T6:E30 • Painéis da Obsessão • Assistência e Responsabilidade

Mansão do Caminho 29/06/2025 (há 9 meses) 1:04:00 1,238 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No 30º episódio da temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert aprofunda o capítulo “Assistência e Responsabilidade”, da obra Painéis da Obsessão, ditada por Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com João Korngold como host, Vânia Maria de Souza no resumo e reflexões conduzidas por Lincoln Barros de Sousa e Tânia Menezes, o estudo destaca o compromisso moral e espiritual daqueles que se dedicam à tarefa de assistência aos que sofrem. Um episódio que nos chama à consciência das consequências de nossas escolhas e à seriedade da ação no bem. 📖 Um convite à vigilância, ao amor ao próximo e à responsabilidade diante dos compromissos assumidos na seara do Cristo. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Inscreva-se no canal, curta e compartilhe este conteúdo com seus grupos de estudo e familiares. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #AssistênciaEspiritual #ResponsabilidadeEspiritual #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #JoãoKorngold #VâniaMariaDeSouza #LincolnBarros #TâniaMenezes #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #Desobsessão #DoutrinaEspírita

Transcrição

Olá, amigos, amigas, muito bem-vindos a mais um estudo do livro Painéis da Obsessão. Hoje, capítulo 29, assistência e responsabilidade. Estamos aqui acompanhados dos nossos queridos coordenadores Vânia de Souza, Tânia Menezes e Lincol Barros para fazer o resumo e os aprofundamentos. Mas antes de começarmos, vamos levar nossos pensamentos pedindo a proteção do Mestre Jesus, a inspiração dos amigos espirituais que nos dirigem, que supervisionam o trabalho deste grupo, a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, o nosso querido Divaldo Franco, que através do espírito Manuel Filomeno de Mirando nos trouxe esta brilhante obra que nos ajuda a entender nossa jornada como espíritos eternos. Pedimos a proteção de todos que nos assistem, familiares, amigos, os coordenadores, os trabalhadores desse estudo, que possamos estar protegidos, inspirados e agraciados com a iluminação e a proteção dos amigos espirituais. Agradecemos mais uma vez ao Mestre Jesus por esta oportunidade única e com nossos corações cheios de gratidão, pedimos permissão para começarmos nossos trabalhos. Que assim seja. Então nós vamos começar então o o estudo de hoje com a nossa querida Vânia, fazendo o resumo do capítulo. Vânia, é com você. Boa noite, João. Boa noite, querida Tânia. Boa noite, querido Lincoln e querido João também, né? Boa noite a todos os queridos amigos e irmãos que nos acompanham. No capítulo anterior, vamos dar uma lembradinha. Vimos que a enfermidade de Argo se agravou e se reinstalou o quadro tuberculoso tuberculoso. Os espíritos, irmã Angélica Bernardo e Dr. Aldo e o médium Venceslau entraram no dormitório de Argos e oraram quando adentrou-se no recinto o espírito Felipe, conduzido por dois cooperadores do grupo espiritual. Houve então, como lembramos, uma avalanche de acusações de Felipe. Neste clima, Argos, profundamente atingido pelas recordações do passado, pela primeira vez ele orou muito contrito, rogando a ajuda do Pai Celeste. Após os aconselhamentos da benfeitora Angélica, Felipe foi amparado pelos

rofundamente atingido pelas recordações do passado, pela primeira vez ele orou muito contrito, rogando a ajuda do Pai Celeste. Após os aconselhamentos da benfeitora Angélica, Felipe foi amparado pelos enfermeiros e conduzido a lugar apropriado. Arcos em espírito, recebeu passes e adormeceu. E o capítulo de hoje se inicia contando que no dia seguinte os benfeitores foram à casa em que residia Arcos e foram recebidos pela mãezinha desencarnada dele, que estava feliz com as melhoras do filho. A febre havia amainado e ele passou a noite em regular repouso. Ausência obsessiva de Felipe era-lhe francamente benéfica, já que não sofria a ingestão dos fluidos venenosos, nem experimentava a nefastação mental do adversário, que lhe perturbava expressivamente os centros de força do perespírito. Dr. Frobel estava presente. E só para lembrar, o Dr. Freébio, nós encontramos este personagem no capítulo 5. Ele é o diretor da clínica no mundo espiritual e que na ocasião ele elaborou uma técnica de sobrevida em arcos com aplicação do Prana. Então o Dr. Fruebel examinou doente e confirmou: "Não há mais dúvidas quanto ao reaparecimento da tuberculose pulmonar agravada pela presença dos vibrões mentais que ainda se encontram nas células. Segundo o especialista, a volta da tuberculose não estava prevista, pelo menos para aquele período, houvesse Argos vigiado convenientemente e teria adiado ou mesmo evitado o retorno da doença", declarou o médico benfeitor. Enquanto o homem não aprender a comandar a mente sob o império de uma vontade bem direcionada, ser-lheá a vítima contínua, sua própria vítima. A acomodação mental, prossegue ele, responde por muitos amales que esfalecem o, desculpe, que esfaleçam os planos ideais de muitos corações. Através dos fios invisíveis do pensamento, movimentam-se forças de difícil catalogação pela linguagem convencional. E é através desses fios invisíveis que se canalizam as vibrações obsessivas, dando gênero aos estados de desequilíbrio psíquico de início e

e forças de difícil catalogação pela linguagem convencional. E é através desses fios invisíveis que se canalizam as vibrações obsessivas, dando gênero aos estados de desequilíbrio psíquico de início e físico mais tarde. Dr. FRE, acreditando na necessidade de uma intervenção mais rigorosa, iria consultar o diretor a respeito das providências que fossem melhores para Argos e recomendou a Bernardo, espírito que dava passes, que lhe aplicasse a terapia fluídica sistematicamente a cada 4 horas, de modo a auxiliá-lo dentro das possibilidades. que os seus créditos o permitissem. Argos, lembrando vagamente dos acontecimentos da véspera, mantinha-se em clima de prece e, novamente prometia regeneração, recandidatando-se ao serviço da caridade, conforme da caridade ele vivia. A presença da morte, diz Filomeno, é sempre uma proposta de imediata reforma íntima. Quando o homem a presente, valoriza a roupagem carnal e a oportunidade que invariavelmente desconsidera. Em tais momentos, não raro, fazem promessas e negociam com a divindade em vãs peixinchas que denotam a infância moral que ainda em que ainda eles estagiam. Quando o perigo passa e a saúde retorna, modificam as paisagens mentais e arrojam-se novamente aos mesmos programas de insensatez, com raras exceções, mais ávidos, mais petulantes, mais imprudentes. Chega o momento, porém, em que não mais podem adiar o retorno e são colhidos entre prantos e lamentos, igualmente insensatos, rogando a compaixão e ao apoio que não quiseram ou não pretenderam dar-se ou doar aos outros. A lição dos sofrimentos, no vai e vem dos propósitos de Ágos, mostrava claramente que devemos ter maior consideração pela bênção da fé e pela felicidade do trabalho fraternal em favor do próximo. Certamente que a ausência de Felipe não lhe modificava o quadro de débitos, porque notava-se que os outros inimigos, a quem Argos no passado, quando antigo o cita, acumulou. E esses inimigos não se haviam modificado porque parecia que aguardavam ocasião própria para

débitos, porque notava-se que os outros inimigos, a quem Argos no passado, quando antigo o cita, acumulou. E esses inimigos não se haviam modificado porque parecia que aguardavam ocasião própria para cobrança. providências fluídicas tomadas por Bernardo, não por mérito do enfermo, mas sim por acréscimo da misericórdia do Senhor, evitavam que os perseguidores se atirassem sobre os tecidos orgânicos desconjuntados de arcos. Filomeno e os demais companheiros experimentavam uma grande compaixão pelo rapaz que impensadamente desperdiçava tantas bênçãos, pois que ainda não havia se resolvido por abrandar as imposições egoísticas e pensar no seu próximo. Nesse ínteim, o Dr. Gostosa informa que nova intervenção cirúrgica espiritual estava programada para o socorro de emergência dali duas noites. O novo recurso cirúrgico no plano espiritual, devidamente autorizado pelo espírito foi então realizado. Repetiu-se com pequena variação a primeira intervenção, aquela descrita no capítulo 5, onde foram reaplicados agora o má prana, ou seja, a energia superior e de vitalidade extraída dos fluidos orgânicos da natureza, principalmente da clorofila e também do médium vencesal, que novamente se prontificou a auxiliar o amigo em fêo. Concluída a intervenção superior, a irmã Angélica, não ocultando a sua preocupação, advertiu Argos, que estava em estado de semilucidez espiritual no desprendimento parcial pelo sono. Abrimos aspas pela para a benfeitura. Ela diz: "Filho, esquece a vacuidade antes que despertes vazio. O compromisso da reencarnação não é viagem ao país da futilidade, especialmente para os que estão muito comprometidos com tarefas interrompidas e tem no passado o caminho juncado de vítimas. age no bem com menos palavras e mais serviço. E continua ela advertindo argos. E após uma ligeira pausa, para que o seu filho espiritual pudesse absorver em profundidade o conteúdo das palavras, irmã Angélica informou: "Abrimos aspas. ficarás no corpo por mais tempo. Cuidado com tuas decisões

eira pausa, para que o seu filho espiritual pudesse absorver em profundidade o conteúdo das palavras, irmã Angélica informou: "Abrimos aspas. ficarás no corpo por mais tempo. Cuidado com tuas decisões emotivas, sem amadurecimento, nascidas dos entusiasmos e refletidos em que te vês esquecido dos que te ajudam. Provarás o licor de outras tentações. Na taça do suborno emocional à vaidade, ninguém te dirá como agir. Será, portanto, justo que te informes a ti mesmo, a fim de assumires inteira responsabilidade pelos resultados. Escolhe o bem. Do mundo já tem as marcas. Observa quais são as marcas do Cristo que carregarás. estaremos contigo. No entanto, é necessário que estejas conosco de livre vontade para que o nosso intercâmbio continue. Estaremos contigo. De nossa parte, esperamos contar contigo também para o bem, da mesma forma que tu tens fluído do bem que nunca nos é negado. Desperta, portanto, para a vida. E que Deus te abençoe. Em seguida, Argos foi trazido de volta ao corpo. O mesmo acontecendo com o médium Encesal. Filomeno conseguiu permissão para acompanhar o caso e suas consequências por mais tempo, ciente de que a crença pura e simples não é passaporte válido na aduana da vida, mas sim os atos que constituem sempre e sem nenhum equívoco o salvo conduto de innegável valor que libera o viajante. nas diversas fronteiras da sua jornada evolutiva. Muito obrigada pela atenção. Obrigado, Vânia. Excelente resumo. Vamos agora dar início aos aprofundamentos com o nosso querido Lincol Lincol. Com você, queridos amigos. Tânia, Vânia e João. Abraço vocês com muito carinho. Sempre uma alegria estar neste grupo com os nossos estudos conjuntos. Enviamos também a vocês e a todos aqueles que nos acompanham um abraço fraterno das três fronteiras aqui, Brasil, Paraguai e Argentina e Foz do Iguaçu, para esses países de irmãos que aqui se encontram como um exemplo de fraternidade eh que devemos buscar entre as nações. O nosso estudo de hoje, como sempre, o autor, o o venerando Manuel Filomeno

çu, para esses países de irmãos que aqui se encontram como um exemplo de fraternidade eh que devemos buscar entre as nações. O nosso estudo de hoje, como sempre, o autor, o o venerando Manuel Filomeno de Miranda, sempre coloca seus comentários muito precisos, fazendo destaques que nos chamam a atenção e naturalmente cada personagem que também coloca na fala dele, entregará eh informações, conhecimentos e orientações também muito ricas para todos nós. Essa é a virtude de estudar, não apenas ler um livro, mas estudar a obra que nós estamos abraçando. E desde já o primeiro parágrafo, Manuel Filomeno faz um destaque interessante dizendo que uma vez terminados os os passes públicos naquela instituição onde eles estavam, eh eles receberam na sala fluídica, na sala de terapia fluídica, o Dr. Frebel, que já foi apresentado aí pela nossa querida Vânia na sua, no seu resumo. Então, chamo atenção aqui a a todos nós que estamos vinculados a uma casa espírita, seja como trabalhadores ou como frequentadores, aquelas casas que têm o reconhecimento do mundo espiritual como uma entidade séria, que faz o seu trabalho dedicado, onde cada um cumpre as suas tarefas com o dever de fraternidade na prática da caridade, como nos recomenda aí a doutrina espírita, os espíritos tomam aquela entidade cidade ou aquele local como o núcleo de socorro aos desencarnados também, não apenas aos encarnados no momento dos passes públicos, mas transformam o centro espírita num verdadeiro hospital de tratamento também aos desencarnados. Por que que nos chama atenção essa menção que fez o nosso Manuel Filomeno para nos dizer que nós temos como responsáveis pela instituição Centro Espírita onde nós estivermos, esse dever de manter a estrutura, o trabalho, o serviço no bem, a dedicação ao amor, ao acolhimento à as pessoas encarnadas que ali vem e aos desencarnados também para fazer esse trabalho trabalho conjunto, porque os espíritos não param de trabalhar e mas a nossa responsabilidade aqui no campo da matéria, ela tem que

nadas que ali vem e aos desencarnados também para fazer esse trabalho trabalho conjunto, porque os espíritos não param de trabalhar e mas a nossa responsabilidade aqui no campo da matéria, ela tem que ser também muito precisa. Então, chamou-nos a atenção esse destaque que fez o nosso querido Manuel Filomeno. Na sequência, quando o grupo vai visitar Argos em sua em sua residência e ali encontram a dona Anaí, a mãe desencarnada de Argos, também é um outro destaque interessante em várias obras, especialmente de Manuel Filomeno, mas encontramos também nas obras de André Luiz, eh vários instantes em que as mães adotam uma participação muito importante nos trabalhos que são realizados em relação a espíritos em desequilíbrio. especialmente como é o caso aqui da dona Naí, atendendo o seu filho. Ela dedicada a a atender aquele que ficou na matéria estando no plano espiritual, não deixou de ser mãe aquela que o colocou para a experiência física. Nós, numa obra que estudamos anteriormente nas fronteiras da loucura, tivemos lá também um momento desse estilo em que, estando o benfeitor Bezerra de Menezes tratando e dialogando com um espírito obsessor muito renit orientações que ele que ele transmitia, eh mentalmente ele fez um chamamento à mãe daquele espírito que veio naquele instante trazendo inclusive a neta que era filha do espírito obsessor, que havia desencarnado com cerca de 12 anos, me parece. E e os as duas chegando ali naquele instante impactaram emocionalmente aquele espírito e ele então ficou sensibilizado com aquela oportunidade do reencontro com a sua mãezinha e com a filhinha. Então, os espíritos utilizam esta dinâmica do amor que transita pelo coração materno também para socorrer a todos nós. Chama-nos atenção naturalmente, porque nós, que somos filhos, devemos eh dedicar uma gratidão muito profunda às nossas mães, em especial, que são aquelas cocriadoras no campo da matéria com Deus, trazendo-nos a oportunidade de um corpo que é gerado no ventre da nossa mãe e

dedicar uma gratidão muito profunda às nossas mães, em especial, que são aquelas cocriadoras no campo da matéria com Deus, trazendo-nos a oportunidade de um corpo que é gerado no ventre da nossa mãe e trazido à luz para as nossas experiências. Então eu tomo sempre esse registro Manuel Filomeno como uma sutil mensagem que nos chega para nos chamar atenção de alguma forma, porque não é por acaso que ele faz essas menções nas suas obras. Seguindo adiante e aproveitando a visita que o Dr. Frober fez a casa de Argos. Ele, como foi dito pela Vânia também no seu resumo, eh, concluiu pela observação dele que realmente a doença estava tendo ali uma recidiva, ou seja, retornou àela tuberculose nos meses que antecederam aquele momento, que foi agravando-se ao longo dos dias, em razão de um fator muito importante que ele identifica ali, que o nosso querido Argos, o nosso irmão, não vigiou convenientemente a suas atitudes, os seus pensamentos, os seus desejos e trazendo então de volta aquele elemento que já o castigava, entre aspas, né, ou que o atingia de uma forma muito contundente. E o Dr. Freber aproveitou então aquele ensejo para transmitir algumas ponderações a respeito da mente. E ele começa dizendo que o homem, enquanto ele não aprender a comandar a mente sobre o império de uma vontade bem direcionada, nós seremos sempre vítimas das nossas produções mentais. E isso nos chama atenção, é um alerta que nos traz o espírito no contexto de um de experiências graves que se realizam, tomando como exemplo um um fracasso transitório aí do Agos, né, na recidiva da doença dele. E aí, se nós vamos tomar este elemento, a mente, o pensamento e a vontade, e vamos analisar um pouco na literatura espírita, nós vamos ver lá na parte da, na terceira parte do livro dos espíritos, quando Allan Kardec coloca ali as leis morais, quando ele fala da lei de liberdade, tem um tópico muito importante lá que é liberdade de pensar. Então, Allan Kardec pergunta aos espíritos: "Haverá no homem alguma coisa que escape a todo

is morais, quando ele fala da lei de liberdade, tem um tópico muito importante lá que é liberdade de pensar. Então, Allan Kardec pergunta aos espíritos: "Haverá no homem alguma coisa que escape a todo constrangimento e pela qual goze de absoluta liberdade?" Olha a questão eh crítica que ele coloca. E os espíritos respondem: "No pensamento goza o homem de ilimitada liberdade, pois que não há como pôr-lhe peias. pode-se lhe deter aniquilá-lo. E na sequência, ele ainda pergunta: "É responsável o homem pelo seu pensamento?" A resposta é clara. perante Deus. é somente a Deus, sendo possível conhecê-lo, ele o condena ou o absolve segundo a sua justiça. Compreendendo aqui que a ação dessa justiça será a aplicação eh na de retorno a cada um de nós, de tudo aquilo que nós semearmos em termos de criação mental nas elaborações do nosso pensamento, que vai corresponder à sintonia com elementos semelhantes no ambiente onde nós estamos, seja a sintonia com encarnados ou seja a sintonia com desencarnados no especialmente no campo das experiências. físicas, tudo que nós pensamos, que geram ideias, que movem ações, que promovem decisões, que nos colocam em situações diversas, o resultado dessas ideias que nascem em nós e se expandem ao nosso redor vão representar aquilo que nós semeamos durante a nossa experiência de convivência com os irmãos de caminhada, seja no campo da relação familiar, seja no campo da nossa relação profissional. ou no campo da nossa prática religiosa, no caso nosso aqui na na casa espírita, em qualquer contato com a sociedade que nós mantemos, nós então seremos um espelho que será observado pelas pessoas que estão à nossa volta, como nós observamos as outras pessoas também e colhemos dela ou recolhemos delas aquilo que nós concluímos pela forma como se dirigem também na sua maneira de pensar. Então, claro, liberdade absoluta é a liberdade de pensar, mas a criação mental que nós fazemos e o resultado produzido por essa criação mental nas nossas ações é de nossa responsabilidade plena também. E

ão, claro, liberdade absoluta é a liberdade de pensar, mas a criação mental que nós fazemos e o resultado produzido por essa criação mental nas nossas ações é de nossa responsabilidade plena também. E aí comparece nesse cenário, nós estamos analisando a questão do livre arbítrio, que Allan Kardec vai também eh abordar na questão 843, quando ele pergunta aos espíritos: "Tem o homem o livre arbítrio dos seus atos?" A resposta: Pois que tem a liberdade de pensar tem igualmente a de obrar. Sem o livre arbítrio, o homem seria máquina. Então, irmãos, temos aí, pode-se dizer, o principal elemento da nossa felicidade ou infelicidade. No campo da das elaborações mentais, nós vamos encontrar toda uma criação que nós fazemos em torno da nossa experiência, seja por impulsos que já trazemos de outras encarnações, aqueles mais positivos pelas virtudes que já conquistamos. ou sejam, pelos impulsos mais eh desequilibrados, pelos pensamentos enraizados que trazemos na nossas emoções herdadas de outras vidas, nós estaremos então promovendo aqui no nosso dia a dia, a cada minuto, a cada segundo, as elaborações compatíveis com o nosso nível evolutivo. Tá aí a necessidade de buscarmos ampliar os nossos conhecimentos a respeito da vida, dos valores morais, porque estamos buscando aqui o nosso aperfeiçoamento moral no processo reencarnatório para de para que de tal forma o tempo que estamos no corpo nessa experiência seja muito bem aproveitado como uma oportunidade valiosa que Deus nos entrega para a nossa formação espiritual. Então, o pensamento é a base de tudo. Nós tomos eh efetivamente o que pensamos. Não somos muitas vezes o que achamos que somos, nem o que os outros pensam que nós somos. Nós somos o que pensamos. A nossa vida real é a vida do pensamento. Tanto que ao nos desligarmos do corpo, seremos identificados naturalmente pela qualidade daquilo que nós pensamos. com níveis de percepções pelos espíritos em relação a nós, da nossa superioridade moral, dos pensamentos mais elevados ou também das

identificados naturalmente pela qualidade daquilo que nós pensamos. com níveis de percepções pelos espíritos em relação a nós, da nossa superioridade moral, dos pensamentos mais elevados ou também das da do nosso estado infeliz em que possamos apresentar ao nos retirarmos deste corpo. Então, vemos que a responsabilidade da criação mental é muito grave para todos nós e com relação a a ao nosso contato com as pessoas encarnadas, já é um campo de atividade e de influência muito grave. Se vamos nos referir aos campos da influenciação espiritual, então nós vamos lembrar daquela questão que nos apresenta Allan Kardec, eh, quando fala da intervenção dos espíritos. no mundo corporal, todos nós já a conhecemos, mas vale a pena colocá-la aqui neste momento, que é justamente a pergunta que ele faz na questão 459, se os espíritos influenciam nossos pensamentos e os nossos atos. E a resposta é muito clara e um alerta para todos nós. Eles influenciam muito mais do que imaginais e de ordinário são eles que vos dirigem. A questão que fica então para todos nós é: Que tipo de espíritos estão nos dirigindo? E os espíritos serão aqueles coerentes e sintonizados com o nosso processo de criação mental. Então, a vigilância que Jesus recomenda aliada à nossa oração, vai nos dar o calibre da qualidade melhor daquilo que nós produzimos em termos de pensamentos. E e esse pensamento, ele por natureza ele já nos vincula de alguma forma eh a Deus, porque somos filhos de Deus. Sendo filhos dele, somos da sua essência espiritual. Inclusive, na lei de adoração, quando Kardec aborda essa questão, ele pergunta: "Em que consiste essa adoração a Deus?" E os espíritos respondem: "Na elevação do pensamento a Deus". pela adoração, nós nos aproximamos à nossa alma de Deus. Então, vejam, começa por aí a nossa sintonia com a divindade como um elemento eh motivador da nossa harmonia íntima. Quando fazemos as nossas reflexões, os nossos estudos em através de livros nobres ou diálogos nobres ou vamos fazer as nossas orações, estamos exercitando o

ento eh motivador da nossa harmonia íntima. Quando fazemos as nossas reflexões, os nossos estudos em através de livros nobres ou diálogos nobres ou vamos fazer as nossas orações, estamos exercitando o acesso a uma fonte interminável de recursos que podemos obter de Deus em nosso favor. Então, Allan Kardec comenta em relação a essa nossa decisão de que eh vamos dirigir para um lado ou para o outro, segundo a nossa vontade, a qualidade do nosso pensamento. Na questão 662, ele faz um comentário que diz o seguinte: "O pensamento e a vontade representam em nós um poder de ação que alcança muito além dos limites da nossa esfera corporal, porque nós influenciamos tanto no campo da matéria quanto também estamos influenciando os campos da espiritualidade que está à nossa volta. Diante disso, fica então registrado para todos nós a responsabilidade pelas nossas criações mentais e na nossa educação daquilo que nós pensamos. Porque educar, na acepção que nos coloca Allan Kardec também é criar hábitos, hábitos mais saudáveis como elemento de transformação moral. Como somos herdeiros de átros, viciosos pela nossa condição de espíritos ainda imperfeitos, a vigilância em relação a essa fonte de pensamentos ou emoções inferiores tem que ser vigiada naturalmente para que pouco a pouco possamos sair desta sombra que muitas vezes ficamos nela acomodada, acomodados para buscar as luzes de um tempo novo para a nossa renovação espiritual. Então, investir em autoiluminação é investir na própria felicidade. E o pensamento como fonte de manifestação das nossas emoções e da nossa lógica são os elementos que motivam o nosso processo evolutivo. Ora, navegando mais nas asas da razão, ora navegando mais nas asas do sentimento, vamos equilibrando esses dois elementos para alçarmos voos às alturas da nossa perfeição espiritual que alcançaremos, mas que se realiza no dia a dia das nossas experiências enquanto estamos a caminho aqui enquanto encarnados e também após a nossa desencarnação. Se nós não tivermos esta consciência de

e alcançaremos, mas que se realiza no dia a dia das nossas experiências enquanto estamos a caminho aqui enquanto encarnados e também após a nossa desencarnação. Se nós não tivermos esta consciência de buscar aquilo que é melhor para a nossa alimentação mental, para a partir daí nos manifestarmos através dos sentidos de forma mais positiva, quem o fará por nós? É um exercício da nossa vontade guiada pela vigilância diária que nós vamos conseguir isto. No caso do nosso irmão Argos, o período que em que ele se desequilibrou na sua invigilância custou-lhe o retorno da sua enfermidade. Alerta para todos nós. Aqueles que possuímos alguma enfermidade, temos instalado já algum desequilíbrio físico, orgânico, podemos também, além dos tratamentos próprios da medicina, que também é divina, buscar no pensamento elevado a vigilância sobre as nossas células, a vitalização do nosso organismo para então buscarmos a saúde mental e espiritual que se reflete. depois na na saúde física do nosso corpo, este veículo sagrado e maravilhoso que Deus nos entregou para a nossa experiência aqui na matéria. Deixamos então esses comentários breves a respeito desse alerta que nos traz o Dr. probel sobre a qualidade da nossa da nossa mente e o a recomendação dele de que nós todos devemos buscar dominar aquilo que sai da nossa mente, dominar esta fonte de criação divina para transformá-la em elemento de felicidade para todos nós. Deixamos então a palavra com o nosso querido João. Obrigado, Lincoln. Sempre importante lembrar, né? Orai e vigiai. Essa é a recomendação do mestre Jesus. Eh, vamos então passar paraa nossa querida Tânia, que vai concluir os aprofundamentos. Com você, Tânia. Olá, queridos coordenadores que neste momento estão conosco. A João dando esse suporte na recepção e condução deste momento. A querida Vânia, pelo maravilhoso resumo. Nós dizíamos na antissala que ela é a eleita do grupo para trazer esses magníficos resumos, porque ficamos com a ideia global do que o capítulo está trazendo para nós.

Vânia, pelo maravilhoso resumo. Nós dizíamos na antissala que ela é a eleita do grupo para trazer esses magníficos resumos, porque ficamos com a ideia global do que o capítulo está trazendo para nós. a Lincoln, que fez esses primeiros aprofundamentos com informações bem pertinentes, quando ele fala: "Ah, uma pergunta que todos nós conhecemos, sempre é válido relembrar, porque é assim que nós vamos eh levando naquele ditado água mole e pedra dura". Conhecer nós já conhecemos, mas e a prática? Então, quanto mais Lincol a gente vai trazendo a informação que é conhecida, mais isso vai se solidificando em nós para a proposta de mudança. E também os cumprimentos a vocês que nos acompanham neste momento, que seguem este estudo maravilhoso. Estamos chegando à reta final dele com lições preciosíssimas. E eu queria iniciar os aprofundamentos trazendo uma informação que Filomeno aponta eh neste capítulo a respeito da morte. Ele vai dizer para nós que a presença da morte é sempre uma proposta de imediata reforma íntima. Eu fiquei bem reflexiva lendo e relendo este esta frase trazida por Filomeno, porque de fato nós que lidamos na minha prática com muitos pacientes que também passam por esta eminência da morte, nós vemos claramente eh posicionamentos que se adotam quando essa eminência da morte ela eh está no dia a dia. daquela pessoa hospitalizada com algum processo de adoecimento ou que hospitalizou para um procedimento cirúrgico, pode ser até do mais simples, mas o indivíduo se depara com esta eminência da morte. E aí fica muito claro o que Elizabeth Clubeross, ela que foi uma estudiosa, tem vários livros eh a respeito do tema A roda da vida sobre a morte e morrer, que inclusive ela apresenta essas etapas que o indivíduo vivencia quando se depara com a morte. Nós vemos aqui neste relato de Filomeno a barganha, porque o indivíduo frente a essa possibilidade que é uma iminência, mas não necessariamente aquilo vai acontecer, porque vamos falar de um procedimento cirúrgico. É um medo do desconhecido que

rganha, porque o indivíduo frente a essa possibilidade que é uma iminência, mas não necessariamente aquilo vai acontecer, porque vamos falar de um procedimento cirúrgico. É um medo do desconhecido que assola e este medo vem trazendo também o medo da morte. E aí nós temos eh algumas dessas etapas que não necessariamente são vivenciadas etapa a etapa ou todas as etapas elas se apresentam nos indivíduos, mas a negação não, isso não está acontecendo comigo, eu não tenho esse diagnóstico. Eh, na verdade os exames devem ter sido trocados por o indivíduo, ele não se vê naquela situação. Então, há uma negação. Por outro lado, ele pode também apresentar uma raiva. Uma raiva porque ele se acha uma pessoa credora de méritos, eh, que sempre fez o bem. E aí vem com relação à aquele familiar que está o tempo inteiro próximo a ele, cuidando dele, mas ele vai manifestar esse sentimento. Ou até o próprio profissional que o acompanha, que cuida, ele vem com esta manifestação. Parece que a primeira vista é algo que não coaduna com aquilo que ele vive. Então, é uma manifestação que acontece não necessariamente em todos os indivíduos quando se deparam com diagnósticos sombrios ou na própria eminência da morte, mas isso é passível de acontecer. E aqui a barganha, que é o que Filomeno fala em relação a esta, este apanhado do caso de Argos, é quando de fato nesta eminência eu começo a fazer promessas para que se eu sair daquela condição, eu prometo fazer isto ou aquilo. E na nossa prática, nós vemos, por exemplo, projetos que o indivíduo ele elabora e que nessa eminência da morte aquele projeto talvez não seja alcançado. Exemplo, eu tenho um neto que está para se formar, então eu vou barganhar com Deus. Se eu conseguir sair desta condição, eu vou conseguir eh assistir a formatura do meu neto. Então, eu vou fazer promessas para que aquela condição seja superada e eu atenda a esse propósito. E o que é que eh Filomeno traz aqui? nesses momentos não raro fazem promessas, negociam com a divindade em Vanestinchas.

promessas para que aquela condição seja superada e eu atenda a esse propósito. E o que é que eh Filomeno traz aqui? nesses momentos não raro fazem promessas, negociam com a divindade em Vanestinchas. Olha como ele traz, né, eh, talvez uma linguagem assim mais popular em vãs pestinchas que denotam a infância moral. Ou seja, eh, eu estou diante daquela situação, mas eu não quero passar por ela porque eu tenho metas que eu elaborei e que eu desejo atingir. Então, eu vou fazer promessas. E aí a gente pensa: "Por que antes de acontecer aquela situação eu já não estou agindo no bem, eh, fazendo o que eu estou apresentando como promessa para Deus?" Se de fato eu consegui assistir ao casamento de um filho, a formatura de um neto, então cada um vaiar um tipo de barganha para poder atender aquele propósito que ele eh estabeleceu. Então vem o questionamento, por que que a presença da morte é sempre uma proposta imediata de reforma íntima? Por que que eu não penso nessa reforma antes de estar diante desta situação? Então, esta é uma reflexão que nós de fato precisamos estar eh trazendo para o a nossa mente, porque antes do sofrimento, antes do desafio, antes da dor, eu já devo estar me candidatando a seguir esta recomendação de Santo Agostinho, onde eu vou levantar estes pontos que precisam ser modificados. para que de fato quando eu me deparar, a exemplo com a eminência da morte, que é o que está sendo falado aqui, eu possa fazer esta travessia, se de fato acontecer naquele momento, de forma mais tranquila. Então, este é um ponto que nos chama a atenção, porque na prática nós lidamos com estas situações de barganhas, de depressão, de raiva, mas tem também a depressão diante da eminência da morte. o indivíduo, ele se anula, ele não quer reagir e tem também aceitação. Nós também lidamos com pessoas que diante desta e de um diagnóstico sombrio, de uma eminência de morte, elas têm uma aceitação, não é a acomodação, é justamente compreendendo que aquela é uma circunstância que ela precisa de fato

s que diante desta e de um diagnóstico sombrio, de uma eminência de morte, elas têm uma aceitação, não é a acomodação, é justamente compreendendo que aquela é uma circunstância que ela precisa de fato aceitar para melhor estar fazendo essa travessia. Não passou por passou por nenhuma das fases anteriores e já chega direto à aceitação. Lembrando que Cluber Ross quando nos apresenta essas fases, elas não são sequenciadas e não necessariamente eu vou passar por todas ou algumas eu posso passar por somente uma ou não apresentar, não manifestar nenhuma dessas condições, o que é muito raro. E de fato, nós vemos um pouco na prática clínica essa negação. A barganha é muito comum, talvez, por ser mais comum, Filomeno tenha chamado a atenção aqui eh desta condição apresentada por Arcos. Mas uma outra, um outro ponto que eu gostaria apenas de eh fazer uma lembrança, Vânia trouxe no seu resumo eh em relação à técnica da sobrevida, nós já vimos aqui no capítulo C, muito bem descrito o Dr. Proebel neste neste acompanhamento. Mas aqui mais uma vez vejam o mérito, claro, porque se ele está recebendo uma nova dose de fluido vital, tem um mérito e tem um investimento da espiritualidade que consegue perceber que ele está em condições de atender aquele aquela demanda. Então, eh, mais uma vez ele vai passar, né, por esta técnica aqui. Não, não fala mais quanto tempo ele teria, né, com esta nova injeção do fluido vital. este fluido que é uma prana, que ele é retirado de elementos da natureza e que se juntam com a doação do fluido de algum encarnado. No caso Vencerlau, que é o médium que vocês estão acompanhando o estudo, vê sempre a presença dele. foi ele que fez a doação lá na primeira vez e que agora também retorna para este procedimento. Então, Argos, ele tem uma nova eh possibilidade de dar continuidade, mas para isso ele precisa atender. E quais são as recomendações apresentadas pela irmã Angélica? a benfeitora que acompanha, que valida, que orienta. Então, diz em primeiro lugar, ficarás no corpo por mais tempo.

o ele precisa atender. E quais são as recomendações apresentadas pela irmã Angélica? a benfeitora que acompanha, que valida, que orienta. Então, diz em primeiro lugar, ficarás no corpo por mais tempo. Gente, eh se nós pensarmos eh quando nós estudamos Filomeno, nós precisamos nos colocar neste lugar, neste lugar daquela narrativa onde alguém não sabendo aproveitar tudo quanto recebe. Aí L trouxe muito bem eh explicado essa questão do pensamento, daquilo que nós sintonizamos, destas influências. Então, quando eh vamos para esta questão que ele trouxe a 459, se influe, eh essa influência ela pode ser tanto positiva quanto negativa, porque a princípio a gente vai logo na direção da influência negativa, mas vejam o quanto a espiritualidade ela está investindo para que seja bem-sucedido, para que um indivíduo nós encarnados, nós saibamos valorizar esta bênção da reencarnação. E aí nós levantamos o questionamento, estamos valorizando essa dádiva do tempo? Será que nós não já passamos por um processo semelhante de uma técnica de sobrevida? Não necessariamente isso venha através de um processo de adoecimento. Nós podemos estar esgotando o nosso fluido vital por conta deste tempo que foi programado para o meu retorno. Entretanto, as minhas ações elas têm sido tão edificantes e o que eu estou desenvolvendo está atendendo a proposta que a espiritualidade resolve manter-me por mais tempo. Então isso que aconteceu com ele também pode estar acontecendo com nós de recebermos esta cota de fluido vital para darmos seguimento a uma proposta que nós abraçamos. Então é preciso estar eh valorizando este tempo. E aí vem a irmã Angélica trazendo algumas ponderações para Argos. Vejam que ele tem a lucidez no eh no momento do seu desprendimento parcial do sono. E ela vai falar muito a respeito da prudência e das reflexões antes de agir. Isso diz muito respeito a nós, porque a todo instante nós estamos agindo em nosso cotidiano e em nossas ações. Nós estamos refletindo antes ou estamos agindo por impulso? Quando o

exões antes de agir. Isso diz muito respeito a nós, porque a todo instante nós estamos agindo em nosso cotidiano e em nossas ações. Nós estamos refletindo antes ou estamos agindo por impulso? Quando o Linco trouxe a questão do livre arbítrio a 843, isso vem muito eh relacionado com a questão do determinismo. O que é o determinismo da lei? Eu preciso reencarnar para poder espiar, para poder experimentar provas. Isso é determinismo absoluto. Mas o que é relativo? Eu abracei uma proposta para o meu retorno, mas eu tenho o que a gente chama de livre arbítrio. É esta liberdade de pensar e de obrar que os benfeitores respondem nesta questão. Então, diante de um planejamento que foi elaborado para o meu retorno, eu vou ter eu vou ter esta liberdade de estar seguindo ou não? Então, como é que eu posso estar concatenada com a minha proposta, com aquilo que eu abracei, com aquilo que eu fui trabalhada e educada no mundo espiritual para poder atender a esta proposta? É mantendo este padrão de pensamento em sintonia. é refletindo antes de agir, buscando a oração para poder encontrar esta harmonização que nós necessitamos para não fugir do nosso roteiro. Então, vem a irmã Angélica e diz para Argos: "Cuidado com as suas decisões". E aí a gente pensa quantas decisões nós tomamos no nosso dia a dia. Nós precis nós precisamos eh decidir. Eu não vou seguir esta proposta que está me sendo apresentada no trabalho, porque ela foge à ética, aquilo que eh é a recomendação de Jesus. Ah, mas se você não seguir, você não continuará nesse trabalho. É uma decisão difícil, mas nós vamos aceitar uma proposta que foge a ética, que foge as recomendações de Jesus, porque eu preciso manter o meu trabalho. Olha como é difícil nós refletirmos, ponderarmos. E aí quando a irmã Angélica fala deste cuidado eh com as decisões para que elas não sejam eh tomadas pela emoção. Então, quantas vezes nós agimos pelo impulso? Alguém nos provoca, eu já vou e reajo. A provocação. Então, é preciso respirar, é preciso acomodar. E se estamos em

elas não sejam eh tomadas pela emoção. Então, quantas vezes nós agimos pelo impulso? Alguém nos provoca, eu já vou e reajo. A provocação. Então, é preciso respirar, é preciso acomodar. E se estamos em dúvidas, nada mais fácil do que perguntar a Jesus, se ele tivesse aqui, qual seria a sua decisão? Então, pensando sobre essa perspectiva, tudo vai ficando mais fácil. E aí nós lembramos que Filomeno ele vai falar em perturbações espirituais que nós estamos vivendo um período de muita turbulência, exatamente por conta das crises que são indispensáveis para o nosso progresso moral, para o nosso progresso espiritual. Então, diante de toda essa turbulência, de todas essas crises, isso exige de nós muita prudência em nossas reflexões e em nossas ações. Então, esta recomendação que ele traz lá neste livro Perturbações Espirituais e que eh de alguma maneira a irmã Angélica está aqui sinalizando para Arcos, isso diz respeito a nós. Vamos amadurecer mais. Vamos ser menos impulsivos. Deu vontade de reagir. Lembre da lembremos da recomendação de Chico Xavier. Coloque água na boca e deixe, né, ela ficar até você diluir essa vontade, este impulso de uma reação que pode estar prejudicando mais aquela condição. Outra, outro ponto que a irmã Angélica traz para Arbos nesse cuidado com as ações sem amadurecimento é justamente aquilo que nós quando recebemos propostas vamos para o lado daquilo que nos convém, daquilo que nos é confortável, mas que vai de encontro ao que nós abraçamos como a a recomendação do Evangelho de Jesus e da doutrina espírita. Também a irmã Angélica vai falar sobre este cuidado com as as ações no que diz respeito às nascidas do entusiasmo, do entusiasmo que não trouxe uma reflexão. Então, vamos pensar que eu desejo muito fazer uma viagem ao exterior, mas eu não tenho condições de fazer a viagem. E aí ficam os amigos, vamos, a gente pode dividir, a gente aí começa a apresentar umas vantagens que momentaneamente, sem reflexão, eu fico entusiasmada, eu vou abraçar, mas esta condição mais adiante

E aí ficam os amigos, vamos, a gente pode dividir, a gente aí começa a apresentar umas vantagens que momentaneamente, sem reflexão, eu fico entusiasmada, eu vou abraçar, mas esta condição mais adiante ela será prejudicial e vai trazer outros tipos de tormentos. Então, vejam que a irmã Angélica vai falar para Argos a respeito deste tempo que ele terá eh mais com esta nova doação de energia vital. vai falar para ele deste cuidado que é necessário para que ele reflita antes de tomar qualquer eh decisão e impulso nas suas ações. Mas ela vai falar também de eh uma circunstância que muitas vezes nós não percebemos quando deixamos para depois determinadas condições que precisaríamos naquele momento estar seguindo. Mas eh como é difícil para mim atender naquele momento, eu deixo para depois. E e o que é que a irmã Angélica vai estar dizendo? Compromisso que não se atende é uma dívida nova que se assume. E aí quando nós pensamos a respeito disso, quantas existências nós já transitamos? Quantos compromissos assumimos antes da reencarnação? Porque todos nós passamos por este período de planejamento para o nosso retorno. André Luiz apresenta isso em suas obras com muita clareza. Missionários da Luz é um exemplo, né, que nós temos ali, o planejamento para o retorno. E aí quando nós pensamos nas diversas existências que já transitamos, quantos compromissos nós não atendemos? E isso vai se somando às dívidas, mas nós também estamos agindo no bem. Quando acabamos uma experiência, nós temos um saldo positivo. É claro, porque aprendemos que toda experiência ela é eh ela traz um saldo que nos eleva, mas esta elevação, ela pode ser muito maior na medida que nós estamos fazendo o nosso investimento. Aí tem algo que eu diria assim, é, eh, a cereja do bolo nas recomendações da irmã Angélica, agir no bem, com menos palavras e mais ações. Isso é tão fabuloso para o nosso cotidiano, porque ficamos no muito no falatório e no falatório em relação ao outro. Ah, você viu? Olha como como Vânia fez aquilo, deixou de fazer em

ras e mais ações. Isso é tão fabuloso para o nosso cotidiano, porque ficamos no muito no falatório e no falatório em relação ao outro. Ah, você viu? Olha como como Vânia fez aquilo, deixou de fazer em nós. O que é que nós estamos fazendo e deixando de fazer? Então, menos palavras e mais ações está dizendo muito do que somos nós no nosso cotidiano, de olhar menos para que o que o outro está fazendo ou deixando de fazer. Por que nos ocupamos tanto com o outro e não nos ocupamos conosco? E aí vem a irmã Angélica também dizer que ele precisa despertar para os deveres. Quais são os deveres? E aí vamos para Lázaro, que escreve lá nas instruções dos espíritos, capítulo 17º, sede perfeitos. O dever, o dever é a obrigação moral da criatura primeiro para consigo, depois para com os outros. Então, o que é esta obrigação moral? Esta regra do bem proceder, é atender as recomendações da lei de Deus. Então, fazendo o bem, nós estamos mais integrados à lei e estaremos certamente no caminho da felicidade, conforme a resposta que os benfeitores trazem, a questão 614 de O livro dos Espíritos, que é a questão que abre a parte terceira, que estuda as leis morais. Então, nós temos aqui, meus amigos, muitas informações que merecem um aprofundamento nosso sobre a nossa existência. Manuel Filomeno de Miranda nos apresenta Argos, a história de Argos que diz respeito ao que nós estamos vivendo. Não estamos com comprometimento pulmonar, não estamos com recidiva de uma tuberculose, talvez também não estejamos recebendo uma nova eh cota de fluido vital, mas as nossas ações elas podem ter um ponto que se assemelha a este modo de ser. e que traz para o nosso íntimo um alerta. como eu estou me comportando, como eu estou agindo, como eu estou falando. Então, menos palavras e mais ação. Vamos deixar de eh nesta convivência no mundo social, seja no trabalho, seja na casa espírita, seja com os nossos vizinhos, de apontar o que o outro está apresentando dos seus equívocos. olhemos mais para nós e que

e eh nesta convivência no mundo social, seja no trabalho, seja na casa espírita, seja com os nossos vizinhos, de apontar o que o outro está apresentando dos seus equívocos. olhemos mais para nós e que tenhamos o exercício de valorizar os aspectos positivos do outro, porque esta valorização do outro vai lhe estimular a ele prosseguir na ação do bem, a ser uma pessoa melhor. E quando nós levamos isso para o outro, o outro também, sentindo-se estimulado, passa a olhar para o lado positivo daqueles que o rodeiam. é uma proposta para nós exercitarmos durante a nossa semana, que possamos de fato nos encontrar neste relato, cuidar mais dos nossos pensamentos, conforme esses aprofundamentos trazidos por Lincoln, cuidar mais de uma reflexão antes de agir e pensar: Cada dia da nossa existência é uma nova oportunidade de crescimento e de libertação, que possamos estar dando conta do compromisso que nós assumimos e que o nosso livre arbítrio ele seja sempre direcionado para escolhermos aquilo que está dentro da proposta assumida por nós antes da reencarnação. Então, estas são as nossas considerações a respeito deste capítulo. Eu achei um título muito pertinente trazido por Filomeno, assistência e responsabilidade, porque Argos ele teve todo esse suporte da equipe do mundo físico, do mundo espiritual, a assistência, mas mostrou a ele o que compete para poder ele aproveitar esta nova oportunidade que estava sendo conferida a ele. Gratidão, amigos e irmãos. Obrigado, Tânia. Obrigado, queridos amigos. Sem dúvida, um capítulo com muita, muitas lições para nós, eh, que nos traz realmente a a palavra responsabilidade e que devemos refletir com mais profundidade como estamos vivendo as nossas vidas. Agradecemos a todos. Ah, agradecemos ao Mestre Jesus por mais essa oportunidade. Convidamos a todos para na próxima semana darmos continuidade ao nosso estudo com o capítulo 30, Tumulto Perigoso, o antipenúltimo capítulo desse livro. Obrigado então a todos e uma boa semana.

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