O CAMINHO DA TRANSFORMAÇÃO - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/09/2025 (há 6 meses) 1:01:36 766 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem pela TV, Rádio Web Comunhão. Pedimos aqueles que têm celular que o mantenham no modo silêncio ou desliguem, por favor. O livro O Espírito da Verdade, o Espiritismo, pergunta: "Meu irmão, não te permitas impressionar a pena com as alterações que convulsionam hoje todas as frente de trabalho e descobrimentos na terra. Olha para dentro de ti mesmo e mentaliza o futuro. O teu corpo físico define aidade do teu corpo espiritual. Já viveste quanto nós mesmos vidas incontáveis e traz no bojo do espírito as conquistas alcançadas em longo percurso de experiência na ronda dos milênios. Tua mente já possui nas criptas da memória recurso enciclopédico da cultura de todos os grandes centros do planeta. Teu perespírito já se revestiu com porções da matéria de todos os continentes. Teu tuas irradiações, através das roupas que te serviram já marcaram todos os salões da aristocracia e todo o círculo de penúria do plano terrestre. Tua figura já integrou os quadros de poder e da subalternidade em todas nações. Duas energias genésicas e afetivas já plasmaram corpos na configuração morfológica de todas as raças. Teus sentidos já foram arrebatados ao torvelinho de todas diversões. Tua voz já expressou o bem e o mal em todos os idiomas. Teu coração já pulsou o ritmo de todas paixões. Teus olhos já se deslumbraram diante de todos os espetáculos conhecidos das trevas do horrível às magnificências do belo. Teus ouvidos já registraram todos tipo de sons e linguagens existentes no mundo. Teus pulmões já respiraram o ar de todos os climas. Teu paladar já se bancateou abusivamente nos acíipses de todos os povos. Tuas mãos já retiveram e dissiparam

sons e linguagens existentes no mundo. Teus pulmões já respiraram o ar de todos os climas. Teu paladar já se bancateou abusivamente nos acíipses de todos os povos. Tuas mãos já retiveram e dissiparam fortunas constituídas por todos os padrões da moeda humana. Tua pele em cores diversas já foi beijada pelo sol de todas as latitudes. Tua emoção já passou de por todos os trânsites possíveis de renascimentos e mortes. Eis porque o Espiritismo te pergunta: "Não julgas que já é tempo de renovar? sem renovação que vale a vida humana. Se fosse para continuares repetindo aquilo que já foste e o que fizeste, não terias necessidade de novo corpo e de nova existência. Prosseguiria de alma jungida a matéria gasta da encarnação precedente, enfeitando o jardim de cadáveres. Vives novamente na carne para o brilhamento de teu espírito. A reencarnação é o caminho da grande luz. Amo e trabalha. trabalha e serve perante o bem, quase sempre tendo sido somente constante na inconstância e fiéis à infidelidade, esquecido de que tudo se transforma, com exceção da necessidade de transformar. Militão Pacheco. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o Criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao Dr. Bezerra de Menezes, mentor espiritual dessa casa de oração, pedir que nos abençoe. Abençoe também aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que são a vagar pelas ruas, somente em busca do pão material. que possamos levar o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, não passar a palavra nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar

como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, não passar a palavra nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com o caminho da transformação. Olá, aprendi a usar isso aqui. Desacostumei com o microfone. Bom, eu vou iniciar a o nosso bate-papo de hoje lendo uma pequena mensagem. A terra é o buril para nossas almas endurecidas. A cada nova existência, novos acontecimentos, novos personagens e situações únicas vão colorindo o cenário dos dias em que ainda estivermos por aqui. E nosso coração mais importante que o cérebro, vai norteando o caminho rumo à libertação das nossas faltas, para que possamos alçar voo a essa eternidade crística que nos aguarda, renovados e transformados, livres das amarras dos nossos erros passados. Eh, é interessante a mensagem que o Espírito nos traz quando ele nos faz recordar que a terra é o buril para nossas almas. Em muitos momentos achamos que estamos aqui a passeio, não é mesmo? para que o nosso ego seja servido e amaciado. Esquecemos que estamos aqui para passar por situações que nos geram um certo esforço e que em muitos momentos nos chamam pela paciência, pela resiliência e principalmente pela resignação. Portanto, se não estamos aqui a passeio, mas ao mesmo tempo precisamos enxergar este mundo aqui que estamos de passagem como uma grande escola para o nosso aprendizado profico para as nossas almas que aqui se encontram buscando uma certa transformação. Mas que caminho seguir? De que forma enxergar este mundo que em muitos em muitos momentos ou talvez e até mesmo na maioria deles, nos gerem dor, sofrimento, nos gereficam nos causam tanta dificuldade. E se estamos aqui, já que estamos aqui e como os espíritos nos recordam, estamos aqui afinal porque escolhemos estar. Em alguns momentos imploramos aqui estar, imploramos até a situações difíceis, mas no decorrer das nossas existências, confundindo essa nossa essa nossa o nosso corpo físico ou até

e escolhemos estar. Em alguns momentos imploramos aqui estar, imploramos até a situações difíceis, mas no decorrer das nossas existências, confundindo essa nossa essa nossa o nosso corpo físico ou até mesmo a ilusão que a matéria nos traz, como se esta ilusão, como se a matéria fosse a realidade dade a qual devemos pocar as nossas energias, os nossos olhos e as nossas atenções. Confundimos, então, e nos confundimos a nós que somos espíritos e não corpo físico. nos sentimos talvez confusos por acharmos que a felicidade encontra-se na satisfação destas paixões que urgem serem satisfeitas enquanto aqui estamos. E o nosso corpo e os nossos dias e a nossa vida nos chama por acreditar que a felicidade está nestas pequenas, como é que eu posso dizer, nessa ou talvez na grande busca que às vezes a gente se confunde dentro dela, a grande busca de coisas materiais ou de satisfação dos nossos corpos físicos. dos nossos sentidos, porque é verdade, a gente é chamado muitas vezes a satisfazer o corpo. Os nossos hormônios quando explodem na adolescência, nós esquecemos por alguns instantes das da nossa essência crística. A, o nosso corpo também sente fome, sente, se sente cansado, precisa dormir, precisa trabalhar, precisa ter alimento à mesa, mas ao mesmo tempo a gente acha que o a gente a gente busca incansavelmente essa satisfação sem nos entendermos no meio do processo e sem olhar para dentro e achar dentro de nós mesmos a verdade que nos trará esta felicidade perene que todos nós absolutamente desejamos. Então, nos perdemos nesta insatisfação terrena e material, quando tudo encontra-se justamente no contrário, naquilo que a gente amealha dentro dos nossos corações. E uma luz tênue aos poucos vai sendo acesa nas nossas consciências. Até porque as situações difíceis das nossas vidas, se elas não nos servirem para que a gente se volte para dentro ou pra nossa essência, continuaremos sofrendo de uma forma desmedida, até um instante em que ergueremos os olhos aos céus, pedindo ajuda, pedindo apoio,

servirem para que a gente se volte para dentro ou pra nossa essência, continuaremos sofrendo de uma forma desmedida, até um instante em que ergueremos os olhos aos céus, pedindo ajuda, pedindo apoio, pedindo uma remissão. E assim a gente segue fazendo as escolhas erradas, mas essas escolhas erradas estão absolutamente de acordo com o nosso entendimento naquele instante e naquele momento em que a ilusão nos cega e nos achamos certos por tentar satisfazer o nosso orgulho, por tentar buscar vingança, por achar que fizemos tanto por alguém. E este alguém nos abandonou por acreditar, por que não, que merecemos muito mais do que nós temos e trabalhamos incansavelmente para que a matéria preencha dentro de nós que que é impossível dela preencher. Porque esse vazio dentro de nós somente será preenchido pela luz crística que vamos conseguindo acender aos poucos. nas nossas almas. As dores as quais passamos no decorrer da nossa caminhada nos servem absolutamente para que nos transformemos em alguém melhor. E aí, qual o caminho paraa transformação? Vamos, obviamente, buscar a Jesus. Quando ele, quando alguém questiona ele, mas senhor está talvez eh entrando eh em contradição com a lei e os profetas? A lei, o Velho Testamento, a lei os profetas, a Torá, a lei hebraica, afinal de contas, Jesus era também um judeu, um filho hebreu. E ele simplesmente responde: "Não, muito pelo contrário, eu vim resumir a lei e os profetas. tendes os 10 mandamentos, mas existe um maior, um grande mandamento que resume todos os outros. E eu vim dar-lhe uma facilidade, dar a todos vocês um um olhar mais simples e facilitado para que entendam as leis e os profetas. Ama ao teu próximo como a ti mesmo. Afinal de contas, se amarmos o nosso próximo como a nós mesmos, não iremos cometer adultério, não iremos eh tirar o que não nos pertence do outro. Não iremos matar ninguém. E aí estão todos os outros mandamentos. Porque se eu amo ao meu próximo, como aí ele complementa: "Ama o teu próximo, mas não basta só amar ao teu próximo, há

tence do outro. Não iremos matar ninguém. E aí estão todos os outros mandamentos. Porque se eu amo ao meu próximo, como aí ele complementa: "Ama o teu próximo, mas não basta só amar ao teu próximo, há necessidade de amar ao teu próximo como a ti mesmo." E aí paramos para refletir de que maneira eu posso desenvolver o autoamor? Será que eu me amo o suficiente para colocar em prática o amor ao meu próximo? Porque quando alguém que convive comigo há muito tempo diz simplesmente: "Não consigo mais viver com você, eu vou embora. Será que eu sou capaz de amar tão profundamente para aceitar a decisão do outro? Será que eu sou capaz de amar tão profundamente? Amar de uma maneira a não julgar um filho que faz escolhas equivocadas na vida? E eu me coloco na posição, na posição de quem ama? Porque eu quero amar. Eu quero amar a mim mesmo. Eu quero que eu quero amar ao próximo como eu me amo. Talvez se eu quiser ir embora, eu quero que o outro me aceite. Se eu cometer um erro, eu quero que o outro me perdoe. Se eu talvez eh cometer algum crime, eu não quero ser julgado de uma forma fatal. Será que eu estou que eu sou capaz de não julgar de uma forma terrível o meu semelhante? Porque eu preciso aprender a amar como eu desenvolver, como eu quero ser amado. Mas ao mesmo tempo eu preciso me amar. Eu preciso desenvolver o autoamor, o autoperdão. Quantos de nós ficamos emoendo situações e acontecimentos e más decisões do passado que nos levaram a um hoje muito complexo, complicado, confuso. que a gente prende a nossa casa mental num lugar passado, como nos diz Hermínio Miranda, e ficamos ali e nos perdemos naquelas situações que não adianta, não voltaremos para aquele lugar passado, porque o presente urge e somos criaturas do agora. Será que eu consigo me auto perdoar? já que cometi sim alguns alguns equívocos, algumas escolhas que inclusive fizeram com que o meu semelhante se sujeitasse a situações conflitantes e dificultosas, mas eu não posso fazer com que a culpa de me autodestrua, porque eu preciso

ocos, algumas escolhas que inclusive fizeram com que o meu semelhante se sujeitasse a situações conflitantes e dificultosas, mas eu não posso fazer com que a culpa de me autodestrua, porque eu preciso desse perdão divino para as minhas próprias faltas. E eu preciso aprender a proporcionar esse perdão divino as faltas do meu semelhante. Porque da mesma forma que em alguns momentos eu me perdi na caminhada cometendo erros, abusos inclusive contra o outro, também fui vítima desses abusos e desses erros que amigos e companheiros de caminhada cometeram contra a minha pessoa. Portanto, quando Cristo nos diz, "Ama teu próximo como a ti mesmo, mas ama para para que a gente consiga dar exemplo ou provar que conseguimos amar a Deus sobre todas as coisas, ele complementa ainda para aumentar a nossa dificuldade." E ele diz: "Não basta amar ao teu próximo como a ti mesmo." precisa amar ao teu próximo como eu vos amei. E aí o caminho paraa autotransformação passa pelo aprendizado do amor crístico. Porque eu preciso amar ao meu próximo como Cristo me amou. Olha que grande dificuldade é essa. Porque o Cristo quando ele doa, ele liberta. Quando ele cura, ele deixa seguir. Quando ele doa, quando ele abre os braços, quando ele diz uma palavra, quando ele demonstra a partir do exemplo, ele não a grilhoa, ele não escraviza o outro, porque ele é superior aos ao seu semelhante. muito pelo contrário, ele simplesmente passa e diz: "Vá, mas não erres mais. Não cometa o mesmo erro para que não recaia sobre ti as mesmas dores." Então, como eu posso me libertar do meu homem velho? Como posso me tornar um homem integral? como nos traz Joana de Angeles em seu livro belíssimo intitulado O homem Integral. Como posso me integrar a essa energia universal que nos cerca e nos alimenta? Como podemos trocar mais esta energia cocriadora do universo? Afinal de contas, a nossa mente tem o poder de cocriar com o universo em torno de nós. De que forma eu posso conquistar algo melhor e muito maior do que uma

r mais esta energia cocriadora do universo? Afinal de contas, a nossa mente tem o poder de cocriar com o universo em torno de nós. De que forma eu posso conquistar algo melhor e muito maior do que uma casa valendo alguns milhões, do que carros incríveis na garagem, do que talvez coisas que me preencham, mas que me gerem um vazio enorme. Preciso entender sim que a matéria ela não é boa nem ruim. Quem tem muito não é mau. Quem tem pouco não é bom. Quem tem e deixa o ter-se ter a si se perde. Tá aí um livro outro maravilhoso para vocês lerem. Humberto Ren, o sermão da montanha, o nosso Buda brasileiro. Eu não posso deixar que o ter seja a seja a minha única motivação nessa vida. Eu preciso ser, eu preciso entender plenamente que ser e ter são duas coisas completamente diferentes, que a matéria ela não é absolutamente nada, ela é passageira e momentânea, assim como os nossos corpos físicos. Então, a minha responsabilidade é sempre apenas o bom uso que eu faço dessa matéria. Portanto, a matéria não é boa nem ruim. A mesma bomba atômica que destruiu Hiroshim na Nagasak hoje faz com que a humanidade inteira tenha uma alternativa de energia, uma energia renovável, uma energia limpa que faz fará com que a gente destrua menos a natureza. A bomba atômica, a energia atômica, ela é má porque ela destruiu Hiroshim Nagasak, porque ela matou algumas milhares de pessoas. Não, ela é apenas energia atômica. Ela é uma energia que compõe o universo, até porque o homem não inventou a a energia atômica, ele simplesmente a descobriu. O homem não inventou a eletricidade, ela já existia, o fenômeno elétrico. A gente apenas descobriu como utilizá-la para o nosso bem e para o desenvolvimento da humanidade. E assim seguimos crescendo e nos desenvolvendo, porque o caminho da transformação passa também pelo desenvolvimento da tecnologia, da ciência e do conhecimento humano. Então, a matéria não é boa nem ruim. Não sou bom porque tenho pouco. Não sou mal, ma porque tenho muito. Simplesmente eu sou aquilo que eu

olvimento da tecnologia, da ciência e do conhecimento humano. Então, a matéria não é boa nem ruim. Não sou bom porque tenho pouco. Não sou mal, ma porque tenho muito. Simplesmente eu sou aquilo que eu conquisto dentro da minha alma. que os ladrões não irão roubar, as traças não irão corroer, não será uma casa construída na areia, será uma casa com pilares firmes na terra para que esses pilares segurem um telhado, que é o que é o meu grande ideal. e as colunas dessa casa. Assim como nós, seres humanos, que convivemos juntos, para que possamos aprender a amar o outro como a nós mesmos, precisamos entender como se constrói uma casa. Esses pilares não podem estar muito juntos porque senão sustenta o telhado. Concordam? Assim como esses pilares não podem estar muito separados, porque senão também o telhado cai por terra. Nós precisamos estar estrategicamente colocados, mas cada um no seu local, sem um pilar invadir o outro, o espaço do outro, entendendo que ele está bem naquele lugar onde ele está. Assim como eu estou bem no lugar onde eu me encontro pelas minhas próprias escolhas. Uma vez um grande sábio disse ao seu discípulo: "E bata nas casas daquelas pessoas mais prósperas, de famílias, de pais e de mães, e pergunte a eles o que eles mais querem na vida deles." E ele foi batendo. "Que que você mais quer?" Ah, eu eu gostaria de de onde eu fosse eu estar com a minha família, com aqueles que eu amo. Bateu na outra porta. Que que você gostaria mais? Eu, para onde eu fosse, eu gostaria realmente de estar junto com a minha família e com aqueles que eu amo. A maioria das casas e das famílias responderam absolutamente a mesma coisa, até porque eram famílias prósperas. Eles talvez não tinham mais tantos desejos materiais porque ele já os tinha em abundância, os tinham em abundância. Voltou para o para o guru e falou para o o seu mestre e respondeu: "Mestre, todos pediram a mesma coisa. O desejo deles é o que eles tiverem, onde eles estiverem, que eles possam estar com aqueles que

Voltou para o para o guru e falou para o o seu mestre e respondeu: "Mestre, todos pediram a mesma coisa. O desejo deles é o que eles tiverem, onde eles estiverem, que eles possam estar com aqueles que eles amam". E aí o mestre disse o seguinte: "Isso resumindo, é sabedoria". todos nós. O nosso grande desejo primeiro tem que ser adquirir sabedoria. E a e a sabedoria nos diz que o lugar aonde nós estivermos para encontrarmos a felicidade, precisamos estar rodeados de entes que nós amamos e que nos amam. Mas aí eu volto ao conselho de Jesus que ele diz para amarmos ao nosso próximo como a nós mesmos. Nós temos então uma grande caminhada para desenvolvermos esse amor universal. E aonde estiver o meu coração, ali estará a minha o meu espírito e a minha alma, se assim eu estiver encarnado. Portanto, se eu amar plenamente e amar cada vez mais a mais seres, amar a criação divina, se eu expandis esse meu chakra cardíaco ao ponto de eu colocar em prática o amor que o Cristo desenvolveu por nós, mais feliz eu estarei. que aonde estiver o meu coração, aonde tiver pessoas que eu ame profundamente, ali eu estarei com tranquilidade, com a felicidade conquistada, porque esse é o grande desejo da maioria de todos nós. Apesar de ainda cairmos muito na ilusão das conquistas materiais, achando que somente elas são o veículo para nos transformar em criaturas plenamente felizes. Portanto, como é que eu posso desenvolver esse amor crístico se eu ainda sou tão imperfeito? se ainda me perco em elocubrações eh eh sem noção, achando que eu não presto, eu sou infeliz, eu nunca vou conseguir, eu fui abandonado, eu passo por um sofrimento indescritível e assim a nossa casa mental vai jogando continuamente pensamentos e eh pensamentos que que nos injeçam. que vão nos inessando, inessando o nosso perespírito, a nossa energia, não fazendo com que a gente saia desse ego, porque quem quer ser reconhecido e visto é o ego. E e o e e nós permanecemos sempre com esse vazio enorme dentro dos nossos corações, querendo ser reconhecidos.

fazendo com que a gente saia desse ego, porque quem quer ser reconhecido e visto é o ego. E e o e e nós permanecemos sempre com esse vazio enorme dentro dos nossos corações, querendo ser reconhecidos. Ninguém me entende, ninguém me ouve, ninguém sabe o que eu estou passando. Se ninguém nos entende, se ninguém nos ouve, se ninguém sabe o que estamos passando, que possamos nos voltar para dentro, que possamos ter a certeza que o Cristo nos ouve e sabe o que nós estamos passando, até porque nada existe por acaso. Existia um rei que tinha um sacerdote que sempre o aconselhava. E esse sacerdote repetia insistentemente que nada acontece por acaso. Belo dia, esse rei desencarnou e o filho foi coroado, o rei e o filho tinha assim um um trem com aquele sacerdote. Fale assim: "Esse cara é um saco. Tudo ele fala que nada por acaso. A primeira oportunidade eu vou me livrar desse bendito sacerdote, porque essa conversa de que nada é por acaso encheu o meu saco, né? E aí ele saiu com com o sacerdote, com algumas pessoas que o acompanhavam, alguns servos para caçar. Um galho caiu e machucou a testa do rei e o sacerdote estava do lado. Na mesma hora ele disse: "Nada é por acaso". No que ele falou: "Nada é por acaso." O rei perdeu a paciência e falou assim: "Ah, não, eh, cavem um buraco e joguem esse bendito sacerdote dentro desse buraco que ele vai ficar falando nada é por acaso dentro do buraco." Porque para mim ele não diz mais. Assim fizeram, cavaram o buraco, jogaram o sacerdote lá dentro e ele seguiu com seus servos. apareceu então um grupo de bandidos que eram inclusive que faz que que capturavam pessoas e faziam inclusive eh rituais para agradar os deuses. E como ele era um rei, nada mais agradável a Deus do que tocar fogo e matar um rei para Deus, o Deus deles, tá? Na hora que prenderam o rei, na hora que iam sacrificar o rei para satisfazer o Deus deles, viram que ele tava com uma ferida na testa. E aí um olhou pro outro, falou assim: "A gente não pode sacrificar esse rei

prenderam o rei, na hora que iam sacrificar o rei para satisfazer o Deus deles, viram que ele tava com uma ferida na testa. E aí um olhou pro outro, falou assim: "A gente não pode sacrificar esse rei porque ele tá maculado, precisa tá perfeitamente com essa ferida na testa a gente não pode matar o rei." E assim libertaram o rei. E aí o rei lembrou do sacerdote. Realmente nada é por acaso. Vou ter que dar o meu braço a torcer, né? Vamos voltar lá para buscar o bendito sacerdote que eu que eu joguei no buraco. Quando eles retornaram, tiraram o sacerdote do buraco, aí ele contou a história e o rei falou assim: "Tudo bem, eu entendi que nada é por acaso, inclusive foi de muita serventia a esse arranhão na minha testa". Mas e para você que tava dentro do buraco, se eu não tivesse voltado? Ele nada é por acaso. Os mesmos bandidos que te capturaram passaram por aqui. E como eu tava dentro do braco escondido, eles não me viram e passaram reto porque senão o sacrificado teria sido eu. Então, em alguns momentos a gente não entende o porquê de situações difíceis nas nossas vidas. Mas se a gente confiar piamente na providência divina e entendermos que nada é por acaso, assim como aconteceu com um senhor que tinha seu filho na China e comprou um cavalo. Esse cavalo, o filho foi montar o cavalo, esse filho caiu do cavalo e quebrou uma perna. Logo, a guerra começou. Chamaram todos os primogênitos e os jovens para se alistarem. ao exército e o filho, porque estava com a perna quebrada, não pôde servir. E mais uma vez este pai disse: "Está aí, precisa agradecer a Deus. Nada por acaso. Muitos momentos da nossa existência, os acontecimentos vêm e passam mesmo pelas nossas cabeças, como se tivéssemos sido atropelados por um caminhão. Doença grave, divórcios e separações, situações difíceis, situações financeiras que vão consumindo os nossos dias sem sabermos como resolvê-las. E aí, se a gente olha para dentro, busca dentro de nós silenciosamente a meditação e a prece, busca dentro de nós com que as respostas

que vão consumindo os nossos dias sem sabermos como resolvê-las. E aí, se a gente olha para dentro, busca dentro de nós silenciosamente a meditação e a prece, busca dentro de nós com que as respostas venham às nossas mentes como uma mágica. Porque não usar essa palavra? as coisas vão facilmente, de uma maneira simples, se organizando e se resolvendo. Existe uma frase infalível que os espíritos colocam sempre às nossas à nossa disposição e e repetem quando a gente está à frente de uma de uma situação e de um problema que parece indissolúvel, que pare é impossível resolver esse problema. Minha vida acabou aqui agora, não vou conseguir. Eu estou com a doença grave, eu estou com problema terrível, alguma coisa aconteceu. Sofro copiosamente. Em um momento como esse, o mais fácil é a gente imaginar o seguinte: quando eu não consigo resolver um problema, então resolvido ele está. Vocês já devem ter ouvido isso. Eu imagino a figura do Cristo. Eu plasmo à minha frente a figura de Jesus e entrego para ele. Jesus não consigo. Meu mentor espiritual, meu anjo da guarda, santos anjos, seraf, o nome que a gente quiser dar pra mesma coisa, a gente vai e entrega. Não consigo. Tá além das minhas forças. Porque o Cristo mesmo nos asseverou. Tomai o meu jugo. Ele é leve e suave. Traga para ti o meu julgo. Ele é leve e suave. Entrega o problema para Jesus. Não consigo resolver. E acredita piamente que a providência divina não nos abandona. Por mais que a situação esteja terrível, por mais que esteja eu à beira da morte, à beira de um abismo, eu preciso introjetar a verdade que a vida absolutamente continua apesar da morte do meu corpo físico. Camilo Flamarion, um físico astrofísico, não sei qual o nome que eu daria. para a área da ciência que Camille estudava, conheceu o professor Riva Vulgo Allan Kardec na exposição, na primeira exposição, na primeira edição de O livro dos Espíritos pelo nosso querido senhor Furtier, que colocou estampada em sua livraria a primeira edição do livro dos espíritos.

rdec na exposição, na primeira exposição, na primeira edição de O livro dos Espíritos pelo nosso querido senhor Furtier, que colocou estampada em sua livraria a primeira edição do livro dos espíritos. Lá estava Allan Kardec ainda, professor Rivail, mas já assinava Allan Kardec para usou o pseudônimo justamente para não misturar, porque ele era professor Hipolito Leon Denisar Rivail, que era eh um membro da Academia de Ciência da França. E com certeza aquela nova pesquisa, aquele descortinar de coisas absolutamente extraordinárias talvez confundiria com seus livros de pedagogia, matemática, filosofia, assinados pelo professor Riva então ele resolveu assinar como o seu espectro druida, que ele houvera sido, em outra existência um sacerdote druida, a qual se intitulou Allan Kardec. Naquele momento, todos aqueles livros, consigo até imaginar, expostos no vidro da livraria em Paris. Passa Camil Flamarion, olha o título do livro do lado de fora da rua, o livro dos espíritos. Fica extremamente intrigado com aquele nome, com aquele tema, com aquele título e resolve entrar. se apresenta. Allan Kardec vai recebê-lo, porque Kardec estava ali naquele momento para autografar sua primeira edição com o coração cheio de esperança que a humanidade iria beber fonte pura dos ensinamentos dos espíritos. E até hoje ainda nos confundimos e ainda batendo cabeça com questões ali perguntadas e respondidas pelo espírito da verdade. Camille vai e se apresenta para Allan Kardec naquele encontro extraordinário de duas mentes brilhantes, dois cientistas, nenhum dos dois médiuns. Não, cientistas se encontram para buscar o entendimento e abraçar a meta, abraçar a missão sublime de entender as coisas entre o céu e a terra. Alguns anos depois, ainda jovem, por não? Hoje vivemos mais. Allan Kardec falece um aneurisma cerebral, uma veia estoura em sua cabeça. Ele morre instantaneamente em cima da sua última obra. Temos aí obras póstumas publicada depois do seu desencarne. Vamos então para o cemitério de Perry

risma cerebral, uma veia estoura em sua cabeça. Ele morre instantaneamente em cima da sua última obra. Temos aí obras póstumas publicada depois do seu desencarne. Vamos então para o cemitério de Perry Lachez. Quem for a Paris, por favor, vá ao cemitério de Per Lacheze. Lá estão vultos extraordinários enterrados naquele cemitério. E o túmulo mais visitado do cemitério há pelo menos uma centena de anos, né, há alguns anos, é o túmulo de Allan Kardec, sempre florido, imitando um tótem, um tótem druida, representando aquela existência passada que fora sua personalidade replicada em seu nome, Allan Kardec, assinatura de seus livros, Cam Emília, então vai discursar num discurso extraordinário, nos recorda naquele momento, no enterro daquele homem sublime, que ali estava no túmulo agora o bom senso reencarnado, que em muitos momentos temos extrema temos extrema dificuldade de usar o nosso bom senso. O bom senso faz a gente não julgar, o bom senso faz a gente questionar, o bom senso faz a gente pesquisar, a gente estudar. O bom senso faz a gente, inclusive querer entender os o fenômeno mediúnico de uma forma profunda, porque os espíritos naquele instante descortinaram à frente dos nossos olhos, nos mostrando uma verdade até aquele momento escondida ou só simplesmente ensinada para iniciados de religiões, para iniciados de de de alguns de alguns cultos. dos religiosos. E Kardec simplesmente abre essa cortina, esse vel e mostra pra humanidade: "Sim, nós iremos viver apesar da morte do nosso corpo físico." E Camila ainda diz, está lá o homem em seu túmulo, Alan Kardec, professor Riva que vai dar continuidade, com certeza à sua pesquisa, porque foi ele que nos trouxe primeiro o entendimento que somos espíritos imortais, indestrutíveis, que fomos criados simples e ignorantes e a partir de uma série de transformações, de experiências na matéria que Podemos considerar que desde do mineral, passando pelo vegetal, chegando no no animal e hoje vestindo a pele ominal, caminhamos para o angelical. Apesar de

ansformações, de experiências na matéria que Podemos considerar que desde do mineral, passando pelo vegetal, chegando no no animal e hoje vestindo a pele ominal, caminhamos para o angelical. Apesar de todas as nossas dificuldades, de todos os nossos sofrimentos, de todas as nossas dores, estamos caminhando para nos tornarmos anjos. É como se tivéssemos um anjo latente, pulsante dentro dos nossos espíritos, cobertos ainda pelo nosso perespírito, que molda o nosso corpo físico. Mas não somos um corpo que tem um espírito. Somos um espírito que temporariamente usa a vestimenta da matéria pesada, palível, que adoece, que envelhece e que vai morrer. A gente quer segurar aquilo que é impermanente e o impermanente querendo ser seguro nos causa dor. Se se Dartagautama, o nosso grande Buda, para que ele entendesse a impermanência das coisas, ele foi entender, tentar entender pelo menos a profundidade do que vem a ser dor, doença, velhice, morte. O espírito da verdade se aprofunda em tudo isso e nos mostra a vida espírita e nos mostra que o que há do outro lado há aqui deste lado. No plano espiritual nós temos, digamos assim, uma esplendorosa vida punjante que se mistura com a matéria universal que chamamos de fluido cósmico. que nós utilizamos o fluido vital contido no nosso planeta Terra para utilizarmos a matéria e nos revestirmos de um corpo físico que irá permanecer aqui, porque iremos continuar vivendo. E aí vem a pergunta profunda para as nossas consciências. Estamos preparados para continuar vivendo? O que a gente tá juntando na nossa bagagem moral e extrensorial para no momento que for que a que a que o desencarne subitamente nos visitar? estaremos do outro lado da vida, nos olharemos e talvez não teremos mais o corpo físico para satisfazer desejos que a gente acha que precisa ser satisfeitos enquanto aqui estamos. os nossos vícios, uma alimentação abusiva. A gente acha que precisa satisfazer os nossos hormônios sem o vínculo real, sem o amor ao próximo como a nós mesmos. E aí nos

isfeitos enquanto aqui estamos. os nossos vícios, uma alimentação abusiva. A gente acha que precisa satisfazer os nossos hormônios sem o vínculo real, sem o amor ao próximo como a nós mesmos. E aí nos perdemos neste mundo extrafísico sem entender e implorando uma nova oportunidade na matéria a partir do reencarne. E pode ter certeza, todos nós, pelo menos eu, sim, todos nós solicitamos, imploramos por o reencarne. E a gente ainda disse um monte de bobagem. Olha, pode confiar em mim dessa vez vai. Já entendi tudo, né? Pode me jogar lá com aquela com minha mãe, meus irmãos, pode me envolver com aquele homem, com aquela mulher, com aquela criatura que eu vou viver com ela dentro da mesma casa, mas eu sei que na outra vida ela me causou muito mal. Eu sei que na outra vida eu causei muito mal a estes que vão serão que que eu irei receber como filhos. Mas eu aprendi agora. Eu aprendi, eu sei que eu preciso amar incondicionalmente. E eu e a e o seio da família, o vínculo familiar vai me ensinar a amar. Porque que mãe não se obriga a amar um filho, por mais difícil que seja? Por que pai que não se obriga a olhar a amar um filho? Que filho que não se obriga a amar um pai, uma mãe? Por mais que o fogo da raiva e do rancor inexplicável se acenda muitas vezes em seu coração, porque não somos criaturas de uma única existência. E normalmente a família nos serve de provação, porque é muito fácil a prática da caridade quando a gente dá o prato de comida a quem tem fome. Eu conheci uma pessoa só aqui na na minha carreira espírita, vamos dizer assim. Uma vez eu disse isso numa aula, eu falei assim: "Olha, eu nunca, é muito fácil dar um prato de comida quem tem fome, porque você dá um prato de comida, o mendigo vai embora, né? Você não se envolve com ele." Aí ele falou assim: "Eu me envolvo sim. Eu levei três mendigos ontem lá para casa, dei banho neles." Eu falei: "Tá, desculpa, é você é diferente, né?" Então assim, mas é mais fácil. Aí eu não tenho como não me recordar de Francisco. Francisco de

vei três mendigos ontem lá para casa, dei banho neles." Eu falei: "Tá, desculpa, é você é diferente, né?" Então assim, mas é mais fácil. Aí eu não tenho como não me recordar de Francisco. Francisco de Assis, ele na sua mendicância diária, passando pela cidade de Assis, era dia de São Cosmo e Damião. Até dia 27 agora. Ontem, né, eu andando pela cidade via um monte de crianças para todo lado. Eu fiquei pensando, gente, será que hoje é dia de Cóm Damião? E era dia de Cóm Damião, esses dois gêmeos que foram canonizados pela Igreja Católica e que distribuíam muita alegria às crianças, nãoé? E era Dio de Cosmo e Damião e Clara tinha o hábito no na no centro de Assis de distribuir roupas usadas e alimentos e tudo para a comunidade. Vai que passa Francisco já com os seus seguidores, né? aqueles eh eh da nobreza de Assis, aqueles filhos da nobreza de Assis que abandonaram suas residências para seguir aquele louco vestido de mendigo. Ele para e olha paraa Clara, falou assim: "Clara, que que você tá fazendo?" A Clara: "Como assim? Que que eu tô fazendo? Você não tá bem o que eu tô fazendo? Eu tô doando roupa que eu que eu arrecadei. É o que eu faço todos os anos. Estou doando roupa usada, alimento e tudo pros mendigos aqui passantes, paraas pessoas mais necessidades da cidade, necessitadas da cidade. Aí Francisco pergunta de novo: "Mas o que você está fazendo?" Ao ponto da pergunta ser redundante, né? Ser eh eh que Clara fica irritada. Francisco, não tô entendendo sua pergunta. Eu faço isso todos os anos. E aí, Francisco? Reitera justamente você faz isso todos os anos de uma forma mecânica. Cadê o amor na doação? Você tá fazendo até um bem, porque você tá limpando as casas de um monte de roupa usada de lixo que ia não sei para onde, ia juntar traças, ia ia ia causar mau cheiro nas casas e doando para outras pessoas que possam usar. Então, o bem é recíproco, a energia tá circulando, mas o que você está fazendo? A caridade mais difícil, meus irmãos, é a caridade que a gente faz dentro dos

oando para outras pessoas que possam usar. Então, o bem é recíproco, a energia tá circulando, mas o que você está fazendo? A caridade mais difícil, meus irmãos, é a caridade que a gente faz dentro dos nossos lares. É a caridade da paciência com aquela pessoa. Não adianta você dá prato de comida para ela todo dia e ela não vai embora porque ela mora com você. Você dá uma roupa para ela toda hora e ela não vai embora. Ela mora com você. Essa é a caridade mais complexa para nós. São os nossos familiares, são as pessoas que convivem com a gente e que nos auxiliam nessa autotransformação. Porque a gente precisa entender o nosso papel no mundo de simples passageiros, de ignorantes também, de também cometedores de erro e entender o papel do outro. Não, ele é assim porque com certeza a vida foi muito dura com ele. Hã, a vida talvez eh, não sei, e a gente achar dentro de nós alguma maneira de entender aquela pessoa que mesmo que você der um prato de comida, ela não vai embora. Esse ano eu fiz uma coisa diferente. Eu gosto de ir para lugares que eu nunca fui no dia do meu aniversário. Eu faço aniversário no mês de agosto. Eu resolvi conhecer a cidade que eu sempre ouvi falar da minha família. E a minha família saiu dessa cidade, né? Minha avó levou meus tios, minha mãe, todo mundo, muito, muito ainda crianças, né? E dessa cidade, no sertão do Rio Grande do Norte, foram pra cidade de Natal. e de Natal foram pro Rio de Janeiro. Falei, gente, eu preciso entender de onde esse meu povo saiu. Eu fui para Currais Novos. Eu cheguei em Natal, aluguei um carro, peguei uma tia que não conhecia a cidade dos seus irmãos, porque ela já nasceu em Natal e fui para Currais Novos e fui para Acari, né? Cheguei lá para entender o porquê de alguns corações tão endurecidos, de tanta dor e sofrimento na minha família. E assim, é um conselho que eu dou para todo mundo. Vá buscar de onde a sua origem veio. Com certeza gerou no meu coração um entendimento maior com relação aos meus familiares, né? E foi lindo. Eu entrei

assim, é um conselho que eu dou para todo mundo. Vá buscar de onde a sua origem veio. Com certeza gerou no meu coração um entendimento maior com relação aos meus familiares, né? E foi lindo. Eu entrei na igreja central, porque toda cidade minúscula tem uma igreja. Na hora que eu entrei, sentei com a minha tia e o padre, vamos cantar parabéns para os aniversariantes da semana. Era meu dia de aniversário e o padre cantou parabéns para mim. Fui também até Acari, conheceu o açude de Acari. Parece outro planeta, nunca tinha visto aquilo, né? Pedra e um água no meio. Parece assim que eu tava no outro planeta. falou assim: "Gente, tanta escass e assim a Cari foi eleita a cidade mais limpa do Brasil. Pode não ter água, mas toda porta de casa tem flor." Então, a gente tem que entender que em muitos momentos aqueles que nos geraram passaram por dificuldades que a gente não consegue nem imaginar. Mas apesar da dor, da seca, da fome e da dificuldade, sempre teve flor na nossa janela e sempre distribuíram, apesar das suas dificuldades internas, aquilo que lhes faltava. Boa noite, meus irmãos. Meus irmãos, a casa tem o atendimento fraterno, individual e presencial, né? De segunda a segunda, certo? E além do atendimento, são vários horários e além do do atendimento fraterno, tem o apoio fraterno também, que são tem o grupo Acolher, o grupo Viver e o grupo Dependência Química. Então aqueles que quiserem conhecer melhor ou quiserem mais informação, tem aqui o folder, né? É só tirar uma cópia, tá certo? Fazer a nossa prece. E nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, o grande arquiteto do universo. Agradecer a Jesus, o médico dos médicos, e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. agradecer, Senhor, pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje, pela roupa que nos aquece o corpo, agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, pelo teto que nos

reunidos. agradecer, Senhor, pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje, pela roupa que nos aquece o corpo, agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, pelo teto que nos abriga, agradecer pelos amigos e até por aqueles que não são tão amigos. agradecer pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a

ra para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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