Momentos Evangélicos com Tânia Menezes - Em Betânia, Lázaro voltou

Mansão do Caminho 14/09/2025 (há 6 meses) 1:00:43 7,487 visualizações 1,384 curtidas

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Transcrição

Boa noite a todas as pessoas aqui presentes, aqueles que nos acompanham através da web web TV Mansão do Caminho, vamos explorar um tema que está no livro Quando Voltar à Primavera, que é uma obra maravilhosa de dona Amélia Rodrigues. E o capítulo é intitulado Em Betânia, Lázaro voltou. Amélia Rodrigues fala não somente neste livro a respeito de Lázaro, mas vai apresentar também no livro Primícias do Reino. E ela costuma fazer uma retrospectiva histórica do local. da época, onde vai trazer a narrativa. Betânia era uma pequena cidade ou aldeia, se a gente pode falar desta maneira, onde Jesus tinha três grandes amigos, que era a família de Lázaro, Marta e Maria. Mas antes de adentrarmos a esta, ao objeto da nossas das nossas reflexões, nós vamos situar que nesta época que Lázaro foi acometido pelo estado da catalepsia, Jesus tinha saído da Judeia e na Judeia ele estava sendo já perseguido, queria apedrejá-lo, mas ele sabia que ainda não tinha chegado o momento do seu testemunho. E as pessoas na Judeia eram marcadas pelo ódio, pelo ciúme, pelo desejo de vingança. Então, tinham atitudes que se assemelhavam muito às pessoas que viviam em outras regiões. Então, Jesus saiu de lá da Judeia com destino à Pereia. E eis que neste período, já na época, né, que Lázaro tinha em torno de 30 anos e se aproximava ao testemunho de Jesus, estavam eh veio a notícia de que Lázaro tinha adoecido, só que ele estava distante da Betânia. Na verdade era distância que se nós formos pensar no dia de hoje com o automóvel, rapidamente essa distância ela era percorrida, mas aquela época se contava com a viagem no máximo com um animal ou a pé. E a região da Samaria, que era onde se localizava a Betânia. Era uma região muito quente. E quando Lázaro adoeceu, que entrou neste estado que parecia estar morto, mas nós sabemos que foi um estado cataléptico, as irmãs Marta e Maria pediram para anunciar a Jesus que Lázaro havia morrido. Então, este emissário saiu da Betânia e foi até onde Jesus se encontrava. E aí vamos pensar no tempo

estado cataléptico, as irmãs Marta e Maria pediram para anunciar a Jesus que Lázaro havia morrido. Então, este emissário saiu da Betânia e foi até onde Jesus se encontrava. E aí vamos pensar no tempo de uma viagem que não levou menos do que dois dias. E este anúncio para Jesus. Quando Jesus ouviu a informação, imediatamente ele disse, ele diz que Lázaro estava adormecido. Ele não morreu. Os discípulos quando ouviram estranharam, mas também não queriam que Jesus voltasse para aquela região onde ele havia sido perseguido nos últimos tempos e gostaram da ideia de lá permanecer. Mais adiante, este mesmo emissário volta a Jesus e fala que as irmãs aguardavam. E aí quando Jesus manifesta o seu desejo de retornar a Betânia, os discípulos ficam assustados. Mas Jesus voltar para lá, eles queriam apedrejá-lo. É isso mesmo? E Jesus apazígua aquele momento e inicia a sua viagem para Betânia. E quando passa por todas as intempéries, não chega no mesmo dia. Quando chega, tem a notícia que Lázaro já havia sido sepultado. Jesus então se dirige ao sepulcro de Lázaro e quando ele vai se aproximando, ele se depara com Marta. Marta é aquela conhecida nossa. quando estavam sempre para receber Jesus em sua casa, a que se preocupava nos afazeres domésticos, no preparar os lanches, porque nós podemos imaginar que aquela época Jesus não chegava à casa de Lázaro sozinho. sempre ia acompanhado com alguns dos discípulos, além daqueles que também seguiam junto a ele e que eram os conhecidos, os próximos e que certamente na figura da mulher àela época que gostava de receber se preocupava em oferecer o melhor aqueles que chegavam. especialmente a Jesus. Então, Marta quando se depara com Jesus na sua aflição, diz: "Mestre, se você tivesse aqui, Jesus eh Lázaro não teria morrido." Então Jesus diz: "Lázaro, ele dorme, ele não morreu." Qual seria então este significado para que aquelas pessoas, porque ela não estava sozinha quando ouviu esta informação de Jesus? Qual seria então o significado de que ele não havia morrido? Ela soluça

Qual seria então este significado para que aquelas pessoas, porque ela não estava sozinha quando ouviu esta informação de Jesus? Qual seria então o significado de que ele não havia morrido? Ela soluça e ele pede para que Maria também pudesse estar naquele local. Vão atrás de Maria. Maria estava na casa recebendo alguns familiares e conhecidos e se dirige para o sepulcro. Quando se depara com Jesus, traz a mesma informação que havia dito Jesus para Marta. Ele não morreu, ele apenas dorme. E ela diz: "Mestre, se você tivesse aqui, Lázaro não teria morrido. Mais uma vez vem a reflexão do significado de morrer ou estar adormecido." E Jesus se aproxima daquele sepulcro onde tinha uma pedra que estava justamente fechando o local. Pede para que retire aquela pedra, mas tinha dentro uma nova pedra que foi também retirada. Jesus apenas diz: "Lázaro, sai para fora, levanta-te e anda". Quando nós pensamos na expressão sair para fora, é um pleonasmo, porque sair é para fora. Levanta-te e anda. Quando as pessoas morriam aquela época, elas eram envoltas em tecidos, a depender da sua condição, em tecidos de linos ou em tecidos mais simples, mas fazia toda esta cobertura do corpo com tecidos, atava-se os pés, como se faz hoje também, e deixava todo o corpo coberto. Como é que Jesus pode ter dado uma ordem para quem estava todo envolto nos tecidos e com os pés amarrados? Podemos imaginar que ele atendeu a este comando. Mas como foi que se processou toda esta movimentação? Porque de fato, se nós formos fazer uma análise do tempo entre o anúncio do emissário a Jesus e a saída de Jesus de retorno à Betânia, não levou menos de 4 dias. Como fica um corpo dado como morto num período de pelo menos 4 dias? Certamente entra em estado de decomposição, de putrefação, quase não sai a palavra. E a aparência de fato cadavérica, as extremidades vão ficando arrocheadas, a pele arrocheada e acima de tudo o mau cheiro que exhala. Porque a própria irmã disse, mas o odor está insuportável. E aí nós lembramos que a essa época não

, as extremidades vão ficando arrocheadas, a pele arrocheada e acima de tudo o mau cheiro que exhala. Porque a própria irmã disse, mas o odor está insuportável. E aí nós lembramos que a essa época não existia perfumes, desodorantes. Quando as pessoas viajavam não tinham sapatos, então eram sandálias. Ao chegar na casa de qualquer pessoa que ia hospedar, tinha sempre um recipiente com água, com toalha, para lavar mãos, rosto, pés. exatamente para aquela higiene básica, mas nós sabemos que não existiam aqueles perfumes que nós estamos acostumados. É claro que se faziam das plantas, se extraíam perfumes e que muito provavelmente também, a depender da condição era usado nesses momentos. E aí quando Marta fala deste odor, que certamente ao abrir a pedra para poder eh Lázaro sair, se exalou um odor. E aí a gente vai para uma compreensão deste estado de catalepsia ou também eh a letargia que o próprio Allan Kardec ele vai apresentar para nós na parte segunda de O livro dos espíritos, no capítulo oitavo da emancipação da alma, no tópico que ele intitula letargia, catalepsia, e mortes aparentes. São somente quatro perguntas para poder trazer a nós este esclarecimento. E na última questão, que é a 424, quando Allan Kardec vai indagar se é possível há um corpo que já está se ultimando ele ser revitalizado. Então, os benfeitores vão estar trazendo para nós que isto é possível, sim, e o magnetismo é um destes caminhos que podem estar favorecendo o retorno da atividade do corpo, que é exatamente o esgotamento do fluido vital que vai fazendo com que haja este esta morte do corpo. E aí quando nós vamos buscar aprofundar um pouco a respeito deste conteúdo, nós encontramos em dona Ivone do Amaral Pereira nesta obra Ressurreição e Vida. Na apresentação, no capítulo inicial, ela tem um texto que vai estar destacando inclusive das da fala do Dr. Bezerra de Menezes, que vem trazer para nós uma explicação para que possamos compreender como se dá este fenômeno. E o Dr. Bezerra de Menezes, ele inicia dizendo que nos

o inclusive das da fala do Dr. Bezerra de Menezes, que vem trazer para nós uma explicação para que possamos compreender como se dá este fenômeno. E o Dr. Bezerra de Menezes, ele inicia dizendo que nos evangelhos cristãos é há que se destacar o caso de Lázaro na catalepsia. E aí eu queria trazer eh um trecho que nós destacamos para que possamos entender o que é este processo e como ele pode ser revertido, porque ao longo da história, muitos casos foram anotados, registrados de pessoas que tinham a sua morte detectada e e que depois vieram através das comunicações dizerem que foram enterradas vivas. Então vai dizer o Dr. Bezerra de Menezes para nós o seguinte: o estado cataléptico é um relaxamento dos elos vitais pela depressão causada por uma enfermidade, um fato patológico. Então aqui nós já podemos trazer para o que acontecia com Lázaro. Ele estava adoecido e esse estado de adoecimento fez com que ele entrasse nessa circunstância, provando o desejo inconto que o espírito encarnado tinha de deixar a matéria para alçar-se ao infinito. E logo depois o Dr. Bezerra de Menezes vai dizer que é preciso a atuação de uma alma nobre para poder reverter esse estado. E aí ele diz assim: "Fora necessário um poder restaurador de uma alma virtuosa como a do Nazareno para se impor ao fato substituir células corrompidas, renovar a vitalidade animal, fortalecer li magnéticos com o seu poderoso magnetismo. em ação. Então aqui nós vamos estar pensando neste poder do magnetismo, mas que o instrumento deste magnetismo precisa ser através de uma alma que reúna os requisitos para oferecer à aquele indivíduo o poder restaurador. E aí quando nós voltamos para a afirmativa de Jesus de que Lázaro dormia, nós trazemos este questionamento para a nossa existência. O que significa dormir para o mundo? Porque isso foi o que Amélia Rodrigues trouxe para nós de informação a respeito de Lázaro, que dormia para o mundo conforme a fala de Jesus. Quantos de nós temos tantas oportunidades, o conhecimento já vasto e permanecemos

Amélia Rodrigues trouxe para nós de informação a respeito de Lázaro, que dormia para o mundo conforme a fala de Jesus. Quantos de nós temos tantas oportunidades, o conhecimento já vasto e permanecemos nesse estado de sonolência, apesar de tudo quanto já construímos, já aprendemos, não despertamos para a realidade da existência. É o que Aensk coloca que quando ele fez uma análise do estado de consciência do ser, descobriu-se que nós estamos ou adormecidos ou despertos. E a própria benfeitora Joana de Ângeles, ela veio trazendo para nós no livro Ser consciente, como esse estado de consciência ainda adormecida, ela pode avançar para se situar no que nós nos encontramos agora. Então, no estado adormecido, quando eh ela tem uma apresentação de que o adormecido pode ser com sono, com sonho ou sem sonho, vamos nos movimentamos. É claro que todos nós estamos agora em estado de vigília, estão acordados. Alguns podem até dar um breve cochilo, mas logo despertam, porque ainda não estamos em nosso ciclo cicardiano de deitar e adormecer, porque estamos sentados e mesmo sentados podemos cochilar rapidamente, mas vamos despertar. Então, a consciência que está adormecida e que ela não sonha é exatamente aquilo que funciona em nós, que estamos no nosso dia a dia, mas a nossa movimentação vai muito no atendimento das nossas necessidades básicas. Então, eu vivo para comer, para dormir, para lazer, para reprodução. Então, são os hábitos automáticos que constituem o nosso ser. Todos nós precisamos desses movimentos para a nossa sobrevivência. Mas a nossa vida não gira somente na direção de comer, de lazer, de repousar e de reproduzir. Nós temos outros propósitos. Mas quando nós vamos saindo deste lugar da consciência que ainda não tem sonhos para movimentar um sonho, é quando nós já começamos a despertar para outros valores da nossa existência. Só que esses valores ainda estão incipientes. Nós temos uma vontade que vai determinar esta nossa movimentação, mas a vontade ainda ela é frágil, ela é

spertar para outros valores da nossa existência. Só que esses valores ainda estão incipientes. Nós temos uma vontade que vai determinar esta nossa movimentação, mas a vontade ainda ela é frágil, ela é demovida por qualquer desafio que nós nos deparamos para que possamos chegar a esta consciência desperta, que é o estado que a maioria de nós no estado evolutivo que nos situamos nos apresentamos para que a partir daí avancemos mais na consciência de transcendência do eu, que é justamente aquele estado onde nós já passamos a nos movimentar na direção do outro. O nosso propósito é atender as necessidades do outro, esquecendo de nós mesmos, como o apóstolo Paulo havia dito: "Já não sou eu, mais quem vive, é o Cristo que vive em mim". Então, este sentido de pertencimento a um universo que já se movimenta quando nós acordamos e que precisamos satisfazer as nossas necessidades básicas da higiene, da alimentação, da vestimenta, mas temos propósitos, não ficamos somente nesta movimentação do automatismo. E aí nesta transcendência do eu, certamente nós nos movimentamos na direção de exemplos, de modelos que vão ser o objeto da nossa caminhada, como o apóstolo Paulo nos sinalizou. E aí temos diversos exemplos. Francisco de Assis, irmã Dulce, Chico Xavier, Teresa Dávila, Albert Einstein, que fizeram da sua vida uma movimentação no sentido de atender as necessidades do outro, para que possamos, saindo desta consciência de transcendência do eu, chegar à consciência cósmica, que foi exatamente o estado do nosso nosso mestre Jesus, quando ele próprio afirmou que ele e o Pai são apenas um. E nesta movimentação a gente vê que Lázaro dormia, mas o mestre ele sabia das possibilidades de cada um com os quais ele conviveu naquela época. Então, Lázaro dormia para o mundo porque ele tinha um propósito maior e que naquele período, porque conforme a gente ouviu das reflexões do Dr. Bezerra de Menezes. Nesse estado, a alma ela vai se expandir e vai ter outros contatos que também vai estar reaccendendo

maior e que naquele período, porque conforme a gente ouviu das reflexões do Dr. Bezerra de Menezes. Nesse estado, a alma ela vai se expandir e vai ter outros contatos que também vai estar reaccendendo os propósitos e os ideais. Mas há um detalhe nessa descrição de dona Amélia Rodriguez quando estabeleceu o diálogo com Maria, que também disse a Jesus que se ele tivesse estado antes, Lázaro não teria morrido. As pessoas que conheciam a família, especialmente que eram mais próximas de Lázaro, estavam chorando. Quem de nós quando desencarna um ente querido, uma pessoa querida, não vai também expressar a sua saudade, a sua tristeza, vai chorar. E aí eles viram as pessoas que estavam naquele momento Jesus chorar. E aí a gente pensa, Jesus, espírito puro, que reencarnou com uma missão para poder estar trazendo para nós tudo quanto foi essencial na segunda revelação. Mas o fato de mergulhar na experiência do corpo nos traz a questão da humanidade. Jesus chorou. Mas por que ele chorou? Ele chorou porque Lázaro é uma era um amigo. É um amigo. E nessa expressão que dona Amélia Rodrigues traz, nós podemos também estar pensando, Jesus nos convida para a reencarnação, porque ele governa o nosso planeta. Ele dá as coordenadas para as nossas existências através dos seus emissários. É claro que Jesus está mais próximo de uns do que de outros. Porque quando nós pensamos nos nossos amigos, se passarmos agora a nossa mente em revista, quem são os nossos verdadeiros amigos? Certamente algumas imagens vão se apresentar à nossa mente. Uns são mais próximos, outros estão pouco mais afastados, mas são os nossos amigos. Imaginemos o que é ter este sentimento de que Jesus é o nosso amigo. É um sentimento de pertencimento, de amorosidade. Então, Jesus naquele momento chorou. E aí vem uma frase trazida neste capítulo de que o amor é como um suave perfume que todos presentem. É o amor que se manifesta, que se manifesta na amizade, que se manifesta na família, que se manifesta na presença de todos aqueles encarnados e

que o amor é como um suave perfume que todos presentem. É o amor que se manifesta, que se manifesta na amizade, que se manifesta na família, que se manifesta na presença de todos aqueles encarnados e desencarnados. que estão trazendo para nós esta movimentação em nossa existência. É o amor que nós sentimos que vibra no nosso íntimo quando passa em nossa existência alguém que não temos contato, que não conhecemos, mas que ao estabelecer um diálogo conosco, vibra em nosso íntimo este sentimento. Então, dona Amélia Rodrigues vai falar sobre esta expressão de amor, como este perfume suave que todos presentem. Será que nós conseguimos sentir o aroma, o perfume que espraia daquelas pessoas as quais nós consideramos como os nossos amigos? Quem são os nossos amigos? Porque ali estava claro que Jesus tinha uma apreço, tinha este sentimento por Lázaro, por Marta e por Maria. Mas se nós olharmos a vida de Jesus, ele também se destacou em tantas e outras condições com este sentimento, expressando para tantos quanto o buscavam, através do olhar, através da palavra, através da energia que envolvia e que tocava, que tocava a alma de todos aqueles que sentiam a sua presença, que é exatamente o que nós desejamos neste momento, em todos os momentos que nós lemos sobre Jesus, ouvimos sobre Jesus, dialogamos sobre ele, porque esta presença amorosa, ela tem que vibrar em nós este amor. E quando nós sentirmos a presença, o envolvimento, a energia amorosa de Jesus, nós não poderemos ser mais as mesmas pessoas e temos o dever que é a obrigação moral da criatura para consigo. Lázaro escreve isso no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17º, no tópico o dever. Então, nós temos o dever de estar também espalhando esta energia amorosa que emana do nosso ser. Uma consciência desperta que talvez em algumas circunstâncias estejamos adormecidos. para o mundo, quando manifestamos o nosso egoísmo, o nosso orgulho, a nossa vaidade, a nossa presunção, o nosso desejo de vingança, o nosso ciúme, então são tantas condições

ias estejamos adormecidos. para o mundo, quando manifestamos o nosso egoísmo, o nosso orgulho, a nossa vaidade, a nossa presunção, o nosso desejo de vingança, o nosso ciúme, então são tantas condições que ainda se apresentam na nossa caminhada e que precisamos estar atentos porque Jesus estar a nos fazer o convite. para que despertemos, para que o mundo transitório não nos deixem nos deixe adormecidos e fiquemos envolvidos e distraídos por estas questões que dizem respeito à matéria. Mas aí Jesus dá o comando para Lázaro levantar, sair para fora e andar. E assim ele se apresentou, porque como estava envolvido, foi retirado todo aquele tecido que cobria o seu corpo. E este convite que Jesus fez a Lázaro naquele momento, tenhamos a certeza de que Jesus continua a nos convidar a levantar. sair para fora e andar. E aí vamos pensar em que situações ainda estamos presos. Os nossos passos é como se os pés tivessem atados, como fazemos quando um indivíduo vai a óbito. Mas nós precisamos retirar tudo quanto nos mantém presos, amarrados. E esta prisão, ela está em nossa consciência, que ainda não consegue se libertar. destes atavismos. Então, Jesus está fazendo um convite para que não continuemos adormecidos, porque estamos aqui, ouvimos reflexões, alguns nós olhamos o ambiente, temos vários colaboradores de diversas atividades em nossa casa, que estas atividades elas nos trazem uma movimentação íntima para podermos sair desse estado de inconsciência ou consciência adormecida ou adormecida que já saiu para um patamar mais adiante, que já consegue sonhar, mas que ainda não sabe movimentar esta grande potência de nossa alma que se chama vontade. E aí a gente lembra de Leon Deni quando nos fala no livro Problema do Ser destino da Dor sobre esta grande potência, as potências da alma, falando da vontade, mas ele também vai falar a respeito do amor, que as almas mais puras são as que mais sentem, como Jesus sentiu naquele momento. aquele movimento de choro, de saudade. E ele também chorou. E ele também se

ele também vai falar a respeito do amor, que as almas mais puras são as que mais sentem, como Jesus sentiu naquele momento. aquele movimento de choro, de saudade. E ele também chorou. E ele também se compadeceu das irmãs, dos amigos, daquelas pessoas, porque ele também trazia aquele sentimento. Então, percebam que Jesus, espírito puro, também manifestava a sua condição de humanidade e que às vezes nós não nos permitimos, quando nos equivocamos o reconhecimento de que estamos transitando por esta experiência do corpo que é falível, que vai cair, vai levantar, Depois cai novamente, depois levanta até conseguirmos galgar o patamar que vai nos impulsionar a plenitude. Mas é preciso cada um pensar em estabelecer as suas metas se porventura reconhece que ainda está em uma condição de consciência desperta. incipiente, que é aquela onde a vontade ainda não atua de maneira mais firme para poder sair das condições que o aprisionam ao primitivismo. Então, há muito trabalho a ser feito, porque se reconhecemos as diferentes condições que nos mantém aprisionados, adormecidos ou em despertamento, mas que ainda não consegue avançar o quanto deveria, é preciso voltar, recapitular e estabelecer metas. Sem metas, nós não damos o passo seguinte, mas eu só posso reconhecer que eu estou adormecida para o mundo se eu de fato me proponho a este despertamento, porque eu posso ter ao meu redor algumas pessoas que me assinalam esta condição, porém eu ainda não me encontro preparada, com a vontade firme, porque nesse processo eu preciso estar conjugando esforço, vontade, perseverança para poder sair desta condição. Então, quando Jesus observou Lázaro naquela condição e que sabia o tempo certo voltar, vejam só, se nós recebemos um pedido de que um amigo está precisando de nós, a gente vai, não, daqui a pouco eu vou aí o amigo, o a o aqui vem falar conosco, mas é urgente. Ele está morrendo. A gente vai agir que nem Jesus. A gente vai fazer passar pela frente, derrubar para atender um amigo. Isso é o que nós fazemos, porque ainda

o aqui vem falar conosco, mas é urgente. Ele está morrendo. A gente vai agir que nem Jesus. A gente vai fazer passar pela frente, derrubar para atender um amigo. Isso é o que nós fazemos, porque ainda não chegamos neste patamar de percepção, de compreender, não, eu posso ir no dia seguinte, eu posso ir daqui a dois dias. No tempo que eu chegar, é o tempo que aquele que está naquela condição precisará passar por isso para ressignificar a sua existência. Então, às vezes nós próprios nos atropelamos nas condições que se apresentam a nossa existência, porque também não nos colocamos nesta condição de oração. Antes de Jesus falar com Lázaro para ele sair para fora, levantar e andar, Jesus orou. Ele pediu a interferência de quem? Conexão direta com o pai. Ele sabia que precisava daquele recurso. E nós estamos buscando este recurso da oração nas diferentes condições. Ou a oração ela só chega nas dificuldades, nas aflições, nas dores. É claro que a qualquer instante que as nossas mentes se conectam com a espiritualidade superior, nós vamos estar recebendo a resposta à aquele pedido. Mas quanto maior for a nossa integração, o que é este maior tempo de integração? Não é somente quando eu acordo, não é somente quando eu vou dormir, não é somente nos horários específicos, mas sim buscarmos fazer com que todo este nosso momento de vigília seja um momento de permanente integração com esta esfera superior. Então Jesus naquele momento orou. Ele pediu as forças, os recursos para que pudesse atuar e ele já sabia qual seria o resultado. Mas lembremos do que o Dr. Bezerra de Menezes falou desse estado de catalepsia para poder trazer vigor tonos vital a células que já estavam em um estado de debilidade ou que poderia ter a atuação. Quando nós vamos na própria história de Jesus, sabemos que outros momentos ele atuou em estado de catalepsia, filha de Jairo, viúva de Naim. Então a gente vai percebendo que diversas circunstâncias narradas e sabemos que outras que não estão nas narrativas, mas que não

entos ele atuou em estado de catalepsia, filha de Jairo, viúva de Naim. Então a gente vai percebendo que diversas circunstâncias narradas e sabemos que outras que não estão nas narrativas, mas que não deixaram de acontecer. E isso atravessa a história, não aconteceu somente na época de Jesus, mas trazendo para nós que também temos o poder, o poder magnético. O que é que nós fazemos quando terminamos a exposição doutrinária, a aplicação dos passes, que são esses recursos que vamos estar transmitindo o passista, atuando em conjunto com o mundo espiritual que se faz presente e que vamos receber aquelas energias que irão atuar em nosso organismo conforme as nossas necessidades. Ah, mas eu estou com a doença, eu tomo passe a vida inteira e não me curo. Estaríamos pior se não recebêssemos aquela energia, porque não podemos desconsiderar as nossas necessidades evolutivas. Então, buscarmos mais o recurso da oração, este poder fabuloso que está disponível em todos nós, sem distinção. E aí nós vamos percebendo que nesse estado cataléptico, conforme as orientações do Dr. Bezerra de Menezes, no livro Recordações da Mediunidade. O espírito, a alma que se desprende, pode também ter contatos com as esferas inferiores e quando retornar está com os processos obsessivos, com as visões que teve e que não foram boas visões. Isso está carregando no seu modo de viver. E aí nós vamos despertar para as realidades do ser espiritual que somos. Este despertamento, ele abre infinitas possibilidades para avançarmos em nossa marcha evolutiva de maneira mais rápida. Se não nos predispormos a este despertamento, não tem problema. Jesus aguarda pacientemente a todos nós sem distinção. Ele nos ama incondicionalmente, como o nosso pai também nos ama, também cuida de nós, também está atento a todas as nossas necessidades. Agora, como pessoas que já estamos numa condição de consciência desperta, a nossa meta seguinte é sairmos para a transcendência do eu. E aí, o que é que nós vamos movimentar para alcançar o próximo patamar?

como pessoas que já estamos numa condição de consciência desperta, a nossa meta seguinte é sairmos para a transcendência do eu. E aí, o que é que nós vamos movimentar para alcançar o próximo patamar? é trabalhar as nossas grandes mazelas que se chamam egoísmo, que se chama orgulho. Aliás, orgulho e egoísmo estão dentro do mesmo patamar, sendo que quando Kardec vai indagar, dentre os vícios, qual o mais radical, 907, temos dito muitas vezes o egoísmo. Então nós sabemos que o egoísmo, conforme até Emanuel vai trazer no Evangelho Segundo o Espiritismo, chaga moral, é preciso nós termos como ponto de partida para esta movimentação, para a transcendência do eu, para sairmos desse estado de adormecidos para o mundo. Lázaro dorme para o mundo. É uma condição que nós em algumas circunstâncias estamos dormindo para o mundo. Para despertar, nós precisamos fazer esta movimentação, mas cada um vai identificar em si o que precisa trabalhar. Talvez eu falar aqui de egoísmo não seja a realidade da maioria de vocês, mas nós temos ainda os pontos nevráuticos que precisamos trabalhar para poder alcançar o próximo patamar, que ainda não é a consciência cósmica, é a consciência de transcendência do eu. E aí se perguntar, hoje, sábado à noite, eu saí da minha casa ou eu nem saí de noite, eu saí de tarde, eu já estava aqui em outras atividades e aí eu resolvi continuar aqui e como foi a minha trajetória, eu vim para cá e eu ouvi, bom, eu saio daqui, eu saio daqui e serei a mesma pessoa ou eu vou sair daqui com uma mobilização, uma movimentação íntima para dar este pequeno salto que vai se somando com o salto do dia seguinte, da semana seguinte, do mês seguinte, do ano seguinte. E aí, quem sabe eu saia desta experiência com esta consciência de transcendência do eu, deixando os pequenos conflitos, as pequenas rugas da convivência, os pequenos detalhes que ainda são as marcas negativas e frágeis da nossa caminhada. Vamos esquecer o eu. Vamos pensar no nós. Vamos pensar no todo. Jesus, ele saiu de onde ele estava para atender

ia, os pequenos detalhes que ainda são as marcas negativas e frágeis da nossa caminhada. Vamos esquecer o eu. Vamos pensar no nós. Vamos pensar no todo. Jesus, ele saiu de onde ele estava para atender a um amigo. Mas esta condição, ela não foi somente na direção de Lázaro, de Marta e de Maria. foi na direção de todos aqueles que precisavam também daquele impulso para que adormecidos para o mundo, pudessem despertar para esta realidade da natureza espiritual. Somos espíritos imortais. Temos que ter esta convicção. Estamos em uma experiência transitória hoje aqui. Talvez amanhã tenhamos sido, seremos convidados a fazer a nossa viagem de retorno. E aí o bonde vai passar. Hoje é o seu dia. Eu pego o bonde e aí vou na direção da imortalidade. Com que bagagem? O que eu estou levando nesta mala que vai se apresentar no Tribunal da nossa consciência com todos esses feitos? Então, é preciso lembrar de que estamos aqui com propósitos que foram estabelecidos, que foram firmados, que foram acolhidos e que agora e que agora se apresentam diante de nós com as esferas do trabalho, com os desafios, com as ascensões e com os pequenos nos deslizes, mas que cada um destes pontos tenha o nosso olhar de compreensão, de compaixão, por aqueles momentos em que nós não conseguimos atender a realidade do ser espiritual que somos. Temos que ter compaixão por nós, pelas nossas fragilidades, mas precisamos também ter o olhar para as nossas potencialidades. Quantos talentos Deus nos doutou nesta existência para podermos utilizar a serviço não somente nosso, mas principalmente do nosso próximo. Então, que possamos aproveitar o ensejo que se apresenta em nossas existências para não permanecermos mais adormecidos para o mundo, para que no momento da grande prova ou das pequenas provas e exames que a vida estar a nos convidar continuamente, estejamos naquele exame. convictos de consciência tranquila, que se não der certo, se houver talvez uma reprovação, nós vamos refazer, porque esta é a proposta da nossa

r a nos convidar continuamente, estejamos naquele exame. convictos de consciência tranquila, que se não der certo, se houver talvez uma reprovação, nós vamos refazer, porque esta é a proposta da nossa existência. Reencarnamos para refazer estes caminhos. Então, temos a oportunidade, mas não podemos toda hora deixar passar as oportunidades. Não, agora tá difícil, vai ser depois. Não, no próximo ano, não, na próxima semana. A hora é quando ela se apresenta, o testemunho. Todos nós somos convidados ao testemunho em algum momento ou alguns momentos da nossa existência. E nesta hora estaremos adormecidos ou despertos. Jesus nos faz o convite para este despertamento, que possamos abrir o nosso íntimo para que esta mensagem ela se solidifique cada vez mais em nossas existências. Antes de encerrar, nós queríamos lembrar que hoje desencarnou uma pessoa muito querida, trabalhadora de nossa causa, casa, Geraldo Azevedo, que no projeto Manuel Filomeno de Miranda ele fez parte inicialmente, eram quatro o quarteto, mas por uma questão de saúde ele precisou se afastar e também foi trabalhador da nossa gráfica. Então, ele já eh esteve durante muito tempo nessas atividades, era trabalhador da seara mediúnica também e hoje ele se despediu da experiência no corpo físico. Então, que a gente possa trazer a imagem de um trabalhador de nossa casa que fez a sua viagem de retorno e que certamente levou uma expressiva bagagem para poder apresentar na hora que for chamado a prestação de contas. Que Jesus nos ampare, nos abençoe e que nos leve impulsionados a buscar a transcendência do eu. Muita paz. Agradecemos a nossa Tânia a belíssima exposição e vamos aproveitar esse ambiente harmonioso decorrente de tudo isso que foi dito e da presença dos prefeitores para o momento do passe. Convidamos os passistas do dia de sábado para se colocarem em posição e pedimos aos assistentes que permaneçam em prece, sintonizando com os benfeitores da casa que nos permitiram esses momentos de elevação, de comunhão. com Jesus

de sábado para se colocarem em posição e pedimos aos assistentes que permaneçam em prece, sintonizando com os benfeitores da casa que nos permitiram esses momentos de elevação, de comunhão. com Jesus de reflexão, de tal forma que possamos sair daqui pensando no valor da amizade, pensando no exemplo de Jesus com um amigo querido, pensando que Jesus também é nosso amigo, mas que devemos provar que somos amigos dele, porque foi ele que disse que aquele que o amasse deveria cumprir os seus ensinamentos. E se nós amamos Jesus como um amigo muito querido, estamos cumprindo os seus ensinamentos, vamos levar para casa as reflexões desta noite, sobre a necessidade do estudo, sobre a necessidade da prática da caridade. sobre a necessidade da compreensão da vida e da morte e dizermos: "Senhor Jesus, amado mestre, graças vos rendemos mais uma vez pela noite de hoje. permitir que as reflexões que iremos fazer, os estudos que estamos dispostos a realizar nos beneficiem no nosso crescimento espiritual. Nós temos o conhecimento intelectual de que somos espíritos, que temos várias reencarnações e que precisamos progredir, mas é necessário p isso em prática. Por isso vos suplicamos, fortalecei a nossa fé na vossa proteção. Fortalecei a nossa confiança na proteção de nossos anjos de guarda. Fazei, Senhor, com que creiamos que somos filhos de Deus e temos o princípio divino em cada um de nós. Aproveitamos esse momento de comunhão para pedir pelo querido Geraldo que retorna à pátria. e também recordando o querido Divaldo, que hoje completa alguns meses de retorno, que ele receba as vibrações da nossa gratidão, do nosso carinho, do nosso amor. Pedimos ainda por todos os nomes que estão colocados lá fora, de encarnados e desencarnados. e de uma forma especial pela nossa querida Antonieta que se encontra hospitalizada. Assim Jesus, gratos infinitamente ao vosso coração, pedimos permissão para que em vosso nome e em nome de Deus declaremos encerrada a reunião desta noite.

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