NÃO BASTA CRER; É PRECISO VIVER JESUS - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer [canto] de coração a paz dentro [canto] de mim que encontrei na [canto] comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [canto] tão longe [música] de atingir a perfeição, [canto][música] aqui eu entendi qual [música][canto] o valor. dessa missão. Foi nessa [música] casa que [canto] aprendi toda a [música] beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a [canto] ti, [música] buscando [música] >> a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a todos vocês que comparecem a nossa casa para mais uma das nossas atividades. Sintam-se todos abraçados para a nossa harmonização. A música está tocando belíssima, né? Mas ainda vamos fazer a leitura de uma mensagem, uma mensagem do livro Responsabilidade de autoria do espírito Joana de Angeles na psicografia de Divaldo Pereira Franco, nosso saudoso Divaldo. E a mensagem é a mensagem cinco que tem o título O legado de Jesus. E a mensagem de Joana nos diz o seguinte: "Do ponto de vista imediato utilitarista, não deixa de ser estranhável a forma como Jesus considerava a fortuna, o êxito, o poder da terra." Pedro, chamado por ele ao ministério, abandonou as redes, deixando passar a oportunidade de adquirir maiores recursos. Mateus, convidado ao labor do reino, desligou-se da coletoria, integrando-se na comunidade dos bens comuns. Maria de Magdala, escutando, sentiu-se instada a uma total mudança de comportamento e a radical permuta de valores. Zaqueu, o publicano, encontrando, emocionou-se a tal ponto com a visita que ele lhe fez ao lar, que procurou ressarcir multiplicadamente quaisquer prejuízos porventura causados a outrem. Propou propôs-se remunerar com ré somas aqueles que o serviam e deu metade dos bens aos pobres. Um jovem rico que lhe desejava
arcir multiplicadamente quaisquer prejuízos porventura causados a outrem. Propou propôs-se remunerar com ré somas aqueles que o serviam e deu metade dos bens aos pobres. Um jovem rico que lhe desejava seguir ouviu inquieto a condição: "Vende tudo o que tens, dá aos pobres. Com razão, o seu reino não é deste mundo. Esta é a nossa mensagem e vamos à nossa prece inicial que convidamos a todos vocês a fazerem com muito sentimento, com muito coração, porque é nesse instante que nós aumentamos essa nossa conexão com o mundo espiritual, que aqui já nos envolve a todos. Aqueles que se sentirem confortáveis, fechem seus corações, abram seus corações, não fechem, abram seus corações e vamos nos conectar ao pai criador, essa inteligência suprema, esse pai tão misericordioso, a Jesus, nosso mestre, nosso modelo e guia, pedindo, Senhor, que tu tenhas misericórdia de cada um de nós, visite a nossa tela mental e vi e veja o que estamos buscando. em nossa vida. Ajuda-nos, Senhor, a seguir o teu caminho e termos paz em nossa vida. Abençoa essa casa que nos acolhe, abençoe a todos nós. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos e irmãs, nós vamos começar essa nossa reflexão botando um pouquinho de ânimo e eu vou iniciar fazendo uma pergunta para vocês, para vocês que estão aqui no no nosso auditório e para aqueles que estão nos assistindo em casa e também para aqueles que posteriormente vão assistir essa nossa essa nossa reflexão. Pergunta é a seguinte: não precisa falar alto não, mas eu vou pedir que levante as mãos, me façam essa gentileza. Quem daqui crê em Jesus? Quem daqui acredita em Jesus? Eu acredito. Todo mundo levantou a mão. Eu também acredito. Mas vamos ler aqui o Evangelho duas passagenzinhas bem rápidas. Uma dessas passagens está em Mateus, eh, capítulo 8, versículo 28. E diz que Jesus atravessou o mar da Galileia e ao chegar do outro lado, ao país dos Galadenos, vieram ao seu encontro dois endemoniados, dois espíritos endemoniados saindo dos túmulos, eram tão ferozes que
que Jesus atravessou o mar da Galileia e ao chegar do outro lado, ao país dos Galadenos, vieram ao seu encontro dois endemoniados, dois espíritos endemoniados saindo dos túmulos, eram tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho. E eis que puseram a gritar. Então, os espíritos chegaram, encontraram Jesus e puseram-se a gritar. Que queres de nós, filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do tempo? Então, nós vamos perceber aqui que até os demônios reconhecem Jesus como filho de Deus, não é verdade? Reconhece. E se nós formos aqui no Evangelho de Marcos, no capítulo 1, logo no começo, tem o no capítulo 1, versículo 23, é quando Jesus estava ensinando em Cafarnaum. Então, na ocasião ele estava numa sinagoga e um homem possuído por um espírito impuro, um endemoniado, gritava assim para Jesus: "Que queres de nós, Jesus Nazareno? vieste para arruinar-nos. Sei quem tu és, o santo de Deus. Então, nós podemos observar por essas duas passagens que os espíritos saíam, sabiam claramente quem era Jesus e também acreditavam em Jesus igual todos nós aqui. Todos nós levantamos a mão, acreditamos em Jesus e os endemoniados também acreditavam em Jesus. Olha só, onde é que nós podemos ver um limite disso? Onde é que nós podemos compreender até onde o acreditar tem alguma validade para nossa vida? Os demônios também assim faziam. E esse é exatamente o nosso tema da palestra. Não basta crer, é preciso viver Jesus. E nós vamos desenvolver esse nosso raciocínio, a nossa reflexão, talvez bem próximo a cada um de nós no nosso dia a dia, na nossa convivência diária, nada muito longe, nada muito afastado daquilo que nós fazemos no nosso dia a dia, na nossa vida diária. Porque é importante pontuar que acreditar em Jesus não é o mesmo que ter fé nele. Também eu nem perguntei se vocês tinham fé, só perguntei em acreditar. Mas não é a mesma coisa. Os demônios reconheciam a identidade e o poder de Jesus, mas não se submetiam ao seu amor. Não se submetiam ao que Jesus pregava, não se submetiam à
só perguntei em acreditar. Mas não é a mesma coisa. Os demônios reconheciam a identidade e o poder de Jesus, mas não se submetiam ao seu amor. Não se submetiam ao que Jesus pregava, não se submetiam à mensagem de Jesus, apenas acreditavam. E acreditar é uma atividade intelectual que todos nós temos. É uma convicção mental nossa. Nós acreditamos em muitas coisas. É uma convicção mental. Acreditar, portanto, é uma aceitação intelectual que nós fazemos, uma ideia em reconhecer que algo existe. Então, quando nós perguntamos: "Você acredita em Jesus?" Nós dizemos: "Eu acredito em Jesus". Então, nós fazemos nessa afirmativa um reconhecimento intelectual de que conhecemos Jesus. Exemplo, eu acredito ser indulgente. O que que é indulgente? ser tolerante. Eu acredito firmemente em ser indulgente. Eu acredito piamente nesse tema eh da doutrina espírita. fora da caridade nossa salvação. Eu acredito piamente que eu tenho que pacificar o meu, eu tenho que ser pacífico nisso. Eu acredito nisso. Eu venho à comunhão, dou palestra, eu venho à comunhã, eu assisto palestra, tomo passe. Eu acredito piamente nisso. acontece que quando eu chego em casa, chego no meu local de trabalho, eu sou violento, eu sou intolerante, com a mínima conversa que eu vou ter com o meu semelhante, eu não tenho paciência, eu não tenho a indulgência, eu não tenho a tolerância, eu não tenho o perdão para aquele que me ofende. Então, basta eu acreditar, eu dizer: "Olha, a doutrina espírita, ela tem um lema: Fora da caridade não há salvação." Tem até um capítulo no Evangelho Segundo Espiritismo. Eu dizia para vocês assim, vocês sabem, e tá na no livro dos espíritos, eh, qual é o significado da palavra caridade, segundo entendia Jesus? Nós podemos saber isso decorre. Aí vocês vão responder assim: "Conforme os espíritos diziam, Jesus entendia a caridade como benevolência para com todos". O que que é benevolência? É querer fazer o bem. Indulgência para os defeitos de outra. Quer dizer, indulgência, tolerância para o defeito
, Jesus entendia a caridade como benevolência para com todos". O que que é benevolência? É querer fazer o bem. Indulgência para os defeitos de outra. Quer dizer, indulgência, tolerância para o defeito dos outros e perdão das ofensas. Então Jesus entendia a caridade dentro desse contexto, dessas virtudes. Mas nós sabemos isso de cor, acreditamos nisso, porque eu acredito nisso. Ainda mais nós espíritas acreditamos muito nisso. Mas aí vem a pergunta: nós estamos vivendo essa mensagem? Nós estamos buscando essa mensagem na nossa vida? Porque não basta acreditar, até os demônios acreditam. É preciso viver a mensagem de Jesus. Perdão. Agora vem uma outra questão. Crer não é a mesma coisa que fé. Eu creio, eu tenho fé. Tem uma diferença. Vimos, e eu vou repetir isso, que os demônios acreditavam em Jesus, mas não a ponto de entregar-se e a praticarem a sua doutrina. Eles acreditavam, mas não pratic não praticavam que eles eram os endemoniados, né? Estavam ali para atormentar a vida dos outros. Ter fé é mais do que isso. Muito mais do que isso. Ter fé é confiar, é entregar-se e viver de acordo com a mensagem de Jesus, permitindo que ela molde as nossas atitudes, escolhas e valores. Então aí nós já temos assim até um um paliativo pra gente, porque eh a a viver Jesus não é não é radical. Nós não vamos sair daqui falar a partir de hoje, ouvir aquela palestra, eu vou viver Jesus. Não vai. É, é, é um processo que nós estamos na vida. Então, a gente vai começando e começa sempre acreditando. Eu acredito. Agora, quando você abraça essa doutrina que modifica todos os nossos pontos de vista, sobretudo na nossa vida, você começa a compreender que não basta, você não tem que acreditar em nada porque a pessoa falou, você tem que refletir a respeito daquilo, vivenciar aquilo e essa fé te chega de uma maneira raciocinada. Então, quando você começa a refletir sobre essas passagens de Jesus, você começa então a ter esses valores, eles começam a fazer parte do seu dia a dia. E pouco a pouco você vai então
ira raciocinada. Então, quando você começa a refletir sobre essas passagens de Jesus, você começa então a ter esses valores, eles começam a fazer parte do seu dia a dia. E pouco a pouco você vai então fazendo essa reforma, essa reforma moral que todos nós necessitamos na vida. Porque acredito, nós estamos numa casa espírita falando sobre espiritismo e para um público que na maioria, eu acredito que é espírita ou então simpatizante ou está querendo conhecer o que a doutrina nos fala. E a doutrina só nos fala de amor, de paz, de sabedoria e de caminhar para o bem. O nosso, nosso único objetivo de vida, caminhar para o bem, fazer o bem. Então, quando nós vamos adquirindo esses valores dentro de cada um de nós, quando nós verificamos que a violência que às vezes nós temos e praticamos, que isso não é bom, você começa a ver o resultado, a consequência daquilo que você fez. Se você magoou alguém, você vê a consequência daquela mágoa. Se alguém te magoou, aquilo que você tá sentindo? Então são reflexões que nós fazemos todos os instantes da nossa vida, porque a todo instante nós estamos no alto e baixo. A nossa vida ela muitas vezes é assim. Tem momentos que a gente quer desistir de tudo, tem momentos que a gente quer desfalecer, tem momentos que a gente pretende e eh como é que se diz? Chutar o pau da barraca, né? Esse isso faz parte da nossa vida como ser humano aqui na Terra. Então, é nesse momento que a doutrina espírita vem e nos acolhe. E ela tem no seus postulados, ela já nos determinou qual é o guia e modelo. Nosso guia e modelo é Jesus. Tá na questão 625, quando Kardec perguntou qual é o tipo mais perfeito que Deus oferece ao homem para lhe servir de guia e de modelo? E eles respondem: "Jesus". Então Jesus é o guia e modelo. Então se nós temos esse guia e modelo, nós já sabemos disso. Então o que que nós temos que fazer? Seguir. Ora, se ele é guia e modelo, o que que eu tenho que fazer? Ser, o que que ele é modelo? Eu tenho que copiar um modelo. E se ele é guia, ele vai me
s disso. Então o que que nós temos que fazer? Seguir. Ora, se ele é guia e modelo, o que que eu tenho que fazer? Ser, o que que ele é modelo? Eu tenho que copiar um modelo. E se ele é guia, ele vai me guiar num caminho que ele já percorreu em alguma vida, porque ele também foi criado, como cada um de nós, simples, ignorante, fez esse esse trajeto que nós estamos fazendo há bilhões e milhões de anos. e já conhece o caminho. Então vamos seguir esse caminho dele, porque deu certo para ele, vai dar certo pra gente. E quando você começa a caminhar, quer dizer, começa a experimentar a vivência de Jesus na sua vida, você vai verificar que tudo muda. Porque tem muita gente que reclama muito, fala: "Poxa, mas eu creio em Jesus, eu vou lá na comunhão espírita, eu assisto a missa. Eu vou no templo e oro, oro, eu acredito e por que que minha vida não anda? A sua vida não anda, a de ninguém anda. Por quê? Porque nós não vivemos Jesus. Porque quando nós falamos de andar da vida, não é um andar da vida que a gente vai ficar milionário, milionário, comprar a casa dos sonhos, eh, ganhar na loteria, não. A, a doutrina nos nos traz uma mensagem muito bonita. Nós somos, criados simples e ignorantes, somos espíritos imortais. Nós não somos esses corpos que estamos vendo. Vocês estão vendo aqui o Adolfo, aqui o corpo do Adolfo. Eu tô vendo vocês, mas isso não somos nós. Nós somos espíritos imortais. Isso quer dizer o quê? Não vamos morrer nunca, porque a vida é uma só. E ela se dá em algumas encarnações, porque estamos num processo de aperfeiçoamento. Hoje vivendo no mundo de expiação e provas, onde o bem prevalece, onde o mal prevalece, perdão, sobre o bem. Então, nós estamos ainda eh andando, palmilhando esse terreno. Estamos saindo há pouco tempo, nós saímos do primitivo, de um mundo primitivo, onde as paixões inferiores estavam eh dominando a nossa vida. Então, hoje em dia é muito difícil você desapegar desses atavismos que vem há tanto tempo. Muitos de nós, mesmo espíritas achamos que alguma coisa
paixões inferiores estavam eh dominando a nossa vida. Então, hoje em dia é muito difícil você desapegar desses atavismos que vem há tanto tempo. Muitos de nós, mesmo espíritas achamos que alguma coisa acontece na vida, nossa vida, porque somos castigados. Isso aí já vem de eh de ideias passadas, como era em outras vidas, bombardeados por essa ideia de um Deus que castiga, que se você não andar aqui, eu vou te castigar. Então a gente começa a ver, ah, eu tenho que fazer isso para não ser castigado. Não existe castigo. Não existe. Ficam satisfeitos com isso. E se eu dizer mais uma coisa? Não existe inferno. Existe plantil. Existe uma lei de causa e efeito. Você planta, você colhe. Você faz, você colhe. É simples assim. Não tá bom, planta outra coisa. Mas se você plantou espinho, você vai colher espinho. Ah, não gosto espinho, me machuca. Planta rosa, planta alguma outra coisa. Então, a vida, isso é ensinamento, porque nós estamos numa fase de ensinamento e aprendemos que a nossa vida nesse mundo e que estamos é uma escola. É uma escola. E encarnação após encarnação, nós vamos adquirindo conhecimentos, vamos adquirindo valores morais. E nós que abraçamos essa, perdão, essa doutrina espírita, nós sabemos que o objetivo da doutrina espírita é o quê? é o melhoramento moral da humanidade. Tá lá no livro eh no livro dos médiuns, capítulo 27, que diz isso. O objetivo do espiritismo é a melhoria moral da humanidade. Mas como é que a humanidade vai se melhorar moralmente? Quando você, quando eu, quando nós nos melhoramos individualmente? Então, a melhoria moral é um objetivo de todos nós aqui na vida. E Jesus quando veio e nos trouxe essa palavra amor, essa palavra que trouxe assim um um novo alento a toda a vida, depois de Moisés, que nos trouxe o sentido da justiça, veio Jesus e nos falou de amor. Esse amor que nós estamos ainda tentando compreender. E para compreender esse amor, nós nessa vida, ainda ignorantes que todos nós ainda somos, começamos a fracionar esse amor em várias virtudes. Então nós aprendemos
s estamos ainda tentando compreender. E para compreender esse amor, nós nessa vida, ainda ignorantes que todos nós ainda somos, começamos a fracionar esse amor em várias virtudes. Então nós aprendemos hoje, ah, hoje eu vou desenvolver a humildade, a tolerância, benevolência, a caridade, eh, enfim, qualquer das virtudes. Mas tudo isso é um contexto. O dia que nós estivermos amando como Jesus nos amou, isso tudo é uma coisa só, mas nós estamos aprendendo uma de cada vez. Então você fala: "Eu sou benevolente, ah, então eu tenho a vontade de fazer o bem. Ah, mas agora eu já sou beneficiente. Beneficiente é aquele que pratica. Ah, eu sou tolerante. Então a gente vai pateando o amor para aprender nesse mundo escola. Então, não basta acreditar nesses valores, não basta acreditar, nós temos que viver. E nessa escola foi colocado junto de cada um de nós o quê? Os nossos familiares. Você não vai praticar indulgência indo lá pro Senegal, indo lá para esse ou aquele país. Faz até muito bem. Se tiver que ir, vá. Mas se muito mais perto do que isso é dentro da tua casa. É dentro da minha casa. é junto com meus amigos, é junto daqueles que foram [limpando a garganta] colocados perto de mim. Então é ali que eu tenho que praticar o quê? A indulgência, a benevolência, a tolerância, porque são as virtudes que completam, que realizam a caridade na nossa vida. E a caridade é um foco. Então, quando fala caridade, a gente pensa muito, ah, eu sou caridoso, eu boto a mão no bolso, eu dou uma esmola aqui, dou uma esmola ali, vou numa comunidade, faço a caridade. É importantíssimo fazermos essa caridade, mas viver a caridade é a todo instante. Você às vezes tá sozinho, você tá praticando a caridade quando você consegue eh movimentar o seu pensamento a favor de uma pessoa. Quando você pelo menos consegue não botar o seu pensamento contra alguém ou um pensamento de tristeza que nos abala quantas e quantas vezes, nós somos assim atingidos por petardos assim que nos ferem mesmo. Eles vêm assim, a gente fica numa tristeza
ensamento contra alguém ou um pensamento de tristeza que nos abala quantas e quantas vezes, nós somos assim atingidos por petardos assim que nos ferem mesmo. Eles vêm assim, a gente fica numa tristeza que parece que não tem fim. Olha, fique tranquilo. Todos nós temos isso. Só que a gente não fala, se a gente não, muitas vezes a gente tem vergonha. de falar as tristezas que estão dentro da gente e temos vergonha. Por que muitas vezes temos isso? Porque o mundo tá tão assim voltado a internet que parece que todo mundo tá feliz dentro da internet. E quando a gente tem uma tristeza, tá passando por uma dificuldade, a gente nem fala, não. A gente tem que ter a capacidade de saber que precisa. Eu vou dizer um exemplo para vocês que aconteceu até hoje. Eu sempre achei que, ah, eu tô auxiliando, eu tô fazendo, tô acontecendo, né? Eu vou praticar o bem. A gente sempre pensa a gente fazendo pro outro. Mas eu tinha uma reunião marcada e essa reunião marcada eh era para acontecer. Eu tava marcado na minha na minha mente. Essa reunião era para acontecer às 8 horas da manhã. E aí eu me preparei paraa reunião e só que aconteceu o seguinte, deu um problema, deu um problema e eu não pude ir a essa reunião e o problema foi tão sério que não foi nem eu não podia ir na reunião, eu esqueci da reunião. Eu esqueci da reunião. Quando a questão passou e eu fui olhar na minha agenda, eu falei: "Meu Deus, esqueci a reunião". já tinha passado uns 15 minutos. Eu liguei pra pessoa que estava coordenando a reunião e falei assim: "Olha, me perdoa, aconteceu um problema assim, eu não fui pra reunião, me perdoe. Desculpem, vocês não sabem uma coisa. Eu esperava assim que a pessoa fosse falar: "Poxa, que desagradável e tal". Mas não, a pessoa me acolheu com tanto carinho, não, Adolfo, isso acontece a si mesmo e tal, mas aí que procurou se envolver na questão que me fez esquecer da da reunião. Eu me senti muito acolhido, mas depois olha só como é que é a cabeça da gente. A reunião não era 8 horas, era
mesmo e tal, mas aí que procurou se envolver na questão que me fez esquecer da da reunião. Eu me senti muito acolhido, mas depois olha só como é que é a cabeça da gente. A reunião não era 8 horas, era mais tarde. Então eu tava tão envolvido que aquilo dali não me deixou ver. confundi os horários, não perdi reunião nenhuma. Mas o importante de tudo isso que ficou é o acolhimento. Então, de tudo isso que é de meio material, fica o acolhimento. Isso me serviu de lição. Como a gente às vezes tá numa situação de da vida comum nossa, e você tem algum compromisso marcado e às vezes as pessoas podem até esquecer, a gente não chegar apontando o dedo, machucando o outro para colher, porque teve alguma situação nisso. Então são com esses pequenos detalhes na nossa vida que nós vamos aprendendo a a conviver, a convivência com outro, né? Então eh a vida ela nos dá a todo instante maneiras, mecanismos de eh de aprendermos esse viver Jesus. Portanto, viver Jesus é praticar a sua mensagem evangélica, transformando fé em ação, caridade, perdão, humildade, paciência, solidariedade e amor ao próximo. E não apenas proclamá-lo em palavras. E a gente vê muita gente faz isso. Eu amo Jesus, eu fala e fala de Jesus, mas às vezes tá aí machucando os outros, tá falando mal dos outros. tá julgando, não tá sendo solidário e solidariedade tá faltando nesse mundo. Nós temos que ser solidários. A solidariedade é de uma importância enorme, particularmente nos dias de hoje. Por quê? Porque a solidariedade envolve você ter a empatia pelo outro. Quer dizer, você olha o outro, sente o que esse outro está vivenciando e você sentindo aquilo, você procura de alguma maneira auxiliário. Você é solidário. Quando nós não somos solidários, nós olhamos o outro e ele se torna invisível. Somos invisíveis. E pior do que ser invisível, do que você tornar uma pessoa invisível, é pior do que você odiá-lo. Porque quando você faz de uma pessoa um invisível, você desumaniza esse ser. Ele se sente não humano. E hoje em dia os problemas são tantos e
ê tornar uma pessoa invisível, é pior do que você odiá-lo. Porque quando você faz de uma pessoa um invisível, você desumaniza esse ser. Ele se sente não humano. E hoje em dia os problemas são tantos e esse mundo de ilusão nos leva a tantas e tantos questionamentos que a gente esquece de ver o outro. A gente esquece a mensagem de Jesus de amar ao próximo como a nós mesmos. Então, a gente esquece de amar. A gente pensa que o mundo todo é esse lapso de tempo, nascer, procrivção, não é acreditar, porque se você acredita, você pode desacreditar, mas quando você sabe, é outra, é outro patamar. Você sabe daquilo. Eu sei da encarnação. Eu sei de Deus, eu sei de Jesus. Eu não acredito. Eu sei. Então, esse é um verbo. O verbo esse eh o verbo saber, né? Eu sei, eu conheço. Então, esse tem que ser. Ou então eh você caminha por paragens que não vão te levar a a muito lugar. Então, nós precisamos trazer o nosso semelhante para junto de nós. Não é aquele aquela situação da gente ser o bonzinho, a aquelec que sai fazendo, ah, vou fazer. Você tem que fazer a as situações do amor e da caridade, mas com a convicção. Às vezes não é muito fácil fazer isso não, porque a gente não tem o hábito, a gente precisa pegar o hábito, né? Jesus quando vê aqui, todos nós sabemos, ele é o nosso governador espiritual do nosso planeta. Agora vocês imaginam a importância de viver Jesus quando você observa a trajetória desse ser iluminado, espírito puro, que há bilhões de anos foi um engenheiro, foi aquele que projetou a terra, que fez toda a vida orgânica aqui funcionar. E depois de tantos e tantos milhões de anos, quando nós já estávamos aqui, ainda caminhando na nossa brutalidade, ele vem para cá. Olha só, esse ser iluminado, ele desce aqui e vem nos dar o exemplo de que esse não é o mundo real nosso. Ele desce, nasce de Maria, uma judia que nas que morava numa cidade que nem no mapa existia. para rimar a frase, passa a sua vida, transcorre a sua vida que nenhuma pedra tinha colocado na sua cabeça
Ele desce, nasce de Maria, uma judia que nas que morava numa cidade que nem no mapa existia. para rimar a frase, passa a sua vida, transcorre a sua vida que nenhuma pedra tinha colocado na sua cabeça cabeça, dando exemplo da humildade como a primeira virtude que nós devemos conquistar, porque sem humildade nenhuma outra pode surgir. E quando morre, quando se deixa ser morto, recebe uma medalha que era um uma lança no seu coração. E foi coroado o rei com uma coroa de espinhos. E ele disse na antes de de falecer, quando estava sendo eh confrontado com Pilatos, ele diz para Pilatos que o reino dele não era desse mundo. E quando ele disse no final do seu apostolado, o meu reino não é desse mundo, nós podemos compreender a mensagem de Jesus. Ele veio trazer uma mensagem, essa de viver em Jesus, porque ele diz: "O meu reino não é desse mundo. O reino de Deus está dentro de cada um de nós." E ele faz uma separação muito grande. Ele diz: "Dai a César o que é de César. Dai a Deus o que é de Deus. Não ajunteis os tesouros da terra, onde a traça e a ferrugem corroem. Não julgueis para não serem julgados. Faça o outro que você gostaria que fosse feito a você." Então ele veio mostrar claramente que o reino dele não é aqui. Ele vivia num mundo onde os romanos subjulgavam o povo e ele nada fez ali sobre as práticas do mundo da terra. Ele diz: "Olha, pratica o bem, passa o bem, ande pelo bem, porque não é aqui que vocês vão ficar, não. O reino de Deus é dentro de você. Porque quando nós vivemos a prática de Jesus, você constrói, você ilumina esse esse, esse caminho para dentro de você, você cria luz. Porque qual é o maior inimigo dessa luz? É isso que nós ainda carregamos dentro de cada um de nós. Orgulho, egoísmo, vaidade, interesse pessoal, apegos. A gente se apega a pessoas, a coisas, acontecimentos. não é ser eh deixar isso como não tivesse um valor. Você tem os valor, você não tá eh desprezando as perdão as pessoas, mas é saber que as pessoas cruzam a sua vida, depois cada um segue
ontecimentos. não é ser eh deixar isso como não tivesse um valor. Você tem os valor, você não tá eh desprezando as perdão as pessoas, mas é saber que as pessoas cruzam a sua vida, depois cada um segue um caminho. Você tá aqui, nós, cada um de nós é um espírito e a evolução se dá de uma maneira individual e nós temos que seguir esse caminho. E Jesus veio ensinar isso em todas as suas parábolas, a da semente, quando ele fala do plantil da semente, né? É o nosso coração, é o solo, a semente é a palavra dele, as ações dele. Então, quando nós conseguimos passar o arado no nosso coração, nos nossos sentimentos, tirando orgulho, vaidade, egoísmo, interesse pessoal, nós plantamos essa semente. Essa semente que nos faz iluminar o nosso ser, nos dar um novo sentido da vida. E aí nós vamos estar o quê? Vivendo Jesus. E viver Jesus é o dia a dia, é a nossa nossa tarefa diária, é aquele fazer diariamente. E tem um um espírito, eu gostaria de de terminar citando ele. É um espírito que eu tenho um uma uma um carinho muito grande. Jesus Gonçalves. Jesus Gonçalves, ele nasceu em 1902, viveu 27, 28 anos. Ele era materialista ateu, casou-se, a esposa faleceu, mas não importa. Ele foi acometido de ranceníase, né? Tinha lepra e foi para um instituto em Barueri, em São Paulo. E ali com estudos, ele se converteu à doutrina espírita. Então, quando ele conheceu a doutrina espírita, a doutrina espírita é o cristianismo Rede Vivo. Quando ele conhece a doutrina espírita, ele se converte com tamanha vontade que ele naquele instante ele passa a viver Jesus. E durante 4 anos dentro lá do leprosário, ele criou um jornal, criou uma casa espírita, fez caridade que não pode, não cabe mais. Escreveu um livro. Então ele teve essas fases na vida dele, materialismo na espiritualidade lá em Barueri e depois desencarnado psicografou algumas mensagens com Chico. Eu gostaria de de encerrar citando, lendo uma uma poesia que ele deixou, que ele tinha em 1940, ele fez uma poesia bem materialista e com o mesmo título, ele faz uma em 1943
gumas mensagens com Chico. Eu gostaria de de encerrar citando, lendo uma uma poesia que ele deixou, que ele tinha em 1940, ele fez uma poesia bem materialista e com o mesmo título, ele faz uma em 1943 que refaz completamente aquela anterior. Me permitam ler. Ele diz assim: "Hosana, eu já encontrei o grande bem, em cuja busca o judeu errante é o facho luminoso que contém a luz que me ilumina a todo instante e ele está na vida e mais adiante dentro da morte, nas mansões do além. Está no amor, está na fé perante os dois altares que esta vida tem. Pois nem a vida é sonho e a morte o nada. O amor é a luz, a fé, o santo meio de tornar essa luta compensada. Por isso, eu sigo nos caminhos meus a procurar em tudo quanto creio a coisa que faltava e que era Deus. Então ele ele deixa muito claro essa, em rápidas [limpando a garganta] palavras, né, essa busca que ele fazia, era um materialista e ele encontra Jesus, ele encontra o caminho para Deus. Então ele dá esse testemunho lindo da sua vida. E é um testemunho que todos nós podemos fazer em qualquer que seja a dimensão, a começar pro nosso lar, na nossa casa, no nosso local de trabalho. E eu insisto nisso, no nosso local também religioso, nas nossas casas religiosas, olhar outro com solidariedade, enxergar, olhar assim, falar: "Eu vejo você, eu estou aqui". Então, nós temos que ter esse olhar para o outro, esse olhar amoroso, porque todos nós somos irmãos em Jesus, irmãos em Deus, porque Jesus ensinou aquela aquela oração e que eu vamos eu vou encerrar com essa oração, a nossa vai ser a nossa oração final. Essa oração que ele nos torna todos irmãos, ele fala assim: "Pai nosso, pai é nosso, é de todos nós. Pai nosso, e eu vou convidar vocês a interiormente fazerem essa oração. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não
enha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair quando em tentação, mas livrai-nos de todos os males. Graças a Deus, graças a Jesus e muita paz no nosso coração. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a
gério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos [música] que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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