A RELIGIÃO NATURAL - Vinícius Cabral [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/04/2026 (há 1 mês) 604 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui [música] para agradecer [canto] de coração. A paz [canto] [música] dentro de mim que [canto] encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver [música] doando [canto] amor, vibrando. >> Uma boa noite a todos. Iniciando a palestra das 18. Nesse momento, eh, eu vou ler um trecho do que a gente vai, eh, compreender melhor aqui e dentro desse texto trazer uma prece. Então, vou trazer um texto de Albert Einstein que diz assim: "A minha religião consiste numa admiração humilde ao espírito supremo e ilimitado, que se revela a si mesmo nos mínimos pormenores, que estamos aptos a captar com as nossas fracas mentes e com profunda certeza de um poder superior que se revela universal. Então, meus irmãos, nos coloquemos agora nessa conexão com o divino, aonde com certeza por buscar uma melhoria, por entender que Deus nos ama completamente, indistintamente, incondicionalmente, nós podemos cada vez mais elevar a nossa fé ainda muito, muito menor do que um grão de mostarda, mas com certeza com grande capacidade para um crescimento produtivo, construtivo e amoroso em nossas vidas. que possamos nesse momento abrir o nosso coração, ser como um copo vazio, prontos ao aprendizado, pois ainda na nossa condição de enfermos, como Jesus deixou claro que não estaria para os sãos, e sim para os doentes, Nós reconhecemos as nossas falhas, abraçamos o arrependimento e nos colocamos no caminho da melhoria e da verdade divina. Graças a Deus. Graças a Jesus. Então, hoje, continuando a série do Ramed com esse livro, Um modo de entender, uma nova forma de viver. Eh, eu sempre repito e vou repetir, foi esse livro foi um divisor de águas na minha vida e hoje estamos chegando ao fim dele, né, a lição 44, a religião natural. E Ramed começa citando Paulo em primeiro aos Coríntios, capítulo 3, versículo 16. Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Então ele inicia falando sobre Yung. Yung descobriu algo fundamental

em primeiro aos Coríntios, capítulo 3, versículo 16. Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Então ele inicia falando sobre Yung. Yung descobriu algo fundamental que é o inconsciente coletivo. Nessa descoberta, ele poôde trazer algumas eh das mais possíveis interpretações que ele teve, né, chamada self. o selfie para algumas outras filosofias, né? A gente tá trazendo isso como ciência, porque o espiritismo corrobora com a ciência. Em outras filosofias, o self pode ser tratado como o eu superior. Então, dentro de nós temos a consciência e a inconsciência. o consciente e o inconsciente. E quem controla isso tudo é algo chamado selfie ou eu superior ou pro espiritismo, a consciência divina que está implantada em todos nós, né? Então, é uma identidade objetiva, ela trata objetivamente daquilo que nos faz mais amáveis. Só que para encontrar com ela é uma capacidade que todos temos para encontrar o nosso Deus interior, como Paulo de Tarso falou. Deus habita em vós. Nós precisamos acabar com os nossos filtros. Que filtros? O da ignorância, do orgulho, do preconceito, do medo, da inveja, da maledicência. E por que não dizer do ego? Exatamente por isso que Jesus deixou claro. Eu não estou para os sãos, eu estou para os doentes. E quando ele disse eu estou, não foi o meio estar, foi um estar inteiro, completo. Só que assim como Jesus vibra numa frequência altíssima na divindade, Deus emana o seu amor em forma de progresso, em forma de evolução, de tranquilidade, de paz, mas é a nossa responsabilidade se conectar com isso. Não é responsabilidade de Jesus. nem do nosso mentor, nem do nosso anjo, nem de quem quer que seja, muito menos do nosso cônjuge, é nossa. Mas existe uns com os outros algo chamado incentivo. Exatamente isso que Jesus nos trouxe, o incentivo. Por isso ele deixou claro, eu não vim trazer a paz, eu vim trazer a espada. Que espada é essa? é o conhecimento que mata a ignorância. Assim como Buda afirmou, a guerra real não é entre o bem e o mal,

Por isso ele deixou claro, eu não vim trazer a paz, eu vim trazer a espada. Que espada é essa? é o conhecimento que mata a ignorância. Assim como Buda afirmou, a guerra real não é entre o bem e o mal, mas entre o conhecimento e a ignorância. Então, de fato, o mal só existe pros ignorantes. Ele é uma criação ilusória daqueles que permeiam e caminham à ignorância. Deus não criou o mal. Deus criou seres simples ignorantes. Se eles praticam o mal pela ignorância ainda que eles escolham escolham ter, aí é uma responsabilidade de cada um. Mas entre o coletivo, nós vamos tendo responsabilidade, sim, uns sobre os outros. O nome disso se chama lei em sociedade. E ela diz que influímos uns sobre os outros, querendo ou não. Então, a identidade objetiva, enquanto o ego é a nossa face consciente e e subjetiva, frequentemente limitada e fragmentada, o self representa a totalidade. E o ponto de encontro, essa afirmação de que o self é onde Deus e o homem se encontram, retira a religiosidade do campo dogmático e coloca no campo da experiência psíquica direta. Então, vou trazer aqui informações científicas da comprovação de Deus. Foi exatamente assim que eu comecei a acreditar em Deus. Então, a questão da congruência para a existência da vida da Terra pode ser analisada sobre dois prismas. astrofísico e biológico, né, que são as condições materiais que que permitem a existência da vida na Terra e psico e filosófico, conforme, né, esse texto que eu tô trazendo para vocês como um entendimento grandioso sobre Deus. Então, para que a vida, como conhecemos agora, ocorra, a ciência identifica uma série de ajustes pinos que que se ligeiramente diferentes inviabilizam nossa existência. ligeiramente diferentes. Eu vou dar um um específico, mas eu vou trazer outros. A distância que a Terra está entre o Sol, ela é exatamente perfeita para existir vida na Terra. Se tivesse 1 m adiante ou 1 metro atrasado, não existiria nenhuma vida aqui. A vida que a gente entende, né, nós. OK. Então, o campo magnético que nós temos também é

rfeita para existir vida na Terra. Se tivesse 1 m adiante ou 1 metro atrasado, não existiria nenhuma vida aqui. A vida que a gente entende, né, nós. OK. Então, o campo magnético que nós temos também é uma comprovação, né? O núcleo de ferro fundido da Terra gera um escudo que nos protege do vento solar, das radiações cósmicas que cozinhariam o nosso DNA. Gente, você eh tá passando uma série agora, né, do caso de CES 137 lá em Goiânia. Radiação solar funciona da mesma forma. Se não tivesse essa proteção magnética aqui, a gente ia, todos iam acontecer igual aconteceu lá com C 137, de uma de uma proporção muito maior de queimaduras horríveis até a real destruição do nosso corpo físico. Atmosfera protetora, né? A gente tem uma mistura precisa de nitrogênio, oxigênio, que permite a respiração, mantém o efeito estufa sob controle e nos protege de meteoritos. Se o meteorito vir, passa pela tal camada e ele começa a se desintegrar facilmente. Olha o tanto de congruência. Inclinação axial e a Lua. A Lua estabiliza a inclinação da Terra, o que garante estações do ano previsíveis e um clima estável, o suficiente para evolução biológica a longo prazo. Não só isso, se não tivesse a lua, não teria eh um controle das marés. Seria uma loucura. Ninguém poderia ao menos fazer uma navegação. E a congruência das leis universais, a força gravitacional, a força nuclear forte, né, que é o que mantém os núcleos atômicos unidos. Uma variação de 0,5 impediria a formação do carbono à base da vida. Carbono é a base da vida. Então, estatisticamente, alguns cientistas, como o astrônomo Hug Ross, listam mais de 150 variáveis que precisam ser perfeitamente congruentes para que um planeta sustente vida complexa. Por isso que não encontraram nenhum planeta com a vida como a nossa. Será que não é Deus essa inteligência suprema que nos ama, que criou toda essa condição para vocês estarem ao lado de quem diz que ama pra gente constituir uma família. pra gente poder abraçar nossos filhos, ver eles crescendo.

teligência suprema que nos ama, que criou toda essa condição para vocês estarem ao lado de quem diz que ama pra gente constituir uma família. pra gente poder abraçar nossos filhos, ver eles crescendo. Deus criou tudo isso com muito amor, com muito carinho e nós estamos caminhando para esse amor. Eu lembro de um de um momento que que eu li de uma história de Chico, né, que uma uma das assistentes que tinha muita gente que ajudava ele na entrega das doações, gente, ele ele durrava por mês mais de 6.000 cestas básicas. Vocês tm noção do que é isso? E aí um momento ela chegou para ele e indagou, né? Óbvio que a gente tem dúvida, a nossa fé é vacilante mesmo. Chico, numa palestra que você deu, eh, eu, estava te orientando, Emanuel fala que a gente só dá o que a gente tem. O amor que a gente tem por nós é esse que nós vamos dar. E Chico, eu sinceramente não, eu acho que eu não tô no lugar certo, porque eu não me amo. Eu não me amo. E o que eu tô dando pro outro? É uma mentira. Eu tô encenando. E aí sabiamente ele responde: "É, minha filha, você tá encandando assim como a criança encena os primeiros passos." Mas a criança não desiste, ela quer andar. E uma hora da encenação passa pra realidade, pra verdade. É exatamente assim aonde nós nos encontramos, ainda encenando os primeiros passos de como amar e ser amado, de como nos amar, acreditando às vezes piamente que há mais se gostar, não há mais se reconhecer como você é e melhorar todos os dias. ter paciência com suas faltas, ter amorosidade com a profundidade que você conhece de si mesmo. Porque não adianta você saber muito sobre si e não ter um pingo de amor com aquilo que você sabe. Só vai gerar ansiedade, raiva. Aí a gente não se bate, bate no outro, desconta no outro. Aí a gente cria os espelhos, né? A projeção. Precisamos nos olhar com amor, com carinho, mesmo nas faltas. Lucas deixou claro isso. Se eu não me engano, capítulo 5, 15, versículo 7. Os anjos dos céus fazem festa e se alegram muito mais por um arrependido

s nos olhar com amor, com carinho, mesmo nas faltas. Lucas deixou claro isso. Se eu não me engano, capítulo 5, 15, versículo 7. Os anjos dos céus fazem festa e se alegram muito mais por um arrependido do que por 99 justos que não t a se arrepender. E essa não é a nossa condição de enfermos morais. E se essa é nossa condição, não vamos errar, vamos acertar sempre. Que ideia perfeccionista é essa? Aí aonde a gente cai, no nosso orgulho, na nossa presunção. E aí quando a gente se arrepende, a gente reconhece aquilo que não foi bem feito, mas pode ser reaprendido, consertado e não ignorado. Quando você simplesmente não quer ver que tem falhas, você ignora quem você é. Então, Deus é óbvio que ele existe. A terra é prova disso e as suas mais de 150 variáveis também congruentes. Se uma falhasse, não existia vida. nos ama, envia os seus eleitos de vez em quando, como Cristo, a nós poder caminhar junto a eles, receber esse amor, trabalhar ele em nós e constituir com certeza uma sociedade mais harmoniosa. Então, a religiosidade como fenômeno natural, esse argumento da universalidade, ele é presente tanto no espiritismo que Kardec decodificou, quanto na ciência. A ciência e o espiritismo se abraçam. Portanto, Deus não ia criar uma ciência natural e o mundo espiritual para se chocarem, para se destruírem. Não existe isso. Então, se a ideia de Deus fosse apenas um ensino herdado, olha, eu só posso saber sobre Deus se eu aprender sobre Deus. Ele seria restritamente a quem teve acesso a esse ensino. E não é verdade. Deus é sentido. Deus está sempre esteve na ideia humana desde do primeiro homem aqui na terra, desde a primeira civilização. Só que a gente vai melhorando, saindo da ignorância e vai entendendo Deus melhor. Não foi Deus que mudou. A nossa concepção melhorou a respeito disso, né? Em um momento que acreditava num Deus punitivo, severo, hoje a gente entende que é um Deus amoroso, que quem pune sos somos nós, com a nossa própria consciência, com os nossos próprios atos e refletidos.

um momento que acreditava num Deus punitivo, severo, hoje a gente entende que é um Deus amoroso, que quem pune sos somos nós, com a nossa própria consciência, com os nossos próprios atos e refletidos. Mas não tem problema, é pelo caminho dos erros e acertos que a gente aprende. Exatamente. Aí, então, tendo um sentimento instintivo traz da função psíquica que nós temos. Pensar em Deus. é algo natural, faz parte de quem somos. Isso significa que a psique humana produz religiosidade da mesma forma que o corpo produz processos fisiológicos. É natural. Por isso que a religião é natural. Uma vez perguntaram para Chico, eh, mas Chico, qual qual é a melhor religião? Eh, eu sei que você é espírita, mas tem uma religião que pode realmente levar o homem a Deus? Aí ele só falou isso, mas o verdadeiro homem de bem não precisa de religião, já tá ligado. E aí temos o bem maior que engloba tudo, o bom senso, caridade, o respeito, a dignidade, mas por enquanto precisamos dela. Ainda não somos tão de bem assim. Estamos caminhando para isso, estamos aprendendo ou ensenando os primeiros passos. E aí, em algum ponto, o espiritismo colocou o materialismo em cheque, que é essa idolatria moderna, né, o fanatismo por celebridades, ideologias políticas, dinheiro, esporte, é interpretado como uma religiosidade inconsciente. As pessoas não têm consciência, mas acabam rezando até pro seu time não perder. Meu Deus, por favor. A gente direciona nossas forças de forma inconsciente para algo improdutivo. Imagina a pessoa, ai meu Deus, acaba com a vida daquela pessoa, eu não aguento mais. Aonde Deus vai fazer isso? Só que interpretamos Deus dessa forma, porque ainda somos errantes no processo. Então, mesmo o materialista, ele tá exercitando a função religiosa de alguma maneira, né? porém de forma projetada em objetos mundanos, em situações corriqueiras, no seu trabalho, né? É isso na sua família. Ah, eu tive um filho, agora esse filho vai ser a minha felicidade. Vou colocar esse peso nas costas do meu

a em objetos mundanos, em situações corriqueiras, no seu trabalho, né? É isso na sua família. Ah, eu tive um filho, agora esse filho vai ser a minha felicidade. Vou colocar esse peso nas costas do meu filho de me fazer feliz. Gente, já é difícil a gente se fazer feliz, imagina o outro. Isso é uma ilusão. Felicidade é uma construção própria da capacidade inata que todos temos, a reconexão com Deus. Isso traz felicidade, porque quando nos reconectamos com Deus, que é amor, progresso, justiça, poder, nós vamos criando isso paraa nossa vida. a gente vai ficando mais produtivo, producente, construtivo. E essa aliança entre ciência e religião, Kardec indagou os espíritos em relação a isso, né? Olha, pera aí. Se o espiritismo falar uma coisa e a ciência fala outra, com quem que a gente fica? Se o espiritismo falar uma coisa e a ciência fala outra, piquem com a ciência. Por quê? Porque ela refuta, ela experimenta, ela não aceita de qualquer forma. A ciência dentro da filosofia cristã é a verdade. Tanto que Jesus deixou claro: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". A ciência vem como verdade. A vida é a filosofia que a gente faz dela. É uma filosofia de vida. E o caminho é aquele que nos leva ao bem maior, a Deus, ao melhor, a melhor forma de sentir é o espiritismo, é o catolicismo, é o protestantismo, é o budismo. Não importa. é aquela que você se conecta e te constrói um ser melhor. Então, a ciência revela as leis do mundo material. A religião ou religiosidade revela as leis do mundo moral, como ambas emanam da mesma fonte que é a realidade única de Deus. O conflito entre elas seria apenas uma evidência de que uma das duas ou ambas está sendo mal interpretada. Não é a religião que está enganada, é o homem que coloca engano nas coisas divinas. Porque o homem ainda quer inflar o seu ego e acha que isso é se sentir amado. É totalmente o contrário. O amor tá aqui e inflar o ego tá bem longe do que é amor. E aí a gente vai mirando errado, a gente vai direcionando as nossas forças erroneamente

que isso é se sentir amado. É totalmente o contrário. O amor tá aqui e inflar o ego tá bem longe do que é amor. E aí a gente vai mirando errado, a gente vai direcionando as nossas forças erroneamente do ser religioso ao ser religiosidade. Então, esta é a transição da religião exterior, né, de ler um livro, do conhecimento ou de das práticas, de vir aqui assistir palestra, tomar um passe, não sei o quê, para, né, que isso é institucional, ritualístico, é de rebanho mesmo, né? é um é um uma cultura para a religião do futuro, a interior, a individual, a vivenciada, a do autoconhecimento. Olha, pode ter certeza que aqui na comunhão tem inúmeras atividades. Inúmeras, inúmeras. desde a sopa, até os grupos mediúnicos, tudo tem muita coisa aqui, muita. Mas nós não vamos nos conectar com todas e tá tudo bem. Não é porque eu faço tudo que eu vou ser uma pessoa maravilhosa. Pelo contrário, é onde eu faço uma coisa só, mas com carinho, com denodo, com cuidado, com amor. Aonde eu ensaio, eu enseno da melhor maneira, que aquilo reverbere em mim. Eu posso não estar plenamente certo de que eu me amo. Eu estou nessa construção, mas essa construção é ativa, não é estacionado, é ativa. Eu preciso exercitar o meu amor ao próximo para entender que eu tenho esse amor por mim. Então, a verdadeira religiosidade não precisa se vincular a nenhuma organização externa. Ela por si só nos remete ao despertar interior. Então, todos nos servem como incentivo, principalmente aqueles que pegam no nosso calo. É ali que a gente vai aprender a paciência, a humildade, a perseverança de não desequilibrar. Então, todos são os nossos incentivos, mas o despertar é único de cada um. Paulo de Tarso, ele trata sobre o corpo como um templo nesse texto, o que ressoa perfeitamente com essa ideia de individualização de Jung. Então, o processo de tornar quem se é essa individualização seria nesta perspectiva o próprio ato de limpar o templo. Porque às vezes a gente vai colocando tanta coisa na nossa cabeça, às vezes eu

ng. Então, o processo de tornar quem se é essa individualização seria nesta perspectiva o próprio ato de limpar o templo. Porque às vezes a gente vai colocando tanta coisa na nossa cabeça, às vezes eu aceitava tanta coisa aqui, gente, e eu olhava assim: "Meu Deus, para que que eu aceitei? Eu não me sinto bem nesse trabalho. Não, mas é para Jesus. Eu tenho que fazer, eu vou me esforçar, não sei o quê, gente. Não adianta. A, às vezes a nossa habilidade não tá ali e tá tudo bem. Aí, que que a gente faz? Parte a se conhecer, parte a se entender e se conhecer. Não é um processo de se amar. É também. Então, o processo de tornar-se quem se é essa individualização seria nessa perspectiva o próprio ato de limpar esse templo para que o selfie, né, que é o espírito de Deus, o eu superior, possa se manifestar de forma consciente. Se a gente ficar o tempo todo transformando a nossa vida como uma estante de prateleira, de livros, uma prateleira de livros, não tem que ser A, B, C, D, tudo certinho, tudo perfeitinho. Nós não vamos viver quem somos. Nós vamos criar subterfúgios para se sentir bem e não vamos sentir porque de fato não estamos sendo nós. E um direito que nós temos e sempre teremos é de dizer não aquilo que não gostamos, que não faz sentido na nossa vida. É o direito a não estar com pessoas que não gostamos. é o direito de viver aquilo que queremos, mas também temos deveres. Eu posso não gostar de fulano, de cicrano, de brotã, mas eu tenho dever de amá-lo, de dar o direito a ele ser quem ele é, quiser fazer o que quiser, sentir como ele sente, enxergar como ele enxerga. Esse é o direito, esse é o dever que Jesus mostrou na prática. E essa amostra que Jesus nos deu, ela reverbera até hoje. Porque o básico, o básico para um planeta mais avançado é amar. não é extraordinário, é básico. E o amor nesse sentido. Então, meus irmãos, é com essa visão, é com esse aprendizado que nós pedimos a Deus que abra a visão da nossa alma, a fim de que possamos realmente enxergar aquilo que ainda incomoda

or nesse sentido. Então, meus irmãos, é com essa visão, é com esse aprendizado que nós pedimos a Deus que abra a visão da nossa alma, a fim de que possamos realmente enxergar aquilo que ainda incomoda em nós, como uma grande trave e não olhar para o cisco do outro, pois a nossa trave é que nos traz um grande peso, é que faz nos sentir mal, não é o cisco do outro, isso é com ele. E para ele esse cisco às vezes é uma trave também. Então não invejemos, não criemos discórdia, não sejamos preconceituosos, não entremos em desalinho com o amor divino. Ele está para tudo e para todos. Mas para nós, principalmente, porque é desse amor que somos banhados por Deus, que vamos cuidar da nossa vida, do nosso direcionamento mental, emocional, escolhendo um caminho real para nos tornar um homem de bem. Que Deus nos ampare nessa caminhada. Que essa caminhada seja sempre de consciência maior sobre tudo que acontece conosco. Tem um porquê. Tudo que acontece conosco nos serve de aprendizado. Vamos sair da enfermidade quando aprendermos de fato o que nos machuca, o que nos dói. E aí avançaremos ao serviço divino, nos servindo primeiramente com o amor abundante de Deus. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus

pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração [música] que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,

i-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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