar foi diagnosticado, o tratamento maltratou. Daí veio uma pneumonia, anemia, fraqueza muscular, intubação. Hoje vai se recuperando. Queria perguntar. Ela pressentia passar por isso, então sofria de antemão ou só por só pensar em doença acabou nessa situação? Ou minha pergunta não faz sentida. Eu eh tem tá um pouco interligado as duas coisas, né? >> Tá. Vamos começar pela pela primeira. Eu põe lá a primeira, depois a outra. Já entendi. >> Professor Tazira, poderia dar um panorama onde se explica que não há vazio no universo, aqui na Terra há mais além do que nossos olhos podem ver. >> Sei que temos a percep, >> tá? Então, olha, Sandra, na verdade, não é? A gente quando observa o universo com as medidas que nós somos capazes de fazer com as coisas materiais, a gente observa que o universo não tá vazio, ele tá preenchido sempre de radiação eletromagnética e de partículas cósmicas. A densidade de partículas cósmicas é baixa, em geral, longe dos planetas e das estrelas, tá certo? Mas a energia eletromagnética enche o universo inteiro, que é a radiação cósmica de fundo, tá certo? Então, o universo está tem uma densidade de energia distribuída nele, então não existe vazio, tá? OK? Agora, a gente não percebe isso com o nosso olho. Nós só percebemos isso com instrumentos sofisticados que a ciência já desenvolveu, tá? OK. Por outro lado, os espíritos dizem para nós que aquilo que a gente não vê pode estar

e isso com o nosso olho. Nós só percebemos isso com instrumentos sofisticados que a ciência já desenvolveu, tá? OK. Por outro lado, os espíritos dizem para nós que aquilo que a gente não vê pode estar povoado de coisas do mundo espiritual. Então, além daquilo que a gente observa com os nossos instrumentos, a gente também, por revelação do mundo espiritual, a gente sabe que o mundo espiritual enche o universo. Há espíritos para todo lado. Há, por exemplo, em torno da nossa terra, há várias esferas povoad por espíritos de diferentes elevações, trabalhando pela evolução do nosso planeta ou sofrendo a evolução no nosso planeta. As esferas mais baixas, mais próximas da crosta terrestre são habitadas por espíritos ainda nós atrasado quando saímos do corpo físico, que são as regiões de sombra que o André Luiz descreve como umbral, mas há esferas mais ah distantes da crosta terrestre que tem colônias espirituais onde espíritos bondosos trabalham pelo bem do nosso planeta, pela evolução nossos irmãos, pela evolução dos espíritos mais atrasados, os mais adiantados, ajudando os mais atrasados. E há os espíritos que trabalham com Jesus, que também estão atentos com o nosso planeta e frequentam o nosso planeta eh razoavelmente bastante para poder, não é, acompanhar a evolução e interferir na evolução do nosso planeta na direção do bem comum. sem desrespeitar o nosso livre arbítrio de todos nós que habitamos o planeta. Então, há muitas coisas que a nossa percepção ainda não consegue observar. Como espíritos imortais, a gente quando voltar pro mundo espiritual, a gente vai conhecer um pouco dessa realidade espiritual. Na verdade, a gente já conhece, mas esqueceu para poder nascer aqui no planeta, porque a gente já passou muitas vezes entre uma encarnação e outra pelo mundo espiritual. Então, já tem uma noção disso, mas cada vez mais a lucidez espiritual nossa vai permitindo adentrar informações cada vez mais ricas, certo? Então, isso que eu posso dizer para você sobre as observações.

tão, já tem uma noção disso, mas cada vez mais a lucidez espiritual nossa vai permitindo adentrar informações cada vez mais ricas, certo? Então, isso que eu posso dizer para você sobre as observações. Agora vamos ao caso da sua amiga. Olha, toda pessoa que tem reencarna carregando alguns dramas internos subconscienciais de vidas passadas, muitas vezes tem uma certa tristeza interna por causa de sentimentos, de culpas de vidas passadas. E muitas vezes as pessoas reencarnam com propósito de melhorarem a si mesmos. Mas ao chegar aqui não dão conta de fazer isso e de estimular-se para ter uma vida alegre, buscar alegria em todas as coisas, ser uma pessoa de bom ânimo, de coragem. E por isso muitas vezes ficam depressivas, carregando depressões. Os desafios da vida muitas vezes, né, nos desafiam no nosso equilíbrio emocional e a gente se deixa cair em estado de morbidez mental, né, de tristeza, de melancolia, de aborrecimento, da achar a vida chata, difícil, complicada. E nesse estado emocional, a gente perturba o equilíbrio biológico das nossas células corporais e a gente pode com isso criar doenças psicossomáticas gerada pelo nosso estado mental de desânimo e de tristeza. E a gente pode desenvolver câncer, pode desenvolver gastrite, pode desenvolver pneumonia, porque enfraquece o sistema eh imunológico do corpo. Então, a gente pode gerar sofrimentos físicos pra gente, porque a rigor a gente tá espiritualmente em ferro, porque a gente não tá com um bom ânimo e com coragem de enfrentar a vida com confiança em Deus. A nossa confiança em Deus ainda é muito frágil, muito pobre. Por isso que Jesus nos estimula a amar a Deus, a confiar em Deus, a ser eh filhos de Deus, se sentir filhos de Deus, porque esse é o único jeito da gente superar essas dificuldades, aprendendo, apesar do corpo físico, da vida física difícil, aprendendo a ver alegria em todas as coisas, em cada dia que o sol nasce, em cada estrelas que o céu nos oferece, a cada cantar de passarinho, a cada criança que a gente vê, enfim, a gente

ca difícil, aprendendo a ver alegria em todas as coisas, em cada dia que o sol nasce, em cada estrelas que o céu nos oferece, a cada cantar de passarinho, a cada criança que a gente vê, enfim, a gente precisa se encher de coragem para poder superar em nós o estado de melancolia e às vezes de depressões profundas. Que importa se a gente no passado fez muita coisa errada, o que importa é que eu vou fazer coisa certa e estou fazendo coisa certa agora. O agora é o dia importante para nossa vida. Então, quando a gente faz isso, a gente vence essas dificuldades e aprende a sorrir pra vida. Vocês me vem sempre aqui feliz, alegre, sorrindo. Eu já tenho três estentes nas minhas artérias do coração e nem por isso eu perco a alegria de viver. Tem 4 anos que a minha esposa, que eu vivi com ela, 52 anos e meio, foi embora pro mundo espiritual. E eu não choro porque ela foi embora, porque ela tá muito melhor do que eu. Eu sinto saudade, sinto falta da presença dela comigo, mas não fico triste por causa disso, porque eu sei que eu também vou encontrar com ela mais tarde. Então, a visão espiritual da vida faz a gente sorrir para a vida. E é isso que a gente precisa aprender, fazer um mundo melhor com o nosso próprio comportamento. Deixa eu só a a Rosâela, ela pergunta assim: "Professor, o que acontece quando duas galáxias se chocam? Os astros se chocam?" Não, as distância entre as estrelas são tão grandes que uma passa pela outra, tá certo? É como nuvem de passarinho que um cruza com o outro, eles não se chocam, passam um pelo outro. A Terra gira em torno do Sol, sem chocar com coisa nenhuma. De vez em quando o pequeno asteroide cai aqui, mas é muito raro. Em geral, as galáxias, as distância entre as estrelas são tão grandes que elas passam umas pelas outras, mas pode ter perturbação gravitacional, mudar de órbita, né, mudar de, né, de de velocidade, mas isso não muda nada. Ela vai junto com seus companheiros planetários do mesmo jeito. O Rafael, ele pergunta assim: "Professor, por favor, tenho uma pergunta a respeito

dar de, né, de de velocidade, mas isso não muda nada. Ela vai junto com seus companheiros planetários do mesmo jeito. O Rafael, ele pergunta assim: "Professor, por favor, tenho uma pergunta a respeito dos atributos de Deu?" Na pergunta 13 do livro dos espíritos, Kardec estabelece alguns atributos para Deus. Por exemplo, diz que Deus é imaterial. E isso >> ah sofre, né? >> O que que o Sim, >> é porque >> Ah, ele continua aqui embaixo. Pera aí. Continuando, por exemplo, diz que Deus é imaterial, pois se fosse material estaria sujeito às transformações da matéria e então não seria eh imutável. Então, minha pergunta é, deixa eu ver se eu acho aqui. Achei. Esses atributos foram um desenvolvimento do Kardec através dos ensinamentos dos espíritos ou eles se encontram em algum outro lugar, por exemplo, outro livro ou evangelho? Obrigado. >> Na verdade, Rafael, esse pensamento que Kardec coloca ali já são pensamentos filosóficos mais antigos de outros povos até. Todos os povos que aprenderam a pensar num Deus único foi pensando nos atributos de Deus. Para que ele seja Deus, ele não pode ser humano. Há também, claro, revelações espirituais. Quando você lê, por exemplo, lá no capítulo 20 do Gênesis de Moisés, onde aparece as leis de Deus, não é? as tábuas, a tábua das leis de Deus que que eh Moisés recebe lá no Monte Sinai por por mecanismos de mediunidade mediunicamente. Entre as leis, a primeira delas que fala sobre Deus diz, Deus diz, né, a a a frase tá colocada assim, Deus que ditou as leis para Moisés e disse: "Eu sou um Deus, não é que tirei da terra do Egito, da escravizão da terra do Egito. Sou um Deus, né, que cuido do meu povo. Não farás de mim imagem, nem com as coisas do céu, nem com as coisas da terra, nem com as coisas do mar. Isto é, não faço ideias, imagem de mim, ideias materiais. Imagens materiais. Eu não sou material. Não é? Então essa visão vem lá de trás. os filósofos da antiguidade, que são deístas, todos eles discutiram os atributos que Deus deveria ter

ideias materiais. Imagens materiais. Eu não sou material. Não é? Então essa visão vem lá de trás. os filósofos da antiguidade, que são deístas, todos eles discutiram os atributos que Deus deveria ter na nossa nosso entendimento. Então, quando de quando Kardec pergunta que é Deus? E os espíritos respondem, Deus é inteligência suprema do universo, a gente então não pode pensar em Deus como um ser material, porque inteligência é uma coisa abstrata. O que é inteligência? Você pode materializar a inteligência, não é? Nós não podemos materializar inteligência. Então, a resposta dos espíritos, ela é são reveladoras nesse sentido. Deus não é material. Deus é uma inteligência organizadora do universo, criadora e organizadora do universo. Nós somos inteligência, somos espíritos. A gente sabe o que é o espírito, a gente não sabe o que é o espírito. Ainda a gente sabe que a gente tem duas corporificações. Uma sutil, feito de fluido cósmico, que a gente não sabe direito o que que é ainda para viver no mundo espiritual. E uma grosseira feita de carneo, feita de estrutura atômica da matéria, que é aquela que nos permite observar o universo material. Então nós com nossa corporificação física vemos as coisas materiais. Com a corporificação perespiritual nós vemos o mundo espiritual, mas ainda assim a inteligência é um atributo do ser espiritual que a gente não sabe o que é o espírito. Que é o espírito? A gente não sabe o que é. É alguma coisa, mas não sabe o que é. Deus é alguma coisa, mas não sabe o que é. Mas não é alguma coisa material, porque ele não sofre ação das coisas materiais, mas é uma inteligência suprema, superior. Então é só isso que a gente pode dizer. O resto é pensamento filosófico em torno com a compreensão daquilo que a gente acha que deve ser bom. Porque uma vez que a gente pensa que Deus é inteligência suprema, inteligência suprema não pode cometer erro algum. Então, tudo que ele cria é perfeito. E a gente precisa compreender isso no máximo da perfeição. Por isso,

gente pensa que Deus é inteligência suprema, inteligência suprema não pode cometer erro algum. Então, tudo que ele cria é perfeito. E a gente precisa compreender isso no máximo da perfeição. Por isso, Deus é infinito. Deus é supremo, suprema bondade, é suprema justiça, é suprema misericórdia, é suprema em tudo que é bom, porque a gente não sabe imaginar de forma diferente. E só a Maria das Graça, ela pergunta assim: "Professor, eu fico olhando o céu e vejo sempre algo brilhante e me parece em movimento. O que será?" >> Olha, o céu tá cheio de pontos brilhantes, que são as estrelas. Eu não entendi muito direito a sua pergunta. O que que você vê brilhante no céu? Estrela, a lua, o que que você vê brilhante no céu? Então fala para nós descobrir para poder entender sua pergunta direito. >> É, fala para nós. Então, a Sandra fala pergunta assim: "Professor, e a influenciação da Lua?" Eu acho que é quando a gente falou das influências, né? Mas a lua influi corporalmente, materialmente em nós. A influência da lua, né, na vida terreno é muito grande, mas ela influi materialmente, não espiritualmente. A lua, por exemplo, a lua não nos faz ser melhor ou pior, mas a lua pode nos encantar com a beleza da sua luz, tá certo? Então é nossa observa, uma reação à nossa observação, reação psicológica, psicoemocional nossa, não é? Porque se você não enxergar a luz, você não vai se inspirar, né, nessa beleza da lua. Então veja, a influência material ela tem sobre o nosso organismo físico. Isso com certeza tem. Os ciclos biológicos da vida dependem dos ciclos da lua também, não é? Veja, vou dar um exemplo clássico com as mulheres. A menstruação, o período menstrual é o período de movimento da lua, 28 dias. Porque tem influência lunar no ciclo hormonal corporal, tá? OK. Isso a gente não pode ter dúvida. A lua tem influência no processo de amadurecimento da seiva, da da distribuição de seiva nas árvores, no processo de floração, no processo de vida dos seres biológicos. Mas do ponto de vista material, não do

em influência no processo de amadurecimento da seiva, da da distribuição de seiva nas árvores, no processo de floração, no processo de vida dos seres biológicos. Mas do ponto de vista material, não do ponto de vista psicológico. Do ponto de vista psicológico, do ponto de vista sentimental, nós somos donos daquilo que sentimos e pensamos. É o livre arbítrio é que manda. Então tem que distinguir as duas coisas. Há uma influência física, mas não há uma influência espiritual. A Lua não nos faz ser melhor ou pior do ponto de vista espiritual, nem a Lua, nem os planetas, nem as constelações, nem o zodíaco, não é? Então, astrologia é uma interpretação humana, porque você encontra gente que nasce mais ou menos na mesma época, que tem caracteres psicológicos completamente diferentes uns dos outros. Depende do nível evolutivo com que cada um está. Então, não depende disso. A gente precisa compreender que a influência física, porque nós temos um corpo físico, existe, mas a influência psicológica não. A o acho que é o Lair, né? Ele, olairá diz: "Boa noite, é o espírito e o espírito é o tipo de é um tipo de matéria? >> A gente não sabe responder isso porque não sabe nem que que que é o corpo perespiritual que é de matéria e a gente não percebe, como é que a gente vai saber do espírito? Aí não tem a menor ideia. Isso está no nível da nossa ignorância ainda. Somos espíritos muito atrasado para compreender isso. Vamos ter que evoluir muitos, muitos milênios ainda para entender o espírito. A Sandra a eh ela complementou aqui, ó. Eu quando olho para o céu vejo que tem uma estrela que é maior que as demais e ela parece piscar. Professor, >> na verdade a luz das estrelas quando entram na nossa atmosfera, como a nossa atmosfera tem diferenças de temperatura, a luz não é sofre pequenos eh oscilações por causa da densidade da nossa atmosfera e da temperatura da nossa atmosfera. Então esse fenômeno é um fenômeno por causa da nossa atmosfera, tá certo? As estrelas parecem piscar por causa da nossa atmosfera,

da densidade da nossa atmosfera e da temperatura da nossa atmosfera. Então esse fenômeno é um fenômeno por causa da nossa atmosfera, tá certo? As estrelas parecem piscar por causa da nossa atmosfera, por causa das nossas observações, não é? Porque a luz atravessa a nossa atmosfera que tem variação de temperatura, então de variação de densidade. Eu não sei se vocês já olharam no asfalto num dia muito quente, você olha arrasando no asfalto, parece que tá tem líquido, parece que tá, não é? Tem líquido se movendo. Aquele é um efeito de oscilação da densidade do ar que tá se movimentando por causa da temperatura quente do asfalto. Chama miragem. Parece que o tá molhado. A medida que você vai chegando lá não tem água nenhuma. Isso também é a miragem do deserto que a gente já viu falar muitas vezes, né? que às vezes você olha no deserto, aquela areia assim, o sol tá muito quente e a luz então fica eh eh se difratando porque o ar tá oscilando e parece que tem um líquido ali. Então as pessoas acham que é água no deserto, corre lá, não é? A medida que vai aproximando, vai mudando porque vai se afastando. Então isso é uma miragem, é um efeito luminoso por causa da atmosfera. Por isso as estrelas piscam. As tem estrelas no céu que são umas mais brilhantes do que outras. Por exemplo, o planeta Vênus, que tá muito próximo nós agora, não é? Ele tem uma atmosfera muito densa e espalha muito a luz. Então, ele parece um corpo muito brilhante porque reflete a luz do sol. Vênus parece uma bola de luz, né? Impressionante como ele é grande. Se você olhar com um binóculo bom ou com a luneda, você vai ver o tamanho dele, porque ele tem dimensão. Ele tá perto de nós e tem uma dimensão. As estrelas estão tão longe de nós que a gente sempre vê como ponto. Por mais forte que seja, por mais intenso, mais amplo que seja o telescópio, a gente vê como pontos luminosos, porque não consegue atingir a dimensão da estrela. O sol a gente vê grande porque ele tá muito próximo de nós. Sol é uma estrela,

o, mais amplo que seja o telescópio, a gente vê como pontos luminosos, porque não consegue atingir a dimensão da estrela. O sol a gente vê grande porque ele tá muito próximo de nós. Sol é uma estrela, ele tá muito perto de nós. Por isso a gente vê o diâmetro dele. >> Eu não sei se respondeu aqui também a Maria das Graças, porque ela disse assim: "Não sei explicar, mas é algo grande, não se parece uma estrela". >> Pode ser, pode ser o do planeta Vênus. Se você está o Vênus, a gente vê ele ou no entardecer logo depois que o sol se põe ou quando o sol está nascendo, antes do sol nascer. Porque Vênus, como ele tá mais perto do Sol do que a Terra, ele gira em torno da Terra, a gente vê ele de um lado ou do outro do Sol, tá certo? Então é uma das estrelas, dos pontos luminosos mais brilhantes que a gente vê, mas é um planeta. >> E a Antônia, ela falou assim: "As fases da Lua influenciam nas marés". A as a lua não é as fases da lua que influem nas maréas, é a posição da lua em relação à terra que influi nas marés, porque a força gravitacional da lua puxa as camadas de água, as gotas de água, a terra puxa de volta. Então, aonde a Lua está puxando, o mar não é se aproxima, se afasta um pouquinho da Terra para tentar se aproximar da Lua. Então a ela forma a maré alta. Então a medida que a lua vai se movendo, vai arrastando a maré. >> Silvio, ele colocou assim, >> isso a gente estuda em geografia física no colégio, gente, no ginásio. A gente já estudou isso em geografia física. O Silva, ele colocou assim: "Existe os universos, os universo material e o universo espiritual, duas versões. Até o mundo feliz tem os planos material e espiritual. No mundo celeste é só o espiritual?" >> Olha, na verdade o universo é único, não é? Do ponto de vista do ser espiritual, o universo é único que apresentam duas fases, a fase, né, da matéria sutil do fluido cósmico e a fase do da matéria atômica, matéria grosseira. Então, os espíritos, como nós que estamos encarnados, vemos só, percebemos com os nossos sentidos só o

a fase, né, da matéria sutil do fluido cósmico e a fase do da matéria atômica, matéria grosseira. Então, os espíritos, como nós que estamos encarnados, vemos só, percebemos com os nossos sentidos só o mundo, só o lado material do universo. Não percebemos o lado espiritual do universo, mas quando a gente tá desencarnado, a gente percebe os dois. E é claro, aí depende do da percepção do espírito que vai ficando cada vez mais amplo à medida que ele evolui. >> A Sandra falou: "Professora, a coisa mais linda que eu já vi no litoral foi a boraceia. Parece que se eu esticasse o braço tocaria. >> Explica para nós o que é boraceia. Eu não sei o que que é boraceia. E deixa eu ver aqui se chegou alguma coisa. Não, aí o pessoal agora tem alguns >> Vou estudar o que é Boraceia para poder te conversar com você a respeito. Eu não sei o que é Boraceia. >> Aí a a Sandra falou que vai ter que rever a aula. Preciosas lições da série revistas, né? A Diva disse: "Deu tilt nos neurônios hoje." A Sandra tinha falado, "Nós somos cocriadorzinhos". >> Som somos cocriadorzinhos. >> A Maria da Graça disse: "Que maravilha, professor, >> qualquer coisa mais bonita de cocriação do que ser pai e mãe". É verdade. Verdade. E aqui a Maria das Graças tinha dito: "Que maravilha, professor Tarciro, fico boca e aberta de tanta informação. Amo o universo." E a >> a gente vai aprendendo devagarinho essas coisas à medida que a gente vai estudando. Nós temos muita coisa para aprender. Nossa senhora. >> Olha só, professora. 1 hora 40 de sala de >> vi vimos passar, né? >> Não, mais de 85 pessoas aqui nesse momento. >> Vocês vocês são os amores de pessoa. Como vocês aguentam tanto tempo? >> Estão todos aqui, ó. A Sandra tá falando que errou o nome. Então, coloca o nome, Sandra. Qual que é? Qual que é? Põe, Ronaldo. O Ronaldo tinha colocado. Põe. Acho que deve tá certo. Então, >> ampliei. Deixa eu ver se eu consigo ler. >> É um fenômeno atmosférico que ocorre quando a luz solar interage com pequenas gotas de água ou cristais de gelo em

o. Põe. Acho que deve tá certo. Então, >> ampliei. Deixa eu ver se eu consigo ler. >> É um fenômeno atmosférico que ocorre quando a luz solar interage com pequenas gotas de água ou cristais de gelo em nuvens altas, resultando em cores vibrantes. É isso, Sandra? >> É isso. É baraceia. É, >> tá certo. É, é porque é difícil de ver. >> Elas não são muito simples de ver, mas às vezes acontece no fim de um dia chuvoso, né? Além do arco-íris, você pode ver colorações nas nuvens por causa da decomposição da luz nas gotículas de água que ainda estão suspensas nas nuvens. E aí forma uma luminosidade bonita. Às vezes a gente vê um verde clarinho, às vezes a gente vê um avermelhado, às vezes a gente vê cores difusas, cor de rosa, fica muito bonito mesmo. Isso tudo bem, isso chama boraceia. E de avião às vezes a gente tem surpresas de ver colorações. Interessante que a gente vai por cima das nuvens, vê coloração nas nuvens, que é a decomposição da luz do sol. É muito lindo, né, professor? >> É, >> Valéria falou aqui, grande aprendizado >> e foi mesmo que aula. Uma aula que deve ser revista. >> É, ainda bem que como fica gravado, a gente pode ver com calma de novo, né? Porque eu sei que é muita informação em pouco tempo, mas o que eu pretendo nesses estudos que a gente faz é mostrar para vocês que os espíritos estão nos ensinando coisas importantes e que a gente também aprende isso cada vez melhor quando a gente tem um conhecimento que a ciência vai nos revelando, porque são duas fontes de conhecimento, a ciência humana e a e a ciência espiritual revelada pelos espíritos bondosos. Não é com as duas a gente vai crescendo, aumentando o nosso entendimento, porque elas não são contraditórias. O que os homens fazem é estudar a natureza criada por Deus. Então vai e eh vai encontrar as leis da natureza, que são leis divinas. E do outro lado, pelas revelações, a gente vai vendo as leis espirituais. Ô Sandra, você falou que não lembra o nome daquele efeito colorido. É arco-íris ou Aurora Boreal? É um desse.

ão leis divinas. E do outro lado, pelas revelações, a gente vai vendo as leis espirituais. Ô Sandra, você falou que não lembra o nome daquele efeito colorido. É arco-íris ou Aurora Boreal? É um desse. >> Aurora Boreal também é uma coisa bonita, mas a Aurora Boreal é produzida pelas partículas do vento solar, os elétrons que vêm do vento solar, que são capturados pelo campo magnético da Terra e cai no polo norte. E ao cair na região da atmosfera, colide com as moléculas do ar, excita os elétrons das moléculas do ar, faz aurora borealfa, elas ficam brilhantes, emitindo luzes. >> Ela tá pedindo ajuda que não lembro o nome do efeito colorido. É esse ô Sandra, o arco-íris ou Aurora. Tem mais algum, professor? Olha, Borace, a gente já viu o que é o arco-íris, a gente sabe o que é também, porque são decomposição da luz nas gotículas de ar, água, nos dias de chuva. Por isso que a gente só vê nos dias de chuva e dependendo do ângulo que o sol está, né? No sol alto a gente não vê. Só vendo o sol quando o sol tá querendo indo embora para se colocar, para se pô quando tá nascendo. Aí a gente vê arcoíris, porque tem que ter um ângulo de incidência da luz para poder ela disfratar nas gotículas e formar o arco-íris. >> Olha só o ele aí, Chico, disse: "Já chega, quero voltar e tomar um". E olha que a gente não saiu em viagem, tá só pensando com a ciência. >> Meu Deus, quando a gente viajar, a gente vai ficar assim que nem o Chico. Meu Deus, me leva de volta, eu quero tomar um cafezinho. >> É. Aí é a Aurora Boreal. >> Aurora Boreal. Aurora Boreal produzida pela radiação. Eh, a radiação que vem do vento solar. Quando o Sol explode na direção do nossa terra, né, ele joga matéria cósmica para fora, joga elétrons, prótons, partículas, não é? E essas partículas vê viajando pelo céu aa e cai na nossa atmosfera. quando entra na nossa ionosfera, por causa do uma parte delas ficam capturadas na ionosfera, outras partes não é elevada pelo campo campo magnético da Terra, que são cargas elétricas em

ssa atmosfera. quando entra na nossa ionosfera, por causa do uma parte delas ficam capturadas na ionosfera, outras partes não é elevada pelo campo campo magnético da Terra, que são cargas elétricas em movimento, elas vão pro polo norte. As cargas negativas, os elétrons vão pro polo norte e as cargas positivas, que são os prótons, vão pro polo sul. Só que as cargas positivas geralmente são de partícula que tem muito mais massa do que o elétron. Então elas acabam se decompondo muito rapidamente ou sendo capturada pela atmosfera muito rapidamente. Perde energia logo. Aí ó, isso aí é aurora boreal. É muito bonito isso aí. eh são elétrons colidindo com as nuvens eh da com as moléculas da atmosfera lá no polo norte, nos hemisfério norte, bem perto da calota polar, lá a Noruega, a Suécia, Finlândia, os países nórdicos veio muito essa >> essa >> sen colocou aqui, ó, que aconteceu aqui em Bertioga, no litoral de São Paulo e foi registrado por um morador aqui no dia 11. Mas é muito raro isso acontecer. Só quando a explosão é muito forte, quando tem muita muita muita energia, os elétrons vem com energia muito grande que acabam permeando a própria ionosfera, vencendo o campo magnético da Terra e caindo nas regiões mais próximas do Equador. Mas é raro. >> O Ronaldo tá o próprio Google hoje, né? Ele, a pessoa fala, ele vai lá e pesquisa. É, o Google explica essas coisas todas pra gente, porque tudo já tá resolvido pela ciência e a ciência já tá à disposição das pessoas no nos diversos eh programas, né, sites de cultura. >> Professor, chegou uma perguntinha aqui da Ostília. Um dia, daqui a bilhões de anos, a terra não mais existirá. Eu fico me perguntando, baseada na categoria dos mundos, se ela chegará ao mundo celeste. >> Geralmente os espíritos que já estão na categoria de mundos celeste, eles não precisam de planeta, eles não precisam de morar em lugar nenhum. Eles são cidadãos cósmicos, eles param onde eles quiserem. Jesus não precisa de uma moradia própria. Ele pode ir para onde

te, eles não precisam de planeta, eles não precisam de morar em lugar nenhum. Eles são cidadãos cósmicos, eles param onde eles quiserem. Jesus não precisa de uma moradia própria. Ele pode ir para onde ele quiser, porque é um espírito livre. Então, a rigor, a gente não precisa de planeta para habitar quando a gente é espírito livre, quando a gente está evoluído suficiente para não precisar de reencarnar mais. Então, a gente pode ir pelo universo aa onde a gente quiser. >> E aí >> pode até escolher um planeta para ficar se quiser. >> É muito lindo, né, professor? Nossa, eh, não dá nem para, a gente tenta imaginar. >> Vamos encerrar, gente. Já >> já tá muito tarde. >> Nós estamos chegando. >> Tá demais também. >> É, o pessoal tá firme aqui, hein? Pessoal tá firme. Quase 2 horas de estudo, mas vamos encerrar, professor, agora com uma com a nossa prece. Vamos, vamos sim agradecer a Deus por tanta beleza que a gente tá aprendendo. >> Então vamos agradecer somente gratidão por tanta oportunidade, por tanto conhecimento que nos é oferecido nesta encarnação. Não sabemos como fomos as anteriores, se desperdiçamos essas oportunidades, mas hoje estamos gratos a Deus, a Jesus, por nos proporcionar novamente quantas vezes forem necessárias para que a gente possa aprender na essência, no espírito. e vivermos conforme a vontade do nosso pai. Esteja conosco a equipe espiritual deste trabalho. Ampare o professor Otaciro. Ampare a todos que estão em seus lares e unidos que possamos nessa teia, como diz o professor Otaciro, continuarmos juntos, porque como ele diz, junto é mais fácil. juntos. É mais fácil. Que assim seja. >> Que assim seja. Um grande abraço. >> Boa noite a todos que até a próxima semana com Jesus e a regeneração da humanidade. >> Isso. >> Um abraço. >> Obrigado por estarmos juntos. >> Olha, professor, todos juntinhos aqui, hein? Um beijo, >> um beijo em todos vocês.

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