O REAL VALOR DA VIDA - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/02/2026 (há 1 mês) 1:09:31 804 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. O livro Passos da Vida, a vida e nós. Criando as criaturas para a glória da vida na condição de espíritos eternos destinados a lhe herdarem as qualidades divina, o criador criou um reino, o universo, uma organização comunitária, os mundos da vastidão cósmica, um lar, a natureza, uma família, a humanidade universal, um ambiente, a paz, Um envoltório, a matéria, um sistema de controle, a afinidade com a gravitação. Uma religião, o amor. Uma lei, a justiça. Um tribunal, a consciência. Uma doutrina de compensação a cada um por suas obras. Uma riqueza igual para todos, o tempo. Uma força, o bem. Um princípio, a liberdade. Um direito, o apoio ao dever cumprido, uma regra para o dever, a disciplina, um regime para as criaturas, o equilíbrio, uma ordem, o progresso, uma tabela de responsabilidade, o conhecimento de em vários graus, um metro, a lógica, um código de trânsito espiritual, a fraternidade com o respeito mútuo. Uma escola, a reencarnação, um processo de aprendizagem, a experiência, uma instituição crediária, o serviço ao próximo, um instrumento para cada criatura, o trabalho, uma oficina, o burilamento, um objetivo, a perfeição. face de semelhantes realidades. Todos os atritos, conflitos, provações, aflições, dificuldades e embaraços são criações nossas na criação de Deus e que tão só na escola das vidas sucessivas, com criteriosa aplicação dos tesouros do

Todos os atritos, conflitos, provações, aflições, dificuldades e embaraços são criações nossas na criação de Deus e que tão só na escola das vidas sucessivas, com criteriosa aplicação dos tesouros do tempo, conseguiremos nos extinguir. Irmana, nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todos nós, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe aqueles que estão à distância, aqueles que estão pelos hospitais e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levaresivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com o real valor da vida. A primeira palavra que eu tenho para dizer para vocês éas senhores. Em tempos em tempos áridos, a única coisa que a gente precisa exercer realmente é o perdão e o amor. Mas em tempos difíceis, em tempos onde a dor parece muito mais punjante do que as alegrias, o sorriso é imprescindível. E falar do real valor da vida é olhar um pouquinho para dentro de cada um de nós, enxergar aonde nós começamos, por onde nós passamos e aonde neste instante nos encontramos. Qual o real valor da vida tem um significado individual? Porque cada um de nós vai dar valor, obviamente, aquilo que lhes pesa de alguma maneira. Para alguns são os relacionamentos, para outros os filhos. Mas para aqueles que caíram na ilusão da matéria, acreditar que o real valor da vida encontra-se em suas benéces engana-se, porque a matéria nada mais é do que um

lacionamentos, para outros os filhos. Mas para aqueles que caíram na ilusão da matéria, acreditar que o real valor da vida encontra-se em suas benéces engana-se, porque a matéria nada mais é do que um instrumento necessário à nossa evolução moral e espiritual, instrumento o qual cada um de nós fará uso de acordo com o seu nível. de consciência. Mas ao mesmo tempo, quando olhamos este planeta de provas e expiações, assim intitulam os espíritos, e enxergamos que estamos em uma escola, fomos matriculados em uma escola de acordo com o nosso grau evolutivo e absolutamente de acordo com o nosso grau de entendimento. Portanto, estamos no lugar certo, na hora certa e com as pessoas ao nosso redor que necessitamos estar para que nos tornemos a cada instante criaturas melhores. Mas é óbvio que o sofrimento quando quando bate a nossa porta nos faz com que à frente dos nossos olhos uma névoa escura se instale e a gente não consiga enxergar aquilo que a gente chama ou aquilo que a gente quer entender ou que a gente quer conceituar como real valor da vida. E essa névoa à frente dos nossos olhos nos impede absolutamente também de enxergar aquilo que as oportunidades, na verdade que se abrem à nossa frente, apesar de muitas vezes todas as portas terem se fechado. Mas se estamos em uma escola e se essa escola é importante ao nosso aprendizado e a nossa evolução, esses momentos difíceis, esses momentos que simplesmente temos a necessidade de exercer uma força interna muito superior àquela que achávamos que possuíamos. Esses momentos difíceis é que é é são nestes momentos que damos prova na nossa capacidade de nos transformar. E a transformação ela é necessária. Se a gente enxergar de onde nós partimos e para onde nós eh por onde nós caminhamos e onde nós estamos, nós enxergamos diversas personalidades e diversas pessoas. A gente vê que no caminhar até os dias de hoje, nós deixamos para trás algumas convicções, nós adquirimos com novas convicções, nós aprendemos, nós sofremos, mas nós nos tornamos um

diversas pessoas. A gente vê que no caminhar até os dias de hoje, nós deixamos para trás algumas convicções, nós adquirimos com novas convicções, nós aprendemos, nós sofremos, mas nós nos tornamos um indivíduo totalmente diferente do que éramos no passado. E assim é, nós estamos inseridos em uma lei que é a lei do progresso. Essa lei a qual é de suma importância para todos nós, nos faz caminhar sempre adiante. Por isso que, apesar das nossas lembranças dolorosas, nós não somos mais a mesma pessoa que um dia nós fomos num passado muito próximo. E tem uma mensagem que eu gostaria de ler para vocês desse livrinho maravilhoso do Carlos Bacelli. Psicografia do irmão José por Vitória. Mestre, induz-me a lutar e a lutar sempre pela vitória dos meus ideais. Não nos deixeis desertar do campo de batalha, onde o espírito se enobrece. Que possamos honrar todos os nossos compromissos e cumprir com todos os nossos deveres. Por mais difícil a peleja, não batamos em retirada, empreendendo fuga de nós mesmos. Que cada dia seja para nós oportunidade de testemunhar a fé que depositamos em ti. Que não nos rivalizemos com nenhum de nossos irmãos e nem os consideremos na condição de adversários a vencer. Os limites a superar estão dentro de nós mesmos. Auxiliando-nos, Senhor, a combater o bom combate com as armas do bem e da paz. Sob o teu estandarte, augusto e soberano, sempre nós venceremos. Ontem eu estava na casa de um amigo, eu gosto muito de conversar com ele porque ele tem ele ele tem alguns insightes iluminados e eu fui almoçar com uma moça, uma amiga na casa dele e ela é uma pessoa que carrega muita raiva no peito pela condição a qual foi criada, pela uma mãe muito sofrida, uma mãe muito nervosa e que com certeza talvez para ela difícil de perdoar. E muitas vezes nós travamos batalhas internas por não compreender as razões daquelas pessoas que estão ao nosso redor ou não compreender as razões pelas quais nós optamos antes de renascermos. Nós optamos por conviver com essas dificuldades ou com essas pessoas

nder as razões daquelas pessoas que estão ao nosso redor ou não compreender as razões pelas quais nós optamos antes de renascermos. Nós optamos por conviver com essas dificuldades ou com essas pessoas difíceis, porque são elas que nos fazem eh superar desafios e nos fazem, com certeza, nos tornar cada dia pessoas mais tranquilas, apesar da intranquilidade que nos circunda. E esse meu amigo fez eh uma seguinte dissertação. Ele contou uma história pessoal e muito interessante falando justamente sobre a raiva. E ele disse que ele comprou um cachorro. Ele mora numa chácara. Ele comprou um cachorro e ele gosta muito de planta. Ele disse que esse cachorro fez, ele sentir uma raiva que ele não sabia que era capaz de sentir. Todas as vezes que ele chegava em casa, esse cachorro tinha absolutamente destruído todas as plantas, tudo, todo o jardim que ele tinha plantado, tudo, comido tudo. E ele era possuído de ódio daquele cachorro. E foram momentos bem difíceis, porque ele se arrependeu amargamente de ter comprado aquele cachorro. E um dia ele saiu de casa e no caminho de volta ele começou a lembrar do cachorro e a pensar: "Vou chegar em casa". E ele foi tomado de ódio, já imaginando que o cachorro já tinha destruído tudo, já tinha comido tudo e o que que ele ia fazer com o cachorro. Na hora que ele chegou na casa dele, ele resolveu agir de forma diferente. Ele olhou pro cachorro e disse o seguinte: "Tudo bem você destruir todas as minhas plantas, porque você é mais importante do que as plantas. Você é um ser vivo melhor do que a vida das plantas. Apesar de eu também amar muito as minhas plantas, mas tudo bem. A partir de agora eu não vou mais sentir o ódio que eu estava sentindo por você. Ele disse que a partir daquele momento, simplesmente o cachorro mudou de comportamento e ele começou a olhar para dentro e enxergou a capacidade que ele possuía de sentir raiva e ódio por um comportamento que ele não conseguia controlar. Ele ele viu a potencialidade do próprio egoísmo e ao mesmo tempo ele enxergou a

tro e enxergou a capacidade que ele possuía de sentir raiva e ódio por um comportamento que ele não conseguia controlar. Ele ele viu a potencialidade do próprio egoísmo e ao mesmo tempo ele enxergou a capacidade que ele desenvolveu com relação ao autocontrole. Muitas vezes nós reagimos as situações ao nosso redor de uma maneira descontrolada, gerando muito mais mal a nós mesmos do que mal aquele que seria o alvo do nosso ódio ou da nossa raiva. Toda a energia que a gente emana a partir dos nossos pensamentos e a partir das nossas vibrações mentais, elas afetam principalmente, primeiramente, o nosso corpo físico, o nosso corpo espiritual, reverberando em absolutamente tudo ao nosso redor, nos gerando a escassez que a gente não deseja, trazendo para nós as doenças físicas, o desequilíbrio mental, a obsessão espiritual, atraindo companhias desnecessárias ou companhias à quais a gente não gostaria de estar convivendo, sejam elas encarnadas ou desencarnadas. E aí a gente começa a fazer uma certa autoanálise e entender que a responsabilidade daquilo que a gente joga para fora, né, é absolutamente nossa. Até porque se a gente recordar da frase de Jesus quando ele disse o seguinte: "É mais importante do o que sai da boca do homem do que o que entra pela sua boca e o que sai das nossas mentes e dos nossos pensamentos. Quando ele nos assevera e nos recorda: "Pedi e obtereis, batei e observe usar". A gente imagina que a gente pode pedir como se o universo fosse um mordomo? Como se Deus, a partir dos nossos pedidos, nos entregasse aquilo que o nosso egoísmo e a nossa vaidade deseja. Ai, eu quero que tudo se revolucione, que tudo se modifique. Eu quero uma casa melhor, eu quero uma uma conta bancária recheada. Eu quero, eu quero que o meu marido, a minha esposa, o meu companheiro, a minha companheira se modifique. Eu quero que o meu filho isso, eu quero que a minha casa aquilo. E a gente começa a a desejar coisas fora de nós. Só que a gente esquece que o nosso pensamento, até porque nós

ompanheira se modifique. Eu quero que o meu filho isso, eu quero que a minha casa aquilo. E a gente começa a a desejar coisas fora de nós. Só que a gente esquece que o nosso pensamento, até porque nós adquirimos um pensamento contínuo, fruto da nossa evolução moral, física e espiritual, então nós não paramos de pensar. Nós pensamos continuamente e essa e e o fruto do nosso pensamento contínuo é toda a vibração e a energia que nos circunda. Então é de nossa responsabilidade porque não é só simplesmente aquilo que a gente pede de forma inconsciente, vislumbrando apenas o nosso egoísmo e a nossa vaidade, mas aquilo que a gente constantemente está a pedir. Eu não aguento mais o meu trabalho. Aí você perde o emprego, alguém te demite, você acha ruim, mas você pediu todos os dias. Ao pisar no seu trabalho, você repetia pra sua própria mente, pro seu corpo físico e pro ambiente que te recebia para você exercer sua profissão. Eu não suporto mais trabalhar aqui. E aí você chega na sua casa e começa a repetir: "Essa casa só me traz desgosto. Tudo aqui dentro só me dá de sabor." E aí de repente tudo começa realmente a reverberar de uma forma negativa e você acha que o problema tá fora de você. O olhar para dentro o autoconhecimento é de suma importância para que as coisas ao nosso redor se modifiquem. Então, quando quando a gente ouve essa frase pedi e obtereis, batei e abre abrirvosar, nós temos que vigiar e orar, porque vigiando os nossos pensamentos, nós exercemos um certo autoconhecimento e a gente começa a entender que os nossos pensamentos estão absolutamente voltados a situações negativas. Então, aonde que eu tenho que mudar? O que eu preciso modificar para que as coisas ao redor de mim se modifiquem a raiz de tudo que são os meus pensamentos. É interessante como a nós ainda ainda temos uma certa imaturidade moral, espiritual e e é muito difícil trazer para nós uma certa autorresponsabilidade, né? E nós espíritas ainda achamos um terceiro para culpar pelos nossos insucessos, pelas nossas dificuldades ou

e moral, espiritual e e é muito difícil trazer para nós uma certa autorresponsabilidade, né? E nós espíritas ainda achamos um terceiro para culpar pelos nossos insucessos, pelas nossas dificuldades ou pelas nossas dores. Um um coitado de um desencarnado, que a gente chama ele de obsessor. É difícil a gente olhar no espelho e falar assim: "Tatiana, tudo bem? Aonde você tá errando? Por que que você reclama da vida 24 horas? Por que que você apenas pensa na doença se não é a doença que você quer paraa sua vida? Por que que você ao se alimentar você já pede? Eu tenho certeza que eu vou passar mal com essa comida horrorosa. Só que você come do mesmo jeito. Então é óbvio que você vai passar mal. Então, a partir do momento que a gente começa a ter consciência daquilo que a gente pensa, da maneira com que a gente vibra e e naquele momento a gente exercer um um certo poder de polícia, né? A gente pensa, opa, tô pensando aqui, um negócio não é para eu pensar, eu não quero isso, então eu tenho que modificar. As minhas palavras estão muito negativas, são muito agressivas, então tenho que mudar a forma com que eu falo. É fácil. Lógico que não é fácil, é muito difícil, porque nós ainda somos imperfeitos, ainda somos extremamente instintivos, ainda estamos muito mais ligados ao nosso ao instinto animal do que a a a ao nosso poder de amar e de perdoar ao nosso lado angelical. E por essa dificuldade, por essa distância das duas realidades, ainda agimos muito por instinto. Só que a gente tem que lembrar que ao desenvolver a nossa inteligência, a inteligência vai suplantando os instintos e a gente vai exercendo um certo autocontrole até que algumas coisas e algumas atitudes e algumas emoções passam a ser a existir nas nossas vidas de forma mais automática. A gente não para para pensar, eu preciso respirar agora. Não, é automático. A gente já respira automaticamente. Só que alguns momentos a gente também xinga automaticamente, a gente também vibra negativamente. A gente ainda fala mal dos outros

espirar agora. Não, é automático. A gente já respira automaticamente. Só que alguns momentos a gente também xinga automaticamente, a gente também vibra negativamente. A gente ainda fala mal dos outros automaticamente. Então esse automaticamente pode mudar. A gente pode ir exercendo um certo autocontrole e modificando aos poucos a vibração daquilo que a gente joga para fora de nós. Até porque se eu quero que as coisas mudem, eu tenho que mudar. Se eu quero que as coisas melhorem, eu tenho que melhorar. E o que que eu preciso fazer para que realmente eu me sinta melhor, para que eu supere as dificuldades da vida? Apesar de em muitos momentos eu não conseguir controlá-las. Porque se a gente parar para pensar, todos nós nascemos, lembra que a gente aprendeu isso na escola? nascemos, envelhecemos e vamos morrer. Só que até a gente chegar no final dessa nossa jornada, no momento do nosso desencarne, podemos passar por uma série de impropérios ou de dificuldades ou de situações, de coisas que a gente sofra, que vão doer. A gente pode adoecer, podemos ficar incapacitados. aquelas pessoas ou aquelas situações ou aquele algo que a gente achava que ia ficar conosco até o final das nossas vidas, de repente pode não existir mais, porque estamos aqui como quem entrou num vagão de trem, tá? Nós estamos todos numa grande viagem. Alguns passageiros vão entrando nesse vagão e outros vão descendo antes da gente. E às vezes a gente não gostaria que determinadas pessoas fossem antes. Existe um certo apego. O medo da morte se dar pelo desconhecimento da vida que nós teremos após a morte do nosso corpo físico. Porque existe uma única certeza para todos nós aqui encarnados neste mundo de provas e expiações é que viveremos eternamente. E a bagagem que nós estamos carregando ou ou arrumando ou construindo para essa viagem eterna, é a nossa é a nossa bagagem pessoal, é aquilo que a gente tá carregando de conhecimento dentro dos nossos corações, é a nossa maturidade moral, é a nossa capacidade de auxiliar o nosso

viagem eterna, é a nossa é a nossa bagagem pessoal, é aquilo que a gente tá carregando de conhecimento dentro dos nossos corações, é a nossa maturidade moral, é a nossa capacidade de auxiliar o nosso semelhante, mas principalmente a nossa capacidade de amar. Quando Cristo nos fala, ama o teu próximo como a ti mesmo. Primeiro ele diz, né? Ama ao teu próximo como a ti mesmo. Quer dizer, para eu amar ao meu próximo, primeiro eu preciso me amar. Será que realmente eu me amo? Será que eu consigo me perdoar? Será que eleve o meu fardo e o meu julgo? Será que eu entreguei realmente aos pés de Jesus aquilo que eu chamo de dificuldade? Porque para eu que eu consiga amar o meu semelhante, eu preciso compreender as dificuldades pelas quais ele passa, entender que ele tá no momento, porque todos nós aqui estamos aprendendo. A gente tá numa escola dura, árdua, mas tá todo mundo aqui matriculado na escola que devia est. Ah, tem muita violência, tem muita guerra, as pessoas são más. As pessoas ou nós ainda temos muita maldade dentro dos nossos peitos, dentro do nosso peito, do nosso coração e dos nossos pensamentos. Nós vibramos de acordo com a vibração, com a a o que a crosta terrestre emana. a gente não veio pro lugar errado. Então, o meu mundo pessoal precisa ser transformado para eu enxergar a dor do outro e me compadecer dela sem ter a necessidade de dar conselhos para que a pessoa mude. Não precisa entender que ela é assim. Nó, porque é isso que a gente quer para nós. Nós queremos ser compreendidos, nós queremos ser amados, nós queremos ser perdoados. Então, primeiramente, eu preciso compreender que eu estou num momento de aprendizado e que o meu passado não me define. Todos os erros que eu cometi até chegar aqui, tudo pelo que eu passei, eu precisei passar, é aprendizado, mas eu não sou o meu passado. A minha mente muitas vezes visita esse lugar, como nos diz Hermano Miranda, chamado passado, mas ele não existe mais. A minha mente vaga até lá, como a minha mente muitas vezes se desloca do

passado. A minha mente muitas vezes visita esse lugar, como nos diz Hermano Miranda, chamado passado, mas ele não existe mais. A minha mente vaga até lá, como a minha mente muitas vezes se desloca do meu momento presente e se angustia com o meu futuro, fazendo com que a gente se confunda muito com o que é hoje, agora. E nós estamos agora em uma casa de oração tentando vibrar diferente, tentando formar aqui com uma egrégora de pensamentos positivos que estão sendo carregados, levados aos nossos lares, as pessoas que amamos, está de alguma maneira modificando as nossas vibrações internas para que a gente consiga dar continuidade a todos os desafios que ainda temos que superar. nesta existência. Então, se nós podemos, se a gente consegue por alguns momentos, ao nos reunirmos numa cara, numa casa de oração, modificar essa vibração que é pesada em alguns momentos, porque dentro de nós há um peso muito grande das nossas faltas. Então, se eu consigo por alguns momentos modificar aí, modificar isso e estar presente no hoje, no agora, então que eu não dê importância ao passado e o futuro, porque só existe o momento do hoje. E aí eu me lembrei de uma história muito interessante. Um aluno virou para o mestre e perguntou: "Mestre, eu vejo as ondas do mar e o oceano é muito diferente do que a agitação das ondas e e as e ele não se incomoda com toda essa agitação, com toda essa intranquilidade." E aí o mestre responde pro aluno: "No fundo do oceano há uma paz e uma tranquilidade". É como os nossos pensamentos que muitas vezes a gente não consegue controlar. São como essas ondas na superfície. Mas se eu conseguir internamente, assim como oceano profundo, me manter calmo e sereno, deixar com que esses pensamentos possam ir e vir assim como as ondas do mar, eu vou conseguir me tornar uma pessoa mais pacífica e assim eu vou conseguir me amar assim como Jesus nos amou. Porque ele disse, não basta só amar o próximo como a você mesmo. É necessário que a gente consiga amar ao nosso semelhante como Jesus nos

ca e assim eu vou conseguir me amar assim como Jesus nos amou. Porque ele disse, não basta só amar o próximo como a você mesmo. É necessário que a gente consiga amar ao nosso semelhante como Jesus nos amou. Olha que grave, que difícil, principalmente para nós que somos extremamente reclamões. E aí eu trouxe uma mensagem muito interessante. Eu gosto muito de um autor chamado Leon Deni. Leon Denis foi um homem contemporânea Kardec, pouco mais novo, tá? e o seu principal livro, que eu sugiro que seja um livro de cabeceira para todos vocês, porque é o meu livro de cabeceira desde sempre, tá? Inclusive, eu tenho um filho e eu queria ter colocado o nome dele de Leon, aí o pai dele não deixou. Aí eu falei: "Então tá bom, Denis". Aí o pai dele também não deixou. Aí ficou Rafael mesmo, mas por mim chamava Leão Denê. tal a paixão que eu tenho por esse autor. Então, ele não é um livro pra gente ler de caba rabo, ele é um livro para ter do lado da cama. Ele é um livro poético. Ele é um livro que faz a gente olhar para dentro. Ele é um livro que faz a gente rever os nossos conceitos, a maneira com que a gente pensa e vibrar um pouquinho melhor. E aí ele traz o conceito do amor. Existem capítulos falando de amor nesse livro, O problema do Ser, do destino e da dor. O amor. O amor é mais forte do que o ódio, mais poderoso do que a morte. Se o Cristo foi o maior dos missionários e dos profetas, se tanto império teve sobre os homens, foi porque trazia em si um reflexo mais poderoso do amor divino. Jesus passou pouco tempo na Terra. Foram bastante 3 anos de evangelização para que o seu domínio se estendesse a todas as nações. Não foi pela ciência, nem pela arte da oratória que ele seduziu e cativou as multidões. Foi pelo amor. Desde a sua morte, seu amor ficou no mundo como um foco sempre vivo e sempre ardente. E aí, como quando a gente vai pra terceira parte do livro dos espíritos, quando a gente se aprofunda nas leis morais da vida, e aí a gente vai pra primeira lei moral, que é descrita de uma forma maravilhosa pelo

quando a gente vai pra terceira parte do livro dos espíritos, quando a gente se aprofunda nas leis morais da vida, e aí a gente vai pra primeira lei moral, que é descrita de uma forma maravilhosa pelo Espírito da verdade. Há aqueles que chamem de Espírito Santo, aqueles que chamem de uma egrégora que serve ao Cristo, mas não importa o nome que a gente dê. E o espírito da verdade nos traz muita informação interessante no livro dos espíritos. Eu acho, eu acho até engraçado como a gente fica perguntando coisa, vai estudar uma coisa aqui, uma coisa ali, teoria oriental, aquilo. Pensa numa pergunta Allan Kardec fez no livro dos espíritos. Ah, quem foi Adão? Ele fez. Ah, existe isso. Tá lá. São mais de 1000 questões que depois ele ele desmembrou em outros livros, tá? A primeira parte do livro dos espíritos, nós temos o Evangelho Segundo Espiritismo. Eh, a segunda parte do do livro do Não, a primeira parte nós temos a Gênese. A segunda parte nós vamos ter aí o livro dos médiuns. A terceira parte, sim, que aí a gente entra bastante no Evangelho Segundo Espiritismo, nós temos o Pentateu Kardequiano, depois as obras póstumas, porque Kardec teve um aneurisma cerebral e faleceu automaticamente em cima do seu último livro, Obras Póstmas. E é interessante porque Kardec não tinha mediunidade alguma. Ele era um cientista. Ele usou o pseudônimo Allan Kardec porque fora perseguido pela sociedade parisiense de ciência. E ele tinha livros, professor Rivail e Politisá Rivail tinha livros de filosofia, de ciência, até porque os cientistas eles eram mais universalistas, eles não eram tão especialistas como nos dias de hoje. Então ele tem livro de pedagogia, até porque Allan Kardec foi discípulo de Pestalose, que é o pai da pedagogia. Eh, então, na terceira parte do livro dos espíritos, quando a gente chega nas leis morais da vida, que serve para nós como uma base absoluta de tudo que regta dessas leis morais, algo tá errado com a gente. Porque quando nós nos afastamos dessas leis morais da vida, eh, é como

leis morais da vida, que serve para nós como uma base absoluta de tudo que regta dessas leis morais, algo tá errado com a gente. Porque quando nós nos afastamos dessas leis morais da vida, eh, é como se o desequilíbrio se instalasse nos nossos espíritos. E a primeira lei que é colocada lá é lei de amor, justiça e caridade. São três palavras e uma única lei. Lei de amor, justiça e caridade. Não há amor sem justiça. Não há justiça sem a prática da caridade. é a primeira lei moral da vida descrita de forma magnífica no livro de Leon Denir, quando ele fala do amor, quando ele fala da morte, quando ele fala de outros conceitos que são tão presentes na vida de todos nós que aqui estamos. Então, se a primeira lei eu preciso amar para conseguir ser justo, mas para que eu seja justo, eu preciso ser caridoso. E assim esse trígono forma uma energia incrível, capaz de transformar a vida em torno de nós no instalar de dedos. A partir do momento que a gente se coloca à disposição dessa lei universal e nos sintonizamos com ela e amamos do fundo do nosso coração, primeiramente a nós mesmos, sendo justos, até porque nós somos falíveis, mas ao mesmo tempo nós precis precisamos sim ser caridos conosco e com o nosso semelhante, entendendo que como o meu o meu a minha carapaça física, né, a roupagem material que eu carrego, que é pesada, não é minha, é emprestada, a minha imagem no espelho, o nome que eu tanto preza, que eu prezo, é a minha conta bancária, são temporários. Eu vou em algum momento vou ter que largar tudo para trás e seguir vivendo. Então, se é tudo emprestado, né? É aquela história, um senhor deu talentos para cada um de seus servos, uma quantidade de talentos que cada um de nós fazemos com os nossos, com aquilo que nos foi dado para que a gente exerça um certo cuidado, um certo zelo, não para que a gente desperdice ou guarde com medo de perder ou de distribuir ou de compartilhar aquilo que a gente recebeu. Inclusive a nossa a o nosso corpo físico é emprestado, não é nosso. Se eu me

ão para que a gente desperdice ou guarde com medo de perder ou de distribuir ou de compartilhar aquilo que a gente recebeu. Inclusive a nossa a o nosso corpo físico é emprestado, não é nosso. Se eu me identifico com o corpo, é porque eu ainda estou imerso na ilusão da matéria. A partir do momento que eu compreendo que tudo que está ao meu redor é instrumento, eu passo a ter atitudes diferentes. Eu passo inclusive a ter um pouquinho mais de cuidado, porque eu sei que todo erro que eu cometo tem consequências. A lei de ação e reação é uma lei a qual todos nós estamos inseridos. Vamos deixar de lado esse conceito de karma, que nem nome espírita é, né? Nós muitas vezes absorvemos esse conceito de karma porque nós trazemos o conceito de castigo de outras religiões, até porque a maioria de nós somos realmente egressos da Igreja Católica, de outras religiões, aonde esse sentimento e essa noção de de pecado e de erro é muito forte, como se eu precisasse pagar por um erro que eu cometi. E aí vem Jesus e nos diz o seguinte, né? Eh, nem se nem nós que somos imperfeitos somos capazes de negar um pão a um filho que tem fome, que dirá Deus, nosso pai que está nos céus, que é soberanamente justo e bom. Nós somos crianças ainda batendo cabeça, cometendo erros. E a partir do momento que a gente começa a a a ter consciência dos nossos próprios atos, a gente modifica. a gente transforma, a gente começa a agir diferente. É como se um certo véu fosse retirado da frente dos nossos olhos e a gente começasse a enxergar a realidade da vida de uma maneira diversa. Então, eu não posso simplesmente me martirizar ou acreditar que de alguma forma eu estou pagando pelos meus pecados. alguns deles que eu nem sei se os cometi, porque eles podem ter sido cometido em outras existências. Vamos tirar esse conceito da nossa cabeça. Vamos passar a entender que cada pensamento, a cada segundo, a cada minuto, ele nos traz consequências. e a a e também a falta de cuidado que nós temos com o nosso corpo físico, a falta

nossa cabeça. Vamos passar a entender que cada pensamento, a cada segundo, a cada minuto, ele nos traz consequências. e a a e também a falta de cuidado que nós temos com o nosso corpo físico, a falta de cuidado que nós temos no nosso dia a dia com as nossas palavras, com a nossa alimentação. Tudo isso vai trazer para nós consequências, porque estamos inseridos numa lei chamada de ação e reação. Toda ação vai gerar para todos nós uma certa reação. Ao mesmo tempo, como nós temos essa finalidade maior que era amar absolutamente aos nossos semelhantes como a nós mesmos, todas aquelas pessoas às quais nós nos feriram, todas aquelas pessoas que nós ferimos, que houve uma reciprocidade na dor e a gente não consegue eliminar essa dor de dentro do nosso peito. Porque quando a gente fala de perdão, perdão não é esquecer, é lembrar, mas é lembrar sem dor, sem o peso da dor, sem o peso do sofrimento. É entender que aquele momento, naquele momento, a gente precisava ou a gente estava naqu naquela situação ali que realmente foi o que a gente aprendeu a fazer uns com os outros. E aí realmente vem a lei das vidas infinitas e faz com que exatamente aquela pessoa que a gente magoou, que a gente machucou, que não nos perdoa, né, ou que a gente não perdoa, aí a gente chega no plano espiritual, ainda há aquela perseguição, a gente não consegue perdoar, a gente não consegue nem raciocinar, aprender nada. Nosso lar está com as portas fechadas para nós, porque a gente só tem um foco. Aquele desgraçado, vou matar, já tá morto, mas não consegue desvincular da raiva. Não há grupo mediúnico, grupo de sua obsessão, que consiga desvincular um espírito do outro. Aí a espiritualidade chega lá de uma forma taça, fala assim: "Olha, gente, vai ter que nascer um filho do outro, irmão, marido e mulher, até que eh eles aprendam, sabe? Quando a gente é criança, né? A a eu falava isso pro meu filho, falou assim: "Você vai brigar? Vocês vão ficar os dois abraçado aí até um perdoar o outro. E aí vem realmente a reencarnação. E muitas vezes

do a gente é criança, né? A a eu falava isso pro meu filho, falou assim: "Você vai brigar? Vocês vão ficar os dois abraçado aí até um perdoar o outro. E aí vem realmente a reencarnação. E muitas vezes a gente nasce gême, sabe assim? Tem um corpo só. Você vai ter que olhar um pra cara do outro só se alguém te separar com a faca. Então eh essa nossa finalidade maior é amar o nosso semelhante. Então, se a gente muitas vezes e e vai ser sempre assim, se a gente tem dificuldade de relacionamento, é porque algo dentro de nós ainda precisa melhorar, ainda precisa, ainda precisa evoluir, ainda precisa ser pacificado para que a gente olhe o nosso semelhante, olhe para nós mesmos com menos raiva. E a raiva nos dá doença autoimune, obsessão espiritual, diversos tipos de doença maligna, câncer, nosso fígado fica péssimo, né? Nosso estômago vai gerar logo uma gastrite e a gente permanece, a gente fica lá turrão na raiva, porque a gente quer que essa raiva seja saciada de alguma maneira, tá? como se essa vingança ou ver o outro. Quant quantas vezes a gente já ouviu? Não, eu fiz tudo pela aquela pessoa, eu dei isso, eu paguei aquilo, né? Então você não fez desinteressadamente, você queria o retorno, segue adiante a sua vida, tá? Porque quanto mais essa energia existir dentro de nós, mais estaremos vinculados a pessoas que vão seguir a vida delas para lá e a gente, a nossa vida pro outro lado. A gente tem que aprender a exercer também o desapego, porque nós somos indivíduos, nós somos criados simples e ignorantes, como mônas celestes. Nós passamos por toda a evolução, né? Nós fomos adquirindo diversos tipos de entendimento, de conhecimento, até adquirirmos a nossa individualidade. E o que que nós fazemos com essa nossa individualidade, com esse nosso pensamento contínuo? Chegou a hora da gente tomar novas e melhores decisões. Eu normalmente conto a história de Paulo de Tarso, porque antes dele ser esse apóstolo tão aplaudido pelo cristianismo e e muito eh do Novo Testamento se deve

da gente tomar novas e melhores decisões. Eu normalmente conto a história de Paulo de Tarso, porque antes dele ser esse apóstolo tão aplaudido pelo cristianismo e e muito eh do Novo Testamento se deve às atitudes de Paulo, que fez com que os apóstolos escrevessem e ele foi dar continuidade, indo de cidade em cidade pregando o evangelho. Por isso que existe a carta de Paulo aos Coríntios, carta de Paulo aos Romanos e tal, porque ele tava preso e tal e ele e para cada eh célula que ele deixou, ele escreveu alguns alguns recados e alguns conselhos. Mas antes dele ser esse cristão tão mal aplaudido, ele foi Saulo. Saulo, aquele homem rude, que alguns dizem que ele era baixo, careca e e de uma do de um de um de um uma raiva, um ódio que saltava de seus olhos. Ele foi o primeiro perseguidor de cristãos. Se você, se qualquer um de nós fôssemos de encontro com as certezas que Saulo possuía, facilmente ele pegava a gente e botava no meio do templo para morrer apedrejada. E aí a gente tem o livro maravilhoso Chico Xavier, psicografia pelo Espírito Emanuel, onde Paulo e Estevão, a gente vê a história de Estevão, um cristão, uma pessoa maravilhosa que se transformou completamente. O homem velho que existia em Estevo, quando ele conheceu o cristianismo, se tornou outra criatura. Mas revoltado, Saulo mandou apedrejar Estevão. Ele não podia concordar com aquela pessoa que é de encontro com as leis e os profetas, que falava inclusive que todos nós somos irmãos perante o mesmo pai. Ele era um cidadão romano, ele era um fariseu, ele era um hebreu renomado. Como é que ele poderia ser igual ao irmão de um romano? igual o irmão de um gentil, de um pagão, isso era absolutamente fora eh da da da crença ou da capacidade de Saulo de entendimento. E ele matou o Estevão. Posteriormente, sua noiva Abigaí morreu de desgosto. Depois da morte de Abigail, ele virou o o Satanás. Falou assim: "Quem foi que inclusive a minha noiva fez com que essa semente do cristianismo a transformasse desta forma? foi o cristianismo,

esgosto. Depois da morte de Abigail, ele virou o o Satanás. Falou assim: "Quem foi que inclusive a minha noiva fez com que essa semente do cristianismo a transformasse desta forma? foi o cristianismo, essa seita que fez com que inclusive ela falecesse. Ah, foi Ananias que mora em Damasco. Então, pegou seus capangas e disse: "Vamos pegar a estrada de Damasco, de Tes para Damasco e vamos matar Ananias. A gente resolve o problema." No meio da estrada, a história que a maioria de nós conhece. Dizem que os soldados não ouviram nada, mas viram também uma luz forte, ofuscante. E cai do cavalo aquele homem poderoso, de ideias rígidas, que dizia que jamais ia mudar aquilo que ele tinha como verdade. E aí ele cai do cavalo. Quantas vezes nas nossas vidas a gente vai precisar cair do cavalo? e caindo do cavalo. Quantas vezes nós vamos ter que mudar as nossas convicções até nós acertarmos o passo das nossas vidas? E aí ele vê a figura do Cristo. Saulo, Saulo, por que me persegues? Naquele momento ele caiu em si e pensou: "Que que eu tô fazendo? Como eu fui ignorante? Como eu fui pequeno? Que que eu achava que eu ia ganhar com tudo isso, com toda essa raiva, com toda essa perseguição, com toda essa falta de amor? Foi tão forte a sua transformação que foi como se toda a energia negativa a armazenada naquele corpo perespiritual de Saulo, fosse para os seus olhos e o cegou na hora. Mas ele se prostrou aos pés do Cristo. Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Que queres que eu faça? Quando que a gente vai ter essa capacidade, em vez de reclamar e de pedir, achando que a espiritualidade ou tudo mais é como mordomo e nós vamos simplesmente nos entregar com uma fé, uma fé inabalável, uma certeza inabalável que sim, a providência divina sabe exatamente aquilo que a gente precisa para sermos felizes. aquilo que a gente precisa para atingir os nossos objetivos, que os nossos objetivos eles não são materiais, os nossos objetivos são eternos, indestrutíveis, fazem parte das nossas

ara sermos felizes. aquilo que a gente precisa para atingir os nossos objetivos, que os nossos objetivos eles não são materiais, os nossos objetivos são eternos, indestrutíveis, fazem parte das nossas almas e e da do nosso roteiro que a gente mesmo escolheu quando estávamos no plano espiritual. Porque a grande verdade é quando a gente tá no plano espiritual, quando a gente tá desencarnado, a gente olha para trás e e a gente cai em si, como Saulo caiu. Olha para trás, fala: "Meu Deus, como eu fui infantil, como é que eu fui capaz de fazer aquilo, aquilo, outro." E aí a gente vai eh eh criando uma força espiritual, a gente vai se modificando e aí a espiritualidade chega lá um momento no no do outro lado e a espiritualidade vira para nós, os nossos mentores, nossos s da guarda, os nossos professores, seja lá o nome que a gente quer dar pra mesma coisa, vira para nós e diz o seguinte: "Agora eu vi que você aprendeu bastante, tá, João, Maria, José, Tatiana, você aprendeu bastante. Realmente a gente tá vendo que você melhorou, que você agora está mais consciente das suas próprias ações, mas você vai ter que provar que você melhorou. Você vai ter que provar que realmente você não é mais aquela pessoa que perseguia, que não mudava de opinião, que era raivoso. Então você vai renascer. Quem vai aí? Você começa, não, agora eu consigo. Agora deixa comigo que eu agora eu vou reencarnar. Eu e Gand Francisco Assiso, ó, né? Dou conta, dou conta, tá? Pode me botar com todo mundo que eu matei, assassinei, falei mal, processi, tirei tudo, mandei queimar a casa do vizinho para tomar fazenda, tá? Até hoje vira e mexe alguém faz isso no Brasil. Então, eh, agora eu consigo. Vai, então pode botar todo mundo ao meu redor. E aí a espiritualidade falou assim: "Você tá querendo facilidade porque isso já ia acontecer com você. você já ia renascer com todos esses atores que você se vinculou pelo sentimento. E essas pessoas também estão vinculadas a você porque não param de pensar em você, não consegue te perdoar,

r com você. você já ia renascer com todos esses atores que você se vinculou pelo sentimento. E essas pessoas também estão vinculadas a você porque não param de pensar em você, não consegue te perdoar, não tiram da da casa mental a imagem da dor, do sofrimento, da perseguição de tudo que aconteceu. Então, realmente vocês vão ter que nascer juntos de uma forma ou de outra. No decorrer da existência vocês vão ter que se reencontrar. para que vocês consigam dar provas da evolução moral e espiritual. Só que não vai ser só isso, né? Você vai nascer ainda por cima com dificuldades financeiras ou com extrema facilidade financeira para que a vaidade e o orgulho bata realmente à sua porta e você consiga exercer a caridade moral apesar da sua abundância. E também não vai ser só isso. Você vai ter uma sensibilidade aguçada, uma mediunidade, uma capacidade de enxergar a vida após a morte, como poucos, para que você aprenda no serviço ao próximo. Não somente o próximo que tá vivo, também aqueles que nós chamamos de mortos, que estão muito mais vivos do que nós que estamos mortos aqui, presos nesse nessa nessa roupagem de carne que não nos pertence. Então é isso, meus irmãos. O aprendizado da vida está aí para cada um de nós aproveitarmos ou não. Basta que a nossa consciência se expanda e que a gente olhe para dentro e que a gente se compreenda, se perdoe e perdoe ao nosso semelhante. Obrigada. Meus irmãos, nós teremos por esses dia de março, dia 13, 14 e 15 de março, No teatro nacional na sala Martins Pena, sexta às 20 horas, no sábado e domingo, 16:20 horas. Chico Xavier, o anjo das escritur das escritas iluminadas. Nós temos aqui o Qcode, >> a diretora do nosso teatro ali a Germana, ó. >> Ah, é. Vai então >> gente, >> você quer falar mais alguma coisa? Faz favor. Essa peça vai ser imperdível. E a Germana temos um grande amigo que é o Artur. Ele falou comigo ontem, falou assim: "Tate, faz todo mundo ir pro teatro e me assistir, porque eu vou cantar pela primeira vez em público."

imperdível. E a Germana temos um grande amigo que é o Artur. Ele falou comigo ontem, falou assim: "Tate, faz todo mundo ir pro teatro e me assistir, porque eu vou cantar pela primeira vez em público." Então >> a gente espera todo mundo no teatro, né? vendo aí reinar linda nessa palestra. >> Bem, gente, eu vim aqui pedir um minuto para os nossos companheiros, antigos companheiros. Nós chegamos aqui há 5 anos de idade. [risadas] Bem, gente, homenagem a Chico Xavier. Ele desencarnou em 2002. Para quem é muito jovem, ouviu falar. Para quem nunca leu, ouviu falar. Mas nós resolvemos fazer uma homenagem para ele no Teatro Nacional, um musical que conta a história toda dele, a vida e a obra. Contamos com vocês para nos apoiar, porque nós estamos com uma produção maravilhosa e essa produção precisa ser vista por vocês. >> E a vai cantar. Exatamente. Tem e são 14 músicas autorais que foram compostas aqui por nosso palestrante Sérgio Castro, que quem é frequentador sabe quem é. Eh, eram eram 14 poemas que se transformaram em músicas. Não é só porque quando a gente fala musical, a pessoa pensa que é só cantado, não. É um teatro musical, tá? Tem música e tem a parte teatral. Então, quem não gosta muito de música tem a parte teatral, mas tá belíssima, emocionante. Conto com todos vocês. Tem o Qcode aqui, tem também o >> 13, 14, 15 de março. >> É 13, 14, 15. O banner tá exatamente ali, ó, na porta. Para vocês venham com a gente confraternizar e homenagear quem nunca deve ser esquecido. 465 obras. Como é super concorrido, é melhor vocês correrem para comprar porque tá o planeta Terra inteiro querendo assistir a história de Chico Xavier e ver o Artur cantar. >> Olha, 16 horas tem as sessões tem sextas às 20 horas, sábado e domingo 16 horas e 20 horas sábado e domingo também. Conto com vocês. Vamos lá apoiar porque tem quem lá fora. Apoi também a sala Martins Peno. Nosso teatro ficou fechado tantos anos. Não, e tem quem não goste da do do da noa, né? E quem não gosta do nosso tema realmente não vai apoiar lá fora.

m quem lá fora. Apoi também a sala Martins Peno. Nosso teatro ficou fechado tantos anos. Não, e tem quem não goste da do do da noa, né? E quem não gosta do nosso tema realmente não vai apoiar lá fora. Então, quem é que apoia? Espírita. Apoia espírita. Então vamos lá, vamos lotar o Teatro Nacional, vamos mostrar o quanto nós amamos Chico Xavier e o legado dele, que é o nosso os nossos pilares evolutivos, porque cada livro desse nos leva um pouco mais em direção à luz. Obrigada aos companheiros. >> Aproveita faz a preça, faz a >> gente. É assim, né, soldado não pode chegar no campo que já vou fazer a prece, [risadas] queridos. Então, ten certeza que vocês já estão em levados aqui com a palestra de nossa querida. Ela realmente quando fala ela move montanhas, né? Realmente a a palavra dela, o verbo dela é um verbo de luz, motivador. Ela motiva mesmo. E como conhece doutrina? É impressionante mesmo. Então, e nosso companheiro aqui, ó, >> sabe aquela história que eu contei para vocês antes de reencarnar? Eu já sabia tudo. Provavelmente eu estava lá em Paris ouvindo todo mundo, porque eu sonho constantemente com Camilo pela Marion. E a dificuldade de exercer isso, a vida puxa para lá, a vida puxa para cá. Aí uma vez eu brinquei com a Germana, toda vez que eu fujo da casa, a Germana vai lá do outro lado. Era a Germana e a dona Irene e vai lá do outro lado. Me >> nem de volta que os compromissos são sérios. Quando você vê uma pessoa da casa te buscando, é porque a pessoa conhece a sua ficha [risadas] e a sua ficha é negra. Eu olho a ficha dela e falo: "Amiga, vem cá." É porque eu eu Porque gente, eu tava passando por acaso. Aí o mentor dela falou assim: "Você assina aqui como testemunha que ela vai cumprir esse contrato?" Sabe quando você assim, você no mundo espiritual, você fica uma pessoa de boa vontade, entendeu? Aí você, claro, gente, depois que eu nasci me disseram que aquela assinatura eu tinha que ficar atrás dela. Aí eu falo, pode voltar com >> Não, era três. Era Dona Irene, Eloía e a

a vontade, entendeu? Aí você, claro, gente, depois que eu nasci me disseram que aquela assinatura eu tinha que ficar atrás dela. Aí eu falo, pode voltar com >> Não, era três. Era Dona Irene, Eloía e a Germana. Agora só tem a Germana nesse caso. Você vê o tamanho da ficha, meu amigo. Aqui para ter ficha limpa tem que falar muito aqui para vocês, viu, meu amigo? Para ter ficha limpa tem que falar muito, [risadas] viu? Todos nós aqui temos uma ficha muito compromissada. Bem, gente, então vamos elevar o pensamento a, já estamos com pensamento elevado a Deus. Vamos agradecer ao Senhor por esse momento maravilhoso de estarmos aqui nessas nesse saneamento de nossas das nossas ideias antigas, ultrapassadas, de culturas que nós nos aferramos a elas e vamos repetindo escolhas, equívocos. Então, uma reunião como essa, ela ilustra nossa alma, ilumina o nosso ser para que nós possamos olhar a verdade, expandir a consciência para o Cristo Jesus, paraa sua mensagem de tolerância, de bondade, de compreensão, de acolhimento e de perdão. Por isso, Jesus, queremos agradecer por estarmos aqui na companhia desses dois queridos que sempre foram parceiros em todas as tarefas dessa casa e aqui hoje com esses que nos ouvem, que já chegam na casa para serem multiplicadores dos líderes que um dia fundaram, que eles possam se ver embuídos, Jesus, engajados nesse movimento do consolador prometido por ti, instalado aqui na pátria amada, que é a nossa pátria, que é a capital do Brasil, que esse coração do mundo, a pátria do evangelho. Então que nós possamos fazer jus todos que estão aqui, aqui os que estão nos ouvindo, nós estamos conectados com a sua tarefa, conectados com a sua missão na terra. E permita, Jesus, que em nossa pequenez, que em nossa nossas nossos momentos de ausência de fé, possamos ter um parceiro do nosso lado, nosso mentor, que vai nos orientar para que não desistamos dessa tarefa, porque a vida passa rápido, é curta uma encarnação, mas podemos deixar registrado na história do livro do Consolador Prom

lado, nosso mentor, que vai nos orientar para que não desistamos dessa tarefa, porque a vida passa rápido, é curta uma encarnação, mas podemos deixar registrado na história do livro do Consolador Prom que nós somos uns dos tarefeiros do consolador. Que Jesus nos acompanhe até os nossos lares, nos abençoe e estejam sempre conosco. Que assim seja. Bem, gente, semana que vem, que é dia 2 de abril, vocês não terão pessoas como a Tatiana, mas terá eu. Estaremos falando sobre ansiedade até lá. E com esse sagrado amigo, gente. Obrigada, viu? >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

a necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o [música] amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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