LIVE IGESE_01 Das Causa Primárias - Otaciro Rangel - Introdução

Conecta Espiritismo TV 28/06/2025 (há 9 meses) 1:38:12 41 visualizações 7 curtidas

Reprise do Estudo da obra "Das Causas primárias" - Introdução- com Otaciro Rangel

Transcrição

Coração de luz, estrela ao peito, corpo transfigurado em concelação. Peça em gelos. Joelhos ao chão no lavapés aos pescadores de ilusão. O que divisam esses olhos límpidos que revelam céus na terra e anjos nas feras? O que plasmaram essas mãos perfeitas. que elevam os caídos e curam feridas. Fronte de anjo alte a virtude, captando as divinas revelações. Sublime harmonia, ensinando inúvidável as multidões. De ti emanamísticas virtudes. Quando tua boca se abre, Senhor das estrelas, de ti em misticar as virtudes. Quando tua boca se abre, Senhor das estrelas, o que fizemos, o que fizemos ou trpassamos o coração, perfuramos os pés e as mãos, surramos os olhos. Espinhamos a fronte aliva e quisemos calar a voz do Senhor das estrelas. Força do perdão, derradeira, coroando um evangelho de morte em luz. Questão de tempo, o tempo da paz que vibrou nas oliveiras e fulgurou na cruz. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Bem-vindos. Estamos aqui novamente, professor, para mais um estudo, né? Graças a Deus. Isso mesmo. Estamos aqui felizes por poder voltar encontrar todo esse grupo de pessoas maravilhosos. e de poder juntos começar a pensar outras coisas da doutrina pra gente melhorando o nosso entendimento cada vez mais. É uma troca de amizade maravilhosa que alimenta nossas almas. Vocês se lembram do capítulo que a gente estudou do André Luiz, onde ele fala sobre o alimento no mundo espiritual? E ele lembra-se, eu espero que vocês todos lembrem, mas ele disse que a gente no mundo espiritual se alimenta de amor. E é isso que nos alimenta também na vida física. esse sentimento de fraternidade, de alegria, de podermos estar juntos construindo valores que lentamente vão embelezando a nossa alma, porque Deus nos fez como uma obra de arte. E a gente tem que aprender a mostrar a arte divina de Deus em nós. Então é muito bom a gente tá aqui junto fazendo esse esforço de amarmo-nos uns aos outros. Eu agradeço de coração todos vocês que estão por aqui, porque isso realmente me emociona muito, me ajuda

nós. Então é muito bom a gente tá aqui junto fazendo esse esforço de amarmo-nos uns aos outros. Eu agradeço de coração todos vocês que estão por aqui, porque isso realmente me emociona muito, me ajuda muito nos esforços que a gente faz na vida para ser um pouco melhor, para deixar para trás os erros cometidos que a gente já fez tantos e aprender a viver uma vida cheia de alegria. Ah, professora, eh, para nós aqui é um, é assim, uma alegria muito grande, né, que nem colocou a, a Ana aqui no começo, aguardando feliz para estudar com o professor Otaciro Angel. Então, para nós aqui, eu, a Ana, né, a Ana pode est tá aqui, ela pode falar, né, que para nós é uma felicidade imensa fazer parte desse estudo, poder estar aqui trabalhando com você, com todos os nossos amigos aí, que já são mais de 80 aí pessoas em simultâneo, né, mas eu eu creio que tenham mais. É uma alegria muito grande poder estar aqui trabalhando, contribuindo e aprendendo, principalmente aprendendo. Nós vamos estudar esta obra aqui, ó, meus amigos. Todos nós estamos aprendendo. Nós vamos estudar a Deixa eu desespelhar minha tela aqui porque aparece certo. Ó, tá vendo? Nós vamos estudar a aula das causas primárias que é de autoria do professor Otaciro Rangel Nascimento. Eu eu eu fui só um colaborador. Um instrumento. Não é um instrumento. Não, mas é não não é não. Certamente que não é uma obra mediúnica. Isso é uma um estudo que a gente faz contando com a ajuda espiritual que fica à nossa volta. não é? Ajudando a gente a ter o entendimento adequado. Com certeza. Então, professor, vamos fazer a prece, depois a gente fala o nome dos nossos amigos aqui pra gente começar esse novamente mais um trabalho. Vamos sim. Então vamos, meus amigos, agradecer a Deus, o nosso Pai celestial, a inteligência suprema do universo, a causa primária de tudo que existe, que nós podemos observar, que nós podemos sentir e de coisas maravilhosas que estão sempre sendo criadas, porque Deus é um trabalhador. da criação que não para nunca.

ausa primária de tudo que existe, que nós podemos observar, que nós podemos sentir e de coisas maravilhosas que estão sempre sendo criadas, porque Deus é um trabalhador. da criação que não para nunca. agradecer a Jesus esse espírito angelical maravilhoso que cuida de todos nós, que nos conhece individualmente a cada um de nós. Nós ainda não o conhecemos, mas ele nos conhece e cuida de nós como suas ovelhas e se preocupa com todos nós no sentido de nos auxiliar sempre. para que nós possamos cada vez mais através desse contato com ele, nos aproximarmos de Deus. é o nosso irmão mais velho que nos abraça, que nos acarinha, que nos faz auxílios de toda a natureza, dando-nos força, coragem, bom ânimo para que nós possamos caminhar com ele, de mãos dadas com ele na direção do nosso Pai Celestial. Agradecemos, Senhor, de todo o nosso coração por estarmos aqui reunidos, esse grupo de espíritos encarnados, como vemos no chat, e desencarnados que certamente também nos acompanham, cada um dos nossos lares, porque nunca estamos sozinhos, fazendo aí uma feixe de pensamentos e sentimentos. felizes em direção a todos nossos irmãos que vivem neste planeta conosco. Obrigado, Jesus. Obrigado por cuidar de nós. Cuide de nós sempre, Senhor, e nos ajude nesse aprendizado para que possamos cada vez mais sermos criaturas mais tranquilas, serenas, equilibradas, fraternas. amorosas, felizes. Que assim seja, Senhor. Que assim seja. Então, temos dois novos inscritos, né, aqui, professora. A Maria Luía Palha. Isso. Aham. E a Rosalina Cfels, né? Isso. Lembrando que nós vamos fazer um estudo intercalado das causas primárias e também de Jesus e a regeneração da humanidade, né? Então nós vamos intercalar uma semana assim e a outra, tá? Toda sexta-feira a partir das 21 horas e todas as aulas ficam gravadas nos nos canais do JZ e dos parceiros de transmissão. Eu não falei que é Web rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita. Centro Espírita Chico Xavier, TV Goiás Espírita e Rádio Portal da Luz, né? Então, toda sexta-feira vamos estar

parceiros de transmissão. Eu não falei que é Web rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita. Centro Espírita Chico Xavier, TV Goiás Espírita e Rádio Portal da Luz, né? Então, toda sexta-feira vamos estar aqui das 21 até às 22:30, né, professor? Mais ou menos. É, mais ou menos. Sem sem muito rigor, já que nós não temos mais compromisso com a televisão, né? É, então a gente vai mais tranquilo. Que eu vim dar um um boa noite paraos nossos amigos, né? e receber de nós, Ana, o nosso abraço carinhoso pelo lindo trabalho que você faz. Ah, com esses vídeos que são encantadores. Para mim agora eu que fico emocionada porque é uma oportunidade de ter um contato com a espiritualidade, né? É porque como o senhor falou, a gente não tá sozinho e e tem ajuda o tempo inteiro. Então é uma oportunidade que eu tenho também de ficar próximo, né, aos bons espíritos, né, e para fazer e estudar também, porque acabo estudando junto, né, na hora acabaendo junto, né? Então, obrigada pela oportunidade. Você tá modernizando a psic a mediunidade que você tá fazendo, a mediunidade de formação de formação de vídeos. Pois é, assim que eu me sinto, professora. É bem assim que eu me sinto. Então, obrigada pela oportunidade e um beijo pros nossos amigos aí que tão já vou deixar o Ronaldo falar deles todos aí com o senhor e vou estudar lá no meu cantinho. Ó, eu eu vou arranjar um nome para essa mediunidade. Acho que é mediunidade midiática. Olha, de mídias, né? É isso aí. É verdade. Um beijo, professora. Vou estudar lá no meu cantinho. Tchau, pessoal. Tchau. Tchau. Muito bom. Então vamos lá. Então vamos hoje. Vamos lá. Então eu primeiro queria conversar um pouquinho com vocês sobre esse livro. Esse livro foi um desafio, né, que nós recebemos da do pessoal de São Paulo ou desculpe, de Goiânia, nos congressos diversos que a gente participou em Goiânia. Goiânia tem faz um congresso eh todo ano e até o ano passado. Era sempre realizado na época do carnaval, os três dias de carnaval. Ficávamos reunidos ali de quase 5.000

a gente participou em Goiânia. Goiânia tem faz um congresso eh todo ano e até o ano passado. Era sempre realizado na época do carnaval, os três dias de carnaval. Ficávamos reunidos ali de quase 5.000 pessoas num congresso estudando temas importantes da doutrina espírita. E num deles, né, nós tivemos um desafio de fazer um um tema, tratar de um tema que relacionava ciência e religião, não é? ciência, o quem quem tem razão, a ciência ou a religião? E nós, então, para desenvolver esse tema, precisamos de eh dar uma estudada cautelosa nessa primeira parte do livro dos espíritos, porque nessa parte do livro dos espíritos tem duas perguntas de fundamental importância que Kardec faz aos espíritos sobre a ciência e sobre os recursos que a bondade divina tem para revelar para nós. nós, não é? Quando a ciência não consegue conhecimentos que escapora da das coisas da natureza, não é? Então, a gente vê que a gente tem dois caminhos de conhecimento, que é o estudo sistematizado dos fatos da natureza, que dá origem à ciência humana e as revelações que chegam para nós do mundo espiritual através de diversos recursos, mas sempre utilizando o próprio homem para trazer essas revelações, né? E daí entra toda a importância do fenômeno mediúnico, que é o mecanismo ou a porta que abre para nós o mundo espiritual. Então, esse estudo acabou me fazendo meditar com mais cuidado, porque a gente observa que o estudo da primeira parte do livro dos espíritos, que tem justamente esse título das causas primárias, Allan Kardec foi inteligentemente e muito bem inspirado, como sempre, não é? eh capaz de organizar temas de conceitos, de preocupações da mente humana, que engloba não só os interesses da ciência, mas também da filosofia, não é? colocando aí questões de fundamental importância no entendimento das origens de tudo que existe. Então, esse capítulo é um capítulo que é preciso a gente ter calma em estudá-lo, porque ele nos remete a conceituações que são, tanto não eh costumeiros para nós. Por isso mesmo a gente tem que

xiste. Então, esse capítulo é um capítulo que é preciso a gente ter calma em estudá-lo, porque ele nos remete a conceituações que são, tanto não eh costumeiros para nós. Por isso mesmo a gente tem que aprender a pensar com esses conceitos, porque são conceitos que mexe profundamente com a nossa própria realidade como seres individuais, como seres humanos e basicamente como seres espirituais. Então, por isso a gente, eu resolvi então fazer um estudo sistemático dessa primeira parte do livro dos espíritos. que está constituída por quatro capítulos e 75 perguntas com respostas. Então, Kardecos, não é? Em capítulo 1, 2, 3 e 4. O capítulo um, ele intitula como de Deus, né? E ele vai então tratar nessa nesse capítulo conceitos colocados em 16 perguntas e respostas e comentários que ele mesmo faz, não é? referentes a Deus, ao conceito de infinito, para que a gente possa eh compreender os atributos divinos, a maneira de pensar na lógica da existência de Deus. Então, ele põe um dos eh dos temas, as provas da existência de Deus. Depois ele detalha os atributos da divindade, fazendo uma discussão, né, mostrando eh por que razão esses atributos nos ajudam a entender um pouco melhor. E depois ele fala sobre a ideia que é usada por algumas alguma alguns pensamentos filosóficos que trata da ideia de de que tudo é Deus e Deus é tudo, né? Na ideia do panteísmo, pan significa total, abrangente, o completo. E teísmo é Deus, vem de Deus. estudo de Deus. Então, a ideia da palavra panteísmo é que Deus está em tudo. Tudo está em Deus. Tudo é Deus. Tudo é como se nós fôssemos partículas de Deus, né? E e Deus eh está integrado por tudo, como se Deus fosse o efeito também da própria natureza. Então, essa ideia ele também discute aí nesse capítulo. Depois ele vai pro capítulo dois. dos elementos gerais do universo e vai falar sobre o conhecimento do princípio, da origem das coisas, que é um tema que a própria ciência, não é, e as religiões também, todas as filosofias, não é, buscam eh entender como é que

iverso e vai falar sobre o conhecimento do princípio, da origem das coisas, que é um tema que a própria ciência, não é, e as religiões também, todas as filosofias, não é, buscam eh entender como é que tudo surgiu, se essas coisas todas sempre existiam ou se teve um começo se tem uma fonte, como é que funciona isso? conhecimento do princípio das coisas, como é que é que o universo está estruturado. E aí, nesse nesse capítulo, além do conhecimento do princípio das coisas, ele vai então tentar conceituar para nós espírito e matéria e depois falar um pouco das propriedades da matéria e do espaço universal, porque essa é a grande percepção que todos nós temos de tudo que está à nossa volta enquanto homens. Mas a gente também pode estudar as propriedades do mundo espiritual ou, se a gente quiser, do fluido cósmico universal, que é a matéria dominante no mundo espiritual. Então a gente para isso era preciso ter as percepções do espírito à flor da nossa realidade corporal. E a gente não tem isso porque o corpo é limitante do espírito. E por causa disso a gente, não é? Kardec fala aqui das coisas observadas pelos homens, mas com o conhecimento da doutrina espírita que vai crescendo a partir do livro dos espíritos, a gente também vai adentrando por revelações o mundo espiritual, porque os espíritos podem ir contando pra gente como o mundo espiritual é, como está estruturado e como funciona. Então a gente vai nesse capítulo falar muito mais do que tudo das propriedades da matéria e do espaço universal, aquele que a gente observa, mas a gente vai ver, não é, a extensão dessas coisas para o mundo espiritual também. Nesse capítulo são feito 20 perguntas com resposta dada pelos espíritos, comentário de Kardecidam para nós as coisas fundamentais desse tipo de questionamento, né, de entendimento que a gente busca ter dos elementos gerais do universo. E em seguida ele entra no capítulo 3, onde ele vai falar sobre a criação, da criação propriamente dito, da formação dos mundos, da formação dos seres vivos, do

ca ter dos elementos gerais do universo. E em seguida ele entra no capítulo 3, onde ele vai falar sobre a criação, da criação propriamente dito, da formação dos mundos, da formação dos seres vivos, do povoamento da terra, da ideia de Adão colocado na Bíblia, da diversidade das raças humanas, da pluralidade dos mundos, que podem ser habitados. E depois ele faz considerações e analisa nessas considerações as concordâncias bíblicas concernentes à criação. Obviamente da criação, ele vai usar os conceitos que a ciência tem, principalmente os conceitos da ciência da época de Kartec. Então essa é uma das tônicas importantes dessa primeira parte, porque Kardec utilizou do conhecimento da ciência do ano, né, do século XIX, portanto, da época do 1850, 1860, 1870, porque 69 ele desencarna. Então, até 1969, ele vai aprendendo, porque ele era estudioso da ciência também, e utiliza os conceitos da ciência para entender a a criação. E como nós estamos há mais de da ordem de 160 anos pra frente, né, mais de 160 anos já de Kardec, nós tivemos nesse período um avanço extraordinário da ciência. E aí a gente pode fazer um confronto do da forma que Kardec perguntava com base na ciência da época, como os espíritos responderam para ele e como a gente vê isso hoje com a ciência que nós temos mais desenvolvida. Então, a gente vai fazer um também um paralelo dessas coisas com a ciência que nós temos hoje, tá certo? Esse capítulo são está constituído por 23 perguntas e respostas que tratam da concepção que podemos ter sobre a formação de tudo que o homem observa na natureza, inclusive sobre nós mesmos como criaturas. E aí então ele parte para o capítulo 4 para estudar especificamente a vida do princípio vital. chama esse capítulo quatro, os seres orgânicos e inorgânicos, a vida e a morte, a inteligência e o instinto, porque ele vai focar na vida, especialmente o que é inteligência e entender a inteligência um pouco para compreender os objetivos que estão por trás da criação divina. Isso que é também

e o instinto, porque ele vai focar na vida, especialmente o que é inteligência e entender a inteligência um pouco para compreender os objetivos que estão por trás da criação divina. Isso que é também interessante desse dessa primeira parte do livro dos espíritos. A gente quando estuda cuidadosamente essa primeira parte do livro dos espíritos, a gente se descobre como criatura de Deus, mas com um propósito, com um objetivo. E isso ah, dá para nós um sentido na vida profundo e faz a gente aprender gostar da vida e aprender a ser feliz com a vida. Nessa, nesse capítulo quarto são 16 perguntas e respostas, tratando então da concepção que podemos ter em relação aos aspectos da transitoriedade da vida biológica e das propriedades, né, da capacidade de pensar e de agir instintivamente dos seres vivos em geral. Então nós vamos seguir no livro que a gente escreveu aqui esse mesma ordenação, mas a gente vai eh não não vamos ficar, não é, estruturado na na estrutura dos quatro capítulos. a gente vai desenvolver alguns desses capítulos, mas então a gente vai ter um número maior de capítulo do que quatro, porque a gente dividiu alguns desses capítulos em temas mais eh eh pra gente poder desenvolver melhor e entrar em mais detalhes, tá certo? E nesse livro que a gente tem em mãos, que é a segunda edição, que é esse aqui que eu estou mostrando para vocês, a primeira edição tem uma estrutura, uma uma cara um pouco diferente. Deixa eu pegar aqui para mostrar para vocês. Opa, a primeira versão do livro que saiu é essa das causas primárias. E nesse livro a gente eh fez exatamente isso que nós comentamos, mas na segunda edição a gente incluiu um capítulo novo, não é? eh intitulado uma visão sintética da evolução da vida. E nesse capítulo a gente faz uma apresentação sintética da evolução da vida física e espiritual no nosso planeta, aproveitando justamente aquilo que a gente apreende do estudo do livro Evolução em Dois Mundos de André Luiz. Tá bom? Então essa é a estrutura do livro que nós vamos estudar, né, nesses

nosso planeta, aproveitando justamente aquilo que a gente apreende do estudo do livro Evolução em Dois Mundos de André Luiz. Tá bom? Então essa é a estrutura do livro que nós vamos estudar, né, nesses nessas sextas-feiras que a gente vai seguir em frente, não é? e vamos assim fazendo uma uma alternância com outro tema que nós queremos desenvolver também, porque ele é muito importante, muito atual para nós, que é justamente entender a nossa mudança, né, para o mundo de regeneração, a transição que a humanidade tem que fazer. que já está no processo de início, né, na transformação da nossa vida na Terra de mundo de expiação e prova para mundo de regeneração, porque esse tema é um tema pouco compreendido e vamos buscar, não é, nas obras básicas e também no Evangelho de Jesus, os temas que Jesus apresentou para nós, a visão para nós que no final dos tempos a gente ia ter essa transição. Porque Jesus, além de ensinar pra gente vários valores morais, comportamentais, ele também mostra para nós numa diretriz, não é, atenciosa e cautelosa que ele faz através de parábolas, através de de frases importantes que ele vai colocando, como nós deveríamos nos preparar, usarmos o nosso tempo de maneira adequada para nos aprimorarmos, para que nós pudéssemos nessa fase de amadurecimento da vida no nosso planeta, pudesse continuar nele, no processo continuado de evolução, sem precisar de ter, por teimosia nossa, por falta de esforço nosso, de evolução própria, temos que ser tirados da terra exilados do planeta Terra, porque teimosos na repetição de erros, a gente poderia estar atrapalhando, né, a humanidade terrena no seu processo evolutivo. Então, é como se a gente tivesse numa escola, não é, alunos gerais, mas que chega o momento que a escola precisa aprimorar a sua qualidade, mas ela não pode contar mais com isso para poder aprimorar-se de alunos rebeldes. Então, é preciso que os alunos rebeldes sejam tirados dessa escola e adequados numa escola própria para eles, para deixar então aqueles que são os alunos

so para poder aprimorar-se de alunos rebeldes. Então, é preciso que os alunos rebeldes sejam tirados dessa escola e adequados numa escola própria para eles, para deixar então aqueles que são os alunos mais esforçados e que aproveitam os objetivos que a escola oferece, que possa aproveitar do crescimento da escola na direção de conquistas mais valiosas. Então, essa ideia da transição planetária que nós também vamos estudar. nas nossas sextas-feiras e vamos então alternar esses dois temas a cada semana. Então, nessa semana nós estamos começando o das causas primárias. Na semana que vem nós vamos começar a falar sobre a evolução, não é Jesus e a evolução da humanidade, tá OK? Então esse é o nosso propósito de estudo que nós vamos desenvolver juntos aqui. Eu espero a contribuição de todos vocês, os questionamentos de todos vocês, as colocações de todos vocês, porque isso é um estudo. Eu só tô sendo coordenador do estudo, né, dando uma diretriz para ele, mas todos nós somos coparticipantes desse trabalho de aprendizado conjunto. Essa é a ideia. Muito bem. Então, vamos começar um pouquinho, né, para ter um gosto agradável, o capítulo das causas primárias, o capítulo primeiro, Deus. Mas antes de de entrar no questionamento que Kardec faz, vamos fazer uma revisão nossa do que que nós pensamos sobre Deus, não é? Como é que é a visão de Deus que nossa humanidade, né, no cotidiano da vida tem. Então, se a gente pensar bem, não é, estudando, voltando à história da humanidade, a gente sabe que na no antigo Egito, talvez um pouco antes de Moisés, a gente pode depois pesquisar a data, mas é da ordem da presença de Moisés, um pouco antes de Moisés, no antigo Egito, um dos faraós, conhecido com o nome de Aquenatom, ele tentou, não é, eh, juntar no conhecimento das teorias religiosas que os egípcios antigos tinham, tentou juntar, não é, todas as correntes de pensamento religioso, resumindo todo aquela pluralidade de deuses que eles tinham num Deus único, que seria o Deus O sol, Atom.

os egípcios antigos tinham, tentou juntar, não é, todas as correntes de pensamento religioso, resumindo todo aquela pluralidade de deuses que eles tinham num Deus único, que seria o Deus O sol, Atom. Atom era a palavra destinada ao sol. Então, o Deus mais importante era um Deus único, né? Que era representado pelo sol, tá? OK? Então, essa ideia, né, que ele tentou impor e ele conseguiu fazer isso e organizou toda a sua estrutura de pensamento na ideia de um Deus único. Mas quando ele fez isso, ele contrariou duas duas classes de pessoas muito importantes do do da política governamental do Egito na época. A primeira foi a sua própria mãe, que era uma mulher que tinha poderes na mão, que ela tinha uma importância social, né? Porque as mulheres tinham uma importância, as mulheres importantes, principalmente as sacerdotisas, tinha uma importância muito grande na estrutura do do povo egípcio. Elas eram, a gente vê as figuras femininas, né, nas na nas pinturas, na em todos os e na até na na nas paredes onde tem livros escritos, né, através de hieróglifos. a figura da mulher como uma figura importante. Então ele faz isso, né? se esforça, faz isso, mas ganha, né, a contrariedade da mãe e dos sacerdotes, porque os sacerdotes era uma classe muito poderosa e ajudava, né, na controle do povo. Então ele teve que, né, enfrentar desafios enormes e conseguiu manter essa estrutura por cerca de pouco mais de 20 anos. e foi, não é, derrubado, eh, perdeu a oportunidade de fazer isso e as coisas depois voltaram o que era antes. Então essa foi uma tentativa, né, de que a gente tem noção da história da humanidade de um povo ter um Deus único, né, porque era um politeísta a maioria das da da das civilizações, aliás, todas as civilizações eram eh assim, mas com a o problema da formação do povo hebreu, que tem uma história também que não é nada simples, né? Mas ela começa com um caldeu ou um homem da caldeia que sai da caldeia, não é? recebe uma espécie de influência espiritual e procura sair de

eu, que tem uma história também que não é nada simples, né? Mas ela começa com um caldeu ou um homem da caldeia que sai da caldeia, não é? recebe uma espécie de influência espiritual e procura sair de lá e formar um povo para ele, que é a história do Abraão. Abraão então sai da Caldeia, vai paraa região da Palestina e começa ali, não é? De alguma maneira, a gente a gente pensa que é um homem, mas é um grupo, nunca é uma pessoa só, mas tem sempre o líder. E na história os líderes aparecem, o povo não. É sempre assim, a gente sabe como é que é. Então a a Abraão, não é? Vem paraa região da Palestina e com a sua com a sua família, mas na sua família ele não tinha filhos. E ele então era tinha uma parceira. a parceira dele não podia ter filhos e ela então muito chateada de não dar eh para ele a descendência. Ela então convence ele, Abraão, de se relacionar com a sua escrava para que através da escrava ele pudesse ter um filho. A a mulher dele chamava Sara e a escrava chamava Agar. E ela e ele então acaba eh concedendo, né, a esse tipo de colocação feita pela esposa. E ele então acaba tendo um filho com Agar. E esse menino que nasce de sexo masculino recebe o nome de Ismael. Mas depois que Ismael nasce, por alguma razão, né, desconhecida por nós, a Sara fica fértil e engravida. E aí tem um filho. E o filho então recebe o nome de Isaque, certo? Então, a Ismael foi desprezado até certo ponto por Abraão, porque Isaque era o filho legítimo dele, no sentido que era o filho da mulher escolhida, né? Não da escrava, porque a escrava não tinha valor social nenhum, não tinha importância familiar nenhum, era só uma pessoa, né, que era serviçal. E com isso, então, Abraão fica feliz com Isaque e tem toda uma história da intervenção do mundo espiritual na vida deles e tal. Deus prova a confiança dele e assim por diante de E aí, segundo a essa história que vem dessa região, Ismael acabou sendo o patrono ou o originário da do povo árabe, enquanto que o Isaque, né, com Abraão, dão origem ao povo

dele e assim por diante de E aí, segundo a essa história que vem dessa região, Ismael acabou sendo o patrono ou o originário da do povo árabe, enquanto que o Isaque, né, com Abraão, dão origem ao povo hebreu, Mas a história do povo hebreu vai mais longe, porque depois que Isaque nasce, ele fica adulto, ele também tem filho. E o filho que dele chamava Jacó. E Jacó também tinha muitos filhos, não é? E um dos filhos de Jacó tinha a era tinha dons mediúnicos e era o mais novo e chamava José. E os irmãos, por causa disso, o pai, né, Jacó tinha uma certa preferência pelo filho mais novo. E os irmãos, eh, aborrecidos com essa preferência, não é? Num dia que eles saem para pastorear, eles tentam matar, eles fazem um projeto de matar José, mas ao invés de matar José, eles acabam vendendo José para uns mercadores que passam. E o José então desaparece, né, da vida de Jacó e dos seus irmãos. Mas o José, por interferência do mundo espiritual, é recolhido, levado pelos pelos mercadores para o Egito. E lá no Egito ele cresce, se desenvolve e por alguma razão ele é preso. E na prisão ele, como ele tinha dons mediúnicos, um dos guardas teve um sonho estranho lá e ele interpreta o sonho pro guarda e acaba acontecendo do jeito que ele tinha interpretado e o guarda fica muito impressionado com aquilo. Mas isso acaba levando a consequência mais longe, porque o próprio faraó teve uns sonhos estranhos. E aí esse guarda, né, sabendo disso, avisa pro faraó que tinha um preso ali que sabia interpretar sonho. E aí então faraó procura José, que tava lá preso e o José interpreta os sonhos dele e ele começa a entender que que aquilo tinha um significado de aviso dos deuses, né, de alguma forma. Então, José é tirado da prisão e acaba virando uma espécie de primeiro ministro, não é, que cuidava das economias do povo egípcio e ele se torna, então, uma pessoa importante. Os sonhos são são os famosos sonhos que todo mundo já ouviu falar das sete vacas gordas e das sete vacas magras, não é? Então, José interpreta o sonho das sete

se torna, então, uma pessoa importante. Os sonhos são são os famosos sonhos que todo mundo já ouviu falar das sete vacas gordas e das sete vacas magras, não é? Então, José interpreta o sonho das sete vacagordas como 7 anos, né, de produtividade nas plantações e em tudo aquilo, né, de desenvolvimento de riqueza que o povo egípcio investia com a sua cultura. E aí José interpreta que os sete as sete vacas magras seriam 7 anos de muita escassez e falta de seca, de falta de chuva e que se não tivesse cuidado, todo mundo ia acabar morrendo de fome. Então, José como conselheiro sugere ao faraó estocar alimento durante 7 anos da vaca gorda para depois poder ter alimento na época das sete vacas magras, que seriam os 7 anos de de escassez. Com isso, e isso acontece e na fase da escassez, todos os povos em volta passavam fome, porque eles não tiveram uma ajuda interpretativa desses sonhos, como José deu pro faraó. Então acaba ele sendo o controlador dessa alimento e o Egito então começa fornecer alimento para aqueles os povos a troco de riquezas normalmente como negócio. Isso acontece até hoje, né? quando dá uma geada nos Estados Unidos e eles não produzem laranja lá, a nossa laranja daqui vai para eles. Essas coisas sempre aconteceram no mundo. Então, nesse caso, o Jacó, então, com a sua tribo que estava passando dificuldades, manda os seus filhos pro Egito para buscar alimento, para comprar alimentos. E acaba José eh reconhece os irmãos, mas os irmãos não reconhecem ele porque já tinha passado muitos anos e ele era garoto quando foi vendido. De modo que ele mantém isso em segredo até um certo ponto. Depois ele acaba entrando mais em contato com esses irmãos e fica tendo informação e sabia que o pai dele tava muito doente. Então ele acaba trazendo toda a família pro Egito. E é assim que os hebreus entram na civilização egípcia e acabam ficando ali por vários séculos e se desenvolvendo ali dentro. E aí chega um momento que aparece na na história, não é? Moisés, que Moisés acabou sendo um espírito que nasceu ali

zação egípcia e acabam ficando ali por vários séculos e se desenvolvendo ali dentro. E aí chega um momento que aparece na na história, não é? Moisés, que Moisés acabou sendo um espírito que nasceu ali com uma missão. É claro que todo isso aí tem um conceito espiritual por trás que a gente não vai entrar em detalhe, mas Moisés passa ser aquele que deveria libertar o povo hebreu daquele controle do povo egípcio, porque eles tinham desenvolvido dentro da civilização egípcia, mas eles eram serviçais, eles não tinham individualidade de pátria própria, eles eram um povo, não né, escravizado, entre aspas, dentro de outro povo. E como eles se desenvolverem numerologicamente muito grande, né, eles é uma população grande, o faraó tinha medo de qualquer daqueles povos da vizinhança invadisse o Egito com a com a complacência e a coparticipação dos hebreus que estavam dentro, porque eles podiam minar, não é, todas as resistências dos egípcios. Então, por causa disso, o faraó proíbe as famílias hebraicas de ter filhos homens. Então, todo filho que nascia homem tinha que ser morto. E é e é aí que entra a história do Moisés, que o Moisés nasce, mas para não ser morto, né? pelo menos é a história que a gente lê na Bíblia, mas essa história tem outras outras interpretações. É que ele então a mãe para não deixar que ele fosse morto, põe ele numa cesta, não é? E solta no rio Nilo, não é? para ele ir na direção onde a a irmã do faraó tomava banho, usava o rio para tomar banho, para, né, para estar com as suas suas serviçais ali. E esse e ela então encontra o sexto que vai na direção dela e salva Moisés, né? Moisés significa salvo das águas, né? Então ele é salvo e aí é criado por ela junto com o filho do faraó, tá certo? E ele então cresce ali dentro e tem toda a cultura egípcia, porque a irmã do faraó adota ele como filho. Então depois ele sai dessa vivência ali. Ele sabe que ele tem origem hebraica, né? Não dava muito para enganar pelos traços físicos, provavelmente, ou porque a história chegou ao ouvido dele e ele

ho. Então depois ele sai dessa vivência ali. Ele sabe que ele tem origem hebraica, né? Não dava muito para enganar pelos traços físicos, provavelmente, ou porque a história chegou ao ouvido dele e ele então, não é, começa a ver como era tratado o seu povo como serviçais e muitas vezes agredido pelos guardas egípcios. E numa dessas situação em que ele vê um guarda eh agredindo, não é, hebreus, o Moisés se rebela e ataca o guarda e mata o guarda. Aí ele é obrigado a fugir do Egito. Eu não vou continuar a história porque essa história tá lá no Velho Testamento. Só para mostrar para vocês como essa ideia do Deus único que nasce no Egito permeava de alguma maneira na cultura egípcia. E muito provavelmente os hebreus também aproveitaram dessa história. Então, depois de um várias situações aí de detalhes, Moisés consegue tirar, não é, todo o povo hebreu do Egito e caminhar na direção da Palestina. Passa 40 anos no andando no deserto. Ele mesmo não consegue chegar Natal da Terra prometida. Mas aí o povo hebreu se desenvolve na região da Palestina e depois de mais ou menos eh pouco mais de 1000 anos dessa história toda, é que chega a perto, né, da época em que Jesus ia nascer aqui no nosso planeta. Então, quando Jesus nasce, a Palestina estava ocupada por várias das tribos do povo hebreu, que eram 12 tribos. E ali a Palestina estava dividida entre Palestina do a parte norte, a parte sul. A parte norte era Samaria, Galileia, a parte sul era Judeia e Jerusalém na Judeia. Então aí entra todo o contexto da história, não é? Que nós encontramos no Novo Testamento com a vinda de Jesus. Muito bem. Então, essa história de um Deus único vem também enquanto eles estão no deserto, né, procurando a sua terra prometida. Quando eles chegam perto de uma um monte chamado Monte Sinai, eles estão cansados, param por ali um tempo, não é? Eles vão vivendo períodos em cada um desses lugares, procurando um lugar adequado. E ali então Moisés recebe, né, os 10 mandamentos no Monte Sinai. E nos 10 mandamentos, no Monte Sinal, o

empo, não é? Eles vão vivendo períodos em cada um desses lugares, procurando um lugar adequado. E ali então Moisés recebe, né, os 10 mandamentos no Monte Sinai. E nos 10 mandamentos, no Monte Sinal, o primeiro mandamento fala de Deus. E esse que é o conceito que importa pra gente aqui, não é? Essa concepção de um Deus único surge então com o povo hebreu e depois cresce pro mundo inteiro, tá certo? Com toda a história que a gente conhece, né, da nossa formação de educação que a gente tem no Brasil. A gente aprendeu isso muito claramente nas escolas e tal, nos estudos da história e das da dos conceitos, né, eh, sociais e religiosos que a gente aprendeu nos diferentes povos. Então, a ideia de um Deus único, ela toma eh corpo justamente na civilização dos descendentes do povo hebreu, não é, que estavam na região da Palestina. E a ideia de um Deus único é uma ideia muito curiosa, porque a gente lê lá no no Êxodo, no capítulo, se não me engano, no capítulo 20 do Êxodo, não é? que tem os 10 mandamentos. A gente vê no primeiro mandamento esse conceito de Deus, não é? Eu sou o Deus que tirei, vos tirei da da escravidão do Egito, né? Sou um Deus, né? Que precisa ser considerado, mas não farão de de mim imagem, nem com as coisas da terra, nem com as coisas do céu e nem com as coisas do mar. Quer dizer, essa conceituação que tá colocada ali, tá dizendo o seguinte, que Deus não é material, né? E que não seria admitido que eles fizessem imagem de Deus com qualquer representação material, porque ele era um deus zeloso e punia a iniquidade dos homens na terceira e quarta geração, tá certo? mostrando que aquele que comete um erro vai ter que acertar suas contas na terceira e quarta geração. Isto é, na tradução na normal das Bíblias, a palavra não é na terceira e quarta geração, mas é até a terceira e quarta geração. E a palavra até dá uma interpretação horrorosa, porque se um indivíduo comete o erro, o filho pode sofrer pela consequência do erro que o pai cometeu como uma vingança de Deus,

ceira e quarta geração. E a palavra até dá uma interpretação horrorosa, porque se um indivíduo comete o erro, o filho pode sofrer pela consequência do erro que o pai cometeu como uma vingança de Deus, não é como uma justiça punitiva de Deus. Então, a e os estudiosos da língua diz claramente que não é até, mas é na. Então, na terceira e quarta geração, o sentido muda, porque deu tempo da pessoa que cometeu iniquidade, ficar velho, morrer e nascer como neto ou bisneto dele mesmo. Quer dizer, de voltar à vida através da reencarnação e enfrentar as consequências das suas iniquidades na própria vida material. Isso significa que dentro do dos 10 mandamentos, nesse mandamento que fala sobre Deus, está embutido de forma implícita a lei da reencarnação, que é muito interessante, porque certamente essa ideia da reencarnação já também está incluída nas tradições hebraico-judaicas da religião e da tradição do povo que tinha revelações divinas através dos recursos da mediunidade, tanto de Moisés quanto de todos os outros profetas que vieram depois. Então, a ideia de um Deus único, a gente já tem ali um Deus imaterial e um Deus que cobra a atitude moral dos seres humanos, certo? Então isso é um primeiro conceito de Deus que a gente tem e que através das civilizações do império romano, essa ideia através do cristianismo, não é, do Velho Testamento e do Novo Testamento, porque a a o a Igreja Católica nascente no século em diante, começou a estruturar toda a literatura, não é, das a os livros livros sagrados para garantir a continuidade dessa religião, dessa maneira de pensar. E com isso eles acabaram estruturando a livro que nós conhecemos com o nome de Bíblia, não é? que tem a boa parte da do livro de história, do livro tradicional do povo hebreu, que é a Torá, como Velho Testamento, e de todos os ah os escritos que ficaram da história de Jesus e do cristianismo nascente como Novo Testamento. Então, a gente encontra no Velho Testamento essa história que eu resumi mais ou menos rapidamente, não é, até

escritos que ficaram da história de Jesus e do cristianismo nascente como Novo Testamento. Então, a gente encontra no Velho Testamento essa história que eu resumi mais ou menos rapidamente, não é, até chegar o conceito de Deus que continua nesse povo até a época de Jesus. Jesus nasce no meio desse povo justamente porque os princípios básicos da religião, não é, do conhecimento espiritual, basicamente estavam relativamente colocadas ali na lei e nos profetas, como Jesus mesmo se refere. Então Jesus disse que não veio, não é, não veio eh mudar a lei, mas veio dar cumprimento a essa lei, mas a lei de Deus, não a lei dos homens que foi enchestada na tradição hebraicojuda não é porque Moisés teve que legislar comportamento humano. Então ele mistura ao comportamento, as leis sociais, as ideias religiosas, criando uma espécie de teocracia. De modo que a gente tem essa mistura desses conceitos. Alguns dos hábitos hebraicos e judaicos agora, não é? Viraram regras de comportamento moral, mas não tinha nada que ver, em princípio, com os valores espirituais que deveriam ser. Porque enquanto a gente devia amar a Deus e amar o próximo como a si mesmo, não é? Porque tem lá no no Velho Testamento, né, no nas no decálogo, essas informações. Então, essas informações, né, de eh respeitar os semelhantes, respeitar a mulher do próximo, honrar pai e mãe, tudo é lei de amor, lei de respeito, lei de solidariedade, não é? Então, esse conceito de amar a Deus e amar o próximo é um conceito estabelecido na tradição hebraica, judaica. E Jesus, então, eh, consagra este tipo de comportamento, resumindo toda a lei e os profetas nesses dois conceitos, não é? Mas Jesus quando vem entre nós, ele apresenta uma ideia diferente daquele Deus apresentado por Moisés e cultuado pelo povo hebreu, que era um deus preferencial que dava preferência ao povo hebreu e, por isso mesmo, ajudava esse povo hebreu a combater os outros e ter as vantagens do Deus único, não é? Então, os privilégios de acreditar no único Deus. Então isso

e dava preferência ao povo hebreu e, por isso mesmo, ajudava esse povo hebreu a combater os outros e ter as vantagens do Deus único, não é? Então, os privilégios de acreditar no único Deus. Então isso cria conflitos diversos que a gente vê na história do Velho Testamento, não é? E Jesus então modifica um pouco esse conceito, apresentando agora não Deus, um Deus de justiça, um Deus de guerra, um Deus de preferência de um povo, mas um Deus pai, amoroso e bom, né? Ensinando para nós que Deus é um Deus de misericórdia, um Deus de justiça, mas é um Deus também de misericórdia. Então esse lado misericórdia Jesus mostra muito claramente nos seus ensinamentos. Então essa ideia são as primeiras ideias que a gente tem de Deus no cotidiano da nossa vida. Cada um de nós faz um conceito diferente de Deus. O Deus que eu acredito não é o mesmo Deus que cada um de vocês acreditam, porque cada um de nós faz a nossa ideia a respeito disso, porque isso depende de uma compreensão interior. Então, discutir, colocar, não é, o tema Deus dentro da doutrina espírita tem um papel muito importante, porque como é que nós deveremos pensar em Deus? É esse o objetivo de por Allan Kardec começa o livro dos espíritos com essa pergunta: que é Deus? Não é? Como é que nós devemos pensar em Deus, já que pensamos em Deus como um Senhor que fica vigiando a nossa vida e cobrando de nós os erros que a gente comete, não é? E propagado pelas religiões de natureza cristã. Não é essa ideia do Deus julgador, do Deus que criou o mundo em seis dias, no sétimo descansou numa linguagem simbólica da do Velho Testamento, mas mal compreendida pelos homens. E por causa disso, Deus não tem mais nada para fazer, porque ele já criou tudo. Então, ele fica só com o livrão dele na mão, não é? Anotando o que que nós estamos fazendo da nossa vida diante das suas leis. Então, essa é a ideia. minúsculo que nós fazemos de Deus precisa ser modificada. Nós precisamos entender que Deus faz parte da nossa vida, mas não do jeito que nós fazemos com que Deus participe

leis. Então, essa é a ideia. minúsculo que nós fazemos de Deus precisa ser modificada. Nós precisamos entender que Deus faz parte da nossa vida, mas não do jeito que nós fazemos com que Deus participe de nossa vida. Porque nós somos assim: "Ai, meu Deus, não aguento mais esse meu filho que tá me dando trabalho demais. Meu Deus, dá um jeito nele para mim, né? Se a gente tem um Deus para resolver os nossos problemas." Então, às vezes a gente tem um trabalho difícil e tal, ah, meu Deus, não sei que que eu fiz para merecer isso, melhora minha vida, me ajuda com a sua graça. Então, a gente fica querendo que Deus resolva os nossos problemas. Tem um chefe muito difícil, meu Deus, por que que não dá um jeito nesse chefe? Muda ele daqui, põe outro melhor? Então, a gente fica usando Deus como se Deus fosse nosso empregado, como se fosse a solução dos nossos problemas. Então, quando a gente pega uma doença mais séria, a gente cai do cavalo, né, e acaba apelando por essas saídas que são saídas complicadas. Então, é por isso que Kardec começa com esse conceito que é Deus, que nós vamos discutir da próxima vez. Vamos abrir, né, para que a gente converse, eu não fico falando aqui sozinho, para vocês também emitirem a opinião de vocês e perguntarem também o que quiserem com esse resumo que eu fiz aqui como introdução para nossa nosso estudo das causas primárias. Ô professora, eu consegui aqui achar o livro no e-book, viu? Ah, é legal. E então, na próxima aula, a gente vai falar da parte um de Deus. Você já falou tudo já? Não, nós vamos seguir agora a primeira pergunta que é Deus. Deus e o infinito. Ah, então tá bom. Aqui a um comentário da Patrícia. Ela falou que foi ver o senhor no SEAC de Campinas. Pedi um mão, ganha um abraço. Sai no lucro. Eu também, eu também ganho um abraço. Eh, e a Diná colocou: "Ronaldo, no meu livro tenho até dedicatória, é uma raridade. 26 de outubro de 2018. Muito bom. E aqui a a Angela colocou: "Feliz em voltarmos a nossos estudos e reflexões". E a Sandra colocou: "Quando eu era

, no meu livro tenho até dedicatória, é uma raridade. 26 de outubro de 2018. Muito bom. E aqui a a Angela colocou: "Feliz em voltarmos a nossos estudos e reflexões". E a Sandra colocou: "Quando eu era criança, a ideia que me passaram de Deus era um ser extremamente punitivo e extremamente bom. dava um laço na minha cabeça. E é mesmo. Então eu também tive essa mesma ideia, porque eu também fui educado. Mais ou menos assim. A Ângela colocou assim: "Puxa vida, custa é encontrar a página". É que a gente tava no começo, do começo do começo, né? Mas logo logo a gente já se ajeita. Aí a gente consegue acompanhar direitinho, tá? O professor fez toda uma introdução pra gente ter um pouquinho de conhecimento histórico também. Muita coisa ali, né? Assim, a gente não sabia nos detalhes. Toda essa história, né? Até chegar a Moisés. Eh, alguma coisa sabia, mas muita coisa eu não sabia, viu, professor? É, mas a a gente tem muita literatura sobre isso, né? Então, vale a pena a gente ler outras coisas também. E aqui a primeira pergunta da Ana, se eu não me engano, lá de Curitiba. Professor, quando Jesus se refere a lei e os profetas, ele se refere às leis de Moisés e os profetas do Antigo Testamento? Exatamente, Ana. É exatamente isso. Porque a gente não pode esquecer que Jesus nasceu na Judeia. e que ele foi educado com todas as tradições da Judeia, né, que tanto José quanto Maria era de família judaica e eles cultivavam, não é, a tradição judaica, porque era hábito de todo de todas as cidades no sábado ir paraas sinagogas e ouvir os estudos religiosos que eram feitos pelos judeus, pelos dos descendentes dos hebreus, não é? Porque era judeu, samaritano, não é? E outros povos que estavam ali na região, porque todos são descendentes dos hebreus, os galus, né? Os samaritanos, não é? E toda aquela região ali era ocupada pelo povo, né? Pelas diversas linhagens da tradição hebraica. E eles então tinham o hábito de cultuar as as escrituras sagradas para eles, o livro da Torá, que eles estudavam

la região ali era ocupada pelo povo, né? Pelas diversas linhagens da tradição hebraica. E eles então tinham o hábito de cultuar as as escrituras sagradas para eles, o livro da Torá, que eles estudavam sistematicamente nas sinagogas todos os sábados, porque era da lei deles, né, que o sábado, que foi o sétimo dia, que Deus não trabalhou, porque Deus criou, criou tudo, né, fez a sua criação em seis dias de sete sétimo descansou. Então, sétimo é o dia de sábado. E o dia de sábado, então, não era permitido trabalhar no sentido de ganhar qualquer vantagens materiais. No sábado, todo o povo se dedicava, então, a cultuar os valores de Deus. Inclusive eles faziam uma mudança no na própria alimentação. Às 6 horas da tarde da sexta-feira eles já não comiam, já faziam uma espécie de jejum. A comida deles era uma comida muito muito leve, era pão e água, coisa do tipo, algumas frutas secas, mas eles não matavam bicho para comer, né? Eles não trabalhavam para ganhar dinheiro, eles não cuidavam, inclusive eles faziam o possível para não ter que cuidar dos próprios animais, tá certo? Porque eles não deveriam trabalhar no dia de de no sétimo dia, que é o dia de sábado, não é? para cultivar, porque era o dia do Senhor. Depois, a tradição católica mudou do sábado para o domingo. E o domingo, a palavra domingo vem de domênico, que significa senhor em latim. Então, domingo é dia do Senhor para a tradição católica e paraa tradição ocidental. Todo mundo ocidental faz isso, menos os os judeus, os israelitas. Porque os israelitas continuam cultuando o sábado como dia que não se trabalha. Tem também os adventistas que fazem a mesma coisa. No sábado eles não podem fazer trabalho nenhum, certo? Então isso era era cultuado por eles. E eles então estudavam a Torá, estudava as tradições hebraico hebraicas. E nas tradições tem todas as leis, todos os profetas, todos os livros, os cinco livros de Moisés e os livros outros que foram incorporados à Torá, que é o livro tradicional deles até hoje, certo? Então, quando Jesus fala

todas as leis, todos os profetas, todos os livros, os cinco livros de Moisés e os livros outros que foram incorporados à Torá, que é o livro tradicional deles até hoje, certo? Então, quando Jesus fala sobre a lei, ele tá falando da lei e dos ensinamentos, das lembranças espirituais trazida pelos profetas como porta-vozes da voz do Senhor. O Senhor disse, me disse que, né? Então, os profetas falavam isso, eles eram médiuns e traziam informações do mundo espiritual. E aqui tem uma pergunta agora, professor da Sandra Maria Borges. Professor, Deus não está só dentro de nós, está fora também, visto que preenche todo o cosmo. É o hálito, como se diz, está correto? Essa é a visão que nós podemos também ter quando a gente estudou a evolução em dois mundo no primeiro capítulo do fluido cósmico. Depois, eh, Sandra, você pega o livro do Evolução em Dois Mundos, dá uma lida novamente. Nesse capítulo, ele é pequeno, é rápido, mas ele dá uma ideia pra gente exatamente disso que você perguntou, certo? O André Luiz diz, não é, que Deus tudo está mergulhado no fluido cósmico, que é criado por Deus e através do fluido cósmico, tudo se interconecta. Então, Deus fala conosco através das vibrações da sua inteligência sobre o fluido cósmico. E tudo que nós pensamos e sentimos, nós fazemos vibrar esse fluido cósmico e Deus sabe. Então, há uma conexão de Deus conosco através, né, nessa eh como se Deus estivesse em todo lugar, né? Porque essa é uma visão que a gente tem. Eh, aí a visão que a gente vai ter é utilizando, por exemplo, imagens ou comparações. Por exemplo, nós todos estamos, né, sobre o sol, o sol não tá junto de nós, mas o sol está conosco por causa da radiação que ele emite para nós. Então, é como se fosse a luz do sol que tá em todo lugar para nós. Então, Deus está em todo lugar. Porque ele está presente, onisciente de tudo que ocorre no universo. E a gente diz que ele tá Deus, tá dentro de nós quando nós nos aproximamos dele e no e o sentimos em nós. Ela colocou aqui. OK, professor. Obrigada.

resente, onisciente de tudo que ocorre no universo. E a gente diz que ele tá Deus, tá dentro de nós quando nós nos aproximamos dele e no e o sentimos em nós. Ela colocou aqui. OK, professor. Obrigada. Aqui, professora Cátia colocou: "Entrei na juventude espírita, daí passei a entender como entender Deus como uma força criadora e mantenedora do universo. Caminhando nesse tempo, estudando a doutrina, esse pensamento se fortaleceu." Exato. E quando a gente estuda a o universo, Cátia, quando a gente começa a ver a grandeza do universo, a gente se empolga com a grandeza de Deus. Porque enquanto a gente pensa pequeno aqui na terra, só nas coisas mais próximas de nós, a gente não tem a ideia do alcance da inteligência suprema, que é Deus. Se você pensar, nós vamos comentar isso um pouco depois, quando a gente começa a pensar e conhecer melhor o universo macro e o universo micro, a gente fica impressionado como tudo tem a inteligência de Deus. A Maria Cleusa colocou, aliás, eu fui até o Egito com a narrativa do professor. Ai, como é bom. Você sabe, Maria Cleusa, que quando a gente tá no mundo espiritual, fazendo os cursos espirituais, lá a gente tem projeções tridimensionais da realidade histórica que a gente tá estudando. É como se a gente tivesse vivendo num filme 3D aquela história como personagem. Então, o aprendizado é extremamente mais fantástico e elegante. Um dia nós vamos para lá fazer esses cursos, é só a gente vencer a nossa vida material. E ela colocou também, professor, que tem o filme Moisés, nada maravilhoso, mas conta a história. É exato. Dá uma boa ideia pra gente. Sim. Luiz Carlos perguntou: "Professor, quando Moisés fez as leis cíveis junto com as leis morais, obviamente estava de acordo com a cultura do momento. Até quando perdurou essa situação no âmbito do cristianismo? Olha, a gente pode lembrar Luis Carlos, uma delas, por exemplo, o adultério era punido por ordem de Moisés. Não é os adúlteros, não era só a mulher, não. Os adúlteros, aquele aqueles no

cristianismo? Olha, a gente pode lembrar Luis Carlos, uma delas, por exemplo, o adultério era punido por ordem de Moisés. Não é os adúlteros, não era só a mulher, não. Os adúlteros, aquele aqueles no plural que forem pegos em adultério, deveriam ser punidos com a lapidação. A lapidação é ser apedrejado até a morte, certo? Então, a sociedade em volta era a vigilância, porque eles não tinham policiais, certo? uns vigiavam os outros. Então, quando um as pessoas eram pegas em adultério, elas eram apedrejadas. Mas como a civilização hebraica foi dominada pelos homens, o machismo humano levou com que o adultério era provocado pela mulher. Então, a mulher adúltera era apedrejada, mas o cara que foi encontrado adulterando com ela não. Tá certo? Na época de Jesus a gente vê essa passagem em que Jesus está na praça e uma multidão de pessoas que pegou uma mulher em adultério. Aí se pegou em adultério, sabe quem era o adúltero que tava com ela, né? Mas ele não foi pego, foi só ela e levado em praça pública para ser apedrejada. E aí encontram Jesus e aí ficam meio ressabiado porque Jesus tinha uma presença moral, não é, que dava aflição nos nos pecadores, né? Então eles se dirigem a Jesus e fala para tentar Jesus. também não é porque eles sabiam quem era Jesus e sabia que Jesus pregava uma nova visão das coisas. Então eles perguntam para Jesus: "Essa mulher foi pega em adultério. A lei de Moisés manda que ela seja pedrejada. E vós que dizeis?" E Jesus então que estava agachado, escrevendo no chão com o dedo, com com palito, sei lá, não sabe os detalhes, ele então levanta o rosto e vendo, né, já tinha percebido espiritualmente Jesus percebia essas coisas tudo muito antes, né? Então já tava pronto pro pro que precisasse. E ele então levanta a visão e diz para eles assim: "Sim, né? Então, que atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. E como na presença do valor moral, o valor moral é irresistível. Nenhum deles que estavam ali sabia, né, que poderia se esconder na mentira, na hipocrisia, porque Jesus

aquele que estiver sem pecado. E como na presença do valor moral, o valor moral é irresistível. Nenhum deles que estavam ali sabia, né, que poderia se esconder na mentira, na hipocrisia, porque Jesus via a alma de cada um. Eles se sentiam, não é, eh, invadidos pela mente acolhedora, mais honesta e séria de Jesus. E eles então vão largando as pedras e vão embora. Ninguém apedreja a mulher. Então, era ainda um hábito da lei mosaica na época de Jesus. Atualmente não existe mais isso em Israel, não é? Mas existe no islamismo. Alguns países islâmicos ainda corta a mão do ladrão, apedreja a mulher adúltera, certo? Então, é preciso que a gente lembre que às vezes a evolução é lenta, principalmente a evolução moral em determinados povos. E a Nilma Ferreira perguntou: "Professor, a Torá é o Velho Testamento?" Não, a Torá é mais do que o Velho Testamento. O Velho Testamento foi tirado da Torá numa dada época, se não me engano, o século VI, século eu não sei exatamente século VI, por aí foi constituída a Bíblia, tá certo? E foi aproveitado a Torá. E uma vez foi aproveitado, o que foi aproveitado tá lá, porque os hebreus continuam escrevendo a história deles. A Torá é o livro de história deles e eles estão juntos até hoje. Os rabinos fazem isso ainda. A Patrícia perguntou: "Professor, é errado pedir a Deus para nos ajudar nos problemas cotidianos? Mesmo se estivermos fazendo a nossa parte, por exemplo, a gente pede para ir bem na prova, mas a gente estuda. Então, a gente não deve pedir para ir bem na prova. A gente deve pedir a Deus que a gente tenha calma e tranquilidade para poder fazer bem a nossa prova com aquilo que a gente estudou. Veja, o ponto de vista muda um pouco, porque pedia pra gente ir bem na prova, não é? Como é que a gente vai bem na prova? As nossas ideias vão fluir facilmente porque um espírito tá ali nos ajudando. Isso não é justo. E os outros que se esforçaram, tá certo? Se a prova é competitiva, os espíritos não podem tomar partido nisso. Tem que respeitar o mérito de cada um.

um espírito tá ali nos ajudando. Isso não é justo. E os outros que se esforçaram, tá certo? Se a prova é competitiva, os espíritos não podem tomar partido nisso. Tem que respeitar o mérito de cada um. Então, o que que a gente pede? A gente pede a Deus que a gente tenha calma e serenidade para que a gente com os próprios recursos faça a prova que a gente sabe fazer. E aqui a Cátia colocou: "Sim, professor, espírito Amélia Rodrigues vivenciou essa projeção para transmitir a Divaldo os livros psicografados por ele." Por ele é exatamente projeção. Eh, mas antes da Amélia Rodrigues escrever esse livro, Cátia, eu tive uma experiência mediúnica uma vez num grupo mediúnico muito bonito, em que uma um espírito de uma de uma moça jovem, ela devia ter se apresentar com uma idade mais ou menos de pouco, 20 e poucos anos. E ela então veio na reunião e conversou com as pessoas e conversou especialmente comigo, contando para mim que ela tava fazendo um curso do evangelho da vida de Jesus em 3D, onde ela via Jesus caminhando com os discípulos, ensinando as lições, falando com eles e ela como se ela tivesse junto. Aí eu fiquei tão maravilhado com aquilo que eu pedi para ela: "Ah, minha amiga, por favor, a hora que eu dormir vai me buscar para eu fazer parte desse curso também, mas eu não lembro de nada, então não sei se eu participei de alguma coisa, mas certamente que esse é um uma recurso que o mundo espiritual tem e a gente vai poder utilizá-lo também quando a gente passar pro mundo espiritual. O Humberto de Campos, né, o professor no livro Boa Nova, ele fala que foi, ele fez assim, né, esse livro, né? É, exatamente. Ele colheu todo esse folclore evangélico do mundo espiritual para escrever os livros, o livro Boa Nova. A Sandra perguntou, é a última pergunta que nós temos aqui. Professor, Moisés fez muitas regras em nome de Deus, mas que era dele mesmo por causa da rebeldia do povo e as punições, professor, muito rigoroso. Pode comentar. Exato. A gente não pode esquecer, imagine,

ssor, Moisés fez muitas regras em nome de Deus, mas que era dele mesmo por causa da rebeldia do povo e as punições, professor, muito rigoroso. Pode comentar. Exato. A gente não pode esquecer, imagine, Sandra, um líder carregando uma quantidade muito grande de gente pelo deserto, procurando um lugar para montar uma cidade. Não era pouca gente não, Sandra, porque os hebreus que saíram do Egito era uma população muito grande, era muita gente, muita gente mesmo, tá certo? Então essa caminhada com esse mundarel de gente, você imagina um líder controlar tudo isso. Então para controlar ele tinha que ter autoridade. E como a autoridade tava vindo da influência de Deus, como eles colocam, porque Deus falava com eles, eram espíritos que ajudavam, tava falando com eles, não tem dúvida nenhuma. Mas para eles era interpretação, era o Yahé, o deus Yahé que falava com eles, tá certo? Então ele utilizava desse poder de influenciação sobre o povo, essa autoridade, né, para poder montar as regras de boa, bom comportamento, de boa conduta, para que aquele povo não roubasse uns aos outros, não brigasse, porque eles não eram bonzinhos, não, eram pessoas. Imagina, tá certo? 3.000 anos atrás, era um povo atrasado para Chuchu, um povo guerreiro, um povo rebelde, um povo cheio de interesses e de agressividades. Então, não era fácil fazer uma um controle, né, de tanta gente assim como um indivíduo líder. E aí então ele faz as regras sociais, não é, com a autoridade do do homem que representava ali a voz de Deus, tá certo? Então é assim mesmo, era duro, era firme, porque senão ele mantinha equilíbrio. Você veja, por exemplo, que a Bíblia conta, né, no nessa passagem que Moisés sobre monte Sinai, recebe as leis, não é, escrita nas tábuas de pedra, num efeito de no efeito físico de fogo marcar a pedra para escrever. Ele desce com as tábuas, mas como ele fica ali muito tempo no Monte Sinai, é um tempo longo que ele fica lá, tá certo? Eu não sei muito certo, mas é parece que era da ordem de 40 dias, 40

ra escrever. Ele desce com as tábuas, mas como ele fica ali muito tempo no Monte Sinai, é um tempo longo que ele fica lá, tá certo? Eu não sei muito certo, mas é parece que era da ordem de 40 dias, 40 noites. Ele quando desce, o povo já tava angustiado, já tava com dificuldade sofrendo, tinha juntado um monte de material de ouro e feito um bezerro de ouro, fundido um bezerro de ouro para adorar como se fosse um Deus para eles, porque eles estavam sofrendo e tava, não é, não tava aguentando a dureza da vida no deserto. Então, quando Moisés desce ali, ele fica tão indignado que ele joga as tábuas no chão e quebra as tábuas. as pedras, né, com a escritura das leis, não é, e destrói, derruba aquele bezerro de ouro e tal. Então vocês vejam que isso tá, isso é narrativa da Bíblia. Se a gente tomar o pé da letra, não é bem, pode ser que tenha interpretação, eu não sou especialista nisso, a gente tem que perguntar os especialistas nessas coisas, não é? Que é o Tem várias pessoas no Brasil estudando isso, não é? com a visão espírita. Muito bom isso. O Aroldo, não é? O o Severino Celestino, o o o Mordai, que também é um estudioso disso. Então, eles têm uma visão diferente. O próprio Jorge Laará, eles sabem isso melhor porque eles têm a cultura judaica que eu não tenho, certo? Eu sou um leitor superficial dessas coisas e por isso, né, a gente vê que ele perdia paciência com aquele povo, né, porque não não era fácil ter controle desse tipo. Então as leis tinham que ser duras mesmo. Professor, a gente vai agora paraa última pergunta aqui, ó, da Ana. Professor, pode falar um pouco sobre a mediuidade de Moisés? Olha, ele deveria ser um médium fabuloso, sabe? Porque a primeira a primeira situação que ele se comunica com o mundo espiritual é através de um fenômeno das sarças pegando fogo, né, que tá descrito no Velho Testamento. Ele estava, como ele fugiu do Egito, ele foi para algum lugar. Eu não sei dizer para vocês esses detalhes, mas vocês podem ler isso no Velho Testamento, tá certo? E ele então

rito no Velho Testamento. Ele estava, como ele fugiu do Egito, ele foi para algum lugar. Eu não sei dizer para vocês esses detalhes, mas vocês podem ler isso no Velho Testamento, tá certo? E ele então eh encontra um pastor que criava eh ovelhas e tinha lá a sua família e tinha filhas, mulheres. E ele acaba casando com uma das filhas desse desse desse pastor e fica trabalhando com ele. E num desses dias que ele tá, né, cuidando dos bichos, então tem uma intervenção mediúnica, espiritual ali, não é? Uma sarça começa a pegar fogo sem fogo, não queima, pega fogo sem queimar, certo? Era um fogo diferente, um fogo espiritual. E aí uma voz conversa com ele como se fosse Deus e fala para ele que ele vai ter que voltar pro Egito porque ele tinha uma tarefa de libertação daquele povo. Então se vocês tiverem curiosidade dessas coisas, comprem uma Bíblia, não é, e leiam essas histórias. É muito curioso isso. Eu faço isso de vez em quando. A Bíblia é um livro muito grande, tem muitas partes, mas a vai lendo aos poucos e vai se informando com essas histórias, tá certo? Então, realmente ele era uma pessoa que tinha uma mediunidade muito boa. Com certeza. Aqui a Cátia colocou que no YouTube tem episódios do estudo de Aurô do Druta sobre o livro Gênesis, o livro de Isaías. Muito bom. Eu acompanhei esses episódios. Exatamente. O Aroldo tem vários estudos muito bons a respeito do Velho Testamento. Então, professor, chegamos ao fim da aula inaugural do estudo da obra das causas primárias. muito proveitoso, muita informação. Temos aí um dever paraa próxima aula daqui a 15 dias aprender um pouquinho mais sobre o Velho Testamento, sobre a as histórias, ler a primeira parte lá da do livro do das causas primárias para depois a gente trazer aqu essas informações e ter colocar aqui as os questionamentos, as dúvidas que nos vierem, né, professor? Isso. E quem quiser pega o Velho Testamento e lê o Gênesis, por exemplo, né? Lê lá no capítulo 20 a a as leis, as leis divinas, né? As leis de Deus. Pode fazer

s dúvidas que nos vierem, né, professor? Isso. E quem quiser pega o Velho Testamento e lê o Gênesis, por exemplo, né? Lê lá no capítulo 20 a a as leis, as leis divinas, né? As leis de Deus. Pode fazer um estudo prévio, pode fazer uma leitura prévia, vale a pena. A Alba colocou que também tem no canal do Gés o estudo de Moisés Kardec. Moisés Kardec. É, é um estudo sistemático muito bom. É o Ela Severino Celestino, né, professor? E o e o Morai também faz parte. Então, meus amigos, queremos agradecer a todos aqui pela companhia, pelos comentários, né, pelas vibrações positivas, de muito carinho, de saudades. Então, estávamos saudosos aí de estar todos juntos aqui, mas agora não paramos, né, professor? Agora começou e não para, só não para, vamos terminar agora. É, é, talvez eu vou ter que alguma sexta-feira, né, eh, deixar o estudo, porque eu tenho outros compromissos que já tinha sumido, então a gente depois avisa em tempo. Não, mas são coisas pontuais, não tem problema não. Nós deixamos, nós deixamos dividir com sede. Então vamos fazer a prece encerramento, professor. Vamos lá. Então, unidos nesses sentimentos de gratidão, elevemos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso irmão, nosso amigo, a toda espiritualidade bondosa que ampara e amparou este trabalho. agradecendo por esta oportunidade desta noite, por mais uma vez estarmos aqui reunidos, bebendo da fonte, deixado pelas pelas mãos generosas. Hoje na figura do nosso querido professor Otaciro Rangel, através dos espíritos bondosos que ampararam seu trabalho. Te agradecemos, mestre querido, por toda esta oportunidade de aprendizado, por todos esses momentos que temos tido, de podermos aprender um pouco mais e com isto conseguir dar um passo, uma felicidade para a qual nos criastes. Sabemos ainda que somos pequenos, que somos frágeis, mas queremos, Pai, queremos, Senhor Jesus, através dos teus exemplos, dos teus ensinamentos, podemos caminhar ao teu lado. E com isto, Senhor, podemos colaborar com a tua obra,

nos, que somos frágeis, mas queremos, Pai, queremos, Senhor Jesus, através dos teus exemplos, dos teus ensinamentos, podemos caminhar ao teu lado. E com isto, Senhor, podemos colaborar com a tua obra, com o teu amor, com a tua paz. Ampare mestre querido, a todos nós espíritos imortais que somos e que possamos estar juntos na próxima sexta-feira para iniciarmos um novo estudo sobre a regeneração de nós mesmos. Nos ampare hoje e sempre. Que assim seja. que assim seja. Obrigado a todos. Fiquem todos com Deus. Um excelente final de semana e um abraço em todos. Bom, boa semana.

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