TIRANDO DÚVIDAS - João Leal/Marcus Marques

Comunhão Espírita de Brasília 29/11/2025 (há 4 meses) 1:09:20 245 visualizações

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Transcrição

Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz. Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Quarta sexta-feira deste mês, o projeto Tirando Dúvidas, que é sempre realizado nas quartas, sextas-feiras de cada mês. Para quem está aqui pela primeira vez, nós vamos eh apresentar o nosso projeto, porém antes faremos uma leitura preparatória e a nossa prece inicial. Abrindo o Evangelho Segundo o Espiritismo, nos cai: "Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo". É o capítulo quarto. Leremos a primeira parte que é um trecho do Evangelho de Mateus, também encontrado no Evangelho de Marcos, que diz assim: "Jesus, tendo vindo à cercanias de Cesareia de Felipe, interrogou assim seus discípulos: "Que dizem os homens com relação ao filho do homem?" Filho do homem a ele se referindo a si mesmo. Filho do homem. Quem diz que eu sou? Eles lhe responderam: Dizem uns que és João Batista, outros que Elias, outros que Jeremias ou algum dos profetas. Perguntou-lhes Jesus: "E vós quem dizeis que eu sou?" Simão Pedro, tomando a palavra, respondeu: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo". Replicou-lhe Jesus: Bem-aventurado és Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai que está nos céus. É curioso observar que no Evangelho Jesus pergunta a seus apóstolos. Apóstolos não, porque na época ainda eram aprendizes, discípulos, né? Depois que se tornam apóstolos na medida em que saem para levar o evangelho pelo mundo. Quem as pessoas dizem que eu sou? Resposta dos dos discípulos, João Batista. Como é que Jesus poderia ser João Batista se João Batista era primo de Jesus? Porque Isabel, mãe de João Batista, era prima de Maria. em primeiro grau. João e Jesus eram

dos discípulos, João Batista. Como é que Jesus poderia ser João Batista se João Batista era primo de Jesus? Porque Isabel, mãe de João Batista, era prima de Maria. em primeiro grau. João e Jesus eram primos em segundo grau e João havia morrido assassinado um tempo antes. Outros dizem que é Elias. Elias é um profeta de Israel que tinha vivido muito mais tempo antes. Ou Jeremias, que também um profeta de Israel que tinha vivido muito tempo antes, ou algum dos profetas, quer dizer, dos profetas de do dos tempos anteriores a Cristo, que compõe o Velho Testamento, Oséias, Daniel, Rabacu, Sofonias, Ageus, Zacarias, vários e vários nomes. Isaías famoso. Então aí há pessoas dizem: "Ué, mas eu não encontro evidências da reencarnação na Bíblia. Como é que Jesus poderia ter sido alguém que já viveu e morreu antes?" Fica essa pergunta e essa reflexão. Vamos então agradecer a Deus, nosso pai pelo nosso encontro na noite de hoje, por estarmos reunidos nesta casa de oração e trabalho para com amor e serenidade nos elevarmos ao nosso criador, nos elevarmos porque nós temos que elevar a nossa vibração, porque Deus está em toda parte. Nós precisamos chegar até ele, abrindo-nos, purificando-nos, renovando-nos. E que o amor do Pai nos abençoe amplamente, nos provendo tudo que necessitamos para o nosso caminhar, nosso aprendizado, a nossa passagem pela terra. Agradeçamos a Jesus que nos congrega também nessa noite, nesta casa. Jesus que veio nos ensinar e nos ensina até hoje. Jesus que forma em nós um discipulado, nos convidando a sua obra de redenção da humanidade. O Cristo conta conosco. Jesus conta com cada um de nós. Além disso, Jesus também quer a nossa felicidade, o nosso bem e os seus ensinamentos trazem para nós alegria de viver. Agradeçamos aos espíritos protetores e amigos que vem em nome de Jesus. sobre o comando do mestre, cuidar de nós, cuidar da terra, dos países, das nações, dos povos, das comunidades, de cada ser. Todos nós somos tutelados por esse mundo invisível, porque eles são a verdadeira realidade.

do mestre, cuidar de nós, cuidar da terra, dos países, das nações, dos povos, das comunidades, de cada ser. Todos nós somos tutelados por esse mundo invisível, porque eles são a verdadeira realidade. Nós somos aqui uma realidade fugaz, passageira. que eles possam nos trazer o que o que tanto necessitamos, sobretudo a saúde física, a paz de espírito, a compreensão correta das coisas, sabedoria de viver, para darmos sentido à nossa vida e nos sentirmos plenos, nos sentirmos realmente homens e mulheres à imagem do do Pai que nos criou. Agradecemos a Bezerra de Menezes que protege essa casa, seus trabalhos, a Ismael que guarda o Brasil e aos amigos e mentores que guardam esse nosso estudo realizado nas quartas, sextas-feiras de cada mês. Unidos em paz, com um só propósito de aprender para trabalhar e servir mais e melhor, pedimos permissão para o início das atividades desta noite. Saudamos a todas as pessoas presentes e aos irmãos e irmãs que nos acompanham pela TV e Rádio Comunhão e os que também nos assistirão porque os trabalhos ficam gravados. Nas quartas, sextas-feiras de cada mês, nós temos o projeto Tirando Dúvidas, que é uma apresentação de um tema. Depois nós vamos para um bate-papo de perguntas e respostas sobre esse tema tratado na noite ou qualquer tema vinculada a doutrina espírita. Nesse ano nós vamos repassar nossa agenda. Nós estamos estudando o tema geral guerra e paz. Escolhemos o título assim de uma forma proposital, mas o objetivo é como é que eu consigo ter paz interior, estar bem no mundo em transformações, no mundo que traz desafios. no mundo de provas e expiações. Quer dizer, diante do cenário que é está, como é que eu consigo, como é que eu posso ter paz interior? Então, é uma aparente dualidade. Eu estou bem no mundo que está aí enfrentando as suas transformações, seus processos, né? Então, em janeiro, nós fizemos a introdução a esse tema. No mês de fevereiro, sempre nas quartas, sextas-feiras, nós falamos sobre tudo passa, tudo muda. E eu como reacho?

rmações, seus processos, né? Então, em janeiro, nós fizemos a introdução a esse tema. No mês de fevereiro, sempre nas quartas, sextas-feiras, nós falamos sobre tudo passa, tudo muda. E eu como reacho? Às vezes você pede uma pessoa querida, né? Vai paraa eternidade, alguém chega para você e fala: "É, a vida é assim mesmo, essa é a vida, tudo passa". Tá, mas será que isso é suficiente para nós? Como é que a gente entende essa transitoriedade? Como é que eu me adapto à partida de pessoas, de entes queridos, as perdas que a gente tem materialmente falando, né, Márcio? O que eu faço com a minha liberdade? Eu tenho livre arbítrio. Como é que eu tô usando isso? Eu tô construindo paz ou tô construindo conflitos para mim mesmo? Em abril, conflitos íntimos. Como alcançar a paz interior? Muitos de nós, ou a maioria de nós, temos nossos problemas interiores. A gente tem que saber lidar com eles para poder estar bem. Tem problemas que a gente não vai resolver de hoje para amanhã. Eu tenho que conviver com eles. Mas como é que eu vou conviver com eles? Eu, sei lá, eu sou uma pessoa ansiosa, tá? Mas eu preciso colocar essa essa essa ansiedade dentro de um certo limite para que eu possa ter minha vida. Ela não pode chegar e destruir minha vida, digamos assim, né? Em maio, o fim do mundo. A gente vive, vê muito, sobretudo nas redes sociais, né? Questão de apocalipse, fim do mundo, aqueles famosos três dias de escuridão, eh vai ter guerra nuclear, de repente vem aqueles alardes, um grande terremoto, sei lá o quê, sei lá o quê. Como é que a doutrina mostra esse momento de transição planetária? tem um fim mesmo. Jesus tá voltando ao som de trombetas, nós vamos ser arrebatados pros céus. E nós estudamos sobre isso. Aí em junho, teve um seminário, seminário sobre, se me falha a memória, o envelhecimento. Então nós não estivemos aqui porque essa semana foi ocupada pelo seminário. Em julho, o bom combate. Paulo apóstolo diz pra gente lutar pelo bem, lutar pelas boas causas. lutar pelas coisas que nós

o. Então nós não estivemos aqui porque essa semana foi ocupada pelo seminário. Em julho, o bom combate. Paulo apóstolo diz pra gente lutar pelo bem, lutar pelas boas causas. lutar pelas coisas que nós acreditamos. Ou seja, se a gente não fizer essa luta, a gente não consegue ver um mundo melhor, né? Depois, em agosto, nós não somos os nossos erros. Eu cometo equívocos, eu sou eu sou uma pessoa imperfeita, mas essa não é minha natureza, não é minha realidade. Estou enganado, estou equivocado, né? Em setembro, o heroísmo da fé, a vitória em busca do bem, que é mais ou menos replica o tema do bom combate, mas a pessoa que tem que assumir-se naquilo que crê e nas suas convicções. Fé não é só religião. Poxa, eu acredito nisso. Eu eu sei lá, eu eu tenho esse sonho, esse ideal. Como é que eu consigo realizar isso, manter-me firme nos meus propósitos? Em outubro tivemos um seminário sobre dependência química, não estivemos aqui. E agora, novembro nós vamos falar sobre os pequenos grandes cuidados que fazem a diferença em nossa vida. Sim, pequenos e grandes cuidados que fazem diferença em nossa vida. A gente tende a valorizar, a dar valor às coisas grandiosas. Quando a gente vê algo assim, aparentemente pequeno, a gente tenta não dar valor. E a gente faz muito isso de forma consciente ou até inconscientemente. Hoje com as redes sociais, quem explora isso é o nosso grande amigo espírita Rossando Cling lá da Paraíba, que é um psicólogo e e traduz a doutrina Luz da Psicologia. Ele nos explica que a gente se compara muito e é um grande erro. Se você vai na rede social, para quem tem rede social, você só vai ver pessoas sorridentes, alegres, felizes em ambientes bonitos, mesmo que o cenário não seja verdadeiro, né? que hoje com inteligência artificial você pode criar qualquer cenário. Então você vê assim a impressão que você tem que tá todo mundo bem, todo mundo é lindo, maravilhoso, tem aquele famoso Photoshop, né, que dá uma boa consertada nas caras, né, todo mundo fica assim,

o. Então você vê assim a impressão que você tem que tá todo mundo bem, todo mundo é lindo, maravilhoso, tem aquele famoso Photoshop, né, que dá uma boa consertada nas caras, né, todo mundo fica assim, eh, como se tivesse na no dia da primeira comunhão, né, aquela coisa bem bem novinha, bem tal ajustada. Então a gente às vezes e se você se olha para si, fala: "Poxa, eu não, eu não tô nesse ritmo, né? Eu não tô acompanhando essa essa vibração toda. Eu tenho que pagar minhas contas, eu tenho boletos, eu tenho que levantar, tenho que trabalhar, eu tenho dor no calo, artrose, o reumatismo, sei lá o quê, a pressão alta, enfim, uma vida normal. Então a gente quando vê a gente vê muito essa exposição de gente aparentemente super bem resolvida, linda, maravilhosa, tenência a nossa é se deprimir inconscientemente. Você, poxa, mas e eu, né? Por que que eu não tô nessa nesse barco, nessa onda? Mas é um engano, é apenas um equívoco, porque são exposições de pessoas que a gente considera famosas, as celebridades. Mas quem disse para vocês que as famosas celebridades são pessoas felizes 100% do tempo? Quem disse isso para vocês, né? não é o caso. Então, realisticamente falando, a gente tende a se iludir por aquilo que aparece de mais grandioso e a gente esquece das pequenas coisas. E é esse é o nosso enfoque de hoje. Como é que você consegue combater os conflitos, as guerras, os desafios, os problemas com pequenas ações, pequenas assim, pequenas, grandes, pequenas, porque elas são simples, mas o resultado delas é bem grande, né? É bem grande. E assim, nós vamos nos pautar num texto de André Luiz no livro Paz e Renovação de Chico Xavier. Então, a gente vai comentar uma leitura comentada desse trecho que nos alerta a pequenas ações que nos ajuda a ter paz interior. Como tá chegando o final do ano, nós estamos encerrando o tema guerra e paz no sentido de como eu estar bem, apesar de todos os problemas e conflitos, desafios que aí estão implantados. Não espera milagres de felicidade.

inal do ano, nós estamos encerrando o tema guerra e paz no sentido de como eu estar bem, apesar de todos os problemas e conflitos, desafios que aí estão implantados. Não espera milagres de felicidade. Eu vou resumir os trechos para ficar focar mais no bate-papo que nós vamos ter, mas se alega no fato de viver com a possibilidade de trabalhar. Um dos segredos de viver bem é você não esperar grandes milagres, fatos feitos extraordinários. Alegre-se, contente-se pelo fato de poder trabalhar. Bom, trabalhar o que é aí? A gente sempre quando diz trabalho, pensa em ganhar o pão de cada dia, né? Mediante um salário. Não é o caso. Trabalho é a expressão do ser. O conceito espírita de trabalho é como você se expressa. Você tá aqui encarnado, certo? O que que você joga pro mundo, pro universo, pra vida, paraas pessoas? Qual a imagem que as pessoas têm de você? O que que você diz? O que que sai de você? O que que emana de você? As tuas produções, tuas construções. É meio que o conceito de física, de trabalho, que na física trabalha é ligado a movimento, né? Que que você faz? Que que você age? Então, em vez de você buscar grandes milagres, foca que você pode fazer algo. E, claro, procure fazer aquilo que você gosta, consoante os melhores princípios cristãos do bem, do amor e da paz. Então, não tô esperando grandes maravilhas, mas eu posso fazer certas coisas. Vou contar para vocês uma história. É, no na área da assistência social da comunhão espírita de Brasília, né, departamento, a diretoria do departamento de promoção social, umas vezes, nós há muitos anos atrás, muitos anos mesmo, fomos a uma cidade no estado de Goiás, aqui do entorno, para levar a cesta básica. E lá na na família que nós levamos a cesta básica da da comunhão espírita de Brasília, eh, a senhora da casa disse: "Olha, ali naquelas subindo o morro ali e tal, morro não, eh, morro, grandes morros, subindo a rua, né, tem uma família muito, muito carente. Dá uma passadinha lá". Quer dizer, a pessoa que estava recebendo um auxílio

as subindo o morro ali e tal, morro não, eh, morro, grandes morros, subindo a rua, né, tem uma família muito, muito carente. Dá uma passadinha lá". Quer dizer, a pessoa que estava recebendo um auxílio mostrou-se preocupada com uma outra família que ela sabia que não tava recebendo auxílio e que estava talvez até mais carente do que ela. E nós chegamos lá, oi, tudo bem? Tal, conversamos, nos apresentamos, batemos um papo. Aí perguntamos: "A senhora, assim, de imediato precisaria do quê?" Porque nós não tínhamos levado algo extra para poder doar aquela família, mas a gente tava disponível de a um supermercado ali, a um armazém e comprar alguma coisa e prover aquela família. Eu falei: "Eu posso pedir uma coisa para vocês?" Sim, por favor, o que tiver a nosso alcance. Eu queria uma barra de sabão. Uma barra de sabão, sim. Eu tô com a roupa suja. Meus filhos estão sujos. Meu marido tá com a roupa suja. queria lavar roupa, queria uma barra de sabão. Depois não, nós somos supermercado e compramos ali, fizemos uma vaquinha, compramos mais do que uma barra de sabão. Então, vejam vocês que para aquela pessoa naquele momento da vida dela, ela ia sentir-se mais confortável, ia sentir-se melhor com uma barra de sabão. Então, tem gente que às vezes fala: "Nossa, eu queria ser rico para poder ajudar as pessoas". Não. Você quer ajudar a pessoa? Leve a você mesmo. Leve você, teu corpinho aqui, aquilo que você é. Leve-se, leve, leve-se a leve-se a você mesmo. Você vai ver que você vai fazer grande diferença. Então, isso traduz bem essa mensagem inicial. Não espere grandes milagres. Veja aquilo que você pode fazer, que que você pode fazer. E esse poder não é limitado, tá? Você pode, inclusive, aumentar o seu poder. Porque Jesus nos Paulo apóstolos nos dizia: "Tudo posso naquele que me fortalece". Quando você quer fazer o bem e tá sem recursos, vai, vá a campo que a espiritualidade vai te ajudar. Pergunta para quem fundou a comunhão. Como foi cavar isso daqui, construir a casinha de madeira que tava aqui no

uer fazer o bem e tá sem recursos, vai, vá a campo que a espiritualidade vai te ajudar. Pergunta para quem fundou a comunhão. Como foi cavar isso daqui, construir a casinha de madeira que tava aqui no fundo, colocar o primeiro tijolo. Foi uma luta. Hoje tá bonito, mas isso aqui não foi assim desde o começo. Ama sem exigências. Não, não, não peça nenhuma, nenhum retorno das pessoas. Esse é o amor incondicional, gente. Amar também, como a gente falou de trabalho, amar na doutrina espírita não é gostar de, Claro, a gente gosta das pessoas, mas amar é um pouco mais do que isso. É cuidar de, é importar-se com. Antes de você dizer, eu te amo, diga como é que você tá. Você tá passando bem? Tá, tá, tá, tá, tá legal com você hoje? Tá tudo joia. Isso também é amor. E é esse amor que Jesus nos ensina. Tanto que ele diz. Quando amai os inimigos. Jesus não tava esperando que você fosse abraçar e beijar o teu inimigo, né? Mas tá falando de você se importar com aquela pessoa. Então esse aqui é o amor incondicional. É o amor que Deus tem para conosco. O amor que a espiritualidade nos dá. Eles cuidam de nós. Vocês vêm aqui, vocês são assistidos pela espiritualidade. O que que a espiritualidade pediu para vocês até hoje em troca? O quê? Só tem um pedido que eles fazem para cada um de nós que aqui vimos. Fiquem bem e sejam felizes. Esse é o pedido que eles fazem. Eu quero que você fique bem e que seja feliz. Única coisa que eles pedem para nós é isso. Ponto. Então, tua história supera as expectativas de querer retorno do seu amor, do seu empreendimento, das tuas ações, teus gestos. Apenas distribua, cuide da vida. Você não cuida de uma planta, você não cuida do cachorrinho, do gatinho, cuida do ser humano. Ah, o cara é, a gente vê às vezes em Brasília, né, tem as pessoas que fazem uso de drogas e tão pela rua e às vezes eles chegam, estão ali na porta de um de uma padaria, de um restaurante, me dá um pão. Tem gente que não dá um pão porque sabe que aquela pessoa usuária de droga, tipo

drogas e tão pela rua e às vezes eles chegam, estão ali na porta de um de uma padaria, de um restaurante, me dá um pão. Tem gente que não dá um pão porque sabe que aquela pessoa usuária de droga, tipo assim, vai trabalhar. Pode ser que você esteja errado, mas aquela pessoa mesmo sendo usuária de droga, ela tem fome. Se ela te pede um pão, dá um pão. Dá um pão para essa pessoa. Ah, mas não vem com esse ar mais. A pessoa tá com fome, dá um pão para ela. Tá te pedindo um pão. Ela vai comer o pão, vai sobreviver aquele dia. Então a gente precisa ir um pouco além. Claro, a gente não tá aqui endossando vícios e dependências, nada disso, tá? A gente tá falando de uma forma objetiva de que às vezes só a gente depara com essas realidades a cada momento de nossa vida. Ô moço, eu tô com fome. Me dá um pão. Pega do teu saquinho um pão, tá? Um pão. Vai fazer foto para você. Um pão. Ah, mas é um ser humano pedindo um um pão. Acho que dá para atender isso. Não dá. Então, o tipo de pensamento que eu tô propondo aqui, não tô aqui justificando ações e problemas outros que não é o foco da noite, que a gente pode fazer essas coisas ultrapassando o nosso racionalismo, a nossa exigência. Porque quantas vezes nós erramos e Deus nos perdoou? Quantas vezes nós cometemos bobagem e a espiritualidade nos acolhe? Quantas vezes nós entramos na comunhão, os espíritos vieram e disseram: "Você fez isso". Nunca um espírito fez isso para você, nem para mim. Eles nos acolhem e nos convidam a uma reforma íntima. E aquela pessoa viciada, para ela mudar um dia, ela vai ter que se pautar no teu exemplo de amor, na tua vida, para ela se inspirar em você. A tua generosidade vai inspirar aquela pessoa a buscar um caminho melhor. Não existe a famosa corrente do amor. Então, se alguém te pedir um pão, você der um pão pãozinho, você tá criando uma corrente do amor. Um dia que aquela pessoa puf te pensar e mudar, você vai ser uma referência pra vida dela, uma um exemplar vivo daquilo que se chama amor. suporta dificuldades e provações

riando uma corrente do amor. Um dia que aquela pessoa puf te pensar e mudar, você vai ser uma referência pra vida dela, uma um exemplar vivo daquilo que se chama amor. suporta dificuldades e provações percebendo-lhes o valor. Isso daqui, gente, a gente tem que estudar para entender as coisas. A gente tem que estudar. Poxa, eu tenho uma vida, tô enfrentando desafios, problemas, tal, tal. Tenta entender que essas coisas fazem parte do teu programa reencarnatório, do qual você teve uma participação, você tá buscando aprendizado, crescimento e acredite na superação. Então isso daqui precisa muito de nós estudo e algo chamado fé, não a fé cega, mas eu sei que é um processo e que a espiritualidade só que é a meu bem. Então, se eu tô passando por alguma coisa mais difícil hoje, o resultado vai ser melhor. Mas eu tenho que entender isso, senão não há resultado. Se eu não entender que certas coisas vão colaborar pro meu crescimento, o que eu vou fazer é ficar revoltado, me sentir triste, me sentir a última pessoa do do mundo. E não é essa resposta correta e sábia. Então eu tenho que estudar e entender para saber que nada nesse mundo está aqui para me destruir. Poxa, se eu tô com um problema gigantesco, tira de letra, tira de letra. A gente vê as pessoas ansiosas, preocupadas, se que lá, minha amiga, a hora que você morrer, tiver dentro de um caixão, não tem nenhum problema com você. Ficam todos na terra, tudo passa. Então é uma mensagem de otimismo, mas é preciso ter estudo e conhecimento do evangelho de Cristo, doutrina dos espíritos, para ajudar a traduzir certas situações em aprendizado. Eu tô numa sala de aula estudando. Eu tô com uma aula difícil de matemática, de física, de química, sei lá. Tô tô apanhando aqui, mas eu eu vou tirar 10 na prova ou pelo menos o sete para passar passar de ano, digamos assim. Então é preciso que a gente estude para poder transformar sofrimento e dores em aprendizado. Entender isso aqui na nossa cabecinha pra gente não se sentir uma pessoa

ssar passar de ano, digamos assim. Então é preciso que a gente estude para poder transformar sofrimento e dores em aprendizado. Entender isso aqui na nossa cabecinha pra gente não se sentir uma pessoa infeliz e pensar até às vezes em bobagens na existência. Não adote sin cinismo e nem preconceito em seus padrões de vivência. A questão da gente ver alguém, sei lá, um um uma pessoa que tem vícios e vive na rua, a tendência nossa é se afastar, né? Tipo, opa, a gente se blinda, se arma, isso é preconceito. Então, tem assim uma certa abertura. Claro que com discernimento você não vai adotar e se envolver com coisas inadequadas, mas olhe a vida com objetividade, com equilíbrio e não tome atitudes precipitadas, sabendo ser útil com tranquilidade de consciência. Preconceito é muito comum. Hoje há muitas campanhas de conscientização contra preconceito, mas essas campanhas não são suficientes para todos os preconceitos que nós temos. Nós somos, nós temos muito preconceitos. Uma herança do passado. E preconceito é sempre em relação ao ser humano. Ninguém tem preconceito com um banco, com um banco de sentar, com um cachorro, com uma árvore. Preconceito é sempre algo entre seres humanos. Então, procure ter um pouco mais de abertura, pelo menos ouça. Ouça primeiro antes de ter um julgamento. Que que é o préonceito? É julgar antes, né? Um conceito anterior. Preconceito. Então, ouça primeiro, veja os fatos, analise, depois tireas conclusões. Que Kardec nos recomendava. A fé raciocinada é você primeiro ver os fatos. Quando a Kardec viu as mesas, as mesas dançantes, ele o primeiro momento falou: "Essa daí é palhaçada". Só que ele falou: "B, mas bom, mas como tem gente séria aqui e os fatos foram se repetindo, ele foi estudando e analisando, ele viu que não era palhaçada, que tinha algo atrás. Esse algo atrás deu origem ao quê? A doutrina dos espíritos. Esses seis livros que estão aqui, se ele tivesse ficado no preconceito, nós não teríamos essas seis obras que estão aqui. Aliás, a sexta tá aqui.

lgo atrás deu origem ao quê? A doutrina dos espíritos. Esses seis livros que estão aqui, se ele tivesse ficado no preconceito, nós não teríamos essas seis obras que estão aqui. Aliás, a sexta tá aqui. Então, o preconceito é muito presente e a gente não pode se mover pro preconceito, seja racional, seja objetivo, seja lógico, veja primeiro, ouça, analise. espíritas conclusões. Estuda para discernir e não aja impulsivamente. É basicamente que nós falamos há pouco. Muitas vezes a gente se eh se precipita nas coisas. Se você tem tempo para tomar uma decisão, use desse tempo para amadurecer tua ideia. Permita-se um tempo. Não tenha pressa. Como dizia a minha avó, quem tem pressa come frio, né? Ou come cru, melhor dizendo. Quem tem peça come cru. Use do tempo que você tem antes de tomar uma decisão. Não se precipite. Não tem aquela coisa de de querer resolver tudo já. Não. Nós não temos todas as informações. Nós não sabemos o que passa dentro das pessoas. Você entra, por exemplo, vamos dar um exemplo concreto, você vai trabalhar no local, aí todo mundo te recebe sorridente e tal, mas tem um que fica mais assim, dá aquela olhada para você, assim, fulminante de cima embaixo. Você fala: "Opa, essa pessoa não foi com a minha cara". Mas aí no convívio, passados dias, semanas, meses, anos, você vai descobrir que aquela pessoa que te olhou de cima embaixo assim é mais leal para você do que os outros que te receberam sorridentemente. Por quê? Porque é uma pessoa sistemática no sentido positivo da palavra, tipo bem-vindo, mas sem festa. Vamos construir uma relação e com o tempo a coisa vai crescendo. Então, se você é eh se precipita na numa primeira imagem, numa primeira impressão, você pode estar perdendo a chance de ter uma grande amizade, uma grande companhia ou até um relacionamento futuro por uma uma atitude precipitada, que aquela pessoa talvez ela seja mais madura, então ela não tem pressa de fazer uma festa. Vamos caminhar, vamos crescer, vamos conhecer, vamos nos desenvolver.

uturo por uma uma atitude precipitada, que aquela pessoa talvez ela seja mais madura, então ela não tem pressa de fazer uma festa. Vamos caminhar, vamos crescer, vamos conhecer, vamos nos desenvolver. Então, dê tempo ao tempo, amadureça tuas ideias, né? É firme sem fanatismo e flexível sem covardia. A doutrina espírita, por exemplo, nos pede pureza doutrinária. Então, nós respeitamos todos os credos, respeitamos as pessoas, todo mundo que vem a uma casa espírita, não tem ninguém na porta perguntando qual que é a tua religião. Não me interessa saber qual é a tua religião. Para mim é irrelevante. Porém, aqui dentro é uma casa espírita. Nós vamos ensinar a doutrina espírita. Então você tem uma firmeza sem uma atitude que seja discriminatória. Eu, pelo fato de ser espírita, não vou deixar de me aproximar de uma pessoa, de ter um contato, uma amizade, um relacionamento com alguém que seja o teu credo. Mas eu não abro mão de ser espírita. Eu te aceito, você me aceita, beleza, convivemos. a multiplicidade da existência. Então, é um exemplo do que é ser firme nas tuas convicções, naquilo que você crê, no teus valores, mas sem radicalizar. Por exemplo, você não come carne, você é vegetariano. Ótimo, parabéns. Você não tem que sair por aí agredindo todo mundo que ainda come carne. Esse é um, tô colocando as coisas assim numa equação bem simples. Pelo fato de se você tiver vitar, não tem que sair por aí agredindo quem come carne, agredindo as pessoas que comam carne. Não, você não come, beleza, parabéns para você. fica na sua, digamos, e respeite os outros ainda naquilo que eles são e sobretudo as diferenças eh que que há entre nós. Acolhe as críticas aproveitando-as. Humildade. Humildade é permitir-se que alguém chegue e diz: "Olha, você não tá agindo bem. Você tá precipitado, você tá fazendo isso, tá fazendo aquilo". A gente tem que saber ouvir as pessoas, os amigos verdadeiros, leais, francos e sinceros vão chegar para nós e vão dizer como a espiritualidade faz conosco. Eles não usam linguagem agressiva

aquilo". A gente tem que saber ouvir as pessoas, os amigos verdadeiros, leais, francos e sinceros vão chegar para nós e vão dizer como a espiritualidade faz conosco. Eles não usam linguagem agressiva jamais, mas eles nos dizem coisas que às vezes a gente não gosta de ouvir, às vezes não estão mentindo, eles querem o nosso bem. Então, seja humilde e ouça primeiro que alguém diga para você: "Olha, menos vai devagar. Você tá exagerando, não é por aí? Você se precipitou. Meu amigo, calma, minha amiga. Tenha paciência. Vamos ouvir, vamos passar pel um crio da razão. Vamos dar tempo ao tempo, vamos dar oportunidade à vida, né? Não, não interfere nos negócios alheios e cumpre com as suas obrigações, ou seja, cuida dos teus afazeres. Inglês tem uma expressão que eu gosto muito, que para nós brasileiros às vezes a sua até rude, mas para eles é tão natural que eles usam muito entre si, pessoal dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Austrália, né? Eles usam muito essa expressão, mas para nós somos brasileiros, a gente a gente fica meio milindrado. Mind your business, cuida dos teus negócios. Quer dizer, cuida da tua vida, não se intrometa, mind your business. Quer dizer, não se meta na minha vida. Cuida da tua vida, da tua, do teus negócios. Essa é a recomendação. Foque em você, na tua existência, no teu trabalho, que nós dissemos há pouco, a tua expressão, o que que você tá fazendo a tua vida, quantos anos você tem hoje? Não precisa responder, tá? Que que você fez até hoje? Se você saísse da Terra hoje, que que você deixaria de legado? Qual a tua herança no planeta? Então, foque na tua vida, faça o teu trabalho, tem teus projetos, teus sonhos, teus ideais, corra atrás, busque. Nós estamos aqui para aproveitar a vida no sentido da do trabalho, da produção, não de prazeres, de gozos, não. Trabalho, produção, realização. Aprende a tesourar, eh, tesourar valiosas experiências. a custa dos próprios erros. Erro é uma coisa que a gente não sabe lidar. Talvez se a gente tiver um encontro em dezembro por causa

, realização. Aprende a tesourar, eh, tesourar valiosas experiências. a custa dos próprios erros. Erro é uma coisa que a gente não sabe lidar. Talvez se a gente tiver um encontro em dezembro por causa do fim do ano, a gente vai falar sobre erro. Você se perdoa? Quando você erra, erra feio e você tem consciência disso. Você consegue se apaziguar consigo mesmo? Poxa, eu errei, como diz o ditado popular, pisei na jaca, feio. Você consegue ser conviver com isso? A gente mais ou menos falou sobre isso agora a pouco. Estude a doutrina, estude o evangelho para pegar os desafios da vida e transformar isso em lição para você. Mas isso precisa ter fé. Não no sentido de crença, mas sentido de entendimento, de convicção, de que tudo na vida é aprendizado. Cabe a nós aprender as lições, né? A vida tá nos ensinando, mas nem todos estão aprendendo. Então, o teu erro não transforme aquilo numa coisa que fique te queimando por dentro, não. E nem jogue o erro no lixo. Transforme-o numa fonte inspiradora. Eu não vou mais fazer isso. Você tem a consciência. Jesus dizia para nós, para as pessoas que ele curava, ide, não peques mais. Quer dizer, muda. Jesus não criticava as pessoas porque elas tinham errado. Eles apenas apenas convidava as pessoas a continuar vivendo, mas sem cometer os mesmos erros. Vá e não peques mais. Então a gente precisa fazer isso conosco mesmo, saber lidar com aquilo que a gente teve consciência que errou, que falhou, que pisou na jaca. Mas isso tem que ficar bem guardado dentro de nós, não pode ficar nos incomodando. Não cultive hipersensibilidade neurótica. Eu mando WhatsApp com a pessoa agora, eu já fico olhando no relógio a resposta. Aí a pessoa não responde: "Nossa, que será que eu fiz para aquela pessoa? Será que eu ofendi a pessoa? Será que a pessoa tá zangada comigo? A gente já começa a pensar um monte de minhocas, né? Essa é a hipersensibilidade neurótica. Aí daqui a pouco a pessoa te responde no dia seguinte, sei lá, vai dizer: "Nossa, eu esqueci o celular no trabalho, eu

começa a pensar um monte de minhocas, né? Essa é a hipersensibilidade neurótica. Aí daqui a pouco a pessoa te responde no dia seguinte, sei lá, vai dizer: "Nossa, eu esqueci o celular no trabalho, eu tava sem bateria ou eu tava no hospital porque alguém ficou doente, eu não pude atender." Mas a gente às vezes fica pensando milhões de coisas, né? Calma, não tire conclusões precipitadas. Você chega na comunhão, fala: "Oi, amigo, tudo bem?" Pessoal, oi dá uma resposta às vezes escuras. Nossa, por que que me respondeu de forma tão fria, né? Aí você já começa a pensar mil coisas. Não, calma. Pessoa tá ali, tá concentrado em outra coisa, às vezes nem te viu direito. Todos nós vivemos hoje tão corridos, tão a 1000 por hora, então não tem essa hipersensibilidade, né? Calma, com o tempo você vai ver o que realmente aconteceu, o que tá acontecendo. E se nós fizermos isso, amigos, que que acontece? a gente constrói paz interior. São pequenas ações que a gente, todos nós podemos colocar em prática na nossa vida, mas isso vai trazer para nós um clima de tranquilidade, que a doutrina nos ensina que existe os as dores, os sofrimentos que são da do processo encarnatório nosso, da nossa vivência, naquele momento da nossa encarnação. Mas existe também os tormentos voluntários, aquilo que a gente cria às vezes sem querer, apenas por agir de uma forma, digamos assim, precipitada, eh, inconveniente, às vezes até inconsciente, né? Então, se a gente tiver atenção nesses pequenas grandes atitudes, a gente consegue construir mais paz interior e, claro, melhora o nosso relacionamento, o que nos dá mais oportunidade de fazermos o bem. Então essa foi a exposição inicial para nossa reflexão e a gente agora vai bater um papo. Qualquer pergunta sobre doutrina espírita, tema de hoje, comentário, observação, quero mais disso, fale sobre aquilo. Palavra está aberta. Eu só vou ouvir. Repito para ficar gravado, para porque tá sendo transmitido, fica gravado também e a gente comenta a respeito. Vamos lá.

ção, quero mais disso, fale sobre aquilo. Palavra está aberta. Eu só vou ouvir. Repito para ficar gravado, para porque tá sendo transmitido, fica gravado também e a gente comenta a respeito. Vamos lá. Escolher a senhora para ser a primeira voluntariamente. Qualquer coisa sobre a doutrina espírita, só para puxar o papo. Nossa irmã disse que a reflexão foi interessante porque a gente precisa aprender com os desafios da vida sem ter pressa, né? Pressa de dar respostas ou de conclusões, né? Pois é, exatamente isso. Essa pressa, na verdade, não é uma pressa temporal. Essa pressa nasce do nosso ego. Eu mando uma mensagem para alguém WhatsApp, eu automaticamente já tô querendo resposta na hora. Por quê? Porque eu me dou valor, eu tô achando que eu sou super importante. Então tem que ser agora já porque eu quero, eu sou o, eu sou bacana do pedaço. Então todo mundo tem que me servir aqui agora, mesmo seja consciente, a gente é motivado por isso. Vocês perceberam? Não é uma pressa de tempo, é uma pressa vinculada à nossa vaidade, ao nosso excesso de autoestima. Pois, se eu ligar, você tem que responder. Por que que você não atendeu minha minha chamada? Namorado liga para namorado, namorado lhe pro namorado. A pessoa não atende, que que você atendeu? Que você estava fazendo? Ô amor, eu tava tomando banho, eu tava no toalete, eu tava no hospital com a minha avó na UTI, não podia atender o celular na UTI. Então aquela história, né? Cuidado que às vezes a pressa não é temporal, ela decorre de uma nossa super estima, supervalorização, para não dizer vaidade, ego, né? Vamos ser um pouco mais condescendente conosco, nós nos valorizamos demais. Então tem que ser no meu tempo. Agora liguei, quero resposta. Outra colocação. O senhor aí, quem que levantou a mão aqui? Nosso senhor aí, por favor, alguma coisa. analogia. O ego é a doutrina espírita. Amigo, o ego, ele não é negativo. O ego é uma consequência da individuação. Que que é individuação? Eu como ser inteligente, não que eu seja

favor, alguma coisa. analogia. O ego é a doutrina espírita. Amigo, o ego, ele não é negativo. O ego é uma consequência da individuação. Que que é individuação? Eu como ser inteligente, não que eu seja inteligente, tá? Eu falo ser inteligente como espírito, que a gente já passou por outros reinos da natureza. Então nós temos a inteligência, logo a lei de Deus age sobre nós, ação e reação, né? O ego é uma das consequências da inteligência. Eu sei que eu existo, que ego em latim significa eu, certo? Eu eu sei que eu existo. Quando Moisés perguntou para Deus, como é que eu digo quem é o Senhor? Como é que eu apresento? Eu falo do Senhor para as pessoas, qual o seu nome? Que que Deus respondeu? Eu sou. Eu sou o que sou. Eu existo. E nós temos esse esse eh essa individuação. Eu sou eu. Eu já me individualizei. Eu não sou ela, não sou ela, não sou o senhor, não sou o senhor, não sou a senhora. Entendeu? individualidades. Esse ego, no entanto, lá nos reinos da natureza, onde nós já estagiamos anteriormente, ele vem com a selvageria da sobrevivência, a lei da selva, como diz o Nordeste, farinha pouca, meu pirão primeiro. A gente vê dali da selva. Se você colocar um osso para 10 cachorros, os cachorros vão dizer: "Por favor, você primeiro." Eles não vão fazer isso. Cada um vai abocanhar para si e vai ter briga, porque o o mais forte pega, sai e foge e leva o osso para ele. Então a gente traz essa coisa do passado. Então a gente tem que tirar o nosso a nossa individualidade da selva, da lei da selva, onde era a lei do mais forte. farinha pouco meu pirão primeiro e desenvolvemos o lado humano da solidariedade. Então, meu ego, a minha individualidade, o meu eu sou entra não para disputar, entra para somar em benefício de um coletivo. Por isso que o mandamento de Cristo é: "Ama Deus sobre todas as coisas". Aí vem para essa esfera e o próximo como a ti mesmo. Uma vida em solidariedade. Então nós como individualidade somos chamados a ser células ativas, trabalhadoras, produtoras no universo.

s as coisas". Aí vem para essa esfera e o próximo como a ti mesmo. Uma vida em solidariedade. Então nós como individualidade somos chamados a ser células ativas, trabalhadoras, produtoras no universo. Essa é a diferença. Então ele não é negativo. Ele tem que sair da selva, da lei do mais forte, da brutalidade, para se tornar solidário, para se tornar fraterno, que é o amor. amor não é cuidar de Então eu estou aqui para cuidar de você. Conte comigo. É esse o nosso objetivo. A senhora aí, por favor, vocês, a senhora ali de trás, vocês aí, por favor, aproveitar o tempo, pessoal, porque o tempo corre. Quando der 9 horas tem que encerrar. Não fique olhando pro meu lindo rosto, não. Isso, por favor. É um bate-papo de amigos, tá? Não tenho vergonha não, tá? Que é amigos e toda pergunta é válida. Ah, não, não, não tenha medo da sua pergunta não. Pode fazer o estar eh para manter essa aproximação com Jesus dele do Pai, porque a prece é muito occada. horário diário, mas além da prega, >> tá? Nossa irmã, eu eu repito para ficar gravado. Eh, a nossa irmã pergunta dentro do tema guerra e paz, no sentido de você conquistar a paz interior, que que a doutrina nos orienta? Se eu tiver errado, a senhora me corrige. A a buscar em Cristo apoio para essa realização dessa paz. A gente sabe que tem a precei e vigiai, mas quais os outros caminhos que a gente tem para a vivência de uma paz? interior. Bem, Jesus disse: "Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz". Então, repare nesse detalhe. Ele não pegou a paz do mundo e falou: "Eu vou vou eu lhes dou a minha paz. A paz que ele trazia de onde veio. Que que é a paz no mundo? Eu tô em paz. Em termos materiais, o que que seria? Ausência de conflito, mesa farta, dinheiro no bolso, saúde, que mais? Amores, prazeres, né? Viagens, aquela coisa de luxo e tal. E isso quando a gente vai pro caixão, isso vai junto com a gente? Não, né? Tudo isso fica no aliás, nem entra no caixão, né? fica do lado de fora do caixão. Fica do lado de fora do caixão, nem

e tal. E isso quando a gente vai pro caixão, isso vai junto com a gente? Não, né? Tudo isso fica no aliás, nem entra no caixão, né? fica do lado de fora do caixão. Fica do lado de fora do caixão, nem entra no caixão. Então, Cristo nos ofereceu um conceito diferente de paz, que é a consciência tranquila e a alegria de viver. E um pouco do que no perguntou, o conceito de ego, o que que eu posso fazer? Então Jesus veio nos falar, remete a pergunta que a nossa irmã fez, exatamente para que nós entendêsemos que ele nos trazia um projeto transformador que mesmo que que você não tenha alcançado lá na plenitude, chegado lá nas metas, você já se torna feliz dando os primeiros passos nesse caminhar. Exemplo, Paulo, apóstolo, Cristo aparece para ele, diz: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Que Paulo era um caçador de cristãos, né? E combatia o cristianismo, matava, pegava, prendia e matava. É um exterminador de cristãos. Jesus falou para ele, escuta, cara, que que você tem contra mim? Qual Qual é a tua? Que que eu fiz para você? E ele inicia um processo de transformação. Paulo con viu Jesus. Jesus veio e o chamou, mas o depois ele vai dizer ainda: "Poxa, eu faço o mal, eu faço o mal que não quero, mas não faço o bem que quero." Ele confessa que dentro dele ainda estava uma transformação pessoal, mas certamente Paulo já era feliz. Tanto que ele disse: "Sou feliz quando o espinho me fere a carne, porque nisso sinto o amor de Deus". Então, a paz de Cristo é aquela que diz: "Olha, você vai sair de onde você está, você vai chegar num lugar melhor, que seria o reino de Deus, que não é um lugar lá fora, é um lugar dentro de nós. Mas se você começar a caminhar comigo, junto de mim, de mãos dadas comigo, você já vai ser feliz." Então, além da prece, você conhecer a mensagem de Jesus e a ele que vem para nós, veio para nós. Tanto que daqui a pouco a gente vai comemorar o aniversário dele, né? Ele veio para nós, por nós e para nós. Ele já te acolhe, ele te abraça. Então, o que que a gente deve fazer além

s, veio para nós. Tanto que daqui a pouco a gente vai comemorar o aniversário dele, né? Ele veio para nós, por nós e para nós. Ele já te acolhe, ele te abraça. Então, o que que a gente deve fazer além da prece é se abrir para essa verdade e acreditar nela. se abrir, se abrir mesmo como uma ostra se abre, como uma flor se desabrocha, se abrir e começar a viver isso também. A gente vai agora entrar em detalhes. E como é que eu faço isso? a oração de conexão, de conversa, de bate-papo. A gente não ora para Deus, tipo, como se a gente tivesse, ó Senhor, aquela coisa, claro, com respeito, mas sem colocar uma distância entre você e Deus, que a prece que Jesus ensinou chama-se Pai Nosso. Jesus chamou Deus de Pai. Então ele ele aproxima Deus do das criaturas, que as criaturas eram eram eram até então tementes a Deus, né? Tementes no sentido não exagerado. Pô, Deus tá ali, eu tô aqui, eu tenho que aplacar a ira de Deus como se não tivesse uma relação nenhuma, a não ser uma barganha entre nós. Então, primeiro é você se conectar com Cristo, caminhar com ele, saber que ele tá sempre com você. Quando você for abrir a boca para falar, ele já sabe o que você quer, tá ali à disposição, cuida de nós. Tem um mundo invisível cuidando de nós. Então, além da prece, no sentido de uma comunicação mais íntima, é você pegar essa felicidade que você já sente e, como a nossa irmã falou, começar a compartilhar. Quando você começa a fazer o bem desinteressadamente, de forma constante, você começa a valorizar as ações, que é o tema de hoje, as pequenas grandes atitudes que fazem diferença. Então, é fazer o bem, é servir, é amar. Amar não cuidar de, porque o amar gostar de é limitado. Quantas pessoas você realmente gosta? Você gosta da humanidade inteira? Não, mentira. Porque você nem conhece a humanidade inteira. Você pode gostar de quem, pelo menos gostar de quem você conhece. Você não conhece a humanidade inteira, mas cuidar de você pode fazer qualquer lugar. Você vai lá na rodoviária, pegar um ônibus, caiu

Você pode gostar de quem, pelo menos gostar de quem você conhece. Você não conhece a humanidade inteira, mas cuidar de você pode fazer qualquer lugar. Você vai lá na rodoviária, pegar um ônibus, caiu o negócio de alguém, fala: "Ah, senhor, senhora, caiu um papelzinho seu aqui, um documento tal, tá aqui. Ah, muito obrigado, tal". Isso é cuidar de Isso é amor. Então, todos os momentos da nossa vida, a expressão do nosso eu, o trabalho deve refletir esse caminhar com Cristo. Isso vai dar paz e isso vai dar também uma coisa chamada alegria, uma verdadeira alegria. Então, é aquela história, minha vida que a gente falou no começo, né? Poxa, eu eu sou uma pessoa que, sei lá, eu tenho uma rotina porque eu tenho que trabalhar, cuidar de filhos, tal, família, tá? Cara, se você faz as coisas com prazer na consciência que você tá fazendo algo que é bom para alguém, que vai ser útil para alguém, sei lá, você é cozinheira, trabalha num restaurante, trabalha no exército, trabalha no hospital, sei lá, cozinheir, merendeira de de escola, creche, você faz aquela comida bem feita com a consciência que aquilo vai nutrir pessoas, se o doente vaiar com contar com o seu alimento bem feito para ele recuperar sua saúde. A criança da escola vai contar com o teu alimento para crescer forte, saudável. A tua família conta com a tua com teu cuidado, a tua higiene para ter saúde. E a comida, gente, bem feita na mesa acaba sendo o quê? Uma fonte de alegria. Tanto que as tradições religiosas têm a comunhão. Que que é comunhão? Compartilhar comendo, comer com que a gente faz agora Natal, Ano Novo. As pessoas se reun comer. É um ato sagrado. Isso assim é uma coisa antropológica, tá? Tem desde o princípio dos tempos. Todas as celebrações se dão ao redor de comida, de bebida, que denota uma alegria, um compartilhar, comunhão. Compartilhar. Então, se você é cozinheira, trabalha tal árduo, se você tiver consciência que você tá fazendo algo e vê as implicações da tuação bem feita, você já vai ter uma alegria, você tem

munhão. Compartilhar. Então, se você é cozinheira, trabalha tal árduo, se você tiver consciência que você tá fazendo algo e vê as implicações da tuação bem feita, você já vai ter uma alegria, você tem satisfação. Isso que a gente é o tema de hoje, nas pequenas coisas. Há grandes resultados, mas desde que você tem olhos para ver, ouvidos para ouvir. Não sei se eu respondi pra senhora. Então é a prece, o o amor em ação e valorizar os momentos. E aí eu volto naquilo que eu falei antes, não se compare com ninguém. A minha vida é a melhor vida do mundo. Entendeu? Essa filosofia. Minha vida é a melhor vida do mundo e eu tenho satisfação em cada coisa que eu faço, cada minuto, cada segundo, eu tô consciente. Porque vocês já repararam, gente, que a eternidade é viver bem o aqui e agora? Quando Deus diz: "Eu sou". Ele não tá dizendo que ele foi ou que ele será. Eu sou o que sou aqui agora. O eu sou essa resposta bíblica láem para Moisés é muito filosófica, é o aqui e agora. Então aqui agora eu tô vivendo o máximo, eu tô vivendo uma plenitude. Nisso você você se eterniza. Tua felicidade já é apenas um fluxo natural. Você não fica esperando chegar o dia para ser feliz. Ah, quando ganhar na lota eu vou ser feliz. A, quando eu me formar você feliz. Quando eu me mudar para tal lugar, vou ser feliz. Quando eu me aposentar eu vou ser Não é aqui e agora eu sou. Então, viu amigo do a questão do ego, o Eu sou tem esse aspecto positivo. É você mesmo. A plenitude de estar aqui e ser. Se você entende isso, você já tá eternizado. Você transcende tempo e espaço. Você tá aqui agora dando o melhor de si, brilhando a sua luz. Eu não sei se eu viajei muito na filosofia, mas acho que tá claro, né? Alguém mais? Temos mais um. Tem um tempinho, mais uma, por favor. Temos mais 4 minutos. Vamos, gente, aproveitemos o tempo aqui. É igual televisão. Sobre planejamento encarnatório. >> Planejamento encarnatório. No livro Missionários da Luz, você tem um reencarne seismundo, que é o maior capítulo desse livro.

temos o tempo aqui. É igual televisão. Sobre planejamento encarnatório. >> Planejamento encarnatório. No livro Missionários da Luz, você tem um reencarne seismundo, que é o maior capítulo desse livro. É todo um processo. O espírito que vem lá dos planos umbralinos envolvidos em erros e desacertos. Eu vou responder numa linguagem simples, tá? Que a gente tá falando por um jovem. Ele é imaturo, ele não participa. O pessoal mais lúcido, mais consciente, faz o planejamento e diz: "Tó vai, o pacote tá pronto". Nós que somos medianos, a gente participa do projeto junto com a espiritualidade que vem nos orientar. Primeiro existe um planejamento divino. Nesse momento aqui, você fulano de tal individualidade vai encarar isso. Aí os detalhes da espiritualidade vai tecendo. Onde você vai nascer, quando você vai nascer, quem vai ser sua família, quem vai estar próximo de você, quem que você vai encontrar quando tiver 10 anos de idade, quem que você vai encontrar aos 20 anos de idade, com quem você vai se casar e por aí vai. E os espíritos superiores que já tão muito avançados, eles não vêm na terra para sofrimento, eles vêm para trabalhar. Muitas vezes você vê um espírito superior que vem na terra e tem uma vida difícil, porque ele veio para servir. É igual Francisco de Assiso, um exemplo. Quando ele encontra Jesus como Paulo apóstolo e pegou todos os tecidos do pai dele e jogou pela janela. O pai ficou bravo, deu uma surra nele, expulsou ele de casa. Tá louco? Porque é da idade média, né? Tecido era uma coisa valiosa, era o ganhapão da família. E ele saiu despojado, ele saiu com manto descalço e fez um voto de pobreza. Falou: "Não preciso de nada material para ser feliz". E a vida dele foi quê? dedicar-se a servir o próximo. Impactou o mundo. Francisco de Assis é uma pessoa que todo mundo reverencia pela sua abnegação. Então, a gente que tá num no plano mediano, nosso processo reencarnatório tem a participação nossa e da espiritualidade. Só que quando a gente encarna, a gente

odo mundo reverencia pela sua abnegação. Então, a gente que tá num no plano mediano, nosso processo reencarnatório tem a participação nossa e da espiritualidade. Só que quando a gente encarna, a gente esquece assim detalhes, mas a gente tem dentro de nós uma sementinha. Você percebe mais ou menos certas coisas. Você chega uma certa idade, não, eu acho que eu vou fazer medicina. Esse fazer medicina, por exemplo, porque você tem uma lembrança inconsciente que você deve ser médico, que você escolheu esse caminho para uma para um trabalho que você vai fazer ali paraa frente. Mas a literatura espírita traz muito sobre isso, tá? Depois a gente pode bater um papo maior sobre esse tema. Pessoal, tá chegando o a nosso horário. Eu não, eu ainda não sei a agenda do mês que vem, mas se não for feriado nada, a gente vai estar aqui na quarta, sexta-feira de dezembro para fazer o último trabalho desse tema guerra e paz. Provavelmente a gente vai falar sobre como conviver com os erros interiores e se perdoar, tá bom? Então, desejamos uma boa noite, muita paz, muita saúde, muita alegria. Eh, provavelmente a gente vai se encontrar depois do Natal, né? tem um bom final de ano das festas aí. Estaremos aqui na paz de Deus e no amor de Jesus. Lembrando que o que Deus quer de nós é que sejamos felizes. Vamos trabalhar para que essa felicidade chegue bem rápido na nossa vida, para sermos mais úteis e produtíveis. Que assim seja. Um bom fim de noite e a gente se vê. Até logo. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que

que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra

sica] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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