5 - O Mundo do Espíritos
Estudo da segunda parte da obra O.L.E. - O Mundo dos Espíritos com Otaciro Rangel.
เฮ เฮ como alguém que encontrasse a luz depois de andar e andar procurando o caminho como alguém que enfim já pudesse ouvir respostas que trazem consolo e sentido ao destino. Eu encontrei tuas páginas e sequei minhas lágrimas. Percebi que a dor da semente é o parto da vida como alguém que já quer seguir os passos do mestre. com fé e razão conscientes, como alguém que em si já soubesse ouvir as vozes dos seres que habitam espaço infinito. Eu encontrei tuas páginas e sequei minhas lágrimas. Percebi que a dor da semente é o parto da vida. Minha dor me trouxe aqui para entender a flor que brota em mim. Meu amor é aprendiz de um bem maior que seja assim. Nesse vai e vem. Sei que voltarei para cuidar da flor, para acalmar a dor e ser feliz. como alguém que já quer seguir os passos do mestre com fé e razão conscientes, como alguém que em si já soubesse ouvir as vozes dos seres que habitam espaço infinito. Eu encontrei tuas páginas e sequei minhas lágrimas. Percebi que a dor da semente é o quarto da vida. Minha dor me trouxe aqui para entender a flor que brota em mim. Meu amor é aprendiz de um bem maior. Que seja assim nesse vai e vem. Sei que voltarei para cuidar da flor, para acalmar a dor e ser feliz. Minha dor me troue aqui para entender a flor que brota em mim. Meu amor é aprendiz de um bem maior. Que seja assim. Nesse vai e vem. Sei que voltarei para cuidar da flor, para acalmar a dor e ser feliz. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindo a mais um estudo na sala virtual do IGES com os nossos amigos, né, companheiros de transmissão, Rede Amigo Espírita, Web Rádio Fraternidade, Centro Espírita Chico Xavier aqui de Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita Eco Espiritismo com Atacro e Conect Espiritismo. para estudar já com gostinho de muita saudade que a gente estava com o nosso querido amigo, companheiro Otaciro Ranzel. Boa noite, professor. >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. E boa noite todos os nossos amigos que já estão aqui. Estamos muito felizes de
stava com o nosso querido amigo, companheiro Otaciro Ranzel. Boa noite, professor. >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. E boa noite todos os nossos amigos que já estão aqui. Estamos muito felizes de poder estar aqui novamente para nosso continuidade dos nossos estudos sobre o mundo espiritual, também descrito por Allan Kardec na segunda parte do livro dos espíritos. Então, estamos aqui todos nós animados para isso. >> É, depois de uma de um congresso que o senhor participou, né, professor, que eu acredito que foi muito bom, né? >> Foi muito bom. Congresso Espírita de Goiás foi o 42º Congresso, já tem 42 anos que eles realizam anualmente o Congresso do Estado. Então, foi muito bom. teve muitas palestras boas, muita confraternização, muitos abraços, muitos encontros. Foi ótimo, muito bom. >> Ah, que delícia. E aqui já tá, né, p o pessoal aqui, né, professor, vou falar o nome deles aqui, depois eu coloco os comentários. A Maria das Graças, a encarnação Moreno, a Luciene Carvalho, a Diná, a Vera Ribela, a Maria Maquiori, a Otilia, a a Helena Ribela, que eu acho que eu já falei. Ah, deixa eu ver aqui mais. A Lurdinha, a Gace, a Fátima, a Renê Bernard. Amar a Mara Bernard >> é Ren Bernard. A Mara, a Madalena, Osmar a Nilce, a Sandra, a Valdiceia, que mais? Acho que a Vanda já falei, a Gis eu já falei também. A Mata Cassab, ã, o Franco, já tá aqui, ó. A Patrícia, a Daisy, a Joelma, o Luís Erla Gomes, o Luiz Gomes, todos aqui Florento, todos aquel >> é diferente. >> Luiz Erlan, >> eh, como é que é? Jorzelan. É, acho que é isso. Diferente mesmo. >> É >> Luiz Erla Gomes. Ó, os nomes bonitos, né, professor? >> Diferente. >> É todo >> isso uma parte, né? Porque são as pessoas que a gente vê, né? >> Então, tá pelo tá entrando mais aqui que é o, ó, a Ana, a Ana Carol, a Francisca Gil, tá todo mundo aí já começando a >> É muito bom >> a entrar aos pouquinhos, né, professor? Isto. >> E nós vamos dar continuidade, né, professor, aos nossos estudos. Então, o pessoal tá cedendo. Vamos fazer a nossa
o aí já começando a >> É muito bom >> a entrar aos pouquinhos, né, professor? Isto. >> E nós vamos dar continuidade, né, professor, aos nossos estudos. Então, o pessoal tá cedendo. Vamos fazer a nossa prece pra gente começar. >> Vamos, vamos fazer a nossa prece. Vamos pensar em Jesus, pensar em Deus, pensar nos nossos amigos espirituais, bondosos, generosos, que cuidam de nós, que nos auxiliam. Desde muito tempo a gente não sabe avaliar tanto de ajuda espiritual que a gente tem, porque todos nós nascemos aqui na terra assistido por espíritos generosos que nos acompanharam, como a gente vê o André Luiz de escrever no livro Nosso Lar e em todos os outros livros da série, onde eles mostr quando André Luiz mostra com muita clareza a participação do mundo espiritual em nossas vidas. Então, é muito bom a gente poder saber que a gente tem amigos espirituais que quando a gente ora a Deus na sua bondade infinita, Deus permite que aqueles que são mais próximos de nós e estão em condições, nos auxiliqua, né, naquilo que é importante paraas nossas vidas. Então, a nossa prece é uma comunhão de pensamentos e sentimentos que realizamos. Por isso, coloquemos os nossos pensamentos e os nossos sentimentos melhores na ação de conversarmos com o mundo espiritual, conversarmos com Deus, com Jesus, com esses espíritos amigos, a fim de podermos nas vibrações positivas da vida aproveitarmos o nosso momento de encontro nesses estudos que fazemos para aproveitar os ensinamentos. que possam ser compreendidos por todos nós, a fim de podermos dar recursos, elementos de pensamento, de raciocínio, de conhecimento, que nos facilitem a vida na busca da plenitude espiritual que todos nós desejamos, porque estamos vivendo e desejamos ser felizes. E a felicidade é uma conquista que vamos fazendo à medida que vamos caminhando em busca da nossa realização como espírito imortal que somos. Por isso, Senhor, pedimos a Ti que nos ampare, nos proteja, nos ajude nessa trajetória imensa que estamos fazendo nas inúmeras
caminhando em busca da nossa realização como espírito imortal que somos. Por isso, Senhor, pedimos a Ti que nos ampare, nos proteja, nos ajude nessa trajetória imensa que estamos fazendo nas inúmeras vidas, no mundo espiritual e no mundo físico, que estamos seguindo como um verdadeiro curso de crescimento espiritual. Que a tua paz, o teu amor, a tua bondade esteja sempre em nossos corações e que nós possamos, por nossa vez, distribuir essa mesma paz, esse mesmo sentimento, as mesmas vibrações para os nossos irmãos em humanidade. que todos nós possamos nos sentir uma única família, todos nós irmãos, seguindo o nosso processo evolutivo com alegria, com bondade, com justiça, com coragem para enfrentarmos todos os desafios de nossa vida e crescermos com elas. Abençoe-nos, Senhor, agora e sempre. abençoe o nosso mundo e abençoe, Senhor, tudo que existe nesse universo grandioso. Que assim seja, Senhor. >> Assim seja. Eh, nós paramos, né, professor, na terceira ordem, né, dos espíritos imperfeitos, na pergunta 101, né, >> isso daqui, né, que a gente vai dar continuidade, né? >> Isto. Então, pra gente relembrar, nós estamos estudando a segunda parte do livro dos espíritos, que é o mundo dos espíritos. Essa segunda parte do livro dos espíritos, nós vamos encontrar vários temas. relacionados com o mundo dos espíritos, o nosso mundo, porque nós somos espíritos. Então, nós vamos ver, né, sobre nós mesmos, sobre a vida encarnada, a vida desencarnada, a os processos de ida e volta, encarnação, nascimento, a morte como mecanismo de porta de entrada e porta de saída de uma fase da vida para outra. as relações, as escolhas das experiências. Então, é uma infinidade de informações que são muito importantes e muito úteis para nossa orientação no aproveitamento da vida que nós estamos tendo. E claramente aqui quando Kardec pergunta sobre os espíritos, ele claro pergunta como é que os espíritos estão organizados ou caracterizados no mundo espiritual. E os espíritos respondem que a gente pode dividir, não
ui quando Kardec pergunta sobre os espíritos, ele claro pergunta como é que os espíritos estão organizados ou caracterizados no mundo espiritual. E os espíritos respondem que a gente pode dividir, não é, a os espíritos em classes evolutivas. A primeira classe, a classe dos espíritos puros que já conquistaram a evolução, a classe dos espíritos, não é? Eh, que estão na segunda ordem, que são os espíritos que desejam o bem, que se esforçam para ter o bem. Estão numa posição intermediária entre os espíritos puros e os espíritos mais atrasados na terceira ordem, que são espíritos imperfeitos. Então, Kardec aproveita essa colocação dos espíritos e faz uma um detalhamento das diferentes ordens. E na terceira ordem ele vai dividir essa ordem em várias classes, mas ele vai dar primeiro uma característica geral do significado dessa terceira ordem que é a dos espíritos imperfeitos. Então isso está no lugar da pergunta 101, não é? Que é o parágrafo 101. onde Kardec, ao invés de fazer pergunta, ele vai escrever um ensaio, não é, de classificação dos espíritos. Então, caracteres gerais dos espíritos imperfeitos. Começa assim: predominância da matéria sobre o espírito, propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. Tem a intuição de Deus, mas não o compreendem. Nem todos são essencialmente maus. Em alguns há mais leviandade e reflexão e malícia do que verdadeira maldade. Uns não faz o bem nem o mal, mas pelo simples fato de não fazer o bem, já denotam a sua inferioridade. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e rejubilam quando uma ocasião se lhes depara de praticá-lo. A inteligência pode achar-se neles aliada a maldade ou a malícia. Seja, porém, qual for o grau que tem alcançado de desenvolvimento intelectual, suas ideias são pouco elevadas e mais ou menos abjetos desagradáveis os seus sentimentos. Vamos parar por aqui para fazer uma uma análise mais cuidadosa disso. Predominância da matéria sobre o espírito. O que que significa isso? que
mais ou menos abjetos desagradáveis os seus sentimentos. Vamos parar por aqui para fazer uma uma análise mais cuidadosa disso. Predominância da matéria sobre o espírito. O que que significa isso? que o espírito, princípio inteligente desenvolvido no reino animal, deixou a fase do reino animal e se tornou um espírito, um princípio inteligente, consciente da própria individualidade. Portanto, é um espírito, a gente chama de espírito, o princípio inteligente que adquiriu a consciência da sua própria realidade, da sua própria individualidade. Então, nós somos espíritos. Todos nós que habitamos a fase humana da vida somos espíritos. Porque é na fase humana, não fase animal, mas anterior à fase humana, que nós vamos encontrar o homem e a mulher com consciência da própria individualidade. Então, os seres humanos são a vida dos espíritos ainda imperfeitos na fase de desenvolvimento em sequência do processo evolutivo. Então, por que que é predominância da matéria sobre o espírito? Porque o espírito ainda não desenvolveu a consciência da realidade espiritual. Ele tem consciência da sua individualidade, mas não tem noção ainda de que o espírito é imortal. Ele ainda não tem a noção da espiritualidade, portanto, a predominância do mundo material, do mundo sensorial, do mundo de percepção das coisas, da natureza e de si próprio, tá certo? No reino animal, os os princípios inteligentes t, não é, percepção da vida material, dos sentidos. Os animais têm sensações, os animais têm algumas emoções, mas no ser humano, além das emoções, ele vai desenvolver também, porque tem consciência de si mesmo, o sentimento. E esse sentimento tá brotando na fase das primeiras encarnações, das primeiras centenas ou talvez até de milhar de encarnações. Mas depois de alguns milhares de encarnações, ele já tem uma série de recursos desenvolvidos através das múltiplas experiências. Portanto, ele faz ainda, não é, uma vivência ligado à sensações, as coisas materiais. Então, há uma predominância da matéria sobre o espírito.
ecursos desenvolvidos através das múltiplas experiências. Portanto, ele faz ainda, não é, uma vivência ligado à sensações, as coisas materiais. Então, há uma predominância da matéria sobre o espírito. Por que que ele tem propensão para o mal? Aí a gente tem que entender o que é o mal. A gente pensa que o mal é a maldade, não é bem isso. O mal é todo desvio que nós cometemos no nosso processo evolutivo, que foge daquele caminho mais fácil, mais direto, traçado pela bondade divina, que é a lei de evolução. Quando a gente foge da experiência evolutiva mais rápida, a gente pega uma espécie de desvio do caminho. E todo desvio do caminho nos leva a experiências que vão ser desagradáveis porque a gente tá fugindo do caminho melhor. Então, essas experiências desagradáveis t o papel de trazer consequências que tem o dever de nos reencaminhar para o caminho do progresso espiritual, certo? Então, tudo que é desvio do caminho mais fácil, que é o caminho do bem, gera sofrimentos, desconforto. E a gente chama isso propensão para o mal. Como a gente tem propensão para o mal? por causa da nossa ignorância, porque a gente não sabe qual é o caminho ainda. tá experienciando os caminhos e quem tá experienciando o caminho erra o caminho, desvia do caminho, pega atalhos, portanto cria sofrimentos, dificuldades por causa da ignorância, por causa ainda de pensar só em si mesmo, porque a nossa vida de sensação, a nossa vida de emoções e a nossa vida de sentimentos vai nos levando pela nossa consciência da própria individualidade ao valorizar a nós mesmos. Portanto, nos leva ao egoísmo e ao orgulho. Isso é natural no processo evolutivo. E à medida que a gente vai acumulando experiências, a gente vai analisando esses resultados e vai então buscando um caminho diferente, o caminho da alegria, da felicidade, do prazer, que nos leva a esbarrar mais tarde com a consciência da realidade espiritual. E aí, a partir da conquista da realidade espiritual, a gente então começa a fugir da propensão ao mal, da ignorância,
zer, que nos leva a esbarrar mais tarde com a consciência da realidade espiritual. E aí, a partir da conquista da realidade espiritual, a gente então começa a fugir da propensão ao mal, da ignorância, porque a gente já adquiriu muitos conhecimentos, do orgulho e do egoísmo. Isto é, a gente vai deixando a ideia do espírito dominar na gente a ideia da vida material. Então a gente vai tendo uma propensão para o espírito, não a propensão para a vida material. A predominância da vida material vai deixando de ser importante pra gente então começar a deixar a predominância da realidade espiritual, exercer em nós a nossa escolha, a nossa condução, o nosso caminho. Então, quando Kardec coloca aqui na classificação de espíritos imperfeitos que há uma predominância da matéria sobre espírito, a gente precisa entender isso do ponto de vista evolutivo, propensão para o mal como resultado das experiências equivocadas que a gente vai eh escolhendo, né? E aí vai criando de sabores, coisas desagradáveis, malestar, estados emocionais, sentimentais que vão nos fazendo sofrer, de maneira que a gente acha que o mundo, a vida é ruim, é mal viver. Mas a gente vai compreendendo devagarinho que tem um lado alegre, prazeroso de tudo isso. E a gente então vai buscando esse lado também, porque é uma das emoções básicas que existe em nós. E a gente então vai esbarrar com isso na realidade da vida espiritual. Então, quando a gente é ainda pouco desenvolvido, a gente não tem uma percepção profunda, compreensiva da ideia de Deus. A gente tem Deus como uma intuição. Deus pra gente é uma força que a gente não compreende. Então a gente tem intuição dessa força, mas a gente não tem compreensão dela. Só através das múltiplas experiências que a gente vai acumulando, que a gente vai aprendendo a ler nas coisas da natureza a realidade de Deus. Então, a gente vai devagarzinho desenvolvendo a compreensão de Deus. Por isso a gente se classifica numa série de situações, as mais variadas desse primeiro conjunto de experiências
realidade de Deus. Então, a gente vai devagarzinho desenvolvendo a compreensão de Deus. Por isso a gente se classifica numa série de situações, as mais variadas desse primeiro conjunto de experiências que englobam da ordem de algumas alguns milhares de encarnações, tá certo? Então, dentro dessa classificação, nem todos são essencialmente maus. Em alguns a mais leviandade, falta de seriedade e reflexão e malícia do que verdadeira maldade. Uns não fazem nem bem nem mal, são indiferentes a isso. Não liga para isso. Vive a vida um dia atrás do outro. Não é pelo simples fato de não fazerem o mal, isso significa não fazerem o bem, isso significa são ainda inferiores, porque se eles fossem melhores, fariam o bem, procurariam fazer o bem. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e rejubilam quando uma ocasião se lhes depara de praticá-lo, porque o são aqueles espíritos que estão revoltados, aborrecidos, chateados e acha que aquele sofrimento dele, ele tem que descontar nos outros. Então ele faz o mal e fica feliz de não estar sofrendo sozinho, porque ele divide o seu sofrimento, a sua mágua, a sua raiva com os outros. A inteligência, não é? Porque quando a gente vai adquirindo muitas experiências, as experiências servem para nós utilizarmos como associação de ideias e desenvolve a nossa inteligência. Então, a gente pode desenvolver inteligência no conhecimento e achar-se cheio desse desse conhecimento, mas a gente ainda não alia esse conhecimento à construção dos valores definitivos do espírito. Então, a gente usa essa inteligência aliada à maldade, à malícia, né? De qualquer maneira, essa inteligência, esse desenvolvimento intelectual ainda está sujeito a muitos erros e muitas equívocos, porque elas não são elevadas e elas são mais ou menos, não é, separadas do sentimento do bem. Portanto, a gente ainda cultiva dentro da gente sentimentos que não são os melhores para nós, nem para os outros. Restritos conhecimentos tem das coisas do mundo espírita. Porque veja, o mundo da vida material
a gente ainda cultiva dentro da gente sentimentos que não são os melhores para nós, nem para os outros. Restritos conhecimentos tem das coisas do mundo espírita. Porque veja, o mundo da vida material predomina. Então a gente não tem conhecimento, não tem ainda conhecimentos maiores avançados das coisas do mundo espiritual, do mundo espírita. E o pouco que sabe se confunde com as ideias e preconceitos da vida corporal. a gente mistura e projeta em alguns conceitos da vida do espírito os conceitos da vida material. A gente interpreta o mundo espiritual como se fosse o mundo material. Então a gente mistura essas coisas e cria preconceito, cria ideias preconcebidas, usa das ideias da religiosidade para dominar os outros. Então tudo isso é característica dos espíritos imperfeitos, da terceira ordem. não nos podem dar mais do que noções errôneas e incompletas sobre o mundo espírita. Entretanto, nas suas comunicações, mesmo imperfeitas, o observador atento encontra confirmação das grandes verdades ensinadas pelos espíritos superiores. Então aqui Kardec tá dizendo que quando a gente encarnado entra em contato com esses espíritos ainda pouco adiantados, se a gente for capaz de fazer uma observação e uma análise comparativa, essas comunicações, mesmas imperfeitas permite a gente confirmar outras comunicações de espíritos melhores que nos ensinam as verdades. A gente pode então ver os dois lados da história. É como se a gente tivesse entrando numa cidade e conversar com as pessoas de classe mais baixa, de classe mais alta, a gente vai tendo informação de todas elas. Então, as comunicações dos espíritos imperfeitos ainda assim nos ajudam a compreender o mundo espiritual. Na linguagem de que usam, se lhes revela o caráter. Então, a gente conhece os espíritos que se comunicam conosco nesse, né, se eles são imperfeitos ou melhores, pelo caráter da linguagem que eles utilizam. Todo espírito que em suas comunicações trai um mau pensamento pode ser classificado na terceira ordem.
osco nesse, né, se eles são imperfeitos ou melhores, pelo caráter da linguagem que eles utilizam. Todo espírito que em suas comunicações trai um mau pensamento pode ser classificado na terceira ordem. Consequentemente, todo mau pensamento que nos é sugerido vem de um espírito dessa ordem. Eles vem a felicidade dos bons e esse espetáculo lhes constitui incessantemente tormento, porque os faz experimentar todas as angústias que a inveja e o ciúme podem causar. Conserva a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corpórea no mundo espiritual. E essa impressão é muitas vezes mais penosa do que a realidade. Sofrem, pois, verdadeiramente pelos males de que padeceram em vida enquanto encarnado, e pelos que ocasionaram ou ocasionam aos outros. E como sofrem por longo tempo, julgam que sofrerão para sempre. Porque o sofrimento, quando a gente experimenta, parece que não acaba nunca. É difícil uma dor passar. toma um remédio, por exemplo, tá com uma dor física e a gente fica querendo que o remédio fazer efeito rápido, porque a dor parece que não para nunca. Então, essa sensação de perdurar as coisas desagradáveis é que faz eles levarem a pensar que o sofrimento é eterno, mas não é eterno, é só duradouro muitas vezes, tá certo? conserva então essa lembrança e a percepção do sofrimento da vida corpórea quando passa pro outro lado. Então, acham que esses que sofrem, pois não é porque padeceram na vida e e pelos males que eles fizeram aos outros também, certo? Deus para puni-los quer que assim julguem. Aqui a gente pode compreender essa frase de Jesus de uma forma um pouco mais interessante, porque não é Deus que está punindo, não é? Não é Deus que está fazendo com que eles sofram. é o nossos atos e as nossas lembranças dos nossos atos é que compartilham e continuam conosco através do nosso pensamento continuado neles como um sofrimento, como um resultado daquilo que a gente fez. Então, a como a gente não compreende o significado ainda da vida espiritual e não sabe que a
através do nosso pensamento continuado neles como um sofrimento, como um resultado daquilo que a gente fez. Então, a como a gente não compreende o significado ainda da vida espiritual e não sabe que a gente pode modificar isso com as nossas posturas, a gente acha que esses sofrimentos são duradouros e isso funciona em nós como se fosse uma espécie de punição, mas é apenas uma consequência do estado psicoemocional que a gente se encontra. Então, Kardec vai dividir essa classe, essa ordem em cinco classes principais. Então, veja, ele vai fazer uma subdivisão da terceira ordem. A terça, terceira ordem dos espíritos imperfeitos vai ser por razões didáticas, pra gente compreender os diferentes níveis evolutivos que existe nessa terceira classe, nessa terceira ordem, ele vai dividir essa terceira ordem em cinco classes principais. E ele como, como ele vai fazer 10 classes no total, a última classe, a classe mais atrasada é a 10ma classe. Décima classe. Espíritos impuros são inclinados ao mal de que fazem o objeto de suas preocupações. Como espírito dão conselhos pérfidos, sopram a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as maneiras para melhor enganar. Ligam-se aos homens de caráter bastante fraco para cederem à suas sugestões, a fim de induzi-los à perdição. Satisfeito com o conseguirem retardar-lhes o adiantamento, fazendo sucumbir nas provas porque passam. Nas manifestações, esses espíritos da 10ª classe, que são chamados por Kardecitos impuros, se dão a conhecer pela linguagem. A triviralidade, a grosseria das expressões nos espíritos, como nos homens, é sempre indício de inferioridade moral, senão também de inferioridade intelectual. Suas comunicações exprimem a baixeza de seus pendores e se tentam iludir falando com sensatez, não conseguem sustentar por muito tempo o papel, porque é um fingimento e acabam sempre por se traírem. Alguns povos arvoraram em divindades maléficas, outros os designam pelo nomes de demônios maus gênios. Espírito do mal. Quando encarnados, os seres vivos que
fingimento e acabam sempre por se traírem. Alguns povos arvoraram em divindades maléficas, outros os designam pelo nomes de demônios maus gênios. Espírito do mal. Quando encarnados, os seres vivos que eles constituem se mostram propenso a todo vícios geradores das paixões vi e degradantes. A sensualidade, a crueldade, a felonia, a hipocrisia, a cupideza, a avareza sórdida. São espíritos impuros encarnados. Nesse caso, fazem o mal por prazer, as mais das vezes sem motivo e por ódio ao bem, quase sempre escolhem suas vítimas entre as pessoas honestas. São flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social que pertençam, e o verniz da civilização não os forra ao opróbrio e a ignomínia. E esses espíritos podem nascer em qualquer classe social. Pode ser gente rica, pode ser gente remediada, pode ser gente pobre, pode fazer parte das pessoas que têm aparente cultura, pode fazer parte das organizações criminosas, como a gente vê ainda existir no nosso mundo físico, não é? Essas organizações criminosas têm espíritos inteligentes, mas voltadas ao mal, né? Eles não conseguem ainda, não é, mudar o seu comportamento na direção de querer o bem. Então, são os espíritos impuros da 10ª classe, da terceira ordem. Depois vem a nona classe, que também ainda pertence à terceira ordem, são os espíritos levianos. São ignorantes, maliciosos e refletidos e zombeteiros. Metem-se em tudo. A tudo respondem, sem se incomodarem com a verdade. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de intrigar, de induzir maldosamente em erro por meio de mistificações e de expertezas. A essa classe pertence os espíritos vulgarmente tratado de doendes, trasgos, gnomos, diabétices. Acham-se sob a dependência de espíritos superiores que muitas vezes os empregam, como fazemos com os nossos servidores. Em suas comunicações com os homens, a linguagem que se servem é amiúde, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza de ideias, porque são ainda espíritos ignorantes. Aproveitam-se das esquisites
uas comunicações com os homens, a linguagem que se servem é amiúde, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza de ideias, porque são ainda espíritos ignorantes. Aproveitam-se das esquisites e dos ridículos humanos, e os apreciam mordazes satíricos. Se toma o nome suposto é mais por malícia do que por maldade, tá certo? Então quando eles estão encarnados, Kardec não coloca aqui, são espíritos levianos. Zombeteiro gosta de pregar peça nos outros, de rir à custas da desgraça alheia, de fazer piada, de tudo quanto é coisa séria, não é? não leva nada à responsabilidade voltada por um interesse melhor. São espíritos, portanto, levianos, espíritos zombeteiros, espíritos brincalhões, maliciosos, sem o respeito ao próprio semelhante. São os espíritos da nona classe, portanto, chamado espíritos levianos por Kardec. Na oitava classe, a gente vai ainda terceira ordem, espíritos imperfeitos, ele vai chamar uma classe desses espíritos, espíritos pseudosábios. Por que que são pseudo? A palavra pseudo significa falso, que não são sábios verdadeiramente, que se apresentam como uma espécie de cultura, mas são culturas enganosas, voltadas pros interesses mesquinhos, dos interesses egoísticos, dos interesses ainda orgulhosos. dispõe essa classe de espíritos de conhecimentos bastante amplos, porém creem saber mais do que realmente sabem. Tendo realizado alguns progressos sobre diversos pontos de vista, a linguagem deles aparenta um cunho de seriedade, de natureza a iludir com respeito às suas capacidades e luzes. Mas em geral isso não passa de reflexo dos preconceitos e ideias sistemáticas que nutriam na vida terrena. É uma mistura de algumas verdades com os erros mais poupudos. através dos quais penetram a presunção, o orgulho, o ciúme e a obstinação de que ainda não puderam despir-se. Então, são espíritos pseudos sábios, certo? Então, esses espíritos respondem a tudo, não é? Eles não sabem dizer: "Ah, se eu não sei, ah, se eu não tenho conhecimento disso", porque eles são orgulhosos, vai
são espíritos pseudos sábios, certo? Então, esses espíritos respondem a tudo, não é? Eles não sabem dizer: "Ah, se eu não sei, ah, se eu não tenho conhecimento disso", porque eles são orgulhosos, vai idosos, então eles dão o jeito de responder qualquer coisa, tá certo? Então são espíritos pseudos sábios. Sétima classe ainda da terceira ordem. Espíritos neutros. Nem bastante bons para fazer o bem, nem bastante maus para fazer o mal. prendem tanto para um, pendem tanto para um como para o outro lado e não ultrapassam a condição comum da humanidade, quer no que concerne ao moral, quer no que toca a inteligência. Apegam-se as coisas desse mundo, de cujas grosseiras alegrias sentem saudades. São espíritos ainda muito apegados aos prazeres imediatos da vida, não é? Eles não fazem mal para ninguém. Em princípio eles não fazem mal, mas também não faz o bem. E o não fazer o mal muitas vezes é faz deixar que o bem que o mal não fazer o bem significa deixar que o mal cresça. Então eles não se preocupam com isso. São espíritos que não estão preocupados se os outros estão julgando ele bem ou maus, tá certo? São espíritos, portanto, neutros. tentam uma neutralidade, mas não há a rigor nenhuma neutralidade nisso. É uma pseudoneutralidade, porque quando eles são eh desagradados por outros ou quando eles são prejudicados por os outros, eles se revoltam com relação a isso e mostram o lado mal que ainda tem. São os espíritos da sétima classe da Aí. Aí Kardec vai apresentar ainda uma sexta classe que faz parte ainda classe dos espíritos imperfeit da da ordem dos espíritos imperfeitos. Espíritos batedores e perturbadores. Esses espíritos propriamente falando, não formam uma classe distinta pelas suas qualidades pessoais. Podem caber em todas as classes da terceira ordem. manifestam geralmente sua presenços sensíveis e físicos, como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do arte, etc. Isso quando eles estão comunicando com os homens, afiguram-se mais do que outros preso à matéria.
s e físicos, como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do arte, etc. Isso quando eles estão comunicando com os homens, afiguram-se mais do que outros preso à matéria. Parece o os agentes principais das vicissitudes dos elementos do globo, quer atuem sobre o ar, a água, o fogo, os corpos duros, quer nas entranhas da Terra. reconhece que esses fenômenos não derivam de uma causa fortuita ou física quando denotam caráter intencional e inteligente. Todos os espíritos podem produzir tais fenômenos, mas os de ordem elevada os deixam de ordinário como atribuições dos subalternos mais aptos para as coisas materiais do que as coisas da inteligência. Quando julgam úteis, as manifestações desse gênero lançam mão desses últimos espíritos batedores e perturbadores como auxiliares. Então, os espíritos melhores podem utilizar desses espíritos perturbadores e batedores como intermediários. Como a gente usa, por exemplo, um indivíduo, né, que tá perturbando um lugar, a gente usa ele para perturbar o vizinho, para perturbar alguém, como se a gente quisesse eh o fazer aquilo de maldade pros outros, de perturbação pros outros, mas não quer se revelar. Então, pede esses espírit esses espíritos, essas pessoas que se prestam a isso para fazer essas coisas, certo? Então é um, de qualquer maneira essa sexta classe mostra, não é, que os espíritos são ainda muito imperfeitos, que não estão voltados, não tem nenhum interesse voltado para o bem. Então vocês podem observar que nessa terceira classe, não é? Nessa terceira ordem que tá dividido em cinco classes por Kardec, nós vamos repetir aqui um pouquinho, tá? pra gente gravar isso, não é? Eh, ele divide então em na nas classes 10, 9, 8, 7 e 6. São cinco classes, portanto, fazendo parte da categoria dos espíritos imperfeitos. OK? Então, essas classes são os espíritos impuros, os espíritos levianos, os espíritos pseudosábios, os espíritos neutros e os espíritos barulhentos, perturbadores, batedores, que gosta de perturbar com
? Então, essas classes são os espíritos impuros, os espíritos levianos, os espíritos pseudosábios, os espíritos neutros e os espíritos barulhentos, perturbadores, batedores, que gosta de perturbar com efeitos, né, que podem desagradar as pessoas. OK? Aí, então a gente vai entrar agora na segunda ordem. Segunda ordem são os bons espíritos. Veja que Kardec aqui vai pôr uma classificação. Em vez de imperfeitos, em vez de chamar agora de perfeitos, eles são medianos, não são perfeitos ainda ou puros. Então, Kardec vai chamar essa classe, essa segunda ordem de bons espíritos e vai fazer uma um caracteres, mostrar os caracteres gerais e depois fazer também uma classificação em algumas classes, tá certo? Vai, na verdade, dividir em quatro classes, a quinta classe, a quarta classe, a terceira classe e a segunda classe. E vai deixar a primeira classe para os espíritos puros, tá? Ok? Então, as características gerais da segunda ordem é a seguinte: predominância do espírito sobre a matéria. Então, na primeira, na terceira ordem, a matéria predomina sobre o espírito. A noção de espírito é muito pouca e muito vaga. No, na segunda ordem, há uma predominância do espírito sobre a matéria. Há o desejo do bem. O desejo do bem não significa que o bem é permanente, é um desejo. O espírito já quer uma coisa melhor. Suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que já hajam alcançado. Uns já têm a ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais reúnem o saber às qualidades morais, não estando ainda completamente desmaterializados, conservam mais ou menos conforme a categoria que ocupem os traços da existência corporal, assim na forma da linguagem como nos hábitos, entre os quais se descobrem mesmo alguns de suas manias. De outro modo, seriam espírito perfeito. Compreendem a Deus e o infinito e já gozam da felicidade dos bons. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que impedem. O amor que os une lhes é fonte de inefável ventura. que não tenha perturbada nem a inveja, nem os
e o infinito e já gozam da felicidade dos bons. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que impedem. O amor que os une lhes é fonte de inefável ventura. que não tenha perturbada nem a inveja, nem os remorços, nem nenhuma das más paixões que constitui o tormento dos espíritos imperfeitos. Todos, entretanto, ainda têm que passar por provas até que atinjam a perfeição. Como espíritos suscitam bons pensamentos, desviam os homens da senda do mal, protegem na vida os que lhes se lhes mostram dignos de proteção e neutralizam a influência dos espíritos imperfeitos sobre aqueles a quem não é grato vê-las sofrer. Quando encarnados são bondosos e benevolentes com seus semelhantes, não os movem o orgulho, nem o egoísmo ou a ambição, não experimentam ódio, rancor, inveja ou ciúme e fazem o bem pelo bem. A essa ordem pertence os espíritos designados nas crenças vulgares pelos nomes de bons gênios, gênios protetores, espírito do bem. Em época de superstições e de ignorância, eles hão sido elevados à categoria de divindades bem fazejas. Podem, por isso mesmo, serem divididos em quatro grupos principais, tá certo? Quinta classe são os espíritos benévolos. A bondade é neles a qualidade dominante. A praz-lhes prestar serviço aos homens e protegê-los. Limitados, porém, são seus conhecimentos. Hão progredido mais no sentido moral do que no sentido intelectual. Quarta classe. Espíritos sábios distinguem-se pela amplitude de seus conhecimentos, preocupam-se menos com as preocupam-se menos com as questões morais do que com as de natureza científica, para as quais t maior aptidão. Entretanto, só encaram a ciência do ponto de vista da sua utilidade e jamais dominadas por quaisquer paixões própria dos espíritos imperfeitos. Então, muitos dos cientistas se classificam aqui nessa de espíritos sábios, que já t conhecimento das coisas da natureza, da ciência, mas não é procura colocar essa conhecimento da ciência para as utilidades da vida material, para melhorar a qualidade de vida na saúde,
ábios, que já t conhecimento das coisas da natureza, da ciência, mas não é procura colocar essa conhecimento da ciência para as utilidades da vida material, para melhorar a qualidade de vida na saúde, né, nas facilidades do trato da vida material são espíritos que têm conhecimento, são sábios. Terceira classe, espírito de sabedoria. Veja que ele faz uma diferença entre sábios e espíritos que têm sabedoria, porque os espíritos que têm sabedoria vão utilizar os conhecimentos com os valores morais. Então, as qualidades morais da ordem mais elevada são os que os caracteriza sem possuírem ilimitados conhecimentos. são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os homens, sobre as coisas. Então, usa o conhecimento com sabedoria para o bem comum, para os processos da vida de relacionamento, né? São pessoas que aliam as ao conhecimento um pouco de bondade, um pouco de valor, de sentimentos melhores. E segunda classe, espíritos superiores. Esses em si reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade. Da linguagem que empregam se exala sempre a benevolência. é uma linguagem variavelmente digna, elevada e muitas vezes sublime. Sua superioridade os torna mais apto do que os outros a nos darem noções exatas sobre as coisas do mundo incorpóreo, dentro dos limites do que é permitido ao homem saber. Comunicam-se complacentemente com os que procuram de boa fé a verdade e cuja alma já está bastante desprendida. das ligações terrenas para compreendê-la. Afastam-se, porém, daqueles a quem só a curiosidade impede ou que, por influência da matéria, fogem à prática do bem. Quando, por exceção, encaram na Terra, é para cumprir missão de progresso e então nos oferece o tipo da perfeição a que a humanidade pode aspirar nesse mundo. E são os espíritos superiores, tá certo? Então é muito interessante. Vamos parar por aqui na segunda classe e vamos deixar a primeira ordem espírito puro para depois, tá? OK. Então a gente aqui pode encontrar na Terra, no nosso planeta, espírito da primeira, da
ssante. Vamos parar por aqui na segunda classe e vamos deixar a primeira ordem espírito puro para depois, tá? OK. Então a gente aqui pode encontrar na Terra, no nosso planeta, espírito da primeira, da terceira ordem e da segunda ordem, não é? Porque a gente encontra, não é, pessoas benévolas entre nós. A gente encontra espíritos com conhecimento, espíritos que têm sabedoria e raramente espíritos superiores. Espíritos superiores são aqueles que representam os homens de bem, como tá descrito no Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o homem de bem, tá OK? Então são raros, eles geralmente vêm missão, mas os outros são partícipes da vida no nosso mundo, principalmente no nosso mundo atual, que a gente está no final do mundo de expiações e provas. Então, já tem uma quantidade relativamente significativa de espíritos, né, que são que tem conhecimentos, que são benévolos, né, que tem já um pouco de sabedoria, mas encontra ainda também muitos espíritos daqueles da da terceira ordem. São espíritos ainda que se comprazem no mal, que são orgulhosos, egoístas, não é? Que são vaidosos. Então, a gente pode entender muito claramente o estágio do nosso planeta e a gente pode olhar a gente mesmo e tentar se enquadrar nessa classificação que Kardec coloca. Será qual delas? A gente tem uma mistura dessas coisas. Na verdade, alguns de nós já t conhecimento, mas ainda não tem, não tá desprovido de todo do orgulho, do egoísmo, da vaidade. Então, tem muitos cientistas que se envaidecem da posição que ocupam, né? Tem muitas pessoas benévolas que ainda gostam de ser elogiadas, então tem um pouco de vaidade. É natural a gente misturar essas características no mundo de expiações e provas como o nosso. Muito bem, vamos ouvir a opinião de vocês e a participação de vocês nesse estudo. Eh, eu vou começar eh com a pergunta do Robson que o Robson tá saudando. O senhor tá dizendo que tá direto lá de Atlanta. >> Ah, o querido Robson Bim, nosso querido amigo. >> É, tá tá tá longe um pouquinho, né, professor?
com a pergunta do Robson que o Robson tá saudando. O senhor tá dizendo que tá direto lá de Atlanta. >> Ah, o querido Robson Bim, nosso querido amigo. >> É, tá tá tá longe um pouquinho, né, professor? Ele pergunta o seguinte, ele fala assim: "Professor, quais desses não mais estarão na terra regenerada?" >> Ah, vai ser muito fácil de dizer. Os espíritos da terceira ordem, todos os espíritos da terceira ordem vão sair do planeta Terra. Sabe por quê? Porque no mundo de regeneração, o bem tem que predominar sobre o mal, tá certo? A ligação, a preocupação dos homens e das mulheres que vivem no mundo de regeneração é com os valores espirituais, não com os valores do mundo material. Então, o espírito predomina sobre a matéria, tá certo? Então são todos os espíritos da terceira ordem que vão cair fora e vão ficar os espíritos da segunda ordem, não é? Com essas características gerais de querer o bem. Você veja que ele põe assim: "A predominância do espírito sobre a matéria, o desejo do bem. As suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que hajam alcançado. Uns têm a ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais os que não contém isso tem uma mistura disso. Reúne o saber às qualidades morais, tá certo? Não estando ainda completamente desmaterializado, a gente tá aprendendo a se desmaterializar, de dar valor aos valores espirituais. A gente conserva mais ou menos a categoria que ocupem, né, os traços tanto da existência corporal na forma, na linguagem, como nos hábitos. Isso no mundo espiritual e no mundo físico. Alguns até têm manias. De outro modo, se não tivesse nada disso, seriam espíritos perfeitos. Então, a gente vai no mundo de regeneração selecionar aqueles que são tendentes à segunda ordem, não é? São aqueles que tão gostam de aprender, gostam de estudar. Gostam de mudar, aproveitar o que aprende usar pelo bem comum, não é? não está preocupado, né, demais com seu orgulho, com seu egoísmo, com a sua vaidade. Ao contrário, tá tentando vencer essas
tudar. Gostam de mudar, aproveitar o que aprende usar pelo bem comum, não é? não está preocupado, né, demais com seu orgulho, com seu egoísmo, com a sua vaidade. Ao contrário, tá tentando vencer essas dificuldades em si mesmo. Tem noção disso e faz o esforço de ser melhor, de de tirar de si, de dentro de si, esse sentimento egoístico, esse sentimento de orgulho, esse sentimento de vaidade, tá? OK? Então nós que estamos fazendo esse esforço já aqui na Terra, somos as pessoas que representam os espíritos que devem viver no mundo de regeneração. E aí a Dina e a Lázara tá dizendo um recadinho pro B, tá falando aí, ó. Robson, boa noite. Era muito bom o café com Kardec. Isso. >> E a e a Lara, a Lázar Lázara tá dizendo: "Saudades desse café". >> Então, tá dado o recado aí pro >> Isso. A Lázaro é lá de Goiânia, não é? >> E ela participava do trabalho que o Robson fazia. Ele tinha um programa no Igzi junto com outras pessoas chamado Café com Kardec. >> Eu sei. Ele pediu um negocinho para mim na na época antes dele parar. É. Pois é, e a gente tá sentindo sua falta, viu Robson? A gente sabe que você tá aí metido no seu trabalho, tá difícil você arranjar tempo, mas a gente quer você de volta. >> Olha aí, olha o pedido, olha o pedido, o chamado, né, professor? É >> o a Maria das Graças, ela pergunta assim: "O senhor acho que já falou um pouquinho, mas ela mandou acho que antes. Professora, em que ordens estamos?" >> Nós estamos numa mistura de terceira e segunda ordem, tentando sair da terceira ordem para entrar na segunda ordem. Sabe por eu digo isso? pelo seguinte, quando alguém ofende a gente, qual é a reação da gente? Se a gente tem uma reação controlada e perdoa, logo, a gente tá entrando na segunda ordem. Mas se a gente ainda fica magoado e às vezes lembra da pessoa com vontade de puxar a orelha dela ou fazer alguma coisa que ela fica se compraz quando ela sofre porque ela bem que merece, isso significa a gente ainda tá na terceira ordem. Então é analisar o nosso comportamento,
puxar a orelha dela ou fazer alguma coisa que ela fica se compraz quando ela sofre porque ela bem que merece, isso significa a gente ainda tá na terceira ordem. Então é analisar o nosso comportamento, os nossos sentimentos, não é? Se a gente é cada vez menos reativo e mais ativo, que que significa ser reativo? É a gente reagir com as nossas emoções básicas. Alguém fere a gente, a gente em vez de perdoar logo e acolher a pessoa, a gente já reage agressivamente ou de uma maneira, não é, infeliz. Ser ativo é a pessoa que analisa a emoção que sente e segura essa emoção e busca agir de maneira racional, equilibrada. Então, quando a gente faz isso, a gente tá aprendendo a dominar a gente mesmo. Portanto, a gente tá deixando da terceira classe para entrar na segunda classe. Não sei se ficou claro, se não ficou, pergunta mais. Ficou sim, professor, porque eu eu tava pensando exatamente nisso, nos milindres, nas nossos ressentimentos, nas nossas questões ainda que estão sendo trabalhadas, mesmo sendo eh menos do que já foi um dia, né, no que eu digo em outras encarnações, a gente ainda traz, né? >> É, >> então a gente ainda tá com o pezinho na em algumas coisas mais para trás ainda, né? >> Porque veja bem, o que que é o milindre? O mil é o pensamento contínuo que a gente coloca na emoção que a gente sentiu quando a pessoa agrediu a gente, fez uma coisa que a gente não gostou, a gente ficou aburrecido com ela, alimentou um sentimento de raiva, de rancor, não é? A emoção básica foi a raiva ou o medo? Medo de perder alguma coisa ou a raiva porque a pessoa provocou o seu estado emocional. Mas se você alimenta isso, a gente ao alimentar, que que significa alimentar? manter o pensamento continuado naquela lembrança e todas que lembra aquilo pensa de novo, tem aquela sensação de novo. Então el tá alimentando o sentimento de mágoa, de milindre, de rancor. Então esse sentimento é um sentimento de espírito imperfeito, não é? Não é de um espírito que tá fazendo o esforço de ser bom espírito.
el tá alimentando o sentimento de mágoa, de milindre, de rancor. Então esse sentimento é um sentimento de espírito imperfeito, não é? Não é de um espírito que tá fazendo o esforço de ser bom espírito. Portanto, ele ainda tá na terceira ordem, não é? Mas se ele faz esse esforço, ele tá tentando sair da terceira ordem para entrar na segunda ordem. Tá no processo de transição, né? por isso merece continuar esse esforço. E esse esforço então é o que garante a gente ir pro mundo de regeneração, porque o mundo de regeneração é pra gente conquistar isso. >> Me fez lembrar da aula que o senhor deu em eh evolução em dois mundos, daquele quadro que o senhor fez da das evoluções. Então assim, aquela mistura que fica, lógico que eu acho que na regeneração os mais graves já vão, né, >> ter oportunidade em outros lugares, mas a gente vai ficar nesse ainda nesse nessa mistura, né, de de entre milênios, né? >> Por isso, Ana, veja a a beleza, né, da lucidez de Allan Kardec quando ele define o verdadeiro espírita. Verdadeiro não significa que é bom, significa que é verdadeiro, que é honesto, que é correto, se esforça, conhece o verdadeiro espírita pelo esforço que emprega nas suas no controle das suas más inclinações e na conquista que vai fazendo ao longo desse esforço dos valores morais. Bonito mesmo. É isso mesmo. É quanto maior o esforço, né, professor, a gente vai conseguindo. Porque aí, então, já vou colocar aqui, vou até apurar a ordem aqui um pouquinho, ó, da Valdiceia, porque ela colocou assim, ó, triste em saber, estou entre a segunda e a terceira. >> Não, não é triste, não >> é honesto. Não fique triste por ser honesta. A gente tem que ser honesto com a gente mesmo, porque não interessa para os outros se é da terceira ou da segunda classe. Interessa para nós mesmos, não é? É claro que se nós tivermos na segunda ordem, a gente está ajudando mais. E tá sendo, por outro lado, eh, reconhecido pelo sentimento bom que a gente estimula nos outros. o companheirismo, a amizade, então isso
e se nós tivermos na segunda ordem, a gente está ajudando mais. E tá sendo, por outro lado, eh, reconhecido pelo sentimento bom que a gente estimula nos outros. o companheirismo, a amizade, então isso traz felicidade pra gente. Mas o fato da gente reconhecer que a gente ainda tem coisas da terceira classe, da terceira ordem, mostra que a gente é um espírito de um mundo de expiações e provas, mas que a gente já não quer ser, gente, quer ser um mundo de um mundo de regeneração. Então tá fazendo o esforço de se regenerar. É, é importante isso, Ana. O mundo de regeneração que a gente tá entrando não é um mundo de espíritos regenerados. O mundo de espíritos regenerados é um mundo feliz. >> Uhum. O mundo de regeneração para os espíritos que estão se regenerando, >> que estão tendo pequenas evoluções pelo esforço, mas estão tendo. É isso. >> Tá tendo e tá >> perseverante, comprometido, honestamente comprometido com esforço de domar as suas más inclinações. A a Diná, ela pergunta assim: "Professor, essa mudança de ordem para a melhoria da terra levará muito tempo?" >> Levará algum tempo, mas veja, um há um processo nesse caso também de seleção, porque aqueles que não conseguirem sair da terceira classe vão ter que ir pro mundo de expiações e prova. Então, a gente vai começar a medida que for levando esses espíritos mais embrotecidos da terra, vai ficando mais fácil pra gente fazer as coisas corretas, porque a gente vai tendo estímulo de todo mundo à nossa volta. Professor Lázaro, ela tá perguntando: "Os demais serão exilados para onde?" >> Para um planeta de expiações e provas no começo, igual à Terra que recebeu há 12.000 anos atrás os espíritos exilados de capela. Os exilados de capela que vieram para cá eram todos os espíritos da terceira ordem que não quiseram passar paraa segunda ordem, já adiantados intelectualmente, mas não queriam a evolução moral ainda. Eles eram egoísta, orgulhosos, vaidosos, tá certo? É isso que vai acontecer. É a mesma coisa. O processo é cíclico.
gunda ordem, já adiantados intelectualmente, mas não queriam a evolução moral ainda. Eles eram egoísta, orgulhosos, vaidosos, tá certo? É isso que vai acontecer. É a mesma coisa. O processo é cíclico. Aconteceu com o planeta de capela, vai acontecer com a Terra e tá acontecendo com outros mundos por aí a >> professor Rafael Vizitinho, ele perguntou assim: "Professor, diante dessas características de diversos espíritos, como devemos agir perante os espíritos menos evoluídos? Com respeito, fraternidade e limite. >> Perfeito. Com respeito, fraternidade e limite. São nossos irmãos e a gente precisa considerá-los como nossos irmãos ainda em dificuldade de autocontrole. Dificuldade que nós ainda temos, mas estamos esforçando para para poder ter o autocontrole. tá fazendo esse esforço. Muitos desses espíritos não estão fazendo esse esforço. Então eles estão se comprazem ainda no estado evolutivo em que se encontram. E a gente tem que ter paciência e compreensão com eles. É isso que significa ter amor ao próximo. >> O Robson aqui tá falando que o senhor é um fenômeno nas telinhas espíritas. E aí, ó, tá dando aqui uma boa notícia para nós, ó. Saudades desse café também vai que dá mais para que dá mais pra frente, né? >> Tá certo. >> Então, tá aí, ó. Para quem >> estamos junto, Robson >> com saudade do café, há uma esperança. >> A Maria das Graças, quando ela falou, né, queatrícia, ela disse assim, preciso me policiar sobre isso, porque às vezes fico brava por nada, só tenho ódio. >> Isso. Então, esse sentimento, Maria das Graças, não é bom ser cultivado. Então, a vigilância que Jesus recomenda é muito importante para nós. O que que é vigiar? Quando Jesus disse vigiai e orai, né? Ele ensinou isso pros discípulos em várias circunstâncias da experiência de convívio com os discípulos, não é? E ele então põe a vigilância na frente da oração. Vigiar é estar atento conosco mesmo naquilo que a gente sente, pensa e faz. Então, a vigilância está atento com as nossas reações e as nossas ações. Então,
então põe a vigilância na frente da oração. Vigiar é estar atento conosco mesmo naquilo que a gente sente, pensa e faz. Então, a vigilância está atento com as nossas reações e as nossas ações. Então, a gente ora e pede a Deus força pra gente ter sentimentos bons, pensamentos bons e atos bons. Quando a gente tá vigilante e pedindo a Deus força, a gente vai conseguindo passar da função de homens reativos. para homens ativos, para espíritos ativos e não reativos, homens e mulheres. Então, nós precisamos olhar para dentro da gente. Você tá sentindo raiva com muita facilidade, procura olhar o lado bom das coisas para você diminuir o sentimento de raiva e pôr o sentimento da alegria e da felicidade na frente da emoção raiva. Nós temos seis emoções básicas, não é? A felicidade que tá ligado ao prazer, tá? O prazer, tá certo? A tristeza, a raiva, o medo, o nojo e a surpresa. São seis emoções básicas. O alimento dessas emoções com o pensamento continuado neles é que cria o sentimento. Então, se a gente para de pensar na raiva, a gente não alimenta a raiva. Quer dizer, um indivíduo fez uma coisa, você sentiu a emoção raiva, não alimenta. Fala, hum, engole e pensa assim: "Coitado, ele fez isso porque ele não sabe fazer o melhor, é melhor eu ter pena dele do que ficar com raiva dele." E ponto. Aí você não está alimentando a emoção raiva. Mas você fala, se você ficar assim, puxa, mas fulano devia ter feito aquilo. Nossa, mas eu não esperava aquilo dele. Olha, foi um sentimento desagradável, aquilo foi muito chato. Aí você tá alimentando, então tá criando o sentimento da mágua. Então o sentimento é a permanência da emoção que deveria durar um pouco pouco tempo, não é? que a gente alimenta para durar muito tempo. Então é nosso dever usar a nossa vontade, a nossa escolha para não alimentar as emoções desagradáveis e alimentar as emoções boas, que é da alegria, né, da da do prazer, da beleza das coisas. Professor, só corrigindo, ela só não tem o ódio. Eu lei eu li, só tem o ódio. Já
ntar as emoções desagradáveis e alimentar as emoções boas, que é da alegria, né, da da do prazer, da beleza das coisas. Professor, só corrigindo, ela só não tem o ódio. Eu lei eu li, só tem o ódio. Já corrigi Maria, porque Mas, mas ainda tem a raiva e não é a tem a mágoa, que é o sentimento da raiva acumulado. Eh, ela colocou aqui na sequência, né, que ela já ouviu muito, que falo certo da forma errada, me altero, acho que preciso fazer terapia. Não >> precisa fazer não. Na verdade, a terapia é do evangelho aplicado na nossa vida. Você não precisa de, não precisa a rigor, né, de procurar um psicólogo por causa disso. Se você quiser, você pode se esforçar para se controlar e vencer. Esse é o exercício que eu tô fazendo comigo desde meus 18 anos de idade. Eu era, tá certo? Um espírito, um indivíduo raivoso, quietinho, não mexia com ninguém, mas quando mexia comigo fervia. Eu faço até uma comparação assim, eu era igual uma caixa de marimbondo. Se ninguém mexer, tá lá tudo bem. Se mexer, vai levar ferroada. Tá certo? Eu era assim. Aí eu aprendi a não ser assim. Eu fui aprendendo a me controlar, aprendendo a não alimentar a raiva, me aproximar das pessoas que me magoam, procurando ser melhor com elas, amigo delas, compreensivo com elas. E à medida que eu fui fazendo isso, me controlando nisso, eu fui parando de ter o sentimento de mágoa e de raiva. Eu não fico magoado com ninguém. Isso não significa que a pessoa quando faz uma coisa para mim não me aborrece naquele momento. Me aborrece, mas eu deixo para lá e não alimento. Falar coitado, ele Mas se ele tivesse doente eu teria que ter compreensão. Então faz de conta que ele tá doente, tem que ter compreensão. Ponto. Isso me ajudou muito a ser uma pessoa mais calma, mais tranquila, mais serena, mas eu ainda não consegui a serenidade que eu quero. Não tá longe disso. Eu quero ser uma pessoa serena ainda. E você, porque eu tô a caminho, tô me esforçando para conseguir isso, é uma perseverança em cima do ideal de ser melhor.
enidade que eu quero. Não tá longe disso. Eu quero ser uma pessoa serena ainda. E você, porque eu tô a caminho, tô me esforçando para conseguir isso, é uma perseverança em cima do ideal de ser melhor. Eu ia até falar para ela, professor, se o senhor me permite, que é assim, quem nunca, né? Eu também tenho muito essa característica, né? E o que tá fazendo a mudança é é o que eu tô cansando das consequências, porque quando a gente é assim, né, a gente tem as consequências, >> as consequências acaba sendo um abriga, um desentendimento, uma mágoa que se >> que fica mais alimentado ainda. >> Isso. E eu eu tô cansando de de ter essas consequências. Então, mesmo que aquilo chateia ali na hora, eu lembro das consequências. Aí eu falo: "Ah, não, >> depois vai passar, depois vai passar". Só que assim, a a o sentimento ele ainda existe, porque a gente tá ainda se esforçando, né? >> Você sabe uma coisa, uma coisa que ajuda muito, Ana, é a gente rezar pra pessoa que ofendeu a gente, porque você tá alimentando um sentimento bom. Ô meu Deus, ajuda fulano de tal para ela não ser tão assim agressiva, tão violenta, tão não é eh, qual seja o defeito dela. >> Você ora para que ela melhore. Quando você tá fazendo isso, você tá também se melhorando. >> Sim, >> eu faço isso, me esforço. É porque a gente é um esforço mesmo, né? A gente tá muito mais lado, >> tá muito mais tempo fazendo o que a gente tá acostumado a fazer do que nesse esforço de ser bom, né? De tentar ser bom, de querer ser bom, né? >> É quando a gente quando a gente lê as a as obras de André Luiz na sequência, nosso lar, mensageiros, >> não é? obreiro, missionário da luz, obreiro da vida eterna e assim por diante. Você vai vendo o André Luiz melhorando o comportamento dele. >> É >> porque ele vai fazendo esse esforço. A gente esquece porque ele traz muito ensinamento dos instrutores e tal e esquece de não prestar atenção na reação, porque ele deixa isso transparecer para ensinar pra gente >> as perguntas que ele começa a fazer, né?
orque ele traz muito ensinamento dos instrutores e tal e esquece de não prestar atenção na reação, porque ele deixa isso transparecer para ensinar pra gente >> as perguntas que ele começa a fazer, né? até as perguntas e naquilo que ele vai percebendo vai melhorando. Aqui em Santos a gente faz, professor, com a Maria Amélia o estudo, né, da da >> Isso é >> temos um grupo há 10 anos já que estuda André Luiz e até a as perg os o olhar que ele vai tendo das coisas vai mudando. No começo ele é muito parecido com com a gente, né, mais terra aqui. >> E ele é >> depois vai mudando, né, os julgamentos, vai mudando a as perguntas. Então, é, é verdade, bem lembrado, professor. É, é uma, >> é uma esperança e um otimismo para nós. Acho que todo mundo deveria fazer isso, né? Esse estudo de ver André Luiz. >> É, quando a gente leu o livro Voltei do irmão Jacó, psicografado pelo Chico Xavier, a gente vê ele fazendo isso no mundo espiritual também. >> Ah, é verdade. >> Ele se esforça para diminuir o orgulho, a vaidade dele no mundo espiritual. É, >> faz treinamento. A gente tem que fazer treinamento aqui. >> Por isso que Jesus, sabe? Por isso que Jesus diz pro Pedro, Pedro, não deves perdoar o seu irmão sete vezes, mas 70 vezes. Quer dizer, perdoa até você aprender a perdoar, não ficar mais magoado. Perdoa o mesmo erro tantas vezes quando for necessário para você não, na próxima vez que ele fizer, você não se sente magoado mais, você já superou o problema. É você que muda com perdão. >> É verdade. E aí vai vindo tudo junto, né, professor? O ensinamento, né, o conhecimento e eu cansaço de fazer de errar. É, >> vai cansando de errar, né? >> Olha, eu tô eu tô me esforçando para pôr meu pezinho na segunda ordem. >> Ah, professor, vai chegar lá, com certeza. Ó, o Rafael, ele fala assim, ó, o perdão tem um aspecto prático para que possamos viver em paz com as Ah, ele tá perguntando, o perdão tem um aspecto prático para que possamos viver em paz com as pessoas? Se sabemos que uma pessoa tem
perdão tem um aspecto prático para que possamos viver em paz com as Ah, ele tá perguntando, o perdão tem um aspecto prático para que possamos viver em paz com as pessoas? Se sabemos que uma pessoa tem característica egoísta, temos que tomar cuidado com ela. Aí temos que tomar cuidado com ela, mas essa característica não é eterna. Isso. E a gente, então, quando a gente sabe que é uma pessoa egoísta, a gente toma cuidado para não fazer com ela, né? Interagir com ela no sentido de estimular o egoísmo dela. E o perdão é um exercício, sim, é como Jesus ensinou. Por isso que Jesus disse perdoar não sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. Porque olha, se você, um irmão seu, uma pessoa qualquer, te aborrece de um jeito, aí você perdoa ela, aí passa um tempo, ele te aborrece outra vez, você perdoa ela, aí passou mais um tempo, ela te aborrece outra vez. Qual é a conclusão que você tira? Coitado, esse sujeito não muda o jeito dele ser, né? Eu não vou mais ligar para ele, porque todas vezes ele faz isso, então não vou dar importância para isso mais. Que que você aprendeu com isso? Você aprendeu a ser não deixar ele te aborrecer, não deixar ele te ferir, porque você se coloca numa posição de não sentir a ação dele sobre você mais. Então você melhorou e ele se ele não mudar é problema dele. Um dia ele muda porque ele vai sofrer as consequência dessa ação dele de qualquer maneira. Porque tem gente que não compreende e briga, mas não precisa ser você a brigar. Ah, deixa eu ver aqui. A a Valdiceia, ela comentou assim, não é? O Robson falando paraa Valdiceia. Valdiceia tudo é processo. Reconhecer o que somos e onde estamos é o primeiro passo para olhar pra frente. >> Isso. Porque nós também somos assim, o Robson lembrou isso bem. Nós também ofendemos os outros. Nós também às vezes damos uma resposta mal educada paraas pessoas. Às vezes a gente faz uma coisa sem pensar no resultado que pode ser com a pessoa e magoa aquela pessoa. Então quando a gente fizer isso e perceber, nosso primeiro exercício é pedir perdão,
as pessoas. Às vezes a gente faz uma coisa sem pensar no resultado que pode ser com a pessoa e magoa aquela pessoa. Então quando a gente fizer isso e perceber, nosso primeiro exercício é pedir perdão, corrigir. Quando a gente faz isso, a gente tá treinando para ser melhor >> e a gente que fica querendo que a pessoa perdoe a gente e nos entenda, né, professor? >> Não importa se ele não perdoar. O ato de você pedir perdão é o ato de você reconhecer que falhou e tá tentando corrigir. Isso é importante pra nossa autoeducação. O perdoar é problema dele. Se ele perdoar, ótimo, o problema fica resolvido. Se ele não perdoar, o problema é só dele agora. Ele que vai ficar magoado e vai resolver um dia ele vai ter que resolver essa mágoa dele. Eu já não tô mais fazendo isso. >> A o Clode Cloderis Clouersi, boa noite. Esta mudança está sendo está sendo necessária. Significa também que teremos muitos desencarn em massa? Não necessariamente, Cloder. Sabe por quê? Porque a bondade divina não tem pressa, faz as coisas com segurança. E a própria morte natural resolve isso. Você quer ver qual é a população da Terra hoje? Vamos supor que já tá nos 8 bilhões de pessoas. Então somos 8 bilhões de encarnados, certo? Qual é a vida média hoje? Eh, varia de país para país, mas vamos exagerar, vamos pôr 100 anos, tá certo? Olha, 100 anos de vida média significa a seguinte coisa em média, que em 100 anos todo mundo morreu que tava vivo. Nasceram outros no lugar. Tá certo? Então, em em 100 anos, todo mundo que tá vivendo hoje vai pro mundo espiritual. São 8 bilhões de pessoas que vai pro mundo espiritual em 100 anos, certo? Porque ninguém vai viver mais do que 100 anos em média. OK? Viver um pouco mais de 100 anos, 105, 102, 100 anos é um número bom. Então, em 100 anos, todo mundo que tá vivo, encarnado, passou pro mundo espiritual e outros vieram de lá e ocupar o nosso lugar. Tá certo? Que a população continua. Então, tem um fluxo de gente que vai, fluxo de espírito que vai, um fluxo de espírito que vem.
ou pro mundo espiritual e outros vieram de lá e ocupar o nosso lugar. Tá certo? Que a população continua. Então, tem um fluxo de gente que vai, fluxo de espírito que vai, um fluxo de espírito que vem. Então, se nós em 100 anos passa pro mundo espiritual 8 bilhões de pessoas, já é uma desencarnação em massa, não é? Naturalmente, então não precisa ter catástrofe. O espírito de Emanuel no livro roteiro, a lição de número nove do livro roteiro. Eu sei isso porque eu fiz um estudo completo do livro que tá lá no Ecoespiritismo com Taciro. Vocês podem acompanhar esse estudo de todas as lições do roteiro. Lição número nove, Emmanuelio diz para nós que a Terra atualmente é um planeta que abriga cerca de pouco mais de 20 bilhões de espíritos. Pouco mais de 20 bilhões. Vamos chutar um número qualquer. 24 bilhões. Pronto. É até muito mais, né? Porque pouco mais devia ser uns 10%. Eu tô pondo mais do que isso. Tô pondo 20%. Tá certo? Então 24 bilhões de espíritos vivem na Terra. 8 bilhões estão encarnados. Em 300 anos todo mundo vai e vem, não é? Porque cada 100 anos morre 8.000, 8 bilhões, nasce os 8 bilhões substituto. Mais mais 100 anos faz a mesma coisa. Então se reciclar em 300 anos todo mundo nasce e morre. Que vive na terra. Não precisa de morte em massa, não precisa de catástrofe, mas ainda assim elas podem acontecer, mas nunca elas são muito grandes. Quer ver? Por quê? Quantas pessoas desencarnaram por razão da COVID que a gente teve? 3,5 bilhões de pessoas só. milhões, desculpe, 3,5 milhões de pessoas. Não foram bilhões, foram milhões. Sabe quantas morreram na Segunda Guerra Mundial? 56 milhões na guerra, mais 20 e poucos milhões em consequência da guerra. Uns 70 milhões de pessoas. 70 milhões na presença de bilhões é muito pouca gente, tá certo? Então não precisa de ter morte em massa, mas elas podem ocorrer porque elas não é, não são tão massivas quanto a gente imagina. Naturalmente morre por ano na Terra 60 milhões de pessoas. Podem ver estatística aí na nas Nações Unidas, a
assa, mas elas podem ocorrer porque elas não é, não são tão massivas quanto a gente imagina. Naturalmente morre por ano na Terra 60 milhões de pessoas. Podem ver estatística aí na nas Nações Unidas, a gente tem uma estatística de morte eh por ano no mundo, moral de 60 milhões de pessoas. O Brasil tem 210 milhões de habitantes, tá certo? 60 milhões seria da hora de 1/3, né? Pouco mais 1/4 de pessoas da no Brasil, mas no mundo inteiro. Quer dizer, o Brasil contribui com uma menor parte. Na China morre muito mais gente, na Índia morre muito mais gente, porque tem muito mais gente lá. Na China tem 1 bilhão 400 milhões de pessoas. Na Índia tem 1.hão400 milhões de pessoas. O Brasil tem 210, 205, 210 milhões de pessoas. Então não precisa ter morte massiva. Não há necessidade para o processo de escolha dos espíritos que vão nascer. Não precisa. Basta esperar 300, 400 anos também. Não sei se ficou claro para você, Cloder. O Depois ele fala que que ficou. >> O Rafael eh, falou assim: "Professor, penso que a gente precisa ter compreensão conosco mesmo, saber que temos coisas dentro da gente que precisa ser trabalhada". É, é isso, >> é isso mesmo. Somos espíritos em crescimento, somos espíritos em evolução mesmo >> e a gente precisa conhecer a gente mesmo, olhar para dentro da gente. A vigilância, vigiar é tá atento com a gente mesmo, com o que a gente tá fazendo. >> Eu tenho uma continuação aqui. É, se esforçando de pouquinho em pouquinho, a gente chega lá, a gente vai dominar nossas atitudes. >> Vai. Eu tenho 60 e poucos anos que eu tô fazendo esse esforço, já dominei algumas coisas em mim. Tem outras que ainda não. Por isso eu preciso de mais encarnação. O Franclo, ó, o Franco, apareceu. Franco, o passarinho pode pousar, mas não, mas não fazer ninho, né? >> É. Tá certo. É uma metáfora usada para as nossas reações inadequadas. A gente pode sentir emoção, mas não deve alimentá-la, fazer ninho. Ah, a, como é que é? Ferreira cai. Ferreira que professora, eu faço isso. Eu oro para
áfora usada para as nossas reações inadequadas. A gente pode sentir emoção, mas não deve alimentá-la, fazer ninho. Ah, a, como é que é? Ferreira cai. Ferreira que professora, eu faço isso. Eu oro para quem me agriga. >> Isso. Vamos continuar fazendo junto >> aí. fala: "Me sinto bem melhor". O Robson colocou assim: "Ajuda mesmo, professor. Além de ser parte de um de um dos ensinamentos de Jesus, amai vossos inimigos". >> Isso. >> Ah, o Franclo colocou: "O perdão sincero te liberta". É, o perdão faz bem para quem perdoa, muito mais bem para quem perdoa do que do do que para outra pessoa. >> Por isso também pedir perdão faz bem pra gente, porque pedir perdão faz a gente ser mais humilde, mais simples. >> O Rafael, ele colocou: "Sabendo as nossas fraquezas, conseguimos identificá-las mais facilmente e corrigi-las um pouco de cada vez. Mas com vontade firma. >> É um dia, um dia em sequência do outro, sem desanimar. >> A Daisy, quando o senhor falou do livro Voltei, ela disse: "Acabei de ler o livro, voltei". Muito bom. >> É um bom exemplo para ser seguido. >> O Cloud diz que esclarecimento perfeito. Então ele compreendeu o que o senhor colocou. E aqui nós estamos encerramos as perguntas, professora. Eh, esse problema de morte em massa é uma preocupação com muita gente por causa da visão distorcida do apocalipse que acha que precisa destruir para construir. Na no mundo tudo é transformação continuada. Deus é sábio. A lei de evolução é uma lei inexorável. Ela continua sempre, não precisa de dramas. É claro que pequenas coisas, quando a gente tem uma visão mais ampla, a gente entende que todos esses problemas de morrer muita gente de uma vez é pouco significativo no sentido do número de gente que tem. Quer dizer, cai em um avião, morre 100 pessoa, certo? Porque tinha 100 pessoas no avião. Quantas pessoas estão morrendo de acidente de carro, uma por uma? A gente não percebe isso. >> Mas e a lei da destruição, professor? Porque a gente acaba associando que às vezes, né, acaba colocando essa massa
essoas estão morrendo de acidente de carro, uma por uma? A gente não percebe isso. >> Mas e a lei da destruição, professor? Porque a gente acaba associando que às vezes, né, acaba colocando essa massa por causa dessa lei, né, de >> Mas a lei de destruição tá explicada pelos espíritos que ela não é de destruição, é de transformação. Não destrói nada, transforma, modifica, muda, muda mais rapidamente. Só isso. >> É, é. O, olha, um rio que corre suave, tá certo? Quando encontra um despenhadeiro, cai de cascata, mas continua sendo rio, não perde nada das águas, continua sendo, não é? E continua sendo rio, mesmo que tenha uma cascata no meio do caminho. A lei de evolução significa isso pra gente. Tem hora que as coisas tem que passar um pouco mais rápido, mas o passar de mais rápido não significa que vai perder o que era. ao contrário, vai adquirir coisas novas, porque a água que cai na cascata cai lá embaixo oxigenada e faz muito bem pros pra vida que é alimentada no rio e que renasce de novo, né? E a e as grandes coisas quando a gente vê assim às vezes que acontece com nossos irmãos que vão assim é tá tá ligada a uma lei de causa e efeito também, né, professor? Que tem uma razão que a gente não sabe, né? A lei de causa efeitos é sempre reconduzir o indivíduo ao progresso mais rápido. Esse é o papel da lei de causa efeito. Reconduzir o indivíduo que desviou do caminho pro caminho. >> E às vezes acontece coletivamente, né? acontece em grupos, porque a gente às vezes em grupo a gente faz escolhas inadequadas, sai do caminho, >> aí volta em grupo. >> Deixa eu ver aqui, ó. Ah, o Cloder, eh, Cloder Assis, nossos obstáculos diários são necessários para observar o que o quanto temos a evoluir, que venham as que venham as dificuldades. >> Isso, isso, isso é o isso é o significado, Cloder, da palavra de Jesus. Bem-aventurados que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Fom sede de justiça, não é justiça de fora para dentro, é justiça dentro de si próprio para ficar quits com as escolhas
de Jesus. Bem-aventurados que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Fom sede de justiça, não é justiça de fora para dentro, é justiça dentro de si próprio para ficar quits com as escolhas inadequadas, corrigindo-as. Então, as dificuldades nos ajuda a corrigir as nossas falhas. >> A Lázara colocou um outro olhar, transformar e não destruir. >> Isso >> a Cristiane. Aí o que o pessoal já tá se se despedindo aqui. A Ana Carol colocou assim: "Quando perdoamos, construímos pontes". Isto tudo certo. Todos nós sabemos dessas coisas. Olha que coisa boa. É, ó, professora, o pessoal já tá dando boa noite aqui, tá agradecendo >> já passando hora, já 22 10:41. >> Foi ótimo. Foi muito bom. A gente nem percebeu a hora passar aqui. Vamos perguntando, perguntando, porque olha aí, já tá 22:41. >> Então, podemos fazer a nossa prece, professora? >> Podemos, sim. Então, no próximo estudo, primeira ordem, espíritos puros. >> É, tá aqui, ó, o paramos aqui, então, na primeira ordem. >> Então, vamos agradecer. Primeiramente a Deus, a Jesus, nosso mestre, nosso amigo, a toda a equipe espiritual que coordena esse estudo, ao nosso professor Otaciro que compartilha seus conhecimentos e coloca de forma mais fácil para nós, pro nosso entendimento. agradecer a todos que estão em casa, nos seus lares, que todos sejam amparados, abençoados e que essa noite todos nós possamos ter colocado um pouquinho mais de conhecimento, a sementinha no nosso coração. para que possamos ter cada vez mais como agir na nossa vida na prática. Então, rogamos a Deus e a Jesus que ampare a todos nós e que possamos na próxima semana estarmos juntos aqui novamente com Jesus e a regeneração da humanidade e o nosso querido professor. Que assim seja. Que >> assim seja. >> Então é isso, pessoal. Uma boa noite. Um grande abraço. >> Uma boa noite a todos. É. Um bom final de semana, colocar o nosso tiz aqui. Um beijo. Fiquem com Deus. เฮ
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