A CHEGADA - PROMESSAS CUMPRIDAS - Angela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/12/2025 (há 3 meses) 52:05 599 visualizações

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Transcrição

Ti, [música] Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. Muito bom dia a todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerro de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Sintam-se todos muito bem-vindos, muito bem-vindas a Como é o Espírita. Eh, estamos hoje com a nossa irmã Ângela, que vai trazer o tema A chegada, promessa cumprida. E já saúdo quem tá chegando aqui pelo YouTube, né, a Raquel de Manaus, a a Luzia e todos os outros também, né? Fica o convite para quem não for inscrito no canal se inscrever, deixar o o joinha. É uma forma de mostrar pra plataforma que o conteúdo ele é relevante e também ajuda aqui a comunhão, né, com relação à divulgação do canal. para ajudar, né, a gente acalmar nossos pensamentos e iniciarmos os trabalhos da manhã, eu vou ler um capítulo do livro Conselhos Úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Ida Alonso, né? Alda Magalhães fora mãe da Hilda Alonso. E esse singelo livre, livro, né, mais rico de conteúdo, ele foi editado aqui pela Comão Espírita de Brasília, né, e é uma ótima opção pra gente ter eh uma intuição, né, uma reflexão sobre algum momento, né, da vida que a gente possa estar passando. Agir como amor. Não te enquietes nem te preocupes demasiadamente com os problemas que te sejam apresentadas. Faze a tua parte. dá a tua contribuição. Não poupes esforços, mas não te perturbes, receando que não seja suficientemente habilidosa na tua atuação. Deus está sempre atento a todas as necessidades dos seus filhos e aqueles corações bondosos são acrescentados em energia e poder para obterem os melhores resultados. Se fizeres tudo que estiver a teu alcance e confiares na proteção divina, somente ocorrerá o melhor. Prossegue,

ações bondosos são acrescentados em energia e poder para obterem os melhores resultados. Se fizeres tudo que estiver a teu alcance e confiares na proteção divina, somente ocorrerá o melhor. Prossegue, tranquila, com a certeza de que o amor tudo consegue e tudo alcança. Age sempre com amor, como faria Jesus, nosso exemplo máximo. Que Maria, nossa bondosa mãe, te inspire para o bem. Então, nossa irmã Hilda, né, eh, convidando a gente tá sempre agindo com amor, né, seguindo Jesus, né, nosso exemplo máximo, né, nosso guia, nosso modelo. E e aqui no meio me chamou atenção ela convidando, né, e a gente fazer tudo que tá ao nosso alcance e confiar na proteção divina, né, que por mais se a gente seguir esse roteiro, por mais difícil que possa ser a situação que esteja diante de nós, ela terá um propósito, né, será realmente pro pro nosso bem. Após essa breve reflexão, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre e amigo, agradecendo toda a espiritualidade que aqui se faz presente por estarmos reunidos aqui neste momento, que a gente possa receber do alto durante a palestra, todas as bênçãos, que possamos renovar nossas energias e que possamos refletir sobre as reflexões que iremos ouvir. Ampare, Senhor, nossa irmã Ângela, para que ela seja intuída em seus pensamentos e possa conduzir a palestra, consolando e confortando nossos corações e trazendo esperança. Que assim seja. Muito bom dia a todos. Sejamos bem-vindos a essa casa de amor. O tema de hoje da nossa conversa, da nossa reflexão, foi muito difícil de escolher. Eu queria muito quando estava pensando sobre o que conversarmos hoje, eu queria muito falar do Natal. Mas eu nem normalmente eu faço uma rápida pesquisa para ver se não é um tema que já foi escolhido ou muito debatido ou muito falado para não trazer as mesmas notícias, para não perder a oportunidade da gente falar sobre temas diversos que a gente ainda não tem abordado. acontece que quando eu penso desde muito no Natal, eu penso de de coisas

azer as mesmas notícias, para não perder a oportunidade da gente falar sobre temas diversos que a gente ainda não tem abordado. acontece que quando eu penso desde muito no Natal, eu penso de de coisas diferentes, eu me coloco ali numa noite estrelada, numa noite de céu muito claro, muito pacífica, muito branda, muito silenciosa. É assim que eu penso sobre o Natal e tudo que envolve o Natal me emociona muito, me toca muito. Mas eu queria falar sobre aspectos diferentes, coisas que não a gente ainda não tivesse visto em algum lugar. E aí estávamos na reunião da pomada do vovô Pedro, exatamente na última reunião que antecede a feitura da pomada. E uma amiga, companheira do grupo muito querida, trouxe um tema, um relato, uma história que não era sobre o Natal, mas que tinha uma nuance, um detalhe que eu não conhecia sobre o Natal, sobre aquele evento, sobre aquele momento. nem saberia dizer se era da mesma noite do nascimento. E aí eu falei: "Não, é isso mesmo, vai ter que ser assim, então vai cai em campo e vai fazer suas pesquisas, vai estudar." E aí, lendo algumas coisas de Chico trazidas por Emanuel e outras coisas, eu ouvi a palavra chegada dita por Chico. Ele fala da chegada. Eu falei: "É uma chegada, é um acesso, porque chegada é convergir para um destino, um ponto final. E o destino do Cristo éramos nós, era o planeta. éramos nós habitantes deste planeta naquele momento, naquele contexto em que a gente precisava que ele viesse em físico, né? E aí por promessas cumpridas? Porque sobre isso já tinha sido falado várias vezes no Antigo Testamento. Diversos profetas, diversos médiuns do Antigo Testamento anunciaram isso, informaram sobre isso, mas não se sabia quando, se sabia por era a nossa necessidade. E aí, aí há mais de 2000 anos, 2025 anos mais ou menos, tudo começou a se desenhar nunca por acaso e nunca desorganizadamente. tudo começa a convergir detalhes que a gente não atenta, porque nós pensamos no presépio, pensamos na noite, pensamos na felicidade, pensamos no amor que se

nunca por acaso e nunca desorganizadamente. tudo começa a convergir detalhes que a gente não atenta, porque nós pensamos no presépio, pensamos na noite, pensamos na felicidade, pensamos no amor que se instalou naquela naquele dia, mas não pensamos nos detalhes. Por que o presépio? Por a manjedoura, por no estábulo, por em Belém? E como tudo isso começou a se organizar. E aí para nossa reflexão, isso começou a se organizar este evento com um decreto de César. Ele por decreto instalou um senso na época. Nem era para ter sido feito, já tinha havido dois grandes sensos. E ele resolveu que ia fazer mais um senso. Não estava em véspera nem em vias de fazer nenhuma guerra. E normalmente os sensos era para contabilizar ali, principalmente a mão de obra, né, as pessoas, os homens, principalmente os chefes de família, os filhos e etc, para serem convocados para as os grandes guerras, batalhas, conflitos. E não tinha. Mas César resolveu assim como acha ele, achou ele talvez por acaso. E por isso, sendo, é, a família de Jesus, descendente de Davi, obrigatoriamente eles precisavam atender ao censo e obrigatoriamente se dirigir a Belém, porque nem todo mundo precisava se dirigir a Belém. Somente aqueles da linhagem direta de Davi precisavam ir a Belém. Então, Maria e José tinham que se dirigir a Belém, independente dela estar grávida nos últimos meses de gravidez, que seria uma excusa razoável para não se deslocar, mas foram para cumprir aquela obrigação legal. E por isso Belém, a cidade estava muito lotada, muito cheia. vieram todos de vários lugares pelo mesmo motivo. Não vieram para a festa do nascimento, vieram para atender o decreto de César, faz-se, cadastrar-se, registrar e etc para o censo que estava sendo realizado. Por isso não havia lugar nas estalagens, não havia alojamento razoável. confortável. Não é porque José e Maria tinham necessidades materiais, não tinham. José tinha uma descendência, uma linhagem de pessoas de razoável condição econômica. Eles não tinham necessidades materiais.

tável. Não é porque José e Maria tinham necessidades materiais, não tinham. José tinha uma descendência, uma linhagem de pessoas de razoável condição econômica. Eles não tinham necessidades materiais. Então, o direcionamento dos acontecimentos era porque tinha que ser assim. É. Nisso que a gente tem que confiar cada vez que a gente tá caminhando, aquilo que nos parece muito catastrófico, muito doloroso, muito difícil, nem sempre é. É apenas uma reorganização ou organização da nossa caminhada. Imaginemos nós se naquele momento José tivesse entrado em desespero porque não conseguiu um lugar razoável, confortável para Maria eh se alojar, descansar. E aí acontece a urgência. A urgência é a dor física. A urgência era a dor física, a dor do parto, que a maioria de nós mulheres já sentiu. Era essa a urgência. Eles não foram lá e agora vamos organizar um estábulo, uma manjedoura, porque aqui vai nascer Jesus. E o nome já estava escolhido. É verdade. Não era porque os acontecimentos estavam se dirigindo para isso. Esses relatos que nós temos nos são trazidos pelos benfeitores espirituais, porque obviamente nós vamos encontrar no Evangelho de Lucas, que foi o que mais se dedicou a relatar o nascimento de Jesus, o a detalhar para nós, para a futura, o futuro, eh o que aconteceu naqueles dias e naquelas noites. Ele foi o que mais se preocupou sobre esse detalhamento. É no Evangelho de Lucas, no no livro dois, que a gente encontra o detalhamento, mas não sobre esse aspecto que nós estamos refletindo, porque sobre esse aspecto a gente só consegue perceber, observar e refletir com as notícias que eu chamo, eu costumo chamar de notícias dos bastidores, os amigos espirituais, os benfeitores, eles nos trazem notícias do notícias dos bastidores. As notícias dos bastidores dos grandes eventos da humanidade cristã nos são trazidas pelos benfeitores espirituais, porque de outra forma nós não as conheceríamos. E aí eles se alojam aonde é possível. E nesse nessa situação, eu mesma fiz umas perguntas

anidade cristã nos são trazidas pelos benfeitores espirituais, porque de outra forma nós não as conheceríamos. E aí eles se alojam aonde é possível. E nesse nessa situação, eu mesma fiz umas perguntas que eu precisava responder para mim. Por que num estábulo? Por que uma manjedoura? Porque à noite podia ser qualquer hora do dia. Em Belém a gente já tinha, eu já tinha alcançado. Era por causa da descendência deles, descendência direta da linhagem de Davi. O censo dizia que eles tinham que fazer o cadastramento ou recadastramento, enfim, em Belém. tinha que ser lá, não era em outra cidade, mas isso a gente já tava, já sabia que estava programado para acontecer. Então, por tudo preciso, aparentemente precisava ser reorganizado, ser redefinido? poderiam chegar e encontrar uma estalagem uma boa, confortável e até de de razoável valor, porque tinham condições para isso. Mas se tivessem se instalado numa hospedaria, as pessoas teriam acesso a Jesus? Qualquer do povo poderia ter acesso a ele, porque nos relatos simplificados, os pastores chegaram, os Reis Magos chegaram, mas não foi só isso. Muitos do povo que ouviram a boa nova naquele dia, naquela noite, chegaram. Mas isso não poderia acontecer. Por isso no estábulo, por isso se instalar num local de fácil acesso, de livre acesso. Não havia uma lista de convidados, era um rei que chegava, mas ele chegava na sua plenitude, na essência divina que ele tinha para ser homem entre nós, não para divulgar realeza, não para mostrar poder. Era poder, sim, mas era poder moral. Era autoridade. Sim, é autoridade. Mas era autoridade moral. Se não fosse num lugar de fácil acesso, não poderíamos chegar. Os que estavam ali não poderiam se acercar. E aí, guardem um detalhe, que uma pessoa visitou Jesus e mudou a história do Espiritismo. Só vamos saber quem é, mas aí vai ficar para nosso mais na frente no nosso relato. Eh, Paulo em Filipenses, ele diz que Jesus se esvaziou desde o início para nos ensinar e para provar como viver na terra. Então Jesus,

em é, mas aí vai ficar para nosso mais na frente no nosso relato. Eh, Paulo em Filipenses, ele diz que Jesus se esvaziou desde o início para nos ensinar e para provar como viver na terra. Então Jesus, ainda criança, bebê, chegando ao planeta, chegou da forma mais acessível, disse a que veio desde a hora do seu encarno, desde o momento do seu nascimento. Ele disse a que veio. só não ouviu e só não vê nós que não queremos. Mas uma breve análise, uma breve reflexão nos faz entender que ele disse a que veio desde sempre, provando que como é que nós devemos viver e ensinando como é simplicidade em tudo, facilidade. É isso que a gente deve buscar. Não havia lista de convidados, embora se soubessem que alguns já estavam a caminho como os magos, né, como os sacerdotes que vieram e outros que estavam no campo, que estavam alertas, que estavam pastoreando, que estavam cuidando, que estavam vigiando. Ouviram? provável talvez alguns de nós estivéssemos naquele contexto. Nós não sabemos quantas encarnações nós já experienciamos. É possível, mas é possível, muito provável que a gente não tenha ouvido, porque estava acontecendo, mas a cidade, a cidade estava cheia, estava em burburinho e as pessoas passavam, iam e vinham. Não ouviram, mas os pastores ouviram, os mais simples ouviram. E o bom para nós é que a gente não ouviu aquele dia, mas a gente ouviu agora. Pode ser que a gente seja os trabalhadores da última hora, pode ser da última hora. Qual hora a última? Final de um período, final de um tempo, final de uma experiência do planeta. Pode ser. Por que a manjedoura? Essa foi essa foi a pesquisa mais eh inusitada para mim. Foi um, foi uma novidade quando eu comecei pesquisar efetivamente por a eh a figura da manjedoura, porque não tinha um berço, não tinha uma cama, era um estábulo, tudo bem, mas poderia ter sido organizado de outra forma. A manjedoura era um coxo, ela foi um coxo improvisado porque era uma forma mais até e fácil pela forma como é. Quem já viu com certeza vai

lo, tudo bem, mas poderia ter sido organizado de outra forma. A manjedoura era um coxo, ela foi um coxo improvisado porque era uma forma mais até e fácil pela forma como é. Quem já viu com certeza vai lembrar. é uma espécie de tabuleiro construído normalmente de madeira que se usa para alimentar os animais no campo ou dentro de um estábulo, enfim, um local de abrigo de animais. E aí, por ele não é o pão da vida. Não foi anunciado assim, não nos foi anunciado como alimento para o espírito. Foi anunciado como o pão da vida e assim ele se colocou. Foi isso que eu encontrei e eu nunca tinha pensado sobre isso. Então, tudo na representação dessa natividade tem muito significado, tem muito detalhe mesmo. A representação do presépio que a gente tem hoje, só muitos anos depois, ela surgiu como a ideia figurativa de comemoração do nascimento de Jesus. E vejamos, foi São Francisco de Assis quem montou o primeiro presépio na Itália, foi São Francisco de Assis, porque ele queria trazer a mente das pessoas aquele dia. E a partir deste primeiro, dessa primeira montagem, e a gente fala montagem mesmo, porque você monta o presépio. O presépio você agrega coisas, não são os animais que estão lá, a vaquinha, o carneiro, a ovelha, os três rei magos, os três pastores ou um pastor, José, Maria e a criança no berço, que era o coxo, que era uma manjedoura, manjedora é de manjer. Não era, não é isso que a gente coloca no nosso presépio hoje, depois da representação que nos trouxe da lembrança que São Francisco de Assis teve. São são as nossas esperanças, são os nossos compromissos, são as pessoas queridas, são as pessoas queridas que estão adoecidas, que estão hospitalizadas, são vizinhos que a gente tem e que acha que pode ajudar mesmo não tendo acesso direto. São esperanças de que o mundo no ano que vem esteja melhor. Daqui a uns dias a gente espera, nossa, que 2026 seja mais leve, tenha menos conflitos, menos dores no planeta, nas diversas regiões do planeta. São essas coisas que a gente põe no

vem esteja melhor. Daqui a uns dias a gente espera, nossa, que 2026 seja mais leve, tenha menos conflitos, menos dores no planeta, nas diversas regiões do planeta. São essas coisas que a gente põe no presépio, no nosso presépio. Só não deveríamos de esquecer de ter este presépio plasmado para nós, para os nossos, o ano inteiro. Seria muito mais fácil pra gente lembrar. Não, a dificuldade veio, mas olha, se se ajusta, se reconfigura, se reestrutura e aí pode ser que dê certo e a gente vai caminhando. Eh, foi João que disse, viu? João no evangelho dele que disse que Jesus era o pão da vida. E aí eu encontrei essa referência para justificar por o nascimento, porque a representação ou a apresentação dele pela primeira vez na manjedoura, que era um coxo que era que dava comida para os animais, porque ele era o nosso pão desde então. Porque à noite, à noite normalmente, inevitavelmente a gente se acalma. Por quê? Porque os afazeres e os as demandas elas têm que esperar, quer seja, porque nós precisamos do dia a dia, das coisas funcionando, para que a nossa mente vá atrás de coisas para fazer, a gente não sabe ficar calmo e e tranquilo durante o dia. Normalmente a gente não consegue. Por isso que é aconselhado meditação, reflexão, lugares mais você se retirar para fazer suas preces, se recolher, mas é difícil porque o dia nos traz muitas demandas. À noite não. À noite inevitavelmente tudo se acalma. E para que Jesus nos acesse, para que aquele menino e aquela criança tivesse acesso aos que podiam ouvir, aos que podiam chegar aquele estábulo, precisava, precisava ser calmo o ambiente, precisava estar calmo. Não era a época de chuvas, não era a época de grandes intemperes, porque encontrei também relato de que provavelmente aquele senso não estava acontecendo em dezembro, mas aí isso aí é um tema para uma outra uma outra um outro encontro nosso. A gente sabe que dezembro e a organização dos meses veio muito depois e etc. escolha do dia 25 e de ser dezembro, que nem para todos os que são cristãos se se

outra uma outra um outro encontro nosso. A gente sabe que dezembro e a organização dos meses veio muito depois e etc. escolha do dia 25 e de ser dezembro, que nem para todos os que são cristãos se se configura assim, mas provavelmente era agosto ou setembro. Era tempo de não estar muito frio, nem muito quente. Tava a temperatura menos. Como sempre, tudo programado, tudo organizado, nada aleatório. Por isso a importância da gente ter estratégias paraa nossa vida. mesmo a árvore, símbolos que se agregaram depois à ideia, a imagem daquele evento, nada se agregou por acaso. Essa notícia foi bem impactante para mim, que não tinha estudado a respeito, que a tradição da árvore de Natal foi introduzida no evento, na representação do Natal por Martinho Lutero. Foi ele, a primeira pessoa que se conhece, que colocou uma árvore de Natal, que ornamentou uma árvore de Natal. Isso também é um assunto para outro encontro, mas foi ele. Então, tudo que foi se agregando a este evento ao longo do tempo da história da humanidade, nada foi colocado inserido por acaso. mesmo Papai Noel que entrou na história do Natal tem um significado porque era um bispo turco que na época já do Natal, como nós conhecemos na data que nós conhecemos, no período que nós conhecemos que é de dezembro, costumava deixar moedas nas janelas das pessoas mais necessitadas ou distribuir moedas para as pessoas que estavam na rua nesta época, porque era uma época de frio muito intenso, de dificuldades muito grandes. Então, foi quando se agregou a imagem do Papai Noel, ele eh que era São Nicolau o nome depois, né, do desencarne dele. Ele foi chamado São Nicolau. mesmo a ceia de Natal que não tinha relação com aquele nascimento, não teve nascimento no relato originário de Lucas. Ele não nos falou de ceia, mas a ceia de Natal também se agregou a esse evento, a essa chegada, porque na a época de muito frio nos países europeus, as pessoas precisavam acolher qualquer que passava e que tivesse necessidade de se alimentar, principalmente.

gregou a esse evento, a essa chegada, porque na a época de muito frio nos países europeus, as pessoas precisavam acolher qualquer que passava e que tivesse necessidade de se alimentar, principalmente. as pessoas andavam muito, né? A forma de locomoção era percorrer grandes caminhos. Então, eh as famílias costumavam dar abrigo e refeição para aqueles que estavam passando. Então, a data se misturou a isso, a confraternização veio disso e é isso que é. Nada se agregou a este evento por acaso. Por isso a gente precisa refletir nessa nessa nesse ensinamento de que nada na criação, nada na programação de Deus acontece por acaso. A gente esquece muito disso. A tristeza, a dor, o imediatismo nos faz esquecer. As nossas necessidades nos fazem esquecer. que nada está ao acaso, entregue a situações fortuitas. Se a gente tiver esta reflexão, isto como certeza, no dia que tivermos, isto como certeza, nós vamos caminhar mais tranquilamente. Nós vamos pensar no Natal, como este evento que trouxe Jesus ao planeta frágil. Aquela criança que poderia sustentar as estrelas no céu, como disse Chico, chegou frágil, chegou necessitado de cuidados. Ele poderia ter sido materializado adulto no planeta. Com certeza que poderia, mas a nossa experiência seria diferente, a nossa compreensão seria praticamente zero, porque já foi muito difícil aquela época ele ser compreendido, mesmo tendo mudado toda a história da humanidade. Mas a maioria de nós não alcançaria nem o mínimo possível desta deste acontecimento. Então aquele ser frágil que nós temos agora, a notícia trazida pela amiga nos estudos dela, no grupo João Nunes Maia, que é o grupo da pommada, nos trouxe a seguinte relato maravilhoso, que um dos que visitou Jesus naquela noite ou naqueles dias do nascimento, porque não Foi uma noite só o Natal, não. As visitas, o acesso, o conhecer aquele que chegou não se deu em uma noite. O chamado não foi só para os pastores. A anunciação, a divulgação foi muito mais célere do que nós temos hoje nas redes sociais, porque foi de

so, o conhecer aquele que chegou não se deu em uma noite. O chamado não foi só para os pastores. A anunciação, a divulgação foi muito mais célere do que nós temos hoje nas redes sociais, porque foi de emoção, foi de energia. E para quem ouviu e chegou, um dos que chegaram foi um sacerdote da época que estava prestes a se retirar do convívio com as pessoas, porque ele era portador de ranseníase. Ele era um leproso e foi visitar Jesus. E visitando Jesus orou, adorou e se retirou. do local, prestou as homenagens e se retirou. Na viagem de volta, ele percebeu sob as vestes que ele estava curado e lembrou-se que quando se aproximou de Jesus, o menino lhe tocou o dorso. Ele não sentiu nada. Ele soube já depois de ter se retirado do local que fora curado da rancenias por aquele bebê, por aquele ser que chegou ao planeta para isso, para nos curar. E nas encarnações seguintes, naquele momento, ele firmou um compromisso de amor com Jesus e com a humanidade, de que ele dedicaria a existência a estudar formas de cura para as doenças. E ao longo das encarnações seguintes, esse esse sacerdote eh dedicou-se a isso como pesquisador, como médico, como até a encarnação dele como um médico alemão, Mesmer, que nós como espíritas conhecemos quem foi o espírito Mesmer, mas antes disso não sabíamos, eu não sabia que ele tinha sido um sacerdote. portador de rancenias e curado pelo menino ou então menino Jesus. Naquela noite, quando eu digo que eventos nos são trazidos pelos amigos espirituais, que são dos bastidores, é porque vale muito a pena a gente ler, muito a pena a gente pesquisar, porque essa literatura, essa divulgação, essas histórias, elas estão aí para nos ajudar a compreensão. E Mesmer, médico alemão, desenvolveu um método que até hoje é muito utilizado, pesquisou mais profundamente e ficou conhecido por isso. A gente pode fazer uma pesquisa pelo nome dele, simples assim, Meshmer, não tem outros. Você vai encontrar um médico alemão no século XVI, se não me engano, que eh desenvolveu a técnica de

o por isso. A gente pode fazer uma pesquisa pelo nome dele, simples assim, Meshmer, não tem outros. Você vai encontrar um médico alemão no século XVI, se não me engano, que eh desenvolveu a técnica de cura pelo magnetismo, estudava o magnetismo. trouxe, mesmo a gente tendo a bênção do esquecimento nas nossas reencarnações, ele tinha muito forte nele a cura que ele recebeu, a manifestação do do magnetismo de Jesus em todas as passagens bíblicas, em todos os relatos de todos os evangelistas do Novo Testamento inteiro. Tudo que Jesus fez com a capacidade que ele sabia usar do magnetismo foi impressionante. Eu espero que a gente lembre disso, qualquer de nós, que precise usar uma sala de cura aqui na comunhão. Porque os médiuns que estão trabalhando ali estão trabalhando com magnetismo. Eles estão ali nos dando aquilo que aprenderam e aquilo que o coração tem. um monte de amor, monte de vibração, mas que precisa se manifestar pelo magnetismo. E foi esse médico alemão que em espírito já desencarnado aqui no Brasil ditou a fórmula da pomada do vovô Pedro para João Nunes Maia, um médium espírita. E desde então essa pomada tem sido fabricada em diversos lugares do Brasil, antes levada quase que especificamente pela grande necessidade aos rancenianos. Tem um grupo da comunhão que viajou por quase 40 anos para a colônia Santa Marta e para o bairro Novo Paraíso em Anápolis. Colônia Santa Marta era de rancenianos. A gente só chegava lá com essa pomada. E quando não se tinha essa pomada, quando terminava, eles pediam, a gente encaminhava essa pomada. Anápolis até hoje recebe isso. E hoje, quantos já chegam aqui nesta casa e em outras casas espíritas e vem em busca dessa pomada para diversos mares. transmitida a fórmula no Brasil para um médium no Brasil pelo sacerdote curado pelo menino Jesus com o magnetismo que ele ser pleno tinha consciência e domínio completo, essência completa e que nos disse por diversas vezes que temos essa mesma capacidade. que podemos desenvolver e refletir sobre

com o magnetismo que ele ser pleno tinha consciência e domínio completo, essência completa e que nos disse por diversas vezes que temos essa mesma capacidade. que podemos desenvolver e refletir sobre isso. Então, se esse evento, se essa chegada, por mais que você não seja cristão, por mais que você não tenha religiosidade nenhuma, que não queira se dedicar a nenhum tipo de reflexão sobre isso, esta chegada só do aspecto histórico, não tem como ser desprezada, não tem como esse evento ser esquecido. Não tem como a gente não dar a importância e não sentir e não sentir muito, muito amor em nossa direção. Muita misericórdia de Deus em mandar este ser filho dele, como todos nós somos. Todos estamos sinalizados. Nós temos sinal. Nós temos o sinal do criador em nós, porque só um cria. Só um cria. Dizer o contrário, se dizer não acreditar ou não querer, você pode negar a paternidade quanto você quiser. Mas Jesus veio assim, bebê, frágil, mas é pleno, consciente das suas capacidades. aquela cura feita aqueles naquele sacerdote para o que ele precisava precisamente para refletir por milênios em favor da humanidade. Nada foi feito por acaso. Mesmer recebeu, conhecido agora como Mesmer por nós a época, outro nome e outros e outros nomes nas diversas encarnações até que pudesse nos trazer já côncio da da capacidade deste remédio e transmitir a pomada. mais de 2000 anos depois ele trouxe isso pra gente. Então, é possível a gente achar que tudo isso é história, que são relatos colocados num papel aí, que são relatos escritos pelos discípulos, pelos contemporâneos e que isso não vai tocar a gente é impossível. Eu acho que a gente vai sair daqui mais feliz, sabendo que nada disso foi por acaso, que isso não é a representação do nascimento de Jesus, que é Deus conosco. Nada ali é por acaso. Os nomes não são por acaso. Mesmo Belém, o nome da cidade não é por acaso. Nada ali aconteceu aleatoriamente, como nada na nossa vida é, na nossa existência, desde a nossa criação. Essa é uma certeza que a gente deve ter

acaso. Mesmo Belém, o nome da cidade não é por acaso. Nada ali aconteceu aleatoriamente, como nada na nossa vida é, na nossa existência, desde a nossa criação. Essa é uma certeza que a gente deve ter da absoluta condução das nossas das nossas energias, desde que a gente deixe, desde que a gente consiga pelo Deus, pelo nosso criador, pelo pai de Jesus, pelo nosso pai. Muito obrigada. Obrigado também a Ângela, né, pelas reflexões desta manhã, né, bastante estudo, pesquisa, né, e essa mensagem final de que nada é por acaso, né, tá tudo, embora a gente não consiga observar sempre diante dessa da palestra, desse momento de uma reflexão íntima, que levemos novamente o nosso pensamento ao alto. Agradecendo a Deus, nosso pai por todas as bênçãos que recai sobre cada um de nós. A toda equipe do Dr. Dizer de Menezes, que ampare o nosso íntimo, que possa visitar cada lar que se encontra acompanhando a gente neste vídeo ao vivo online, cada mensagem de pedido de oração que se encontra no chat, que a equipe possa acompanhar os pedidos rogando orações. orando por cura do corpo e também no nosso íntimo a cura das chagas que trazemos no nosso íntimo. Que possamos sair daqui fortalecidos nessa certeza de que não estamos sozinhos e que Deus é o pai de todos nós. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque

a] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música]

o seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos [música] olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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