NÃO VOS INQUIETEIS PELO DIA DE AMANHÃ - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/11/2025 (há 4 meses) 39:40 792 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão foi >> amanhã no horizonte e a paisagem será diferente. E aí vem Rodrigo e faz a seguinte reflexão a partir de uma fala de Jesus também que ele cita: "Não vos inquieteis pelo dia de amanhã. A cada dia basta o seu mal". Estas palavras de Jesus contém sublime exortação à confiança na providência. divina. Assim como o pássaro encontra sempre o alimento quando o busca, assim como o lírio se veste de branco no campo onde é chamado a viver, cada um de nós terá o que busca nos caminhos da vida. A inquietação é mal que enfraquece a alma, tirando-lhe a alegria de viver. O dia de amanhã será o resultado do dia de hoje. Aquele que se entrega ao Pai em total confiança não se inquieta pelos sucessos futuros, pois sente na alma a força da presença divina a sustentá-lo nas lutas da vida. Não nos inquietemos pelo dia de amanhã. Trabalhemos os nossos pensamentos, alicerçando-os em sentimentos cada vez mais puros. Aconselhemo-nos com os amigos dos planos mais altos e, acima de tudo, confiemos no Pai. Age com caridade no presente para que o bem te alcance amanhã. Coloquemos Deus em nossas vidas. O amor de Deus deve estar acima de todas as nossas cogitações, pois somente o criador é capaz de renovar nossas vidas, tornando o dia de amanhã uma conquista perene de paz e de alegria sem mescla. É belíssima essa mensagem que aquiieta o nosso coração. E na harmonia que já estamos, eu convido a todos para a nossa prece inicial. esse momento em que nosso coração se conecta com a espiritualidade e essa conexão é de uma enorme valia para a nossa compreensão da vida, a nossa compreensão de nós mesmos. Então é esse o convite que fazemos. Aqueles que se sentirem confortáveis, fechem seus olhos e

e essa conexão é de uma enorme valia para a nossa compreensão da vida, a nossa compreensão de nós mesmos. Então é esse o convite que fazemos. Aqueles que se sentirem confortáveis, fechem seus olhos e elevando o seu pensamento ao Pai Criador, digamos: Pai querido, pai amado, abençoe-nos, Senhor. Ilumine esse Teu reino que está dentro de nós. Nos ilumine com a virtude da humildade, do coração puro, para que possamos, Senhor, perceber o mundo com os teus olhos. Esse mundo que tu nos deste, Senhor, para caminhar os passos de Jesus, esse mestre querido que nos guia nesse caminho de iluminação. Abençoe os nossos lares, abençoe a nossa vida, abençoe o nosso retorno paraa Brasília daqueles que aqui estão chegando. Pai amado, dei-nos sempre a força necessária para prosseguirmos no nosso caminhado. Graças a Deus e graças a Jesus. Como estávamos dizendo no início, a nossa reflexão tem a ver com a mensagem que lemos. E a reflexão é a a o tema da nossa reflexão é exatamente a palavra de Jesus. Não vos inquieteis pelo dia de amanhã. O dia de hoje se basta por si mesmo. Todo mal já está nele, aquele que precisamos passar. Ele nos fala o o espírito Rodrigo, ele nos fala das inquietações que nos acometem no dia a dia, das ansiedades pelo futuro que a maioria de nós está vivendo esse instante. O nosso mundo está, o nosso país, o nosso estado, o nosso Distrito Federal está repleto de todos nós que nos inquietamos pelo dia de amanhã. O dia de amanhã não é quarta-feira, o dia 19, não. O dia de amanhã é o futuro que para nós é incerto, mas que nós ficamos inquietos. Isso atormenta o nosso coração. E essas inquietações, elas são muito simples de serem resolvidas, mas para nós chegarmos ao muito simples, nós passamos por tantas complicações que nós criamos para nós mesmos. até que nós identificamos. Pois isso era tão simples, porque a vida é simples, a inquietação é simples de ser resolvida, mas nós complicamos a nossa própria vida com os pensamentos que muitas vezes nos acometem, nos trazendo,

. Pois isso era tão simples, porque a vida é simples, a inquietação é simples de ser resolvida, mas nós complicamos a nossa própria vida com os pensamentos que muitas vezes nos acometem, nos trazendo, trazendo enormes transtornos. Então, Rodrigo, ele vai falar de inquietação. Inquietação nada mais é do que ansiedade. E o que é uma ansiedade? Ansiedade pode ser descrita como uma sensação de apreensão, nervosismo ou preocupação intensa em relação aos eventos futuros, situações desconhecidas ou desafios iminentes. Então, de uma maneira bem resumida, nós podemos conceituar ansiedade nesses termos. No entanto, quando essa ansiedade se torna persistente, excessiva e começa a interferir negativamente na vida diária, ela pode se transformar num transtorno de ansiedade. E aí começa a complicar esse quadro. E no tempo de Jesus, talvez não com esse nome, mas a ansiedade já existia há mais de 2000 anos atrás. Tanto é que essa frase que nós citamos, Jesus trouxe como um aconselhamento para aquela época e como um aconselhamento que ele sabia iria vir até os dias de hoje. E eu vou repetir essa frase: Não vos inquieteis pelo dia de amanhã. A cada dia basta o seu mal. Essa é a receita que parece que esquecemos na nossa vida. Muitas, muitas pessoas interpretam essa fala de Jesus como se fosse assim: "Olha, é para você não se preocupar com futuro." Mas não é isso o que ele diz. O que ele diz é para não nos ocuparmos antes da hora, porque o futuro vai chegar num dia presente. Quantas pessoas, quantos de nós não antecipam o dia de amanhã, o futuro, que é algo desconhecido que nem pode acontecer. Não é verdade que isso pelo menos já aconteceu diversas vezes comigo uma preocupação e na minha mente aquilo ia acontecer. Então eu sofria com aquilo que ia acontecer, me preocupava com aquilo que iria acontecer e chegava o dia, nada daquilo acontecia. Quer dizer, eu suei, fiquei nervoso, perdi noite de sono por algo que eu não sabia. O dia de amanhã nós não sabemos o que que vai acontecer durante ele. E não é esse

ava o dia, nada daquilo acontecia. Quer dizer, eu suei, fiquei nervoso, perdi noite de sono por algo que eu não sabia. O dia de amanhã nós não sabemos o que que vai acontecer durante ele. E não é esse aconselhamento de Jesus. E o tema da palestra não é para deixar para lá o dia de amanhã, mas saber que o dia de amanhã só poderá ser vivido quando? No dia de amanhã, porque é o resultado de quê? Do dia de hoje. Hoje nós estamos construindo o dia de amanhã. Então, meus irmãos e minhas irmãs, olhemos para o dia de hoje. Olhamos para as pessoas, as pessoas que estão aos nossos lados. Olhamos paraa nossa família no café da manhã, quem estava conosco? Que foi que nós saboreamos naquele café? O que que nós lemos? O que nós falamos? Quais foram as pessoas que estão nesse instante nos envolvendo? Esse é o dia de hoje. Esse é o presente. Esse é o aqui agora. É o grande presente que nós temos esse momento atual. Então, não adianta nós dormirmos preocupados, nos ocupando com o que ainda não aconteceu. Parece assim, eh, que a gente vai na quando a gente tá preocupado com inquietações, parece que a gente quer empurrar tudo com a barriga. Assim, eu tenho um monte de coisa para fazer, mas dá um medo tão grande. É, é, é um pânico quase que acontece. E a gente tem tarefas para realizar e a gente não realiza. A gente olha aquilo e tem vontade de correr daquilo. Tem muitos que até nem atende o celular ou telefone porque acham que alguma coisa de ruim vai acontecer. A inquietação já tomou conta para ele. Aquilo é uma realidade e nada daquilo está acontecendo. Então, se você tá com essa preocupação muito grande, não consegue nem dormir e tem uma lista de coisas para fazer, faz essa lista. Uma horinha antes de dormir, faz a lista do que você tem que fazer e você toma coragem, toma faz uma oração e cumpre aquela lista. Aí você vai ver que cada item que você vai ticando é um alívio, porque não é daquele bicho papão. E você vai aos pouquinhos dominando a você mesmo, pegando a rédia da sua vida.

e cumpre aquela lista. Aí você vai ver que cada item que você vai ticando é um alívio, porque não é daquele bicho papão. E você vai aos pouquinhos dominando a você mesmo, pegando a rédia da sua vida. E meus irmãos, tudo o que nos acontece, tudo que acontece na nossa vida está sob o controle da providência divina e das leis que sustentam o mundo moral. Estamos todos nós num movimento de evolução, tanto nosso quanto do nosso próprio planeta. E conforme a humanidade crescia, conforme ela ia crescendo em conhecimentos científicos, a ansiedade também tomava espaço no coração das pessoas. O conhecimento científico vai caminhando, o conhecimento, o burilamento moral também vai crescendo, não tanto um seguindo o outro, mas isso vai tomando vulto. E pesquisando o tema que nós fomos pesquisar, eu encontrei a informação de que tanto o reconhecimento oficial quanto a categorização da ansiedade como um transtorno mental específico ocorreram com a publicação da terceira edição do manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Em que ano? 1980. Jesus já dava sinais da existência da ansiedade. Ela correu, se nós formos buscar a literatura sobre o tema, vocês vão verificar que ela sempre ocorreu durante a nossa vida no processo evolutivo. Mas com esse crescimento científico e nós não acompanharmos esse esse esse crescimento científico, acabou por isso se tornar quase que um um uma epidemia a a avariando a nossa mente, os nossos pensamentos. e somente 1980, quer dizer, há 40 e poucos anos atrás, é que isso se tornou então um um dado de uma relevância e e inclusive catalogado pela própria OMS. em 2019. Is são uns dados que eu trago para vocês. A OMS apontou o Brasil, esse nosso país, como o mais afetado por essa crise que mexe com os nervos do planeta. Em 2024, quer dizer, ano passado, uma pesquisa realizada pela Covitel contabilizou 56 milhões de pessoas. 26,8% da população padecendo desse transtorno psíquico em algum grau, porque ele tem graus. Asiedade foi a palavra para definir o

ma pesquisa realizada pela Covitel contabilizou 56 milhões de pessoas. 26,8% da população padecendo desse transtorno psíquico em algum grau, porque ele tem graus. Asiedade foi a palavra para definir o ano de 2024, conforme várias agências de saúde. E nós, meus irmãos, para onde quer que nós olhemos, nós encontramos a ansiedade tocando o coração de um irmão, de uma irmã, de um familiar, de um amigo, de um colega a nós mesmos. Aonde quer que nós olhemos, nós vemos isso. Se nós formos pesquisar os atendimentos fraternos das casas espíritas, nós verificaremos, constataremos que a ansiedade tem sido um tormento para carão de nós. E ela não afeta as outras religiões, não. O católico, o evangélico, budista ou o ateu. Ela afeta também a nós espíritas, porque isso tem sido uma constante reclamação dos nossos irmãos nas nossas casas e nos consultórios daqueles que exercem a psicologia. E foi nesse instante, foi nesse instante que eu estava fazendo essa pesquisa, que eu fiz um voo. Eu retornei ao dia 17 de abril de 1960, foi quando eu cheguei em Brasília. Brasília era um grande canteiro de obras. Então, quando eu cheguei em Brasília, moleque, eu tinha 7 anos de idade, meu pai foi transferido do Rio de Janeiro, ele era do Senado, veio para cá, logo a molecada descia, era caminhões de mudança em todos os lugares, a molecada descia e naquele mesmo dia nós fizemos amizades. Cinco dias depois nós estávamos a pé, indo pra rodoviária assistir a inauguração de Brasília. Eu tive essa oportunidade de assistir a inauguração de Brasília e essa essa amizade que nós fizemos, eu tenho elas até hoje em grupo, mais de 60 anos. Essas amizades perduram até hoje. Todos os dias nós, jovens crianças, nos reuníamos debaixo do bloco e conversávamos, brincávamos bafo bafo, amarelinha, brincávamos de carniça, brincávamos de adivinha, pique esconde, era brincadeiras assim. E na nossa casa, o telefone, na minha pelo menos tinha um, tinha um cadeado e não tinha essa folga de falar não. Você queria falar com um

rincávamos de adivinha, pique esconde, era brincadeiras assim. E na nossa casa, o telefone, na minha pelo menos tinha um, tinha um cadeado e não tinha essa folga de falar não. Você queria falar com um colega seu, você descia, ia para baixo do bloco dele e gritava: "Leopoldo, boina, Felipe, desce aí". Aí a garotada descia e vocês brincavam, íamos e tinha um estudo que nós tínhamos que fazer, ia pr pra escola. Eu estudei na escola classe 206, o primeiro ano primário, depois outras escolas vieram na minha vida. Então eu sabia que se nós sabíamos, se não estudássemos não poderíamos descer. Então tudo era muito assim. Depois tive no colégio interno no arquidiocesano Anchieta dos irmãos dos padres sales, perdão, padre salesianos. E o que acontecia? E isso é o que é o importante. Meu pai mandava carta para mim. Ele mandava a carta: "Meu filho, como é que você está? Como é que está as aulas e tal?" E eu respondi as cartas para ele. Era isso. Não, não tinha isso de você querer falar agora e você tem que falar agora. Ele vinha de 10 em 10 dias, de 15 em 15 dias nos visitar. A nossa expectativa era quando chegava a roupa limpa pra gente trocar. A nossa roupa era comprada na cooperativa do Senado e nós descíamos todo mundo com a mesma blusa parecida, cor diferente, que chute, bamba. Isso não nos trazia nenhum tipo de problema. Tínhamos apelidos, mas isso não tinha problema nenhum. três vezes por ano, às vezes recebíamos presente Natal, Dia da Criança e o Teu aniversário. E que o meu pai, pelo menos, ele aproveitava para dar roupa, porque ele tinha que dar roupa. Então, nesses dias ele dava roupa pra gente. Quando recebi um presente era um carrinho de plástico vazio por dentro que a gente botava areia e saía correndo com ele pela quadra, brincando. Isso era maravilhoso, porque é onde eu quero chegar desse voo que fizemos a a esse passado tão gostoso, é que nós tínhamos o quê? Paciência. Nós vivíamos agora. Agora é hora de brincar, nós brincávamos. É, era hora de estudar, estudávamos. Era a hora de às

e voo que fizemos a a esse passado tão gostoso, é que nós tínhamos o quê? Paciência. Nós vivíamos agora. Agora é hora de brincar, nós brincávamos. É, era hora de estudar, estudávamos. Era a hora de às vezes você tinha até de vez em quando um arranca rabo com um amigo, mas aquilo depois nós nos tornávamos os melhores amigos. Então era uma vida de paciência, mas enquanto tudo isso acontecia, parece que foi num foi num num pulsar. A ciência veio e nos trouxe tantas coisas boas, tantas maravilhas. E nós, muitos de nós, passamos por esse, por essa fase toda. Eu me lembro que meu pai falava: "Meu filho, o futuro é a datilografia. Me matriculou. Então, a S D FG CDIL LK JK". Então, aquilo era no futuro em dois tempos, isso aí já é é máquina de museu. Então, tudo foi muito rápido e parece que nós abraçamos essa tecnologia toda, mas não acompanhamos isso tudo com a paciência da infância, com a paciência que os nossos pais nos nos trouxeram, com a paciência que a própria vida trazia a cada um de nós. Então, meus irmãos, na minha casa tinha pra pesquisa a baça e o tesouro da juventude. Eram as duas coleções que na na questão de uma de uma consulta para uma prova que a professora Cornélia, professora do quinto ano passado, nós íamos lá e e estudávamos ali, não tinha, a nossa televisão era preto e branco, que tinha aqueles rabiscos assim com válvula. Desliga a televisão, meu filho. Vai esquentar. Rádio de pilha para assistir o jogo do Flamengo. Óbvio, a Vitrola para embalar as festinhas na casa de um e de outro. Era muito calmo. Não que isso fosse melhor do que é hoje, não estamos dizendo isso. Apenas o que nós queremos reforçar é que nessa evolução toda, muitos de nós não conseguimos acompanhar, não temos mais paciências. Nós queríamos tudo aqui e agora. Eu me lembro, nós tiráamos fotografia, aquela maquinazinha assim, tirava no quarto escuro para não queimar o filme, tirava-vos a foto. E naquela época, em 1960, nós leváamos numa papelaria, ela mandava para São Paulo. São Paulo 15, 20

fia, aquela maquinazinha assim, tirava no quarto escuro para não queimar o filme, tirava-vos a foto. E naquela época, em 1960, nós leváamos numa papelaria, ela mandava para São Paulo. São Paulo 15, 20 dias depois retornava. É quando você tinha fotografia. Hoje eu tiro uma foto aqui, mando paraa minha irmã onde ela estiver morando. Hoje eu essa palestra tá sendo gravada e no Brasil inteiro, no mundo inteiro, alguém pode estar ouvindo essa palestra. Isso foi alguns anos atrás. E eu me lembro das aquisições de valores morais, de valores que fazem com que nós nos tornemos mais humanos. Tínhamos paciência, sabíamos conversar. sonhar e hoje também podemos fazer tudo isso. Mas perguntamos, e essa é a pergunta que eu fiz, que que aconteceu nesse tão pouco tempo? O que que tá acontecendo? É certo que o mundo mudou rapidamente para melhor no aspecto científico. A ciência com as suas descobertas, meus irmãos, deu saltos inimagináveis e as informações nos chegam imediatamente em todo o mundo em nossas mãos. Tudo aconteceu tão rapidamente que esquecemos a virtude da paciência, a conversa no olho a olho, as brincadeiras, as convivências. Parece que tudo ficou no passado, tá tudo na memória. Tudo que eu quero tem que ser agora até a resposta de uma mensagem. E eu não duvido muito que nesse instante, nessa palestra, nesse auditório, alguns de vocês podem estar sentindo um comichão para mexer no celular aí, ver se tem uma mensagem. A gente tem isso. Eu tô com celular. Será que fulan mandou uma mensagem? Será que no Instagram já tem um filme legalzinho para eu ver? É. É um vício. A gente tá vendo e parece que a mente da gente tá girando em tudo que é sentido e a gente fica, a gente a gente não quer ficar no presente, no aqui, no agora. A gente até virar num outro mundo, numa outra situação na nossa vida. Estamos encurralados, meus irmãos, por aflições que vão desde da inflação. Olha a inflação, como está as brigas ideológicas nas redes sociais. Nós esquecemos que o nosso guia, o nosso

o na nossa vida. Estamos encurralados, meus irmãos, por aflições que vão desde da inflação. Olha a inflação, como está as brigas ideológicas nas redes sociais. Nós esquecemos que o nosso guia, o nosso modelo é Jesus e a gente fica brigando por ídolos da política. Ora, é problema deles. Isso desde a época de Jesus já tinha. O nosso ídolo é Jesus. E a gente fica com essa briga dentro da família, com os nossos amigos, na casa espírita. Separações estão acontecendo a rodo, questões financeiras, problema tá difícil para todo mundo. E passamos por dilemas de aspecto global, pandemias, guerras, vão jogar uma bomba aqui, vão jogar uma bomba ali. Isso acaba nos trazendo medo, desconforto. E o brasileiro nunca foi tão ansioso e pede socorro. Nós pedimos socorro, meus irmãos. Mas Jesus já dava a solução. Não vos inquieteis com dias de amanhã. A cada dia basta o seu mal. O espírito Rodrigo, que é o autor dessa mensagem que que lemos, citando exatamente essa fala de Jesus, nos aconselha a trabalharmos os nossos pensamentos, alicerçando-os, quer dizer, alicerçando o nosso pensamento em sentimentos cada vez mais puros. E segundo o espiritismo, o pensamento é o quê? Pensamento é um atributo do espírito. E o que nós somos? Nós somos espíritos imortais. Então, quem está pensando sou eu, Adolfo Espírito. Vocês estão pensando é o espírito imortal que está aí me assistindo. O corpo é um envoltório, um veículo que está nos servindo nessa encarnação. Então, o pensamento é um atributo do espírito. E se nós formos também na nossa doutrina, nós vamos verificar que existe a vontade. A vontade é uma manifestação do pensamento, transformando, transformando esse pensamento numa força motriz para a ação. O pensamento é uma força que pode atuar influenciando os sentidos, o corpo e até a matéria fluídica ao seu redor. Sim, quando o nosso pensamento se torna inquieto, ele nos adoece como seres espirituais que somos e como consequência afeta o corpo. E o corpo físico é tratado por quê? Por medicamentos. Mas tudo começou

, quando o nosso pensamento se torna inquieto, ele nos adoece como seres espirituais que somos e como consequência afeta o corpo. E o corpo físico é tratado por quê? Por medicamentos. Mas tudo começou antes. Tudo começou no espírito. O medicamento que nós tomamos e devemos tomar se o problema já aconteceu no nosso devemos parar o que o médico a prescreveu. Mas tudo começou no espírito e não tem medicamento na farmácia que cure o espírito. Então, se nós estamos com inquietações, com ansiedades, vamos buscar curar o espírito. É ele que está adoecido, é ele que está precisando ser curado. Mas como é que nós vamos curar o espírito? Às vezes é um pouco difícil, mas nós estamos aqui. Isso aqui não é um mundo de expiação e prova. Ninguém atinge um grau de evolução mais rápido deitado na rede. É esforço. E Deus criou alguma coisa que é maravilhosa para nós. Ele criou a eternidade. Nós temos a eternidade para isso. Agora não vamos perder tempo. Aqui não é lugar pra gente brincar. Aqui é lugar para que nós possamos adquirir as ferramentas necessárias para o nosso crescimento moral, nos educarmos. Então, toda toda vez que nos surge uma dificuldade, é a hora de você enfrentar. Às vezes a gente tem vontade de chorar, dá um medo, dá um desespero. A gente se sente muitas vezes tão sozinho, precisando de um ombro, de uma ajuda. Mas aí que tá o momento de você dar aquele testemunho para você mesmo. É a hora de você reagir a isso. Reage. Você vai ver que no segundo seguinte isso já passou. É aquele momento que você precisava passar aquela prova. Então você faz a oração. A oração é o momento em que você se reúne, perdão, que você se une com o mundo espiritual, onde o mundo espiritual vai estar junto contigo, porque o teu pensamento quando ele busca, ele então recebe. Isso é certo, recebe toda a intuição necessária. Mas não é o buscar, como Jesus diz, buscai e achareis. Ajuda-te que o céu te ajudará. Mas não é eu buscar, ah, eu tô tão nervoso com um romance que eu tenho, com um dinheiro que me falta. Não é busca

Mas não é o buscar, como Jesus diz, buscai e achareis. Ajuda-te que o céu te ajudará. Mas não é eu buscar, ah, eu tô tão nervoso com um romance que eu tenho, com um dinheiro que me falta. Não é busca disso. É a busca da luz que possa iluminar o nosso caminho. É a busca da luz que possa iluminar o nosso ser para que nós possamos transformar o nosso coração, o nosso ser num paraíso. Porque se você não tem um paraíso dentro de você, você não enxerga o paraíso que tá fora de você. Nós não vemos o que vemos, nós vemos o que somos. E se você tá trazendo o inferno para dentro de você, você vai ver só dificuldades na sua vida e ninguém vai fazer isso por você, não. Lógico que nós temos uma instituição com uma comunhão espírita que nos acolhe, nos dá todos os meios para nós caminharmos com os nossos pés. Ninguém vai nos pegar no colo. Mas isso é uma força que todos nós podemos ter na nossa vida e realizarmos dessa maneira. E conforme nos diz, nos diz o espírito Rodrigo, a inquietação é mal que enfraquece a alma, tirando-lhe alegria de de viver. O dia de amanhã será o resultado do dia de hoje. E Jesus, ele ele é tão maravilhoso. Isso aí é é falar o que todos já sabem. Tudo ele disse. A a parábola da semente é isso. Você planta, tudo tem um tempo de um plantil, mas tudo tem um tempo de colheita e você vai plantar o que você colhe. Então, gente, a partir de hoje, a partir desse instante, nós temos que ter a preocupação. Olha o termo que eu usei, a preocupação. Nos ocuparmos antes, mas eu disse isso porque nos ocuparmos antes da colheita, nos atermos ao que estamos plantando na nossa vida. E nós podemos começar isso a partir de agora, plantando o bem. A questão 860 do livro dos espíritos nos diz que o bem é o único objetivo da nossa vida e a nossa doutrina nos traz como lema: "Fora da caridade numa salvação." Portanto, se você tem dúvida do que fazer, faz o bem. Pratica o bem em pensamento, palavras e ações, em atitudes. Pratica o bem com o próximo e o próximo mais próximo é

ora da caridade numa salvação." Portanto, se você tem dúvida do que fazer, faz o bem. Pratica o bem em pensamento, palavras e ações, em atitudes. Pratica o bem com o próximo e o próximo mais próximo é dentro da sua família. Vamos perdoar, vamos amar, vamos fazer ao outro que gostaríamos que o outro nos fizesse. Vamos nos educar a nossa vida, vamos tomar as rédias da nossa vida. Não vamos deixar que os pensamentos deletérios possam nos dominar, porque o pensamento é vibração. E quando nós vibramos numa numa sintonia mais abaixa, de paixões inferiores, inclusive nós sintonizamos com quem? com os nossos irmãozinhos que vem nos intuir para coisas que não são das melhores. Então, vamos elevar a nossa vibração e nós podemos fazer isso. Quantas e quantas vezes a gente adentra nessa casa e nos vemos assim assim com muitas dores no nosso peito, no nosso coração, abaixamos a cabeça e pedimos Deus, me ajuda, me ajuda e ele tá ajudando. Ele tá ajudando você nesse instante, mas a ajuda dele é a seguinte: fica de pé, meu filho, fica de pé. Você pode ficar de pé, te levanta, segue em frente, tem uma boa intuição e pratica o bem. E praticar o bem, você vai ver que é uma terapia, é é como se fosse assim uma meditação. Quando você aconchga aqueles carentes da vida, carente de tudo, e você aconchegga esses irmãos, você dá a eles carinho, dá para eles o alimento material também. os seus problemas parece que não existem. E o nosso querido autor da mensagem, o espírito Rodrigo, ele encerra e conclui nos dizendo assim: "Coloquem Deus em nossas vidas. O amor de Deus deve estar acima de todas as nossas cogitações, pois somente o Criador é capaz de renovar as nossas vidas, tornando o dia de amanhã uma conquista perene de paz e de alegria sem mescla. Então essa é a mensagem que serve para todos nós, porque as inquietações batem na nossa porta a todo instante. Então nós devemos estar preparados, vigilhantes. Olhai, vigiai e orai. Jesus já nos disse. Então é esse. Temos o que pegar a as ferramentas, a armadura do Cristo,

batem na nossa porta a todo instante. Então nós devemos estar preparados, vigilhantes. Olhai, vigiai e orai. Jesus já nos disse. Então é esse. Temos o que pegar a as ferramentas, a armadura do Cristo, irmos para essa batalha, porque com ele nós vencemos a tudo. Muito obrigado, meus irmãos. E convido a todos já no final para a nossa prece de finalização. Daqui a pouco vai ter o passe. E o passe é muito importante. Ele nos abre a alma, mas abre a alma para que depois do passe nós possamos também fazer a prática das termos atitudes que possam realmente dar continuidade. O passo é um trabalho que começa aqui e acaba na oração do boa noite, do bom dia e ele se perpetua. Fechamos então os os nossos olhos e abrindo o nosso coração para a espiritualidade, imaginemos a figura doce meiga de Jesus, que nos olha com serenidade, nos estende as mãos e nos diz: "Não vos inquieteis com o dia de amanhã". Basta o mal do dia de hoje. E Jesus, nesse sentido, nos dá as mãos, nos acolhe, nos faz caminhar com ele. esse caminho de paz, de harmonia, de bem-aventurança, onde vibrações de amor penetram a nossa alma, o nosso ser, nos dando confiança, nos trazendo a fé necessária para nos reerguermos, Senhor. Abençoe-nos a todos, abençoe nossa família, abençoe essa casa de oração, a comunhão espírita de Brasília, abençoe os seus dirigentes, os seus trabalhadores, Senhor. abençoe a todos nós. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

úsica] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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