ALERTA ÀS SUAS NECESSIDADES - Bárbara Britto [EXPLORANDO O ESPIRITISMO]
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, >> tarde, queridos companheiros da comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos os nossos ouvintes do YouTube, do Instagram. Sejam todos muito bem-vindos nessa tarde maravilhosa de sábado, né, um mês à primavera. Vamos iniciando os nossos trabalhos de hoje com a palestra da nossa querida Bárbara. E para harmonizarmos a nossa tarde, vou ler um pequeno trecho do livro Palavras de Vida Eterna do nosso querido Chico Xavier, psicografado pelo espírito Emanuel. A melhor medida. Tenha, porém, a paciência, a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em alguma coisa. Mais que as doenças vulgares do corpo, sofre os problemas da alma, agravando-te atenção a cada dia, mas que os micróbios patogênicos a te assaltarem os tecidos do instrumento físico, padeces a intromissão de agentes mentais, inquietantes, atormentando-te as fibras da alma. Levanta-te cada manhã, muita vez com as lutas da véspera e antes que te reharmonize as forças, cambaleias mentalmente ao impacto da irritação de familiares incompreensivos. prestas longas explicações a benefício da tranquilidade do ambiente. Contudo, mal terminas o arrazoado afetuoso a quem te malcine a palavra, complicando as questões em torno. Movimentas correção e sinceridade, honrando os próprios deveres. Todavia, quando te julgas a cavaleiro de toda crítica, aparece alguém arrastando-te o coração ao mercado da injúria. Empenhas carinho e abnegação no cultivo do amor ao lado de alguém. Contudo, quando te cresurança no caminho do entendimento, observas que a ingratidão te envenena os melhores gestos. Entretanto, à frente de toda dificuldade, não te lastimes nem desfaleças. Para toda perturbação, a paciência é a melhor medida. Não profiras qualquer palavra que te possas arrepender. Silencia e abençoa sempre, porque amanhã, quantos hoje se precipitaram na sombra, voltarão a novamente à luz. Esquecido, usa a
a melhor medida. Não profiras qualquer palavra que te possas arrepender. Silencia e abençoa sempre, porque amanhã, quantos hoje se precipitaram na sombra, voltarão a novamente à luz. Esquecido, usa a paciência e ajuda sem exigir. Insultado, recorre a paciência e esquece o mal. Em todas as dores arrima-te a paciência. Em todo embaraço, espera com paciência. Todo progresso humano surge da paciência divina. Conserva-te, pois, na força da paciência e onde estejas farás sempre o melhor. Convido a todos agora para que fechamos os nossos olhos e possamos, acalmando o nosso coração, trazer o nosso mestre Jesus à tela mental, trazê-lo ao nosso coração. E em primeiro lugar vamos agradecer pela semana esplendorosa que tivemos com todos os altos e baixos. Vamos agradecer pela divina luz de Jesus em nossas vidas, dos nossos familiares. Vamos agradecer pelo nosso trabalho, pela nossa saúde e pela nossa vida. Vamos pedir agora pelos nossos irmãos adoentados, aqueles que se encontram nos hospitais sem poder ver a luz do dia, aguardando por um cuidado, por uma cirurgia. Vamos rogar a Deus que dá para que dê a cura a quem é de cura. Vamos orar pelos nossos irmãos que se encontram nas ruas sem um abrigo, sem um teto. Muitos na vida em drogadição, porque ainda não consegue trazer o mestre Jesus para o seu coração. Roguemos ainda pelas crianças nos orfanatos, os idosos nos asilos, aos presidiários. Vamos rogar pelas penitenciárias de todo o mundo, para todos aqueles irmãos que lá estão, que possam ser abraçados pela espiritualidade e pelo nosso Pai de infinita misericórdia. Pedimos por fim para todos os governantes do nosso mundo, para que todos tenham a sabedoria, para que a espiritualidade divina possa levar a luz ao coração de todos eles, a fim de que a guerra possa ser apaziguada. Vamos orar por todos os lares, pedindo que o mestre Jesus possa estar dentro de cada lar, trazendo o amor, o respeito, a harmonia e a saúde. Porque se mantivermos o amor dentro do nosso lar, contribuiremos para a paz de todo o
res, pedindo que o mestre Jesus possa estar dentro de cada lar, trazendo o amor, o respeito, a harmonia e a saúde. Porque se mantivermos o amor dentro do nosso lar, contribuiremos para a paz de todo o planeta. E assim dizemos graças a Deus e graças a Jesus. Uma excelente palestra para todos. Passo a palavra agora paraa nossa irmã Bárbara Brito. >> Boa tarde a todos. Estão me ouvindo bem? Acho que agora melhorou aí o volum que eu tô um pouco rouca, né? Com esse tempo seco aqui em Brasília. A voz sempre, a minha voz sempre fica abalada. Pessoal, hoje estamos aqui para falarmos, para darmos continuidade a à nossa agenda padrão, em que a gente uma vez por mês conversa aqui sobre o programa Explorando o Espiritismo, a minha relação com o mundo, que é um programa que e em que toda semana no canal da comunhão no YouTube é divulgado um vídeo com temas que nós trabalhamos, temas centrais no mês e esse tema é parcelado durante a semana. semana em subtemas, né? E essa palestra a gente costuma fazer aqui presencial todo terceiro sábado do mês, mas esse mês excepcionalmente a gente tá realizando agora que é o segundo sábado, tá bom? E e aí hoje eu tô trazendo eh o tema alerta, né, que é um tema que nós já trabalhamos no programa lá no que tá no YouTube, tem as as os vídeos lá que traz o subtema cuidado com os perigos eh cuide da sua doença e autoamor, ok? Então hoje tudo que eu vou falar vai envolver esses subtemas que se resumem num alerta às nossas necessidades, né? E olha como Deus conduz o trabalho. Nós somos realmente só instrumento, porque a gente faz todo um planejamento, a gente se prepara, mas é cumprindo com a vontade da espiritualidade maior. E aí, Andreia faz uma leitura excelente na abertura, em que ela abre aleatoriamente sobre os nossos olhos, né, mas conduzido logicamente pela espiritualidade maior, em que a mensagem se resume à necessidade da paciência frente às aos desequilíbrios, né, eh, orgânicos. Então, é o que a gente mais vai focar aqui hoje. Então, eu começo dizendo que
ritualidade maior, em que a mensagem se resume à necessidade da paciência frente às aos desequilíbrios, né, eh, orgânicos. Então, é o que a gente mais vai focar aqui hoje. Então, eu começo dizendo que eu tô muito feliz porque hoje eu tô com a presença de duas almas maravilhosas que me fortalecem aí o caminho, amigos queridos do trabalho da seara espírita, que é Mário, que tá aqui, palestrante nosso também e companheiro na sala de aula do estudo sistematizado da doutrina espírita aqui na comunhão. E Magali, que divide a turma comigo inclusive no ESD, né? Tá aqui também. Então eu tô me sentindo privilegiada porque além da luz da espiritualidade maior, eu fico recebendo aí de vocês esse amor e o carinho, né, que vocês dirigem a mim e vejo alunos aqui também. Então, fico muito feliz em encontrá-los eh reforçando, né, o estudo complementar aos da sala de aula e os que sempre estão aqui também nas palestras de sexta, que eu costumo dar, e de sábado. Então, vamos lá. Nós vamos falar alerta sobre as nossas necessidades pelo seguinte, quando a gente vem ao mundo, a gente vem numa roupagem física que inicia na infância e propositalmente Deus fez um um corpo físico que na infância nos dá limites orgânicos. Então, eu não consigo ainda colocar o meu livre arbítrio em prática. Eu dependo dos meus tutores. Eu não consigo andar, eu não consigo falar, eu não consigo fazer escolhas. Eu vivo os efeitos das escolhas que me são impostas por aqueles que cuidam de mim, certo? E aí, então eu aprendo a chamar atenção quando eu preciso de algo. Então, quando eu tô com fome, quando eu tô com dor, quando eu tô com algum desconforto, eu choro, eu grito, ou com o tempo eu vou aprendendo a comunicar mais o que está acontecendo. Mamãe, papai, titia, vovó, professor, professora, né? E nós passamos então muitos anos no início da nossa trajetória física, precisando recorrer a alguém para resolver as nossas necessidades. Quando a gente transita da infância pra adolescência, há uma ruptura aí em que
ntão muitos anos no início da nossa trajetória física, precisando recorrer a alguém para resolver as nossas necessidades. Quando a gente transita da infância pra adolescência, há uma ruptura aí em que nós já começamos a a sofrer alguns conflitos internos, porque eu passo a me responsabilizar mais, né, pelas coisas da minha vida. Eu passo a conquistar mais liberdade também com isso, mas eu também respondo mais pelo pelo que eu faço e por vezes eu já começo a ter que cuidar das minhas necessidades. E aí a gente vivencia um conflito na adolescência, porque ao mesmo tempo que eu quero conquistar a liberdade para experimentar a vida, para pôr em prática os conceitos que eu tô começando a trabalhar mentalmente, eu sinto falta desse acolhimento, dessa proteção, desse direcionamento. Então, por isso que é muito conflituoso, é muito natural dentro da família haver o conflito entre o adolescente e os tutores, porque o próprio espírito está transitando entre a dependência e o egocentrismo no sentido de, olha, agora todo mundo vai parar para resolver minha necessidade que a gente desenvolve na infância. E a independência, onde eu conquisto a liberdade de fazer escolhas, me responsabilizo pelas consequências e agora as pessoas não param para atender as minhas necessidades, elas continuam resolvendo os dela e eu preciso correr atrás do meu. A proposta da vida adulta é justamente após termos vivenciado esses experimentos na adolescência, a gente tem os nossos painéis conceituais concluídos e eu vou viver os meus principais desafios existenciais. Então, na vida adulta a responsabilidade passa a ser minha. Mas muitos de nós chegamos na vida adulta ainda infantilizados, né? Então a gente fica doente, a gente ainda quer mamãe ali cuidando, ajudando, a gente ou a gente não quer a mãe, não quer o pai, mas a gente projeta essa figura de proteção no parceiro, na parceira, nos amigos, né, ou em outros familiares que t acesso. Então a gente ainda infantiliza muito, mas nós fomos criados espíritos, né? Nós espíritos fomos
essa figura de proteção no parceiro, na parceira, nos amigos, né, ou em outros familiares que t acesso. Então a gente ainda infantiliza muito, mas nós fomos criados espíritos, né? Nós espíritos fomos criados para liberdade, para sermos livres. Então, uma das propostas educativas do mundo físico é nos ensinar sobre a autor responsabilidade, em que eu vou resolver minhas necessidades, em que eu vou buscar realizar os meus desejos, em que eu vou ter que compreender meus desejos. Por que que eu desejo isso? os efeitos colaterais desse desejo me agradam, porque às vezes esse desejo me traz uma satisfação momentânea, mas os efeitos colaterais dele não. Então eu começo a raciocinar mais e fazer escolhas mais lúcidas. Essa é a proposta do crescimento espiritual. Por que que Deus enviou Jesus a um planeta tão ainda atrasado eh como o planeta Terra era quando ele chegou, né? Quer dizer, hoje ainda é muito imperfeito, mas imagina quando Jesus veio, né? Por que Deus mandou Jesus? Porque Jesus era um espírito já autorresponsável, com resistência moral. Então ele poderia estar com quem fosse, estar onde fosse, que ele continuaria firme nas próprias convicções. Nós, ainda muito imperfeitos, somos muito influenciados pelo ambiente, pelas pessoas que estão ao nosso redor, pelas nossas fragilidades. Então, é preciso alertar a gente sobre a responsabilidade que temos daquilo que vivemos e de como estamos lidando com o que vivemos. E como que mais nos incomoda e nos atrapalha é o desconforto. Então, vamos falar das nossas necessidades e eu vou embasar essa nossa conversa nesse livro aqui chamado Perespírito. É um livro extenso, embora seja de fácil leitura. Eh, o autor émino Zimmer e é um livro que todos os seus capítulos percorrem explicando o funcionamento do perespírito. E para quem não sabe o que que é perespírito, eu vou falar de uma maneira resumida, só para não ficar muito perdido aqui no que a gente vai falar hoje, tá? Eu sou o espírito, eu sou uma inteligência e quando eu vou encarnar,
ue que é perespírito, eu vou falar de uma maneira resumida, só para não ficar muito perdido aqui no que a gente vai falar hoje, tá? Eu sou o espírito, eu sou uma inteligência e quando eu vou encarnar, eu preciso vestir uma roupagem física de matéria bruta. Então, é muito distante a minha configuração de espírito com a configuração de um corpo físico de matéria bruta. Aí nós precisamos manipular fluidos do fluido cósmico universal para formar uma roupagem semimaterial. Ela não é tão bruta quanto o corpo físico, né? E aí ela consegue fazer a junção do espírito ao corpo físico através de laços fluídicos. Então, imagina-se três três peças aqui, né? O espírito que é inteligência, o perespírito, através de laços fluídicos conectando a inteligência a um corpo físico. Então, quando espírito penso, esse pensamento vibra nesses laços fluídicos e o perespírito imprime no corpo físico através dos laços fluídicos. Por isso que quando eu eh penso coisas alegres, coisas positivas, é mais natural que o corpo sinta mais conforto. E quando eu tenho pensamentos negativos, eu o meu corpo reage a isso, né? Eu fico tensa, coração acelera, muda. Às vezes a gente tá em casa passando mal, não tá legal da saúde e a gente recebe uma visita querida e aí essa pessoa nos faz tão bem, nos traz um um momento tão gostoso de conversas bacanas em que eu elevo meus pensamentos, daqui a pouco eu até esqueço do mal-estar que eu tava, né? Aí essa pessoa vai embora, eu volto a ficar eh mais fragilizado. Isso então demonstra força do nosso pensamento. Então a no capítulo 13 desse livro, eh, que se chama Perpírito e Enfermidade, eh nós somos elucidados, né, nessa literatura de que as enfermidades que temos se resumem a seis causas. A primeira é a cármica. E aí fiquem à vontade se vocês quiserem anotar isso, porque são meios da gente ter vigilância no nosso dia a dia, já que estamos falando de autorresponsabilidade aqui. A primeira é a cármica. A causa cármica. O que que é a causa cármica? é o efeito do que eu já causei nos meus comportamentos
a no nosso dia a dia, já que estamos falando de autorresponsabilidade aqui. A primeira é a cármica. A causa cármica. O que que é a causa cármica? é o efeito do que eu já causei nos meus comportamentos em vidas anteriores. Então, se na vida anterior eu abusei do meu corpo físico causando eh deficiências, destruindo órgãos no corpo físico, essa destruição, esse desequilíbrio orgânico se reflete no perespírito e desconfigura o perespírito. Então o perespírito na sua configuração fica com esse registro desse desequilíbrio. Quando eu vou reencarnar o meu perespírito que está com essa memória, que está com esse registro de desequilíbrio, vai imprimir no corpo físico esse desequilíbrio. Aí vem as predisposições, vem e as a, vamos dizer assim, as perfeições, né? Os órgãos que estão funcionando bem, os órgãos que têm fragilidades, as doenças que já nascem com a gente, as doenças que a gente absorve durante a trajetória, mas que é a impressão, né, dessa configuração perespiritual. Então, no livro diz assim: "Olha, as injunções de natureza cármica que dizem com o comportamento remoto de vidas anteriores respondem por doenças, inibições ou predisposições que se diferenciam nitidamente das manifestações de caráter patológico devidas às causas mais atuais. Então, a gente tá separando aqui a doença ou o desequilíbrio que vem resultante das minhas práticas em vidas passadas. Então, às vezes a gente tem o seguinte sentimento: "Poxa, isso que eu estou passando, né, através dessa doença, eh, não me parece justo, não me parece coerente com a minha conduta atual, porque eu sou responsável com o meu corpo, eu sou responsável com o meu alimento. Não faz sentido a aquisição dessa doença no olhando o meu comportamento atual, tudo bem? Só que o seu corpo físico está expressando, está imprimindo os registros do seu perespírito. Então, hoje a gente lida com as consequências do que fizemos em vidas anteriores. E nas vidas anteriores não foi dada a oportunidade dessa desse refazimento. Agora, o mais interessante
eu perespírito. Então, hoje a gente lida com as consequências do que fizemos em vidas anteriores. E nas vidas anteriores não foi dada a oportunidade dessa desse refazimento. Agora, o mais interessante é que a gente não tem que enxergar isso como uma punição ou um castigo. Pelo contrário, quando o perespírito imprime a doença no corpo físico, eu vou buscar a cura. E quando eu busco a cura pro corpo físico, à medida que eu estou trabalhando na reconfiguração do corpo físico, eu também estou reconfigurando as células perespirituais. O que significa que a doença de origem cármica é um processo de cura do espírito, porque eu só vou buscar os recursos para provocar essa reconfiguração no perespírito ao reconhecer essa doença orgânica. Então, assim como eu desconfigurei o perespírito através dos abusos orgânicos, através da cura orgânica, eu estou reconfigurando também o meu perespírito. Eu estou vivenciando uma oportunidade da reparação, da minha harmonização com o cosmos, com a vida, com a lei de amor. Se um dia eu causei um desequilíbrio, hoje eu vou empregar meus esforços para provocar o equilíbrio. Há quem diga assim: "Ah, se é cármico, eu preciso passar por isso. Então, se eu preciso passar por isso, eu não preciso ficar buscando cura, tentando vencer isso. Agora deixa então, mas aí eu não estou cumprindo com o objetivo da doença, porque o objetivo da doença é a cura espiritual. Então eu preciso sim insistir na cura física. Poxa, mas eu fiz um monte de tratamento. Eu tô há anos fazendo tratamento e a coisa não resolve. Está resolvendo sim. É que você não vê a reconfiguração das células perespirituais. É porque o registro é profundo, a cicatriz é profunda, tem raízes profundas. Talvez você não vá conseguir concluir a cura nessa vida, mas você só vai se libertar disso na próxima vida porque você começou a cura agora. Então você nunca deve desistir. Poxa, mas eu conheço fulano que fez o tratamento por anos, anos, anos e mesmo assim acabou desencarnando sem a cura, sem a cura do da carcaça humana, da
u a cura agora. Então você nunca deve desistir. Poxa, mas eu conheço fulano que fez o tratamento por anos, anos, anos e mesmo assim acabou desencarnando sem a cura, sem a cura do da carcaça humana, da carcaça orgânica. Mas o seu perespírito passou por uma reconfiguração celular e ele desencarna diferente de quando ele veio. Então, no planejamento encarnatório da próxima encarnação, ele já vai imprimir no corpo físico mais saúde. Por isso que o ideal é a gente resolver aqui tudo que tiver que resolver. Vamos suportar a dor. O até onde eu puder ir. Por isso que tem situações que na fase idosa, antes do desencarne, o enfermo fica muito tempo ali, muito tempo. E às vezes a gente fica sensibilizado falando: "Pai, leva, leva essa criatura, liberta, porque tá sofrendo muito. Não faz sentido ela estar aqui em cama sem viver. A gente pensa o que adianta estar em vida sem viver, sem poder, mas ela está se curando espiritualmente. E Deus é fiel à nossa cura, ao nosso progresso. Então, ele vai deixar a gente ir até onde for possível, até onde a gente aguentar, porque já vai terminar mesmo, já tá no finzinho. Ele diz: "Meu filho, aguenta só mais um pouco. A gente tá reconfigurando aqui, tá dando sucesso no perespírito." Mais uma medicação, mais uma cirurgia. Vamos lá, até que o corpo não aguenta mais. Beleza, agora já chegou no plano espiritual um perespírito mais curado, mais saudável, porque conseguiu reequilibrar. Aí a gente vai pro segundo, pra segunda causa, que é a invigilância mental, em que diz assim: "Olha, a ausência do autodomínio que leva ao descontrole emocional, a ausência do autodomínio, ou seja, eu só chego ao descontrole emocional porque eu não estou conseguindo dominar as minhas emoções. trato antifraterno com os semelhantes, os pensamentos de agressão, vingança, a refletirem os sentimentos de orgulho, egoísmo e ambição, refletem-se de imediato no perespírito e na aura. Por que que esses pensamentos ferem o perespírito? Porque nós somos criados a partir de Deus. E Deus é todo amor,
entos de orgulho, egoísmo e ambição, refletem-se de imediato no perespírito e na aura. Por que que esses pensamentos ferem o perespírito? Porque nós somos criados a partir de Deus. E Deus é todo amor, Deus é todo virtude. Então, a nossa configuração, a nossa natureza é toda virtude, é todo amor. Joana deângeles diz que esses sentimentos em nós eh resulta como se fosse uma gotinha de ácido numa pétala de flor, porque nós somos amor. Então, sempre que eu tenho esses pensamentos coléricos, eu estou com conta gota aqui pingando ácido na minha configuração. E como a minha configuração se fortalece no amor, na cólera, ela se desconfigura perespírito, ó, mente do espírito, eh, fazendo vibrar no perespírito a cólera. Aí o perespírito se desconfigura causando desequilíbrios que são impressos no corpo físico. Portanto, tem doenças que não estavam programadas no nosso planejamento encarnatório. Nós estamos adquirindo como efeito da causa, do que nós causamos com a invigilância mental. Aí a gente vai pro terceiro, pra terceira causa, que são as tensões psicológicas. O que eu achei interessante, porque quando a gente fala da invigilância mental e das tensões psicológicas, a gente acaba chegando no mesmo lugar. Por que que ele divide isso, né? Porque a a tensão psicológica é o quê? Você tá com a sua mente tensionada, né? Então isso te leva também à consequência da invigilância mental. Mas aí ele explica assim, olha, as tensões psicológicas e as experiências traumáticas alinham-se também claramente entre os fatores desencadeantes de enfermidade. E aí ele vai trazendo a a explicação levando ao seguinte ponto: é inevitável a atenção psicológica para a nossa idade moral, porque nós somos colocados em situações de estresse. O que que é o estresse? Vamos pra academia, vamos falar de para quem malha, quem treina. Quando eu vou pra academia, eu vou fazer um exercício de musculação. Eu estou forçando a musculatura. Eu estou causando um estresse na musculatura e eu forço ela para que nesse estresse muscular ela eh produza
vou pra academia, eu vou fazer um exercício de musculação. Eu estou forçando a musculatura. Eu estou causando um estresse na musculatura e eu forço ela para que nesse estresse muscular ela eh produza químicas que vão gerar um resultado de fortalecimento da musculatura. Eu não sou estudante da área, então eu não consigo trazer termos técnicos para vocês. Eu resumo dessa maneira, OK? Mas se eu não estiver disposta a tensionar a musculatura, eu não consigo provocar o enrijecimento dela e eu fico com os músculos flácidos, frágeis, fragilizando o corpo físico. Assim também é a mente. Deus nos coloca frente a situações que nos tensionam, porque mediante essa tensão é que eu vou exercitar novos raciocínios e eu vou raciocinando, raciocinando, juntando uma coisa com outra, com outra, com outra e aí eu vou provocando a amplitude da minha inteligência. Então, na idade moral em que estamos, esses essas situações de tensão nos são necessárias como provação que desperta a nova inteligência. A questão é como estamos lidando com essa tensão, porque eu preciso estar lúcida de que está havendo em mim uma tensão psicológica. Se está havendo em mim uma tensão psicológica, eu preciso buscar recursos que distensionam. E o recurso que me distensiona não é o recurso que te distensiona. Eh, para algumas pessoas são conversas edificantes, são conversas com determinadas pessoas, determinadas personalidades. Se a gente buscar determinadas pessoas e conversar com elas, a gente a gente dá uma acalmada, elas nos ajudam a digerir melhor aquilo que está acontecendo. leitura, algumas leituras nos ajudam também a digerir aquilo. Entretenimentos que tiram a nossa mente dessa repetição de pensamento no mesmo lugar e nos levam para outro lugar, como ã eh distrações, a cultura, eh hobbies que eu gosto de fazer, né? práticas que que me distraem, ambientes que eu gosto de frequentar, são lugares que levam a minha mente para outros tipos de pensamento e eu distensiono esse raciocínio. podem perceber que é muito comum a gente
ue que me distraem, ambientes que eu gosto de frequentar, são lugares que levam a minha mente para outros tipos de pensamento e eu distensiono esse raciocínio. podem perceber que é muito comum a gente ficar naquele pensamento. Aí a gente tem um compromisso que não tem nada a ver com o que está acontecendo e a gente vai para esse compromisso e a gente se envolve com aquele compromisso e quando a gente volta pra nossa realidade, a gente volta distensionado, a gente volta, nossa, que bobagem, quer saber? Aí a gente consegue até raciocinar melhor, a gente encontra soluções com mais facilidade. Por isso que Chico Xavier levantava muito a bandeira de diante dos seus problemas, trabalha em prol do outro, porque você distensiona, você sai desse lugar, canaliza sua inteligência para outras soluções, para outras pessoas, ressignifica a régua do que é problema, porque você começa a lidar com problemáticas maiores de outras pessoas. você higieniza a mente, aí você volta para aquele lugar com mais capacidade, com mais instrumentos para lidar com a situação. Por isso, precisamos estar lúcidos. A atenção vai acontecer, mas como eu vou lidar com ela? Porque se eu só tensionar, tensionar, tensionar, tensionar, o perespírito vai recebendo essa tensão e vai reconfigurando também, imprimindo esse desequilíbrio no corpo físico, ok? nosso perespírito tá totalmente integrado à lei de amor. Então, tudo que eu fizer em prol do da harmonia e do reequilíbrio dele, ele se restabelece. Mas se eu deixar, né, ficar alimentando qualquer ação, pensamento, sentimento que não tira o perespírito desse lugar de tensão, eu encolerizo ele. Aí vamos pra quarta causa que também tem ligação a essas duas anteriores, a invigilância mental, tensões psicológicas, aí vem a causa influências psicoambientais, ou seja, o a influência do ambiente psíquico. Então você está vivenciando eh sua suas experiências aqui na vida física e e aí você se submete ou por escolha ou por uma imposição da vida mesmo a estar em ambientes
influência do ambiente psíquico. Então você está vivenciando eh sua suas experiências aqui na vida física e e aí você se submete ou por escolha ou por uma imposição da vida mesmo a estar em ambientes que psiquicamente são tensos, né? Ele ele coloca aqui assim, eh, que nesse ambiente vamos nos impregnando de energias salutares que produzem efeitos benfazos e eh saturado de forças deletérias, resquícios de formas pensamentos degeneradas, podem causar malefícios, dadas as inevitáveis repercussões no corpo e espiritual. atual, ou seja, o desafio é inevitável, a gente vivencia as tensões, a gente vai vivenciar as dores, tudo isso faz parte do nosso progresso. Só que se eu fico num ambiente em que a conversação alimenta o pensamento de có linguagem agressiva, né, já basta a o desafio que eu tô vivendo. Aí eu vou comer uma pizza com amigos num numa pizzaria, né? E aí a gente senta e tá todo mundo ali falando mal de alguém, criticando e eh destacando as próprias dores com revolta. Quer dizer, além de toda a experiência que me tensiona a mente e as minhas emoções, ao invés de eu estar envolta a recursos que higienizam a mente, como a gente falou no item anterior, eu estou alimentando minha mente de ideias ainda coléricas. Então eu não estou remediando. É como se eu estivesse internada num hospital, doente, adoecida, e colocassem vírus e bactérias na medicação. Agrava a situação. Existem pessoas que, e tudo bem, legal entender isso, mas como que a gente lida com isso? Existem pessoas que a gente ama muito, existem lugares que a gente gosta muito de estar. E quando nós estamos em equilíbrio, o desequilíbrio dessas pessoas ou desses lugares não nos desequilibram, porque a gente tá bem, a gente abstrai, pelo contrário, a gente influencia essas pessoas no equilíbrio delas, a gente influencia esses lugares no reequilíbrio, tá tudo bem. Mas quando a gente não tá bem, esses lugares nos influenciam, essas pessoas nos influenciam. Então a gente tem que ser responsável com a gente.
e influencia esses lugares no reequilíbrio, tá tudo bem. Mas quando a gente não tá bem, esses lugares nos influenciam, essas pessoas nos influenciam. Então a gente tem que ser responsável com a gente. Eu adoro aquele lugar, mas agora eu não posso estar como uma simples gripe. Eu estou muito gripada. Eu adoro uma sauna e uma piscina gelada. Mas se eu colocar meu corpo nesse choque térmico, num momento em que ele já está fragilizado, eu vou agravar a situação. Então, se eu não estou num momento fortalecida emocionalmente, psiquicamente, eu vou evitar ambientes psíquicos que agravem o meu estado, que alimentem meu pessimismo, que fragilizam a minha autoconfiança. Isso não é ausência de amor pelas pessoas envolvidas ou eu não, eu não estou determinando que nunca mais eu vou estar nesses ambientes, mas eu estou reconhecendo a minha fragilidade momentânea. Isso é autorresponsabilidade. Eu agora vou escolher não me colocar numa situação de vulnerabilidade. Então é interessante porque quando a gente olha essas causas aqui da tensão, quer ver da invigilância mental, porque é justamente como que eu raciocino, né, o que que eu alimento de pensamento, as tensões psicológicas e as influências psicoambientais elas estão interligadas, mas ele separa porque a gente precisa vigiar cada situação é uma situação. Então, eu posso estar vivenciando uma tensão psicológica e buscar ambientes psicoambientais que vão me curar. Eu posso não estar vivendo uma tensão psicológica, mas eu tô numa invigilância mental só pensando coisas ruins. Então, ora eu tô num lugar, ora eu tô em outro, hora eu posso estar nos três. E aí estou causando, provocando o desequilíbrio do organismo físico. Aí a gente vai pra penúltima causa, ocorrências acidentais. Então, às vezes a gente absorve uma doença, uma imperfeição orgânica por causa de um acidente que a gente sofreu e aí fragilizou o corpo físico. E dentro dessa categoria dos acidentes estão aqueles que estavam planejados, que que são frutos da providência
ição orgânica por causa de um acidente que a gente sofreu e aí fragilizou o corpo físico. E dentro dessa categoria dos acidentes estão aqueles que estavam planejados, que que são frutos da providência divina, porque vai me colocar numa condição de despertar minha inteligência, né? Por exemplo, ah, eu já eh eu sou muito paciente, né? Eu sou muito paciente já, pai. Eu já cresci, já me desenvolvi tanto que agora agora eu sou muito paciente. Aí ele diz assim: "Tá bom, então vamos testar você viver uma trajetória ou um período da trajetória sem uma mão, porque vai dificultar. E agora você precisa aprender a ter paciência num lugar de impotência. Ah, então vamos. Aí a gente planeja e aí acontece durante a trajetória eu perco a mão. Não necessariamente, veja bem, não necessariamente é cármico, não necessariamente é uma expiação porque eu tirei a mão de alguém em outra vida, não. é uma provocação do despertar da minha habilidade, né, de desenvolver a paciência em lugares mais profundos, porque o a evolução é assim, você aprende no raso, é igual entrar no mar. A gente aprende a entrar no mar na beirinha, a criança fica ali, ó, pulando onda, a ondinha baixa. Aí as ondas maiores a gente não deixa a criança ir mais paraa frente. À medida que ela vai crescendo, pode ir mais paraa frente. Agora aprende a mergulhar na onda. se levantar e olhar para se preparar para outra, senão você vai levar um caldo. Aí a medida que a gente vai desenvolver agora entra mais no mar. Você vai tá com o pé lá na na areia e a água já aqui. Então cuidado. Agora pode entrar ainda mais. Seu pé não toca mais na areia, entende? A evolução é isso. Então, às vezes a gente só aprendeu a pular a onda e a gente fala: "Ah, eu já sei, eu já domino o mar, não tem como eu me afogar no mar". Aí Deus fala: "Não, meu filho, deixa eu te mostrar, tem ondas maiores". Aí ele vem e nos apresenta ondas maiores. Aí a gente vai lá, pena, sofre, toma um caldo e vem areia para tudo quanto é lado, engole a areia e se traumatiza, depois toma coragem de novo
ondas maiores". Aí ele vem e nos apresenta ondas maiores. Aí a gente vai lá, pena, sofre, toma um caldo e vem areia para tudo quanto é lado, engole a areia e se traumatiza, depois toma coragem de novo e vai. A gente fala: "Agora eu já entendi o mar". Aí Deus fala: "Ih, meu filho, ainda tem mais um pouco". Aí vai, entende? Então tem as situações de acidente que são provações pro despertar da inteligência, providência divina, e tem o acidente que é por imprudência, é negligência humana. No estudo sistematizado da doutrina espírita, a gente tem uma aula que fala só dessa comparação do que é providência divina e negligência humana. Porque muitas das vezes que eu estou vivendo desequilíbrios, eu atribuo essa decisão a Deus, quando na verdade fui eu que abusei do corpo físico. Então, se eu se eu estou abusando do corpo físico, eh, ah, eu sei que eu não posso atravessar a rua sem olhar pro lado, porque vai passar um carro. Então, eu não posso dizer: "Ah, pai, agora é contigo, a tua providência que decide. Se for para eu ser atropelada, eu vou ser atropelada. Aí eu atravesso a rua sem olhar pro lado, eu falo: "Ah, foi Deus?" Não, eu já tenho inteligência suficiente para saber que eu tenho que olhar pro lado. É uma questão de responsabilidade. Aí eu vou pôr em risco o meu corpo e aí eu sou atropelado. Então estamos falando de acidentes por imprudência, por negligência humana. OK? Então, dentro dessa causa de ocorrências acidentais, podem estar de providência divina, podem estar a da negligência humana. E por fim, e último é a obsessão. A obsessão pode nos causar, sim, doenças profundas, orgânicas, psíquicas. Mas quando a gente estuda obsessão, a gente aprende que a obsessão começa através da mente da invigilância mental, porque eu fico tendo pensamentos de baixa frequência. Aí eu me sintonizo com os espíritos do mesmo tipo de pensamento e ele começa a me sugerir opiniões que eu concordo, porque nesse momento eu estou em baixa frequência. Então, por exemplo, ah, eh, eu fui, fulano mentiu
zo com os espíritos do mesmo tipo de pensamento e ele começa a me sugerir opiniões que eu concordo, porque nesse momento eu estou em baixa frequência. Então, por exemplo, ah, eh, eu fui, fulano mentiu para mim, um grande amigo mentiu para mim, eu estou decepcionada. Aí eu tô lá na minha casa cozinhando e pensando, né? Poxa, eu não merecia isso. Eu fiz isso por ele, eu fiz isso por ele. Eu fiz isso, eu não merecia. Ele é isso, ele é aquilo. Eu estou pensando, olha a invigilância mental aqui. Eu baixei a frequência. Aí vem um espírito nessa frequência e fala assim: "Bárbaro, você sempre passa por isso. Ele é só um dos que mentiu para você. Lembra do fulano, lembra de não sei quem? E eu tô lá cozinhando, cortando, li a batata cada vez com mais força. A gente vai ficando com raiva e eu pensando, eu realmente não mereço. Deus é injusto. E ele tá ali e eu sempre ajudo, eu sempre sou fiel, eu sempre sou amiga e realmente fulano. Por que que a gente entra no quadro de obsessão? Porque a obsessão começa de uma maneira muito sutil, com uma sugestão dentro de um pensamento que eu já estou tendo. Eu não tô lá cozinhando, pensando assim: "Poxa, fulano mentiu para mim. Eh, quanta necessidade de desenvolvimento ele ainda tem, né? Eu não tô, eu não tô exercitando a compreensão, aceitação, o perdão, porque se eu tiver, o espírito que quer me obsidiar não consegue ter um diálogo mental comigo, porque o meu diálogo é da busca de compreensão. O que significa que a causa da obsessão também é responsabilidade minha, eu não sou vítima. Por isso o tema alerta. Eu não sou vítima, eu sou totalmente responsável pelo que está acontecendo comigo e pela maneira como eu vou lidar com isso. Até as provações que eu estou vivenciando, que não são cármicas, não são de invigilâncias, não são dessas portas que eu abro, né? da providência divina, porque eu preciso despertar a inteligência. Até essas experiências me são necessárias, são justas e boas na minha vida, já que eu preciso disso para aprender a
que eu abro, né? da providência divina, porque eu preciso despertar a inteligência. Até essas experiências me são necessárias, são justas e boas na minha vida, já que eu preciso disso para aprender a desenvolver. Então eu tenho uma responsabilidade sobre como eu vou lidar com isso. Pensa assim: Pilhos de pais divorciados são submetidos a uma mudança de rotina por uma decisão que não foi deles. Vou fazer esse comparativo. meu filho. Estou tendo que mudar minha rotina, estou tendo que lidar com ausência, estou tendo que lidar com a saudade por causa de decisões que vocês, pais, adultos, fizeram. Assim é a providência divina. Nós vamos ser submetidos a situações desconfortáveis por decisões que não são nossas. A diferença entre o pai, né, Deus, pai, que aplica sua providência sobre a nossa vida e os adultos que estão tomando a decisão é que os adultos no mundo de provas e expiações são imperfeitos. Então, a gente não sabe até onde há responsabilidade, até onde não há. Tem os casos eh dos divórcios que são irresponsáveis e tem os casos de divórcio que são responsáveis e aquelas criaturas estão submetidas à aquilo. Agora, o pai, Deus pai nunca toma uma decisão irresponsável. Ele é perfeito. Então aquilo que ele providencia na minha vida é justo e é bom. E o filho que está tendo que vivenciar o efeito desse divórcio tem duas escolhas. Ele pode bater a porta, xingar o pai, xingar a mãe, se revoltar, se envolver com drogas, modificar a vida dele, agravar a situação, se encolerizar ou diante da mesma situação, ele pode tentar aprender como eu vou lidar com isso. Deixa agora eu tentar construir a melhor rotina para mim. Embora haja dor da saudade, embora haja a dor da ausência, eu vou tentar extrair algo disso aqui, porque eu quero ser feliz. Essa tem que ser a nossa relação com a providência divina. Então, seja lá o que a gente está vivendo, vale o raciocínio sobre essas possíveis causas. Agora, mesmo que a gente não consiga diagnosticar a causa, o que mais importa não é nem identificar a causa, é
ntão, seja lá o que a gente está vivendo, vale o raciocínio sobre essas possíveis causas. Agora, mesmo que a gente não consiga diagnosticar a causa, o que mais importa não é nem identificar a causa, é escolher como eu vou lidar agora. Porque a partir da minha escolha agora sobre como eu vou lidar, eu vou cumprir com o objetivo da doença, que é a cura do espírito. Eu tenho uma amiga que quando teve câncer, inclusive ela é trabalhadora aqui da casa, quando teve câncer, na primeira quimioterapia dela, ela pediu pra enfermeira colocar nas mãos dela o aquele saco, né, de que tá com a química, soro e tudo mais que vai colocar no sangue. Aí ela pegou esse saco, abraçou e disse assim: "Obrigada, porque através de você, eu vou reequilibrar e reharmonizar a minha história". Olha que lindo, porque ela estava lúcida de que essa doença era consequência da própria história. Se era cármico, se era por tensão psicológica, se era em vigilância mental, ela não sabia. Mas foi através da história vivida por ela que ela adquiriu essa doença. Olha o nível de consciência de autorresponsabilidade. Aí ela abraçou e disse: "Obrigada, porque você vai me oportunizar esse equilíbrio, essa harmonização com a minha história. É assim que a gente tem que enxergar a doença." Joana de Angeles diz que os doentes são mais saudáveis do que quem não está doente. Porque quem está doente fisicamente está se permitindo o processo da cura, do refazimento perespiritual. Isso logicamente dentro de um contexto, tá? Não é pra gente levar como rótulo para todo mundo. Ah, você não tá doente, então você é menos desenvolvido do que eu, porque eu tô cheia de doença aqui. E Joana disse que os doentes são mais saudáveis, que não. É dentro de um contexto que ela tava trazendo sobre a fuga. Ou seja, ao invés de eu lidar com os desequilíbrios do meu corpo buscando a cura, eu fujo com paliativos. Então, com o desenvolvimento da ciência, nós conseguimos criar químicas que reequilibram o corpo físico com agilidade. Então, eu tenho um surto psíquico
corpo buscando a cura, eu fujo com paliativos. Então, com o desenvolvimento da ciência, nós conseguimos criar químicas que reequilibram o corpo físico com agilidade. Então, eu tenho um surto psíquico e eu posso utilizar de uma medicação que põe meu corpo em reequilíbrio através da psiquiatria. Mas o objetivo de termos criado esse essa medicação é para que pondo o corpo físico em equilíbrio, eu consiga trabalhar a minha mente. Porque se o meu corpo tá em desequilíbrio, eu não consigo nem fazer uma terapia, eu não consigo pensar sobre os meus problemas, eu não consigo digerir as emoções, buscar outros comportamentos, porque o meu corpo está em desequilíbrio. Eu tenho pânico, eu tenho síndrome de ansiedade, eu tenho visões eh confusas, pensamentos confusos, tem um monte de coisa acontecendo. Então vem a medicina acalmar o organismo físico para viabilizar o tratamento na causa. Mas depois que eu tomo um remedinho e paro de sentir esse desequilíbrio, eu falo: "Gente, deixa eu viver, tá tudo ótimo aqui". Aí eu fujo da responsabilidade da cura. Que que vai acontecer? Eu posso tomar essa medicação a vida inteira, tá tudo certo, mas eu vou desencarnar com o meu perespírito totalmente desconfigurado ainda. Na próxima encarnação vou viver tudo de novo. E talvez seja até pior, porque eu já vou nascer com esse desequilíbrio. Eu já vou imprimir no feto esse desequilíbrio. Então vai ser mais danoso. Por isso que Joana diz que você aceitar a doença é muito mais saudável do que fugir dela. É nesse contexto que ela traz. Então, tem muitas pessoas que nós estamos olhando que a gente acha que está pessoas que fogem de ter que cuidar da própria saúde, de ter que cuidar da própria mente, de ter que assumir seus desequilíbrios. Portanto, meus irmãos, para encerrarmos, a proposta da palestra de hoje é que nós voltemos à nossa consciência, a nós mesmos. Porque quando nós encarnamos, nós só encarnamos nesse mundo físico que nos causa desequilíbrio e dor também junto a prazeres e alegrias, porque nós
que nós voltemos à nossa consciência, a nós mesmos. Porque quando nós encarnamos, nós só encarnamos nesse mundo físico que nos causa desequilíbrio e dor também junto a prazeres e alegrias, porque nós queremos ser livres. Nós queremos nos libertar dessas necessidades de dor, de desequilíbrio. Nós queremos nos libertar da necessidade do convívio tóxico, colérico, prejudicial, abusivo. A gente quer se libertar disso. A gente quer se libertar da agressão, da injustiça. A gente não aguenta mais. Foi por isso que nós aceitamos vir, porque o único meio de eu me libertar é crescendo, é absorvendo novas inteligências e curando. Então, tenhamos auto amor. Olhemos para nós como um filho de Deus que necessita de cuidados. Vamos dar ao corpo físico o que o corpo físico precisa. Vamos dar à nossa mente o que a nossa mente precisa. Por quê? Porque a religião está mandando. Porque a família está mandando, porque o livro está não, porque eu quero. Eu quero amar. Eu quero crescer. Eu não quero mais sentir rancor, eu não quero sentir raiva. Isso acaba comigo, me tira o sono. As pessoas estão vivendo a vida delas e eu tô aqui perturbada. Eu não quero mais isso. Eu quero ser como Jesus, estar em qualquer lugar, com qualquer um em paz. Então, tenhamos a coragem de cuidar de nós mesmos, tenhamos a coragem de assumir nossas necessidades, tenhamos a disposição de ir atrás dos recursos de que necessitamos e aí entenderemos o que é o amor. E o mais legal disso é que quando eu aprender a fazer isso sem perceber, eu vou estar amando o próximo, porque eu dou o que eu tenho. Então à medida que eu realmente entender o que é atender as verdadeiras necessidades, eu não vou conseguir olhar paraa enfermidade do outro, seja física, psíquica, moral, e não ajudá-lo. Mas eu vou saber ajudar da forma certa. Porque eu aprendi através da autocura. E o que a gente hoje chama de sacrifício vai se transformar no prazer de sentir o verdadeiro amor. Muito obrigada a todos. Tenham todos um excelente sábado, um excelente fim de
di através da autocura. E o que a gente hoje chama de sacrifício vai se transformar no prazer de sentir o verdadeiro amor. Muito obrigada a todos. Tenham todos um excelente sábado, um excelente fim de semana. Mês que vem a gente se encontra aqui de novo no terceiro sábado às 17 horas. Até lá. Opa, sem palavras, né? A Bárbara nos trouxe assim um lenitivo, né? um banquete para nossas almas nessa tarde de sábado. Vamos agradecer imensamente a ela e a toda a espiritualidade, né, que conduziu a essa palestra que com certeza vai aquecer, direcionar os nossos corações. Estamos agora fechando os nossos olhos e agradecer ao Mestre Jesus por mais esta oportunidade de estarmos aqui dentro desta casa de amor, de acolhimento, de tratamento. Agradecer ao Dr. Bezerra de Menezes e a todos os espíritos que lideram esta casa com tanto amor para nos acolher, para nos trazer o entendimento, nos trazer nos acordar através do estudo e do amor. Vamos orar um Pai Nosso e vibrar o amor que foi nos ensinado na palestra de hoje para o nosso perespírito, para o nosso corpo, para os nossos familiares e para o mundo. Pai nosso que estais no céu, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Senhor, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, porque teu é o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Queridos irmãos, tenham todos uma um excelente final de semana, que possamos refletir e se ainda tivermos dúvidas, vamos lá no YouTube e ouvir novamente a palestra da nossa amiga. Por gentileza, peço que aguardem, que serão chamados para o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado
m e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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