Trabalhadores da última hora • Tânia Menezes
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências e que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. Neste momento, para melhor sintonizarmos, que possamos elevar os nossos pensamentos em uma prece. Divino amigo, nós te agradecemos, Senhor, a tua companhia bendita a tantos milênios, auxiliando-nos a despertar os verdadeiros valores para a vida, vida abundante da qual nos oferecestes. E que neste momento, amigo, onde nos reunimos mentes e corações sintonizados buscando o teu amor e a tua misericórdia, auxilia-nos para melhor compreender a tua mensagem e vivenciá-la no nosso cotidiano. Inspira-nos para que sejamos compartícipes contigo na grande restauração de nós mesmos, trabalhando talentos e sim com a nossa vontade ativa, dando em busca o reino de Deus dentro de nós, trabalhando no cotidiano para estabelecê-lo em toda a terra. Vem amigo e permaneça conosco. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nossa querida amiga irmã Tânia Menezes, que é trabalhadora da mansão do caminho e hoje mais uma vez nos abrilhanta com a sua mensagem, com seus estudos, trazendo o tema trabalhadores da última hora. Irmã, seja muito bem-vinda. A casa já é sua. Rogando vot de muita paz. Passamos a palavra para você. >> Boa noite, querida Rosângela, querida Naira, Ivic, que está nos bastidores com Barreto e a todos vocês que nos acompanham pela EVC eh e pela TV Mansão do Caminho. Os nossos votos de muita paz. Gratidão mais uma vez pela oportunidade de estarmos aqui juntos compartilhando este tema como tantos outros temas que tocam aos nossos corações. E que bom que podemos fazer uma pausa naquilo que estamos fazendo no nosso cotidiano e aqui nos encontrarmos para poder ouvir e quem sabe em nós, no nosso
s outros temas que tocam aos nossos corações. E que bom que podemos fazer uma pausa naquilo que estamos fazendo no nosso cotidiano e aqui nos encontrarmos para poder ouvir e quem sabe em nós, no nosso íntimo, podermos refletir e buscar a renovação que se faz necessária para o nosso aprendizado, para o nosso aprimor Trabalhadores da última hora, todos nós somos trabalhadores, trabalhadores da vinha do Senhor. É interessante pensar o quanto Jesus buscava em todas as suas parábolas expressões significativas que traziam não só à aquela época, mas atualizando para o momento que estamos vivendo. Quão importante é pensarmos nestes convites que nós estamos recebendo ao longo da nossa existência. Todos nós, indistintamente somos convidados para o trabalho. Já fomos convidados anteriormente para outros trabalhos que nós não nos considerávamos naquele momento aptos ou não tínhamos a disposição íntima para poder desenvolver a tarefa. E aí podemos pensar quantas vezes já tivemos a oportunidade de retornar com propostas de trabalho que por nós foram acolhidas, mas que talvez por conta das distrações, dos nossos interesses, tenhamos declinado mesmo com todo o trabalho, com toda a orientação, com todo o investimento que os nossos benfeitores espirituais, acreditando em nós, fizeram uma um planejamento que foi estudado, que foi preparado, que foi trabalhado por nós, mas que enxergando aqui nós declinamos. E tem uma passagem interessante que eventualmente eu faço uma referência, que é quando Jesus ele faz um convite a Ananias naquele momento em que Saulo de Tarso, ele cai na estrada de Damasco, tendo este contato com Jesus e fica cego. E ele atribui a Ananias a função de recobrar a visão de Saulo de Tarso. E quando Jesus vai a Ananias, o que Ananias diz a Jesus? Eis-me aqui, estou pronto. Observemos que Ananias, ele não pergunta qual é a tarefa, quanto tempo vai levar a tarefa. Porque muitas vezes quando nós recebemos convites, ah, eu gostaria que você colaborasse nessa tarefa na casa e aí a
emos que Ananias, ele não pergunta qual é a tarefa, quanto tempo vai levar a tarefa. Porque muitas vezes quando nós recebemos convites, ah, eu gostaria que você colaborasse nessa tarefa na casa e aí a gente quer saber detalhes daquela tarefa. Quanto tempo eu vou ter que destinar naquele dia? Quantas vezes na semana? E aí eu começo a talvez esmiuçar muito uma proposta que chegou até nós e que talvez aquilo já tenha sido por nós ventilado de estarmos executando aquela tarefa, mas quando chega parece que nós nos sentimos eh não eh como se nós não estivéssemos prontos para a execução. E aí pensemos o que fez Ananias naquele momento dizer ao Senhor da vida, dizer a Jesus que estava ali pronto para a tarefa. E aí pensemos, se o Senhor confia, se o Senhor espera, isso significa que nós já estamos prontos. Aí lembramos que neste exemplo de Ananias, que vai demonstrar humildade, fé, confiança, capacidade para o trabalho, talvez sejam os pilares que nós precisamos estar colocando como base de sustentação para aquela tarefa que nós vamos executar. E vejamos, às vezes chega o convite, será que você poderia eh fazer esta atividade que ocorre no sábado, é no sábado à tarde? E aí a gente vem, ai, mas você acha que eu tenho condições de desenvolver esta tarefa? Esta pergunta nossa, ela tem duas maneiras de analisarmos. Eu posso de fato me colocar naquela condição de não me sentir apto para o trabalho ou de achar que diante daquele convite imediatamente eu reconheço que tem pessoas que estão mais eh preparadas para execução daquela tarefa. Eu digo isso e trago um exemplo pessoal. Quando eu fui convidada para poder dirigir uma reunião mediúnica em nossa instituição e esse convite partiu do nosso querido Divaldo Franco. No momento que eu ouvi, imediatamente me veio à mente o nome de pessoas que poderiam estar mais preparadas para execução daquela tarefa. Então isso pode acontecer e eu posso até por esta condição de humildade que era peculiar em Ananias, de fato não me senti apta ou
ssoas que poderiam estar mais preparadas para execução daquela tarefa. Então isso pode acontecer e eu posso até por esta condição de humildade que era peculiar em Ananias, de fato não me senti apta ou me colocar na posição de qualquer coisa que cheg qualquer trabalho que chegue para eu executar, eu estou de fato pronta. Eu acredito que o convite chegou porque eu já estava preparada para a execução daquela tarefa. Mas eu posso chegar e dizer: "Ah, não, eu não me sinto pronta deste desta ótica de não se sentir pronta. Pode ser por você enxergar que tem pessoas que de fato poderiam estar ocupando aquele lugar. Mas aí vejamos, tirando a figura, a presença de alguém como o nosso querido Divaldo Franco, que vem e faz o convite, mas pensemos em quantas pessoas que elas estão à frente de trabalhos. que são as organizadoras de determinadas tarefas e que estas tarefas elas necessitam de colaboradores, especialmente quando elas eh são realizadas em dias, em turnos que são mais difíceis. E aí trazemos mais um mais uma vez um exemplo que é de um trabalho que nós eh desenvolvemos ao longo dos anos, que é a evangelização infantil, que em nossa casa ela acontece aos domingos pela manhã. Então, receber um convite desse, eu posso pensar, ai, mas eu não estou pronta. E também pensar, ai, mas domingo de manhã, todo domingo, eu ter que me colocar à disposição para este trabalho. Não, eu não acho que neste momento eu estou com esta disposição de abdicar de todos os domingos para a tarefa. Então, nós temos diferentes vertentes destes convites que nos chegam, mas não podemos desconsiderar. O Senhor da vida, ele se utiliza de intermediários, que são as portas que se abrem para que possamos ingressar na tarefa. Então, se o senhor confia, isso significa que está dentro de um contexto maior, que é um planejamento elaborado para a nossa caminhada. E aí quando pensamos neste tema que vocês estão lendo aí na tela, trabalhadores da última hora, nós estamos falando de algo que diz respeito a uma consciência.
amento elaborado para a nossa caminhada. E aí quando pensamos neste tema que vocês estão lendo aí na tela, trabalhadores da última hora, nós estamos falando de algo que diz respeito a uma consciência. E que consciência é essa? é uma consciência que faz parte do nosso processo evolutivo. Lembramos do Salmo 90, quando eh se fala dessa questão do tempo, que para o Senhor 1000 anos são como um dia e um dia são como 1000 anos. Aí lembramos que Jesus disse que em três dias ele ergueria o templo. Que templo é este que Jesus anunciou que iria erguer em três dias? Aí vamos fazer uma analogia com o Salmo 90. Então, se pensarmos que 1000 anos são pode ter a correspondência de um dia, nós não podemos fazer uma análise pelo nosso relógio da matéria, porque pela matéria um dia corresponde a 24 horas. Mas qual a correspondência de um dia para a eternidade? E aí pensarmos nesta nossa jornada evolutiva, que é uma jornada que nos prepara hoje para o que nós vamos desenvolver, talvez daqui a 100 anos, talvez daqui a 500 anos. E aí vamos pensar no próprio Allan Kardec, deste exemplo do codificador da nossa maravilhosa doutrina espírita, que 400 anos antes ele reencarna como Ian Rus, que vem preparar para o Iluminismo, para Lutero, para abrir as portas para que 400 anos depois ele pudesse trazer para nós a doutrina espírita. Então, estes caminhos que muitas vezes nós temos uma visão mais imediatista, ele vai sendo preparado ao longo de sucessivas reencarnações. E aí quando nós pensamos até em termos de jornada evolutiva, podemos perceber que em resposta à questão 132 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec indaga qual o objetivo da encarnação dos espíritos, em um ponto lá desta resposta, nós vamos encontrar que o Senhor aguarda que nós possamos fazer aquilo que nos compete na obra da criação. O que isso significa? que nós somos estes trabalhadores que estamos sendo convocados para poder realizar esta parte que nos cabe na obra da criação. E aí pensemos que vamos agir enquanto individualidade,
ue isso significa? que nós somos estes trabalhadores que estamos sendo convocados para poder realizar esta parte que nos cabe na obra da criação. E aí pensemos que vamos agir enquanto individualidade, mas que esta individualidade ela vai reverberar na sociedade, na humanidade, no planeta. Então, cada um de nós tem a sua tarefa específica, tem aquilo que precisa pensar. Ora, neste momento da atual existência, talvez eu já tenha adquirido habilidades para desenvolver determinado trabalho na nas atividades espíritas que estamos desempenhando. Vamos pensar quais são as tarefas que temos na prática das instituições espíritas. Nós temos o trabalho mediúnico, nós temos o trabalho do atendimento fraterno, nós temos o trabalho das evangelizações infantil e juvenil, nós temos o trabalho da terapia pelos passos. Então, eu posso ser uma expositora espírita, eu posso estar envolvida em uma ação social. Então, vejamos que temos diferentes frentes de trabalho e que talvez em algumas destas frentes, em uma, em duas, em várias frentes, eu me coloque como apta, eu me coloque como pertencente à aquele trabalho, eu me coloque como aquela pessoa que já se considera preparada para a tarefa. Lembrando que tudo quanto nós começamos a executar, nós vamos aprimorando, nós vamos ganhando novas habilidades e possibilitando um aprendizado que é para o ser espiritual que somos todos nós. E aí, o que é que Jesus apresenta nesta parábola? Lembrando que eh essa parábola pode, né, estar sendo apresentada como os trabalhadores da última hora, os trabalhadores da vinha e esta representação da vinha que inclusive os espíritos eh a vinha que tinha uma uma simbologia na época de Jesus. Jesus que trazia elementos da natureza para poder eh talvez apresentar uma maior proximidade das pessoas com aquelas histórias que ele trazia, mas que a gente vê também essa proximidade com o espiritismo, porque a vinha vem representar a oficina de trabalho e uma oficina que nós Vamos com o passar do tempo e aí associamos a nossa jornada evolutiva, o
gente vê também essa proximidade com o espiritismo, porque a vinha vem representar a oficina de trabalho e uma oficina que nós Vamos com o passar do tempo e aí associamos a nossa jornada evolutiva, o nosso aprimoramento. E pensando nesta simbologia da vinha, o que é, qual é a imagem que nós encontramos nos prolegômenos? Palavra difícil aí para a nossa querida Naira. na no em o livro dos espíritos, a imagem de uma cepa. Então, é a vinha que o Senhor nos apresenta e que este administrador da vinha que nós podemos estar pensando em Jesus, que vai convocar trabalhadores. Então o administrador sai e começa a chamar aquelas pessoas que ele encontra pelo caminho. E aí vem a primeira hora, a terceira hora, a sexta hora e se estende até a 11ª hora. O que que faz Jesus quando traz esta narrativa? que aquele administrador quando encontra com os primeiros que ele vai fazer o convite, ele apresenta uma proposta de pagamento para aquela aquele momento em que ele está sendo convocado. Então, os da primeira hora, os da terceira hora, os da sexta hora, ele oferece um denário pelos seus serviços, por aquilo que ele vai prestar. Mas quando vai chegando ao término do dia que ele ainda convoca trabalhadores, a estes últimos ele não apresenta uma oferta de moeda como pagamento aos serviços que serão prestados. Ao final do dia, chama então aquele senhor da vinha para poder fazer o pagamento conforme havia sido acordado. E ele começa exatamente com os últimos trabalhadores, os trabalhadores da última hora. E quando chama e que dá um denário na cabeça dos primeiros, das primeiras horas, eles vão imaginar: "Ah, mas se eles que chegaram por último estão recebendo aquilo que foi prometido para nós, certamente nós iremos receber muito mais do que foi acordado." E aí o senhor vai efetuando os pagamentos e quando chegam aos chega aos trabalhadores da primeira hora, quando eles recebem um denário, aí eles ficam aborrecidos. Mas como pode? Nós começamos na primeira hora com esse sol causticante
gamentos e quando chegam aos chega aos trabalhadores da primeira hora, quando eles recebem um denário, aí eles ficam aborrecidos. Mas como pode? Nós começamos na primeira hora com esse sol causticante e aqui com este trabalho pesado e recebemos o mesmo que recebeu aquele que chegou na última hora. E aí vem a reclamação, vem a achar que aquilo não está justo. E aí vamos pensar o quanto nós no nosso dia a dia com a nossa inconsciência, porque esta inconsciência é em relação à nossa realidade espiritual. O que vai dizer o Senhor? Ora, o acordo que eu fiz com vocês foi de receber um denário, então eu estou pagando aquilo conforme o acordo feito. E aí vamos pensando que nós também quando retornamos para as nossas experiências, para a nossa jornada evolutiva, nós firmamos acordos. Nós confiamos naquelas tarefas a nós confiadas que vamos dar conta, que vamos atender e que estas tarefas, conforme sejam executadas, elas também trarão um retorno para nós, que aí é o que nós podemos perceber dos nossos saldos, saldos positivos. saldos negativos e desta conta que ela vai sendo elaborada para poder atender a nossa ascensão espiritual. Então nós somos de fato, talvez neste momento esses trabalhadores que chegamos na última hora, mas que na primeira hora nós também havíamos sido convocados para a tarefa. Só que naquele momento ainda não tínhamos despertado para com relação à nossa necessidade de amadurecimento, de fazer a travessia pelos percalços, pelos obstáculos. E aí, diante do primeiro desafio, aquela tarefa que a princípio soou aos nossos olhos como a tarefa maravilhosa, como a oportunidade de refazer os caminhos percorridos. Então, nós atendemos ao convite, mas no primeiro na primeira dificuldade nós declinamos. Então nós não poderíamos receber o valor conforme a tarefa que executamos se a nossa execução ela não foi compatível com o acordo. Porque o que é que acontece? Temos um preparo para o retorno e aí nós assinamos conforme aquilo que foi apresentado para nós, que iremos atender aos objetivos
ução ela não foi compatível com o acordo. Porque o que é que acontece? Temos um preparo para o retorno e aí nós assinamos conforme aquilo que foi apresentado para nós, que iremos atender aos objetivos traçados. E aí vem a discriminação dos fatos principais, porque é preciso pensar que os fatos secundários eles acontecem conforme a nossa liberdade de escolha. E aí vamos situar a nossa consciência. Quando estávamos talvez há quatro, cinco séculos atrás em uma experiência no corpo físico, qual era a nossa consciência perante a realidade do espírito? Certamente menos amadurecida do que estamos agora. Talvez este tempo que hoje nós reconhecemos que ele é valoroso para o nosso aproveitamento lá atrás, diante dos trabalhos que eu tenha sido convocada, eu tenha respondido: "Ah, não, agora não é o momento de eu estar desenvolvendo esta tarefa. Não, eu tenho a família. A prioridade agora é cuidar da minha família. Claro, a família é prioridade, mas eu tenho que pensar em termos de espírito. Eu tenho que cuidar da família, mas eu preciso cuidar deste ser espiritual que eu sou e que todos nós somos em nossas individualidades e não esquecendo deste preparo, deste investimento e acima de tudo da confiança do nosso pai e de Jesus, do Senhor da vida que está aguardando a resposta conforme o nosso consentimento. Lembrando de Ananias: "Eis-me aqui, Senhor. Quantas vezes na presente existência nós fomos convocados e não tivemos a prontidão de Ananias? ficamos com o cognitivo. Será difícil? Quanto tempo eu preciso despender? Qual é o preparo? E aí vem a racionalidade naquilo que diz respeito ao nosso espírito. Porque chegou o convite. O convite chegou porque nós já fomos considerados preparados para a execução da tarefa. E se porventura nós reconhecermos de que eu preciso ainda ter um preparo maior, isso é fundamental. Eu começo a tarefa e eu vou fazer o investimento para este preparo. Porque vejam o que aconteceu com Allan Kardec quatro séculos antes. Não é porque Allan Kardec foi um missionário. Ele é um
damental. Eu começo a tarefa e eu vou fazer o investimento para este preparo. Porque vejam o que aconteceu com Allan Kardec quatro séculos antes. Não é porque Allan Kardec foi um missionário. Ele é um missionário. que todos nós somos missionários naquilo que foi proposto para a nossa execução e que firmamos este compromisso de atendimento. Então, pensar neste Salmo 90, quando nós apresentamos que para o Senhor 1000 anos é como se fosse um dia, façamos as contas de três dias para Jesus erguer o templo. É o terceiro milênio. é o que nós estamos a viver nessa preparação para um novo milênio para que nós possamos alavancar o planeta que estamos momentaneamente habitando de provas e expiações e que caminha para mundo regenerado. E aí pensemos nas infinitas possibilidades que já foram acordadas por nós em experiências pregressas e que o Senhor da vida confiava em nossa resposta. Mas por imaturidade espiritual, por inconsciência, nós não conseguimos atender a proposta que foi estabelecida, mas o Senhor, nosso pai, Deus, infinito amor e misericórdia, mesmo por conta, mesmo diante daquilo que nós não conseguimos dar conta, ele vai investir em um novo preparo, em uma nova organização, em uma nova tarefa. E aí lembramos de eh uma mensagem que Emanuel nos coloca no livro Luiz Acima, psicografia de Chico Xavier, quando ele vai falar de um indivíduo que reencarna e esse indivíduo ele para poder se libertar da família quando vinha pedir alguma coisa, ele teve a oportunidade de reencarnar na com condições econômicas favoráveis, que lhe ofertou inúmeras possibilidades de crescimento através da sua capacidade de oferecer ao outro refrigério através das suas doações, mas ele levou para o outro lado. Aqueles que têm mais condições, certamente os familiares que não estão com as condições tão favoráveis vão recorrer a ele. E aí chegava para pedir auxílio. Ele auxiliava. Mas para quê? Para não ficar naquela naquela repetição. Ah, eu tô precisando. Então ele chegava e atendia. Assim era na vizinhança, assim
ecorrer a ele. E aí chegava para pedir auxílio. Ele auxiliava. Mas para quê? Para não ficar naquela naquela repetição. Ah, eu tô precisando. Então ele chegava e atendia. Assim era na vizinhança, assim era no trabalho. Então, aos olhos exteriores, aquele homem, ele estava sempre a dar, a dar, a dar. Mas o dar não era um dar de coração, era um dar para se libertar dessas queixas, das lamentações, de estar sempre rodeado por estas pessoas que ele acreditava que deveria estar sempre afastado delas. inclusive ele se afastou do seu meio social para poder impedir de fato essa essa lamentação, essa lamúria e cada vez mais ele estava mais afastado. E aí chega o momento de fazer a viagem de retorno. Aos olhos externos exteriores, ele ia para um lugar maravilhoso no mundo espiritual. Entretanto, quando ele é chamado para o julgamento, o Senhor começa a perguntar: "O senhor que estava encarregado?" Não somente ele, tinham outros e ele fica por último. Ele fica inclusive acompanhando qual é o destino de cada um. E aí começa a indagar o que aconteceu com o familiar, o que aconteceu no trabalho e no meio social e tudo. Ah, eu não tinha tempo, ah, eu não dava conta, ah, eu ajudava como eu podia. E aí foi se percebendo que todas as tarefas a ele destinada, ele declinava achando que o fato de ter os recursos financeiros, ele estava fazendo a parte que ele cabia e mais nada. Então, depois de todas as indagações e cujas respostas eram sempre negativas da ação verdadeira no bem da caridade, o que foi que o juiz, o juiz no mundo espiritual disse para ele: "Você precisa reencarnar, mas voltará com uma nova condição E o trabalho não faltará mais uma vez para você. Só que você precisa entender o verdadeiro sentido destas tarefas que lhe foram confiadas. Então, será elaborado um novo planejamento e você vai agora para a fila da reencarnação aguardar sua nova oportunidade. E quando ele estava aguardando ver o veredito dos da sua trajetória aqui na terra, ele percebeu que à sua frente aquelas pessoas de condições mais
fila da reencarnação aguardar sua nova oportunidade. E quando ele estava aguardando ver o veredito dos da sua trajetória aqui na terra, ele percebeu que à sua frente aquelas pessoas de condições mais humildes, a cozinheira da sua casa, fulano, cicrano, que tinha economicamente uma situação muito desfavorável quando comparada à sua situação. Estes espíritos, eles se apresentavam numa condição espiritual muito superior a sua. Então, quando ele ouve o veredito de que terá que ficar aguardando na fila a oportunidade da reencarnação, ele Mas eu ir para a fila aguardar a oportunidade, o que isso tem a ver com que nós estamos tratando aqui, trabalhadores da última hora? Ou poderíamos pensar, os últimos são os primeiros e os primeiros serão os últimos. Não podemos declinar das tarefas abraçadas. Às vezes recebemos o convite, assumimos entusiasmadíssimos. Era isto que eu ansiava chegar para minha vida. Era esta tarefa que eu gostaria de desenvolver. Então, começamos entusiasmados, com ideias e até mobilizamos pessoas para podermos atender aqueles nossos anseios, as ideias. E aí o tempo vai passando. Aquela atividade que inicialmente era desenvolvida com muita alegria, com dinamismo, com disposição, com o passar do tempo vai perdendo o vigor, vai perdendo o ânimo e talvez vamos caindo no automatismo e vamos com o passar do tempo, considerando automático, já não vem aquela aquela disposição no dia que eu preciso sair para desenvolver a tarefa. E aí eu vou empurrando, não declino, mas eu continuo. Porém, eu não estou atendendo a tudo o quanto é necessário para aquela dinâmica do trabalho. O que seria melhor para nós? Quando reconhecemos que caímos neste hábito automático e o que estamos executando já não é mais uma execução do coração, é uma execução do mesmismo, da razão. Não, eu não sou aquela pessoa que eu assumo e eu vou deixar de fazer. Não, eu vou até o fim. Claro que vale termos uma ocupação útil, estarmos com a disposição de fazer a diferença, mas existem trabalhadores
não sou aquela pessoa que eu assumo e eu vou deixar de fazer. Não, eu vou até o fim. Claro que vale termos uma ocupação útil, estarmos com a disposição de fazer a diferença, mas existem trabalhadores e trabalhadores. Então, esses que chegam na última hora, eles chegam com um entusiasmo que precisa manter acesa a chama do dinamismo, a chama da boa vontade, a chama de fazer a diferença naquilo que está a executar. E aí vamos pensar no quanto as diferentes instituições são carentes de trabalhadores. E às vezes a gente também acompanha algumas inquietações. Ah, mas está tão esvaziada, o que é que está acontecendo? Onde estão os trabalhadores? Onde estão aqueles que assumiram? Eles estão em todos os lugares porque nós temos o livre arbítrio, temos a liberdade de escolher os caminhos que queremos trilhar. Estes caminhos estão em nosso inconsciente, gravados, porque fomos preparados para poder trilhar naquele caminho que foi projetado por nós. Porém, quando mergulhamos na experiência física, que a matéria nos impregna de sensações do imediatismo, da na da busca pelo transitório, aí momentaneamente nós vamos nos perdendo pelo caminho. E aí aquela tarefa que eu havia abraçado e que era motivo de satisfação, por conta dessas distrações, nós também vamos nos perdendo, nos afastando. E aí recebemos convites que às vezes chegam exatamente para nos tirar daquela tarefa. ou eu assumi a tarefa, mas nós temos aqueles desafetos que não estão interessados no nosso progresso e que vão, talvez, por sintonia que nós permitimos, que se estabelece conosco, vai chegar e vai lançar em nós algum desgosto. E aí eu vou associar. Eu antes estava tão bem, eu comecei a fazer essa tarefa e agora eu não estou me sentindo tão bem. E eu acho que me afastando dela, eu vou voltar à minha condição de saúde, que momentaneamente ela foi perdida. Temos um caso clássico que eh o irmão X nos apresenta em instante da vida através da psicografia de Chico Xavier, daquele médium Alberto Nogueira que pediu muitas condições desfavoráveis
foi perdida. Temos um caso clássico que eh o irmão X nos apresenta em instante da vida através da psicografia de Chico Xavier, daquele médium Alberto Nogueira que pediu muitas condições desfavoráveis para poder resgatar os seus débitos. E o Senhor da vida lhe disse que ele viria apenas como médium e deveria durante 8 horas semanais se dedicar à tarefa mediúnica. Em menos de 2 anos, ele faria isso por 30 anos da sua existência. Em menos de 2 anos, ele adoeceu. Ele não sabe se ele adoeceu por conta do exercício mediúnico ou foi outras coisas. precisava trabalhar, então ele se afastou. Assim acontece também conosco, que fomos convidados lá atrás, convocados e talvez tenhamos aceito o convite, mas no meio da tarefa daquele dia e aí fazendo a analogia de que um dia pode ser a correspondência de um milênio. Um milênio é um dia. Então nós declinamos e aí vamos levando. É como diz o nosso barco, ele não está a deriva. um comando que é de Jesus, governador do nosso planeta, mas um comando maior que é do Senhor Deus, nosso pai criador, que reconhece quais são as nossas potencialidades, fragilidades e vai direcionar para nós a tarefa que já estamos aptos a executar. Então, qual é a nossa disposição íntima quando abraçamos ao convite para o trabalho? E vem o pagamento? Então, vejam que aqueles trabalhadores da primeira hora, eles acharam que estava sendo injusto. Mas se eu fui convidado à primeira hora e recebi como proposta aquele pagamento, por eu devo me queixar daquilo que está sendo diferente para o outro, mas o acordo com o outro é com o outro, não é comigo. Levemos isso para a nossa existência. Estamos levando muito a nossa vida em função do outro, do que o outro faz, do que o outro deixa de fazer e deixamos de nos ocupar com a própria existência. perdemos o nosso tempo, que é um tempo precioso para a execução das tarefas, com este olhar em relação à aquilo que está se dando com a vida do outro. E aí vamos pensar, pensemos hoje já estamos no sexto dia da semana, da semana que iniciou o último
ara a execução das tarefas, com este olhar em relação à aquilo que está se dando com a vida do outro. E aí vamos pensar, pensemos hoje já estamos no sexto dia da semana, da semana que iniciou o último mês do ano. Façamos uma retrospectiva desta semana, das tarefas que nós fomos convidados ou convocados a a executar, porque há uma diferença de um convite para uma convocação. O convite é algo assim que que nos chega e que talvez nós estejamos até esperando que Jesus mande um convite formal, eh, mande um intermediário, ah, você a pessoa que eu estava procurando. Não, não esperemos a formalidade, não esperemos que venha por esses instrumentos que nós expectamos. Ai, mas se fulano de tal me fizesse o convite para ser o tarefeiro da sua obra, eu estaria lá apostos. Não é esta a nossa expectativa que nós precisamos criar. em nós é a disposição, a disposição para poder atender ao convite e achar que naquele momento que soou o convite ou a convocação, é porque aquele foi o intermediário para nos convocar à tarefa que talvez tenha sido sido assumida lá atrás, mas declinada no passar do tempo e que eu me preparei conforme a organização dos benfeitores espirituais para que agora estivesse apostos para a execução da tarefa. Aí, voltando a quando eu recebi o convite para a direção de uma reunião mediúnica, naquele momento, por reconhecer, né, a potencialidade de outros que estavam mais preparados, eu tenha me colocado nessa posição de que ainda não estava pronta. Se pensarmos em termos de jornada do espírito, talvez nós não estejamos prontos para execução de muitas tarefas, meus irmãos e minhas irmãs. E este preparo, ele vai se dando ao longo da nossa existência. em primeiro lugar, reconhecendo este ser espiritual que somos todos nós e que temos a as nossas fragilidades. Porque aí você vai dizer: "Ai, mas como é que eu posso ser uma expositora espírita se eu ainda faço isso ou eu deixo de fazer aquilo?" Então, não teríamos nenhum expositor, porque nós somos seres imperfeitos, mas que estamos buscando
s como é que eu posso ser uma expositora espírita se eu ainda faço isso ou eu deixo de fazer aquilo?" Então, não teríamos nenhum expositor, porque nós somos seres imperfeitos, mas que estamos buscando investir em nossa caminhada na direção da perfeição. Então, o quanto eu estou buscando melhorar a minha condição para poder atender aquela demanda? Então, se naquele momento de imediato eu me reconheci impotente para a tarefa, logo depois eu pensei, mas se o convite chegou e por intermédio de quem chegou, é porque eu já estou pronta para iniciar a tarefa, porque toda a tarefa ela vai começar sempre do ponto básico. do eh da base que vai precisar de arestas, arestas que vão estar fortalecendo para que talvez estejamos construindo um patamar de primeiro piso, de segundo piso, e assim nós vamos erguendo as construções. Mas para erguer, eu preciso estar sempre atenta àela base que vai dar a sustentação. Então, se formos aqueles a convocar trabalhadores, não vamos também pensar, porque se pensarmos muito nos pontos que são indispensáveis para a execução da tarefa, talvez não encontremos o per nas pessoas o perfil que atenda à aquela demanda, exatamente por conta deste este reconhecimento das fragilidades que são inerentes ao ser humano. Alma encarnada em busca da perfeição. Mas o quanto aquela pessoa que tem esses pontos frágeis, ela está investindo para a sua melhoria, para a sua evolução espiritual. Então, este é o olhar do Senhor da vida, de Jesus Cristo para cada um de nós. Porque a vinha do Senhor, ela tem inúmeras atividades a serem executadas. Existem tarefas que são mais complexas. As tarefas mais complexas, elas vão exigir tarefeiros mais habilitados para execução daquelas tarefas. E existem outras que são mais simples. E nós, mesmo estando mais preparados, também não podemos declinar daquele convite para execução de tarefas mais simples. Ai, mas ela me chamou para fazer isso. Eu acho que eu merecia fazer muito mais. Ou quem sou eu para na minha condição estar fazendo aquilo? Não
r daquele convite para execução de tarefas mais simples. Ai, mas ela me chamou para fazer isso. Eu acho que eu merecia fazer muito mais. Ou quem sou eu para na minha condição estar fazendo aquilo? Não saiamos deste lugar. E aí vamos para a figura de Ananias, que tinha fé, que tinha humildade, que acreditava em tudo que emanava de Jesus, que Jesus era o intermediário do Senhor da vida. E nós aí vem caminhando para as nossas reflexões finais, o quanto eu estou realmente aberto e sintonizado e integrado à obra da criação. nessa retrospectiva da semana o quanto eu de fato dei conta das tarefas que eu assumi e se houve impedimentos para a continuidade da execução dos compromissos abraçados. Se houve impedimentos, quais foram estes impedimentos? E existe algo que eu posso estar fazendo para poder melhorar estes impedimentos? Porque tarefas elas chegam, elas passam, elas dão continuidade. E talvez aquela que se encerrou porque teve um ciclo, ciclo que começa e que vai ter um desfecho, mas existem tarefas que começamos hoje e vamos ao longo da eternidade dando continuidade às tarefas. As obras de André Luiz nos mostram a respeito disso, trabalhos que iniciamos quando estamos no mundo espiritual, reencarnamos, vamos dar seguimento e às vezes no desprendimento parcial do sono, nós vamos dar continuidade a tarefas no mundo espiritual. Então, vejam que o convite ele se perpetua para o mundo encarnado, para o mundo dos desencarnados, mas nós precisamos estar abertos, favoráveis, otimistas e não com aquele olhar, ai, mas ela foi convidada para isso, mas aquilo e não chega nenhum convite para mim. Por que será que não chega? Não chega porque eu não tenho abertura. Não chega porque eu não estou me colocando eh com o preparo que é preciso? Não chega porque então tem os motivos também. E aí eu volto para aquele ponto que já destaquei nesta exposição. Deixemos de nos ocupar com o outro e nos ocupemos com a própria existência. Se o senhor, se o administrador da vinha ainda não fez um convite, não nos fez um
le ponto que já destaquei nesta exposição. Deixemos de nos ocupar com o outro e nos ocupemos com a própria existência. Se o senhor, se o administrador da vinha ainda não fez um convite, não nos fez um convite para alguma tarefa, não nos preocupemos, o convite vai chegar. Ou talvez o convite já tenha sido feito e eu, sem estar desperto, não entendi ou não aceitei participar daquele trabalho. E aí dizemos que para a vinha do Senhor não falta trabalho, mas também não faltam trabalhadores. E aí, se formos pensar em termos de jornada evolutiva, ao qual todos nós estamos mergulhados, quantas tarefas já abraçamos com disposição, com energia, com alegria e seguimos joeirando este campo, continuando a lançar as boas sementes. Mas é preciso pensar, será que interrompemos algum convite de trabalho e que foi um convite que assumimos e que achamos que não estávamos dando conta? Porque também nós precisamos ser honestos conosco mesmo. De que adianta? Hoje eu recebo o convite, eu aceito. Amanhã eu recebo outro, eu aceito. Na próxima semana eu recebo outro e aceito. E aí eu vou acumulando e não vou me dedicando o quanto deveria a cada uma destas tarefas que eu abracei. Então, que tenhamos esta honestidade e que aquilo que abracemos como tarefa na vinha do Senhor seja executado com compromisso, com responsabilidade, com ética, porque não tenhamos dúvidas de que o preparo para execução desta tarefa já aconteceu. séculos antes. E se porventura eu reconheço que eu declinei de alguma tarefa, não vamos também mergulhar no pessimismo, não vamos achar que, ai, tá vendo comigo, não dá certo, eu não consigo, eu começo e termino. Não refaçamos. É por isso que nós estamos aqui para poder refazer aquilo que ainda não conseguimos dar conta, conforme os propósitos estabelecidos. Todos nós somos trabalhadores da vinha do Senhor. Algumas tarefas iniciamos na primeira hora, outras na terceira, na sexta, na nona, na 10ª hora. Não importa. O que importa é o quanto nós estamos nos dedicando a à aquela tarefa que abraçamos.
Senhor. Algumas tarefas iniciamos na primeira hora, outras na terceira, na sexta, na nona, na 10ª hora. Não importa. O que importa é o quanto nós estamos nos dedicando a à aquela tarefa que abraçamos. Sem amor, nós estamos na tarefa, mas sem os requisitos indispensáveis para a sua execução. Então, tenhamos em Jesus este modelo, o modelo daquele que a todo instante estava à disposição do Senhor da vida, nosso pai, para execução das ordens. E todos precisamos seguir integrados com este Pai, atendendo a cada convite que a nós chega, porque Jesus confia em cada um de nós e nós também confiamos em Jesus. Agradecemos mais uma vez a oportunidade de estar aqui com vocês, lembrando de um momento de Jesus que nos trouxe profundas reflexões e que neste ano que hora irá iniciar, nós possamos ter mais abertura, nós possamos ter mais disposição. para as tarefas que ser que seremos convocados, porque todos somos mais uma vez trabalhadores da vinha do Senhor. Que Jesus nos ampare, nos abençoe e gratidão a todos vocês por estarem aqui conosco neste momento e aqueles que porventura posteriormente estarão acompanhando estas reflexões. Nossa imensa gratidão, Tânia, pelas belíssimas exclamações explanações de hoje nos tocaram sensivelmente à alma. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire, te proteja sempre, minha irmã. Gratidão a ti. Gratidão também a todos os amigos que estão aqui conosco, saudando-nos aqueles que nos acompanham nesse instante e nos acompanharão em outras oportunidades. Lembrando sempre que devemos compartilhar o bem, essa mensagem que nos toca, que nos revigora, que nos convoca a assumir quem realmente somos, trabalhadores na vinha do Senhor. que possamos tomar do arado, remover a terra dos nossos corações e deixar essa semente generosa germinar. Então, o convite está feito e que possamos auxiliar a tantos outros que necessitam dele quanto nós. A nossa imensa gratidão a todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida. A todos paz e luz.
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