TIRANDO DÚVIDAS - João Leal/Marcus Marques
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dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer. Muito boa noite. Estejamos em paz. Nós estamos iniciando o nosso projeto Tirando Dúvidas do ano, que é sempre na quarta, sexta-feira de cada mês. E neste ano 2026, nós vamos trabalhar com a proposta como exercer a espiritualidade, ou seja, como é que você vive. Nós não vamos usar o termo religião porque a doutrina espírita não é religião. Ela pode ser vista como religião, ela pode ser considerada, ela pode ter se viés, mas ela não é uma religião. E ao longo desse ano, nós vamos trabalhar com esse tema para que nós possamos refletir um pouco como nós estamos nos portando com o conhecimento que a gente tem das revelações das verdades eternas até do conhecimento religioso, se quisermos usar esse termo. Ou seja, você é coerente, você faz o que você pratica. Nós estamos dentro de uma conduta de vida pautado por aquilo que nós cremos, nosso sistema de valores, nossas ideias, nossas concepções. É o que nós vamos colocar no dia de nesse ano. Lembrando que é um tema de referência e reflexão. Na sequência de uma apresentação curta, vem o nosso bate-papo perguntas e respostas. Então, nós vamos iniciar esse ano. Eu vou fazer uma leitura de um parágrafo, dois parágrafos do livro Na Escola do Mestre, que Vinícius, que é o pseudônimo de Pedro de Camargo, escreveu. E ele fala aqui sobre o escândalo e seus instrumentos. Em dois parágrafos, Vinícius diz assim: "Aquele célebre vigiai e orai, de que ele, Jesus nos fala, encerra um conselho que só poderia ser dado por quem nos conhece em nossas mais íntimas particularidades e na e nas minúcias mais secretas do nosso coração. Quem vigia desconfia e quem ora confia. Interessante, né? Quem vigia desconfia e quem ora confia. confiar em Deus na sua justiça entrosada em sua misericórdia e desconfiar de nós mesmos, do nosso pseudo valor, do nosso
ia e quem ora confia. Interessante, né? Quem vigia desconfia e quem ora confia. confiar em Deus na sua justiça entrosada em sua misericórdia e desconfiar de nós mesmos, do nosso pseudo valor, do nosso presumido saber e poderio, tal o programa evangélico, tal o critério preconizado pelo Espiritismo. Não é fácil a vitória, sabemos disso. O que muito vale, muito há de custar. A nossa redenção encerra o supremo bem. Portanto, custará o supremo esforço. Por isso, aconselho Mestre e Senhor, que eliminemos as mãos e os pés, se estes forem causa de escândalo, que arranquemos os olhos de suas órbitas de se se tornarem motivos motivo de tropeço. Fica aqui então esse convite de Vinícius Pedro de Camargo numa análise que ele faz aquela palavra de Jesus. Se vossos braços, vossos pés forem motivos de escândalos, cortai-os. Que nada seja obstáculo ao nosso crescimento, a nossa evolução, a conquista nossa plenitude e, consequentemente do nosso bem-estar integral. Vamos então agradecer a Deus por estarmos reunidos nesta casa de trabalho e oração. Mais uma noite, noite chuvosa, né? A chuva tá aí, parece que vai ficar um pouquinho mais conosco. É uma bênção. Vamos nos concentrar, nos acalmar ao som dessa chuva gostosa para fazermos desse encontro um encontro muito produtivo que nos alimente espiritualmente, que aqui seja um grande banquete espiritual para as nossas vidas. Teremos, como já dito, uma apresentação inicial, inaugurando esse tema eh sobre o que fazemos com a nossa espiritualidade. Na sequência, nós vamos ter um bate-papo gostoso, tirando dúvidas, questionamentos, conversando sobre a doutrina espírita. Que Jesus abençoe o nosso encontro, porque o mestre nos edifica por meio do seu ensino, tanto na palavra como no exemplo. E Cristo constantemente emana da sua gloriosa presença do seu ser tão cheio de luz, essas vibrações constantes para nos sempre nos lembrar, não nos deixar esquecer e seguir adiante, nos reerguer e buscar a marcha do progresso. Agradecemos aos espíritos, amigos,
ser tão cheio de luz, essas vibrações constantes para nos sempre nos lembrar, não nos deixar esquecer e seguir adiante, nos reerguer e buscar a marcha do progresso. Agradecemos aos espíritos, amigos, protetores, guardiães, que nós chamamos de o espírito de verdade ou o consolador prometido. É um conjunto de irmãos que trabalham incessantemente por nós. Dos seus vários planos de vida e existência, eles estão atuando sobre nós, cuidando de nós, velando de nós e muitas vezes até nos ajudando a planejar o nosso caminhar. Pedimos sempre a maravilhosa e misericordiosa influência de Bezerra de Minezes, do guardião dessa casa, que numa semana, a semana passada, fez 65 anos, dia 16 de janeiro deste ano 2025, 26, ela fez 65 anos. Desmaial, que está na liderança do Brasil desde que foi planejada a construção deste país para ser coração do mundo, a pátria do evangelho. E todos aqueles que nos acompanham neste projeto e nos trabalhos dessa instituição. Recebamos esses irmãos com carinho, respeito e abramos nossos corações sem desconfiança para esse amor que nos vem, que nos cura, nos renova e nos transforma. Vamos então dizer graças a Deus. E assim, inaugurando o trabalho do ano, o projeto Tirando dúvidas do ano, nosso irmão Leal vai fazer a explanação inicial sobre o tema como exercer a espiritualidade, como é que você vive esse teu lado transcendental, espiritual. Pode até chamar de religião, vamos usar o termo que quisermos, mas é disso que vamos falar neste ano. Leal, por favor. Uma ótima noite a todos estão aqui conosco no auditório, companheiros que estão encarnados e os desencarnados também, que às vezes a gente não imagina, mas muitos estão conosco, dividem conosco, inclusive algo muito interessante. Do mesmo jeito que quando nós repousamos o nosso corpo físico para restabelecer as nossas energias da estrutura carnal, nós saímos na maioria das vezes, dependendo do nosso campo vibratório, onde é que estão os nossos pensamentos e as nossas vibrações, nós somos levados para locais
nossas energias da estrutura carnal, nós saímos na maioria das vezes, dependendo do nosso campo vibratório, onde é que estão os nossos pensamentos e as nossas vibrações, nós somos levados para locais da espiritualidade para também manter contato com tantos os outros que ali nos auxiliam a rever situações, ao aprendizado, a adicionar ao nosso processo natural de crescimento espiritual e conhecimento, informações, né? Porque em algum momento nós vamos para lá retornar. É inexorável, não tem jeito, né? Eh, estamos aqui na escola de forma temporária e cada um com seu tempo, mas vamos retornar. para esse ambiente. E da mesma forma a espiritualidade muitas vezes tá se preparando para o retorno para estar aqui nessa escola carnal. Eles também vem nos ouvir, escutar, tentar sentir que tipo de atmosfera que eles vão eh vivenciar. E também isso ajuda muito a preparar as suas eh trajetórias. Então, por isso que eu digo que a esses todos que estão aqui nos visitando também o nosso boa noite e agradecimento aos que nos ouvem pela nossa TV Comunhão e aqueles que nos ouvem também pela rádio e pelos outros instrumentos de tecnologia estão disponíveis. Então, eh, fazendo uma uma avaliação de todas essas tarefas que nós temos colocado aqui, esses debates, essas discussões, tem algumas coisas que elas precisam ser provocadas em nós, né? Nós não podemos ficar apenas eh vivenciando uma situação contemplativa daquilo que é passado para nós, que é mostrado aquilo que às vezes nos interessa ou que nos interessa menos. Mas de uma forma ou de outra, nós fomos eh culturalmente conduzidos para esse ambiente chamado religioso para seguir algumas orientações, não é, a partir daquilo que foi colocado pelo nosso mestre primeiro, aqueles que nós nos baseamos para poder eh receber as suas orientações. E esse exatamente não trouxe nenhuma nenhum pacote religioso para nós. não trouxe, apenas veio caminhar junto, mostrar através, principalmente do exemplo, como é que nós temos que agir para exatamente tirar o maior proveito
rouxe nenhuma nenhum pacote religioso para nós. não trouxe, apenas veio caminhar junto, mostrar através, principalmente do exemplo, como é que nós temos que agir para exatamente tirar o maior proveito possível dessa morada que está à nossa disposição, que é o planeta Terra, o orb terrestre que tá aqui trabalhado, preparado, governado e orientado. e contando também, isso é que é importante com cada um de nós nessa tarefa, porque muitas vezes nós mesmo nos colocamos como um apêndice, né? Nos colocamos como um adereço no processo evolutivo. E isso não é verdade, não pode ser assim. E quando nós nos posicionamos dessa maneira, nós estamos deixando de dar a devida utilidade que é esperada de cada um de nós. Então, o que é que nós estamos fazendo com essa essa conversa que nós chamamos de provocativa, que é exatamente para estimular no íntimo de cada um para fazer essa revisão de valores, nós não podemos permanecer o tempo inteiro eh acreditando que algumas coisas vão ser feitas para a nossa salvação. Me desculpem a veemência, paraa nossa salvação, não é? Isso não existe. A salvação de cada um reside e está em cada um, no trabalho que a gente faz, na luta que a gente empreende, nos conhecimentos que buscamos para nos dar um embasamento, para que a gente faça a interpretação adequada das coisas que estão sendo colocadas à nossa disposição, pra gente ter critério de avaliação, para que a gente questione. a codificação inclusive da do Kardec, quando ele fez essa sistematização buscando todas as informações que estavam disponíveis à época para poder montar essa estrutura para nos dar um um norte. O que é que foi feito? com um trabalho exatamente de pesquisa e o tempo inteiro ele nos disse paraa gente fazer os questionamentos que tem de ser feito paraa gente não aceitar as coisas todas que são colocadas para nós como verdades, né? E aí a gente se envolve muitas vezes e depois vem as decepções. Mas decepção com o quê? Com alguém? Com outras pessoas ou com aquilo que nós lemos ou deixamos de ler? Não, a
ara nós como verdades, né? E aí a gente se envolve muitas vezes e depois vem as decepções. Mas decepção com o quê? Com alguém? Com outras pessoas ou com aquilo que nós lemos ou deixamos de ler? Não, a decepção, no fundo, é um de nós mesmos que não tomamos o devido cuidado de perceber a grandeza que existe em cada um de nós. Esse é o primeiro ponto. Se nós não entendermos que somos parte integrante da criação, o próprio mestre nos diz: "Sois deuses". Com que referência? dizendo que a nossa origem ela está ligada exatamente a essa inteligência maior que a gente não consegue saber o que é, como é, mas que a própria espiritualidade, em diversas instâncias, até que a gente chama de de eh evoluídos, também não conseguem saber quantas perguntas já foram feitas, não é, Marcos? E que a resposta é: "Nós também gostaríamos de saber". Agora, em vez de nos preocuparmos em querer saber quem é ou o que é, vamos trabalhar para fazer com que essa essência que existe em nós, ela caminhe nessa direção de um dia, sei lá, milênios, trilênios, não importa quanto, porque é infinito, a gente consiga perceber quem somos nós dentro desse cenário da criação. Mas então o que é que ocorre? nós temos eh situações interessantes e aí aonde que nós vamos procurar começar a nossa conversa para dar espaço da gente poder eh bater um papo sobre isso. Nós vamos tratar exatamente de aonde eu posso, aonde eu devo exercer a espiritualidade, a minha espiritualidade, aquilo que eu vou adicionando ao meu campo de conhecimento. Vamos colocar aqui no instrumento religioso, aonde? aqui dentro não. Em outro templo não. Aqui nós estamos tendo a oportunidade e temos um local que nos oferece a a chance das reuniões, os acontecimentos, as discussões, buscar algum tipo de conhecimento ou experiência vivida por tantos que nos rodeiam, seja em que nível for, para que a gente possa então levar esse pacote de exercício de conhecimento para fazer aí sim o trabalho, o exercício da nossa espiritualidade. Aonde? Fora. O importante é que seja
a em que nível for, para que a gente possa então levar esse pacote de exercício de conhecimento para fazer aí sim o trabalho, o exercício da nossa espiritualidade. Aonde? Fora. O importante é que seja feito fora. Quantas vezes nós observamos coisas interessantíssimas e às vezes isso incomoda quando a gente fala, mas é a pura verdade. Às vezes chegamos num ambiente como esse ou qualquer outro templo, seja lá de que ismo for, catolicismo, budismo, chamanismo, protestantismo, não importa. Mas chegamos, a gente então tem um comportamento diferenciado com parece que o intuito que aquilo ali é uma roupagem que nós estamos vestindo sem que efetivamente a gente faça o uso dessa roupagem em qualquer outro ambiente. Entramos aqui, enxergamos alguma pessoa, às vezes falamos: "Boa noite, meu irmão, boa noite, minha irmã". Eh, às vezes alguns até entram no ambiente, fazem o sinal da cruz, não importa, são as suas referências, mas nos tornamos alguém dócil, sensível, tentando demonstrar para quem que nós estamos, né, suaves na vida. Agora, quando saímos daqui e temos aqui a oportunidade, várias vezes nós falamos isso, chegar do estacionamento, tem dificuldade para sair porque tá lotado, nós somos os primeiros a jogar fora todo esse boa noite, meu irmão, boa noite, minha irmã. Começamos a querer valer, né, o privilégio. Eu tenho que sair primeiro, não vou esperar, não vou facilitar. E assim nos comportamos no dia a dia, dentro do nosso lar, dentro do nosso ambiente de trabalho, dentro de tantos lugares que a gente vai. Eu vejo às vezes, e é bom colocar isso em termos prático, prático, para que a gente não fique aqui falando em teoria doutrinária, tá tudo dito, tá tudo escrito. Quantos já estudaram Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, que é esse código de ética à nossa disposição, livro dos espíritos, livro dos médiuns, gênese, enfim, todas essas obras às vezes estão lidas e absorvidas. Em alguns casos tem pessoas que até decorar decora, capaz de citar a página, a a a pergunta, a resposta. Mas
tos, livro dos médiuns, gênese, enfim, todas essas obras às vezes estão lidas e absorvidas. Em alguns casos tem pessoas que até decorar decora, capaz de citar a página, a a a pergunta, a resposta. Mas e daí? Aí vem a pergunta: "E daí? Aonde eu uso isso?" Em diversos lugares eu faço experiências para poder sentir qual é o universo de percepção das pessoas, de que ela pode exercer a espiritualidade em qualquer lugar. Às vezes você chega numa academia, né, que vai vai treinar, vai malhar. Quando você chega, passa para algumas pessoas, você dá bom dia, a pessoa olha para você como se fosse um um extraterrestre ou como se fosse alguém que tá desencarnado, não lhe enxerga, não responde ou às vezes para não ter que responder ou dar um bom dia, bate a cabeça. Isso é comum. Façam essa experiência. Se faço essa experiência e às vezes percebo se vocês mesmos não estão fazendo desse jeito, por que que eu vou dar bom dia? Por que que eu vou dar boa noite? Por que que eu vou olhar e perceber? Até os animais de forma por instinto, etc. Eles se tocam, se cheiram, fazem lá o que for, mas eles percebem, demonstram que estão vendo, nem que seja para para tentar agredir, etc. Mas alguma reação mostra que existe alguém ou outro naquele processo, mas nós não. Agora quando a coisa aperta, é aí onde eu quero chegar. aperta. Aí eu procuro um desses templos e fico ali genuflexo, hum, fazendo prece e rezando e aquilo chega a dar uma agonia querendo colocar aquelas situações de vida que não são problemas, são apenas situações de aparente dificuldade com um intuito educativo de nos dizer: "Você precisa olhar e não está fazendo as coisas como tem que fazer." E quantas vezes você, por conta desse tipo de comportamento, perde a oportunidade de escutar alguém que está ao teu lado, que poderia ser o grande espírito que você tá implorando para que venha no seu campo mental dizer qual é o caminho que você deve seguir. A gente nem essas oportunidades da vida a gente tenta tirar proveito. Que que é isso?
de espírito que você tá implorando para que venha no seu campo mental dizer qual é o caminho que você deve seguir. A gente nem essas oportunidades da vida a gente tenta tirar proveito. Que que é isso? Não tem muito tempo. Eu chegando no escritório, eu tenho trabalhar no 10º 11º andar e são vários elevadores, né? E um vai até esse andar, outro não vai até o último 20º. Tem que pegar outro elevador. Eu entrei no elevador, Marcos, tinha uma moça. Aí quando eu entrei, eu falei: "Bom dia ela me ignorou totalmente. Tudo bem? Apertei o meu andar. O elevador tá subindo, aquele silêncio sepulcral. Quando parou, tuf, que ela olhou, ela se assustou porque não era o andar que ela queria. Imediatamente ela virou para mim e falou: "Ué, o senhor, o senhor sabe qual é o elevador que vai para andar tal?" Aí eu saí do elevador, botei a mão na porta para travar e disse para ela: "Que pena se você tivesse me dado bom dia, talvez você tivesse economizado o tempo e a sua pressa, que eu sei que tá grande, ela seria resolvida. Porque eu teria dito para você que esse não vai ao andar que você quer. Então agora a senhora na agonia me resp me pergunta isso. Me desculpa, eu não tô lhe dando lição de moral, mas eu acho que é uma oportunidade de nós dois fazermos uma reflexão. Tem que descer, pegar outro para subir. Ela ficou travada me olhando assim, como quem diz, desaforado. Não importa, mas eu fiz o meu papel. E assim somos nós. Quantas vezes você alonga seu caminho, você dificulta a sua própria estrada de vida, porque você não exerce a tua espiritualidade em lugar nenhum. Você quer exercer dentro de um ambiente como nós aqui estamos, pedindo a bezerra, a Sheila, ou seja lá o espírito que você tem, afinidade, seu mentor, a Jesus. Não, essas coisas estão todas oferecidas para nós em forma de realização. Então, nós temos que ser práticos. Se eu quero, eu tenho que fazer, porque é a lei de causa e efeito. Ação e reação. Não tem outro caminho. Não tem outro caminho. E às vezes essas chamadas de enfermidades ou situações
que ser práticos. Se eu quero, eu tenho que fazer, porque é a lei de causa e efeito. Ação e reação. Não tem outro caminho. Não tem outro caminho. E às vezes essas chamadas de enfermidades ou situações que tocam a nossa existência, elas são exatamente um chamamento, dizendo: "Olha, isso aqui para para prestar atenção. Você tá vendo a tua agonia? Você tá tentando uma resposta." A resposta às vezes é mais simples. A ação medicamentosa que você precisa é a sua atitude. É a sua atitude. Muda o seu comportamento. E aí dentro do ismo que nós abraçamos, que é o chamado espiritismo, tá aí o tempo todo se fala em, como é que chama? Reforma íntima. O que que é reforma íntima? Não é acender uma luz dentro, buff e ficar. Não são as mudanças de atitudes, de reforma, de conduta diferenciada. Não é eu apenas ficar com meditação para eu resolver os problemas da existência, o meu crescimento, me isolando, me afastando, ignorando e não querendo ser ignorado. Isso é que é complexo, não é? Porque na hora que a coisa aperta, você grita para todo lado. Aí sim você quer que os outros deem a atenção a você, mas nós não damos a atenção a muitas pessoas que deveríamos dar. Nosso ambiente familiar, o que é que nós somos? Reflitam sobre isso. Distantes, aonde tá ali o ponto maior da gente fazer a nossa reorganização espiritual, a gente não faz, a gente ignora, a gente joga fora aquela oportunidade para fazer os reencontros, ajustes, acertos, principalmente com aquelas situações mais complexas de desentendimento. Não, não trabalhamos assim. E aí nós observamos todas as coisas que têm acontecido, que são passadas para nós com o nível de informação que nós temos hoje muito aberto, que nos mostra tantas coisas com a clareza e no momento que tá acontecendo. Agora, o planeta está melhor, está tem a menor dúvida. Está tão melhor que hoje nós conseguimos sentar aqui com um ideário diferente, talvez de uma casa outra aqui ao lado e a gente convive. Antigamente nós tínhamos que nos enfiar aonde? Em catacumbas, escondidos para falar
hoje nós conseguimos sentar aqui com um ideário diferente, talvez de uma casa outra aqui ao lado e a gente convive. Antigamente nós tínhamos que nos enfiar aonde? Em catacumbas, escondidos para falar algumas coisas. Eu me lembro quando eu comecei aqui na doutrina, o Marcos falou que a comunhão fez 65 anos. dos 65, eu posso garantir que eu estou aqui pelo menos a uns 63, se não for mais, porque eu já vinha puxado pelo braço da minha mãe, do meu pai, que foram das pessoas que iniciaram essa atividade aqui. Então, às vezes eu fico me perguntando o que é que ao longo desse tempo eu armazenei não de conhecimento, porque eu sempre li muito, procurei, me interessei, mas de ação. O que me incomoda hoje é o que eu tenho feito de ação, de atitude. Aonde que eu tô exercendo e essa essa espiritualidade aqui? obrigação. Você tá aqui, vai acolher, vai receber, tá dentro de um trabalho, dá um passe, tem um um trabalho de de de desobsessão, seja lá o que for, recebe pessoas, mas não. O tempo inteiro você tem uma clientela na vida à sua disposição e esperando a sua atitude para que a gente possa ter o tal planeta melhor, para que a gente possa ter o tal eh Brasil, pátria do Evangelho, que não é um diploma que tá aí rodando para ser entregue pra gente, sem nenhum trabalho, sem nenhum esforço, sem nenhuma nota, apenas a gente colando, como muitas vezes na escola a gente faz para receber o diploma, não é isso? as enganações da vida. Não podemos em 2025, pós Cristo, continuar fazendo o exercício da autoenganação. Desculpem falar dessa forma, mas eu não escuto isso na minha intimidade diferente. Porque se eu escutar isso diferente, com melosidade ou não me dizendo ou não me chamando ao raciocínio dessa realidade, eu vou ter frustrações terríveis no pior momento da vida, que é o meu retorno pro plano espiritual. Porque quando chega lá na espiritualidade, não adianta eu levar um papelzinho. Fiz 15.000 palestras, fiz, dei tantos passes, não sei quê. e tal. Sim. Aí alguém olha para aquilo, se é que é
espiritual. Porque quando chega lá na espiritualidade, não adianta eu levar um papelzinho. Fiz 15.000 palestras, fiz, dei tantos passes, não sei quê. e tal. Sim. Aí alguém olha para aquilo, se é que é alguém que vai olhar, a própria consciência diz: "E daí? E daí? O que fez efetivamente? Olhou, deu um bom dia, atendeu a alguém? Você foi socorrista quando pôde ser? Você se afastou da da oportunidade de fazer algum trabalho em relação ao próximo? Você fez o exercício do equilíbrio, você foi atencioso, você deu sorriso para alguém. Quando alguém estava em angústia, você se aproximou, você colocou, se ofereceu? Essa é a pergunta que vai ser feita. O resto é currículo, me desculpem, não vou dizer inútil, porque às vezes a partir de todas as informações que a gente recebe, lê, escuta, as palestras que a gente ouve, né, os textos que chegam até cada um de nós, as orientações da espiritualidade, tudo bem. Agora, o importante é pegar todas elas, transformar em ação. É aí que eu vou exercer a minha espiritualidade. O exercício da espiritualidade. E aonde eu vou exercer espiritualidade é sempre fora, é distante daquele local que a gente tem como origem de sustentação para fazer o nosso trabalho de crescimento. Não adianta você todos os dias você está na comunhão espírita. todos os dias. Às vezes você vem porque tem algumas frustrações, não quer viver a sua vida pessoal onde você pode fazer vem. É chato dizer isso, é chato escutar isso, mas a gente não tem outro compromisso a não ser chamar a realidade. A realidade. Eu já disse aqui algumas vezes que um determinado eh trabalhador da doutrina, que já retornou pro plano espiritual, me disse uma vez, eu era muito jovem, me disse: "Meu jovem, palavras doces, elas só adormecem, mas elas não despertam. Essa é a verdade. Não despertam. E nós estamos exatamente querendo esse despertar, né? ficar adocicado, nós vamos virar diabéticos espirituais, cheio de açúcar e nenhuma atitude de transformação, de modificação, de exercício efetivo
E nós estamos exatamente querendo esse despertar, né? ficar adocicado, nós vamos virar diabéticos espirituais, cheio de açúcar e nenhuma atitude de transformação, de modificação, de exercício efetivo do que precisa ser feito. Eu vou encerrar pra gente poder dar espaço pra gente debater esse tema, pra gente falar sobre isso, pra gente se expor em relação a isso. É fundamental. Quando a gente vem pro lado de fora da nossa intimidade, se olha, a gente vai aprender muito, aprender muito, mas muito. Não são os excessos, não é o excesso de palavras, o excesso de preces decoradas que nos leva às transformações. Já nos disseram que quando você quiser conversar com Deus, nunca disse: "Vai, procure a igreja, vai procure". Vá, se recolha aonde você achar conveniente. Faça um silêncio na sua intimidade. Ligue o seu pensamento. Ligue o seu pensamento que você estará contemplado nessa ligação para dialogar com a essência do criador. Vejam bem, recolha a um canto qualquer. Isso quer dizer que qualquer lugar, qualquer ambiente, desde que você se disponha a a lei do universo, a energia do universo nos encontra em qualquer espaço do universo. Tanto é que a consciência é aquele local único, exclusivo que a gente não se esconde. Ela está recebe e percebe tudo em todos os momentos. Então, pra gente encerrar aqui, eu gostaria de fazer um duas observações rápidas pra gente ver como que se exercia a mediunidade, o a espiritualidade, né? Na época lá dos druídas, que se fala muito dos druídas, né? Que ainda diz que Kardec foi um deles, daqueles, enfim, não importa quem foi, o que e quem e aonde, mas os druídas, aonde que eles se reuniam? se reuniu para fazer essas ligações, né, espirituais, fazer as suas reflexões, os seus ensinamentos, aprendizado, trocas de experiência, a sombra dos carvalhos, carvalhos, árvores. E mais adiante nós temos outro exemplo de uma pessoa que é muito conhecida de todos nós, o Chico Xavier. Ele adorava as reuniões que ele fazia aos sábados. A sombra de um abacateiro, não era isso,
es. E mais adiante nós temos outro exemplo de uma pessoa que é muito conhecida de todos nós, o Chico Xavier. Ele adorava as reuniões que ele fazia aos sábados. A sombra de um abacateiro, não era isso, mano? a sombra de um abacateiro. Então, não preciso avançar em tantos outros exemplos, porque só o próprio mestre mesmo, ele caminhava falando, não importa onde. Não encontrava um lugar específico para ele falava caminhando em qualquer lugar, no tempo. E nós precisamos estar tão herméticos para poder fazer o exercício da espiritualidade, vamos fazer o exercício da espiritualidade sempre. O negócio não é ficar atrás de receber, é importante fazer o exercício de oferecer. E nós temos todas as possibilidades de oferecer, porque o mestre disse: "Sois deuses". Eu procuro muito levar isso com a maior seriedade, porque isso me tira uma série de tantos problemas de existência para não ficar procurando ele. Ele está em cada um de nós. Uma um excelente debate daqui paraa frente. Perguntem, questionem, vamos colocar para fora o que a gente pensa a respeito. É fundamental. trabalho de hoje tem essa proposta, é tirando dúvidas ou botando mais dúvidas, não importa. O importante é que a gente faça um trabalho dentro daquilo que a gente precisa de discutir pra gente dar avanços. Ninguém está totalmente com a verdade, mas estamos com algumas coisas que dão uma razão até lógica pra gente avançar. Muito obrigado. >> Agradecemos a irmão Leal que nos trouxe essas considerações iniciais com as quais abrimos a agenda do ano 2026. Eh, 2024, quando iniciamos esse trabalho, reiniciamos de forma sistemática, nós estudamos o tema amar-se. Você se gosta, você se cuida, como você dá qualidade à sua vida. No ano passado, 2026, na mesma linha, perdão, 2025, nós falamos sobre guerra e paz. Título genérico para dizer como é que você vive no meio de conflitos, tumultos, questionamentos. você pega os telejornais por aí, né? São assim apreensivos, como é que você consegue manter a tua paz interior? E neste ano
dizer como é que você vive no meio de conflitos, tumultos, questionamentos. você pega os telejornais por aí, né? São assim apreensivos, como é que você consegue manter a tua paz interior? E neste ano vem esse tema, então, como é que eu vivo? Vivo, vivo integralmente em todos os momentos aquilo que eu creio, o que para mim é importante, os meus valores, até minhas concepções religiosas. Então, essa é a sequência desses últimos 3s anos. Vamos lá, nós abrimos espaços para perguntas e respostas. qualquer tema referente à doutrina espírita, seja da noite de hoje, seja algum outro. Eu queria ouvir mais sobre tal coisa, o que que a doutrina pensa sobre isso, sobre aquilo, tenho dúvidas? Gostaria de acrescentar algo, comentar tal coisa. Então, abrimos esse espaço. Nós temos ainda praticamente meia hora para esse bate-papo. Como não temos tempo a perder, eu vou escolher voluntários. Ó, apareceu um ali, porque assim a gente consegue ir mais. Vocês ficam tímidos, né? Não é para ser tímido, aqui é bate-papo de amigos, tá? Nosso trabalho nunca é professoral, aquela coisa, não é? Bate-papo de amigos. Vamos lá, por favor. Eu vou ouvir, repetir para ficar gravado, pro pessoal depois ouvir sobre o que que nós estamos falando, por gentileza. Posso atribuir os valores podem ter? >> Nosso irmão pergunta, nossos valores, né? Cada um tem seus valores. Eu posso entender que eles também vêm de outras vidas do nosso pretérito. Sim. O aprendizado ele é constante. Eu lembro uma vez quando eu era criança, eu colecionava selos. Vocês não sabem o que é selos, né? Porque vocês não conhecem carta, não é mais do seu tempo. Carta, selo. Mas selo era uma coisa que a gente colecionava e fazia álbuns. Quem colecionava selo era chamado filatelista. Então a gente ficava procurando selos do mundo inteiro. Ah, consegui um selo de país tal. Nossa, era uma glória. Aquilo ali era muito assim prazeroso, digamos, né? E uma vez eu recebi um selo norte-americano dizendo: "Learning never ends". Nunca me esqueci disso. O aprendizado
de país tal. Nossa, era uma glória. Aquilo ali era muito assim prazeroso, digamos, né? E uma vez eu recebi um selo norte-americano dizendo: "Learning never ends". Nunca me esqueci disso. O aprendizado nunca termina. Achei essa frase, três palavras tão representativas. Sim. O aprendizado nosso, ele não se perde e ele é acumulativo. Esse porque quando a gente reencarna, o nosso eu vem com a gente. A gente já explicou isso em outros encontros, em outros projetos, por exemplo, estudo livros dos espíritos. Ah, vou reencarnar. Então, apagou tudo, esqueci tudo. Não, você só vai mudar de persona. José passa a ser Afonso, em vez de nascer em Belo Horizonte, vai nascer em Curitiba. Eh, era alto, de olho azul, vai ser um homem preto de 1,80 m. Essas coisas que mudam, mas aquela essência, aquilo que você deve trabalhar vem com você. Só muda a roupagem, muda a marca, muda. É como se você comprasse, por exemplo, ovo de Páscoa. Você pode comprar de várias marcas, mas você sabe que é ovo de Páscoa. Você só troca o a embalagem, a marca, o ano da produção. Então, a reencarnação não nos tira a personalidade exatamente por isso. Você tem a chance de um recomeço, nasci, claro, você vai ter que ter aqueles insumos básicos porque você ainda está, a gente demora 7 anos para reencarnar, tá? Para quem não sabe, aprenda. Você só completa a reencarnação no sétimo ano. Por isso que quem tem menos de sete tá mais para lá do que para cá, literalmente. Então é o momento que os pais educam, porque educação é aí. Educação não é na escola. Escola é academicismo, é informação, educação no lar, pais ou quem faz figura dos pais, o ambiente vai nos formatando. Então a gente quando chega sétimo ano e começa a desflorar, aflorar a consciência que vai se consolidar por votos 18, 19, 20, aí você pode dizer: "Cheguei, tô de volta integralmente". Esse tempo que é a fase de educação e a própria ciência e sociedade fazem isso, uma criança vai pra escola com se anos. Exatamente que é o momento de trabalhar isso. Quando você
volta integralmente". Esse tempo que é a fase de educação e a própria ciência e sociedade fazem isso, uma criança vai pra escola com se anos. Exatamente que é o momento de trabalhar isso. Quando você chega a tua maturidade, que é quando os filhos se tornam, começam a se tornar rebeldes, começa a contradizer os pais, né? Quem tem adolescente sabe disso, é porque ele tem os valores que ele traz em si, que é essa herança, vamos dizer, do passado. Mas a gente também absorve as informações do momento atual daquela encarnação, porque elas nos contextualizam. Se eu nasci no Brasil, alguém vai me ensinar português, geralmente é mãe. Por isso que diz língua materna. Ninguém fala língua paterna. Na linguística se diz língua materna, porque a mãe que ensina a criança a falar. Agora, se eu reencarnar no México, eu vou aprender espanhol. Então, alguém tem que me ensinar, vai ser a minha mãe. Então, em cada encarnação, você tem, digamos aí, uns 60, não, assim, umacifa só de brincadeira, tá? Não quer dizer que seja isso mesmo à luz da doutrina. 60, 70% vem do passado e os 30, 40 é aquilo que você recebe quando chega, que te ajuda a se inserir naquela sociedade, conhecer seus valores, seus princípios, suas regras, você viver socialmente bem, dar-se bem socialmente, além das informações que os pais trazem, porque os pais denotam desvios e personalidade e vão corrigir. A criança é muito mimada, é muito briguenta, é muito birrenta, é muito egoísta ou é muito assim passiva, né? Você fala: "Ah, menina, acorda pra vida, aquela coisa toda". Então é isso, parte vem e parte a gente recebe. E com a maturidade a gente junta tudo e faz decisões. Porque às vezes os filhos acontecem dos pais, porque vem algo dentro dele que já traz de si, que ele começa a discordar dos pais. Deixa-me lhe dar um um exemplo concreto. Eu fui criado dentro da Igreja Católica Apostólica Romana. Com 14 anos de idade, eu chamei minha mãe e disse: "Eu não aguento mais. Não é meu caminho, não é meu lugar, não é minha praia".
lo concreto. Eu fui criado dentro da Igreja Católica Apostólica Romana. Com 14 anos de idade, eu chamei minha mãe e disse: "Eu não aguento mais. Não é meu caminho, não é meu lugar, não é minha praia". Fui criado mesmo de a missa quase todos os dias que minha mãe me levava e naquele tempo criança ficava quieta, não tinha direito a a brigar, a chorar da birra, não. Assistia a missa quietinho, não entendia nada, morria de ódio, que eu tava, eu queria brincar, não queria ficar sentado ali vendo aquela aquela cerimônia, né? queria ir embora, queria fazer outra coisa, mas ia para mim isso todo dia com a minha mãe e ficava quieto porque assim era a lei da época. Mas aos 14 anos, algo dentro de mim e explodiu. Olha, me sinto muito, mas não é meu caminho. Fui com ela assistir uma missa num sábado à noite e disse: "É a última missa que eu assisto como católico apostólico romano. Encerro aqui no domingo seguinte me permito buscar o meu caminho." Então, veja bem, eu com 14 anos de idade tive uma consciência que contradisse tudo que eu tinha aprendido e despertou em mim aquilo que eu já trazia do passado. Ali não era o meu lugar, não nessa encarnação. Tá claro? Aí vamos lá. Esse é o tempo. Não pecamos tempo. Vamos. Tempo é dinheiro ou para nós é importante. Por favor, é Marcos Leal. Aí eu queria saber um tempo mas eu queria mais e eu queria que eu pergunta o nível de consciência Nossa irmã está dizendo que hoje é aniversário do desencarne da mãe dela e ela indá quanto tempo minha mãe ficaria normalmente fica uma pessoa desencarnada na erraticidade até o reencarne. Se vai ficar muito tempo lá, isso quebraria os nossos laços afetivos. Só isso daí já dá um seminário, né? Dá para falar o ano inteiro. Quantos anos tua mãe desencarnou? Há quantos anos ela desencarnou? Há 4 anos, né? Minha mãe dia primeiro de outubro do ano passado fez cinco. Já estivemos juntos aqui na comunhão duas vezes. Você lembra da minha mãe, né? Porque acompanhou toda a trajetória. É o seguinte, quando a gente reencarna,
rimeiro de outubro do ano passado fez cinco. Já estivemos juntos aqui na comunhão duas vezes. Você lembra da minha mãe, né? Porque acompanhou toda a trajetória. É o seguinte, quando a gente reencarna, a mãe é algo especial, tá? Me desculpem as feministas, mas mãe é algo especial. A mãe é o espírito que recebe em si, na no seu perespírito, outro ser e sustenta esse ser. Quanto tempo que eu disse que demora pra gente reencarnar completamente? Agora te peguei 7 anos. até o sétimo ano da tua idade, o teu sangue dentro da, e aqui não vou falar como médico e nem sou, mas dentro da nossa medula espinhal, a produção dos glóbulos vermelhos, hemácias, hematóis e tudo mais é produzido até até o sétimo ano. Isso tá em André Luiz, no livro eh Mensageiros eh Missionários da Luz. é produzido por por um programa que você recebe da sua mãe. Um dos fatos que caracteriza o nosso reencarno é quando a gente começa a produzir o nosso próprio sangue, que até o sétimo ano o comando, o aplicativo que foi usado ali, o chip que foi usado é o materno. Quer dizer, a mãe além de nos acolher, nos gera dentro de si e nos dá ainda um um comando genético que até o sétimo ano você ainda vive custodeado por ela. E dentro da reencarnação são várias as influências que nós temos. Eu vou reencarnar como é que vai ser a minha vida. Espírito de grau mediano e elevado participa das decisões. Espírito muito abaixo não participa. É aquela pessoa que não é chamado a dizer porque tá muito fora de si. Não sabe dizer o que seria bom para si. Então a divina misericórdia coloca tutelares, né, que a gente chama de anjos tutelares, espíritos superiores que nos orientam a caminhada. Então, a gente tem a presença dessa espiritualidade, o nosso cromossoma genérico, que é pautado na lei de causa efeito. Em cada encarnação eu tenho que viver provas e expiações. Prova sempre tem, porque aprendizado de expiação só se você deve ir paraa lei e você não vai pagar tudo numa encarnação. Espiritualidade fraciona. É tipo um, você faz um acordo lá no Ser e
expiações. Prova sempre tem, porque aprendizado de expiação só se você deve ir paraa lei e você não vai pagar tudo numa encarnação. Espiritualidade fraciona. É tipo um, você faz um acordo lá no Ser e parcela tuas dívidas. Então cada carnação é um pouco, ninguém paga de uma vez, tá? Isso não existe. Ninguém aguentaria, seria impossível, humanamente impossível. Então, a gente tem o mapeamento genético que os espíritos traçam paraa nossa vida, a influência desses amigos espirituais que nos orientam a mapear a nossa existência, a nossa vontade e o pensamento da nossa mãe. A nossa mãe nos influencia na formação. Então, por conta disso, o vínculo de uma criatura com a sua mãe dura séculos, transcende a encarnação ou reencarnação. Qual o tempo da pessoa na erraticidade? Que é, eu tô te dando esse pano de fundo para chegar ao ponto crucial, tá? Isso varia de pessoa para pessoa. A gente vê em nosso lar, por exemplo, que o governador já tinha mais de 150 anos como governador do nosso lar. Outros espíritos já estavam lá há décadas. Então não existe um prazo fixo. Eu diria para você que do que se fosse para te dar uma média, eu diria assim uns 80, 90, 100 anos, mais ou menos isso, um tempo médio. Embora há espíritos que saem da terra em condições tão ruins que eles são quase que imediatamente reencarnados porque eles não têm condições de ficar bem no mundo maior. Então, as pessoas que saem da terra com essas virtudes e qualidades que o Leéo apontou hoje, um conhecimento, uma vivência, uma espiritualidade vivenciada, Jesus fala: "Oba, chegou mais um trabalhador". E aí, minha filha, fica muito tempo trabalhando. Porque não existe assim, você vai reencarnar tal dia, tal hora, é dentro da dinâmica da vida. Isso aí você pode procurar nas quartas-feiras, estud livros espíritos, o retorno dos espíritos ao mundo corporal. A gente tem um capítulo Livros Espíritos onde várias vezes falamos sobre esse tema. Temos a temporada atual e as anteriores gravadas na TV Comunhão. Você pode procurar pelo
spíritos ao mundo corporal. A gente tem um capítulo Livros Espíritos onde várias vezes falamos sobre esse tema. Temos a temporada atual e as anteriores gravadas na TV Comunhão. Você pode procurar pelo YouTube, tá? Ou algum outro aplicativo da sua preferência. Então não existe vai reencarnar tal dia. Por exemplo, a mãe de André Luiz. André Luiz quando desencarna ele fica sozinho. Ele tinha duas irmãs e o pai no umbral. Ele num nível mais ou menos não é essas coisas, é mais ou menos. A mãe dele tava num plano superior e quando ele chega, uma irmã dele já tinha reencarnado. Tipo assim, semanas antes, eles cruzaram ela subindo, ela descendo. E a mãe do da Luís tinha como preocupação as duas filhas no Umbral e o o esposo, porque o esposo estava ligado a seres tenebrosos que o prenderam magneticamente. era um senhor que tinha assim toda a honradez, né, Leal, de um respeitável senhor de família, mas tinha casos extraconjugais e não eram pessoas assim de padrão vibratório superior. Então, por meio dessa relacionamento, a coisa foi foi criando vínculos infelizes e ele ficou dominado por essas duas criaturas. E ela tava há muito tempo já batalhando, batalhando, batalhando para ver se conseguia despertar. lhe dava um sinal de despertar, elas vinham, influenciavam e ele caía. Ele queria despertar, elas puxavam para baixo. Tipo assim, ela queria subir, elas puxava para baixo. Até que houve uma brecha entre a providência divina e a espiritualidade, porque ninguém fica abandonado. Eles conseguem cortar os vínculos, afastar um pouco, fal assim: "Pega e coloca ele na terra." E ele já tava vindo pra terra. Então ela fala: "André". Ela chega lá correndo. André, é o seguinte, eu vou ter que reencarnar rápido. Assume aí que eu vou embora. Mamãe, por quê? Não vou pegar o seu pai e essas duas irmãs e vou tê-los como os filhos meus para trazê-los de novo para o amor do Cristo. E ela fala: "André, assume aí, cresça, desenvolva, aprenda, se vira e toma conta de mim e de todo mundo, porque agora você quer ficar
como os filhos meus para trazê-los de novo para o amor do Cristo. E ela fala: "André, assume aí, cresça, desenvolva, aprenda, se vira e toma conta de mim e de todo mundo, porque agora você quer ficar aqui. A tua outra irmã já tá na terra. Eu vou, vou lá. As três virão, os três virão comigo, né? Ele mais duas e a gente vai se compor. Então existe esse fator meio que providencial ao mesmo tempo de oportunidade que surge, tá? Agora é que a minha mãe vai reencarnar. Provavelmente ela vai esperar você chegar lá. Pode ter certeza disso. Que é outro caso de Lízias. É aquele grande amigo de André Luiz. Que que acontece? Elías tava em nosso lar com a com as irmãs e com a mãe que é a dona Laura, grande amiga de André Luiz, que quando André Luiz fica sozinho, essa família mesmo meio que adota ele, entende? Vem cá, vem almoçar, vem jantar aqui, dorme aqui, passa o Natal conosco. Aquela vida social que os espíritos têm, né? E Laura se, olha, a tua mãe tá no plano superior, mas me tenha como mãe. Tô aqui no que eu puder te ensinar, orientar, tal. E aí o pai de Lice já tinha reencarnado. Aí Laura diz: "André, eu vou reencarnar porque meu marido já tá lá pra gente se encontrar. Nós vamos nos casar e formar um lar. Quando a gente formar um lar, os nossos filhos vão votar que nem um trenzinho, um atrás do outro. Então, quando a mãe de André, a mãe de André Luiz se desencarna meio que na pressa, aproveitou a oportunidade, a mãe de Lisa já tá tranquila num planejamento porque o marido já tinha vindo. E aí, para chegar no último ponto, o a morte não interrompe o amor. O amor seu pela sua mãe e da sua mãe por você, provavelmente já é eterno. Independe de tá encarnado, desencarnado, tá? Então, pode ter certeza disso. Isso é um dos pontos que a gente estuda. A reencarnação não destrói os laços de família, como tá no livro dos espíritos. Pelo contrário, se você tivesse uma vida só depois de morto, ia pro céu e pro inferno, como a maioria iria pro inferno. Alguém aqui tá é candidato é pro céu. Tem algum santo aqui que esteja
espíritos. Pelo contrário, se você tivesse uma vida só depois de morto, ia pro céu e pro inferno, como a maioria iria pro inferno. Alguém aqui tá é candidato é pro céu. Tem algum santo aqui que esteja que crê que vai pro céu, então a maioria vai pro inferno, né? Como é que você estaria no céu e alguém no inferno e estaria bem? Então, existe uma ilogicidade na na na na crença numa vida única e uma sentença de vida de de céu, inferno depois dessa encarnação. Porque se uma mãe ama os filhos e ela tá no céu, como a assim a mãe de André Luiz estava num plano muito alto e visse duas filhas no umbral, que seria, digamos, inferno, como é que ela ficaria bem? Uma pessoa que ama fica bem vendo alguém irremediavelmente perdido. Então, a reencarnação pela doutrina espírita nos garante que todos os desafetos poderão ser transformados em afetos e dar imortalidade, eternidade ao amor. Então pode ficar tranquila que a sua mãe vai ficar super bem, que com certeza foi uma senhora que cumpriu bem a sua missão, vai tá te esperando lá, vocês vão se reencontrar lá e vai ter o momento oportuno de votar a terra ou até ir para outros cantos paraas estrelas. Então, mantenha assim oração com ela, profundo agradecimento e tipo assim, não fique querendo monitorar o que ela tá fazendo, porque chega o momento que a gente tem que se dividir. Você fica aqui, vai cumprir tua missão e ela vai cumprir lá. Porque quando alguém sai da nossa vida, porque cumpriu o papel. Então, outras pessoas ou outros momentos chegam pra nossa vida. Eu cuidei da minha mãe, não tô aqui para dizer isso, apenas para falar sobre o aspecto histórico. 4 anos. Quando ela foi embora, ficou aquele vazio, porque eu cuidava dela. Era aquela coisa assim que era o meu objeto de atenção. O Leo me lembra, né? Dis perguntou: "Como é que você tava?" Ele me perguntou aqui na mesa, falei: "Tô perdido porque faltou ela, né?" Que que a comunhão fez? Me deu um monte de trabalho e aí conheci novas pessoas, novos desafios. Então tem que seguir.
ê tava?" Ele me perguntou aqui na mesa, falei: "Tô perdido porque faltou ela, né?" Que que a comunhão fez? Me deu um monte de trabalho e aí conheci novas pessoas, novos desafios. Então tem que seguir. É como se abrisse uma ferida, depois você tem que cicatrizá-la. Então continua com a tua vida. Saudades vai ficar a oração. Fica atento aos sonhos, os sonhos espontâneos de que que é a comunicação que a gente tem. Isso tá nos estudos de quarta-feira. A gente fez esse trabalho recentemente de comunicação com o ente querido, tá bom? E para ter certeza que amor de mãe dura muito mais do que você pensa, porque o vínculo dela com você ainda está assim como está o meu e da mãe dele, a dona Ana Leal, que sentou aqui na mesa de domingo com a gente, me ensinou a trabalhar na prece suicidas e hoje a nossa mentora na pressa suicidas aos domingos. Quem não conhece tá convidada a vir segundo domingo de cada mês, como esse é o quarta sexta-feira de cada mês, segundo domingo de cada mês temos as pressas de suicidas. a mentora do grupo, a mãe dele que eu conheci, que me ensinou a trabalhar com suicidas nos domingos. Tive a honra conhecer a mãe dele primeiro que ele e de vez em quando ela tá aqui, a gente percebe. Então é isso, é apenas uma mudança de plano. A gente também mudou paraa Austrália ou tá no Japão, entendeu? Tá morando lá. E a comunicação é pelo pensamento, pela oração, pela prece, pela gratidão, pelo carinho, as vias mentais. E quando tiver, você tiver preparada para isso e ela também, vocês vão ter um encontro, geralmente vai ser pelos sonhos. Nossa com a minha mãe assim, tal, tal. E aquela impressão que você acordar é a mensagem que ela te transmitiu de amor, tá? >> Siga sua vida, >> bola pra frente, porque você vai ter que cumprir suas etapas e ela também vai ter que cumprir as delas. Depois haverá o reencontro. Viu, Marcos, tem um umas coisas interessante. Desperta sempre muito a curiosidade. Esses questionamentos, como Marcos disse aí, dá para você fazer seminário um ano,
delas. Depois haverá o reencontro. Viu, Marcos, tem um umas coisas interessante. Desperta sempre muito a curiosidade. Esses questionamentos, como Marcos disse aí, dá para você fazer seminário um ano, três, qu para discutir problemas de processo reencarnatório, né? A engenharia reencarnatória, ela é complexa, né? a gente tenta eh assim juntar rapidamente as coisas, mas ela é muito complexa. Eu me lembro que quando muito garoto, dirigia aqui a campanha Alta de Souza e nós fazíamos as visitas à Ceilândia, mas não é essa Ceilândia de hoje não, tá? Era terra, lama e barracos e e barracos precádios. Mas enfim, aí eh tinha uma das casas que que eu ia que me deixava muito intrigado. Tinha um cidadão chamado Henrique. Ele já tinha a 46 anos. Eu devia ter 17, tinha 46. Eu vou eu vou vou vou mostrar com clareza aqui como era. Era um monstro. Poucas pessoas tinham condições de ver a fisionomia daquele indivíduo. >> Ele tá falando deformidade física, tá nesse sentido. Totalmente. Era um negócio assim assustador. E tinha morava num barraquinho de nada. A mãe, uma senhora não talvez tão idosa, mas pela precariedade da vida cansada. E ela ali. E quando a gente ia lá visitar, porque ele era nosso cadastrado e que tinha algumas pessoas que ficavam com fricote, é, eu tô com angústia, tô com isso, cheio de de de vantagem, eu dizia: "Vamos ali comigo fazer a visita". E eu levava para lá. Quando eu levava para lá, eu saí, eu dizia: "Aí, qual é o teu problema?" Não sei que e tal. Mas enfim, só para você ter uma ideia rápido, ele eu fiquei curioso, que história é essa que eu não conseguia ver? com profundidade. E tinha uma uma médium aqui na casa, jovem também na nossa época chamada Ivonete. Ela tinha uma vidência extremamente fácil, aquela vidência que incomodava ela, porque ela dizia: "Eu às vezes não distingo o que é encarnado e o que é não encarnado." E eu peguei a Ivanete, disse: "IVete, preciso que você vá fazer uma visita comigo". E fomos. Chegou lá, ela ficou calada, escutou. E quando a
s não distingo o que é encarnado e o que é não encarnado." E eu peguei a Ivanete, disse: "IVete, preciso que você vá fazer uma visita comigo". E fomos. Chegou lá, ela ficou calada, escutou. E quando a gente chegava, eu gritava: "Henrique". Ele só berrava. Ah, e tal. Quando eu saí, tô no carro de volta com ela, vindo ali pela estrada de Taguatinga, que era pequenininha ainda, não tinha essas coisas todas. Eu falei: "E aí?" Ela falou: "Deixa eu lhe contar uma coisa. Olha a lei do universo como ela é boa, justa, sábia, a gente que não consegue chegar. Esse cidadão, ele reencarnou nesse corpo assustador para poder começar a criar, quebrar o vínculo, como o Marcos falou aí, tirar personagens que estão envolvidas em dramas. Então, aqueles que estavam envolvidos com ele naquela situação não achavam aquele cidadão. Ele tava, aquele corpo era um esconderijo abençoado, que quando a gente olha, a gente acha que é injustiça, né? Não, esconderijo abençoado. E aquela mãe aceitou vir naquela situação porque ela tinha um elo muito afetivo com ele, queria ajudá-lo. Então ela veio para passar para ele o sentimento do acolhimento e o amor que ninguém aceitaria receber ele naquelas condições que ele veio. Então, é a bênção da encarnação, é a bênção da oportunidade. É uma pena que a gente não tenha uma visão mais aprofundada sobre isso, mas cabe, ainda é hora, é tempo e é por isso que a gente tá aqui. OK? Dado o horário, eu me estendi muito e eu achei maravilhoso poder falar sobre isso, porque acho que é lucid para todos nós. Eh, por exemplo, a tua próxima encarnação não tá planejada, tá? Ela vai ser construída ainda pelo que você tá vivendo hoje, pelo que você vai fazer. É sempre um processo de consequências. Aí depois de um tempo mundo maior que vamos definir. Bom, quem é que vai votar com você no seu caso, porque na família inteira é muito grande. Família inteira é muito grande. A gente vem com um grupo de pessoas que geralmente aquele núcleo básico, pai, mãe, irmão, irmã, tios, tias, sobrinhos,
u caso, porque na família inteira é muito grande. Família inteira é muito grande. A gente vem com um grupo de pessoas que geralmente aquele núcleo básico, pai, mãe, irmão, irmã, tios, tias, sobrinhos, às vezes vai casar, vai ter o cônjuges os filhos, né? Esse é o núcleo, mas isso é um percentual pequeno da nossa família que é bem maior. Nós somos nós, nós somos tribos na espiritualidade. Tribo. Somos verdadeiramente tribos e temos um líder. Você lê o livro conselador de Emânia, nossa família tem um líder espiritual que é alguém de alta envergadura que comanda o nosso caminhar, que é os que palpita no nosso processo. Então vou reencarnar minha próxima reencarnação. Já tá escrita, planejada? Não, ela é costurada no dia de hoje. Como todo o nosso futuro, nós estamos tecendo agora, fazendo tipo um crochê, um tricozinho, criando o nosso futuro. Então, o teu futuro ainda vai ser construído pelas coisas que serão feitas e será uma consequência do teu presente. Pessoal, deu o horário, um bom final de noite, até o mês que vem, na quarta semana de da quarta sexta-feira de fevereiro. Um beijo no coração. Muito obrigado. Quem desejar o passe, aguarde que nosso irmão vai conduzir. Todo mundo tem chance do passe, mesmo que não pegou ficha. Apenas uma questão de de ordem de caminhamento. E até a quarta a quarta sexta-feira de fevereiro, quando daremos continuidade a esse tema, tá bom? Um beijo no coração, muito obrigado pela atenção de todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado.
ia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
[música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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