19 Jesus e a regeneração da humanidade

Conecta Espiritismo TV 27/09/2025 (há 6 meses) 1:32:20 6 visualizações 1 curtidas

Estudo sobre Jesus e a regeneração da humanidade com Otaciro Rangel.

Transcrição

เฮ เฮ Olá, muito boa noite. Sejam todos bem-vindos à sala de estudos do IGES em parceria de transmissão com a Rede Amigo Espírita Web Rádio Fraternidade, Centro Espírita Chico Xavier. aqui de Santos, rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, canal Eciritismo com o Taciro e o Conecta Espiritismo, onde estudamos sobre Jesus e a regeneração da humanidade com o nosso amigo, nosso companheiro, nosso professor Otaciro Rangel. Seja bem-vindo, Taciro. Bom estar aqui de novo. >> Boa noite, Ronaldo. Boa noite, Ana. Boa noite a todos os nossos amigos e companheiros que já estamos todos aqui reunidos nessa sala virtual que eu chamo de real, né? Porque nós estamos juntos nesse momento, todos nós nos vendo de alguma maneira, ouvindo de alguma maneira e pensando junto, que esse é o coisa mais importante. Através do nosso estudo, nós vamos colocando o nosso pensamento sintonizado uns com os outros, fazendo uma força, né, de valores espirituais que são aproveitados pelos espíritos bondosos para ajudar as vibrações do nosso planeta. Muito bom estar juntos. >> É muito bom retornar depois de quase 20 dias aí de folga, né, professor? A Ana me substituindo. Aí eu substituindo ela. Agora a gente encaixou de novo. >> É, você veio de volta. >> Regeneração é a Ana das causas primárias. Muito bom. >> Isso. >> E já temos aí >> vocês dois são os que me seguram aqui nesse trabalho. Agradeço de coração. >> Nós é que temos gratidão por estarmos aqui. E já temos um novo membro também, a Sueli Nogueira. Seja bem-vinda, Sueli. >> Isso. Seja bem-vinda. >> Todas as todas as aulas anteriores ficam gravadas, né? Então, se você quiser maratonar para chegar junto de nós aqui, fique à vontade. Mas já temos aí também a encarnação que sai sempre conosco, a Luciene, Ana Cintra, a Osmarilda, a Valéria, a Silvia, a Lúcia, a Silvia Servo, que é tem duas Silvia, né? >> É >> duas Silvas e duas Silvas Aparecida. Lá, professor, só muda o final, ó. A Maria Lúcia, >> nossas boas amigas, >> é o José Luiz, o Marcondes, a Vera que é

lvia Servo, que é tem duas Silvia, né? >> É >> duas Silvas e duas Silvas Aparecida. Lá, professor, só muda o final, ó. A Maria Lúcia, >> nossas boas amigas, >> é o José Luiz, o Marcondes, a Vera que é aqui de Santos, a Eleusa, a Cádia que é lá de Salvadora, a Patrícia Taviana, a Madalena e temos muitos outros amigos aí, a Diná também, a Sandra que sempre tá aí também, a Joelma, a Ana com dois ns que eu sempre falo que é com dois Ns, a Helena que é irmã Vera que é aqui de Santos também, a Leila Luciene, Maria Marquiolo, Fran Carlo, Silmar, Hernan, Ana Carolina, Maria do Carmo, a Lala que não é Lalá, é Lala, >> é Lala. A Cosmerina, a José Faat aqui de Santos também, a Jô, beijo Noemir, a Daisy, José Aristides. E aí vai Lourdinha, Francisca, >> Lordinha tá aqui de São Carlos >> já é de São Carlos, professor. >> A Lordinha aí sim. Nossa Rafaelinho também, >> nosso companheiro de reuniões mediúnicas. >> Ah, é. Ah, é companheiro do senhor aí. Legal. É, faz parte do nosso grupo de que é ela, Nils, >> a Lucimeira e Magalhães, a Lá deu risada, falou que é Lá não é Lalá, a Lucir, a Vanda. Então, todos aí apostos, aguardando os seus conhecimentos, professor. >> Os conhecimentos da doutrina espírita. Eu sou >> passados pelo professor Otaciro Rangel, >> sou um passador da doutrina espírita. Eu só sou um passador de comentários aqui, professor. Então, professor, pra gente iniciar essa noite de estudo, né, gratificante, podemos fazer a prece? Vamos sim, vamos nos nos reunirmos mentalmente nesse instante, colocando o nosso pensamento, todos nós em sintonia com as forças superiores da vida que emanam para todo o universo de nosso Pai Celestial e que para nós, em particular nesse planeta, ainda de expiações e provas, transicionando para mundo de regeneração, trazidos então por Jesus, esse amigo incondicional, nosso diretor espiritual, nosso governador, nosso irmão mais velho, nosso mestre, que está sempre cuidando de nós, veio até nós, nasceu entre nós há 2000 anos, para que nós pudéssemos conhecê-lo

onal, nosso diretor espiritual, nosso governador, nosso irmão mais velho, nosso mestre, que está sempre cuidando de nós, veio até nós, nasceu entre nós há 2000 anos, para que nós pudéssemos conhecê-lo de certa forma, pessoalmente e a fim de que ele pudesse também nessa oportunidade trazer os ensinamentos espirituais que todos nós necessitamos. Jesus quando esteve conosco, disse que o céu e a terra iam passar, mas as suas palavras ficariam conosco, porque representa os ensinamentos espirituais, as leis divinas faladas pelo seu coração amoroso, para que todos nós pudéssemos aprendendo os valores quanto antes da realidade espiritual, pudéssemos caminhar com mais segurança na nossa caminhada evolutiva, em busca da plenitude espiritual, da felicidade plena, que todos nós almejamos. Mestre querido, Jesus, Pai Celestial, abençoe nosso estudo da noite. Faça vibrar, Senhor, o nosso coração na sintonia do teu coração. Faça vibrar, Senhor, nossas mentes com a sua mente amorosa que está sempre pensando em todos nós, a fim de podermos, aproveitando esses ensinamentos trazidos pelos espíritos bondosos que trabalham contigo, pela espiritualização do nosso planeta, a fim de que possamos assim fortalecidos, encorajar ados, sentindo o teu amor junto de nós, nos entusiasmemos e caminhemos com segurança, com confiança e com tranquilidade espiritual. Abençoe-nos, Senhor, agora e sempre. Abençoe, Senhor, todos os nossos irmãos em humanidade que ainda não puderam sintonizar contigo nesse esforço de crescimento espiritual. Somos todos irmãos, filhos do nosso querido Pai Celestial e gostaríamos imensamente, Senhor, de podermos juntos caminhar para a nossa regeneração, mas sabemos, Senhor, das dificuldades que cada um carrega. da importância do livre arbítrio de cada um de utilizar as suas próprias escolhas. E sabemos, Senhor, cedo ou tarde estaremos todos juntos, mas cada um tem que caminhar o seu caminho. abençoe-nos a todos para que possamos não desviar da rota mais rápida que nos fará sermos felizes mais cedo.

, Senhor, cedo ou tarde estaremos todos juntos, mas cada um tem que caminhar o seu caminho. abençoe-nos a todos para que possamos não desviar da rota mais rápida que nos fará sermos felizes mais cedo. Que assim seja, Senhor. >> Que assim seja. Então vamos lá. Professor Jesus é regeneração da humanidade. Hoje o senhor vai falar com baseado no livro Obras Póstumas, né? >> Pois é. Eu tinha falado na na no estudo anterior 15 dias atrás, né, que nós íamos passar para aproveitar da gênese e vários ensinamentos que Kardec nos traz, mas fizemos uma pequena modificação por razões estratégicas da estrutura do livro que estamos escrevendo. E vamos então, ao invés de falar sobre os a gênese e os temas da gênese que nos traz as informações da regeneração da humanidade, vamos fazer isso primeiro, utilizando obras póstumas. A razão disso é simples, é porque na Gênese, Kardec utiliza muito próximamente nas informações os próprios ensinamentos de Jesus. E como nós vamos terminar o nosso livro Trazendo as lições de Jesus, onde Jesus traz as informações sobre a regeneração da humanidade, então achamos que ficaríamos mais conectados numa sequência mais lógica, que a Gênese fosse o último dos livros da obra de Kardec e depois passaríamos diretamente aos ensinamentos de Jesus. Então, antecipamos as obras póstmas de Allan Kardec aqui buscando nesse livro várias informações que são muito proveitosas pra gente entender essa fase que estamos passando de transição planetária. Então, a gente vai ver em obras póstmas, além de muitas informações que tem lá, eu recomendo a todos que estão aqui junto conosco, né, que nos ouvem, que leiam Obras Pósmas. é um livro muito significativo por várias razões. Primeiro porque a gente conhece ali mais intimamente o trabalho de Kardec, a evolução do trabalho que Kardec realizou na tarefa, né, de consolidação da doutrina espírita, porque ele conta muito da história dele nesse nesse livro que não foi, ele estava, na verdade fazendo anotações diversas para escrever

dec realizou na tarefa, né, de consolidação da doutrina espírita, porque ele conta muito da história dele nesse nesse livro que não foi, ele estava, na verdade fazendo anotações diversas para escrever um livro que tivesse a história do espiritismo, né, como ele poôde de acompanhar e ver, mas ele desencarnou antes. Então, os membros da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas fizeram esse trabalho por ele, obviamente usando todas as anotações que ele tinha deixado. Então, é importante a gente ver essas anotações de Kardec. Então, nós vamos eh buscar nesse livro claramente os temas que têm proximidade com a regeneração da humanidade. Então, um uma das coisas interessantes que a gente encontra eh que são de de significado, de relevância para nós, é pontos que fala sobre a ideia da vida futura que todos nós alcançaremos depois da morte do nosso corpo físico. São raciocínios muito lúcidos de Kardec colocado nos textos que a gente encontra. nessa obra, obras pósimas, especialmente no título, no subtítulo chamado A vida futura. Então, nós não vamos eh aproveitar tudo que tá escrito, porque seria transcrever o livro que já está aí à disposição de todo mundo. Ao invés disso, vamos tomar alguns aspectos só pra gente comentar. Então, a gente pode, nesse tema que Kardec enfoca aí no livro Obras Próximas, a vida futura, a gente pode simplificar essas ideias com apenas duas possibilidades. O que que acontece conosco depois que o corpo físico morre? Uma, a primeira ideia é a ideia do niilismo, nada depois da morte ou do nadismo. Quer dizer, depois que a gente morre, acaba tudo. Pra gente, a individualidade desaparece, deixa de existir, porque essa é a ideia materialista, não é? O niilismo é a ideia materialista. Nada nos resta depois da morte. a gente morre com o corpo físico. E a outra é a ideia que seguimos vivos com a nossa, cada um de nós, com as nossas individualidades. Então, o taciro será ori espiritual, apesar do nome ser dado para esse corpo, porque o nome nosso é uma convenção da

eia que seguimos vivos com a nossa, cada um de nós, com as nossas individualidades. Então, o taciro será ori espiritual, apesar do nome ser dado para esse corpo, porque o nome nosso é uma convenção da vida terrena, a gente volta pro mundo espiritual, mas a gente continua sendo a gente mesmo com a nossa integral individualidade. Então, a gente só tem essas duas saídas. Todas as outras, não é? Qualquer que seja elas, são variante dessas duas situações. Então, vamos tratar somente dessas duas. o niilismo ou nada depois da morte e a ideia de seguirmos vivo com as nossas individualidades. O nilismo significa que nossa vida só existe no corpo físico. E quando este, o corpo físico morre, tudo acaba para o indivíduo, não restando dele, senão a lembrança daqueles que ficam e que tiveram proximidade com ele e que também depois morrerão e depois de algum tempo, até essa memória vai se perder. Alguns poucos ficarão lembrados na história por seus grandes feitos de bom ou de mal. é o que a gente observa na história da humanidade. Quer dizer, a gente não sabe nada do que aconteceu, por exemplo, com o escravo que servia, não é, ali no palácio do Nero. O Nero ficou na história porque ele era um imperador e fez algumas coisas tão eh disparatadas que ficou gravado na história da humanidade pelos seus grandes feitos maléficos. Do mesmo jeito que outros deixaram feitos benéficos, como é o caso de Jesus. A gente tem a lembrança de Jesus com todos os ensinamentos que ele deixou. Então, do ponto de vista dessa visão nilista, a gente, quer dizer, o indivíduo só vai ser lembrado por aqueles da sua proximidade, não é, que conviveram com ele. Mas cada uma dessas pessoas que lembram também vão morrer e vão deixar de existir, de modo que o indivíduo não tem a menor importância, a menos que ele tenha feito grandes males ou grandes bens, porque aí ele vai ser lembrado pelo menos por um tempo mais longo. Mas imagine, talvez daqui 2000 anos mais, a gente não lembra de nenhum deles, a menos que a gente

eito grandes males ou grandes bens, porque aí ele vai ser lembrado pelo menos por um tempo mais longo. Mas imagine, talvez daqui 2000 anos mais, a gente não lembra de nenhum deles, a menos que a gente pudesse, não é, não acontecer isso que as pessoas poderiam achar que acontece, que é morrer e acabar. Então, a outra ideia é exatamente o contrário disso. E aí não só as ideias e as lembrança das pessoas ficam, porque essas pessoas não deixam de existir, não é? E se elas não deixam de existir, elas continuam no mundo após a morte com uma vida no mundo espiritual ou no mundo, não é, em que elas existem. Aí a gente vai ter certamente a possibilidade de continuar lembrando, porque se aqueles que a gente conviveu morreram e passaram para um lugar onde a vida continua, quando a gente morrendo a gente também vai passar para esse mesmo lugar e certamente vão nos encontrar. Então, as nossas lembranças continuarão e a gente continuará tendo relacionamentos que a gente tinha antes. Então, são duas ideias, né? O nilismo significa que a nossa vida só existe no corpo físico e eh o indivíduo nessa situação, não é? não tem muitas opções, porque essa visão não resta, senão para o indivíduo, o seu personalismo e o interesse enquanto vivem aproveitar sua vida de acordo com as suas preferências. Independente se o que ele faz é bom ou ruim a terceiros, pois o que importa é apenas o próprio interesse. As consequências geradas pelas suas ações para terceiros, não faz a menor diferença, porque ele vai morrer, vai acabar tudo, certo? Então esse comportamento é movido pelo próprio egoísmo do indivíduo, tá certo? Então esse comportamento, esse tipo de pensamento de que morreu, acabou tudo leva o indivíduo a agir de forma personalizada, pessoal, egoística, porque o que interessa para ele enquanto ele tá vivo, é aproveitar o que a vida oferece. Kardec então faz uma conclusão muito interessante a respeito disso, dizendo o seguinte: seria afinal a consagração do egoísmo e da máxima. O mundo pertence aos mais

é aproveitar o que a vida oferece. Kardec então faz uma conclusão muito interessante a respeito disso, dizendo o seguinte: seria afinal a consagração do egoísmo e da máxima. O mundo pertence aos mais fortes e aos mais espertos. Porque cada um vai brigar ou vai aproveitar a vida de acordo com o seu egoísmo, do seu personalismo. E obviamente os mais fortes, os mais fracos, os mais fortes e os mais espertos levam vantagens sobre isso. Então, sem a vida futura, a moral não passa de mero constrangimento, de um código convencional arbitrariamente exposto, imposto, não é, pela pela pelo interesse, né, da maioria, talvez, mas é ela não tem um significado no indivíduo que consegue viver com liberdade plena no meio da sociedade, porque ele vai fazer o que ele bem entende. Dane-se os outros. Então, nenhuma raiz, essa esse código moral convencional não é, eh, importaria porque ela não seria armazenada ou feriria o coração do indivíduo. Ele vai fazer o que é bom para ele. Ponto final. Então, uma sociedade fundada em tal crença só teria por elo aprender-lhe os membros dessa sociedade a força e bem depressa essa sociedade cairia em dissolução. No entanto, a gente, apesar de ver que a sociedade nossa tem vários problemas de caráter moral, ela não se não está em dissolução. Ainda assim, ela tá progredindo. a gente vê esse progresso que é lento, mas a gente quando analisa historicamente a nossa humanidade de hoje, com a humanidade de séculos anteriores, a gente vê que houve um encaminhamento evolutivo para situações melhores, de modo que a própria análise histórica da humanidade contradiz essa visão do niilismo. Então, a outra opção é a que seguimos vivendo como seres imortais com a nossa individualidade. Nesse caso, a gente precisa saber como a vida continua, o que sustenta a vida depois que a gente morre, o que que ela oferece a cada indivíduo que vence essa porta da vida de cá para uma vida de lá, para uma vida de continuidade depois da morte. Nos parece que a maneira de adquirirmos

que a gente morre, o que que ela oferece a cada indivíduo que vence essa porta da vida de cá para uma vida de lá, para uma vida de continuidade depois da morte. Nos parece que a maneira de adquirirmos esse conhecimento terá que ser e nos parece que é a única que a gente tem, através das informações que poderíamos ter daqueles que, tendo atravessado a porta da morte, venha nos informar como a vida prossegue. Isto é, nós que estamos de cá da vida terrena, só podemos saber, não é, sobre a vida que continua após a morte, se esses que transpuseram a porta da morte possam voltar e dizer para nós de alguma maneira, entrar em contato conosco, dizer: "Olha, gente, a vida continua. É como se alguém, não é, da nossa família viajasse para um outro país, a gente perdesse contato com ele durante um tempo, mas depois ele voltasse para dizer: "Olha, conheci um país assim, assim, assado". nos desse todas as informações possíveis daquele novo lugar que ele conheceu. Então a gente também não é nessa opção de que a vida continua depois da morte, a nossa individualidade terá experiências desse mundo posterior e podendo, não é, comunicar-se conosco que ficamos para trás, traria as informações para nós, porque essa é a única maneira da gente saber da vida após a morte. E é justamente isso que encontramos na doutrina espírita codificada por Allan Kardec, apresentada nas publicações das obras básicas e que hoje estão à disposição a rigor do mundo inteiro. As obras de Kardec já foram traduzidas por idiomas diversos e estão sendo ainda traduzida para todos os idiomas, porque isso vai está sendo promovido por todos aqueles que eh estudam a doutrina espírita, não é? E que divulgam a doutrina espírita. Então, essas informações do mundo espiritual para nós, organizada, como foi por Allan Kardec, trazendo todas as informações necessárias e possíveis do mundo espiritual para nós, está à disposição do mundo inteiro. Então, isso significa que quando alguém argumenta conosco assim: "Ah, mas você fala na vida depois

informações necessárias e possíveis do mundo espiritual para nós, está à disposição do mundo inteiro. Então, isso significa que quando alguém argumenta conosco assim: "Ah, mas você fala na vida depois da morte, mas ninguém veio me contar". Quer dizer, não veio contar porque ele não buscou, porque vieram contar. Sim, elas estão transcritas e organizadas nas bases daquilo que nós conhecemos como doutrina espírita. E ainda mais com os fenômenos espíritas que cotidianamente segue revelando para nós o mundo espiritual, podemos seguir verificando os ensinos dos espíritos. Isto é, a doutrina espírita. Não é uma doutrina que veio, colocou as coisas e o mundo espiritual parou de se comunicar conosco. Isso não é verdade. Ao contrário, o mundo espiritual continua se comunicando conosco. Então, os ensinos dos espíritos, não é, continua sendo verificado através da comunicação continuada dos espíritos. Quem frequenta grupo mediúnico sabe disso. Quem sabe analisar os sonos e sonhos que tem também sabe disso, porque a alma daqueles que já morreram estão em contato conosco através desses mecanismos descritos pelos fenômenos mediúnicos e dos nossos desdobramentos parciais durante o sono. Porque nessas situações a gente se relaciona mais intimamente com a realidade espiritual. Obviamente essa realidade cria para nós todo um comportamento moral, uma vez que a nossas ações na vida física não serão nem esquecidos e os prejuízos bences que geramos para os outros precisam agora ser reconsiderados porque não serão esquecidos. Então o que a gente faz fica na memória daqueles que recebem o que a gente faz. Se a gente faz o bem, é claro que eles não é nos lembram com carinho, com amizade. Por causa disso, se a gente faz o mal, eles lembram da gente com às vezes com ódio ou até com compaixão quando eles são melhores do que nós. Mas muitos deles lembram com raiva, com mágoa e vem cobrar de nós os prejuízos que geramos para eles. De modo que essa interação entre o mundo daqueles que já desencarnaram, que já morreram e

que nós. Mas muitos deles lembram com raiva, com mágoa e vem cobrar de nós os prejuízos que geramos para eles. De modo que essa interação entre o mundo daqueles que já desencarnaram, que já morreram e daqueles que aqui ficam, não é? Continuam interagindo entre si. Quando a gente analisa, não é, historicamente a humanidade, a gente vê a lei do progresso, porque a gente observa através das análises históricas da vida, que naturalmente faz pensar que esse progresso que a gente está vendo acontecer na humanidade historicamente, obviamente também tem que se transferir para a vida após a morte. Então a gente não só progride enquanto tá no mundo físico, como também progride quando tá do outro lado da vida, não é? e os esclarecimentos trazidos pelos espíritos sobre as leis que regem a continuidade progressiva do ser como indivíduo imortal, nos leva a compreensão ampla dos objetivos da vida que parecerá ser e que deverá ser para nós a busca da felicidade plena ou a plenitude espiritual ou ainda a busca da perfeição, como Jesus lá atrás nos sugere quando diz para nós que todos nós somos capazes de realizar as tarefas que Jesus realizou e muito mais ainda que bastasse que nós buscássemos ser perfeitos como perfeito era o Pai Celestial. Isto é, dizendo para nós que a perfeição é a busca que todos nós devemos fazer. Então, essas leis, dentre essas leis do mundo espiritual que vale para nós, porque ao final das contas, se nós vivemos a vida física e transpondo a porta da morte do nosso corpo, nós continuamos como individualidades com os recursos que nós possuímos, com as coisas que nós adquirimos e com as responsabilidade dos nossos atos, sejam eles bons ou maus. Isso nos mostra, não é, que somos seres imortais, que nós não somos simplesmente o corpo físico, nós somos espíritos imortais. Dê o nome que a gente quiser dar, almas, espíritos, a, eh, eh, avatares, o que a gente quiser. Não importa o nome, importa que a gente continua, não é? Então, usando a linguagem da doutrina espírita, somos

nome que a gente quiser dar, almas, espíritos, a, eh, eh, avatares, o que a gente quiser. Não importa o nome, importa que a gente continua, não é? Então, usando a linguagem da doutrina espírita, somos espíritos imortais e continuamos a progredir só aqui, quanto lá no mundo espiritual. E a gente aprende com esses mesmos espíritos que voltam para nos ensinar as coisas sobre as leis que regem o mundo espiritual. E dentro dessas leis, duas são de fundamental importância. Já que a gente progride de cá e de lá, duas leis são mecanismos da reencarna da da do progresso, que é a lei da reencarnação e a lei de responsabilidade ou lei de causa e efeito. Então, vejam que dessas duas ideias, a mais confortável, a mais agradável e aquela que a gente tem condições de verificar por causa do fato de que os espíritos, aqueles que deixaram a vida física, continuam vivos e podem se comunicar conosco, a gente então verifica a continuidade da vida e a gente verifica também que existem leis que regulam o nosso comportamento. Mas também existem leis que nos ajudam através das responsabilidades do nosso comportamento a rever as nossas escolhas e corrigir aquilo que a gente fez de errado e seguir em frente, continuando a aprender e a progredir, que é a lei da reencarnação. Então é muito interessante a gente ter essa visão, não é, fazendo uma análise filosófica das possibilidades da nossa vida, não é? Com essas duas ideias. doilismo não nos leva a lugar nenhum e a continuidade da vida nos traz a busca da perfeição. Aí Kardec nós vamos transcrever um texto do da de obras póstmas, que é uma análise feita por Kardec sobre a visão do homem comum sobre a vida futura. Ele diz o seguinte: por que em geral se cuida tão pouco da vida futura? Isto é, nós todos estamos aqui encarnados, vivendo a vida física, mas a gente não gosta de falar na morte e nem o que que acontece com a gente depois da morte. A gente fica apreensivo numa roda de conversa. Quando a gente tá assim no meio das pessoas, de um modo

ca, mas a gente não gosta de falar na morte e nem o que que acontece com a gente depois da morte. A gente fica apreensivo numa roda de conversa. Quando a gente tá assim no meio das pessoas, de um modo geral, quando se fala na morte, todo mundo, né, busca fugir daquilo. Ah, mas que conversa mais mais, né, desagradável. Vamos falar de coisa alegre, como se a morte fosse uma tristeza. Então, por que, em geral a humanidade cuida tão pouco da vida futura? Trata-se, no entanto, de uma atualidade, pois que todos os dias milhares de homens parte para esse destino desconhecido. Nós sabemos, não é, que por ano, nas estatísticas que a gente tem humanidade, por ano, morrem cerca de 60 a 70 milhões de pessoas. 60, 70 milhões de pessoas, mais ou menos 1/3 da população do Brasil, distribuído pelo nosso planeta, morrem por ano. Então, milhares de homens partem para esse destino desconhecido, a vida futura, tendo cada um de nós de partir por sua vez e podendo a hora da partida soar de um momento para o outro, parece natural que todos se preocupem com o que se sucederá. Por que então a gente pensa na vida futura? Por que a gente não pensa nisso? Precisamente porque é desconhecido o destino e porque até o presente ninguém tinha meio de conhecê-lo. A ciência inexorável o desalojou dos lugares onde o tinham limitado, porque a ciência mostrou que não existe nem céu, nem inferno, nem nada dessas coisas. do jeito que era descrito pelas outras religiões ou pela mitologia de cada um dos povos. Então, a ciência mostrou pra gente que não existe nem em cima, nem embaixo. Então, que esse mundo após a morte é um mundo que escapa à ciência convencional. Então, a gente não sabe se esse mundo que a gente vai, que a gente atravessa pela porta da morte, se ele está perto, se ele está longe, se ele se acha perdido no infinito. E as filosofias até antes da doutrina espírita nada respondem, porque nada sabem a respeito. disse, então, né? Essa é a postura do homem comum, seja o que for, será o que for, eu depois eu vejo. A hora que eu

osofias até antes da doutrina espírita nada respondem, porque nada sabem a respeito. disse, então, né? Essa é a postura do homem comum, seja o que for, será o que for, eu depois eu vejo. A hora que eu morrer, eu vou ver. Então, trata essa visão do mundo futuro com indiferença. Ensinam-nos que seremos felizes ou infelizes conforme houver houvermos vivido bem ou mal. Mas isso é tão vago. Em que consiste essa felicidade ou essa infelicidade? O quadro que de uma e outra nos traçam tão em desacordo está com a ideia que fazemos da justiça de Deus. tão cheio de contradições, de inconsequências, de impossibilidades radicais que involuntariamente a dúvida se apresenta, ou mesmo a incredulidade absoluta. Ao demais, pondera-se que os que se enganaram com relação aos lugares indicados para as moradas futura, também podem ter sido induzidos em erro, quanto as condições que estatuem para a felicidade e para o sofrimento. Aliás, como seremos nós nesse outro mundo? Seremos concretos ou abstratos? Seres concretos ou seres abstratos? Teremos uma forma ou uma aparência. Se nada de material tivermos, como podemos experimentar sofrimentos materiais? Então, fogo, não é, dores, isso não faz sentido se a gente não for material. Se os ditosos nada tiverem que fazer, a ociosidade perpétua em vez de uma recompensa será um suplício, a menos que se admita, como pensa no budismo, o nirvana. né, que é um estado de plena felicidade e comunhão com a natureza. Ora, mas isso também não sei se é tão agradável, se é mais desejável do que aquela ociosidade não saber o que vai fazer. O homem não se preocupará com a vida futura, diz Kardec, senão quando vir nela um fim claro e positivamente definido, uma situação lógica em correspondência com todas as suas aspirações, que resolva todas as dificuldades do presente e em que não se lhe depare coisa alguma que a razão nossa capacidade de raciocinar não possa admitir. como lógica. Se ele se preocupa com o dia seguinte, é porque a vida do dia seguinte se liga

esente e em que não se lhe depare coisa alguma que a razão nossa capacidade de raciocinar não possa admitir. como lógica. Se ele se preocupa com o dia seguinte, é porque a vida do dia seguinte se liga intimamente a vida do dia anterior. Uma e outra, o ontem e o hoje, são solidárias. Ele sabe do que fizer hoje depende a sua posição amanhã e do que fizer amanhã dependerá sua posição no dia imediato e assim por diante. Isso é o jeito de pensar na vida futura, na vida nossa, no cotidiano da nossa vida. E ele então, Kardec, vai estender isso para uma vida futura. Tal tem de ser para ele a vida futura. Quando esta não mais se achar perdida nas nebulosas da abstração e for uma atualidade palpável, complemento necessário da vida presente, uma das fases da vida geral, como os dias são fases da vida corporal, isto é, a fase da vida física, a fase da vida espiritual. a fase da vida física, a fase da vida espiritual, como o dia e a noite. Quando vir o presente reagir sobre o futuro pela força das coisas e sobretudo quando compreender a reação do futuro sobre o presente, quando em suma, verificar que o passado, presente e o futuro se encadeiam por inflexível necessidade, como o ontem, o hoje, o amanhã na vida atual, ó. Então, suas ideias mudarão completamente, porque ele verá na vida futura não só um fim, como também um meio, não um efeito distante, mas atual. Então, igualmente, essa crença exercerá, sem dúvida, e, por uma consequência toda natural, ação preponderante sobre o estado social e sobre a moralização da humanidade. Porque as nossas ações não serão esquecidas, elas terão consequências. Tal é o ponto de vista de onde o espiritismo nos faz considerar a vida futura. Então, vejam, nessa argumentação que Kardec coloca, ele tá mostrando para nós que só a doutrina espírita clareia de forma definitiva e lógica, bem estruturada. o que espera para a nossa vida depois que o nosso corpo morre. Então, o ponto de vista do espiritismo resolve todos esses problemas, todas esses conflitos e aí

ma definitiva e lógica, bem estruturada. o que espera para a nossa vida depois que o nosso corpo morre. Então, o ponto de vista do espiritismo resolve todos esses problemas, todas esses conflitos e aí faz a gente pensar na vida futura como um objetivo maior. E a vida futura, a vida que nós vamos ter depois da morte, do corpo físico, faz parte da nossa atividade no presente, porque nós estamos construindo esse futuro através das nossas ações agora. Então isso passa a fazer um sentido real para nós. E esse conceito é tão importante porque ele muda o comportamento da humanidade, porque ele muda e dá objetivo sólido para o significado da nossa vida presente. Por isso, ele é capaz de ditar regras de comportamento para nós. Agora, em função do que nos espera a vida espiritual, certamente que isso é o conceito de que o nosso comportamento deve ser moralizado no sentido positivo da vida, porque nós não devemos agir de qualquer maneira nessa vida presente, porque isso nos trará consequências na vida futura, porque não há descontinuidade do indivíduo. Ele apenas muda da fase da vida encarnada para a fase da vida desencarnada. Do mesmo jeito que não há descontinuidade do dia quando o sol se põe para a vida da gente durante a noite. Ela vida continua do mesmo jeito, só que sem a luz do sol por um período curto, não é de meio-dia, porque no dia seguinte a gente vai enxergar de novo a luz do sol. Então vejam que essa conexão entre a vida encarnada e a vida desencarnada se torna natural. quando a gente compreende que nós somos espíritos imortais. Então esse ponto de vista trazido para a doutrina espírita é de fundamental importância que chegue à inteligência e à compreensão de todas as criaturas da humanidade, porque assim a humanidade vai ter recursos de fazer uma mudança significativa no seu comportamento, portanto, sobre a moralização da humanidade. Então, essas considerações de Kardec nos faz entender como viver o presente como uma fase da vida futura por causa da continuidade da vida além da morte e nos

tanto, sobre a moralização da humanidade. Então, essas considerações de Kardec nos faz entender como viver o presente como uma fase da vida futura por causa da continuidade da vida além da morte e nos oferece um objetivo evolutivo para a vida, nos encaminhando então para a regeneração da humanidade. Objetivo por mais que enfatizado nos ensinamentos de Jesus. Porque Jesus nos disse isso com clareza. O reino de Deus está dentro de vós, seja na vida física, seja na vida espiritual. Então, quando a gente analisa as descrições das características de um mundo de expiações e provas em comparação com o mundo de regeneração, a gente vai observar uma diferença bem definida entre esses dois níveis evolutivos dos mundos, entre eles o mundo de expiações e provas e um mundo de regeneração. Isso a gente pode analisar nessas descrições das características do mundo de expiações e provas de mundo de regeneração no capítulo 3 do Evangelho Segundo o Espiritismo, trazido justamente pelas informações do mundo espiritual. Isto é, os espíritos voltam para contar para nós como é que é o mundo espiritual. E aí voltam os espíritos superiores para nos dar informações mais adiantadas e os espíritos iguais a nós, as consequências da nossa vida e os espíritos inferiores das dificuldades que encontram porque não fizeram nada para melhorarem a si mesmos. Então a gente fica com todas as informações necessárias para mudar o nosso comportamento. Então, analisando o mundo de expiações e provas, a gente encontra que quando a gente nasce no mundo de expiações e provas, a gente tem quatro atividades. Ou melhor, quatro atividades movem o indivíduo e também a própria sociedade no mundo de expiações e provas. Quais são essas atividades? Primeiro delas, expiações como resultado de escolhas equivocadas, provas como resultado da necessidade de afirmação diante das conquistas realmente feitas, tarefas como atividade de autosustento e contribuição social e, finalmente, aprendizado como continuidade evolutiva, caminho dos

ado da necessidade de afirmação diante das conquistas realmente feitas, tarefas como atividade de autosustento e contribuição social e, finalmente, aprendizado como continuidade evolutiva, caminho dos objetivos grandiosos do ser. Então, no mundo de expiações e provas, a gente desenvolve quatro atividades. Expiações como resultado das escolhas equivocadas das vidas anteriores. Provas como resultado da necessidade de a gente acreditar na gente mesmo de afirmação diante das conquistas que a gente fez. Então, as provas mostram que a gente conquistou de fato ou não uma determinada virtude, uma determinada aquisição, se ela foi bem feita ou não. as tarefas que são os nossos desenvolvimentos intelectuais e habilidades, né, que a gente vai utilizar na vida encarnada como atividade de autosustento as nossas profissões, as nossas vocações e, ao mesmo tempo, a nossa realização de atividades que contribui socialmente para a vida em comum. Por exemplo, se eu sou um indivíduo que tem habilidades manuais, eu posso, por exemplo, trabalhar construindo casas. Então, eu beneficio não só a mim, porque na construção das casas para os outros eu ganho meu sustento, mas também contribu contribuo socialmente ajudando outros a terem suas moradias. E isso vale para todas as profissões. Então, essas são as tarefas que a gente realiza no mundo de expiações e provas. E obviamente, como a gente é espírito em evolução, a gente continua aprendendo. Então esse aprendizado como continuidade evolutiva também nos visita nessas atividades que realizamos no mundo de expiações e provas. Então são essas quatro atividades que a gente está realizando aqui no mundo de regeneração. Tem diferenças, não é? De todas essas quatro atividades, somente a primeira dessas atividades não estará presente. Qual delas? As expiações. Por quê? Uma vez que os habitantes nesse nível evolutivo, para estar no mundo de regeneração, deve ter compreendido o significado da corrigenda imediata das escolhas equivocadas, como ensina Jesus.

s. Por quê? Uma vez que os habitantes nesse nível evolutivo, para estar no mundo de regeneração, deve ter compreendido o significado da corrigenda imediata das escolhas equivocadas, como ensina Jesus. Jesus ensina pra gente o seguinte: reconcilia com seu adversário quando está a caminho com ele, porque senão, quer dizer, se você não reconcilia, você vai ser entregue a uma lei de justiça e vai pagar pelas suas consequências, que são expiações. Portanto, no mundo de regeneração, a gente tendo entendido, não é? porque está num nível evolutivo um pouquinho mais adiantado. E tendo entendido que a gente tem que reconciliar com o adversário enquanto está a caminho com ele para não virar expiação, a gente faz isso. Isto é, se a gente no mundo de regeneração comete um erro e o percebe, deve corrigir em tempo para não ter que espiar mais tarde. Para perceber o erro, há dois processos. a vigilância, isto é, a atenção que a gente tem com a gente mesmo e ou e ou a admoestação de um companheiro que vira para nós e fala assim: "Olha, você agiu errado nisso aí, porque vai prejudicar você, fulano, ciclano e belrano." Então, a gente para, observa isso e corrige em tempo. Em ambos os casos, pro indivíduo fazer isso, usando a vigilância ou o chamamento de atenção feito por algum companheiro, precisa já dispor da humildade necessária para ouvir a voz da consciência, no primeiro caso, da vigilância, e a voz do companheiro, no segundo caso, a admoestação do nosso semelhante, o chamado de atenção do nosso semelhante. Então, no mundo de regeneração, a gente faz basicamente as mesmas coisas que faz no mundo de regeneração, menos as espiações, porque a gente não terá necessidade de espiar mais, porque a gente estará atento com a gente mesmo através da vigilância e da humildade, para que nós possamos, ao cometer algum erro, porque nós estamos ainda aprendendo, a gente corrige ele rapidamente e não deixa ele para depois. O deixar para depois é que cria a situação da expiação. Então, um indivíduo que deixa para

algum erro, porque nós estamos ainda aprendendo, a gente corrige ele rapidamente e não deixa ele para depois. O deixar para depois é que cria a situação da expiação. Então, um indivíduo que deixa para depois no mundo de regeneração, ele não pode ficar no mundo de regeneração, vai ser migrado pro mundo de expiações e provas para poder aprender a humildade necessária e a vigilância necessária. Esse raciocínio nos leva a pensar que no processo de transição da humanidade, de um mundo de expiações e prova para o mundo de regeneração, só ficarão no mundo de regeneração quem já não tiver necessidades expiatórias a cumprir. Isso tanto vale para o indivíduo como vale para as coletividades. Então, é necessário, no período de transição de um mundo de expiações para um mundo de regeneração, que haja expiações individuais e coletivas que elas se apressem em ocorrer para acelerar o processo da transição. Por isso é esperado que no mundo de, na fase de transição de um mundo de expiações e provas para um mundo de regeneração, que haja expiações individuais e coletivas em abundância para que os espíritos se preparem para viver no mundo de regeneração. Veja que coisa interessante a gente analisar isso pra gente entender o nosso tempo. Às vezes a gente fala: "Nossa, mas existe tanto sofrimento coletivo ainda?" É porque esses sofrimentos coletivos são o apreçamento das expiações para que a humanidade possa então livre das expiações, passar naturalmente pro mundo de regeneração. Há uma questão bem colocada por Allan Kardec em obras póstumas que merece ser reproduzida aqui para nosso melhor entendimento, que é justamente através das expiações coletivas. Mas a gente já tá no nosso horário de passar para a nossa conversação. Então nós vamos deixar para falar sobre as expiações coletivas na próxima daqui a 15 dias, sexta-feira, que nós voltamos a ao tema Jesus e a regeneração da humanidade. Vamos conversar a respeito do que nós falamos hoje, porque imagino que todos devem estar cheios de

próxima daqui a 15 dias, sexta-feira, que nós voltamos a ao tema Jesus e a regeneração da humanidade. Vamos conversar a respeito do que nós falamos hoje, porque imagino que todos devem estar cheios de questionamentos e desejos de participarem para eu não ficar também falando sozinho, porque isso aqui é um estudo em grupo. Vamos lá. A gente tá aqui se deleitando, professor. Que nem diz aqui o Marcos Amaral, o Taciro sempre claro e didático. É bom aprender com amigo. Gratidão. Porto Velho, Rondônia. Um abraço para você, Marcos, amigo. E a Sandra colocou logo no começo, tava falando, colocou assim: Richard Simonete dizia que o gênero de morte não nos diz nada no mundo espiritual, mas o gênero de vida ou como temos vivido. >> É isso. É verdade. que na verdade o gênero de vida são os nossos atos movidos pelo nosso sentimento, pelo nosso entendimento. E isso é que caracteriza a nossa atividade cotidiana. Mas certamente a o gênero de morte muitas vezes nos ajuda no mecanismo de compreensão daquilo que a gente fez durante a vida. Tá certo? Então, há uma correlação entre o gênero de morte e as nossas atividades durante a vida. Porque a morte não deixa de ser uma experiência de aprendizado, uma experiência de reflexão, uma experiência de autoanálise. Por isso ela é não deixa de ser importante, mas o que a gente leva pro mundo espiritual são o resultado das nossas ações que são movidas pelo nosso entendimento, pelos nossos sentimentos. Tá correto que fala Richard Simonete? Ô professora, a Lúcia tinha pedido para colocar, né, o livro, né, a parte que o senhor tava falando ali do >> da obras próximas. >> É só que no começo eu não consegui achar, só consegui achar a segunda parte, né? >> Certo. Eh, isso aí o senhor tá valendo algo que o senhor já escreveu? né? Ou algo que tá logo no começo ou algo que tá no >> Eu eu tô lendo o que eu tô escrevendo no livro. >> Ah, então então eu não tenho o que fazer. >> Sabe por quê? Porque Obras Póstumas é um livro que tem muitas informações e a

omeço ou algo que tá no >> Eu eu tô lendo o que eu tô escrevendo no livro. >> Ah, então então eu não tenho o que fazer. >> Sabe por quê? Porque Obras Póstumas é um livro que tem muitas informações e a gente tá selecionando as informações que nos parece mais importante para o contexto da daquilo que nós estamos conversando, que é o mecanismo da regeneração, da transição pro mundo de regeneração, tá? OK. né? É porque uma parte eu achei que o senhor tava falando ali quando o Kardec tava decorrendo ali da vida futura, mas a outra parte eu ficava procurando no falei: "Não, isso aí o professor deve estar falando o livro dele já". >> É porque tá mais na frente. O problema das expiações, por exemplo, tá mais na frente, né? Então, a gente vai aproveitar aqui, por exemplo, essa análise que a gente faz do que a gente tem no mundo de expiações e provas, a gente extrai do Evangelho Segundo Espiritismo, quando lá tem a descrição como é um mundo de regeneração, como é o mundo de expiações e provas. Então a gente vê no mundo de expiações e provas entr em quatro atividades: expiações, provas, tarefas e aprendizado. No mundo de regeneração, provas, tarefas e aprendizado. >> Ah, então tá bom. A a Lúcia colocou aqui, desculpa, precisa se desculpar não, Lúcia, fica tranquila. Se a gente achar, a gente coloca. Não, e eu vou vou tomar o cuidado de dar referência sempre com mais detalhe para que vocês possam depois buscar nas obras básicas, >> tá? E o a Márcia, quando só tava falando daquela parte dos sonhos, né, que os espíritos se comunicam conosco, ela colocou assim: "Gostaria muito de poder falar com meu esposo. Sinto falta da presença dele em minha vida. Como seria bom conversar um pouquinho, ô >> Márcia, sobre esse aspecto, há dois duas coisas que a gente deve levar em conta. A primeira é se o seu esposo está de forma tranquila no mundo espiritual e que possa de fato poder, ao visitar você trazer para você sensações e sentimentos de tranquilidade que possa te ajudar. Então esse é o primeiro

seu esposo está de forma tranquila no mundo espiritual e que possa de fato poder, ao visitar você trazer para você sensações e sentimentos de tranquilidade que possa te ajudar. Então esse é o primeiro ponto. Se ele não estiver em condições, geralmente o espírito não vem, porque os nossos amigos espirituais bondosos que nos protegem evita que a gente possa ter dificuldades nessa interação. A segunda coisa é ver se você ao receber uma informação desse tipo também não vai ficar muito apegado ao seu esposo e ficar querendo que toda hora ele fique com você e aí você acaba perturbando o equilíbrio espiritual dele no mundo no mundo espiritual, porque nós somos ainda temos um sentimento muito de apego. Eu também tenho esse mesmo tipo de sentimento, né, que você faz. Eu tenho muita saudade da minha esposa que foi pro mundo espiritual. Eu já sei que ela está em situação tranquila. Ela está bem no mundo espiritual, mas eu não posso desejar que ela venha de sempre me visitar, porque isso perturba a atividade dela no mundo espiritual. Então eu espero que ela faça isso por espontânea vontade dela, porque ela sabe quando ela pode vir ou não. Então o seu esposo, se ele tiver bem no mundo espiritual, ele sabe quando pode vir ou não. Aí tem uma outra problema, porque para ele falar com a gente vai precisar de um médium que se afinize com ele. Isso não é uma coisa tão trivial quanto pareça, mas ele pode vir durante o sono físico e você sonhar com ele, não é? E receber o abraço, a visita dele se ele tiver em condições de conforto para você. Então você vai acordar, você não talvez nem vai lembrar do sonho, mas você vai acordar sim num estado de alegria íntima, de euforia íntima, por causa do sentimento que fica no coração. Então a gente tem que ter um pouco de paciência com essa comunicação entre lá e cá, porque ela, apesar dela existir, ela nem sempre é fácil de se dar. Não sei se eu te ajudei, mas você pode continuar questionando que a gente conversa mais um pouco a respeito. Então vamos continuar aqui, professor.

esar dela existir, ela nem sempre é fácil de se dar. Não sei se eu te ajudei, mas você pode continuar questionando que a gente conversa mais um pouco a respeito. Então vamos continuar aqui, professor. Depois a Márcia nos comenta aí. A Helena colocou assim: "Professora, o espírita estuda, debate a vida futura, mas morre de medo de fantasma e se nega a entender como é ser fantasma." >> Pois é, a gente ainda tem em nós o atavismo do fantasma. Atavismo é as ideias préconcebidas do passado, tá certo? ainda tá povoando por reflexo condicionado a nossa mente. Então, a gente como espírita estuda e aprende diferentemente daquelas ideias antigas que a gente tinha de que espírito vai fazer, né, vai nos prejudicar. Isso não é verdade. Os espíritos não nos prejudicam senão se a gente aceita a influência dele. Não é porque o espírito só pode atuar sobre a gente através da influência mental que ele possa endereçar a gente, mas a gente pode aceitar a influência dele ou não? Como a gente pode ou não aceitar a influência de uma pessoa encarnada também, não é? A gente pode pensar com a cabeça dos outros, pode pensar com a cabeça própria. Se você pensa com a cabeça dos outros, tá sendo influenciado pelos outros. E é assim que os espíritos podem agir sobre a gente através do pensamento, das ideias, do sentimento que ele envolve a gente, não é? Uma pessoa que nos tem mágoa da gente, nos magou, a gente fica ofendido com ela. A pessoa que, né, nos ilude com fantasias. e nos engana, deixa na gente um estado de desagradável. Os espíritos agem da mesma maneira, só que agem através do pensamento. Então, o espírito não faz mal nenhum pra gente, a menos que a gente se deixe sofrer a maldade que ele está endereçando pra gente. Um obsessor não tem poder absoluto sobre nós. Ele só nos obsidia porque a gente aceita, porque a gente se acomoda ao invés de fazer o esforço de melhorar o nosso comportamento. Porque como diz o livro dos espíritos, a força moral é irresistível. Se a gente age moralmente

a gente aceita, porque a gente se acomoda ao invés de fazer o esforço de melhorar o nosso comportamento. Porque como diz o livro dos espíritos, a força moral é irresistível. Se a gente age moralmente de forma equilibrada, nenhum espírito faz mal pra gente. Ele pode tentar, mas não consegue, porque a tem proteção espiritual pelo esforço que a gente tá fazendo de seguir o bem. Então o espírita estuda, debate a vida futura e tem que perder o medo de fantasma, medo de espírito, medo da morte, o medo de encontrar do outro lado da vida os espíritos, porque o espírito é gente e a gente é espírito igualmente. Não há diferença entre um espírito que tá desencarnado e o encarnado. É a mesma realidade. roupagem é que é diferente e a gente fica na posição de não poder identificar imediatamente os espíritos, porque eles são invisíveis aos nossos olhos carnais, mas durante o sono a gente encontra com eles. Então a gente às vezes tem sonho desagradar porque tá tem encontrando com espíritos que estão querendo, não é, nos influenciar de maneira errada, porque a gente invigilante descuidou no cotidiano da vida. Porque somos nós e que selecionamos as nossas companhias espirituais pelo nosso sentimento e pelo nosso comportamento. Portanto, o espírita estudioso da doutrina e que faz o esforço de mudar o seu comportamento moral, como Kardec muito bem diz, conhece o verdadeiro espírita pelas suas transformações morais e pelo esforço que emprega para domar em si as mais inclinações, esse espírita não tem medo da morte, nem de encontrar o o fantasma, né, professor, que é um espírito >> e nem de encontrar os outros espíritos, sejam eles durante o sono físico ou seja mesmo no cotidiano da vida, através das influências indiretas que eles fazem através do pensamento. >> Muito bem. E aqui o Marcos Amaral colocou: "É o momento de separação do joio e do trigo". Gratidão. >> É isso mesmo. Estamos nessa fase de transição, de separação, porque para ter separação, o joio tem que tá frutificando e o trigo também, porque o

momento de separação do joio e do trigo". Gratidão. >> É isso mesmo. Estamos nessa fase de transição, de separação, porque para ter separação, o joio tem que tá frutificando e o trigo também, porque o fruto do joio é diferente do fruto do trigo. A planta é parecida, mas os frutos são diferentes. O fruto de duas pessoas os diferencia pela qualidade de suas ações, dos seus pensamentos e de seus sentimentos. Portanto, nós estamos vivenciando a época da liberdade, de sentir, de pensar e de agir como a gente quiser. E os nossos sentimentos, as nossas ações e os nossos pensamentos são os nossos frutos que nos distingue uns dos outros. E sobre esse assunto aqui, acho que o Robson colocou aqui, ó, alguns escritas e não os espíritas. Eu não entendi, Robs. Depois se puder complementar. >> É, também não entendi. >> Acho que ela a Helena tava falando dos espíritas mesmos, tá? >> É, >> mas depois você complementa para nós, por favor. Ro aqui tem um uma pergunta agora do não uma pergunta um uma colocação. Carlos Augusto, seria possível fazer uma ilustração de como será no mundo de regeneração com relação a pessoas idosas? Seriam pessoas saudáveis? Ah, isso é uma outra coisa interessante, como o nosso corpo físico reage às nossas ações e sentimentos, a doença que nós muitas vezes temos, temos por causa da nossa imprudência de ação e de sentimento. Devido que fica com raiva, joga adrenalina com sanguínea, sobrecarrega os órgãos e depois fica doente, não é? O sentimento de mágoa acalentado no coração que leva processos que podem gerar disfunções genéticas e produzir câncer e outras doenças. Então, as essas atitudes nós não as teremos no mundo de regeneração, porque não abrigaremos esse tipo de sentimento em nosso coração. Portanto, a saúde nossa no mundo de regeneração será muito melhor. Portanto, a gente vai viver saudavelmente durante muito mais tempo e a nossa velice será muito mais confortável. Então nós teremos uma vida mais longa encarnado, professor, podemos dizer assim, >> claro, muito provavelmente vida mais

velmente durante muito mais tempo e a nossa velice será muito mais confortável. Então nós teremos uma vida mais longa encarnado, professor, podemos dizer assim, >> claro, muito provavelmente vida mais longa e porque também a gente terá uma vida muito mais saudável, não é? A muita, uma boa parte das doenças do nosso da nossa corpo físico são motivados pela nosso momento atual. Outras são consequências de vidas passadas. Como a gente não terá mais que fazer expiações no mundo de regeneração, as doenças de vidas passadas não farão sentido no mundo de regeneração. E as nossas doenças eh seriam então provocadas pelas nossas atitudes cotidianas. Mas se a gente tá com atividades, né, de vigilância conosco mesmo e fazendo o esforço de sermos cada vez melhores, não haverá razão porque nós agredirmos o nosso corpo físico, porque teremos atitudes equilibradas. Portanto, a nossa vida será muito mais longa e muito mais saudável. Professor, eu tava ouvindo o último o último estudo que o senhor fez de Jesus regeneração com a Ana e eh e o senhor falou lá do orgulho, da vaidade e do egoísmo. No mundo regenerado, esses três sentimentos, emoções não farão parte ou ainda terão alguma coisa? Nós ainda os teremos, mas sob o nosso controle da vontade. Não deixaremos o orgulho ferir ninguém e não agiremos com egoísmo, porque estaremos fazendo, praticando a fraternidade. Nós estaremos construindo com consciência as nossas virtudes espirituais. Bom, mas um mínimo de humildade já é necessário para a o mundo de regeneração, a humildade de poder ouvir, não é, dos nossos companheiros a inadequação de alguma atividade que a gente possa ter, de alguma atitude que a gente possa ter e a gente então corrigir em tempo, tá certo? que é o que eu comentei aqui quando eu falei que a gente através da vigilância ou da admoestação de um companheiro, a gente perceberá no mundo de regeneração que a gente cometeu um erro, porque a gente estará aprendendo ainda. E é natural que quem tá aprendendo cometa erros, mas não

a admoestação de um companheiro, a gente perceberá no mundo de regeneração que a gente cometeu um erro, porque a gente estará aprendendo ainda. E é natural que quem tá aprendendo cometa erros, mas não justifica o erro porque é humilde. reconhece o erro porque tem um a humildade necessária para isso e faz o esforço de corrigir para não deixar para depois e virar expiação, porque no mundo de regeneração não cabe mais expiação, >> vai ter que >> se a gente não tiver apto a isso, a gente vai ficar no mundo de expiações e provas, não vai pro mundo de regeneração. Muito bem. Aqui o Benedito colocou a frase o telefone toca de lá para cá de Chico Xavier tem um significado de que a comunicação espiritual é iniciada do plano espiritual para o plano material. É isto vale paraa observação da nossa irmã que gostaria de, não é, sentir a presença do marido que já foi pro mundo espiritual, da qual ela tem saudade. Todas as vezes que a gente lembra dos nossos entes queridos que foram pro mundo espiritual, a gente não deve senão fazer uma prece a Deus e pedir para ele onde ele estiver que ele esteja bem. né? O senhor comentou também lá com a Ana que a prece, né? Às vezes você não lembra, né, o nome da pessoa, mas a hora que você liga o pensamento na pessoa, ela vai, a espiritualidade consegue chegar, né? >> Consegue. Na verdade, o nosso pensamento é o nosso WhatsApp espiritual, né? A gente usa o WhatsApp, né, no telefone porque tem um endereço da pessoa. Quando a gente pensa na pessoa, o endereço já tá definido, porque você tá pensando pessoa >> e o WhatsApp o alcança, >> se ele tiver em condições de receber, porque às vezes tá com com o WhatsApp dele desligado, o telefone desligado, ou porque tá aflito no mundo espiritual, porque tá ocupado com tarefas importantes. E o Franc fez um comentário aqui, professor, o passarinho pode pousar na nossa cabeça, mas não podemos deixar criar ninho, né? Exato. Esse é o erro, né? O erro a gente pode cometer, mas não pode deixar que ele faça ninho em nosso coração.

essor, o passarinho pode pousar na nossa cabeça, mas não podemos deixar criar ninho, né? Exato. Esse é o erro, né? O erro a gente pode cometer, mas não pode deixar que ele faça ninho em nosso coração. A Francisca Gil comentou: "Essa semana sonhei que minha mãe estava aqui na nossa casa. Ela faleceu em outubro de 2002. É possível. Os espíritos vêm, visitam a gente. Às vezes eu sinto também a presença da minha minha companheira que já foi pro mundo espiritual. Eu sinto a presença dela junto comigo. Depois ela vai embora. Ela fica um pouquinho e vai embora. Ela tem o que fazer. >> O Divaldo numa live comentou, né? Falou a a Cleusa falou que tá de olho em você, professor. >> É. Por porque nós tivemos 52 anos e meio de vida a dois em harmonia, com carinho, né, com companheirismo, com ajuda mútua. E isso, isso não se perde jamais. A Maria das Graças colocou aqui, professor, eu entendo que o espírito não nos incomoda se a gente não quiser, do mesmo jeito que o encarnado também só incomoda se a gente deixar. >> É isso. É verdade, Maria das Graças. É assim mesmo. A decisão está em nós, não nos outros. E aqui a Terezinha colocou aqui, profe, será que não gostamos de falar da morte em função do apego por não querermos deixar a vida material e muito menos enfrentar nossa consciência? >> Esses dois fatores influem no nosso medo da morte. Com certeza isso faz sentido, sim, Terezinha. E professor, somente com eh conhecimento que a gente vai conseguir quebrar essas barreiras, né, professor? Por quê? >> O conhecimento aplicado vira ação. O conhecimento aplicado na gente vira recurso de autoeducação e a gente muda. Mas a gente não muda de repente. Para fazer, para mudar, a gente precisa criar novos hábitos com o novo entendimento que a gente adquiriu. >> Muito bem. E a Helena colocou aqui mais proveitosas deve ser as nossas encarnações. Ela deve tá querendo bem, o Robson não deu resposta para nós sobre isso aqui, tá? Então, Robson, >> não temos o que comentar, né? >> Uhum. O resto aqui, professor, chegou um

ser as nossas encarnações. Ela deve tá querendo bem, o Robson não deu resposta para nós sobre isso aqui, tá? Então, Robson, >> não temos o que comentar, né? >> Uhum. O resto aqui, professor, chegou um comentário agora do Carlos Augusto Bagatelli. Tenho 71 anos, sinto dores no corpo, cansaço, insônia, a vista não é boa e outros ais, mas sou feliz e vivo a melhor fase da minha vida. Ou seja, se continuar desse jeito, para mim está ótimo. >> Que bom, Carlos. Olha, eu tenho 81 anos, 10 mais do que você. Faço pilates três vezes por semana para manter o meu corpinho em ordem, né? Procuro dormir e comer de maneira adequada e sigo fazendo aquilo que o meu corpo permite no trabalho, porque o trabalho ajuda a gente a se manter saudável. Um trabalho, né, que a gente é capaz de fazer. Não, a gente não deve fazer um trabalho que o nosso corpo não obedece mais, mas há sempre atividades que a gente pode fazer que mant a nossa saúde e a nossa atividade física. Obviamente que o exercício também é bom. Eu faço, faço três vezes por semana pilates. Isso me ajuda a manter a minha jovialidade, apesar do corpo ir desgastando naturalmente. Eu comecei a nós aqui em casa começamos a fazer pilates por causa do senhor, professor. A gente quer ter essa jovialidade que o senhor tem agora. O senhor não tá usando nem óculos mais, professor. >> Pois é. Fiz cirurgia de catarata nos dois olhos e estou enxergando melhor. Ganhei dois novos olhos. >> E o José Luiz colocou: "Olá, professora Taciro. Eu realizo evangelho no Loar as segundas-feiras e sinto a presença da minha querida esposa Rose e outros familiares. Graças a Deus. Abraços, muita luz e sabedoria. Gratidão. >> É isso mesmo. Muito bom isso. Porque quando a gente faz culto do evangelho no lar, a gente dedica ao nosso lar um tempo paraa espiritualidade. Os espíritos que são afins conosco, que gostam de nós e que podem participar, vem e participam conosco. É um momento de fraternidade espiritual. Muito bom. Tá certo isso, José Luiz? Continue firme. Bom exemplo para todos

afins conosco, que gostam de nós e que podem participar, vem e participam conosco. É um momento de fraternidade espiritual. Muito bom. Tá certo isso, José Luiz? Continue firme. Bom exemplo para todos nós. >> E o Juariz Damaceno colocou: "O que seria de nós, eu acredito se não fosse a morte". >> É porque a morte é a porta da renovação. >> Professor, não temos mais perguntas, não temos mais comentários. >> Tá ótimo. Muito bom. Já são 22 e 24, então o pessoal já está satisfeito ou saciado, como podemos dizer assim, dos conhecimentos. A Maria das Graças colocou: "Eu também faço, professor. Tô com 72 e tenho bastante disposição para cuidar do meu marido acamado." >> Isso aí. Isso mantém sua saúde e sua firmeza para continuar servindo. Deus que te ilumine sempre. Propósito, >> né, professor? Firme no propósito. >> Firme no propósito. >> Então, queremos agradecer aqui a presença de todos, os comentários, as perguntas, suas percepções sobre o estudo, né? no daqui a 15 dias nós vamos voltar naquele ponto, né, professor, que obras próximas, as expiações coletivas, né, você vai começar a falar. >> Isso, exato. >> E queremos convidá-los também paraa próxima semana vocês estarem aqui com o professor e a Ana, onde estudaremos das causas primárias, >> que também vamos entrar, que nós já terminamos, né, da parte do livro dos espíritos. Agora a gente vai fazer uma um uma revisão da do processo evolutivo nas diferentes fases do princípio inteligente. Então já tá dada a dica já, né, professor? >> Tá dada a dica. >> A Lúcia colocou: "Gratidão, meu espírito está assisado e satisfeito". >> Um abraço, Lúcia. Então, meus amigos, muito bom ter estar aqui esta noite com vocês. Gratidão a Deus por essa oportunidade. >> Eu agradeço de coração também. >> Agradeço agradecemos a todos aí por tudo que vocês têm feito aqui, as vibrações, né, os pensamentos, os sentimentos. Então, só gratidão, né, professor? E vamos lá. a nossa prece final e envolvidos nesses sentimentos de fraternidade, de gratidão

vocês têm feito aqui, as vibrações, né, os pensamentos, os sentimentos. Então, só gratidão, né, professor? E vamos lá. a nossa prece final e envolvidos nesses sentimentos de fraternidade, de gratidão por mais uma noite de estudo. Devemos esses sentimentos e pensamentos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso irmão, nosso amigo, a toda espiritualidade bondosa que sempre está conosco, nos amparando, nos intuindo e nos guiando. agradecendo pela vida, por esta encarnação bendita, por estarmos hoje reunidos em volta dos conhecimentos deixado pelos nossos irmãos abnegados, espíritos bondosos como Allan Kardec, que nos trouxe através dos seus estudos do seu esforço, do seu trabalho, esta codificação bendita. Agradecemos também ao professor por compartilhar esses seus anos de doutrina, esse seu trabalho grandioso nesta obra, porque sabemos, Pai, que nós precisamos ainda de um professor que possa nos orientar e nos guiar. E o professor Taciro nos brinda com todo esse conhecimento que ele adquiriu da doutrina espírita. nos ampare, mestre querido. continue nos guiando para que, munidos destes conhecimentos, possamos realizar em nós essa reforma, essa transformação, porque sabemos que é um processo de encarnação e encarnação, mas que seremos capaz Pazes de nos melhorarmos dia a dia, ano a ano, vida após vida, encarnação após reencarnação. E que o Senhor permita, mestre querido, que possamos continuar a trilhar esta jornada evolutiva, se assim o merecemos, neste planeta que nos abriga e que nós possamos vibrar pela melhoria da psicosfera do nosso lar, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso país. e deste querido planeta que nos abriga hoje. Nos ampare, mestre querido. Continue a nos guiar, iluminar com todo o teu amor e com toda benevolência e misericórdia. Que assim seja. Graças a Deus. >> Que assim seja. >> Boa noite a todos. Fiquem todos com Deus. Um bom fim de semana. E até daqui a 15 dias. >> Um abraço todos.

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