VIRTUDE EM LUZ - Angela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/08/2025 (há 7 meses) 49:11 338 visualizações

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Transcrição

Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, todos aqueles que nos acompanham aqui presencialmente no Salão Bezerra de Minezes, também aqueles que nos acompanham, né, pela pelo YouTube. Já saúdo aqui a Aline, o Gilberto, a Rosana, Gabriela, Giovana, Emiliana, Maria Antônia e tantos outros que vão chegando aí. Pode deixar um comentário. Sintam-se todos muito abençoados, né? Estamos aqui hoje, né, com a nossa irmã Ângela Colares, que vai trazer o tema virtude em luz. E aí, como é de prash, a gente sempre pega um trecho de um livro para fazer uma leitura, ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos. E eu trouxe aqui o livro Sinal Verde, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. São mensagens curtas, né, e com um rico conhecimento. Capítulo 42, festas. Todos os motivos para festas dignas são respeitáveis. Entretanto, a caridade é a mais elevada de todas as razões para qualquer festa digna. Ninguém há que não possa pagar pequena parcela para a realização dessa ou daquela empresa festiva destinada à sustentação das boas obras. Sempre que possível, além da sua cota de participação num ato festivo com fins assistenciais, é importante que você coopere na venda de pelo menos cinco ingressos no campo de seus amigos a benefício do empreendimento. Mesmo que não possa comparecer a uma festa de caridade, não deixe de prestar a sua contribuição. Festejar digamente em torno da fraternidade humana para ajudar o próximo é uma das mais belas formas de auxílio.

não possa comparecer a uma festa de caridade, não deixe de prestar a sua contribuição. Festejar digamente em torno da fraternidade humana para ajudar o próximo é uma das mais belas formas de auxílio. Se você não dança, não é aconselhável seu comparecimento a um baile. Nos encontros esportivos, é melhor ficar à distância se você ainda não sabe perder. Se você possui dons artísticos, quando puder, colabore gratuitamente no trabalho que se efetue em auxílio do ao próximo. Nas comemorações de aniversário, nunca pergunte quantos anos tem o aniversariante, nem vasculhe a significação das velas postas no bolo tradicional. Conduza o empreendimento festivo sob a sua responsabilidade para o melhor proveito em matéria de educação e solidariedade, que sempre se pode extrair do convívio social. Aprendemos a não criticar a alegria dos outros. Então, uma reflexão aqui de André Luiz sobre atos festivos, né? Achei interessante algumas coisas assim. Se você não sabe dançar, não vá ao baile. Se ainda não sabe perder, não vá a evento esportivo, né? Porque faz parte a vitória e a derrota. Não perguntar a idade, né? Ante, né? Tem aquele o paradigma, né? Nunca pergunte a idade para uma mulher, né? Que aí você pode ficar em maus lençóis. Eh, e até falando de festas, lendo aqui, eu lembrei, né? Assim, ele convida, né, da gente participar de festas, né? O meio espírita é bem festeiro, né? Então, e tem bastante comida normalmente e aproveito até a deixa para falar, né, que vamos ter a mostra de arte e cultura espírita aqui na Compírita de Brasília nos dias 5, 6 e 7 de setembro. Então, sintam-se todos muito bem convidados, né? Teremos bastante comida ali do lado de fora e também teremos apresentações artísticas estão sendo preparadas já há algum tempo, né? Então, fica o convite pra gente estarmos juntos ali em comunhão, né? Ancorados em Jesus. e na proposta, né, que os espíritos nos trouxeram aí e foi codificado por Kardec. Bem, após essa pequena reflexão de André Luiz, elevemos nosso pensamento ao alto,

em comunhão, né? Ancorados em Jesus. e na proposta, né, que os espíritos nos trouxeram aí e foi codificado por Kardec. Bem, após essa pequena reflexão de André Luiz, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a Jesus, nosso mestre e nosso guia, pelos ensinamentos que eles nos deixou e reverbera até os dias atuais. Agradecendo toda a espiritualidade que também aqui se faz presente, nos amparando, nos auxiliando em nossas reflexões para nos lorarmos cada um de nós em seu momento. Pedimos humildemente que ampare a nossa irmã Ângela para que ela seja intuída em seus pensamentos e em sua palavra, trazendo o tema da palestra de hoje. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia novamente. O que nós fazemos aqui não é uma palestra, na verdade. Nós escolhemos um tema e a gente reflete sobre ele. E nós temos nos temas anteriores falado é recorrentemente sobre as nossas virtudes, sobre suplantar nossas imperfeições e deixar fluir nossas virtudes. Mas no tema de hoje, especificamente, ele diz respeito à passagem conhecida como a passagem do evangelho, conhecida como a passagem da mulher morro. Ela não tem nome explicitado nos Evangelhos. Marcos, Mateus e Lucas falam sobre este mesmo evento, sobre este mesmo fato e contam pouco ou resumidamente o que aconteceu ali, porque Jesus trabalhou em obras. Então, quando nós buscamos eh os exemplos, quando nós buscamos os fatos, é neles que nós vamos descobrir o que era exatamente que Jesus queria nos dizer. Só conhecemos uma passagem do evangelho em que Jesus tenha escrito de próprio punho, que é a passagem do apedrejamento ou da tentativa, né, de julgamento da multidão em que ele escreve na areia e depois apaga. De modo que se nós buscamos no Evangelho os fatos como eles estão narrados e se fizermos uma busca em como eles estão relatados pelos evangelistas, nós vamos buscar, nós vamos encontrar de verdade o que era que Jesus queria nos ensinar. Então, aparentemente trata-se da passagem de mais um dos milagres, mais um das mais uma das formas de amor

tas, nós vamos buscar, nós vamos encontrar de verdade o que era que Jesus queria nos ensinar. Então, aparentemente trata-se da passagem de mais um dos milagres, mais um das mais uma das formas de amor em luz que Jesus eh nos nos legou, que ele nos mostrou, que ele nos ensinou, porque ele nos ensinava como buscar e nos ensinou como fazer, porque disse que tudo que ele fizesse nós teríamos também condições de fazer, nós seríamos capazes de fazer. E nesta passagem relatada ali em Lucas, eh, no capítulo 8, versículo 44 a 46, ele começa a relatar a chegada de Jesus à cidade. E vejam bem que aí numa obra espírita de Amélia Rodrigues, ela dá uma explanação sobre o que envolveu o episódio, o antes, o durante e as consequências do acontecimento. O livro dela é Premissas do Reino. Ela fala no capítulo 14 do livro detalhes sobre essa passagem, sobre este acontecimento. Então, ela conta que Jesus vinha de uma tarefa onde ele tinha sido chamado para expulsar demônios. entrava na cidade e a multidão já se achegava, muita gente, e ele foi interceptado pelo chefe de uma das guardas que precisava, de uma das equipes, de uma das guardas humanas que precisava de cuidados para a própria filha. A gente conhece também essa passagem, mas ao passar, já se dirigindo para uma nova tarefa. E tudo isso é aprendizado, porque Jesus está estava sempre agindo. não estava tão preocupado com a teoria, não estava tão preocupado com a instrução, como às vezes a gente fica achando: "Eu preciso aprender mais, eu preciso ler mais, preciso conhecer mais livros, estudar mais os evangelhos, preciso decorar as passagens bíblicas, preciso conhecer os livros que Chico publicou, preciso ler todas as obras de André Luiz. que nos ensinam a vida cá e a vida lá na nossa origem. Preciso conhecer as obras básicas que Kardec codificou, que nos trouxe para ajudar a nos portar como cristãos, como espíritas. Mas nem tanto isso nos será tão útil quanto a ação, quanto colocar em ação esses ensinamentos que, na verdade trazemos, porque nós estamos aqui pela

ajudar a nos portar como cristãos, como espíritas. Mas nem tanto isso nos será tão útil quanto a ação, quanto colocar em ação esses ensinamentos que, na verdade trazemos, porque nós estamos aqui pela primeira vez, com certeza, trazemos por intuição em nós o bem que devemos cultivar, a o bem em ação que devemos ter. Vinha Jesus de uma tarefa, estava se dirigindo para outra quando no meio da multidão, ele sentiu alguém tocar nas vestes. E esta mulher conta na história ampliada, conta o evangelista que Jesus disse: "Quem me tocou?", perguntou ele. E os apóstolos? Mas como nós vamos saber? Tem milhares de pessoas ao redor. Ele estava completamente rodeado de pessoas e era uma grande multidão que se aproximava, que queria ver, que queria falar, que queria interceptar, que queria pedir. Mas ele disse: "Não, mas eu senti que alguém me tocou porque eu senti sair de mim uma virtude em luz". Tem uma música da Elizabeth Laceda, que eu não sei se é autoria dela, mas ela gravou e a versão é fantástica, que ela relata isso, essa passagem. É linda a música, depois eh vale a pena ouvir. E ele diz: "Saiu de mim uma virtude em luz". Era uma virtude de cura. Era ele falando da capacidade dele de curar, de transmutar energia, de proporcionar o bem-estar para quem nem mesmo ele tinha tido um contato direto. Ele nem mesmo recebeu o pedido, a rogativa dela. Ele nem mesmo a viu. sentiu a pessoa que tocou as vestes dele e ela faz isso e pretendeu fazer isso, nos conta a Amélia Rodrigues, no absoluto anonimato, porque ela já vinha de 12 anos de reclusão social. Ela passou 12 anos se escondendo porque tinha um sangramento, um fluxo de sangramento permanente que atornava aos olhos dos familiares e dos amigos e do ciclo social que ela havia frequentado. Uma pessoa impura. Ela tinha uma doença, ninguém conhecia a doença e ela sangrava permanentemente. Então, se ela ela não podia fazer as refeições com os amigos, com os familiares, porque ela tinha um problema que eles conheciam e que ninguém curava,

conhecia a doença e ela sangrava permanentemente. Então, se ela ela não podia fazer as refeições com os amigos, com os familiares, porque ela tinha um problema que eles conheciam e que ninguém curava, já tinha sido tentado um tratamento. É verdade que eh havia sido tentado um tratamento, ela já tinha frequentado alguns médicos, tinha pedido outro tipo de ajuda, mas ela que então nem cristã era que nem conhecia as mensagens do mestre, que nunca tinha ouvido uma pregação dele, ela ouviu que ele era da Galileia, que era um rabi que era médico de almas. E ela estava com a alma ferida, porque eram muitos anos de segregação do convívio com os mais queridos, do convívio social. E ela quis, ela agiu, ela se preparou para acessar Jesus e não pretendeu sequer ter o direito ou a condição de falar com ele, porque sabia ser muito difícil. Ela saiu de onde estava e se colocou em uma posição na passagem de Jesus. na expectativa de que se ela estendesse as mãos e conseguisse tocar as vestes de Jesus, ela estaria curada. E foi assim que aconteceu, porque ela agiu, porque ela se dirigiu e porque ela buscou Jesus. Foi assim que essa virtude em luz, uma virtude curativa ou uma energia restauradora emanou do mestre para a cura que ela precisava. E imediatamente ele se voltou, ele falou com ela, ele a viu e ela ainda teve uma posição de subserviência porque tinha medo que fosse repreendida, porque tinha se exposto, porque tinha tocado, porque ela era considerada impura. Mas o mestre a viu, o mestre falou e ele restaurou. Não foi só a saúde, foi a condição emocional e psicológica que ela precisava, foi a certeza de que ela era vista. A gente esquece muito disso. Nós esquecemos que nós somos vistos por Deus, que ele não só nos criou e nos colocou neste planeta pra gente se virar aqui e aprender a suplantar as nossas dificuldades e ir rolando como pedras, ladeira abaixo e morro acima e e passando pelas diversidades. Ele nos colocou aqui como filhos, não como criaturas apenas. Mas se nós não

r a suplantar as nossas dificuldades e ir rolando como pedras, ladeira abaixo e morro acima e e passando pelas diversidades. Ele nos colocou aqui como filhos, não como criaturas apenas. Mas se nós não temos esta certeza, de nada nos adianta nos declararmos cristãos, nos declararmos conhecedores de uma ou outra teoria, de uma ou outra passagem do Evangelho, leitores de André Luiz, de Chico Xavier e o a eh assistidores de palestras e tomadores de paz Nós precisamos saber que estas pessoas que intermediam inclusive as bênçãos e as virtudes de Deus para nós, se nós próprios ainda não conseguimos isso, nós temos que ter a certeza que tem pessoas nos grupos de cura, de auxílio físico, espiritual. Nesta casa nós temos este trabalho. Nós temos as salas que são de restabelecimento físico e espiritual para quem se encontra doente do físico e do espírito. E tanto esses médiuns que têm essa capacidade sabem de como esse fluído curador emana da pessoa, do amor que ela tem e alcança aquele que necessita e que busca. Aquele que vem buscar se restabelecer. Isso é fato, isso é real. tá nessa passagem do evangelho. Nós não criamos isso. Kardec não inventou isso. André Luiz não divagou sobre isso. É fato. Está aqui. Há virtudes em nós que são capazes de alterar a nossa realidade. Primeiro, óbvio, devem ser assim, mas alterar a realidade do outro. E se nós aprendemos a utilizar, a potencializar, a agir com essas virtudes, nós temos condições sim de interferir na realidade. E nós não conseguimos dar nenhuma opinião, expressar nossa vontade sobre os conflitos que estão acontecendo no nosso planeta. E nós não temos condições de fazer isso hoje no normal nosso. Nós temos condições de agir em nós mesmos sobre as doenças físicas que nos atingem, as doenças do corpo, cansado por algum motivo, maltratado por alguma vigilância nossa. Nós temos essa condição e temos condições de usar. esta capacidade em prol dos outros. Essa bênção da mediunidade, de cura, de potencialização da fé nossa e do outro, ela é extremamente necessária e

. Nós temos essa condição e temos condições de usar. esta capacidade em prol dos outros. Essa bênção da mediunidade, de cura, de potencialização da fé nossa e do outro, ela é extremamente necessária e foi uma dádiva. Esta mulher tinha uma sentença de isolamento contra ela. Quantos de nós não vemos, não convivemos ou não sofremos algum tipo de necessidade que nos leva ao isolamento? Quantos de nós não temos isso? Mas quantos de nós procuramos no lugar certo, no médico de almas, nos médico das nossas almas? Quantos de nós? Ela procurou inúmeros médicos. Ela acreditou que este mestre, que este homem a curaria e ela agiu em busca da cura dela. Após 12 anos de sofrimento. Ela acreditou que aquele que não era médico poderia curá-la e foi até lá. E ele fez o quê? usou o amor para manipular os fluídos. Os médiuns sabe bem o que é isso. Nós devemos todos nós saber que nós temos esta capacidade. Na Gênese, Kardec fala sobre milagres e predições. Esse foi um dos milagres de Jesus. E ele diz aqui: "São extremamente variados os efeitos da ação fluídica sobre os doentes de acordo com as circunstâncias. Algumas vezes é lenta e reclama tratamento prolongado, como no magnetismo ordinário. Outras vezes é rápida como uma corrente elétrica. Há pessoas dotadas de tal poder que operam curas instantâneas em alguns doentes por apenas a imposição das mãos ou até exclusivamente por ato de vontade. Todas as curas desse gêneros são variedades do magnetismo e só diferem pela intensidade e pela rapidez da ação. E aqui já só isso, já nos serve de tema para um estudo muito aprofundado sobre isso, sobre o que é esse fluído espiritual que Jesus mostrou aqui, que ele disse que saiu dele, que ele disse que chegou até ela e que ela provou que chegou, que ela recebeu, que ela se colocou em condições de recepção. Porque também temos que entender isso, que para que nós possamos receber a cura, nós temos que nos colocar em condições de acessar misericórdia de Deus. Ela é constante, permanente e infinita em nosso favor. Basta que a

que entender isso, que para que nós possamos receber a cura, nós temos que nos colocar em condições de acessar misericórdia de Deus. Ela é constante, permanente e infinita em nosso favor. Basta que a gente faça uma leitura da nossa trajetória, cada um de nós, porque já chegamos aqui em completo incapacidade. A gente já entra no planeta necessitando da misericórdia dos pais, da mãe e ou de um outro parente. Nós já precisamos desses cuidados. E ele providenciou pelo pelas mãos de quem quer que seja. Ele providencia o auxílio e nós vamos passando achando que a gente tá com sorte. Ah, me tive sorte. Ah, eu, nossa, que bom. Olha, eu tenho maior sorte de nascer nessa família. Eu tenho muita sorte de morar nessa cidade. Eu tenho muita sorte disso e daquilo. E esquece que isso é misericórdia e que se você recebeu, você merece. Não é para você ficar menos feliz porque o outro não tem igual a você. É para você aproveitar isto e multiplicar essa misericórdia. Então, se você tem essa capacidade de se concentrar, de ser mais eh equilibrado, mais pacífico e mais brando, multiplica isso. Isso é não colocar a candeia embaixo do alqueire também, porque você conhece, sabe que pode usar e como usar, use. Mostre ao outro como pode usar. Venha para a casa espírita, agregue-se a um dos grupos de estudo, de tratamento, de passe, de fluidificação, de vibração. Qualquer que seja a potencialização que você puder para dar para sua capacidade, isso é ação. Jesus vinha de um trabalho, estava se dirigindo ao outro e entre um e outro ele agiu também. Ele tá sempre nos ensinando. E não é com as passagens bíblicas, com os relatos, com as mensagens, com as preces escritas. Isso também nos alimenta, também nos reforça. Mas é sempre com ação que ele nos ensina. Os médiuns que trabalham nos grupos de cura, que desenvolvem essa capacidade, que sentem isso, conhecem bem o que é este fluído curador, o que é esta virtude que nós temos e que podemos desenvolver em nós. Eles sabem do que se trata. Eles sabem como utilizar em favor do

cidade, que sentem isso, conhecem bem o que é este fluído curador, o que é esta virtude que nós temos e que podemos desenvolver em nós. Eles sabem do que se trata. Eles sabem como utilizar em favor do outro. Mas é verdade que todos nós temos essas capacidades. Nós temos essas virtudes porque elas elas vêm conosco, são a nossa bagagem para o planeta. Nós não estamos aqui de forma aleatória, não estamos aqui ao acaso. Poderíamos estar num planeta mais primitivo, num mais elevado. Alguns de nós, com certeza, a gente vê bem quem poderia estar. Já tivemos convivência com diversas pessoas que poderiam estar, que conhecemos pelas suas obras, principalmente, que poderiam estar em outro planeta. Sim, melhor, mais equilibrado, onde o amor já estivesse mais vibrante, aqui ainda não estamos. Mas não significa que nós não estamos a caminho. Nós estamos todos a caminho. E é necessário que a gente conheça as nossas capacidades pra gente se curar e ajudar a curar os outros. Porque fomentar a tristeza comentando que aquilo realmente, olha, realmente é muito doloroso. É, tá muito difícil. É, o mundo tá difícil. Nossa, as coisas estão muito complicadas, né? O homem é mal, o homem está mal, o homem está provocando muitas dores. Ou seja, você ao invés de te oferecer a cura, você oferece o agravamento da situação da pessoa. OK? Nós não somos médicos, eu não sou. Eh, nós não temos o conhecimento para e não devemos receitar nada para ninguém, mas tem uma receita que é infalível e essa a gente pode dar. É prece, é o remédio da alma, é a busca, é ação em busca de Jesus. Tem um livro que chama Deus, eu preciso de um milagre. Eu não me lembro agora quem é o autor, mas neste livro fala de como você busca o milagre, de como você se coloca à disposição desse milagre, como ela fez, como a mulher chamam morroíça, porque na verdade eh, de forma equivocada achava-se que esse era o fluxo menstrual dela. por algum tempo achou, mas nos estudos e nos relatos eh do livro, como é que é o nome? Premissas do reino

oíça, porque na verdade eh, de forma equivocada achava-se que esse era o fluxo menstrual dela. por algum tempo achou, mas nos estudos e nos relatos eh do livro, como é que é o nome? Premissas do reino da de Amélia Rodrigues, ela explica que, na verdade, ela tinha um problema de hemorroides. Então, ficou conhecida a passagem pela mulher Morrissa. Era isso. Ela não teve nome pra gente, mas para Jesus ela teve um impacto grande a ponto da fé dela, tão forte, tão verdadeira, que ela lançou as mãos até as vestes de Jesus, sem que ele a conhecesse. pediu para falar com ele, não disse o seu nome e sequer disse o que sentia, onde precisava da cura. Não disse absolutamente nada. Ela tinha a plena certeza que ela seria curada. E assim nós podemos agir. Nós podemos agir com a certeza de que a gente tem esse esse direito de pedir, de rogar por socorro. de pedir a misericórdia de Deus sem medo, porque dos nossos defeitos ele já conhece. Nós somos vistos sempre. Não há alguém neste planeta, nenhum de nós, que ande sozinho. Estamos todos sempre sendo vistos e temos o Pai que nos conhece. sabe das nossas dificuldades. Mas alguma vez Jesus escolheu quem ele ia auxiliar? Disse ele: "Você é impuro, fica aqui desse lado que eu preciso lidar com esses que me ouvem, que me entendem, que me aceitam." Nunca foi assim. sempre disse ele que veio para os doentes e nós doentes ainda em algum aspecto da vida emocional, psicológico, físico, doentes da alma, doentes do espírito, vacilantes na nossa fé, precisamos sempre desse mestre, porque nós precisamos dessa virtude curativa. Nós precisamos desses fluídos amorosos. E temos onde buscar, porque se ainda não conseguimos ver o mestre, tocar as vestes, nós temos os os amigos espirituais encarnados e desencarnados que têm essa condição de nos ajudar, porque são os medianeiros, são os intermediários, são os prepostos, né? Não em representação moral. Não é disso que estamos falando. Estamos falando daqueles que conhecem o amor e que sabem transformar esse amor em

medianeiros, são os intermediários, são os prepostos, né? Não em representação moral. Não é disso que estamos falando. Estamos falando daqueles que conhecem o amor e que sabem transformar esse amor em virtude de cura. e potencializar essa capacidade tão, tão simples, aparentemente tão latente em nós, às vezes tão reduzida pela nossa falta de conhecimento de nós mesmos. Mas sempre que a gente precisar, a gente pode se dirigir ao mestre e ele vai perguntar para nós: "Por que que você tá me tocando? O que é que você precisa, o que é que você quer? E com muita felicidade ele poderá também nos dizer: "Vai, que a tua fé te curou. Você está curada do teu sentimento que não está equilibrado, da tua vibração que ainda não é a mais feliz da tua doença física, que na verdade é uma projeção da doença do teu espírito. Ele poderá nos dizer isso e fará com certeza que assim que nós precisarmos. Para encerrar, eu vou trazer uma uma colocação de Platão sobre as virtudes. Ele diz que virtudes são as forças da alma que direcionam o ser humano para o bem, acessíveis a todos. E ele falava que virtudes é um conjunto, pensamento, sentimento e ação. Nesta passagem do Evangelho, nós tivemos exatamente isso desta mulher que confiando na cura, tendo a fé de que seria beneficiada com a virtude de Jesus, ela teve ação, ela teve fé e ela se organizou a demais para isso. saiu de onde estava, se colocou onde Jesus ia passar e eh recebeu a virtude, aceitou, procurou e recebeu. Que seja assim com todos nós, com as nossas dificuldades, porque a gente precisa brilhar. A virtude em luz é isso. A virtude deve sair da gente. Quanto mais a gente tiver um aprimoramento moral, uma condição melhor de compreensão de nós mesmos, do nosso papel aqui, da nossa condição da paternidade de Deus, o reconhecimento da paternidade de Deus, e nós podemos começar a brilhar, essas virtudes poderão começar a florescer em nós. sair desse estado latente, dessa condição que nós temos, a gente precisa avançar. Isso precisa ser real, isso precisa ser um

demos começar a brilhar, essas virtudes poderão começar a florescer em nós. sair desse estado latente, dessa condição que nós temos, a gente precisa avançar. Isso precisa ser real, isso precisa ser um fato também pra gente que seja assim, que Jesus nos abençoe o dia, que o Mestre nos conduza os pensamentos, a vibração, a vontade para o bem. que a gente possa vibrar assim no dia de hoje todo, cada contratempo do dia de hoje, pelo menos do dia de hoje, que nós possamos enfrentar de forma diferente, sabendo que estamos aqui todos juntos, que aquele que nos afronta ou aquele a quem nós afrontamos também foi criado por Deus e que assim a gente vai conseguir se equilibrar e viver melhor, pelo menos nós. Se os outros ainda não conseguirem, mas nós temos o primeiro compromisso que é conosco. Muito obrigada a todos. Muito obrigado também a Ângela pelas reflexões desta manhã nessa linda passagem, né, do Evangelho, um exemplo de fé e acho que ela frusou bem e também de ação, né, de se organizar e se colocar em ação, não somente acreditar. agradecer também todos que estão aqui presentes no Salão Bezerra de Menezes, né? A gente tá aqui conectado, né, no mesmo propósito de ajudarmos interiormente nossas energias, pensarmos um pouco, né, sobre algo além e da vida material. Agradecendo também todos que estão aqui na internet, né? Eu vejo comentários aqui da Vitória, Ananda, Jennifer, Pedro, Jara, a Rosana compartilhando que ficou feliz por ter pedido ajuda aqui na comunhão, ter passado pelas salas de cura. Bção de luz para todos, né? Agradeço sempre a acolhida da casa, né? Então, como é o espírito, é a casa que nos acolhe, né? A todo momento, se a gente tiver um eh essa reflexão íntima, né? ao entrar ali na naquele portão, a gente já sente algo diferente, né? A Mais Braga, eh, em alguns momentos nas palestras dela chega até a falar, né, a orientação que ela recebeu, né, de que ter a consciência de que ao passar daquele portão está pisando no solo sagrado, né? Existe todo um amparo aqui e a gente se sente

s dela chega até a falar, né, a orientação que ela recebeu, né, de que ter a consciência de que ao passar daquele portão está pisando no solo sagrado, né? Existe todo um amparo aqui e a gente se sente realmente acolhido, né? Tem até a música que fica tocando, né, antes de começar a palestra, né, a que eu aprendi. E a letra da música fala muito bem isso, né? Eu também até vou procurar a música da que a Ângela falou, né, para poder também a gente refletir nessa passagem evangélica. Então, agradecer a todos que estão aqui presentes, em especial a Ângela por ter organizado o tema e apresentado, né, trocado, compartilhado, né, as percepções dela com relação à passagem evangélica. E aí, nesse sentimento de gratidão, levemos nossa novamente o pensamento a Deus, agradecer por esta oportunidade, por este dia que se inicia diante de nós, essa página em branco que começaremos, que já começamos a escrever desde o momento que a gente abriu os olhos, mas continuaremos a escrever durante o dia. que a gente possa sair desta palestra, deste momento com as nossas energias renovadas, saindo melhor do que aqui chegamos, que a gente possa exercitar no nosso dia a dia e sairmos daqui com essa mensagem, com essa história, com esse acontecimento, termos nesta mulher a inspiração para exercitarmos nossa fé. e nos colocarmos em ação, porque Jesus é o médico das almas e ele está à nossa disposição para nos ajudar, nos auxiliar nas nossas doenças do corpo, nas nossas doenças da alma. Basta a gente se movimentar, basta a gente acreditar que possamos sair daqui renovados. Levemos, levemos nossa, essas energias positivas que a gente recebe pro nosso ambiente de trabalho, pro nosso ambiente de estudo, em especial para o nosso lar, para o ambiente em que a gente vá todas as noites. Que todos possam também ser beneficiados de todas essas bênçãos, que permanecemos nesse silêncio íntimo e nos preparemos para o momento seguinte. do passe, seja virtual ou presencial. Que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus.

ser beneficiados de todas essas bênçãos, que permanecemos nesse silêncio íntimo e nos preparemos para o momento seguinte. do passe, seja virtual ou presencial. Que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.

a colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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