UMA BIOÉTICA ESPÍRITA - Dr José Roberto [AME-DF NA SAÚDE INTEGRAL]

Comunhão Espírita de Brasília 15/03/2026 (há 3 semanas) 58:45 360 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

para agradecer. [música] Boa noite a todos, aqueles que estão aqui presentes, aqueles que nos acompanham pelas mídias da TV Comunhão, da comunhão espírita de Brasília. É com imensa alegria que estamos mais uma vez nesse ano de 2026 iniciando o ciclo de palestras do projeto Associação Médico Espírita do Distrito Federal na Saúde Integral. Esse ano, especialmente nós vamos abordar temas da bioética e vamos entender um pouco sobre esses temas que falam sobre a questão da ética em diante dos dilemas morais que nós temos com aos avanços da tecnologia, tanto na preservação da dignidade humana como também na no cuidado que devemos ter na atenção em relação aos animais e ao meio ambiente. E nós temos a grata satisfação de começarmos esse ano eh trazendo uma pessoa muito querida da de Vitória, do, né, da Associação Médica Espírita do Estado do Espírito Santo, que é o nosso querido colega Dr. José Roberto Pereira Santos, que é médico intensivista, reumatologista e coordenador do Departamento de Bioética da Associação Médica Espírita do Brasil. Então, seja muito bem-vindo, eh, abrindo, né, a nossa ciclo de palestra desse ano. E gostaríamos também de agradecer a presença de todos, a presença dos irmãos aqui da Associação Médica Espírita do Planalto, na pessoa D. Bai, Dra. Márcia Leon aqui presentes, a colega também Antônia da Associação Médico Espírito do Distrito Federal e a todos que nos acompanham. Então, sem mais delongas, vamos nesse instante fazermos a prece inicial e passarmos, então a palavra para o nosso convidado dessa noite. Então, aqueles que se sentirem confortáveis, podem fechar os olhos, porque nesse instante a gente começa a entrar nesse campo de bênçãos que é o interesse pelo conhecimento, sempre baseada na ética de Jesus. que o nosso mestre querido possa sempre nos conduzir com direção segura em todos os temas que, ainda que sensíveis são necessários trazermos a discussão, a baila e sabermos também que a doutrina espírita como uma doutrina que tem seu caráter

os conduzir com direção segura em todos os temas que, ainda que sensíveis são necessários trazermos a discussão, a baila e sabermos também que a doutrina espírita como uma doutrina que tem seu caráter filosófico com base religiosa, base moral, científica, tem muito a nos ajudar para dissipar muitas das dúvidas em relação como proceder diante de um mundo tão desafiador. Que Jesus, na sua infinita misericórdia envolva todos nós, a todos aqueles que nos acompanham em vibrações de luz e de paz. E assim, em nome de Deus, vamos iniciar então a exposição de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Com a palavra Dr. José Roberto. >> Boa noite a todos. Estão ouvindo direitinho? Não. Tá bom. Eh, é um prazer muito grande estar aqui nesta casa de luz, um ambiente muito agradável, de muita paz, de muita luz. Agradeço aos dirigentes desta desta casa pelo convite, a Dra. Fabíola e aos membros, né, da AM Distrito Federal e AM Planal também que estão aqui por essa oportunidade, tá? Esse tema, talvez para alguns, né, seja uma coisa inédita, né, porque não é uma coisa muito falada, né, mas é um assunto importantíssimo para todos nós. Independente sendo da área médica ou não, é um assunto que a gente deve conhecer como espíritas também, porque são são assuntos, temas que influenciam a nossa vida como ser humano, né? Eh, isso aí é a capa de um jornal de 1961. Ó lá, principal notícia. Ônibus entrou na casa humilde e foi apanhar a velhinha de 42 anos. Então, 1960, na década de 60, quem tinha 42 anos era velhinha, né? Hoje, 42 anos, é quase um adolescente, né? É, muitos vivem em casa ainda com seus pais, né? E o idoso agora é 60, 65 anos, 70, né? Então isso se deve a quê, né? A evolução da ciência, né? nas conquistas, né, tecnológicas, né, que acompanhou o conhecimento científico, principalmente na área biomédica, na área da biotecnologia. Então nós temos a eletricidade, as vacinas, o computador, viagem espacial, transplante de órgãos antibióticos, comunicação por satélite, né? O celular hoje, que é um uma coisa

a área da biotecnologia. Então nós temos a eletricidade, as vacinas, o computador, viagem espacial, transplante de órgãos antibióticos, comunicação por satélite, né? O celular hoje, que é um uma coisa assim fantástica, né? Um instrumento fantástico, a robótica e a inteligência artificial. Tudo isso nesses últimos decênios aí. E cada vez mais a tecnologia está presente na nossa vida. e assim com uma velocidade espantosa de mudança, né? Então hoje a gente se pergunta o que que vai ser de nós, né, com a inteligência artificial, o que que vai ser dos médicos, né, com a inteligência artificial, será que não vai ter mais médicos, né, porque o o conhecimento desse da máquina é muito maior do que o nosso conhecimento, porque a a máquina, o o que está ali, que muitas vezes vão vão vão eh ter os robôs, né, com essa inteligência, eles sabem muito mais que a gente porque tá todo o conhecimento tá ali num chip, numa, entendeu? Então isso são coisas inevitáveis que a gente vai ter que passar por elas. E essas esses avanços eles acabaram também por trazer grandes desafios para a humanidade, tá? Porque esses avanços eles tanto podem ser usados para o bem como também para o mal, como tudo na nossa vida, né? Mas são coisas importantes que a gente não pode desconhecer e nem usar. A gente tem que usar com bom senso, tá? E hoje nós estamos assim, segundo o sociólogo Zigmon Bman numa sociedade líquida. Isso não tá não é todo mundo, né? Mas grande parte da nossa sociedade é uma sociedade que ele chama líquida, né? Que ele compara com a água, né? A água flui, ela não se solidifica, ela não permanece. ela vai procurando o caminho dela e vai passando. Então, a sociedade que não tem, que não se fixa, né, nos valores, valores da família, valores sociais, né, é uma é uma sociedade utilitarista que quer o prazer, né, não quer, evita o sofrimento. Então, isso é que ele chama de sociedade líquida. Agora, imaginem vocês uma sociedade assim, com todo esse conhecimento, com toda essa tecnologia, né? Então são grandes desafios que a

ta o sofrimento. Então, isso é que ele chama de sociedade líquida. Agora, imaginem vocês uma sociedade assim, com todo esse conhecimento, com toda essa tecnologia, né? Então são grandes desafios que a gente vai enfrentando na nossa jornada aqui como ser humano. E preocupante, né? E isso aí fez com que alguns cientistas, alguns estudiosos, preocupados com o tema, preocupados até com a sobrevivência do ser humano e do nosso planeta, criassem esse essa disciplina, né, que se chama bioética. Esse esse nome, né, foi foi dado pelo bioquímico Van Potter, um americano que começou a se preocupar isso, escreveu um livro, né, bioética, ponte para o futuro. E ele coloca que havia uma necessidade, a criação dessa disciplina que combinasse, né, os os conhecimentos biológicos com os valores humanos. E ele fala que isso aí constitui uma ponte entre essas culturas, né, a científica e a humanística, tá? E aí vem esse termo biodivida, ética de valores, tá bom? Então ele chamou isso de ciência da sobrevivência. E a bioética hoje é uma realidade, né? Todos os países, né? Tem já é um ramo da medicina, né? O o o hoje os profissionais que estão formando têm a bioética no seu currículo, que é uma preocupação, principalmente por o com profissional, né, que lida com a vida humana, com ser humano. Então, eh, a preocupação da bioética é que esses conhecimentos sejam voltados para o bem, para o bem da humanidade, para o bem também do nosso planeta, não só os seres humanos, os seres vivos de uma forma geral, né? A nossa ecologia, o futuro nosso aqui nesse planeta, porque pode ser que através do mau uso a gente possa destruir a raça humana em nosso planeta. Então, isso que é a preocupação. E aí surgiu a bioética, né? Então, o conceito do do dicionário, nosso famoso Aurélio, que conceitou a bioética como estudo dos problemas éticos, suscitado pelas pesquisas biológicas e pelas suas aplicações por pesquisadores, médicos, etc. A bioética é um movimento essencialmente plurarista. Quer dizer, tem várias

o estudo dos problemas éticos, suscitado pelas pesquisas biológicas e pelas suas aplicações por pesquisadores, médicos, etc. A bioética é um movimento essencialmente plurarista. Quer dizer, tem várias profissões, né, que estão ligadas à bioética, não só a medicina, a biologia, a o direito, a sociologia, antropologia, vários, né, e que com diversas linhas de pensamentos e buscando o quê? Uma melhor conduta, né, frente a esses avanços. E o que marcou também no século passado foi as as pesquisas com seres humanos. E nós temos dois marcos, né, que levaram também ao aparecimento da bioética. Um foi o as pesquisas dos nazistas, né, com seu com os prisioneiros, né, judeus e outros, né, que culminou no no famoso julgamento de Nuremberg em 1945, onde que foram expostas ali as atrocidades que os nazistas fizeram, muitos até médicos com experiências assim eh sem escrúpulos, né, com o ser humano, tá? E o outro também caso que chamou muita atenção foi nos Estados Unidos, no estado Alabama, a experiência de Tusk, né, onde eles fizeram estudo com 600 eh afro-americanos e mais um grupo controle que não eram afro-americanos sobre a sífiles. Isso começou em 30 e década de 30 lá do dos nos Estados Unidos. E em 1945, 44, surgiu a penicilina que tratava e curava sífiles. Só que os pesquisadores usaram no outro grupo e não usaram no grupo dos negros, né, africanos. E muitos morreram nesse período porque eles queriam comparar o tratamento, mas sacrificando um grupo. Então isso aí também levou uma preocupação muito grande, né, que essas pesquisas tinham que ter uma supervisão ética e hoje em dia avançou muito isso. As pesquisas científicas elas evoluíram e ninguém pode mais submeter alguém a um tipo de pesquisa desse. tem que ter o consentimento, tem que ter uma série, né, de protocolos para você iniciar uma pesquisa científica. Bom, isso tudo veio da bioética. Então, nós temos dentro da desses avanços, né, um dos mais importantes foi a questão da reprodução assistida. Reprodução assistida é é uma técnica

pesquisa científica. Bom, isso tudo veio da bioética. Então, nós temos dentro da desses avanços, né, um dos mais importantes foi a questão da reprodução assistida. Reprodução assistida é é uma técnica usada, né? Quando o casal é infértil, ele não consegue ter filhos pelo meio natural e recorre a ao tratamento médico em clínicas, em laboratório. Então o encontro, né, do espermatozoide com oito ou óvulo, né, é feito em laboratório e ali surge o embrião e depois o embrião é implantado no útero daquela mulher, né? Só que isso aí deu margem a vários procedimentos, porque você com embrião no laboratório, você pode mexer naquele embrião, nos gens dele. Você pode muitas vezes destruir um um embrião que tá com a má formação, você pode escolher um embrião do sexo masculino ou do sexo feminino. Uma série de desafios. E o homem começou a brincar de Deus no laboratório, né? coisa impensável antigamente. Então aí vem o bebê de proveta, né, que é o a gravidez por reprodução assistida, a escolha do sexo, o barriga de aluguel, né, que é um termo que foi até tema de novela, né, mas assim é útero de substituição, o nome eh técnico, né? Gravidez de mãe tardia, bebê de mãe morta. Que que é isso? A pessoa deixou seu óvulo lá na, né, na no laboratório, ela morre. Aquele óvulo é usado para uma mãe de substituição e nasce uma criança já com a mãe morta. Isso tudo é possível. gravidez de mãe solteira, congelamento de embriões, descarte de embriões, eugenia, clonagem e a terapia com células tronco. Vê quantos desafios, né, com um avanço que houve na biologia, né, e quantas questionamentos disso aí surgem. Você pode fazer a intervenção no patrimônio genético, né, terapia gênica. Hoje a gente já tem a terapia gênica em alguns medicamentos, a própria vacina da COVID já tem, né, a a terapia gênica, você começa a trabalhar o RNA de uma espécie e colocar na outra para modificar características que vão ser positivas, né, para um tratamento. Você pode também eh pegar um embrião, detectar alguma alteração e tentar mudar

har o RNA de uma espécie e colocar na outra para modificar características que vão ser positivas, né, para um tratamento. Você pode também eh pegar um embrião, detectar alguma alteração e tentar mudar o seu gença, tá? Tudo isso são possibilidades. Você tem também a possibilidade de intervir no viver e no morrer. São desafios também. O aborto, a eutanásia, hoje chamada de morte assistida. O suicídio assistido também que tá em moda aí, né, em alguns países, o testamento vital, onde a pessoa deixa, né, em vida como ela quer morrer, o que que ela que ela quer evitar que se faça numa situação de de saúde complexa, né, a Já existe a criogenia em que as pessoas pagam para quando morrerem ter seu corpo congelado para poder daqui um tempo, quando a ciência tiver essa possibilidade eles serem reviv vamos dizer assim, né? Então você pode tudo, né? E temos algumas situações desafiadoras. a pessoa em coma vegetativa, aquela pessoa que não tem incoma grave, que ela não tem resposta nenhuma ao meio, a questão da morte encefálica, que é uma que é um questionamento grande também, doação de órgãos e tecidos, cirurgia e transplantes. Então veja quantos desafios que o esses avanços científicos trouxeram para a humanidade e para os profissionais médicos e para nós população que muitas vezes podemos depender de uma de um tratamento desse, né? Então, ética e moral tem a mesma raiz, né, como caráter ou conduta, só que depois com o tempo eles, esses conceitos foram se separando. A moral ficou mais uma coisa de de conduta mesmo, uma coisa mais ligada à religião e a ética mais a ciência como um uma reflexão sobre a moral. Você tem a moral e a ética reflete sobre a moral, buscando o que aquele, aquela moral tem de bem ou não, né? Então você pode, a ética tá acima da moral. E existe um termo que eu que eu gosto muito, que é a moral pessoal. É aquela caracterizada pelo fato do próprio indivíduo delimitar o seu código de conduta, cujo respeito é a questão da consciência. Ela é universal e intemporal, pois está

muito, que é a moral pessoal. É aquela caracterizada pelo fato do próprio indivíduo delimitar o seu código de conduta, cujo respeito é a questão da consciência. Ela é universal e intemporal, pois está baseada na distinção entre o bem e o mal. Então, quando lá na nas obras espíritas fala em moral, ele tá falando nessa moral, na moral pessoal, né, que nós temos essa moral íncita, né, em nossa consciência. A gente sabe o que que é o bem e o mal. Então, a ética é reflexão sobre a moral, é o estudo geral do que é bom ou mau. Um dos seus objetivos é a busca de justificativa para as regras propostas pela moral. Então, para o profissional, profissional médico, eh tem o fazer e tem o agir, que são diferentes, tá? O fazer está relacionado à técnica, ao conhecimento. É a competência, a eficiência que todo profissional deve possuir para exercer bem a sua profissão. É o é o estudo, né, o aprendizado, é o treinamento, tá? Agora, o agir se refere à conduta do profissional, como ele vai usar esse conhecimento na sua vida, na sua profissão, ao conjunto de atitudes que deve assumir no desempenho de sua profissão. Hipócrates, grande espírito, né, sábio, ele falava, né, que o bom médico é aquele que tem a filotecnia a serviço da filantropia, tá? Filotecnia é amor à ciência e filotrampia é amor ao ser humano. Então não adianta ter, né, só o conhecimento, você tem que colocá-lo a serviço do ser humano de uma forma, né, caridosa, né, para o bem, visando o bem, tá? Por isso que há muitos profissionais com grandes conhecimentos, mas com péssimo relacionamento. Então, o importante é o profissional ter as duas coisas. E aí vem dentro da medicina também esses dois autores, Bos e o Childrens, que formularam esses princípios da bioética, que são os princípios da das bioéticas do mundo ocidental, anglossaxônicos, né? que eles são quatro: não maleficência, beneficência, autonomia e justiça. A gente vai falar de cada um. Não maleficência é não causar causar mal ou dano ao paciente. É claro que toda ação médica deve ter esse

são quatro: não maleficência, beneficência, autonomia e justiça. A gente vai falar de cada um. Não maleficência é não causar causar mal ou dano ao paciente. É claro que toda ação médica deve ter esse direcionamento. Ninguém vai fazer um ato para causar mal alguma pessoa. Então ele eh que se crie o hábito de ajudar ou ao menos não causar danos. Pode um profissional causar danos? Infelizmente sim. A gente vê muitas vezes assim, você tá num plantão de pronto socorro, vem aquela pessoa com, né, um transtorno mental lá, um, né, acorda o médico de madrugada, ele fica com raiva daquilo e manda dar uma injeção no músculo que vai doer para porque aquele indivíduo não tem nada e tá prejudicando ele, o seu sono. Isso é, isso é causar mal, isso é causar um dano. E eu já vi muitas dessas injeções causarem abcesso, porque a energia negativa que foi ali junto com a, né, com o orifício da injeção causou uma infecção. A beneficência é fazer o bem, é uma obrigação moral de agir para o benefício do outro. É ir além da não maleficência. Então não é não só fazer o mal, é também procurar fazer o bem no nosso atendimento. Aí de novo a gente volta para Hipócrites, né? Usarei o tratamento para ajudar os doentes de acordo com a minha habilidade e julgamento e nunca o utilizarei para prejudicá-lo. O respeito à autonomia, né? Autonomia, né? é a capacidade de uma pessoa de fazer ou buscar aquilo que ela julga ser o melhor para si mesma. é o direito de fazer escolhas autônomas, de agir segundo seus valores e convicções. Então, todo todos nós vamos construindo os nossos valores, as nossas convicções. Isso tem que ser respeitado. Hoje em dia, para você fazer qualquer procedimento invasivo num paciente, você tem que ter o consentimento do paciente. Se o paciente não pode decidir se ele tá em coma, se ele tá entubado, sedado, é a família que vai liberar, vai dar esse consentimento. Senão o médico, por si só ele não pode fazer. Antigamente não. O médico é que tinha autonomia, ele fazia tudo que ele achava que era certo. Então

a família que vai liberar, vai dar esse consentimento. Senão o médico, por si só ele não pode fazer. Antigamente não. O médico é que tinha autonomia, ele fazia tudo que ele achava que era certo. Então isso foi uma evolução, né? Então hoje existe o consentimento informado, né? Qualquer cirurgia que você for fazer, qualquer procedimento invasivo, a pessoa vai lhe olha, você tem que explicar, né? o que que aquilo vai fazer, quais os malefícios, quais, né, os riscos pra pessoa definir, é ela que vai definir. Então isso é importante. e a questão da justiça, né, que todo mundo tem direito à justiça, os cuidados mínimos com a saúde, igualdade de direitos, equidade na disposição de bens, riscos e benefícios, respeito às diferenças individuais, sociais, liberdade de expressão, igual consideração dos interesses nas relações de sistemas de saúde, os profissionais. Infelizmente a gente sabe que isso não acontece no nosso país, né? Essa justiça não é tão justa assim, né? Então, muitas vezes você ainda encontra aqui em Brasília não, mas lá no Espírito Santo a gente vê ainda pessoal no pronto socorro no chão, muitas vezes, né, em cima de uma maca, sem nenhum conforto, sem o desrespeito total. Então, bom, então não tem vaga na UTI, o médico tem que escolher qual é que vai. Então, ainda a gente espera chegar nessa justiça, mas é um dos quatro pilares aí dessa bioética, desses princípios. E muitas vezes esses princípios eles se chocam, né? O ideal é você ter todos, né? Beneficência, não maleficência, autonomia e justiça. E qual é a função primordial do médico? É preservar a vida e aliviar o sofrimento, certo? Concordam então? E fazer isso tentando dar qualidade e dignidade de vida. Então vamos lá. Um indivíduo que é testemunha de Jeová, né, ele tem a autonomia dele, mas ele não quer, mesmo em situação grave de risco de vida, ele não quer ser transfundido. Você tem que respeitar. Respeitar. Se ele tiver ali, né, com plena consciência, tem que respeitar. A gente inclusive tem feito uns

mo em situação grave de risco de vida, ele não quer ser transfundido. Você tem que respeitar. Respeitar. Se ele tiver ali, né, com plena consciência, tem que respeitar. A gente inclusive tem feito uns malabarismos aí. A tem salvado muito testemunho de Jeová sem transfusão. E a gente aprendeu muito de sobre transfusão com eles, porque antes transfundia muito mais, hoje já se transfunde menos. Com níveis menores, a gente consegue com níveis menores de hemoglobina, de número de hemácias, de hematógico, consegue manter a vida, né? Hoje tem medicamentos que estimulam também a medula produzir sangue. Demora um pouquinho, mas eu já tive paciente que operou com cinco de hemoglobina e nós conseguimos sem transfusão, respeitando e eles ficam em cima, tá? O pessoal, eles ficam vendo os parentes e se você transfundir é a morte para eles no no entendimento deles, tá? Então isso aí se chocam, né? é o paciente que tá muitas vezes em coma e deixou lá um testamento dizendo que ele não queria ficar nessa situação. Aí você vai preservar a vida ou aliviar o sofrimento dele. São você tem que fazer escolhas, né? Por isso que existe a bioética, né? E existe também para nós, né? a nossa doutrina maravilhosa que nos orienta sobre isso. E a questão da muitas vezes assim, ah, o paciente tá lá, ah, ele não tem qualidade de vida, mas esse indicador não é do paciente, é nosso. Porque muit o paciente tá em coma, como é que eu vou saber se ele não tem qualidade de vida? Muitas vezes o espírito dele não tá nem ali, tá viajando no mundo espiritual, tá bem? Mas nós que nos incomodamos a espace não tem qualidade de vida. Vamos dar fim a sua vida. O mais importante é a dignidade que muitas vezes esses pacientes mostram no final da vida, né? Como Stephen Hawkin, vocês lembram dele, um dos maiores físicos, né, do século passado, ele tinha uma doença que ele só mexia no final de vida, só os músculos da face. Ele era preso a uma cadeira de rodas e ele com os músculos da faixa ele escrevia, ele mexia no computador,

culo passado, ele tinha uma doença que ele só mexia no final de vida, só os músculos da face. Ele era preso a uma cadeira de rodas e ele com os músculos da faixa ele escrevia, ele mexia no computador, entendeu? E ele escreveu livros, né? Foi pai, casou duas vezes, viu, Arism? Mais corajoso que a gente, viu? E foi um exemplo. Você vê uma foto do Stephen Hawking, ele tá sempre sorrindo. Pode procurar isso, viu? Então assim, são desafios, né, que a gente vai. E quais são os modelos de bioética hoje existentes? tem um modelo sociobiológico que segue a teoria de Darwin. É, os adeptos deste modelo entendem que os princípios e valores éticos devem acompanhar os costumes de um grupo social e uma determinada época. Então ele acompanha os costumes, né, os valores daquela sociedade que vão mudando com o tempo. A cultura e a história são prioritárias na formação dos valores, defendem a tolerância da pluralidade dos costumes e comportamentos. Então, se aceita pela sociedade, a prática do aborto e eutanásia passam a ter legitimidade. O valor da vida humana passa a ser temporal e depende dos costumes sociais e do comportamento da coletividade. Aí um uma foto lá do da Holanda, né, os os costumes dele lá tradicionais. Por exemplo, a Holanda eh foi primeiro a legalizar a eutanásia, né? O aborto lá é permitido. As crianças já nascem com essa com essa cultura. Então falar em aborto, você falar contra que é estranho você entendeu? Então assim, é um modelo vigente naquele país, tá bom? O modelo subjetivista, quer dizer, o liberal radical. Ó, as normas e valores nascem do próprio sujeito. Ele é que decide o que é certo ou errado, o bem ou o mal, o verdadeiro ou falso em relação às questões morais. Então, é a autonomia pura. Nesse modelo prevalece o princípio da autonomia do sujeito, enfatizando a liberdade radical. A decisão é um ato individual e deve ser respeitado. O indivíduo pode decidir entre o viver moralmente e até escolher a morte, se assim o desejar. O sujeito que não tem autonomia própria,

ade radical. A decisão é um ato individual e deve ser respeitado. O indivíduo pode decidir entre o viver moralmente e até escolher a morte, se assim o desejar. O sujeito que não tem autonomia própria, por exemplo, o embrião, ele não tem autonomia, né? tá lá crescendo, mas não pode influenciar, né? O feto, pessoas com deficiência mental, dementes, pacientes em coma, fica prejudicado, pois para ele não tem uma norma social que o proteja. Aí vocês veem essa moça aí de 39 anos, não, 49 anos numa cadeira de rodas que ela teve um problema, uns tumores aqui na medula, né, na parte baixa da coluna e ficou paraplégica. diz ela que sente muita dor e ela na Holanda procurou a morte assistida que agora é liberada a partir dos 18 anos de idade. Não precisa a pessoa estar em doença terminal, não. Se a pessoa se julga com a doença incurável, está sofrendo dor e ela pede para morrer, é liberado hoje na na na no Canadá. O Canadá hoje é o país que mais eh eh produz eutanásia ou morte assistida. Bom, então ela marcou a sua morte, marcou pra data onde ela ela ia fazer 40, marcou para quando ela for fazer 40 anos e como vai ser a morte dela. Vai ser uma cama confortável, rodeada dos parentes, vai ter uma apresentação. Então, olha só onde nós chegamos, né? Esse é um modelo onde o aborto, eutanásia, suicídio assistido são práticas aceitas. Tem o modelo pragmático utilitarista. Ele usa o critério da utilidade social do indivíduo. Isso está firmado em uma noção de que a vida deve ser direcionada para maximizar o prazer, minimizar a dor, expandir os limites das liberdades pessoais. Nesse sentido, a pessoa é o ser que tem capacidade de sentir e viver o prazer. Aí sobrepõe-se o conceito de qualidade de vida em detrimento da dignidade de vida. Dando continuidade, né, os indivíduos não sencientes, por exemplo, aqueles que não sentem, eles não são considerados como pessoas ou não têm qualidade de vida. A qualidade de vida para passa a ser definida na visão do outro. Aquilo que eu falei do médico, da família, ah, ele

que não sentem, eles não são considerados como pessoas ou não têm qualidade de vida. A qualidade de vida para passa a ser definida na visão do outro. Aquilo que eu falei do médico, da família, ah, ele tá sofrendo muito, não tem qualidade de vida, porque ele não pode se manifestar. O embrião, né, até desenvolver o sistema nervoso, pessoas com deficiência física ou mental, fetos mal formados, pacientes em coma vegetativo, são considerados seres sem qualidade de vida e cujo sofrimento não se justifica. não se justifica ele se mantenha voo. Aí entra as questões financeiras também de você, né, ter que pagar, né, a internação desses pacientes, que hoje é um custo grande na saúde, né? Muitas famílias têm pacientes em coma, em clínicas, né, de que chamar de hóspices lá, né, em hospitais também. E tudo isso é envolvido, né, na na procura da morte com que eh digna que eles falam, mas não tem nada de digno aí, né? E o modelo personalista, o modelo personalista ele tem como base a pessoa humana. A pessoa é uma unidade, um todo, uma unitotalidade constituída de corpo e espírito. O valor da pessoa independe da normalidade física, pois a dignidade humana não deixa de existir, porque a vida física não se manifesta de forma plena. O conceito de pessoa subentende todo ser humano vivo, do zigoto, no momento da concepção, até ao velho, mesmo que não tenha possibilidade de exercer toda a sua potencialidade, como o embrião, o feto malformado ou que venha perdê-los, pacientes em coma ou dementes, são pessoas, então não justifica qualquer ato para tirar-lhes a vida. Esse é o modelo personalista. E por que uma bioética espírita? Por que um modelo espírita? Na verdade, eh, Dra. Marlene, eh, chamou isso de bioética personalista espírita. Por quê? Ele segue aquele modelo personalista, né, que valoriza a pessoa desde o zigoto ao velho. Só que o o modelo espírita ele tem por base, né, os conhecimentos da doutrina espírita que fala o porquê das coisas, né? Por que não devemos tirar a vida de alguém?

a a pessoa desde o zigoto ao velho. Só que o o modelo espírita ele tem por base, né, os conhecimentos da doutrina espírita que fala o porquê das coisas, né? Por que não devemos tirar a vida de alguém? Ele dá as respostas e dá a causa do que a pessoa tá passando por aquilo, a causa daquele sofrimento. Por que a pessoa, né, ela nasceu com problema, com a deficiência física, por que ela entrou em coma? Tudo isso tem uma explicação, né? Então, no livro dos espíritos, que questão 880, há pergunta, né? Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem? O de viver. Por isso é que ninguém tem o o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal. Então, esse é o maior valor de nós aqui encarnados, é a vida. A gente não pode atentar contra ela. E no na questão 629, os espíritos definiram a moral como a regra do bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância das leis de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus. Então isso é o bem. Na questão 630, o bem é tudo que é conforme a lei de Deus, o mal tudo que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la. E na nossa vida, né, evolutiva, nas várias encarnações, a gente muitas vezes procede mal. E isso tem consequência. Consequências muitas vezes numa vida futura, numa encarnação futura ou nesta encarnação, onde a gente vem com o desafio para vencer, para se ajustar às leis divinas. Então, a teoria do planejamento inteligente é que mais se coaduna com a revelação espiritual. Então, nós entendemos que Deus nos criou, Deus rege o universo, né, esse esse planejador inteligente, e que nós fomos criados a sua semelhança e seres perfeitos. Só que nós, ele nos deu a liberdade, né, para evoluir com os desafios que a gente vai enfrentando na nossa evolução. O valor da pessoa humana está encravada na própria origem da vida, que nos leva

os. Só que nós, ele nos deu a liberdade, né, para evoluir com os desafios que a gente vai enfrentando na nossa evolução. O valor da pessoa humana está encravada na própria origem da vida, que nos leva ao grande planejador e a considerá-la como como um bem outorgado e indisponível. A gente não pode dispor da nossa vida. A sacralidade da vida origina-se do princípio espiritual. que se que se inicia na biogênese dos cristais, individualizando-se a cada nova existência ao longo da escala filogenética. Então, né, tem uma tem uma frase aqui que é todos vocês conhecem, né? É assim que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo até o arcanjo, que também começou por ser átomo. Então a nossa evolução como princípio espiritual começa nos cristais, onde a gente vai se organizando, no reino vegetal, reino animal, até o reino ominal. E quem sabe um dia seremos anjos, né? Mas começamos pelo átomo. No instante da concepção, o espírito liga-se ao novo corpo para possibilidade de evolução em novo projeto existencial em qualquer corpo que seja, seja num corpo perfeito ou não, seja num corpo deficiente. é um projeto, é uma possibilidade que a divindade nos dá para evoluir, né? O corpo físico do qual o espírito se reveste é o adequado para a sua evolução naquela existência, naquela encarnação, e tem relação com a sua historiografia espiritual. Se eu prejudiquei o outro numa encarnação passada, numa próxima encarnação, eu vou ter que encontrar esse ajuste, esse equilíbrio. muitas vezes tendo de novo, né, a proximidade com aquele outro, como um familiar, como um desafio pra gente se equilibrar, a gente encontrar realmente o caminho, né, do equilíbrio. A pluralidade das existências dos mundos, a reencarnação, a lei da ação e reação, causa e efeito, fazem parte da justiça divina, possibilitando-nos correção da rota que foi desviada por não observarmos a lei de Deus. Então, pessoal, o sofrimento, muitas vezes a dor, ela vem disso, de nossas condutas, né, anteriores ou até atuais também. Por isso que a a bioética espírita ela é

da por não observarmos a lei de Deus. Então, pessoal, o sofrimento, muitas vezes a dor, ela vem disso, de nossas condutas, né, anteriores ou até atuais também. Por isso que a a bioética espírita ela é diferencial, porque ela ela nos dá essa base e nos dá o porquê e por que que devemos fazer, né, para sair disso, dessa situação. E também no Evangelho Segundo o Espiritismo, existe um capítulo muito interessante que é o homem de bem. Procurem ler esse capítulo, é muito interessante. É o homem ético, né? O homem que tem aquela moral pessoal, como foi falada, né? Eu recomendo a todos essa leitura, tá? Um é um um pouquinho grande, mas vale a pena. Então ele fala lá um resumo, né? O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, e se ninguém tem qualquer queixa dele. Enfim, se fez a outrem, tudo que desejara lhe fizesse. Isso aí, se a gente for resumir, né, numa num código de conduta, tá aí numa numa frase. E aí essa essa é a frase mesmo que a gente pode, se a gente cumpri-la, a gente se encaixa ali como homem de bem, não precisa de mais nada, que é a ética universal de Jesus, né? fazer aos outros o que desejamos que os outros nos façam. Não é não fazer, é fazer. Não é só não fazer. Ah, eu não te desejo mal, não. Faz o bem. Essa que é a verdadeira ética, ética cristã, a ética de Jesus. Essa é a ética que a gente quer alcançar. Infelizmente ainda nós vivemos no mundo, né, que nós nós temos aqui vários níveis, né, de espírito, em vários níveis de evolução. Então nós nós estamos num momento de desafio da nossa sociedade. Então a gente tem que escolher os nossos caminhos. E a doutrina espírita nos fornece, né, esse combustível, esse conhecimento para que possamos enfrentar esses desafios da vida com ética, né, com a ética. eh eh pessoal mesmo,

olher os nossos caminhos. E a doutrina espírita nos fornece, né, esse combustível, esse conhecimento para que possamos enfrentar esses desafios da vida com ética, né, com a ética. eh eh pessoal mesmo, moral pessoal, né? Seguindo os exemplos de Jesus. Então, eu gosto muito dessa frase de Paulo, né, aos Coríntios. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são permitidas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. Resumindo, né? Tudo me é listo, mas nem tudo me convém. Hoje nós progredimos muito. Vejam as mulheres, né? Quanta quanto progresso, né? Talvez há um século atrás aí e havia uma desigualdade imensa, né? As mulheres eram tratadas como seres de segunda classe. Hoje elas estão além da gente, estão acima da gente, elas estão dominando tudo. Aí a medicina hoje tem mais médicas do que médicos, tá? Graças a Deus, né? Então, a gente tem que ver também o fator positivo. Hoje nós estamos, a sociedade está evoluindo, né? né? Nós respeitamos mais o planeta, né? Os animais. Você vê hoje tanto cuidado, né, com os animais. Você não pode mais chutar um cão, você vai até preso, né? Isso, isso. E isso é uma evolução, porque são seres que convivem conosco e nos ajudam na nossa evolução, mas também temos que respeitar a vida. Por que nós respeitamos um ovo de tartaruga que deve ser respeitado e pedimos o aborto, né? Então é incongruente isso. Você vai muitas vezes perguntar uma pessoa: "Você é a favor de matar uma tartaruga?" Não. E o aborto? Não. Sim. Então assim, a gente tem que nos eh questionar sobre essas nossas atitudes. Muitas vezes é por desconhecimento mesmo, né? Porque a mídia, né, ela divulga muitas coisas inverídicas e a ciência mostra que a vida começa na concepção. Não tem outro momento. Não adianta a gente ficar discutindo, ah, no momento que a criança, que o que o embrião vai ter o o a formação do sistema nervoso. Ah, no momento que completar 12 meses. Ah, no momento que tiver 20 semanas, 12 meses, não, 12 semanas.

ndo, ah, no momento que a criança, que o que o embrião vai ter o o a formação do sistema nervoso. Ah, no momento que completar 12 meses. Ah, no momento que tiver 20 semanas, 12 meses, não, 12 semanas. A no momento do nascimento, hoje tem estados dos Estados Unidos que o médico pode acabar com a vida da criança no nascimento. Acho que Nova York já tem isso. E se a gente permitir isso, daqui a pouco a gente vai estar matando as crianças, porque o pai não não quer mais aquela criança tá tá levando a sofrimento para ela, né? É um ser indefeso, né? Que precisa da nossa ajuda. E isso vai nos trazer consequências, né? Consequências espirituais. Então, nós estamos diante de uma sociedade que a gente pode fazer tudo, né? A liberdade tá total quase. Alguns países ainda não, né? Que você tem são mais rígidos, né? Questões religiosas, mas nos países ocidentais você quiser botar um chifre em você, você bota, né? Assim, você pode tudo, mas será que isso te convém? Então a gente tem que pensar muito na nossa vida, né? E aproveitando aqui, né, o meu agradecimento, né, de todos nós aqui da Ames, né, a a esse grande espírito, Dra. Marlene Ross Severino Nobre, que é nossa mãe espiritual aqui no movimento médico espírita, fundou a Associação Médico Espírito do Brasil, Associação Médico Espírita Internacional, uma das maiores lutadoras para preservação da vida. continua no mundo espiritual também lutando, né, pela vida, nos inspirando, nos orientando. Ela publicou essas duas obras, né, a alma da matéria e o clamor da vida, que é que é excelente sobre esse assunto que eu tô falando aqui. Vale a pena vocês conhecerem e lerem. E aqui eu apresento, né, o livro da Associação Médico Espírita do Brasil, que é Bioética Espírita. É um livro que tem vários autores, né? Departamento de bioética da AM Brasil. Eu organizei, mas sou um dos alguns capítulos que escrevi, que é uma obra também interessante para aqueles que quiserem conhecer um pouquinho mais. Ele pode ser encontrado na online, na Amazon vende ele também pode

mas sou um dos alguns capítulos que escrevi, que é uma obra também interessante para aqueles que quiserem conhecer um pouquinho mais. Ele pode ser encontrado na online, na Amazon vende ele também pode ser solicitado na no site da AM Brasil, Associação Médio Espírito do Brasil, onde esses temas todos são debatidos aí por pessoas que têm eh conhecimento, né? Então, quero deixar deixar essa mensagem, né? lembrar que nós estamos no mundo desafiador mesmo. É um momento de desafio constante e a gente tem que ter muito cuidado, né, com os nossos pensamentos, com os nossos atos e lembrar sempre que nós estamos sob a providência de Deus. Então, qualquer desafio em nossa vida, seja uma doença, seja um acidente, que nos vai deixar parcialmente assim, muitas vezes até com alguma deficiência ou com algum sofrimento, só lembrar que estamos numa encarnação, numa encarnação de um infinito. Então, esse sofrimento, essa dor quando bem vivida, ela vai nos trazer no futuro, né, uma vida bem melhor. Se a gente continuar, né, e agindo contra as leis de Deus, a gente vai em várias reencarnações passando por desafios, muitas vezes até maiores. Então, lembrem-se disso. Deus está conosco. Muito obrigado. >> Obrigada, amiga. Muitos temas extremamente importantes para nossa reflexão. Agradecemos profundamente Dr. José Roberto por nos trazer de uma forma sucinta, objetiva. E fica aí a opção e, né, a recomendação dessa literatura que eu acho que vale a pena. E sempre nos lembrando mesmo da nossa querida Dra. Marlene, que foi, como já falado, uma incansável defensora da vida. E todos nós, né, devemos sempre lembrar disso. A vida é um bem disponível e que preservemos, né, através dos cuidados com todos nós e com os outros. Então, nesse instante, agradecendo a todos que nos acompanharam, a todos aqui presente, vamos então fazer a nossa prece final, solicitando, né, nesse instante, agradecendo a Deus, aos benfeitores espirituais pela oportunidade do conhecimento, pedindo por todos aqueles que nesse

presente, vamos então fazer a nossa prece final, solicitando, né, nesse instante, agradecendo a Deus, aos benfeitores espirituais pela oportunidade do conhecimento, pedindo por todos aqueles que nesse instante estejam passando por dificuldades nesses temas tão sensíveis, que possa encontrar o alento, o amparo, pessoas, situações que possam ajudá-los a ultrapassar e a superar as dificuldades maiores, sabendo que todos nós estamos sobre o amparo misericordioso de Deus, que é bondade, que é amor e que devemos nos ligar sempre a essa providência divina. para que possamos cada dia procurar nos melhorar e trazermos para nós os valores necessários a uma vida plena, a uma vida mesmo com desafios, serena, com a certeza absoluta do amparo divino em nossas vidas. E assim, em nome de Deus, em nome de Jesus, agradecemos mais uma vez essa oportunidade e pedimos ser conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio

o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música]

nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados