TRANSFORME-SE - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei. na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. O livro O Espírito da Verdade, ser compassivo. Sem compaixão não há caridade. As lágrimas vertidas ao calor vivido da piedade corroem as densas cadeias da provação. Desterremos de nós a insensibilidade crua diante das telas de angústia que se desenrolam em nossa estrada. A piedade é a simpatia espontânea e desinteressada que se antepõe a antipatia gratuita ou despeitosa. Ela deve induzir-nos à prática do socorro moral e material junto daqueles que nula despertam sem o que se tornem frutífera. Quando o sofrimento alheio não nos sensibiliza, a orientação divina estatal estatui, venhamos a experimentá-lo igualmente para avaliar a dor do próximo e nos predispormos a ampará-lo. Só a piedade consoladora traz alegria ao espírito, criando elevação e valor. Pujamos a compaixão aparente que se manifesta em lágrimas de crocodilo, gestos e exclamações pomposas nos cenários artificiais do fingimento. Mede-se a comiseração pelo devotamento solicitude fraternais que promove. Deve-sehe o despovoamento gradativo da zona de pulgação moral da espiritualidade. Deixa-te enternecer ante os painéis comovedores das crises de pranto, vezes e vezes temperado em sangue e suor. Contudo, não te detenhas aí. Busca deilas. Perlustra as vielas ívias das necessidades benefia as almas que se agitam em desespero dentro da jaula do
e pranto, vezes e vezes temperado em sangue e suor. Contudo, não te detenhas aí. Busca deilas. Perlustra as vielas ívias das necessidades benefia as almas que se agitam em desespero dentro da jaula do próprio corpo. Tem dó não apenas dos quadros gritantes da falência íntima, mas também dos padecimentos mascarados de silêncio e de orgulho, ingenuidade e inexperiência. Inunda de amor os corações mantidos sobre o váco do tédio. Protege a infância desvalida, pois os pequenos viajores da carne carecem de guias. Favorece com a moeda e abençoa com a palavra os pedintes andrajosos somente aclararciados pelos cães que vagueiam nas ruas. E na certeza de que a piedade sincera jamais expressa covardia derruir o bem, nem ridículo excitar o riso alheio, acatemo-la como força de renovação das almas e luz interior da verdadeira vida eternizada por Deus. Se compassivo, caibar chutel. E nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente aos nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Ador Pizerra de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão pelos hospitais, pelos azidos, nas casas de detenção e aqueles que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com transforme-se. Olá. Eu, ouvindo a prece do nosso querido irmão Obadiil, eu fiquei pensando quanta escuridão cada um de nós carrega dentro de si. Quanta dor, quanta coisa escondida
nos brindar hoje com transforme-se. Olá. Eu, ouvindo a prece do nosso querido irmão Obadiil, eu fiquei pensando quanta escuridão cada um de nós carrega dentro de si. Quanta dor, quanta coisa escondida por trás muitas vezes de um sorriso, de um olhar de agradecimento ou de gestos educados. Quanto que a gente carrega realmente dentro das nossas almas, almas inclusive que já existiram e já viveram muitas existências. Mas quanto que a gente carrega e que em alguns momentos há um peso que nos parece insuportável de ser de de ser carregado. E lembrei inclusive de um livro, não sei se vocês gostam de filosofias, não sei se vocês leem bastante, mas eu estava, eu me recordei inclusive de uma frase de Niet em seu livro Assim falava Zaratrusta, quando ele diz o seguinte: "É no caos que nasce uma grande constelação que nasce digamos assim, estrelas radiantes no universo só existem depois do caos. Mas para nós é muito difícil a gente entender e aceitar que em alguns momentos o caos em nossas vidas é necessário para que a gente se reorganize, deixe para trás aquilo que não faz mais sentido e de uma forma mais leve consigamos seguir adiante. É lógico também que precisamos entender todo, é, como é que eu posso dizer, tudo que a vida nos proporciona no sentido de do amadurecimento do nosso corpo físico, de que tudo passa, de que algumas coisas, algumas situações que a gente quer efetivamente segurar, elas simplesmente precisam ser soltas para que o novo consiga surgir. Aí eu trago desse livro incrível chamado A imensidão dos sentidos pelo espírito de Hamed, esse médium querido, Francisco do Espírito Santo Neto. em algum momento nos diz o seguinte: "O homem, nesta aurora do terceiro milênio necessita compreender que nascer, sobreviver, desenvolver, crescer, criar, viver e morrer são partes de uma única movimentação inseparável e coesa. É que ele é somente uma porção dessa grande sinfonia da evolução da vida. Há dentro de nós uma ânsia inquestionável de sair dos domínios da escuridão e da ignorância de nós mesmos
inseparável e coesa. É que ele é somente uma porção dessa grande sinfonia da evolução da vida. Há dentro de nós uma ânsia inquestionável de sair dos domínios da escuridão e da ignorância de nós mesmos e de entrar no mundo da claridade e da sabedoria. E é interessante também a gente parar e analisar esse pequeno parágrafo e imaginar que nós somos buscadores de uma felicidade que em alguns momentos não sabemos exatamente onde encontrá-la. batemos em portas fechadas, mas fechadas, sendo que outras estão abertas para que a gente consiga continuar o nosso aprendizado e a nossa caminhada. E aí paramos para refletir o que vem a ser isso que a gente busca incessantemente e que nós chamamos de felicidade. Porque a grande verdade é que buscamos este mundo de claridade e de sabedoria que aqui o espírito nos traz. Mas o que é essa claridade? O que é essa sabedoria? Senão o que vem após o caos que Niet nos fala tão lindamente em seu livro. Assim falava Zaratrustra. O que vem após o o caos? O que vem após a escuridão? O que vem após esta vida que aqui estamos apenas de passagem? Será que o o nosso grande ideal é o que a gente vive no nosso dia a dia enquanto aqui estamos? Será que existimos apenas para construir algo material? Será que efetivamente é essa construção material que nos gerará essa felicidade perena, perene? Aonde eu busco aquilo que eu ainda não enxergo pela minha ignorância espiritual? Onde eu encontro essa claridade e essa sabedoria que provavelmente vai fazer com que eu tome para minha existência um julgo leve e suave de Jesus? Mas como eu posso talvez tomar isso paraa minha existência e efetivamente caminhar de forma mais leve para que os meus dias sejam menos sofridos? Apesar de alguns momentos serem dolorosos. Será que a dor é algo que eu preciso me afastar completamente? ou a dor faz parte do meu processo de evolução moral e espiritual. Sofrer, portanto, é algo completamente diferente de sentir dor. Porque eu posso sentir dor sem sofrer. O sofrimento é uma escolha. A dor muitas
az parte do meu processo de evolução moral e espiritual. Sofrer, portanto, é algo completamente diferente de sentir dor. Porque eu posso sentir dor sem sofrer. O sofrimento é uma escolha. A dor muitas vezes é inevitável, como a dor que sentimos a na a perda de um ente querido com o seu desencarne, como a dor que sentimos. Por exemplo, um jovem ao crescer sente dor. Seus membros, seus ossos dóem e ele não consegue controlar, mas não necessariamente por isso ele sofre. Sinto dor pelo afastamento de alguém que amo, mas eu escolho não sofrer, porque eu entendo que amar ao meu próximo como a mim mesmo é também deixar a ele a opção de ser livre e de fazer suas próprias escolhas. Quando entramos aí no conhecimento, talvez com relação a a à nossa convivência social e trazemos à luz para o nosso conhecimento, as frases, os livros, os ensinamentos de Joana de Ângeles, por não nós começamos a compreender que amar muitas vezes é deixar ir. E aos poucos eu me transformo em alguém melhor, porque eu sei que eu não sou senhor das escolhas do meu semelhante. Até porque a cada um basta o seu próprio mal. A cada dia basta o seu próprio mal. A cada dia basta a minha energia voltada para a construção de algo naquele momento específico. Portanto, eu sou responsável pelas minhas ações. Não posso eu imaginar ser responsável pelas escolhas do outro, pelas escolhas do meu semelhante, mesmo que o outro viva dentro da minha casa, tenha consanguinidade, parentesco, esteja sob minha tutela, ou seja, pago os boletos daquela pessoa, sou responsável por aquele ser, porque ele vive dentro da minha casa, ele vive comigo. Mas a cada um basta as suas próprias escolhas. Seremos, somos responsáveis e seremos sim responsabilizados, cobrados de alguma forma pelas nossas atitudes durante aqui. Enquanto aqui estivermos. Alguém irá perguntar, mesmo que este alguém seja a nossa própria consciência, o que você fez, Tatiana, com tudo que eu te proporcionei, com todas as oportunidades que eu abri, te entreguei de mãos
os. Alguém irá perguntar, mesmo que este alguém seja a nossa própria consciência, o que você fez, Tatiana, com tudo que eu te proporcionei, com todas as oportunidades que eu abri, te entreguei de mãos beijadas durante esta encarnação muito rápida, como estalar de dedos? O que você fez durante aquele momento em que eu coloquei pessoas chave para o seu aprendizado do amor? Em que eu coloquei situações para testar a sua fé, em que muitas vezes você tomou rumos errados, mas de uma forma mágica. E de certa forma a mágica não existe, porque todos nós temos o nosso anjo da guarda, o nosso protetor espiritual. Todos nós somos cobertos, circundados de bons espíritos que estão, que desejam o nosso bem maior, que a gente consiga encontrar aquela felicidade que a gente tanto almeja, mas que precisa ser tirada a venda sobre os nossos olhos para que a gente consiga enxergar a verdade. E essa verdade se traduz em conhecimento. Essa verdade se traduz em autoconhecimento. Essa verdade está lá no neste livro maravilhoso que é o livro dos espíritos, onde Allan Kardec, de uma forma muito sistematizada fez uma pergunta atrás da outra, com conexões incríveis uma após outra, para nos trazer, para nos elucidar de alguma maneira, para que a gente conseguisse compreender um pouquinho das coisas entre o céu e a terra e consiga consiga compreender um pouquinho das coisas que acontecem no turbilhão sentimental dos nossos corações. Portanto, aqui estamos sim, meus irmãos, de passagem. E essa passagem deve ser aproveitada, essa passagem deve ser valorizada, esta passagem deve ser vista como uma oportunidade única, dentre tantas outras únicas oportunidades que já tivemos enquanto estivemos, enquanto várias existências e encarnações nos possibilitaram a convivência uns com os outros. Mas a evolução da alma pode ser comparada a uma caminhada das trevas para a luz. Então, o grão da de nossa consciência foi implantado nas profundezas escuros do solo da inconsciência, que constitui a semeadura da aprendizagem e das
comparada a uma caminhada das trevas para a luz. Então, o grão da de nossa consciência foi implantado nas profundezas escuros do solo da inconsciência, que constitui a semeadura da aprendizagem e das experiências. Por fim, quando ele desabrocha na superfície terrestre e deslumbra o carão, o clarão do dia pela primeira vez, se esquece quase de imediato de onde veio. Talvez aí esteja uma analogia perfeita da razão da perda do nosso senso de identidade. Não podemos dissociar ou separar o criador da natureza e o espírito do corpo. Ao percebermos a íntima ligação da divindade dentro de nós, também a veremos igualmente no exterior, quer dizer, nos processos cósmicos que deram origem à vida e dos quais nossas vidas dependem física e espiritualmente. Então, quando a gente fala do esquecimento do passado, por exemplo, quando a gente volta a existir numa nova vida, quando temos a oportunidade da reencarnação, imagina a bênção do esquecimento, eu poder não lembrar que talvez eu vou ter que conviver com aquele que um dia foi meu algós, com aquele que no passado me gerou muito sofrimento. Nós estamos aqui para convivermos uns com os outros e aprendermos a nos perdoar e a nos amar incondicionalmente. Este é o trabalho, este, esta é a grande tarefa a qual foi nos, digamos assim, eh colocada à nossa disposição essa oportunidade sublime de desenvolver a nós mesmos e de aprendermos a conviver com o nosso semelhante. Em alguns momentos remoemos dentro de nós mesmos, fechamos os olhos antes de dormir com a cabeça no travesseiro, acordamos com toda aquela inconstância dentro de nós e lembramos aquele ser que talvez nos tirou algo muito valioso, aquela criatura que a gente deu oportunidade e que levou alguma coisa dentro da nossa casa, aquela outra pessoa que a gente se entregou completamente e que não deu valor àilo que a gente chama de amor. e confundindo, obviamente, amor com prisão. E aí nós nos entregamos efetivamente a algo que a gente não consegue entender, nos causando muita dor e muita solidão. E pensando nisso,
ente chama de amor. e confundindo, obviamente, amor com prisão. E aí nós nos entregamos efetivamente a algo que a gente não consegue entender, nos causando muita dor e muita solidão. E pensando nisso, nessa semana eu abri aleatoriamente o Evangelho Segundo Espiritismo, que inclusive todos nós precisamos ter este livro que com certeza traz respostas incríveis às nossas dúvidas. E eu abri exatamente neste nesta frase, neste parágrafo. Espíritas, jamais vos esqueçais de que, tanto por palavras como por atos, o perdão das injúrias não deve ser um termo vão. Pois que vos dizeis, espíritas cristãos, sede-o, ouvidai o mal que vos ajam feito, e não pensei senão numa coisa, no bem que podeis fazer. Aquele que enveredou por este caminho não tem que se afastar daí, ainda que por pensamento, uma vez que sois responsáveis pelos vossos pensamentos, os quais todos deus conhece. Cuidai, portanto, de os expungir de todo sentimento de rancor. Deus sabe o que demora no fundo do coração de cada um de seus filhos. Feliz, pois, daquele que pode todas as noites adormecer, dizendo: "Nada tenho contra o meu próximo". caminhamos durante eh eh durante a nossa vida inteira buscando perdão, buscando reconhecimento, buscando que alguém nos ame, que alguém nos perdoe, que alguém nos compreenda. E nessa busca incansável por uma autocompreensão, até porque nós sabemos que somos falíveis, que cometemos erros, vamos acusando os nossos semelhantes pelo caminho sem exercer para eles o perdão que a gente deseja para nós. Não podemos ser desta forma. E aí a gente lembra daquela parábola muito interessante, onde um devedor foi levado à frente do Senhor pelos seus soldados, pelos guardas, digamos assim. Vou falar com as minhas próprias palavras. E esse senhor e este homem pediu perdão. Por favor, eu não consigo te pagar agora. Eu não tenho nada para te pagar. Luto todos os dias para produzir os grãos que mal servem para alimentar a minha própria família. Não consigo te pagar nesse momento. Por favor, me dê mais uma chance. Me perdoe.
ho nada para te pagar. Luto todos os dias para produzir os grãos que mal servem para alimentar a minha própria família. Não consigo te pagar nesse momento. Por favor, me dê mais uma chance. Me perdoe. O senhor teve pena daquele homem naquele momento e disse: "Tudo bem, não vou te cobrar agora. Vá, siga o seu caminho. Vá, vá cuidar dos seus filhos e da sua família." Mal este homem saiu da casa do Senhor, virou a esquina, encontrou um devedor, pegou ele pelo braço, pelos cabelos e disse: "Me pague. Você tem até amanhã para me pagar, senão eu vou tirar sua vida". Da mesma forma, o devedor disse para aquele homem: "Por favor, me perdoe. Eu não tenho como alimentar os meus filhos. Me dê mais um prazo, um tempo". E ele disse: "Não, até amanhã. Se você não me pagar, eu tiro sua vida, eu acabo com tudo que você tem." E aí os soldados do Senhor estavam passando ali na hora, viram aquela cena, pegaram ele de novo e levaram pra frente do Senhor. Senhor, ele tava cobrando alguém ali na esquina agora. O senhor acabou de perdoar-lhe as ofensas. perdoar-lhe as dívidas e ele não exerceu o mesmo perdão enquanto caminhava na rua para quem o devia. E aí o Senhor disse assim: "Mau servo, vá obviamente com eh eh penar aí as suas dívidas e de alguma forma e me pagar. Como é que eu te perdoo e você não é capaz de perdoar quem lhe deve?" E vocês acham que a gente não age da mesma forma enquanto a gente caminha neste mundo chamado de provas e expiações? Claro que sim. A gente quer e deseja o mal para aqueles que a gente acredita que nos feriram, sendo que a máxima da libertação para os nossos espíritos, a receita de bolo melhor para que a gente realmente se torne alguém feliz é simplesmente ficar leve, imaginar e acreditar e aceitar que a cada um segundo suas obras. Não somos nós que vamos cobrar as dívidas daqueles que agiram de alguma forma com maldade, com irreflexão ou com ignorância para conosco. Mas é nossa obrigação exercer o perdão. É a nossa obrigação sermos bons não é qualidade. Ser bom não é
s daqueles que agiram de alguma forma com maldade, com irreflexão ou com ignorância para conosco. Mas é nossa obrigação exercer o perdão. É a nossa obrigação sermos bons não é qualidade. Ser bom não é qualidade. Quando a gente pega aqui no Evangelho Segundo Espiritismo, quando nos explicam o que é um homem de bem, o que é ser um bom espírita. Ser um bom espírita é sinônimo de ser um bom cristão. Então, como é que eu posso ser um bom cristão? Como é que eu posso ser um homem de bem? Porque eu estender ou estiar uma bandeira, sou cristão, tenho tal religião, frequento tal congregação religiosa, mas saio de do templo que frequento e não coloco em prática aquilo que eu professo. Então, eu não sou um bom cristão. Kardec, inclusive perguntou pro Espírito da verdade lá no livro dos espíritos, a doutrina espírita vai ser então a religião do futuro? Todos se tornarão espíritas? É a melhor religião dentre todas as religiões. Que que vocês acham que o Espírito da verdade respondeu? Ele respondeu uma forma, digamos assim, singular. Ele foi lá no buraquinho da ferida, ele respondeu o seguinte: "Toda religião que leva o homem à prática do amor ao próximo, a prática do bem, essa religião é bemquista aos olhos de Deus. Todo homem que sair de sua casa e colocar em prática os preceitos cristãos, que nada mais é, eu não faça outro que eu não gostaria que fosse feito a mim. Este com certeza é bom perante os olhos de Deus. Então, a religião é diferente da espiritualidade ou da religiosidade que eu professo. Alma. São duas coisas completamente diferentes. Existem muitos bons cristãos, acredito eu, que se dizem ateus. Então, não me importa o rótulo que eu opto para a a para que eu me relacione com os meus semelhantes, até porque quem quer reconhecimento é o ego. Quando eu não preciso mais de reconhecimento, o meu eu já encontrou o seu lugar. Eu já me reconheço. Eu não preciso que outra pessoa me reconheça. Eu já estou no meu lugar sagrado. Eu já estou no meu lugar confortável. Eu não preciso que ninguém me aceite, até
controu o seu lugar. Eu já me reconheço. Eu não preciso que outra pessoa me reconheça. Eu já estou no meu lugar sagrado. Eu já estou no meu lugar confortável. Eu não preciso que ninguém me aceite, até porque se eu me recordar da linda prece de São Francisco, eu vou lembrar que eu preciso amar para ser amado. Perdoar para ser perdoado. É dando que se recebe, é entregando algo que muitas vezes me falta como óbvulo da viúva. Alguém sabe o que era ser viúva naquela época? A minha avó ficou viúva, a mãe do meu pai. quando ela ficou viúva. Minha avó era nascida em 1806 de descendência italiana, casou-se com a família eh portuguesa. E eu não sei se vocês sabem, casar naquela época alguém que tinha eh digamos assim estirpe com um descendente italiano, era igual casar com com uma pessoa totalmente sem classe. E aí a família do meu avô foi totalmente contra o casamento, mas ele quis casar com a minha avó da mesma forma. né? E os dois se casaram, tiveram cinco filhos e o meu avô, com menos de 40 anos de idade faleceu de tuberculose. A minha avó ficou viúva com cinco filhos. O que que uma mulher viúva da época da minha avó fazia para sustentar os filhos? Ela tinha duas opções. Ou ela virava prostituta ou ela se casava de novo, porque provavelmente trabalhar ela não ela não podia, né? Então ela resolveu e facilmente, até pela sua aparência, ela era ela era uma mulher muito bonita, se casou novamente. Só que aí a pessoa com quem minha avó se casou deu opção para ela. Eu me caso com você, mas você tem que se livrar dos seus cinco filhos, porque eles não são meus filhos. O meu pai foi criado por um padrinho que ela deu ele para um tal de um padrinho que até hoje não sei quem foi, quando meu pai tinha 11 anos de idade e as quatro meninas foram para um convento. Então o que que uma viúva fazia na época de Jesus, né? E aí ela entra no templo onde ela vê o gasofilá, eu acho essa esse nome, né, interessantíssimo, gasofilácio do templo, né? Eu imagino que talvez uma panela grande assim onde todo mundo
a de Jesus, né? E aí ela entra no templo onde ela vê o gasofilá, eu acho essa esse nome, né, interessantíssimo, gasofilácio do templo, né? Eu imagino que talvez uma panela grande assim onde todo mundo colocava uma moedinha, não sei, ou qualquer doação pro templo, como se fazem nas igrejas. Aqui na comunhão, inclusive, quem quiser pode ser associado da casa para ajudar em em em sustentar tudo, mas toda igreja tem aquele negó negocinho para doar, tá? E aí uma viúva que mal tinha para o seu próprio sustento, para o sustento dos seus filhos, pegou uma moeda e foi doar no gasofilácio. E aí a gente para e fica pensando quanta dor aquela mulher carregava dentro dela, mas ela ainda achou algo para doar. Quanta dor, quanto sofrimento. Lembrando que a dor é necessária, o sofrimento é opcional, mas quanta dor misturada com sofrimento a gente carrega dentro da nossa alma, que muitas vezes nos afasta de querer doar ou estender a mão a alguém. Em quantos momentos das nossas vidas, a confusão mental, as coisas a resolver, os problemas são tão intensos que a gente sai na rua, a gente entra na padaria, aí o caixa da padaria fala: "Boa tarde". Você olha assim: "Boa tarde, por quê? Por que que eu teria uma boa tarde?" Eu não sei se vocês já passaram por isso, né? Quando o amargor da nossa vida é tão grande, são tamanhos os problemas que a gente não consegue sorrir, a gente mal consegue conviver e olhar pro outro com olhar claro e tranquilo. Até porque, gente, os espíritos eles são muito tácitos em em todo a todos os momentos. Eles repetem isso para nós. O nosso passado não nos define. Quando o problema não tem como ser resolvido, que a gente entregue esse problema aos pés do Cristo. E até é uma frase muito interessante, Jesus, não consigo mais resolver. Está além das minhas forças, então o problema não é meu. Tomo para mim o seu julgo, que é leve. e suave, para que eu permaneça leve e suave, apesar do tamanho dos meus problemas, que não são mais meus problemas, eu te entrego, até porque os meus pensamentos também
ra mim o seu julgo, que é leve. e suave, para que eu permaneça leve e suave, apesar do tamanho dos meus problemas, que não são mais meus problemas, eu te entrego, até porque os meus pensamentos também não me definem. em quantos momentos das nossas vidas, os nossos pensamentos parece que são eh não sei, um furacão dentro da nossa cabeça, por que que nós temos que nos identificar com eles? Que deixemos passar estes pensamentos? Aprendamos a não nos identificar com os nossos pensamentos, porque eles não são nossos. Eles estão ali apenas para mudar o nosso foco. Mas qual deve ser o nosso foco? o nosso maior foco, o nosso maior ideal, aquilo que a gente realmente veio fazer aqui, apesar de toda escuridão que muitas vezes a gente se envolve e se vê em meio dela. E aí a gente lembra de uma frase lá no Novo Testamento. O lírio em muitos momentos nasce em meio ao lodo e nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. E o lírio não se suja do lodo. Então eu preciso aprender a estar no mundo sem ser do mundo. Esse corpo que eu carrego é uma vestimenta pesada, mas ele não é meu. Eu vou ser cobrado inclusive pelo que eu estou fazendo ao meu corpo. Quer dizer, a este corpo que não é meu, é emprestado. Que eu entenda que eu estou aqui de passagem, mas é de passagem mesmo. O nome que tá lá na minha cdão de nascimento, na minha carteira de identidade, não sou eu. O meu eu é essa chama, esse espírito que ilumina os meus olhos, como uma lâmpada que passa a luz, apesar de estar coberta de um vidro. E essa chama que é o meu espírito, ela tem em ao seu redor o que a gente chama de peri espírito. É como se fosse uma forma para que a gente possa ter o contato com o corpo físico. Então, não é o corpo físico que molda o meu corpo espiritual, é o meu corpo espiritual e a minha vontade que molda o meu corpo físico. é o contrário, até porque o corpo é só o reflexo do que eu carrego dentro de mim. Portanto, se eu quero que as coisas mudem, eu tenho que mudar. Se eu quero que as coisas melhorem, eu tenho que
ísico. é o contrário, até porque o corpo é só o reflexo do que eu carrego dentro de mim. Portanto, se eu quero que as coisas mudem, eu tenho que mudar. Se eu quero que as coisas melhorem, eu tenho que melhorar. Até a física quântica, eu adoro estudar a física quântica, eu sempre gostei muito de física e matemática, mas sou economista. Mas a física hoje nos diz o, eu tenho um irmão físico que mora nos Estados Unidos. A física hoje nos diz o seguinte: a cada minuto, a cada instante, a cada segundo, tudo que forma a nossa compleição física se transforma. os átomos, os elétrons, tudo o que forma o nosso corpo físico, essa nossa massa e que vai até a raiz de tudo que é o nosso espírito se transforma. Então, efetivamente, eu não sou hoje quem eu fui ontem. Em muitos momentos eu quero saber quem eu fui na na outra minha na minha outra encarnação. E aí eu lembro de uma frase que minha mãe sempre fala: "Levantar a campa, a a tampa do caixão sempre vai sair um mau cheiro." Então, se o caixão tá fechado, deixa para lá. Em quantos momentos a gente queria simplesmente não lembrar mais, não carregar o peso de um passado que muitas vezes nos feriu profundamente. A bênção do esquecimento é algo glorioso, mas que eu aprenda a viver no meu presente. E por ser uma criatura que vive de presente, que eu me identifique com a divindade e com o universo que me cerca, porque eu sou um com todo. Eu sou a imagem e semelhança de Deus. Por ser a imagem e semelhança de Deus, não porque Deus tem uma aparência física, não porque Deus tem alguma algum tipo de sexualidade, não. Vamos à primeira pergunta do livro dos espíritos. O que é Deus? Não, quem é Deus? O que é Deus? Deus a energia suprema, causa primeira de todas as coisas. Tudo que é criado e gerado de vida no universo é gerado e criado a partir dessa divindade, desse fluido cósmico universal que nos cerca e que serve para nós de fio condutor para tornar real aquilo que a gente produz dentro das nossas almas, como se fosse um dinamo de energia constante.
ade, desse fluido cósmico universal que nos cerca e que serve para nós de fio condutor para tornar real aquilo que a gente produz dentro das nossas almas, como se fosse um dinamo de energia constante. Toda hora a gente tá criando, toda hora a gente tá gerando vida. E muitas vezes a gente tá gerando destruição, muitas vezes a gente tá gerando sofrimento, muitas vezes a gente tá pedindo aquilo que amanhã nós não vamos ter capacidade de suportar as suas consequências. Todas as nossas atitudes mentais terão consequências. E eu não sei se vocês lembram, alguém deu uma receita de bolo com relação a isso para nós. Orai e vigiai para não cairdes em tentação. Quando os nossos pensamentos se tornarem muito confusos, quando a gente não conseguir mais, a negatividade for muito grande, vamos colocar uma música que nos acalme. Vamos tentar mudar a nossa sintonia mental. Ninguém quer mais saber quem matou quem. desliga a televisão, vai ouvir uma meditação, vai respirar profundamente, vai se conectar com a natureza, vai ouvir o Olha, e Brasília é uma cidade abençoada, porque eu conheço poucas cidades no planeta Terra que tem tanto passarinho como aqui. Na casa da minha mãe, às vezes os passarinhos gritam tanto de manhã que não tem como você ficar dormindo. Vamos nos conectar com essa vida que nos circunda, que nos cerca. Vamos deixar que esses pensamentos negativos se afastem da gente. Ah, o mundo tá muito mal, o mundo é muito negativo. Ele é mau e negativo porque somos maus e negativos e aqui estamos encarnados. Nós fomos matriculados na escolinha certa, tá gente? A gente tá exatamente aonde a gente deveria estar. Se nós fôssemos melhores do que tudo que a gente vê aqui, vocês podem ter certeza que não era aqui que a gente estava. A gente tava lá com a esposa de Emanuel, que nem Emanuel chega perto dela de tão evoluída que ela é, tá? Nós estávamos eh ao lado de Bezerra de Menezes, que quando desencarnou a espiritualidade perguntou para ele: "Bezerra, você não precisa mais ficar nesse mundo de provas e
e tão evoluída que ela é, tá? Nós estávamos eh ao lado de Bezerra de Menezes, que quando desencarnou a espiritualidade perguntou para ele: "Bezerra, você não precisa mais ficar nesse mundo de provas e expiação, querido. Esse mundo não tá mais eh condizente com a sua evolução moral, espiritual. você já pode ir embora, você já pode ir para outro lugar melhor. Aí Bezerra disse assim: "Não, eu não quero ir para mundo regenerado. Apesar de já ser uma alma regenerada, eu quero ficar aqui ao lado de cada ser encarnado na terra. Enquanto alguém precisar do meu auxílio e da minha mão amorosa, ali eu estarei." E essa casa nós temos como dirigente espiritual Bezerra de Menezes. Mas nós não somos Bezerra de Menezes, né, gente? Então, a gente tá matriculado na escolinha certinha pro nosso grau de adiantamento moral e espiritual. Não dá pra gente se matricular no num no universidade espiritual. Não dá pra gente ir pro mundo regenerado ainda, porque ainda não somos regenerados. Então, que tem que ser transformado, tá dentro de nós e não fora. Nós somos responsáveis pelo aquilo que nossos pensamentos emanam. Nós somos responsáveis pel aquilo que a gente alimenta o nosso corpo físico. Nós somos responsáveis pela nossa indisciplina ou pelo nosso esforço em nos disciplinarmos. Porque quem manda no nosso corpo físico é a nossa razão, é o nosso conhecimento. Ah, eu não gosto disso, mas é importante, é preciso. Então faça. Não é o seu corpo que manda nas suas decisões, é você que precisa ter uma decisão para que o seu corpo obedeça, até porque o corpo não é você. E se a gente quer uma escolinha melhor, nós precisamos ter atitudes melhores enquanto aqui estivermos. Temos uma oportunidade maravilhosa, independente da nossa idade, independente do ano que a gente nasceu, independente o caminho que a gente trilhou para chegar até aqui, até o nosso hoje, nós temos uma oportunidade maravilhosa de iluminar as nossas consciências com a verdade. O conhecimento faz isso. Quando a gente se predispõe, por
gente trilhou para chegar até aqui, até o nosso hoje, nós temos uma oportunidade maravilhosa de iluminar as nossas consciências com a verdade. O conhecimento faz isso. Quando a gente se predispõe, por exemplo, chega aqui numa casa como essa, se matricula no estudo sistematizado da doutrina espírita ou simplesmente chega em casa e pega um livro diferente. Vocês querem um livro maravilhoso, precursor da doutrina espírita? Vocês gostam de filosofia? Vão ler Emanuel Suedenborg. Não é nosso Emanuel, não, Emanuel Suenborg. Parece que ele tá falando de doutrina espírita e ela é bem anterior a tudo que a gente tem e que a gente estuda aqui. Vamos iluminar, vamos dar alimento aos nossos espíritos e ao nosso corpo físico de algo diferente. Ah, mas eu não gosto de ler. Tudo bem, a gente tem hoje as redes sociais, a gente não precisa consumir besteira. Nós podemos consumir meditações, frases maravilhosas, palestras de pessoas incríveis para ir mudando aos poucos. É como se fosse como se a gente fosse um copo cheio de água suja e a gente fosse pingando uma gotinha de água limpa todos os dias com coisas diferentes e mais abençoadas. e esse copo e essa água suja fosse aos poucos transbordando até que este copo seja límpido, claro e se e tenha apenas em seu conteúdo água limpa. Então, que a gente possa ser esse recipiente de água limpa, que os nossos espíritos possam reluzir uma luz que muitas vezes a gente sonha com ela, mas ela tá dentro de nós, porque nós somos a imagem e semelhança de Deus. Nós somos responsáveis pela cocriação divina. Como que nós cocriamos? Como que nós criamos com Deus? Nós geramos vida. É como se a gente chegasse, comprou um terreno. Você chega lá e comprou um terreno e aí você chama um arquiteto. Meu querido, eu comprei esse terreno e aí eu quero construir a minha casa aqui. Eu e meu cônjuge a gente quer construir uma casa. Você só tá vendo mato, você só tá vendo um monte de árvore de você não tá vendo nada. Você tá vendo um terreno cheio de mato? Aí você chama o
sa aqui. Eu e meu cônjuge a gente quer construir uma casa. Você só tá vendo mato, você só tá vendo um monte de árvore de você não tá vendo nada. Você tá vendo um terreno cheio de mato? Aí você chama o arquiteto, o arquiteto fala assim: "Olha, aqui vai ser a sua sala, vai ser maravilhosa. A gente pode botar vidros onde você vai ver um jardim incrível. Aqui a gente vai fazer uma piscina. Aqui vai ser a escada pro andar de cima, porque podemos construir um sobrado e fazer um três suítes. Aí uma suí aqui e você olhando aquele mato, achando incrível toda aquela criação mental do arquiteto, sendo que ali para você não existe nada. Glóri você começa a fazer conta, né? Meu Deus, quanto isso vai custar? Na nossa vida é igual, tá? A gente cria com a nossa mente, com os nossos pensamentos. Aqui eu quero isso, aqui eu quero, eu quero aquilo. Ou a gente alimenta só o passado, passado que não existe mais. Eu sofri, eu queria voltar para trás, eu queria fazer diferente. E a gente vai construindo aquilo, a a nossa realidade material, a realidade que nos cerca, sem lembrar que isso também tem um preço, um preço de uma doença física, um preço de um desequilíbrio espiritual, um preço de uma obsessão, um preço de companhias. encarnadas e desencarnadas, indesejadas. Então, que preço que eu quero pagar? Que conforto eu quero ter? Que felicidade eu desejo paraa minha vida? A felicidade não é alguém que vai te trazer de bandeja, até porque a gente confunde muitas vezes eh a divindade ou espiritualidade ou todos esses espíritos, o nosso anjo da guarda com mordomo. Como assim? Como assim, Tatiano? Mordomo? Tipo assim, olha, eu quero amanhã que o dinheiro para pagar meu boleto. Eh, eu quero me curar dessa doença que tá para mim insuportável. Eu quero, eh, eu não suporto mais o meu trabalho, não suporto mais. Eu quero que, né, e a gente vai dando ordem como se existisse um menu de e a gente pudesse fazer pedidos. Ah, mas como é que funciona? Existe uma coisa chamada fé. Eu simplesmente me entrego, eu me esvazio,
ro que, né, e a gente vai dando ordem como se existisse um menu de e a gente pudesse fazer pedidos. Ah, mas como é que funciona? Existe uma coisa chamada fé. Eu simplesmente me entrego, eu me esvazio, eu me conecto, porque a providência divina, ela sabe absolutamente tudo que a gente precisa. E a gente só precisa de um pingo de fé. E a gente olha a trajetória de Jesus, quantas pessoas se aproximaram dele e tiveram uma entrega de fé maravilhosa, sem entender, sabendo que tinha aquele problema, sem sem questionar como o problema pudesse ser resolvido, simplesmente entregar aos pés de Jesus e acreditar na transformação da sua própria realidade. É isso que a gente precisa fazer. A gente precisa se esvaziar e nos entregarmos a essa divindade maravilhosa que não nos abandona. Muitas vezes a gente sabe muito bem o que para um filho, principalmente um filho adolescente que começa a pedir um monte de coisa, a gente sabe exatamente o que é bom ou ruim para ele. Aí ele começa a pedir achando que é aquilo que é bom para ele. Mas a gente sabe o que é bom pro nosso filho. Nós sabemos o que é bom pro nosso filho e muitas vezes dizemos sim, muitas vezes dizemos não, em alguns momentos a gente orienta, que Deus Pai que está nos céus, que é soberanamente justo e bom, não vamos questionar essa divindade. Vamos nos entregar a ela, porque ela absolutamente sabe o que é necessário para transformar as nossas vidas e a nossa realidade em algo muito melhor. Essa felicidade que a gente sai batendo porta para lá e para cá desesperadamente, essa felicidade ela é um grãozinho dentro do nosso peito que basta apenas o adubo da fé para ela florir, para ela existir. E não há ser na face da terra que não mereça o perdão, que não mereça ou que não tem oportunidade de um recomeço. E nós fazemos parte dessa engrenagem universal incrível e maravilhosa que funciona perfeitamente a partir da vontade do desejo e do dedo de Deus. Então aquilo que a gente chama de caos vai gerar luz. Aquilo que a gente chama
a engrenagem universal incrível e maravilhosa que funciona perfeitamente a partir da vontade do desejo e do dedo de Deus. Então aquilo que a gente chama de caos vai gerar luz. Aquilo que a gente chama de sofrimento é necessário para a evolução moral de algumas pessoas. Então, vamos só aceitar e dar o melhor de nós, vibrar positivo, pensar no bem, na luz, afastar dos nossos pensamentos o alimento que a gente dá para o que há de dor e para o que tem de ruim e mal no mundo. Fé, meus irmãos, é como se nós estivéssemos dentro de um avião. O avião está em pleno voo. De repente o avião começa a pegar fogo lá no fundo do avião, perto do banheiro, lá no fundo, todo mundo se apavora e se desespera. A tripulação sai correndo e dá um paraquedas para cada um. Aí você tá completamente desesperado. O avião pegando fogo, alguém te dá um paraquedas. Você nunca pulou de para-quedas. Aí a o cara abre a porta do avião e fala: "Pula você olha para trás, você não pode ficar no avião, tá pegando fogo. Você olha pra frente, você nunca pulou de paraquedas, mas você não tem opção. Você pula. A única coisa que te restou é a fé. Isso é fé. Os espíritos nos dizem que Moisés, logo que ele levou o acampamento fugindo do Egito, o e montou o acampamento na frente do mar, e aí o faraó e seus soldados, totalmente armados, o maior exército da época se aproxima, eles enxergam o exército do faraó se aproximando e o acampamento se divide. um pedaço queria matar Moisés. Que ideia de Jirico foi essa? Eu tava muito bem lá, eu tinha minha casinha, eu criava meus filhos, tudo bem, eu era escravo, mas eu tinha uma vida digna, tá? E e aí você inventa de tirar a gente do nosso conforto, do nosso lugar estreito, do nosso lugar confortável e nos traz para uma incerteza. um outro pedaço do acampamento falou assim: "Não, Moisés, bora lá, a gente luta com a o o exército faraó, né? Eu tô aqui pronto para lutar junto com você, porque eu compacto tudo as suas ideias. Bora lutar." E um outro pedaço se desespera. Já tava se entregando
a lá, a gente luta com a o o exército faraó, né? Eu tô aqui pronto para lutar junto com você, porque eu compacto tudo as suas ideias. Bora lutar." E um outro pedaço se desespera. Já tava se entregando para morrer. Falou assim: "Agora acabou, né? Já era." E aí, que que Moisés faz? Ele não tinha opção. A única opção que ele tinha era andar pra frente. Se corresse o bicho pegava. Se ficasse biscumir, o único lugar que ele tinha para andar era paraa frente. E na frente era um mar fechado, sem opção de caminho, mas ele não tinha opção. Ele tinha que andar pra frente e ele andou pra frente. Os espíritos dizem que o mar chegou praticamente até o nariz dele, mas ele não titubeou. Ele simplesmente se entregou. Se eu cheguei até aqui, eu não vou voltar para trás. De repente o mar se abriu e o resto da história a gente conhece. Muitas vezes a gente só precisa desse quesito fé, porque é lógico que a gente quer voltar pro lugar estreito, né? Um bebê, ele tá confortável no ventre da mãe, ele não quer nascer. De repente uma convulsão, uma dor, ele é expulso daquele lugar quentinho do ventre da sua mãe. Ele é expulso dali. E ele tem que encarar uma realidade que até então ele desconhecia. A vida faz isso com a gente, nos empurra do nosso lugar estreito, do nosso lugar confortável e nos traz novos desafios importantes para o nosso crescimento, para o nosso aprimoramento, para mudança de realidade, porque a gente precisa enxergar. Nós não, eu sempre falo isso, nós não viemos para cá a passeio. Às vezes a gente se ilude, né? A gente quer se se a gente quer um conforto que simplesmente não vai existir, porque nós estamos em um mundo de provas e expiações. Mas eu posso passar pela prova sem a expiação. Vou dar só um último exemplo para que a gente entenda o que é uma prova. sem expiação. O meu irmão, ele não estudava, ele estudava 30 minutos antes de todas as provas e sempre tirava 10. Eu tinha uma prova semana que vem para fazer na escola. Aí eu sofria, eu espiava aquela prova, eu estudava, era um desespero. Na
a, ele estudava 30 minutos antes de todas as provas e sempre tirava 10. Eu tinha uma prova semana que vem para fazer na escola. Aí eu sofria, eu espiava aquela prova, eu estudava, era um desespero. Na véspera da prova não conseguia dormir direito e nunca conseguia tirar a mesma nota que o meu irmão. Em alguns momentos, as provas que a gente passa na vida não precisam ser acompanhadas de dor e de expiação. As provas elas são necessárias. Vamos ter que passar por várias delas e são elas que nos tornam mais fortes e que nos tornarão lá na frente graduados para recebermos a verdadeira felicidade que, meus irmãos, não é deste mundo. Obrigada e boa noite. Meus irmãos, a casa mantém atendimento fraterno, individual e presencial. De segunda a quinta, 8:30 às 10:30 e de 15:30 às 21 hor. Na sexta, 8:30 às 10:30, de 13:30 às 21 hor e no sábado de 10 às 11:30 e 15:30 às 19:30. Então, se alguém quiser tirar alguma cópia ou entrar no site da comunhão, vai. E além disso tem também os grupos de apoio, certo, que é o grupo acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. fazer a nossa prece nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer a Maria Santíssima e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão, estiveram conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. agradecer pelo teto que nos abrica, por esta cidade que nos acolhe, agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.
. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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