TRANSFORME-SE, AGORA É A HORA - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver do amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda Belê. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ou pela TV, Rádio Web Comunhão. Pedimos aqueles que têm celular que o mantenha no modo silêncio ou desliguem, por favor. O livro Passos da Vida. Ainda hoje irritavas-te ainda hoje no justo momento da caridade e pensavas contigo mesmo: "Valerá suportar a biles do companheiro encolerizado, desculpar o insulto da ignorância, sofrer sem revolta os golpes da violência e ajudar aos que me incomodam na via pública?" refletias a extensão do mal e confiavas-te ao desespero. Entretanto, não se pode julgar o campo pelo talo da erva, nem avaliar espiritualmente a multidão pelo movimento da praça. O amigo que te oferece o semblante áspero guarda provavelmente um espinho de aflição a espicaçar-lhe o peito. A pessoa que te injuria talvez padeça lastimável cegueira. A mão que te fere expõe o próprio desequilíbrio. E esses rostos, seráos que te pedem consolo, trazem também consigo um coração suspirando por Deus. Deixa que a bondade se externe por ti, estendendo a fonte da esperança e a melodia da bênção. Silencia a palavra candente e apaga todo impulso de crueldade. Ergue ainda hoje os que caíram. Amanhã é provável necessito escutar-te daqueles que levantas. Reflitamos no eterno amigo que passou na terra. compreendendo e servindo sem descrer do amor, embora sozinho nos supremos testemunhos da própria fé. Ampara, alivia, ilumina e socorre sempre. Todo o auxílio na obra do bem é uma prece silenciosa. E toda vez que
do e servindo sem descrer do amor, embora sozinho nos supremos testemunhos da própria fé. Ampara, alivia, ilumina e socorre sempre. Todo o auxílio na obra do bem é uma prece silenciosa. E toda vez que auxilias, o anjo da caridade está perto, orando também por ti. Mei mei. Nós vamos nesse instante pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Pizer de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelos hospitais, pelas ruas, muitas das vezes em busca do pão material, que possamos levares do lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra paraa nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com transformação. Bom, eu gosto sempre de falar do mesmo tema, transformação. A doutrina espírita é essa doutrina maravilhosa que ilumina os nossos corações e as nossas mentes e nos auxilia a nos transformarmos. Eh, todos nós com certeza buscamos de alguma forma, de alguma maneira a resolução dos nossos problemas e até mesmo o encontro com a tão desejada felicidade. Em muitos momentos batemos nas portas erradas, até porque o conceito de felicidade, principalmente nos dias de hoje, onde nos voltamos muito mais à matéria do que ao espírito, é um conceito um pouco eh confuso para não dizer outras palavras. A felicidade nada mais é do que o olhar para dentro. É quando a gente ouvia as doces palavras de Jesus a nos recordar que o reino, o nosso reino não é deste mundo. Ele dizia: "O meu reino não é deste mundo. Portanto,
a mais é do que o olhar para dentro. É quando a gente ouvia as doces palavras de Jesus a nos recordar que o reino, o nosso reino não é deste mundo. Ele dizia: "O meu reino não é deste mundo. Portanto, não deveríamos temer nenhum tipo de conquista, como em muitos momentos ainda hoje tememos. conquistas, guerras, confusões, a tristeza, a dor. Tudo isso, na verdade é fruto ou nasce na raiz dos pensamentos de todos nós que aqui estamos encarnados neste mundo de provas e expiações. Para que possamos merecer um mundo diferente, nós temos que transformar o nosso mundo interno. A transformação, a mudança ou a conquista da felicidade tão desejada jamais virá de fora para dentro. Não adianta a gente esperar algo melhor em torno de nós. Nós precisamos nos melhorar. E a doutrina espírita nos coloca ferramentas maravilhosas para que esta transformação seja efetiva, eficaz e com certeza funcione em nossas vidas. Portanto, buscar a felicidade ou achar que o que está fora não está de acordo com o que a gente acha que nos fará felizes, é incorrer em erro. Até porque a felicidade é novamente frisando e batendo na mesma tecla, uma conquista interior, uma conquista interna. é o olhar para dentro, dentro da solidão dos nossos pensamentos. Quando nós conseguirmos nos voltar profundamente a Deus e a Jesus, que nós encontraremos ou que nós seremos perenemente felizes. Eu gosto muito de um autor chamado Calibrã, minha amiga Germana, nós temos um filho da mesma idade, a Germana aqui da casa. Eh, colocou o filho dela o nome de Calil. Eu ia botar Calil, aí eu ia colocar o nome do meu filho de Leon por causa de Leon Deni. Acabou ficando Rafael mesmo. Mas o nome do filho dela é Calil, em homenagem a esse grande poeta Calil Gibran, que cantarola os ensinamentos de Jesus. E eu separei uma linda poesia de Calil de Bran, esse libanês que foi erradicado em Nova York, nos Estados Unidos, e que pôde escrever para o mundo a sua visão de Jesus. E ele fala neste livro lindo, até o livro também é maravilhoso, né? Jesus, o filho
e libanês que foi erradicado em Nova York, nos Estados Unidos, e que pôde escrever para o mundo a sua visão de Jesus. E ele fala neste livro lindo, até o livro também é maravilhoso, né? Jesus, o filho do homem. Num anoitecer, ele passou por minha casa e minha alma acelerou-se dentro de mim. Ele falou comigo e disse: "Venha, Levi, e siga-me." Eu o segui naquele dia e ao anoitecer do dia seguinte, roguei a ele que entrasse em minha casa e fosse meu convidado. E ele com seus amigos atravessaram a soleira da minha casa e abençoaram a mim, a minha mulher e aos meus filhos. E eu tinha outros convidados. eram publicanos e homens de saber, mas que eram contra ele em seus corações. Quando estávamos sentados à mesa, um dos publicanos questionou Jesus, dizendo: "É verdade que tu e teus discípulos quebram a lei e acendem fogo no dia de sabá?" Não sei se vocês sabem, o sabat se inicia na sexta-feira à noite e o sábado, segundo a lei judaica, hebraica, eles não podem trabalhar. E aqui ele foi questionado, é verdade que vocês quebram a lei e acendem um fogo no dia de sabá? E Jesus respondeu a ele, dizendo: "De fato, fazemos fogo no dia de Sabá, inflamaríamos o dia de sabá e queimaríamos com nosso toque os galhos secos dos outros dias". O outro publicano disse: "Disseram-nos que bebes vinho com os impuros na estalagem?" E Jesus respondeu: "Sim, a esses também confortamos. Não viemos aqui, a não ser para compartilhar o pão e a taça com os descoroados e os descalços entre vós. Poucos, muito poucos são os filhotes sem penas que se aventuram a enfrentar o vento. E muitos são os alados e emplumados que permanecem no ninho. E alimentamos a todos com o nosso bico, tando, tanto os preguiçosos quanto aos ativos. E outro publicano disse: "Pois me disseram que proteges as prostitutas de Jerusalém." Então vi no rosto de Jesus naquele momento as alturas rochosas do Líbano. E ele disse: "É verdade. No dia do juízo final, essas mulheres serão inclusive elevadas perante o trono de meu Pai e serão
m." Então vi no rosto de Jesus naquele momento as alturas rochosas do Líbano. E ele disse: "É verdade. No dia do juízo final, essas mulheres serão inclusive elevadas perante o trono de meu Pai e serão purificadas por suas lágrimas. Mas vós ficareis presos pelas correntes do próprio julgamento. Babilônia não foi destruída por suas prostitutas. Babilônia foi transformada em cinzas para que os olhos dos hipócritas não pudessem mais contemplar a luz de do dia. E outros publicanos o teriam questionado, mas fiz um sinal e pedi que ficasse em silêncio, pois sabia que ele os confundiria. Eles também eram meus convidados e não queriam que fossem envergonhados. Quando deu meia-noite, os publicanos saíram de minha casa e suas almas estavam mancando. Então, fechei os olhos e vi como numa visão sete mulheres de vestes brancas em pé à frente de Jesus. Seus braços estavam cruzados sobre o peito e a cabeça inclinada. E então olhei fixamente em meio à neblina do meu próprio sonho e contemplei as feições de uma das sete mulheres, e ela brilhou em minha escuridão e o rosto de uma prostituta que vivia em Jerusalém. Então abriram os olhos e olhei para ele, e ele estava sorrindo para mim e para os outros que não haviam deixado a mesa. Fechei novamente os olhos e vi numa luz sete homens em trajes brancos ao pé em pé ao redor dele. Contemplei o rosto de um deles. Era o rosto do ladrão que foi crucificado. Depois ao lado direito dele. Mais tarde Jesus e seus companheiros saíram da minha casa e tomaram a estrada. A grande verdade é que a maior mensagem de Jesus é que todos nós conseguiremos, a partir da nossa vontade encontrar essa luz interior que nos transformará. A doutrina espírita vem e nos conta e nos fala sobre a reencarnação, mas ao mesmo tempo nós sabemos que a transformação pode vir como no instalar de dedos, a partir de uma decisão íntima de cada um de nós em sermos diferentes. Em uma pergunta muito interessante de O Livro dos Espíritos, Kardecinte, em sua questão 175 do livro dos espíritos. Qual a vantagem
partir de uma decisão íntima de cada um de nós em sermos diferentes. Em uma pergunta muito interessante de O Livro dos Espíritos, Kardecinte, em sua questão 175 do livro dos espíritos. Qual a vantagem de espíritos que já viveram na terra retornarem a ela? Qual a vantagem de nós reencarnarmos hoje? Talvez estejamos em uma posição de poder, outros em posição mais subalterna, mais sofredora. Alguns de nós se olha no espelho e se vê com sexo masculino, outro sexo feminino, mas nós não sabemos espíritos em uma viagem infinita em busca da nossa autoiluminação. Então, não importa a nossa imagem no espelho, não importa o que nós somos, o que nós fomos ou aquilo que carregamos no dia de hoje, queçar a nossa conta bancária, os nossos títulos ou aquilo que chamamos de nosso, o meu nome, a minha família. Muitos de nós ainda se preza, ainda se se vangloria e diz: "A minha dor respeite o meu sofrimento". Nós somos tão egóicos como crianças pequenas, ainda que somos comparado a a espíritos mais desenvolvidos e mais conhecedores das coisas do céu e da terra, que vivemos envoltos numa crença de que absolutamente tudo é nosso. Quando na verdade aqui estamos de passagem, para que e por precisamos da reencarnação? Será que continuaremos voltando a este mundo de provas e expiações que hoje nos abraça e nos recebe? Ou mereceremos um mundo melhor, um mundo renovado, um mundo regenerado? Lá no século XX, parece tanto tempo, né? Yung nos fala desse mundo regenerado. A doutrina espírita nos fala do mundo regenerado lá nos idosos do século XIX. E hoje nós estamos enxergando o mundo como no livro que recomendo a vocês a leitura, eh, Coração do Mundo, pátria do evangelho. E também o livro que nos conta da transformação do mundo de capela, aonde eram esse aqueles espíritos e aqueles povos que tinham alcançado uma determinada evolução intelectual, uma determinada evolução eh tecnológica, como talvez hoje nós alcançamos. Mas muitos daqueles que viviam em Capela, em seu o livro Exilado de Capela, muitos
nçado uma determinada evolução intelectual, uma determinada evolução eh tecnológica, como talvez hoje nós alcançamos. Mas muitos daqueles que viviam em Capela, em seu o livro Exilado de Capela, muitos daqueles que viviam em Capela ainda estavam escurecidos por dentro. Portanto, o mundo estava assim em transição. É como se nós estivéssemos passando de uma série a outra na escola. A, muitos precisaram reprovar e dar e fazer novamente aquela aquele aquela mesma série, aquele mesma aprendizado e outros passaram de ano, puderam ser promovidos ao mundo regenerado. Mas como Capela já estava no momento de transição, já estava no momento de passar de mundo de provas e expiações para o mundo regenerado, aqueles espíritos repetentes que reprovaram a as suas lições em suas sucessivas encarnações naquele planeta, precisaram ser exilados dali, porque o planeta já tinha atingido o seu ápice de transição. E a Terra nada mais era do que um planeta inferior. Vamos imaginar, nós estamos à época do antigo Egito, antes daqueles grandes povos, a época dos primeiros hebreus, escravos ali do Egito, a época dos primeiros hindus. E aí reencarna aquela aquele grupo de pessoas, aquele grupo de espíritos que reprovaram, mas que vieram também não somente para terminar, complementar o seu aprendizado num planeta que ainda era inferior, mas para auxiliar o planeta Terra a sua passagem de para o mundo de provas e expiações. Por isso, muito desses povos, eles têm na sua cultura milenar, eles têm na cultura e nas suas religiões a meta em psicose, a crença que se eles forem maus, eles podem reencarnar num corpo de animal. O budismo, o chintoí, tantas outras religiões acreditam na retrogradação da alma, porque eles gravaram, eles conservaram no seu íntimo a triste lembrança de ter tido a de ter tido a possibilidade de viver em um mundo quase regenerado ou um mundo com alta tecnologia e ter que reencarnar num planeta como era ainda O planeta Terra em início de estágio de evolução. É como se nós hoje desencarnar, a gente vai e desencarna no
regenerado ou um mundo com alta tecnologia e ter que reencarnar num planeta como era ainda O planeta Terra em início de estágio de evolução. É como se nós hoje desencarnar, a gente vai e desencarna no momento agora presente. Aí nós estamos acostumados com celular, com microondas, máquina de lavar-roupa, né? Eletricidade, carro. De repente a gente reencarna no antigo Egito, no meio do deserto. Como é que nós reagiríamos? Para as almas que reencarnaram ali naquele momento, era como se elas tivessem vivenciando uma espécie de castigo. Muitos puderam evoluir, muitos aprenderam, complementaram as suas lições aqui na Terra e retornaram à capela. Muitos outros disseram, se afeiçoaram ao planeta Terra e disseram o seguinte: "Não, quero continuar por aqui. Já completei as minhas lições, o que a Terra podia me ensinar. Eu poderia ir para o mundo regenerado agora, mas eu quero permanecer para auxiliar aqueles que ainda precisam, desculpa, estar na terra. Eu quero auxiliar a este grupo de almas a se encontrarem, a se reencontrarem, a se iluminarem e se tornarem seres regenerados como nós. Portanto, nós estamos aqui em uma oportunidade única, apesar apesar das nossas dores, apesar das nossas dificuldades, apesar da do da doença física, dos problemas familiares, apesar da sensação de abandono, dos traumas, nós estamos aqui para conviver e para aprender. Além de sociedade, também ali descrita maravilhosamente no livro dos espíritos, é uma lei imperiosa que faz com que nós consigamos evoluir de uma forma mais precisa, mais rápida, convivendo uns com os outros. Por mais que isso seja difícil, mas é no aprendizado do perdão, é no aprendizado do deixar ir, porque não perdoar é algo que nos incomoda, porque estamos sempre nos recordando daquela pessoa que nos gerou ou que nos causou algum mal. Queremos sempre apedrejar aqueles que nos feriram, como fiz como os fariseus, como no sinédrio se fazia. Existia um homem, Estevão, foi levado ao templo hebreu e foi apedrejado por pregar as palavras daquele
s sempre apedrejar aqueles que nos feriram, como fiz como os fariseus, como no sinédrio se fazia. Existia um homem, Estevão, foi levado ao templo hebreu e foi apedrejado por pregar as palavras daquele insurgente chamado Jesus. Afinal de contas, ele ousava em dizer que todos nós somos irmãos perante o mesmo pai. Como que um judeu poderia ser irmão de um romano, que poderiam ser irmãos de de pagãos e assim vai. Cada um se considera até hoje inclusive ou se considerava naquele momento de uma maneira mais gritante, irmão apenas daqueles seus iguais em etnia, iguais em crença. E vem um homem e fala o seguinte: "Todos nós somos irmãos perante o mesmo pai. Nós precisamos fazer ao outro aquilo que nós gostaríamos que fosse feito a nós. E aí alguém pergunta Jesus: "Mas quem é o outro?" O outro? O outro pode ser como aquele viajante que passa, como aquele homem? Ué, mas aquele homem, como que ele poderia merecer o meu perdão ou o meu amor se ele é diferente de mim? Não, você não entendeu. Todos nós somos iguais perante o mesmo pai. Portanto, inclusive carregamos dentro de nós um mini universo. Por isso também nós somos a imagem e semelhança de Deus, porque dentro de nós a divindade se faz presente. Nós conseguimos cocriar na natureza. Nós conseguimos gerar vida aprendendo a química, física, a biologia e agora, por que não, a inteligência artificial. Nós somos como se fosse mini deuses, porque somos uma partícula dessa divindade dentro de nós. Então, o outro é aquele que se aproxima de mim ou não? É aquele que é da minha etnia ou da minha segue a minha religião ou não? Eu devo amar ao meu semelhante como eu amo a mim mesmo. Mas é óbvio que para que eu ame o meu semelhante, eu também preciso realizar um certo trabalho com relação a esse amor próprio. Eu não posso me punir ao ponto de achar que eu só cometo erros. Eu não posso me punir ao ponto de achar que eu posso voltar atrás e ficar lembrando do passado e me martirizando, porque eu poderia ter feito diferente. Nós sempre vamos fazer algo de acordo
to erros. Eu não posso me punir ao ponto de achar que eu posso voltar atrás e ficar lembrando do passado e me martirizando, porque eu poderia ter feito diferente. Nós sempre vamos fazer algo de acordo com a nossa capacidade de entendimento ou com a oportunidade daquele momento. A iluminação ela é ela acontece aos poucos, ela é paulatina. A partir do momento que nós iluminamos as nossas mentes e os nossos espíritos, principalmente com conhecimento, o conhecimento espírita nos traz essa autoelimuminação e nos promove a um lugar maravilhoso onde a gente se entende e compreende que o nosso passado não nos define. Nós somos tão diferentes, inclusive cientificamente, biologicamente, a física quântica hoje nos diz, nós somos diferentes no hoje do que fomos outrora. Basta uma foto, né? Esse eu tive um tio que desencarnou recentemente. Minha família é muito longeva, ninguém morre antes dos 90, tá? Eu tenho um tio inclusive que fez 93 agora lá em casa. A gente tá começando a se preocupar que mundo que a gente vai deixar pro tio Nassis, né? Então, faleceu mais velho agora. Você imagina se o outro tem 93. E aí a minha prima entregou pro meu irmão uma série de fotografias que a gente nem sabia que meu tio tinha isso guardado, porque existiu uma época, não como hoje, né? Todo mundo tem uma câmera de celular nas mãos, mas quem tinha uma boa câmera para tirar fotografias, com certeza deveria ser uma pessoa abastada. Poucos tinham câmera e quem tinha uma câmera com 36 poses, né, era uma coisa extraordinária. Então a minha prima entregou pro meu irmão diversas fotografias e a gente ficou se deleitando olhando o passado familiar. Mas é óbvio também que a gente a gente se olha em fotografias antigas, imagina meu Deus, era outra encarnação, né? A gente não lembra que nós fomos daquela forma, daquela maneira, ou a gente nem se recorda que a gente viveu aqueles momentos. E aí em algum momento a gente se deleita com o nosso passado, imaginando: "Meu Deus, como eu cheguei até aqui". E é isso, meus irmãos. Nós
ou a gente nem se recorda que a gente viveu aqueles momentos. E aí em algum momento a gente se deleita com o nosso passado, imaginando: "Meu Deus, como eu cheguei até aqui". E é isso, meus irmãos. Nós tivemos várias encarnações numa única existência. Tivemos várias vidas e várias oportunidades numa única existência. Mas as nossas células, a nossa imagem no espelho, a nossa composição, nossa compleição física, tudo se transforma todos os dias. Depende do que a gente se alimenta, do que alimenta o nosso corpo e alimenta a nossa alma. A nossa sintonia mental, ela interfere na nossa no nosso equilíbrio físico. O que, de que forma nós estamos alimentando os nossos espíritos? O que nós estamos trazendo a mesa mental para alimentar a nós mesmos? Será que a gente busca aquele ora e vigia para não cairdes em tentação? Porque as tentações elas existem e nós somos seres humanos. As nossas vibrações mentais elas oscilam. Ela elas oscilam no momento que a gente tá no trânsito, que a gente entra no nosso trabalho, que a gente vai ter que eh conviver com amigos, inimigos e familiares, pessoas com quem com quem a gente tem obrigação de dar assistência. Eu costumo dizer que a caridade mais fácil é a caridade para dar um prato de comida a quem tem fome. Tem uma fábula muito interessante de Francisco de Assis. Eh, era dia de São Cosmo e Damião e Clara tinha o hábito de distribuir roupas usadas aos pobres na praça principal de Assis, em frente à igreja no dia de São Cosmo e Damião. Passa Francisco com os seus já seguidores, muitos deles provenientes também da nobreza daquela cidade, todos na sua mendigância diária, como era de costume. Após a sua transformação, depois de terem deixado a vida pregressa e se tornado outras pessoas, aquela existência onde eram filhos de pais abastados que puderam ir às cruzadas, defender a cruz do catolicismo em Jerusalém já não mais existia. Eles tinham bebido a taça de Jesus e se transformado completamente, passando, portanto, na praça em Assis, dá de cara
m ir às cruzadas, defender a cruz do catolicismo em Jerusalém já não mais existia. Eles tinham bebido a taça de Jesus e se transformado completamente, passando, portanto, na praça em Assis, dá de cara com Clara, já sua velha conhecida, sua alma gêmea, por que não? distribuindo aquelas roupas usadas aos pobres e alimentos e tudo naquele memorável dia que o nós eh que os católicos até hoje é uma festa católica. Maioria de vocês com certeza conhecem. E aí Francisco olha pra Clara e pergunta: "Por que você tá fazendo isso?" Aí Clara responde tipo assim: "Como assim? Por que que eu tô fazendo isso? Não é o óbvio. É dia de São Cosmo Damião. É dia de eu distribuir doação de alimentos. e roupas usadas aos pobres. Aí Francisco olha paraa Clara e diz o seguinte: "Vou perguntar de novo: por que e para que você está fazendo isso?" E aí ela parou para pensar por que e para quê? A doação que ela fazia todos os anos era uma doação mecânica. O coração não estava envolvido no ato. É muita, por isso que eu digo, muitas vezes é mais simples doar algo a quem tem necessidade do que nós nos envolvermos. efetivamente com a dor do outro. Muitas vezes os mendigos estão dentro da nossa casa. Alguns deles dormem na nossa cama, convive no no mesmo ambiente, mendigos de alma, mendigos espirituais, desejando e pedindo pelo amor de Deus um pouco do mínimo que a gente consegue doar em paciência, doar em um olhar amoroso e tantas outras doações que a gente pode com certeza fazer. e que não são vinculadas à matéria. Então, é mais difícil o envolvimento com o outro, porque vai de enfrente ao nosso ego. E nós somos criaturas cheias de ego, porque a gente necessita ainda de reconhecimento. E aí a gente esqueceu novamente uma frase de Jesus: "Todo aquele que tiver o reconhecimento da na terra ou que desejar isso já teve o seu reconhecimento. A gente precisa entender de que forma nós queremos ser reconhecidos. O que é verdadeiramente aquilo que todo mundo fala por aí e que se chama felicidade? Será que a felicidade são
seu reconhecimento. A gente precisa entender de que forma nós queremos ser reconhecidos. O que é verdadeiramente aquilo que todo mundo fala por aí e que se chama felicidade? Será que a felicidade são esse o o é na verdade o reconhecimento que a matéria pode nos trazer? Os títulos, o dinheiro, a conta bancária. A gente precisa separar as duas coisas. Quando Jesus entra no átrio do templo, aquela área em torno do templo de Israel, né, do templo hebreu, cheio de perantes, mercadores, cambistas, tinha de tudo, menos alguém falando de Deus. E aí é interessante porque naquele momento a gente vê a ira de Jesus. Mas como o homem perfeito pode ficar irado? Talvez isso venha à nossa mente, na nossa mente folclórica, né? Mas os sentimentos eles são fruto também do desejo e da necessidade de gerar transformação. E aí naquele momento que ele sai derrubando tudo, foi a oportunidade que os fariseus tiveram de chamar os soldados romanos. Olha só, ele tá destruindo tudo na hora que chega. Os fariseus questionam a Jesus, então não devemos dar não, não devemos eh dar o dízimo ou talvez o soldo, me fugir aqui a palavra para o templo ou para Roma. A gente deve romper com Roma totalmente, não pagar os impostos a Roma. E aí Jesus pega a moeda que cunhada tinha a imagem de César na moeda e ele responde àela famosa frase: "Di a César o que é de César, a Deus o que é de Deus". Nós estamos aqui em meio à matéria e a matéria ela é necessária, inclusive para nos gerar progresso. Nós precisamos aprender, inclusive a lei de propriedade. Tá aí mais um capítulo interessante paraa gente estudar no no livro dos espíritos. Eu posso e tenho direito à propriedade daquilo que é fruto do meu trabalho lícito, mas eu não posso deixar que a minha propriedade me possua. São duas coisas totalmente diferentes. Eu preciso entender que eu estou aqui de passagem. Tudo que eu tenho, inclusive o meu corpo físico, não é meu. Eu vou ter que deixar ele para trás em algum momento e seguir vivendo. De que forma eu alimento o meu espírito?
e eu estou aqui de passagem. Tudo que eu tenho, inclusive o meu corpo físico, não é meu. Eu vou ter que deixar ele para trás em algum momento e seguir vivendo. De que forma eu alimento o meu espírito? De que forma eu ilumino o meu conhecimento para que eu tenha capacidade de seguir vivendo, apesar da falta do meu corpo físico ou apesar de não poder levar as minhas posses aquilo que eu tenho. Tinha um programa antigamente, bem antigamente, eu era criancinha, chamava Acredite Se quiser. Eu nunca esqueci de uma cena que era uma mulher muito rica, milionária, parecia mais os faraós, né, as princesas do Egito, a maneira que elas eram que eles eram enterrados com suas posses, seus criados, em alguns momentos até com seus animais de estimação ainda vivos. E essa mulher faleceu nos Estados Unidos e pediu para ser enterrada com sua limosine, com suas joias, seus vestidos prediletos. Tiveram que abrir uma cova gigante para caber tudo que a mulher tinha dentro da cova. Eu fiquei pensando tempos depois como é que esse espírito chegou no plano espiritual. Com certeza esse espírito deve ter ficado ligada a essas postas e dentro do próprio túmulo durante muitos anos. Ela não descobriu o verdadeiro sentido da vida, que não é na matéria. A matéria ela é temporária e passageira. E a morte em alguns momentos, como nos dizem os espíritos, é apenas uma grande libertação. É como se estivéssemos presos em um túmulo vivo, apesar de nos acharmos vivos. Kardec instante mata a morte. Esse foi o grande advento da doutrina espírita. Eu tô aqui batendo o microfone. Tô me lembrando que o pessoal aqui da prefere que eu faça palestra com negocinho no ouvido e aqui hoje eu resolvi falar perto do microfone e eu já devo ter batido umas 400 vezes nele, mas tudo bem. Então, naquele momento, Kardec mata a morte. Por quê? Porque ele participou de várias sessões, as chamadas sessões de mesas girantes, sessões onde se faziam perguntas e as perguntas e as respostas vinham de forma inteligente. Lembrando, professor Rivail,
Porque ele participou de várias sessões, as chamadas sessões de mesas girantes, sessões onde se faziam perguntas e as perguntas e as respostas vinham de forma inteligente. Lembrando, professor Rivail, que é depois o se utilizou do pseudônimo Allan Kardec, que ele foi perseguido pela sociedade científica de Paris, porque ele era um cientista, ele tinha livro de matemática, de filosofia, de ciências, de tudo isso. Ele não podia, de repente estar escrevendo um livro dos espíritos, falando de coisas extraordinárias. Então ele resolveu usar um pseudônimo posterior. Ele que ele descobrira que ele fora um sacerdote druida com o nome de Allan Kardec. Kardec participou daquelas reuniões não como médium, mas como um cientista observador. Em algum momento ele pensou: "O fenômeno ele acontece, ele ocorre". Mas o fenômeno ele é inteligente. Alguém produz o fenômeno. Essas respostas não são aleatórias. As respostas vem. Poderia ser o fenômeno elétrico, até porque eletricidade era algo eh eh novo naquele naquele instante, naquele momento. Pouco se sabia sobre a eletricidade. Hoje nós diríamos se é uma inteligência artificial, né? Ele questionou. poderia ser um fenômeno elétrico, poderia ser um charlatão por trás disso aí, produzindo esse fenômeno e a gente simplesmente não tá entendendo muito bem. poderia ser um ilusionista, mas o fato é o fenômeno ele é inteligente. Uma inteligência se está produzindo o fenômeno que nós estamos enxergando. E a conclusão foi o fenômeno, as respostas elas vêm de pessoas que, apesar da morte do corpo, conseguiu conservar a sua individualidade. Significa o seguinte, o João, ele já tinha morrido, mas ele se entendia João. Ele era o mesmo João que tinha vícios, que tinha raiva, que tinha convivido com uma série de pessoas, contava as mesmas histórias. A única coisa que mudou é que João não tinha mais o corpo. E assim foi com Maria, com com José, com com Ofélia, com todo mundo. Naquele instante, o nosso querido professor matou a morte e ele disse o seguinte: "Sim, o nosso corpo sobrevive
tinha mais o corpo. E assim foi com Maria, com com José, com com Ofélia, com todo mundo. Naquele instante, o nosso querido professor matou a morte e ele disse o seguinte: "Sim, o nosso corpo sobrevive extraordinariamente, o nosso nosso espírito sobrevive extraordinariamente à morte do nosso corpo físico. Como que isso se dá? Por que que isso acontece? Nós temos outras vidas, nós tivemos outras vidas, nós nascemos de novo. E aí vem as milhares de indagações de onde nasceu o nosso primeiro livro, que é o livro dos espíritos, onde Kardec pergunta uma pergunta se sucede a outra com o mesmo tema, sendo destrinchado aquele tema e nós vamos bebendo de uma fonte rica de conhecimento e de sabedoria. E o conhecimento ele liberta. Eh, e naquele instante, todos aqueles que conseguem se aprofundar no estudo maravilhoso da doutrina espírita, é como se fosse tirado um véu à frente dos nossos olhos e nós enxergássemos a verdade. E a grande verdade, meus irmãos, é que iremos sobreviver à morte do nosso corpo físico. Uma doença grave, algo que pode nos levar a óbito. as dores que a gente sente aqui, tudo, todas as as situações que nós passamos vão fazer parte de um aprendizado infinito que as nossas almas se predispuseram a passar. É óbvio que a gente pode andar mais rápido um pouquinho, lembrando da pergunta 175 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "Será que a gente precisa mesmo viver reencarnando? A gente vai ter que voltar quantas vezes? Quantas vezes forem necessário? depende de cada um de nós. Se nós já tivess tivermos atingido o aprendizado, tudo que a gente precisa entender aqui neste mundo de provas e expiações, como muitos daqueles nossos queridos amigos capelinos, alguns ainda estão perdidos por aí, mas se a gente já tiver atingido o grau de conhecimento disponível aqui nesse planeta, nós vamos merecer um planeta melhor. É o mundo interno que tem que mudar. Não é o mundo ao nosso redor. Nós nunca conseguiremos alterar o mundo se a gente não mudar o que tem dentro do
nesse planeta, nós vamos merecer um planeta melhor. É o mundo interno que tem que mudar. Não é o mundo ao nosso redor. Nós nunca conseguiremos alterar o mundo se a gente não mudar o que tem dentro do nosso coração e dentro das nossas almas. Portanto, a gente tem que ter uma atitude realmente uma vontade, como nos diz Leon Denim em seu livro, o problema do ser, do destino e da dor, uma vontade transformadora. que essa vontade fará com que a nossa energia em algo diferente seja impositiva. Lembrando de Estevão, que foi apedrejado por falar coisas extraordinárias, por dizer que amava profundamente aquele que se denominou o Cristo. foi apedrejado em meio ao sinédrio, ao templo hebreu, por nada, ninguém mais, ninguém menos do que Saulo, aquele doutor da lei. Diziam que Saulo era um homem baixo, completamente careca, com uma face cisuda e totalmente intransigente. Saulo assistiu o apedrejamento de de Estevão praticamente se deleitando com o que ali estava acontecendo. Depois soube que sua noiva Abigail também tinha sido tocada pelas palavras deste homem louco chamado Jesus. Também tinha sido transformada. também acreditava que todos são irmãos perante o único pai ou que devemos amar o nosso semelhante, como jamais ele, um doutor da lei, amaria alguém diferente ou que não respeitasse ou aceitasse as suas leis e os seus profetas. Mas Abigail faleceu de uma tristeza profunda e ele revoltadíssimo descobriu quem era que estava transformando todo mundo em cristão. Chamou um alguns de seus capangas e disse: "Vamos pegar a estrada de Damasco. Esse Ananias, esse louco, há de pagar com a própria vida. E eu vou acabar com isso na raiz." E ele vai segue em meio à estrada de Damasco, vê uma luz. Os soldados, os seus capangas, sei lá como é que a gente pode chamar, aqueles que acompanhavam Saulo, enxergam a mesma luz. E ele cai do cavalo. Quantas vezes nós aqui caímos no cavalo achando que estávamos completamente certos e de repente a gente não tava certo nada. Só bastava uma dose ou uma pitada de humildade para
z. E ele cai do cavalo. Quantas vezes nós aqui caímos no cavalo achando que estávamos completamente certos e de repente a gente não tava certo nada. Só bastava uma dose ou uma pitada de humildade para que a gente entendesse: "Estou errado, eu quero reparar a minha falta". Ele cai do cavalo e aquela luz sai o homem que com certeza iluminou o mundo. E ele viu a figura do Cristo e pergunta: "Saulo, por que me persegues?" Naquele instante ele se transforma. Toda aquela aquele enegrecimento de sua alma vai para os seus olhos e o cega e ele se prostra aos pés de Jesus. Os homens não ouviam nem viam nada, apenas a luz. não entendia como aquele homem poderoso, intransigente, estava de joelhos vendo alucinações, ouvindo coisas estranhas. E ele simplesmente se prostra e diz: "Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. O que queres que eu faça?" Quantas vezes a gente se colocou aos pés de Jesus, aos pés do nosso mentor espiritual, dos nossos guias, dos mensageiros de Jesus que estão sempre ao nosso lado e nós simplesmente, humildemente, em vez de pedir, nos prostramos e questionamos: "Que queres que eu faça? O problema tá grande demais em minhas costas. Que queres que eu faça? Não suporto mais a dor da doença que carrego, do meu passado, dos abusos que cometi, que sofri. Que queres que eu faça daqui paraa frente? Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Isso liberta, isso nos deixa leve quando a gente tomar efetivamente essa atitude e trazer para nós o julgo do Cristo que é leve e suave. A gente pede demais como crianças que somos, lembra? Criança pede tudo. Eu quero esse biscoito, eu quero sair, eu quero essa blusa do meu amiguinho, eu quero isso, eu quero aquilo. E muitas vezes a gente como pai, como mãe, você quer por quê? Você não quer nada, né? Você vai ficar aí onde você tá. Quantos nãos nós recebemos desse pai maior que nos entende como criaturas que está seguindo um caminho grandioso no aprendizado da vida. Então, a gente tem que parar de pedir um
ficar aí onde você tá. Quantos nãos nós recebemos desse pai maior que nos entende como criaturas que está seguindo um caminho grandioso no aprendizado da vida. Então, a gente tem que parar de pedir um pouquinho e agradecer, agradecer profundamente, com coração repleto de amor, todas as oportunidades que tivemos até os dias de hoje. Porque a nossa personalidade, a nossa individualidade, o que somos é graças a Deus. E o que seremos também será graças a Deus, mas merece um uma grande atitude nossa pessoal, com a nossa vontade sendo direcionada às coisas que realmente importam, como fez naquele momento Saulo. Ele foi levado até Ananias porque o Cristo disse, Jesus disse para ele, vá, vá até Ananias. Ananias já tá sabendo que você tá indo para lá. Ele chega, Naniso recebe, ele manda os homens voltarem para Tarso e ele aceita dentro da sua transformação seu nome novo, Paulo. E quando ele chega na casa do caminho, muitos dos apóstolos ainda estavam vivos, porque Paulo não conheceu Jesus. Imagine só um lobo em pele de cordeiro. Como é que este homem ontem estava apedrejando cristão? condenando a morte. Quem se diz transformado pelas palavras de Jesus e agora se diz um de nós, não podemos aceitá-lo aqui dentro. Com certeza é um risco, com certeza é uma armadilha. Quando a gente se transforma até o entorno, até que a gente consiga emanar a vibração correta, porque nós somos criaturas e nos tornamos criaturas transformadas, demora um pouco. Algumas pessoas irão olhar para nós: "Eu não acredito em você. Não acredito". E você permanece firme na sua decisão de não falar mais palavrão, de não falar mais mal dos outros, de agradecer todos os dias, a todos os momentos, aquilo que você tem, inclusive aquilo que você não tem mais, porque graças a Deus você não tem mais, já foi embora, chega. O agradecimento atrai os bons espíritos. A emanação mental, a vibração poderosa do amor e da gratidão transforma, modifica a energia e as vibrações ao nosso redor. Então, o que tem que mudar não é o que tá fora, é o que tá dentro.
espíritos. A emanação mental, a vibração poderosa do amor e da gratidão transforma, modifica a energia e as vibrações ao nosso redor. Então, o que tem que mudar não é o que tá fora, é o que tá dentro. Porque se eu quero realmente que as coisas mudem, eu preciso mudar, eu preciso me transformar. Eu não vou conseguir mudar a cabeça do Putin, do Trump, do Netaniarro, do do Eu não vou conseguir mudar a cabeça de ninguém. A minha responsabilidade é com a minha individualidade. A partir do momento que cada criatura encarnada na Terra conseguir se regenerar, se autransformar, nós vamos modificando aos poucos a atmosfera do nosso planeta. Quantas vezes nos livros de André Luiz, quando André Luiz vem à Crosta Terrestre, acompanhado de seus mentores de Alexandre e tal, ler e reler a obra de André Luiz é incrível, né? Porque são cenas de filme eh de ficção científica, extraordinários, com uma pitada grandiosa de, digamos assim, de evangelho, de amor ao próximo. Quantas vezes a gente lê nas obras de Dara Luiz, quando ele chega ali na crosta visitando novamente o Rio de Janeiro, que foi onde ele morou, e ele se sente abafado, ele se sente, meu Deus, não porque o Rio de Janeiro é quente, mas porque a atmosfera estava pesada, fruto do pensamento daquelas pessoas que ali estavam encarnadas e também dos espíritos as quais aquelas pessoas encarnadas, a partir dos seus pensamentos, escolhem conviver. E essas pessoas somos nós. Não é o vizinho que tem que mudar. A gente tem que mudar. Tem que modificar nossa atmosfera ao nosso redor, modificar a nossa casa, modificar com limpeza, com boas vibrações, colocar, por que não lá nas redes sociais, em vez de ficar vendo besteira, uma música que nos equilibre, que nos gere uma determinada paz de espírito. Hoje nós temos ferramentas extraordinárias para nos tornarmos cada vez melhores. E era essa efetivamente a mensagem que eu gostaria de deixar para vocês na noite de hoje. Vamos olhar um pouquinho mais para as nossas próprias atitudes. Vamos nos responsabilizar
s cada vez melhores. E era essa efetivamente a mensagem que eu gostaria de deixar para vocês na noite de hoje. Vamos olhar um pouquinho mais para as nossas próprias atitudes. Vamos nos responsabilizar com relação à nossa melhoria íntima. O outro, o outro pode ser nosso filho, nosso cônjuge, nosso professor, nosso patrão, nosso empregado. Ao outro cabe a ele a responsabilidade de melhoria íntima. A mim cabe a minha melhoria íntima. Nós somos indivíduos e dentro da nossa solitude, da nossa individualidade solitária, nos ligando a Deus e a Jesus, nós conseguiremos vencer todo mal que ainda a gente produz bastante dentro das nossas almas e nos ligarmos efetivamente a esse universo que é maravilhoso, próspero e nos ama profundamente. Muito obrigada, meus irmãos. Boa noite, meus irmãos, a casa mantém várias famílias com cesta básica, roupa, calçados. Então, aqueles que vão mexer lá no seu guarda-roupa e que eh vai sobrar alguma coisa ali, traga aqui para Alta de Souza, que é aqui atrás, né, que nós daremos um bom proveito. E aqueles que vão passar no supermercado, quiser trazer uma cesta básica ou um 1 kg de alimento, será bem-vindo também, certo? É fazer a nossa prece. mentalizar aqueles que nós ofendemos, pedindo perdão a eles e vice-versa e dar o perdão àqueles que nos ofenderam. E nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. agradecer pela oportunidade de aqui estarmos reunidos, agradecer pela família que temos, agradecer pelo teto que nos abrica, agradecer pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, para guardar sentados que já já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,
já já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e
possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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