Tânia Menezes • Momentos Evangélicos • 16/11/2024

Mansão do Caminho 17/11/2024 (há 1 ano) 1:05:22 14,626 visualizações 2,022 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.

Transcrição

Muito boa noite. Boa noite. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária sábado à noite e eu convido o nosso irmão José Amorim para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Querido amigo Jesus, queridos benfeitores do mundo maior, dona Joana de Ângeles, gratidão por estes instantes em que aqui reunidos como irmãos, em busca do auxílio, da compreensão, do entendimento, das mensagens, das lições do mestre Jesus. Permite que a irmã que estará fazendo uso da palavra possa nos trazer estas lições, reflexões tão necessárias para as nossas vidas. para o momento em que estamos vivendo. abençoa Jesus, o nosso querido tio, derramando sobre ele bênçãos de paz, de saúde, dando de cada um de nós aquilo que de melhor possuímos em forma de alegria, de saudade, de amor, que ele possa ter da sua saúde restabelecida e podermos contar com a tua presença entre nós, nas lições que ele sempre, de forma amorosa, carinhosa, nos traz a todos instantes. Abençoa a nossa casa, mestre, que ela possa estar sempre com as portas abertas a todos aqueles que nos busquem e que possamos estar oferecendo aquilo que de melhor também possuímos para eles. Se conosco, Jesus nesta noite e por todo sempre. Que assim seja. Então, muito bem, vamos à nossa reunião doutrinária trazendo notícias do Divaldo. Ele ainda está na no hospital, já fez os procedimentos que deveria fazer e deve ter alta na segunda-feira. Então, segunda-feira ele retorna à casa. Nós estamos desenvolvendo a nossa campanha de Natal, é a nossa proposta anual de 5.000 cestas. Ano passado nós conseguimos 6800, foi excelente. Esse ano as nossas propostas, a nossa proposta é a mesma, né, para distribuir no entorno aqui da mansão do caminho uma população de aproximadamente 400.000 pessoas. Nós vamos botar uma gotinha d'água. por algumas horas, por alguns dias para algumas famílias, né? Então essa é a proposta do Ana Tiraci também está aqui. Ela tem as listas de Natal físicas para aqueles que tiverem interesse de participar. Essa já é uma

s, por alguns dias para algumas famílias, né? Então essa é a proposta do Ana Tiraci também está aqui. Ela tem as listas de Natal físicas para aqueles que tiverem interesse de participar. Essa já é uma operação que ela realiza há mais de 60 anos. Nós também temos eh um cine debate. Ele vai ser das 18 às 19:30 na terça-feira, dia 19. Então, das 18 às 19:30, a gente vai passar um filme que é inspirado na trajetória de Benedita Fernandes, fundadora de um hospital psiquiátrico que transformou a vida de muitos. Com sinas emocionantes, esse documentário traz a história de uma mulher que com muita coragem superou desafios e se tornou um exemplo de benevolência. Se chama Docudrama, benedita, uma heroína invisível. Então, das 18 às 19:30. das 19:30 às 20 horas, faremos um intervalo e depois nós daremos a palestra para César Perride Carvalho, que ele foi o idealizador desse do drama e ele é foi ex-presidente da Federação Espírita Brasileira. Essa é a nossa programação de terça. Nós também teremos eh um seminário Evangelho de Jesus com a Denise Lino e a Luziane Bahia. No dia 23 de novembro, que é um sábado, das 16 às 21:15, das 16 até às 19 horas, elas vão desenvolver esse seminário aqui no no nosso cenáculo e depois a palestra vai ser realizada por Divaldo Franco. É uma ocasião em que nós lançaremos o box. É uma caixa com os 11 livros da benfeitora Amélia Rodrigues, com capa dura. É um trabalho que foi desenvolvido ao longo desse ano de 2024 e nós preparamos a justamente nessa época de Natal para fazer o lançamento desse box especial da dona Amélia Rodrigues. A modalidade é presencial e se inscreve no site da Mansão do Caminho e então participa do seminário e depois da palestra Gundivaldo às 20 horas, das 20 às 21 horas. Então, hoje no dia nossa palestra doutrinária de sábado, nós convidamos a nossa irmã Tânia Menezes para desenvolver o tema desta noite. Então, eu passo a palavra a ela agora. Boa noite. Boa noite a todos vocês que estão aqui neste espaço presencial, aos que nos

convidamos a nossa irmã Tânia Menezes para desenvolver o tema desta noite. Então, eu passo a palavra a ela agora. Boa noite. Boa noite a todos vocês que estão aqui neste espaço presencial, aos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Sidon, uma cidade fenícia ao longo das margens do mar Mediterrâneo. Existia nesta aldeia um homem que recebera o diagnóstico de lepra. Durante algum tempo, ele ficou a imaginar quando tudo aquilo aconteceu, quando apareceram as primeiras manchas, quando o cansaço passou a fazer parte da sua rotina, os movimentos nos membros superiores, inferiores, que foram aos poucos se perdendo. Chegou um dia que a sua mulher, em um acesso de raiva, gritou: "Leproso! Este grito saiu com tanta raiva que a aldeia toda ouviu e os homens, cada um pegou uma pedra e saiu à porta da sua residência. Sai imundo. Você não faz mais parte deste lugar. Naquele momento, ele teve ímpeto de se matar, porque a lepra significava a segregação do meio social. Quando pensamos no autocídio, vamos lembrar que a benfeitora Joana de Angeles, no livro Mundo Regenerado, no capítulo 6, nos traz uma belíssima página intitulado intitulada Suicídio Infeliz. E ela começa a dizer a nós que quando nos sentimos abandonados em solidão, com as tormentas, antes de pensarmos em nos jogar no abismo que não tem retorno do autocídio, nos ofereçamos uma nova oportunidade. Aquele homem que inicialmente teve o ímpeto de se matar, depois pensou: "Eu quero viver, mas como viver segregado deste convívio que começava da própria família? Os filhos também o abandonaram e não era somente das pessoas próximas. Porque o seu corpo, nem ele próprio suportava o odor, as chagas, aquelas feridas purulentas que causavam mal-estar a quem quer que dele se aproximasse. Mas ele ouviu falar que alguém em Cafarnaum que destava algumas horas de viagem de onde ele estava, era capaz de curar feridas, era capaz de devolver a voz à aqueles que não escutavam. Para quem estava nas sombras, aquele

ue alguém em Cafarnaum que destava algumas horas de viagem de onde ele estava, era capaz de curar feridas, era capaz de devolver a voz à aqueles que não escutavam. Para quem estava nas sombras, aquele homem seria capaz de devolver a luminosidade. E assim, neste propósito de encontrar este homem, ele resolve empreender uma viagem, uma viagem muito difícil, porque ele levaria dias e noites a pé, sem recursos, com aquelas feridas pelo corpo. E aí pensou, para reduzir as minhas dores, eu viajo durante a noite, de dia com sol causticante, eu devo buscar um abrigo até para aliviar as dores provenientes. E assim o fez. Transcorreram-se os dias. Ele foi sentindo o corpo ficar febril e de fato a febre começou a tomar conta do seu corpo. E aí ele ficou a pensar quantos sofrimentos atravessam as pessoas diante de questões que começam por pequenas coisas e vão se avolumando. Dia chegava, ele descansava e pensando em quantos passaram a lhe odiar, mas ele nada fez aquelas pessoas, apenas trazia em seu corpo as marcas de uma doença, de uma doença que era letal, o ódio. Ele nunca havia sentido ódio por qualquer pessoa. E aí nós lembramos que em um Evangelho segundo o Espiritismo, Fenelon, no capítulo 12º, no item 10, em apenas um parágrafo, vai escrever para nós a respeito do ódio. E ele começa dizendo assim: "Amai-vos uns aos outros e sereis felizes. Tomai sobretudo aito aqueles que lhe inspiram o ódio, o desprezo, a indiferença. Nós já sentimos isso por alguém? Ódio! desprezo, indiferença. Alguém já manifestou esses sentimentos em relação a nós? Quero relatar uma experiência vivida esta semana na profissão. Fomos ministrar uma aula no Hospital das Clínicas para um grupo de residentes multiprofissionais. Ali estavam enfermeiros, fisioterapeutas, fonaudiólogos, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos, em uma ampla sala que tem aqueles níveis e eram eram apenas 22 alunos. Eu estava saí de uma manhã de aula e entrei nesta aula à tarde com a garganta muito inflamada. E aí quando eu cheguei na sala de aula

ma ampla sala que tem aqueles níveis e eram eram apenas 22 alunos. Eu estava saí de uma manhã de aula e entrei nesta aula à tarde com a garganta muito inflamada. E aí quando eu cheguei na sala de aula que vi um espaço amplo e os alunos distantes, fiz o seguinte pedido: se porventura for possível vocês ficarem mais próximos, porque não tinha microfone, eu gostaria porque estou com a com a garganta um pouco inflamada, pouparia a minha voz. Aí uma aluna no fundo diz: "É porque estar na frente é muito frio. Nós ficamos ao fundo por conta do ar condicionado. Mas uma sala ampla você consegue encontrar espaços que não seja muito frios." E aí eu fiz novamente o pedido, apenas um aluno saiu do fundo e veio para a frente. E eu disse: "Bom, já que vocês continuam no mesmo espaço, vamos começar a aula. é a nossa juventude, são os valores. Então você tem alguém ali que vai lhe levar conhecimentos, que fala de um estado de saúde e que não toca o coração. E assim segui e assim torcia, bebia água, interrompia e voltava. E ninguém saiu do lugar. Por duas horas seguidas, eu estive cumprindo a minha função. Poderia ter cancelado a aula. Não ganho nada para fazer isso. É um convite e eu, como professora da universidade também atendo aos convites que são formulados. Então, diante desta experiência, eu fiquei a pensar o quanto temos sido indiferentes ao outro, ao outro que é desconhecido, mas que traz para você a sua condição e não lhe toca o coração e está preocupado com o bem-estar que poderia se alocar em vários outros espaços. E isso deve servir de reflexão para nós, porque às vezes está ao nosso lado, não desconhecido, mas alguém que é da nossa convivência, que está passando por dificuldades e que nos mantemos indiferentes. Como é que conseguiremos estar amando e alcançando a felicidade? Porque o próprio Allan Kardec vai indagar aos benfeitores na questão que abre a parte terceira de o livro dos espíritos da lei divina ou natural, questão 614. Que é a lei natural? respondem os benfeitores.

e o próprio Allan Kardec vai indagar aos benfeitores na questão que abre a parte terceira de o livro dos espíritos da lei divina ou natural, questão 614. Que é a lei natural? respondem os benfeitores. É a lei de Deus, a única responsável pela felicidade do homem. O homem só é infeliz quando se afasta dela. Então, todos vivemos à procura da felicidade, mas nós não conseguimos encontrar porque somos indiferentes, porque desprezamos o outro, porque não nos colocamos no lugar do outro para poder atender as suas necessidades. E aquele homem com a lepra, fazendo a sua viagem difícil a Cafarnaum, ele tinha um propósito. Durante esta viagem, ele se deparou com vários obstáculos, mas ele tinha um propósito. Ele poderia, no primeiro obstáculo ter interrompido, ter desistido, mas ele não desanimou. E nós estamos a desanimar frente aos obstáculos, aos desafios, às doenças, as dores. Quantas dificuldades estamos a defrontar em nossa caminhada? E no primeiro obstáculo que nos deparamos, a ideia que surge é desistir, desanimar. Mas foi o próprio Jesus que tinha dito para nós que no mundo nós teríamos aflições, mas que era necessário o bom ânimo, porque ele venceu o mundo e foi buscando forças onde não existia, que este homem, ele aproveitando o tempo que ele era, era disponível. Chega a Cafarnaum, chega à procura daquele que na distância onde vivia ouviu falar deste profeta, deste Messias, deste que curava. Ele nem sabia o nome. E ele próprio pensou: "Mas eu não sou filho de Davi, eu sou um estrangeiro. Será que eu terei como chegar até ele?" E assim ele pensou: "Eu sou um estrangeiro, mas eu sou o filho de Deus". Temos pensado em nossa caminhada que somos filhos de Deus, este pai maravilhoso que nos oferece a oportunidade de estarmos aqui. Porque nós estamos aqui para aprender, para se libertar, para construir. Então é preciso aproveitar mais intensamente esta oportunidade de tempo que nos é confiada. O apóstolo Paulo, ele escreve em sua carta aos Romanos, capítulo 14, item 6.

ra se libertar, para construir. Então é preciso aproveitar mais intensamente esta oportunidade de tempo que nos é confiada. O apóstolo Paulo, ele escreve em sua carta aos Romanos, capítulo 14, item 6. Aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz. O que é fazer caso do dia? Conforme o entendimento para ter colocado nessa carta o apóstolo Paulo? é exatamente tornar-se consciente deste valor do tempo. Aquele homem que viajou, ele tinha consciência, ele tinha um objetivo e ele se considerava filho de Deus. Somos filhos de Deus, mas o quanto estamos valorizando este tempo a nós confiado. E aí cada um responde para si sobre este valor. Os dias transcorrem como estamos utilizando as horas deste dia. Manuel vai nos falar no livro Caminho, verdade e vida, que a maioria dos homens ainda não sabe valorizar este tempo, este tempo que é a dádiva do Pai. No livro que estamos estudando no projeto Manuel Filomeno de Miranda. Hoje o estudo do capítulo 17, Filomeno abre o estudo falando a respeito disso, que a reencarnação constitui o que é isso? É exatamente esta oportunidade ofertada para que possamos aproveitá-la. Pensando neste homem com lepra. Se nós tivéssemos nesta condição, qual seria a nossa reação? Porque ele foi abandonado por aqueles que eram seus afetos diretos. Então aí já é algo que se coloca para podermos desanimar, ficarmos ansiosos, ficarmos tristes, buscarmos o apoio e não encontrarmos. Então, nós podemos nos permitir as queixas, as lamentações, as incertezas. Ele passou certamente por tudo isso, porque na ideia inicial do autocídio, logo depois ele pensou: "Mas eu quero viver". e foi motivado, porque nós precisamos de motivações para poder seguir diante de todas as intempérias. E ele estava ali buscando algo que para ele iria trazer uma harmonização. Quando ele está exatamente no espaço onde se situava uma multidão, eis que o seu corpo não permitia se aproximar das pessoas, mas não era somente pela sua aparência, era também pelo odor que ele exalava. procurou uma

exatamente no espaço onde se situava uma multidão, eis que o seu corpo não permitia se aproximar das pessoas, mas não era somente pela sua aparência, era também pelo odor que ele exalava. procurou uma sombra, mas uma sombra que pudesse dar para ele a possibilidade de mesmo à distância se deparar com o olhar, com a palavra que pudesse trazer algum tipo de conforto. Aí ele relembra as intemperes da sua viagem. Foram dias e dias para aquele momento e eis que surge, ele não sabe como a presença, a presença deste homem que na sua primeira fala diante de uma multidão que estava tumultuada, falando alto, crianças a chorar, eis que aquela voz fala suave. Eu vos trago as boas novas das alegrias. Falando isso, ele estende as suas mãos por sobre aquela multidão. De onde aquele homem se encontrava, ele conseguiu receber aquela vibração. Naquele momento, as suas dores elas desapareceram. O seu odor ele já não sentia. apesar de olhar para todo o seu corpo e perceber todas aquelas chagas que eram as marcas, que era o estigma da sua doença. E o Jesus, porque ele ouviu falar Messias, Jesus. E assim ele foi se sentindo transportado para um outro ambiente. E este homem, ao falar, calava a todas aquelas pessoas, como se uma energia diferente pairasse naquele ar. E a sua voz ia aos poucos, trazendo ao semblante daquelas pessoas como que uma paz, uma alegria, uma mudança de atitude. Ele se ajoelha sem ao menos estar diante de ninguém. Foi a atitude de reverência à aquele ser que ali se encontrava. De repente, uma voz mais distante grita: "Senhor, tende piedade de mim. Eu tenho lepra." Jesus, ouvindo aquela voz, a multidão que ali se encontrava abre o espaço e aquele homem vai e se aproxima de Jesus. E quando Jesus toca no corpo daquele homem, as feridas vão aos poucos desaparecendo. E Jesus diz para ele: "Vai em paz. Quero que você siga o caminho do Senhor. Quando isto aconteceu, aquele homem ficou transtornado. Como pode? Aquele homem tem as chagas que eu tenho em meu corpo e foi curado. E aí Jesus

: "Vai em paz. Quero que você siga o caminho do Senhor. Quando isto aconteceu, aquele homem ficou transtornado. Como pode? Aquele homem tem as chagas que eu tenho em meu corpo e foi curado. E aí Jesus continua a sua pregação e vem dizer à aquela multidão que o amor é capaz de curar todas as nossas dores, que é preciso amar. E aí vamos para o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 11º, itens 8, 9 e 10. Lázaro abre o item oito falando desta lei de amor. O que é que ele traz para nós? Talvez já tenhamos revisitado esta página inúmeras vezes, mas o que é a leitura e o que é a nossa prática? O que é a lei de amor que Lázaro vai iniciar dizendo que resume a doutrina de Jesus por inteiro e que nós ainda não sabemos viver o evangelho de Jesus, viver este amor. E aí vem apresentando para nós esses passos que nós vamos transitando para poder chegar ao que Jesus para todos nós. Instinto, sensação, sentimento. o quanto ainda transitamos pelo instinto, pela sensação para poder alcançar o sentimento. Mas avançando, Fênelon no item deste capítulo 11º vai falar que o amor ele vai também trazer na sua essência a origem de todos nós, porque somos filhos de Deus. Na criação, o Pai depositou o amor em cada um de nós. Mas talvez as pessoas que estejamos a conviver não expressem este amor como nós desejamos, como nós também somos capazes de expressar. Mas isso não significa que o amor ele não está ali posto em cada um de nós. E o Pai fica a aguardar que possamos manifestar este amor. E como podemos fazer isso? São tantas as oportunidades. Estamos aqui ouvindo ao longo dos dias o chamado para a campanha de Natal, mas esta é uma diante de tantos chamados que a vida tem nos feito. aqueles que são os invisíveis, que são os desconhecidos, que precisam não somente deste alimento que vai saciar a fome do seu corpo, mas do alimento, que é o afeto, que é a presença, que é este contato que muitas vezes deixamos de estabelecer por conta da nossa vida, da nossa dinâmica, do que nos movimentamos e deixamos

seu corpo, mas do alimento, que é o afeto, que é a presença, que é este contato que muitas vezes deixamos de estabelecer por conta da nossa vida, da nossa dinâmica, do que nos movimentamos e deixamos de estar exemplificando o amor conforme Jesus recomendou e exemplificou para todos nós. Jesus continua naquele momento falando para aquela multidão da necessidade de amar, de perdoar, de não guardar ressentimentos. Às vezes nós, neste mundo de convivências vamos nos deparar com pessoas que de fato nos provocam, nos deixam tristes, falam algo que não tem procedência e isso nos inquieta e isso nos deixa com aquele sentimento de mágoa. E esta mágoa, se não resolvida, ela vai aumentando, pode gerar um ressentimento e o ressentimento é capaz de gerar um processo de adoecimento, onde o amor. E aí vamos ao item 10 do capítulo 11º. Sanzon, ex-membro da sociedade espírita de Paris. Amar no sentido profundo do termo é o homem ser leal, probo, consciencioso para que ele faça ao outro aquilo que ele gostaria que o outro fizesse na sua direção. Esta é uma reflexão importante, porque estamos sempre a esperar que o outro faça desse jeito, daquela maneira, que deixe de fazer aquilo. E nós, quais têm sido as nossas ações na direção do outro? E aí estamos fazendo algo com o outro que nós não gostaríamos. que o outro fizesse em nossa direção. E aí segue Jesus. Mas aquele homem estava cada vez mais contagiado por uma emoção que era indescritível. Ele não conseguiria traduzir em palavras o que as mensagens daquele homem estavam repercutindo no teu ser. Ele anda um pouco mais e de repente Jesus ao avistá-lo vai à sua direção. E é Jesus. que a ele pergunta: "Que queres que eu faça?" Ele responde: "Que eu tenha paz. Um homem que tinha um corpo desfigurado pela lepra naquele momento, não pediu a Jesus que curasse as suas feridas. E se fôssemos nós? Será que Jesus diante de nós, perguntando o que nós desejaríamos, com este corpo tomado de feridas, iríamos pedir a paz? Sim, foi isso que ele pediu. E ao mesmo

sse as suas feridas. E se fôssemos nós? Será que Jesus diante de nós, perguntando o que nós desejaríamos, com este corpo tomado de feridas, iríamos pedir a paz? Sim, foi isso que ele pediu. E ao mesmo tempo, quando ele disse que desejava paz, ele olha para o seu corpo, vê as suas feridas e ele próprio pensa: "Mas eu não fiz um pedido para curar as minhas chagas. E eis que Jesus lhe diz: "Você terá a paz. O seu corpo também não terá mais as feridas. e ao mesmo tempo, como se tivessem movimentando todas as células do seu corpo em um frito diferente. Aos poucos, aquelas feridas elas vão desaparecendo. E Jesus diz a aquele homem: "Eu vos conheço desde ontem". E ele fica com aquela voz gravada em seu mundo íntimo, aquela presença. De onde ele me conhece? Eu não o conheço, mas eu sou filho de Deus e agora vendo todo o meu corpo sem feridas. Jesus diz que ele pode seguir, que ele vai em paz, que ele também quer que ele faça parte do reino. Aquele homem segue. segue, mas não como muitos que foram curados no seu corpo e depois voltaram para as mesmas vidas dissolutas, desregradas. Aquele homem, ele obteve a sua verdadeira cura, porque ele buscou um novo caminho a partir daquele encontro. Ele volta para Sidon e na aldeia onde ele viveu, ele abre um lar para receber todos aqueles que têm lepra. que são segregados do mundo social para que possam ter uma vida digna. Jesus a todo instante nos faz o convite para a renovação, para que nós possamos sair deste lugar, das dificuldades, das dores, das mágoas, dos ressentimentos. Quem de nós aqui não passou por uma experiência que foi difícil? com alguém que lhe ocasionou um dissabor, com alguém que você disse: "A partir de hoje eu não quero mais contato com esta pessoa". Mas se não resolvermos as nossas questões agora, adiante, teremos que retornar e refazer o caminho, porque este esta é a dinâmica da nossa existência. Nós vamos voltar para poder refazer os caminhos que percorremos de maneira equivocada. Mas se a lei de amor, ela nos faz o

ornar e refazer o caminho, porque este esta é a dinâmica da nossa existência. Nós vamos voltar para poder refazer os caminhos que percorremos de maneira equivocada. Mas se a lei de amor, ela nos faz o convite através de Jesus, para que possamos perdoar, para que não guardemos ressentimentos, para que não fiquemos magoados. Nós temos a oportunidade agora de iniciarmos um novo passo seguindo as pegadas de Jesus e podemos ter as curas que almejamos, porque em verdade o nosso desejo está sempre na direção do que é transitório, do que é passageiro. Então, se eu estou com a dor, uma dor de cabeça, por exemplo, eu busco logo um analgésico para que aquela dor ela passe. Mas esta é a nossa dinâmica de vida. Eu tenho que buscar a cura daquelas dores, porque eu não vou conseguir trabalhar se eu estou com dor. Eu não vou conseguir fazer isto ou aquilo se eu estou com dor. nesta movimentação que eu faço, o que eu tenho utilizado em termos de recursos, porque toda a dor física, ela tem origem em nossa alma que está adoecida. Estamos todos aqui neste momento, neste espaço, buscando algo que venha nos fortalecer, que venha nos sustentar. E para isso eu preciso ouvir as reflexões e encontrar os caminhos por onde eu vou trilhar, colocando em prática essas reflexões, porque senão elas chegam, elas batem e elas vão embora. E o que a lei de amor traz para nós exatamente este percurso que vamos fazendo que é árduo, lembrando da história do nosso personagem, dias e noites vencendo as intempéries do caminho, aquela época que não dispunham de automóveis, de navios. eram animais quando tinham ou a pé. Foram dias e dias ao relento, tentando viajar à noite, porque não tinha o sol a castigar as suas feridas. Hoje nós não precisamos mais fazer essas viagens a pé, à exposição do tempo. Temos recursos maravilhosos, mas precisamos fazer uma viagem que esta é individual e que ainda não nos colocamos à disposição, que é a viagem interior para poder revolver dentro de nós todas estas mazelas que causam

maravilhosos, mas precisamos fazer uma viagem que esta é individual e que ainda não nos colocamos à disposição, que é a viagem interior para poder revolver dentro de nós todas estas mazelas que causam as chagas morais, que são visíveis ou invisíveis e que aguardam de nós uma melhor, um melhor aproveitamento desta oportunidade, que é o tempo outorgado pelo nosso pai, para que possamos em aproveitando, sem queixas, sem revolta, sem lamentação, perguntando se diariamente, como recomenda Santo Augustinho no meu dia hoje, o que eu fiz que não deveria ter feito. E aí vem a nossa consciência, a nossa consciência que já desperta vai elencar aqueles pontos que precisam ser trabalhados. E nisso podemos estar caminhando para o arrependimento. Ora, se eu trilhei por um caminho que não deveria, vem esta movimentação íntima, mas eu não deveria ter trilhado por aí. Eu me arrependo. O arrependimento é um passo que nós vamos dar para poder sair daquele ponto. Só que muitas vezes eu reconheço e eu permaneço impactada naquele ponto. Voltando ao nosso personagem, ele poderia naquele momento que a mulher grita que ele é leproso e que todos aqueles homens da aldeiam busca da aldeia buscam a pedra para que ele saia imediatamente daquele lugar. Então a ideia, o impulso inicial, a minha vida não tem sentido, não tem valor, eu não sirvo para nada. Olha como eu estou. Às vezes nós temos esse impulso, mas que precisamos dar um freio que é exatamente a tomada de consciência. O que é que Jesus nos recomenda? Por que que eu estou aqui? Quais são os propósitos? E aí eu vou caindo e despertando. O arrependimento não vai permitir que a culpa se instale, porque a culpa ela também nos chama para a responsabilidade de sanar aquele delito, mas não ficando com esta culpa instalada em nós e sim nos chamando para esta movimentação. Então, nós temos em algumas circunstâncias uma posição que é semelhante do querer acabar, não vai dar mais certo, mas de imediato ele diz: "Não, eu quero viver e eu vou buscar os recursos para poder

. Então, nós temos em algumas circunstâncias uma posição que é semelhante do querer acabar, não vai dar mais certo, mas de imediato ele diz: "Não, eu quero viver e eu vou buscar os recursos para poder sair deste lugar que me atormenta." Vejam aquela época, a época de Jesus, o que seria fazer uma viagem de dias com alguém que tem o corpo aberto em feridas, que não tem os recursos para fazer esta viagem, muito provavelmente se alimentando do que a natureza lhe oferecia. Mas lá chegou porque ele tinha um objetivo, ele tinha um propósito. E todos nós precisamos ter propósitos concretos em nossa vida. Todos os dias quando eu levanto, o que é que me motiva a sair da cama e dar segmento? São os propósitos que nós armazenamos, são os propósitos que nós vamos investir para poder alcançar. Então, tudo quanto estamos atravessando pode melhorar se mudarmos o nosso foco, o nosso foco para a vivência deste amor que Jesus nos convida. E como ele próprio disse aquela multidão que o amor ele é capaz de contornar todas as nossas dificuldades, conseguimos entender isso, entender quando há uma morte de alguém que é muito importante para mim, quando eu estou atravessando um processo difícil, uma situação financeira, econômica, que não é confortável, quando chega um processo de adoecimento, quando vem os conflitos dos relacionamentos, eu consigo de fato pensar em viver o amor diante dessas circunstâncias? Nem sempre. Mas a nossa consciência, ela precisa estar alerta. Nós estamos aqui para cumprir a nossa missão, o nosso papel e um dos objetivos da reencarnação é desenvolver o amor, essa centelha divina. Então, as dores, os desafios, as dificuldades são os instrumentos para que possamos despertar para a necessidade do amor. Então, é preciso descobrir se ainda não temos clareza dos nossos propósitos. Por que estou mesmo nesta experiência diante de pessoas que são mais difíceis, diante daquela situação financeira, diante da falta de emprego, diante do conflito do relacionamento, diante do processo do adoecimento,

esmo nesta experiência diante de pessoas que são mais difíceis, diante daquela situação financeira, diante da falta de emprego, diante do conflito do relacionamento, diante do processo do adoecimento, porque tudo isso são tempestades que vão não passar. E aí lembrando do nosso querido tio Nilson em sua primeira mensagem psicofônica após a desencarnação, tudo passa, só o amor permanece. É a lição de Jesus, é o exemplo de Jesus, a vivência desse amor. Então, precisamos sair daqui pensando nessas chagas que nós carregamos. A imagem utilizada na narrativa que a benfeitora Amélia Rodrigues apresenta no livro O Essencial nos mostra o quanto nós temos a possibilidade de ressignificar a nossa existência. Porque aquele homem, depois que foi curado por Jesus, sem pedir a cura das suas chagas aparentes, ele volta e faz o movimento de atender a aqueles que passavam pelas mesmas dificuldades que ele atravessou. Não sabemos quanto tempo, não importa. Ainda que tenha sido breve, ele fez um movimento e todos nós estamos aqui sendo convidados a fazermos movimentações em nossa vida para que todas estas dificuldades, tempestades, elas possam passar com harmonia. Vejam que Jesus chega a aquele homem e pergunta: "Que queres que eu faça?" Se Jesus chegasse aqui e perguntasse a nós: "Que queres que eu faça?" Qual seria a nossa resposta para Jesus? Será que pediríamos a ele paz? Porque vejam, se nós não temos paz, não vamos conseguir resolver outras questões, mas vamos no impulso daquilo que é imediato. Será que conseguiríamos pensar em algo? que é abrangente, mas que não diz diretamente, não está diretamente relacionado as questões materiais, mas Jesus está a todo instante a nos acompanhar através dos teus emissários, que são os instrumentos para poder nos guiar, nos orientar. nos acolher. E quando fazemos o nosso pedido a Jesus, certamente ele mandará a resposta através dos teus emissários. Não, exatamente. Essa resposta vai chegar conforme nós desejamos. Mas não tenhamos dúvidas de que ele enviará

mos o nosso pedido a Jesus, certamente ele mandará a resposta através dos teus emissários. Não, exatamente. Essa resposta vai chegar conforme nós desejamos. Mas não tenhamos dúvidas de que ele enviará um mensageiro, um emissário para poder tocar as nossas almas e sentirmos a presença dele, porque ele está em todo lugar, especialmente onde há dor, onde há sofri onde há discórdia. Porque Jesus, ele não veio para os sãos, ele veio para os doentes. Aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz. que possamos sair daqui pensando nessa frase do apóstolo Paulo, para que a partir de então das nossas reflexões possamos melhor utilizar este tempo, mas este tempo no sentido de sanar as chagas de todos aqueles que convivem conosco. no nosso mundo familiar, no nosso mundo social, no nosso mundo do trabalho, nas instituições religiosas que estamos a frequentar, para que a partir desta melhor ocupação do tempo que nos convida à vivência do amor, sejamos aqueles instrumentos de que Jesus está se utilizando para poder curar aquela chaga daquele que está diante de nós. E certamente vamos ouvir também ao longe Jesus a nos dizer: "Eu vos conheço desde ontem, porque certamente Jesus conhece a cada um as suas necessidades. E quantas necessidades nós temos! Quantas inquietações nós carregamos e quando buscamos este ambiente, certamente os benfeitores espirituais estão distribuindo para cada um os recursos para que encontremos no nosso íntimo a verdadeira cura. A verdadeira cura nos faz o convite para a vivência do amor. O Natal se aproxima e neste momento as nossas almas elas estão mais sensíveis para esta presença de Jesus. que possamos então viver, exemplificar e ser este amor que o Pai, que nos doutor de amor na criação, possa exemplificar e ser a partir de então. Não vamos olhar para trás do que já foi feito. É daqui para a frente. Como posso utilizar melhor o meu tempo? Como posso amar mais? Que Jesus nos abençoe, que Jesus nos envolva com este amor incondicional que dele irradia para cada

e já foi feito. É daqui para a frente. Como posso utilizar melhor o meu tempo? Como posso amar mais? Que Jesus nos abençoe, que Jesus nos envolva com este amor incondicional que dele irradia para cada um de nós. Muita paz. Nossos agradecimentos a Tânia pela palestra. e pelo convite que desenvolveu ao longo desses últimos minutos em relação à nossa vida, a nossa existência e aquilo que realmente estamos procurando para nós. Vamos nos preparar agora então para encerramento da reunião, para a aplicação dos passos coletivos, a parte prática da doutrina espírita. Convidamos os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino amigo, repetidas e contínuas vezes, nos convidas para que possamos participar do grande banquete que nos ofereces a toda a humanidade, enfim, sobre o teu comando. Nos vinculamos, Senhor, através da doutrina espírita, ao teu convite de amor e de paz. Necessitamos, porém, estarmos preparados com o devido trage nupicial, para fazermos honra ao convite proposto por vós. Os nossos esforços devem ser contínuos e diários. na reforma do nosso interior, na conduta, na moral, nos procedimentos, na adoção do amor como a meta da vida. Neste momento, nós vos rogamos para que as boas energias do mundo espiritual, oriundas de vós e dos vossos mensageiros, possam vir até nós nesse grande laboratório do mundo espiritual, onde se produz a mescla da energia do mundo maior com as energias dos médiums passistas aqui presentes. Esta química, Senhor, desenvolvida sobre a égos amor, é que propicia as curas dos malefícios físicos, espirituais, emocionais, de que somos enriquecidos. os passes quando desenvolvidos e absorvidos para quem assim o deseje pode trazer os benefícios para a saúde física, mental e espiritual. Abençoa a água que te expomos na entrada desse cenáculo, transformando-a num fluido medicamentoso. Também os nomes dos encarnados e dos desencarnados. Por eles rogamos a vossa misericórdia.

spiritual. Abençoa a água que te expomos na entrada desse cenáculo, transformando-a num fluido medicamentoso. Também os nomes dos encarnados e dos desencarnados. Por eles rogamos a vossa misericórdia. Conduze até Divaldo Franco as nossas boas energias. para a sua recuperação, para a sua saúde. Nossa gratidão a tio Nilson pela contínuo trabalho no mundo espiritual. No retorno ao lar. Senhor, conduz-nos na vossa paz, levando amor, carinho, benevolência, gratidão para aqueles que nos esperam, os amigos, companheiros, familiares, todos aqueles que merecem a nossa gratidão. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Oh.

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