A ÚNICA MOEDA QUE TEM CURSO NO CÉU - Ângela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/04/2026 (há 1 mês) 336 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música][canto] estou aqui para agradecer [canto] de coração a paz [canto] [música] dentro de mim que [canto] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. [canto] >> Senhor, [música] mesmo [canto] tão longe de atingir a [música] perfeição, [canto] aqui [música] eu [canto] entendi qual o [música] valor. >> dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [canto] luz, buscando a ti, buscando >> Muito bom dia a todos. Sejamos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Bom dia aos que estão presencial e aqueles que nos acompanham pela internet, pela TV Comunhão. Que tenhamos um dia abençoado, iniciado hoje com esperança e vontade de sermos melhores. Para iniciar nossas atividades, vamos fazer uma leitura do livro Dias Melhores. Faze o possível. Não fujas à tua realidade íntima. Aceita-te como és. Não mascares os teus sinais. Enquanto efetivamente não desejares mudar, não mudarás. Que as tuas mazelas não te tornem uma criatura amarga e agressiva. Faz o possível para não prejudicares a quem quer que seja com o teu modo de ser. Que as tuas imperfeições se restrinjam unicamente a ti, sem que a ninguém corrompas com elas. Mais do que a ação em si, o que te desagrada é o móvel da ação. Não convertas o teu vício em alimento deteriorado do espírito. Quem erra com dignidade não se dá de todo ao próprio erro. Importa-te menos com a opinião dos outros do que com o juízo que formas de ti. Deus te criou, mas és e serás o que de ti mesmo fizeres. São palavras de irmão José pelo médium Carlos Barcelo. A a prática. Não é tocar o íntimo, tocar o coração e ficarmos internalizados com as palavras apenas. É usar estas palavras para o nossa, a nossa prática, para a nossa realidade, para a nossa caminhada. E já por isso estamos aqui hoje, porque o tema de hoje nos fala sobre a única moeda em curso no céu. E esse tema nos será eh trazido diretamente do Evangelho

a nossa realidade, para a nossa caminhada. E já por isso estamos aqui hoje, porque o tema de hoje nos fala sobre a única moeda em curso no céu. E esse tema nos será eh trazido diretamente do Evangelho segundo o Espiritismo. E esperemos em Cristo que nós consigamos aprender, internalizar e colocar em prática. A bênção que temos recebido e o que estamos recebendo hoje. luz no coração, bênçãos de proteção, de esclarecimento, de acolhimento, bênçãos que frutificam em nós e que devem ser multiplicada em todas, multiplicadas em todas as nossas ações, em todos os nossos pensamentos, em todos os nossos sentimentos. Que assim seja. Eh, como já adiantamos as nossas reflexões de hoje, o nosso tema de pensar e refletir foi extraído do Evangelho Segundo o Espiritismo no item 14. Falando sobre a beneficência no Evangelho, Cáritas nos diz no item 14 que as bênçãos de Deus são a única moeda em curso no céu. Mas ela nos diz mais. Ela nos diz como é que amealhamos essas bênçãos. Verdade que bênção já é o fato de existirmos, o fato de termos sido criado, termos sidos criados à imagem e semelhança de Deus. E tudo o mais que dele nos vem são bênçãos. E essas bênçãos em curso no céu, e aqui elas nos esclarece que é o céu circunscrito no firmamento, não é o céu íntimo nosso, é o céu das nossas ações, é o céu da nossa existência, é o céu da nossa prática, é o céu do que fazemos que nos deixa nesse estado. de beneficiência nessa condição de recepção das bênçãos. Porque sabemos nós, por toda a prática do espiritismo, por toda a literatura que nós já com que já tivemos contato por todas as informações e ensinamentos trazidos pelos amigos espirituais. benfeitores que nós chamamos de espíritos superiores e que são superiores em moral, porque é assim que eles se colocam para nós amigos da espiritualidade. Nós os consideramos superiores e o são, em moral, em avanço moral, em melhoria, em compreensão e em amor. E nos tem dito eles que nós fazemos a nossa jornada, que nós é que preparamos o nosso caminho e que

s consideramos superiores e o são, em moral, em avanço moral, em melhoria, em compreensão e em amor. E nos tem dito eles que nós fazemos a nossa jornada, que nós é que preparamos o nosso caminho e que nós é que despertamos a nossa vontade. Se não quisermos, bênção nenhuma poderá nos atingir, nos tocar, nos modificar, nos assistir. que até para receber as bênçãos de Deus, nós temos que nos colocar à disposição disso. Nós temos que querer, senão não há como a gente perceba as mãos estendidas e elas estão sempre ali estendidas de encarnados e de desencarnados. Mas eh o a recepção e a multiplicação dessas bênçãos que nós recebemos, ela é ela ela exige ação nossa, ela exige que nós saibamos agir como cristãos, como quem leu, como quem ouviu. como quem conhece os ensinamentos do Cristo, muito mais que todas as aquelas jornadas, todas aquelas histórias, todos aqueles acontecimentos que devem nos inspirar, que devem estar em nossa prática, em nossa mente e em nossa compreensão da passagem de Jesus no planeta, da passagem de Jesus encarnado no planeta. porque nunca nos deixou. Não somos órfãos de irmão maior, não somos órfãos de pai. Para tudo isso, essa essa pessoa, esse espírito comunicante, essa benfeitora no item 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, Caritas, que o nome em si já nos traz, a inspiração, a lembrança, a conexão sobre o que é que devemos fazer. sobre como é que multiplicamos essas bênçãos, sobre como é que nós fazemos circular esta moeda, sobre como é que nós crescemos verdadeiramente, como nós um dia atingiremos essa autoridade moral que tem os espíritos superiores, que tem esses amigos que nos trazem as mesmas mensagens como ela o fez. Ela nos diz que a esmola alivia os pobres, mas é quase sempre humilhante para o que dá quanto para o que recebe. Mas a caridade liga o benfeitor ao beneficiário, praticada mesmo entre colegas e amigos, sendo indulgentes uns para com os outros, perdoando-se mutuamente as fraquezas. Então, o que ela, cuja cujo nome, como mesmo se

iga o benfeitor ao beneficiário, praticada mesmo entre colegas e amigos, sendo indulgentes uns para com os outros, perdoando-se mutuamente as fraquezas. Então, o que ela, cuja cujo nome, como mesmo se apresentou, nos diz é que a forma de agir e de fazer circular a moeda do céu é através da caridade. É multiplicar as bênçãos recebidas. E essa expressão de a única moeda que circula no céu é dela. Nós veremos ainda no mesmo item que ela se expressa desse jeito. É ela que nos diz e nos diz como é que isso chega até nós, mas nos diz mais como é que nós colocamos essa moeda circulando da forma mais simples. Não precisamos ser este expoente porque ainda não estamos em condições, pelo menos não. Alguns de nós, e aí eu falo por mim mesma, não somos expoentes e nem modelo, mas nós somos filhos de Deus e nós estamos aqui e nós estamos despertos. Porque se estamos aqui hoje, se estamos ouvindo ou acompanhando pessoalmente ou pelos meios de comunicação, é porque nós estamos despertos, é porque nós estamos tentando. E é tentando que a gente vai conseguir sim. E vejamos bem, Cáritas. Depois o próprio Kardec esclarece que era a ele reconhecidamente pesquisando esclarece nos livros porque ele usa muitos textos, muitas comunicações, muitas orientações decáritas no Evangelho e nos demais livros, eh, que ele psicografou, que ele transcreveu, a verdade, Caritas foi Santa Irene martirizada no século XIX. martirizada, ela e as irmãs, porque se recusou a negar os os princípios cristãos, a negar o cristianismo, a negar que era seguidora de Cristo e conhecida pela prática da caridade. Não se sabe em que momento é que ela e que esse esse nome ou esse pseudônimo foi adotado para ela, mas ela era absolutamente dedicada. E existe toda uma congregação, uma atividade, uma comunidade, uma cidade onde ela viveu, que é dedicada a à práticas da caridade, em multiplicar estas bênçãos que ela ensinou, como se fazia. Mas quando ela nos diz que sendo indulgentes para com os outros, sendo eh que essa caridade liga o

que é dedicada a à práticas da caridade, em multiplicar estas bênçãos que ela ensinou, como se fazia. Mas quando ela nos diz que sendo indulgentes para com os outros, sendo eh que essa caridade liga o benfeitor, ao beneficiário, praticada entre colegas e amigos, elas nos ela nos traz nesta data, em 1861, orientações que ela sabia que nós utilizaríamos hoje, que nós utilizaríamos no século XX. Porque quem de nós não precisa colocar as bênçãos que temos em ação para a convivência mínima que seja com colegas e amigos para além do nosso ciclo familiar. Porque nós estamos inseridos na sociedade. A sociedade espera de nós. A sociedade nos vê. Nós somos 100% do nosso tempo observados, filmados. Sorte nossa é que nós somos observados pelos benfeitores, que somos acompanhados por Deus, que somos filmados por Jesus e não somente por aqueles que esperam de nós a prática, que esperam de nós o exemplo. Colegas e amigos são nossos conviventes, nos vem todos os dias e cáritas. nos diz que a prática da caridade, que faz circular a moeda do céu, que faz circular as bênçãos, deve ser feita, exercida de uma forma simples. Ela nem disse, nem se apresentou como Santa Irene, nem disse que foi mártir. Nós não seremos mártires de nada. nem disse que é benfeitora, que trabalha isso, que inspira aqueles que querem colocar em circulação a moeda do céu. Ela diz que a prática da caridade, mesmo com e simplesmente com amigos e colegas, é o início do nosso exercício. Diz-nos ela também que os benfeitores acompanham os trabalhadores, acompanham aqueles que se levantam e já estão no exercício, no esforço de fazer circular essa moeda. iram, sustentam o bom ânimo, eh, potencializam os as capacidades, porque você pode ter condições de tecer um sapatinho de lã, ou você pode ter condições de redigir um texto. Você pode ter condições de verbalizar. e dividir com os outros aquilo que aquele pouco conhecimento ou muito conhecimento que você tiver. Ou você pode simplesmente ser a pessoa mansa, pacífica, branda no seu ambiente de

ções de verbalizar. e dividir com os outros aquilo que aquele pouco conhecimento ou muito conhecimento que você tiver. Ou você pode simplesmente ser a pessoa mansa, pacífica, branda no seu ambiente de trabalho para que os outros percebam que faz diferença ser manso, pacífico e brando. Não é apático, é manso, pacífico e brando. Objetivo, proativo, mas com a brandura que nós sabemos que o cristão deve ter, porque foi o Cristo que nos ensinou. e nos concitou a isso. Então, diz-nos Cáritas que o esforço pessoal com o objetivo de amenizar as necessidades, o agasalho, as palavras, a atenção, tudo isso é potencializado pelos benfeitores para que a gente possa fazer circular a moeda do céu. Pessoas com mais condições financeiras que destinam um valor. OK, você pediu tanto que eu vou contribuir. No íntimo dela fica uma luz pequena que seja ou grande o suficiente para que ele se lembre e para que ele tenha o retorno disso. Como imagino que todos nós tenhamos assistido o filme Nosso Lar. Lembram-se quando André Luiz, muito antes de ser este benfeitor que hoje nos orienta, que hoje nos ensina, que nos mostra como é a vida no mundo espiritual e a vida na Terra, a correspondência, a correlação e o aprendizado que ele mesmo passou e que hoje ele multiplica. Pois bem, André Luiz quando chegou ele estava absolutamente desnorteado, absolutamente impactado. E na realidade que a gente leva daqui, porque todos nós levamos a nossa realidade, ele não tinha nem consciência do que estava acontecendo, absolutamente nem noção de que era merecedor de auxílio, que também é comum a todos nós. algumas situações até bem mais graves que essa. E André Luiz passou no umbral. Eh, em um momento do aprendizado dele, quando ele já está em recuperação e em ação, início das suas atividades de estudo, de compreensão e, enfim, é mostrado a ele quem na Terra se lembrava dele ou quem tinha dirigido a ele uma prece sentida. E foi mostrado uma paciente que, muito debilitada, costumava ir ao consultório e que ele atendeu e ele se

mostrado a ele quem na Terra se lembrava dele ou quem tinha dirigido a ele uma prece sentida. E foi mostrado uma paciente que, muito debilitada, costumava ir ao consultório e que ele atendeu e ele se recordou. A imagem tá lá, o relato está lá. Ele se recordou que atendeu ela um pouco impaciente, porque ele tinha, era o final do expediente, ele queria ir embora, mas aquela senhora estava lá. E aí então ele de uma forma até impaciente diz para a secretária deixá-la entrar no consultório e ele entra, consulta, orienta e etc. Aquela mulher foi mostrada a ele tinha feito uma das preces mais sentidas em favor dele, pedindo a Deus e a Jesus que o acolhessem, que o protegessem no retorno ao mundo espiritual, no caso dela, na expressão dela na volta ao céu, que ele era uma pessoa bondosa que a atendia fora do horário. A percepção dela não foi a mesma percepção dele. A ação dele na percepção dele foi diferente da dela. Ele a atendeu porque ela já estava ali e de qualquer maneira ele não teve o ímpeto de eh de não atendê-la fora do horário e enfim. por todas as análises que fez, mas a dela era a bondade que ele teve para com ela. Por isso nos dizem os espíritos benfeitores que nenhum gesto nosso, nenhuma prática nossa no bem é desperdiçada. Todo o bem que fazemos é contado em nosso favor. Obviamente o inverso, infelizmente também que o mal vai repercutir em nós também, em nosso desfavor. É, vejamos que quandoitas nos diz que a prática da caridade é a forma de circular a moeda das bênçãos, a moeda única e em atividade no céu e nos esclarece que é o céu nosso íntimo, o céu da nossa prática, o céu da nossa realidade também. Ela está nos dizendo que a nossa prática, a nossa ação, ela também tem a percepção do outro. Às vezes você tá numa atividade de assistência e é impaciente com o assistido. Você fala bruscamente com ele, você espera que ele se comporte, que ele fique na fila, que ele espere a hora dele, mas ele tem as limitações, ele tem o horário do ônibus, ele tem que voltar,

ssistido. Você fala bruscamente com ele, você espera que ele se comporte, que ele fique na fila, que ele espere a hora dele, mas ele tem as limitações, ele tem o horário do ônibus, ele tem que voltar, ele tem que estar em algum lugar, ele tem que se apressar, ele tem muitas atividades e ele precisa pegar aquela cesta básica, aquelas roupas, selecionar o material e e é atropela o que você programou, que a sua equipe programou como logística para aquele horário. E você é descortez com a pessoa e a percepção dela sobre você pode apagar a cesta básica que ela vai receber, porque a cesta básica ela vai usar e vai terminar, vai sanar a fome. Mas a sua atenção e a sua palavra naquele atendimento, naquela atividade, ela pode ser determinante pro ânimo e ele pode guardar aquilo e entristecê-lo. E talvez o raciocínio da pessoa não seja esse daquela que rogou a Deus por André Luiz pelo acolhimento. Diz, diz-nos Cáritas que nós, dizendo ela, nós, para recompensar o zelo de todos e de cada um em particular, prometemos, e ela estava falando sobre as atividades específicas desenvolvidas por um grupo de pessoas naquele período, em 1861, que iam às ruas na França para doar os agasalhos na época do frio Nós estamos falando de um frio europeu para distribuir a sopa quente, etc. Como temos nesta casa grupos que o fazem durante a madrugada em Brasília, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente, diversas atividades de socorro e de acolhimento que nós, frequentadores ou trabalhadores da casa, às vezes nem imaginamos como se dá, mas que existem os trabalhos, as atividades, que cada um de nós poderia eh poderia fazê-lo uma vez por semestre e veríamos com os nossos próprios olhos e sentiríamos no nosso coração o que é verdadeiramente fazer a caridade, não doar a esmola, mas fazer a caridade. que esses lamentos da fome, do desalento, da falta de amor, da sensação de abandono. E olha que nós, sentado em nossas casas, algumas vezes, podemos ter uma sensação dessa. Muitos de nós estão nos psicólogos e nos outros

a fome, do desalento, da falta de amor, da sensação de abandono. E olha que nós, sentado em nossas casas, algumas vezes, podemos ter uma sensação dessa. Muitos de nós estão nos psicólogos e nos outros profissionais da área de auxílio, buscando tirar de nós, extrair de nós esta sensação de desalento e abandono com tudo que temos à nossa disposição no aspecto material e com todas as leituras e práticas que temos do aspecto espiritual. Imaginemos nós quem não tem para onde voltar. Todos esses lamentos e nos diz cáitas se transformam em preces de agradecimento, que se transformam em bênçãos a quem agradece e em bênçãos a quem praticou esta caridade, este gesto. E ela nos diz que para recompensar o zelo de todos e de cada um em particular, prometemos a esses obreiros laboriosos uma boa clientela que os pagará em moeda sonante de bênçãos, a única moeda que tem curso no céu, garantindo-lhes, além disso, sem receio de errar, que essa moeda não lhes faltará. Então, se já não bastasse tudo que temos recebido, todas as bç a bênção de sermos cristãos, de sermos espíritas, de termos tanta tantas informações à nossa disposição, temos a bênção da prática mais simples, da mínima que seja. que nem me levanto e vou a nenhum lugar, mas que coloco em prática todos esses sentimentos bons, essas informações boas no meu ambiente, na minha relação familiar, na minha relação de vizinhança, porque meu vizinho pode estar com dificuldade e às vezes ele deixou o lixo mais tempo na frente da casa porque não dava para tirar. Ele pode estar doente, ele não tá limpando adequadamente a área dele porque ele não tá em condições. E eu estou aqui olhando e dizendo: "Não, mas não é possível e etc e etc." Sem saber o que pode estar acontecendo. Paulo de Tasso nos diz em definitivo, como Caritas nos eh esclarece sobre a caridade. Se eu farar, se eu falar, isso tá em Coríntios, né? Na carta ao Coríntios. Se eu falar a as línguas dos homens e dos anjos e não tiver caridade, sou um metal que soa ou como um sino que tinha.

ridade. Se eu farar, se eu falar, isso tá em Coríntios, né? Na carta ao Coríntios. Se eu falar a as línguas dos homens e dos anjos e não tiver caridade, sou um metal que soa ou como um sino que tinha. Se tiver toda a fé a ponto de transportar montanhas e não tiver caridade, não sou nada. E eu distribuí todos os meus bens em sustento dos pobres. Se todavia não tiver caridade, nada disso me aproveitará. É o que ele diz. diz que a caridade é a virtude que supera a fé e a esperança, que é recompensada com as bênçãos do céu, a única moeda em circulação, a única que vale e aquela que nós podemos amealhar de forma bem simples. algumas alguns estudiosos, alguns pesquisadores aí da atualidade divulgam ou eh os dons ou a vantagem ou o destaque que nós temos, o que seria de moeda na modernidade, na na percepção deles, é tempo, conhecimento, atenção, confiança e até é fé para aqueles que são ligados à religião e à religiosidade, tempo, conhecimento, atenção, confiança e fé. São estas expressões mais destacadas sobre o que seria eh o que a vida moderna nos traz como moeda, como validade, como valor, como agregar valor à nossa vida aquilo que temos aprendido e fazer circular a moeda que temos recebido. de Deus, as bênçãos que nos têm sido direcionadas de saúde, de alento, de socorro, de benefício material. Sim, porque não ele é resultado do nosso trabalho. Nosso trabalho é resultado de nós, de nosso raciocínio. Nosso raciocínio é o sinal de Deus em nós, porque senão nós seremos apenas seres, mas nós somos seres humanos criados por Deus. Então, toda essa cadeia de bênçãos que temos recebido, temos como obrigação colocar em circulação. Não há como não fazê-lo sem agir na prática da caridade. Muito obrigada a todos. Obrigado também a Ângela pelas reflexões desta manhã sobre a única moeda que circula nos céus. Mas eu tava falando, eu lembrei uma frase de Emana, né, que o bem que praticares em algum lugar será teu advogado em toda parte. Agradeço também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de

as eu tava falando, eu lembrei uma frase de Emana, né, que o bem que praticares em algum lugar será teu advogado em toda parte. Agradeço também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes, na Comão Espírita de Brasília e também saúdo aqueles que nos acompanham pela internet. Vejo aqui no chat a Graciela de São José dos Campos, Manuel Figueiredo, Fátima Pimenta aqui de Brasília, Albertina de São Paulo, Gilberto Mota também de Brasília e a Rosana também aqui de Brasília. Sintam-se todos abraçados e fica também um abraço virtual para quem for nos acompanhar posteriormente de forma gravada. Após essa rodada de agradecimentos, elevemos nosso pensamento ao alto, rogando oportunidades para acumularmos esta moeda que é a caridade, oportunidades para auxiliarmos ao próximo, em especial aquelas pessoas, Senhor, que tu colocaste no meu caminho para ser o próximo do mais próximo. que possamos perceber as oportunidades de sermos úteis, oportunidade de auxiliarmos na caminhada, caminhada de cada um de nós que seguimos ao teu encontro, Senhor. Pedimos humildemente que renove nossas energias, fortaleça a nossa fé e a coragem para seguir em frente, dia após dia. Que possamos permanecer nesse estado de íntima reflexão e que nos dirigimos para o passe, seja ele presencial ou virtual. Que tenhamos uma excelente terça-feira, uma ótima semana e que vamos em paz e que Jesus nos acompanhe. Muito obrigado. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos inícies espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os

deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos inícies espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a [música] força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais

ento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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