Tatiana Goes | O CONSOLADOR PROMETIDO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 29/04/2025 (há 11 meses) 1:00:48 387 visualizações

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Transcrição

Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. No livro O Espírito da Verdade, o Espiritismo pergunta: "Meu irmão, não te permitas impressionar apenas com as alterações que convulsionam hoje todas as frentees de trabalhos e descobrimentos na terra. Olha para dentro de ti mesmo e mentaliza o futuro. O teu corpo físico define a qualidade do teu corpo espiritual. Já viveste quanto nós mesmos vidas incontáveis e trazes no bojo do espírito, as conquistas alcançadas em longo percurso de experiência na onda dos milênios. Tua mente já possui nas criptas da memória recurso enciclopédico da cultura de todos os grandes centros do planeta. Teu perespírito já se revestiu com porções de matéria de todos os continentes. Tuas irradiações através das roupas que te serviram já marcaram todos os salões da aristocracia e todo o circo de penúria do plano terrestre. Tua figura já integrou os quadros do poder e da subalternidade em todas as nações. Tuas energias genésicas e afetivas já plasmaram corpos na configuração morfológica de todas as raças. Teus sentidos já foram arrebatados ao torvelinho de todas as diversões. Tua voz já expressou o bem e o mal em todos os idiomas. Teu coração já pulsou o ritmo de todas paixões. Teus olhos já se deslumbraram diante de todos os espetáculos conhecidos, das trevas do horrível, às magnificências do belo. Teus ouvidos já registraram todos os tipos de sons e linguagens existentes no mundo. Teus pulções, já teus pulmões já respiraram o ar de todos os climas. Teu paladar já se banqueteou abusivamente nos acepípes de todos os povos. Tuas mãos já retiveram e dissiparam fortunas constituídas por todos os padrões da moeda humana. Tua pele em cores diversas já foi beijada pelo sol de todas as latitudes. Tua emoção já passou por todos os trânsitos possíveis de renascimentos e

as constituídas por todos os padrões da moeda humana. Tua pele em cores diversas já foi beijada pelo sol de todas as latitudes. Tua emoção já passou por todos os trânsitos possíveis de renascimentos e mortes. Eis porque o espiritismo te pergunta: "Não julgas que já é tempo de renovar sem renovação que vale a vida humana? Se fosse para continuares repetindo aquilo que já foste e o que fizeste, não terias necessidade de novo corpo e de nova existência. Prosseguirias de alma jungida à matéria gasta da encarnação precedente, enfeitando um jardim de cadáveres. Vives novamente na carne para o brilhamento do teu espírito. A reencarnação é o caminho da grande luz. ama e trabalha, trabalha e serve perante o bem, quase sempre temos sido somente constantes na inconstância e fiéis à infidelidade, esqueci de que tudo se transforma com exceção da necessidade de transformar. Militão Pacheco, nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, pedir a Jesus e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos mentores espirituais. pedir, Senhor, por aqueles que estão a vagar pelas ruas, pedir por aqueles que estão nos hospitais e pedir, Senhor, para que abençoe os nossos propósitos, para que amanhã possamos ser bem melhores do que hoje e que possamos dizer: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia da hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja, meus irmãos. Vamos passar a palavra a nossa irmã Tatiana Cois, que vai nos brindar hoje com o Consolador Prometido. Olá, sejam todos muito bem-vindos. O capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, escolhido para o nosso comentário de hoje, é o Cristo Consolador, o Consolador prometido, contido no capítulo sexto do Evangelho, nos itens um e dois. Quem quiser anotar para ler novamente em

ritismo, escolhido para o nosso comentário de hoje, é o Cristo Consolador, o Consolador prometido, contido no capítulo sexto do Evangelho, nos itens um e dois. Quem quiser anotar para ler novamente em casa, para fazer uma prece antes de dormir. Afinal, é melhor uma prece antes de dormir do que ler mensagens de WhatsApp. assistir a televisão com eh os jornais ou as notícias do dia. A grande verdade é que nós precisamos nos preparar para o sono, que é o momento tanto de reparação para o nosso corpo físico quanto de contato com os nossos amigos espirituais. Afinal de contas, nos preparar para o sono é nos preparar para sairmos do corpo físico e termos com aqueles nossos amigos do plano espiritual, que já temos o hábito, o costume a partir da nossa frequência mental de comungarmos com ele, a sua com eles, a sua amizade e a sua companhia nos nossos dias. Mas vamos para o consolador prometido, senão eu acabo entrando no tema obsessão espiritual. Bom, o julgo leve. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo. Mateus capítulo 11. Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram consolação na fé no futuro, na confiança na justiça de Deus, que o Cristo veio ensinar aos homens. Sobre aquele que, ao contrário, nada espera após esta vida ou que simplesmente duvida, as aflições caem com todo o seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fatigados, que eu vos aliviarei." Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por ele ensinada. Seu julgo é uma observância dessa lei, mas essa, mas esse julgo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe como dever o amor e a caridade. Começamos aqui a leitura com

está na lei por ele ensinada. Seu julgo é uma observância dessa lei, mas essa, mas esse julgo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe como dever o amor e a caridade. Começamos aqui a leitura com julgo leve, essa mensagem tão maravilhosa escrita no Evangelho de Mateus, que nos traz justamente a leveza da mensagem de Jesus. Mas falar que estarmos aliviados é só simplesmente praticarmos ou termos como dever nos nossos dias. A prática do amor e caridade parece simples, mas para nós, seres egóicos é em muitos momentos bastante complicado. Somos criaturas como crianças de 2 anos de idade. Quem já teve aqui uma criança de 2 anos em casa? A minha já tem 28 anos. Mas quando tinha dois, mal eu conseguia falar ao telefone. Uma criança de 2 anos de idade quer a total atenção de todos e tudo ao seu redor, centrada em sua pessoa, centrada nela. Muitos de nós, adultos, entre aspas, mas espíritos ainda em evolução, temos uma dificuldade enormes, enorme de deixarmos de ser autocentrados para ser, na verdade, doadores deste sentimento de amor e praticantes do que chamamos de caridade. O autocentrado acredita que o mundo inteiro age a seu favor ou a seu desfavor. Colocamos e apontamos para as nossas dores, para os nossos insucessos ou sucessos. Apontamos culpados e responsáveis, mas dificilmente conseguimos no amadurecimento espiritual, no crescimento da alma, no olhar para dentro, entender que somos artífices do nosso destino, que somos os responsáveis por tudo de bom ou mal que acontece ao nosso redor e em nossas vidas. Quando falamos de sintonia mental, comecei aqui o nosso diálogo lembrando deste fato que os nossos pensamentos eles são como dinamos de energia a emitirem as suas radiações, os seus hertes, os seus mahertes, os seus desejos espalham ao redor de nós, atraindo ou repelindo aquilo que mais desejamos ou aquilo pelo que jamais gostaríamos de passar em nossas vidas. Mas ao mesmo tempo, quando aqui no início do capítulo nós lembramos do julgo leve de Jesus, nós precisamos

do aquilo que mais desejamos ou aquilo pelo que jamais gostaríamos de passar em nossas vidas. Mas ao mesmo tempo, quando aqui no início do capítulo nós lembramos do julgo leve de Jesus, nós precisamos entender também que o não pensar, olha que coisa mais eh completamente diferente, talvez da maioria dos nossos aprendizados na vida. o não pensar, o silenciar a mente, o simplesmente nos entregarmos a uma pressa ou a uma oração ou ao nada. Silenciar a mente. Como é difícil para nós que fomos educados em um mundo completamente enlouquecedor a termos as nossas mentes sempre em uma agitação simplesmente desequilibrante. Como é difícil para nós sentarmos até mesmo numa casa como essa, imantada pela energia dos nossos mentores espirituais, imantada pelo cheiro, pelo perfume maravilhoso da prática da caridade. Mesmo aqui os nossos pensamentos, as nossas mentes e os nossos corações não se aquiietam e muitas vezes cansados, como aqui mesmo comentou o início da nossa do nosso diálogo, muitas vezes cansados, não sabemos aonde entregar aquilo que nos gera imensa dor. Quando eu falo aonde parece que algo dentro de nós podemos entregar em algum lugar. E aí eu trago as mensagens ou até mesmo os ensinamentos ou um livro que eu gostei bastante de ler, Hermínio Miranda, quando ele fala da memória e o tempo, ele fala assim que a nossa memória, que o passado, o presente e o futuro nada mais são do que lugares onde os nossos pensamentos, as nossas mentes conseguem visitar. Enquanto nós visitamos o passado ou enquanto nós ficamos ansiosos pelo futuro, não conseguimos permanecer no lugar presente, no agora, e deixamos as nossas mentes e os nossos pensamentos devagarem por situações, por lugares que simplesmente ou ainda não existem. ou já deixaram de existir. E aí nós trazemos para os nossos dias, nós trazemos para a nossa realidade presente o consolador prometido pelo Cristo. Quando falamos do consolador, o consolador prometido, é óbvio que todos nós, autocentrados que somos, pensamos naquilo, nos recordamos

ra a nossa realidade presente o consolador prometido pelo Cristo. Quando falamos do consolador, o consolador prometido, é óbvio que todos nós, autocentrados que somos, pensamos naquilo, nos recordamos daquilo que nos faz sofrer. E o que nos faz sofrer? Caminhamos durante toda a nossa jornada, enquanto aqui neste mundo de provas e expiações, buscando ou apontando aquilo que nos causa dor, fugindo da responsabilidade ou não querendo enxergar que muitas vezes aquilo que nos causa dor pode ser evitado a partir da disciplina. da disciplina em só e simplesmente silenciarmos os nossos desejos. Mas como é difícil para nós silenciar os nossos desejos e vivermos numa paz interna que é uma conquista do espírito puro, do espírito iluminado, que é o nosso desejo futuro, que é o caminho o qual estamos trilhando e que vamos alcançar. Portanto, sim, meus irmãos, todos nós estamos caminhando para a angelitude. Estamos aqui ainda imersos no homem, no hominal, como alguns espíritos dizem. Já passamos por outros reinos, com certeza, o vegetal, mineral, o animal, ainda sem a sua individualização racional, mas chegamos no nosso hoje, no nosso agora, onde a conquista do pensamento contínuo, onde nós, como indivíduos que somos, como espíritos revestidos de vários corpos espirituais, mas simplificando para para que a gente consiga entender, revertidos por um perespírito e esse perespírito dando o formato ao nosso corpo físico. E é interessante até trazer este assunto porque muitos de nós acreditamos que o que dá formato ao nosso espírito é o nosso corpo físico. E é muito bem o contrário. o nosso corpo espiritual, que é como se fosse a luz aqui desta lâmpada, revestido pelo vidro por fora, que seria o nosso perespírito e o nosso corpo físico. Essa luz é o que emana os nossos espíritos, a nossa vontade, aquilo por onde nós estamos passando, os nossos desejos, as nossas escolhas. Então, se eu tenho esse corpo espiritual, se eu tenho esse espírito que é o que anima corpo físico e que, na verdade, é o que se expande através da

mos passando, os nossos desejos, as nossas escolhas. Então, se eu tenho esse corpo espiritual, se eu tenho esse espírito que é o que anima corpo físico e que, na verdade, é o que se expande através da matéria e que se conecta com o universo ao redor de mim, se esse espírito é essa chama que aqui dentro se individualizou, por isso hoje eu sou Tatiana dentro de um corpo do sexo feminino que tem um sobrenome que foi me dado porque tem os meus ascendentes que são meus familiares, pais, mães, avós e etc. Eu tenho todo esse histórico que me traz hoje a esta encarnação com por necessidade minha de evolução moral e espiritual. nada sou senão essa chama anterior ao meu corpo físico, porque o meu corpo físico ele é só e simplesmente um instrumento para que eu possa me expandir, para que eu possa me expressar, para que eu possa me conectar a outras pessoas, sejam elas encarnadas ou desencarnadas, para que eu possa me conectar, para que eu possa aprender, para que que eu possa conviver, para que eu possa estar imersa nesta lei universal, nestas nas leis morais que nos cercam a todos e para que eu possa numa busca íntima, incansável, encontrar para minha realidade presente o julgo leve, onde a dor será aliviada pelo meu despertar da consciência. Porque as dores ela, as físicas, o corpo ele adoece, ele envelhece e o sua finalidade aqui é obviamente a morte. Mas por que que eu devo temer a desencarnação se eu ouvi o espírito da verdade? Quando ele me trouxe o Cristo consolador, quando ele me trouxe o Consolador prometido, e eu entendo e eu alivio o meu coração, porque a promessa do Cristo é o futuro, mas não o futuro onde eu adquirei, eu adquiri adquirirei bens aonde o meu ego será amaciado, alimentado, onde os meus relacionamentos me trarão, me trarão beness materiais, me trarão conexões onde a riqueza irá, a riqueza material irá bater a minha porta. Eu preciso entender que o despertar de consciência me faz compreender e me fará compreender, porque se despertar é um trabalho diário, apesar das muitas pauladas que a

aterial irá bater a minha porta. Eu preciso entender que o despertar de consciência me faz compreender e me fará compreender, porque se despertar é um trabalho diário, apesar das muitas pauladas que a gente toma enquanto aqui estamos. Porque eu não adoro falar essa frase, eu não conheço quem reencarnou a passeio. Só uma prima minha no Rio de Janeiro. Vocês seguiram o Instagram dela, vocês vão ter absoluta certeza que ela reencarnou a passeio. O resto eu não conheço mais ninguém que reencarnou a passeio. Ninguém. Todo mundo aqui veio por um objetivo prepo por por um objetivo escolhido por nós mesmos antes de reencarnarmos. E até interessante o fato que antes da gente reencarnar, a gente vira assim pedindo uma nova oportunidade, né? Vamos falar algumas a a algumas eh digamos assim situações alegóricas para que a gente compreenda, a gente vai lá no Ministério da Reencarnação e se inscreve, né, preenche uma ficha, quero reencarnar. Aí a gente eh eh a maioria de nós, pelo menos, até para corroborarmos a nossa necessidade, a nossa disposição dessa nova existência, a gente vai lá e preenche na ficha: "Olha, eu quero reencarnar porque dessa vez vai". Eu sei que na outra eu enganei, eu passei a perna numas pessoas aqui, ali, né? Eu eu queimei o o a casa do vizinho do lado para tomar a terra dele, mas foi só uma bobagem, tá? Eh, eu fiz e aconteci. Mas passou, eu agora quero ser diferente. Então, por favor, eu realmente, e a gente preenchendo lá na fichinha para reencarnar, eu estou pronta para nessa encarnação conviver com aquela criatura que foi a criatura mais odiosa da minha última existência. Pode colocar ela como meu filho. Pronto. Ótimo. É assim, eu aprendo a amar porque eu vou ter todo um exercício íntimo dentro de casa, porque meu filho, né? a própria sociedade vai me obrigar a amá-lo. E o esquecimento da da da que que a reencarnação me traz, que é uma beneste divina, então eu não vou lembrar que eu detestava que ele era uma pessoa odiosa na minha vida, mas eu tô pronta

ar a amá-lo. E o esquecimento da da da que que a reencarnação me traz, que é uma beneste divina, então eu não vou lembrar que eu detestava que ele era uma pessoa odiosa na minha vida, mas eu tô pronta para ter essa pessoa como meu filho, como meu irmão, como minha mãe. Sabe aquela pessoa que a gente fala assim: "Ah, vamos amar ao próximo como a nós mesmos." A gente sai cheio de amor ao próximo, nos sentindo assim matereza de calcutar. A gente passeia na rua, aí dá uma esmolinha aqui, passa um pix ali para uma pessoa comprar um prato de comida e tal, né? É fácil. Ninguém vai levar o mendigo para dentro de casa. Aí a gente chega em casa, tem aqueles mendigos morais, que são aquelas pessoas que que nós atraímos a partir das nossas escolhas, das nossas ações, das nossas atitudes impensadas, porque a gente é cheio ainda de instinto, com muito pouca inteligência para controlá-los. É um assunto muito interessante se estudar. A gênese fala de instinto, inteligência de uma forma espetacular. Então nós somos essa essa criatura que o instinto sai pelos olhos e pelas narinas e pelas orelhas. Então a gente tem muita coisa ainda, muitas pessoas, muitos relacionamentos deixados para trás e aí a gente preenchendo a ficha fala: "Não, eu tô pronto vai agora". A, aí eu, a gente pede, não, eu quero vir com a mediunidade, assim, eu ouço, falo, escrevo, me conecto com isso, com aquilo, né? Eu não vou entender muito bem. Aí vou ter um diagnóstico, não, essa pessoa tem autismo, temh, tem isso, tem aquilo. Não entendo muito bem dessas doenças, tá? Eu sou economista, mas aí vem com esses diagnósticos. Não, a pessoa era só médium, mas pode botar um monte de mediunidade para mim que agora vai. Aí a gente vai, reencarna, a situação começa a ficar preta, complicar, porque tá tudo gravado no nosso disco rígido da nossa alma, né? no no no nosso computador interno, a gente vê cheio de cheio de chip, de de de conexão do passado. Então, por mais que a gente não tenha clareza mental da lembrança das nossas

ígido da nossa alma, né? no no no nosso computador interno, a gente vê cheio de cheio de chip, de de de conexão do passado. Então, por mais que a gente não tenha clareza mental da lembrança das nossas últimas existências, nós obviamente temos a sensibilidade. Então, a gente tá convivendo com aquela pessoa, faz um trabalho enorme para amar e não consegue direito. E aquela coisa, aquela convivência difícil e é um mendigo dentro da casa, não dá para só dar passar um Pix para ele, né? Dar um prato de comida. falou assim: "Vai, meu filho, segue o seu caminho. É filho, é irmão, é mãe, é, é, não dá para fazer isso, né? Um tio, é um, é uma pessoa com problema que não dá para você fazer, não. Toma aí, vai lá, segue teu caminho, vai mendigar na rua, não. Tá mendigando dentro da tua casa e você também mendigando para ele, amor, atenção, porque somos ainda essa criatura. Lembra que eu falei? Acentrados. Aí quando a gente consegue sair de nós e entender que o consolador prometido, sim, ele nos consolará. Porque a doutrina espírita ela ela faz esse papel de nos consolar, porque ela nos traz a verdade. Ela tira um véu da frente dos nossos olhos e a gente enxerga as situações da vida, as situações da nossa vida por uma ótica diferente. É óbvio que isso também deve ser construído a partir de um estudo aprofundado. Ninguém muda de um dia para outro. Ninguém se esclarece ou se ilumina do dia para outro sem disciplina. E a leitura, o estudo, trazer conhecimento para dentro de si mesmo é algo maravilhoso. Ah, são muito difíceis os livros espíritas e são mesmo, né? Mas eu fui criada lendo eles, então para mim é fácil. E eu acho assim, se a gente ler 3 minutos por dia, qualquer um desses livros aqui pode começar pelo Evangelho Segundo Espiritismo, a gente já tá trazendo uma iluminação enorme paraas nossas almas perdidas em nós mesmos. Porque a escuridão que a gente traz não é a escuridão que um obsessor, um bral, não. A escuridão é a gente que alimenta dentro das nossas almas. A sintonia que nós que que as conexões

s em nós mesmos. Porque a escuridão que a gente traz não é a escuridão que um obsessor, um bral, não. A escuridão é a gente que alimenta dentro das nossas almas. A sintonia que nós que que as conexões que a gente faz enquanto a gente tá aqui vivo, andando, se comunicando, são conexões, não são aleatórias, não são ao acaso. São conexões que nós fazemos propositais, propositadamente, a partir dos nossos pensamentos, desejos, emoções, escolhas. Ah, será que eu vou pôr essa porta? Será que eu vou pôr aquela? Eu sempre digo o seguinte, esse meu anjo da guarda, ele podia ser mais, né, firme. Você não vai entrar nessa porta, né? Tipo assim, a gente reclama dos nossos pais, a gente reclama com certeza daqueles que nos disciplinaram no passado, mas eu acho que o nosso anjo da guarda podia ser um pouquinho mais, né? Mas até falo para vocês que eles tentam, eles usam até o vizinho, uma pessoa que entrou no elevador, que tem uma certa capacidade mediúnica, ele vai incorpora no cara que entrou no elevador com você, fala uma coisa para você que meu Deus do céu, como é que essa pessoa disse isso? Nunca vi na vida, entrei no elevador, ela tava aqui dentro. Sabe aquelas coisas aleatórias que acontecem? Porque nós estamos obviamente sendo amados, a palavra não é vigiados, sendo amados por essa espiritualidade maravilhosa que nos cerca e que deseja imensamente que a gente rompa com essa escuridão que a gente alimenta tão fortemente dentro de nós e nos tornemos luz. Aí a gente lembra de Jesus, obviamente a gente lembra que ele ressuscitava os mortos. Em muitos momentos das nossas vidas, com certeza nos sentimos um pouco mortos. Parece que os nossos corações não encontram vida. Parece que os nossos dias são mais escuros do que a escuridão da noite. Parece que o cheiro que a gente exala é um cheiro amargo. E um amargor simplesmente nos envolve e a gente não sabe o que fazer. Aí a gente lembra que Jesus ressuscitou mortos. em quantos momentos na nossa caminhada por aqui. E este mundo nada mais é do

argo. E um amargor simplesmente nos envolve e a gente não sabe o que fazer. Aí a gente lembra que Jesus ressuscitou mortos. em quantos momentos na nossa caminhada por aqui. E este mundo nada mais é do que um estágio, um degrau, mas ainda muito grosseiro. Ainda a gente tem que vencer muitas atrocidades, porque aqui ainda estamos em sintonia, somos ainda muito violentos, por isso reencarnamos por aqui. Se nós fôssemos os bonzinhos, que a gente acha que é, com certeza estaríamos lá nos mundos regenerados, onde a dor não existe mais. Mas estamos por aqui ainda. Então, a gente lembra desse Cristo que ressuscita mortos. Muitas vezes a gente olha para uma semente e talvez a gente pense uma semente jogada, ela é só uma semente, só um pequeno caroço. E chega a primavera e esse pequeno caroço, essa semente de repente germina, de repente quebra tudo aquilo que aprende, que a cerca, que que a faz pequena e se torna e vai se tornando grandiosa, uma árvore que vai buscando o sol e se tornando frondosa. Sim, são muitas vezes acontece muitas vezes com os nossos corações. Essa semente que às vezes tá crisolada nas próprias dores e nas próprias tensões por escolha nossa mesmo. Mas também a gente não pode ficar pensando muito que a gente só escolhe o mal, senão a culpa vem e piora tudo. Mas pensar em Jesus em seu julgo leve é lembrar que a semente, apesar de ser muito pequena e grosseira, ela pode se tornar em algo grandioso quando chega a primavera. Então, pensar no futuro, pensar na vida após a morte, pensar, inclusive o que nos aguarda como espíritos é sabermos sementes, mas também nos acreditarmos árvore frondosa que um dia nos tornaremos. Então esse Cristo não somente ressuscita mortos, mortos no sentido físico, mas ele pode nos ressuscitar, nos trazer do fundo do buraco, dor que nos encontramos, da obsessão, do pensamento contínuo, do mal que muitas vezes a gente não consegue desfocar. E assim, nesse instante entregamos aos seus pés as nossas dores como um lugar, como uma caixa, como algo fora de nós. Porque

pensamento contínuo, do mal que muitas vezes a gente não consegue desfocar. E assim, nesse instante entregamos aos seus pés as nossas dores como um lugar, como uma caixa, como algo fora de nós. Porque é muito interessante quando a gente descobre que os nossos pensamentos não é a gente, não somos os nossos pensamentos. Os nossos pensamentos, no momento que a gente consegue deixar de alimentá-los, a partir do silenciar para as nossas almas, eles passam. E quando eles passam, a gente abre espaço no silêncio para algo novo. E o novo pode ser algo consolador. O novo pode ser algo transformador. Mas transformador não no sentido do que pode ser transformado ao redor de nós, porque a matéria ela é efêmera, ela é transitória. O nome que você carrega, eles foi nem foi você que escolheu, alguém deu para você, né? Tem gente que se chama, sei lá, nomes tapafúrdios, né? Nem queria esse nome a pessoa e ela, alguém deu o nome para ela. Até o nosso nome é temporário. Nada é nosso. Lembra quando nós éramos, a maioria de nós, muito jovens ou crianças? Aonde estão as pessoas com as quais nós convivíamos naquela época? Aonde estão nossos tios, nossos familiares? Aonde está a casa que nós fomos criados? Em que momento quando a gente olha para trás, nós acreditávamos que aquela seria a realidade eterna para as nossas vidas? Em que momento nós estávamos dormindo numa cama, tendo uma certa rotina, convivendo com uma determinada pessoa, um cônjuge que já foi embora, um pai, uma mãe que já faleceu, uma avó que não existe mais? Aonde que nós caímos na ilusão que aquilo era eterno? O eterno e indestrutível é a nossa condição espiritual. O a Mas a gente também tem que ter a consciência que duas pessoas que se amam, apesar da sua roupagem física ter ou não existir mais, duas pessoas que se amam estarão sempre ligadas pelo pensamento, assim como duas pessoas que se odeiam. Então é uma construção, é amarrar aqui quem a gente gosta, desamarrar aqui quem a gente não gosta, mas ao mesmo tempo aprender a

sempre ligadas pelo pensamento, assim como duas pessoas que se odeiam. Então é uma construção, é amarrar aqui quem a gente gosta, desamarrar aqui quem a gente não gosta, mas ao mesmo tempo aprender a soltar. Porque para tomar o julgo leve paraas nossas vidas, eu preciso soltar. Eu não posso querer segurar nada, porque o eterno indestrutível é apenas a minha condição espiritual. A minha condição física é temporária. O que eu enxergo no espelho, temporário. Posso fazer harmonização facial, posso fazer o que for, não adianta. É temporário. Eu tenho o meu vaso físico e esse vaso físico é de minha responsabilidade. Óbvio, é de minha responsabilidade porque eu pedi, ela, lembra a fichinha da reencarnação? Eu pedi, eu quero ser assim, eu quero aparência tal, eu quero essa cor, eu quero essa condição social, que é desse jeito que eu vou superar uma série de dificuldades internas, morais que eu deixei por fazer da outra existência. E eu tô de saco cheio com aquilo tudo que eu fiz no passado. Muitas vezes a gente tá de saco cheio com o que a gente fez no passado recente agora. E se eu lembrar de do que eu fui, do caminho que eu trilei, do meu ontem, é como se tivéssemos realmente várias existências, várias encarnações numa única encarnação. É ou não é verdade? Às vezes a gente olha a foto quando a gente era mais nova, chega lá um susto. Meu Deus, como eu era bonito ou em alguns momentos, meu Deus, como eu melhorei. Eu era feio demais. Mas não parece mais. a gente não se identifica mais com aquela foto. É uma lembrança, é um sentimento talvez de de eh como é que eu poderia dizer? Me veio a palavra e sumiu, mas como se se eu tivesse contemplando algo que que simplesmente eu não sou mais. E aí vem a física quântica, física, isso e aquilo, fala: "Não é mais mesmo. A gente não era hoje, a gente não é mais o que a gente foi ontem, porque mudou todas as células, todos os átomos, tudo o que compõe a nossa realidade, a nossa aparência, a nossa realidade espiritual. As experiências elas não param. Lembra

is o que a gente foi ontem, porque mudou todas as células, todos os átomos, tudo o que compõe a nossa realidade, a nossa aparência, a nossa realidade espiritual. As experiências elas não param. Lembra da história do pensamento contínuo? Continuamente nós estamos gerando energia, nós estamos gerando conhecimento, nós estamos produzindo emoções, nós estamos emanando vibrações ao nosso redor, sintonizando, espelindo e traindo para perto, jogando fora e trazendo de novo. Aí quando eu crio consciência, a partir do entendimento desse consolador prometido maravilhoso, que a gente sabe que é a doutrina dos espíritos, porque não existe uma personificação da mensagem. Todas as religiões, graças a Deus, tem uma personificação de um homem, de uma pessoa. O próprio cristianismo se diz cristianismo, porque foi a partir do que o Cristo veio nos trazer. E somos todos cristãos. Nós espíritas somos cristãos. Esses dias alguém falou para mim: "Você não é cristã, você, né? Espírito não é cristão." Falei: "Tá, tudo bem, eu vou ser cristão do mesmo jeito. Sua opinião realmente não importa". Mas eh nós todos somos cristãos, só que a doutrina espírita foi trazida a partir do espírito da verdade. Podemos falar que foi o Espírito Santo, podemos. Cada um escolhe a palavra que lhe aprover para o seu melhor entendimento. O espírito da verdade que não tem uma personificação humana, não é uma pessoa, não é uma mensagem trazida por Maomé, não é uma mensagem trazida por um X pessoa, não é uma mensagem trazida por uma falange de espíritos maravilhosos que encontrou uma janela naquele momento, no século XIX. Gente, se a gente hoje aqui tá brigando com conceitos, sendo que existe o chat GPT, né? Imagina a o conhecimento. Bem que até tive um insite aqui, era o chat GPT do século XIX, né? Um espírito da verdade, trazendo mensagens inteligência artificial de espiritual, trazendo mensagens, trazendo conhecimento que está disponível pra gente. Se eu pegar aqui o Evangelho Segundo Espiritismo, se eu resolver

ade, trazendo mensagens inteligência artificial de espiritual, trazendo mensagens, trazendo conhecimento que está disponível pra gente. Se eu pegar aqui o Evangelho Segundo Espiritismo, se eu resolver estudar o livro dos espíritos, meu Deus do céu, quanta informação transformadora a doutrina espírita nos traz. Eu quero me desamarrar. Eu preciso ser livre, livre daquilo que me amarra, daquilo que me prende, daquilo que me causa sofrimento. Então, escolha o conhecimento. É a única maneira de libertar os nossos espíritos. A única. E essa é a bagagem que nós vamos carregar para qualquer lugar que nós formos. para em todas as instâncias, com todas as pessoas que nós estivermos, se a gente conviver com pessoas aqui, ali, a colá, se a gente desencarnar, o que que a gente vai levar? A nossa bagagem íntima, espiritual, a o nosso aprendizado, a nossa disciplina, porque a matéria ela é passageira. Eu posso ter muito, posso ter pouco, posso ter mais ou menos. A matéria é só um facilitador para que eu tenha esse arcabolso de conhecimento interno que me liberte. E eu tenho Cristo à minha frente. O Cristo à minha frente abrindo o caminho. Aindo, abrindo o caminho, consolando e libertando na sua simplicidade. Porque é simples, é leve e é suave. Só que nós temos o mau hábito, a mania ruim de escolhermos o difícil. O difícil é tentar apontar para o outro mal que existe dentro de nós mesmos. Cada ser humano, encarnado ou desencarnado, porque o espírita também tem mais um para culpar, não é? O obsessor. Culpa não é minha, não, né? Então, cada um de nós, encarnados ou desencarnados, somos responsáveis pelas nossas escolhas. É óbvio, o livre arbítrio, ele é de acordo também com o nosso entendimento. Quanto mais evoluídos, quanto mais conscientes nós nos tornarmos, maior a nossa capacidade de escolhermos os nossos caminhos de uma maneira mais livre. Por enquanto, o nosso livre arbítrio é de acordo com o entendimento individual, entendimento nosso das coisas que existem entre o céu e a terra. E muita coisa a gente não

os de uma maneira mais livre. Por enquanto, o nosso livre arbítrio é de acordo com o entendimento individual, entendimento nosso das coisas que existem entre o céu e a terra. E muita coisa a gente não entende, por mais que a ciência já tenha nos trazido muita descoberta. A gente pode até saber que o oceano evapora e o vapor dos oceanos e dos rios vai pra atmosfera que se condensa, vira uma nuvem e vira chuva. A gente pode até saber o conceito, mas a gente nunca viu, né? A gente nunca viu, a gente entendeu, porque o conhecimento chegou a nós que é assim que chove. Num passado distante, a gente, como não tinha conhecimento científico, que a gente fez, a gente colocou o nome de deuses, não é? O Deus do trovão, é o deus da chuva. Então, se tem uma estiagem muito grande, uma seca muito longa, eu tenho que agradar esse Deus para ver se chove. Aqui em Brasília não anda funcionando muito, né? que agora vai parar de chover só final do ano não adianta a gente querer agradar o Deus da chuva. Então a gente foi entendendo os fenômenos com um olhar mais científico, com um olhar do conhecimento e compreendendo as coisas entre o céu e a terra. A doutrina espírita, como nos diz Camile Flamarion Kardec, com seu discurso maravilhoso, a doutrina espírita e e o próprio codificador, o nosso codificador, professor Rivail, Allan Kardec, ele deu o primeiro, o primeiro pontapé, ele nos trouxe o ABC de como se dá determinadas situações em cada um de nós, a nossa capacidade mediúnica, a nossa capacidade de nos comunicarmos, a nossa sensibilidade os nossos transtornos obsessivos, aquilo que nos angustia. Ele trouxe o ABC da história toda. E como o próprio Camile fala no enterro de Kardec, a ciência terá a grande responsabilidade de nos descortinar a partir do caminhar paraa frente todo o conhecimento que nos falta com relação a essas coisas entre o céu e a terra. Estamos muito próximos para termos esse conhecimento. E nós aqui dentro da casa espírita temos esse consolador prometido maravilhoso que é a

nos falta com relação a essas coisas entre o céu e a terra. Estamos muito próximos para termos esse conhecimento. E nós aqui dentro da casa espírita temos esse consolador prometido maravilhoso que é a doutrina espírita e que podemos dentro da nossa simplicidade, dentro daquilo que que a gente consegue entender e trazer para nós, pros nossos dias, adquirir esse conhecimento que nos libertará e que nos liberta. Um livro nos liberta. Ler Paulo e Estevão, por exemplo, traz uma mudança de vibração interna. É a melhor desobsessão é aquele livro, gente. É dica para vocês. É um livro difícil. do início dele, você passar do início, você pedala um pouquinho, mas depois você vai, você quer ler, você, você quer chegar ao final, da metade pra frente você só chora, pessoa na sua casa passa por você, você tá chorando em cima do né, mas é a melhor desobsessão que tem é um livro, porque muda a nossa frequência mental. Lógico que aqui é um oasis, a casa espírita é um oasis, a comunhão espírita de Brasília é um Oasis. A gente pode vir para cá, beber um pouco da luz que aqui é trocada, né? Tomar um passe, ir pro atendimento fraterno. E será que a gente vai voltar para casa e continuar cometendo os mesmos erros, pensar da mesma maneira? Como é que eu faço para mudar completamente o que tem dentro de mim? Como é que eu faço para ressuscitar esse meu coração que virou pedra? Como é que eu faço para me tornar uma árvore frondosa? É uma escolha, é disciplina mental. Eu não posso chegar em casa e maldizer a minha casa, maldizer a comida que eu tenho. Eu tenho que orar e vigiar para não cair em tentação. Eu tenho que orar e vigiar e vigiar os meus pensamentos. A responsabilidade é minha. e ser grato. Ninguém recebe um novo, digamos o seguinte, você compra um presente de aniversário para alguém, um presente para alguém que você ama ou que você respeita ou que você gostaria realmente de dar um presente para essa pessoa e você vai lá, entrega o presente, a pessoa pega o presente e joga na sua

, um presente para alguém que você ama ou que você respeita ou que você gostaria realmente de dar um presente para essa pessoa e você vai lá, entrega o presente, a pessoa pega o presente e joga na sua cara. Você vai dar de novo um presente para ela? Nunca mais você vai dar um presente para ela, né? Mas a gente tem um pai justo e bom. Quando a gente lembra do filho pródigo, gente, ele saiu de casa, ele pediu um pedaço da herança pro pai para ir pra farra e o pai deu. Quem é pai aqui? Se o seu filho virasse para você, fala assim: "Me dá o pedaço do que me cabe que eu vou embora". F: "Não, tudo bem. Toma aí". Esse pai, ele nem perguntou para quê? Ele não questionou. O filho pediu e o pai entregou. É assim que acontece. Aí o filho foi, usou sua liberdade da maneira que lhe aprove, gastou com festança, gastou com bebida, gastou com isso, gastou com aquilo, com aquilo outro. De repente ele estava mendigando. Em muitos momentos nós estamos mendigando com as nossas chagas abertas, pensamento em fogo queimando e a gente não sabe muito bem para onde ir. Esse filho pródigo, ele na verdade ele não tinha mais nem o que comer. Para ganhar alguns trocados, ele foi ajudar os porcos numa pequena cidade, no local onde ele estava. Foi ajudar a alimentar os porcos e comia junto com os porcos tamanha a fome e a escassez da sua alma. lá no meio disso tudo, no meio de toda essa confusão, de toda essa dor, de todo esse abandono, de toda a chaga que a doença da alma é capaz de nos gerar, e eu tenho certeza que já queimou em você. Ele lembrou que tinha um pai. Aí ele lembrou, os empregados do meu pai vivem melhor do que esses do que onde eu tô. Os empregados vivem melhor do que eu tô passando agora. Que que eu tô fazendo aqui? É aquele momento de lucidez. É aquele momento que a gente lembra que existe um consolador que Jesus nos prometeu. É aquele momento que a gente lembra: "Meu Deus, vou tomar um passo na comunhão espírita". Fazia 17 anos e meio que eu não ia lá, porque eu tava muito bem, né,

ste um consolador que Jesus nos prometeu. É aquele momento que a gente lembra: "Meu Deus, vou tomar um passo na comunhão espírita". Fazia 17 anos e meio que eu não ia lá, porque eu tava muito bem, né, tomando drinks na beira da piscina. De repente, a dor bateu a minha porta, acabou tudo. O momento da escuridão da vida chegou, o inverno chegou, o frio intenso, eu não sei para onde ir. Aí o filho pródigo lembra: "Eu vou pra casa do meu pai e a nossa alma tem a oportunidade de retornar à casa deste pai. que ele nunca nos abandonou. Lembro de uma mensagem que ele uma vez me deu. Eh, a gente pode achar que tá abandonado, mas um professor permanece em silêncio no momento em que o aluno faz uma prova. E aí este filho retorna à casa do pai e olha que pai. Pensa se você faria isso. Pai, mãe, seja o que for. Ele volta paraa casa do pai envergonhado. Envergonhado porque ele tava, sei lá como, simplesmente o pai, olha só, o pai corre para abraçar o filho. Tem muito pai que estaria em casa. Não acredito que esse ser humano teve a capacidade de voltar aqui depois de gastar tudo que eu dei para ele. Vê se é um discurso que tá nas nossas bocas em alguns momentos. Depois de tudo que eu dei para ele, de ter torrado tudo do meu esforço, do meu trabalho, nada é nosso. Nada é seu. Olha no espelho, não é seu. Sua cara, você vai deixar dentro de um caixão. Não é sua, quer dizer. E aí o pai corre e abraça o filho pródigo. Aí eu fico pensando numa situação dessas. Ele tava dando comida para porco, vivendo com porco. Ele devia tá fedendo, não é? O pai não olhou quem ele só viu que o filho voltou. Então a gente tem oportunidade de voltar. A gente pode estar horrível, mal cheiroso, canceroso, sem roupa. Não importa o que a gente fez. Não importa o nosso passado. Nosso passado não nos define. Assim falam os espíritos. Eu não sou o meu passado. Eu sou a minha atitude presente de me transformar e de plantar esse consolador na minha alma e no meu espírito. Esse pai abraçou o filho próo e ele ele não

alam os espíritos. Eu não sou o meu passado. Eu sou a minha atitude presente de me transformar e de plantar esse consolador na minha alma e no meu espírito. Esse pai abraçou o filho próo e ele ele não parou por aí não. Ele virou pros empregados. Vamos matar um cordeiro aqui. Vamos fazer festa. Vai ser três dias de festa. O meu filho voltou. Aí tinha um outro lá muito parecido com a gente que gosta de questionar, de julgar, de apontar. Apontar os erros. Era o irmão do filho. O irmão vira assim: "Como? E você nunca nunca matou um carneiro, um cordeiro?" Acho que o, eu sempre falo que eu acho que o problema era o cordeiro. Você nunca mandou matar um cordeiro, fez uma festa e eu sempre estive ao seu lado. Como a gente cai nessas ilusões, né? Eu sempre estive aqui rezando, fazendo prece, não sei o quê, participando dos grupos. Cadê a minha autotransformação? E aí ele julgou o irmão. Esse aí que você chama também de filho, não estava ao seu lado nas dores, nos desamores, na construção do seu patrimônio. E o pai responde: "Meu filho, ele é seu irmão. Ama, ele é seu irmão. Não importa o que o outro fez, ele é seu irmão. Ele é nosso irmão. Qual é a nossa obrigação moral? Limpar a nossa alma dos julgamentos. Porque se eu não quero ser julgado, que eu não julgue. Se eu não quero ser apedrejado, que eu não apedreje. Se eu não quero ser abandonado, que eu não abandone. Por mais que o meu coração sangre, que a dor tome conta da minha alma, porque eu ainda sou autocentrado. Eu ainda quero atenção só para mim. que eu saia de mim, que eu aprenda a dar atenção ao que está fora de mim, porque é só este o caminho para a verdadeira felicidade. Vamos fazer a nossa prece final. Fazer a nossa prece. Nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, nosso pai, agradecer a Jesus, o médico dos médicos, e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite, especialmente os nossos anjos guardiães. agradecer também ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo

e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite, especialmente os nossos anjos guardiães. agradecer também ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Pizerra de Menezes. Agradecer, Senhor, pela roupa que nos aquece o corpo, agradecer pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. agradecer pela família que temos, agradecer pelo teto que nos abrica, agradecer, Senhor, pelo dia de hoje, pelo dia de ontem e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo, por favor, pode aguardar sentados que já vão ser chamados. Ah. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os

bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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