Momentos Evangélicos com Tânia Menezes

Mansão do Caminho 08/06/2025 (há 9 meses) 1:17:26 10,091 visualizações 1,791 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho

Transcrição

เ เ Oh. ا Oh. Muito boa noite. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária sábados, sábado à noite. E para o início da reunião, vou convidar o nosso irmão José Amurim para proferir a prece de abertura dos trabalhos dessa noite. Jesus querido, irmão maior de todos nós, vem ter conosco nesses instantes em que buscamos a abertura dos nossos corações, elevando-nos até ti, mestre, em oração, em súplica. pedindo ajuda, amparo, forças para o nosso caminhar. Ajuda-nos, mestre, para que saibamos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos concede, ajudando-nos uns aos outros como verdadeiros irmãos. de retorno a esta casa de amor, em busca do esclarecimento, do direcionamento, da revivessência do teu evangelho em nossas vidas. Envolve a todos nós que aqui estamos neste instante, encarnados e desencarnados. Agradecidos somos aos benfeitores do mundo maior, proporcionando-nos esta paz, esta alegria que nos envolve a todos nesses instantes. abençoa em especial aos nossos tios onde quer que eles se encontrem, levando até eles os nossos melhores sentimentos de saudade, de amizade, de carinho, de amor. que envolve a companheira que estará fazendo uso da palavra, que ela possa receber a inspiração da benfeitora, da equipe responsável por esta atividade, trazendo-nos tudo aquilo de que mais necessitamos para as nossas vidas. S conosco, Jesus, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Mais uma vez, mais uma vez, então, muito boa noite a todos. Vamos só três rápidos avisos. Nós, alguns dias passados falamos a respeito de uma mudança de horário e fomos então fazendo uma enquete e temos conversado com diversas pessoas, vendo a possibilidade de recuar um pouco as nossas reuniões doutrinárias. Quando nós recuamos as reuniões doutrinárias, muda também o horário do atendimento fraterno, da reunião mediúnica, eh as atividades outras desenvolvidas no prédio lijabanhos. É um assunto bastante complexo. Alguns são a favor, outros eh não concordam. Acho que é muito difícil chegar na mansão, por exemplo, às 19

, eh as atividades outras desenvolvidas no prédio lijabanhos. É um assunto bastante complexo. Alguns são a favor, outros eh não concordam. Acho que é muito difícil chegar na mansão, por exemplo, às 19 horas, que tem um trânsito muito intenso, né? na BR ou quem vem pela Avenida Mário Sérgio já é menor ou quem vem pela 29 de março é menor, mas é sempre bastante complexo nesse horário. Então nós vamos no transcurso desse mês de junho, nós vamos fazendo uma uma pesquisa, né, e para para definir realmente se vamos mudar o horário ou não. Então qualquer qualquer evento que acontecer vai ser sempre em julho. por enquanto, vamos deixar aí em suspenso este assunto, né? O segundo aviso é relativamente a um encontro que haverá na próxima semana, dia 14, na Federação Espírita do Estado da Bahia, que é aperfeiçoamento da mediunidade, eh, o contributo de Manel Felomeno de Miranda. Tá aí o cartaz, né? 14 e 15 de junho de 2025. Aqueles que tiverem interesse de participar, ah, podem fazer sua inscrição no site da Federação Espírito do Estado da Bahia, né? Lá tem as demais informações, inclusive o nosso projeto Manuel Fel Miranda estará lá estará presente nesse evento também. O segundo Espiritismo Play vai transmitir, é, o Espiritismo Play vai transmitir esse evento, né? E nós teremos depois um seminário no mês de julho, no dia 19, das 16 às 19. Eh, Centro Espírita aprendizado, autoconhecimento e transformação. É um seminário com Adilto Burgie e com o projeto Manuel Filomeno de Miranda, o Lissa Tânia e o José Amurim que está aqui conosco, né? Eu acredito que já esteja no nosso site já a inscrição, né? Aqueles que tiverem interesse, podem se inscrever para esse seminário. As pessoas que se inscreverem vão receber eh esse livro, né, que é um livro sobre centro espírita, eh, que é um livro do do Adildo Buglies, que vai est foi reeditado, né, e que vai ser oferecido para todos aqueles se que se inscreverem, né? Então fica aí o convite para o dia 19 de julho de 2025, das 16 às 19 horas e às 20 horas nós teremos a

vai est foi reeditado, né, e que vai ser oferecido para todos aqueles se que se inscreverem, né? Então fica aí o convite para o dia 19 de julho de 2025, das 16 às 19 horas e às 20 horas nós teremos a palestra normal. Então agora vou passar a palavra a Tânia para o desenvolvimento da nossa atividade desta noite. Boa noite a todos que estão nesse espaço presencial, aqueles que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho. Que Jesus nos abençoe. palestra, o tema proposto, não sei se vocês têm este livro que foi eh do workshop feito aqui em maio, uma reedição Sendas Luminosas e por coincidência ou não, não existem coincidências, o tema saber ouvir foi psicografado pelo nosso tio Divaldo. exatamente a 7 de junho de 1997, ou seja, hoje nós temos 28 anos que esta mensagem foi trazida para as nossas reflexões. E começando pelo próprio título proposto pela benfeitora Joana de Ângeles, saber ouvir, não é só ouvir. Quando nós pensamos que na nossa constituição física foi pensado de nos dar ouvidos, temos apenas uma boca mais dois ouvidos. Tem um propósito para isso. E aí a benfeitora usa um verbo inicial saber. Saber está relacionado a conhecimento. Então, nós precisamos saber ouvir de que maneira? E aí vamos pensar que neste nosso saber ouvir temos algo que é a proposta existencial de todos nós, que é ouvir a Deus. Mas como nós podemos neste mundo de relações que inicialmente nos relacionamos conosco mesmo, depois tem o nosso relacionamento com o nosso próximo e o relacionamento com o Pai. Como neste transcurso nós conseguiremos alcançar este relacionamento com Deus que está enviando para nós aquilo que necessitamos ouvir, perceber. E aí vamos a uma fala da benfeitora Joana de Ângeles no livro Vida, Desafios e Soluções, quando ela diz que pela nossa mente perpassa diariamente em torno de 60.000 pensamentos. Como poderemos ouvir a Deus com esta mente, com tantos pensamentos que nem todos eles nós temos consciência daquilo que estamos a pensar. Como manter esta harmonia íntima para este contato com o Pai? E aí

poderemos ouvir a Deus com esta mente, com tantos pensamentos que nem todos eles nós temos consciência daquilo que estamos a pensar. Como manter esta harmonia íntima para este contato com o Pai? E aí vem esses diferentes níveis evolutivos aos quais nós estamos situados e que vai permitir acessar mais rapidamente ou não. Então ela vai iniciar esta mensagem dizendo para nós que nesta convivência com o outro bem ouvir é mais difícil. de ser vivenciado. E aí vamos pensar onde reside esta dificuldade no bem ouvir. A começar da família, existem familiares que têm o conjunto da família, falam mais alto, falam gritando. E como é que nós conseguimos ouvir? ou aqueles que falam mais baixinho. Mas nesta dinâmica, o saber ouvir entra em confronto com os conflitos que nós vivenciamos neste próprio contato com o outro. E aí vamos pensando de que é necessário fazer um exercício. E este exercício ele começa exatamente com a paciência no ouvir o que o outro está trazendo para nós. Se se quisermos de fato exercitar esta virtude, vamos nos colocar à disposição apenas um turno ao lado de alguém que tem demência. Vocês conhecem alguém que tem a demência? Não importa qual é o tipo de demência, mas que vive este processo? Fique ao lado desta pessoa que vai em fração de segundos fazer a mesma pergunta e aguardaram a resposta. Então é um grande exercício este saber ouvir e você não dizer, mas você acabou de me perguntar isto, porque aquele que está perguntando, ele está perguntando porque não tem noção de que já lhe fez a pergunta. E aí vamos pensar que este é apenas um exemplo entre tantos outros que transitamos e que vamos nos deparar não somente nos quadros demenciais, que foi o exemplo apresentado, mas inúmeras circunstâncias que não estão relacionadas ao adoecimento, mas que vai exigir de nós A escuta. Querem exemplo melhor do que a criança? A criança chega e começa a perguntar os porquês. No último domingo, aqui em nossa evangelização, chegou uma uma mãe com a sua mãe e a sua avó, três

ós A escuta. Querem exemplo melhor do que a criança? A criança chega e começa a perguntar os porquês. No último domingo, aqui em nossa evangelização, chegou uma uma mãe com a sua mãe e a sua avó, três gerações. Esta mãe trazia duas crianças pela primeira vez, uma com três e outra com 5 anos. Quando elas chegaram, já tinha começado a atividade. Então, eu fui levar as crianças até a sala e a de 3 anos não quis ficar sem a presença da mãe, muito natural. E aí eu disse à sala onde eu me encontrava que quando a criança ficasse tranquila, ela poderia me procurar para poder fazer a inscrição da criança. E acabou a atividade, quando estava me deslocando da sala aqui em cima para o prédio ao lado onde nós teríamos reunião com os evangelizadores. Neste percurso lateral, eu encontrei com a mãe e ela disse, mas ele não conseguiu ficar sozinho em sala, por isso agora eu lhe procuro. E é natural que uma criança de 3 anos, chegando pela primeira vez a um ambiente que ele é desconhecido, que tenha ficado eh com esta demanda. E aí eu disse: "Olha, agora estou indo para uma reunião, mas nós podemos sentar ali, você preenche esta ficha. Sentamos aqui no café de Paris. A criança olhou o painel e perguntou à mãe quem era a benfeitora Joana de Angeles, que está com tio Divaldo e tio Nilson. Aí a mãe respondeu: "É Joana de Angeles". Aí ele virou, ela parece com a mãezinha do céu. Aí eu disse: "Sim, mas no céu nós temos várias mãezinhas e ela também é uma mãezinha nossa. E por que eu não vejo essa mãezinha?" Aí eu disse numa linguagem bem apropriada que alguns conseguem ver e outros não, mas eu não vejo o porquê. E aí, enquanto a mãe preenchia a ficha, a criança ficou fazendo uma série de questionamentos em torno de 10 minutos. Quando nós encerramos, eu fiquei a pensar o que é para uma mãe no decorrer dos dias com aquela criança, está a todo instante fazendo questionamentos e tendo que ouvir, ter paciência, responder não do acaso e dar qualquer resposta. A mãe quando encerrou disse: "Tânia, este é um dos motivos que

a criança, está a todo instante fazendo questionamentos e tendo que ouvir, ter paciência, responder não do acaso e dar qualquer resposta. A mãe quando encerrou disse: "Tânia, este é um dos motivos que eu estou trazendo os meus filhos à evangelização. Perguntam demais e tem coisas que eu não sei responder. De fato, o que eu pude perceber em pouco tempo com aquela criança é uma demanda que nós precisamos ter este exercício que vai aprimorando o nosso ser em ouvir, em responder. Ou às vezes nós precisamos silenciar. Nem tudo que nós ouvimos vai demandar uma resposta, uma fala. E precisamos ter muito cuidado com aquilo que estamos a ouvir e a maneira como nós vamos estar passando adiante. Porque nem sempre a forma como nós recebemos a mensagem é de fato como a mensagem ela pode e deve ser veiculada. E aí vem algo que é relevante no saber ouvir a nossa capacidade de discernir sobre aquela informação que nós estamos escutando naquele momento. E o que é que este discernimento vai dizer para nós se aquela mensagem ela deve ser passada ou não adiante. Aí nos lembramos de uma história muito conhecida em uma cidade. Chegou um novo padre e vai a dona Flora até este novo padre contar algo sobre alguém. Não deve ter nenhuma flora aqui neste ambiente, né? E aí quando ela chega e diz: "Padre, eu queria lhe contar algo sobre Mário Sérgio". E aí o padre vai e diz: "O que você vai me contar? Já passou pelo teste das três peneiras?" Aí ela: "Peneiras, sim, a primeira delas é relativa à bondade. O que você vai me falar a respeito de Mário Sérgio? Você gostaria que falassem a seu respeito? Ave Maria não, seu padre, de jeito nenhum. Então, aquilo que você está trazendo não deve ser veiculado a informação. Aí depois ela, o padre vem e diz a respeito da verdade, aquilo que você vai me falar é verdade em relação a Mário Sérgio? Ah, padre, como é que eu sei? Eu apenas ouvi a história. Quantas vezes nós ouvimos, não sabemos que é verdade e passamos adiante a informação. Precisamos, ao ouvir qualquer

em relação a Mário Sérgio? Ah, padre, como é que eu sei? Eu apenas ouvi a história. Quantas vezes nós ouvimos, não sabemos que é verdade e passamos adiante a informação. Precisamos, ao ouvir qualquer informação, seja de onde ela venha, procurar as informações. Às vezes nós queremos denegrir a imagem de alguém, colocar aquela pessoa em um lugar para que eu possa alcançar onde ela está. Então isso é muito sério quando nós estamos ouvindo informações e levando adiante aquilo que nem sabemos de fato se é verdade. E aí vem o padre e diz: "E a terceira peneira diz respeito à necessidade. Você tem certeza que aquilo que você vai me trazer é necessário? Aí ela disse: "Não, padre, não, não é necessário eu falar. Olhe o discernimento. Olhem o quanto nós ouvimos e aí vamos naquela dinâmica tão conhecida do telefone sem fio, onde eu digo algo e o outro que ouve vai passar. E no final daquela roda, a mensagem final, ela está completamente modificada. Já tivemos a oportunidade de fazer essa dinâmica diversas vezes em nossa evangelização nas mais variadas faixas etárias e o resultado é sempre o mesmo. Onde está a nossa capacidade de estarmos discernindo as informações que estamos recebendo? Jesus foi este grande exemplo de verdade, de bondade, de estar trazendo para nós, através daquilo que ele vivenciava tudo isso e especialmente a capacidade de escutar. E aí eu consegui estar trazendo nesta mensagem, estabelecendo uma ponte com a parábola dos talentos, só lembrando rapidamente que o Senhor ia viajar e aí ele deu os talentos à aqueles que trabalhavam, cinco talentos a um, dois a um e um a pessoa e viajou. E quando ele volta, aquele que ele tinha dado cinco multiplicou mais cinco. O que tinha dado dois multiplicou mais dois. Porém, o que recebeu um talento enterrou porque sabia que aquele senhor era severo e ficou com receio de estar eh perdendo aquele talento. E o que é que nós podemos estar relacionando com este saber ouvir? Todos nós quando reencarnamos, nós somos dotados de

aquele senhor era severo e ficou com receio de estar eh perdendo aquele talento. E o que é que nós podemos estar relacionando com este saber ouvir? Todos nós quando reencarnamos, nós somos dotados de talentos. talentos intelectuais, talentos nas nossas aptidões, talentos que são indispensáveis para o nosso crescimento naquela jornada a que está sendo proposta para nós. E o saber ouvir é um desses talentos que somos aquiados. E quando vamos estar neste mundo de relações, nós precisamos utilizá-los de maneira a frutificar. Mas o que é que vai frutificar? tudo quanto vai promover o nosso conhecimento. Porque na medida que nós enterramos o nosso talento, nós não conseguiremos desenvolver aquilo que fomos colocados neste mundo para o nosso aprimoramento. Então, quando recebemos informações e não fazemos uma análise se elas podem chegar até outra pessoa, nós estamos enterrando os nossos talentos porque não vamos estar amadurecendo aquilo que chega até nós. E aí vem a benfeitora Joana de Ângeles falando desta mensagem que muitos de nós às vezes nós temos uma maneira fácil de estar nos comunicando com as pessoas. Entretanto, isso pode ser uma necessidade de afirmação da nossa personalidade e que precisamos estar cuidando disso. Porque quando nós falamos, tem pessoas que estão a nos ouvir. E já prestaram atenção que determinadas pessoas não deixam que o outro fale. Só elas falam, só elas dominam, só elas. E para quem é tímido, para aquele que não veio aquinhoado com este talento da oratória, claro que as nossas necessidades são vistas para aquilo que nós vamos estar recebendo. Então, para estas pessoas, elas precisam de fato encontrar no outro esta oportunidade de silenciar, porque por ela própria ela não terá iniciativa de estar trazendo aquilo que emana da sua mente, das suas ações, porque encontra aquele que está ao seu lado. ocupando a maior parte do tempo na oratória. E aí a gente vê o quanto nesta facilidade da comunicação eu também sou capaz de, pela minha fala, gerar um tumulto, uma

contra aquele que está ao seu lado. ocupando a maior parte do tempo na oratória. E aí a gente vê o quanto nesta facilidade da comunicação eu também sou capaz de, pela minha fala, gerar um tumulto, uma desavença, uma mudança de opinião, porque a minha voz é aquela voz que chega e que se coloca onde aqueles que estão ali vão obedecer, vão seguir. E a nossa capacidade de discernir, será que aquela proposta que está sendo apresentada, eu devo seguir ou não? Aí entra o nosso livre arbítrio. E o nosso livre arbítrio, muitas vezes nós temos dificuldades, insegurança de tomar decisões. Será que aquela proposta que está sendo apresentada por aquela pessoa que eu confio, eu devo seguir? E aí começa em algum em alguns grupos a haver disensões. Ah, mas eu não concordo. Só que o não concordar para aquele que tem dificuldade em se expressar vai ficar no silêncio. E aí vem a benfeitora Joana de Angeles em uma outra mensagem, mas no livro Vida Feliz. Mensagem número 121. Ouve serenamente aquilo que lhe é trazido. O que é ouvir serenamente? É quando, de fato, a nossa mente, que tem esses 60.000 1 pensamentos transitando diariamente, ela consegue aquiietar e naquela informação que está sendo trazida, eu, apesar de quem está trazendo a informação ser uma pessoa que confio, mas eu começo a ficar na dúvida, será que é isso mesmo? Na dúvida. Não tome uma decisão precipitada. Ouça mais. Se naquela fala gerou algum tipo de desconforto, procure ouvir alguém que está afastada daquela condição para que você possa tomar a decisão adequada, a decisão correta. E qual é a decisão correta que podemos tomar em nossa vida? aquela que está na direção do evangelho de Jesus. Tudo que nos afasta do evangelho não deve ser o caminho da nossa escolha. E aí vem a reflexão. Mas aquela pessoa ou aquelas pessoas eram pessoas seguras, responsáveis, mas que agora me traz uma proposta que eu de fato não devo seguir. Não tomemos decisões precipitadas no calor da emoção, com apenas uma única, duas escutas. E na dúvida, mais uma vez,

s, responsáveis, mas que agora me traz uma proposta que eu de fato não devo seguir. Não tomemos decisões precipitadas no calor da emoção, com apenas uma única, duas escutas. E na dúvida, mais uma vez, busquemos a oração. O que será que eu vou conseguir escutar através da oração? Por que será que para alcançar o Pai, para ouvir o que o Pai direciona para mim, eu vou ter que transitar por este contato íntimo comigo mesmo. Eu terei que transitar com por este contato no mundo de relações. Eu terei que transitar para este alcance. no conjunto meu com o outro até chegar a Deus. Então, ouvir a Deus é ouvir a voz da nossa consciência. Saber ouvir perpassa por aquilo que nós escutamos de nós mesmos, das nossas inquietações, das nossas dores, das nossas fragilidades, mas também das nossas alegrias, do nosso otimismo, do nosso bom ânimo, da nossa satisfação perante tudo quanto nós estamos a executar. estava sentada ali aguardando o horário da reunião e olhando para aquela mesa, aquela cadeira, perpassou na minha mente quantas milhares de pessoas tio Divaldo ouviu, silenciou, meditou, direcionou o seu pensamento em oração para acolher a cada uma dessas essas dores. Certa feita, recentemente, o ano passado, ele diz que às vezes chegavam até ele neste momento inicial em torno de 180 a 200 pessoas. Todas, tirando uma média de cinco pessoas, vinham contar alegrias as demais, dores, conflitos, ansiedades. Ele tinha uma resposta que trazia o conforto, a orientação que tirava da aflição. E neste momento breve de meditação, fiquei a pensar quantas pessoas chegam até nós, trazendo também as suas inquietações e que precisamos dedicar este momento à escuta destas pessoas. É claro que as nossas orientações tímidas um dia se elevarão, porque esta elevação depende do nosso investimento no crescimento que fazemos paulatinamente em nossa jornada e um dia alcançaremos o resultado final, que é a plenitude. Mas nós precisamos, como muitas vezes percebemos, inquietação de pessoas que faziam conta do tempo e de que não

latinamente em nossa jornada e um dia alcançaremos o resultado final, que é a plenitude. Mas nós precisamos, como muitas vezes percebemos, inquietação de pessoas que faziam conta do tempo e de que não chegariam a o horário para a sua vez. e que nas nossas aflições nós vamos falando e esquecendo que tem alguém ali que também quer falar e que eu posso ser mais breve, eu posso ser menos prolixo, que é uma men, é uma uma frase que a benfeitora traz nessa mensagem. Aquele que fala, ele precisa também ter uma organização nas suas ideias para não se estender demasiadamente no tempo. E aí a gente fica, o que está a falar traz a sua dor. E ninguém aqui está avaliando a intensidade da dor de ninguém. Mas nós também precisamos discernir que se estamos diante de uma fila ou não é uma fila, tem duas, três, quatro pessoas que também querem falar, que também querem trazer as suas ansiedades, as suas aflições, as suas dores, que nós escutemos, mas escutemos integralmente, sem esta preocupação de quem está por vir. E o próprio tio Divaldo, muitas vezes, pessoas conhecidas diziam que ele não estava preocupado quando ele sentia o que era aquele problema e ele deixava que fizesse a narrativa. E isso precisa também estar em nós, porque temos as nossas dores, as nossas dificuldades e sempre vamos em busca de alguém. que possa ser esse ombro que vamos colocar a nossa cabeça e vamos trazer as nossas aflições. Então, aquele que vai ser procurado para esta escuta tem que estar com a sua mente em harmonia para poder saber ouvir, ouvir aquela dor, uma dor que muitas vezes se assemelha com as próprias dores que nós estamos sentindo. E o que é que nós vamos levar para estas pessoas? Mas o levar na palavra terá muito mais força quando nós buscarmos também vivenciar aquilo que vamos apresentar como orientações precisas. Então, este nosso grande exemplo, nosso tio Divaldo, ele certamente teve durante essas décadas de trabalho inúmeras aflições que o acompanhavam, porque ele trazia alguns relatos na própria doutrinária, trazendo

e nosso grande exemplo, nosso tio Divaldo, ele certamente teve durante essas décadas de trabalho inúmeras aflições que o acompanhavam, porque ele trazia alguns relatos na própria doutrinária, trazendo informações que pudesse atender não somente a uma, duas, mas diversas falas que eram de pessoas diferentes, mas que se assemelhavam nas dores que estavam vivenciando. Nós temos sido aquela pessoa disposta a ouvir, porque esta disposição vai requerer de nós um exercício. exercício onde a nossa postura não verbal, ela vai estar demonstrando, é o que a benfeitora diz aqui, a sua cara não pode estar em fadonha, a sua movimentação não pode, porque se eu olho para o relógio, eu já estou dizendo a pessoa que ela se aprece na fala e cada um é que sabe a dor que está vivenciando. Quando nós saímos do nosso estudo na semana anterior, antes de entrar aqui no cenáculo, alguém me chama e traz uma inquietação. E eu fiquei pensando naquela naquela inquietação e levando, porque nós precisamos abstrair, mas nós precisamos também através da oração, buscar um recurso a mais para quem está vivenciando a dor. Então, saber ouvir não se resume somente aquele momento que nós estamos na escuta e que depois passa, porque a nossa vibração, o nosso desejo para que aquela pessoa saia daquela condição vai auxiliá-la a sair. Porque quem passa as suas dores sabe o quanto dói. sabe que às vezes não é um simples analgésico que vai resolver aquela situação que ela está atravessando. E quando o problema ele está muito arraigado, aquelas nossas experiências que já transitamos e que não recordamos, aí a dor será mais intensa. E qual é a proposta? A proposta é que todos nós, nos diferentes contextos aos quais estamos inseridos, nós temos esta possibilidade de estarmos nos preparando para escutar, para que o nosso conhecimento, qual é o conhecimento que nós já adquirimos da doutrina espírita, do evangelho de Jesus e que agora chega um desconhecido, nós estamos no transporte coletivo e começa com as suas inquietações. E o que é que nós vamos

mento que nós já adquirimos da doutrina espírita, do evangelho de Jesus e que agora chega um desconhecido, nós estamos no transporte coletivo e começa com as suas inquietações. E o que é que nós vamos fazer? Se ele está ao nosso lado e está verbalizando aquilo, nós não conhecemos aquela pessoa. Como a maioria das pessoas que chegavam para o atendimento também, muito provavelmente o nosso tio Divaldo não conhecia. Então, as nossas orientações a todo instante precisam estar fundamentadas no Evangelho de Jesus. Ainda diz a benfeitora, se alguém lhe apresenta uma aflição, tudo quanto você vá falar a esta pessoa não pode aumentar a sua aflição. Chega alguém que conta algo que você sabe que aquela atitude, aquilo que ela fez, foi uma atitude equivocada. E aí você vai dizer: "Mas você e minha filha, sabendo do evangelho, foi fazer isso?" É algo que às vezes pela intimidade, por estar mais familiarizado com aquela pessoa, sai no impulso, mas que nós podemos trazer um prejuízo. Imaginemos a narrativa que tio Divaldo trouxe diversas vezes da sua irmã, que cometeu um suicídio por uma informação. Uma informação foi e o quanto a nossa palavra pode ser desencadeadora no outro que vai ouvir. Não é bem aquilo, mas eu escutei desta maneira. E desta maneira que eu escuto, eu trago um prejuízo para a minha vida e para a vida de todos aqueles que convivem junto a mim. Porque tudo quanto nós vamos falar, aquele que recebe e que fica ou se sente prejudicado com aquela fala, aquele prejuízo não é só na direção da pessoa, mas sim de todos aqueles que estão envolvidos naquele mundo de relações com ela. Olhe o nosso compromisso. O nosso compromisso para poder saber ouvir, para poder aprimorar a nossa capacidade de escutar. E temos uma excelente atividade em nossa casa espírita e em outras instituições que diz respeito ao atendimento fraterno. Que tarefa é essa que nós abraçamos? A tarefa de acolher, de acolher e envolver amorosamente. Assim fala a benfeitora Joana de Angeles no livro, numa mensagem.

ue diz respeito ao atendimento fraterno. Que tarefa é essa que nós abraçamos? A tarefa de acolher, de acolher e envolver amorosamente. Assim fala a benfeitora Joana de Angeles no livro, numa mensagem. Eh, psicografada pelo nosso tio Dick, consta no livro escrito pelo projeto Manuel Filomeno de Miranda, Atendimento Fraterno, e a mensagem é terapia do amor. Então, nós precisamos acolher aquele que chega para que se sentindo acolhido, ele possa expressar quais são as suas necessidades. E a partir daí, nesta escuta, nós vamos estar direcionando para que ele saia daquela condição. mesmo acontece com as reuniões mediúnicas, onde o dialogador ele precisa ter esta capacidade de ouvir bem para direcionar naquele contato inicial com aquele espírito geralmente em muito sofrimento, em desalinho, para que a sua fala possa estar promovendo uma mudança naquilo que se deseja. Inicialmente, em nossa profissão, na área da saúde, nós aprendemos o que nós chamamos de escuta qualificada. Quando um paciente chega e apresenta suas dificuldades, nós não podemos ter pressa ou antecipar aquela fala, porque às vezes acontece isso. Nós antecipamos um raciocínio e não sabemos se essa antecipação nossa de fato é aquilo que o paciente quer verbalizar. Um exemplo disso é o nosso querido Raul Teixeira. após, né, todo o seu comprometimento que o impediu durante algum tempo da oratória e ele volta aos poucos, ele sabe a palavra, mas não consegue muitas vezes verbalizar. E quem está adjunto quer antecipar achando que está ajudando. É a nossa capacidade de ouvir, deixar que o outro complemente o seu raciocínio e isso para o atendimento fraterno é de muita propriedade, porque nem sempre esta antecipação é favorável. Agora diz a benfeitora na mensagem, se porventura aquele que está falando ele começa a repetir as informações, nós também precisamos fazer uma intervenção. Estamos falando aqui nos casos demenciais, conforme nós eh iniciamos no exemplo. Mas às vezes as inquietações são tantas que o próprio indivíduo ele

ações, nós também precisamos fazer uma intervenção. Estamos falando aqui nos casos demenciais, conforme nós eh iniciamos no exemplo. Mas às vezes as inquietações são tantas que o próprio indivíduo ele tem dificuldade de concatenar as suas ideias e passa a ficar repetitivo. E aí é a hora da nossa intervenção. ou não é somente a repetição daquilo que ele já falou, vem com queixa, com lamentação, com reclamação. E aí diz a benfeitora: "É a hora da intervenção". Porque se alguém está passando por algum tipo de aflição e nesta aflição, ah, mas eu estou passando por isso, por que fulano fez aquilo? E aí começa aquele rosário de lamentações. Nós precisamos estar intervindo, porque às vezes o indivíduo precisa reconhecer nesta escuta que ele também tem a participação naquela condição, porque tudo está no outro, foi o outro. E aí chega a benfeitora Joana de Angeles para começar o desfecho desta mensagem, lembrando da belíssima passagem da mulher adúltera, fazendo uma breve recapitulação. Uma mulher foi pega em adultério. Pegaram os homens com pedras na mão e apresentaram a mulher na praça pública. E é claro que aqueles homens exigiam de Jesus porque sabia que isto era de fato o apedrejamento. Foi que Jesus ouviu o que eles apresentaram e disse somente com tranquilidade: "Aquele que tiver sem pecado, atire a primeira pedra". Então, foi, ele soube ouvir, sim, mas trouxe algo que mexeu com o íntimo de cada um daqueles homens. E é interessante que eh os mais velhos é os que vão saindo primeiro e observam que após esta sentença pronunciada por Jesus, ele baixa a cabeça e começa a escrever na areia. E o que Jesus escrevia naquele momento? O que cada um chegava para observar trazia dos seus equívocos. ladrão, adúltero. E aí cada um chegava, olhava, via que aquela escrita estava relacionada a ele mesmo e ia se afastando. Mas Jesus, sabendo da posição daquela mulher, não passou a mão na sua cabeça, disse: "Vai e não voltes a pecar". Ele ouviu, ouviu o que foi apresentado por aqueles homens, mas também para ela

astando. Mas Jesus, sabendo da posição daquela mulher, não passou a mão na sua cabeça, disse: "Vai e não voltes a pecar". Ele ouviu, ouviu o que foi apresentado por aqueles homens, mas também para ela trouxe aquilo que era essencial e indispensável para que ela refizesse a sua vida. E aí nós vemos que existe a possibilidade de escolher o caminho a trilhar, porque ela diz: "Mas eu não tenho para onde ir. Os meus pais não vão me aceitar, muito menos o companheiro. E aí Jesus vai falar que ele também não tem onde repousar a sua cabeça, mas ela faz a escolha que determina um crescimento espiritual, que é justamente mudar de cidade, de estar acolhendo aos transeontes que passavam à porta da sua casa. Quantos daqueles viajantes esta mulher não ouviu? as suas inquietações, as suas dificuldades, mas ela também recebe aquele que tinha sido o seu companheiro. E é este momento que a benfeitora Amélia Rodrigues, inclusive vai apresentar em diversas das suas obras, que vai mostrar o quanto nesta capacidade de ouvir nós também transcendemos os equívocos que nós perpetramos em nossa caminhada, em nossa jornada evolutiva. que aquele homem que chegou todo desfigurado, ela perguntava sempre e falava a respeito de Jesus. E ao falar de Jesus, ele se sente tocado. Jesus pergunta se ela conheceu. Sim, eu conheci. E ele vem narrando o seu conhecimento, justamente ela identifica. Ele estava tão desfigurado pelas feridas no seu corpo que inicialmente ela não tinha identificado que ele havia sido o seu marido, o seu companheiro que ali se apresentava. E aí nós vamos percebendo o quanto esse dinamismo da vida, essa dinâmica evolutiva, ela nos acompanha. Ela nos acompanha desde sempre. E o nosso pai, ele está atento a cada uma das nossas necessidades e estar a escutar quando em rogativa nós elevamos os nossos pensamentos e dizemos: "Pai, eu não estou aguentando. ajuda e ele vai mandar para nós os recursos que são indispensáveis para podermos sair daquele lugar. Mas para ouvir a Deus, nós precisamos ter um trabalho. Um

e dizemos: "Pai, eu não estou aguentando. ajuda e ele vai mandar para nós os recursos que são indispensáveis para podermos sair daquele lugar. Mas para ouvir a Deus, nós precisamos ter um trabalho. Um trabalho que não é de uma hora para outra, é um trabalho constante. É buscarmos estar mais conectados. mais integrados à obra da criação. E aí vamos pensar, temos tantas oportunidades de estarmos crescendo, aprimorando, falando da nossa instituição. Quantas atividades e quantos cursos nós desenvolvemos aqui? Hoje estávamos no encontro com o projeto, uma atividade que acontece no primeiro e terceiro sábado do mês, às 18 horas aí no salão Labanhos. Estamos estudando as obras do espírito Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia de Tio Divaldo, agora nas fronteiras da loucura. Temos outros grupos de estudos, aqueles que não conhecem nada doutrina espírita ou que já começaram, mas que se afastaram. As quartas-feiras, às 19:30, nós temos aqui o grupo de estudos Viana de Carvalho, que pega desde o início até o final desse estudo. E seguimos porque a proposta é de aprender para fazer. Nós precisamos sair deste lugar de aprendizes, porque enquanto estamos sentados, aprendemos, estamos também trabalhando a nossa capacidade para saber ouvir. É o aprender fazendo. Temos também, já falamos e reiteramos os aos domingos pela manhã a atividade da evangelização espírita infantil e juvenil e o grupo da família, pais, tios, avós ou aquele que se coloca como responsável por aquela criança, por aquele jovem. Isto em termos de estudos, temos na terça-feira, temos na quinta-feira à tarde, é só procurar. Queremos um aprimoramento, busquemos, mas não fiquemos somente sentado, aprendendo e amadurecendo esta nossa capacidade de ouvir. É preciso também seguir para ação. Isto é o que Jesus aguarda de cada um de nós. Nosso tio Divaldo, ele sempre foi e continuará sendo aquele quem investiu na educação, na formação e na ação. E eu digo, ele vai estar acompanhando todos esses trabalhos, porque esta obra, ela

de nós. Nosso tio Divaldo, ele sempre foi e continuará sendo aquele quem investiu na educação, na formação e na ação. E eu digo, ele vai estar acompanhando todos esses trabalhos, porque esta obra, ela não foi construída somente quando foi fundada no ano de 1947, Centro Espírita. Caminho da Redenção, 1952, Mansão do Caminho. Desde quando a benfeitora chega ao mundo espiritual, no ano de 1830, os espíritos já começam neste plano da elaboração. Então, é uma construção vasta e que vai se seguir. E lembrando o nosso desejo do querido tio Divaldo, transformar nabria. Nós somos estes os responsáveis que aqui ficamos para poder neste exercício do saber ouvir, do acolher, do aqueles que já estão numa condição mais avançada, que já estudaram mais, serem os facilitadores para nessa construção de fato a tua essência, ela permaneça viva, ela permaneça atuante e vai depender de quem? De cada um de nós. Do nosso esforço, da nossa disposição, do nosso trabalho, desta força de trabalho, do qual cada um fomos revestidos antes de aqui estarmos. Sem dúvidas, assinamos o nosso contrato no mundo espiritual. Eu não quero que o meu contrato seja rescindido. Vocês querem? Então, se nós não queremos, está na hora de pensarmos. Aqueles que ainda não se colocaram à disposição para o trabalho, o convite está sendo feito. O convite é o bem, o convite ao exercício do amor. Isso certamente deixará não somente os fundadores, os queridos tios Divaldo e Nilson, felizes com a nossa atitude, mas toda a equipe espiritual que planejou, organizou e continua assistindo a cada um de nós nesta grande tarefa. Digo a vocês, é uma alegria enorme fazer parte desta equipe de trabalho, Mansão do Caminho, Centro Espírita Caminho da Redenção. Isso me dá uma alegria de de viver que eu não tenho como traduzir em palavras esta alegria íntima. Isso nos auxilia a vencer os grandes desafios que todos nós atravessamos nos mais variados contextos, porque este espaço, ele tem a vibração do amor de Jesus. E esta vibração, ela emana dos nossos corações,

os auxilia a vencer os grandes desafios que todos nós atravessamos nos mais variados contextos, porque este espaço, ele tem a vibração do amor de Jesus. E esta vibração, ela emana dos nossos corações, de cada um de nós que fazemos parte dessa história. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e que tenhamos em mente a nossa proposta de viver o amor, sabendo ouvir cada vez mais em nossa caminhada. Muito obrigado, Tânia, pela palestra, pelas palavras, pelos ensinos, pela lembrança do Divaldo, da benfeitora Joana de Ângeles. E vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Vamos convidar os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo e companheiro das diversas existências, reunido, Senhor, como podes ver, como de outras feitas agora numa situação mais harmoniosa, mais determinada, impulsionada pelos ensinos da doutrina espírita, sabemos que nem sempre foi assim. Os interesses eram outros. O mundo nos envolvia de forma diferente e caminhamos por diversas existências, olhando um Cristo crucificado, não um homem amigo, não aquele que nos acompanha de forma carinhosa, um homem igual a todos nós. Desta forma, Senhor, nós suplicamos que nesta noite, através dos vossos benfeitores, os orientadores desta casa, os nossos anjos guardiãs, eles possam estar conosco e nós próximos deles. para que as energias deste ambiente que são produzidas pelos médiuns passistas aqui presentes possam se misturar com as energias do mundo espiritual e como gotículas de luz, como se fosse um orvalho no início da manhã. recaiam sobre todos nós, transmitindo-nos paz, harmonia, bons pensamentos, que os nossos pedidos, as nossas súplicas possam ser ouvidas pelos benfeitores espirituais e conduzidas a Deus através de Jesus. conduz o nosso pensamento Adivaldo Franco e ao nosso estimado querido irmão Nilson de Souza Pereira. Aos nomes que colocamos dos encarnados e dos desencarnados. Nós rogamos por ele, Senhor, no acréscimo da

z o nosso pensamento Adivaldo Franco e ao nosso estimado querido irmão Nilson de Souza Pereira. Aos nomes que colocamos dos encarnados e dos desencarnados. Nós rogamos por ele, Senhor, no acréscimo da vossa misericórdia. Também a água na entrada desse cenáculo possa ser beneficiada pelos fluidos medicamentosos do mundo espiritual, transformando-a num líquido precioso que ao levarmos para os nossos lares, possamos sentir os benefícios deste instante. e nos recordarmos de ti. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, em segurança e em paz. E te rogamos, Senhor, que permaneças conosco instantes mais. Nossa gratidão a todos. Declaramos encerrada a nossa reunião desta noite. Muita paz.

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