Momentos Evangélicos com Tânia Menezes – Um voltou só
Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Espiritismo #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #LuzdoMundo #AméliaRodrigues #UmVoltouSó #TâniaMenezes *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite a todos que estão nesse espaço físico aqui da querida casa Mansão do Caminho, Centro Espírita Caminho da Redenção, aos que nos acompanham através das redes, nossos votos de muita paz. O tema proposto está no livro Luz do Mundo. Quem não teve a oportunidade de fazer a leitura deste livro, nós fazemos um convite, porque dona Amélia Rodrigues nos traz nesta obra diversas passagens de Jesus e hoje ela intitula Um voltou só. Existia aquela época a movimentação de Jesus com seus discípulos por diversas vilas e ele estava a caminho de Jerusalém. Passou entre a Galileia e a Samaria, onde tinha uma pequena vila. Nesta vila existiam 10 homens que eram marcados por uma doença muito estigmatizada aquela época. Ainda é hoje, mas de uma outra maneira. E existiam esses 10 leprosos. O que acontecia à época com as pessoas que recebiam esse diagnóstico? Elas eram segregadas do convívio com a família, do convívio com os amigos, do convívio com a sociedade. A depender da cidade, da vila, elas precisavam colocar no pescoço um sino que anunciava quando elas estavam transitando pelo ruído. Alguns, a depender também da localidade, quando estava passando que aproximava alguém, ele tinha que gritar imundo imundo, ou seja, eram pessoas que de fato traziam a marca da segregação e eles sabiam que não podia não podiam estar tendo aproximação com as pessoas. Se porventura isso acontecesse, um dos castigos que chegavam para estas pessoas era eles serem açoitados e a depender da região eram 30 açoites. Então eles não deixavam acontecer algum tipo de contato, exatamente, para não serem punidos pela sua presença. E eles tomaram conhecimento de que Jesus passaria por aquela região. Como fazer se eles não podiam se aproximar daqueles que eram saudáveis? E aí eles ficaram mais reservados e eis que Jesus vai transitando. Um deles fala mais alto. Jesus mestre, tende piedade de nós. Jesus à vista e observa a sua pele, as suas peles carcomidas pela doença. Naquele momento, um sentimento de compaixão
esus vai transitando. Um deles fala mais alto. Jesus mestre, tende piedade de nós. Jesus à vista e observa a sua pele, as suas peles carcomidas pela doença. Naquele momento, um sentimento de compaixão vai tomando o íntimo de Jesus. O que fazer? E Jesus, como em outras circunstâncias, indaga que querem que eu faça? E um deles fala mais alto, que nos cure. Então Jesus imaginando que toda aquela existência de cada um com aquela marca deveria estar expressando muita dor, muito sofrimento, apenas disse: "Vai em busca dos sacerdotes para que eles possam atestar a cura de vocês." E eles seguiram o caminho, sabendo que a fala de Jesus, apesar de ainda não observarem mudanças nos seus corpos, mas que aquela fala ela tinha poder e foram seguindo pela estrada, afastado da afastados da multidão, quando começaram a perceber que os seus corpos estavam se transformando. Aquelas carnes carcomidas foram desaparecendo e a alegria começou a tomar o íntimo de cada um quando eles perceberam que, de fato, a cura tinha chegado para todos eles. De repente, um com a alegria íntima que se destacava resolveu voltar e agradecer a Jesus. Se ajoelha e diz: "Mestre, gratidão!" Jesus então indaga: "Mas não eram 10 os leprosos? Onde eles estão?" E diz aquele que estava ajoelhado diante dele, a tua fé te curou. Jesus sabia que muitos daqueles que diziam que queriam a cura era somente a cura do corpo. E a cura vai para além do corpo. Quando estamos adoecidos, manifestos no corpo, é a alma que está adoecida. Nós podemos curar os nossos corpos. Mas se a alma não for curada, ela precisará de um momento adiante para que despertemos e busquemos esta cura. Nesta passagem apresentada por dona Amélia Rodrigues, ela nos assinala três pontos importantes. O primeiro deles diz respeito à obediência. Aqueles 10 homens ouviram um comando. Vá, se dirijam aos sacerdotes para que eles possam emitir o atestado da cura. Eles poderiam, ainda vendo os seus corpos marcados pela doença, não acreditarem e não seguirem no caminho em busca dos
do. Vá, se dirijam aos sacerdotes para que eles possam emitir o atestado da cura. Eles poderiam, ainda vendo os seus corpos marcados pela doença, não acreditarem e não seguirem no caminho em busca dos sacerdotes. E aí quando nós buscamos no texto que é apresentado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 9o, bem-aventurados os que são Brandos e Pacíficos, item oito, Lázaro escreve para nós um tópico intitulado obediência e resignação. E ele vai trazer para nós que a obediência e a resignação são duas virtudes ativas. O que é isso? Tudo quanto assinala atividade está dizendo algo para nós em termos de movimentação. Então, nós precisamos nos movimentar em que direção? Aqueles homens. se movimentaram em busca dos sacerdotes para que eles de fato recebesse o atestado da sua cura. Então assim o fizeram em obediência ao comando de Jesus. E aí podemos pensar em quantas vezes na nossa trajetória nós recebemos comandos e não nos movimentamos para poder atender a esses comandos, ao comando que nos direciona a integração com as leis de Deus. A seguir o evangelho de Jesus. Então, quando fazemos esta movimentação para atender a ordem, a orientação, isso é a obediência. Mas também encontramos nesta passagem apresentada para nós a fé. Jesus disse à aquele que chegou até ele a respeito da fé, a tua fé te curou. Ora, mas os outros também não foram curados. Os outros não perceberam que a sua pele ela foi aos poucos se transformando e a cura de fato operou? Em verdade sim, mas por quanto tempo aquela cura ela ficou manifesta? De fato, quando Jesus diz aquele homem que a tua fé te curou, Jesus estava assinalando que a alma daquele ser estava curada. Então, nós podemos inclusive resgatar uma mensagem de O Evangelho Segundo Espiritismo que está no capítulo 19º, A fé transporta montanhas, a última mensagem, o último tópico, que é a fé humana e a fé divina, mostrando que nós temos dois caminhos. E aí vamos nos questionar qual tem sido a nossa experiência de fé em nossa caminhada.
anhas, a última mensagem, o último tópico, que é a fé humana e a fé divina, mostrando que nós temos dois caminhos. E aí vamos nos questionar qual tem sido a nossa experiência de fé em nossa caminhada. Porque quando nós temos algo que queremos uma mudança, é claro que nós vamos estar movimentando na direção daquilo que é o nosso desejo. Digamos que eu fui ao médico e ele me dá um diagnóstico de uma doença que vai exigir de mim um tratamento mais mais pesado, mais continuado, por um tempo prolongado. E aí eu vou buscar dentro de mim esta fé, onde eu mobilizo os meus recursos para que a cura chegue daquela doença que pode ser uma doença incurável, mas a minha fé vai me fazer um me trazer uma movimentação para que eu consiga lidar com todas as circunstâncias que aquela doença pode trazer a minha existência e lidar de maneira mais equilibrada, mais harmoniosa, mesmo sabendo de tudo o quanto eu vou estar atravessando. Só que muitas vezes essa fé humana, ela vai muito na direção da matéria. Quero a cura do corpo e eu crio expectativas, levando ao nosso pai a minha súplica com o desejo de obter o resultado que eu estou aguardando em relação à aquele processo. Vamos para uma outra perspectiva. Digamos que eu esteja sem um trabalho e eu vou acreditar em Deus que isso é só um momento passageiro e eu vou orar, eu vou pedir, eu vou me movimentar. Mas em contrapartida, eu também posso ter uma postura diferente. Ah, eu estou passando por essa situação porque Deus assim o quis. E nós nos equivocamos quando trazemos essa assertiva para a nossa mente. Porque Deus, ele deseja e ele quer o melhor para as nossas vidas. Não necessariamente aquilo que ele acha, considera que é o melhor, é o que nós achamos. Então, quando estamos atravessando circunstâncias que nos são desafiadoras, muitas vezes nós depositamos em nosso pai resposta que nós almejamos. E quando essa resposta não chega, nós ficamos como que vacilantes com relação a esta fé. E aí a gente volta à história narrada pela dona Amélia
nós depositamos em nosso pai resposta que nós almejamos. E quando essa resposta não chega, nós ficamos como que vacilantes com relação a esta fé. E aí a gente volta à história narrada pela dona Amélia Rodrigues. Um só retorna para manifestar a Jesus a sua gratidão. Os outros muito provavelmente estão no entendimento desta fé humana. Eu acredito, eu obtive a cura, mas essa cura ela será transitória, porque se eu volto, se eu retrocedo as minhas atitudes habituais, se não há uma transformação íntima, aquilo vai retornar. Então, Jesus afirmar aquele homem que a tua fé te curou, Jesus está afirmando para nós que naquele ponto nós já conseguimos avançar, porque é necessário fazer este mergulho. Então, fé humana e fé divina é uma comunhão. É claro que eu preciso fazer a minha movimentação através de uma grande potência que se chama vontade, mas eu preciso integrar nesta movimentação a vontade de Deus. Porque observem algumas circunstâncias que nós estamos atravessando e que não se modificam e que você pode pensar, a minha fé não foi suficiente para poder atingir este objetivo. Não é este o pensamento, porque paralelo a essa circunstância que eu estou vivendo, existe algo que é maior, a nossa necessidade. Então, todos nós temos um planejamento quando nós vamos retornar para a experiência do corpo físico. E este planejamento ele é modificado conforme as nossas escolhas, conforme a minha liberdade de querer transitar pela dor de uma maneira mais harmoniosa ou transitar pela dor com queixa, com lamentação, com aquele sentimento de pessimismo comigo nunca nunca dá certo nada. Eu já estou me afastando desta comunhão, desta integração. Então, a fé humana, ela vai nos trazer uma movimentação através da vontade para poder sair daquele lugar. Mas eu tenho que associar a vontade de Deus a esta conexão, a esta integração que depende de nós. Então, na medida que vamos estar despertos em relação à nossas necessidades evolutivas, nós vamos estar compreendendo melhor todas essas circunstâncias
a conexão, a esta integração que depende de nós. Então, na medida que vamos estar despertos em relação à nossas necessidades evolutivas, nós vamos estar compreendendo melhor todas essas circunstâncias que estão a chegar como provas, como expiação, para que de fato, esta comunhão ela possa se dar cada vez mais forte em nós. Quando nós falamos de fé, nós estamos falando de um mergulho íntimo, lembrando Jesus, o batismo, que era justamente colocar aquela água que era uma imersão. Qual é esta imersão? é a imersão do nosso mundo íntimo para podermos nós reconhecermos esta situação que eu estou atravessando, ela pode se modificar mediante a minha mobilização de esforço, de vontade, de perseverança, de estar de fato buscando no meu íntimo aquilo que é possível para poder sair daquela condição. Muitos séculos nós transitamos neste caminho da fé humana, onde eu criava expectativas, nós buscávamos a adoração exterior, os cultos para podermos alcançar as oferendas. para poder alcançar os nossos propósitos. Estamos no século XX. É claro que os aspectos exteriores eles ainda fazem parte da caminhada do ser humano. Mas o que interessa é a cada um de nós como nós estamos visualizando esta movimentação da fé em nossa caminhada. É uma fé que esta chama ela está sempre acesa, sempre forte, ou momentaneamente ela vai ficando com a luz mais enfraquecida, com a chama que quase está se apagando e acontece algo que nós reaccendemos. De que maneira nós estamos movimentando as nossas potências, as grandes potências da alma que nos foram confiadas para podermos atingir os propósitos. E aí lembramos também no Evangelho Segundo o Espiritismo, o capítulo 20º, os trabalhadores da última hora. Tem um texto lá que é escrito por Erasto, quando ele vai falar sobre a fé, dizendo que a fé remove montanhas, conforme disse Jesus: "Todavia, as maiores montanhas estão no nosso coração, que são as nossas impurezas e que nós precisamos fazer fazer um trabalho para poder removê-las do nosso íntimo. Como podemos remover as impurezas?
Todavia, as maiores montanhas estão no nosso coração, que são as nossas impurezas e que nós precisamos fazer fazer um trabalho para poder removê-las do nosso íntimo. Como podemos remover as impurezas? Se não reconhecermos quais são as impurezas que carregamos em nosso íntimo, continuaremos na nossa estrada e nas circunstâncias mais adversas e mais desafiadoras, ainda estaremos naquela atitude de quem se ajoelha para aguardar que os céus mande as bênçãos conforme nós desejamos e se de fato compreendemos como funciona as leis e que a causa e efeito ela vem estar mostrando que tudo o quanto lançamos ao solo das nossas existências, faremos uma colheita. Essa colheita pode ser na existência atual, como nas futuras existências que haveremos de transitar. Então, este é o outro ponto que a mensagem ela vem assinalar para nós com relação à aquele que voltou à fé. Mas os outros também manifestaram uma fé mais vacilante. E mais uma vez nós vamos questionar como tem sido a nossa experiência de fé no nosso dia a dia. Se fizermos neste momento uma retrospectiva, nós vamos encontrar situações onde a nossa fé foi vacilante, onde a nossa fé ela se movimentou apenas na direção daquilo que nós consideramos matéria. Hoje eu posso estar assinalando ocorrências onde a fé divina ela esteve conjugada com esta fé humana. E nesta conexão eu estou mais e mais com a consciência desperta, compreendendo cada vez mais esta realidade de ser espiritual que somos. agora mergulhados na experiência do corpo físico. Porque não adianta expressarmos a nossa fé quando tudo está transcorrendo muito bem em nossas existências. A fé nos mostrará quando estivermos diante das situações mais difíceis. mais desafiadoras. É naquele momento que o Pai nos coloca à prova. E será que nestas circunstâncias eu estou conseguindo a aprovação nos exames da vida? Ou eu diante da dor vou me revoltar com relação a este pai maravilhoso que nos concede a vida e a vida com novas oportunidades, inclusive para podermos trabalhar mais a fé.
rovação nos exames da vida? Ou eu diante da dor vou me revoltar com relação a este pai maravilhoso que nos concede a vida e a vida com novas oportunidades, inclusive para podermos trabalhar mais a fé. Mas temos também na história algo que é preciso pensarmos com mais carinho em nossa existência, que se chama gratidão. Aquele homem voltou para agradecer a Jesus. Nove seguiram as suas caminhadas. certamente dominados pela alegria íntima da conquista que nós não sabemos nesta narrativa qual a idade desses homens. Muito provavelmente já tinham constituído família. Enfim, eles seguiram para poder compartilhar daquelas alegrias com seus seres amados. Mas aquele homem voltou e teve um gesto que é justamente o que está faltando em nós, no nosso dia a dia, ter a expressão da gratidão. Primeira gratidão nossa que deveria acontecer todos os dias é a este pai maravilhoso que nos concedeu a vida, que nos concedeu a oportunidade de retornarmos para uma nova experiência. E o final dessa experiência se traduz em nossa vida como um salto em nossa jornada evolutiva. A benfeitora Joana de Ângeles, no livro Psicologia da Gratidão, nos apresenta um tópico que ela intitula exercício da gratidão. Ela vem dizer para nós que todo conhecimento para ser adquirido, nós vamos transitar com este esforço, com a nossa vontade para poder chegar àquele ponto que é a nossa meta. Muitas vezes nós nos exercitamos para a conquista das virtudes e não retomamos para poder fazer uma análise do quanto foi árduo chegar ao destino final, chegar à conquista da virtude e está também expressando para todos aqueles que caminharam conosco. e que nos auxiliaram à conquista daquela virtude. É o sentimento de gratidão sermos gratos por todas as ocorrências, inclusive aquelas que são desafiadoras. Hoje é um dia muito especial para nós que transitamos nesta instituição, Mansão do Caminho, Centro Espírita Caminho da Redenção, porque exatamente hoje, 13 de dezembro, nós celebramos 7 meses de partida do nosso querido tio
ecial para nós que transitamos nesta instituição, Mansão do Caminho, Centro Espírita Caminho da Redenção, porque exatamente hoje, 13 de dezembro, nós celebramos 7 meses de partida do nosso querido tio de na sua viagem de retorno. Quanto sentimento de gratidão se fôssemos perguntar a cada um aqui, pode trazer de relatos desta caminhada. E aí nós pensamos antes dele, a benfeitora Joana de Angeles, 1830, começa a organizar este trabalho, começa a reunir cada um dos seus trabalhadores, colocando nesta grande família. Todos nós aqui fomos convocados para aqui estarmos, para podermos despertar para a nossa caminhada evolutiva. E aí pensemos qual é mesmo o propósito de estar aqui? O que nos movimenta buscarmos, por exemplo, no sábado à noite, sairmos da nossa casa e estarmos ouvindo uma reflexão doutrinária ou de estarmos vinculados a outras tarefas? Tem um propósito. E este propósito, ele foi cuidado por uma equipe espiritual. comandada pela benfeitora Joana de Ângeles, que também nos ofertou como dádiva a presença destes seres iluminados que criaram essa instituição, o nosso querido tio Divaldo, o nosso querido tio Nilson. Então, nós precisamos expressar a nossa gratidão em forma de trabalho também, porque às vezes nós não nos damos conta de que transitamos em diferentes espaços do nosso cotidiano e as pessoas estão fazendo algo por nós que sequer olhamos com a expressão de gratidão a aquelas pessoas. Imaginemos o nosso ambiente de trabalho, as pessoas que por ali transitam. Algum de vocês nos seus trabalhos tem sujeira? Não vai ter. Tem alguém ali que está fazendo a limpeza para que possamos transitar, para que possamos respirar um ar mais leve? Porque a sujeira ela vai poluir o ambiente. Talvez no nosso trabalho tem alguém que faça um cafezinho para aqueles que gostam de café é uma maravilha. E aí nós começamos a pensar quantas outras pessoas estão trabalhando no anonimato muitas vezes para que possamos ser beneficiados. E aí vem a benfeitora Joana de Ângeles nessa mensagem, exercício da gratidão,
começamos a pensar quantas outras pessoas estão trabalhando no anonimato muitas vezes para que possamos ser beneficiados. E aí vem a benfeitora Joana de Ângeles nessa mensagem, exercício da gratidão, dizer que na medida que nós vamos evoluindo espiritualmente, nós vamos tendo a expressão deste sentimento de gratidão de maneira mais espontânea, de maneira mais leve. Já estamos agradecendo só pelo fato de despertar e se dar conta de que é mais um dia que estamos vivos, que é mais um dia de novas possibilidades e de novas experiências. Então, certamente os trabalhadores da primeira hora de nossa instituição, especialmente os seus fundadores que já fizeram a sua viagem de retorno, eles recebem de nós o nosso sentimento de gratidão. Imaginemos quando nós fazemos alguma coisa para alguém que a pessoa diz a você muito obrigado não é um simples muito obrigado. É uma expressão que emana da alma, que vibra, porque de fato a pessoa se sente agradecida. Imaginemos estarmos no mundo espiritual e as pessoas que aqui se encontram estarem emanando para nós este sentimento por algo que elas estão usufruindo, que é o resultado do trabalho que foi desenvolvido enquanto elas permaneceram aqui. Então, nós temos muito agradecer, eu particularmente por estar nesta casa desde pequena. Hoje o nosso pai falava aqui na no trabalho da caravana Alta de Souza, da alegria dele ter nascido em um lar espírita. Ele que vai fazer 90 anos e eu expresso a minha alegria e gratidão por também ter nascido no Lar Espírita e de poder legar aos meus filhos e na sucessão aos meus netos esta doutrina maravilhosa. Porque quando nós falamos de fé, a doutrina espírita vem trazendo para nós esta busca, este direcionamento para que saiamos desta fé de expectativa. Então, é na doutrina espírita que também nós vamos aprendendo a ser pessoas melhores. Quanto sentimento de gratidão pelas palavras que foram pronunciadas pelo nosso querido Tio Diques, aqui neste espaço e diante de todos os outros espaços que ele percorreu pelo
a ser pessoas melhores. Quanto sentimento de gratidão pelas palavras que foram pronunciadas pelo nosso querido Tio Diques, aqui neste espaço e diante de todos os outros espaços que ele percorreu pelo mundo, inaugurando diversas casas espíritas, dos benefícios que as pessoas que transitaram neste espaço e que ainda transitam, que vão trazendo mudanças, que vão celebrando uma nova etapa em suas jornadas evolutivas. Então, nós precisamos também nos exercitar para a expressão deste sentimento, agradecer pelas experiências difíceis. E aí nós perguntamos: "Quem de nós aqui consegue agradecer quando estamos diante das maiores tempestades, fazendo a travessia aquele que consegue, nós podemos dizer que já está situado em um patamar mais acima que todos nós podemos alcançar desde quando partamos para Ará o solo. É o que Erasto vai dizer nesta passagem dos trabalhadores da última hora. Nós precisamos trabalhar a terra com coragem, com vigor, com bom ânimo, com perseverança e sendo sempre gratos a todos aqueles que nos antecederam. Porque se hoje nós chegamos neste espaço maravilhoso, é porque nós tivemos antecessores que trabalharam para que nós pudéssemos estar em um ambiente confortável, porque aqui é um ambiente confortável. Aqui nós entramos, às vezes nós sentimos frio, porque o ar condicionado ele está um pouco mais gelado. Então a gente senta, nós recebemos dos benfeitores espirituais as boas energias. Quem de nós adentra este ambiente e não sai renovado? Só se não perceber. Mas todos nós saímos daqui com novas disposições. E isso emana de onde? destes benfeitores que estão cuidando de nós. Ora, temos a disposição, mas nem sempre nós conseguimos permanecer com as boas disposições, porque retornamos para a nossa condição de humanidade, que às vezes nas distrações que estamos a caminhar nos direciona para caminhos que escolhemos. mas que não estavam na pauta das nossas realizações. Foi o nosso livre arbítrio, foram as nossas escolhas que nos direcionaram. Jesus está a nos perguntar:
nos direciona para caminhos que escolhemos. mas que não estavam na pauta das nossas realizações. Foi o nosso livre arbítrio, foram as nossas escolhas que nos direcionaram. Jesus está a nos perguntar: "Que queres que eu faça?" E ele no íntimo, quando nós vamos fazer esta conexão, estabelecer este diálogo, certamente algumas inquietações vão emergir, porque nós somos humanos e nós queremos a renovação imediata. Porém, a nossa consciência desperta vai nos assinalar que este imediatismo ele é transitório e que é preciso buscar de fato aquilo que é a nossa essência. Mas eu queria também dizer da profunda gratidão nesta casa, porque aqui eu fui evangelizada na infância, na juventude, depois participei de grupos de estudos e hoje eu sou aquela pessoa que está a facilitar na infância, a facilitar no grupo de estudos e onde eu adquiri todos estes estes recursos que estão disponíveis e que eu estou aar nesta instituição, nesta casa, como não podemos ser gratos? E aí, pensando na gratidão como este recurso da história trazida por dona Amélia Rodrigues, nós nos recordamos do tempo de juventude espírita que tivemos um grande orientador, a quem expresso também a minha profunda gratidão, André Luiz Peixinho. que era a cabeça pensante e nos movimentava para diversos momentos de arte na nossa instituição, mas no prédio anterior na calçada. Desde muito cedo eu participei de atividades de arte na infância, na juventude. E esses textos que foram organizados, muitos deles, André Luiz Peixinho, ele fazia uma coletânea de mensagens das benfeitoras que o tio Divaldo psicografava. E tem uma mensagem, toda vez que chega essa época de Natal, que nós trazemos a nossa memória, que está no livro Lampadário Espírita, a mensagem titulada Exaltação de Natal. Quando eu fui convidada a declamar uma poesia intitulada Exaltação de Natal, eu nem tinha ideia que ela foi extraída desta mensagem. tinha palavras difíceis que eu ficava repetindo as palavras para na hora da apresentação eu não me atrapalhar.
ia intitulada Exaltação de Natal, eu nem tinha ideia que ela foi extraída desta mensagem. tinha palavras difíceis que eu ficava repetindo as palavras para na hora da apresentação eu não me atrapalhar. E depois eu soube que foi exatamente uma extração deste livro Lampadar Espírita. Uma mensagem que é relativamente longa, mas que ele pode fazer um apanhado e dar uma sequência. E aí hoje eu estava, será que eu ainda consigo lembrar de toda? Tô com livro aqui, qualquer coisa a gente vai e consulta, né? E aí eu queria trazer eh já chegando à nossa as nossas reflexões finais, esta mensagem, porque nós estamos nos aproximando do Natal, o Natal que nós celebramos o nascimento de Jesus, apesar de sabermos que Jesus nasceu em uma outra época. E hoje conversando com os nossos assistidos da caravana, onde os nossos amigos da TV prepararam vida muito bacana, inclusive com a fala final do nosso tio Di, tem a pergunta: quando Jesus nasceu em nós? E aí nós lançamos essa pergunta reflexiva para o nosso auditório. Hoje foram entregues 166 cestas básicas, mas aqui neste salão nós tínhamos muito mais pessoas porque como a sexta era dobrada, então hoje basicamente são as pessoas idosas e gestantes que são cadastradas e aí trouxeram acompanhantes. Então, a gente tinha esse esse meio cheio e uma parte da lateral também cheia e fizemos esta pergunta. E nós precisamos também estar refletindo de que maneira Jesus nasce em nós. Exaltação do Natal. Se já consegues perceber a sublime mensagem do Natal de Jesus, faz um exame dos benefícios que fruiz com o conhecimento dele e dos resultados produzidos na sua vida. Embalados pelo cântico da alegria cristã, rememora quantas lágrimas estancastes, quantos corações vitalizastes com a fé clara e pura. Tens elegido a serenidade como companheira das horas difíceis, o amor como sustentáculo das tuas aspirações, a caridade como normativa fraternal e a fé como lâmpada sempre acesa no curso das tuas horas. O Natal evoca o rei sublime descendo à terra para amar.
eis, o amor como sustentáculo das tuas aspirações, a caridade como normativa fraternal e a fé como lâmpada sempre acesa no curso das tuas horas. O Natal evoca o rei sublime descendo à terra para amar. Esses, os que ensaiam amá-lo, buscam aquele outros que não tem tido o ensejo de serem amados nem socorridos, como alavancas de que se encontram possuídos de socorro e proteção. ainda não consegues perceber as glórias do Natal de Jesus, vibrar nas fibras mais íntimas do teu ser, porque a tua coleta sido de desenganos e tristezas, perversidades e incompreensões. corda à memória, a imagem daquele homem que medrou como lírio imaculado em Chavascaldiento e não se compuscou, que viveu sitiado pelo sofrimento de todos e não descreu, que se viu a sós quando mais era convocado ao testemunho ímpar e não se fez fez amargo nem decepcionado. Acorda-o, simples e majestoso, face crestada pelo sol, cabelos ao vento, pés sangrentos, esguio e nobre, enxugando suor, lavando feridas, acolitado por mulheres mutiladas e por homens no dominados por miséria sem nome. elegeu a esses o sem ninguém, a condição de amigos, sem se esquecer daquele outros também felizes. Acorda-o e deixe que brilhe no seu íntimo as emoções dele, o amigo, por quase todos esquecido e que jamais se esqueceu de ninguém. Jesus não esquece de nenhum de nós. Então, que possamos lembrá-lo todos os dias da nossa existência, seja na alegria, seja na tristeza, porque ele está na direção do nosso planeta a nos convidar diariamente para sermos os teus discípulos. Tomemos a charrua na direção do Porto Seguro, que é a plenitude. Um feliz Natal para todos nós e que Jesus nos abençoe. >> Muito obrigado, Tânia, pela brilhante exposição da noite. tema magnífico e que sempre nos convida à reflexão e a busca incessante da Companhia de Jesus. Preparemo-nos agora então para o encerramento da nossa reunião, quando convidamos os médiuns passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus,
agora então para o encerramento da nossa reunião, quando convidamos os médiuns passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, amigo incondicional de todas as horas, convidastes a todos em diversas épocas da humanidade para que estivessem contigo, assim como a parábola Muitos foram os chamados e muitos atenderam o vosso pedido. sabendo da alma humana, conhecendo a cada um de nós com profundidade, resolveste então pedir ao Pai que nos legasse um consolador, um paracleto que viesse até nós, fazendo-nos recordar daquilo que nos havias dito e que por hora não tínhamos entendido, fazendo-nos recordar agora de outra forma para que pudéssemos entender a vossa mensagem, recordar as vossas palavras, esclarecer os teus ditos e apontar os novos rumos para a nossa trilha da evolução. Sim, Senhor, nós também te agradecemos bemadamente e com gratidão o esforço que desenvolvestes para nos trazer ao redil do vosso amor. abençoa-nos nesta noite com os vossos benfeitores espirituais, que eles possam desenvolver, através dos médiuns passas aqui presentes, a manipulação das boas energias que nós sentiremos, os benefícios na nossa mente e no nosso corpo. abençoa ao nosso irmão Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira. A nossa gratidão à benfeitora Joana de Ângeles e aos benfeitores espirituais. os nomes colocados na entrada desse cenáculo e a água que lá expomos abençoa a todos, atendendo as súplicas segundo o mérito de cada um. Ao retornarmos ao lar, conduzem-nos em paz, levando a vossa mensagem de amor para aqueles que lá nos aguardam. Abençoa-nos, Senhor, permaneças instantes mais conosco e conduz-nos em paz até nossos lares. Sos hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.
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