ESCOLHAS PRECIPITADAS - Vinícius Cabral [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/02/2026 (há 2 meses) 48:51 978 visualizações

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Transcrição

a obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou >> aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília para mais um encontro de motivador de reflexões. a nossa doutrina, a nossa religião, pode-se usar os dois termos. A ideia não é doutrinar, é inspirar reflexões, provocar o a busca do conhecer a si mesmo, a busca de um sentido de transcendência, uma mudança pedagógica, vamos dizer assim, até radical, porque quem frequenta uma religião deve estudar Não vou me lembrar do autor que diz que o espiritismo é a religião do livro. Você tem que não apenas ler, mas estudar. Então, para mais uma tarde de reflexões, nós temos aqui o nosso irmão Marcos Vinícius, que abordará um tema instigante, que é decisões, escolhas precipitadas. Eu tenho que ter sempre uma cola aqui. A idade já não me ajuda muito. Escolhas precipitadas. Então, minhas irmãs, nos preparemos de forma harmoniosa para podermos ser influenciados, inspirados pelos amigos espirituais aqui presentes, que consigamos nesse nessa meia hora treinarmos concentração, focarmos aqui. É óbvio que a falta de treino vai nos levar muitas vezes para fora do salão, mas a nossa vigilância tem que nos trazer de volta para dentro do salão, senão só o corpo fica aqui durante os 30 minutos, não é? Então vamos enfrentar mais esse essa oportunidade de treinamento da concentração, começando por elevarmos nossos pensamentos a Jesus, nosso amado mestre, nosso guia e modelo da humanidade. Mestre Jesus, que vosso amor possa nos envolver uma vez mais neste pequeno reduto deste que é um dos muitos templos de amor que existem neste mundo, como um dos muitos portais entre a terra e o céu, para que aqui envolvidos por esse amor divino, possamos nos permitir inspirar pelas ideias, pelos conceitos, pelas reflexões

que existem neste mundo, como um dos muitos portais entre a terra e o céu, para que aqui envolvidos por esse amor divino, possamos nos permitir inspirar pelas ideias, pelos conceitos, pelas reflexões que detalham vossos ensinos, como nos prometestes há mais de 2000 anos. que consigamos fortalecer nossa vontade, nos esforçando para estudá-los, para, principalmente vivenciá-los em nosso dia a dia, com esforço, mas de forma perseverante, a fim de que possamos nos melhorar sempre, a cada ano, a cada data de aniversário. refletirmos, indagarm-nos o quanto nos melhoramos do último ano para cá. O esforço é contínuo, mas estamos despertando, graças a vós, e teus ensinos, para este desafio existencial, para honrarmos, justificarmos e retribuirmos os ensinos que o Senhor nos legou nesta pátria candidata à pátria do Evangelho. Que tua paz seja conosco e que seus emissários inspirem nosso palestrante. Assim seja. Com vocês nosso irmão Marcos Vinícius. >> Boa noite a todos. Continuando essa série do Hamed, do livro Um modo de entender, uma nova forma de viver. Hoje eles são 42 escolhas precipitadas, mas a anterior é escolhas. Então, essas duas, esses dois capítulos fazem com certeza um conjunto de entendimento maravilhoso. E eu vou iniciar não pelo início do desse capítulo escolha pritado, mas pelo final do último capítulo trabalhado, que fala assim: "Vale lembrar que quem não toma decisões por si só é inseguro e maturo. Quem não sabe raciocinar é facilmente enganado. E quem não se permite utilizar o livre arbítrio ou a liberdade de consciência é o escravo das opiniões alias. Então, decisões por si só, raciocínio e utilização do livre arbítrio. E adentrando capítulo 42, escolhas precipitadas, aonde Jesus responde aos seus apóstolos, dizendo assim em João capítulo 11, versículo 9 e 10, respondeu Jesus: "Não são 12 as horas do dia? Se alguém caminha durante o dia, não tropeça, porque vê a luz desse mundo. Mas se alguém caminha à noite, tropeça, porque a luz não está nele. Quando Jesus trouxe

u Jesus: "Não são 12 as horas do dia? Se alguém caminha durante o dia, não tropeça, porque vê a luz desse mundo. Mas se alguém caminha à noite, tropeça, porque a luz não está nele. Quando Jesus trouxe essa ideia, ele quis deixar claro que a luz não está nele, não que não está para ele como a luz do sol, como o dia, mas para enxergarmos claramente, precisamos muito mais da luz interior, mesmo que a luz do sol se faça presente, como diz Jesus, se não tivermos essa capacidade ou essa vontade de fazer essa caminhada clara, sincera, honesta dentro de nós, nós vamos estar no escuro E quem toma decisões por si só, quem sabe raciocinar e quem utiliza do seu livre arbítrio está clareando a sua vida. E aí, Ramed inicia o texto falando que precisamos aguardar hora apropriada a tudo que pretendemos na vida. Se não temos certeza de que este é o momento exato de agir, se não visualizamos com clareza o início da estrada por ser percorrida, se não possuímos firmeza na decisão a ser tomada e se não desponta uma conclusão resoluta, esperemos um tanto mais, um momento de atuação. ainda não é propício, mas por muitas vezes deixamos a nossa ansiedade, a nossa agonia, o nosso imediatismo, fazer muito mais parte do processo das escolhas do que de fato algo bem mais suave chamado paciência. Então, a gente tá vivendo essa era, a era da ansiedade, a era do imediatismo, a patologia das urgências. Queremos para ontem aquilo que às vezes poderíamos ter feito do durante ao longo da semana, de forma calma, tranquila. Não, mas eu preciso mostrar que eu sou perfeito, que eu sou bom. Aí entramos muito mais no perfeccionismo do que de fato numa perfeição. Saímos há pouco, né, de um final de ano, início de ano, agora entramos no segundo mês, mas ainda temos essa energia nova. Aí o que eu posso fazer durante um ano, eu quero fazer em um mês. Não, mas emagreça com saúde. Não, eu vou tomar aquele remédio que em um mês eu vou estar do jeito que eu poderia estar em um ano. Mas será? Não tem efeito colateral. Não,

no, eu quero fazer em um mês. Não, mas emagreça com saúde. Não, eu vou tomar aquele remédio que em um mês eu vou estar do jeito que eu poderia estar em um ano. Mas será? Não tem efeito colateral. Não, não pode causar esse mal, esse e aquele. Ah, mas é mais fácil. E aí nós não paramos para perceber que a caminhada com paciência, com denodo, com dedicação, com perseverança, vai trazer, não é o mesmo resultado, um resultado bem melhor, aonde eu posso ter mais disposição, mais saúde. Ah, mas tá na tá na bula que esse remde pode causar ansiedade, pode causar eh irritabilidade, não importa, eu vou tomar do mesmo jeito. Não olhamos, não conseguimos fazer escolhas com o coração, não conseguimos fazer escolhas com amor próprio. fazemos de forma precipitada. E o que acontece quando a escolha é precipitada? Se plantarmos, vamos colher. dependendo o que do que plantamos, vamos colher algumas questões que às vezes, se pararmos para pensar, hum, não gostaríamos de ter colhido isso, mas tudo é aprendizado. Jesus deixou claro, se alguém caminha durante o dia, não tropeça, porque vê a luz desse mundo. Mas se alguém caminha à noite, tropeça, porque a luz não está nele. Então, algumas vezes ficamos amedrontados e agimos apressadamente. Ah, porque o tempo urge, porque eu não consigo eh vislumbrar algo melhor para mim lá na frente? Ah, porque essa relação com meu filho, com a minha esposa, com meu amigo, com a minha mãe, com o meu pai, já tá tão ruim há muito tempo. Pera aí, deixa eu fazer essa escolha precipitada. Deixa eu ir lá. e ter essa conversa que eu não quero ou me colocar numa situação que me faz mal. Porque às vezes ou por muitas vezes o medo toma um direcionamento da nossa vida. Agimos muito mais pro medo. Poxa, esse relacionamento tá tão ruim para mim, mas eu tenho medo de ir embora. Poxa, essa situação no meu trabalho tá tão ruim para mim, mas eu tenho medo de me posicionar. E aí vamos fazendo escolhas baseadas em algo que não constrói. Óbvio, o medo racional é extremamente válido,

xa, essa situação no meu trabalho tá tão ruim para mim, mas eu tenho medo de me posicionar. E aí vamos fazendo escolhas baseadas em algo que não constrói. Óbvio, o medo racional é extremamente válido, não nos coloca em prejuízo, não nos coloca numa situação vulnerável. Agora, o medo patológico nos traz com certeza escolhas precipitadas. Outras vezes procedemos de modo impetuoso, buscando desforra ou querendo castigar alguém. Poxa, eu penei tanto para estar nesse emprego, nessa situação desse emprego, com esse cargo. Agora vem alguém me ameaçando. Ele é melhor que eu. Tenho medo. Vou tomar uma escolha precipitada. Vou queimar o filme dessa pessoa. E aí é aonde angareamos as nossas belas e famosas dívidas. Eu nunca gosto de trazer como dívidas, mas a gente olha nesse olhar para entender que nossas escolhas precipitadas ou não nos trará algum aprendizado. Mas como é que a gente quer aprender? Pela dor, pelo amor? Qual caminho eu quero me consolidar? Porque se nós tomamos decisões por si só, porque se soubermos raciocinar, se usamos com inteligência nosso livre arbítrio, vamos procurar pensar e pensar e pensar a respeito de uma decisão. E em muitas circunstâncias decidimos depressa demais, em função de impor aos outros uma decisão rápida ou de forçá-los a resolver velhos conflitos. Coisas às vezes que já demoram a se resolver. E por muitas vezes não faz parte de nós a resolução completa como um relacionamento difícil com alguém. Nós precisamos entender que a nossa decisão conosco mesmo é a primordial, a nossa decisão conosco e com Deus. Então, Ramed traz esse entendimento do sol interior, que é a luz da consciência contra a impulsividade. Vamos cada vez mais deixando a impulsividade de lado para abraçar um momento consciente, um momento de reflexão, um momento de compreensão, de compreender o outro numa conversa simples, tranquila, às vezes difícil, mas se trouxermos de forma leve, com paciência, com amorosidade, tudo flui mais leve. Então, olhar para as escolhas que se tem. Olha, do

der o outro numa conversa simples, tranquila, às vezes difícil, mas se trouxermos de forma leve, com paciência, com amorosidade, tudo flui mais leve. Então, olhar para as escolhas que se tem. Olha, do momento que eu acordo, eu já sou cheio de escolhas. No momento que eu me torno consciente da minha vida, do meu caminho, não precisa ser totalmente consciente, porque nós não somos, mas minimamente eu já tenho escolhas. E aí dentro de um viés social nós temos parâmetros, regras, que nos mostra o que é bom ou não para todos, o que é bom ou não em conjunto. E aí vamos pautando a vida nesse sentido, mas por vezes a gente tropeça. E é exatamente esse tropeço que Jesus fala. É, são os tropeços do caminho. Nós desvirtuamos, nós transgredimos. E como lidamos com essa ideia ou com esse fato de ter transgredido? é com punição, é é raciocinando, é refletindo, é parando e falando: "Não, pera aí, eu ainda não sou perfeito, eu ainda tenho muito que aprender. Cabe desculpas, perdão a mim mesmo em primeiro lugar? Porque se eu não sou perfeito, não vou não vou fazer com perfeição. Vou errar mais do que acertar. Gente, vocês entenderam esse processo? Nós vamos na vida errar mais do que acertar. E tá tudo bem errar. Tá tudo bem quando transformamos o erro em aprendizado, porque é justamente pelo caminho dos erros e dos acertos que a gente aprende. Ora, se eu acertasse tudo o tempo todo, não tinha nem motivo de estar aqui. E se erramos, é justamente para olhar para isso com amorosidade e tentar corrigir aquilo que conseguimos no momento. corrigir não é virar outra pessoa, mas é de fato reconhecer, responsabilizar-se pelo erro cometido. Primeiro, a responsabilidade, a autorresponsabilidade, segundo com aquele ou com aquela situação ou com o momento em que você fez uma escolha precipitada. Então, podemos por vezes, sim, em outras ocasiões, entrarmos em desespero pelo medo de não chegar a tempo de resolver o problema ou deixar de usufruir de benefícios e privilégios. Porque nem sempre as coisas estão à

por vezes, sim, em outras ocasiões, entrarmos em desespero pelo medo de não chegar a tempo de resolver o problema ou deixar de usufruir de benefícios e privilégios. Porque nem sempre as coisas estão à nossa disposição. Não temos sobre controle o tempo de duração das coisas. Então, daquilo que já conquistamos, temos que olhar, parar e pensar. O que eu já conquistei está funcionando para mim? É funcional. O que eu já conquistei faz sentido hoje na minha vida? Porque uma coisa é clara, somos mutáveis. Somos mutáveis. Primeiro, o nosso corpo tá mudando constantemente. Constantemente. Não temos mais a mesma constituição física, nem de 10.000, nem de 5.000, nem de nem de 1000 anos atrás. Não temos. Tudo tá mudando. O nosso cótex préfrontal, todo o nosso toda a nossa eh aparelhagem cerebral toda, tudo está mudando e é para melhor, tá? Porque isso faz parte da lei de evolução. Mas queremos deixar nosso espírito estagnado sem participar dessa mudança. Ah, eu não quero mudar isso não. Ah, eu quero continuar com esse hábito ruim. E aí o comodismo faz parte da vida e a escolha precipitada também pode ser em você não produzir. Olha a escolha precipitada de uma pessoa que pretende na vida ganhar na loteria. Ganhou. Poxa, eu pretendo isso porque se eu ganhar isso, eu não vou fazer mais nada. Eu vou parar tudo, vou largar meu trabalho, o que nós vamos produzir? Mal sabe esse cidadão que a nossa felicidade está inteiramente ligada com a nossa produtividade. Ah, mas eu vou produzir o que eu com o que eu ganhei. Não, você vai comprar, você vai usufruir. é diferente. A não ser que você monte o negócio e consiga triplicar, né? Aí a gente tem aquela parábola do bom semeador que depositou e também dos talentos, né, que multiplicou. Mas quem de fato consegue fazer isso é porque já está nesse movimento da vida. não está no emprego ruim ou ele achando que é ruim e só reclamando. Não mudo, não quero. Ah, mas porque não vou me aceitar em outro emprego? Claro, deve ser um mau trabalhador, pois já não gosta e não valoriza aquilo

ego ruim ou ele achando que é ruim e só reclamando. Não mudo, não quero. Ah, mas porque não vou me aceitar em outro emprego? Claro, deve ser um mau trabalhador, pois já não gosta e não valoriza aquilo que tem. Realmente não somos obrigados a amar nenhum emprego que estamos ou a gostar de nenhum emprego que estamos, mas a amar o processo de estar nele e compreender que foi uma oportunidade. E aí continua: "Nem sempre as coisas estão à nossa disposição. Precisamos dar tempo ao tempo. E isso não significa que é tempo perdido. Uma atitude antes da ocasião certa pode ser inapropriada quanto aquela tomada tarde demais. Às vezes em poucas horas ou dias tudo poderia ser resolvido corretamente. E aí é o equilíbrio, né? Precisamos adentrar nesse equilíbrio. Ah, mas como é que eu vou saber qual é a a hora apropriada de não entrar antes na nessa decisão ou que seja tarde demais? Nós vamos sentir, sentir na alma. E eu vou falar, Deus está conosco em todas as decisões, todas elas, mas muito mais no sentir do que no saber. O saber é primordial, mas ele vem muito mais da do nosso esforço. Quando o nosso querido irmão Roberto falou, o espiritismo é a religião do livro, do estudo. Para saber, precisamos estudar. Ah, mas decisões na vida, como é que eu vou estudar sobre uma decisão no relacionamento? Gente, hoje temos livros e livros para muitas coisas nos direcionar pro bem. Você quer entender sobre relacionamento? Leia Ramed, leia a irmã Seuf, leia Joana de Angeles. Até Chico já escreveu sobre finanças, sobre o dinheiro. Então, é um esforço que temos que fazer para alcançar boas conquistas na vida. Então, nesse novo modo de entender, nessa nova forma de viver, compreendemos claramente que existe uma determinação divina onipresente e onipotente, que nos guia sem que precisemos nos mover de modo desesperado e sem que busquemos as respostas numa atmosfera de impaciência. Aí as pessoas me falam: "Mas como me perguntam, mas como é que eu vou saber de fato que tá na hora certa, que é aquele momento que eu tenho que fazer

quemos as respostas numa atmosfera de impaciência. Aí as pessoas me falam: "Mas como me perguntam, mas como é que eu vou saber de fato que tá na hora certa, que é aquele momento que eu tenho que fazer essa decisão?" Você vai recebendo as respostas das pessoas, elas vão te perguntando, porque Deus está em todos que nos querem bem. Aí a pessoa chega: "Poxa, mas você é a terceira pessoa que fala a mesma coisa para mim". Não é suficiente. Quer mais? Tem que cair uma bigorna na cabeça. Qual é a situação que tem que acontecer para você entender que é esse o momento da decisão? E a gente ouve isso aqui na comunhão direto, né? Aí já não é uma decisão precipitada, uma decisão tardia. Já ouvi uma, duas, 3, 4, 5, seis, a mesma coisa em contextos diferentes, de pessoas diferentes, mas o conteúdo é o mesmo e vem para mim. E o que você não tá mudando? Porque de fato, se está vindo para nós a mesma questão de formas diferenciadas, é porque já já estamos apto a tomar aquela decisão. E aí, nesse trecho do Evangelho de João, recebemos importante recomendação reflexiva do mestre para que analisemos a temporalidade das coisas e a dimensão transcendental do tempo. São 12 as horas do dia. Se alguém caminha durante o dia, não tropeça porque vê a luz desse mundo. Mas se alguém caminha à noite, tropeça, porque a luz não está nele. As 12 horas do dia representam o período em que o sol permanece visível. No entanto, o mestre não nos convida apenas a andar durante o dia claro, para que não tropeçamos no escuro, mas nos recomenda, antes de tudo, fazer sol interior quando diz: "Tropeça, porque a luz não está nele." Quem acende a luz interior confia, espera e despreocupa de fazer ou de obter algo com precipitação ou urgência. A propósito, esperar é uma atitude corajosa, benéfica, vantajosa e de fé na ordem sagrada. Há em nós uma orientação divina, um rumo certo que se ouvidos humildemente levam-nos a tomar a atitude correta no momento exato. Pode ser que no momento estejamos apartados do nosso senso de direção. E o

em nós uma orientação divina, um rumo certo que se ouvidos humildemente levam-nos a tomar a atitude correta no momento exato. Pode ser que no momento estejamos apartados do nosso senso de direção. E o que que aparta do nosso senso de direção? Senão às vezes o nosso orgulho, egoísmo, inveja, porque a gente passa a olhar mais do outro e não de nós, não da nossa capacidade. Entretanto, é preciso lembrar que o tempo que passamos atordoados e vacilantes diantes das decisões é diretamente proporcional ao tempo gasto para intensificar o vínculo espiritual que nos revela a aptidão inata de considerar um ato, avaliar uma situação existencial, julgar uma intenção, apreciar um procedimento. próprio ou de outre. Passamos 10 anos na nossa vida no orgulho, no egoísmo de uma decisão. Aí achamos que vamos resolver isso em dois dias. Não, agora eu não tenho mais orgulho, né? Não, você vai passar a mesma quantidade de tempo para raciocinar aquilo, o tempo perdido. E agora o valor da sua consciência, o valor do seu entendimento, o valor de uma boa escolha. E aí eu trago para finalizar essa frase que eu achei incrível, porque temos que ter esse entendimento da temporalidade divina, né? O contraste entre o tempo do ego e o tempo da vida. Às vezes nosso ego não tá pronto para aquela situação, mas queremos nos colocar lá de qualquer maneira. E aí vamos tropeçar mais do que podemos imaginar. E a arte de aguardar. A arte de aguardar a paciência com uma atitude corajosa, benéfica. A paciência consigo mesmo é o primeiro ato de amor próprio. Quando você é paciente consigo, a ansiedade some. Não, pera aí. Eh, eu não preciso fazer agora. Eu tenho tempo para isso. Ah, meu chefe me pediu para eu fazer isso. Pera aí que eu vou dar o meu prazo. Eu consigo fazer dessa forma. Ah, mas dessa forma não é possível. Então tudo bem. Quem é possível fazer? e pode somar comigo, mas não queremos ser autossuficientes em tudo. E aí, para finalizar trago essa frase. Quando não mais andarmos tropeçando na noite escura da alma,

tudo bem. Quem é possível fazer? e pode somar comigo, mas não queremos ser autossuficientes em tudo. E aí, para finalizar trago essa frase. Quando não mais andarmos tropeçando na noite escura da alma, quando não mais fizermos escolhas precipitadas, é porque já caminhamos na claridade do sol nas 12 horas do dia. Já compreendemos a função transcendente dos mecanismos divinos que envolve a arte de esperar e de agir na hora certa. Uma boa noite. Obrigado, minhas irmãs e meus irmãos, eu recomendo sinceramente que aqueles recomendo a todos que revejam esta palestra no YouTube com calma, pausadamente, porque o tema é extremamente importante. é extremamente importante. Então, deixo a essa recomendação para todos e os concito a concluirmos esse nosso encontro com uma oração conhecida, mas de grande de grande importância, que é o Pai Nosso. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cairmos em tentações e livrai-nos do mal. Que cada um de vocês retorne a seus lares, transportando essa paz que aqui obtiveram, inspirada e depositada em vocês pelos espíritos superiores. Até o nosso próximo encontro. Muito bom. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música]

belecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

ai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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